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CURSO/UFCD: Regresso à Cidadania Ativa

MÓDULO/S: Competências parentais

FORMADOR/A: Benedita Osswald


CURSO/UFCD Regresso à cidadania ativa
MÓDULO/S Competências parentais

ÍNDICE

OBJECTIVOS GERAIS....................................................................................................3
OBJECTIVOS ESPECÍFICOS.........................................................................................3
A evolução das relações parentais.....................................................................................5
Competências parentais.....................................................................................................8
Cuidados parentais positivos e auto estima.......................................................................9
Administrar o comportamento.........................................................................................10
Adolescentes....................................................................................................................10
A saúde da sua criança.....................................................................................................11
Crises de temperamento - birras......................................................................................11
A quem posso confiar a minha criança?..........................................................................13

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OBJECTIVOS GERAIS
Identificar competências parentais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

A evolução das relações parentais


Competências parentais
Cuidados parentais positivos e auto estima
Administrar o comportamento
Adolescentes
A saúde da sua criança
Crises de temperamento - birras
A quem posso confiar a minha criança?

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MANUAL

DE

FORMAÇÃO

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A evolução das relações parentais

A mãe: A Etologia descobriu que mesmo em sociedades, culturas e épocas


muito diferentes existem alguns padrões universais no comportamento das
mães: quase todas as mães, quando apresentadas a seus bebês recém-
nascidos, tocam-nos da mesma maneira - começam pelos dedos, palmas,
braços e pernas e, então, o tronco; todas as mães orientam-se em direção aos
olhos do bebê; logo após o nascimento do bebê, a mãe revela uma capacidade
de reconhecê-lo pelo cheiro e por sua voz mesmo que tenha passado somente
algumas horas com ele; mães que acabaram de dar à luz dormem com o choro
de outros bebês mas acordam imediatamente quando ouvem o choro do seu
filho e são capazes de distinguir tipos diferentes de choro do seu bebê quando
reproduzidos em gravadores: fome ou fralda molhada, por exemplo. Uma
pesquisa realizada com mães segurando seus bebês revelou que 80% delas
embalam intuitivamente os filhos no braço esquerdo, junto ao coração. Um
exame feito com pinturas de "madona com a criança", extraídas de todos os
períodos da história da arte, encontrou em 373 das 466 pinturas examinadas
(exatamente a cifra de 80%), a criança apoiada no braço esquerdo da mãe
(SMALL, 1998).

O bebê: o mundo do bebê não é somente uma confusão sonora e luminosa e


ele não nasce como uma tabula rasa ou um ser passivo pronto para absorver o
mundo como uma esponja. O bebê que as pesquisas começaram a decifrar há
cerca de 30 anos mostra-se impregnado de competências particulares que
denotam sua natureza social, fortemente preparado para estabelecer relações
afetuosas personalizadas. O bebê, mesmo prematuro, reage ao olhar e à fala
afetiva abrindo mais os olhos e prestando atenção; apesar da visão do recém
nascido estar um pouco desfocada, ele prefere padrões que se assemelham a
um rosto humano; com 45 dias de vida discrimina e prefere o rosto de sua mãe
e com 3 semanas, prefere o rosto da mãe a de um estranho. O melhor
desempenho visual de um recém nascido acontece a uma distância de 20cm a

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25 cm, a distância usual entre o rosto da mãe e bebê durante a amamentação;


o bebê mostra preferência por sons agudos, portanto vozes femininas a
masculinas; com 12 horas de vida é capaz de discriminar e prefere a voz de sua
mãe; com 12 dias de vida, o bebê alimentado no seio discrimina e prefere o
cheiro de sua mãe, contra o de outras mulheres mesmo que lactantes; desde o
primeiro dia de vida, o recém-nascido move seu corpo em sincronia com a fala
dos adultos e o mais interessante é que independentemente da cultura, o "baby
talk" é sempre o igual e todos os bebês que parecem estar prontos a ouvir o
que seus pais têm a lhes dizer: existe uma clara sincronia melódica entre a fala
dos adultos e dos bebês. O coração, esse órgão de emoções, também entra em
ritmo: um estudo sobre reações de bebês a suas mães, pais e estranhos,
revelou através de registros gráficos que o bebê sincronizava seus batimentos
cardíacos aos de sua mãe e de seu pai quando estes se aproximavam dele, mas
o mesmo não ocorria diante de um estranho.

