Você está na página 1de 128

PREFEITURA

DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO


SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE ENSINO
COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO

HISTÓRIA
0
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
EDUARDO PAES

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


CLAUDIA COSTIN

SUBSECRETARIA DE ENSINO
REGINA HELENA DINIZ BOMENY

COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO
MARIA DE NAZARETH MACHADO DE BARROS VASCONCELLOS

RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação.


Orientações Curriculares: Áreas Específicas.
Rio de Janeiro, 2010.
COORDENAÇÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA JOSÉ DA SILVA SILVEIRA
MARIA SOCORRO RAMOS DE SOUZA JOUGI GUIMARÃES YAMASHITA
MARIA DE FÁTIMA CUNHA LEONARDO BRUNO DA SILVA
SANDRA MARIA DE SOUZA MATEUS LÚCIO CARVALHO IGNÁCIO
CARLA DA ROCHA FARIA MARCELO ROSSI RABELLO
MARTHA FRANCISCA DA SILVA
PAULA CHABUDE SANTOS
ROSA MARIA PIRES DE FREITAS
CONSULTORIA SIMONE CARDOZO VITAL DA SILVA
PROFª. DRª. MARLY DA SILVA MOTTA – CPDOC/FGV WALDICEA CRUZ FIUZA

REVISÃO ORTOGRÁFICA
REDAÇÃO FINAL LEILA CUNHA DE OLIVEIRA
ANA PAULA TAVEIRA SOARES
HELOINA DO AMARAL FERREIRA
CRIAÇÃO DE CAPA E PROJETO GRÁFICO
MARCO AURÉLIO PEREIRA VASCONCELOS

PROFESSORES COLABORADORES

ANA CHRISTIAN THOMÉ VENENO


ANA CAROLINA MARANHÃO
CHARLESTON JOSÉ S. ASSIS
DIOGO PEREIRA DA SILVA
DOROTI VIEIRA DE OLIVEIRA CUNHA
ERNESTO DE AMTOS FILHO
FERNANDA PEREIRA DE MOURA
FLÁVIO SERRI AUGUSTO
FLORA PRATA MACHADO
JAIME PACHECO DOS SANTOS
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE fascículo, alteramos a redação de alguns e acrescentamos
HISTÓRIA – Anos Iniciais do Ensino Fundamental outros, buscando tornar o trabalho mais claro e próximo das
diferentes realidades da Rede Municipal de Ensino.
 As Matrizes de Referência da Prova Brasil e do SAEB,
Ao elaborarmos as “Orientações Curriculares para o Ensino emanadas da Secretaria de Educação Básica do MEC.
de História” tivemos a intenção não só de dar continuidade ao  Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Volume 5 (História) –
processo de atualização do Núcleo Curricular Básico Multieducação por serem os norteadores da educação nacional e por nos
– ao nos reportarmos ao fascículo “Multieducação / Temas em direcionarem para uma postura “crítica, responsável e
debate - História” – mas, também, de atender às expectativas dos construtiva nas diferentes situações sociais”.
professores em relação à definição de conteúdos programáticos dessa  As Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental de 9
área de conhecimento. Destacando, porém, que além do acervo de anos (LDB nº 9394/1996 e Lei nº 10.172/2001- PNE) –
conhecimentos a serem selecionados para instruir o ensino, trazendo novos parâmetros de qualidade, objetivando o
igualmente importante é a maneira como se deve realizar este ensino, conhecimento da realidade brasileira, tornando o espaço
ou seja, a metodologia de trabalho nas escolas. escolar “um tempo de socialização, vivências culturais, de
A linha de trabalho adotada para a confecção das Orientações investimento na autonomia, de desafios, de prazer e de alegria,
priorizou a articulação entre alguns documentos, a saber: enfim, do desenvolvimento do ser humano em todas as suas
 O fascículo Multieducação (2008) e algumas das concepções dimensões”(SEB/MEC, 2004)
nele contidas, dentre elas: os conceitos e os princípios  A Lei nº 11.645/2008 e o Decreto Municipal 29.073/2008 –
fundamentais, a constituição do saber escolar, as diferentes desenvolvendo a temática História e Cultura Afro-brasileira e
expectativas de aprendizagem, os eixos metodológicos e a Indígena.
perspectiva sobre o ensino de História – “... como mais um Igualmente importantes foram:
instrumento da leitura e da escrita do mundo, das várias  o apoio e as contribuições da consultoria que acompanhou o
concepções de mundo que constituem o universo social no qual desenvolvimento do trabalho e nos deu um norte para a
estamos inseridos”. Em relação aos objetivos presentes no definição dos conteúdos programáticos.
 a participação e contribuição de professores regentes que, com - Através de noções de pertencimento a diferentes grupos/
olhar experiente, enriqueceram a construção dessas relações sociais no espaço / relações de trabalho / semelhanças
orientações. e diferenças entre grupos sociais próximos / regras de
convivência / noções elementares de tempo.
Gostaríamos de lembrar o caráter “norteador” desse trabalho,
que de maneira alguma exclui o papel mediador e a liberdade de  No 4º Ano
escolha do professor – que melhor do que ninguém conhece quais os - Localidade / Bairro/ Formação do Espaço Social Brasileiro
pontos mais significativos para cada contexto sociocultural escolar. - Através da organização espacial do cotidiano, dos alunos e de
É esse professor – comprometido e entusiasmado com o seu fazer – outros grupos / as relações de trabalho / regras de convivência /
que dará o sentido maior às “orientações”. Ao refletir e colocar em semelhanças e diferenças entre grupos sociais (dos mais
prática a proposta se tornará, também, autor do trabalho. próximos para os mais distantes) X valorização e respeito / a
As sugestões de atividades incluídas representam uma continuidade do tempo / transformações sociais.
tentativa de clarificar o que queríamos dizer através dessa articulação
entre objetivos / conteúdos / habilidades, visando à constituição de  No 5º Ano
ferramentas a serem aproveitadas ao longo do Ensino Fundamental. - A cidade / o estado
- Através da relação grupos sociais x culturas / diferenças e
Estratégia empregada na construção das identidades, no
aprendizado da relação com as diferenças, no desenvolvimento da desigualdades / fontes orais e escritas / trabalho urbano e
reflexão crítica mediante a imersão na dimensão temporal, o ensino
de História não pode ficar, pois, imune em relação aos trabalho rural / tempo físico e tempo histórico / simultaneidade
questionamentos da nossa contemporaneidade. / transformações sociais e culturais em diferentes épocas.
(MULTIEDUCAÇÃO, 2008, p.21)

Foram estabelecidos focos para cada ano de escolaridade: Ensinar História, hoje, significa que nossas escolhas, como

 Do 1º ao 3º Ano professores, dos conteúdos a serem ensinados e aprendidos

- Família / Turma / Escola / Localidade/Transformações dependem, também, das nossas posições em termos das relações de

Sociais e Culturais poder que se colocam no nosso presente.


Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, de onde tudo o que constitui a realidade social é produto e produtor de
emergem novas formas de pensar, viver e significar espaço e tempo. condições objetivas, onde determinados elementos constitutivos
dessas condições permanecem e/ou se transformam.
Globais mas, ainda assim, continuamos sendo desiguais e diferentes.
Desiguais em termos de acesso aos bens materiais e simbólicos, nos • A relativização das verdades veiculadas, das formas de
diferenciando nas formas de significar e vivenciar os desafios no
cotidiano. Diferentes em termos de nossas crenças, memórias, estabelecer relações com o saber e como estas traduzem, também, os
olhares e projetos sobre esse mundo, nos caracterizando como
interesses de grupos específicos.
plurais e múltiplos. (MULTIEDUCAÇÃO, 2008, p.22)
• A produção de identidades e noções de diferenças e
A necessidade da mobilização de diferentes saberes não é semelhanças. É por meio do uso da memória, através da produção
uma novidade para nós, professores, que atuamos cotidianamente no de lembranças e esquecimentos que a História e o seu ensino
contexto escolar. Ela se manifesta, por exemplo, quando, ao nos desempenham um papel central na construção de continuidade e de
preocuparmos em dar sentido ao que trabalhamos em sala de aula, permanência: compreendendo a diferença entre o eu/nós e o
nos interrogamos: Como utilizar e respeitar os saberes e vivências eu/outros – vivenciando diferentes épocas compreendiam o mundo
que os alunos trazem? Como articulá-los aos conteúdos- dentro de seu espaço/tempo.
conhecimentos, facilitando, assim, a aquisição de sentido? Heloina do Amaral Ferreira
Dessa forma, entendemos que planejar e trabalhar para a Coordenadoria de Educação – Apoio Técnico
formação de uma cidadania crítica, consciente e ativa deva significar
participar concretamente desse processo de produção do Em consonância com a Lei Federal nº 11.645/2008 e com o
conhecimento escolar, selecionando e reelaborando conteúdos que Decreto Municipal nº 29.073/2008, que incluem a História e Cultura
consideramos significativos. Africanas, Afro-Brasileira e Indígenas no currículo escolar,
Portanto, no ensino/aprendizagem do conhecimento histórico desenvolvemos esta temática com maior ênfase na Revisão/2010 das
caberia estarmos atentos para: Orientações Curriculares de História.
• A desnaturalização das práticas sociais, pois se entendermos Por convivermos em uma sociedade plural, precisamos
que a História contribui para a compreensão do mundo em termos da transmitir às nossas crianças o reconhecimento e o respeito à
ação dos sujeitos no tempo e no espaço, isso equivaleria a dizer que diversidade cultural formadora do povo brasileiro.
O currículo da Secretaria Municipal de Educação, por se
preocupar em proporcionar uma formação integral aos seus “Que as singelas sugestões [destas Orientações]
estudantes, pretende, através dessas orientações, levar o aluno a se ajudem os professores de História (...) a tornarem-se
sentir parte integrante desta complexidade cultural, respeitando a sonhadores de seus sonhos.
singularidade do indivíduo e, ao mesmo tempo, a aceitação de si e Basta querer!”
do outro como sujeitos que trazem e fazem história. (ANTUNES, 2003, p.187)

Simone Cardozo
Equipe E/SUBE/CED
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO
DE HISTÓRIA – Anos Finais do Ensino Fundamental

