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Áreas Classificadas Parte 1

Marcus Vinicius Melo | Gerente de Indústria Química marcus.melo@br.endress.com

1 Marcus Vinicius Melo | Gerente de Indústria Química marcus.melo@br.endress.com Slide 1 10/23/2017 Marcus Vinicius

Slide 1

10/23/2017

Marcus Vinicius

1 Marcus Vinicius Melo | Gerente de Indústria Química marcus.melo@br.endress.com Slide 1 10/23/2017 Marcus Vinicius

Desde o início, tudo o que fazemos é focado em segurança

Desde o início, tudo o que fazemos é focado em segurança Slide 2 10/23/2017 Marcus Vinicius

Desde o início, tudo o que fazemos é focado em segurança

Em tudo que fazemos – desenvolvimento, manufatura e distribuição, sempre colocamos a segurança de pessoas
Em tudo que fazemos – desenvolvimento, manufatura e
distribuição, sempre colocamos a segurança de pessoas e
do meio ambiente em primeiro lugar. Todos os
instrumenots Endress+Hauser atendem aos mais exigentes
padrões de segurança, durante todo seu ciclo de vida.
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de nossos instrumentos, temos orgulho disso.
Todos nossos processos internos são certificados.
Segurança é um dos pilares de nosso posicionamento, e
forma o centro de nossas atividades.

Antes de começarmos

Sobre as perguntas e respostas

Esse curso possui duas partes

Você receberá novamente o convite por e-mail

Quais informações você tem disponíveis numa plaqueta?

Quais informações você tem disponíveis numa plaqueta? Slide 6 10/23/2017 Marcus Vinicius

Conformidade com o Sistema Ex da IEC

Aceitação do test report (ExTR) para certificação nacional:

Member state

Acceptance of ExTR

 
 

accepted for zone system

 

US, Canada

may be accepted for division concept (e.g. IS)

J

Russia, Ukraine, Belarus

accepted

J

China

accepted

J

South Korea

accepted

J

Hongkong, Taiwan, Vietnam, Indonesia

not accepted (but: ATEX testreport accepted)

L

Japan

not generally accepted

L

many tests required

India

accepted

J

Brasil, Argentina, Chile

accepted

J

Slide 7

10/23/2017

Marcus Vinicius

India • accepted J Brasil, Argentina, Chile • accepted J Slide 7 10/23/2017 Marcus Vinicius

Comparação entre Sistemas de Certificação Ex

ATEX NEC / CEC IEC Ex Regulatory status Mandatory system Mandatory system Voluntary system Conformity
ATEX
NEC / CEC
IEC Ex
Regulatory status
Mandatory system
Mandatory system
Voluntary system
Conformity basis
EU-Directives (EHSR)
(EN-standards)
US/CN-standards
e.g. ISA, UL, FM, CSA
IEC standards
Area classification
Zone system
Zone system or class /
division system
Zone system
Conformity
Ex Notified Bodies (ExNB),
NRTLs
Ex Certifying Bodies (ExCB)
manufacturer
(UL, FM, CSA, …)
Ex Test Labs (ExTL)
assessor
Quality system
EN 13980, regular audits
(12-18 months)
Quarterly audits (!)
IEC80079-34, regular audits
(12-18 Months)
Issued documents
EC-Type examination certificate
Test report (on request)
QM certificate / report
Certificate of Conformity
Test report
Audit report
Certificate of Conformity
Test report (ExTR)
Quality assessment report
 online system
Acceptance of CoC
Europe
North America
Australia, New Zealand
Conformity mark
Acceptance of TR
Europe, North America, Japan,
China, Brazil…
North America, Europe
36 IEC Ex member states

O que é necessário para uma explosão?

Se um lado do triângulo não existir,

o fogo não aparece.

Se um lado do triângulo for retirado, o fogo pára.

A ABNT NBR IEC 60079-0 de 2013 define área classificada como:

“Área na qual uma atmosfera explosiva está presente, ou pode estar presente, em quantidade tal que requeira

precauções especiais para a

construção, instalação e utilização de equipamentos elétricos

• Fonte de ignição
Fonte de ignição
de equipamentos elétricos ” • Fonte de ignição Quem define a classificação das áreas? Slide 9

Quem define a classificação das áreas?

