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Motores | Automação l Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas

Geradores Síncronos Trifásicos

Modelo GTK

Manual de Instalação, Operação e Manutenção


Manual de Instalação,
Operação e Manutenção

Material: 10656192
9300.0097
Idioma: Português
Revisão: 3
Agosto, 2010
ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................................... 4

2. INSTRUÇÕES GERAIS ............................................................................................................................................ 5


2.1. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA ............................................................................................................................ 5
2.2. RECEBIMENTO ...................................................................................................................................................... 5
2.3. ARMAZENAGEM..................................................................................................................................................... 5
2.3.1. Cuidados com os rolamentos ...................................................................................................................... 5
3. RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO......................................................................................................................... 6

4. MANUSEIO................................................................................................................................................................. 6

5. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ................................................................................................................ 7


5.1. CARCAÇA................................................................................................................................................................ 7
5.2. ESTATOR PRINCIPAL ........................................................................................................................................... 7
5.3. BOBINA AUXILIAR ................................................................................................................................................ 7
5.4. ROTOR PRINCIPAL ............................................................................................................................................... 7
5.5. ESTATOR DA EXCITATRIZ ................................................................................................................................... 7
5.6. ROTOR DA EXCITATRIZ....................................................................................................................................... 7
5.7. CAIXA DE LIGAÇÃO .............................................................................................................................................. 7
5.8. ROLAMENTOS ....................................................................................................................................................... 7
5.9. REFRIGERAÇÃO .................................................................................................................................................... 7
5.10. SENTIDO DE ROTAÇÃO ..................................................................................................................................... 7
6. INSTALAÇÃO ............................................................................................................................................................. 8
6.1. ACIONAMENTO ..................................................................................................................................................... 8
6.2. ALINHAMENTO/NIVELAMENTO .......................................................................................................................... 8
6.3. ACOPLAMENTO ..................................................................................................................................................... 9
6.3.1. Acoplamento Direto ...................................................................................................................................... 9
6.3.2. Acoplamento por meio de polias e correias:............................................................................................. 9
7. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMINAIS .................................................................................................................. 10
7.1. ESQUEMA DE LIGAÇÃO..................................................................................................................................... 11
8. ENTRADA EM SERVIÇO ....................................................................................................................................... 12
8.1. EXAME PRELIMINAR........................................................................................................................................... 12
8.2. PARTIDA INICIAL................................................................................................................................................ 12
8.3. FUNCIONAMENTO .............................................................................................................................................. 12
8.4. DESLIGAMENTO.................................................................................................................................................. 12
9. MANUTENÇÃO ........................................................................................................................................................ 13
9.1. LIMPEZA............................................................................................................................................................... 13
9.2. REVISÃO COMPLETA .......................................................................................................................................... 13
9.3. TROCA DE ROLAMENTOS .................................................................................................................................. 13
9.4. TROCA DE DIODOS GIRANTES ......................................................................................................................... 13
9.5. CONJUNTO DE DIODOS..................................................................................................................................... 14
9.6. SECAGEM DOS ENROLAMENTOS...................................................................................................................... 14
10. ANOMALIAS .......................................................................................................................................................... 16
ANOMALIA ..............................................................................................................................................................................16
PROCEDIMENTO ....................................................................................................................................................................17
ANOMALIA ..............................................................................................................................................................................17
ANOMALIA ..............................................................................................................................................................................17

11. CUIDADOS............................................................................................................................................................. 17

12. PARTES E PEÇAS ................................................................................................................................................. 18


12.1. ENCOMENDA ..................................................................................................................................................... 18
12.2. MANUTENÇÃO DO ESTOQUE .......................................................................................................................... 18
13. GARANTIA ............................................................................................................................................................. 19
1. INTRODUÇÃO

Este manual é aplicável aos geradores síncronos


trifásicos do tipo GTK

Nomenclatura

Exemplo: GTK160

G: Gerador síncrono da linha G

T: Brushless com bobina auxiliar

K: Totalmente fechado auto ventilado

160: Carcaça (ABNT – IEC)