O objeto da história é, por natureza, o homem. Digamos melhor os explorar o passado, essa “terra distante” que, para ser alcançada,
homens. Mais que o singular, favorável à abstração, o plural, que é
o modo gramatical da relatividade, convém a uma ciência da exige humildade e dedicação dos “viajantes do tempo”. Por isso
diversidade [...] A história é a ciência dos homens no tempo [...].
mesmo, como em toda a viagem, será necessário se equipar
(BLOCH, 2001)
previamente com uma bagagem que inclua um conjunto de saberes
No início da década de 1980, fez enorme sucesso o filme capazes de pavimentar o início do longo caminho a ser percorrido.
Blade Runner, o caçador de andróides, cuja história se baseava na Um dos saberes indispensáveis para a ciência da história é o
possibilidade de a ciência construir andróides, cópias aperfeiçoadas tempo. Propor um debate sobre a distinção entre o tempo da natureza
do ser humano. Em uma de suas cenas mais interessantes era – da semeadura e da colheita, das cheias dos rios, das marés e das
apresentado o último modelo de andróide, aquele que mais se vazantes, das estações do ano – e o tempo dos homens – aquele do
aproximava do ser humano porque nela – era uma mulher – havia calendário, da divisão em períodos históricos – poderá equipar o
sido implantada a memória de “seu” próprio passado: “lembrava-se” aluno do 6º Ano com um instrumento fundamental para a viagem ao
do lugar onde havia nascido, da escola onde estudara, de sua passado: a compreensão dos conceitos de pluralidade e relatividade.
família... A mensagem é clara: é a história, com a capacidade que Por isso mesmo, o professor deverá aproveitar as
tem de nos projetar para o passado, o presente e o futuro, o que nos experiências mais próximas do aluno para levá-lo a compreender que
torna humanos. Somos humanos porque sabemos que temos uma o calendário é um produto cultural e um objeto social, que resulta da
história. ação histórica do homem com vistas à domesticação do tempo. Os
Como nos ensina o mestre Marc Bloch (2001), a história é a vários calendários existentes no mundo atestam o caráter plural e
ciência dos homens no tempo. Nessa síntese, encontra-se um ponto relativo da medição do tempo, mas, ao mesmo tempo, deixam
de partida indispensável para o aluno do 6º Ano que se prepara evidente a vitória de um determinado calendário – o cristão –, que
para conseguiu impor-se aos demais.
Apresentar a periodização da história – Antiga, Medieval, Pode-se aprender com o passado, e não repetir os erros
Moderna e Contemporânea – como uma questão, e não como um cometidos anteriormente? É possível recuperar o passado tal como
dado, implica, por um lado, mostrar ao aluno que, em certos períodos ele foi? Estas são questões que podem ser propostas para o aluno do
históricos, há uma aceleração mais rápida no ritmo das mudanças – 6º Ano a partir de experiências que lhe sejam próximas, e que
na tecnologia, na economia, no trabalho... – as quais têm um impacto permitam ao professor introduzir o conceito de fontes históricas. É a
profundo na maneira como os homens vivem. No entanto, é partir da multiplicidade de fontes e, sobretudo, da possibilidade de
importante que o aluno entenda que, tal como na elaboração dos sua identificação, valorização, recuperação, preservação e análise,
calendários, essa divisão em períodos é arbitrária, e significa o que se tem acesso a uma pequena parte da história dos homens.
desejo do homem de domesticar o tempo. Afinal, quem determinou Nessa viagem ao passado, humildade e paciência não podem faltar.
que a queda da cidade de Constantinopla nas mãos dos turcos, em Nada muda tanto quanto o passado. Parece uma proposta
1453, marcou o fim da Idade Média? Aliás, quem deu o nome de audaciosa de discussão, mas, a partir de experiências próximas de
“média” a esse longo período da história da humanidade? seu cotidiano, poderá o aluno de 6º Ano compreender que o
conhecimento do passado não se resume apenas à lembrança dos
Imortalidade é o que a natureza possui sem esforço e sem fatos, mas que depende, sobretudo, da interpretação que o presente
assistência de ninguém, e imortalidade é, pois, o que os mortais
tentam alcançar se desejam sobreviver ao mundo em que nasceram, faz do passado. Seguindo os ensinamentos de Jacques Le Goff
se desejam sobreviver às coisas que os circundam e em cuja
companhia foram admitidos por curto tempo. (ARENDT, 2002 ) (1998), aprende-se que “a história é filha de seu tempo”. Portanto,
quem conta um conto do passado, coloca um ponto do presente.
A história é a ciência dos homens. É ela que nos torna Para que estudar história? Talvez seja essa a pergunta, quase
humanos e, como nos ensina Hanna Arendt, foi em busca do dom da sempre feita em tom desafiador, que costuma perseguir o professor
imortalidade, já possuído pela natureza, que gregos e romanos de história. Muitos dos que perguntam quase sempre têm a mesma
passaram a registrar os “grandes” feitos dos “grandes” homens. Para resposta: história é a disciplina encarregada de estudar o passado do
os antigos, a função da história era a de ser mestra da vida, tornando ser humano, desde os seus “primórdios” até hoje. Mais do que
imortais fatos e figuras exemplares que tinham, em si mesmos, uma certezas, a afirmação deixa dúvidas. Será que a relação dos humanos
curta existência. Aprender com o passado era o objetivo supremo. com seu passado sempre foi a mesma? Sempre existiu história como
disciplina a ser ensinada e aprendida? O ensino e o aprendizado da humana e a história escrita, ensinada nas escolas. A questão a ser
história sempre se deram da mesma maneira? debatida é por que certos fatos são considerados históricos e,
Colocar o aluno do 6º Ano diante desse conjunto de questões portanto, devem ser ensinados e aprendidos, e outros não. Se a
significa tomar como ponto de partida do processo de aprendizagem disciplina história que se aprende na escola se baseia em uma seleção
uma atitude de constante indagação e questionamento. Levá-lo a de fatos, quem determina o que deve ser lembrado e o que vale a
refletir que a história, como saber científico e como disciplina a ser pena esquecer? A história nunca é “inocente”, como bem observa Le
ensinada, tem uma história, implica fazê-lo perceber que a maneira Goff (1998), o que está em jogo é a definição do que fomos no
como o ser humano se relacionou com o seu passado se modificou passado, somos no presente e seremos no futuro.
com o tempo, ou seja, que todo conhecimento é produzido social e Pavimentado o caminho, o professor poderá transportar o
historicamente. aluno do 6º Ano ao chamado Mundo Antigo. Mais do que o conteúdo
História não se confunde com memória, este é um saber que propriamente dito, o que importa é desenvolver no aluno as
o aluno do 6º Ano deverá carregar para todo o curso de história. habilidades necessárias para que ele entenda os limites e as
Sentimental, afetiva e fluida, sujeita à manipulação e aos influxos da possibilidades de se conhecer povos e culturas radicalmente
conjuntura, a memória, especialmente a coletiva, é fundamental na diferentes, que viveram há milhares de anos atrás. É chamar a
construção de sentimentos de pertencimento a grupos sociais, atenção para a diversidade e a pluralidade desses povos e
regiões, nações... Para tanto, é necessário um trabalho de culturas, e de como eles ocupavam apenas uma pequena parcela do
enquadramento da memória, tal como definido por Michael Pollak território do planeta, conhecimento esse alcançado por meio das
(1989), que se alimenta da história, mas que não pode ser confundido fontes históricas. É propor à turma selecionar um desses povos
com ela. A história, diferente da memória, é crítica e analítica, exige (egípcios, chineses, babilônios, maias, entre outros), e escolher, em
evidências empíricas, fontes confiáveis, base teórica sólida. conjunto, que aspectos serão abordados do povo selecionado: escrita
Ciência da diversidade, da pluralidade e da relatividade, a e linguagem; saberes e ciências; técnicas e tecnologia; relação com o
história se construiu como uma disciplina escolar a partir da seleção meio ambiente; agricultura e domesticação de plantas e animais;
daquilo que pode e deve ser ensinado. O aluno do 6º Ano deverá armas, ferramentas e instrumentos da vida cotidiana; formas de
entender a diferença entre a história vivida como experiência religiosidade; valores, hábitos e costumes; o poder; as instituições e a
formação da sociedade e do Estado; a cidade e os monumentos; um conceito especialmente valioso para o aluno quando ele se
economia e relações sociais. defrontar com a temática do encontro do índio na América.
Compreender o significado do chamado Mundo Ocidental ******
implica uma primeira parada em Atenas, Roma e Jerusalém, em Munido desse conjunto de saberes desenvolvido no ano
busca do entendimento de noções que são fundamentais para a anterior, o aluno do 7º Ano terá um grande desafio, oriundo
construção da gramática política da sociedade atual: democracia, sobretudo da opção de ampliar o espaço curricular destinado ao
tirania, corpo cívico/cidadãos, república, direito, entre outros; ou o ensino da História do Brasil, que será ministrado nos dois anos
padrão humanístico das artes e das ciências, presente na escultura, no seguintes (8º e 9º). Como então ensinar, em apenas um ano, “história
teatro, na filosofia, na medicina, na matemática; ou ainda, idéias que geral” do século 15 ao século 20? Nem é preciso dizer que o
romperam com paradigmas religiosos, como o monoteísmo do professor deverá exercer, no mais alto grau, sua capacidade de
judaísmo e do cristianismo, seus livros sagrados, bem como o selecionar os conteúdos a serem abordados, a partir da eleição de
conceito de religiões universais que foram tomando o lugar de questões temáticas que julgue relevantes para a turma.
religiões locais e cultos domésticos. Essa seleção deverá, no entanto, obedecer a alguns
Uma segunda parada levará o aluno à chamada Idade Média, parâmetros. Um deles será a ênfase no estudo sobre as histórias da
cujo termo, por si só, é uma “aula” sobre como se constrói a América e da África, geralmente colocadas em segundo plano diante
temporalidade histórica. Temas como a formação dos reinos cristãos da “atração” exercida pelos eventos da história européia. Não se
na Europa Ocidental, a importância da posse da terra e o trata, obviamente, de desconhecer o domínio inconteste da Europa
estabelecimento de relações feudais, o predomínio da Igreja Católica Ocidental naquele período, e, por consequência, o impacto que os
em termos espirituais e temporais, devem ser abordados menos por fatos lá ocorridos tiveram sobre o resto do mundo. No entanto, nada
seu conteúdo formal e mais pela possibilidade de o aluno do 6º Ano impede que o foco da análise esteja centrado nas áreas que foram
ser capaz de treinar suas habilidades de compreender o passado submetidas à expansão européia, e que tiveram suas histórias
como uma “terra distante”. Ter acesso ao surgimento da religião modificadas por ela.
islâmica e à formação do mundo muçulmano permitirá o exercício Dessa maneira, temas clássicos da chamada História
do olhar sobre o outro, aquele que é radicalmente diferente. Este será Moderna, como Renascimento, Reforma, Absolutismo, deverão ser
tratados a partir da relação que mantiveram com o processo de investimento pesado no estudo da história nacional se liga a um
colonização da América, em especial da América Portuguesa. A conjunto de fatores. Pode-se começar pelo exemplo norte-americano,
partir dessa hierarquização dos conteúdos, o assunto das Grandes que conserva a tradição de manter duas disciplinas – língua inglesa e
Navegações e da abertura do mundo daí resultante será alçado à “história pátria” – em todos os graus de ensino do país. Essa tradição
condição de tema-nobre. Será esta a oportunidade de apresentar a foi construída no século 19, a partir da compreensão da importância
América e a África ao aluno do 7º Ano. Essa abordagem não se fará desses dois saberes para o processo de formação dos Estados Unidos
apenas por meio da análise do relacionamento que ambas como nação e, sobretudo, para a constituição de um determinado tipo
mantiveram com a Europa, mas sobretudo pela compreensão de suas de cidadão.
especificidades econômicas, culturais, sociais e políticas. No caso brasileiro, pesa ainda o fato de que o ensino
******* fundamental tem, em muitos casos, um caráter de terminalidade, na
O mesmo exercício de seleção de conteúdos pode ser feito medida em que não são poucos os alunos obrigados a trocar a sala de
em relação à dita História Contemporânea. É importante que os aula pelas oportunidades de emprego que lhe são oferecidas. Por isso
alunos do 8º e 9º Ano compreendam a gênese de determinados mesmo, chega a ser senso comum a idéia de que o brasileiro “não
conceitos, fundadores do mundo atual, que foram construídos pelas tem memória”, de que a cada dez anos ele esquece o que aconteceu
grandes revoluções que marcaram a passagem do século 18 para o nos últimos dez anos. A questão é controversa: esse
19: a Francesa, a Industrial, a Americana. Podemos citar, entre desconhecimento da história nacional se explicaria pela “ausência”
outros conceitos, revolução, direitos do homem e do cidadão, de heróis, pela falta de “grandes eventos”? Somos de fato
Constituição, equilíbrio entre os poderes, federação, proletariado, “condenados” por uma história “pobre” e redimidos por uma
fábrica, sindicato. Processos como a construção das nações e dos “geografia” exuberante? Ou a responsabilidade por esse alegado
impérios no século 19 e as lutas pela descolonização da África e da desprezo pela história do país residiria no pouco espaço que a ela é
Ásia na segunda metade do século 20 devem merecer uma atenção destinado nos currículos escolares, especialmente no do ensino
especial, pelo impacto que tiveram sobre boa parte da humanidade. fundamental?
Os dois últimos anos do ensino fundamental (8º e 9º Ano) se Ao mesmo tempo, o entendimento de que o conhecimento da
voltarão para o ensino da história do Brasil. Essa opção por um história nacional é um elemento fundamental do processo de
construção da cidadania aumenta ainda mais a importância de se exigidas para a vivência em uma democracia. Ser cidadão em uma
ampliar o tempo dedicado especificamente ao seu estudo. Afinal, democracia significa, antes de tudo, a possibilidade de ter acesso ao
sabemos que ser brasileiro significa ter em comum a mesma saber como uma atividade questionadora e crítica. Perceber que a
memória do passado; memória de fatos, de figuras e de lugares, que história não vem pronta em uma bandeja para ser servida deve ser o
aparecem costurados de maneira a formar um todo coerente que deve primeiro passo. Ela é filha de seu tempo, sempre é bom lembrar.
dar sentido e significado a um espaço territorial e a um povo. E mais: Filha de seu tempo, o que a história deve ensinar nesse início
por que não conferir ao estudo da história contemporânea do Brasil de século? Que novos temas, fatos, personagens, estão sendo agora
o relevo que ela merece? Por que não incentivar professor e alunos a incorporados a essa história que visa a formar cidadãos para um
discutirem a história republicana ao longo do último ano do ensino mundo democrático? Não se pode desconhecer a crescente
fundamental? Esse seria o espaço privilegiado de debate dos grandes importância que temas como a vida cotidiana, o espaço local, a
temas nacionais, podendo, assim, ser contornado o “presentismo” família, a sexualidade, a religiosidade, o lazer, entre outros, vêm
que costuma assolar análises apressadas, simplistas e reducionistas. ocupando nos estudos históricos, em que também ganham destaque
Um bom curso de história republicana permitiria ao aluno do 9º Ano personagens anônimos e fatos até então relegados ao esquecimento.
sair do ensino fundamental com um instrumental analítico e crítico É sobre a base interdisciplinar, que nos permite transitar do mundo
capaz de situá-lo como um cidadão atuante em uma democracia. material para o mundo das formas e das idéias e para o mundo social
e político, que se formará o cidadão destinado a viver em uma
O estudo das ciências permite conhecer o mundo material; o estudo democracia.
das letras desvenda o mundo das formas e das idéias; a história
introduz o aluno no mundo social e político [...]; um francês
destinado a viver numa democracia precisa de a compreender.
( FURET, 1986)
Marly Motta
A questão que o conceituado historiador François Furet se Consultora
coloca em relação aos franceses pode muito bem servir aos
brasileiros. Uma vez que é a história que introduz o aluno ao mundo
social e político, “compreendê-la” significa cumprir uma das tarefas
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
1º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Compreender que os Noções de Identificar-se como parte de X X Confecção de auto-retrato através de
sujeitos se organizam pertencimento a um grupo (o grupo turma / o desenho, utilizando materiais diversos.
em diferentes grupos diferentes grupos grupo família).
(família / turma) e Colocando-se como um personagem
que existem Relações sociais no (“Eu sou assim...”), contar a sua história,
diferentes maneiras espaço em que a do que gosta, do que não gosta, suas
de se relacionar criança vive - o brincadeiras preferidas etc.
dentro de uma doméstico e o público: A partir de narrativa ligada ao tema
mesma coletividade. • relações de “bichinhos de estimação”, propor a
parentesco; formação de grupos – os que possuem e
• tipos de os que não possuem animais. Desenhar
organização em papel pardo os conjuntos, levando os
familiar; alunos a se identificarem com os
• o cotidiano na respectivos conjuntos.
turma;
• regras de Organização de uma “galeria de
convivência na desenhos”, formando barra para o mural
família e na turma. da sala com desenhos das respectivas
famílias (identificando seus membros).
Compreender as X X
características identitárias de Propor brincadeiras que possuam
avós, pais, filhos, como sendo determinadas regras, por exemplo,
membros da família e que pique-bandeira. Estabelecer com a turma
pertencem a gerações quais seriam as regras da brincadeira que
diferentes. o grupo iria respeitar.

Identificar as transformações X X Propor pesquisar, em família,


e permanências dos costumes brincadeiras que os pais e avós faziam,
das famílias e da instituição trazendo para a escola a fim de interagir
escolar. com os demais.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
1º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Identificar as diferentes regras X X Narrativas de contos e/ou lendas que
de convívio social nos abordem a organização grupal entre
Identificar a Cooperação como diversos grupos em que o diferentes povos indígenas,
necessidade da necessidade para o aluno está situado. complementando a atividade através de
cooperação no espaço bem estar social desenhos feitos pelos alunos.
social
Observar a cooperação no X Propor jogos cooperativos (para os
espaço social de outros indígenas, por exemplo, o importante
grupos como, por exemplo, o não é competir e sim celebrar.)
dos povos indígenas e
quilombolas. Confecção de mural com desenhos
retratando atividades que necessitam de
ajuda mútua para se desenvolverem.
Realizar jogos e brincadeiras
relacionados à cultura africana e
indígena, observando a necessidade de
cooperação para o bem estar social.
Participação e ajuda mútua na
preparação de atividades de preservação
do espaço, tendo por base leitura de
textos que retratam este tema nas ações
coletivas de povos como africanos e
indígenas.
Identificar e O espaço da sala de Identificar o espaço da sala de X X Após passeio pela sala, propor que
contextualiza o aula aula: estabelecendo relações descansem no lugar de que mais
espaço social da casa de distância, proximidade e gostaram. Orientar a observação: o que
e da turma. As relações de posição frente a objetos e/ou veem, onde fica, perto de que, longe de
trabalho no meio em pessoas. que... Propor que façam um desenho do
que a criança vive: local escolhido.
atividades relativas ao Classificar atividades
trabalho desenvolvido produtivas (na casa, na X X A partir de gravuras de diferentes
na família. escola), utilizando diferentes profissões, trabalhar os seguintes
critérios: localização, elementos: quem faz, o que faz, onde e
qualificação, serviços como faz.
prestados, entre outros.
Completar quadro sobre o que fazem as
Classificar os elementos dos X pessoas da família (dentro e fora de
grupos (família, turma, casa): através de desenhos e/ou escrita.
escola), segundo atividades
desenvolvidas (domésticas e
profissionais).
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
1º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer a Semelhanças e Perceber o respeito às X Aproveitamento da hora da rodinha para
existência de diferenças entre os diferenças como expressão do observar as diferenças existentes no
diferenças entre as grupos sociais da reconhecimento dos direitos grupo.
pessoas e os vários comunidade: ricos e de cada um. Confecção de bonecos considerando-se a
grupos sociais a pobres, brancos, negros diversidade étnico-racial presente na
partir de situações do e indígenas, homem e Valorizar a identidade X nossa sociedade.
cotidiano escolar. mulher, entre outros. cultural de cada aluno a partir
de sua origem. Seleção de uma música sobre arco-íris.
Comparar as cores do arco-íris
relacionando a importância de cada uma
e a unicidade (raça humana) – como o
arco-íris que para ser belo necessita de
todas as cores.
Construir Noções elementares de Diferenciar os períodos de X X Calendário/mural semanal “Ontem, hoje,
gradativamente as tempo: períodos do tempo relativos a: amanhã”: diariamente, orientadas pelo
noções de dia, a semana e • manhã/tarde/noite; professor, as crianças atualizam o
temporalidade – o calendário. • dia e semana; calendário – desenhando o que fizeram a
tempo cronológico. • semana e mês; cada dia (observando o que veio antes e o
• mês e ano. depois).
Organizar, com a turma, calendário
Compor um calendário anual X X anual compondo-o mês a mês.
Relações de sucessão e a partir das noções de mês
duração Ouvir uma história e depois relatar o que
Perceber, comparar e X X aconteceu, acompanhando a sequência
quantificar noções de dos fatos através de ilustrações.
sucessão e de duração tendo Na hora da rodinha: Quais as coisas que
como referência suas próprias você faz para o tempo passar?
vivências.
Desenho das atividades de um dia na
escola, seguindo a ordem em que
aconteceram.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
1º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Perceber e entender O cotidiano da família Caracterizar as X X Minha casa é assim: desenho,
as transformações e da escola, em transformações do cotidiano analisando - cor, forma, tamanho,
sociais, espaciais, diferentes épocas dos diferentes grupos sociais, material usado na construção, pessoas
culturais e históricas em diferentes épocas: que a construíram.
acontecidas no local vestuário, habitação,
de moradia, na transporte, alimentação, Selecionar retratos e/ou gravuras de
família e na escola. educação, lazer, entre outros. cenas familiares. Discussão com base no
material encontrado: como as pessoas
viviam antigamente (habitação,
alimentação, vestuário, etc.) e
comparação com a vida atual.

Identificar nos retratos e gravuras às


diferente culturas que compõe a família
brasileira.

Organização de mural (desenhos,


gravuras, fotografias etc.) – “A família
no passado e no presente”.

Entrevistar pessoas que conheçam a


história da escola: organizar mural com
desenhos e legendas sobre as
informações obtidas.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
2º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Compreender que os Noções de Identificar-se como parte de X X Montagem de um mural – “Nossa
sujeitos se organizam pertencimento a um grupo (o grupo turma/ o turma” – aproveitando auto-retratos, o
em diferentes grupos diferentes grupos grupo escola). conjunto dos aniversários, as
(família, turma, brincadeiras preferidas etc.
escola) e que existem Relações sociais no
diferentes maneiras espaço em que a Através de jogos de adivinhação ou de
de se relacionar criança vive - o mímica, o aluno fornecerá os dados e as
dentro de uma doméstico e o público: informações a respeito de si mesmo e/ou
mesma coletividade. • relações de dos colegas, como características físicas,
parentesco; brincadeiras preferidas etc.
• tipos de
organização Conversas informais, na “hora da
familiar; Identificar características X X rodinha”, onde cada aluno terá
• o cotidiano na identitárias de colegas, oportunidade de falar sobre as pessoas
escola; professores, funcionários que conhece na escola e o que fazem.
• regras de como membros da Montar um cartaz com os diferentes
convivência na comunidade escolar, grupos sociais percebidos.
família e na escola. pertencentes a grupos sociais
diferentes. Organização de uma “galeria de
X X desenhos”, formando barra para o mural
Descrever a composição da sala com desenhos das respectivas
pai/mãe/filho como não sendo famílias, relacionando o aspecto afetivo
o único tipo de família como gerador de relações familiares.
existente em nossa sociedade.
X X Escolher uma brincadeira. Após a sua
Identificar as diferentes regras realização discutir com o grupo sobre as
de convívio social nos regras seguidas ou não. Montar um
diversos grupos em que o mural com outras situações em que
aluno está situado. regras são necessárias.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
2º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Observar o espaço social de X Entrevistar a Diretora para compreensão
outros grupos, como o dos das regras existentes na escola.
povos indígenas e de
Narrativas e/ou vídeos que abordem a
quilombolas.
organização grupal entre diferentes
povos indígenas.
Identificar nas relações X
sociais a importância da Produzir esquete ou slogan que retratem
convivência e do respeito situações cotidianas nas quais sejam
entre diferentes grupos enfatizadas relações sociais de
sociais. solidariedade e de respeito.
Identificar e O espaço da escola Identificar o espaço escola. X X Desenho de dois trajetos: do portão de
contextualizar o entrada até a sala de aula / da sala até o
espaço social da casa, Relações de trabalho portão – colocando etiquetas para
da turma e da escola. no meio em que a identificar o observado. Troca de
criança vive: desenhos entre os alunos, observando a
atividades relativas ao importância dos pontos de referência nos
trabalho desenvolvido desenhos feitos.
na família, na turma e
na escola. X X X X Em grupos, entrevistas com diferentes
Classificar atividades
profissionais da escola (Quem é?/ O que
produtivas (na casa, na
faz?/ Onde faz? Etc.). Cartaz com as
escola), utilizando diferentes
conclusões dos grupos, utilizando cores
critérios: localização,
diferentes para as diferentes funções.
qualificação, serviços
prestados, entre outros.
Levantamento das ocupações das
pessoas da família. Com o resultado das
entrevistas, construir um quadro das
profissões encontradas pelos alunos,
destacando as mais comuns.
Levantamento dos interesses por
profissões por parte dos alunos.
(Pedagogia dos Sonhos)
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
2º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
X X As profissões do passado: conversas
com pessoas mais velhas. Procurar em
revistas e/ou gravuras: profissões num
passado próximo e num passado remoto.
Chamar atenção para as profissões que
ainda permanecem.

Montar “cruzadinhas” e/ou “caça


palavras” com diferentes profissões.

Reconhecer o Semelhanças e Perceber a diversidade como X X Confecção de bonecos considerando-se a


tratamento diferenças entre os condição essencial para uma diversidade étnico-racial presente na
diferenciado de grupos sociais da convivência construtiva e nossa sociedade, com a utilização de
pessoas e o comunidade: ricos e solidária. diferentes materiais.
preconceito que essa pobres, brancos,
atitude representa, a negros e indígenas, Desenvolver atitudes que nos X X A partir de músicas, movimentos e sons
partir de situações do homem e mulher, levam a construir um mundo tomar contato com diferentes
cotidiano escolar. entre outras. mais justo e solidário. manifestações de outras culturas,
notadamente as de origem indígena e
Aprender a respeitar as africana.
pessoas e aceitá-las como são. X X
Criar, em conjunto, uma história em
Aceitar as diferenças e quadrinhos na qual os personagens
valorizá-las. X X (pertencentes a diversas culturas)
cooperem entre si na construção de um
mundo solidário. Ao final, partilhar com
os colegas de classe o que apreciaram
em cada cultura.
A partir de narrativas que incentivem o
respeito à diferença e a alteridade, gerar
uma roda de conversa de como adquirir
hábitos e atitudes de solidariedade e
convivência pacífica.
Construir, Noções elementares de Diferenciar os períodos de X X Calendário/mural semanal “Ontem, hoje,
gradativamente, as tempo: o calendário e tempo relativos: a semana e amanhã”: diariamente, orientadas pelo
noções de os diversos ao mês / mês e ano. professor, as crianças atualizam o
temporalidade – o instrumentos de calendário – desenhando, o que fizeram
tempo cronológico. contagem do tempo. Compor um calendário anual X a cada dia. (tendo assim oportunidade de
a partir das noções de mês. verificar o que veio antes e o depois).