Conceito de Zonas de Risco

Áreas classificadas de acordo com a probabilidade de ocorrência de misturas

explosivas. Zona 2 (1< t <10h/a) Zona 1 (10< t <1000h/a) Zona 0 (>1000h/a) Fluido
explosivas.
Zona 2
(1< t <10h/a)
Zona 1
(10< t <1000h/a)
Zona 0
(>1000h/a)
Fluido

Probabilidade de ocorrência de Atm. Explosiva

Misturas

Misturas de Poeira

Gasosas

Improvável em condições normais (se ocorrer, por curto período)

Zona 2

Zona 22

ocasionalmente em condições

Zona 1

Zona 21

normais

Continuamente ou por longos períodos, ou frequentemente

Zona 0

Zona 20

ATENÇÃO! ZONA 2 Área não-Ex

Zona 0 atende Zona 1 que atende Zona 2

Grupos de Gases e Poeiras

Fontes das Imagens: https://www.alpha-ex.com.br/images/legislacao/informativotecnico.pdf

das Imagens: https://www.alpha-ex.com.br/images/legislacao/informativotecnico.pdf Slide 11 10/23/2017 Marcus Vinicius
das Imagens: https://www.alpha-ex.com.br/images/legislacao/informativotecnico.pdf Slide 11 10/23/2017 Marcus Vinicius

Grupos de Equipamentos

Os equipos elétricos para áreas classificadas são divididos em 3 grupos.

Grupo I para minas de carvão (gás Grisu).

Grupo II equipamentos elétricos para utilização em locais com atmosfera explosiva de gás.

Grupo III equipamentos elétricos para utilização em locais com atmosfera explosiva de poeira.

Categorias de Equipamentos

Categoria do Equipamento

Critério

 

Nível normal de proteção

 

Categoria 3

Seguro durante

operação normal

 

Alto nível de proteção

 

Categoria 2

Seguro com uma falha

Desenergizado sob atmosfera explosiva

 

Alto nível de proteção

Precisa permanecer funcional em atmosfera explosiva

Categoria 1

Seguro com duas falhas

Designação dos equipamentos de acordo com as zonas

Área com potencial de explosão

de acordo com as zonas Área com potencial de explosão Equipamentos da Categoria 1 Zona 2
Equipamentos da Categoria 1
Equipamentos da Categoria 1
Zona 2 (ou 22) Equipamentos da Categoria 2 (ou 1) Zona 1 (ou 21) Equipamentos
Zona 2 (ou 22)
Equipamentos da Categoria 2 (ou 1)
Zona 1 (ou 21)
Equipamentos da Categoria 3 (ou 1+2)
Zona 0 (ou 20)

Classificação dos Equipamentos de acordo com a ATEX

Categoria do Equipamento

Grupo I

Minas

Grupo II (IIA/IIB/IIC) Gases/Poeira-Ex

Nível normal de

proteção (Seguro

sem falhas)

3G/3D

Alto nível de proteção (seguro com uma falha)

M2

2G/2D

Altíssimo nível de proteção (Seguro com até 2 falhas)

M1

1G/1D

Normal level of

protection (safe

without fault)

E por que é importante saber a categoria (grupo) do equipamento?

E por que é importante saber a categoria (grupo) do equipamento? Slide 16 10/23/2017 Marcus Vinicius

Classificação dos Equipamentos de acordo com a IEC

Categoria do Equipamento Grupo I Minas Grupo II (IIA/IIB/IIC) Gases-Ex Grupo III (IIIA/IIIB/IIIC) Poeira-Ex
Categoria do
Equipamento
Grupo I
Minas
Grupo II
(IIA/IIB/IIC)
Gases-Ex
Grupo III
(IIIA/IIIB/IIIC)
Poeira-Ex
Nível normal de
proteção (Seguro
sem falhas)
Gc
Dc
Alto nível de
proteção (seguro
com uma falha)
Mb
Gb
Db
Altíssimo nível de
proteção (Seguro
com até 2 falhas)
Ma
Ga
Da
• IIIA fibras
combustíveis
Energia de Ignição
IIC>IIB>IIA
• IIIB poeiras não-
condutivas
• IIIC poeiras
condutivas
(IIIC>IIIB>IIIA)