160, 180, 200, 225, 250, 280 e 315

IMPORTANTE:
Todos os procedimentos e normas constantes
neste manual deverão ser seguidos para garantir
o bom funcionamento do equipamento e
segurança do pessoal envolvido na operação do
mesmo.
A observância destes procedimentos é igualmente
importante para que o termo de garantia
constante na contracapa deste manual seja
aplicado.
Aconselhamos, portanto, a leitura detalhada deste
manual, antes da instalação e operação do
gerador e, caso permaneça alguma dúvida, favor
contatar a WEG.
2. INSTRUÇÕES GERAIS
2.1. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA desempacotamento, deve-se fazer uma completa
inspeção visual do gerador. Para os geradores
Todos que trabalham em instalações elétricas, com sistema de travamento de eixo, este deve ser
seja na montagem, na operação ou na retirado e guardado para futuro transporte do
manutenção, deverão ser permanentemente gerador em separado. Para os geradores com
informados e atualizados sobre as normas e mancais de rolamentos, deve-se girar
prescrições de segurança que regem o serviço e manualmente o rotor algumas vezes. Caso se
aconselhamos a segui-las. Cabe ao pessoal verifique danos, comuniquem imediatamente à
responsável certificar-se antes do início do empresa transportadora e à WEG.
trabalho, de que tudo foi devidamente observado,
e alertar seu pessoal para os perigos inerentes à
tarefa proposta. 2.3. ARMAZENAGEM
Geradores deste tipo quando impropriamente
instalados, incorretamente utilizados ou se Caso o gerador não seja desempacotado
receberem manutenção deficiente ou ainda se imediatamente, a caixa deverá ser colocada em
receberem intervenção de pessoas não lugar protegido de umidade, vapores, rápidas
qualificadas, podem vir a causar sérios danos trocas de calor, roedores e insetos.
pessoais e/ou materiais. Os geradores devem ser armazenados em locais
Em função disto, recomenda-se que estes isentos de vibrações para que os mancais não se
serviços sejam efetuados por pessoal com danifiquem.
qualificação, ou seja, pessoas que em função de Para os geradores que possuírem resistências de
seu treinamento, experiência, nível de instrução, aquecimento, estas devem estar ligadas.
conhecimento de normas relevantes, Qualquer dano à pintura ou proteções contra
especificações, normas de segurança e prevenção ferrugens das partes usinadas deverão ser
de acidentes e conhecimento das condições de retocadas.
operação, tenham sido autorizados pelos
responsáveis pela realização dos trabalhos
necessários e que possam reconhecer e evitar 2.3.1. Cuidados com os rolamentos
possíveis perigos. Equipamentos para combate a
incêndios e avisos sobre primeiros socorros não - Até 6 meses de armazenagem, não se faz
devem faltar no local de trabalho, devendo estar necessário qualquer manutenção;
sempre em lugares bem visíveis e acessíveis. - Após 6 meses e até 2 anos de armazenagem,
o rotor deve ser rotacionado mensalmente
(manualmente) para outra posição a fim de
2.2. RECEBIMENTO evitar a marcação das pistas de endurecimento
da graxa;
Os geradores fornecidos são testados e estão em - Após 2 anos de armazenagem, recomendamos
perfeitas condições de operação. As superfícies a troca dos rolamentos, quando estes são
usinadas são protegidas contra corrosão. A caixa blindados. Quando os rolamentos não são
ou container deverá ser checada logo após sua blindados, é necessário desmontar, lavar e
recepção, afim de verificar-se a existência de relubrificar os rolamentos antes da entrada em
eventuais danos provocados pelo transporte. funcionamento.
Qualquer avaria deverá ser comunicada
imediatamente à empresa transportadora, à
seguradora e à WEG. A não comunicação
acarretará a perda da garantia.
Ao se levantar a embalagem (ou container) deve
ser observada as partes de içamento, o peso
indicado na embalagem e a capacidade de talha.
Geradores acondicionados em engradados de
madeira devem sempre ser levantados pelos seus
próprios olhais ou por empilhadeira adequada e
nunca pelo madeiramento.
A embalagem nunca poderá ser tombada.
Coloque-a no chão com cuidado (sem impactos)
para evitar danos aos mancais.
Não retire a graxa de proteção existente na ponta
do eixo. Esta proteção deverá permanecer até a
hora da montagem final. Após o
3. RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO

Quando o gerador não é colocado imediatamente


em serviço, deve-se protegê-lo contra umidade,
temperatura elevada e sujeiras, evitando assim,
que a resistência de isolamento sofra com isso.
A resistência de isolamento do enrolamento deve
ser medida antes da entrada em serviço.
Se o ambiente for muito úmido, é necessário uma
verificação periódica durante a armazenagem.
As regras seguintes indicam a ordem de grandeza
dos valores que podem ser esperados ao utilizar o
Meghômetro em máquina limpa e seca, a 40ºC,
quando a tensão de ensaio (1000 V) é aplicada
durante 1 minuto.