Contato com as diferentes X Após a observação das diferentes fases


medidas de tempo na cultura da lua, relacioná-las ao calendário lunar
indígena. indígena, através de lendas e narrativas
indígenas que relatam sobre o tempo.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
2º ANO
OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES
1º 2º 3º 4º
Relações de sucessão, Perceber, comparar e X X Linha do tempo da germinação de um
duração e quantificar noções de feijãozinho: após observação diária,
simultaneidade sucessão e de duração, desenho do desenvolvimento do pé de
coordenando duração com feijão. As crianças deverão perceber que
sucessão e percebendo a existe uma sequência lógica na sua
simultaneidade de transformação. Montagem de mural,
acontecimentos significativos. com uma grande linha de tempo onde
serão colocados os desenhos.

Junto aos familiares, criar uma linha de


tempo da vida do aluno (do nascimento à
atualidade), indicando momentos
marcantes que aconteceram, através de
desenhos e/ou ilustrações.

Completar quadro com os dias do mês


Diferenciar os múltiplos em curso, seguindo os dias da semana.
instrumentos de contagem de X Explorar oralmente a sequência
tempo usados pelas montada. (Quantos domingos? Dia tal
sociedades ao longo da será que dia da semana? Quais os dias
história. do mês em que tivemos aula? Etc.).

Vídeos e/ou ilustrações sobre registros


de tempo entre outros povos, como os
indígenas e os africanos.

Organizar mural com gravuras sobre


objetos diversos que sirvam para marcar
o tempo, entre diferentes povos.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
2º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Perceber e entender O cotidiano da família Caracterizar as X X Selecionar retratos e/ou gravuras de
as transformações e da escola, em transformações do cotidiano cenas familiares. Discussão com base na
sociais, espaciais, diferentes épocas dos diferentes grupos sociais, pesquisa feita: como as pessoas viviam
culturais e históricas em diferentes épocas: antigamente: habitação, alimentação,
acontecidas no local vestuário, habitação, vestuário, etc. Comparação com a vida
de moradia, na transporte, alimentação, atual.
família e na escola. educação, lazer, entre outros.
Organização de mural. (desenhos,
gravuras, fotografias, etc.) – “A família
no passado e no presente”.

As profissões do passado: conversas


com pessoas mais velhas. Procurar em
revistas e/ou gravuras: profissões num
passado próximo e num passado remoto;
destacando as profissões que ainda
permanecem.

Explorar outros tipos de moradia: no


campo, na cidade, entre povos indígenas,
em áreas desertas, em regiões frias etc.
(partindo sempre do que os alunos já
conhecem).

Explorar as vestimentas, os hábitos, a


culinária, utilizados pelas etnias
formadoras do povo brasileiro; como se
vestem e vivem atualmente (percebendo
que as diversas culturas se integraram,
fazemos parte deste contexto, então
precisamos aceitar as diferenças).
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
3º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Compreender que os Noções de Identificar-se como parte de X X Montagem de um mural – “Nossa
sujeitos se organizam pertencimento a um grupo (o grupo escola / o escola” – aproveitando informações
em diferentes grupos diferentes grupos grupo comunidade). coletadas sobre a história da escola e
(escola e arredores, destacando os diferentes grupos sociais
comunidade) e que percebidos.
existem diferentes Relações sociais no Perceber a importância da
maneiras de se espaço em que a história dos grupos sociais a X X Relembrar as histórias pessoais e
relacionar dentro de criança vive – o que pertencemos: origens de familiares (origens, sentimentos e
uma mesma doméstico e o público: nossa família e comunidade. momentos marcantes). Utilizar pedaços
coletividade. • a organização de tecido, pintar imagens relacionadas às
familiar; suas lembranças. Ao terminar, compor a
• o cotidiano na “colcha de retalhos” da turma.
escola e na A colcha também pode ser utilizada para
comunidade; Identificar características construir a história da comunidade.
• regras de identitárias de colegas, X X
convivência na professores, funcionários Criação de uma barra para o mural, com
escola e na como membros da desenhos a partir de diferentes temas
comunidade. comunidade escolar, sobre os arredores da escola.
pertencentes a grupos sociais
diferentes. X X Selecionar ilustrações com diferentes
tipos de família, completando quadro
Descrever a composição comparativo – “Todos formam uma
pai/mãe/filho como não sendo família”.
o único tipo de família
existente em nossa sociedade. X X Escolher uma brincadeira. Após a sua
realização discutir com o grupo sobre as
Identificar as diferentes regras regras seguidas ou não. Montar um
de convívio social nos mural com outras situações em que
diversos grupos em que o regras são necessárias.
aluno está situado.
Leitura de pequenos textos,
Observar o espaço social de X identificando diferentes formas de
outros grupos, como o dos utilização do espaço físico entre outras
povos indígenas e culturas, notadamente as indígenas e
quilombolas. africanas – seguida de representação
gráfica do compreendido.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
3º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Identificar e Arredores da escola e Identificar o espaço ao X X Comparar as diferentes observações
contextualizar o da comunidade arredor da escola e da feitas pelos alunos, em duplas, nas ruas
espaço social da comunidade onde vivem os próximas à escola. Após combinarem os
escola, seus arredores Relações de trabalho alunos. símbolos a serem utilizados, representar
e a comunidade. no meio em que a graficamente as observações feitas.
criança vive:
atividades relativas ao Em grupos, entrevistas com diferentes
trabalho desenvolvido profissionais da comunidade (Quem é?/
na família, na turma e X X O que faz?/ Onde faz? ...). Cartaz com as
na escola. Classificar atividades conclusões dos grupos. Com o resultado
produtivas (na casa, na das entrevistas, construir um quadro,
escola, na comunidade), estabelecendo as relações entre as
utilizando diferentes critérios: atividades econômicas, as profissões
localização, qualificação, encontradas e os locais de trabalho,
serviços prestados, entre abrangendo a questão dos meios de
outros. transporte e as facilidades e dificuldades
enfrentadas para chegar ao local de
trabalho.

As profissões do passado: conversas


com pessoas mais velhas. Procurar em
revistas e/ou gravuras: profissões num
passado próximo e num passado remoto.
Chamar atenção para as profissões que
ainda permanecem.

Montar “cruzadinhas” e/ou “caça


palavras” com diferentes profissões.
X X Realizando um passeio aos arredores,
Relacionar atividades de abordar os núcleos econômicos da
produção no espaço social da comunidade que geram emprego local,
comunidade e/ou a necessidade de deslocamento dos
trabalhadores da comunidade para outros
locais, analisando estas questões com o
relacionamento aluno/família/escola.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
3º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer a O sentido dos Reconhecer a dimensão X X Confecção de bonecos considerando-se a
existência de conceitos de: classe negativa dos vários tipos de diversidade étnico-racial presente na
discriminação e social, etnia, gênero, preconceito, a partir da nossa sociedade, com a utilização de
preconceito, a partir religiosidade, observação das práticas do diferentes materiais. Propor a
de reflexões sobre sexualidade, entre dia-a-dia. dramatização de vivências que envolvam
situações do outros. preconceito.
cotidiano escolar.
Identificar as diferenças entre X X Desenvolvimento de projetos solidários
discriminar e acolher. (dentro da própria comunidade escolar)
onde o aluno desenvolva a
responsabilidade social e a capacidade
de trabalhar em equipe, colocando-se no
lugar do outro e entendendo as suas
dificuldades.

A partir de músicas, movimentos e sons


tomar contato com diferentes
manifestações de outras culturas,
notadamente as de origem indígena e
africana, identificando as que ocorrem
em sua comunidade.

Consultar, também, o documento “Um


ensino para a inclusão social de todos”,
publicado no DO, nº186, de 17/ 12/
2008.
Construir noções de Noções elementares de Diferenciar os períodos de X X Após observação diária, desenho do
temporalidade – o tempo: o calendário e tempo relativos: a semana e desenvolvimento do pé de feijão.
tempo cronológico. os diversos ao mês / mês e ano. Montagem de mural, com uma grande
instrumentos de linha de tempo onde serão colocados os
contagem do tempo. Compor um calendário anual X X desenhos, sobre a germinação.
a partir das noções de mês.
Criação de um quadro de horário ou
agenda com rotinas diárias e semanais
de atividades, observando ao final de
cada período, se o planejamento semanal
foi atendido (motivos, consequências).

Contar, de modo lúdico, a história da


criação do relógio. Ao final, mostrar
diversas contagens de tempo (ex.
ampulhetas) e as variadas formas de
consultar o tempo atualmente. (relógios
digitais ou analógicos; celulares; solar
etc.).

Após a observação das diferentes fases


da lua, relacioná-las ao calendário lunar
indígena (lendas que falem sobre o
tema).
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
3º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Relações de sucessão, Diferenciar relógio analógico, X Completar quadro com os dias do mês
duração e ampulheta e outros objetos em curso, seguindo os dias da semana.
simultaneidade como instrumentos de Explorar oralmente a sequência montada
contagem de tempo. (Quantos domingos? Dia tal será que
dia da semana? Quais os dias do mês
Perceber, comparar e X X que tivemos aula? Etc.).
quantificar noções de
sucessão e de duração, Levantamento da idade das pessoas da
coordenando duração com família, completando quadro com os
sucessão e percebendo a acontecimentos e respectivos anos mais
simultaneidade de marcantes. Organização de linha de
acontecimentos na sua tempo com as informações obtidas.
comunidade.
Registrar, em quadros, os dias da
semana, do mês, do ano; aniversários,
festas, feriados e acontecimentos do
passado e presente que estejam
estudando.

Selecionar gravuras sobre diferentes


instrumentos de contagem do tempo.

Vídeos e/ou ilustrações sobre registros


de tempo entre outros povos, como, por
exemplo, os povos indígenas e os
africanos.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
3º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Perceber e entender O cotidiano da família, Caracterizar as X X Selecionar ilustrações de diversos tipos
as transformações da escola e da transformações do cotidiano de moradias. Discussão com base na
sociais, espaciais, comunidade em dos diferentes grupos sociais, pesquisa feita: como as pessoas viviam
culturais e históricas diferentes épocas em diferentes épocas: antigamente. Comparação com a vida
acontecidas no local vestuário, habitação, atual. Podemos usar outros temas: como a
de moradia, na escola transporte, alimentação, escola, os meios de transporte e o lazer.
e na comunidade. educação, lazer, entre outros.
Organização de mural (desenhos, gravuras,
fotografias, etc.) – “A comunidade no
passado e no presente”, identificando os
diversos grupos sociais formadores da
comunidade.

A partir da observação do sobrenome dos


alunos, relatar sobre a imigração,
valorizando-os também como povos
formadores da identidade nacional.

As profissões do passado: conversas com


pessoas mais velhas. Procurar em revistas
e/ou gravuras: profissões num passado
próximo e num passado remoto,
destacando as profissões que ainda
permanecem. Podemos utilizar, também,
gravuras de Debret e/ ou Rugendas (tendo
o cuidado de relacioná-las ao cotidiano dos
alunos).

O que todos necessitamos para


sobreviver? Através de conversas,
perceber as necessidades básicas do
homem e como foram sendo atendidas ao
longo do tempo. Por meio de gravuras,
perceber as diferentes maneiras
encontradas por outros grupos. Organizar
cartaz, classificando as variações de cada
ação: Os homens para comer podem: ... /
Para se proteger podem, ... e assim por
diante.

Relacionar a simplicidade e X X Criar uma história em quadrinhos na qual


sabedoria nativa da própria os personagens cooperam para contribuir
cultura e de como as mesmas no atendimento às necessidades humanas
poderiam suprir as e a construção de um mundo cooperativo
necessidades atuais, evitando e solidário.
desperdícios.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
4º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Identificar e Organização espacial Identificar o local de X Levantamento dos locais de moradia dos
contextualizar o do cotidiano dos residência como um critério alunos, agrupando-os de acordo com os
espaço social. alunos e de outros espacial. critérios que forem sendo combinados
grupos sociais com a turma (ruas, localidades, bairros).
Representar graficamente a atividade,
Relações de trabalho: destacando a movimentação dos alunos
atividades dentro dos conjuntos a cada critério
desenvolvidas pelos estabelecido.
diferentes grupos
sociais. Levantamento de lugares conhecidos
pelos alunos (dentro/ fora do local de
moradia: perto/longe etc.). Desenhos
coletivos desses lugares, redigindo
pequenos textos observando a ação dos
homens na sua transformação e as
necessidades básicas da população local
(ex. passarela, saneamento, etc.)

Identificar o local de origem X Levantamento dos locais de origem dos


dos familiares. familiares (movimentos migratórios).
Após entrevista aos familiares,
representar graficamente quais as causas
da migração.
Identificar o local de origem
dos povos formadores do X Levantamento dos locais de origem das
povo brasileiro. etnias formadoras do povo brasileiro.
Representar graficamente, dentro do
Valorizar ações coletivas que X X país, onde mais se concentraram.
impliquem em melhoria das Entrevistas com pessoas mais velhas
condições de vida da buscando informações sobre ações que
localidade e/ou do bairro. tenham contribuído para a melhoria das
condições de vida na comunidade
(Quem? Quando? Como?).

Realização de projetos onde os alunos


possam auxiliar na melhoria das
condições de vida do bairro.

Analisar que ações do Poder Público


atuam ou são necessárias para a
melhoria da qualidade de vida na
comunidade (ex. postos de saúde, praças
etc.)
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
4º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Compreender que as Regras de convivência Concluir que há regras que X X Trabalhar as regras e o conteúdo do
identidades e e organização social delimitam os papéis sociais e Regimento Escolar, de forma reflexiva,
diferenças se definem relações de poder. como instrumento que pode auxiliar na
constituem na organização do espaço, do tempo e das
relação com o(s) Semelhanças e relações sociais no espaço escolar.
outro(s). diferenças entre os (Resolução SME nº1074 – 14/04/2010 -
grupos sociais (dos consultar D.O. Rio nº22 de 15/04/2010)
mais próximos para os
mais distantes): classe Divididos em grupos, visita a
social, etnia, gênero, estabelecimentos comerciais do bairro
religiosidade, entrevistando as pessoas que neles
sexualidade, entre trabalham. Em sala, completar ficha com
outras marcas o nome das pessoas entrevistadas,
identitárias. identificando com cores diferentes o
empregador e os empregados. Organizar
quadro-síntese, discutindo as diferentes
condições sócio-econômicas percebidas.

Analisar textos e comparar a aculturação


do Período Colonial Brasileiro (passado)
e o Multiculturalismo presente na
sociedade atual.

Relacionar a renda obtida na Leitura de texto sobre determinada


atividade de trabalho com as X X atividade econômica (significativa para
condições de vida do os alunos), destacando as funções
trabalhador. desempenhadas e a relação entre: tipo de
tarefa x salário; local de moradia x
trabalho x salário; trabalho temporário x
trabalho permanente. Organizar os dados
em tabelas de dupla entrada.

Realizar pesquisas sobre meio de


transporte x trabalhadores da
comunidade (facilidade/dificuldade;
tempo gasto no trajeto; relação:
trabalhadores x família).

Identificar atividades
econômicas realizadas pelos X Análise de textos onde registram fatos
povos formadores (passado/ relacionados à escravidão e ao
presente) profissional negro na atualidade.

Reconhecer relações de
trabalho escravo x trabalho X Confeccionar um painel integrado
assalariado formado pelas conclusões relacionadas à
análise do tema.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
4º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer a Valorização e respeito Desenvolver a autoestima, X X Organização de painel com fotos e/ou
existência de às semelhanças e afirmando a positividade das autorretratos das crianças da turma:
discriminação e de diferenças entre os diferenças individuais e de “Somos todos diferentes, cada um é cada
preconceito, a partir grupos sociais: classe grupos a partir da valorização um”. / “Ser diferente não quer dizer ser
de reflexões sobre social, etnia, gênero, da história familiar dos separado.”
situações do religiosidade, alunos, das pessoas da escola,
cotidiano. sexualidade, entre da localidade e/ou do bairro. Confecção de álbuns com fotos e/ou
outras. desenhos dos familiares dos alunos da
Reconhecer a existência de X X X turma.
discriminação e preconceito,
a partir de reflexões sobre
situações do cotidiano
escolar. Organização de glossário com palavras
de origem africana e/ ou indígena que
Compreender os diferentes X X são comuns em nosso idioma.
tipos de linguagem como
instrumentos de mediação, Construção de um painel integrado onde
transformando o diálogo do constem as reflexões sobre as causas do
homem consigo mesmo, com comportamento preconceituoso e
os outros homens e com o discriminatório, buscando atitudes que
mundo, tendo como revertam este quadro.
referência as culturas
africanas e indígenas. Pesquisar sobre os diferentes tipos
musicais das culturas africanas e
Compreender a existência da X X X X indígenas. Criar, coletivamente, ritmos
diversidade étnica entre musicais próprios e letras que reflitam a
brancos, negros e índios, existência de discriminação nos espaços
reconhecendo todos esses sociais convividos pelos alunos e formas
segmentos sociais como de transformar esta realidade.
produtores de cultura.
Selecionar em materiais impressos e/ ou
Perceber que determinadas X X X X na Internet símbolos e outros elementos
atitudes, no cotidiano, levam das culturas afro e indígenas. Organizá-
à discriminação entre grupos. los em um cartaz (ex. identificação de
X X X X diferentes tipos de medicina –
Identificar as opiniões e alternativa/ clássica – e as contribuições
sentimentos que geram estas africanas e indígenas na medicina
situações. popular).