Slide 17

10/23/2017

Marcus Vinicius

IIIB poeiras não- condutivas • IIIC poeiras condutivas (IIIC>IIIB>IIIA) Slide 17 10/23/2017 Marcus Vinicius
Slide 18 10/23/2017 QTS - Th. Fritz
Slide 18 10/23/2017 QTS - Th. Fritz

Slide 18

10/23/2017

QTS - Th. Fritz

Slide 18 10/23/2017 QTS - Th. Fritz

E o que são as falhas? Ex.: categorias intrinsecamente seguras

Categoria

ia

Seguro com duas falhas independentes

Aplicação em

Zona 0

Categoria

ib

Seguro com uma falha

Aplicação em

Zona 1

Falhas contáveispodem ser:

Categoria

ic

Seguro sob operação normal

Aplicação em

Zona 2

falha de um componente de segurança (circuito aberto, curto-circuito) falha de conexão (circuito aberto)

falha de isolamento (curto-circuito)

Comparativo ATEX e IEC

   

Gas - Ex

Zona 0

Zona 1

Zona 2

Categoria ATEX

1G

1G ou 2G

1G ou 2G ou 3G

IEC (EPL*)

Ga

Ga ou Gb

Ga ou Gb ou Gc

   

Poeira Ex

Zona 20

Zona 21

Zona 22

Categoria ATEX

1D

1D ou 2D

1D ou 2D ou 3D

IEC (EPL*)

Da

Da ou Db

Da ou Db ou Dc

* EPL = Equipment Protection Level (Nível de Proteção do Equipamento)

Mas Db já não cobre Da???

Mas Db já não cobre Da???

Mas Db já não cobre Da???

Voltando à

Soliphant FTM51

Mas Db já não cobre Da??? Voltando à Soliphant FTM51 Slide 21 10/23/2017 QTS - Th.
Mas Db já não cobre Da??? Voltando à Soliphant FTM51 Slide 21 10/23/2017 QTS - Th.

Slide 21

10/23/2017

QTS - Th. Fritz

Mas Db já não cobre Da??? Voltando à Soliphant FTM51 Slide 21 10/23/2017 QTS - Th.

Não são apenas as faíscas que fazem parte do triângulo

Superfície Quente Faíscas Temperatura de Ignição Energia de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6
Superfície Quente
Faíscas
Temperatura de Ignição
Energia de Ignição
Classe de Temperatura
T1 … T6
Grupos de Gases/Poeiras
A, B e C
de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6 Grupos de Gases/Poeiras A, B e C Slide
de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6 Grupos de Gases/Poeiras A, B e C Slide

Não são apenas as faíscas que fazem parte do triângulo

Superfície Quente Faíscas Temperatura de Ignição Energia de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6
Superfície Quente
Faíscas
Temperatura de Ignição
Energia de Ignição
Classe de Temperatura
T1 … T6
Grupos de Gases/Poeiras
A, B e C
de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6 Grupos de Gases/Poeiras A, B e C Slide
de Ignição Classe de Temperatura T1 … T6 Grupos de Gases/Poeiras A, B e C Slide

Temperatura de Ignição temperatura da superfície do equipo

Temperatura de Ignição do Gás Combustíveis Temperatura de Ignição >450°C >300°C … ≤450 °C
Temperatura de Ignição do Gás Combustíveis Temperatura de Ignição >450°C >300°C … ≤450 °C
Temperatura de Ignição do Gás Combustíveis Temperatura de Ignição >450°C >300°C … ≤450 °C
Temperatura de Ignição do Gás Combustíveis Temperatura de Ignição >450°C >300°C … ≤450 °C
Temperatura de Ignição do Gás Combustíveis Temperatura de Ignição >450°C >300°C … ≤450 °C

Temperatura de Ignição do Gás

Combustíveis

Temperatura de Ignição

>450°C

>300°C ≤450°C

>200°C ≤300°C

>135°C ≤200°C

>100°C ≤135°C

>85°C ≤100°C

>100°C … ≤135 °C >85°C … ≤100 °C Classe de Temperatura T1 T2 T3 T4 T5

Classe de Temperatura

°C >85°C … ≤100 °C Classe de Temperatura T1 T2 T3 T4 T5 T6 Equipamentos Temperatura
T1 T2 T3 T4 T5 T6
T1
T2
T3
T4
T5
T6