Limites orientativos da resistência de


isolamento em máquinas elétricas:
Valor da resistência Avaliação do
do isolamento isolamento
2MΩ ou menor Ruim
< 50MΩ Perigoso
50...100MΩ Regular
100...500MΩ Bom
500...1000MΩ Muito bom
>1000MΩ Excelente Geralmente a resistência do isolamento é medida
com um MEGHÔMETRO.
Índice de polarização (relação entre 1 e 10 Se a resistência do isolamento for menor que os
minutos): valores obtidos pela fórmula acima, os geradores
Avaliação do terão que ser submetidos a um processo de
Índice de polarização secagem, indicando no item "SECAGEM DOS
isolamento
1 ou menor Ruim ENROLAMENTOS".
< 1,5 Perigoso
1,5 a 2,0 Regular
IMPORTANTE
2,0 a 3,0 Bom
3,0 a 4,0 Muito Bom Desconectar todos os fios do regulador de
tensão antes de medir a resistência de
> 4,0 Excelente
isolamento.
O valor mínimo admissível para a resistência Rm do
isolamento é dada pela fórmula: 4. MANUSEIO

Rm = Un + 1 O gerador foi projetado com olhais de suspensão


Onde: para seu içamento. Estes olhais são previstos para
Rm - resistência de isolamento mínima levantar apenas o gerador, cargas adicionais não
recomendada em Mega Ohm com o enrolamento são permitidas.
à temperatura de 40ºC. Os cabos e dispositivos de levantamento devem
Un - tensão nominal da máquina, em kV. ser apropriados para evitar acidentes e
Se o ensaio for feito em temperatura ambiente conseqüências danosas ao gerador ou pessoal.
diferente de 40ºC, será necessário corrigir a Observe o peso indicado.
leitura para 40ºC, utilizando-se uma curva de Não levante e nem coloque o gerador no chão
variação da resistência do isolamento em função bruscamente.
da temperatura, levantada com a própria Nunca use o eixo para levantar o gerador.
máquina. Se não se dispõe desta curva, pode-se
empregar a correção aproximada fornecida pela
curva a seguir:
5. CARACTERÍSTICAS 5.8. ROLAMENTOS
Os geradores GTK são dotados de rolamentos de
CONSTRUTIVAS esferas, cujas características estão indicadas no
quadro abaixo:
5.1. CARCAÇA
A carcaça possui construção robusta em ferro
fundido, resistente à corrosão, com aletas Vida útil
CARCAÇA Lado Tipo Rolamento Estimada
externas, desenhadas para proporcionar o
(horas)
máximo de resfriamento.
Dianteiro 6309 ZZ 20000
160 Traseiro 6207 ZZ 20000
5.2. ESTATOR PRINCIPAL
Seu núcleo é formado por chapas de aço Dianteiro 6311 Z 20000
180 Traseiro 6211 Z 20000
magnético tratadas termicamente para reduzir ao
mínimo as perdas no ferro. Dianteiro 6312 C3* 20000
200 Traseiro 6212 Z 20000
O enrolamento compõe-se de bobinas
concêntricas de uma camada e passo pleno com Dianteiro 6314 C3* 20000
225 Traseiro 6314 C3* 20000
classe de isolamento H (180ºC) e fixados por
cunha isolante de fechamento. Dianteiro 6314 2RS 20000
250 Traseiro 6314 2RS 20000
5.3. BOBINA AUXILIAR Dianteiro 6318 C3* 20000
280 Traseiro 6216 C3* 20000
A bobina auxiliar é composta por algumas espiras
alojadas em algumas ranhuras do estator principal Dianteiro 6320 C3* 20000
315 Traseiro 6320 C3* 20000
do gerador e gera tensão alternada para
alimentação do circuito de potência do regulador
de tensão. * Rolamentos relubrificáveis. O intervalo de lubrificação e
quantidade de graxa para estes rolamentos estão descritos
5.4. ROTOR PRINCIPAL na placa de lubrificação fixada na carcaça do gerador.
Os pólos são salientes e acomodam o
enrolamento de campo fixados por calços para 5.9. REFRIGERAÇÃO
O gerador GTK é do tipo auto ventilado, dotado
que possam resistir a força centrífuga.
de um ventilador axial montado sobre o eixo no
O enrolamento série dos pólos é executado com
lado não acionado o qual é protegido por uma
fio retangular de isolamento classe H, e
tampa de ferro fundido com ampla área de
interligado com os seis diodos girantes.
aspiração orientando o ar sobre a carcaça
5.5. ESTATOR DA EXCITATRIZ aletada.
É constituído de chapas laminadas e fixado na
carcaça por um anel de fixação de aço 1020 no 5.10. SENTIDO DE ROTAÇÃO
O gerador GTK pode operar em ambos os
lado não acionado.
sentidos de rotação, porém, a seqüência de fases
Os pólos acomodam um enrolamento cujos
está ajustada para o sentido de rotação horário
terminais estão ligados devem ser ligados ao
(visto de frente para a ponta de eixo do gerador -
regulador de tensão.
Lado Acionado). Em conformidade com as normas
5.6. ROTOR DA EXCITATRIZ VDE 0530, os terminais dos geradores estão
O rotor da excitatriz principal está montado sobre marcados de tal forma, que a seqüência dos
o eixo da máquina principal. Bornes 1,2 e 3 (R, S, T) coincide com a seqüência
O rotor é laminado, e suas ranhuras abrigam um de fases, quando o sentido de rotação é horário.
enrolamento trifásico ligado em estrela. De cada No caso de geradores que necessitem operar no
ponto da ligação estrela saem dois fios para os sentido anti-horário, a seqüência das fases deve
retificadores girantes, sendo que um é ligado ao ser alterada (se preciso). Recomendamos verificar
retificador sobre o suporte positivo e o outro o sentido de rotação e a seqüência das fases
sobre o suporte negativo. necessárias antes da entrada em operação do
gerador.
5.7. CAIXA DE LIGAÇÃO
A caixa de ligação de ferro fundido está localizada IMPORTANTE: a seqüência de fases errada
na lateral da carcaça, e acomoda os terminais da pode ocasionar danos a máquinas usadas ao
carga, neutro e os terminais de excitação. gerador bem como sérios problemas na tentativa
de sincronização com outro gerador ou com a
rede.
6. INSTALAÇÃO