Filmes: Tainá 1 e 2 – análise da


sobrevivência do povo indígena
(movimentos sociais passados e atuais).
Construir noções de A continuidade do Utilizar a quantificação do X X X Elaborar uma linha de tempo do ano em
temporalidade – tempo: tempo através do trabalho curso ou anterior, assinalando os fatos
tempo cronológico: • noções de ordem com os conceitos de mês, mais significativos para o grupo. Divisão
relações de sucessão e ou sucessão, de bimestre e semestre. dos meses em bimestres, trimestres e
duração. duração e de semestres. Explorar a localização dos
simultaneidade; fatos, usando as categorias citadas,
levando a cálculos de intervalos de
• coordenação da tempo.
duração com a
sucessão;
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
4º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
X
• do passado recente Reconhecer a data de Investigar o ano de nascimento das
para um passado mais nascimento como um marco pessoas da família, confeccionando um
distante; comum de referência quadro, refletindo sobre as diferenças
temporal. entre as datas de nascimento das
• diferentes formas de pessoas. Posteriormente, criar uma linha
calendário. Reconhecer a utilização da X de tempo com os dados obtidos –
data de nascimento para a utilizando cores diferentes para os
contagem da idade das retângulos de cada geração.
pessoas como um traço de
permanência entre gerações Leitura de mitos africanos e indígenas,
diferentes. sobre a visão da criação do mundo e a
X X X respeito da contagem do tempo.
Identificar os registros de
tempo em diversas culturas, Explorar diferentes calendários que
notadamente os das culturas ilustrem registros de tempo de culturas
indígenas e africanas, entre africanas e indígenas (como o do povo
outras. Guarani).
Perceber e entender As transformações Reconhecer a ação humana X X Em grupo, buscar informações sobre a
as transformações sociais em diferentes sobre o meio ambiente, em história do bairro da escola, consultando
sociais, espaciais, épocas: no vestuário, diferentes épocas, como fator o site “Armazenzinho” do IPP.
culturais e históricas. na habitação, nos responsável pelas Confeccionar cartazes com os dados
meios de transporte, transformações no cotidiano obtidos.
na alimentação, na vivido: vestuário, habitação,
educação, no lazer transporte, alimentação, Explorar em mapas, como os que se
etc. educação, lazer, entre outros. encontram no site “Armazenzinho”, do
Instituto Municipal de Urbanismo
Pereira Passos (IPP), as transformações
ocorridas nos bairros da escola e/ou
onde residem os alunos(site:
http://portalgeo.rio.rj.gov.br/
Estimular um Problematizar elementos que armazenzinho).
permanente diálogo Aluno como co-autor compõem o dinamismo do X “Toda ação é válida, não importa quão
do aluno com os do processo histórico tempo histórico. pequena ela seja.” A partir do slogan,
saberes do seu gerar um jogo operatório – denominado
mundo: realidades, Aquário: debatedores e observadores
emoções, sonhos. críticos, sentam-se em 2 círculos
(interno – debatedores / externo –
observadores). Os observadores
acompanham o debate “Como era
antigamente o ambiente em que vivo? E
hoje? Como ajudar o meio em que
vivo?”. Depois, invertem-se as
posições. Após o término da atividade,
construir, coletivamente, uma síntese das
conclusões e expô-la no pátio da escola
(ex. cartazes, blocão, aramado etc.),
propondo a todos que realizem ações
positivas em relação ao ambiente em que
vivem.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
4º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Identificar as festas locais X X X Entrevistas com moradores mais antigos
como sendo um dos marcos sobre as mudanças no bairro. Elaborar
de referência na vida da quadro-síntese com as permanências e
comunidade da qual o aluno mudanças percebidas.
faz parte.
Leitura e discussão em torno de textos
relativos à organização da comunidade,
em diferentes épocas, complementando a
atividade com vídeos, ilustrações e
mapas. (consultar os produtos da
Multirio).

Fazer levantamento sobre festas da


localidade e montar mural com os dados
obtidos, relatando suas origens e a
relação com os povos formadores
(portugueses, indígenas, africanos,
italianos, alemães, japoneses etc.)
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Construir as noções A continuidade do Reconhecer as diferentes X X X X Levantamento de aspectos da localidade
de temporalidade – tempo: dimensões do tempo físico e em outros tempos: como eram e como
tempo cronológico e • ordem ou sucessão, histórico. viviam as pessoas, relacionando as
tempo histórico. duração e informações obtidas com o cotidiano dos
simultaneidade; alunos.
• coordenação da
duração com a Utilizar a quantificação do X X X X Organizar uma apresentação com
sucessão; tempo através da manipulação músicas, modos e vestimentas de
• a simultaneidade de dos conceitos de década e diferentes épocas, ressaltando fatos
Questionar, a partir acontecimentos; século. importantes do contexto nacional em
do seu contexto sócio- • quadros cronológicos cada período.
histórico buscando e linhas de tempo.
no passado, Observar calendários de diferentes
possibilidades de culturas, explorando as diversas marcas
leitura e de tempo que cada uma delas estabelece
compreensão do de acordo com suas tradições. (Consultar
presente. os produtos da Multirio).
Associar o nascimento de
Cristo como marco Construir uma linha do tempo tendo por
cronológico do calendário X marco inicial o nascimento de Cristo
ocidental, compreendendo as (ponto zero). Lado esquerdo – utilizar
noções de antes de Cristo gravuras pré-históricas, Egito Antigo,
(a.C.) e depois de Cristo Hebreus etc. como marcos anteriores ao
(d.C.). Cristianismo. Lado direito – utilizar
gravuras do período pós-nascimento de
Cristo até a atualidade.
Tempo físico x Tempo Compreender, através da
histórico. história da cidade e/ou do X X Organizar mural com aspectos do
estado, o momento da cotidiano dos grupos que aqui viviam
chegada e as formas de antes do início da colonização e durante
dominação dos portugueses o tempo colonial (como vestuário,
durante o período de armas, utensílios, instrumentos musicais,
colonização. moradia etc.).

Levantamento de dados relativos à


história da cidade, em grupos, e
representação gráfica através de linha de
tempo. Poderão ser utilizados desenhos
ou ilustrações. (consultar sites da
Internet, entre eles o do Instituto
Municipal de Urbanismo Pereira Passos
(IPP)..“Armazenzinho”:(http://portalgeo.
rio.rj. gov.br/ armazenzinho)

Através da leitura de diversas fontes,


relacionar as atitudes de dominação
como formas de aculturação.

Demonstrar através das festividades


religiosas da nossa cidade e/ou do nosso
estado, como o índio e o negro
conseguiram resistir à dominação
portuguesa.

Após a leitura de um poema sobre


liberdade e a partir dos conceitos
estudados sobre dominação e
discriminação, formar uma roda de
conversa com o tema: “ Eu me sinto com
sorte por ter a liberdade de ...” e/ou
“Meu desejo é que todas as pessoas
tivessem a liberdade de ...”.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Perceber e Diferenças sociais x Perceber fatos que X X Explorar, nos diversos meios de
compreender as desigualdades sociais demonstrem a desigualdade comunicação, fatos sobre desigualdade
diferenças e as social na cidade do Rio de social.
desigualdades sociais Janeiro. Realizar um jogo operatório –
como coisas distintas, Brainstorm (tempestade de idéias) –
embora possam estar onde todos irão opinar, sobre o tema,
diretamente sem desprezar ou criticar idéias
relacionadas. discordantes: “Você acha justa a
desigualdade social existente em nossa
cidade? O que podemos fazer para
diminui-la?”. Após, utilizar as ideias
mais relevantes, transformando-as em
pequenos cartões a serem distribuídos na
comunidade escolar.”

X X Buscar informações sobre as


Destacar as diferentes contribuições de indígenas e africanos,
contribuições de outras visando à organização de cartelas para
culturas, notadamente as um jogo tipo “trilha”, com obstáculos
indígenas e africanas, que abordem o assunto.
reconhecendo a sua
importância para a história da Através de fontes históricas, registrar
cidade do Rio de Janeiro. negros e índios que tiveram importância
na historiografia do país.
Narrativas de contos africanos e/ou
indígenas, seguidas de dramatizações
das mesmas. (sugestão: os materiais do
projeto “A Cor da Cultura”).

Explorar através de diferentes


linguagens, como a pintura,
dramatização, música etc., a influência
das diferentes contribuições culturais de
africanos e indígenas na formação da
nossa identidade social.
X X X
Caracterizar as diferentes Explorar em notícias de jornais
formas de discriminação: manchetes relativas a diferentes formas
contra mulheres, religiões e de discriminação, criando pequenos
opções sexuais enquanto textos em duplas com a opinião dos
expressão da desigualdade alunos e/ ou organizando mural com os
social. trabalhos.

Identificar na mídia, movimentos sociais


que lutam pelos Direitos Humanos.
Debater entre os alunos. Analisar quais
mudanças estão conseguindo realizar na
sociedade.

Criar um mural com itens da Declaração


dos Direitos Humanos. Ao lado,
registrar a opinião crítica, de cada aluno,
em relação ao cumprimento destes
direitos no ambiente em que vivemos.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Perceber e entender Transformações Compreender diferentes X X X A partir da leitura de fragmento de texto
as transformações sociais, espaciais, organizações urbanas, em (Bisa Bia, Bisa Bel – de Ana Maria
sociais, espaciais, culturais e históricas – outros espaços e tempos. Machado, por exemplo): destacar o que
culturais e históricas na cidade – em não existia e o que existia no tempo da
na cidade e no diferentes épocas: Compreender que os X X personagem; organizar dois conjuntos e
Estado do Rio de vestuário, habitação, diferentes padrões de moradia verificar os objetos comuns aos dois
Janeiro. transporte, são exemplos de tempos.
alimentação, transformação histórica das
educação, lazer, etc. sociedades. Leitura de paradidáticos, dramatizando
fragmentos de maior interesse da turma.

Observação de ilustrações feitas por


viajantes europeus no período colonial e
redação de pequenos textos sobre os
aspectos observados (destacando as
mudanças percebidas).

Pesquisar os diferentes ritmos musicais,


Observar a transformação X X comidas típicas, vestuário, hábitos (...)
social a partir da influência que atualmente fazem parte do cotidiano
gerada pela mobilidade no da cidade e foram trazidos por
espaço físico e virtual. migrantes, imigrantes, africanos e
indígenas (forró, sertanejo, samba,
bordados etc.) e por influências da
globalização (funk, hip hop, cachorro-
quente etc.)
Identificar as populações X X Localização, em mapa do estado, de
nativas locais (indígenas) e aldeias indígenas (ver, por exemplo, o
quilombolas: valorizando e site:
respeitando seu modo de vida. www.educacaopublica.rj.gov.br/historia
“Aldeamentos indígenas no Rio de
Janeiro”) e de áreas quilombolas (sítio
eletrônico da ONG Koinonia)

Leitura de textos sobre a maneira como


alguns desses povos organizam o seu
modo de vida, valorizando os
conhecimentos acumulados por eles ao
longo do tempo.

Reconhecer as influências
religiosas, políticas, de X X X Criar um painel integrado onde cada
hábitos e costumes das etnias grupo, a partir da escolha de uma etnia,
formadoras do povo brasileiro informe a influência da mesma em nossa
na construção e cidade e estado.
caracterização da identidade
social da cidade e do estado
do Rio de Janeiro.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Comparar a época atual da X X A partir de texto sobre a divisão do
cidade e do estado com outras trabalho numa comunidade indígena,
épocas, reconhecendo identificar o “jeito de trabalhar” daquela
permanências e mudanças. comunidade. Através de perguntas (E na
escola? E na sua família?...), concluir
Caracterizar as diferentes X X que cada sociedade tem um modo
épocas históricas, da cidade e próprio de organizar o trabalho.
do estado do Rio de Janeiro,
como vivências humanas em Exibição de vídeos que mostrem locais
diferentes tempos, em um que conservam traços do passado de
mesmo espaço. nossa cidade. (sugestão: Série Aventuras
Cariocas – Multirio)

Identificar as relações de Levantamento de aspectos da cidade do


poder estabelecidas entre a X X Rio de Janeiro de outrora, analisando em
cidade e o estado do Rio de que as modificações foram positivas ou
Janeiro com os demais negativas.
centros políticos, econômicos
e culturais do país em Sugestão de vídeo: Trilhas e trilhos –
diferentes épocas. CREP (Centro de Referência da
Educação Pública).

Leitura de imagens que reflitam as


diferentes épocas históricas e os
diferentes momentos políticos e culturais
da cidade (capital do país, centro cultural
etc.), explorando sites da Internet –
como o do “Armazenzinho” do Instituto
Municipal de Urbanismo Pereira Passos
– IPP.
(consultar o site http://portalgeo.rio.rj.
gov.br/armazenzinho)

Utilizar diferentes Fontes orais e fontes Diferenciar um documento X A partir da análise das primeiras páginas
fontes de informação escritas escrito de um relato oral. dos jornais, montar com a turma a
visando leituras primeira página de um jornal com dados
críticas. Identificar uma entrevista X X da história da cidade do Rio de Janeiro.
como sendo uma fonte de
relato oral.

Reconhecer a fotografia como X X


exemplo de documento.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer a importância da X X Buscar elementos da influência africana
expressão oral nas culturas nos sons e ritmos presentes na
indígenas e africanas como comunidade.
componente significativo para
a construção da identidade do A partir de narrativas de lendas de
povo brasileiro. origem africana e/ou indígena, perceber
como a visão de mundo dessas culturas
chegou até nós.

Utilizar conversas, relatos, debates e


conclusões, a partir das diversas fontes
de informação (oral ou escrita) das
culturas africanas e indígenas.

Identificar a certidão de Criação de texto com a história de vida


nascimento como sendo uma X X X do aluno, a partir da observação e
fonte histórica documental da análise dos dados presentes na sua
vida do aluno. certidão.

Identificar fotografias,
pinturas e gravuras como X X X
sendo fontes iconográficas Explorar ilustrações de livros sobre o
que registram determinados Rio de Janeiro, no acervo da Sala de
acontecimentos históricos da Leitura.
cidade e/ ou do estado do Rio
de Janeiro.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
5º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer as As relações da cidade Organizar sínteses históricas X Listagem das atividades econômicas nos
diferentes relações e do estado do Rio de das relações sociais de arredores da escola. Escolher um
sociais de trabalho, Janeiro com outras trabalho, caracterizando as estabelecimento para visitar, em grupo,
presentes na localidades, no etapas de produção e da registrando as etapas de produção e de
produção e presente e no passado circulação de mercadorias. circulação de mercadorias observadas.
circulação de Entrevistar, também, as pessoas
mercadorias. envolvidas.

De volta à sala de aula, organizar um


quadro com o passo a passo do trabalho
realizado.

Comparação das Classificar as atividades X Através de debate, escolher com a turma


condições de trabalho: produtivas, utilizando um exemplo de atividade econômica do
Trabalho rural X diferentes critérios: estado do Rio de Janeiro (como o da
Trabalho urbano; localização, instrumentos extração de petróleo) registrando as
Trabalho livre X utilizados, qualificação etapas de sua produção – desde a sua
Trabalho escravo. profissional, serviços origem até o consumo. Montar painel
prestados e produtos obtidos. com as ilustrações e informações
obtidas.

Exibição de vídeo que aborde


determinada atividade produtiva.
Organização de mural com as
observações dos alunos sobre o assunto.

Perceber as ocupações X X
exercidas pelos grupos Após consultas a variadas fontes,
africanos e indígenas, ao organizar painel que demonstre as
longo da história nacional, ocupações atuais de negros e índios,
como fator de construção da relacionando as condições sociais
identidade social brasileira. vigentes.

Relação das condições Relacionar as classes sociais, X Produzir texto sobre o tema: “Você
de trabalho e bem condições de trabalho, renda considera que pessoas que recebem
estar social salarial, necessidades básicas salários mais baixos, são menos
do ser humano. importantes que outras?

A partir da música “A gente não quer só


comida”, e de pesquisa na mídia sobre
condições trabalho e necessidades
básicas, construir, coletivamente, um
texto com o tema “O povo brasileiro
precisa de ...”. Posteriormente, criar, em
grupo, uma música com o seguinte tema
gerador: “Como sou brasileiro, posso
ajudar!”.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
I - Compreender a a) Introdução à Perceber que a produção do X Trabalhar a ideia de fonte histórica, a
História como uma História: conhecimento histórico é uma partir do desenvolvimento de atividades
Ciência Social que - a História e a atividade contínua e seletiva. como: entrevistas, observação dos
analisa as sociedades preservação do nomes das ruas, de monumentos, álbum
humanas a partir de passado; Perceber a diferença entre X de fotos etc.
vestígios - Memória e História; história e memória.
documentais. - fontes históricas: as Trabalhar com textos e imagens com os
escritas; as imagens; Perceber que os rastros X quais seja possível estabelecer a
a tradição oral; deixados pelo passado diferença entre memória e história.
os monumentos; condicionam uma
os objetos do interpretação possível dos fatos
cotidiano. históricos.
- a ideia de
historicidade dos .
objetos e das práticas
sociais.
II – Compreender a b) Tempo e História: Compreender a diferença X Observar e analisar imagens que
História como a - o calendário como entre o tempo da natureza (a caracterizem padrões diversos de
ciência dos homens produto cultural e observação dos astros; as medidas do tempo. Leitura de textos de
no tempo. objeto social; estações do ano; as colheitas; apoio que tratem da não universalidade
- a ação histórica do as cheias; as marés, por da contagem e organização do tempo.
homem na exemplo), e o tempo dos Em grupos, completar quadro com
domesticação do homens (relógio solar, concepções de tempo, em diferentes
tempo. hidráulico, ampulheta, entre épocas e lugares. Organizar mural com
outros). os quadros produzidos pelos grupos.

