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SUwin – Redes de Esgoto e Aguas Pluviais

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SUwin – Redes de Esgoto e Aguas Pluviais

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poderá ser reproduzida para ser vendida ou distribuída para ganhos comerciais nem poderá ser modificada ou
incorporada em qualquer outro trabalho, publicação ou site tanto no formato eletrônico, como transferência para
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São Paulo, 08 de novembro de 2016

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SUwin – Redes de Esgoto e Aguas Pluviais

Introdução

SUwin é um dos mais utilizados softwares para a elaboração de projetos de redes de esgoto e
aguas pluviais utilizado no Brasil. Possui centenas de usuários que nos enviam sugestões de melhoras
constantemente, melhorando a cada dia o software com novas funções que ajudam o projetista no seu
trabalho do dia a dia.
Neste manual pretendemos fornecer uma formação completa na utilização do software, desde
a instalação, ativação do programa, importação de arquivos em DWG/DXF, reconhecimento de curvas
de níveis, controle de layers, lançamento da rede, definição dos consumos, assim como o cálculo e
analise dos resultados apresentados pelo programa.
SUwin é um software totalmente adaptado as normas brasileiras, gerando as planilhas e
memória de cálculo nos padrões recomendados pelas principais concessionarias do pais, sendo
também utilizado pelas próprias concessionarias como ferramenta de projeto.
O programa SUwin está desenhado para auxiliar durante todo o processo de cálculo,
dimensionamento e verificação da Rede de Saneamento.
SUwin é capaz de calcular redes de saneamento ramificadas, compostas por qualquer dos
elementos habituais neste tipo de infraestrutura: trechos de tubulação, poços de registro e de ressalto,
consumos domiciliares e de subrede e de pluviais. Além de facilitar o cálculo e Traçado da instalação,
calcula todos seus parâmetros: Vazões de aguas residuais e pluviais, vazões circulantes, velocidades
máximas e mínimas, calados, etc. Verifica os diferentes parâmetros de funcionamento da rede
avisando ao usuário dos que não verificam os critérios de verificação estabelecidos e desenha
automaticamente cada um dos elementos da instalação.
Com os resultados do processo de cálculo gera uma documentação que inclui a memória do
projeto, os cálculos justificativos e as medições de obra. Também é capaz de gerar desenhos de planta,
perfis longitudinais e rotular os resultados assim como imprimir ou exportar em formato DXF ou DWG.
Esperamos que este manual seja suficiente no auxílio ao manuseio do programa, porem caso
seja necessário , poderá consultar também nosso canal no youtube : www.youtube.com/arkisoft e veja
os vídeos na playlist SUwin. Também contamos com uma programação de cursos, presenciais ou a
distância por internet para que possa complementar sua formação, e assim, tirar proveito de 100% das
ferramentas oferecidas pelo software SUwin- Saneamento Urbano e Aguas Pluviais.

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Índice

Capitulo 01 – Instalação e Ativação do Programa ............................................................................................... 11


1.1. Fazendo o download do Software SUwin............................................................................................ 11
1.2. Instalando o Software SUwin............................................................................................................... 12
1.3. Acessando o Software SUwin............................................................................................................... 14
1.4. Transferência de Licença entre computadores ................................................................................... 17
Capitulo 02 – Informações Iniciais ....................................................................................................................... 18
2.1 Apresentação do Exemplo que será utilizado ..................................................................................... 18
2.1.1 Dados de Cálculo utilizados.......................................................................................................... 19
2.2 Interface do Programa ......................................................................................................................... 20
2.2.1 Menu Superior .............................................................................................................................. 21
2.2.2 Barras de Ícones............................................................................................................................ 22
2.2.3 Área Gráfica .................................................................................................................................. 24
2.2.4 Tool Paletes .................................................................................................................................. 24
2.2.5 Barra de Status ............................................................................................................................. 26
Capitulo 03 – Novo Projeto .................................................................................................................................. 27
3.1. Iniciando um Novo Projeto ....................................................................................................................... 27
3.2 Dados Gerais ............................................................................................................................................... 28
3.3. Importando um desenho em DWG do loteamento ................................................................................. 38
3.4. Propriedades dos Elementos importados ................................................................................................ 41
3.5. Gerente de Camadas ................................................................................................................................. 42
3.6. Definindo as curvas de Nível ..................................................................................................................... 44
3.7. Menu Arquivo ............................................................................................................................................ 47
3.8. Menu Ver ................................................................................................................................................... 49
Capitulo 04 – Lançando os Componentes da Rede ............................................................................................. 56
4.1. Definindo as camadas ................................................................................... Erro! Indicador não definido.
4.2. Definindo o ponto do fornecimento ............................................................. Erro! Indicador não definido.
4.3. Lançando os Pvs............................................................................................. Erro! Indicador não definido.
4.4. Lançando os Hidrantes .................................................................................. Erro! Indicador não definido.
4.5. Lançando válvulas e acessórios a rede ......................................................... Erro! Indicador não definido.
4.6. Bombas .......................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
4.7. Lançando a Tubulação ................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Propriedades das tubulações (Propriedades) .................................................. Erro! Indicador não definido.
Propriedades das tubulações (Opções) ........................................................... Erro! Indicador não definido.

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Capitulo 05 – Propriedades das Entidades .......................................................................................................... 63


5.1. Propriedades dos PVs .................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Propriedades do abastecimento de agua ........................................................ Erro! Indicador não definido.
Depósito (Reservatório) ....................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Fornecimento ....................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
5.2. Propriedades dos Hidrantes .......................................................................... Erro! Indicador não definido.
5.3. Propriedades das Válvulas ............................................................................ Erro! Indicador não definido.
5.4. Propriedades dos Fornecimentos ................................................................. Erro! Indicador não definido.
5.5. Propriedades das tubulações ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
5.6. Outros Elementos .......................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Propriedades dos Pontos de Consumo ............................................................. Erro! Indicador não definido.
Estimativa do consumo .................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Hidrante ................................................................................................................ Erro! Indicador não definido.
Propriedades dos Hidrantes ............................................................................. Erro! Indicador não definido.
Válvula de corte .................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Propriedades das válvulas ................................................................................ Erro! Indicador não definido.
Válvula de retenção.............................................................................................. Erro! Indicador não definido.
Válvula de redução ............................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Válvula de ventosa ............................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Desague ................................................................................................................ Erro! Indicador não definido.
Elemento Auxiliar ................................................................................................. Erro! Indicador não definido.
Propriedades dos elementos auxiliares ........................................................... Erro! Indicador não definido.
Capitulo 06 – Verificação das Conexões .............................................................................................................. 84
Capitulo 07 – DEFINIÇÃO DAS COMBINAÇÕES DE HIPÓTESES............................................................................ 84
Capitulo 08 – Menu Desenhar.............................................................................................................................. 88
8.1. Seleção por vértices .................................................................................................................................. 88
8.2. Seleção por Requadro ............................................................................................................................... 90
8.3. Linha........................................................................................................................................................... 91
8.4. Polilinha ..................................................................................................................................................... 93
8.5. Retângulo................................................................................................................................................... 95
8.6. Polígono ..................................................................................................................................................... 97
8.7. União .......................................................................................................................................................... 98
8.8. Circulo ...................................................................................................................................................... 100
8.9. Arco .......................................................................................................................................................... 101
8.10. Texto ...................................................................................................................................................... 103
8.11. Etiqueta.................................................................................................................................................. 105
8.12. Cota ........................................................................................................................................................ 106
8.13. Ponteiro ................................................................................................................................................. 108
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8.14. Símbolo .................................................................................................................................................. 109


8.15. Mapa de Bits .......................................................................................................................................... 115
8.16. Gráfica.................................................................................................................................................... 117
8.17. Sombreamento ...................................................................................................................................... 120
8.18. Rascunho ............................................................................................................................................... 123
Capitulo 09 – Menu Dados ................................................................................................................................. 124
9.1. Expediente ..................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
9.2. Gerais ............................................................................................................. Erro! Indicador não definido.
9.3. Entidades Selecionadas ................................................................................. Erro! Indicador não definido.
9.4. Copiar Propriedades ...................................................................................... Erro! Indicador não definido.
9.5. Reconhecer Curvas de Nível.......................................................................... Erro! Indicador não definido.
9.6. Simplificar Curvas de Nível............................................................................ Erro! Indicador não definido.
9.7. Combinações de Hipóteses ........................................................................... Erro! Indicador não definido.
Definição de combinações de hipóteses ........................................................... Erro! Indicador não definido.
Combinação de hipóteses base........................................................................ Erro! Indicador não definido.
9.8. Definição de Ramais ...................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Selecionar ramal ................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
9.9. Opções ........................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Opções de cálculo de comprimentos equivalentes em acessórios: ............... Erro! Indicador não definido.
Capitulo 10 – Menu Ferramentas ...................................................................................................................... 131
10.1. Ponto de Referencia (fixo). ................................................................................................................... 131
10.2. Referência Automática.......................................................................................................................... 133
10.3. Gerenciamento de camadas. ................................................................................................................ 135
10.4. Gerenciamento de símbolos. ................................................................................................................ 138
10.5. Estilos de cotas. ..................................................................................................................................... 139
10.6. Informação do desenho ........................................................................................................................ 140
10.7. Definir Malha. ........................................................................................................................................ 141
10.8. Imantar malha. ...................................................................................................................................... 142
10.9. Modo ortogonal. ................................................................................................................................... 142
10.10. Calibrar Plano. ..................................................................................................................................... 143
10.11. Medir distancia (estendida). ............................................................................................................... 144
10.12. Medir área (estendida). ...................................................................................................................... 145
10.13. Definir um símbolo novo. ................................................................................................................... 146
10.14. Recalcular pontos conectados. ........................................................................................................... 149
10.15. Limpar desenho. .................................................................................................................................. 149
10.16. Conversor de Unidades ....................................................................................................................... 150
10.17. Calculadora .......................................................................................................................................... 151
10.18. Bloco de notas ..................................................................................................................................... 151
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10.19. Paint Brush .......................................................................................................................................... 152


10.20. Windows Explorer ............................................................................................................................... 152
Capitulo 11 – Menu Edição ................................................................................................................................ 153
11.1. Desfazer ................................................................................................................................................. 154
11.2. Refazer ................................................................................................................................................... 155
11.3. Cortar ..................................................................................................................................................... 156
11.4. Copiar ..................................................................................................................................................... 157
11.5. Colar ....................................................................................................................................................... 159
11.6. Eliminar .................................................................................................................................................. 160
11.7. Selecionar Tudo ..................................................................................................................................... 161
11.8. Selecionar Ramal ................................................................................................................................... 161
11.9. Mover..................................................................................................................................................... 162
11.10. Girar ..................................................................................................................................................... 163
Área ................................................................................................................................................................. 163
11.11. Escalar .................................................................................................................................................. 164
Área ................................................................................................................................................................. 164
11.12. Duplicar ................................................................................................................................................ 166
11.13. Simetria................................................................................................................................................ 167
11.14. Paralela ................................................................................................................................................ 168
11.15. Esquina................................................................................................................................................. 169
11.16. Prolongar ............................................................................................................................................. 171
11.17. Conectar Símbolos Selecionados ........................................................................................................ 173
11.18. Converter em polilinha ....................................................................................................................... 174
11.19. Propriedades do Texto ........................................................................................................................ 174
11.20. Propriedades das Cotas ....................................................................................................................... 175
11.21. Alinhar ................................................................................................................................................. 177
11.22. Separar Uniforme ................................................................................................................................ 178
11.23. Igualar Tamanhos ................................................................................................................................ 178
Capitulo 12 – Cálculo Hidráulico do Sistema ..................................................................................................... 180
12.1. Dimensionamento da instalação ................................................................ Erro! Indicador não definido.
12.2. Ver os resultados do cálculo ....................................................................... Erro! Indicador não definido.
12.3. Elementos ativos ......................................................................................... Erro! Indicador não definido.
12.4. Predimensionar ........................................................................................... Erro! Indicador não definido.
12.5. Simular ......................................................................................................... Erro! Indicador não definido.
Cálculos hidráulicos .............................................................................................. Erro! Indicador não definido.
Perdas de carga por fricção .............................................................................. Erro! Indicador não definido.
Perdas de carga por resistências isoladas ......................................................... Erro! Indicador não definido.
Pré-dimensionamento de diâmetros ............................................................... Erro! Indicador não definido.
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Capitulo 13 –Resultados ..................................................................................................................................... 193


13.1. Ver Resultados............................................................................................. Erro! Indicador não definido.
13.2. Etiquetas Informações ................................................................................ Erro! Indicador não definido.
13.3. Valores Extremos......................................................................................... Erro! Indicador não definido.
13.4. Marcar Falhas .............................................................................................. Erro! Indicador não definido.
13.5. Planilha de Calculo de Agua ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
13.6. Planilha de Envoltória ................................................................................. Erro! Indicador não definido.
13.7. Desenhar Fluxos .......................................................................................... Erro! Indicador não definido.
13.8. Desenhar Perfil Longitudinal....................................................................... Erro! Indicador não definido.
13.9. Desenhar Perfil Transversal ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
13.10. Representação 3D ..................................................................................... Erro! Indicador não definido.
13.11. Identificar Elementos ................................................................................ Erro! Indicador não definido.
13.12. Memórias e Relatórios .............................................................................. Erro! Indicador não definido.
Capitulo 14 – Exportar desenhos em arquivos dxf ou wmf .............................................................................. 198
Capitulo 15 – Imprimir Área do Desenho .......................................................................................................... 198

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Capitulo 01 – Instalação e Ativação do Programa

Neste capitulo vamos abordar a instalação do Programa SUwin, seus requisitos mínimos, assim
como os procedimentos para a ativação e licenciamento do software. Também serão abordados temas
como transferência de licença e utilização do software em ambientes onde não existe o acesso à
internet.

1.1. Fazendo o download do Software SUwin


O Software SUwin deve ser baixado do site da ARKISOFT Softwares Técnicos, em sua área de
downloads através do endereço: www.arkisoft.com.br/downloads
Ao acessar a página de downloads, teremos o seguinte:

Ao acessar a pasta de Redes Urbanas, temos acesso ao download do software SUwin – Saneamento
Urbano e Aguas Pluviais:

Lembrando que para fazer o download é necessário que tenha uma conta ativa no site da Arkisoft.

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1.2. Instalando o Software SUwin


Depois de realizado o Download do Software, vamos executar o arquivo de instalação, e
teremos a seguinte tela inicial:

Nesta tela aparece os dados do desenvolvedor do Software, e sempre preste atenção na versão
em que está sendo instalada, o software possui um recurso que checa automaticamente se existem
versões mais recentes disponíveis, sempre quando acessa o software é feita essa verificação. Ao clicar
em Seguinte, temos:

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Nesta tela temos a informação da pasta onde será instalado o programa, caso queira poderá
alterar a pasta destino, em nosso caso vamos apenas selecionar a opção Seguinte, e temos:

Nesta tela vamos clicar em Instalar, e o processo de instalação será iniciado:

Ao final do processo temos a tela com a confirmação de que o programa foi instalado:

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1.3. Acessando o Software SUwin


Realizada a instalação, temos a possibilidade de executar o programa e o mesmo será aberto,
ou também podemos acessar o software através do menu iniciar:

Ou através do Ícone que foi criado em sua área de trabalho:

Ao acessar o atalho para acesso ao programa temos a seguinte tela inicial:

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Ao carregar o programa, temos inicialmente a tela de ativação:

Veja que na parte superior temos 3 tipos de ativações:

Onde:
Ao Vivo. Nesta modalidade é necessário a conexão com a internet para realizar a ativação, para
licenciar o software, deve digitar o número de cliente e a chave de ativação:

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Tarifa Plena. Nesta modalidade é necessário a conexão com a internet para realizar a ativação, para
licenciar o software, deve digitar o número de cliente e a chave de ativação:

Por senha. Nesta Modalidade temos um código gerado apenas para o computador em questão, e
através desse código é gerada uma senha de ativação que não depende da internet para utilização.

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1.4. Transferência de Licença entre computadores


Quando realizamos a instalação e ativação do SUwin, através dos processos Ao Vivo ou Tarifa
Plena, é possível fazer a transferência de licença de um computador a outro de uma maneira muito
simples, basta acessar Ajuda > Licenças:

Realizar o deslicenciamento, através do botão desativar e realizar a ativação em outro computador,


todo o processo é feito automaticamente, sem a necessidade de intervenção de nossa equipe de
suporte técnico.
Esse procedimento também deve ser realizado quando é realizada a troca de computadores, nesse
caso, antes de formatar seu computador, faça o deslicenciamento, para que seja possível realizar a
ativação em outro computador.

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Capitulo 02 – Informações Iniciais

Neste capitulo vamos abordar os passos e configurações iniciais no desenvolvimento de um


projeto no software SUwin – Saneamento Urbano e Aguas Pluviais.
Este manual serve como guia passo a passo para a elaboração do projeto de uma rede de
saneamento urbano e aguas pluviais. Será explicado como serão introduzidos os dados e quais as
opções de menu tem que utilizar para executar cada processo. Entretanto não se detalha o significado
e uso de todos os campos que aparecem nos quadros de diálogo, nem sua influência nos cálculos já
que em cada um deles está disponível no botão de “Ajuda”, ou a tecla F1, que fornecem acesso a ajuda
do programa onde se oferece uma extensa explicação.
Ao longo do manual aparecem pequenas descrições de como realizar operações básicas com a
interface gráfica, ou explicando funções uteis do programa SUwin. Essas dicas aparecem precedidas
do ícone:

2.1 Apresentação do Exemplo que será utilizado

Nosso exemplo consiste em calcular a rede de Saneamento Urbano e Aguas Pluviais para um
loteamento que aparece na imagem a seguir:

Lembrando que esse exemplo que vamos desenvolver está na pasta exemplos, separado por arquivos
que correspondem a cada etapa dentro do processo de desenvolvimento do projeto no SUwin.

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2.1.1 Dados de Cálculo utilizados

Nosso exemplo consiste em calcular e dimensionar a rede de saneamento de um pequeno


loteamento. Possui três quarteirões de edificação fechada, incluindo uma delas como zonas verdes.
Também se deve dar continuidade a outra rede de saneamento existente.
Explicaremos detalhadamente os processos de introdução e desenho da rede. Enquanto ao
processo de cálculo se realizará de forma completa até conseguir as saídas do programa. No arquivo
“Manual.su” que se fornece junto ao programa está desenvolvido o problema que aqui se descreve.
A rede será de tipo separativa residual, de tubulação circular de concreto e os critérios de
cálculo adotados são os seguintes:

• Tensão trativa: 1 Pa
• Velocidade mínima: 0,6 m/s.
• Vel. max residual: 5,0 m/s.
• Vel máx pluviais: 5,0 m/s.
• Calado mínimo: 0,1·H.
• Calado Máximo: 0,75·H.
• Calado Máximo para velocidade crítica: 0.5·H.
• Profundidade mínima: 2,0 m.
• Profundidade máxima: 4,5 m.
• Distancia de intervalo de tramo: 0.25 m.
Os coeficientes de ponta de aguas residuais que adotaremos no cálculo serão:

• Coeficiente mínimo: 0,20


• Coeficiente máximo: 2,50.

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2.2 Interface do Programa

Antes de iniciar um novo projeto, vamos conhecer a interface do programa, assim como seus
principais menus e comandos, e basicamente, vamos aprender onde localizar o comando que
devemos utilizar em cada etapa da utilização do software SUwin – Abastecimento de Agua.
Ao abrir o programa temos a seguinte tela Inicial:

Podemos dividir nossa tela nas seguintes partes:


A. Menu Superior. Nesse menu temos acesso a praticamente todas as ferramentas do programa,
é formado pelos itens: Arquivo, Edição, Ver, Desenhar, Inserir, Dados, Calcular, Resultados,
Ferramentas e Ajuda.
B. Barra de Ícones. As Barras de Ícones são locais onde podemos acessar os comandos mais
utilizados de uma forma mais rápida, podemos ter as seguintes barras de ícones: Ferramentas
Gráficas, Ferramentas padrão, Desenho, Referência a entidades, referência automática a
entidades, símbolos, edição e alinhamento.
C. Área Gráfica. A área gráfica é onde vamos realizar o desenho, e onde vamos efetivamente
trabalhar para a elaboração do projeto no SUwin.
D. Tool Paletes. A barra possui as abas que podem ser vistas ou ocultas: Comprovar, Buscar,
Resultados, Erros, Notas e Ferramentas Gráficas. As barras podem ser configuradas como
lateral ou inferior, em função da configuração do usuário.
E. Barra de Status. Nessa barra podemos consultar as coordenadas da tela, se o ortogonal está
ligado ou não, se queremos visualizar a malha, Capslock e teclado numérico.

A seguir veremos em detalhe cada um desses elementos e como ativar ou não a visualização desses
elementos na tela.

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2.2.1 Menu Superior


O menu Superior é formado pelos seguintes itens:

Onde,
Arquivo. Nesse item podemos encontrar as opções referentes a trabalho com arquivos, por
exemplo: Novo Arquivo, Abrir, Salvar, Salvar Como, Importar Desenho, Exportar, Bases de Dados,
Imprimir, Visualização Preliminar, Configuração de Impressão, enviar por e-mail, arquivos abertos
recentemente e fechar o aplicativo. Note que todas as funções são para manusear arquivos.
Edição. Esse item é onde encontramos ferramentas de modificação como por exemplo Fazer e
Desfazer, Copiar, Colar, Cortar, Apagar, Ferramentas de Seleção, Mover, Espelhar, Rotacionar,
Conectar, Dividir, Unir, Explodir, e propriedades de textos e alinhamentos. Note que esses
comandos são relacionados a modificar entidades já presentes em nosso projeto.
Ver. Trata-se de opções para a visualização dos elementos na tela, seja componente do projeto, ou
elementos da própria tela como menus, e barras de ferramentas.
Desenhar. Esse comando é utilizado para desenhar elementos no projeto, como linha, polilinhas,
retângulos, círculos, textos, etc.
Inserir. Ferramenta utilizada para inserir os blocos no projeto, como pontos de consumo, válvulas,
reservatórios, etc.
Dados. Aqui temos as opções para configurar os dados do projeto, configurações que serão
utilizadas como padrão, etc.
Calcular. Opção utilizada para calcular a rede, seja dimensionamento ou verificando os itens
existentes.
Resultados. Esse item mostra os resultados do cálculo, como indicações, memoria de cálculo, perfis,
etc.
Ferramentas. Esse item permite utilizar ferramentas e utilitários do projeto, como por exemplo
ajustar escala, gerente de layers, gerente de simbologia, conversores, calculadora, bloco de notas
etc.
Ajuda. Nesse item podemos acessar a ajuda do programa, pagina de facebook, twitter, etc. Também
é possível consultar as licenças e manuais do programa online.
Durante nosso manual, vamos ver cada uma das opções dentro de cada comando, utilizada para a
realização do projeto com o software SUwin.

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2.2.2 Barras de Ícones


As barras de ícones podem ser acessadas através do menu VER > Barra de Ferramentas:

Essas barras de ferramentas são:


Ferramentas Gráficas. Permite alterar layer, visualização, e outras propriedades do desenho

Ferramentas Padrão. Nessa barra podemos encontrar os comandos referentes a arquivos, zoom, e
opções mais usadas de edição como copiar, colar e cortar. Nessa barra estão basicamente os
comandos mais usados.

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Barra de Desenho. Nessa barra estão os comandos do menu Desenhar, como linhas, pontos, imagem,
texto etc.

Barra de Referencia a Entidades. Nessa barra configuramos as capturas como endpoint, centro,
inserção, etc.

Barra de Referencia Automática a Entidades. Nessa barra configuramos as capturas como endpoint,
centro, inserção, etc. que ficarão automaticamente habilitadas.

Barra de Símbolos. Nessa barra podemos inserir os itens no projeto, como pontos de consumo,
reservatórios, bombas, válvulas, etc.

Barra de Edição. Nessa barra podemos encontrar todos os comandos de edição, que são os mesmos
que estão no menu superior.

Barra de Alinhamento. Nessa barra podemos controlar o alinhamento dos elementos.

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2.2.3 Área Gráfica


A área gráfica é a região onde vamos inserir todos os componentes do projeto, podemos configurar
se vamos usar com fundo branco ou negro, assim como visualizar outros itens, como malha, etc.

2.2.4 Tool Paletes


As tool Paletes são essenciais no uso do programa, pois possuem recursos de visualização, busca,
erros e outros. Podem ser habilitadas ou não através da opção Ver > Barra de Ferramentas:

As Tool Paletes podem ser inseridas em qualquer posição da tela, podendo o usuário arrastar e soltar,
quando fazemos isso onde já existe uma outra tool palete, o software cria uma guia.

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Temos as seguintes opções:


Comprovar. Essa barra será utilizada após o cálculo, onde podemos ver os resultados das
verificações realizadas.

Buscar. Essa barra permite localizar elementos no projeto, de acordo com o critério de busca:

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Resultados. Mostra os resultados para cada elemento. Veremos isso mais adiante.

Erros. Mostra os erros para cada elemento. Veremos isso mais adiante.

Notas. Permite adicionar notas, e comentários sobre o projeto, arquivo, etc.

2.2.5 Barra de Status


Nessa barra podemos consultar a coordenada atual do cursor:

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Capitulo 03 – Novo Projeto

Neste capitulo vamos iniciar um novo projeto, definir algumas configurações iniciais
importantes e conhecer todas as opções do Menu Arquivo.

3.1. Iniciando um Novo Projeto


O primeiro passo consiste em executar o comando Novo do menu Arquivo.

Ao clicar em novo, temos acesso a tela onde podemos escolher ou não utilizar o assistente de
projeto, que nada mais é , do que um passo a passo das etapas iniciais do programa, e todos os
comandos utilizados pelo assistente também pode ser acessado pelo menu Dados:

Ao clicar em Sim, teremos acesso a página inicial do projeto, onde podemos criar um novo
projeto, fornece dados referente a obra, cliente, etc:

Veja que ao digitar o endereço, já temos a visualização do mapa com o endereço informado.

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Ao abrir sempre teremos a última obra carregada, temos a possibilidade nessa tela de aceitar e acessar
o arquivo. Novo e criar um novo projeto, eliminar e apagar a obra. Duplicar, o software fara uma cópia
da obra com outro nome. Em nosso caso vamos clicar em Aceitar.
Ao clicar em aceitar, teremos que informar ao software algumas características que serão utilizadas
durante o cálculo, e também veremos como cadastrar ou alterar as opções existentes no programa.

3.2 Dados Gerais


A primeira tela que aparece é a tela de dados Gerais de Aguas Residuais:

Método de cálculo: Selecione aqui o método de cálculo para vazões residuais que deseje aplicar
Coeficientes de vazão máxima diário e horário. O cálculo de vazão de dimensionamento que se aplica
no cálculo das vazões de aguas residuais domésticas por coeficientes de máximo diário e horário é
dada pelos dados de população e coeficientes seguintes:
População inicial: Introduza a população total que o sistema deve atender no primeiro ano do projeto.
População final: Introduza a estimativa da população para o último ano do projeto com um mínimo de
20 anos.

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Coeficiente de retorno, C : Média entre o volume de aguas residuais produzida e a agua maneira
efetiva.
Coeficiente de máxima vazão diária, K1: o coeficiente do dia de maior contribuição.
Coeficiente de máxima vazão horaria, K2 : coeficiente na hora de maior vazão do dia de maior
contribuição.
Consumo de agua per capita inicial : Soma realizadas em uma determinada região objeto, dividido
pela população desta região em um certo período de tempo, no primeiro ano do projeto. Unidade:
(Volume / Tempo x hab).
Consumo de agua per capita final: Soma realizadas em uma determinada região objeto, dividido pela
população desta região em um certo período de tempo, no último ano do projeto. Unidade: (Volume
/ Tempo x hab).
Contribuição singular inicial: Certas construções podem produzir contribuições de aguas residuais que
não podem ser consideradas como aportes normais ao longo da rede, tendo em conta que, devido a
seu volume altera substancialmente as condições de fluxo de agua. Se chamam contribuições
concentradas, que podem ser originadas de estações de ônibus e trem, grandes edifícios comerciais
e/ou residenciais, lavandeiras, centros comerciais, grandes hospitais, clubes, entre outros, e sobre tudo
das fabricas que utilizam agua em seu processo de produção, por exemplo, uma indústria de bebidas.
É atribuído a contribuição singular para o primeiro ano do projeto.
Contribuição singular final: Se atribui a contribuição singular ou concentrada para o último ano de
projeto.
Taxa de infiltração inicial: O fluxo que se transporta pelas tubulações onde existe consumo de agua.
Parte desse fluxo é resultado de infiltrações inevitáveis ao longo das tubulações através de juntas mal
executadas, ou fissuras na tubulação, as paredes de edifícios, etc. Indique um valor da taxa de
infiltração para o primeiro ano de projeto. Na impossibilidade de dados ou argumentos mais precisos
pode trabalhar com uma sugestão da NBR 9649/86 que recomenda a adoção de uma taxa de infiltração
da contribuição de 0,5 - 0, l / s.km ( 0,0005 - 0,0001 l/s.m)
Taxa de infiltração final: Introduza a taxa de infiltração para o último ano de projeto.
Coeficientes pontuais mínimo e máximo. A estimativa da população futura que se aplica no cálculo
das vazões de aguas residuais domesticas é dada por dados de população por censo seguintes:
Censo atual: Introduza a população do último censo realizado.
Censo -10: Introduza a população correspondente ao censo de 10 anos antes do último realizado.
Censo -20: Introduza a população correspondente ao censo de 20 anos antes do último realizado.
Horizonte de referência: neste campo se introduz o tempo que extrapolará a população.
Incremento estacional da população: Indique aqui se deseja considerar ou não um incremento
estacional da população assim como a magnitude do mesmo.

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Nº de habitantes por habitação: Indique o nº de habitantes por casa médio que o programa deve
considerar no cálculo da população.
Consumo: Introduza aqui o valor do consumo a considerar para o cálculo das vazões de aguas residuais.
Coeficientes pontuais: Nestes campos deve introduzir os Coeficiente pontuais de máximo e mínimo
que afetam a vazão residual circulante pela rede.
Considerar o menor valor de vazão para cada tramo: Se ativa esta opção o programa comprova se a
vazão mínima calculada é menor que 1,5 l/s em cujo caso designa este valor como vazão mínima para
todos os tramos e assim será refletido como vazão de projeto na memória de cálculo. Este valor é
recomendado pela norma NBR 9649/1986 na ausência de dados investigados e provados com validade
estatística. É editável e, portanto, poderá especificar um valor diferente de 1,5 l/s.

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Pluvial
Método de cálculo: Equação de intensidade-duração-frequência de precipitação. Ver Intensidade de
chuva.
Período de retorno: Introduza o período de retorno a considerar para o cálculo da intensidade de
chuva.
Localidade: indique neste campo o dado relativo a localização onde foram tomados os dados relativos
a precipitação de chuva para calcular a intensidade.
Coeficientes K, m, n e T0: São os parâmetros adimensionais relativos a localidade para calcular Imax.
Imax: Intensidade máxima media de precipitação em mm/h.
Lista de tempos de duração de chuva: através deste botão acessa a esta lista, onde se define as
durações para as que se comprovará a rede. Além das definidas, se comprova para durações iguais aos
tempos de concentração de cada elemento da rede.

Na sequência, temos

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Terreno
Tipo de vala: A lista contém os tipos de valas que estão armazenadas na base de dados > valas.
Selecione o modelo cujas características e dimensões sejam utilizadas na maioria dos tramos da rede
Sistema de definição de cotas: Selecione se deseja que o programa calcule automaticamente as cotas
do terreno a partir das curvas de nível introduzidas (por curvas de nível) ou prefere introduzir
manualmente (Não realizar cálculo de cotas).
Descrição da origem de cotas: Aqui pode introduzir um texto descritivo do plano de referência em
relação do qual são capturadas as cotas do terreno.

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Critérios de Verificação
Os campos que compõem este quadro de diálogo são:
Tensão trativa mínima (Pa): Tensão trativa mínima permitida em tubulação para a vazão mínima
calculada.

Velocidade (m/s):
Mínima: Velocidade mínima permitida na rede
Máxima residual: Velocidade máxima permitida na rede para vazão residual (sem contribuição de
aguas pluviais).
Máxima Vazão: Velocidade máxima permitida na rede para vazão residual e pluvial em conjunto (Vazão
máxima).

Calado (%):
Mínimo: Calado mínimo permitido na rede.
Máximo: Calado máximo permitido na rede.
Calado máximo para a velocidade crítica: Calado máximo permitido para a comprovação da velocidade
crítica calculada com a vazão máxima e assegurar a ventilação da tubulação.

Profundidade de enterramento (m):


Mínima: Altura de terras mínima permitida entre a parte externa (exterior) da tubulação e a superfície
do terreno.
Máxima: Altura de terras máxima permitida entre a aresta inferior (exterior) da tubulação e a
superfície do terreno.
Poço de ressalto: O critério para determinar se um poço é de ressalto está em função da altura ou
desnível entre as cotas da tubulação de entrada e a cota da tubulação de saída que conectam o poço.
Se a altura supera a quantidade indicada então é considerado como poço de ressalto, abaixo é
considerado como poço de registro.
Excluir tramos de cabeceira: Nesse caso não é levado em consideração os saltos de agua dos tramos
de consumo e sumidouro conectados a um poço considerando apenas a agua que circula pelo coletor
principal.
Distancia de intervalo do tramo: É a distância mínima em que se verifica se a tubulação cumpre o
critério de profundidade de enterramento com o terreno. Quanto menor seja o intervalo, maior será
a precisão desta comprovação, porém mais tempo será necessário para o cálculo.
Esta distância é aplicada no cálculo manual e no desenho dos perfis longitudinais.

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Comprimento máximo de tramos (m): Distância máxima permitida entre dois poços de registro
consecutivos.
Forçar uma vazão mínima para verificações de velocidade e calado: Vazão mínima a partir da qual o
programa verifica se cumpre os critérios de velocidade e calados mínimos e máximos. Abaixo desse
valor não é levado em conta esses critérios. É aconselhável usar quando é previsto tramos de cabeceira
com vazão de aguas residuais muito baixos, que obriga a aumentar o caimento excessivamente para
cumprir com o calado mínimo.
Forçar caimentos mínimo e máximo de verificação: Permite fixar uma faixa de caimentos para um
mesmo diâmetro de um trecho de tubulação. Portanto é um critério para aumentar o diâmetro durante
o cálculo de pré-dimensionamento. Se para um diâmetro determinado é necessário mais caimento
para cumprir os critérios de dimensionamento então aumenta-se o diâmetro e volta a verificar o
caimento ótimo dentro dessa faixa.

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Tubulação e Poços

Os campos que compõem este quadro de diálogo são:


Material utilizado nas tubulações:
Escolher a Serie: entre as distintas series que compõem a base de dados das series de tubulações
Escolher a Tubulação: entre as distintas tubulações existentes na serie escolhida previamente. A
tubulação escolhida será usada como diâmetro mínimo nos tramos de cabeceira para calcular o pré-
dimensionamento.

Dados de poços
Cota de soleira: Pode escolher entre introduzir por cotas ou por profundidades; no caso de ser por
cotas, esta cota será especificada nas propriedades dos poços, e no caso contrário, quer dizer por
profundidade, poderá optar por calcular a profundidade mínima (segundo critérios de verificação) ou
será a especificada por padrão utilizada ao inserir um poço.
Forçar empate de tubulação em poços (100% - 0%): Introduza o valor de empate (Ver propriedades
dos poços) por padrão. Se força o empate, o comando Inserir > Tramos e poços vai inserir poços de
registro com o empate padrão. No caso de desativar o empate então serão inseridos poços de ressalto
por padrão.
Diâmetro de poços (m): Introduza o valor padrão do diâmetro dos poços de registro, de ressalto e de
Despejo.

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Residuais para Despejos e Despejos de rede


Descrição:
Aqui poderá introduzir os dados necessários para a estimativa das vazões de aguas residuais recolhidas
pela Despejo ou Despejo de rede.
Uso Doméstico: Se seleciona que a Despejo recolhe aguas residuais de uso doméstico, deverá escolher
se fazer uma estimativa do consumo por número de habitantes servidos que, em função do definido
em dados gerais, será extrapolado a um horizonte de referência. No segundo dos casos deve indicar
uma densidade de habitações por superfície e a superfície servida ou diretamente o número de
habitações, com o qual, se estima o número de habitantes total. O número médio de habitantes por
habitação pode ser estabelecido no quadro de diálogo de dados gerais.
Uso Industrial: Se define a Despejo como uso industrial, deverá determinar se deseja introduzir um
consumo por empregado ou por superfície da planta industrial, pedindo em cada caso o número de
unidades (empregados ou m2 de planta) e o correspondente consumo.
Consumo: Aqui deve introduzir o consumo por habitante e dia em caso de aguas domesticas, por
empregado e dia ou m2 e dia no caso de aguas industriais.
Coeficientes Pontuais: Nesses campos aparece os coeficientes mínimos e máximos pontuais. No caso
de ter selecionado aguas residuais domesticas não poderá modifica-los aqui, devendo fazer no quadro
de diálogo de dados gerais. Se definiu uso industrial, podera introduzir os valores diretamente.