6.1. ACIONAMENTO

A instalação do acionamento deverá ser baseada


em recomendações do fabricante. O acionamento
deverá ser capaz de suportar a rotação máxima e
a potência necessária do gerador e sua respectiva
transmissão.

6.2. ALINHAMENTO/NIVELAMENTO Figura a – Folga Radial (concentricidade)

O gerador deve estar perfeitamente alinhado com


a máquina acionada, especialmente nos casos de
acoplamento direto.
Um alinhamento incorreto pode causar
defeito nos rolamentos, vibrações e mesmo,
ruptura do eixo.
Uma maneira de conseguir-se um alinhamento
correto é usando relógios comparadores, Figura b - Folga angular (paralelismo)
colocados um em cada semi-luva, um apontado
radialmente e outro axialmente. Assim é possível
verificar simultaneamente o desvio de
paralelismo,(Figura a) e o desvio de
concentricidade (Figura b), ao dar-se uma volta
completa nos eixos. Os mostradores não devem
ultrapassar a leitura de 0,05 mm. Se o montador
dispuser de experiência suficiente, pode conseguir
as condições de alinhamento com um calibrador
de folgas e uma régua de aço, desde que as luvas Figura c – Folga Axial
estejam perfeitas e centradas.(Figura c). Uma
medição em 4 diferentes pontos de circunferência
não poderá apresentar uma diferença maior que No alinhamento/nivelamento, devem-se
0,03mm. considerar as diferentes dilatações das máquinas
acopladas que podem significar uma alteração no
alinhamento/nivelamento durante o
funcionamento da máquina.
Existem instrumentos que realizam o alinhamento
utilizando raio laser visível e computador próprio
com programas específicos que conferem alta
confiabilidade e precisão no alinhamento de
máquinas.

OBS: Os pinos, porcas e arruelas serão


fornecidos com o gerador quando solicitados.
6.3. ACOPLAMENTO

6.3.1. Acoplamento Direto O posicionamento correto da polia é mostrado na


Só devem ser utilizados acoplamentos figura abaixo:
apropriados, adaptáveis à transmissão pura do
torque, sem formar forças transversais. Os
centros do eixo precisam estar numa única linha,
tanto para acoplamentos elásticos, quanto nos
rígidos entre o gerador e máquina acionadora.
O acoplamento elástico destina-se unicamente à INCORRETO CORRETO INCORRETO
compensação de trepidação e não para
compensar pequenas deficiências de montagens. FUNCIONAMENTO: evitar esforços radiais
O acoplamento deve ser montado ou retirado com desnecessários nos mancais, situando os eixos
a ajuda de dispositivos próprios e nunca por meio paralelos entre si e as polias perfeitamente
de marteladas. alinhadas, conforme figura abaixo.

6.3.2. Acoplamento por meio de polias e


correias:
Quando uma relação de velocidade é necessária,
a transmissão por correias é mais freqüentemente
usada. O diâmetro da polia não deve ser inferior a
2/3 do diâmetro da carcaça do gerador. A largura
da polia não deve exceder o comprimento da
ponta de eixo. O diâmetro máximo é limitado pelo
peso e pela velocidade periférica admissível. A
velocidade periférica para correias tipo V é de
33m/s.