Compreender os critérios X Propor a confecção de linhas de tempo,


utilizados por diferentes tomando por referência os três
povos na confecção de calendários: o cristão, o do povo judeu e
calendários. o dos muçulmanos.
III– Entender a c) A periodização da Analisar os critérios X Apresentar dois quadros ilustrados sobre
periodização da História. utilizados na divisão a periodização tradicional da História. O
História como um tradicional da História em 1º mostrando imagens do contexto
esforço dos homens grandes períodos, europeu e o 2º com ilustrações sobre o
para definir os percebendo-os como uma cotidiano das sociedades americanas,
períodos de acelera- escolha a posteriori. nos respectivos períodos –
ção de mudanças problematizando questões como: um
históricas. mesmo tempo, vivido por diferentes
povos? Como são organizadas essas
periodizações?
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
IV – Compreender a a) Pré-História: do Compreender as mudanças X Utilizar quadro comparativo das
trajetória e surgimento do nos modos de vida e nos principais fases da Pré-história. Uso de
desenvolvimento do homem ao Neolítico. primeiros agrupamentos filmes e documentários tais como; A
homem e das humanos entre o Paleolítico e Guerra do Fogo, A Era do Gelo, A
sociedades na Pré- o Neolítico. X Origem do Homem, 10.000 a.C.,
História. Caminhando com o Homem das
Perceber que a diferenciação Cavernas.
entre os seres humanos e os
demais animais se realiza
sobretudo, por razões
biológicas e por meio do
desenvolvimento da cultura.
b) Pré-História: a
ocupação do Reconhecer as teorias da
continente ocupação humana na
americano. América.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
V – Compreender a a) Antiguidade Identificar os principais X Os trabalhos deverão ser sempre
importância das Oriental: sociedade e legados das civilizações do acompanhados da observação de mapas
sociedades do poder mundo antigo. históricos.
Oriente, além das - Linguagem, escrita e
diferentes formas de leis. Entender que o desenvolvi- X Civilizações que podem ser trabalhadas
organização da -A institucionalização mento e a estruturação da pelo professor, na forma de trabalhos em
sociedade humana. das desigualdades linguagem, da escrita e, grupo ou apresentações multimídia:
sociais e a criação do posteriormente, das leis, (Egito/África; Mesopotâmia/
Estado. permitiram o crescimento das Palestina/Oriente Médio; Índia/China/
- Os grupos sociais. sociedades que se Extremo Oriente) para trabalhar com
- Saberes e ciências. transformaram nas grandes suas turmas.
-Ferramentas e civilizações da Antiguidade
instrumentos da vida Oriental. A partir da escolha das civilizações,
cotidiana. elaborar uma sequência cronológica,
Conhecer o conceito de grupo X assinalando as principais mudanças
e classe social. históricas no processo de
desenvolvimento destas sociedades.
Compreender que a crescente
diferenciação entre os homens Escolhendo um ou mais aspectos de
no controle da religião e dos determinada civilização, propor
meios de produção leva ao atividades com os alunos (sobre o meio
domínio de uns sobre os ambiente, sobre as formas de
demais. religiosidade, sobre a escrita e a
linguagem etc.).
Identificar a criação do
Estado como necessária tanto
à organização da vida em
sociedade quanto à
manutenção da dominação do
homem pelo homem.
VI – Compreender a b) Antiguidade Entender o domínio dos
construção dos mitos Oriental: economia e grandes rios como forma de X Debater as diferenças entre politeísmo e
e das religiões e sua sociedade poder monoteísmo através da leitura de textos
importância na - Relação com o meio didáticos selecionados pelo professor.
tentativa de se ambiente. Relacionar o trabalho X
entender o mundo. -Sociedades compulsório à natureza Confecção de mapas, de maquetes.
hidráulicas. teocrática do Estado.
- Trocas comerciais. Exibir trechos de filmes e documentários
- Escravidão e como: O príncipe do Egito, A Múmia,
trabalho compulsório. Compreender as diferenças X Construindo um Império: Egito, Os Dez
entre politeísmo e Mandamentos, entre outros.
monoteísmo.
c) Antiguidade Trabalhar com documentos de época,
Oriental: religião e Perceber a criação dos mitos tais como O Código de Hammurabi, As
poder como a busca de Cartas de Hammurabi, O Livro dos
entendimento do mundo. Mortos, entre outros.
- Mito e religião. Entender ainda que o
- Politeísmo e – aumento da complexidade das X
Monoteísmo. sociedades levou à
- Monarquia teocrática. “apropriação” dos mitos e à
criação de religiões e de uma
classe sacerdotal poderosa.

Compreender as X
características de um regime
político monárquico de tipo
teocrático.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VII - Compreender o Civilizações Grega e Compreender a importância X Após leitura de textos de apoio sobre
mundo mediterrâneo Romana: da localização estratégica do aspectos da vida em Atenas e
como referência para características e Mar Mediterrâneo. localização da região em mapa histórico
entender as origens legados – representar, esquematicamente, a
da cultura ocidental. Conhecer as características X sociedade ateniense, relacionando as
-Cidade-Estado das diversas formas de classes sociais às funções sociais
(pólis). organização do poder exercidas – refletindo sobre os limites do
- Os principais grupos existentes no mundo greco- estabelecimento da democracia
/ classes sociais. romano e seus vínculos com ateniense.
- Regimes e sistemas as atuais.
políticos: monarquia, X Após exibição do filme “Spartacus”,
tirania, oligarquia, Entender os conceitos discutir com a turma questões sobre a
democracia, ditadura e clássicos de cidades-estado, base do poder romano, como a
república. cidadania e democracia a escravidão e a desigualdade nas relações
- Cidadania e noção de cidadania em sociais e o domínio militar sobre outros
participação política. Atenas e estabelecer povos. Em grupos, anotar as principais
- Mito e Religião. comparações com a cidadania conclusões do debate.
- Teatro, filosofia, tal como entendida hoje.
arquitetura, escultura e X Discutir o que hoje é identificado como
esportes. Entender que a conquista e a fontes sobre os povos mediterrâneos: as
- Escravidão antiga. ampliação dos direitos no Olimpíadas, a construção de
- Império. mundo greco-romano monumentos, os aquedutos, as palavras
resultaram das lutas sociais da política e do direito etc.
dos setores menos
favorecidos. Exibir trechos de filmes, tais como
X Tróia, Gladiador, Asterix, 300, entre
Compreender as outros.
características da política do
pão e circo e entendê-las
como as estratégias de
controle social aplicadas
pelos governantes romanos. X

Entender as noções de direito


construídas pelos romanos. X

Constatar que a escravidão foi


um dos elementos
fundamentais para a
manutenção do sistema X
clássico greco-romano.

Entender que o Império


Romano se constituiu através
da conquista e submissão de X
povos.

Perceber a diferença entre


escravidão moderna e a
escravidão clássica.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VIII – Compreender a) Antiguidade Compreender que o X Trabalhar com trechos dos filmes Rei
as transformações da Tardia: a Cristianismo sobreviveu tanto Artur, A última Legião, Quo Vadis?,
cultura clássica cristianização do às perseguições romanas Constantino e a Cruz, Átila, O Incrível
ocorridas no mundo Império Romano quanto às invasões bárbaras, Exército de Brancaleone, entre outros.
mediterrâneo - Judaísmo e interagindo com ambas para
durante a Cristianismo. formar a cultura medieval.
Antiguidade Tardia. - O Império Romano
Cristão.
- Monarquismo.

b) Antiguidade Compreender o significado do X


Tardia: o colapso do termo “bárbaro” e sua
Império Romano constante atualização.
- Ruralização e
colonato. Distinguir vida urbana e rural.
- Desagregação da
estrutura política do Conhecer o conceito de crise,
Império Romano. identificando suas
- As “invasões características e consequências
bárbaras”. sociais ontem e hoje.

c) Antiguidade Identificar os valores da


Tardia: o mundo religião islâmica e sua Através de leitura de textos de apoio,
muçulmano expansão pelo mundo como X organizar em grupos resumo sobre as
- Maomé, Alá e o uma “religião universal e principais características do islamismo –
Corão. monoteísta”, igual ao judaísmo discutindo sobre seus principais valores.
- A expansão islâmica. e ao cristianismo.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
6º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
IX – Compreender o a) A Idade Média Caracterizar o feudo como X Pesquisar em livros paradidáticos (como,
desenvolvimento de Européia: o elemento fundamental para o por exemplo, no livro “Como seria sua
uma nova estrutura feudalismo estabelecimento das relações vida na Idade Média”) dados sobre o
de poder - A sociedade das três entre senhores e vassalos. modo de vida desse período.
fragmentado na funções (sacerdotes,
Europa Medieval. nobres e servos). Identificar os diversos grupos X A partir da reconstituição do desenho de
- O valor da terra e o sociais na sociedade feudal: um jogo de xadrez, identificar nas
valor dos homens. entre a fidelidade ao senhor da diversas peças a ligação com o mundo
- Senhorio e terra e à Igreja. medieval: o rei a e a rainha/ suseranos; o
vassalagem. Analisar e compreender a bispo/ a Igreja; o cavalo/ cavaleiros
servidão, estabelecendo sua X vassalos do rei (nobreza militar); a torre/
relação com a posse da terra. castelo fortificado; os peões/ a infantaria
(servos).

Dramatizações das relações sociais –


vassalo X súdito – destacando as
diferenças percebidas entre elas.

Exibição de vídeos que retratem o


ambiente medieval, destacando as
imagens de um cruzado feitas em filmes
tais como: Excalibur, Lancelot, Coração
Valente, Coração de Cavaleiro, Artur,
Arn, o Cavaleiro Templário, Cruzada,
Robin Hood, entre outros.
Perceber a importância da X A partir de leituras de textos sobre a
X – Entender o papel Igreja relação entre poder e religião na Idade
da Igreja Católica na b) A Idade Média Católica na concepção de Média, elaborar um texto coletivo para
síntese entre as Européia: a Igreja e mundo da sociedade medieval: responder ao seguinte questionamento:
heranças greco- o poder (o teocentrismo). qual a relação entre religião e poder na
romana, germânica e - Teocentrismo. X sociedade européia medieval?
cristã. - O monarquismo no Entender o controle do saber
Ocidente. pela Igreja no mundo
- A Igreja como medieval.
detentora do saber.
- A criação das
Universidades. X
XI – Compreender as Relacionar o poder da Igreja à
interações culturais c) A Idade Média posse da terra, bem como à
decorrentes do Européia: as salvação das almas e à
encontro/confronto Cruzadas promessa de vida eterna.
entre cristãos e - Os cristãos e X
muçulmanos. muçulmanos pelo Mostrar o contato entre
domínio da Terra cristãos e muçulmanos na
Santa. disputa pelo controle da Terra
- O restabelecimento Santa.
de contatos culturais e
econômicos com o
Oriente.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
I - Perceber a As mudanças do Reconhecer as principais X
aceleração do tempo Séc. XIV: características do sistema Com o apoio de imagens de época,
histórico através de - Crescimento das Capitalista Comercial, tais observar a formação de pequenos
mudanças na cidades e do comércio. como acumulação de capital, núcleos urbanos em torno dos castelos e
economia, na - O surgimento da surgimento de novas classes no cruzamento de rotas comerciais na
política, nas artes, na burguesia e do
sociais (burguesia e mão de Europa do século XIV.
ciência, na sociedade trabalho assalariado. obra assalariada) e do grande
e na cultura. - Enfraquecimento dos lucro advindo da circulação Discutir o medo da peste e da morte
senhores feudais e o internacional de produtos. como um componente fundamental da
fortalecimento do
Reconhecer que as história dos homens.
Estado Monárquico. transformações sociais, Sugestão de DVD para o assunto
- As guerras, a Grande econômicas e políticas tratado: Elizabeth e O Homem da
Peste. ocorridas na Europa levaram Máscara de Ferro.
à constituição de Estados
Modernos fortes e com o
poder centralizado no rei.
II - Compreender a Tempos Modernos Compreender a filosofia X Construir quadro comparativo entre o
construção de novos a) Tempo de novos humanista e compará-la com pensamento medieval e as principais
paradigmas em todas saberes: o pensamento medieval. características do humanismo.
as áreas: econômica, - o Renascimento;
cultural, intelectual, - o Humanismo e a Relacionar o Renascimento e Discutir o impacto da invenção da
religiosa e política. reinterpretação dos a Revolução Científica com imprensa sobre a sociedade européia do
valores do mundo as transformações sociais e século XV.
greco-romano; econômicas da época.
Levantamento, com o apoio da Sala de
- o conhecimento do Compreender o impacto Leitura, de alguns dos inventos de
homem e do universo. causado pelas novas Leonardo da Vinci.
- A imprensa e a concepções de relação social,
difusão do saber; as de saber e de sentir sobre a Discutir o progresso científico e seu
línguas nacionais. sociedade ocidental. impacto na sociedade do Século XVI.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
b) Tempo de novas Compreender o significado da X Em grupos, organizar quadro sinótico
crenças: quebra da unidade da sobre os diversos ramos do
- a Reforma cristandade ocidental com o protestantismo.
Protestante e a quebra surgimento da religião
da unidade da protestante. Pesquisar em jornais e revistas a
cristandade ocidental; diversidade religiosa existente hoje no
- a Contrarreforma, os Entender que a religião mundo, estabelecendo relação com as
Jesuítas e a Inquisição. protestante se dividiu em reformas religiosas do Século XVI.
diversos ramos (calvinismo,
luteranismo, anglicanismo), Teatralizar um tribunal de Santa
atendendo a diversos Inquisição como exemplo da reação
interesses. Católica à quebra de sua hegemonia.

Apresentar de maneira crítica Sugestão de DVD: Lutero e A Missão.


as guerras de religião, como
resultado da intolerância
religiosa.
III – Compreender a As Grandes Compreender as alterações no X Comparar as imagens do “Homem no
importância das Navegações e a mapa mundial, provocadas Espaço” (séculos XX e XXI) com as
Grandes Navegações abertura do mundo. pela mudança do eixo “Caravelas nos Oceanos – As Grandes
para a abertura e econômico do Mediterrâneo Navegações” (séculos XV/XVI).
integração do - Deslocamento do para o Atlântico e demais Identificar o que aproxima e distancia as
mundo. eixo econômico: do oceanos a partir do Século XV. imagens – objetivos comuns e diferenças
Mediterrâneo para o entre os dois acontecimentos da História
Atlântico. da humanidade.
- Mercantilismo: Perceber o Mercantilismo X X Produzir um quadro-síntese com as
. metalismo; enquanto conjunto de práticas principais características do
. protecionismo; econômicas controladas pelo Mercantilismo, construindo pontes com
.balança comercial; rei absolutista na busca de o presente através das atuais
. colonialismo; organizar/controlar o valorizações do ouro, as medidas
. pacto colonial. capitalismo comercial europeu. protecionistas atuais e a constante busca
dos países por obter e manter uma
Relacionar o Mercantilismo à balança comercial favorável.
expansão e europeização do
mundo moderno,
estabelecendo pontes com a
lógica de Relações
Internacionais de mercado.
Rotas e Tratados
Perceber as dimensões iniciais X Sugestão de filme: 1492 – A Conquista
da colonização determinada do Novo Mundo e Piratas do Caribe.
pelo Tratado de Tordesilhas e
comparar com o Brasil atual. Localizar em mapa histórico as
principais rotas marítimas, relacionando-
Perceber de maneira crítica X as ao Meridiano de Tordesilhas e as
que África, Ásia e, sobretudo, mudanças deste em relação ao tratado de
a América, foram subjugadas Santo Ildefonso.
pelo poderio militar e
econômico das potências Leitura de fragmentos da carta de Pero
marítimas européias. Vaz de Caminha, destacando: passagens
X que retratem aspectos da natureza, a
Perceber a interdependência importância da fé, observações sobre os
entre as diferentes regiões do aspectos físicos e costumes dos
mundo: Europa, África, indígenas.
Oriente, América e os
interesses das potências
européias envolvidas na
disputa de novas áreas
coloniais.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
IV - Perceber e 1. AMÉRICA: entre Perceber as diferenças entre X Através da leitura de textos de apoio –
compreender as o paraíso e o inferno. sociedades contemporâneas trechos do Diário de Colombo, por
diferenças culturais (Europa, América, África) exemplo, – abordar o significado da
entre americanos, como resultado de processos expressão “o encontro com o outro”.
europeus e africanos, históricos distintos, mas que
bem como da se influenciaram a partir da
produção de saberes Expansão Marítima e
mestiços. Comercial.

- A diversidade Compreender a riqueza da X Sugestão de DVD: Apocaliptho e o


étnico-cultural dos diversidade cultural entre os desenho Eldorado.
chamados povos povos da chamada América
americanos pré-colombiana. Elaborar um quadro-síntese com as
principais sociedades encontradas pelos
Reconhecer as diferenças europeus nas terras recém-descobertas
básicas entre as grandes que vieram a se constituir na América.
civilizações teocráticas X
(Astecas, Incas e Maias) e as Organizar duas linhas do tempo
inúmeras sociedades de ilustradas entre os séculos X e XV: a
caçadores, coletores e primeira, sobre a Europa; a segunda,
pequenos agricultores de sobre as sociedades nativas americanas.
subsistência que povoavam a
América aos milhões até a
chegada do europeu.
Analisar as diferenças entre os X Discutir sobre as influências recíprocas
- Europeus na dois tipos de colonização da entre europeus e os agora chamados de
América: formas de América: exploração e “americanos”, abordando também as
ocupação do território povoamento, visando diversas formas de dominação e
e de exploração da exclusivamente os interesses exploração a que estes foram
mão-de-obra indígena metropolitanos. submetidos.

Perceber os diversos tipos de Destacar que, apesar das diferenças


imposição do trabalho X culturais, os índios e os europeus
compulsório aos ameríndios, produziram saberes mestiços.
seja nas formas de escravidão,
mita ou encomienda. Fazer uma análise comparativa entre os
tipos de trabalho compulsório na
América Espanhola e na América
Portuguesa, dando ênfase para a
interferência religiosa nesta questão.

- Americanos na
Europa: as mudanças Perceber o impacto filosófico Trabalhar textos que reproduzam o
na economia e no do encontro com os índios na X imaginário europeu na visão do
cotidiano (novos maneira como os europeus ameríndio como sendo “o bom
alimentos, novos pensavam e viviam. selvagem”, e da América como sendo
hábitos). ora vista como paraíso, ora vista como
inferno.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
2. ÁFRICA: entre a Compreender características X Apresentação do mapa político/físico do
unidade e a da diversidade cultural/ continente africano, identificando
multiplicidade. geográfica/linguística/ geograficamente a África sub-saariana e a
religiosa/política da África. África saariana, bem como a identificação
- Diversidade do Magreb africano. Se possível,
geográfica. Perceber a influência do X compará-lo com outros mapas de épocas
- Diversidade Islamismo sobre a África, mais antigas da África.
religiosa. especialmente no Norte
- Diversidade cultural. (Magreb). Elaborar um quadro-síntese com aspectos
e características da diversidade cultural
africana. Abordar diversos campos como:
literatura, vocabulário, música,
alimentação, religião, vestuário e ciência.
Escravidão moderna Perceber o tráfico negreiro X
como um processo que Observar ilustrações que representem a
envolveu diferentes interesses forma como os escravos eram
econômicos: para europeus, transportados em navios negreiros.
africanos e americanos. Complementar a observação com textos
didáticos sobre o tema. Solicitar que os
Identificar as diferenças entre alunos investiguem que interesses
a escravidão na Antiguidade e X econômicos – na África, na América e na
a escravidão dos africanos Europa – estavam envolvidos no tráfico
nos chamados Tempos negreiro.
Modernos.
Imaginar um diálogo entre um escravo
romano e um escravo africano, onde
ambos coloquem as circunstâncias da sua
respectiva escravidão (para tanto, os
alunos poderão contar com o acervo da
Sala de Leitura).
Localizar em mapas as rotas do tráfico
negreiro que se estabeleceram, através
do Oceano Atlântico, entre a África e a
América.
Trabalhar com imagens dos escravos
para que os alunos percebam diferenças
e semelhanças referentes aos aspectos
físicos, culturais, sociais, econômicos...