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Características da concha vertente para sumidouros, Despejos e Despejos de rede


Descrição:
Neste quadro de diálogo se define as características da concha vertente associada a um elemento do
tipo Despejo, Despejo de rede e do tipo sumidouro de aguas pluviais.
O objetivo dos dados deste quadro é obter o coeficiente de escoamento e o tempo de concentração,
necessários para o cálculo das vazões pluviais que recebe o elemento.
Cálculo do coeficiente de escoamento: Aqui pode selecionar se o coeficiente de escoamento é
calculado por assimilação a uma zona tipo ou pelo método da norma.
No primeiro caso, deve indicar se a concha vertente é uma superfície homogênea, onde a maior parte
dela tem um único tipo de acabamento, ou se assemelha mais a uma área heterógena (superfície mista)
onde existem vários tipos de texturas em sua superfície. Para mais informações veja coeficiente de
escoamento.
Natureza da superfície: Em função do método de cálculo que tenha selecionado, aparecem estas duas
listas diferentes entre as quais deve escolher a que melhor descreve a superfície da concha vertente.
Vegetação: Se selecionou uma superfície em que o nível de vegetação defina o coeficiente de
escoamento, nesta lista aparece diferentes opções entre as quais deve selecionar uma.
Forçar coeficiente de escoamento: poderá forçar manualmente um coeficiente de escoamento
diferente do calculado com os dados da concha vertente.
Cálculo do tempo de concentração: Aqui deve indicar se o fluxo predominante na concha vertentes é
o canalizado sobre um canal bem definido ou o difuso sobre a superfície a drenar. Segundo o que foi
selecionado se utiliza diferentes métodos no cálculo do tempo de concentração.
Inclinação media da concha: Aqui se deve indicar o caimento médio da superfície drenada. Se a
necessidade desse dado vem dada pelo método de cálculo do tempo de concentração, será necessário
seu valor numérico, enquanto se vem imposta pelo método de cálculo do coeficiente de escoamento,
é suficiente indicar se é menor ou não que 3%.
Inclinação media principal: Se selecionou como fluxo predominante o canal, deverá indicar aqui o
caimento médio da via principal da rede de drenagem na concha vertente.
Forçar tempo de concentração: Poderá forçar manualmente o tempo de concentração diferente do
calculado com os dados da concha vertente.

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3.3. Importando um desenho em DWG do loteamento

Depois de definidos os dados gerais, o próximo passo é indicar ao software o desenho DWG/DXF que
será utilizado para o lançamento da rede, para isso será aberta a tela para indicar a localização do
desenho que será utilizado:

Esse comando também pode ser acessado por: Arquivo > Importar Desenho

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Ao selecionar o desenho, temos o mesmo aberto na tela:

Caso esteja utilizando o assistente de projeto, aparece uma mensagem para realizar a calibração do
plano:

Caso não esteja usando o assistente, vamos acessar o comando: Ferramentas > Calibrar Plano

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O comando consiste em calibrar o arquivo DWG/DXF para estabelecer uma relação entre as
unidades do desenho e as dimensões reais. Clique com o mouse nos extremos de uma linha do desenho
onde conheça o comprimento real. Em nosso caso sabemos que a fachada da parte superior do
desenho mede 87,50 metros, como aparece na figura 2:

O cursor tomará a forma de Ponto de Referencia Final, ou seja, quando se clique sobre uma linha
escolherá seu extremo mais próximo:

Agora, basta indicar no campo correspondente o valor desejado. De agora em diante SUwin realiza
automaticamente as conversões desde unidades de desenho a metros.
Tenha em conta que o programa utiliza o formato de apresentação numérica definido na sua
configuração do Windows, portanto se assegure de usar o separador decimal correto.

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3.4. Propriedades dos Elementos importados

Quando realizamos a importação de um desenho para o SUwin, todas as entidades de CAD são
reconhecidas pelo programa. Podemos observar isso clicando duas vezes sobre uma das linhas do
desenho:

Quando fazemos isso o software nos fornece todas as características do elemento, por exemplo, essa
linha selecionada é uma polilinha que está na camada cotas, com comprimento de 171, 64 metros,
possui 10 pontos internos, etc...
Isso acontece com todos os elementos do programa. Blocos, textos, etc. Esse comando trata-se apenas
de uma verificação, mais adiante veremos como realizar a alteração, seleção de elementos e algumas
outras opções.

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3.5. Gerente de Camadas


O programa dispõe da opção Gerente de camadas do menu Ferramentas com a que se podem criar,
eliminar e modificar as camadas que compõem o desenho e seus atributos:

Quando acessamos este comando, temos a seguinte tela:

Esta tela possui um funcionamento muito parecido com o gerente de layers que encontra por exemplo,
no AutoCAD. Possui recursos para criar novos layers, eliminar, alterar cores, bloquear, etc.

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A seguir vamos conhecer o funcionamento de cada um desses ícones:

Permite criar um novo layer no projeto.

Permite eliminar um layer do projeto. Alguns layers podem ficar com esta opção desativada.

Permite alterar o nome do Layer

Seleciona todos os layers

Define o layer como atual (Current)

Controla a visibilidade do layer, permitindo visualizar o layer

Controla a visibilidade do layer, permitindo ocultar o layer

Bloqueia o layer contra edição

Desbloqueia o layer contra edição

Ativa a opção Calculo

Desativa a opção Calculo

Permite alterar a cor do layer.


Na tela onde aparece todos os layers, também é possível realizar a alteração, para isso basta clicar duas
vezes na opção desejada para ativar ou não a condição ao layer:

O programa obriga a que os elementos que forma parte da instalação estejam situados em camadas
designadas como Camadas de cálculo. As entidades de desenho (por exemplo a planta do loteamento)
deve estar em camadas que não sejam de cálculo, e inclusive que estejam bloqueadas para que não
interfiram nas operações gráficas de seleção, edição, etc.
Quando acessa o Gerente de camadas aparecerá um quadro de diálogo com a lista de camadas que
tem definidas internamente o arquivo PLANO.DXF e outras que são criadas automaticamente. A
primeira camada sempre se chama “0” por compatibilidade DXF, porém pode ser renomeada de
qualquer modo. Esta camada é a atual de desenho, está visível, sem bloquear e é de cálculo como
indicada em seus atributos.

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3.6. Definindo as curvas de Nível

Outra camada que sempre aparecerá se chama SUWIN_COTAS e serve para alojar os elementos
para a definição de cotas. Atualmente as curvas de nível são importadas como estão no desenho de
planta na camada 0, porém para que SUwin possa tratar como é necessário passar a camada
SUWIN_COTAS.
Para isso vamos selecionar todas as curvas de nível do desenho:

Agora vamos acessar o comando: Dados > Reconhecer curvas de Nível

E temos a mensagem:

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Esse processo também pode ser feito manualmente através de outra forma:
Para isso selecione todas, acesse o comando Ver > Barra de propriedades > Ferramentas Gráficas:

Agora basta alterar a cota para qual os elementos serão transferidos:

Agora que as linhas já estão na camada de cotas, se clicar duas vezes, temos as propriedades da linha
de cota:

E podemos assim definir as alturas de cada uma das curvas de nível do projeto.

COMO SELECIONAR UM GRUPO DE ENTIDADES: Para fazer uma seleção múltipla de entidades
clique sobre cada uma delas enquanto mantem apertada a tecla SHIFT.

BARRA DE PROPRIEDADES é um quadro de diálogo flutuante que pode ser deslocado até
qualquer zona da janela e que visualiza e permite modificar as propriedades de desenho (camadas,
cores, estilos de traço e preenchimento) das entidades selecionadas. Para fazer que desapareça
execute de novo o comando ou clique o botão “Fechar” na parte superior direita.

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Para continuar execute o comando Gerente de camadas e selecione a camada 0, alteramos suas
propriedades bloqueando, fazendo que não seja de cálculo, e escolhendo uma cor de linha e de
preenchimento cinza. Para alterar a cor clique dentro do retângulo da coluna esquerda e escolha as
cores de linha e preenchimento.
Uma vez que se valide o quadro de diálogo verá como o desenho altera a cor cinza e suas entidades
ficam bloqueadas para todos os efeitos.

E temos:

O programa se inicia sempre com uma sériede camadas por padrão:

• 0 (zero) por compatibilidade com o formato padrão DXF.


• SUWIN_COTAS, onde se deve introduzir os elementos que define a topografia.
• SUWIN_CONCHA_VERTENTE, onde o programa introduz os polígonos das conchas vertentes.
• SUWIN_ELEMENTOS_REDE, onde se localiza provisoriamente os elementos ainda não
conectados a uma rede.
Além disso, uma vez estabelecida as redes se criam outra série de camadas que inclui os elementos
de cada rede e os perfis longitudinais dos diferentes ramais.

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3.7. Menu Arquivo

Vamos agora ver as opções que estão disponíveis no menu Arquivo. Ao acessar o menu arquivo, temos
as seguintes opções:

Onde:

Esta opção é utilizada para criar um novo arquivo, quando iniciamos um novo arquivo podemos utilizar
ou não o assistente de projeto, onde temos as informações iniciais solicitadas pelo próprio programa.

A opção Abrir é utilizada para carregar as informações de um arquivo já existente.

Guarda as informações no projeto. Caso ainda não tenha fornecido um nome, o mesmo será solicitado
na primeira vez ao salvar o arquivo.

Permite guardar o projeto atual com outro nome, utilizado por exemplo para realizar a cópia de um
projeto para realizar simulações.

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Permite importar um desenho DWG/DXF para o programa, não se esqueça que depois que realizamos
a importação é necessário também realizar a calibração do plano.

Essa opção ainda será estudada, porem para adiantar, é utilizada para exportar o desenho em formato
DWG para abrir em qualquer outro programa de CAD.

Ao acessar esse comando temos acesso a base de dados do programa, onde podemos criar, editar ou
eliminar os itens disponíveis no programa.

Permite imprimir o desenho direto para impressora, este comando pode ser utilizado para a criação
de arquivos em PDF, desde que tenha instalado uma impressora PDF.

Permite visualizar antes de realizar a impressão.

Abre a tela de configuração de impressão da mesma forma que em outros programas, nessa tela é
possível configurar margens, formato de folha, orientação, etc.

Caso tenha configurado um software de e-mail, ao clicar nessa opção é aberto seu programa de correio,
e anexado o arquivo da obra para ser enviado para outros usuários ou para o suporte da Arkisoft.

Nesta região mostra os últimos arquivos abertos recentemente.

Esse comando fecha o programa e encerra a aplicação.

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3.8. Menu Ver

Como já vimos as opções no menu Ver são utilizadas para controlar os itens que serão visualizados na
tela, assim como controlar parâmetros de visualização como zoom, grade e outros elementos.
Ao acessar o menu Ver, temos as seguintes opções:

Onde:

Esta opção é utilizada para regenerar os elementos na tela, por exemplo, quando você desenha muito
rápido e acaba ficando um rastro na tela, ao usar o comando, o software redesenha todos os
elementos.

Esta opção permite alternar entre o fundo negro e o fundo branco. Ao realizar essa alteração as cores
dos layers são alteradas, por exemplo o layer 0 passa a ser representado como branco ou preto
também.

Usando a nova opção de menu "View / Full Screen", ou, usando o atalho F11, você pode alternar entre tela
inteira e tela normal, resultando em uma área de tela mais larga quando está criando o desenho .

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Ao acessar o comando de zoom, temos as seguintes opções:

Onde:

Nessa opção temos que clicar em dois pontos opostos, onde área apresentada no retângulo será
ampliada na tela:

Este zoom apresenta a tela que estava sendo apresentada anteriormente.

Esta opção apresenta o projeto enquadrado na tela, ou seja, é equivalente ao zoom all do AutoCAD.

Esta opção permite afastar o zoom, diminuindo o projeto na tela.


Para o zoom também pode ser utilizado o scroll do mouse, ao girar poderá aproximar ou afastar a
visualização do projeto na tela.

Para que essa opção fique ativa, é necessário selecionar algumas entidades antes de executar o
comando, nesse caso o software aplica um zoom total apenas nos elementos selecionados.

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Esse comando permite movimentar a imagem, realizando um zoom pan congelando e movimentando
a tela.

Essa opção mostra ou oculta a grade na tela:

Para configurar a grade, devemos clicar em qualquer ponto da tela com o botão esquerdo do mouse,
em seguida escolher a opção Definir Hachura

E aparece a tela de configuração da malha:

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Vamos utilizar essa opção mais adiante quando lançarmos as tubulações. Essa opção mostra os pontos
em que é possível introduzir tubos e ligações nos elementos:

Note que alguns símbolos permitem apenas uma ligação e outros permitem mais ligações.

Essa opção mostra e numera todas as ligações, geralmente quando temos um problema de
dimensionamento, o software aponta em qual ligação ocorre o problema.

Essa opção oculta todas as entidades que possuem conexão, esse comando é utilizado por exemplo
para checar se algum item não está ligado a nenhuma tubulação. Para voltar a ver os elementos deve
acessar novamente a função.

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Esta opção mostra as setas de fluxo da tubulação, porem somente podemos ver as flechas depois das
cotas indicadas e feita a verificação ou cálculo da rede:

O software executa o procedimento e apresenta as linhas cruzadas:

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Ao acessar esta opção podemos visualizar as barras de ferramentas disponíveis:

Clicando em Personalizar, temos como customizar quais os ícones e comandos que vão aparecer em
cada uma das barras de ferramentas:

O conteúdo de cada barra já vimos anteriormente nesse manual.

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Ao acessar esta opção temos como configurar a aparência das janelas:

Onde:

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Capitulo 04 – Lançando os Componentes da Rede

Neste capitulo vamos realizar o lançamento da rede, inserindo as tubulações, pontos de


consumo, vertedor, válvulas entre outros. A seguir se descreve passo a passo o processo de Traçado
de todos os componentes de uma rede tomando como base o desenho de planta do loteamento.

Para realizar o lançamento da rede, temos que ter importado a planta de topografia, fazer o
reconhecimento das curvas de nível, já que uma das informações que temos que fornecer ao software
é exatamente as alturas dos pontos, e devemos capturar essa altura das curvas de nível, ou digitar
manualmente.

Outra tarefa importante é realizar a configuração padrão, pois com isso vamos poupar bastante
tempo, uma vez que ao definir uma configuração padrão, todos os pontos inseridos já terá essa
configuração atribuída, evitando assim um retrabalho.

4.1. Estabelecer as opções por padrão

Antes de iniciar a introduzir os elementos da rede, pouparemos muito tempo de edição se


estabelecer adequadamente as opções por padrão dos novos elementos que serão criados. Para isso,
no menu Dados, selecionaremos a opção Valores por padrão:

Teremos a seguinte tela:

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Na guia Tubulação e Poços do quadro de diálogo que nos aparece, selecionaremos para as novas
tubulações que introduzimos um diâmetro mínimo de 150 mm pertencentes a série “Circular de
concreto”. Para os poços definiremos a profundidade mínima para que o programa a calcule em função
dos critérios de verificação, um valor de 0%, ou seja, arrasar as tubulações pela soleira e um diâmetro
interior de 0,80 m.

A seguir deixamos as características pluviométricas por padrão para consumos e sumidouros.

Teremos então:

IMPORTANTE: Veja que as opções que temos na tela de Valores Padrão, são as mesmas que
já vimos na configuração do assistente de projeto, uma vez que definimos os valores padrão, podemos
dar sequência em nosso projeto.

IMPORTANTE: O programa solicita basicamente dois elementos que precisam ser lançados
para que seja realizado o cálculo: Vertedor que é o ponto de despejo, ou seja o ponto mais baixo da
rede, e os poços. No caso de aguas pluviais teremos os pontos onde devemos informar a área de
contribuição e outros dados, nesse caso, o software chama esse símbolo de sumidouro.

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4.2. Situar o ponto de vertedouro

Execute o comando Ponto de vertedouro do menu 0Inserir, ou clique o botão da Figura 9 para
situar o símbolo de uma conexão na rede de saneamento existente, chamado Ponto de vertedouro em
SUwin:

Quando executar esta função aparecerá um quadro de diálogo no qual poderá escolher um dos
símbolos disponíveis para esse tipo de comportamento. Ou escolher um outro símbolo, porém não
haverá nenhuma diferença nos resultados do cálculo.

Quando clique o botão “Aceitar” desaparecerá a biblioteca de símbolos e surgirá o símbolo


associado ao cursor do mouse. Você poderá deslocar pela área de desenho até a posição desejada,
onde deverá fazer clique clicar para situar o elemento. Desloque o mouse ao redor do símbolo e faça
outro clique para FIXAR seu estado sua rotação.
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FIXAR O ÁNGULO DE GIRO DE UM SÍMBOLO: Para situar um símbolo girado um angulo


determinado escolha uma das opções FIXAR rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu contextual que
aparece ao clicar o botão esquerdo do mouse:

O símbolo será inserido na camada SUWIN_ELEMENTOS_RED e aparecerá na arvore de projeto


abaixo da categoria Elementos não conectados. No momento em que se calcule a geometria da rede,
se formará uma rede a partir de cada ponto de vertedouro introduzido, movendo os elementos
conectados a ele para a camada correspondente da sua rede, ficando assim refletido no arvore de
projeto.

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4.3. Introduzir os consumos

Para desenhar os símbolos dos consumos domiciliares utilize a opção Despejo do menu Inserir ou clique
no botão da barra de símbolos que aparece na Figura 11.

A mecânica de introdução é análoga a descrita para pontos de vertedouro. Introduziremos os símbolos


de acordo com a imagem abaixo:

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A seguir introduziremos os consumos de sub-redes tributarias que estamos calculando. Para isso
selecionaremos a entrada de menu Despejos de rede do menu Inserir Elementos ou faremos clique
sobre o botão Despejo de rede:

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E vamos introduzir:

Teremos o mesmo resultado do arquivo Manual Passo 1:

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4.4. Traçado da rede de tubulações e poços

Neste capitulo explicaremos como traçar as tubulações, uma composta por um apenas tramo
e outra composta por vários segmentos, o resto da rede se desenha do mesmo modo.
Primeiramente desenharemos uma série de trechos de tubulações e poços que conectam o
ponto de vertedouro com o PV de rede que se introduziu no passo anterior.
Para trabalhar com precisão teremos que ampliar essa zona do desenho usando a opção do
menu Ver -> Zoom janela, ou clicando o botão da barra de ferramentas que se mostra na Figura 13. A
seguir tem que marcar os extremos da janela que se deseja ampliar.

MODIFICAR A VISTA DO DESENHO: A interface gráfica possui várias opções que permitem
alterar a vista de janela:
Zoom Total visualiza o desenho completo;
Zoom Janela mediante o qual é possível ampliar uma zona qualquer do desenho;
Zoom Anterior que mostra a vista anterior e as barras de deslocamento que servem para mover a
zona visível na janela.

ENQUADRO E ZOOM DINÁMICO: Uma das ferramentas de visualização mais uteis que pode
usar na interface gráfica, e que fara muito mais rápido seu trabalho é o zoom dinâmico.
O ENQUADRE consiste em deslocar o papel de desenho sem alterar o zoom de janela. Para ativar
apenas tem que clicar a tecla Control e o cursor do mouse se converterá em uma mão.

Clicando e arrastando com o botão esquerdo do mouse, deslocará a vista do desenho na mesma
direção que indique o deslocamento do mouse. O ZOOM DINÁMICO é realizado pressionando a tecla
Control e fazendo clique com o botão direito, o cursor altera a:

Arrastando o mouse para cima fara zoom Menos (afastar a imagem) e para baixo fara zoom Mais
(aproximar a imagem). Pode utilizar esta ferramenta de visualização enquanto faz qualquer operação
de desenho (introduzir ou mover tubulações ou símbolos de consumos, de poços, etc.) de forma que
ao soltar a tecla Control, a ferramenta de desenho seguirá ativa.
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Para desenhar um Traçado composto por vários trechos de tubulações consecutivos unidos por poços
de registro, usamos o comando Tramos e Poços acessível do menu Inserir ou do botão da barra de
desenho que se mostra na Figura 14.

A única precaução que deve ter durante o desenho dos elementos da rede é que estejam
conectados. Para isso deve situar os inicios e os finais dos trechos de tubulações nos pontos de conexão
dos símbolos (poços, consumos, etc.). Para fazer com facilidade pode usar a ferramenta de captura.

• Estabelecer a referência a “Ponto de conexão” mediante a correspondente entrada do


menu contextual, ou clicando o botão Ponto de Referencia conexão da Barra de
Referência.

COMO DESATIVAR TEMPORARIAMENTE O MODO PONTO DE REFERENCIA: Se você escolheu


um modo de ponto de referência, por exemplo Ponto de referência Conexão e deseja marcar um ponto
que não responda a esta característica, poderá fazer enquanto mantenha apertada a tecla SHIFT. Desta
forma se ativa o modo Ponto de referência Nenhum, porem tenha em conta que se está ativada a
função Imantar malha o ponto que você selecionar será o mais próximo a malha do desenho. Quando
deixe de clicar a tecla SHIFT voltará ao modo Ponto de referência que tenha selecionado previamente.

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• Utilizar a referência automática ativando unicamente Conexão e Verificar apenas em


camadas de cálculo no quadro da Figura 16, acessível clicando a tecla a.

Temos a tela:

REFERENCIA AUTOMÁTICA: A referência automática permitirá introduzir comodamente e com


precisão os pontos de dados necessários para desenhar os elementos gráficos.

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Quando esteja introduzindo qualquer elemento de desenho se rastreia todos os pontos de referência
que tenha marcado no quadro de diálogo de configuração da referência automática. Quando esta
próxima de uma das referências selecionadas, o cursor se converte em uma cruz, indicando o tipo de
referência encontrada:

Se clica com o mouse neste momento, o ponto introduzido será


exatamente o da referência selecionada,
Uma vez selecionada a ferramenta Tramos e Poços e as referências adequadas, faremos o
primeiro clique no ponto de conexão do ponto de vertedouro. A seguir iremos fazendo sucessivos
cliques nos pontos em que desejamos colocar um poço, criando uma polilinha. Ao terminar a
introdução da polilinha (mediante a opção Terminar do menu contextual) aparecem os poços nos
vértices introduzidos unidos mediante trechos de tubulação. Criaremos desta maneira uma sequência
de trechos e poços que vão do primeiro ao último ponto introduzidos, como podemos ver na imagem
abaixo:

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Da mesma forma, vamos completar o traçado da rede, de acordo com a imagem abaixo:

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4.5. Definição dos ramais

Uma vez introduzida a geometria da planta, procederemos a definição dos ramais da rede.
Definir os ramais nos permitirá poder desenhar os perfis longitudinais, ajudando no processo de
definição da geometria da rede em perfil.
Para criar um ramal desde qualquer ponto até o ponto de vertedouro deverá selecionar apenas
o elemento de início do mesmo que pode ser um poço, PV, sumidouros ou tubulação.
Para definir um ramal intermediário da rede deverá ter selecionados os elementos (tubulações,
consumos, poços, etc) de início e de final do ramal. Para selecionar os dos elementos mantenha
apertada a tecla SHIFT enquanto clique sobre os dos elementos a selecionar.
Definiremos como exemplo um ramal do ponto de vertedouro V1 ao poço onde teremos a PV
de rede (acima a direta). Em primeiro lugar selecionaremos o elemento de início fazendo clique sobre
o símbolo que representa. A seguir clicaremos o botão da Figura 17 o selecionaremos a opção Definir
um ramal novo do menu Resultados Se adiciona o novo ramal abaixo a categoria Ramais do arvore de
projeto. Se clicamos sobre ele veremos o perfil longitudinal do ramal.

Definiremos da mesma forma o número de ramais que desejamos em nossa rede para poder
obter todos os desenhos de perfis desejados. Para visualizar o perfil longitudinal de um ramal já
definido podemos fazer através do Arvore de projeto. Os ramais definidos anteriormente se vão
inserindo dentro do grupo ramais da rede a que pertença, portanto, para ver o desenho do perfil não
teremos nada mais que clicar com o mouse no elemento de ramal do arvore.
Por meio do menu Resultados \ Identificar perfis podemos alterar a configuração do desenho
do perfil (altura do texto, escalas, etc.) , porem veremos isso mais adiante.

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Modificar caimentos e profundidades no perfil longitudinal:


Esta opção permitirá modificar dados dos trechos e poços diretamente do perfil longitudinal de uma
forma mais intuitiva. Poderá alterar a série, seção e caimento dos trechos de tubulação. Também
poderá alterar as profundidades de entrada e saída nos poços de ressalto e registro, com isso poderá
alterar a porcentagem de empate entre a tubulação de entrada e saída. Poderá alterar o tipo de poço
de registro ou de ressalto.
Esta opção se encontra disponível quando está visível o perfil longitudinal e clicando a opção Modificar
caimentos e cotas no perfil longitudinal do menu Dados.
Uma vez ativado esta opção poderá marcar com o mouse sobre os elementos de tubulação o poço
para modificar em um diálogo os dados da tubulação ou poço respectivamente. Figuras 21.a e 12.b
O elemento de tubulação representa em cor azul o calado de água.

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Modificar caimento de um ramal:


Esta opção permitirá modificar todo o caimento de um ramal o apenas uma parte do mesmo
diretamente do perfil longitudinal ou do desenho em planta da rede. Poderá calcular a nova caimento
fixando as profundidades inicial e final ou forçar um caimento para calcular profundidades.
Esta opção se encontra disponível quando está visível tanto a vista em planta da rede o do perfil
longitudinal e clicando a opção Modificar caimento de um ramal do menu Dados

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Capitulo 05 – Propriedades das Entidades

Se denomina propriedades dos elementos da rede os parâmetros associados a cada um deles


que é necessário definir e assim poder realizar o cálculo, como por exemplo o diâmetro de uma
tubulação, as características da concha vertente, de um sumidouro, etc.
Para conhecer o significado dos campos de cada quadro de propriedades e sua influência no
processo de cálculo, a seguir apresentamos as características de cada um dos itens.
Se pode acessar a as propriedades de uma entidade por quatro caminhos diferentes:
1. Fazendo duplo clique sobre o símbolo ou linha associado ao elemento, ou sobre sua entrada
na Arvore de Projeto.
2. Selecionado a entidade, execute o comando Dados > Entidades selecionadas do menu
principal o clique o botão da Figura 21

3. Selecione a entidade, mostre o menu contextual com o botão esquerdo do mouse e pressione
a opção Propriedades...
4. Selecione a entidade, e selecione a guia Propriedades da Barra de Projeto.
Lembrar que todos os elementos da rede já possuem valores em suas propriedades, que serão
os valores definidos por padrão, que estavam ativos no momento de sua criação.

5.1. Tubulação

Os tramos de tubulação são representados por uma linha, introduzida através da ferramenta introduzir

tramo.

O quadro de diálogo Propriedades do tramo é acessível clicando duas vezes sobre a linha do
tramo ou sua entrada na Arvore de Projeto, ou selecionando a entrada Propriedades… do menu
contextual (no botão direito do mouse) tanto da linha como de sua entrada na Arvore de Projeto.
Propriedades das tubulações (Propriedades)
Tramo: Aqui é indicada a referência do tramo que é um identificador único que estabelece o programa
automaticamente em função dos elementos que conecta e, portanto, não pode ser redefinido pelo
usuário. Entretanto poderá alterar a referência aos elementos conectados com este tramo.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer identificação que desejar, tal como nome
da rua, etc. Este dado apenas tem reflexo na identificação do desenho.
Serie: Selecione neste campo a serie a que pertence o tramo, entre as disponíveis da base de dados.

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Forçar seção: Se está desativada o diâmetro atual permanece até um novo cálculo de pré-
dimensionamento. Se força a seção, na lista aparecem todas as tubulações da série que tenha
selecionado anteriormente, entre as que poderá selecionar do tramo e não vai ser alterado pelo pré-
dimensionamento
Vala: A lista contém os tipos de valas que estão armazenados na base de dados > Valas…. Selecione o
modelo cujas características deve ter o tramo que está editando.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno na entrada e saída do tramo. Se foi realizado o cálculo
automático de cotas em Dados Gerais > Terreno, os campos não serão editáveis, mostrando os valores
de cotas calculados pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o cálculo de cotas poderá
introduzir os valores de cota que desejar.
Cota/profundidade: Aqui pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em relação a referência)
ou a profundidade (em relação a superfície do terreno em cada ponto) da entrada e saída do tramo. A
cota considerada é a aresta inferior interior da tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota
do térreo, em função do que tenha selecionado se respeitara a cota ou a profundidade da tubulação,
adaptando-se o outro valor a alteração produzida. Permite desativar todas as cotas e profundidades
tanto de entrada como saída para ser calculado durante o pré-dimensionamento.
Caimento: O caimento é a relação que existe entre o desnível do ponto de entrada e saída do tramo
de tubulação e a distância na horizontal nestes extremos.
O caimento é expressado em tantos por cento, que dizer, a distância na horizonta é 100 como
distancia na vertical é X, ou seja, Distancia na vertical*100 / Distancia na horizontal = Caimento %
Se o parâmetro está desativado então o valor não é modificado, pelo que para incidir sobre ele,
deverá alterar a cota de entrada ou saída ou cálculo o pré-dimensionamento. Se força o caimento não
vai ver afetado pelo pré-dimensionamento, entretanto, a cota e profundidade de entrada ou saída ou
ambas devem estar em modo automático para pode calcular e tenha consistência na geometria da
tubulação. Portanto não pode ter forçada entrada, saída e caimento ao mesmo tempo.
Comprimento: Neste campo se mostra o comprimento do tramo. Se permite forçar uma distância
distinta da calculada no desenho.
Vazões: Se mostra aqui, a título informativo, as vazões media, máxima e mínima que circular através
do tramo.
Calados: Nestes campos se mostram em tantos por cento (altura da lamina de agua em relação ao
diâmetro da tubulação) máximo e mínimo no tramo calculado pelo programa.
Velocidades: Nestes campos se mostram as velocidades máxima e minima no tramo calculada pelo
programa.
Tensão trativa: Neste campo se mostra a tensão trativa media calculada para a vazão mínima.
Velocidade crítica: Neste campo se mostra a velocidade critica calculada para a vazão máxima, se a
velocidade máxima supera a velocidade critica o calado não deve superar 50% para assegurar a
ventilação da tubulação.

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5.2. Tramos e Poços

Com esta ferramenta podera introducir fácilmente uma sucessão de tramos de tubulação
e poços de registro. Ao selecionar a ferramenta não tem mais que desenhar uma poligonal, fazendo
sucessivos cliques com o mouse nos vértices. Quando tenha marcado os vértices desejados, selecione
a opção Terminar do menu contextual (acessivel com o botão direito do mouse)
Automaticamente se introduz um poço de registro em cada vértice introduzido (exceto nos
extremos da poligonal) e um tramo de tubulação em cada segmento. Os extremos de cada tramo se
conectam aos pontos de conexçao dos poços, e os elementos criados formam uma tipologia de rede
correta.

5.3. Curvas de Nivel

Uma curva denivel esta representada por uma linha composta de múltiplos tramos, que pode
ser fechada ou aberta, e que corresponde ao lugar geométrico dos pontos do plano de igual altura.

O ícone de acesso ao comando é .


O programa pode utilizar curvas denivel para calcular a cota de cada elemento da instalação. A
altura de um nó fica determinada pela distancia das duas curvas de nivel mais próximas.
Por exemplo, na figura abaixo se representam curvas de nivel de 0,0 a 70,0 metros de altura. O
ponto P esta situado no meio do caminho entre a curva de 40,0 metros e a de 50,0 metros, portanto
terá uma altura aproximada de 45,0 metros.

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5.4. Vertedor

Serve para posicionar na área de desenho o símbolo de ponto de vertedor. Siga os passos que se
detalham a seguir:

• Quando aciona a opção de inserir aparece o quadro de diálogo de biblioteca de símbolos


onde se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
• Selecione um símbolo e caso necessário modifique a escala. Clique em Aceitar.
• Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do
mouse. Você poderá move-lo pela área do desenho.
• Clique na região onde deseja posiciona-lo.
• Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar a rotação.
Também pode escolher uma das opções para fixar a rotação 0º, 90º, 180º e 270º do menu
contextual que aparece ao clicar com o botão esquerdo do mouse. Pode definir símbolos diferentes
para os pontos de vertedor sem ter que criar um novo símbolo com seus pontos de conexão e inserção.
O quadro de diálogo Propriedades do ponto Vertedor é acessível clicando duas vezes sobre o
símbolo do ponto de vertedor ou sua entrada na Arvore do projeto, ou selecionando a entrada
Propriedades... do menu contextual (botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua entrada
na Arvore do Projeto.
Propriedades do Vertedor
Ponto de vertedor: Aqui se indica a referência do ponto de vertedor, que é um identificador único que
estabelece o programa automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar
elementos de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como
o nome da rua, ou da zona que serve a rede que termina neste elemento, etc. Este dado apenas se
refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no lugar de localização do poço que materializa o
ponto de vertedor. Se foi estabelecido o cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o
campo não é editável, mostrando o valor da cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi
desativado o cálculo de cotas, poderá introduzir o valor de cota que deseje.
Cota/profundidade de entrada: Aqui pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em relação
da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) da tubulação
que contribuem ao ponto de vertedor e indicar seu valor numérico. A cota considerada é a da aresta
inferior interior da tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em função de o
que tenha selecionado se respeitará a cota ou a profundidade do vertedor, adaptando-se o outro valor
a alteração produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade com o
pré-dimensionamento.
Tempo de concentração: Se mostra o tempo de concentração do ponto de vertedor. Para mais
informação ver Tempo de concentração.

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Vazões: Se mostram aqui, a título informativo, as vazões media, máxima e mínima que chegam ao
ponto de vertedor

Contribuição domiciliar
Este elemento se deve usar para o cálculo de rede de aguas residuais pelo método de
coeficientes pontuais mínimo e máximo.
O desenho constitui em uma rede de tramos de tubulação conectadas mediante poços, cujos
tramos de cabeceira estão fechados por elementos de tipo Contribuição domiciliar e excepcionalmente
Contribuições de rede, o tramo coletor final se conecta com o único ponto de vertedor da rede.
Existem dois tipos de Contribuições, domiciliares e de rede, que não diferem entre si, quanto a
propriedades e forma de cálculo. Se diferençam em ter valores padrão distintos. Sua coexistência é
dada pela conveniência em diferenciar as Contribuições industriais das sub-redes tributarias da rede
que estamos calculando.
Contribuição. Serve para situar na área de desenho o símbolo de uma Contribuição domiciliar
de aguas residuais. Siga os passos que se detalham a seguir:
Quando acione a opção de inserir aparecerá o Quadro de diálogo Biblioteca de símbolos onde
se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
Selecione um símbolo e em caso necessário modifique a escala. Aperte Aceitar.
Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do mouse. Você
poderá desloca-lo pela área de desenho.
Clique na zona onde deseje situa-lo.
Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar seu estado de rotação.
Também pode escolher uma das opções para fixar rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu
contextual que aparece ao apertar o botão esquerdo do mouse.
Pode você definir símbolos distintos para as Contribuições sem ter que criar um novo símbolo
com um ponto de inserção.
O Quadro de diálogo Propriedades da Contribuição é acessível fazendo duplo clique sobre o
símbolo de Contribuição a sua entrada na Arvore de projeto, ou selecionando a entrada Propriedades...
do menu contextual (No botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua entrada na Arvore de
projeto.

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Propriedades da Contribuição domiciliar


Contribuição: Aqui se indica a referência da Contribuição, que é um identificador único que estabelece
o programa automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar elementos
de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como a
direção, etc. Este dado apenas se refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no ponto de inserção da Contribuição. Se foi
estabelecido o cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o campo no será editável,
mostrando o valor da cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o cálculo de cotas,
poderá introduzir o valor de cota que deseje.
Cota/Profundidade da saída: Nestes campos pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em
relação da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) da saída
da Contribuição e indicar seu valor numérico. A cota considerada é a da aresta inferior interior da
tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em função de o que esteja
selecionado se respeitará a cota ou a profundidade da Contribuição, adaptando-se o outro valor a
alteração produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade
com o pré-dimensionamento.
Do diálogo de Contribuição poderá introduzir os dados relativos ao cálculo de vazões residuais
desde a guia Residuais assim como os dados relativos ao cálculo da vazão de chuva desde a guia
Pluviais.
Guia Residuais
Aqui poderá introduzir os dados necessários para a estimativa das vazões de aguas residuais
recolhidas pela Contribuição.
Uso Doméstico: seleciona que a Contribuição recolhe aguas residuais de uso doméstico, deverá
escolher se fazer uma estimativa do consumo por nº de habitantes servidos ou por nº de habitações.
No Primeiro dos casos deve introduzir o número atual de habitantes servidos que, em função do
definido nos dados gerais, se extrapolará a um horizonte de referência. No segundo dos casos deve
indicar uma densidade de habitações por superfície e a superfície servida ou diretamente o número de
habitações, com o qual se estima o número de habitantes total. O número médio de habitantes por
habitação ou pode estabelecer no Quadro de diálogo dados gerais.
Uso Industrial: se define a Contribuição como de uso industrial, deverá determinar se deseja introduzir
um consumo por utilizado ou por superfície de planta industrial, pedindo em cada caso o número de
unidades (utilizados ou m² de planta) e o correspondente consumo.
Consumo: Aqui deve introduzir o consumo por habitante e dia em caso de aguas domésticas, por
utilizado e dia ou por m² e dia em caso de aguas industriais.
Coeficientes pontuais: Nestes campos aparecem os coeficientes pontuais máximo e mínimo. No caso
de ter selecionado aguas residuais domésticas não poderá modifica-los aqui, devendo fazê-lo no
Quadro de diálogo dados gerais. Se definiu uso industrial, poderá introduzir os valores diretamente.

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Vazão residual médio: Neste campo se mostra a vazão média de aguas residuais calculado em função
dos dados anteriores. Entretanto poderá introduzir manualmente o valor que considere oportuno.
Vazões mínimo e máximo: Se mostram aqui, a título informativo, as vazões mínima e máxima que
introduz a Contribuição na rede. Também poderá modificar manualmente estes valores. No caso de
que comparta pluviais também se mostra a vazão máximo de residual + chuva

Guia Pluviais
Neste guia pode introduzir os dados que ajudarão a estabelecer as vazões de aguas pluviais
captadas pela Contribuição.
Superfície área de contribuição: Neste campo pode introduzir a superfície da área de contribuição que
drena pela Contribuição. Também pode apertar o botão, que permitirá definir uma polilinha fechada
definindo a área de contribuição. O valor da superfície da área de contribuição permanecerá vinculado
a esta polilinha, recalculando automaticamente ante qualquer alteração da mesma.
Comprimento do ramo principal: Neste campo deve introduzir a comprimento máximo pela que
decorre a agua até chegar à Contribuição, bem seja de forma difusa ou canalizada. Este parâmetro
influi decisivamente sobre o tempo de concentração.
Características da área de contribuição: Aqui tem disponível um botão que levará ao Quadro de
diálogo Características da área de contribuição., do que pode obter o Coeficiente de escoamento e o
tempo de concentração, definindo as características da área de contribuição da Contribuição. Uma vez
introduzidos os dados aparecerá um resumo dos mesmos no requadro situado baixo o botão.
Coeficiente de escoamento: Neste campo aparecerá, se foi definido as propriedades da área de
contribuição, o coeficiente de escoamento calculado pelo programa, se bem se pode introduzir o valor
que se deseje. Para mais informação sobre o cálculo ver Coeficiente de escoamento.
Tempo de concentração: Aqui se mostra o tempo de concentração calculado a partir dos dados da
área de contribuição. Se permite a introdução por parte do usuário do valor que deseje. Para mais
informação sobre o cálculo ver Tempo de concentração.
Características da área de contribuição
Descrição:
Neste Quadro de diálogo se definem as características da área de contribuição associada a um
elemento de tipo Contribuição, Contribuição de rede e de tipo sumidouro de pluviais.
O objetivo dos dados deste Quadro é obter o coeficiente de escoamento e o tempo de
concentração, necessários para o cálculo das vazões de aguas pluviais que aporta o elemento.
Cálculo do coeficiente de escoamento: Aqui pode selecionar se o coeficiente de escoamento se
calculará por assimilação a uma zona tipo ou pelo método da Instrução 5.2-IC.