Como indica BORTOLETTO-DUNKER e LORDELO (1993, p. 10), “os recém-


nascidos apresentam um repertório de comportamentos que os capacitam para
as trocas sociais com o seu meio, através de sinais comunicativos e de
capacidades de regular o seu próprio comportamento pelo do parceiro”. Existe
algo mais cativante e terno do que o sorriso de um bebê? A sua capacidade de
regular o comportamento de um adulto é fascinante e compõe o passo a passo
de um caminho de afeto, desde o sorriso inato ou "não-social" ao riso com
emoção. Otta (1994) afirma que nas primeiras semanas de vida os bebês
sorriem automaticamente a qualquer pessoa, familiar ou estranha. Entre 3 a 5
meses eles começam a demorar um pouco mais para sorrir a pessoas
estranhas, enquanto continuam sorrindo da mesma forma para suas mães. Aos
8 meses o bebê começa a reagir com medo diante de estranhos e o sorriso
social é altamente seletivo. A mãe torna-se o seu porto-seguro e a partir do
qual poderá aventurar-se em outras direções. De qualquer maneira, não há
como negar que “os sorrisos dos bebês são coisas poderosas e fascinantes,
deixando suas mães enfeitiçadas e escravizadas. Quem irá duvidar de que o

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bebê que mais prontamente retribui um sorriso à sua mãe é o mais amado e o
mais bem cuidado?”

É preciso deixar claro que a vinculação afetiva não é somente o resultado


automático da fisiologia. Já foi assinalado que os humanos são, por excelência,
seres biologicamente culturais e sociais. O apego biológico inicial da mãe e do
bebê possibilita que eles permaneçam juntos e garante a sobrevivência da
criança, mas é o processo de interação entre mãe e filho que garante a
construção do vínculo afetivo. Mãe e bebê devem ser vistos como um par.
Assim como não é possível falar de um apego solitário ou no vazio, não é
possível falar somente do bebê; devemos falar sempre do bebê e de mais
alguém: a relação é sempre entrelaçada e “as possibilidades expressivas do
bebê e da criança pequena potencializam suas interações com os adultos e o
estabelecimento de vínculos; as vinculações e o desenvolvimento do ´diálogo´
criança-adultos constituem-se, por sua vez, em elementos importantes na
produção de manutenção do investimento parental” (RODRIGUES, 1998, p.
203). Durante muito tempo a força dos vínculos entre o bebê e a mãe foram
vistos como um sinal de dependência que não seria funcional na vida adulta, e
até hoje ouvimos expressões de que "não se deve viciar um bebê no colo". Na
verdade, um bebê veio ao mundo absolutamente preparado para ficar no colo
como ainda o fazem tribos atuais de caçadores-coletores. O homem "moderno"
ensinou o bebê a ficar distante do colo de sua mãe. Muito recentemente
passamos a compreender que quanto mais forte for esse vínculo inicial maior a
probabilidade de a criança tornar-se independente no futuro, esse apego
seguro é justamente o que permite a criança aventurar-se de maneira confiante
pelo mundo. Essa dança coreográfica entre mãe-bebê cheia de sons, cheiros,
vozes e corações é vital para a sua história de afetividades futuras. Em resumo,
a absoluta dependência dos bebês poderia ser considerada uma desvantagem
importante para a sobrevivência da espécie. No entanto, foi o que permitiu que
esse filhote quase sem instintos ficasse exposto a uma multiplicidade de
variações de desenvolvimento e educação. O comportamento afetivo dos
adultos dirigidos às intensas solicitações de sua prole, criou um campo fértil que

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possibilitou o desenvolvimento da amizade, do altruísmo, da magia do amor e


da nossa própria humanidade, como afirma ROSSETTI-FERREIRA (1991, p. 2):
“nessa interação contínua e estável. A criança desenvolve todo um repertório
de habilidades ditas humanas. Passa a participar do mundo simbólico do adulto
e comunica-se com ele através da linguagem, compartilha com ele a história, os
costumes e hábitos no seu grupo social Esta forma de desenvolvimento garante
ao ser humano uma imensa capacidade adaptativa aos mais variados meios
físicos e sociais”.

Competências parentais

As competências parentais podem ser entendidas como um conjunto de


estratégias e ações que permitem aos pais ou cuidadores, isto é, às figuras que
assumem uma função parental, lidar com os desafios inerentes ao ser mãe e
ser pai.

Estas estratégias potenciam a comunicação efetiva, a resolução de problemas e


a regulação emocional na dinâmica entre pais e filhos. As competências
parentais exigem aprendizagem, não se afigurando inatas ou intuitivas aquando
da constatação da gravidez ou do nascimento de um filho.

Neste sentido, a promoção de competências parentais, enquanto psicoeducação


parental, tem como objetivo a capacitação dos pais ou futuros pais na
otimização de estratégias que permitam o desempenho das funções parentais.

