Você está na página 1de 6

Relação entre trabalho e energia cinética

Data: 07/04/2018 (realização do experimento) e 14/04/2018 (análise)

Grupo 3

Camila Fernandes –160115353

Arthur Lima – 180046004

Larissa Guedes – 160130727

1. OBJETIVOS
O objetivo do experimento é verificar se a variação da energia cinética no
sistema é igual ao trabalho realizado pela força externa.
2. DADOS EXPERIMENTAIS

Figura 1: Ilustração do experimento


O experimento, conforme ilustrado na figura 1, consistiu-se em fazer com que
um carrinho de massa 𝑀 deslizasse sobre um trilho de ar horizontal, a fim de ter o
menor atrito possível. Para tanto, uma massa suspensa de massa 𝑀𝑠 foi presa ao
carrinho por um fio leve e não deformável que passa por um pequena polia. Um
sensor foi ligado a um cronômetro digital e colocado em 8 posições diferentes na
frente do carrinho para, dessa forma, determinar a energia cinética a partir da
velocidade instantânea.
A medida escolhida para ser a posição inicial do carrinho foi alinhada
verticalmente com o seu pino superior. A primeira posição à frente do carrinho distava
10 centímetros da posição inicial. Afastou-se mais 10 centímetros a cada vez para
estabelecer as outras 7 posições, até que a última estivesse a 80 centímetros de
distância do carrinho.
Depois de anotadas as posições, usou-se duas funções do cronômetro no
experimento. A primeira função foi a de calcular o tempo entre a soltura do carrinho e
a interrupção do sensor. A segunda função foi a de mensurar por quanto tempo o pino
superior do carrinho mantém o sensor interrompido. Um eletroímã também foi ligado
ao cronômetro, de modo que a contagem do tempo só se iniciasse quando o eletroímã
fosse desligado e o carrinho fosse solto. Em cada posição foram feitas as 2
mensurações citadas acima e para cada uma o carrinho foi solto 5 vezes.

2.1 MATERIAL UTILIZADO

01 trilho de 120 cm conectado a uma unidade de fluxo de ar;


01 cronômetro digital multifunções com fonte DC 12V;
02 sensores fotoelétricos com suporte fixador (S1 e S2)
01 eletroimã com bornes e haste;
01 fixador de eletroímã com manípulo;
01 chave liga-desliga;
01 Y de final de curso com roldana raiada;
01 suporte para massas;
01 massa de ~10g com furo central de diâmetro 2,5mm;
01 massa de ~20g com furo central de diâmetro 2,5mm;
01 pino para carrinho com fixador para eletroímã;
01 carrinho para trilho cor preta;
01 pino para carrinho para interrupção de sensor;
01 pino para carrinho com gancho; Cabos de ligação e cabos de força; 01 balança
digital;
01 micrômetro.

3. TABELA 1 – Massas utilizadas

Erro instrumental = 0,1g

Massa do carrinho = 217,5 ± 0,1g

Massa do suporte = 8,5 ± 0,1g


Massa adicional = 19,8 ± 0,1g
Tabela 1: Massas utilizadas

4. Gráfico 1 - S = S0 + (V0t) + (1⁄2)at^2

Tomando o deslocamento e colocando em função do tempo observamos a


seguinte curva :

Teoricamente a aceleração do sistema depende da massa do conjunto de forma


que y= a*t2 ; como estamos tratando em centímentos a análise dimensional
indica que o valor de g= (100*(9,780 m/s^))cm/s^2 . (ve se da um migúe desse
aqui por que os dados não estão batendo)

Então temos a equação horária do sistema deveria ser S= (g)*t^2 assim como
aponta o gráfico.

A regressão mais aprorpriada era a potencia y=ax^k, por metodos numéricos,


indica o comportamento aproximado mais adequado comparado com o
comportamento teórico.
O próximo gráfico;
Observamos o comportamento da velocidade em função do tempo ; teóricamente a

formula deveria obedecer v= vo +at portanto temos que a regressão mais apropriada
para esse caso seria a modelagem linear y=ax+b ;

Perceptível que a aceleração nessa parte é o dobro do termo que acompanha o t^2 no
primeiro gráfico e que o termo que não acompanha o x é praticamente 0 visto que o sistema
começa sem velocidade inicial.

Este ultimo grafico é referente a uma f(DS)= V³ referencia a formula de Torricceli

v^2 = vo^2+ 2Ads AQUI C TAMBÈM ENROLA FI DE DEUS PQ EU NAO SEI Q Q


DEU NESSE TREM NAO