No Primeiro dos casos, deve indicar se a área de contribuição é uma superfície homogénea,
onde a maior parte de ela tem um único tipo de acabado superficial, ou se assemelha mais a uma área

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heterogénea (superfície mista) onde se dão distintos tipos de texturas em sua superfície. Para mais
informação veja Coeficiente de escoamento.
Natureza da superfície: Em função do método de cálculo que esteja selecionado, aparecerão nestas
duas listas distintas opções entre as que deve escolher as que melhor descrevam a superfície da área
de contribuição.
Vegetação: se foi selecionado uma superfície na que o nível de vegetação defina o coeficiente de
escoamento, nesta lista aparecerão distintas opções entre as que deverá selecionar una.
Cálculo do tempo de concentração: Aqui deve indicar se o fluxo predominante na área de contribuição
é o canalizado sobre um ramo bem definido ou o difuso sobre a superfície a drenar. Segundo o que
selecione se utilizaram distintos métodos no cálculo do Tempo de concentração.
Inclinação media da área de contribuição: Aqui se deve indicar a inclinação media da superfície
drenada. Se a necessidade deste dado vem dada pelo método de cálculo do tempo de concentração,
será necessário seu valor numérico, enquanto que se vem imposta pelo método de cálculo do
coeficiente de escoamento, é suficiente com indicar se for menor ou no que um 3%.
Inclinação média do ramo principal: se foi selecionado como fluxo predominante ou canalizado,
deverá indicar aqui a inclinação media do ramo principal da rede de drenagem da área de contribuição.

Contribuição de rede
Existem dos tipos de Contribuições, domiciliares e de rede, que não diferem entre se em quanto
a propriedades e forma de cálculo. Se diferençam em ter valores padrão distintos. Sua coexistência
vem dada pela conveniência em diferençar as Contribuições industriais das de sub-redes tributarias da
rede que estamos calculando.
Contribuição Rede Serve para situar na área de desenho o símbolo de uma Contribuição de rede
de aguas residuais. Siga os passos que se detalham A seguir:
Quando acione a opção de inserir aparecerá o Quadro de diálogo Biblioteca de símbolos onde
se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
Selecione um símbolo e em caso necessário modifique a escala. Aperte Aceitar.
Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do mouse. Você
poderá desloca-lo pela área de desenho.
Clique na zona onde deseje situa-lo.
Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar seu estado de rotação.
Também pode escolher uma das opções Fixar rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu contextual
que aparece ao apertar o botão esquerdo do mouse.

Pode definir símbolos distintos para as Contribuições sem mais que criar um novo símbolo com
um ponto de inserção.

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O Quadro de diálogo Propriedades da Contribuição é acessível fazendo duplo clique sobre o


símbolo de Contribuição de rede a sua entrada no Arvore de projeto, ou selecionando a entrada
Propriedades... do menu contextual (No botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua
entrada no Arvore de projeto.

Propriedades da Contribuição de rede


Contribuição: Aqui se indica a referência da Contribuição, que é um identificador único que estabelece
o programa automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar elementos
de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como a
direção, etc. Este dado apenas se refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no ponto de inserção da Contribuição. Se foi
estabelecido o cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o campo não será editável,
mostrando o valor da cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o cálculo de cotas,
poderá introduzir o valor de cota que deseje.
Cota/Profundidade da saída: Nestes campos pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em
relação da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) da saída
da Contribuição e indicar seu valor numérico. A cota considerada é a da aresta inferior interior da
tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em função do que esteja selecionado
se respeitará a cota ou a profundidade da Contribuição, adaptando-se o outro valor à alteração
produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade
com o pré-dimensionamento.
Desde o diálogo de Contribuição poderá introduzir os dados relativos ao cálculo de vazões
residuais desde a guia Residuais assim como os dados relativos ao cálculo da vazão de chuva desde a
guia Pluviais.

Ponto seco
Este elemento se deve usar para o cálculo de rede de aguas residuais pelo método de
coeficientes de vazões máximo diário e horário.
O desenho constitui uma rede de tramos de tubulação conectadas mediante poços, cujos
tramos de cabeceira estão fechados por elementos de ponto seco, e o tramo coletor final se conecta
com o único ponto de vertedor da rede.
Vertedor. Serve para situar na área de desenho o símbolo de ponto seco.

Siga os passos que se detalham a seguir:


Quando acione a opção de inserir aparecerá o Quadro de diálogo Biblioteca de símbolos onde
se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
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Selecione um símbolo e em caso necessário modifique a escala. Aperte Aceitar.


Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do mouse. Você
poderá desloca-lo pela área de desenho.
Clique na zona onde deseje situa-lo.
Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar seu estado de rotação.
Também pode escolher uma das opções para Fixar rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu
contextual que aparece ao apertar o botão esquerdo do mouse.
Pode você definir símbolos distintos para os pontos secos sem mais que criar um novo símbolo
com seus pontos de conexão e inserção.
O Quadro de diálogo Propriedades do ponto seco é acessível fazendo duplo clique sobre o
símbolo do ponto seco a sua entrada no Arvore de projeto, ou selecionando a entrada Propriedades...
do menu contextual (No botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua entrada no Arvore de
projeto.

Propriedades do ponto seco


Ponto seco: Aqui se indica a referência do ponto seco, que é um identificador único que estabelece o
programa automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar elementos
de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como
o nome da rua, ou da zona que serve a rede que termina neste elemento, etc. Este dado apenas se
refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no lugar de localização do poço que materializa o
ponto seco. Se foi estabelecido o cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o campo não
é editável, mostrando o valor da cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o
cálculo de cotas, poderá introduzir o valor de cota que deseje.
Cota/profundidade de entrada: Aqui pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em relação
da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) da tubulação
que contribuem ao ponto de vertedor e indicar seu valor numérico. A cota considerada é a da aresta
inferior interior da tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em função de o
que tenha selecionado se respeitará a cota ou a profundidade do ponto seco, adaptando-se o outro
valor à alteração produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade
com o pré-dimensionamento.

Sumidouro

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Sumidouro. Serve para situar na área de desenho o símbolo de sumidouro de aguas pluviais.
Siga os passos que se detalham A seguir:
Quando acione a opção de inserir aparecerá o Quadro de diálogo Biblioteca de símbolos onde
se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
Selecione um símbolo e em caso necessário modifique a escala. Aperte Aceitar.
Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do mouse. Você
poderá desloca-lo pela área de desenho.
Clique na zona onde deseje situa-lo.
Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar seu estado de rotação.
Também pode escolher uma das opções Fixar rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu contextual
que aparece ao apertar o botão esquerdo do mouse. Pode você definir símbolos distintos para as
Contribuições sem mais que criar um novo símbolo com um ponto de inserção.
O Quadro de diálogo Propriedades do sumidouro é acessível fazendo duplo clique sobre o
símbolo de sumidouro a sua entrada no Arvore de projeto, ou selecionando a entrada Propriedades...
do menu contextual (No botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua entrada no Arvore de
projeto.
Propriedades do Sumidouro
Sumidouro: Aqui se indica a referência do Sumidouro, que é um identificador único que estabelece o
programa automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar elementos
de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como
o nome da rua, etc. Este dado apenas se refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no ponto de inserção do Sumidouro. Se foi
estabelecido o cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o campo não é editável,
mostrando o valor da cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o cálculo de cotas,
poderá introduzir o valor de cota que deseje.
Cota/Profundidade da saída: Nestes campos pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em
relação da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) da saída
do sumidouro e indicar seu valor numérico. A cota considerada é a da aresta inferior interior da
tubulação. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em função de o que esteja
selecionado se respeitará a cota ou a profundidade da Contribuição, adaptando-se o outro valor à
alteração produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade
com o pré-dimensionamento.
Desde o diálogo de sumidouro poderá introduzir os dados relativos ao cálculo da vazão de chuva
desde a guia Pluviais
Vazão de chuva: Neste campo se mostra a vazão total de aguas procedente de chuvas calculado em
função dos dados pluviais.

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Duração de chuva: Neste campo se mostra a duração de chuva que dá a maior vazão. Calculado de
entre a lista de inundação geral e tempo de concentração do Sumidouro.

Poços de registro e de ressalto


Poço. Serve para situar na área de desenho o símbolo de poço de registro.
Ressalto. Serve para situar na área de desenho o símbolo de poço de ressalto.
Siga os passos que se detalham a seguir:
Quando acione a opção de inserir aparecerá o Quadro de diálogo Biblioteca de símbolos onde
se mostram todos os símbolos disponíveis para essa categoria.
Selecione um símbolo e em caso necessário modifique a escala. Aperte Aceitar.
Imediatamente desaparece a biblioteca e surge o símbolo associado ao cursor do mouse. Você
poderá desloca-lo pela área de desenho.
Clique na zona onde deseje situa-lo.
Desloque o mouse ao redor do símbolo e clique para fixar seu estado de rotação.
Também pode escolher uma das opções Fixar rotação: 0º, 90º, 180º e 270º do menu contextual
que aparece ao apertar o botão esquerdo do mouse.
Pode você definir símbolos distintos para os poços de registros e de ressalto sem mais que criar
um novo símbolo com um ponto de inserção.
O Quadro de diálogo Propriedades do poço é acessível fazendo duplo clique sobre o símbolo de
poço a sua entrada no Arvore de projeto, ou selecionando a entrada Propriedades... do menu
contextual (No botão direito do mouse) tanto do símbolo como de sua entrada no Arvore de projeto.
Propriedades do poço
Poço: Aqui se indica a referência do poço, que é um identificador único que estabelece o programa
automaticamente, porém pode ser redefinido pelo usuário. Consulte Numerar elementos de rede.
Descrição: Neste campo de texto pode introduzir qualquer cadeia identificativa que deseje, tal como
o nome da rua, o material do poço, etc. Este dado apenas se refletirá na identificação do desenho.
Cota de terreno: Aqui aparece a cota do terreno no lugar de localização do poço. Se foi estabelecido o
cálculo automático de cotas em Dados Gerais->Terreno, o campo não é editável, mostrando o valor da
cota calculada pelo programa. Pelo contrário, se foi desativado o cálculo de cotas, poderá introduzir o
valor de cota que deseje.
Forçar empate: Os poços de registro devem ter forçado um empate entre as tubulações de entrada e
saída. O poço com ressalto poderá ter desativada esta opção para poder introduzir ou calcular
diferentes cotas tanto para as entradas como a saída.
Empate: Dado disponível quando esteja forçado o empate. Neste campo se introduz a altura relativa
da linha de empate, em relação da altura da seção, expressada em tanto por cento. O empate se define
como a linha em perfil que permanece invariável em uma alteração de seção. Os empates mais
habituais são os seguintes:
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· Empate por cota clave (100%): se fazem corresponder as cotas das claves dos coletores que
confluem. Da um perfil de tipo soleira quebrada e espinha continuo. Este tipo de união é adequado
para coletores menores de 900 mm e regime subcrítico.
· Empate por soleira (0%): se dá continuidade as soleiras dos coletores. Da um perfil
denominado de soleira continua e espinha quebrado. É mais simples de executar, porém se tem risco
de provocar um fechamento hidráulico.
· Empate pela linha de energia: se igualam as cotas das linhas de energia dos coletores
confluentes no poço. Este tipo de empate é o que melhor comportamento hidráulico tem, já que vem
dado pelo funcionamento hidráulico da rede, não por sua geometria. Entretanto apenas se pode
estabelecer para um estado de funcionamento determinado dos muitos aos que trabalha a rede. O
programa SUwinBR não faz este tipo de empate.
· Empate pelo 80% dos diâmetros: Se faz coincidir as linhas a uma altura do 80% da altura total
dos coletores. Este empate, definido pela geometria, é mais simples de estabelecer e seu resultado é
o mais aproximado ao de empate pela linha de energia.

Diâmetro de poço (m): Aqui aparece o valor padrão do diâmetro interior dos poços de registro, de
ressalto que poderá ser alterado.
Introduzir por cota/profundidade: Aqui pode selecionar se deseja fixar a cota (cota absoluta em
relação da referência) ou a profundidade (em relação da superfície do terreno em cada ponto) das
tubulações que contribuem ao poço. Segundo selecione uma ou outra, alterará a visualização das listas
de cotas/profundidades das tubulações. Ressaltar que, em caso de variação da cota de terreno, em
função de o que tenha selecionado se respeitará a cota ou a profundidade da tubulação, adaptando-
se o outro valor à alteração produzida.
Opcionalmente poderá optar por desativar as duas opções para calcular a cota e profundidade
com o pré-dimensionamento.
Cota/Profundidade da tubulação de saída: Neste campo pode indicar a cota ou a profundidade da
tubulação de saída do poço, que será a nominal do poço. A cota considerada é a da aresta inferior
interior da tubulação.
Cota/Profundidade das tubulações de entrada: Nesta lista se mostram as tubulações de entrada com
suas respetivas cotas ou profundidades.
Para poços com o empate forçado, a lista não é editável posto que os valores se calculam
automaticamente em função do empate introduzido.
Para poços com empate no forçado a lista é editável e pode estabelecer as cotas ou profundidades das
distintas tubulações de entrada sempre e quando estejam ativadas as cotas ou profundidades nos
respetivos elementos de entrada.

A cota considerada é a da aresta inferior interior da tubulação.


Vazões: Se mostram aqui, a título informativo, as vazões médias, máximo e mínimo que circular através
do poço.
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Tempo de concentração: Também se mostra o tempo de concentração do poço. Para mais informação
ver Tempo de concentração.

Associar área de contribuição


Esta ferramenta nos permite associar uma área de contribuição, representada por um polígono
fechado, a um elemento de captação de aguas pluviais (Contribuições e Sumidouros) na área de
desenho.
O objetivo é calcular a área em metros quadrados e atribui-lo ao dado superfície de área de
contribuição do elemento de captação de aguas pluviais.
Siga os passos que se detalham A seguir:
O elemento que representa a área de contribuição a associar deve ser uma entidade de tipo
polilinha fechada.
Selecione o elemento de rede (Contribuição o Sumidouro) e o polígono fechado mantendo
apertada a tecla SHIFT enquanto faz clique sobre os dois elementos a selecionar.
A seguir aperte o botão Associar área de contribuição da barra de ferramentas o mediante a
entrada de menu Elementos->Associar área de contribuição a um elemento de rede.
A partir de esse momento os elementos estão vinculados e a superfície tributaria da captação
será a de sua área de contribuição.

Capitulo 06 – Verificação das Conexões e Correção da Geometria

7.1. Planta
O programa inclui uma serie de ferramentas que ajuda na correção de erros na definição da
geometria em planta. A maioria desses erros corresponderá a deficiências na conexão de elementos.
Recorde que para que o programa detecte tais conexões, os elementos se deve unir mediante seus
pontos de conexão.
7.1.1. Visualização dos pontos conectados
O programa tem a opção de menu Ver->Pontos conectados, também ativa mediante o botão da barra
de ferramentas da Figura 22, que permite verificar a conexão de entidades.

Quando se executa aparece um ponto de cor amarelo numerado em cada nó da instalação. Para fazer
desaparecer clique outra vez este comando.
A Figura 23 mostra uma vista parcial da rede do exemplo mostrando os pontos de conexão.

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Se ao visualizar os pontos conectados detecta alguns mal conectados, para corrigir pode utilizar o
modo de edição por vértices que consiste em deslocar os símbolos o os extremos das linhas
“escolhendo” por as “abas” que aparecem assinaladas ao selecionar, tal como indica a Figura 24.
Também é muito prático o ponto de referencia Conexão já que é o que melhor garante a união entre
elementos da instalação

7.1.2. Recálculo dos pontos conectados


Se Depois de varias modificações gráficas os pontos conectados que se mostra na janela no são os
corretos, utilize a função Ferramentas->Recalcular pontos conectados , o seu correspondente botão (
Figura 25) para que o programa os atualize.

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7.2. Vista
Já temos definido a geometria em planta e estabelecida as vazões de aporte a rede ou redes do
projeto, porém a definição em vista existente ficou definida pelo valor da profundidade por padrão.
Em consequência, terá certos trechos de tubulação que tenham contracaimento e outros que
tenham uma caimento excessivo.
A seguir veremos a forma mais simples de eliminar os erros de geometria da rede.
Em primeiro lugar desenharemos o perfil mais restrito dos que tenhamos (tomaremos o mais largo,
de P19 a V-1). Para isso tem apenas será que selecionar o correspondente ramal do arvore de
projeto. No desenho em perfil do ramal teremos uma visão clara do Traçado em vista e dos poços
cuja profundidade necessite ser reajustada.
Para alterar as profundidades de um poço determinado no tem mais que: 1. Acessar a seus
propriedades, fazendo duplo clique sobre seu símbolo na planta o sobre seu entrada no arvore de
projeto. 2. Selecione se deseja estabelecer a vista por cota absoluta ou por profundidade em relação
ao terreno. 3. Se o poço é de registro pode estabelecer seu profundidade ou cota de soleira
introduzindo o valor desejado na caixa do elemento de saída. Automaticamente se atualizaram os
valores na correspondente tubulação. Neste tipo de poço a cota/profundidade das entradas vem
condicionada por a cota de soleira (igual a de saída) e pelo empate. 4. Se o poço é de resalto, pode
estabelecer independentemente a cota ou profundidade de cada tubulação, já seja de entrada o de
saída. 5. Volte a visualizar o perfil para ver o resultado das modificações. Proceda desta maneira até
obter um calculo em vista da rede correto.
Se tem ativado o cálculo dinâmico ou seleciona a opção calcular, aparecerá na guia Erros da barra de
projeto uma mensagem de erro indicando “Pendente inválida” por cada tramo de tubulação que
tenha caimento negativo. Também aparece um erro se a profundidade de enterramento sai dos
limites estabelecidos nos Critérios de Verificação
Pode ordenar a lista fazendo clique na cabeceira da coluna que queira ordenar. Se ordena por Erro,
se agrupam todos os do mesmo tipo, e fazendo duplo clique sobre ele, se abrirá a guia de
propriedades do elemento que causou, permitindo corrigir os valores que estime oportuno para
evitar.
Se modifica a cota ou profundidade de um tramo de tubulação, se atualizaram automaticamente as
do poço correspondente. Se o poço é de registro também se atualizaram as cotas e profundidades
de tubulações que acometem a ele. Se o poço é de resalto não se produzirá tal atualização.

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Capitulo 07 – DEFINIÇÃO DAS COMBINAÇÕES DE HIPÓTESES

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Capitulo 08 – Menu Desenhar

Nesse menu podemos encontrar as ferramentas para desenho de entidades como linha,
polilinha, retângulos, textos, círculos, arcos, hachuras, etc. A seguir vamos ver o funcionamento de
cada um deles.

8.1. Seleção por vértices

Opção de menu que ativa as entidades ferramenta de seleção na área de desenho. Entendemos
a função de seleção como um comando que nos permite destacar uma ou mais entidades no desenho
para atribuir qualquer propriedade ou fazer qualquer alteração geométrica neles (Mover, duplicar,
girar, Escalar, Simetria, ...). Podemos criar uma seleção de entidades por dois métodos diferentes:

• Por seleção direta


• Por Janela

Mantendo pressionada a tecla Shift podemos adicionar ou remover entidades ou grupos de entidades na seleção
atual. Você pode obter mais ajuda neste tópico criando uma seleção de entidades.

A seleção desenha um caixa em forma de alça da cor rosa escuro, em cada vértice das entidades selecionadas.
Além disso, o mesmo desenho é sempre feito com estilo de linha tracejada. Isso nos permite saber em todas as
vezes que as entidades são selecionadas, e quais não são. As alças nos cantos servem para realizar diretamente
modificações de entidades geométricas. Estas alterações dependem do tipo de entidade e do vértice escolhido.
Entendemos como vértice de uma entidade como uma característica do mesmo ponto. Por exemplo, em um
polígono que corresponde a todos os pontos de início e fim dos segmentos que a compõem; um símbolo, o
ponto de inserção e de todos os pontos de conexão definidos, etc.

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Procedimento de Uso

Acesse o botão Ajuda desenhada na barra iMventa, ou o item de menu "Desenhar / Seleção". Neste
momento, a ferramenta é ativada na seleção, por outro lado, é uma ferramenta que é ativada por padrão
quando você iniciar o programa. O cursor associado a esta ferramenta tem uma forma de um pequeno
quadrado, o mesmo tamanho pequeno como as alças das entidades selecionadas.
As alças nos permitir realizar modificações geométricas sobre os vértices da entidade, com a vantagem
de se adaptar à rede quando esta se encontra magnetizada. O procedimento de tratamento de um vértice
usando este método é sempre o mesmo:

1. Selecione o conjunto de entidades a ser modificado. Você pode obter ajuda neste tópico como
selecionar estas entidades.
2. Selecione o vértice que você deseja manipular. Para fazer isso, basta colocar o cursor do mouse
sobre a alça e identifica-lo, e pressione o botão esquerdo. Neste momento, o vértice é
capturado, e observar como parece uma imagem temporária e como a entidade modificado
será deixada.
3. Mova o mouse para a nova posição onde deseja o vértice e pressione o botão esquerdo do
mouse. Você vai ver que o vértice da entidade mudou de posição. A nova forma da entidade é
fixada.

A forma como essa alteração é feita dependendo do tipo de entidade e o vértice sendo manipulado.
Portanto, vamos fazer uma descrição de cada tipo de entidade de modo de que como você pode usar a
seleção por vértices

Em um ambiente 2D você pode selecionar de uma forma livre, selecionando livremente a opção
Ajuda no iMventa clicando com o botão direito do mouse Menu > Seleção múltipla> Laço

Entidades de tipo de linha, polígono, retângulo e polígono

Um identificador é desenhado em cada extremidade dos segmentos que formam a entidade. A única
modificação que se admite consiste no deslocamento individual do vértice selecionado. Se ele corresponde a
posição de mais do que um vértice, o deslocamento irá ser definido.

Entidades Círculo e do Tipo Arco

É desenhado uma alça no centro, e uma outro em cada uma das extremidade do arco (Para a
circunferência coincidem em ângulo zero). As alterações que se admite nesta entidade para o deslocamento
completo do mesmo (usando alça que identifica o centro) ou modifica os pontos inicial e final do arco (usando
as alças das pontas).

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Entidades tipo de símbolo

É desenhada uma alça no ponto de inserção do símbolo, assim como em cada um dos pontos definidos. A
única mudança que se admite para esta entidade é o deslocamento total do mesmo, tendo como ponto de
referência o vértice que estamos manipulando.

Entidades tipo Texto ou o Etiqueta

É desenhada uma alça em cada um dos vértices do retângulo que circunscreve a entidade é desenhada. A única
mudança que admite esta função corresponde ao deslocamento total do mesmo, tendo como referência o
vértice que estamos manipulando.

8.2. Seleção por Requadro

A seleção por Requadro desenha um quadro que se estende por todo o comprimento das entidades
selecionadas, colocação de uma alça em cada um dos vértices e pontos médios dos lados do retângulo.

Colocar o cursor sobre alguma dessas alças para verificar como ele muda o cursor do mouse e pode pichar
naquele momento para ampliar ou reduzir o retângulo pela referida alça. Vai escalonamento assim as entidades
contidas na seleção. Além disso, se você colocar o cursor dentro do retângulo, o cursor se transforma em uma
seta dupla, o sistema pode através de arrastar e soltar mover para outro local entidades do desenho que está
selecionada.

NOTA: É aconselhável usar esse sistema de seleção ao executar um desenho que vai precisar de
precisas conexões dos pontos para seu dimensionamento e / ou deslocamento que ocorrera não
será preciso. Para este tipo de desenhos, é sempre melhor usar o método de seleção por vértices.
Além disso, um duplo clique em um item para editar suas propriedades, estando esse método de
seleção ativo, pode causar um deslocamento indesejado do elemento.

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8.3. Linha
Opção de menu que permite desenhar entidades do tipo "linha" na área de desenho. Entendemos
segmento de linha que liga dois pontos no espaço do desenho (2D ou 3D)

Uma entidade deste tipo suporta duas propriedades:

• Cor do traço
• Estilo de traçado, disponível apenas em linhas 2D

Ambas as propriedades podem ser atribuídas usando a barra de propriedades. Quando uma entidade é
criada, ela leva as propriedades padrão que aparecem nesta barra.

No caso de programas com base interface 3D, entidades linhas de cálculo tem a particularidade de corpos
sólidos de ser representado como mostrar a aparência real da entidade que representa (estruturas de barras,
tubos, cabos, etc.). Esta exibição de linha é ativado pelo modo de aplicação sólida.

Procedimento de Desenho

1. Acesse a opção "Desenhar / Linha ', ou o botão correspondente na barra de menu desenho. O cursor do
mouse irá mudar a sua forma de estar em uma posição para escolher as extremidades da linha:

2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que você deseja iniciar a linha, e pressione o botão
esquerdo do mouse. O primeiro ponto é definido, e movendo o mouse vai ver como uma linha do tempo
ingressar neste ponto com a posição atual do cursor do mouse mostrando em todos os momentos como
será a linha quando sua definição está completa.

3. Coloque o cursor do mouse na posição onde você deseja definir o segundo ponto da linha, e pressione
o botão esquerdo do mouse. Você vai ver como criou o novo tipo de característica de linha, e como ele
foi selecionado. As propriedades que foi criado, ou seja, a cor do traço e estilo, corresponder aos
indicados na barra de propriedades.

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As operações de edição apoiada por uma linha 2D

As operações de edição apoiada por uma linha 3D

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.4. Polilinha

Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "polilinha" na área de desenho. Entendemos
por polilinha uma lista de segmentos retos consecutivos cujos vértices são chamados pontos de inflexão. Uma
poligonal pode ser fechado, formando deste modo um polígono. Isto ocorre quando, durante a definição do
polígono, a opção de fechar é selecionada, igualando assim o vértice inicial para o vértice final.

Um desenho 2D polilinha suporta quatro propriedades:

• Cor do traço,
• Estilo de traço,
• Cor de preenchimento
• Estilo de preenchimento.
Para os dois últimos tenham efeito, é importante que o polígono está fechada. Estas propriedades sendo
atribuídas na barra de propriedades. Quando uma entidade é criada, ela leva as propriedades padrão listados
nesta barra.

No caso de polilinhas 3D, estará disponível apenas a cor do traço.

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Procedimento de Desenhos

1. Acessar o item de menu "Desenhar / Polilinha, ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho. O cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estando em condições de definir os vértices do
polígono:

2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o primeiro vértice, e pressione o
botão esquerdo do mouse. Este primeiro ponto é definido, e movendo o mouse vai ver como uma linha
do tempo mostra como ele está se tornando o primeiro segmento da polilinha.

3. Posicione o cursor na posição onde pretende terminar este segmento, e novamente pressione o botão
esquerdo do mouse. Veja como desenhado este primeiro segmento, e movendo o mouse vai ver uma
linha do tempo que mostra como será o segundo segmento de polilinha.

4. Posicione o cursor na posição onde pretende terminar este segmento, e novamente pressione o botão
esquerdo do mouse. Será o segundo segmento definido poligonal. Assim, podemos continuar até que
sejam concluídas todas as seções.

5. Depois de ter definido todos os vértices, e quer terminar o polígono, você deve acessar o menu de
contexto com o botão direito do mouse e selecione "TERMINAR". Desta forma, você vai ver criou o novo
tipo de recurso polilinha, e como ele foi selecionado. Se o polígono tem mais de dois vértices, também
podemos terminar a definição, a opção "Close", que irá adicionar um segmento de polilinha juntar o
vértice inicial até o fim. Com isso, o polígono será fechada, pode apresentar propriedades de
enchimento. As propriedades que serão criadas com o novo polígono, de corresponder aos indicados na
barra de propriedades.

As operações de edição apoiada por uma polilinha 2D

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As operações de edição apoiada por uma polilinha 3D

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

8.5. Retângulo

Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "polilinha" na área de desenho. Um retângulo é
meramente um segmentos polilinha fechada quatro ângulos retos. Esta entidade suporta quatro propriedades
de desenho:

• Cor do traço,
• Estilo de traço,
• Cor de preenchimento,
• Estilo de preenchimento.
Estas Propriedades podem ser atribuídas usando a barra de propriedades. Quando a entidade é criada, leva as
propriedades padrão listados nesta barra.

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Procedimento de Desenhos

1. Acesse a opção de menu "Desenhar / Retângulo", ou com botão correspondente na barra de


ferramentas Desenho. O cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em posição de escolher os
cantos opostos do retângulo:

2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o primeiro vértice, e pressione o
botão esquerdo do mouse. Este será definido, e movendo o mouse vai ver como um retângulo
temporária mostra como ele está se tornando a entidade.

3. Posicione o cursor na posição onde você deseja definir o canto oposto, e pressione o botão esquerdo
do mouse. Você vai ver como a nova entidade criada tipo retângulo, e como ele foi selecionado. As
propriedades que criaram o novo retângulo teve corresponder aos indicados na barra de propriedades.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.6. Polígono
Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "polígono regular" na área de desenho. Um
polígono regular é simplesmente uma polilinha fechada da igualdade de segmentos ângulos iguais entre eles.
Assim, esta entidade suporta quatro propriedades de desenho:

• Cor do traço,
• Estilo de traço,
• Cor de preenchimento,
• Estilo de preenchimento.
Estas Propriedades podem ser atribuídas usando a barra de propriedades. Quando a entidade é criada, leva as
propriedades padrão listados nesta barra.

O programa pode gerar polígonos regulares, indicando o número de lados em uma caixa de diálogo, bem como
a definição na área do desenho de um deles.

1. Acessar o item de menu "Desenhar / Polígono", ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho. Aparecerá na época a caixa de diálogo "Polígono regular", no qual você pode especificar o
número de lados do polígono. Uma vez validada a janela, o cursor do mouse irá mudar a sua aparência,
estar em condições de escolher os vértices do segmento que vai definir um dos lados do polígono.

2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o primeiro vértice, e pressione o
botão esquerdo. Este será definido, e movendo o mouse vai ver como um polígono temporária mostra
como a entidade será deixado.

3. Posicione o cursor na posição onde você deseja definir o segundo vértice do lado do polígono e
pressione o botão esquerdo. Você vai ver como a nova entidade criada tipo polígono regular, e como
ele foi selecionado. As propriedades que criou o novo polígono de corresponder aos indicados na barra
de propriedades.

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Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

8.7. União
Opção de menu que permite desenhar uma entidade de "união" tipo na área de desenho. É uma entidade
que pode juntar-se outros dois através de seus pontos de conexão. Consiste de um par de setas que estão
alinhados, e originários no ponto de conexão de cada entidade que está ligada. Ele serve para ligar duas
entidades sem ter que desenhar uma linha a partir do primeiro ao último. Assim, no desenho, é uma referência
de seta que indica a relação entre duas entidades.

No exemplo acima, vemos uma linha vermelha ligada por uma ligação verde com outra linha azul. Como
sabemos, uma linha tem dois pontos de conexão, que corresponde ao ponto de partida e ponto final. Esta ligação
permite ligar o segundo ponto de ligação da primeira linha com o primeiro ponto de ligação do segundo.

Neste outro exemplo, vemos diferentes símbolos ligados entre si por ligações desenhados em laranja.

Se as entidades que mantêm a união são modificadas, este mesmo modo é alterado, ou seja, se nós nos
movemos uma das entidades, a união vai passar também manter a conexão definida. O ponto de partida e o
ponto final da ligação sempre corresponder ao ponto de conexão de cada uma das entidades ligadas. No
entanto, o ponto de ligação da entidade ligada pode ser mudado para um outro ponto de ligação que tem esta
entidade definida através da seleção de vértices.

Ligações são úteis especialmente para representar os postes em instalações, assim você pode colocar os
diferentes andares no mesmo desenho, mas não se sobrepõem, e utilizar estas ligações para representar os
pilares da instalação.

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Para efeito de cálculo, as ligações têm o mesmo comportamento como linhas e polilinhas. É importante
para forçar o comprimento desses elementos, em que o comprimento do desenho para estes casos geralmente
não é verdade, uma vez que corresponde à separação das plantas no próprio desenho e não para a dimensão
real de separação entre eles.

Procedimento de Uso

1. Antes de acessar a opção menu, selecione as duas entidades que deseja vincular. Eles devem
corresponder a entidades de linha de tipo, polilinha, ou símbolo, uma vez que apenas essas entidades
podem ser vinculados.

2. Ao acessar o menu opção "Desenhar / União”. Automaticamente, as duas entidades selecionadas será
acompanhado pelo nova União. Os pontos de conexão ligação em cada entidade são automaticamente
escolhido, usando como critério a proximidade entre eles.

3. A nova entidade será selecionada automaticamente. Se o modo de seleção está ativo é o vértice, você
pode selecionar as alças para modificara União entidade criada. As alças que estão na base das setas
permitem alterar o ponto de ligação da entidade ligada a partir de onde a ligação. Aqueles encontrados
nas pontas das setas permite modificar o tamanho da mesma.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.8. Circulo

Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "círculo" na área de desenho. Entendemos
círculo do lócus de todos os pontos equidistantes de uma certa distância a partir de um determinado ponto. Na
distância que chamamos de rádio, e ao ponto, centro. Um círculo, então, é definido pelas coordenadas do seu
centro, e do tamanho do seu raio.

As entidades deste tipo, sendo fechado quatro propriedades aceitar desenho:

• Cor e estilo de Traço


• Cor e o estilo do preenchimento.
Estas propriedades podem ser atribuídas usando a barra de propriedades. Quando uma entidade é criada,
ela leva as propriedades padrão listados nesta barra.

Procedimento de Desenho

1. Acessar o item de menu "Desenhar / Círculo", ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho. O cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em posição de escolher o centro e raio do
círculo:

2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o centro e pressione o botão
esquerdo. Este será definido, e movendo o mouse vai ver como um círculo temporária mostra como
está se tornando a entidade. O raio do círculo será actualizada em função da distância entre o centro e
a posição corrente do cursor.

3. Posicione o cursor na posição onde você quer consertar o rádio, e pressione o botão esquerdo do mouse.
Você vai ver como a nova entidade criada tipo de círculo, e como ele foi selecionado. As propriedades
que criou o novo círculo, de corresponder aos indicados na barra de propriedades.

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NOTA: Na etapa 2, você pode usar a caixa de diálogo de introduzir manualmente as coordenadas para
inserir diretamente o raio em unidades de desenho. Esta opção é encontrado no menu contextual ou
pressionando a tecla M. Para este fim, deve utilizar as coordenadas relativas e polares, e como um
módulo, especificar o raio do círculo. Como você pode inserir o argumento pretende, por qualquer
ângulo que é válido.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

8.9. Arco
Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "arco" na área de desenho. Definimos uma
porção de arco de circunferência, a qual é definida por um centro, um raio, um ângulo inicial e um ângulo final.

Uma entidade deste tipo suporta duas propriedades:

• cor do traço,
• estilo de traçado.

Ambas as propriedades podem ser atribuídas usando a barra de propriedades. Quando a entidade é criada, leva
as propriedades padrão listados nesta barra.

Procedimento de Desenho

1. Ao acessar a opção do menu "Desenhar / Arco", ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho. O cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em uma posição para definir os
parâmetros que definem o arco:

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2. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o centro e pressione o botão
esquerdo do mouse. Isto irá ser definido, e ao mover o mouse verá como um cronograma segmento
mostra como vai ser o raio do arco.

3. Posicione o cursor na posição onde deseja definir o ponto inicial do arco e pressione o botão esquerdo
do mouse. Neste momento você irá definir o raio do arco e seu ângulo inicial, e movendo o mouse você
vai ver como ele está se tornando o arco.

4. Mova o cursor para a posição onde pretende definir o ponto final do arco e pressione o botão esquerdo
do mouse. Você vai ver como a nova entidade criada tipo de arco, e como ele foi selecionado. As
propriedades que criou o novo arco, de corresponder aos indicados na barra de propriedades.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.10. Texto
Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "texto" na área de desenho. É uma entidade
que pode exibir texto no plano de desenho. Cada entidade do tipo texto apresenta o texto em uma única linha.

Esta entidade suporta as seguintes propriedades de desenho:

• Cor do texto,
• Cor de fundo,
• Tamanho da fonte,
• Tipo de fonte e
• Efeitos.
Propriedades Sendas pode ser atribuído usando a barra de propriedades e através da opção de textos Editar /
Propriedades.

Procedimento de Desenho

1. Opção do menu de acesso "Desenhar / Texto", ou o botão correspondente na barra de


ferramentas Desenho. aparecerá na quadro de diálogo "Propriedades de texto", na qual é
possível inserir texto e especifique os seus atributos (altura, cor, fonte e efeitos). Uma vez
validado o diálogo, o cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em posição de
escolher a posição do texto.

2. Enquanto se move o mouse verá um retângulo temporária indicando a posição que levaria
o texto se você pressionar o botão do mouse nesse momento. Será, portanto, em condições
de definir o ponto de inserção do texto. Basta pressionar o botão esquerdo do mouse
enquanto você tem o cursor na posição desejada para que o texto é fixo, e agora pode
definir o ângulo de rotação.

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3. Você vai ver, mais uma vez movendo o mouse, o retângulo identificando o texto está
tomando diferentes estados rotacionais, o que corresponde ao ângulo formado pelo
segmento que une o ponto de inserção e o ponto atual onde o cursor do mouse é. Pressione
o botão principal, e observe que o texto será criado com o ângulo de rotação definido. Você
pode definir os valores do ângulo de rotação de 0 °, 90 °, 180 ° e 360 °, acessar as opções do
menu de contexto correspondente.