MONTAGEM DE POLIAS: para montagem de


polias em ponta de eixo com rasgo de chaveta e
Correias que trabalham lateralmente enviesadas
furo roscado na ponta, a polia deve ser encaixada
transmitem batidas de sentido alternante ao rotor,
até na metade do rasgo da chaveta apenas com
e poderão danificar os encostos do mancal. O
esforço manual do montador.
escorregamento da correia poderá ser evitado
Para eixos sem furo roscado recomenda-se
com aplicação de um material resinoso, como o
aquecer a polia até 80ºC (figura abaixo).
breu, por exemplo:
A tensão na correia deverá ser apenas suficiente
para evitar o escorregamento no funcionamento,
conforme figura abaixo.

DESMONTAGEM DE POLIAS: Para


desmontagem de polias recomenda-se o uso de
dispositivos como o mostrado na figura abaixo,
procedendo-se com cuidado para não danificar a
chaveta e o assento da polia.

Obs.: Para todos os tipos de acoplamento, as


luvas ou polias empregadas devem estar
devidamente balanceadas.
Deve ser evitado o uso de polias demasiadamente
pequenas; estas provocam flexões no gerador ao
fato que a tração na correia aumenta à medida
Deve ser evitado o uso de martelos na montagem
que diminui o diâmetro da polia.
de polias evitando a formação de marcas nas
Em cada caso específico do dimensionamento da
pistas dos rolamentos. Estas marcas, inicialmente
polia, o setor de vendas da WEG deverá ser
são pequenas crescem durante o funcionamento e
consultado para garantir-se uma aplicação
podem evoluir até danificar totalmente o
correta.
rolamento.
7. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMINAIS

A seguir a numeração dos terminais e esquemas de ligações mostrando como os terminais devem ser
ligados.
7.1. ESQUEMA DE LIGAÇÃO
8. ENTRADA EM SERVIÇO

O gerador sai da fábrica com algumas medidas de 8.2. PARTIDA INICIAL


segurança para o transporte. Portanto, antes de
colocá-lo em funcionamento, estas proteções Após terem sido tomados todos os cuidados de
(quando houverem) devem ser afastadas. verificação dos ítens acima, pode ser dada a
primeira partida.
A auto excitação inicia-se pela tensão residual no
8.1. EXAME PRELIMINAR estator e bobina auxiliar do gerador. O valor da
tensão residual varia de gerador para gerador. A
Antes de ser dada a partida inicial ou após um bobina auxiliar é responsável pelo fornecimento
longo tempo sem operação, verifique: de potência para o regulador de tensão,
1) O gerador está limpo? Foram removidos os independentemente da tensão dos bornes do
materiais de embalagem e os elementos de gerador ou de variações de carga que possam
proteção? ocorrer.
2) As partes de conexão do acoplamento estão O regulador de tensão, alimentado pela bobina
em perfeitas condições e devidamente auxiliar, fornece potência para a excitatriz
apertadas e engraxadas onde necessário? principal da máquina. Faz a comparação entre um
3) O gerador está alinhado? (Conforme item valor teórico e a tensão de referência, com isso
4.2.2) controla a excitação do gerador mantendo a
4) Estão os rolamentos devidamente tensão no valor desejado.
lubrificados? Durante a marcha, a excitação automática entra
5) A resistência de isolamento dos enrolamentos em funcionamento e na rotação nominal, o
tem o valor prescrito? (Conforme item 2.3.2) gerador está pronto para entrar em ação,
6) Foram removidos todos os objetos,tais como podendo receber carga.
ferramentas, instrumentos de medição e
dispositivos de alinhamento da área de 8.3. FUNCIONAMENTO
trabalho do gerador?
8) O gerador está corretamente fixado? Colocar o gerador em funcionamento até atingir
9) As conexões estão de acordo com o esquema sua estabilidade térmica e observar se surgem
de ligação do gerador? ruídos e vibrações anormais ou aquecimentos
10) A ligação da excitação está correta, de acordo excessivos.
características do regulador de tensão? Caso houver variações de vibração significativas
11) Os condutores estão devidamente ligados aos no conjunto entre a condição inicial de
bornes principais, de modo a impossibilitar um funcionamento e a condição após a estabilidade
curto-circuito ou soltarem-se? térmica, é necessário reanalisar o alinhamento e
12) O gerador está devidamente aterrado? nivelamento e o acoplamento do gerador a
13) Acionado o gerador a vazio, ele gira máquina acionadora, corrigir se necessário.
levemente sem ruídos estranhos? O sentido Em caso de dúvida, consultar a assistência técnica
de rotação está correto? (Observar que ao se da WEG.
inverter o sentido de rotação é necessário O valor tolerável máximo de vibração é de
verificar a seqüência de fase e alterá-la se 20mm/s.
preciso)
14) A ventilação não está obstruída? 8.4. DESLIGAMENTO