Equipamentos

Temperatura máx. da superfície

450°C

300°C

200°C

135°C

100°C

85°C

450°C 300°C 200°C 135°C 100°C 85°C A temperatura da superfície depende da • Temperatura
450°C 300°C 200°C 135°C 100°C 85°C A temperatura da superfície depende da • Temperatura

A temperatura da superfície depende da

Temperatura

Ambiente

Temperatura do Processo

Fontes de

Aquecimento Internas (e.g. components elétricos)

Ambiente • Temperatura do Processo • Fontes de Aquecimento Internas (e.g. components elétricos)
Ambiente • Temperatura do Processo • Fontes de Aquecimento Internas (e.g. components elétricos)
Ambiente • Temperatura do Processo • Fontes de Aquecimento Internas (e.g. components elétricos)

Slide 24

10/23/2017

Marcus Vinicius

do Processo • Fontes de Aquecimento Internas (e.g. components elétricos) Slide 24 10/23/2017 Marcus Vinicius

Temperatura de Ignição temperatura da superfície do equipo

600 Temperatura de Ignição do Gás 500 Temperatura da Superfície do Equipo 400 300 200
600
Temperatura de Ignição do Gás
500
Temperatura da Superfície do Equipo
400
300
200
100
0
T1
T2
T3
T4
T5
T6
>450°C
>300°C ≤450°C
>200°C ≤300°C
>135°C ≤200°C
>100°C ≤135°C
>85°C ≤100°C
Temperatura [°C]

Classe de Temperatura

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição!

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! • Temperatura Ambiente • Temperatura de Processo

Temperatura Ambiente

Temperatura de Processo

Auto-aquecimento do equipamento

Temperatura Ambiente • Temperatura de Processo • Auto-aquecimento do equipamento Slide 26 10/23/2017 Marcus Vinicius

Slide 26

10/23/2017

Marcus Vinicius

Temperatura Ambiente • Temperatura de Processo • Auto-aquecimento do equipamento Slide 26 10/23/2017 Marcus Vinicius

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição!

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! Slide 27 10/23/2017 Marcus Vinicius
Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! Slide 27 10/23/2017 Marcus Vinicius
Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! Slide 27 10/23/2017 Marcus Vinicius

Slide 27

10/23/2017

Marcus Vinicius

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! Slide 27 10/23/2017 Marcus Vinicius

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição!

Muito cuidado com o conceito de temperature de ignição! Slide 28 10/23/2017 Marcus Vinicius

Muito cuidado com o conceito de temperatura de ignição!

Muito cuidado com o conceito de temperatura de ignição! Slide 29 10/23/2017 Marcus Vinicius

Classificação de gases, vapores e névoas inflamáveis

 

Classificação de gases e vapors em

 
 

grupos de gases e classes de temperatura

 

Grupo de

T1

T2

T3

T4

T5

T6

gás

(>450°C)

(>300°C ≤450°C)

(>200°C ≤300°C)

(>135°C ≤200°C)

(>100°C ≤135°C)

(>85°C ≤100°C)

 

I

Methane

         

II

A

Acetone

Ethyl alcohol

Gasoline

Acetaldehyde

   
 

Ethane

i-Amylacetat

Diesel fuel

Ether

Ammonia

n-Butane

Aircraft fuel

Benzene

n-Butylalkohol

Heating oil

Ethanic acid

n-Hexane

Ethylacetate

Kohlenoxyd

Ex IIB T3

Methanol

Propane

Toluol

   

II

B

Lighting gas

Ethyl

Ethyl glycol

Ethyl ether

   
 

Ethyl oxyd

II C

Hydrogen

Acetylene

     

Carbon

disulphide

Para poeiras, veremos na próxima parte.