As operações de edição suportados pelos textos

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.11. Etiqueta
Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo "etiqueta" na área de desenho. A etiqueta é
um tipo de entidade que apresenta o texto em uma caixa cuja borda é interior de cor amarela preto e luz. Ele
serve como um marcador para identificação de determinadas partes do desenho.

Esta entidade suporta as seguintes propriedades de desenho:

• Cor do texto,
• Tamanho da fonte,
• Tipo de fonte e
• Efeitos.
Propriedades Sendas pode ser atribuído usando a barra de propriedades e através da opção de textos Editar /
Propriedades.

Procedimento de Desenho
a. Opção do menu de acesso "Desenhar / etiqueta", ou o botão correspondente na barra de
ferramentas Desenho. Aparecerá na quadro de diálogo "Propriedades de texto", na qual é
possível inserir texto e especifique os seus atributos (altura, cor, fonte e efeitos). Uma vez
validado o diálogo, o cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em posição de escolher
a posição da etiqueta.

b. Enquanto se move o mouse verá um retângulo temporária indicando a posição que levaria o
rótulo se você pressionar o botão do mouse na época. Será, portanto, em posição de definir o
ponto de inserção. Basta pressionar o botão esquerdo do mouse enquanto você tem o cursor
na posição desejada para a etiqueta é fixa, e agora pode definir o ângulo de rotação.
c. Você vai ver, mais uma vez movendo o mouse, o retângulo identificando o rótulo está tomando
diferentes estados rotacionais, o que corresponde ao ângulo formado pelo segmento que une
o ponto de inserção e o ponto atual onde o está cursor do mouse. Pressione o botão principal,
e note que o rótulo será criado com o ângulo de rotação definido. Você pode definir os valores
do ângulo de rotação de 0 °, 90 °, 180 ° e 360 °, acessar as opções do menu de contexto
correspondente.

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Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal
• Edição/Ferramentas de texto

8.12. Cota
Opção de menu que permite desenhar entidades, tais como "cota linear" na área de desenho. A dimensão
linear é um tipo de entidade que permite distâncias estreitas entre dois pontos de referência, e é desenhado no
estilo que tem associado dimensão. Abaixo diferentes exemplos de dimensões lineares são representados:

Por dimensões padrão são horizontal ou vertical, se você quiser criar uma cota alinhada, você deve ativar a
opção correspondente no menu de contexto:

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Propriedades

A caixa de propriedades de uma cota linear contém duas opções: Texto: Digite aqui um texto se você deseja
substituir o peitoral. Estilo: Neste drop-down, você pode selecionar um estilo de cota. Para criar ou editar estilos
de dimensão, vá para Ferramentas> Estilos de Cotação.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal
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8.13. Ponteiro

Opção de menu que permite desenhar uma entidade do tipo ponteiro na área de desenho. O
ponteiro é um tipo de entidade que pode inserir um texto que se refere a um ponto específico no plano,
e que é desenhado no estilo que tem associado dimensão. Um exemplo de ponteiro representa:

Propriedades
• Duplo clique sobre o ponteiro acessa a mesma caixa de propriedades, que é igual à cota linear:

• Texto: O texto que aparece representado no ponteiro


• Estilo: Neste drop-down, você pode selecionar um estilo de cota. Para criar ou editar estilos de
dimensão, vá para Ferramentas> Estilos Cotação.

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Temas relacionados

• A seleção de entidades
• Propriedades dimensões
• Estilos de dimensionamento
• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Ferramentas / network Definir
• Ferramentas / Ortogonal

8.14. Símbolo

Opção de menu que permite que você insira uma entidade do tipo "símbolo" na área de desenho. Um
símbolo é uma entidade composta por um conjunto definido de entidades simples, e identificada por um nome.
A definição de cada símbolo é armazenado na memória e pode inserir referências a esse símbolo quando quiser.
Além disso, cada símbolo de referência pode ser o mesmo inserido numa escala diferente, e com um ângulo
diferente de rotação.

Você pode definir novo símbolo através da opção Menu de ferramentas/ Definir um novo menu de
símbolos. Além disso, você pode importar bibliotecas existentes de símbolos usando o menu Arquivo / Importar
desenho ou exportar a biblioteca do projeto atual para um arquivo usando a opção de desenho Arquivo /
Exportar. Você também pode gerenciar a biblioteca de símbolos atual usando os símbolos de opção Ferramentas
/ Gestão de símbolos.

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Desenho de símbolos 2D

1. Acessar a opção do menu “Desenhar / Símbolo", ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho ( ). Aparecerá neste momento o quadro de diálogo "Biblioteca de Símbolo", no qual você pode
selecionar o símbolo a ser inserido entre os definidos na biblioteca de símbolos:

Na parte superior da caixa há um drop-down a partir do qual você pode selecionar a categoria do símbolo, e na
parte inferior pode definir um fator de escala e a camada a que é adicionado, que por padrão será a camada
ativa. Além disso, a tabela acima tem quatro tipos de apresentação possível, você pode optar por clicar no botão
direito do mouse na caixa em si:

• Ícones: Exibe uma pequena miniatura em um ícone de 64x64 com o nome na parte inferior.
• Pequenos ícones: neste caso, as miniaturas têm um tamanho de 16x16 eo texto é exibido à direita do
símbolo.
• Lista: é semelhante à vista anterior, mas os ícones são exibidos em uma única coluna.
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• Detalhes: Este ponto de vista acrescenta à informação anterior sobre o símbolo. Além disso, você pode
classificar os símbolos em ordem alfabética, categoria ou o tamanho clicando no campo correspondente
na primeira linha:

2. Uma vez que o símbolo selecionado, e validado no quadro de diálogo, o cursor do mouse irá mudar a
sua aparência, estar em posição de escolher os parâmetros para a localização do símbolo.

3. Você verá enquanto move o mouse como o símbolo de desenho temporário se move através do plano
de desenho. É, portanto, em condições de definir o ponto de inserção do mesmo. Basta pressionar o
botão esquerdo do mouse enquanto você tem o cursor na posição desejada para as fechaduras símbolo
no lugar, e agora pode definir o seu ângulo de rotação.

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4. Você vai ver, mais uma vez movendo o mouse, o símbolo está tomando diferentes estados rotacionais,
o que corresponde ao ângulo formado pelo segmento que une o ponto de inserção e o ponto atual onde
o cursor do mouse está. Pressionando o botão à esquerda novamente, você percebe que o símbolo foi
criado com o ângulo de rotação definido. Você pode definir os valores do ângulo de rotação de 0 °, 90
°, 180 ° e 360 °, acessar as opções do menu de contexto correspondente. De qualquer maneira, uma vez
inserido um símbolo 2D, você pode girar um ângulo de + 90 ° com a tecla G

Na maioria das vezes você tem que desenhar um símbolo de cálculo em camadas e ligado à linha
entidades de tipo. Para economizar tempo, há uma opção Intercalar que permitirá que você desenhar
muito rapidamente estes símbolos ligados a linhas (ver ajuda). Esta opção é válida apenas para o
ambiente 2D.

Desenho 3D e Gerenciar símbolos

O processo é semelhante ao desenho dos símbolos 2D, mas com as seguintes diferenças:

1. O quadro de diálogo Desenho Símbolo também serve para gerir a biblioteca. Neste caso, a caixa contém
um diagrama de árvore com as categorias, a visualização dos símbolos (só é possível visualizá-lo em
64x64) e uma barra de ferramentas:
• Nova Categoria: cria uma nova categoria dentro da biblioteca (isso não é possível em símbolos 2D).
• Eliminar a categoria: excluir a categoria selecionada.
• Renomear: renomeia a categoria selecionada.
• Exportar: Salvar a biblioteca em um SB3 arquivo. Esta opção é equivalente ao desenho Arquivo /
Exportar.
• Modificar: Com esta opção, você pode mudar a referência, a descrição e localização do símbolo. A
caixa de diálogo que se abre com este botão é o mesmo que Ferramentas / Definir um novo símbolo.

• Eliminar: Eliminar o símbolo selecionado:


• Rodar Vista: Gira a vista prévia do respeito símbolo pré-visualização para os eixos
horizontal e vertical.

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2. O símbolo do ângulo de rotação será contida no plano de trabalho, e neste caso pode definir um valor
a partir da opção de menu de contexto fixar rotação.

3. Os símbolos 3D podem conter símbolos aninhados. Se você excluir uma biblioteca de símbolos
aninhados, que também irá perder o símbolo que o contém.

4. Os símbolos 3D têm a particularidade de ser capaz programado como paramétricos, que permite
modificar o desenho com base em alguns parâmetros. Por exemplo, caixões TeKton3D - HS5 são
paramétricos, e calculando a instalação são exibidos com seu tamanho real. Para criar símbolos
paramétricos 3D simplesmente usar uma das seguintes entidades:

1. Prisma paramétrica.
2. Cilindro paramétricos.
3. Esfera paramétrica.

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5. Enquanto desenha um símbolo 3D, a opção do menu de contexto Configurações-> pontos de exibição
de conexão menu contextual aparecerá no desenho temporária esferas símbolo que indica a posição
dos pontos de conexão (azul) e o ponto de inserção ( vermelho) esfera:

Com a opção seguinte de alça de encache (ou simplesmente pressionando a tecla C), você pode alterar o
ponto de inserção e pode ser usado como tal, quaisquer pontos de conexão disponíveis

As operações de edição apoiada por um símbolo

Tópicos Relacionados:
• Desenhar / Selecção por vértices.
• Interface do menu de contexto 2D
• Interface do menu 3D
• Contexto inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Pontos Vista / conexão
• Ferramentas / Ortogonal
• Ferramentas / Definir um novo símbolo
• Ferramentas /Gestão de símbolos (apenas 2D)

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8.15. Mapa de Bits

Opção de menu que permite que você insira um Mapa de bits na área de desenho.

Procedimento de Desenhos

1. Opção do menu de acesso "Desenhar / Mapa de bits", ou o botão correspondente na barra de


ferramentas Desenho. aparecerá nesse momento o quadro de diálogo padrão de seleção de
arquivos, onde você pode selecionar qualquer arquivo que tenha qualquer um dos formatos a
seguir especificadas:

• Windows Bitmap (* .bmp; * DIB)


• Formato JPEG (* .jpg)
• GIF (Graphics Interchange Format) (* .gif)
• Formato TIFF (* .tif)
• PC Paintbrush (* PCX)
• O formato PNG (* .png)
• Targa (* .tga)
• Metarquivo avançado (* .emf)
• Windows Metafile (* .wmf)
• Encapsulated PostScript (* .ai)
• Ícone de Windows (* .ico)

2. Você pode assistir enquanto você move o mouse como os temporários movimentos bitmap
retângulo através do plano de desenho. É, portanto, numa posição para definir o ponto de
inserção do mapa de bits, o que vai corresponder ao canto superior esquerdo dos mesmos.
Basta pressionar o botão esquerdo do mouse enquanto você tem o cursor na posição desejada
para o bitmap se encaixe no lugar.

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Propriedades

Clicando duas vezes em um bitmap, acessar a sua caixa de propriedades, a partir do qual você pode definir o
tamanho e a posição da imagem:

• Posição: Indica a distância, em unidades de desenho, a origem das coordenadas.


• Tamanho: é o tamanho, em unidades de desenho (geralmente metros), o mapa de bits.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro
• Ferramentas / Ortogonal

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8.16. Gráfica

Esta opção está disponível em todos os programas com interface 2D, a partir do menu de contexto, ou com as
barras de ferramentas gráficas.

Descrição
Permite introduzir um gráfico 2D a partir das coordenadas X-Y na área de desenho da aplicação.

A caixa de diálogo contém quatro guias:

• Tipo de Gráfico: Neste guia, você pode escolher a partir de um gráfico de linha ou um barra.
• Série: Aqui você deve digitar os valores que definem o gráfico. Existem dois tipos de conjuntos de valores
definidos por: os pares de valores definidos por cadeia - valor. A primeira baseia-se num conjunto de
pares que X-Y representa o modo de coordenadas num gráfico linear. Este último só representam os
valores numéricos de um eixo, enquanto que no outro estes valores são agrupados por categorias, este
conjunto de valores pode ser associada com as duas linhas de barra gráfica. As seguintes figuras

• Eixos: Neste guia, você pode definir o formato dos eixos, rótulos e linhas de grade do gráfico.
• Títulos: Você pode definir um título para o gráfico inteiro e para cada um dos eixos.

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Desenhar um gráfico de pares de valores

Selecione Linhas no separador "Tipo de gráfico".

No separador "série" escolher pares de valores na parte inferior da janela. Em seguida, clique em Adicionar para
criar uma série.

Quando você adicionar um número, o diálogo "Edição Series" é exibida:

Clicando na caixa botões, uma lista drop-down semelhante ao usado na barra de ferramentas gráficas. Para
acessar diretamente a caixa de seleção de cores, clique no botão direito do mouse.

• Estilo Ponto: Defina aqui o marcador que deseja incluir em cada par de valores. Para estes marcadores
que representam os "desenhar pontos" caixa de diálogo principal deve ser ativada.
• Nome da série: Este nome irá identificar a série entre disponíveis na caixa "Series" guia principal de
diálogo.
• Associado com o título da série: Este é o nome que aparece na legenda, se houver, do gráfico.
• Pontos de edição Series: Este quadro deve definir o valor pares X-Y.
• As propriedades do desenho: Este botão acessa uma pequena caixa onde você pode definir a cor, estilo
de linha e preencha estilo da série.

Uma vez definida a série, você pode formatar o gráfico:

• Na aba "Series" você tem as seguintes opções:


• Desenhar pontos: Com este marcadores de células ativas definidas na caixa "Editar série" em cada par
de valores definidos são desenhados.
• Mostrar Legenda: Esta opção faz com que uma pequena legenda é desenhado no gráfico (na posição
indicada pelo utilizador), em que o título da série com a sua cor se refere. Se os pontos são plotados,
também aparecem na legenda. Ao clicar em "Propriedades etiquetas" você pode definir o tipo de letra,
tamanho e estilo de texto (consulte Propriedades do texto).
• Na aba "Eixos" você pode ajustar o formato de eixos:

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• Definição das divisões: Nessa caixa, você pode definir o número de divisões a serem executadas em cada
um dos eixos que entram diretamente o número ou indiretamente, indicando o tamanho do passo.
• Valor eixos: Com estas caixas vão ativar a representação dos eixos de valores.
• Prolongar as linhas de grelha: Esta opção faz com que em cada divisão de um eixo paralelo ao outro eixo
que pode servir como uma linha de referência é tirada.
• Na aba "Títulos" você pode atribuir aos títulos eixos e gráficos em geral.

Desenhar uma cadeia de gráfico de pares – valor

1. Na guia "tipo de gráfico" é possível selecionar ambas as linhas e barras. Vá até a aba "Series" e selecione
"Pares cadeia - valor" na parte inferior da janela.

2. Clique em categorias para definir a lista de grupos de valores que definem o gráfico, como "Janeiro" -
"Fevereiro" - "Março" ... Antes de começar a definir as categorias, a indicação do eixo (X ou Y)
agrupamento é feito (para os outros valores serão representados).

3. Clique em Adicionar para criar uma nova série. O procedimento é exatamente como no caso de gráficos
definidos por pares de valores (ver), com a diferença de que os valores de uma das colunas para as
categorias definidas na etapa anterior são substituídos no caso presente:

Uma vez definida a série, você pode definir o formato de gráfico na mesma forma que para gráficos de pares de
valores

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8.17. Sombreamento

Descrição
Esta opção cria no desenho, a partir de um certo número de contornos, um sombreado. Na interface de
2D temos dois tipos de sombreamento:

• O enchimento pode ser definido como uma propriedade dos poligonais fechadas a partir de gráficos
de barras das ferramentas. Este é um modelo padrão de Windows que enche o interior das linhas,
e o seu tamanho, em pixels, é constante. Assim, quando o zoom variar, aparecerá que o tamanho
do material de enchimento variarão em relação ao tamanho do contorno.

• Sombreado é uma entidade própria do desenho, o que pode ser definido a partir de contornos,
fechados ou não. Como uma entidade independente, é possível fazer com ele as operações não
permitidas com o enchimento, como eu movê-lo, quebrá-lo para baixo, camada de mudança, etc.
Ao preencher poderia ser definido apenas em polilinhas fechadas, o sombreamento pode ser
definida em qualquer linha ou polígono.

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Método de utilização

Para desenhar uma sombra, selecione uma ou mais linhas (ou polilinhas) e clique no botão . É exibida uma
caixa onde você pode escolher o padrão, escala e ângulo de enchimento.

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Tenha em conta que:

• Se um contorno fechado tem outro no interior, o programa irá detectá-lo como uma "ilha"
e não vai preenche-los.

• Se dois contornos fechados intersectam, se detectará área comum, tal como uma ilha é
detectado, como no caso anterior.

Sombreamento é associativa, ou seja, se não for movida de seu lugar original com algumas das
ferramentas de edição ( Mover / Duplicar / Simetria / Escalar / Girar),
sombreamento permanecem associados contornos do que foi definido. Então, se você editar estes
contornos, mudança sombreamento e se adaptar a elas. Esta parceria vai funcionar mesmo em
sombreados com ilhas.

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8.18. Rascunho

Opção de menu que permite desenhar livremente na área de desenho.

Procedimento de Desenhos

1. Opção do menu de acesso "Desenhar / Rascunho", ou o botão correspondente na barra de ferramentas


Desenho. O cursor do mouse irá mudar a sua aparência, estar em uma posição para desenhar
diretamente na tela:

2. Pressione o botão do mouse e, sem liberá-lo, movê-lo para desenhar. Mantendo pressionado o botão,
você será desenhar livremente na tela. No momento em que você solta o botão é como se levantar o
lápis do papel, ou seja, como se estivesse desenhando.

3. Acesse o menu contextual, pressionando o botão direito do mouse e selecione Cancelar para sair da
ferramenta de esboço e recuperar a ferramenta de seleção. Você também pode deixar essa ferramenta
pressionando a tecla ESC.

• NOTA 1: As linhas serão desenhadas com a cor e o estilo selecionado como atual na linha Barra de
propriedades.

• NOTA 2: Todos os cursos são desenhados com tipo este entidades ferramenta 'polilinha', e como
tal, eles podem ser selecionados e editados com diferentes ferramentas de edição.

Temas relacionados

• Desenhar / Seleção por vértices.


• Menu de contexto
• Inserir manualmente as coordenadas
• Quadro

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Capitulo 09 – Menu Dados

Dados Assistente
Esta opção mostra o Quadro de diálogo Assistente para a introdução de dados que permitirá a você
arrancar as opções de ajuda para a entrada de dados do programa. Aperte “Sim” para iniciar o
assistente e “Não” para sair sem variações.
O Assistente consiste em páginas de ajuda onde se enumeram os passos para iniciar um novo projeto.
Cada passo contém indicações para sua utilização, ligações a outras páginas relacionadas e botões de
acesso rápido as opções de menu.
O Quadro de diálogo também contém a opção “Voltar a mostrar esta mensagem para cada novo
documento”. Se está ativada provoca que cada vez que se aperte a opção Arquivo Novo, o programa
oferece a possibilidade de utilizar o assistente para a entrada de dados.
Dados reconhecer curvas de nível
O programa conta com a possibilidade de converter polilinhas importadas de um plano DXF em curvas
de nível tridimensionais (quer dizer, com a cota Z definida). Estas polilinhas pode estar no mesmo plano
importado para o projeto ou se pode voltar a importar outro plano DXF que contenham a topografia.
O seguinte passo é selecionar com o mouse as polilinhas que interessem converter em linhas de nível
e apertar esta opção. Automaticamente estas linhas passam a camada de cálculo de cotas. Se as
polilinhas originais do dxf tiveram a informação de altura de cota está se recolheria nas curvas de nível,
em caso contrário haveria que introduzi-la manualmente.
Nota: Pode ser o caso de que algumas polilinhas originais tiveram mal definidas sua cota de altura, por
exemplo, que seus pontos tiveram diferentes cotas, neste caso o programa avisa a existência destas
polilinhas que ficariam visíveis em sua camada original (o resto de polilinhas corretas terão passado a
camada de cotas.) Para corrigi-las deverá selecionar uma a uma as polilinhas erradas, editar as
Propriedades de desenho com um duplo clique, alterar a camada de cotas e a seguir apertar a opção
de Propriedades para atribuir à altura de cota. A polilinha corrigida passa automaticamente a camada
de cotas. Repetir este processo com o resto de polilinhas erradas.
Posteriormente poderá voltar a modificar a altura de cota das curvas de nível calculadas. Para fazer
isto, faça duplo clique sobre cada uma das curvas de nível que está na camada de cotas, introduzindo
sua altura no Quadro de propriedades que aparece.
Dados simplificar curvas de nível
Simplifica a geometria das entidades selecionadas, quer dizer reduz o número de pontos da polilinha.
Isto permite aumentar a velocidade do cálculo de cotas, porém pode reduzir a precisão do valor de
cota de terreno calculada.

Deverá selecionar com o mouse as polilinhas que interessem simplificar e apertar esta opção. Mediante
um diálogo se solicitará a comprimento mínima do segmento, a maior comprimento menor número
de pontos e por tanto aumenta a simplificação da geometria.

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É aconselhável quando o plano importado contém linhas de nível com um elevado número de pontos
separados em poucos centímetros. Se pode reduzir os pontos sem perder precisão aumentando a
separação cada médio metro.
Entidade selecionada
O programa mostra um Quadro de diálogo com as propriedades da entidade atualmente selecionada
na área de desenho.
O diálogo de propriedades se abre dentro da barra de projeto e permanece aberta até que selecione
outro elemento ou se anule a seleção na área de desenho. As alterações efetuadas no diálogo se
guardam automaticamente no documento sem necessidade de aceitá-lo.
Diâmetros
O programa permite calcular ou forçar os diâmetros de algumas ou todas as tubulações.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Ativar automático
Esta opção desativa o parâmetro Forçar seção dos elementos de tubulação o qual permitirá calcular
pré-dimensionamento. O valor atual permanecerá até um novo cálculo de pré-dimensionamento.
Fixar os valores calculados
Esta opção ativa o parâmetro Forçar seção dos elementos de tubulação o qual permite conservar
permanentemente seu valor e não terá efeito em futuros cálculos de pré-dimensionamento.
Posteriormente poderá alterar manualmente o diâmetro de qualquer tramo editando seu diálogo de
propriedades.
Fixar novo valor
Esta opção permite selecionar comodamente desde uma estrutura hierárquica de menu uma serie e
seção o diâmetro especifico para os tramos selecionados. A série e diâmetro ficará permanente em
todos os tramos e não terá efeito em futuros cálculos de pré-dimensionamento.
Profundidades
O programa permite calcular ou forçar as profundidades de alguns ou todos os elementos de rede.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Ativar automático
Esta opção desativa o parâmetro Profundidade dos elementos de tubulação, poços, Contribuições,
Contribuições de rede e Sumidouros selecionados o qual permitirá calcular pré-dimensionamento.

O valor atual permanecerá até um novo cálculo de pré-dimensionamento.

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Fixar os valores calculados


Esta opção ativa o parâmetro Profundidade dos elementos de tubulação, poços, Contribuições,
Contribuições de rede e Sumidouros selecionados o qual permite conservar permanentemente seu
valor e não terá efeito em futuros cálculos de pré-dimensionamento.
Posteriormente poderá alterar manualmente ou profundidade de qualquer elemento editando seu
diálogo de propriedades.
Inclinações
O programa permite calcular o forçar as inclinações de algumas ou todas as tubulações da rede.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Ativar automático
Esta opção desativa o parâmetro inclinação dos elementos de tubulação selecionados o qual permitirá
calcular pré-dimensionamento.
O valor atual permanecerá até um novo cálculo de pré-dimensionamento.
Fixar os valores calculados
Esta opção ativa o parâmetro inclinação dos elementos de tubulação selecionados o qual permite
conservar permanentemente seu valor e não terá efeito em futuros cálculos de pré-dimensionamento.
Posteriormente poderá alterar manualmente a inclinação de qualquer elemento editando seu diálogo
de propriedades.
Poços
O programa permite forçar o anular empate das tubulações de entrada e saída em alguns poços o toda
a instalação da rede.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Ativar empate
Esta opção ativa o parâmetro Forçar empate ao mesmo tempo que designa a porcentagem
correspondente dos elementos selecionados o qual força continuidade da linha de tubulações e
converte aos poços em poços de registro.
Se mostra um diálogo para introduzir a porcentagem, quer dizer, a altura relativa da linha de empate,
em relação da altura da seção, expressada em tanto por cento. O empate se define como a linha em
perfil que permanece invariável em uma alteração de seção. Os empates mais habituais são os
seguintes:

· Empate por cota clave (100%): se fazem corresponder as cotas das claves dos coletores que confluem.
Da um perfil de tipo soleira quebrada e espinha continuo. Este tipo de união é adequado para coletores
menores de 900 mm e regime subcrítico.

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· Empate por soleira (0%): se dá continuidade as soleiras dos coletores. Da um perfil denominado de
soleira continua e espinha quebrado. É mais simples de executar, porém se tem risco de provocar um
fechamento hidráulico.
· Empate pela linha de energia: se igualam as cotas da linha de energia dos coletores confluentes no
poço. Este tipo de empate é o que melhor comportamento hidráulico tem, já que vem dado pelo
funcionamento hidráulico da rede, não por sua geometria. Entretanto apenas se pode estabelecer para
um estado de funcionamento determinado dos muitos aos que trabalha a rede. O programa SUwinBR
não faz este tipo de empate.
· Empate pelo 80% dos diâmetros: Se faz coincidir as linhas a uma altura do 80% da altura total dos
coletores. Este empate, definido pela geometria, é mais simples de estabelecer e seu resultado é o
mais aproximado ao de empate pela linha de energia.
Desativar empate
Esta opção desativa o parâmetro Forçar empate dos elementos selecionados o qual permite converter
o poço em poço com ressalto.
Posteriormente poderá indicar o ressalto alterando manualmente as cotas de entrada e saída do poço
do diálogo de propriedades do mesmo.
Modificar residuais de Contribuições
O programa permite alterar os dados para calcular vazões residuais em algumas Contribuições o toda
a instalação da rede.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Se mostra o diálogo de propriedades para residuais. Os dados que se fixem em este diálogo se copiaram
a todos os elementos selecionados.
Modificar pluviais de Sumidouros e Contribuições
O programa permite alterar os dados para calcular vazões de agua de chuva em alguns Sumidouros
e/ou Contribuições ou toda a instalação da rede.
Selecione previamente os elementos que precisem alteração, em caso de efetua-lo sobre toda a
instalação anule qualquer seleção na área de desenho.
Se mostra o diálogo de propriedades para área de contribuição. Os dados que se fixem em este diálogo
se copiaram a todos os elementos selecionados.
Modificar inclinações, cotas e profundidades em um ramal
Esta opção permitirá obter uma inclinação única para um conjunto de tramos de tubulações e poços
conectados no sentido da agua.
Está disponível tanto na vista de plano de desenho da rede como na vista de um perfil longitudinal de
um ramal.

Vista plano de desenho da rede


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Desde a vista principal de desenho da rede poderá calcular uma inclinação única desde qualquer
elemento de rede até o vertedor final selecionando previamente este elemento situado aguas acima e
clicando a seguir esta opção, modificar inclinação de um ramal, para alterar a inclinação.
Alternativamente poderá calcular a inclinação para um conjunto de tramos de tubulação entre dois
elementos de rede afastados, porém conectados no sentido do agua. Para selecionar os dois elementos
mantenha apertada a tecla SHIFT enquanto faz clique sobre os dois elementos a selecionar e aperte a
seguir a opção Modificar inclinação de um ramal para modificar a inclinação.
Vista perfil longitudinal de um ramal
Para alterar a inclinação desde um perfil longitudinal de um ramal completo ou parte do mesmo deverá
selecionar este ramal localizado na arvore de projeto, se não existe, deverá definir um ramal, ao apertar
um elemento de tipo ramal se mostrará na vista da aplicação o perfil longitudinal correspondente a
este ramal.
Uma vez visualizado o perfil longitudinal de um ramal então poderá modificar a inclinação clicando a
opção Modificar inclinação de um ramal.
Se mostra o seguinte diálogo
Diálogo para modificar inclinações, cotas e profundidades em um ramal
Calcular inclinações e profundidades: Esta opção permite calcular uma única inclinação fixando os
elementos extremos aguas acima e abaixo e sus respetivas profundidades. Também deverá forçar a
porcentagem de empate da tubulação de entrada e saída em cada poço intermediário, este empate é
necessário para conseguir uma inclinação uniforme ao longo do ramal.
Forçar inclinações para calcular cotas e profundidades: Esta opção permite atribuir manualmente uma
única inclinação para todo o ramal e conhecida a profundidade de um ponto extremo se calcula as
profundidades dos pontos intermediários assim como do elemento extremo oposto.
Existem três possibilidades para calcular as profundidades intermedias:
Forçar a mesma profundidade de entrada em cada tramo de tubulação: Forçando a mesma
profundidade ao início de cada tramo e conhecida a inclinação se calcula a profundidade no ponto de
saída. Com isto se consegue poços com ressalto, rompendo a continuidade das tubulações no ramal.
Para o qual deverá indicar esta profundidade.
Forçar a mesma profundidade de saída em cada tramo de tubulação: Igual que o caso anterior, porém
indicando a mesma profundidade no ponto de saída em todos os tramos.
Forçar inclinação continua com o mesmo empate: conhecida a inclinação e a profundidade de um
elemento extremo aguas acima o aguas abaixo se calcula as profundidades intermediarias e do
elemento extremo oposto. Neste caso deverá fixar a profundidade ou do elemento aguas acima ou o
elemento aguas abaixo marcando seu correspondente opção Forçar.
Forçar inclinação: Em função da opção escolhida poderá atribuir uma inclinação única.
A inclinação é a relação que existe entre o desnível do ponto de entrada a saída do tramo de tubulação
e a distância em horizontal em estes extremos,
A inclinação se expressa em tantos por cento, quer dizer, a distância em horizontal é a 100 como
distancia em vertical é a X, o seja: Distancia em vertical * 100 / Distancia em horizontal = Inclinação%
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Forçar empate: Em função da opção escolhida poderá atribuir um empate em todos os poços
intermediários.
Neste campo se introduz a altura relativa da linha de empate, em relação da altura da seção,
expressada em tanto por cento. O empate se define como a linha em perfil que permanece invariável
em uma alteração de seção. Os empates mais habituais são os seguintes:
· Empate por cota clave (100%): se fazem corresponder as cotas das claves dos coletores que confluem.
Da um perfil de tipo soleira quebrada e espinha continuo. Este tipo de união é adequado para coletores
menores de 900 mm e regime subcrítico.
· Empate por soleira (0%): se dá continuidade as soleiras dos coletores. Da um perfil denominado de
soleira continua e espinha quebrado. É mais simples de executar, porém se tem risco de provocar um
fechamento hidráulico.
· Empate pela linha de energia: se igualam as cotas da linha de energia dos coletores confluentes no
poço. Este tipo de empate é o que melhor comportamento hidráulico tem, já que vem dado pelo
funcionamento hidráulico da rede, no por sua geometria. Entretanto apenas se pode estabelecer para
um estado de funcionamento determinado dos muitos aos que trabalha a rede. O programa SUwinBR
não faz este tipo de empate.
· Empate pelo 80% dos diâmetros: Se faz coincidir as linhas a uma altura do 80% da altura total dos
coletores. Este empate, definido pela geometria, é mais simples de estabelecer e seu resultado é o
mais aproximado ao de empate pela linha de energia.
Elemento: Poderá decidir o primeiro elemento aguas acima até o último elemento aguas abaixo para
calcular a inclinação única. Se deseja fazê-lo para o ramal completo pude deixar os valores padrão. Para
alterar inclinação a uma parte do ramal indique manualmente os elementos selecionando-os das
correspondentes listas.
No caso de optar pela opção Forçar inclinação continua com o mesmo empate deverá também forçar
um dos elementos extremos aguas acima o aguas abaixo.
Cota / Profundidade: Estas duas opções permitem, para todos os casos anterior, introduzir ou o dado
de cota ou o dado de profundidade. Padrão está ativada a opção profundidade.
Escalar símbolos de poços, Contribuições e Sumidouros
Esta opção permite aumentar ou diminuir o tamanho dos símbolos selecionados no plano, com o
objeto de destacar visualmente sua presença no desenho da rede.
Esta ferramenta é uma especialização dá a opção Editar->Escalar, de propósito geral, a qual calcula as
conexões com os elementos coincidentes alterando sua posição para manter a estrutura da rede intata.
A alteração de tamanho não afeta ao cálculo da geometria da rede, quer dizer, os poços conservam a
mesma posição e diâmetro. O comprimento de cálculo dos tramos entre dos poços também mantém
a distância original medida desde a origem de poço de entrada à origem do poço de saída restando o
raio dos respetivos poços.
Escala tamanho real símbolos de poços, Contribuições e Sumidouros
Esta opção restaura a escala real os símbolos selecionados em função do diâmetro atribuído a cada
um.
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De igual forma que a opção, Escalar símbolos, automatiza as conexões com os elementos coincidentes
sem alterar a estrutura da rede e conservando a geometria original.
Cópia de segurança
Esta opção permite ativar o sistema de salvado automático do documento aberto a intervalos de tempo
definido pelo usuário que oscila entre um mínimo de 1 minuto até um máximo de 120
Em cada intervalo de tempo se efetua uma cópia de segurança do documento com um nome de
arquivo temporário armazenando-o no diretório de execução do programa.
Se por qualquer motivo se interrompe o processo normal do programa, na próxima execução, este
carregaria automaticamente o documento que estavam em uso com sua última cópia de segurança. O
usuário decidiria se guarda a cópia de segurança recuperada no documento original.

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Capitulo 10 – Menu Ferramentas

Usamos esse comando como utilitário. Abaixo as opções disponíveis:

10.1. Ponto de Referencia (fixo).

• Âmbito.Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D.


• Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
• Descrição. Característica que serve para fazer referência a uma propriedade determinada de
uma entidade existente no desenho. Quando necessitamos introduzir as coordenadas de um
ponto no plano (por exemplo, para desenhar uma linha), podemos utilizar esta ferramenta para
tomar pontos característicos de entidades que já existem no plano. Para isso, devemos
selecionar a propriedade que necessitamos, e clicar com o mouse na entidade que queremos
extrair o ponto característico.
• Temos 10 pontos de referência diferentes.
• Nenhum. É o estado por padrão. Não faz nenhuma comprovação, selecionando o ponto
exato onde se encontra o cursor do mouse.
• Ponto final. Detecta os extremos de qualquer segmento de linha do desenho, seja uma
linha, ou um segmento pertence a uma polilinha, um retângulo, um polígono, ou um símbolo.
Além disso, também detecta os extremos de entidades de tipo arco.
• Ponto Médio. Detecta o ponto médio de qualquer segmento de linha do desenho.
• Centro. Detecta o centro de entidades de tipo arco e círculo.
• Inserção. Detecta o ponto de inserção de entidades de tipo símbolo.
• Conexão. Detecta o ponto de conexão mais próximo ao cursor do mouse.
• Intersecção. Detecta o ponto de intersecção de segmentos de linha entre si, ou com
entidades de tipo arco ou círculo. Ficam excluídos desta comprovação os segmentos de linha
pertencentes a entidades de tipo símbolo.
• Próximo. Detecta o ponto que, pertence a entidade selecionada, está mais próximo do
cursor do mouse. Este ponto mais próximo é o que resulta da intersecção entre a entidade e a
reta perpendicular através do ponto onde se localiza o cursor do mouse.
• Perpendicular: Calcula o segundo ponto de um segmento para que seja perpendicular à
entidade que seleciona o cursor do mouse. Este ponto de referência apenas é válido se estamos
definindo o segundo ponto de um segmento, pois em caso contrário, não teremos dados para
calcular a perpendicular.
• Tangente. Calcula o segundo ponto de um segmento para que seja tangente ao arco ou
círculo que seleciona o cursor do mouse. Igual que o anterior, este ponto de referência apenas
é válido se estamos definindo o segundo ponto de um segmento, pois em caso contrário, não
teremos dados para calcular a tangente.

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Podemos modificar o ponto de referência atual acessando ao menu principal Ferramentas->Ponto


de referência , ou através do menu contextual, com a opção Ponto de referência. Também é acessível
diretamente da tecla R.

Tendo selecionado um ponto de referência determinado, podemos apertar a tecla SHIFT para
desativa-lo momentaneamente. Isso durará enquanto mantemos apertada esta tecla. Ao soltar, o
ponto de referência voltará automaticamente ao anterior. Isto é muito útil para não ter que estar
continuamente modificando os pontos de referência para desenhar as entidades de desenho. Basta
manter apertada a tecla SHIFT para poder inserir um ponto que não esteja sujeito a nenhuma
referência.

Quando temos ativo um ponto de referência determinado, apenas é aceita a definição de um


ponto novo quando se encontra a referência que estamos buscando. Por exemplo, se temos ativado o
ponto final como referência, e clicamos com o mouse sobre um espaço do plano onde não existe
nenhuma entidade, ao não encontrar nenhum ponto final, o programa não toma nenhum ponto. Neste
caso, teríamos de apagar o ponto de referência, ou apertar a tecla SHIFT para desativa-lo
momentaneamente, e colocar o ponto em as coordenadas que nos interessa.

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10.2. Referência Automática.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D.

Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.

Descrição. A referência automática é uma característica comum a Interface 2D e 3D, e permite detectar
pontos característicos do desenho quando aproximamos, facilitando a tarefa de realizar desenhos. Esta
opção é acessível através de:

• O botão nas aplicações que disponham dele.


• A tecla A.
• Menu contextual->Ponto de referência->Automático->Configuração.

Ao contrário da referência fixa, desenhada para utiliza-la em casos concretos, a referência automática
está pensada para mantê-la ativa de forma continua sendo uma ferramenta que permanece "oculta"
até que exista a possibilidade de utiliza-la. Quer dizer, se em um desenho temos uma linha, e a
referência automática Final ativada, se queremos desenhar uma segunda linha, observaremos que ao
passar o mouse próximos dos pontos finais da linha existente, aparece uma pequena aspa sobre o
ponto, tal e como pode observar na imagem:

Quadro de diálogo "Referencia Automática".