Sugestão de DVD: Amistad.


ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
V – Compreender o 1) A colonização da Compreender as formas como X X Montar um organograma com a estrutura
processo que resultou América Portuguesa Portugal administrava a de administração colonial implantada
nas escolhas feitas (Séc. XVI): colônia. por Portugal.
pela Coroa X X
Portuguesa para a) Ação colonizadora de Apontar as principais Com a utilização de mapas, comparar a
ocupar e colonizar a Portugal: características do extrativismo atual divisão política do Brasil com a
sua possessão na - a divisão territorial; do pau-brasil (escambo) e da organização administrativa da América
América. - o Governo Geral; produção de açúcar, como Portuguesa nos séculos XVI e XVII.
- a Câmara Municipal. riqueza, sendo esta última
como forma de ocupação do Após observação de figuras
território. representativas das instalações de um
engenho de açúcar - em duplas - redigir
pequenos textos sobre como imaginam
que fosse o dia-a-dia no local: o trabalho
escravo, a tecnologia, as tarefas
exigidas.
b) Economia colonial: X
pau-brasil: feitorias e Sugestão de DVD: Caramuru – a
escambo; Compreender o conceito de invenção do Brasil.
- agroindústria do açúcar plantation como uma das
(plantation). principais formas de
colonização e de exploração
em toda a América.
c) A expansão do X
catolicismo: Pesquisar sobre o trabalho de catequese
- catequese; Entender os processos de dos índios efetuado pelos padres
- Missões Jesuíticas. criação das Missões Jesuíticas jesuítas, e a maneira pela qual este
e da catequese como parte trabalho influenciava tanto os religiosos
integrante da Contrarreforma quanto os índios, que tiveram sua cultura
Católica. X modificada pelos novos hábitos,
costumes e religião impostos pelos
Compreender o conflito de colonizadores.
interesses que envolvia a
catequese dos índios pela Sugestão de DVD: A Missão.
Igreja, de um lado, e, por outro
lado, a captura de indígenas
para escravização defendida
pelos colonos portugueses.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
d) Trabalho e Compreender que a X Localizar em mapas históricos, os
escravidão. escravidão indígena e a principais povos indígenas quando da
africana foram utilizadas em chegada dos europeus.
função dos interesses e das
condições socioeconômicas Trabalhar com imagens históricas que
das diferentes regiões que representem a escravidão de negros e
compunham a América. ameríndios, enfatizando a crueldade
inerente a esta prática econômica
Reconhecer criticamente que X moderna.
tanto a escravização indígena
quanto a dos africanos
representaram formas de
exploração e de
discriminação.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
7º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VI - Reconhecimento Interiorização do Compreender que a existência X Organizar uma linha de tempo com os
das formas de processo de do tratado de Tordesilhas não principais ataques estrangeiros ocorridos
ocupação colonização (Séc. XVI garantiu o reconhecimento de durante o período colonial.
implementadas pelos e XVII): exclusividade da América a
colonizadores - defesa do território; espanhóis e portugueses por Através da observação de mapas
portugueses que - expansão econômica e parte de outras nações históricos perceber o processo de
contribuíram para a territorial; européias, gerando inclusive expansão da ocupação do território
formação territorial - entradas e bandeiras. invasões e guerras no “Novo colonial, organizando, em grupos, fichas
do Brasil. Mundo”. com as principais ações que marcaram
essa ação.
Identificar, no caso da X
América portuguesa, o Montar quadro comparativo com as
vínculo direto entre expansão diferenças e semelhanças entre a
da economia colonial e a pecuária no sertão nordestino e nas
expansão das fronteiras para estâncias gaúchas.
além de Tordesilhas.

- União Ibérica Compreender que a União X Com o uso de mapas mundi dos séculos
(1580/1640) Ibérica teve conseqüências XV ao XVII demonstrar o apogeu e a
negativas e positivas: para o decadência do Império naval português.
Brasil, representou a
legalidade do expansionismo
territorial; já para Portugal,
representou a perda real da
sua hegemonia marítima.
- drogas do sertão e a Compreender o extrativismo X Demonstrar através de imagens do
ocupação da região das drogas do sertão como um passado e do presente que o rio
norte. dos principais fatores para a Amazonas e seus afluentes continuam
expansão da ocupação sendo vitais para a ocupação e
portuguesa nas regiões intercomunicação do norte com o restante
banhadas pelo rio Amazonas do país.
e pelos seus afluentes.

- caminhos do gado: Apontar a prática da pecuária X Trabalhar imagens históricas do período,


sertão nordestino; extensiva nos séculos XVI e comparando-as com as práticas de
estâncias gaúchas. XVII como um dos mais pecuária extensiva e intensiva que
importantes fatores para a existem no Brasil de hoje.
ocupação do interior das
regiões nordestina e sul. Promover pesquisa na internet para
verificar a importância da pecuária para a
economia brasileira atual.
VII - Compreensão A sociedade colonial Compreender as principais
dos principais escravista: características da família
componentes que - vida social; patriarcal colonial. X Montar um painel, comparando aspectos
deram forma e cor à - catolicismo; Identificar as marcas culturais da família patriarcal do Brasil colonial e
sociedade colonial da -popular/sincretismo; da sociedade colonial, as famílias de hoje.
América Portuguesa. - rituais africanos e percebendo as suas
festas. permanências na sociedade Pesquisar em desenhos e ilustrações de
brasileira atual. viajantes europeus, algumas
manifestações populares durante o
Entender o Quilombo dos período colonial, chamando a atenção da
Os quilombos e as Palmares e a figura de Zumbi questão da leitura feita pelo artista
outras formas de como representações da naquela época.
resistência ao sistema participação dos escravos na X
escravista história do Brasil, lembrando Como sugestão, conhecer/explorar as
que a resistência à escravidão diversas músicas e sambas sobre o tema
era uma atitude cotidiana, que quilombo, Zumbi e a escravidão.
se apresentava sob aspectos
variados.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
I – Compreender as a) As 13 Colônias: Compreender como as X Apresentar texto didático onde apareça
mudanças políticas - Características do características do território o sentido da palavra revolução. Em
que marcaram o território e ocupação; influíram na opção da seguida, localizar no dicionário o
mundo ocidental a - colônia de colonização verbete sobre revolução. Propor um
partir do final do povoamento e debate sobre os vários sentidos da
Século XVII. exploração; Compreender a diferença palavra revolução.
- a questão da entre colônia de povoamento X
autonomia. e exploração.

b) A Crise do Compreender a crise do


Absolutismo Absolutismo como o X Trabalhar com mapas desenvolvendo a
momento de grande mudança relação entre a História e a Geografia.
na orientação política das
nações européias. Elaborar um quadro comparativo dos
dois tipos de colonização.
c) As Revoluções Perceber a idéia de revolução
Inglesas: como uma fase do processo X Exibir trechos de filmes como:
- A Revolução de aceleração do tempo Elizabeth, Cromwell.
Puritana; histórico.
- A Revolução
Gloriosa. Perceber o pensamento X
iluminista e liberal, além da
Revolução Inglesa como
processos burgueses de
questionamento da ordem
Absolutista Moderna.
II – Compreender as a) Primeira Fase da
mudanças Revolução Compreender a transformação X Apresentar duas imagens: uma anterior à
econômicas e sociais Industrial: do sistema artesanal para o Revolução Industrial, com cena
no mundo ocidental a - novos saberes; sistema fabril durante o tradicional de uma mulher trabalhando
partir do Século - novos ofícios; processo inicial da Revolução na fiação, em sua casa; outra, de uma
XVIII. - novos trabalhadores; Industrial. fábrica têxtil. Os alunos deverão apontar
- movimento e semelhanças e diferenças entre as duas
ideologia operária: Identificar, entre as X ilustrações. Após explicação oral do
Ludismo, Cartismo; características da era professor sobre o processo de inovação
- o êxodo rural e as industrial, os processos de tecnológica na Grã-Bretanha a partir de
transformações degradação das cidades e o 1780, os alunos deverão elaborar uma
urbanas; esvaziamento dos campos. história em quadrinhos sobre o processo
- o conceito de que recebeu o nome de Revolução
Capitalismo. Industrial.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
III – Entender o a) A Colônia em Identificar o processo de X Após estudo de material didático sobre
conjunto de transformação: consolidação da expansão as revoltas do período colonial, os
transformações que - a mineração; territorial da América alunos, divididos em grupos, deverão
marcaram as relações - a nova política Portuguesa ocorrida no criar um jogo de perguntas e respostas
entre a metrópole administrativa: Século XVII. sobre os conteúdos trabalhados.
portuguesa e sua centralização, controle
colônia americana. e fiscalização; Compreender o papel da nova Elaborar quadro comparativo entre os
- Movimentos política administrativa movimentos nativistas.
Nativistas; implementada pela Coroa X
- as novas fronteiras Portuguesa na eclosão das Pesquisar em revistas, jornais e internet
da América rebeliões na América a exploração dos recursos minerais no
Portuguesa; Portuguesa. Brasil atual.
- as mudanças na
sociedade colonial. Pesquisar o Caminho do Ouro e a
importância da cidade do Rio de Janeiro
neste período.

Após a leitura do poema “O voo sobre as


Igrejas”, de Carlos Drumond de
Andrade, pesquisar sobre a obra de
Aleijadinho – relacionando-a ao
panorama das minas no século XVIII e
localizando a região em mapa geográfico
do Brasil.
IV – Compreender a Compreender o triunfo do X
mudança do ideário burguês sobre o Criação de um verbete para uma versão
pensamento no b) O Movimento pensamento do Antigo atual da Enciclopédia.
Mundo Ocidental a Iluminista: Regime.
partir do final do - a Enciclopédia e os
Século XVIII. Pensadores; Relacionar o pensamento
- o Despotismo liberal ao desenvolvimento do
Esclarecido; capitalismo. X
- o Liberalismo.

V – Compreender as a) Revolução Entender a importância das


mudanças políticas e Americana (1776) e a noções de liberdade e
sociais no mundo construção dos igualdade para a construção
ocidental a partir do Estados Unidos da da cidadania e dos Direitos
final do Século América. Humanos. X Analisar a Declaração da Independência
XVIII. dos EUA e a Constituição americana.
b) A Revolução Compreender a influência da
Francesa (1789): independência e da Filme: O Patriota.
- antecedentes; construção dos EUA para o
- Assembléia processo de emancipação das
Constituinte; demais colônias americanas.
- Monarquia
Constitucional; X Analisar A Declaração dos Direitos do
- Convenção; Homem e do Cidadão – Revolução
- Diretório; Identificar os antecedentes do Francesa, debater com a turma a
- Consulado; processo revolucionário e as seguinte questão: “Hoje, o conceito de
- a Declaração dos principais características de cidadania vai além dos princípios
Direitos do Homem e suas fases. contidos na Declaração?”
do Cidadão; X
- o Império Entender a importância da
Napoleônico. participação popular durante
o processo revolucionário.
Com o apoio de textos didáticos,
c) A independência Compreender a importância X trabalhar as idéias de voto, Constituição,
das colônias na da Declaração Universal dos relação entre poderes, República,
América Latina: Direitos do Homem e do Federação etc.
- São Domingos e Cidadão, escrita durante a
Haiti; Revolução Francesa, para a Exibir trechos dos filmes Casanova e a
- os processos de difusão dos princípios liberais Revolução, Danton, A Marselhesa,
emancipação das que norteiam o atual conceito Maria Antonieta (Sofia Coppola),
colônias espanholas na de cidadania. Retratos Imperfeitos em Santa Helena
América (principais X (Baixar no site os filmes. Precisa de
características e Reconhecer a diferença entre legendas em Português).
lideranças). voto censitário e universal.
Compreender a importância Pesquisar sobre o processo de
do exemplo da Independência independência em São Domingos, em
das Treze Colônias e os ideais 1804. Em grupos, produzir um panfleto
da Revolução Francesa como explicando as causas do movimento.
sendo de forte inspiração para Leitura oral das produções e escolha,
os processos de emancipação pela turma, dos argumentos mais
no continente americano. convincentes.

Identificar os reflexos da X
disputa pelo poder na Europa
com acontecimentos
ocorridos na América.

Diferenciar, no processo de X
independência, a Comparar mapas históricos que mostrem
fragmentação política da a fragmentação da América Espanhola
América Espanhola em em contraste com a unidade da antiga
relação à manutenção da América Portuguesa, após o processo de
integridade territorial independência das respectivas colônias.
brasileira.
VI – Compreender o a) De América Reconhecer as influências do Em grupos, organizar mural com
processo que levou à Portuguesa a pensamento iluminista no X pesquisa sobre as novas instituições
independência da Império do Brasil: processo de Crise do Sistema criadas por D. João no Rio de Janeiro.
América Portuguesa - rebeliões, conjuras e Colonial.
e à sua inconfidências; Por meio da observação de mapas
transformação em - a transferência da Observar as transformações X históricos, comparar os processos de
Império do Brasil. Família Real implementadas por D. João na independência da América Espanhola e
Portuguesa para o cidade do Rio de Janeiro com da América Portuguesa.
Brasil; o intuito de transformá-la na
- a Revolução Liberal nova sede do Império Elaborar, com os alunos, um quadro
do Porto (1820). Português. sobre o processo de independência da
X América Espanhola e, outro, sobre a
Identificar a mudança da independência da América Portuguesa.
política portuguesa e a volta de
D. João VI para Portugal.
X
Reconhecer, na Revolução do
Porto, a tentativa de
recolonização do Brasil
ameaçando as conquistas
b) A Proclamação da adquiridas no Período Joanino.
Independência.
Entender o processo de
Independência da América X
Portuguesa.
Compreender por que venceu o
modelo da independência com
a preservação do regime
monárquico com D. Pedro I. X
Diferenciar o processo de
independência da América
Portuguesa daquele da
América Espanhola em termos X
de manutenção da integridade
territorial e de ausência de
rebelião social.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VII – Compreender o a) Mantendo a Perceber que o projeto de X Após leitura de textos de apoio, destacar
processo de formação unidade: construção do Estado pontos que evidenciem a preocupação
do Império do Brasil - o combate às revoltas imperial se preocupou em: com a manutenção da ordem e da
(1822-1889) com base locais: a repressão à manter a unidade do unidade na constituição do Império.
em três princípios: Confederação do território, impor a ordem
Unidade, Ordem e Equador (1824); política e social e construir Montar quadro síntese das principais
Civilização. - as agitações no Rio de uma civilização tropical nos revoltas do período regencial,
Janeiro e a abdicação moldes europeus. localizando-as geograficamente e
de D. Pedro I; X temporalmente.
- a menoridade do Identificar as muitas lutas
príncipe D. Pedro e a internas ocorridas no período
instauração do regencial e a ameaça que
governo regencial representaram à unidade
(1831-40); territorial do Império a partir
- o combate à Guerra da abdicação de D. Pedro e ao
dos Farrapos e a figura longo do período regencial.
do Duque de Caxias.
Compreender a contribuição X Organizar esquema com a representação
do poder moderador para a política estabelecida pela Constituição
centralização política e de 1824 e compará-la com a atual
administrativa do Império. estrutura política do Brasil.

Relacionar os interesses do X
sistema escravista à
organização de um império
unitário e centralizado.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
b) Impondo a ordem: Identificar os principais X Organizar um debate entre os alunos
- A Constituição de instrumentos usados pelo sobre o sentido de ser cidadão no
1824 e a definição dos Império para impor a ordem Império. Comparar com o que hoje
limites e num país miscigenado e identifica o cidadão brasileiro. Súdito ou
possibilidades da escravista como o Brasil. cidadão?
cidadania no Império
do Brasil. Comparar regimes políticos: X Dramatizar pequenos esquetes,
Monarquia Absolutista e selecionados pelo professor, após leitura
Monarquia Constitucional. de trechos do livro Memórias de um
sargento de milícias, de Manuel Antônio
Reconhecer a diferença entre de Almeida.
a Constituição outorgada e X
promulgada.

Analisar a organização dos


poderes estabelecida pela X
Constituição Imperial de
1824.

c) Construindo a Identificar o processo de X Montar painel com algumas das


civilização: construção de uma memória instituições criadas – IHGB, Arquivo
- a construção de uma para a nação através da Imperial, entre outros – com a finalidade
civilização européia pintura histórica do Séc. XIX. de constituir uma identidade para a
nos trópicos; X nação brasileira.
- a educação para a Perceber a construção de uma
elite imperial; cidadania limitada. Apresentar pinturas históricas como A
- as instituições que Primeira Missa ou O Grito do Ipiranga
construíram a nação como fontes fundamentais para se
brasileira; entender a construção da identidade da
- as Ideologias de nação brasileira e do povo brasileiro.
branqueamento e
invisibilidade das
culturas africanas e
indígenas (Brasil ideal
x Brasil real).
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VIII – Compreender a) A sociedade no Analisar os espaços de X Através da observação de gravuras de
os principais Império: sociabilidade na capital pintores, como Rugendas, Debret e
componentes que - espaços públicos e imperial. outros da época, redigir pequenos textos
deram forma e cor à vida social; apontando as principais características
sociedade do Império - condições sociais e Caracterizar a escravidão X do espaço urbano do Rio de Janeiro do
do Brasil. revoltas populares; urbana e suas formas de Séc. XIX.
- escravidão urbana: resistência.
escravos de ganho, os Pesquisar o simbolismo das “camélias”
quilombos e as Relacionar as condições entre os que defendiam o fim da
camélias. sociais da população com a X escravidão.
eclosão de revoltas sociais.
Reunir imagens que retratem as escolas
do Império. Comparar com as escolas de
hoje (consultar acervo do CREP, através
do respectivo site).

IX – Reconhecer o a) Economia Relacionar a construção de X Organizar um quadro-síntese,


ritmo acelerado das imperial: estradas de ferro, o aumento relacionando o desenvolvimento da
inovações - a produção cafeeira; na capacidade de transporte e lavoura cafeeira e o início da atividade
tecnológicas na - as estradas de ferro; o desenvolvimento da industrial na segunda metade do Século
segunda metade do - Novas relações de atividade cafeeira em São XIX.
Século XIX e seu trabalho: do escravo Paulo.
impacto nas ao imigrante; X Apresentar reprodução de anúncios,
transformações que - produção industrial e Compreender o impacto da comuns nos jornais brasileiros ao longo
se operaram no crescimento urbano. expansão industrial e urbana do século XIX, sobre compra e venda de
Império do Brasil. sobre a economia escravista e escravos. Solicitar que os alunos
agroexportadora. elaborem novo material para anunciar a
compra-venda de escravos no período
em pauta.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
Reconhecer as novas X Representar em mapa, a marcha do café,
condições socioeconômicas destacando a região do Vale do Paraíba e
que levaram à substituição da o oeste paulista.
mão-de-obra escrava pela
mão-de-obra livre. Montar fichas que abordem termos
relacionados ao processo de imigração:
Discutir a importância do  o migrante como colono;
imigrante na passagem do X  o sistema de parceria;
trabalho escravo para o  o migrante como trabalhador
trabalho livre. assalariado;
 os núcleos populacionais
originados com a vinda de
imigrantes.