Tipos de proteção para circuitos elétricos

Medidas de Proteção Gas-Ex

Imersão em óleo

partes elétricas são submersas em óleo

ex. de marcação

Ex o T3

Aparatos pressurizados

partes elétricas são purgadas e pressurizadas com um gás protetor (ar ou gás inerte) Instalação: controle / shut down de purga e pressão do equipamento

Ex p T5

Preenchimento com pó

Ex q T4

partes elétricas são submersas em pó de quartzo

Encapsulamento

Ex ma T6

partes elétricas são encapsuladas em uma resina epóxi específica

Instalação: Compatibilidade química com resina epóxi

óleo
óleo
 p ar
 p
ar
pó resina
resina

Tipos de proteção para circuitos elétricos

Medidas de Proteção Gas-Ex

ex. de marcação

Encapsulamento à prova de chama

Ex d IIC T6

explosão interna é confinada por material sólido à prova de chama

interna é confinada por material sólido à prova de chama Instalação : entrada para cabo Ex

Instalação: entrada para cabo Ex d, conduítes ou terminais Ex e

Segurança aumentada

prevenção de fontes de ignição por design à prova de falhas (apenas components elétricos simples)

Ex e T4

Segurança intrínseca

Ex ia IIC T4

Limitação de energia armazenada em circuitos elétricos aparatos simples , aparatos associados , barreiras de segurança Instalação: valores de segurança (Uo, Io, Po, Lo, Co)

, barreiras de segurança Instalação : valores de segurança (Uo, Io, Po, Lo, Co) Slide 32
, barreiras de segurança Instalação : valores de segurança (Uo, Io, Po, Lo, Co) Slide 32

Exemplo de encapsulamento Ex d

Exemplo de encapsulamento Ex d Slide 33 10/23/2017 Marcus Vinicius
Exemplo de encapsulamento Ex d Slide 33 10/23/2017 Marcus Vinicius

Exemplo com Segurança Aumentada (Ex e)

Exemplo com Segurança Aumentada (Ex e) Slide 34 10/23/2017 Marcus Vinicius
Exemplo com Segurança Aumentada (Ex e) Slide 34 10/23/2017 Marcus Vinicius

Tipos de proteção para circuitos elétricos

Medidas de Proteção Dust-Ex

Ex. de marcação

Proteção por encapsulamento (ta, tb, tc)

T200°C

Partes elétricas são protegidas contra pó por um nível de encapsulamento (IP5x, 6x). A temp. máx. da superfície do equipamento é limitada.

Ex ta IIIC

Dust tight
Dust tight

Intrinsecamente Seguro (ia, ib, ic) T 500 280 °C

Limitação da energia armazenada nos circuitos elétricos Instalação: grandezas limitadas (Uo, Io, Po, Lo, Co) e arredores

Ex ia IIIB

limitadas (Uo, Io, Po, Lo, Co) e arredores Ex ia IIIB Vantagem: “ Hot plugging” para

Vantagem: Hot plugging” para Ex ia, ib, ic na área classificada!

Encapsulamento

T250°C

Partes elétricas são encapsuladas em resina epóxi específica Instalação: compatibilidade química com a resina

(ma, mb, mc)

Ex m IIIC

resina
resina

Exemplo: marcação ATEX- para um equipamento tipo gás-Ex

CE 0102 II 2 G Ex ia IIC T6 Classe de Temperatura T6 (máx. 85°C)
CE
0102
II
2
G
Ex ia
IIC
T6
Classe de Temperatura T6 (máx. 85°C)
Grupo de gases IIC (aplicação para tipo de proteção “i“)
Tipo de proteção: intrinsicamente Seguro”ia“ para zona 0
Atmosfera para uso do equipo (G = gás, D = pó)
Categoria do Equipo (2 = apparatus explosion protection measures)
Equipamento grupo II (I = minas II = outras áreas Ex)
Ex-hexagon: símbolo de equipamentos Ex na Europa
Código de ID do órgão certificador (0102: PTB)
Marcação CE, conformidade com diretrizes da UE

Exemplo: marcação ATEX- para um equipamento tipo gás-Ex

CE 0044 II 2 D Ex tb A 21 IIIC T 120°C T 500 210°C
CE
0044
II
2
D
Ex tb
A
21
IIIC
T 120°C T 500 210°C
Db
Nível de Proteção do Equipamento EPL Db: 2D (pó) zona 21,22
Temp. máx. da superfície (camadas de 5mm resp. 500mm)
Grupo de poeiras IIIC (poeiras condutivas)
Para uso nas zonas 20, 21, 22
Método de medição de temperature (A)
Tipo de proteção: prot. Por encapsulamento “tb“ para zona 21
Atmosfera para uso do equipo (G = gás, D = pó)
Categoria do Equipo (2 = apparatus explosion protection measures)
Equipamento grupo II (I = minas II = outras áreas Ex)
Ex-hexagon: símbolo de equipamentos Ex na Europa
Código de ID do órgão certificador (0044: TÜV Nord)
Marcação CE, conformidade com diretrizes da UE