O quadro de diálogo que gerencia esta opção contém as seguintes opções:

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Tipos de referência: pode marcar os tipos de referência que deseje:

• Ponto Final: busca o ponto final de linhas e vértices de polilinhas.


• Ponto Médio: busca o ponto médio de linhas e de segmentos de polilinhas.
• Centro: busca o centro de arcos, círculos e faces de cilindros.
• Inserção: busca o ponto de inserção de símbolos, que é o primeiro dos pontos de conexão
deste.
• Conexão: busca o ponto de conexão de símbolos, e pontos finais de linhas e polilinhas.
• Intersecção: busca a intersecção entre linhas e polilinhas que se cortam.
• Próximo (apenas 2D): busca um ponto contido em uma linha, polilinha, arco ou círculo próximo.
• Perpendicular: esta referência funcionará quando a entidade que está desenhando (linha,
polilinha, círculo ou arco) tenha ao menos um vértice definido. Ao utilizar a referência
perpendicular conseguirá que a linha ou segmento de polilinha que está desenhando fique
perpendicular a uma segunda.
• Tangente (apenas 2D): como no caso anterior, esta referência apenas funcionará quando tenha
um vértice definido, e com ela conseguirá que a linha ou segmento de polilinha que está
desenhando fique tangente a um arco ou círculo.

Buscar apenas em camadas de cálculo: com frequência existem no desenho entidades que não são de
cálculo as quais não é necessário fazer referência, para omitir as referências a estes elementos, ative
esta opção.

Buscar em modelo Arame (apenas 3D): Esta opção permite desativar a busca de pontos de referência
nos modelos sólidos, utilizando unicamente o modelo de arame do desenho. Por exemplo, no caso de
fechamentos, apenas se toma como referência o plano que os define, ignorando a representação sólida
que se faz sobre eles.

Buscar no interior de blocos: esta opção permite buscar referencias no interior de Símbolos.
Normalmente é recomendável (especialmente em símbolos 3D complexos) que não ative esta opção,
já que as referências a símbolos por inserção e conexão (que são realmente úteis) seguem estando
disponíveis.

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10.3. Gerenciamento de camadas.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na interface gráfica 3D.
Acesso. Esta opção é acessível através do menu Ferramentas da maior parte das aplicações, o botão

, e a tecla F4.
Descrição. Opção de menu que mostra um quadro de diálogo através do qual é possível consultar e
modificar a tabela de camadas definida na base de dados de desenho.
Na Interface 3D, poderá modificar algumas destas propriedades sem necessidade de entrar em este
quadro, fazendo uso do painel de camadas (dentro do painel de ferramentas gráficas).
O programa se inicia sempre com uma camada por padrão, que se denomina 0 (zero). Entretanto, tem
a possibilidade de definir uma lista indefinida de novas camadas.
Em cada camada poderá desenhar tantas entidades quiser. Se estas entidades possuem propriedades
'Por camada', são desenhadas com as mesmas propriedades que tem a camada a qual pertencem. Ao
ter as distintas entidades do desenho divididas em diferentes camadas, poderá utilizar as propriedades
de visibilidade, bloqueio e cálculo para tornar mais cómodo o trabalho com a interface gráfica.
Se ocultar uma camada, todas suas entidades não serão desenhadas, e apenas verá aquelas que
pertencem a camadas visíveis. Deste modo, se o desenho é muito grande, ou muito pesado, aumentará
a velocidade de desenho, e melhora claridade das demais entidades.
Se bloquear uma camada, todas suas entidades não poderão ser selecionadas, e não podem ser
modificadas. Isto evitará modificar sem querer partes do desenho que já temos consideradas
finalizadas. Além disso, facilita a seleção de entidades pertencentes a camadas não bloqueadas que
podem ficar muito próximas a outras entidades que não interessa selecionar, e que por isso seja
introduzida em camadas bloqueadas.
Sempre terá uma camada atual no desenho. A camada atual é aquela na qual é introduzida as entidades
novas que vai desenhando.

Quadro de diálogo "Gerenciamento de camadas".


Acesse a opção de menu «Ferramentas / Gerenciamento de camadas», ou o botão equivalente da
barra de ferramentas padrão da aplicação. Neste momento, aparece o quadro de diálogo
«Gerenciamento de camadas», que contém uma tabela que mostra o conjunto de camadas do
desenho. Cada coluna mostra e permite modificar uma propriedade diferente da camada representada
em cada linha:

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Tipo de camada: O ícone que acompanha o nome da camada indica o tipo de camada:

• Bloqueada pela aplicação: estas são camadas geradas de forma automática pela aplicação
e estão bloqueadas de maneira que o usuário não pode eliminar, já que são necessárias para o
correto funcionamento do programa.
• Bloqueada por pela aplicação (vazia).
• Normal: estas camadas podem ser eliminadas livremente, sem causar conflitos na
aplicação.
• Normal (vazia).
Nome: Especifica o nome da camada, que será o identificador da mesma. Não será possível criar uma
camada com o mesmo nome de uma existente.

Atual: Identifica a camada atual. Apenas pode estar ativada em uma das camadas da lista, pois
apenas uma ao mesmo tempo pode ter esta propriedade.

Visível: Esta característica controla a visibilidade das entidades que pertencem a esta camada.
Quando está ativada, as entidades ficam visíveis, e quando não está, são ocultadas.

Bloqueada: Quando esta propriedade está ativada, significa que as entidades pertencentes as
estas camadas não podem ser selecionadas, e consequentemente, não podem ser modificadas.

Cálculo: Propriedade que quando está ativada, indica que as entidades pertencentes as estas
camadas são consideradas como dados de entrada nos cálculos do programa.

Cor e estilo de traço: Cor e tipo de linha onde serão desenhadas as entidades pertencentes a esta
camada, sempre que estejam definidas com cor e tipo de linha por camada. Ao fazer um duplo clique
sobre a caixa, se abre o Quadro de Seleção de Cor.

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Cor e estilo de preenchimento: Cor e tipo de preenchimento das entidades desenhadas nesta
camada, sempre que estejam definidas com cor e tipo de preenchimento por camada. Ao fazer duplo
clique sobre a caixa, se abrirá o Quadro de Seleção de Cor.
Barra de Ferramentas de Gerenciamento de Camadas.
As propriedades das camadas podem ser modificadas fazendo duplo clique sobre sua caixa
correspondente, através do menu contextual, ou através da barra de ferramentas, que contém as
seguintes opções:

Novo: Adiciona uma nova camada a lista (tecla Insert).

Eliminar Camada: Apaga as camadas selecionadas. No caso de conter informação em alguma delas,
esta será perdida (nesses casos o programa solicitará uma confirmação antes de proceder a eliminação
das camadas). (Tecla Supr).

Alterar Nome: Modifica o nome da camada selecionada (tecla F2).

Selecionar Tudo: Seleciona todas as camadas do desenho.

Atual: Esta opção faz que a camada selecionada passe a ser a camada ativa. Qualquer entidade
que se insere no desenho antes de selecionar ativar uma camada (salvo entidades geradas pelo
programa) pertence a esta.

Fazer visível: Esta opção faz que todas as camadas selecionadas sejam visíveis.

Ocultar: Oculta as camadas selecionadas.

Bloquear: Bloqueia as camadas selecionadas.

Desbloquear: Esta opção desativa o bloqueio das camadas selecionadas.

Cálculo: Esta opção permite que as camadas selecionadas passem a ser camadas de cálculo, e,
portanto, seu conteúdo será levado em conta como dado de entrada para o programa utilizado.

Desativar Cálculo: Esta opção faz que as camadas selecionadas deixem de ser camadas de cálculo.

Propriedades do desenho: Este botão abre o Quadro de Seleção de Cor, onde o usuário pode
escolher a cor e estilo tanto do traçado como de preenchimento.

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10.4. Gerenciamento de símbolos.


Âmbito. Esta opção é própria da Interface 2D. No caso da Interface 3D a gestão de símbolos pode ser
feita diretamente através da opção Desenhar>Símbolo.
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção de menu que permite consultar e modificar a biblioteca de símbolos carregada no
projeto atual. Para isso, utiliza o quadro de diálogo «Gerenciamento de símbolos», que apresenta
como principal controle uma árvore em que ficam representadas como ramais os nomes das categorias
definidas no programa. Abrindo cada ramal, são apresentados os símbolos pertencentes a cada
categoria:

Na parte superior do quadro encontrará as seguintes opções:

• Propriedades do símbolo: Abre um quadro de diálogo com informação sobre o símbolo


(nome da referência, geometria, etc.)
• Eliminar: Apaga o símbolo selecionado da biblioteca.
• Alterar Nome: Renomeia o símbolo selecionado.

Para alterar um símbolo de categoria, terá que utilizar o método de arrastar e soltar. Para isso,
deve posicionar o cursor do mouse sobre o nome do símbolo que deseja alterar e sem soltar, mover
até a posição onde se encontre o nome da nova categoria. Então, deve soltar o botão, e verá como a
alteração terá sido efetuada.
Poderá definir símbolos novos através da opção de menu Ferramentas/Definir um símbolo
novo. Assim mesmo, poderá importar bibliotecas de símbolos existentes através da opção de menu
Arquivo/Importar desenho, ou exportar a biblioteca atual do projeto a um arquivo através da opção
Arquivo/Exportar desenho. Também poderá inserir símbolos no desenho através da opção
Desenhar/Símbolo.

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10.5. Estilos de cotas.


Âmbito. Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção de menu que mostra o quadro de diálogo «Estilos de cotas», que permite definir
novos estilos de cotas, e modificar ou eliminar os estilos de cotas existentes (exceto o padrão).

Quadro de diálogo de gestão dos estilos de cotas.


Os estilos de cotas podem ser associados as entidades de tipo «Cota linear» e «Ponteiro»,
conseguindo diferentes representações destas entidades apenas modificando o estilo associado.
Pode modificar o estilo associado a uma entidade Cota linear, ou Ponteiro, através um duplo clique
sobre a mesma, ou selecionando uma ou mais entidades de deste tipo, e acessando a opção de menu
«Edição / Propriedades das cotas».

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10.6. Informação do desenho

Descrição. Se trata de um quadro de diálogo onde, em forma de arvore, se apresenta um resumo


estatístico da base de dados de desenho. Temos:

• Informação geral
• Informação da lista de camadas
• Informação da lista de símbolos

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10.7. Definir Malha.

Âmbito. Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.


Acesso. Esta opção é acessível através:

• Menu Ferramentas.
• Botão .
• Tecla W.

Descrição. Opção de menu que permite configurar a origem, a rotação e o passo da malha. É uma
malha de pontos singulares que pode utilizar como planilha para desenhar sobre eles, mantendo uma
certa precisão geométrica com certa facilidade.
Procedimento de uso. Acesse a opção do menu «Ferramentas / Definir Malha». Neste momento,
aparecerá o quadro de diálogo «Definir malha»:

Nos campos da seção Origem, deve introduzir as coordenadas em X e Y da origem da malha.


Na seção Passo, definirá as separações entre pontos nos eixos u e v.
Na seção Angulo, poderá introduzir o angulo que formará o vetor u da malha com a horizontal. São
válidos ângulos compreendidos entre -180° e 180°.
Através da ação sobre os itens situados na seção Opções, poderá ativar a visualização e ima dos
pontos da malha.

Poderá utilizar o botão para abandonar momentaneamente o quadro de diálogo e


introduzir diretamente os dois pontos que define o vetor u da malha. Desta forma, será muito fácil
ajustar a malha a qualquer circunstância do desenho atual. A seguir mostra-se exemplos de malha:

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10.8. Imantar malha.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D.
Acesso. Esta opção é acessível através:

• Menu Ferramentas.
• Botão .
• Tecla F9.
Descrição. Opção que permite ativar ou desativar o ima da malha. Com esta opção ativada, quando
insere um novo ponto no plano de desenho, este sempre se adaptará ao ponto mais próximo da
malha.

10.9. Modo ortogonal.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D.
Acesso. O modo ortogonal se ativa ou desativa através:

• O Menu Ferramentas.
• Tecla F8.
• Botão
Descrição. O modo ortogonal força a posição dos vértices de linhas, polilinhas ou similares
(superfícies, prismas, faces 3D, etc.) de forma que os segmentos sejam perpendiculares entre si e
paralelos aos eixos principais da malha.
Quando se utiliza o modo ortogonal em 3D, os segmentos desenhados ficam dentro do plano de
trabalho; pode desenhar segmentos na direção perpendicular ao plano de trabalho clicando a tecla
SHIFT, no que pode resultar muito útil quando traça tubulações em 3D.

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10.10. Calibrar Plano.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D.
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção de menu que ativa a ferramenta para calibrar planos. Esta ferramenta permite
escalar todas as entidades do desenho para converter suas unidades em metros (unidade com que
trabalha o programa). Para isso, requer primeiro medir uma distância conhecida no desenho, e
depois mostra o quadro de diálogo "Calibrar plano" para indicar a distância real em metros.
Procedimento de uso. O processo de calibrar é simples, seguindo as seguintes instruções:

1. Importe o desenho do arquivo em formato DXF ou DWG através da opção de menu Arquivo /
Importar desenho.
2. Acesse a opção de menu "Ferramentas / Calibrar plano" para iniciar o processo de calibrar.
Neste momento, fica ativada a ferramenta de medir distancias para que possa medir no
desenho uma distância conhecida, por exemplo, a abertura de uma porta, o comprimento de
um fechamento, etc. A ferramenta de medir distancias também ativa as referências
automáticas por ponto final e por intersecção para facilitar a seleção exata de pontos baseado
nas entidades presentes no plano.
3. Uma vez medida a distância, aparece o quadro de diálogo «Calibrar plano» que mostra a figura:

O primeiro campo indica as unidades que mede o valor atual da distância conhecida selecionada
no plano, e o segundo requer a introdução das unidades reais que essa distância mede. No exemplo, a
distância medida é de 1000 unidades (o plano importado estava em milímetros) e a real é de um metro.
Uma vez validado o quadro de diálogo, a aplicação se encarrega de escalar todas as entidades de
desenho de modo que a distância selecionada passa a medir a distância real introduzida. A partir deste
momento, todas as medições realizadas no plano estarão expressas em metros.

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10.11. Medir distancia (estendida).

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na 3D. A versão estendida
desta opção (que mede diretamente as entidades selecionadas) apenas está disponível em algumas
aplicações (ESwin, TeKton3D, DXwin e BTwin).
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção de menu que permite medir uma distância entre dois pontos qualquer da área de
desenho. Basta definir o ponto inicial e o final de um segmento para obter a distância que é fornecida
nas unidades de desenho. Se temos a relação de 1Unid = 1 metro, o resultado será mostrado em
metros.
Procedimento de uso.

• Distância entre dois pontos.


1. Acesse a opção de menu Ferramentas/Medir distância, ou o botão correspondente da barra
de ferramentas padrão. O cursor do mouse altera sua forma ficando em disposição de escolher
os dois pontos que define a distância.
2. Situe o cursor do mouse na posição do plano onde queira definir o primeiro ponto, e clique com
o botão esquerdo do mouse. O primeiro vértice fica definido, e movendo o mouse verá como
uma linha temporária mostra como vai ficando o segmento de linha que quer medir.
3. Situe o cursor na posição onde queira definir o último ponto, e clique de novo o botão esquerdo
do mouse. Verá como aparece em um quadro de diálogo a informação da distância e o angulo
formado com a horizontal do segmento definido.

• Comprimento de linhas selecionadas.


1. Selecione as linhas ou polilinhas que deseixo medir. Não precisam estar conectadas entre si.
2. Acesse a opção de menu Ferramentas/ Medir distancia, ou clique no botão .
3. Aparecerá em janela o comprimento total e o número de linhas selecionadas:

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10.12. Medir área (estendida).

Âmbito. Esta opção está disponível na interface gráfica 2D. A versão estendida desta opção (que
mede diretamente as entidades selecionadas) apenas está disponível em algumas aplicações (ESwin,
TeKton3D, DXwin e BTwin).
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Esta opção permite medir a área de qualquer superfície poligonal definida na área de
desenho. Para isso deve ir marcando no desenho os vértices do polígono até que este fique fechado.
Nesse momento, aparece a informação da área, e do perímetro, sempre em unidades de desenho. Se
temos a relação de 1Ud = 1 metro, o resultado da área será dado em metros quadrados, e o do
perímetro, em metros lineares.
Procedimento de uso.

• Medir área sobre o desenho


1. Acesse a opção de menu Ferramentas->Medir área, ou o botão correspondente da barra de
ferramentas padrão. O cursor do mouse altera sua forma ficando em disposição de escolher os
pontos que define o polígono que contorna a área a medir.
2. Situe o cursor do mouse na posição do plano onde queira definir o primeiro vértice, e clique o
botão esquerdo do mouse. Este fica definido, e movendo o mouse verá como uma linha
temporária mostra como irá ficando o primeiro segmento do polígono.
3. Situe o cursor na posição onde queira finalizar este segmento, e clique de novo o botão
esquerdo do mouse. Verá como foi desenhado este primeiro segmento, e movendo o mouse
observará uma linha temporária que mostra como irá ficando o segundo segmento do polígono.
4. Situe o cursor na posição onde queira finalizar este segmento, e clique de novo o botão
esquerdo do mouse. Terá definido o segundo segmento do polígono. Assim poderá seguir até
que seja completado todos os tramos.
5. Una vez que tenha todos os vértices definidos, e queira finalizar a definição da superfície, deve
acessar o Menu contextual com o botão direito do mouse, e selecionar a opção «Fechar», que
fechara o polígono com um novo segmento que une o ponto inicial com o final (se o último
ponto que tenha escolhido coincide com o primeiro, o programa detectará esta circunstância e
fecha automaticamente o polígono). Uma vez feito isso, se mostra diretamente a informação
da área e do perímetro em um quadro de diálogo (ou sobre a área de desenho em determinados
programas).
• Medir a área formada por uma polilinha.
1. Selecione a polilinha fechada (ou várias delas) que deseja medir. Se seleciona polilinhas abertas,
o programa mede o comprimento, porém não dará nenhum resultado para a área.

2. Acesse esta opção através de Ferramentas->Medir Área ou clique no botão .


3. Aparece uma janela com o comprimento da área formado por polilinhas:

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10.13. Definir um símbolo novo.

Âmbito. Esta opção está disponível tanto na interface gráfica 2D como na interface gráfica 3D.
Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção de menu que permite definir novos símbolo e adicionar a biblioteca dentro da
categoria desejada. Um símbolo é uma entidade composta, definida por um conjunto de entidades
simples, e identificada por um nome. A definição de cada símbolo fica armazenada em memória,
podendo inserir referências a esse símbolo cada vez que queira. Além disso, cada referência de um
mesmo símbolo pode estar representada a uma escala diferente, e com um angulo de rotação
diferente.

Exemplos de referências a símbolos inseridos com diferentes cores, escalas e rotações.


No caso de símbolos 3D, é possível juntar ao símbolo uma tabela de parâmetros, formada pela
união das tabelas de parâmetros das entidades paramétricas (se existem) que contém o símbolo.
Assim, a representação de um símbolo 3D pode variar em função dos valores que tome estes
parâmetros. Para obter ajuda sobre a criação de entidades paramétricas, consulte Desenhar->Prisma
paramétrico.

Exemplo de símbolos 3D.

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Procedimento de uso.
1. Selecione o conjunto de entidades que quer utilizar para a definição do novo símbolo. Para mais
informação, veja a ajuda sobre Desenhar/Seleção por vértices.
2. Acesse a opção de menu «Ferramentas / Definir um símbolo novo». O cursor do mouse altera sua
forma ficando em disposição de escolher os pontos de inserção e conexão do símbolo.
3. Situe o cursor do mouse no ponto que queira definir como base, e clique o botão esquerdo do
mesmo. Deste ponto fica definido, desenhando temporariamente como um círculo pequeno de cor
vermelha. Neste momento, poderá finalizar a definição do símbolo (utilizando a opção do menu
contextual «Terminar»), ou poderá adicionar os pontos de conexão.
4. Situe o cursor do mouse na posição do plano onde queira definir o primeiro ponto de conexão, e
clique com o botão esquerdo do mesmo. Este ponto fica definido, sendo desenhado como um círculo
pequeno de cor azul. Poderá repetir esta ação tantas vezes como pontos de conexão queira definir
para o símbolo.
5. Acesse a opção do menu contextual «Terminar» para finalizar a definição do símbolo. Neste
momento, aparecerá o quadro de diálogo «Novo Símbolo», que permite atribuir o nome do novo
símbolo, assim como a categoria a que pertence
6. Uma vez validado o diálogo, o símbolo passa a formar parte da biblioteca de símbolos do
documento atual. O nome de cada símbolo da biblioteca é único, pois é a característica que os
identifica. Deste modo, não é possível definir dois símbolos com um mesmo nome. Se tenta fazer
isso, o programa adverte com um erro, e permitirá introduzir outro nome.
7. Acesse a opção do menu Desenhar/Símbolo para desenhar uma referência ao símbolo que acaba
de definir.
O símbolo que foi definido passa a formar parte da biblioteca de símbolos do projeto atual, porém
não a biblioteca de símbolos que se carrega por padrão ao iniciar o programa (aquela cujo nome é o
mesmo que o executável, e extensão SBL para desenhos 2D e SB3 para desenhos 3D). A não ser que
sobrescreva esta biblioteca utilizando a opção de menu Arquivo/Exportar desenho, não terá acesso a
este novo símbolo quando inicie o programa para calcular um novo projeto.

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Símbolos 2D e 3D vinculados entre si.


Determinadas aplicações, como os módulos de instalações de TeKton3D, utiliza
simultaneamente os ambientes 3D (para o desenho) e 2D (para a representação de detalhes e
planos). Quando uma aplicação gera um plano 2D a partir de um modelo 3D, por padrão cria uma
projeção dos símbolos contidos nele.
Entretanto, nem sempre é desejável que os símbolos 3D e 2D sejam iguais entre si: por
exemplo, uma instalação de agua de um banheiro pode ter definidos como símbolos 3D os sanitários
em sua representação real, porem nos planos interessa que apareça uma representação
esquemática:

Para solucionar esse problema, estas aplicações contam com uma biblioteca principal (SB3)
que contém todos os símbolos que aparece no ambiente de trabalho 3D, e uma segunda biblioteca
SBL (2D) que contém símbolos 2D associados aos primeiros. Assim, quando uma aplicação necessita
representar um símbolo 3D em um plano 2D, busca seu símbolo associado na 2D, e se este não
existe, a aplicação cria uma projeção ortogonal do símbolo 3D.
Para que um símbolo 2D seja vinculado a um símbolo 3D, é necessário que suas referências
sejam exatamente iguais.

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10.14. Recalcular pontos conectados.

Âmbito. Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.


Acesso. Esta opção é acessível através do Menu Ferramentas.
Descrição. Opção que determina as conexões que possuem lugar entre as distintas entidades
pertencentes a camadas de cálculo, e que permite atualizar os pontos conectados para visualizar
através da opção de menu Ver/Pontos conectados.

10.15. Limpar desenho.

Âmbito. Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.


Acesso. Esta opção é acessível através de:

• Menu Ferramentas.
• Barras de ferramentas gráficas 2D, guia “Tabelas e ferramentas”
• Tecla L.

Descrição. Esta ferramenta ajuda a eliminar entidades desnecessárias do desenho, para reduzir deu
peso e permitir assim um manejo mais rápido da aplicação. Quando utiliza esta ferramenta, aparece
na janela este quadro de diálogo:

O quadro contém uma lista com as entidades que a aplicação entende como excesso,
indicando o número de entidades de cada tipo que existe presentes no desenho. Para atualizar estes
valores, clique em Iniciar a busca, e o programa localiza automaticamente aquelas entidades que
considera desnecessárias.
Para limpar o desenho, selecione na lista as entidades que deseja eliminar, e clique em
Eliminar grupos selecionados.

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10.16. Conversor de Unidades


Esta ferramenta é utilizada para realizar conversão de unidades. Ao clicar na opção temos:

Onde temos:

Opções. Exibe ferramentas para configuração de unidades e atualização:

Unidades. Permite editar ou criar novas referências para conversão.

Copiar para área de transferência. Permite copiar para a área de transferência.

Sair. Fecha a aplicação

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10.17. Calculadora
Exibe a calculadora do Windows, ferramenta útil para quando se precisa fazer um cálculo rapidamente:

10.18. Bloco de notas


Exibe o Notepad do Windows, ferramenta útil para quando se precisa fazer alguma anotação:

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10.19. Paint Brush


Exibe o Paint Brush do Windows, ferramenta útil para quando se precisa fazer algum trabalho com
imagens:

10.20. Windows Explorer


Exibe o Explorer do Windows, ferramenta útil para quando se precisa fazer algum trabalho com
arquivos:

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Capitulo 11 – Menu Edição

O menu edição permite realizar operações de CAD em seu projeto, por exemplo mover,
rotacionar, copiar, colar e outras funções. Ao acessar o menu temos:

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11.1. Desfazer

Área
Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:
Editar menu
Teclas de atalho: Ctrl + Z

Descrição.
Opção de menu que permite desfazer uma ação ou conjunto de ações anteriormente realizadas na
área de desenho. Entre as ações que podem ser desfeitas, são os seguintes:

• Desenho Opções
• Opções de edição de gráficos
• Opções de edição de dados
• Opções de rotulagem

Método de Utilização

Pode acessar a esta opção no "Editar / Desfazer" ou no menu do botão analógico na barra de
ferramentas padrão:

Se isso for feito a partir do menu, ou diretamente, pressionando o botão na barra de ferramentas, você
só pode desfazer a última ação cada vez que você acessar a opção.
Se você quiser desfazer um grupo de ação, ao mesmo tempo, ele deve exibir a lista de ações clicando
na seta anexado ao botão ( ). Isso fará com que a aparência de uma janela com uma lista de ações
que podem ser desfeitas:

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Selecione na lista a ação a qual deseja voltar. Se não entre as ações mostradas na janela, use a
barra de rolagem para encontrá-lo. Depois de selecionar a ação, o programa irá recuperar o status de
desenho no momento imediatamente antes de executar a lista de ações desfeita.
Você sempre pode acessar a opção de menu "Editar / Refazer" para executar novamente as
ações que têm de fazer.
Você deve levar em conta que existem ações como "símbolos Ferramentas / Gestão",
"Ferramentas / Gestão Layer", "Ferramentas / Estilos Gestão de Dimensão", "Arquivo / Importar DXF /
DWG" ou "Ferramentas / Limpar desenho" eles anulam a possibilidade de anular ou refazer as ações
que haviam sido feitas antes de sua chamada.
Da mesma forma, os estados de desenho de navegação (zoom e quadros) não são restaurados,
apenas o estado de elementos de desenho e os dados associados é restaurada.

11.2. Refazer

Área
Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu
• Teclas de atalho: Ctrl + Y

Descrição
Opção de menu que permite refazer uma ação ou conjunto de ações anteriormente realizadas na área
de desenho.

Método de Utilização
Pode acessar a esta opção no "Editar / Refazer", ou a partir do botão de menu analógico na barra de
ferramentas padrão:

Se isso for feito a partir do menu, ou diretamente, pressionando o botão na barra de ferramentas, você
pode simplesmente refazer a última ação cada vez que você acessar a opção.
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Se você quiser refazer um grupo de ação, ao mesmo tempo, ele deve exibir a lista de ações clicando na
seta anexado ao botão ( ). Isso fará com que a aparência de uma janela com uma lista de ações que
você pode refazer:

Selecione na lista a ação para onde você quer voltar para a frente. Se não entre as ações
mostradas na janela, use a barra de rolagem para encontrá-lo. Depois de selecionar a ação, o programa
irá recuperar o status de desenho no momento imediatamente antes da ação selecionada para
desfazer.
Você sempre pode acessar a opção de menu "Editar / Desfazer" para voltar para desfazer as
ações que têm refeito.
Você deve levar em conta que existem ações como "símbolos Ferramentas / Gestão",
"Ferramentas / Gestão Layer", "Ferramentas / Estilos Gestão de Dimensão", "Arquivo / Importar DXF /
DWG" ou "Ferramentas / Limpar desenho" eles anulam a possibilidade de anular ou refazer as ações
que haviam sido feitas antes de sua chamada.
Da mesma forma, os estados de desenho de navegação (zoom e quadros) não são restaurados,
apenas o estado de elementos de desenho e os dados associados é restaurada.

11.3. Cortar

Área

Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso.
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu.
• As teclas de atalho Ctrl + X.

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Painel 2D e ferramentas de gráficos 3D, guia Ferramentas ( ), o grupo de ferramentas de edição.


Para função é preciso que se encontrem selecionadas várias linhas ou polilinhas.

Descrição
Esta ferramenta elimina o desenho e as entidades selecionadas e armazena-os na área de transferência
do Windows e pode ser resgatado novamente com a opção de menu Colar. O seu funcionamento é
quase idêntica à cópia, com a diferença de que as entidades copiados são removidos a partir da opção
desenho.

11.4. Copiar

Área.
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

Editar menu.
As teclas de atalho Ctrl + C.

Painel 2D e ferramentas de gráficos 3D, guia Ferramentas ( ), o grupo de ferramentas de edição.


Para função requer várias linhas ou polilinhas são selecionados.

Descrição.
• Na interface 3D
Na verdade a operação da ferramenta de cópia é semelhante em ambos os ambientes, mas existem
algumas diferenças menores no desempenho. Quando você copia um número de entidades, eles são
armazenados na área de transferência do Windows e pode usar a ferramenta Colar para resgatar outro
aplicativo tal informação. Pode colar de várias maneiras:
Ater-se os mesmos procedimentos de aplicação 3D One: tanto o desenho e informações de
cálculo é copiado, o que é uma grande vantagem para começar a construir em projetos anteriores.
No caso particular de Eswin só é possível copiar e colar as propriedades definidas na barra
modelo. As propriedades definidas nos elementos de construção do modelo será perdido.

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Entre dois programas iMventa engenheiros com ambiente 3D: você copiar e colar as
informações gráficas. Esta pode ser uma grande ajuda para ser capaz de transferir informação gráfica
TeKton3D para Eswin e vice-versa, pode verificar a consistência do desenho e da possível interferência
entre o edifício design, estrutura e instalações. As entidades são coladas como telefonia fixa, sem
espessura ou secção
Colar em qualquer aplicação: ou um aplicativo (editores de texto, imagens, etc.) receberão uma
imagem mapa de bites que é exibida ao fazer a cópia.

• Na interface 2D
Se há entidades de desenho selecionado, armazenado na área de transferência do Windows. Isso
permitirá, através da opção Editar/ Paste, voltar a recuperá-los em um local ligeiramente deslocada
em relação ao original.
No desenho 2D cópia interface de conter todas as informações da seleção (linhas, textos, símbolos,
etc.). Esta informação pode colar em qualquer outro programa de várias maneiras:
Em um programa com interface 2D iMventa Engenheiros: Desenho exatamente a mesma vara,
mantendo todas as suas propriedades e entidades estrutura em camadas.
Em um programa de gráficos vetoriais que suporta WMF, como o Microsoft Office Word, o desenho
é colado como um gráfico vetorial, preservando todas as propriedades de cor e layout original. Ao usar
o desenho de gráficos vetoriais não vai perder precisão, evitando assim a imagem da tela "paxalizada".
Em um programa que não suporta gráficos vetoriais WMF: muitos programas, mas não permitem
o uso direto de tais desenhos, se eles são capazes de carregar e criar um bitmap a partir deles. Este
mapa de bites é uma imagem, e, portanto, há uma perda significativa de precisão, aparecendo imagem
" paxalizada ".
Seguem-se vários exemplos de desenhos colados em outros aplicativos:

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11.5. Colar

Área.
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

Editar menu
As teclas de atalho Ctrl + C.

Painel 2D e ferramentas de gráficos 3D, guia Ferramentas ( ), o grupo de ferramentas de edição.


Para função é preciso se encontra-se selecionada várias polilinhas e linhas

Descrição
• Interface 3D
As aplicações IMventa 3D permitem que os engenheiros trocar informações usando as
ferramentas de copiar, cortar e colar. Se você copiou anteriormente ou cortar uma certa seleção de
entidades, ele será armazenado na área de transferência do Windows. Com a opção Colar resgatar
essas informações por juntando ao seu pedido atual:
Ater-se os mesmos procedimentos de aplicação 3D One: tanto o desenho e informações de
cálculo é copiado, o que é uma grande vantagem para começar a construir em projetos anteriores.
No caso particular de Eswin só é possível copiar e colar as propriedades definidas na barra
modelo. As propriedades definidas nos elementos de construção do modelo será perdido.
Entre dois programas iMventa engenheiros com ambiente 3D: você copiar e colar as
informações gráficas. Esta pode ser uma grande ajuda para ser capaz de transferir informação gráfica
TeKton3D para Eswin e vice-versa, pode verificar a consistência do desenho e da possível interferência
entre designer do edifício, estrutura e instalações. As entidades são coladas como telefonia fixa, sem
espessura ou secção
Colar em qualquer aplicação: ou um aplicativo (editores de texto, imagens, etc.) receberão uma
imagem mapa de bits que é exibida ao fazer a cópia.

• Interface de 2D
Esta opção pode incorporar entidades de desenho armazenados na área de transferência do
Windows que tenham sido previamente copiado neste programa, ou quaisquer outros programas de
Procedimentos - Um que usar 2D. Você pode colar as seguintes informações:

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Mapa de bits: praticamente qualquer formato de imagem que copiar pode ser preso na interface 2D
como um mapa de bits ( ). Se você colar gráficos vetoriais informações geométricas WMF serão
perdidos, a criação de um mapa de bits a partir do original.
Desenhos: se você copiou ou cortar desenho engenheiros de aplicação iMventa com a interface 2D,
você pode colá-lo em outro aplicativo 2D sem perder qualquer informação geométrica. Ao proceder a
esta operação a estrutura da camada do desenho original é perdida, furando todas as entidades na
camada corrente.
Textos: qualquer que seja o formato de texto copiado, a interface 2D reconhece e transforma-lo em
um ou mais tipos entidades Texto ( ). Isto é muito útil em trazer textos para os aviões, pode trazer o
texto de processadores de texto, planilhas, notebook, etc.
Se a opção é precedida por a opção Editar / Cortar, entidades será colado no mesmo lugar que
as entidades de corte, por outro lado, se ele é precedido pela opção Editar / Copiar, entidades vai ficar
com algum deslocamento a partir do entidades originais.
Tenha cuidado, pois a próxima operação de cópia ou corte, substituindo o que havia
anteriormente armazenado na área de transferência do Windows.

11.6. Eliminar

Área
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu
Excluir chave.
Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).
• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas
2D.
• Para que funcione é preciso esteja selecionada pelo menos uma linha.

Descrição
Esta opção remove selecionado nas entidades da área de desenho. Antes de excluir a confirmação é
solicitada porque a operação não há mais volta. Ao contrário da opção Editar / Cortar, esta opção não
armazena eliminada nas entidades da área de transferência do Windows.

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11.7. Selecionar Tudo

Área
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir do menu Editar.

Descrição

Opção de menu permite automaticamente a seleção de todas as entidades pertencentes, as


camadas visíveis e não bloqueado da área de desenho. O comportamento desta opção é diferente em
relação 2D ou 3D:
Interface 3D no programa é limitado para selecionar todas as entidades pertencentes camadas
não trancadas. Em 2D interface do programa permite aplicar um filtro para a seleção por camada e
tipo de entidade:

11.8. Selecionar Ramal

Veja o capítulo anterior para saber mais sobre esta opção

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11.9. Mover

Área
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu
Excluir chave.
Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).
• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas 2D.
• Para que funcione é preciso esteja selecionada pelo menos uma linha.

Descrição
1. Ferramenta para mover o conjunto selecionado na área de desenho, definindo um entidades
de deslocamento do vetor. Método de Utilização1. Selecione o conjunto de entidades a ser
movido. Você pode obter ajuda sobre este tema na opção / Seleção por Vértices

2. Acesse a opção de menu "Editar / Mover" para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a
aparência do cursor do mouse, estando em condições de escolher parâmetros de referência e
que define o movimento de transformação.

3. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o ponto de referência e
pressione o botão esquerdo do mouse. Este ponto é definido. Movendo o cursor do rato olhada
como um segmento temporário mostra o vetor de deslocamento correspondente à linha que
liga o ponto definido pela posição corrente do cursor do mouse. Além disso, você vai ver um
desenho temporário das entidades que constituem a seleção, mostrando em todos os
momentos que podem ser a posição final em que ele é definido.

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4. Coloque o cursor na posição onde deseja definir o ponto de offset e pressione o botão
esquerdo. Neste momento, ele termina a definição do vetor deslocamento, e observou
todas as entidades

11.10. Girar

Área
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu
Excluir chave.
Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).
• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas 2D.
• Para que funcione é preciso esteja selecionada pelo menos uma linha.

Descrição
Ferramenta para girar o conjunto selecionado na área de desenho, definindo um ponto de referência
e entidades ângulo de rotação. Na interface 3D, a rotação com esta opção é forçado ao plano de
trabalho para fazer qualquer outra viragem deve usar Girar 3D ().

Método de Utilização
1. Selecione o conjunto de entidades para virar. Você pode obter ajuda sobre este tema
na opção Desenhar / Seleção por Vértices.

2. Acesse a opção "Editar / Girar" para iniciar o menu de ferramentas. Verificar que altera
a aparência do cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da
operação.

3. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o ponto de


referência ou centro de rotação, e pressione o botão esquerdo do mouse. Você vai ver
neste ponto que, ao mover o mouse, o programa representa temporariamente uma
linha intermitente segmento que liga o centro de rotação com a posição atual do mouse,
segmento, com a horizontal, está marcando o ângulo de rotação. Você também pode
exibir temporariamente as entidades selecionadas giradas sobre a origem do ângulo de
rotação de rotação indicado acima.

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4. Coloque o cursor na posição onde pretende definir a rotação, e pressione o botão


esquerdo. Neste momento, a operação termina, você notar como todas as entidades na
seleção atual são agora representados na nova posição. Você pode definir os valores do
ângulo de rotação de 0 °, 90 °, 180 ° e 360 °, acessar as opções do menu de contexto
correspondente.

11.11. Escalar

Área
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir de:

• Editar menu
Excluir chave.
Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).
• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas 2D.
• Para função requer que uma ou mais entidades que podem ser discriminadas em outras mais simples
são selecionados.