Estas funções exigem não só autorregulação por parte dos pais em momentos
mais desafiantes e o seu autoconhecimento, de uma forma geral enquanto
pessoas (inclusive conhecendo as suas experiências enquanto filhos), mas
também a capacidade de fornecer e promover condições que respondam às
necessidades físicas básicas (e.g. hábitos de alimentação, higiene e vestuário),
bem como às necessidades emocionais, isto é, de suporte emocional,
estruturação e consistência do meio através de regras e limites.

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São estes limites, por um lado, e o afeto e suporte emocional, por outro, que
vão promover o desenvolvimento ajustado dos filhos ao longo do seu
desenvolvimento.

O trabalho dos pais é um dos mais difíceis - pode ser recompensador, mas por
vezes difícil. Este é um trabalho que é realizado pelos pais sem que lhes tenha
sido oferecida qualquer preparação para o futuro.

Os pais que sofreram traumas ou perderam amigos ou familiares devido aos


“conflitos” podem ter ainda mais dificuldades em lidar com a situação.

Todas as famílias passam por dificuldades de vez em quando e estas


dificuldades podem constituir um teste aos pais. Quando surgem pressões
adicionais, um trabalho difícil pode tornar-se quase impossível. Nestes
momentos, pode ser difícil pensar sobre a ajuda ou a informação de que
precisa. A maneira de lidar com as dificuldades influencia a reacção das
crianças, tanto no momento em questão como no futuro. Há algumas acções
que podem facilitar a provisão de cuidados parentais, e torná-los numa
experiência mais recompensadora.

Cuidados parentais positivos e auto estima

O objectivo dos cuidados parentais positivos é o de tentar valorizar o melhor da


sua criança, ao ouvir, compreender, elogiar e estimular os seus esforços,
percebendo e recompensando o bom comportamento e fazendo actividades
juntos que ambos apreciam. Isto começa nos primeiros dias do seu
relacionamento com a sua criança. No esforço de tentar ajudar, é normalmente
fácil apontar os erros da criança e esquecer de elogiar as suas acções positivas.
Ao fazer isto, involuntariamente, os pais tendem a prestar muito mais atenção
ao comportamento negativo e indesejável da criança, em vez dar destaque ao
bom comportamento que gostariam que ela desenvolvesse. Isto pode também

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enfraquecer o seu relacionamento com a criança. Atenção e elogio dos pais são
os maiores motivadores para as crianças, portanto, devem ser usados na
direcção certa! Isto não apenas influenciará o comportamento da criança de
forma positiva, como também fará com que ela sinta-se feliz, amada, querida e
segura e estas constituem as bases da confiança e da auto-estima para a vida
inteira.

Administrar o comportamento
Ensinar a criança desde cedo ao definir limites e explicar as razões para estes
limites ajuda a instilar a auto-disciplina. Uma orientação firme e consistente é
essencial para os cuidados parentais positivos e pode mudar o mau
comportamento com sucesso. Gritar ou exigir uma disciplina severa das
crianças pode acarretar danos físicos e emocionais. Há muitas maneiras
positivas de promover o bom comportamento, tais como o estímulo, o bom
exemplo dos pais e também ao fazer com que a sua criança sinta-se segura do
seu amor por ela – mesmo quando agiu mal.

Adolescentes
Os adolescentes têm de aprender a tomar as suas próprias decisões e
estabelecer a sua independência dos pais. Infelizmente, as suas decisões nem
sempre coincidem com as dos pais e isto pode causar alguma tensão. Dê apoio
e estimule o adolescente a conversar. A principal preocupação dos adolescentes
é saber se a fase que estão a atravessar é normal. Lembre-se de oferecer as
informações práticas de que precisam sobre as mudanças físicas e reassegure-
os de que o seu desenvolvimento físico é completamente normal.

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A saúde da sua criança


A promoção da saúde da criança é uma tarefa que muitos pais desempenham
sem pensar. Isto pode envolver o estímulo para que ela escove os dentes,
mantenha-se em forma através da pratica do desporto e de exercícios físicos
regulares ou ao lembrar que deve prestar particular atenção à sua higiene
pessoal. Os pais são uma fonte importante de informação e aconselhamento e
um exemplo influente para a criança.

Auto-estima

O sentimento de auto-estima é a melhor protecção da sua criança contra a


pressão dos seus pares. Pode ajudá-la a desenvolver a auto-estima de muitas
maneiras, como por exemplo, ao dar um bom exemplo, oferecer respostas
positivas e adequadas às suas preocupações, identificar e redireccionar as suas
crenças incorrectas e ser espontâneo(a) e afectuoso(a). Faça-os sentir bem!