Example: IEC-marking of a gas-Ex device

Ex ia IIC T6 Ga Nível de Proteção do Equipamento EPL Ga: 1G (gás) zona
Ex ia
IIC
T6
Ga
Nível de Proteção do Equipamento EPL Ga: 1G (gás) zona 0, 1, 2
Classe de temperatura T6 (máx. 85°C)
Grupo de gás IIC (aplicação para tipo de proteção “i”)
Tipo de Proteção: intrinsecamente seguro “ia“ para zona 0

Exemplo: Marcação IEC para um equipamento tipo Ex para poeiras

Ex ta IIIC T120°C T 500 210°C Da Nível de Proteção do Equipamento EPL Da.
Ex ta
IIIC
T120°C T 500 210°C
Da
Nível de Proteção do Equipamento EPL Da. 1D (pó) zonas 0, 1, 2
Mtemperatura máxima da superfície (camadas de 5mm resp. 500mm)
Grupo de pós IIIC
Proteção por encapsulamento “ta”, para zona 0

Nova marcação para Ex-devices!

Micropilot NMR81 O melhor radar para transferência de custódia do mundo!

E de onde vem isso? • EN 60079-26 (2015)
E de onde vem isso?
• EN 60079-26 (2015)

Slide 40

10/23/2017

Marcus Vinicius

para transferência de custódia do mundo! E de onde vem isso? • EN 60079-26 (2015) Slide

Nova marcação para Ex-devices!

Micropilot NMR81 Tank Gauging

para Ex -devices! Micropilot NMR81 – Tank Gauging Ex ia Ex d- housing Zona 1 Ex
Ex ia Ex d- housing Zona 1 Ex ia Zona 0
Ex ia
Ex d-
housing
Zona 1
Ex ia
Zona 0

Saída!

Non Ex ia

ia Ex d- housing Zona 1 Ex ia Zona 0 Saída! Non Ex ia Ex d-
Ex d- housing Zona 1 Ex ia
Ex d-
housing
Zona 1
Ex ia

Nova marcação para Ex-devices!

Alimentação “Ex i “ Alimentação “ não-Ex i “ Com separação física das zonas (parede)

Alimentação “Ex i

Alimentação

não-Ex i

Com separação física das zonas (parede)

II 1/2 G Ex ia /db [Ex ia] IIC T* Ga/Gb

Ex ia Invólucro Ex d Zona 1 Ex ia Zona 0
Ex ia
Invólucro
Ex d
Zona 1
Ex ia
Zona 0

II 1/2 G Ex ia /db IIC T* Ga/Gb

Não Ex ia Invólucro Ex d Zona 1 Ex ia Zona 0
Não Ex ia
Invólucro
Ex d
Zona 1
Ex ia
Zona 0

Sem separação física das zonas

II 2 G Ex db ia [Ex ia] IIC T* Gb

Ex ia
Ex ia

Invólucro

Ex d

II 2 G Ex db ia [Ex ia ] IIC T* Gb Ex ia Invólucro Ex

Ex ia

Zona 1
Zona 1

II 2 G Ex db ia IIC T* Gb

Não Ex ia
Não Ex ia

Invólucro

Ex d

II 2 G Ex db ia IIC T* Gb Não Ex ia Invólucro Ex d Ex

Ex ia

Zona 1
Zona 1
db ia IIC T* Gb Não Ex ia Invólucro Ex d Ex ia Zona 1 Liquicap

Liquicap M

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Pausa para o café (de uma semana)

Continuamos no dia 31/10, no mesmo horário!

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uma semana) Continuamos no dia 31/10, no mesmo horário! marcus.melo@br.endress.com Slide 43 10/23/2017 Marcus Vinicius

Slide 43

10/23/2017

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