Descrição
Ferramenta para dimensionar o conjunto de selecionados na área de desenho, através da definição de um
segmento cuja magnitude corresponde às entidades fator de escala. Você pode inserir manualmente a
ferramenta de desenho fator de escala inserir manualmente as coordenadas.

Método de Utilização
1. Selecione o conjunto de entidades para subir. Você pode obter ajuda sobre este tema na opção / Seleção
por vértices.

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2. Acesse a opção de menu "Editar / Escala" para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a aparência do
cursor do rato, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o ponto de referência e pressione
o botão esquerdo do mouse. Este ponto é definido. Movendo o cursor do mouse se ver como um
segmento temporário mostra a distância deve ser tomado como um fator de escala, um segmento que
corresponde à linha que liga o ponto de referência definido no início, com a posição corrente do cursor
do mouse. Além disso, você vai ver um desenho temporário das entidades que constituem a seleção,
que irá mostrar em todas as vezes que o estado final da mesma.

4. Coloque o cursor na posição onde deseja definir o ponto final do segmento, e pressione o botão
esquerdo. Neste ponto, você terminar de definir a tabela, e observar como entidades foram escalados
tomando como ponto de referência definido pela primeira vez como fator de escala e a distância para
o segundo.

NOTA: Você pode entrar diretamente o fator de escala através do diálogo inserir coordenadas,
acessível a partir do menu de contexto manualmente. Para fazer isso, basta acessar esta tabela
(depois de definir o ponto de referência), selecione coordenadas relativas e polares, e introduzir o
fator de escala para o módulo no campo.

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11.12. Duplicar

Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Editar menu

• Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).


• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas 2D.
• Para resolver isso deve ser selecionada pelo menos uma entidade.

Descrição.
Ferramenta para duplicar o conjunto selecionado na área de desenho, definindo um ponto de
referência e um segundo ponto que define um entidades de deslocamento do vetor.
Usando esta ferramenta é equivalente a usar "Mover", ativando a opção "Criar Copia".

Método de Utilização
1. Selecione a entidade deverá duplicar. Você pode obter ajuda sobre este tema na opção /
seleção de vértices

2. Acesse a opção "Editar / Duplicar" no menu para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a
aparência do cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o ponto de referência e
pressione o botão esquerdo do mouse. Este ponto é definido. Mova o cursor do mouse, você
vai ver como um segmento temporário mostra o vetor deslocamento, o que corresponde à
linha que liga o ponto de referência definido e a posição atual do cursor do mouse. Da mesma
forma, você pode perceber uma posição temporária onde desenho irá duplicar entidades.

4. Coloque o cursor na posição onde deseja definir o ponto de deslocamento e pressione o botão
esquerdo. Neste ponto, você terminar de definir o vetor deslocamento, e observar como uma
cópia da seleção na nova posição é criado. Desenho propriedades e cálculo desta cópia irá
coincidir com as dos seus originais.

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11.13. Simetria

Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Editar menu
• Barra de ferramentas de gráficos 2D, guia Edição ( ).
• Painéis gráficos de ferramenta 2D, guia Ferramentas ( ), grupo de ferramentas 2D.
• Para resolver isso deve ser selecionada pelo menos uma entidade.

Descrição.
Ferramenta que permite uma simetria (com ou sem cópia) de todos conjunto selecionados na área do
desenho, definindo um eixo de simetria entidades.

Método de Utilização
1. Selecione o conjunto de entidades sobre as quais realizam simetria. Você pode obter ajuda
sobre este tema na opção Desenho / Seleção de vértices.

2. Acesse a opção "Editar / Simetria 'para iniciar o menu de ferramentas. Verificar que altera a
aparência do cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Coloque o cursor do mouse na posição do plano em que deseja definir o primeiro ponto e
pressione o botão esquerdo do mouse. Este ponto é definido. Movendo o cursor do mouse se
ver como um segmento temporário mostra como ele está a tornar-se o eixo de simetria, o que
corresponde à linha que liga o ponto definido para a posição corrente do cursor do rato. Além
disso, você vai ver um desenho temporário das entidades que constituem a seleção, mostrando
em todos os momentos que podem ser o estado final do mesmo.

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4. Coloque o cursor na posição onde deseja definir o ponto final do segmento, e pressione o botão
esquerdo. Neste ponto, você terminar de definir o eixo de simetria, e observar como entidades
foram colocados simetricamente ao eixo definido. Quando a opção de menu de contexto "Criar
Copia" é ativado, as características originais permanecem intactos, a simetria deve ser
terminado com novas entidades, que terá as mesmas propriedades que o original. No caso em
que esta opção não é seleccionado, as entidades originais ser modificado, na nova posição e a
forma correspondente à relação entre o eixo de simetria definido.

11.14. Paralela

Área.
Esta ferramenta está disponível tanto em 2D e interface gráfica 3D.

Acesso
Esta opção é acessível a partir do menu Editar. Para resolver isso deve ser selecionada pelo menos uma
entidade.

Descrição
Ferramenta para desenhar linhas paralelas às entidades de tipo de linha. Na interface de 2D esta
ferramenta é capaz de copiar também polilinhas.

Método de Utilização
• Interface de 2D
1. Selecione o conjunto de linhas e / ou poligonais em que para traçar paralelos. Você pode obter
ajuda sobre este tema na opção / Seleção por vértices.
2. Acesse a opção "Editar / Paralelo" para iniciar o menu de ferramentas. Verificar que altera a
aparência do cursor do rato, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Neste momento, enquanto se move o cursor do mouse, você pode ver como uma linha aparece
no desenho do cursor do mouse, e é perpendicular ao polígono mais próximo no qual desenhar
a secção paralela. Esta linha está nos dizendo a distância que será traçada paralela. Coloque o
cursor do mouse na posição onde você deseja que o paralelo é criado, e clique no botão
esquerdo do mouse. Agora, se você só quer chamar a paralela a uma certa distância, você deve
acessar a opção no menu de contexto, selecione as opções coordenadas relativas e
coordenadas polares, e entrar no campo relativo ao módulo a distância exata que você deseja
o paralelo é desenhado.

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• Interface 3D.
O procedimento é semelhante ao anterior, com a diferença de que neste caso não pode ser aplicado a
uma seleção múltipla.

Selecione a linha que pretende traçar um paralelo.


Acesse o menu de opções "Editar / Paralelo" para iniciar a ferramenta.
Neste momento, enquanto se move o cursor do mouse, você pode ver como uma linha do cursor do
mouse, e é perpendicular à seção mais próxima do polígono no qual desenhar o paralelo aparece no
desenho. Esta linha está nos dizendo a distância que será traçada paralela. Coloque o cursor do mouse
na posição onde você deseja que o paralelo é criado, e clique no botão esquerdo do mouse. Para forçar
a distância entre as duas linhas, ir para as coordenadas de opção ( também acessível através do
botão M) menu de contexto e indicar, em coordenadas polares, a distância de deslocamento na caixa
de "m" sem alterar os ângulos (b , f).

11.15. Esquina

Área.
Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Editar menu

Barra de ferramentas gráficas 2D, guia Edição ( ).

Painel de ferramentas gráficas 2D, guia Ferramentas ( ), edição grupo ferramentas.


Para trabalhar deve selecionar duas linhas (ou polilinhas no caso da interface 2D), se houver mais
selecionado entidade, não será mais acessível.

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Descrição.
Ferramenta para estender duas linhas (ou polilinhas na interface 2D) selecionados na área de
desenho, para participar no seu ponto de intersecção ou cruzamentos.

Método de Utilização
• Interface de 2D
1. Selecione as duas linhas ou polilinhas você deseja unir canto. Você pode obter ajuda sobre
este tema na opção Desenhar /Seleção de Vértices.

2. Acesse a opção "Editar / Esquina " para iniciar o menu de ferramentas. Verificar que altera a
aparência do cursor do rato, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Neste momento, enquanto se move o cursor do mouse, você vai ver como eles vão
temporariamente desenhar as linhas que definem a posição mais próxima do canto cursor do
mouse. (Quando uma ou duas entidades selecionadas são poligonal com mais de uma seção,
pode haver vários cantos possíveis, por essa razão, você deve selecionar o ponto mais
próximo a que nós escolhemos). Simplesmente pressione o botão esquerdo do mouse quando
o cursor está localizado perto do canto queremos formar. Neste momento, o programa irá
alongar ou encurtar ambas as entidades para fazer os seus estágios finais convergem no canto
selecionado.

Logicamente, o canto não pode desenvolver duas linhas paralelas.

• Interface 3D
O processo é exatamente o mesmo como descrito para a interface 2D, mas com as seguintes
diferenças:

Você só pode aplicar-se a linhas.


Se ambas as linhas são coplanares, o comportamento é exatamente o mesmo como no caso da
interface 2D.
Se as linhas não estão no mesmo plano, o programa prorrogado ou cortar estas linhas para seus
pontos de passagem, ou seja, pontos para cada linha que estão mais próximos. Se a opção também é
ativa "Criar união" no menu de contexto, os pontos de passagem são unidos por uma nova linha:

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11.16. Prolongar

Área.
Esta opção está disponível tanto em interface gráfica 2D e 3D.

Menu Editar
Barra de ferramentas gráficas, guia Edição ( ).

2D ferramentas de painéis gráficos, guia Ferramentas ( ), edição grupo Ferramentas.

Para trabalhar deve selecionar duas linhas (ou polilinhas no caso da interface 2D), se houver mais selecionado
entidade, não será mais acessível.

Descrição.
Ferramenta que permite prolongar uma linha basta tocar com outra entidade. Na interface de 2D é também
aplicável a polilinhas.

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Método de Utilização
• Interface de 2D

1. Selecione a linha ou polígono de estender, em seguida, selecione a linha ou polígono onde quer que o
final da extensão. Você pode obter ajuda sobre este tema na opção Desenho/ Seleção de vértice
2. Acesse a opção "Editar / Prolongar" menu para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a aparência do
cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Neste momento, enquanto se move o cursor do mouse, você verá a ser desenhado temporariamente a
extensão do primeiro recurso selecionado na mais próximo do cursor que compõem a linha selecionada
ou polilinha em segunda lugar. (Quando uma ou duas entidades são selecionados poligonal com mais
do que uma secção, pode haver muitas extensões possíveis, como muitos como a primeira entidade
para a segunda passagem.). Simplesmente pressione o botão esquerdo do mouse quando o cursor está
localizado perto da extensão que queremos formar. Neste momento, o programa irá alongar ou
encurtar a primeira entidade de uma das suas secções de extremidade estende-se até que ele encontre
o segundo selecionada na posição mais próxima do ponto de entidade cursor do mouse.

• Interface 3D.

1. Selecione a linha para estender primeiro, e depois selecionar uma entidade válida para querer
prolongar a linha. Não importa que as entidades não estão contidos no mesmo plano.
2. Acesse a opção de menu "Editar / Prolongar" para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a
aparência do cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da operação.
3. Neste momento, enquanto se move o cursor do mouse, você verá a ser desenho temporariamente
a extensão do primeiro recurso selecionado na mais próximo do cursor que compõem a linha
selecionada ou segunda tranche polilinha. (Quando uma ou duas entidades são selecionados
poligonal com mais do que uma secção, pode haver muitas extensões possíveis, como muitos como
a primeira entidade para a segunda passagem.). Simplesmente pressione o botão esquerdo do
mouse quando o cursor está localizado perto da extensão que queremos formar. Neste momento,
o programa irá alongar ou encurtar a primeira entidade de uma das suas secções de extremidade
estende-se até que ele encontre o segundo selecionada na posição mais próxima do ponto de
entidade cursor do mouse.

A extensão terá lugar de uma forma ou outra, dependendo da entidade selecionada:

• Estender a uma linha no mesmo plano: 1ª linha se estende até tocar o segundo. Se as linhas são
paralelas, não é possível prolongamento.
• Estender a uma linha não-coplanares: 1ª linha se estende para tocar um plano perpendicular a ele que
contém a segunda linha.
• Alargado até um gabinete: A linha estende-se para tocar o plano vertical definido pelo invólucro. Se a
linha fora vertical, não seria possível extensão.
• Estender a uma superfície: a linha se estende até tocar a superfície plano que contém. Se o plano é
paralelo à linha, não será possível extensão.
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11.17. Conectar Símbolos Selecionados

Menu Editar
Barra de ferramentas gráficas, guia Edição ( ).

2D ferramentas de painéis gráficos, guia Ferramentas ( ), edição grupo Ferramentas.

Descrição.
Ferramenta que permite que você se conecte a um único ponto de conexão de todos aqueles selecionados nas
entidades da área de desenho cujos vértices estão perto da posição do cursor do mouse.

Método de Utilização
1. Selecione as linhas, polilinhas e símbolos a serem conectados. Você pode obter ajuda sobre este tema
na opção Desenho/Seleção

2. Acesse a opção "Editar / Conectar" menu para iniciar a ferramenta. Verificar que altera a aparência do
cursor do mouse, estando em condições de definir os parâmetros da operação.

3. Coloque o cursor do mouse de modo a envolver todos os vértices que você deseja juntar-se em um:

4. Pressione o botão esquerdo do mouse e ver como todos os vértices estão dentro do círculo que define
o cursor do mouse acontecer a ocupar a mesma posição, que corresponde ao vértice do primeiro
símbolo encontrado, ou se não existe qualquer um selecionado que está mais próximo do centro do
círculo que define o cursor do mouse:

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11.18. Converter em polilinha

Área.
Esta opção está disponível na interface gráfica 2D. interface 3D pode conseguir o mesmo resultado com a opção
Editar / Unir.

Acesso
Menu Editar -> Converter em polígono.

Barra de ferramentas gráficas 2D, guia Edição ( ).

2D ferramentas de painéis gráficos, guia Ferramentas ( ), ferramentas de edição.

Para função requer várias linhas ou polilinhas são selecionados.

Descrição.
Ferramenta para converter linhas de montagem de polilinhas e polilinhas consecutivos selecionados na área de
desenho.

Método de Utilização
1. Selecione as linhas ou polilinhas você deseja unir em uma única polilinha. Você pode obter ajuda sobre
este tema na opção Desenhar/ Seleção por vértices.

2. Acesse a opção "Editar / Converter para polilinha" menu para iniciar a ferramenta. Esta ferramenta não
necessita de mais parâmetros, e automaticamente tentar compor um polígono com todas as seções
selecionadas. No caso de obtê-lo, ele exibe uma caixa de diálogo indicando o número de seções
convertidos.

11.19. Propriedades do Texto

Acesso
Menu Editar -> Converter em polígono.

Barra de ferramentas gráficas 2D, guia Edição ( ).

2D ferramentas de painéis gráficos, guia Ferramentas ( ), ferramentas de edição.


Para funcionar deve selecionar pelo menos um texto ou rótulo.

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Descrição

Ferramenta para mudar uma vez que as características do tipo de texto conjunto de entidades e / ou
etiqueta selecionada na área de desenho.

Método de Utilização
1. Selecione os textos e etiquetas para modificar. Você pode obter ajuda sobre este tema na opção
Desenho / Seleção por vértices.

2. Acesse a opção "Editar / Propriedades textos" para iniciar o menu de ferramentas. Esta
ferramenta irá exibir o diálogo "Propriedades de Texto", que permite que você modifique as
seguintes características:
• Altura da fonte,
• Cor,
• Tipo de fonte,
• Efeito negrito,
• Sublinhe efeito,
• Itálico efeito e
• Efeito riscado

3. Uma vez validada a caixa de diálogo, você pode ver como todas as entidades selecionadas
serão representados com as propriedades nele indicadas.

11.20. Propriedades das Cotas

Acesso
Menu Edição

Barra de ferramentas gráficas 2D, guia Edição ( ).

2D ferramentas de painéis gráficos, guia Ferramentas ( ), ferramentas de edição.

Descrição
Ferramenta para alterar uma vez que as características do conjunto de entidades tais como "dimensão linear"
e / ou "ponteiro" selecionado na área do desenho.

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Método de Utilização
1. Selecione as dimensões e ponteiros para modificar. Você pode obter ajuda sobre este tema
no opção Desenhar/Seleção

2. Acesse a opção "Editar / Propriedades dimensões" para iniciar o menu de ferramentas. Esta
ferramenta irá mostrar as "Propriedades da dimensão" de diálogo que lhe permite modificar
as seguintes características:

• O texto da cota: Se deixado em branco, dimensões padrão assumir a distância entre os pontos
de referência.
• Estilo: selecione o estilo que será desenhado dimensões. Eu poderia obter ajuda sobre os
estilos de dimensão através do item de menu "Ferramentas / Estilos de cota ..."
3. Uma vez validada a caixa de diálogo, você pode ver como todas as entidades selecionadas
serão representados com as propriedades nele indicadas.

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11.21. Alinhar

Área.
Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.

Acesso
Esta opção é implementada em algumas aplicações, dentro de um sub menu Edição. Nesses
aplicativos não listados, você pode ser acessado por barra de ferramentas gráficas na guia
Alinhamento ( ).

Descrição.
Este conjunto de ferramentas permite alinhar um conjunto de entidades ao longo de um eixo
horizontal ou vertical.

Editar / Alinhar à esquerda: Esta ferramenta alinha as entidades selecionadas, colocando-os


sobre o direito de um eixo vertical, marcada pela primeira entidade selecionada.

Editar / Alinhar à direita: Alinha entidades selecionadas. Colocando-os para a esquerda de um eixo
vertical marcado pela primeira entidade selecionada.

Editar / Alinhar Topo: Alinha selecionado entidades, colocando-os sob um eixo horizontal
marcado pela primeira entidade selecionada.

Editar / Alinhar Inferior: Alinha selecionado entidades, colocando-os acima de um eixo horizontal
marcado pela primeira entidade selecionada.

Editar / Alinhar Verticalmente: Alinha selecionado entidades, centrando-os em torno de um eixo


vertical marcado pela primeira entidade selecionada.

Editar / Alinhar Horizontalmente: Alinha selecionado entidades, centrando-os em torno de um


eixo horizontal marcado pela primeira entidade selecionada.

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11.22. Separar Uniforme

Área
Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.

Acesso
Esta opção é implementada em algumas aplicações, dentro de um sub menu Edição. Nesses
aplicativos não listados, você pode ser acessado por barra de ferramentas gráficas na guia
Alinhamento ( ), ou no menu de contexto.

Descrição
Estas ferramentas permitem que você classificar uma série de entidades, de modo que o espaço
entre seus pontos médios é o mesmo. Existem duas possibilidades:

• Espaço horizontalmente: Esta opção faz com que a distância X entre os símbolos
selecionados é o mesmo. O primeiro e último símbolo não vai mudar a sua posição.
• Espaço verticalmente: Esta opção faz com que o Y distância entre os símbolos
selecionados é o mesmo. O símbolo maior e a menor irá permanecer na mesma posição.

11.23. Igualar Tamanhos

Área.
Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.

Acesso
Esta opção é implementada em algumas aplicações, dentro de um submenu Edição. Nesses
aplicativos não listados, você pode ser acessado por barras de ferramentas gráficas na guia
Alinhamento ( ), ou a partir do menu de contexto.

Descrição.
Com estas ferramentas, as entidades selecionadas será dimensionada para corresponder ao tamanho
com uma entidade de referência (a primeira entidade é selecionada). Há três opções:

• Edição / Equalize Tamanho / larguras: Escala todas as entidades para coincidir com a sua
largura com a primeira entidade selecionada. A proporção for mantida.

• Edição / Equalize Tamanho / alta Equalize: Escala de todas as entidades para coincidir
com seu alto com a primeira entidade selecionada. A proporção for mantida.

A opção "Igualar alto" não funciona com entidades do tipo texto.

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• Edição / Equalize Tamanho / Igualar Tamanho: Ao contrário de operações anteriores, esta


ferramenta se estende as entidades na eixos X e Y para igual largura e altura com a entidade
de referência. A razão de aspecto vai variar.

11.24. Ordem Camada


Área.
Esta opção está disponível na interface gráfica 2D.

Acesso
Você pode encontrar esta opção no menu de contexto de edição (também no menu principal DXwin) e barra de
menu Gráficos Ferramentas. Para alterar a posição de uma camada, selecionar uma entidade contido na camada
desejada, e utilizar uma das ferramentas acima.

Descrição
Este Editar sub menu que você classificar as camadas de desenho, de modo a controlar as entidades que são
visíveis a partir de vários que estão sobrepostas. Existem quatro opções:

• Trazer para a frente: Coloque a camada acima de todos os outros.

• Enviar para trás: Coloque a camada abaixo todos os outros

• Trazer para a frente: Mova a camada uma posição para a frente.

• Enviar para trás: Move a camada uma posição recuada.

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Capitulo 12 – Cálculo Hidráulico do Sistema

O programa SuwinBR está desenhado para auxiliar durante todo o processo de calculo,
dimensionamento e verificação da Rede de Esgoto.
Uma vez introduzida a geometria em planta e vista, assim como as vazões de aporte em todos os
pontos da rede, entraremos em um processo iterativo de cálculo, verificação e redefinição do perfil e
as seções, até conseguir uma rede que cumpra com todos os critérios de verificação especificados.
Procederemos primeiro a calcular o pré-dimensionamento para obter as o de tubulação mínima para
cada tramo que suporte a vazão da rede. Ao mesmo tempo se calcula a caimento próxima do terreno
e profundidades mínima para conseguir a menor escavação possível. Para o qual clique a opção
Calcular -> Predimensionar
Uma vez terminado o pré-dimensionamento podemos consultar qualquer elemento da rede para
conhecer os resultados relativos a geometria, vazões, calados e velocidades assim como conhecer os
erros da verificação.
Todos os passos de correção de erros ou modificação de vazões, dados de geometria e verificações
de calado e velocidades se podem efetuar com SUwinBR em um único Passo, tendo ativado o cálculo
dinâmico, que ainda ralentiza um poço a operação com o programa, nos mantém sempre calculados
todos os elementos da rede até um nível de resultados que se pode definir pelo usuário.
Para ativar o cálculo dinâmico, selecione a opção Calcular→Cálculo dinâmico..., que abrirá o dialogo
da Figura 268. Marque a caixa Ativar cálculo dinâmico e selecione como nível de cálculo Inclui até o
cálculo de calados e velocidades.

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A partir deste momento, cada vez que faça qualquer alteração na rede, se recalcularam
automaticamente a geometria, vazões, calados e velocidades, de forma que os dados mostrados nos
quadros de diálogo serão sempre válidos, ao tempo que a lista de erros da barra de projeto estará
atualizada.
Outra utilidade de grande ajuda no cálculo da rede, é o Modo centrar seleção; Ative do menu Ver→
Modo centrar seleção. Seu efeito é provocar um zoom e uma centralização automático sobre o
elemento selecionado.
Uma vez efetuado esta preparação, o processo de pré-dimensionamento e cálculo e verificação é tem
simples como visualizar a lista de erros da barra de projeto, fazer duplo clique sobre os erros
mostrados, com que abrirá a ficha de propriedades do elemento que está provocando o erro, e, em
função do tipo de erro, modificar seus valores (aumentar seção ou modificar cotas serão os mais
habituais). Ao fazer, por isso que está ativa o cálculo dinâmico, se calculará e se verifica de novo a
rede com os valores modificados. Aparecerá uma nova lista de erros na que podemos ver a
efetividade da nossa alteração
Deve ter em conta os seguintes extremos: I. Tem um ordem de cálculo da rede: tipologia (conexões
entre elementos), geometria (Traçado em planta e em vista), vazões, e, por último, calados e
velocidades. II. Existem dos tipos de avisos na barra de projeto, erros e advertências. Os primeiros
são de tal natureza que impede prosseguir o cálculo (contracaimentos, conexões erradas, ...),
enquanto que os segundos supõem erros que não impede terminar todas a fases de cálculo
(geralmente supõem uma violação dos critérios de verificação estabelecidos pelo usuário). Poderá
ver ediferenças pelo diferente ícone junto a cada um deles (Ver Figura 27). Portanto, ainda quando
tema estabelecido o cálculo dinâmico, se existe um erro na rede, alguns resultados numéricos podem
não estar calculados. Corrija os erros em primeiro lugar

Vejamos o caso concreto de nosso exemplo: 1. Uma vez efetuado o pré-dimensionamento passamos
a visualizar a lista de erros. Ordene por Elemento (clicando sobre o título da coluna) e Depois por
Erro. 2. Por exemplo o elemento P7-P6 o calado máximo calculado é superior ao estabelecido como
máximo. Aparecerá o quadro de propriedades do elemento que provocava o erro. Faça duplo clique
sobre a fila de erro o advertência para acessar a ficha do tramo. Uma possibilidade para corrigir este
erro é aumentar o diâmetro da tubulação, para isso ativamos o check Forçar seção e selecionamos o
diâmetro 200 Ao efetuar o cálculo deve ter eliminado a anterior advertência. Pero podem aparecer
outros erros, para solucionar pode optar por voltar a calcular o pré-dimensionamento

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E possível que ao corrigir um erro se provoquem outros, portanto se recomenda corrigirmos desde
águas acima ate o vertedouro se tem diferença de nível suficiente ou a inversa em caso contrario.
Para solucionar o erro do tramo P1-V1 proceda a realizar os mesmos passos que não caso anterior
forçando o diâmetro ao seguinte superior, ou seja, 300.
Proceda da forma indicada até conseguir uma rede sem erros

Calcular: Topologia da rede

Este comando realiza o cálculo da topologia das redes existentes, detectando os elementos conectados
entre se e construindo seu arvore de relações da rede de saneamento. Não calcula e, portanto, tão
pouco comprova a geometria, vazões, calados e velocidades.

Entenda como rede de saneamento aquela que começa com um símbolo de Ponto de vertedor
conectado a uma serie de linhas de Tramos e símbolos de Poços em uma estrutura tipo arvore,
finalizadas em seus extremos por símbolos de cabeceira do tipo Contribuição, Contribuição de rede e
Sumidouros.

Este processo é necessário quando se requer, antes de calcular o pré-dimensionamento, forçar dados
da geometria, quer dizer, cotas e profundidades dos elementos da rede. Mesmo que os símbolos
estejam conectados graficamente no plano, todavia não conhecem seus elementos de entrada e saída.

Corresponde a primeira fase do cálculo completo, e é suficiente para comprovar os símbolos que não
estão corretamente conectados a uma rede de saneamento antes de proceder ao cálculo completo.

Calcular: Pre-dimensionar e comprovar

Este comando realiza os cálculos hidráulicos necessários para dimensionar os diâmetros de todas as
tubulações e determinar as profundidades necessárias. Efetua as Comprovações oportunas segundo
os critérios de comprovação.

Enquanto se está executando o processo de cálculo aparece na tela uma barra de progresso onde se
mostra a porcentagem que foi completado. O tempo de cálculo depende do número de elementos da
instalação e cresce de forma exponencial. Também depende da complexidade do sistema de definição
de cotas.

O pré-dimensionamento se baseia em determinar o diâmetro mínimo para que a tubulação possa


evacuar a vazão máximo mantendo os calados e velocidades do agua compreendidos entre a máxima
e a mínima permitidas, definidos no capitulo Dados Gerais. Critérios de comprovação.

O cálculo começa nos tramos de cabeceira com o diâmetro mínimo fixado em Valores padrão. Cada
tubulação e coletor aguas abaixo inicia o cálculo com o diâmetro calculado da tubulação de entrada.
Se calcula a profundidade de entrada e saída mínima assim como a inclinação mínima que cumpram
com os critérios de profundidade do terreno, calado e velocidade. Esta inclinação deve estar entre a
inclinação mínima e máxima de comprovação, em caso contrário aumenta o diâmetro de tubulação
para voltar a calcular de novo a geometria. Se repete o processo até encontrar o diâmetro que cumpra
todas as Comprovações.

Os dados fixados manualmente nos elementos não se alteram durante o cálculo, solo se vem afetados
os dados ativados em automático. Opcionalmente poderá forçar em todos os elementos da rede o tipo
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de tubulação, diâmetro, cota de terreno, cota e/ou profundidade de tubulação e empate de tubulações
nos poços. Poderá também forçar vazões residuais apenas nos elementos de cabeceira.

Fases de cálculo
Fases de cálculo

1. Cálculo da topologia das redes existentes, detectando os elementos conectados entre se e


construindo seu arvore de relações.

2. Cálculo da geometria em vista das redes segundo os dados introduzidos. Se procede também a
comprovação dos critérios geométricos.

3. Cálculo das vazões circulantes pela rede, tanto de residuais como de pluviais associados as
durações de inundação predefinidas.

4. Cálculo de calados e velocidades na rede. Se calculam também os tempos de concentração de cada


elemento.

5. Cálculo das vazões de pluviais devidos a durações de inundação iguais aos tempos de concentração
de cada elemento. Correção das vazões máximas calculadas no ponto 3.

6. Cálculo de calados e velocidades para as novas vazões. Comprovação segundo os critérios


definidos pelo usuário.

Os princípios de cálculo utilizados pelo programa se apresentam a seguir:

Os fundamentos do cálculo de vazões para aguas procedente de chuva se expõem no capitulo Cálculos
das vazões de aguas pluviais

Os fundamentos do cálculo de vazões para aguas residuais por coeficientes de vazão máximo diário e
horário se expõem no capitulo Cálculos das vazões de aguas residuais por coeficientes máximo diário
e horário

Os fundamentos do cálculo de vazões para aguas residuais por coeficientes pontuais mínimo e máximo
se expõem no capitulo Cálculos das vazões de aguas residuais por coeficientes pontuais

Os fundamentos do cálculo hidráulico em tubulações se expõem no capitulo Cálculo hidráulico de


tubulações

Para ver os resultados do cálculo elemento a elemento edite simplesmente cada elemento onde se
mostraram os dados calculados.

Na barra de projeto está disponível a guia de erros para consultar os erros detectados em cada um dos
elementos.

Cálculos das vazões de aguas pluviais

Para o cálculo das vazões de aguas pluviais recolhidos pela rede de saneamento, se usa o Método
racional, segundo o qual:

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Sendo

Q = vazão drenado

= coeficiente de escoamento

I = intensidade de chuva considerada

S = superfície da área de contribuição

K = Coeficiente de retraso

Coeficiente de escoamento

O coeficiente de escoamento - relação da vazão que decorre superficialmente ao precipitado- é um


fator adimensional que depende fundamentalmente das características da área de contribuição e que
está compreendido entre 0 e 1.

Para seu cálculo se proporciona a possibilidade de escolher entre a estimativa mediante assimilação a
uma superfície tipo o a introdução direta do valor do coeficiente de escoamento.

Assimilação a uma superfície tipo: Neste caso se estima o coeficiente de escoamento igualando-o ao
de uma superfície, de características similares a superfície a drenar, selecionada de entre uma lista de
possibilidades. Se pode escolher entre superfícies homogéneas (adequado para coberturas, superfícies
pavimentadas, etc.), as superfícies mistas (adequado para grandes zonas em núcleos urbanos).

Intensidade de chuva

O cálculo da intensidade de chuva se leva pelo método da equação geral de intensidade-duração-


frequência de precipitação.

Equação geral de intensidade-duração-frequência de precipitação

Para o cálculo da intensidade segundo o método indireto se utiliza a relação:

Onde

• Imax = Intensidade máxima média de precipitação para a duração t e período de retorno Tr


[mm/h]
• TR = período de retorno considerado [anos]
• t = duração do inundação [min]
• K, m, n e T0 são parâmetros adimensionais específicos da localidade onde foi efetuado a
medição pluviométrica.

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Estes parâmetros adimensionais define a equação geral, deverão ser proporcionados pelo usuário para
o lugar de projeto, podendo obter se de distintas publicações.

- GPRH (Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos) http://www.gprh.ufv.br/?área=softwares aplicação


Plúvio 2.1

A intensidade de chuva depende, como foi visto, da duração da inundação e do período de retorno
considerado. Este último é introduzido pelo usuário, enquanto que as durações de inundação
consideradas são as predeterminadas em uma lista, mas as correspondentes aos tempos de
concentração de cada nó da rede. A duração de inundação mínima considerada é a menor da lista, e a
máxima o tempo de concentração do ponto de vertedor.

Tempo de concentração

O tempo de concentração para um ponto dado, é o tempo que tarda o ponto mais afastado da área de
contribuição em drenar por este ponto.

Para o cálculo do tempo de concentração de cada elemento susceptível de introduzir aguas pluviais na
rede, se permite o uso dos dois métodos expostos na Instrução 5.2-IC, segundo predomine o fluxo
canalizado por ramos bem definidos ou o fluxo difuso sobre a superfície do terreno.

No Primeiro dos casos se usa a relação empírica:

Sendo

TC = tempo de concentração, em h
L = comprimento do ramo principal, em km
J = inclinação media do ramo, em m/m

Se predomina o fluxo difuso, a instrução proporciona um ábaco para o cálculo do tempo de


escoamento, que assimilamos ao de concentração, do que temos deduzido a relação:

Onde

Tc = tempo de concentração, em min


KV = coeficiente dependente do tipo de superfície
L = comprimento do ramo principal, em m
J = inclinação media do ramo, em m/m

Coeficiente de retraso

Quando o tempo de duração de precipitação é menor que o tempo de concentração da área de


contribuição a superfície que drena em um tempo determinado é menor a superfície da área de
contribuição, por tanto se afeta à vazão de drenagem do coeficiente de retraso igual a proporção de
superfície drenante a superfície total e que avaliamos mediante a expressão:

Onde

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t = duração do inundação
Tc = tempo de concentração

A consideração deste coeficiente permite ajustar o cálculo de vazões para área de contribuições
vertentes grandes otimizando assim o tamanho da instalação.

Cálculos das vazões de aguas residuais por coeficientes de máximos diário e horário

Com este método se calcular as vazões distribuídos uniformemente entre os tramos da rede de aguas
residuais.

O desenho o constituem uma rede de tramos de tubulação conectadas mediante poços, cujos tramos
de cabeceira estão fechados por elementos de tipo ponto seco, e o tramo coletor final se conecta com
o único ponto de vertedor da rede.

Vazões de dimensionamento

Para todos os tramos da rede devem ser estimados as vazões inicial e final

O cálculo de vazões de aguas residuais domésticas inicial e final se efetua aplicando as seguintes
equações:

Sendo

Qi = vazão máximo inicial, em l/s


Qf = vazão máximo final, em l/s
K1 = coeficiente de máximo vazão diário
K2 = coeficiente de máximo vazão horário
Qi = vazão médio inicial, em l/s
Qf = vazão médio final, em l/s
Qinf.i = vazão de infiltração inicial, em l/s
Qinf.f = vazão de infiltração final, em l/s
Qinf.i = vazão concentrado ou singular inicial, em l/s
Qinf.f = vazão concentrado o singular final, em l/s

Vazão média:

O cálculo de vazões medos inicial e final se efetua aplicando as seguintes equações:

Sendo

C = coeficiente de retorno
Pi = população no primeiro ano de projeto, em habitantes
Pf = estimativa da população no último ano de projeto, em habitantes
qi = consumo de agua per capita inicial, em l/hab.dia
qf = consumo de agua per capita final, em l/hab.dia

Vazão de infiltração:

O cálculo de vazões de infiltração inicial e final se efetua aplicando as seguintes equações:


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Sendo

Tinf.i = vazão de infiltração inicial, em l/s


Tinf.f = vazão de infiltração final, em l/s
L = comprimento total da rede de aguas residuais, em m

Taxa de contribuição linear

O cálculo das taxas de contribuição linear deve seguir as seguintes expressões:

Sendo

Tx.i = taxa de contribuição linear inicial, em l/s.m

Tx.f = taxa de contribuição linear final, em l/s.m

Cálculos das vazões de aguas residuais por coeficientes pontuais mínimo e máximo

O desenho o constituem uma rede de tramos de tubulação conectadas mediante poços, cujos tramos
de cabeceira estão fechados por Contribuições domiciliares e excepcionalmente Contribuições de rede,
o tramo coletor final se conecta com o único ponto de vertedor da rede.

Aguas residuais domésticas

O cálculo de vazões de aguas residuais domésticas se efetua aplicando a seguinte equação:

Sendo

Qdom = vazão de aguas residuais domésticas


Cp = coeficiente pontuais
P = população servida
D = consumo

População

O cálculo da população se aborda de duas formas distintas, bem por estimativa do número de
habitantes através da densidade de edificação, bem mediante a introdução direta do nº de habitantes
servidos.

Neste último caso se efetua a extrapolação a uma população futura, a partir dos dados de três censos
anteriores, mediante a fórmula:

Sendo

P0 = população atual em nº de habitantes em cada Contribuição

Pt = população futura em nº de habitantes em cada Contribuição

t = horizonte de referência em anos

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A população futura se estima a um horizonte de referência mediante a população em um momento


dado (t=0) e as populações dos 10 e 20 anos atrás. Destes dados se extraem os parâmetros e

Dos quais calculamos :

Sendo

P0 = população do último censo

P-10 = população 10 anos atrás

P-20 = população 20 anos atrás

Também se permite a introdução de um aumento estacional de população que se aplicará em ambas


variantes de introdução da população.

Consumo:

O Consumo corresponde ao consumo por habitante de agua potável incluindo o consumo de pequenas
indústrias e comércios situados no casco urbano.

O consumo de um habitante por litro e dia equivale a:

Coeficiente pontual:

O coeficiente de ponto determina a vazão de residuais circulante pela rede.

Os consumos estão submetidos a variações estacionais diárias, durante a semana e horaria segundo o
intervalo do dia. Se define assim o coeficiente pontual o fator pontual, como a relação do consumo
máximo horário, dentro do dia de consumo máximo, ao consumo horário médio, dentro do dia do
consumo médio.

Com o coeficiente pontual máximo, decrescente segundo aumenta a população, se calcula a vazão
máximo.

Com o coeficiente pontual mínimo se obtém a vazão mínimo.

Aguas residuais industriais

Se permite o cálculo das vazões de aportação de aguas residuais industriais estabelecendo um


consumo por utilizado, bem por superfície de planta industrial.