Mesmo após a desexcitação, ainda existe a tensão


residual, por isso somente após a parada total da
máquina é permitido realizar qualquer serviço de
manutenção no gerador.
Constitui perigo de vida, não atentar para o
fato descrito acima.
9. MANUTENÇÃO
Em uma manutenção de geradores, 9.3. TROCA DE ROLAMENTOS
adequadamente aplicados, deve-se inspecionar
periodicamente níveis de isolamento, a elevação Não se deve remover um rolamento do eixo a
de temperatura (enrolamentos e mancais), menos que seja absolutamente necessário.
desgastes, lubrificação dos rolamentos, vida útil Primeiramente retirar os anéis de fixação externos
dos mancais, eventuais exames no ventilador, dos rolamentos e retirar as tampas. O rotor
quanto ao correto fluxo de ar, níveis de vibração. completo deve ser retirado do estator
A não observância de um dos itens anteriormente cuidadosamente em direção ao lado do
relacionados pode significar paradas não acionamento.
desejadas do equipamento. A freqüência com que Para sacar os rolamentos deve ser utilizado um
devem ser feitas as inspeções, depende das extrator com 3 garras que apoiem no anel
condições locais de aplicação. interno.

Os geradores utilizados em conjuntos de


suprimento de emergência devem,
conforme grau de umidade do local de
instalação, receber carga de 2 a 3 horas a
cada mês.

9.1. LIMPEZA Antes da montagem dos novos rolamentos


(segundo especificado), os assentos no eixo
A caixa de ligação deve apresentar os bornes devem ser limpos e levemente lubrificados.
limpos, sem oxidação, em perfeitas condições O rolamento a ser montado deve ser pré-aquecido
mecânicas e sem depósitos de graxa ou zinabre. (+/-80ºC), cuidando-se para que os mesmos
O ruído nos geradores deverá ser observado em sejam encaixados em posição perfeitamente
intervalos regulares de 1 a 4 meses. Um ouvido centrada em relação ao eixo.
bem treinado é perfeitamente capaz de distinguir Os rolamentos não devem ser submetidos a
o aparecimento de ruídos anômalos nos batidas ou choques nem a armazenagens
rolamentos, mesmo empregando meios muito deficientes onde existem umidade e vibrações,
simples (uma chave de fenda, etc.). pois podem surgir marcas nas pistas provocando
Para uma análise mais confiável dos mancais, funcionamento ruidoso e desgaste rápido dos
aconselha-se a utilização de equipamentos que rolamentos.
permitam fazer análises preditivas.
O controle da temperatura num mancal também
9.4. TROCA DE DIODOS GIRANTES
faz parte da manutenção de rotina. A
sobrelevação de temperatura não deverá
Quando ocorrer dano num dos diodos girantes, é
ultrapassar os 60ºC, medido no anel externo do
necessário também verificar as características de
rolamento.
passagem e bloqueio dos demais diodos. O
A temperatura poderá ser controlada
conjunto de diodos faz parte do circuito de
permanentemente com termômetros, colocados
excitação de campo da máquina síncrona.
do lado de fora do mancal, ou com termo-
Para verificar se existem danos ou não nos
elementos embutidos.
diodos, basta retirar a veneziana fixada na tampa
traseira e fazer as medições necessárias. Para
9.2. REVISÃO COMPLETA trocar algum diodo faz-se necessário retirar a
tampa traseira (desparafusando da carcaça e
- Limpe os enrolamentos sujos com pincel ou desconectando os cabos que saem do estator da
escova. Use um pano umedecido em álcool ou excitatriz e são conectados no regulador de
com solventes adequados para remover tensão).
graxa, óleo e outras sujeiras que aderiram
sobre o enrolamento. Seque com ar seco.
- Passe ar comprimido através dos canais de
ventilação no pacote de chapas do estator,
rotor e mancais.
- Drene a água condensada, limpe o interior das
caixas de ligação e os anéis coletores.
- Meça a resistência de isolamento ou o índice de
polarização, conforme capítulo 2.3.2.
Resistência de Isolamento deste manual.
O conjunto de diodos tem eletricamente a - Usar o torquímetro obedecendo a tabela de
seguinte configuração: torques para montagem
-
Chave do Torque de
Rosca da base
torquímetro montagem
do diodo (mm)
(mm) (Nm)
M6 11 2
M8 17 4
M12 24 10
M16 32 30

Circuito de excitação de campo.

NOTA: Na seqüência utilizaremos as seguintes


convenções: É de fundamental importância que o torque
AND - ânodo na carcaça; (+) indicado seja respeitado a fim de que os
CTD - cátodo na carcaça. (-) diodos não sejam danificados na montagem.