Crises de temperamento - birras

“Não só aprendeu a andar e a falar, mas agora também aprendeu a bater o pé,
discutir, gritar até ficar com a cara vermelha e envergonhar-me em público
regularmente. O que aconteceu ao meu bebé?”

Sinais de Alerta

Pode acontecer em qualquer lugar, mas preste atenção se a criança está


cansada ou faminta numa situação em que quer alguma coisa que você disse
“Não”, especialmente durante as compras ou durante um evento social ou
passeio.

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Acção

Mantenha-se calmo(a), procure saber se a criança precisa de comida ou


descanso. Dê atenção à sua criança e, se possível, encontre um local tranquilo
ou alguma forma de distrair a sua atenção. Não se submeta aos seus
temperamentos, mas tente compreender os sentimentos da criança. Se
necessário, esteja preparado(a) para reduzir a duração do passeio. (ver
também a secção Cuidados parentais positivos)

O que dizer

Tente oferecer uma escolha à criança ou uma saída positiva. Fique calmo(a) e
compreensivo(a). Mantenha tudo simples e claro. Mais tarde, elogie a criança
por acalmar-se.

Prevenção

Evite compras demoradas ou passeios cansativos. Normalmente isto ajuda a


dar mais atenção e afecto à criança. Tente prever possíveis causas para crises
de temperamento no dia a dia e procure maneiras de evitá-las.

• 1 em cada 5 crianças de dois anos de idade fazem uma birra pelo menos duas
vezes por dia

• As crises de temperamento no “Dois Anos Terríveis” fazem parte do


crescimento da sua criança

• Ficar nervoso(a) é uma reacção natural, mas piora a situação

• Seja firme e encontre uma maneira positiva de lidar com o problema

• Planeie evitar as causas das birras

• Lembre-se, as birras não duram para sempre!

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A quem posso confiar a minha criança?


Os pais são responsáveis pela segurança e o bem-estar dos seus filhos.
Portanto, é importante pensar com muito cuidado sobre a aptidão de qualquer
pessoa para cuidar da sua criança, quer seja um estranho, um familiar próximo
ou um amigo.

Quando deixa a sua criança aos cuidados de outra pessoa, confia que esta
possa garantir a segurança e o bem-estar da sua criança. Quando escolhe uma
ama temporária para a sua criança, é importante que escolha alguém com as
mesmas capacidades e os altos padrões de segurança que espera de si
mesmo(a). Isto inclui alguém que assegurará que a sua criança seja
alimentada, tenha as fraldas trocadas, esteja segura, tenha espaço para brincar
e sinta-se segura, e que seja capaz de lidar com as dificuldades que possam
advir.

De um forma geral, a babysitter desloca-se à sua casa para cuidar da sua


criança. Assegure-se de que conversa com a babysitter antes de sair. Diga-lhe a
hora que espera voltar a casa e assegure-se de que tem o seu contacto em
caso de emergência. As babysitters não necessitam de qualificações ou de um
certificado para cuidarem de crianças. Por isso, qualquer pessoa pode anunciar
o seu serviço como babysitter.

De uma forma geral, a babysitter de confiança é aquela que tem uma boa
reputação no bairro e pode ser recomendada por um amigo ou vizinho.
Entretanto, é importante que se encontre pessoalmente com a futura babysitter
antes de decidir deixar a criança aos seus cuidados.

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BIBLIOGRAFIA

Faber, A. e Mazlish, E. (2011). Como falar para as crianças ouvirem e ouvir para
as crianças falarem. Brasil: Guerra e Paz, Editores S.A.
Fachada, M. (2010). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Edições
Sílabo, Lda
Fahlberg, V. (1991). A Child’s Journey Through Placement. Indianapolis:
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Gordon, T. (1998). Eficácia na Educação dos Filhos. Brasil: Encontro Editora.
Maccoby, E. E., & Martin, J. A. (1983). Socialization in the context of the family:
Parent-child interaction. In P. H. Mussen (Ed.), Handbook of child psychology.
Vol. 4: Socialization, personality, and social development (pp. 1–101). New
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Ribeiro, C.; Dias, J. e Relvas, L. (1999). Os meios audiovisuais na formação.
Instituto de Emprego e Formação Profissional.
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Educar com bom senso. Lisboa: A Esfera dos livros Webster-Stratton, C. (2010).
Os anos incríveis. Guia de Resolução de Problemas para Pais de Crianças dos 2
aos 8 Anos de Idade. Braga: Psiquilíbrios Edições.

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