O cálculo de vazões de aguas residuais industriais em função do consumo por utilização se efetua
aplicando a seguinte equação:

Onde

Qind = vazão de aguas residuais industriais

CPind = coeficiente pontual industrial

Pind = número de utilizados

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Dind = dotação por utilizado

O cálculo de vazões de aguas residuais industriais em função da dotação por superfície se efetua
aplicando a seguinte equação:

Onde

Qind = vazão de aguas residuais industriais

CPind = coeficiente pontual industrial

Sind = superfície industrial

DSind = dotação por superfície industrial

Do texto de Aurelio Hernández foi extraído a seguinte tabela, de onde se pode tomar os valores de
dotação:

Dotação

Industria por
por superfície
utilizado
[m³/m²·d]
[m³/utlil·d]

Produtos de alimentação 7,9 13,5

Produtos lácteos 9,5 29,2

Conservas de frutas 6,8 8,2

Açucareira 36,8 6,3

Tintura e acabados têxteis exceto lã 2,5 11,3

Têxteis em geral 0,5 3,2

Aserraderos 44,1 7,3

Cartoes 17,1 88,5

Industria química orgânica e inorgânica 20,0 9,2

Materiais plásticos, exceto vidros 5,7 2,4

Drogas 1,2 7,7

Sabão, detergentes, cosméticos 2,0 7,8

Pinturas, vernizes e esmaltes 3,2 11,5

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Dotação

Industria por
por superfície
utilizado
[m³/m²·d]
[m³/utlil·d]

Agricultura química 6,1 3,5

Produtos químicos diversos 3,8 2,2

Refinarias de petróleos 14,5 1,8

Produtos derivados do petróleo e do carvão 1,5 1,3

Curtido e acabado de peles 2,8 8,4

Produtos de vidro 0,5 2,1

Cimento hidráulico 7,3 2,6

Blocos 1,1 0,0

Alfareria 1,1 3,4

Gessos 7,9 0,1

Canterias 0,9 2,9

Asbestos abrasivos 3,2 5,6

Altos fornos, aço e laminação 2,5 0,1

Ferros e fundição do aço 1,4 5,8

Fundições secundarias, refinados 1,9 1,3

Metais não ferrosos 1,4 2,9

Fundição metais não ferrosos 0,5 3,5

Motores de veículos e equipamentos 0,8 4,8

Aviões e seus componentes 0,4 2,1

Astilleros 0,4 1,0

Laboratórios de engenheira e científicos 0,3 2,7

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Cálculo hidráulico

Hipóteses de cálculo

O programa efetua o cálculo hidráulico dos tramos de tubulação de acordo com as seguintes hipóteses:

· O fluxo se dá em regime permanente e uniforme.

· A tubulação trabalha a seção parcialmente cheia.

Fórmulas usadas

As fórmulas que se utilizam para o cálculo das variáveis que definem o regime hidráulico são a equação
de continuidade:

E a fórmula de Manning:

Onde

Q = vazão, em m³/s

A = seção, em m²/s

V = velocidade, em m/s

n = coeficiente de Manning, dependente do material

RH = radio hidráulico, em m

I = inclinação da condução, em m/m

O programa calcula os parâmetros dependentes da seção (A e RH), em função dos valores introduzidos
na base de dados das series de tubulações e da forma da série.

Coeficiente de Manning

O coeficiente de Manning é um fator adimensional, dependente da rugosidade da condução, e por


tanto se deve fazer dependente de seu material interior, se bem alguns autores indicam que para redes
de saneamento, devido à formação de sedimento, deve tomar um valor constante independente do
Valores padrão

Padrão, o programa propõe os valores do coeficiente de Manning dependentes do material interior da


condução que se expõe seguir:

Coef.
Materiais de tubulação
Manning
Concreto em massa 0,015
Concreto armado 0,015
Amianto-cimento 0,010

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Coef.
Materiais de tubulação
Manning
Gres 0,009
UPVC (policloruro de vinilo no plastificado) 0,009
HDPE (polietileno de alta densidade) 0,009
PE (polietileno) 0,009
PP (polipropileno) 0,009
PRV (poliéster reforçado com fibra de vidro) 0,009
Fundição 0,014
Bloco vitrificado 0,013
Bloco com juntas de alvenaria de cimento 0,015
Metal ondulado 0,027
Materiais de revestimento
Alvenaria de cimento 0,013
Lechada de cimento 0,012
Resina epóxi 0,010
Aplacado de gres 0,012
Lâmina plástica 0,009
Composto asfáltico 0,009

Numerar elementos de rede

Através desta opção poderá numerar todos os elementos das redes existentes no projeto. Esta opção
é aconselhável para manter ordenada a numeração dos elementos.

Esta ordenação numérica começara pelo elemento terminal da rede de maior cota e em caso de
igualdade se escolhe o mais afastado do vertedor. A seguir se numera crescentemente aguas abaixo
até um poço que tenha mais de uma entrada, então volta a buscar o seguinte elemento de maior cota
aguas acima desde este poço, de tal forma que se numeram os elementos da arvore relativo a este
poço até completa-lo. O processo de numeração continua aguas abaixo até novo poço com mais de
uma entrada, repetindo-se o processo até chegar ao ponto de vertedor final.

Recorde que se perderão as referências introduzidas manualmente.

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Capitulo 13 –Resultados

Identificação

Esta opção de menu contém funções para obter os resultados do cálculo no mesmo plano de desenho.

Opções de identificação para elementos de rede

Opção de menu que mostra o Quadro de diálogo Rotular, que permite inserir resultados dos cálculos
no mesmo plano de desenho da rede. Para isso, o Quadro de diálogo Rotular consta de uma série de
pastas que permitem manipular as características da identificação, assim como os tipos de resultados
para cada tipo de elemento.

A guia primeira deste Quadro de diálogo se denomina Elementos e através dele poderemos escolher:

Limpar camada de identificação: Deverá ativar esta opção quando pretenda voltar a redesenhar a
identificação de toda a rede. Desative esta opção em caso de rotular solo alguns elementos
selecionados e assim conservar a identificação do resto de elementos.

Posição do ponteiro: Esquerda-Direita, Acima-Abaixo. Inicialmente se escolherá uma posição onde a


informação do cartel de identificação aparecerá com em relação ao elemento, posteriormente o
usuário poderá mover situando onde seja mais favorável para sua visão.

· Mostrar erros: Ativa o desativa que se mostrem os erros como parte da identificação do elemento.

· Mostrar avisos: Ativa o desativa que se mostrem os avisos como parte da identificação do elemento.

Ver estilos de cota.

Através deste botão podemos acessar aos distintos Estilos de cota que possuem o documento, entre
eles estarão os correspondentes a Tubulações, Poços, Contribuições, Erros e Avisos. Podendo o usuário
modificar suas propriedades.

Tanto os dados como Erros e Avisos se mostraram com Estilos de Cota próprios. O usuário poderá
alterar as propriedades de estes estilos e serão armazenados conjuntamente com o documento.

Inicialmente os erros aparecerão em cor de texto vermelha, e os avisos em cor de texto azul. A menos
que um elemento possua tanto erros como avisos com o que se mostrará como se foram erros.

Dados

Selecionar todo: Ativa ou desativa o poder selecionar todos os campos do Quadro de diálogo de
elementos.

Incluir etiquetas: Ativa ou desativa o mostrar uma etiqueta a frente do valor correspondente ao dado.

Incluir unidades: Ativa ou desativa o mostrar as unidades no valor correspondente ao dado.

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Antes de abrir o diálogo, se não existem elementos selecionados se fara uma pergunta para que o
usuário possa decidir seleciona-los todos. Uma vez aceitados os dados, se efetuará a identificação dos
elementos selecionados.

Se poderá selecionar os dados necessários para a identificação de cada um dos elementos, agrupados
por Tubulações, Poços e Contribuição/Sumidouro.

Se criaram camadas associadas a identificação e a rede de saneamento correspondente, estas camadas


serão: REDX_ROTULOS e REDX_ROTULOS_ERROS no caso de que existam erros ou avisos.

Opções de identificação para perfil longitudinal

Opção de menu que mostra o Quadro de diálogo Rotular, que permite inserir resultados dos cálculos
no mesmo plano de desenho do perfil longitudinal. Para isso, o Quadro de diálogo Rotular consta de
uma série de pastas que permitem manipular as características da identificação, assim como os tipos
de resultados.

A segunda guia deste Quadro de diálogo se denomina Perfil e através dele poderemos escolher:

Este Quadro de diálogo é similar ao anterior, unicamente que se refletem os dados sobre um perfil.

Escala horizontal: Para facilitar a impressão dos planos e evitar que as partes do desenho sejam de
tamanhos muito desiguais, o traçado dos perfiles se faz supondo que as unidades do desenho são
milímetros, deve ter em conta que as unidades do desenho da instalação em planta equivalem a
metros.

Por tanto introduzindo um valor 1:1000 criaria um perfil no que cada tramo teria igual tamanho que
seu correspondente elemento na vista em planta.

Escala vertical: Do mesmo modo que no campo anterior, 1:1000 manteria as proporções entre o plano
de planta e o plano de perfil, entretanto deve ser habitual ampliar a escala vertical para ressaltar as
diferenças de nível entre diferentes pontos da instalação. Usualmente se toma uma escala vertical
entre 2 e 10 vezes menor á horizontal (1:100 a 1:500 para escala horizontal 1:1000).

Antes de abrir o diálogo, se não existem elementos selecionados se fara uma pergunta para que o
usuário possa decidir seleciona-los todos. Uma vez aceitados os dados, se efetuará a identificação dos
elementos selecionados.

Desenhar perfil longitudinal de um ramal

Serve para definir um ramal selecionando elementos da rede e calcular seu perfil longitudinal na
área de desenho.

Siga os passos que se detalham A seguir:

• Como requisito prévio, para poder definir um ramal deverá ter a rede conectada, pelo que se não foi
definido a opção calcular comprovação dinâmica deverá conectá-la (menu Calcular -> Comprovação
completa)
• Para definir um novo ramal desde qualquer ponto até o ponto de vertedor deverá selecionar solo o
elemento de início do mesmo que pode ser um poço, Contribuição, sumidouro a tubulação.
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• Para definir um ramal intermediário da rede deverá ter selecionados os elementos (tubulações,
Contribuições, poços, etc.) de início e de final do ramal. Para selecionar os dos elementos mantenha
apertada a tecla SHIFT enquanto faz clique sobre os dos elementos a selecionar.
• A seguir clicando o botão Definir Ramal da barra de ferramentas o mediante a entrada de menu
Elementos->Definir um perfil longitudinal novo, o ramal fica definido na arvore do projeto.

Deste momento, o ramal se armazena na arvore de projeto, de onde terá acessíveis as diversas opções
próprias deste elemento. Para visualiza-lo deverá selecionar o elemento ramal correspondente,
consulte Ramal: perfil longitudinal.

Uma vez dentro do perfil longitudinal poderá alterar as inclinações de tubulações e profundidades de
poços diretamente clicando nos elementos de tubulações e poços. Consulte a opção Modificar
inclinações de um ramal.

Resultados desenhar perfil transversal

Esta opção desenha automaticamente a escala os perfiles transversais de um conjunto de tramos


quaisquer, selecionados previamente. Este perfil inclui uma seção cotada da vala no ponto central de
cada tramo.

Apenas é possível realizar o desenho se o cálculo foi finalizado com êxito.

O desenho se realiza apenas dos tramos que estejam selecionados no momento de acessar a opção.
No caso de não ter nenhuma entidade selecionada aparecerá uma mensagem que avisa e dá a
possibilidade de fazer uma seleção antes de executar novamente o comando.

Para desenhar o perfil transversal de uma serie de tramos realize os seguintes passos:

1. Selecione dos tramos que queira ver representados.


2. Execute o comando de menu Resultados/Desenhar perfil transversal.
3. Aparecerá o Quadro de diálogo “Configuração do desenho” com os seguintes elementos:

Escala horizontal: Para facilitar a impressão dos planos e evitar que as partes do desenho sejam de
tamanhos muito desiguais, o traçado dos perfiles se faz supondo que as unidades do desenho são
milímetros, mesmo que deve ter em conta que as unidades do desenho da instalação em planta
equivalem a metros.

Introduzindo um valor 1:1000 criaria um perfil no que se manteriam as proporções em relação do


desenho de planta e resultaria muito pequeno. Por tanto é desejável aumentar a escala do desenho
usando por exemplo uma escala horizontal 1:100.

Escala vertical: Do mesmo modo que no campo anterior, 1:1000 manteria os mesmos tamanhos entre
o plano de planta e o plano de perfil, entretanto é preferível fazer coincidir esta escala com a horizontal
para manter as proporções do desenho da vala, assim um valor usual também seria 1:100.

Altura do texto (mm): Tenha em conta que 1mm no desenho do perfil terá a aparência de 1m no
desenho da planta. O tamanho do texto é ajustável para permitir visualizar corretamente as legendas
e as cotas. Um valor normal está em torno aos 3mm.

Nome da camada: Aqui é possível introduzir o nome da camada de desenho onde se armazenará todo
o traçado. Inicialmente o nome é SUWIN_PERFIL_TRANSVERSAL. Quando execute o traçado se criará
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uma camada com esse nome, ou, se já existe, se limpará e todas suas entidades serão eliminadas, por
tanto, se quer conservar mais de um plano de perfil introduza nomes de camadas diferentes.

Quando aperte “Aceitar” se desenhará todo o perfil e se realizará um zoom para fazer visível o conjunto
completo. se para visualizar corretamente o perfil deseja ocultar as camadas do desenho de planta
acesse a opção Gestão de camadas do menu Ferramentas.

Se realiza o desenho de um perfil e no está conforme com as escalas de representação, sempre poderá
eliminar a camada de desenho e repetir a operação até que consiga as proporções desejadas.

É possível imprimir o plano usando as opções de Arquivo/Configurar impressão ou exporta-lo a


programas de CAD usando arquivos de interalteração de desenho com formato DXF por médio da
opção Arquivos/Exportar/Desenho.

Resultados das Memorias e listas

Apenas está disponível a opção gerar as memorias e listas se foi efetuado o cálculo.

Mediante esta opção geraremos uma memória em um arquivo formato .rtf onde ficará refletidos todos
os dados e elementos calculados.

Depois de gerar este documento se iniciará o programa que padrão esteja associado com este tipo de
arquivos (WordPad, Word, etc.)

O arquivo de memorias levará o mesmo nome que o documento do projeto com a extensão rtf e se
localizara no mesmo diretório onde se encontre o Primeiro.

A memória se compõe dos seguintes capítulos:

• Dados do expediente do projeto, descrição da instalação e autor do projeto”.


• Cálculo das vazões pluviais.
o Memoria justificativa: Donde se explica como foi realizado o cálculo de vazões pluviais
e se mostram as fórmulas utilizadas
o Memoria descritiva: Com as características gerais relativo a pluviais
o Lista de área de contribuições vertentes: Relação de elementos de captação de aguas
pluviais com os dados da área de contribuição e vazões calculados
• Cálculo das vazões residuais
o Justificação do cálculo.
o Dados gerais relativo a Contribuições
o Lista de Contribuições: Relação de elementos de Contribuições com os dados relativos
ao cálculo de vazões residuais
• Cálculos hidráulicos de tramos de tubulação
o Justificação do cálculo.
o Lista da geometria dos tramos de tubulação. Lista dos tramos de tubulação da rede,
indicando sua referência, comprimento, pendente, cotas absolutas e relativas da
tubulação e do terreno, serie, material, nº de Manning e seção.
o Lista do regime hidráulico por tramo. Lista dos tramos de tubulação indicando sua
vazão, calado e velocidade nos regimes de vazão médio, mínimo e máximo, abrindo seus
componentes de residuais e de pluviais.

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o Lista resumo do cálculo de vazões de cada tramo. Lista dos tramos de tubulação onde
aparecem detalhados as vazões medos, mínimos e máximos com sus correspondentes
coeficientes pontuais, vazões de pluviais e os distintos vazões de comprovação.
• Medições: Relação do material utilizado na rede: Metros linear de cada tipo e diâmetro de tubo,
Contribuições, poços de registro, Sumidouros, etc.

Do processador de textos é possível modificar os documentos e envia-los a impressão.

Representação 3D

Antes de executar esta função é imprescindível ter finalizado o calculado.

Esta opção gera uma vista 3D do terreno a partir dos elementos de definição de cotas (curvas de nível).
Sobre a representação do terreno se mostram além dos elementos integrantes da rede de
saneamento.

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Capitulo 14 – Exportar desenhos em arquivos dxf ou wmf

SUwin pode gerar arquivos em formato DXF, DWG ou WMF da vista que aparece na área de desenho.

Para isso execute o comando Arquivo→Exportar→Desenho… e selecione o tipo de arquivo, a


localização e o nome do arquivo onde queira armazenar.

10.1. Rotulação do desenho

E possível completar o desenho da rede incluindo rótulos com as descrições dos elementos e seus
principais resultados do cálculo. Para isso selecione as entidades junto a as que deseja escrever
algum dado e acesse ao comando Resultados→Rotular elementos... Escolha os dados que deseja
incluir no desenho segundodo o tipo de elemento, e a posição que deve ocupar. Valide o quadro de
diálogo e verifica como aparecem os rótulos com o formato especificado. Todos os textos se desenha
na camada REDx_ROTULOS e se podem modificar como qualquer outra entidade de desenho.

Os rótulos são Dinâmicos, ou seja, se se realiza um novo pré-dimensionamento e alguns parâmetros


se vem modificados, seus correspondentes rótulos se atualizaram automaticamente.

Na Erro! Fonte de referência não encontrada. se mostra o resultado da rotulação de alguns dados de um
tramo de tubulação.

Também dispõe das opções Desenhar Texto... e Desenhar Etiqueta... para introduzir qualquer legenda no
desenho.

Capitulo 15 – Imprimir Área do Desenho

O comando Arquivo Imprimir… mostra na janela o quadro de diálogo Imprimir, que permite selecionar
o tipo de impressora, região de impressão e o número de copias. Quando se aceita a ficha se inicia o
processo de impressão do que tenha representado na área de desenho do programa. Pode usar a

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função de gerente de camadas para ocultar e fazer visível apenas o que queira que apareça nos
desenhos.
Previamente a impressão execute a opção Arquivo Apresentação preliminar que permitirá visualizar
na janela o que será o resultado da impressão. Isto dependerá da impressora selecionada, da
orientação e formato de papel, da área de impressão e das espessuras atribuídos de pena.
Se deseja alterar o tamanho ou a orientação do papel execute o comando Configurar impressora….
Para ajustar as escalas de impressão ajuda a opção Área de impressão…, e para alterar as cores ou
espessuras das linhas execute o capitulo Atribuir penas… do menu Arquivo Configurar impressão....
A ajuda do programa tem um extenso capitulo sobre a impressão da área de desenho, no que se
descreve detalhadamente o uso de cada parâmetro desses quadros de diálogo.
A interface gráfica de PROCEDIMIENTOS-UNO, S.L. incluída em Componentes Comuns, tem a
possibilidade de imprimir desenhos com os desenhos de janela adicionando uma margem e um
carimbo que se adapta automaticamente a escala selecionada.
Para imprimir a escala com carimbo realize os seguintes passos que se detalham nos seguintes
capítulos.
11.1. Selecionar camada do carimbo
Em primeiro lugar deverá acessar a Gerente de Capas, atraves da barra de ferramentas ou do menu
Ferramentas/Gerente de Camadas. Atraves deste quadro de diálogo tera que selecionar a camada
carimbo da rede dar as propriedades: VISIVEL, ATUAL

11.2. Inserir margem, carimbo e legendas


Execute a opção Desenhar/Símbolo e insere em qualquer ponto do desenho de desenho um dos
formatos que estão disponíveis: A3 paisagem, A4 paisagem, A4 vertical ... E necessário que o tamanho
e a orientação se ajuste a escala com a que Você. queira imprimir, por exemplo em nosso caso A3
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paisagem. Se Você. necessita outros formatos poderá definir utilizando o comando


Ferramentas/Definir um símbolo novo tal como se explica no capitulo 12 deste manual.
Não se preocupe pela posição onde esta a margem, nem tampouco pelo feito de que o desenho não
fique dentro. A impressão em escala se encarregue disso.
No caso de que a dimensão do desenho não permita inserir um símbolo em seu tamanho original
(escala 1.0), aparecerá um mensagem de advertência. Clique Cancelar e execute a opção Zoom/Afastar
até que a extensão do desenho seja suficiente como para que fique na margem.
Utilize de novo a opção anterior para inserir um símbolo de tipo carimbo, em quase todos os casos é
suficiente com escolher o símbolo K1 para A4 e maiores. Desloque pelo desenho e insira na posição
que desejar. Geralmente coincidindo com a margem inferior direito da margem que se inseriu
anteriormente.
Do mesmo modo que não caso anterior, se deseja utilizar outro tipo de carimbo diferente ao
normalizado que aparece com o programa, poderá fazer definindo como um novo símbolo.
Antes de continuar Você. terá que usar a função Ferramentas/Medir distancia para determinar a
comprimento que tem um dos lados horizontais da margem. Deverá medir usando a opção Ponto de
referencia/Final de extremo a extremo do formato. A distancia que obtenha terá que anotar já que
será de utilidade para FIXAR o escalado da margem (em nosso exemplo resulta uma medida de 420).
Para finalizar este passo utilize as opções de desenho de texto Desenhar/Texto para incluir dentro do
carimbo as legendas com o nome do desenho, o do projeto, a escala, etc...
11.3. Área de impressão
11.3.1. Seleção dos parâmetros de impressão
Utilize as opções de Zoom para visualizar na janela a zona do desenho que deseja imprimir. No tenha
em conta a margem nem o carimbo.
Com o cursor do mouse sobre a área de desenho clique o botão direito do mouse e escolha a opção
do menu contextual Área de Impressão..., aparecerá o quadro de diálogo do mesmo nome do que se
poderão definir os parâmetros de impressão.

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Em primeiro lugar clique o botão impressora e selecione a máquina correspondente, também defina o
mesmo tamanho de papel e orientação que não passo 1.
Selecione a área de impressão, em nosso caso Vista atual, também dispõe das seguintes opções:
Extensão.- Imprime a extensão do desenho, ou seja, a área mínima que encerra todas as entidades de
desenho. Ao selecionar, aparecem seus limites nas caixas de edição situadas na parte direta da seção,
mesmo qu apenas a título informativo.
Vista atual.- Imprime a área que define a vista atual. Al igual que não caso anterior, se mostra os limites
do retângulo nos campos Esq., Dir., Sup., e Inf.
Todo.- Imprime toda a área disponível de desenho. Também se mostra os limites do retângulo nos
campos Esq., Dir., Sup., e Inf.
Janela.- Quando se seleciona esta opção, ficam habilitados os campos Esq., Dir., Sup., e Inf., com que
é possível introduzir em issos os limites do retângulo que encerra a área que queremos imprimir. Alem
disso, podemos utilizar o botão 'Atribuir>>' para definir um retângulo diretamente no desenho, que
será a área de impressão válida.
Seleção.- Quando se escolhe esta opção, se imprime unicamente as entidades selecionadas, e a área a
imprimir será a área mínima ocupada por estas entidades.
Escolha a opção Escala, e introduza a relação desejada. Tenha em conta que se trabalhamos em metros,
ou seja, uma unidade no desenho equivale a um metro real ( o normal em nossos programas), podemos
introduzir diretamente a escala real de reapresentação desejada.
No quadro de diálogo aparece uma legenda que informa do tamanho de papel necessário para conter
a área de desenho selecionada. Comprove que o tamanho corresponde com o da margem que
seleciono no primeiro passo destas notas.

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Em nosso exemplo temos introduzido uma escala 1:250 que nos obriga a utilizar como mínimo um
papel tamanho A3 em posição horizontal.
Ao escalar o desenho podemos escolher entre centrar no papel, o começar a imprimir desde um origem
determinado, em milímetros, contabilizado como distancia do origem do papel.

No capitulo Margem e Carimbo desloque a lista que faz referencia a as Camadas e selecione a que
contem aa margem e ao carimbo. Em nosso exemplo se trata da camada CAJETIN.
Introduza a medida anotada da margem (420) no quadro de edição etiquetado com Você. e no outro
campo mm pap. a dimensão real em milímetros de esse formato de papel (420). A5: 210 A4: 297 A3:
420 A2: 594 A1: 840 A0: 1188
11.3.2. Vista previa e impressão
Clique o botão Vista previa e poderá verificar como a interface gráfica compõem o desenho escalado
com a margem e o carimbo que Você. Definiu

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Se o resultado é satisfatório clique o botão de imprimir para voltar a impressora.


Se algum elemento não se ajusta a necessidades de impressão, clique o botão Fechar e acesse de novo
ao quadro de diáloga área de impressão para modificar alguns dos parâmetros.
Se o desenho fica sobreposto com o carimbo e as legendas, terá que selecionar um carimbo menor ou
desenhar a uma escala menor para que todo fique no papel.
A seguir se expõem outras opções de utilidade para a impressão.
11.3.3. Atribuir penas
Também poderá modificar a espessura e cor de desenho dos elementos do desenho usando a opção
Atribuir
penas
Esta opção da a possibilidade de imprimir com diferentes cores e espessuras de traço. Para isso, mostra
o letreiro de diálogo "Penas", que permite configurar o processo

O letreiro de diálogo contempla as diferentes cores utilizados no desenho e correspondentes cada um


a uma pena. Cada uma delas tem associados um cor de desenho, uma espessura de traço (em
milímetros), e o índice da pena com cujo cor realizará a impressão.
Por exemplo, se os parâmetros introduzidos correspondem aos representados na Figura 33, as
entidades desenhadas em vermelho (pena número 1) serão impressa em negro com espessura 0,25
mm, as amarela (pena número 2), também em cor negro porém com espessura 0,15 mm, as cian claro
(pena número 3) em cor azul e com espessura 0,5 mm, e assim sucessivamente
Este método permite trabalhar com diferentes espessuras de traço a vez que com diferentes cores de
desenho. Pode verificar em todo momento como ficará a impressão através da apresentação
preliminar, ou clicando a combinação de teclas MAIÚSCULAS + P do teclado.

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Pode modificar o cor de desenho por padrão atribuido a cada pena. Para isso, apenas tem que fazer
um clique de mouse no requadro que representa o cor de cada pena. Nesse momento, aparecerá o
letreiro de diálogo "Cor", que permitirá selecionar a cor desejado.

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DEFINIR UM SÍMBOLO NOVO


Você. pode definir seus próprios símbolos, detalhes ou carimbos com seus dados particulares,
logotipos, etc. e utiliza do mesmo modo que foi feito com os que leva originalmente a biblioteca de
símbolos. Para isso se utiliza a função Ferramentas/Definir símbolos.
Um símbolo é uma entidade composta, definida por um conjunto de entidades simples, e identificada
por um nome. A definição de cada símbolo fica armazenada na memória, pode inserir referências a
esse símbolo cada vez que queremos. Alem disso, cada referencia de um mesmo símbolo pode estar
representada a uma escala diferente, e com um angulo de rotação diferente.
12.1. Procedimento de definição de novos símbolos
1. Selecionar o conjunto de entidades que queremos utilizar para a definição do novo símbolo.
2. Acessar a opção de menu Ferramentas/Definir um símbolo novo. Uma vez selecionada a opção, o
cursor do mouse fica modificado e está em disposição de escolher os pontos característicos do novo
símbolo (ponto de inserção e pontos de conexão).
3. Situar o cursor do mouse na posição do desenho onde queremos definir o ponto de inserção, e clicar
o botão esquerdo do mesmo. Deste ponto fica definido, desenhándo temporariamente como um
círculo pequeno de cor vermelho. Neste momento, podemos finalizar a definição do símbolo
(utilizando a opção do menu contextual Terminar),ou, podemos acrescentar os pontos de conexão.
4. Situar o cursor do mouse na posição do desenho onde queremos definir o primeiro ponto de
conexão, e clicar o botão esquerdo do mesmo. Deste ponto fica definido, desenhándo como um círculo
pequeno de cor azul. Podemos repetir esta ação tantas vezes como pontos de conexão queremos
definir para o símbolo.
5. Acessar a opção do menu contextual Terminar para finalizar a definição do símbolo. Neste momento,
aparece o quadro de diálogo 'Novo Símbolo", que nos permite atribuir o nome do novo símbolo, assim
como a categoria a que pertence

6. Uma vez validado este quadro de diálogo, o símbolo passa a formar parte da biblioteca de símbolos
do documento atual. O nome de cada símbolo da biblioteca é único, pois é a característica que os
identifica. Deste modo, não é possível definir dos símbolos com um mesmo nome. Se tenta fazer isso,
o programa advertirá do erro, e permitirá introduzir outro nome.
7. Acessar a opção do menu Desenhar/Símbolo, o botão da barra de símbolos para desenhar uma
referencia ao símbolo que acabamos de definir.
NOTA 1: O símbolo que acabamos de definir passa a formar parte da biblioteca de símbolos do projeto
atual, porém não estará disponível para novos projetos. Para que seja armazenado e se possa usar para
qualquer novo projeto é necessário guardar a biblioteca de símbolos. Isto se realiza utilizando a opção

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Arquivo/Exportar/Desenho e escolhendo o arquivo ROwin.sbl situado no diretório de instalação do


programa.
NOTA 2: Nos passos 3 e 4, onde definimos os pontos de inserção e conexão, podemos fazer uso do
menu contextual (aparece clicando o botão direito do mouse ), que nos permite realizar as seguintes
ações:

1. Continuar: Oculta o menu contextual, e permite seguir com a definição do símbolo.


2. Ponto de referencia: Permite selecionar um dos pontos de referencia do menu associado a esta
opção.
3. Coordenadas: permite introduzir diretamente, através de um quadro de diálogo, as coordenadas do
ponto. Pode selecionar coordenadas relativas ou absolutas, e retangulares ou polares.
4. Terminar: Permite finalizar a definição do símbolo. Apenas aparece depois de ter definido o ponto
de inserção, antes não.
5. Cancelar: Cancela a definição do símbolo, voltando ao modo de seleção.
12.2. Redefinição de símbolos importados
Esta opção é muito útil quando dispomos de um arquivo padrão DXF ou DWG no que a instalação já foi
desenhada por outro sistema de CAD.
Podemos importar usando o comando Arquivo/Importar/Desenho... porém teremos que redefinir os
blocos para que sean tratados como elementos da instalação, já que inicialmente ROwin os será
importado como símbolos do tipo NÂO CATALOGADO.
Para isso selecione um qualquer dos símbolos e execute o comando Ferramentas/Definir um símbolo
novo. Neste momento aparecerá um mensagem de advertência indicando que não se pode gerar um
símbolo a partir da referencia a outro já existente, porém se da a possibilidade de redefinirlo. Clique o
botão Se e a seguir continúe indicando a posição dos pontos de conexão do mesmo modo que se
explica no ponto 4 do capitulo anterior.
O processo segue os mesmos passos explicados anteriormente, com uma única resalva: O ponto de
inserção é fijo e corresponde ao que tem inicialmente o bloco importado, portanto não é necessario
identificar.
A redefinição de blocos tem validade para todo o desenho, de modo que se por exemplo redefine um
bloco como novo símbolo na categoría ACOMETIDA, automáticamente todas as referencias a este
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bloco passa a ser consumos. Entretanto terá que realizar esta operação para cada um dos tipos de
blocos diferentes que se tenha importado.
Para finalizar deverá passar tanto os símbolos como as linhas que representam a tubulações do sistema
a camadas de cálculo de modo que seja tratadas como componentes da instalação.

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Bases de dados
Base de dados de tubulações
Descrição:
Nesta base armazenam os dados das tubulações que poderá ser atribuída aos tramos da rede.
As tubulações se agrupam por famílias, com a mesma forma (seções semelhantes) e materiais. Cada
família poderá ter uma serie de membros de distinto tamanho.
Lista de series: Consiste em uma lista que apresenta todas as famílias de tubos encontradas na base
de dados, mostrando o nome de cada una. A base de dados está armazenada no arquivo
“Tubulações.srl”, localizada no diretório onde se instalou o programa.
É possível ordenar os registros realizando um clique de mouse sobre o cabeçalho de qualquer a das
colunas da lista.
Botão Novo: Permite adicionar uma nova serie a lista. Para isso, mostra um menu no qual
selecionaremos o tipo de serie que desejamos criar

• Serie circular
• Serie genérica por larguras
• Serie genérica definida por coeficientes

Ao selecionar uma destas entradas, aparecerá o Quadro de diálogo Propriedades da série, onde
poderemos definir as características e os membros da família.
Botão Modificar: Permite modificar a série de tubos selecionada atualmente na lista. Para isso, mostra
o Quadro de diálogo Propriedades da série, no que podemos modificar suas propriedades gerais ou
adicionar, modificar ou eliminar os membros que formam parte de ela.
Botão Eliminar: Elimina a serie atualmente selecionada na lista, não sem antes aparecer uma
mensagem de confirmação.
Botão Copiar: Copia a serie atualmente selecionada na lista adicionando a descrição o identificativo de
“(Copia)”. No caso de que já exista um elemento com este nome mostrará uma mensagem de erro
indicando este feito e impedindo a cópia.
Botão Importar: Através da opção de Importar poderemos importar dados desde outra base de dados
de series.
Este processo será automático produzindo as seguintes alterações:
- Se o elemento a importar não existe na base, se adicionará como um elemento novo.
- No caso de que já exista um elemento na base com o mesmo identificativo de serie, o processo optará
por comprovar se os elementos são idênticos, tanto em valores de serie como nos valores de sus
respetivas seções. Se os elementos são idênticos não se produzirá a importação.
- Porém se existe algum dado distinto se tomará como serie nova adicionando o identificativo de
“(Copia)” ao nome da série.
Botão Aceitar: Guarda no arquivo da base de dados todas as modificações realizadas nas series.
Botão Cancelar: Cancela todas as modificações realizadas na lista de series. Ressaltar que, mesmo
tendo aceito as modificações na edição das series, não se salvam estas alterações se clicamos neste
botão.

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Serie circular
Neste Quadro de diálogo poderá definir as propriedades comuns a uma serie de tubulações de seção
circular.
Os campos do Quadro de diálogo são:
Nome da série: Aqui pode introduzir o nome que identificará a série. Recorde que este campo se utiliza
como referência a serie nos documentos de redes (Ver Relação entre base de dados e documentos.)
Material: É o da tubulação. Pode selecionar um da lista ou introduzir um distinto. Seleciona um dos
predefinidos e no define material de revestimento, se atualizará o valor do coeficiente de Manning.
Material de revestimento: Neste campo se pode definir o material de revestimento interior da
tubulação - ou indicar "sem revestir" - selecionando um da lista ou introduzindo manualmente.
Seleciona um dos predefinidos, se atualizará automaticamente o valor do coeficiente de Manning,
prevalecendo o aqui indicado sobre o material da tubulação.
Coeficiente de Manning: Pode introduzir neste campo o valor do coeficiente de rugosidade de
Manning. Quando selecione um dos materiais de revestimento o de tubulação, se atualizará este
campo automaticamente com os valores padrão propostos pelo programa.
Independentemente do valor proposto pelo programa, se permite ao usuário fixar o valor deste
coeficiente.
Lista de diâmetros: Nesta lista se apresentam todos os membros da série, que se diferençam por ter
distintas dimensões (diâmetro e/ou espessura).
Botão Novo: Permite adicionar um novo membro á serie de tubulações, abrindo o Quadro de diálogo
Características da seção circular.
Botão Modificar: Permite modificar a seção de tubo selecionada atualmente na lista. Para isso, mostra
o Quadro de diálogo Características da seção circular, no que podemos modificar seus valores. Equivale
a fazer duplo clique sobre o elemento da lista.
Botão Eliminar: Elimina a seção atualmente selecionada na lista, não sem antes aparecer uma
mensagem de confirmação.
Botão Aceitar: Valida provisionalmente os dados da série em edição, fechando o Quadro de diálogo.
Para que as modificações se guardem definitivamente na base de dados, deverá também aceitar o
Quadro de diálogo Bases de dados.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da série sem guardar as modificações efetuadas.

Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda.

Características da seção circular


Neste Quadro poderá introduzir os dados da seção circular que esteja acrescentando o modificando.
Diâmetro nominal: Neste campo pode introduzir um texto que identifique o diâmetro nominal da
seção, tal como 500,DN 500, Ø500, etc. Segundo vaja introduzindo caracteres neste campo se
atualizará automaticamente os campos de diâmetro exterior o interior -segundo o material- e a
descrição, sugerindo-lhe valores que posteriormente poderá modificar. Por tanto se recomenda editar
este campo em primeiro lugar.
Recorde que este campo se utiliza como referência a seção de tubulação nos documentos de redes
(Ver Relação entre base de dados e documentos.)

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Diâmetro exterior: É o da tubulação medida de fora a fora. Se está editando uma seção de uma serie
que se defina por seu diâmetro exterior (UPVC, HDPE), se mostraram como sugestão os valores
introduzidos no diâmetro nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por seu
diâmetro interior (HM, HA, gres,...) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos
valores de diâmetro interior e espessura.
Diâmetro interior: É o da tubulação medida interiormente. Se está editando uma seção de uma serie
que se defina por seu diâmetro interior (HM, HA, gres,...), se mostraram como sugestão os valores
introduzidos no diâmetro nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por seu
diâmetro exterior (UPVC, HDPE) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos
valores de diâmetro exterior e espessura.
Espessura: Introduza neste campo a espessura de parede da tubulação. Com o valor introduzido neste
campo, se calculam os valores do diâmetro interior o exterior segundo o caso.
Descrição: Aqui pode introduzir um texto para a descrição da seção. Segundo o que exista introduzido
no campo Diâmetro Nominal, o programa sugere uma descrição que poderá modificar.
Botão Salvar e seguir: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição e deixa o Quadro em
branco para a introdução de uma nova seção. Recorde que para que as modificações se guardem
definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Salvar e sair: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição, fechando a seguir o
Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se guardem definitivamente na base de
dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Aceitar: Ao acessar este Quadro de diálogo mediante um duplo clique em uma das seções da
lista da serie o mediante o botão Modificar..., se visualizará este botão que valida provisionalmente os
dados da seção em edição, fechando o Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se
guardem definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da seção sem guardar as modificações efetuadas.
Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda
Serie genérica por larguras
Neste Quadro de diálogo poderá definir as propriedades comuns a uma serie de tubulações de seção
genérica por larguras.
Os campos do Quadro de diálogo são:
Nome da série: Aqui pode introduzir o nome que identificará a série. Recorde que este campo se utiliza
como referência a serie nos documentos de redes (Ver Relação entre base de dados e documentos.)
Material: É o da tubulação. Pode selecionar um da lista ou introduzir um distinto. Seleciona um dos
predefinidos e no define material de revestimento, se atualizará o valor do coeficiente de Manning.
Material de revestimento: Neste campo se pode definir o material de revestimento interior da
tubulação - ou indicar "sem revestir" - selecionando um da lista ou introduzindo manualmente.
Seleciona um dos predefinidos, se atualizará automaticamente o valor do coeficiente de Manning,
prevalecendo o aqui indicado sobre o material da tubulação.
Coeficiente de Manning: Pode introduzir neste campo o valor do coeficiente de rugosidade de
Manning. Quando selecione um dos materiais de revestimento o de tubulação, se atualizará este
campo automaticamente com os valores padrão propostos pelo programa.