9.5. CONJUNTO DE DIODOS


A condução de corrente deve acontecer apenas
no sentido ânodo - cátodo, ou seja, na condição
de polarização direta:

Carcaça Quant. Características técnicas


03 SKN 26/12 DS4 AND
160 a 225
03 SKR 26/12 DS4 CTD
03 SKN 52/12 DS6 AND
250 a 315
03 SKR 52/12 DS6 CTD

9.6. SECAGEM DOS ENROLAMENTOS

Esta operação deve ser feita com o máximo de


cuidado e, somente por pessoal qualificado.
Desmonta-se o gerador e leva-se somente a
carcaça com o estator bobinado ou o rotor sem os
rolamentos
A secagem completa se dá com a peça na estufa,
Colocação dos diodos nos suportes: 7 horas a 150˙C.
- Fixar um dos suportes na morsa de bancada Durante o processo de secagem, a temperatura
com proteção no mordente, de forma que o deve ser cuidadosamente controlada.
lado para a colocação dos diodos (lado com No início do processo, a resistência de isolação irá
acabamento), fique acessível. diminuir como conseqüência ao aumento de
- Colocar três diodos de mesma polaridade (AND temperatura, para crescer à medida que a
ou CTD) no suporte. Apertar com torquímetro isolação for sendo desumidificada.
obedecendo aos torques de montagem descritos O processo de secagem deve continuar até que
a seguir. sucessivas medições de resistência de isolamento
- Fixar o outro suporte na morsa, da mesma indiquem que esta atingiu um valor constante
forma que o suporte anterior. acima do valor mínimo.
- Colocar, neste suporte, três diodos de O enrolamento é secado mais efetivamente
polaridade contrária a dos três diodos através do fluxo de ar quente.
anteriores (AND ou CTD). Garantindo que o ar quente é seco, ventiladores
deverão ser posicionados uniformemente no lado
de entrada de ar.
Se o teor de umidade é muito alto, devem ser
colocadas resistências de aquecimento entre os
ventiladores e enrolamentos, ou use aquecedores
de ar forçado.
É extremamente importante impor uma boa
ventilação no interior do gerador durante a
operação de secagem para assegurar que a
umidade seja efetivamente removida.
O calor de desumidificação pode também ser
obtido energizando a resistência do gerador ou
fazendo circular corrente pelos enrolamentos a
serem desumidificados.
10. ANOMALIAS

A seguir enumeramos algumas anomalias possíveis de ocorrer em serviço, bem como o procedimento
correto para sua verificação e correção.
O Gerador não excita

ANOMALIA PROCEDIMENTO
- Verificar a união dos cabos da bobina auxiliar no
bloco de conexão prosseguindo até o bloco de
- Interrupção no circuito do enrolamento auxiliar.
conexão do regulador e fusível.
- Fusível queimado.
- Troca do fusível da auxiliar (conforme
especificado).
- Fazer excitação externa com bateria de 12 a
20Vcc, até o início do processo de excitação:
- Pólo negativo em F-;
- Pólo positivo em F+;
- Tensão residual demasiadamente baixa.
- Sempre desconectar os cabos do regulador sob
pena de danificá-lo;
Atenção: Ao utilizar a bateria de partida Diesel,
esta não deverá estar aterrada.

- Medir as rotações, fazer eventualmente, nova


- Velocidade de acionamento não está correta.
regulagem.

- Verificar continuidade dos cabos F+ e F-;


- Fazer medições em todos os diodos girantes;
- Interrupção no circuito de excitação principal.
trocar diodos defeituosos ou trocar o conjunto
todo.

- Relé ou outro componente do regulador com


- Trocar o regulador de tensão.
defeito.

- Potenciômetro de ajuste de tensão externo - Verificar as ligações nos bornes 11-12 e o próprio
rompido ou ligação interrompida. potenciômetro.
- Caso estiver defeituoso, deve ser trocado, ou se
- Varistor de proteção do rotor (quando houver)
não houver peça de reposição, retirá-lo
está defeituoso.
temporariamente.

Gerador não excita, até a tensão nominal

ANOMALIA PROCEDIMENTO

- Retificadores girantes defeituosos. - Trocar o conjunto dos diodos.


- Medir a velocidade da máquina primária e regulá-
- Velocidade incerta.
la.
- Ajustar no potenciômetro no regulador ou o
- Ajuste abaixo da nominal.
externo.
- Alimentação do regulador de tensão não está de - Verificar se as ligações estão de acordo com o
acordo com a tensão de saída desejada. Manual de Regulador de Tensão.
Em vazio, o gerador excita até a tensão nominal, porém entra em colapso com a carga

ANOMALIA PROCEDIMENTO

- Forte queda de velocidade. - Controlar seletor Diesel.

- Diodos girantes defeituosos. - Trocar o conjunto de diodos.