Entrevista com imigrantes e com


migrantes. Os grupos deverão elaborar
textos conclusivos, articulando as
informações obtidas nas etapas da
atividade.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
8º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
X – Entender as a) Da crise do Compreender a contribuição X Mostrar, através de mapas, as disputas
condições políticas, Império à República: da Guerra do Paraguai para o entre Argentina, Uruguai, Paraguai e
sociais e econômicas - a Guerra do fortalecimento do sentimento Brasil pelo domínio comercial da região
que levaram ao fim Paraguai (1864-70); nacional. da Bacia do Prata.
do Império e à - o fim da escravidão
proclamação da no Brasil (1888); Perceber a presença mais X Discutir as versões, apresentadas por
República no Brasil - o fim da Monarquia e atuante dos militares na vida vencedores e vencidos, acerca da Guerra
em 1889. a Proclamação da política e social do Império. do Paraguai.
República (1889).
Perceber o fim da escravidão X Compor quadro sinótico com diferentes
como resultado de uma série aspectos da campanha abolicionista,
de iniciativas de diferentes relacionando-os com os efeitos práticos
setores, interessados em alcançados.
modernizar o Império.
Mostrar as várias faces da luta pelo fim
Compreender a existência de X da escravidão no Brasil: o debate
variados projetos sobre a parlamentar; a campanha na imprensa; a
inserção dos escravos na fuga de escravos e o aumento da
sociedade brasileira. resistência à escravidão.

Perceber as condições sociais X Debater sobre o preconceito contra o


dos afro-descendentes após a negro e o mestiço, a partir da
Abolição comparação com a mão-de-obra
imigrante.
Analisar as circunstâncias X Propor a elaboração de um quadro
políticas que favoreceram a comparativo entre as características do
queda da Monarquia. regime monárquico e as do regime
republicano.
Apresentar filmes ou documentários que
abordem a questão da discriminação ao
negro e aos indígenas no Brasil. Discutir
a importância dessas etnias na
construção da identidade nacional.

XI – Compreender o a) Os Estados Unidos Perceber o crescimento Apresentar trechos dos Filmes Amistad e
processo de expansão no Século XIX: político e militar dos EUA X Tempo de Glória, Mississipi em chamas.
territorial americano - a expansão territorial durante o Século XIX que
e da Guerra Civil. (Marcha para Oeste); permitirá aos mesmos
- Guerra de Secessão; tornarem-se a maior potência
- a questão do negro. do século XX.

Compreender que mesmo X


com a vitória do movimento
abolicionista, a realidade dos
ex-escravos ficou marcada
pela segregação.
XII – Compreender b) A Segunda Fase Perceber a questão da Elaborar um quadro comparativo entre
os avanços técnico- da Revolução migração/imigração, as X as ideias liberais (capitalismo) e as
científicos e as Industrial: transformações nos meios de ideias socialistas.
mudanças político- transporte e comunicações.
ideológicas no Século - o Sindicalismo;
XIX. - o Socialismo
Utópico e Científico,
Anarquismo;
- Liberalismo;
- Fordismo e
Taylorismo. Compreender a formação de X Trabalhar com imagens que representam
uma consciência de classe as inovações da Segunda Fase da
entre os trabalhadores, Revolução Industrial.
organizados em sindicatos,
lutando por direitos e por Apresentar trechos do filme Tempos
melhores condições de Modernos; Dans, um grito por justiça;
trabalho. Oliver Twist (pesquisar informações
técnicas sobre os filmes).
Compreender as novas formas
de organização e controle, do X
trabalho: fordismo e
taylorismo.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
I – Compreender o a) A Era das Nações Entender as diferenças entre o X Comparar os mapas da Europa e
Século XIX como a e dos Impérios: pensamento liberal e o verificar as várias mudanças territoriais
Era que marcou a -Nação/Nacionalismo; pensamento socialista. que se operaram ao longo dos Séculos
construção das - unificação Alemã e XIX e XX.
nações e dos Italiana; Entender nação como um X
impérios. - Imperialismo/ processo de construção que A partir de trabalho com mapas, criar
Neocolonialismo; ocorreu no Século XIX texto coletivo sobre o retalhamento da
- Doutrina África entre as diversas potências
Monroe/Big Stick; Perceber a expansão X européias.
- Era Meiji. imperialista das nações
industrializadas sobre o Exibir trechos do filme O Último
mundo. Samurai.

Compreender a atuação do X
Estado a serviço do capital
imperialista.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
II – Compreender as A Primeira Compreender o princípio X Trabalhar com as charges do período,
condições políticas, República (1889- federativo como uma nova por exemplo, Ângelo Agostini.
sociais, culturais e 1930): relação entre o poder central
econômicas que (a União), os interesses
marcaram a a) Política e poder: regionais (Estados) e os
primeira fase da - as regras do poder potentados locais Comparar as limitações legais e práticas
República no Brasil. republicano na (“coronéis”). do voto na Primeira República com a
Constituição liberdade de votar hoje em dia no Brasil.
Republicana de 1891; Analisar os limites e X Dividir a turma em grupos e solicitar que
- voto e participação possibilidades da participação elaborem um quadro comparativo entre
política: coronelismo, popular durante a Primeira os dois períodos, tendo como base a
voto de cabresto e República, compreendendo a questão dos mecanismos de conquista do
curral eleitoral; importância do voto voto pelos candidatos aos cargos no
- a Política do “Café consciente como um direito Legislativo e no Executivo (âmbitos
com Leite” e a do cidadão. local, regional e nacional).
“Política dos X
Governadores”. Compreender a força do Exibir trechos dos filmes Besouro; O
coronelismo e os métodos de Auto da Compadecida.
dominação política e social
das oligarquias agrárias.
b) Cultura e Compreender o contraste entre X Organizar painel com ilustrações que
sociedade: o Brasil Ideal (a capital da caracterizem as mudanças ocorridas nas
República – modelo urbano cidades com a introdução de novos bens
- a Belle Époque na europeu/continuação da de consumo.
capital da República: a política de branqueamento) x
Reforma Pereira Brasil Real (derrubadas dos Trabalhar com fotos de época, tais quais
Passos. morros e dos cortiços. Limpeza a da abertura da Avenida Central, da
- Revolta da Vacina; urbana = negros e pobres Confeitaria Colombo.
- Revolta da Chibata; deslocados para a periferia).
- Guerra de Canudos; Comparar os movimentos sociais
- Guerra do Contestado. ocorridos nesse período com os
movimentos sociais de hoje em dia.

c) Economia e Relacionar a dinâmica da Exibir trechos do filme Guerra de


sociedade: exploração do trabalhador ao X Canudos.
início da organização da luta
- a questão do café; operária.
- o impulso industrial;
- o mercado de Reconhecer no Convênio de Apresentar imagens que representem o
trabalho e a luta Taubaté um acordo que X ambiente urbano e o rural, tais como
operária; beneficia as elites em fotos de época e quadros de Cândido
- a greve paulista de detrimento do restante da Portinari.
1917. sociedade.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO
OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES
1º 2º 3º 4º
III – Compreender a a) A Primeira Guerra Compreender os interesses X Recorrer a mapas para melhor
crise do liberalismo Mundial (1914-1918): imperialistas e os movimentos entendimento das regiões envolvidas na
no Brasil e no nacionalistas que levaram à I Guerra na abrangência do conflito.
Mundo - a Paz Armada; Primeira Guerra Mundial.
- a Política de Alianças; Comparar os mapas do Continente
- as Disputas Perceber este conflito como a X europeu antes e depois da Primeira
Imperialistas; primeira experiência de Guerra Mundial.
- “Cidadãos em Armas”; “guerra total”.
- as novas tecnologias Apresentar os cartazes de propaganda
bélicas; Perceber na Primeira Guerra o X dos países beligerantes.
- o Tratado de Versalhes; fim do paradigma civilizatório
- as modificações europeu. Exibir trechos de filmes, tais como:
geopolíticas: o fim dos Nada de novo no front, Flyboys.
Impérios.

b) A Revolução Russa Compreender a formação do X Elaborar sínteses relacionando o


(1917) – a União Estado Soviético e sua desenvolvimento social, militar e
Soviética: influência no mundo. tecnológico ao processo de construção
da União Soviética.
- a Rússia Czarista e a Diferenciar a economia
Crise Pré- planificada da economia de X Exibir trechos do filme Encouraçado
Revolucionária; mercado. Potemkin.
- a Revolução de
Fevereiro Compreender esta revolução X Apresentar os cartazes da época
(Menchevique); como a primeira experiência revolucionária.
- a Revolução de concreta do socialismo.
Outubro (Bolchevique);
- a Guerra Civil Russa; Compreender a importância X
- o NEP e o Socialismo dos soviets na construção da
de Estado. consciência de classe.
Debater sobre o significado da imagem
c) A crise da Compreender os movimentos do monumento ao tenente ferido na
República Oligárquica de insatisfação da classe X Revolta do Forte de Copacabana, em
no Brasil: média urbana e dos militares 1922 (Siqueira Campos).
contra o regime da Primeira
- o Tenentismo; República. Relacionar a Revolução Comunista no
- o Partido Comunista Império Russo (1917) e a criação da
do Brasil (PCB); Mostrar o impacto das novas X União Soviética ao movimento
- o Modernismo no ideias no âmbito cultural que comunista no Brasil.
Brasil. romperam com paradigmas
nas artes, na literatura e na Debater algumas das ideias expressas no
música. “Manifesto Antropofágico” (1928), de
Oswald de Andrade, e no livro
Macunaíma, de Mário de Andrade
(1928).

d) O período Entre- Analisar as consequências da X Utilizar vídeos relacionados ao tema tais


Guerras: Primeira Guerra Mundial que como: O Poderoso Chefão, Os
- O “perigo vermelho”; levaram ao acirramento das Intocáveis, Inimigo Público e O Grande
- Crise de 1929; tensões econômicas, Ditador.
- New Deal; ideológicas, sociais e políticas. X
- Nazi-fascismo. Estabelecer uma comparação entre a
Perceber a intervenção estatal crise estrutural capitalista de 1929 e as
na economia como solução à crises econômicas atuais.
crise estrutural capitalista. X

Compreender a construção do
arianismo e do antissemitismo
como características mais
extremas do Nazismo
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO
OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES
1º 2º 3º 4º
IV - Compreender as A Era Vargas (1930-
implicações do 1945):
conjunto de
transformações a) Governo Identificar as condições que X Exibição do documentário Revolução
iniciadas com a Provisório: favoreceram o fim da de 1930, de Sylvio Back.
chamada “Era chamada Primeira
Vargas”. - a “Revolução” de República e a ascensão de Trabalhar com charges, com fotos,
1930; Getúlio Vargas ao poder: A cartazes de época.
- o início da Política Revolução de 30.
Trabalhista;
- a “Revolução”
Constitucionalista de
1932.

b) Governo
Constitucional: Perceber a influência das X Exibir trechos do filme Olga.
- a Constituição de teorias políticas européias
1934; nas disputas político- Trabalhar com o discurso de Vargas,
- a ANL e AIB; ideológicas no Brasil. proferido quando do Golpe do Estado
- a Revolta Comunista Novo.
de 1935; Compreender o processo
- o Plano Cohen político que culmina com o X
(1937); golpe de 1937.
- o Golpe do Estado
Novo.
c) O Estado Novo Refletir criticamente os X Simular um programa de rádio, nos
conceitos de Populismo e moldes da cultura de massa do período
- a Constituição Paternalismo Político. varguista, abordando notícias daquele
“Polaca” (1937); período (pesquisadas em textos
- o DIP; Comparar a experiência X didáticos). Se possível, selecionar
- a Educação e a populista no Brasil com algum samba ou marcha carnavalesca
Cultura; outras experiências da época, que aborde o nacionalismo
- a intervenção do semelhantes na América (Aquarela do Brasil).
Estado na economia. Latina.
Debater a formação, durante o Estado
Compreender a situação Novo, de um tipo de cidadania baseada
econômica do Brasil nesse X
nos direitos sociais. Estabelecer
período, destacando a comparação com a política social de
política trabalhista (a CLT) hoje.
e o nacionalismo econômico
x “entreguismo”. Trabalhar a letra da música
“Construção”, de Chico Buarque.
Entender a utilização dos Levantamento de profissões dos
meios de comunicação de X responsáveis, seguido de organização
massa como forma de de painel com cenas da sociedade
conquistar a adesão da industrial brasileira de hoje (recortes de
população ao governo jornais e revistas, desenhos dos próprios
Vargas. alunos etc.).
Analisar a censura dos X
meios de comunicação de
massa imposta por Vargas
(DIP).
Compreender a intervenção
estatal na economia no X
período Vargas como
efetivo processo da
industrialização brasileira.
Perceber os reflexos dos X
conflitos mundiais no
contexto brasileiro.
V – Compreender o
processo do conflito, A Segunda Guerra
suas causas e suas Mundial (1939-45):
consequências para o Perceber a linha de Montar um quadro comparativo entre os
mundo a) Antecedentes: continuidade entre as duas motivos e as consequências das duas
contemporâneo. - as Conseqüências do grandes guerras: causas e X guerras.
Tratado de Versalhes; efeitos.
- o “Revanchismo” Utilizar filmes e documentários sobre o
alemão; Entender a Guerra Civil tema, tais como: O resgate do Soldado
- o Expansionismo Espanhola como uma prévia X Ryan; Círculo de Fogo; A Vida é Bela,
militar; do conflito mundial. A lista de Schindler; O pianista; Cartas
- a “Política de de Iwo-Jima; O Tribunal de
Apaziguamento”; Nuremberg; Der fuehrer’s face (filme
- a Guerra Civil da Disney).
Espanhola;
- o Pacto de Não- Análise de mapas referentes à nova
Agressão (Alemanha e geopolítica da Europa.
URSS).
Analisar a união das Analisar a pintura Guernica, de Pablo
b) A Primeira fase: o potências capitalistas e X Picasso.
avanço do Eixo. socialista contra a ameaça
- a invasão da Polônia; nazi-fascista.
- a ocupação da
França;
- a invasão da URSS
- o ataque a Pearl Refletir sobre a participação X
Harbor. do Brasil ao lado dos
c) A Segunda Fase: a Aliados contra o Nazi-
contenção do Eixo. Fascismo.
- a Entrada dos EUA e
da URSS na guerra;
- Stalingrado;
- a Conferência de
Yalta.
d) Terceira Fase: a
vitória aliada. Analisar criticamente os Organizar quadro com o envolvimento
- o Dia D; horrores da Guerra: X do Brasil na Segunda Guerra. Exibição
- a participação do destruição e morte. de vídeos/documentários que poderão
Brasil na II Guerra; complementar os trabalhos (consultar os
- a Conferência de programas da Multirio).
Potsdam e a
Conferência de Bretton
Woods;
- o Holocausto;
- bombas Atômicas em
Hiroshima e
Nagasaki).

e) Consequências
imediatas: Compreender a necessidade X Analisar a Declaração Universal dos
- criação da ONU; de criação de organismos Direitos Humanos.
- o Tribunal de internacionais para a
Nuremberg; manutenção da paz e da
- a Divisão da garantia dos direitos
Alemanha; humanos.
- Plano Marshall e Trabalhar com o poema Rosa de
Plano Colombo; Hiroshima, de Vinícius de Moraes.
- Declaração Universal
dos Direitos Humanos;
- a criação do Estado
de Israel.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VI – Compreender os Democracia e
limites e desenvolvimento
possibilidades de (1945-64):
implantação do
regime democrático a) O fim do Estado Analisar trechos da “Carta-testamento”
no Brasil. Novo e a abertura deixada pelo presidente Vargas, em
democrática; Analisar o Brasil pós-Era agosto de 1954, por ocasião de seu
Vargas e sua inserção na X suicídio.
b) O governo Dutra: Guerra Fria.
- alinhamento com os
EUA;
- a perseguição aos
comunistas;
SALTE
- o Plano SALTE.

c) O Segundo Compreender a crise política


Governo Vargas: do final do governo Vargas, X
- “O Petróleo é cujo desfecho foi o suicídio
nosso”; do presidente.
- a política trabalhista;
- a crise econômica;
- a crise política e o
suicídio.

d) O governo Analisar as principais X Organizar a turma em grupos para


Juscelino Kubitschek características do governo JK, elaborar pesquisa sobre o governo JK,
(1956-61): destacando a modernização, a com o seguinte roteiro: período de
- o Plano de Metas; internacionalização governo / crescimento econômico /
- o incentivo à econômica e a democracia plano de metas / injustiças sociais /
industrialização; liberal. euforia desenvolvimentista /
- a fundação de movimentos culturais.
Brasília;
- a dívida externa.

e) os governos de X Organizar uma cronologia dos


Jânio Quadros e Perceber as sucessivas crises acontecimentos que antecederam o Golpe
João Goulart: políticas que marcaram a de 1964, destacando – através de debate -
- a política de não- conjuntura que precedeu o as reformas de base propostas pelo
alinhamento; golpe militar de 1964. governo Goulart e a influência que
- a renúncia de Jânio; tiveram sobre o golpe.
- a experiência
parlamentarista;
- as Reformas de Base;
-os movimentos
sociais de direita e
esquerda;
- o Golpe de 1964 e o
rompimento com a
democracia.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
VII – Compreender a Guerra Fria e seus Montar quadro síntese com as principais
conjuntura do Pós- desdobramentos: características da chamada Corrida
Guerra. a) A bipolarização do Armamentista.
mundo: Analisar o fim da II Guerra e
- a “Cortina de Ferro” a construção do mundo X
- o Muro de Berlim; bipartido: Capitalismo e
- a OTAN e o Pacto de Comunismo.
Varsóvia;
- O Macarthismo;
- a Corrida Espacial e
Armamentista.

b) revoluções e Identificar os conflitos


conflitos: ocorridos no período da
- a Revolução Guerra Fria como decorrentes
Chinesa; da disputa indireta entre os X
- a Guerra da Coréia; EUA e a URSS pela
- a Revolução Cubana; supremacia mundial.
- a Guerra do Vietnã;
- a Revolução
Sandinista. Compreender o processo de
c) A Descolonização construção de nações na África Enfocar, principalmente, os movimentos
da África e Ásia. e na Ásia como resultado da X de libertação ocorridos nos países de
descolonização. língua portuguesa: Angola, Moçambique,
Guiné Bissau e Cabo Verde.
Analisar e criticar a realidade
da África do Sul constituída
através do regime de X
Apartheid.
VIII - Compreender A Ditadura Militar
a conjuntura da (1964-85). Levantamento das manifestações
Ditadura Militar no artísticas e culturais que marcaram os
Brasil. a) Período de 1964- Entender a democracia como X “Anos de chumbo”, destacando como se
1968: um valor inestimável, deu o processo de repressão em relação
rejeitando os regimes a essas manifestações.
- Atos Institucionais; ditatoriais.
- a Resistência; Procurar no dicionário o significado da
- a Repressão; Identificar as medidas X palavra “ditadura”. Após a leitura em
- as medidas repressivas do Regime Militar textos didáticos sobre o tema, identificar
econômicas; como fatores marcantes no trechos que abordem ações dos
- bipartidarismo. desmantelamento dos governos militares que configurem a
movimentos de oposição. implantação de uma ordem ditatorial.
b) Período de 1968- X Através de charges, como as de Henfil,
1974: Analisar as linhas básicas do estabelecer debate em torno de questões
- o Ato Institucional modelo de desenvolvimento discutidas em sala.
nº5; adotado durante a ditadura
- o “Milagre militar, que produziu o
Brasileiro”; crescimento econômico e, ao
- a Censura; mesmo tempo, a exclusão
- o recrudescimento do social.
regime;
- a luta armada;
- a crise do petróleo.

c) O período de 1974- Montar painel sobre o significado geral


1985: Compreender a necessidade e a X das mudanças políticas que se
possibilidade da participação processaram no país a partir do fim do
- a inflação e aumento popular na decisão dos rumos regime militar.
do custo de vida; do país.
- a abertura política
“lenta e gradual”;
- o movimento Exibir trechos de filmes como: O que é
operário do ABC; isso, companheiro?, O homem que
- a Teologia da virou suco, Zuzu Angel, Eles não usam
Libertação; Black Tie, Casseta & Planeta: A Taça
- a campanha da do Mundo é Nossa, entre outros.
Anistia;
- a campanha das
“Diretas Já” e o fim da
Ditadura Militar.

