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 cc  c c
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ccccccc
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"  c#(c
)! c# *ccccccccccccccccccccccccccccc
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c
Ä cc

Medição dos valores teóricos e experimentais com a utilização do multímetro na


sua versão analógica, que é um instrumento básico para obtenção de medidas elétricas
como tensão (voltímetro), resistência elétrica (ohmímetro) e corrente elétrica
(amperímetro).

Para alcançarmos nosso objetivo, iremos utilizar também outros elementos


fundamentais para a realização de experiências envolvendo eletricidade, como o
gerador de corrente contínua e a placa de acrílico com os resistores acoplados, bem
como à montagem de circuitos utilizando resistores em paralelo e em série. c
c


c 

Estudar u  u
 significa fazer um estudo sobre o comportamento de
cargas elétricas em movimento. Quando uma 
  u
 é aplicada sobre o
condutor metálico em estudo - como um fio de cobre ʹ, seus elétrons livres passam de
um movimento caótico, desordenado, par a um movimento direcionado. Tal movimento
é devido ao campo elétrico, criado pela diferença de potencial, no interior do condutor.

Se analisássemos uma seção transversal deste fio por algum tempo, veríamos a
passagem de certa quantidade de cargas. Portanto, podemos expressar a corrente
elétrica como sendo o fluxo de uma quantidade de cargas  através de uma sessão
transversal do condutor num intervalo de tempo .

å 


Sabemos que a corrente elétrica é diretamente proporcional à diferença de


potencial aplicada, pois quanto maior for a d.d.p., maior será a força resultante sobre
cada uma das cargas e, conseqüentemente, mais cargas passarão por qualquer sessão
transversal do fio de cobre por unidade de tempo. Mas os elétrons ao se moverem ʹ no
exemplo do fio de cobre -, sofrem uma determinada  u
ao seu movimento,
resistência esta devida ao choque com outros elétrons. Sendo assim, é intuitiva a idéia
de que características do material influenciam nesta resistência, como quantidade de
elétrons livres, comprimento e largura do fio. Portanto, quanto maior a resistência ao
movimento, menor será a corrente elétrica. Podemos, então, descrever tais relações
através da seguinte fórmula:

† ,onde ë, ´ e representam,
å
respectivamente, a resistência, a d.d.p. e a corrente elétrica.
c
c

 

Para que as relações acima citadas possam ser verificadas, precisamos adotar
uma metodologia experimental. Neste laboratório fizemos medições de resistência e
corrente elétrica, assim como de d.d.p.. Para tais medições, utilizamos um único
aparelho chamado ÷ ÷ que contém em si todos os medidores necessários para
a medição das três grandezas. Ou seja, o ohmímetro (para a resistência elétrica), o
amperímetro (para corrente elétrica) e o voltímetro (para a d.d.p.).

Além do multímetro foram utilizados fios de cobre, uma fonte de tensão e três
resistores. Antes de termos iniciado nossas medições, fizemos uma calibragem da fonte
para uma dada d.d.p. escolhida para a experiência, utilizando o multímetro
(configurado para o modo voltímetro) para aferição d a voltagem do gerador. Além
disso, anotamos o valor das resistências elétricas dos três resistores, utilizando o
u   u  contido nos mesmos. Tais resistências ʹfornecidas ʹ foram chamadas
de  u
 ÷ 
 que serviram de parâmetro de comparação para as
resistências encontradas na experiência ʹ  u
 ÷
.

Depois de anotadas as resistências nominais, utilizamos o multímetro para


encontrar as resistências experimentais de cada um dos três resistores e verificamos a
compatibilidade entre os valores nominais e experimentais.

Tendo em mãos os valores das resistências e da d.d.p. aplicada, utilizamos a  


 ÷para encontrar os 
 
 u  u
para os três circuitos.
Para cada caso, ligamos o amperímetro em série aos resistores e anotamos os valores
obtidos, assim como os erros, comparando-os com os valores esperados.