O gerador, em vazio, excita se através de sobre tensão

ANOMALIA PROCEDIMENTO
- Tiristor de potência do regulador defeituoso.
- Trocar regulador / transformador (verificar
- Transformador de alimentação do regulador com
relação de tensão / funcionamento).
defeito ou incorreto.
- Alimentação do regulador de tensão não está de - Refazer as ligações. Verificar o Manual do
acordo com a tensão de saída desejada. Regulador de Tensão.

Oscilações nas tensões do gerador

ANOMALIA PROCEDIMENTO

- Estabilidade mal ajustada - Ajustar no trimpot estabilidade do regulador

- As oscilações freqüentes são originárias da


- Oscilações na rotação da máquina de
máquina de acionamento e precisam ser
acionamento.
eliminadas.

Anomalias Mecânicas (sobre temperaturas, ruído e vibração)

ANOMALIA PROCEDIMENTO

- Verificação de estado do rolamento, graxa e folga


- Aquecimento excessivo do mancal (rolamento).
axial.
- Fluxo de ar (entrada e saída) parcialmente
obstruído ou o ar quente está retornando para o
- Aquecimento excessivo na carcaça do gerador. gerador.
- Sobrecarga no gerador.
- Sobre excitação.
- Desalinhamento (acoplamento).
- Vibração excessiva. - Defeito de montagem.
- Folga no acoplamento.
Causas:
- Ajuste incorreto da estabilidade (ajustar).
- Queda de tensão acentuada com recuperação
- Gerador operando singelo com sistema de
posterior: “piscadas”.
paralelismo ligado (TC colocar em curto).
- Sobrecarga momentânea (reduzir carga).

11. CUIDADOS

Antes e depois de ligar o gerador à máquina acionante, verifique (manualmente) se o gerador gira
livremente. O sentido de rotação é opcional.
12. PARTES E PEÇAS

Posição Descrição
1 Tampa dianteira
2 Eixo
3 Rolamento dianteiro
4 Enrolamento do rotor
5 Enrolamento do estator
6 Carcaça aletada
7 Olhal de suspensão
8 Conjunto de diodos retificadores
9 Estator da excitatriz
10 Tampa traseira
11 Rotor da excitatriz
12 Ventilador
13 Tampa defletora
14 Rolamento traseiro

12.1. ENCOMENDA

Ao se fazer uma encomenda de peças sobressalentes, deve-se indicar o tipo do geradpr e o número
de série, conforme especificado na placa de identificação.

12.2. MANUTENÇÃO DO ESTOQUE

Recomendamos manter em estoque as seguintes peças:


- Rolamentos;
- Conjunto de diodos
As peças sobressalentes devem ser armazenadas em ambientes limpos, secos e bem arejados. Se
possível sob uma temperatura constante.
13. GARANTIA

TERMO DE GARANTIA PRODUTOS ENGENHEIRADOS

A WEG oferece garantia contra defeitos de fabricação ou de materiais, para seus produtos, por um
período de 12 (doze) meses, contados a partir da data de emissão da nota fiscal fatura da fábrica. No
caso de produtos adquiridos por revendas/distribuidor/ fabricantes, a garantia será de 12 (doze)
meses a partir da data de emissão da nota fiscal da revenda/ distribuidor/fabricante, limitado a 18
(dezoito) meses da data de fabricação. A garantia independe da data de instalação do produto e os
seguintes requisitos devem ser satisfeitos:

- Transporte, manuseio e armazenamento adequados;


- Instalação correta e em condições ambientais especificadas e sem a presença de agentes
agressivos;
- Operação dentro dos limites de suas capacidades;
- Realização periódica das devidas manutenções preventivas;
- Realização de reparos e/ou modificações somente por pessoas autorizadas por escrito pela WEG.
- O equipamento, na ocorrência de uma anomalia esteja disponível para o fornecedor por um período
mínimo necessário à identificação da causa da anomalia e seus devidos reparos;
- Aviso imediato, por parte do comprador, dos defeitos ocorridos e que os mesmos sejam
posteriormente comprovados pela WEG como defeitos de fabricação.

A garantia não inclui serviços de desmontagem nas instalações do comprador, custos de transportes
do produto e despesas de locomoção, hospedagem e alimentação do pessoal da Assistência Técnica
quando solicitado pelo cliente. Os serviços em garantia serão prestados exclusivamente em oficinas de
Assistência Técnica autorizados WEG ou na própria fábrica.

Excluem-se desta garantia os componentes cuja vida útil, em uso normal, seja menor que o período
de garantia.

O reparo e/ou substituição de peças ou produtos, a critério da WEG durante o período de garantia,
não prorrogará o prazo de garantia original.

A presente garantia se limita ao produto fornecido não se responsabilizando a WEG por danos a
pessoas, a terceiros, a outros equipamentos ou instalações, lucros cessantes ou quaisquer outros
danos emergentes ou conseqüentes.

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