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Independentemente do valor proposto pelo programa, se permite ao usuário fixar o valor deste
coeficiente.
Guia tubulações

Lista de seções: Nesta lista se apresentam todos os membros da série, que se diferençam
por ter distintas dimensões (altura e/ou espessura).

Botão Novo: Permite adicionar um novo membro á serie de tubulações, abrindo o Quadro
de diálogo Características da seção genérica por larguras.

Botão Modificar: Permite modificar a seção de tubo selecionada atualmente na lista. Para
isso, mostra o Quadro de diálogo Características da seção genérica por larguras, no que
podemos modificar seus valores. Equivale a fazer duplo clique sobre o elemento da lista.

Botão Eliminar: Elimina a seção atualmente selecionada na lista, não sem antes aparecer
uma mensagem de confirmação.

Guia de relação alturas / larguras

Relação de alturas / larguras: Se mostra aqui a lista de segmentos introduzida pelo


usuário.

Botão Novo: Permite adicionar uma nova entrada a tabela, abrindo o Quadro de diálogo
de propriedades de segmento altura-largura.

Botão Modificar: Permite modificar os valores do segmento selecionado. Equivale a fazer


duplo clique sobre o elemento da lista.

Botão Eliminar: Elimina o elemento atualmente selecionado na lista, não sem antes
aparecer uma mensagem de confirmação.

Botão Aceitar: Valida provisionalmente os dados da série em edição, fechando o Quadro de diálogo.
Para que as modificações se guardem definitivamente na base de dados, deverá também aceitar o
Quadro de diálogo Bases de dados.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da série sem guardar as modificações efetuadas.

Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda.

Características da seção genérica por larguras


Neste Quadro poderá introduzir os dados da seção genérica por larguras que esteja acrescentando ou
modificando.
Altura nominal: Neste campo pode introduzir um texto que identifique a altura nominal da seção, tal
como 500,DN 500, Ø500, etc. Segundo vaja introduzindo caracteres neste campo se atualizará
automaticamente os campos de altura exterior ou interior -segundo o material- e a descrição,
sugerindo-lhe valores que posteriormente poderá modificar. Por tanto se recomenda editar este
campo em primeiro lugar.
Recorde que este campo se utiliza como referência a seção de tubulação nos documentos de redes
(Ver Relação entre base de dados e documentos.)

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Altura exterior: É a da tubulação medida de fora a fora. Se está editando uma seção de uma serie que
se defina por sua altura exterior (UPVC, HDPE), se mostraram como sugestão os valores introduzidos
na altura nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por sua altura interior
(HM, HA, gres, ...) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos valores de altura
interior e espessura.
Altura interior: É a da tubulação medida interiormente. Se está editando uma seção de uma serie que
se defina por sua altura interior (HM, HA, gres, ...), se mostraram como sugestão os valores
introduzidos na altura nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por sua
altura exterior (UPVC, HDPE) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos
valores de altura exterior e espessura.
Espessura: Introduza neste campo a espessura de parede da tubulação. Com o valor introduzido neste
campo, se calculam os valores da altura interior o exterior segundo o caso.
Descrição: Aqui pode introduzir um texto para a descrição da seção. Segundo o que exista introduzido
no campo Altura Nominal, o programa sugere uma descrição que poderá modificar.
Botão Salvar e seguir: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição e deixa o Quadro em
branco para a introdução de uma nova seção. Recorde que para que as modificações se guardem
definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Salvar e sair: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição, fechando a seguir o
Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se guardem definitivamente na base de
dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Aceitar: Ao acessar a este Quadro de diálogo mediante um duplo clique em uma das seções da
lista da serie o mediante o botão Modificar..., se visualizará este botão que valida provisionalmente os
dados da seção em edição, fechando o Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se
guardem definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da seção sem guardar as modificações efetuadas.
Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda
Características de um segmento alto-largura
Altura relativa (entre 0 e 1): É a altura, relativa ao altura total, do segmento em edição.
Ancho relativo (m/m): É a comprimento do segmento, normalizada em relação da altura total da
seção.
Origem relativo (m/m): Aqui se introduz a distância, relativa ao alto da seção, da origem do segmento
a um eixo vertical arbitrário. A única condição é que o eixo vertical seja o mesmo para todos os
segmentos da seção.
Botão Salvar e seguinte: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
segmentos, se visualizará este botão que permite guardar o segmento edição e deixa o Quadro em
branco para a introdução de um novo segmento. Recorde que para que as modificações se guardem
definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Salvar e sair: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
segmentos, se visualizará este botão que permite guardar o segmento em edição, fechando a seguir o
Quadro de diálogo.
Serie genérica definida por coeficientes
Descripción
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En este cuadro de diálogo podrá definir las propiedades comunes a una serie de tuberías de
sección cualquiera, con sus parámetros hidráulicos dados por una serie de coeficientes numéricos
(C1,C2 y C3) en función de la altura relativa de llenado dados por el usuario y que afectan a
determinada potencia de la altura de la sección:

Perímetro mojado:

Sección:

Radio hidráulico:

siendo
h = calado

H = altura interior de la sección

Ver también definición de secciones por coeficientes.


Los campos del cuadro de diálogo son:
Nombre de la serie: Aquí puede introducir el nombre que identificará la serie. Recuerde que
este campo se utiliza como referencia a la serie en los documentos de redes (Ver Relación entre
base de datos y documentos.)
Material: Es el de la tubería. Puede seleccionar uno de la lista desplegable o bien introducir uno
distinto. Si selecciona uno de los predefinidos y no define material de revestimiento, se
actualizará el valor del coeficiente de Manning.
Material de revestimiento: En este campo se puede definir el material de revestimiento interior
de la tubería - o bien indicar "sin revestir" - seleccionando uno de la lista o bien introduciéndolo
manualmente. Si selecciona uno de los predefinidos, se actualizará automáticamente el valor del
coeficiente de Manning, prevaleciendo lo aquí indicado sobre el material de la tubería.
Coeficiente de Manning: Puede introducir en este campo el valor del coeficiente de rugosidad
de Manning. Cuando seleccione uno de los materiales de revestimiento o de tubería, se
actualizará este campo automáticamente con los valores por defecto propuestos por el programa.
Independientemente del valor propuesto por el programa, se permite al usuario fijar el valor de
este coeficiente.
Pestaña tuberías

Lista de secciones: En esta lista se presentan todos los miembros de la serie, que se
diferencian por tener distintas dimensiones (altura y/o espesor).

Botón Nuevo: Permite añadir un nuevo miembro a la serie de tuberías, abriendo el cuadro
de diálogo Características de la sección genérica por coeficientes.

Botón Modificar: Permite modificar la sección de tubo seleccionada actualmente en la


lista. Para ello, muestra el cuadro de diálogo Características de la sección genérica por
coeficientes, en el que podemos modificar sus valores. Equivale a hacer doble clic sobre
el elemento de la lista.

Botón Eliminar: Elimina la sección actualmente seleccionada en la lista, no sin antes


aparecer un mensaje de confirmación.

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Pestaña de coeficientes hidráulicos

Lista de coeficientes: En esta tabla se presenta la lista de valores conocidos de los


parámetros hidráulicos de la sección en función de la altura de llenado.

Botón Nuevo: Permite añadir una nueva entrada a la tabla, abriendo el cuadro de diálogo
de propiedades de Coeficientes hidráulicos.

Botón Modificar: Permite modificar los coeficientes para el calado seleccionado


actualmente en la lista. Equivale a hacer doble clic sobre el elemento de la lista.

Botón Eliminar: Elimina el elemento actualmente seleccionado en la lista, no sin antes


aparecer un mensaje de confirmación.

Botón Aceptar: Valida provisionalmente los datos de la serie en edición, cerrando el cuadro de
diálogo. Para que las modificaciones se guarden definitivamente en la base de datos, deberá
también aceptar el cuadro de diálogo Bases de datos.
Botón Cancelar: Cierra el cuadro de diálogo de edición de la serie sin guardar las modificaciones
efectuadas.

Botón Ayuda: Muestra este texto de ayuda.

Serie genérica definida por coeficientes


Descrição
Neste Quadro de diálogo poderá definir as propriedades comuns a uma serie de tubulações de seção
qualquer a, com seus parâmetros hidráulicos dados por uma série de coeficientes numéricos (C1,C2 e
C3) em função da altura relativa de preenchimento dados pelo usuário e que afetam a determinada
potência da altura da seção:

Perímetro molhado:

Seção:

Raio hidráulico:

Sendo
h = calado
H = altura interior da seção
Ver também definição de seções por coeficientes.
Os campos do Quadro de diálogo são:
Nome da série: Aqui pode introduzir o nome que identificará a série. Recorde que este campo se utiliza
como referência a serie nos documentos de redes (Ver Relação entre base de dados e documentos.)
Material: É o da tubulação. Pode selecionar um da lista ou introduzir um distinto. Seleciona um dos
predefinidos e não define material de revestimento, se atualizará o valor do coeficiente de Manning.

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Material de revestimento: Neste campo se pode definir o material de revestimento interior da


tubulação - ou indicar "sem revestir" - selecionando um da lista ou introduzindo manualmente.
Seleciona um dos predefinidos, se atualizará automaticamente o valor do coeficiente de Manning,
prevalecendo o aqui indicado sobre o material da tubulação.
Coeficiente de Manning: Pode introduzir neste campo o valor do coeficiente de rugosidade de
Manning. Quando selecione um dos materiais de revestimento o de tubulação, se atualizará este
campo automaticamente com os valores padrão propostos pelo programa.
Independentemente do valor proposto pelo programa, se permite ao usuário fixar o valor deste
coeficiente.

Guia tubulações

Lista de seções: Nesta lista se apresentam todos os membros da série, que se diferençam
por ter distintas dimensões (altura e/ou espessura).

Botão Novo: Permite adicionar um novo membro á serie de tubulações, abrindo o Quadro
de diálogo Características da seção genérica por coeficientes.

Botão Modificar: Permite modificar a seção de tubo selecionada atualmente na lista. Para
isso, mostra o Quadro de diálogo Características da seção genérica por coeficientes, no
que podemos modificar seus valores. Equivale a fazer duplo clique sobre o elemento da
lista.

Botão Eliminar: Elimina a seção atualmente selecionada na lista, não sem antes aparecer
uma mensagem de confirmação.

Guia de coeficientes hidráulicos

Lista de coeficientes: Nesta tabela se apresenta a lista de valores conhecidos dos


parâmetros hidráulicos da seção em função da altura de preenchimento.

Botão Novo: Permite adicionar uma nova entrada a tabela, abrindo o Quadro de diálogo
de propriedades de Coeficientes hidráulicos.

Botão Modificar: Permite modificar os coeficientes para o calado selecionado atualmente


na lista. Equivale a fazer duplo clique sobre o elemento da lista.

Botão Eliminar: Elimina o elemento atualmente selecionado na lista, não sem antes
aparecer uma mensagem de confirmação.

Botão Aceitar: Valida provisionalmente os dados da série em edição, fechando o Quadro de diálogo.
Para que as modificações se guardem definitivamente na base de dados, deverá também aceitar o
Quadro de diálogo Bases de dados.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da série sem guardar as modificações efetuadas.

Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda.

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Características da seção genérica por coeficientes


Neste Quadro poderá adicionar o modificar os dados de uma seção particular pertencente a uma serie
de seções genéricas definidas por coeficientes.
Altura nominal: Neste campo pode introduzir um texto que identifique a altura nominal da seção, tal
como 500,DN 500, Ø500, etc. Segundo vaja introduzindo caracteres neste campo se atualizará
automaticamente os campos de altura exterior o interior -segundo o material- e a descrição, sugerindo-
lhe valores que posteriormente poderá modificar. Por tanto se recomenda editar este campo em
primeiro lugar.
Recorde que este campo se utiliza como referência a seção de tubulação nos documentos de redes
(Ver Relação entre base de dados e documentos.)
Altura exterior: É a da tubulação medida de fora a fora. Se está editando uma seção de uma serie que
se defina por sua altura exterior (UPVC, HDPE), se mostraram como sugestão os valores introduzidos
na altura nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por sua altura interior
(HM, HA, gres, ...) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos valores de altura
interior e espessura.
Altura interior: É a da tubulação medida interiormente. Se está editando uma seção de uma serie que
se defina por sua altura interior (HM, HA, gres, ...), se mostra como sugestão os valores introduzidos
na altura nominal e o campo será editável. Se, pelo contrário a serie se define por sua altura exterior
(UPVC, HDPE) aparecerá desabilitado e se calculará automaticamente a partir dos valores de altura
exterior e espessura.
Espessura: Introduza neste campo a espessura de parede da tubulação. Com o valor introduzido neste
campo, se calculam os valores da altura interior o exterior segundo o caso.
Descrição: Aqui pode introduzir um texto para a descrição da seção. Segundo o que exista introduzido
no campo Altura Nominal, o programa sugere uma descrição que poderá modificar.
Botão Salvar e seguir: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição e deixa o Quadro em
branco para a introdução de uma nova seção. Recorde que para que as modificações se guardem
definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Salvar e sair: se foi acessado a este Quadro de diálogo mediante o botão Novo... da lista de
seções da série, se visualizará este botão que permite guardar a seção em edição, fechando a seguir o
Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se guardem definitivamente na base de
dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Aceitar: Ao acessar a este Quadro de diálogo mediante um duplo clique em uma das seções da
lista da serie o mediante o botão Modificar..., se visualizará este botão que valida provisionalmente os
dados da seção em edição, fechando o Quadro de diálogo. Recorde que para que as modificações se
guardem definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da seção sem guardar as modificações efetuadas.
Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda

Coeficientes hidráulicos
Neste Quadro poderá introduzir os coeficientes para o cálculo dos parâmetros hidráulicos
correspondentes a um determinado calado relativo de uma série de seções genéricas definidas por
coeficientes.
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Calado: Neste campo se introduz a altura relativa (em relação da altura interior da seção) da lâmina de
agua para a que se vai a introduzir os coeficientes seguintes.
Seção: Introduza aqui o coeficiente que, multiplicado pelo quadrado da altura, nos dá o valor da área
de agua para o calado relativo especificado.
Perímetro molhado: Indique neste campo o coeficiente que, multiplicado pela altura total da seção,
nos dá o valor do perímetro molhado para o calado relativo indicado.
Raio hidráulico: É o coeficiente que, multiplicado pela altura total da seção, nos dá o valor do perímetro
molhado para o calado relativo atual. Por definição, o Raio hidráulico é a razão da área ao perímetro
molhado, pelo que este coeficiente é o cociente dos dois anteriores.
O programa calcula automaticamente o valor deste último campo segundo os dados introduzidos nos
dois anteriores, ou calcula o coeficiente que corresponde ao perímetro molhado em função da área e
o raio hidráulico.
Botão Salvar e seguinte: Este botão permite guardar os dados em edição e carrega os dados do
seguinte calado da lista para a edição de sus dados. Recorde que para que as modificações se guardem
definitivamente na base de dados, deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Salvar e sair: Apertando este botão guardará os dados em edição, fechando a seguir o Quadro
de diálogo. Recorde que para que as modificações se guardem definitivamente na base de dados,
deverá aceitar os Quadros de diálogo subsequentes.
Botão Cancelar: Fecha o Quadro de diálogo de edição da seção sem guardar as modificações efetuadas.
Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda

Relação entre base de dados e documentos

A base de dados e os documentos criados com SUwinBR se armazenam em arquivos distintos. Os


valores da série (material, nº Manning, ...) e seção (diâmetro interior, espessura, ...) se armazenam
unicamente na base de dados, enquanto que o arquivo com a rede de saneamento armazena por cada
tramo de tubulação os campos de texto Descrição da série e Diâmetro nominal da seção concreta.
Estas das cadeias de texto constituem o anexo de união entre um tramo de tubulação e sus
propriedades.

Por tanto, se modifica na base de dados alguns destes campos, os tramos de tubulação referenciados
a tais seções de todos os documentos que tenha guardados no serão capazes de acessar a sus
propriedades, devendo o usuário voltar a atribuir uma serie e diâmetro válidos da base de dados atual.

Se deseja alterar algum dos campos utilizados como referência, recomendamos fazer previamente uma
cópia de segurança da base de dados.

Base de dados de valas

Este Quadro de diálogo permite manipular a base de tipos de valas onde se guardam as dimensões da
escavação e os materiais usados.

Cada tubulação tem que ter definido o tipo de vala onde irá alojada. Para isso o Quadro de
propriedades da tubulação dispõe de uma lista onde se pode selecionar um dos tipos definidas neste
capítulo.

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Os campos do Quadro de diálogo são:

Lista de valas: Campo no que se representam os tipos de valas disponíveis na base de dados. Por cada
coluna do controle e para cada tipo, se visualizam sua descrição, o tipo de pavimento e a relação
largura/altura do talude.

É possível ordenar os registros realizando um clique de mouse sobre o cabeçalho de qualquer uma das
colunas da lista.

Botão Novo: Permite adicionar um novo tipo de vala na base de dados. Para isso, aparece o Quadro de
diálogo Manutenção de valas, no que temos de introduzir os valores do novo elemento.

Botão Modificar: Permite modificar o tipo de vala armazenado atualmente selecionado na lista. Para
isso, aparece o Quadro de diálogo Manutenção de valas, no que podemos modificar os valores atuais
do elemento.

Botão Eliminar: Permite eliminar o tipo de vala atualmente selecionado na lista.

Botão Aceitar: Valida todas as modificações realizadas na base de dados.

Botão Cancelar: Cancela as modificações realizadas na base de dados.

Botão Ajuda: Mostra este texto de ajuda

Características de uma Vala

Quadro de diálogo que permite introduzir o modificar as características e dimensões principais de uma
vala.

SUwin utiliza estes parâmetros para medir o volume de escavações e para obter a cota real de cada nó
dada a profundidade da vala.

Os campos do Quadro de diálogo são:

• Descrição: Breve descrição do tipo de vala.


• Pavimento: Descrição do material usado para pavimentar a superfície da vala (aglomerado
asfáltico, acerado, adoquinado, etc.).
• Leito: Material de preenchimento do fundo da vala onde se apoiará a tubulação. Usualmente
se utiliza arena para uniformizar a superfície inferior.
• Tipo de terreno: A lista contém vários tipos de terreno e sus relações de talude correspondente.
• [X]/[Y] Talude: É a relação entre a base e a altura do talude necessário para que o terreno seja
estável durante a instalação das tubulações dentro da vala. Quando o terreno tem qualidade
suficiente, a vala se realizará com o talude necessário para que não se produzam
desprendimentos. Se a escavação da vala é de custo superior à de uma entibação, o se a
obtenção de este talude se faz impossível por rebaixar a vala os limites admissíveis, se entibará
de acordo com as necessidades. No caso de entibação introduzir uma relação de talude da
ordem de 1:5.
• [A] Espessura do leito (mm): Espessura do material de preenchimento do fundo da vala.

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• [B] Largura mínima (mm): A largura do fundo da vala vem determinado pelo diâmetro exterior
do tubo mais das vezes a distância lateral [G]. Se este valor é menor a largura mínima, se tomará
esta como dimensão ótima. A largura mínima livre não deve ser inferior a 0’6 m.
• [C] Terreno superior (mm): O preenchimento em contato com a tubulação se deve realizar com
material selecionado e extinto de pedras procedente da escavação até uma altura mínima que
marca este parâmetro.
• [E] Profundidade mínima (mm): Mínima distancia desde a geratriz superior da tubulação até a
superfície do terreno. Se não tem tráfico rodado é suficiente com uma profundidade de 0’6 m,
porém deve chegar a 1’0 m em caso contrário.
• [F] Espessura do pavimento (mm): Esta espessura é dependente do tipo de material que se use
para pavimentar a superfície.
• [G] Distancia lateral (mm): Se deve deixar um espaço mínimo de 0’20 m a cada lado da
tubulação, sempre que esta tenha um diâmetro inferior a 400 mm, e de 0’30 em caso contrário.

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Barras de proyecto

Consiste en una serie de barras situadas en diferentes partes de la ventana de aplicación que informa
acerca de la estructura de elementos existente en el proyecto.

Existen tres pestañas para acceder a distinta información relevante del programa:

Comprobar

Ramal: perfil longitudinal

Propiedades

Errores

Barras de projeto

Consiste em uma serie de barras situadas em diferentes partes da janela de aplicação que informa
sobre a estrutura de elementos existente no projeto.

Existem três guias para acessar a distinta informação relevante do programa:

Comprovar
Ramal: perfil longitudinal
Propriedades
Erros

Guia Comprovar

Através desta informação (veja desenho na parte superior), podemos conhecer de uma vista nos
elementos que foram inseridos na rede a estudar; classificando-os por suas características, assim
teremos elementos como: Ponto de vertedor, Tramo, Poços de registro e ressalto, Contribuição,
Sumidouros além dos Ramais.

É necessário efetuar o cálculo de topologia de rede para poder ver as distintas redes que compõem
nosso projeto e os elementos que existem em elas.

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Estes elementos se verão identificados por uma Referência única.

No caso de que vamos inserindo elementos, porém que não estejam conectados a nenhuma das redes
existentes no projeto, estes vão incorporando-se a entrada da arvore chamada Elementos não
conectados. (Uma vez calculado a tipologia)

Assim comprovaremos antes de calcular o pré-dimensionamento que não deva existir nenhum
elemento na entrada de elementos no conectados.

A destacar como outra entrada da arvore do projeto, a entrada referente a Ramais; para que existam
elementos nesta entrada, previamente terá que ter definido um ramal, ao apertar um elemento de
tipo ramal se mostrará na vista da aplicação o perfil longitudinal correspondente a este ramal. Poderá
apagar o ramal selecionado com a tecla eliminar.

Ramal: perfil longitudinal

Descrição:

Pode desenhar o perfil longitudinal de um ramal previamente definido (consultar Definir um ramal)
selecionando simplesmente o ramal no Arvore de projeto.

Aparece então na área de desenho o perfil longitudinal do ramal selecionado a escala e com as opções
que tenha indicado. (Ver Opções de desenho do perfil).

O perfil se desenha em uma camada que o programa cria automaticamente e cujo nome é
REDX_RAMY, onde X é o número de rede e Y o de ramal. SUwinBR redesenha esta camada cada vez
que solicita o desenho do perfil, pelo que qualquer modificação ou adição de elementos do desenho
permanece unicamente até o seguinte redesenhado.

Se deseja introduzir algum elemento adicional de desenho no perfil pode fazê-lo na camada
REDX_RAMY_USUARIO, que o programa associa ao perfil, porém não apaga cada vez que se regera
este. Desta forma pode adicionar ao perfil carimbos, anotações, detalhes e qualquer outro elemento
que deseje.

Opções de desenho do perfil

Pode definir as opções de desenho (tamanho de textos, escalas, ...) assim como os dados que se
mostraram ao criar um perfil longitudinal, no Quadro de diálogo Opções de identificação.

Identificação da guitarra

Se tem ativada a correspondente opção em Opções de desenho do perfil, se desenhará baixo este a
chamada guitarra, com os seguintes dados:

Cotas Vermelhas: É a diferença entre a cota de terreno e a de apoio da tubulação que corresponde a
sua aresta exterior inferior.

Ordenadas do terreno: É a cota absoluta do terreno, em metros.

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Ordenadas da tubulação: É a cota absoluta da aresta inferior exterior (aresta de apoio) da tubulação.
Se apresenta em metros.

Distancias à origem: Aqui se indica a distância total, em metros, do eixo do primeiro elemento do ramal
até o eixo do elemento em questão, medido ao longo do traçado do ramal.

Distancias parciais: Se indica, para cada elemento do ramal, a distância desde seu eixo ao do elemento
imediatamente anterior.

Diálogo inclinação de tramo

Se seleciona um elemento de tubulação se mostrará o diálogo inclinação do tramo onde poderá alterar
de serie seção e inclinação do tramo. Neste último caso poderá decidir o ponto fixo a partir do qual a
tubulação altera de inclinação. Pode ser fixando o ponto de início ou cota de aguas acima por tanto a
inclinação fara alterar automaticamente a cota de saída o aguas abaixo e vice-versa.

O elemento de tubulação representa em cor celeste o calado de agua.

Diálogo profundidade de entrada e saída do poço

Se seleciona um poço (Registro o Ressalto) se mostrará o diálogo de Profundidade de entrada e saída


a poços onde poderá alterar o tipo de poço e profundidades.

Com a opção forçada de empate entre tubulação de entrada e saída (poço de Registro) se entende que
a profundidade da tubulação de entrada e a de saída é a mesma, por tanto solo tem sentido alterar a
profundidade de saída. Ao mesmo tempo poderá fixar o % de empate entre tubulação de entrada e
saída. Quando a tubulação de saída tenha um diâmetro maior que a de entrada então poderá decidir
se a de entrada se faz coincidir com a de saída em sua base ou soleira então se fixa a 0% e se faz
coincidir na parte superior ou clave se fixa ao 100% tinindo sempre fixo a profundidade da saída.
Consultar capitulo de empates em Poço

Com a opção desativada de empate (poço de ressalto) se entende que as profundidades de entrada e
saída são independentes e poderá fixar profundidades distintas a entrada e saída.

Alterar inclinação do ramal completo o parcial

Consulte a página Modificar inclinações de um ramal.

Guia Propriedades

Ao apertar esta guia poderemos visualizar as propriedades do elemento que tenhamos selecionado na
arvore de projeto ou as propriedades do elemento selecionado no plano com um duplo clique.

O diálogo de propriedades carece de botão para aceitar o cancelar os dados, por tanto, uma alteração
efetuada em qualquer a dos dados de propriedades se atualiza automaticamente no documento.

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Guia Erros e avisos

Através desta guia, e havendo previamente calculado o projeto, se mostraram em uma lista os distintos
tipos de erros e avisos que foram produzidos no cálculo.

Erros:

• Não foi encontrado nenhum elemento de categoria Ponto de vertedor conectado a uma rede
de tubulações necessário para a instalação de uma rede de saneamento.

Se produz este erro quando não foi introduzido nenhum elemento de tipo “Ponto de vertedor” ou,
ainda existindo no está corretamente conectado a um elemento de tipo tubulação. Para sanar o erro,
introduza um elemento de vertedor e conecte-o a tubulação de saída da rede.

• Existe mais de uma entrada.

Aparece este erro quando tem mais de um elemento conectado à entrada de uma tubulação. Para
introduzir várias entradas a uma tubulação deve usar um poço de registro.

• Tubulação de entrada inválida

Este erro aparece quando se conectam dos tramos de tubulação entre si. Entre um tramo de tubulação
e outro sempre deve existir um poço de registro ou de ressalto.

• Falta tubulação de saída

Se mostra este erro quando a saída de um poço não é uma tubulação (foram conectado dos poços
entre si). Para solucionar o erro, uma cada dos poços mediante tramos de tubulação.

• Serie não encontrada

Este erro se produz quando a série de uma tubulação não se encontra na base de dados. Pode ocorrer
este problema quando foi apagado a serie ou modificado sua descrição. Também quando se abrem
projetos criados em outro computador com uma base de dados distinta. Para corrigi-lo, pode atribuir
a tubulação uma serie de entre as disponíveis na base de dados ou trazer do outro computador a base
de dados.

• Seção não encontrada

Este erro se produz quando a seção de uma tubulação não se encontra na base de dados. Pode ocorrer
este problema quando foi apagado a seção ou foi modificado sua descrição. Também quando se abrem
projetos criados em outro computador com uma base de dados distinta. Para corrigi-lo, pode atribuir
a tubulação uma seção de entre as disponíveis na base de dados ou trazer do outro computador a base
de dados.

• Entradas ausentes

Este erro se mostra quando um tramo de tubulação não tem elementos de entrada conectados. Para
solucionar o problema, introduza uma Contribuição ou poço a entrada da tubulação.

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• Inclinação inválida

Esta mensagem avisa quando um tramo de tubulação tem uma inclinação negativa (contrapendente)
ou nula. Modifique as cotas de entrada ou saída para corrigi-lo.

• Vertedor repetido

Se em uma mesma rede tem dois pontos de vertedor conectados entre si, se mostra esta mensagem
de erro indicando-o. Elimine um deles para solucionar o problema, já que a rede apenas pode drenar
por um ponto.

• Vazão excessiva

Este aviso aparece se a vazão a transportar por uma tubulação determinada é maior que o máximo
vazão que é capaz de evacuar está. Para corrigi-lo pode modificar a inclinação ou aumentar a
capacidade de desague aumentando a seção.

• Saída deve ser mais profunda que a entrada

Se mostra esta mensagem quando em um poço de ressalto foi definido alguma entrada com maior
profundidade que a saída. Atribua as entradas menor profundidade que a saída do poço para
solucionar o erro.

Avisos:

• Prof. enterramento < que o estabelecido em dados gerais

Se mostra este aviso quando a profundidade de enterramento (medida desde a aresta exterior da
clave) é menor que a estabelecida na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados ->
Gerais....

Para corrigi-lo pode aumentar a profundidade da tubulação.

• Prof. escavação > que o estabelecido em dados gerais

Este aviso aparece quando a profundidade de enterramento (medida desde a aresta exterior inferior
da tubulação) é maior que a estabelecida na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo
Dados -> Gerais....

Para corrigi-lo pode diminuir a profundidade da tubulação.

• Calado mínimo < que o estabelecido em dados gerais

Se mostra este aviso se o calado a vazão mínimo é menor que o especificado na guia Critérios de
comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

É aconselhável, se os tramos de cabeceira têm muito baixo vazão de aguas residuais, ativar a opção
Vazão mínimo par Comprovações na guia Critérios de comprovação. Se ignoram a comprovação de
calados para vazões por debaixo do indicado.

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Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação (com o que também diminuirá a
velocidade) o usando uma seção menor. Também pode utilizar uma seção que se adapte a grandes
variações com vazão, tais como ovoides ou marcos com cunas.

• Calado Máximo > que o estabelecido em dados gerais

Aparece este aviso quando o calado calculado a vazão máximo (residuais + pluviais) supera o limite
estabelecido na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a seção e/ou a inclinação do tramo.

• Vel. mínima < que o estabelecido em dados gerais

Se mostra este aviso quando a velocidade correspondente a vazão mínima é inferior ao especificado
na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais….

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a inclinação do tramo.

• Vel. residual máxima > que o estabelecido em dados gerais

Este aviso indica que a velocidade correspondente a vazão máxima residual é superior ao estabelecido
na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação a inclinação o aumentando a seção.

• Vel. total máxima > que o estabelecido em dados gerais

Se produz este aviso quando a velocidade correspondente a vazão máxima (residual + pluvial) supera
o limite estabelecido na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação a inclinação o aumentando a seção.

• Comprimento tramo > que o estabelecido em dados gerais

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Se mostra esta mensagem quando algum tramo a superado a comprimento máxima estabelecida na
guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais…. Para evita-lo introduza um
poço intermediário.

• H. tramo saída < H. tramo entrada

Este aviso aparece quando em um poço, alguma das entradas tem maior altura/diâmetro nominal que
a saída. Para corrigi-lo aumente a seção de saída o diminua a de entrada.

• Tensão trativa < 1 Pa

Este aviso aparece quando a tensão trativa media para vazão mínimo na tubulação é inferior a mínima
estabelecida em critérios de comprovação.

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a inclinação o diminua a seção.

• Calado velocidade critica > 50%

Este aviso aparece quando o calado máximo da tubulação é superior ao máximo estabelecido para
velocidade critica estabelecida em critérios de comprovação.

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a seção e/ou a inclinação.

Guia Erros e avisos

Através desta guia, e tendo previamente calculado o projeto, se mostraram em uma lista os distintos
tipos de erros e avisos que foram produzidos no cálculo.

Erros:

• Não foi encontrado nenhum elemento de categoria Ponto de vertedor conectado a uma rede
de tubulações necessário para a instalação de uma rede de saneamento.

Se produz este erro quando não foi introduzido nenhum elemento de tipo “Ponto de vertedor” ou,
ainda existindo não está corretamente conectado a um elemento de tipo tubulação. Para resolver o
erro, introduza um elemento de vertedor e conecte-o a tubulação de saída da rede.

• Existe mais de uma entrada.

Aparece este erro quando tem mais de um elemento conectado a entrada de uma tubulação. Para
introduzir várias entradas a uma tubulação deve usar um poço de registro.

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• Tubulação de entrada inválida

Este erro aparece quando se conectam dos tramos de tubulação entre si. Entre um tramo de tubulação
e outro sempre deve existir um poço de registro o de ressalto.

• Falta tubulação de saída

Se mostra este erro quando a saída de um poço no é uma tubulação (foram conectado dos poços entre
si). Para solucionar o erro, uma cada dos poços mediante tramos de tubulação.

• Serie não encontrada

Este erro se produz quando a série de uma tubulação não se encontra na base de dados. Pode ocorrer
este problema quando foi apagado a serie ou modificado sua descrição. Também quando se abrem
projetos criados em outro computador com uma base de dados distinta. Para corrigi-lo, pode atribuir
a tubulação uma serie de entre as disponíveis na base de dados ou trazer do outro computador a base
de dados.

• Seção não encontrada

Este erro se produz quando a seção de uma tubulação não se encontra na base de dados. Pode ocorrer
este problema quando foi apagado a seção ou foi modificado sua descrição. Também quando se abrem
projetos criados em outro computador com uma base de dados distinta. Para corrigi-lo, pode atribuir
a tubulação uma seção de entre as disponíveis na base de dados ou trazer do outro computador a base
de dados.

• Entradas ausentes

Este erro se mostra quando um tramo de tubulação não tem elementos de entrada conectados. Para
solucionar o problema, introduza uma Contribuição o poço a entrada da tubulação.

• Inclinação inválida

Esta mensagem avisa quando um tramo de tubulação tem uma inclinação negativa (contrapendente)
ou nula. Modifique as cotas de entrada ou saída para corrigi-lo.

• Vertedor repetido

Se em uma mesma rede tem dois pontos de vertedor conectados entre si, se mostra esta mensagem
de erro indicando-o. Elimine um deles para solucionar o problema, já que a rede apenas pode drenar
por um ponto.

• Vazão excessiva

Este aviso aparece se a vazão a transportar por uma tubulação determinada é maior que o máximo
vazão que é capaz de evacuar está. Para corrigi-lo pode modificar a inclinação ou aumentar a
capacidade de desague aumentando a seção.

• Saída deve ser mais profunda que a entrada

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Se mostra esta mensagem quando em um poço de ressalto foi definido alguma entrada com maior
profundidade que a saída. Atribua as entradas menor profundidade que a saída do poço para
solucionar o erro.

Avisos:

• Prof. enterramento < que o estabelecido em dados gerais

Se mostra este aviso quando a profundidade de enterramento (medida desde a aresta exterior da
clave) é menor que a estabelecida na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados ->
Gerais....

Para corrigi-lo pode aumentar a profundidade da tubulação.

• Prof. escavação > que o estabelecido em dados gerais

Este aviso aparece quando a profundidade de enterramento (medida desde a aresta exterior inferior
da tubulação) é maior que a estabelecida na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo
Dados -> Gerais....

Para corrigi-lo pode diminuir a profundidade da tubulação.

• Calado mínimo < que o estabelecido em dados gerais

Se mostra este aviso se o calado a vazão mínimo é menor que o especificado na guia Critérios de
comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

É aconselhável, se os tramos de cabeceira têm muito baixo vazão de aguas residuais, ativar a opção
Vazão mínimo par Comprovações na guia Critérios de comprovação. Se ignoram a comprovação de
calados para vazões por debaixo do indicado.

Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação (com o que também diminuirá a
velocidade) o usando uma seção menor. Também pode utilizar uma seção que se adapte a grandes
variações com vazão, tais como ovoides ou marcos com cunas.

• Calado Máximo > que o estabelecido em dados gerais

Aparece este aviso quando o calado calculado a vazão máximo (residuais mais pluviais) supera o limite
estabelecido na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a seção e/ou a inclinação do tramo.

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Se mostra este aviso quando a velocidade correspondente a vazão mínima é inferior ao especificado
na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais….

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a inclinação do tramo.

• Vel. residual máxima > que o estabelecido em dados gerais

Este aviso indica que a velocidade correspondente a vazão máxima residual é superior ao estabelecido
na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação a inclinação o aumentando a seção.

• Vel. total máxima > que o estabelecido em dados gerais

Se produz este aviso quando a velocidade correspondente a vazão máxima (residual + pluvial) supera
o limite estabelecido na guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais....

Se é causado por uma inclinação excessiva, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir reduzir inclinações.

Finalmente pode corrigi-lo manualmente diminuendo a inclinação a inclinação o aumentando a seção.

• Comprimento tramo > que o estabelecido em dados gerais

Se mostra esta mensagem quando algum tramo a superado a comprimento máxima estabelecida na
guia Critérios de comprovação do Quadro de diálogo Dados -> Gerais…. Para evita-lo introduza um
poço intermediário.

• H. tramo saída < H. tramo entrada

Este aviso aparece quando em um poço, alguma das entradas tem maior altura/diâmetro nominal que
a saída. Para corrigi-lo aumente a seção de saída o diminua a de entrada.

• Tensão trativa < 1 Pa

Este aviso aparece quando a tensão trativa media para vazão mínimo na tubulação é inferior a mínima
estabelecida em critérios de comprovação.

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a inclinação o diminua a seção.

• Calado velocidade critica > 50%

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Este aviso aparece quando o calado máximo da tubulação é superior ao máximo estabelecido para
velocidade critica estabelecida em critérios de comprovação.

Se é causado por uma inclinação muito suave, é aconselhável forçar inclinações mínima e máxima de
comprovação e assim conseguir aumentar inclinações.

Também pode manualmente aumentar a seção e/ou a inclinação.

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