Por último, montamos um circuito ligando os três resistores em série com a fonte
e medimos a corrente elétrica sobre os três resistores e as diferenças de potencial entre
seus terminais.

c
c
ùc c
 c

+,cc  -
cc

c cc
cc
 c '.$c/c(01c '.$c/c($1c
 c 23$c/c'&1c 2&$c/c2$1c
c &'$c/c0(1c 4$$c/c2$1c

Podemos observar que as medidas nominais e experimentais estão bem próximas nas três resistências
elétricas, sendo a terceira (R3) a que possui a maior diferença entre os dois valores. Isso se deve ao
fato de que a porcentagem do erro é baixa, sendo assim também mais precisa.

+,cc
cc

c 
cc cùc 
cùc
 c '.$c/c(01c '$5$$c/c((('c 6c (&5$$c/c'52$c 6c
 c 23$c/c'&1c ($5$$c/c2(4(c 6c 453$c/c$5'2c 6c
c &'$c/c0(1c 35&$c/c0'&c 6c 352$c/c$5'2c 6c

Podemos observar que os valores obtidos para a corrente elétrica experimentalmente é bem próximo
ß
ao valor obtido pela Lei de Ohm cc7c c. Isso se deve ao fato de que a resistência não depende
da diferença de potencial (ddp) ou da corrente selecionada.

‰ cc
,c c c c  c

c 
cc cc 
cc
 c '.$c/c(01c $5&(c/c$5((c8c $5&$$c/c$5$'2c8c ˜c cc
 c 23$c/c'&1c (53&c/c$5''c8c (5&$$c/c$5$'2c8c c7c5$cc/c$5'2$c 6c
c &'$c/c0(1c '503c/c$5c8c '53$$c/c$5$'2c8c
c

Podemos observar que os valores obtidos para a queda de tensão em todos os três resistores são bem
próximos aos valores esperados, segundo as medidas feitas teoricamente, através da fórmula 8c7c 9.
Isso se deve ao fato de que a porcentagem do erro é baixa.

Aplicando a lei das malhas ao circuito podemos observar que a soma dos valores das tensões de cada
resistor é equivalente a tensão total medida no inicio. Ou seja, ´ = 0,81 + 1,68 + 2,46 = 4,95  5,60.

c
c
:  c

c   
Å cc c 
cc  c cc
 c
 † †
c
c
 

c Å cc † cc †
c 
(c7c c7c '$5$c 6 c
”
c ” 
Å (c7c c;c c(0c7c((('c 6c 
” ”

'c7c c7c ($5$c 6c
”
” 
Å 'c7c c;c c'&c7c2(4(c 6c 
” ”
c7c c7c 35&c 6c
c ”
” 
Å c7c c;c c0(c7c0'&c 6c c
c” ”

c
    ccc
Å cc ccc   c c
† 
c

Å cc cc  c 8(c7c'.$<$5$$c7c$5&($c8 c c


Å 8(c7c$5$$(0c;c'.$$5$$$'2c7c$5(($c8 c c
c
Å 8'c7c$5$$'&c;c23$$5$$$'2c7c$5''0c8 c 8'c7c23$<c$5$$c7c(53&$c8 c
c c
Å 8c7c$5$$0(c;c&'$$5$$$'2c7c$5'&c8 c
c 8c7c&'$<c$5$$c7c'503$c8 c

c c

˜
 cc

Através das experiências, conseguimos fazer três medições diferentes de dois modos
distintos, o primeiro modo foi pelo método nominal e o segundo foi feito experimentalmente,
utilizando os instrumentos básicos oferecidos.

A primeira medição foi de resistência elétrica do sistema, onde foi utilizado um ohmimetro no
modo experimental, tanto no método nominal quanto no modo experimental encontramos
valores muito próximos. A segunda medição foi de corrente elétrica do sistema, feita
experimentalmente através de um amperímetro, onde novamente encontramos valores
muito próximos aos encontrados no método nominal, que foram calculados através da Lei de
Ohm. A última medição foi de tensão elétrica, onde usamos um voltímetro para encontrar os
valores no método experimental, no método nominal usamos a formula V = Rxi, novamente
conseguimos valores muito próximos entre os dois métodos.

Sendo assim, conseguimos utili zar os instrumentos básicos oferecidos de forma correta. c

c
c