IX – A compreensão O Fim da Guerra


da nova ordem Fria e seus Relacionar o fim do mundo X Exibir trechos do filme “Adeus, Lênin!
mundial. desdobramentos: socialista com a implantação e “.
disseminação das políticas
- a Queda do Muro de neoliberais. Comparar o mapa europeu do período
Berlim; da Guerra Fria com o mapa atual.
- o fim do socialismo Compreender o avanço da X
real e da URSS; globalização e do Analisar a situação de economias como
- o unilateralismo: a neoliberalismo como reflexos Cuba e China dentro do contexto da
supremacia dos EUA; da supremacia norte- nova ordem mundial.
- o Neoliberalismo. americana.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
9º ANO

OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES BIMESTRES SUGESTÕES


1º 2º 3º 4º
X – Reconhecer a Democracia
importância da Brasileira (desde
participação política 1985):
como um dos fatores Identificar o momento de Organizar quadro com aspectos da luta
para a construção da a) A consolidação da elaboração de uma nova X pela terra e os principais atores nela
cidadania. democracia: Constituição a partir dos envolvidos.
- o governo Sarney; atores coletivos envolvidos no
- as tentativas de processo. Selecionar e trabalhar uma matéria
estabilização da jornalística relacionada aos processos
economia; Relacionar a volta da recentes de demarcação de terras
- o surgimento de democracia com a emergência X indígenas. Procurar identificar os
novos movimentos de novos atores sociais, como fatores presentes ao processo bem como
sociais; o MST. as posições e justificativas dos atores
- a Constituição de envolvidos (índios, grileiros,
1988; Verificar a emergência de fazendeiros, governo). Montar um
- as eleições novos movimentos em defesa painel como o material produzido.
presidenciais de 1989. dos direitos de minorias,
como povos indígenas, Entrevistar mulheres da comunidade
negros, mulheres. X buscando reconstituir suas histórias de
vida. Após a leitura oral de todas as
histórias, desenvolver um texto coletivo
discutindo o papel da mulher e da
b) O Neoliberalismo família na comunidade.
no Brasil:
Relacionar a aceleração do X
- o governo Collor, os processo de inserção do Elaborar um questionário com questões
planos econômicos e Brasil na chamada economia relevantes sobre o exercício do voto na
as articulações global às reformas escolha de representantes do povo para
políticas; promovidas pelos governos os cargos legislativos e executivos.
- o impeachment de brasileiros desde 1990. Entrevistar pelo menos uma mulher, um
Fernando Collor; homem e um jovem (que tenha exercido
- o governo Itamar e o o voto pela primeira vez nas últimas
Plano Real; eleições). Analisar, através de debate
- os governos FHC: com os alunos, as respostas coletadas a
estabilização partir da seguinte questão: a
econômica e as importância do direito de participação
privatizações. nos processos eleitorais.

c) o governo Lula:
- manutenção da
estabilização X Por meio da seleção de notícias em
econômica e avanços diferentes meios de comunicação,
na área social. organizar painel sobre o desafio que
representa para a sociedade brasileira o
equilíbrio entre as medidas que
sustentem a estabilidade financeira e as
iniciativas que impulsionem o
desenvolvimento econômico.

Leitura e discussão sobre o


enfrentamento dos atuais problemas
sociais, através de diferentes ações nos
campos da saúde e da educação.

Elaborar fichas com as principais


iniciativas no campo da política externa
brasileira, como: o Mercosul, a maior
inserção do Brasil em organismos
multilaterais, o apoio ao papel da ONU
como órgão responsável pela resolução
de conflitos internacionais, entre outros.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARRIGHI, Giovani. O longo século XX: dinheiro, poder e as
origens de nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto; São
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação Paulo: UNESP, 1996.
do Brasil no Atlântico Sul: séculos XVI e XVII. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
ASHTON, T. S. A Revolução Industrial: 1760-1830. Lisboa:
ALVES FILHO, Ivan. Brasil, 500 anos em documentos. 2ª ed. Rio Europa-América, 1974.
de Janeiro: Mauad, 1999.
BARRACLOUGH, Geoffrey. Introdução à História
ANDERSON, Perry. Linhagens do estado absolutista. São Paulo: Contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
Ed. Brasiliense, 1989.
BARROS, Edgar Luiz de. A Guerra Fria. São Paulo. Atual.
ANDRADE, Marta Mega. A Vida Comum: espaço, cotidiano e (Coleção Discutindo a História).
cidade na Atenas Clássica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
BEIGUELMAN-MESSINA, Giselle. A Guerra civil Espanhola.
ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História: São Paulo, Scipione (Coleção História em Aberto).
inteligências múltiplas, aprendizagem significativa e
competências no dia-a-dia. 2ed. Campinas: Papirus, 2003. BERCITTO, Sônia de Deus Rodrigues. Nos tempos de Getúlio –
Da Revolução de 30 ao fim do estado Novo. São Paulo, Atual.
ARAÚJO, Helena Maria Marques. Tempo-rei - a noção de tempo (Coleção História em Documentos).
em adolescentes de 10 a 14 anos: implicações para o ensino de
história. PUC-RIO Dissertação (Mestrado em Educação)1998. BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar: a
aventura da modernidade /. São Paulo : Companhia das Letras
ARIÈS, Philippe; DUBY, George (Org..) História da Vida
Privada: da Renascença ao Século das Luzes. São Paulo: BETHELL, Leslie. História da América Latina colonial. São
Companhia das Letras, 1993. v. 3 Paulo: EDUSP; Brasília: Fundação Alexandre Gusmão, 1997.

ARNAUT e MOTTA, Luiz e Rodrigo P. Sá. A Segunda Grande BELMONTE. Caricatura dos tempos. São Paulo: Melhoramentos,
Guerra - Do Nazi-fascismo à Guerra Fria. São Paulo, Atual. 1982.
(Coleção História Geral em Documentos).
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes; ALMEIDA, Adriana BRENER, Jayme. O mundo pós-guerra fria. São Paulo. Scipione.
Mortara. O Saber histórico na sala de aula. São Paulo: (Coleção Ponto de Apoio)
Contexto, 1997.
BROWN, Peter. El primer milenio de la cristandad occidental.
BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício do historiador. Barcelona: Labor, 1997.
Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008.
BROWN, Peter. O fim do Mundo Clássico: de Marco Aurélio a
BOSCHI, Caio César. Por que estudar História? São Paulo: Ática, Maomé. Lisboa: Presença, 1972.
2007.
BOXER, Charles R. A Idade do Ouro no Brasil. São Paulo, BROWN, Peter. The making of Late Antiquity. Cambridge, MA:
Nacional. Harvard University Press, 1978.

BOXER, Charles R. O império marítimo português: 1415-1815. BRUIT, Héctor H. O imperialismo. São Paulo, Atual. (Coleção
São Paulo: Companhia das Letras, 2002. Discutindo A História).

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da África Negra. São Paulo:
Básica. Ensino Fundamental de 9 anos – Orientações Gerais. Perspectiva, 1993.
Brasília, 2004.
BURKE, Peter. A fabricação do rei: a construção da imagem
BRAUDEL, Fernand; AYALA, Roselyne de; BRAUDEL, Paule; pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
GUILAINE, Jean; ROUILLARD, Pierre. Memórias do
mediterrâneo: pré-história e antiguidade. Rio de Janeiro: CARCOPINO, Jérôme. Roma no apogeu do Império. São Paulo:
MultiNova Distribuidora de Livros Ltda., 2001. Cia das Letras, 1990.

BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo Mediterrânico CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo:
na época de Felipe II. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1984. Brasiliense, 1982.

BRENER, Jayme. 1929: A crise que mudou o mundo. São Paulo, CARDOSO, Ciro Flamarion. A Cidade-Estado Antiga. São Paulo:
Ática. (Série Retrospectiva do Século XX) Ática, 1985.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Sociedade do Antigo Oriente CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite
Próximo. São Paulo: Ática, 1986. política imperial & Teatro de Sombras: a política imperial. Rio
de Janeiro, Ed. da UFRJ/Relume-Dumará, 1996 (2ª ed. revista).
CARDOSO, Ciro Flamarion. Antiguidade Oriental: política e
religião. São Paulo: Contexto, 1990. CASALECCHI, José Enio. A proclamação da República. São
Paulo, Brasiliense (Coleção Tudo é História).
CARDOSO, Ciro Flamarion. BOUZON, Emanuel. TUNES, Cassio
Marcelo (Orgs.). Modo de produção asiático: nova visita a um CASTRO, Therezinha de, História documental do Brasil. Editora
velho conceito. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Record, 1968.

CARDOSO, Ciro Flamarion. Trabalho compulsório na CHALHOUB, S. Trabalho, lar e botequim:o cotidiano dos
Antiguidade. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Graal, 2003. trabalhadores no Rio de Janeiro da Belle Époque. São Paulo:
Brasiliense, 1986.
CARLOS, J.; DAPIEVE, Arthur; LOREDANO, Cássio. . J.
Carlos contra a guerra: as grandes tragédias do século XX na CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade: uma história das
visão de um caricaturista brasileiro. Rio de Janeiro: Casa da últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo, Companhia
Palavra, 2000. das Letras, 1990.

CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. Holocausto – Crime contra a CHALIAND, Gérard. Mitos revolucionários do Terceiro Mundo.
humanidade. São Paulo, Ática. (Coleção História em Rio de Janeiro: Francisco Alves.
Movimento).
CHEVITARESE, André Leonardo. CORNELLI, Gabriele. SILVA,
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. O Rio de Janeiro e Maria Aparecida. (Orgs.). A Tradição Clássica e o Brasil.
a República que não foi. São Paulo: Cia. das Letras, 1987. Brasília: UNB/Fortium, 2008.

CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas. O COBBAN, A. A interpretação social da Revolução Francesa. Rio
imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, de Janeiro: Zahar, 1989.
1990.
COGGIOLA, O. A revolução chinesa. São Paulo: Moderna, 1985. DEL PRIORE, Mary (Org.). História das mulheres no Brasil. 3.
CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravatura no Brasil ed. São Paulo:Contexto; UNESP, 2000.
(1850-1888). Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1978 (2ª
ed.). DEL PRIORE, Mary; VENÂNCIO, Renato. Ancestrais: uma
introdução à História da África Atlântica. Rio de Janeiro:
COSTA, Caio Túlio. Anarquismo. São Paulo, Brasiliense. (Coleção Elsevier, 2004
Primeiros Passos).
COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos DEYON, Pierre. O Mercantilismo. São Paulo, Perspectiva.
decisivos. 7. ed. São Paulo: UNESP, 1999.
DIAS, Maria Odila Silva. A interiorização da metrópole e outros
CROUZET, Maurice (Org.). História Geral da Civilização A estudos. São Paulo: Alameda, 2005 (1ª ed.: 1972).
Época Contemporânea (Tomo VII). O declínio da Europa e o
Mundo Soviético. São Paulo: Difel, 1968 DISKIN, Lia; ROIZMAN, Laura Gorresio. Paz como se faz?
Semeando cultura de paz nas escolas. 3. ed. Brasilia:
CYTRYNOWICZ, Roney. Guerra sem guerra: a mobilização e o UNESCO, Associação Palas Athena, 2007.
cotidiano em São Paulo durante a Segunda Guerra Mundial. São
Paulo: Geração Editorial: Editora da Universidade de São Paulo, DORATIOTO, Francisco. A Guerra do Paraguai. São Paulo,
2000. Brasiliense. (Coleção Tudo é História).

DARNTON, Robert. Boemia literária e revolução: o submundo DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história da
das letras no Antigo Regime. São Paulo, Companhia das Letras, Guerra do Paraguai. São Paulo, Companhia das Letras, 2002.
1987.
DOWBOR, L. A formação do terceiro mundo. São Paulo:
DARNTON, Robert. O grande massacre dos gatos. Graal Brasiliense, 1981

DARNTON, Robert. Os best-sellers proibidos da França pré- DUBY, George. As três ordens ou o imaginário do feudalismo.
revolucionária. São Paulo: Cia das letras, Lisboa: Estampa, 1982.

DAVIS, David B. O problema da escravidão na cultura DUBY, George. Guerreiros e camponeses. Lisboa: Estampa, 1990.
ocidental. Rio de Janeiro. Civilização Brasiliense.
DUBY, George. História da vida privada. Da Europa Feudal à FARIA, Ana Lúcia Goulart de. Ideologia no livro didático /. 10.ed.
Renascença. São Paulo: Cia das Letras, 1995. - São Paulo : Cortez Autores Associados, 1991

DUROSELLE, Jean Baptiste. A Europa de 1815 aos nossos dias. FAUSTO, Boris. A revolução de 1930. Historiografia e história. 6.
São Paulo: Livraria Pioneira Editora: 1989. ed. São Paulo: Brasiliense, 1979.

DUROSELLE, Jean-Baptiste. Todo Império Perecerá. Teoria das FAUSTO, Bóris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1997.
relações Internacionais. Brasília/São Paulo: Ed. UNE/Imprensa
Oficial do Estado, 2000. FERRO, Marc. A Revolução Russa de 1917. São Paulo:
Perspectiva. 1974.
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. São Paulo: Martins
Fontes, 2001. FERRO, Marc,. A manipulação da História no ensino e nos meios
de comunicação. São Paulo: IBRASA, 1983.
ELIADE, Mircea. Imagens e Símbolos. São Paulo: Martins Fontes,
2002. FERRO, Marc. História da Segunda Guerra Mundial. São Paulo:
Ática, 1995.
ELIAS, Norbert . O processo civilizador: uma história dos
costumes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990. v.1. e v. 2 FERRO, Marc. Historia das colonizações: das conquistas as
independências. Séculos XIII a XX. São Paulo: Companhia das
ELIAS, Norbert . A sociedade de corte. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Letras, 1996.
Editor, 2001
FERRO, Marc. "A Grande Guerra (1914-1918)". Lisboa: Edições
ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora em Inglaterra. 70, 2002.
Porto: Afrontamento, 1975
FILHO, Cláudio Bertolli. A República Velha e a revolução de 30.
FALCON, F.C. A época pombalina. São Paulo, Ática São Paulo, Ática. (Série Retrospectiva do Século XX).

FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – como prevenir a violência FINLEY, Moses. I. Escravidão antiga e ideologia moderna.
nas escolas e educar para a paz. Campinas: Verus, 2005. [1980] Rio de Janeiro: Graal, 1991.

FAORO, R. Os donos do poder. Porto Alegre: Globo, 1958.


FINLEY, Moses. I. (Org.). O legado da Grécia. [1981]. Brasília: GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio
Editora UnB, 1998. de Janeiro, Paz e Terra.

FLORENZANO, Maria Beatriz. O mundo antigo: economia e GAUCHON, P; BURON; Thierry. Os fascismos. Rio de Janeiro:
sociedade. São Paulo: Brasiliense, 1986. Zahar, 1980.

FLORENZANO, Maria Beatriz. Nascer, viver e morrer na Grécia GODECHOT, Jacques. A Revolução Francesa: cronologia
Antiga. São Paulo: Atual, 1996. comentada (1789-1799). Rio de Janeiro: Nova Fronteira,

FRANCO Jr, Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. GODECHOT, J. As Revoluções: 1770-1799. São Paulo: Pioneira,
São Paulo: Brasilense, 1986. 1976.

FREYRE, Gilberto. 1933. Casa grande & senzala. Rio de Janeiro: GODECHOT, Jacques. Europa e América no tempo de
José Olympio, 1987 Napoleão: 1800-1815. São Paulo: Pioneira, 1984.

FUNARI, Pedro Paulo A. Antiguidade Clássica: a história e a GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. 2. ed. Rio
cultura a partir dos documentos. Campinas, SP: Editora de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
UNICAMP, 2003.
GUREVITCH, Aron J. As categorias da cultura medieval.
FUNARI, Pedro Paulo A. Grécia e Roma. 3ª Ed. São Paulo: Lisboa: Caminho, 1990.
Contexto, 2004.
HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio
FURET, F. A revolução em debate. Bauru, SP: EDUSC, 2001 de Janeiro: DP&A, 2000.

FURTADO, Celso. 1959. Formação econômica do Brasil. São HAUBERT, M. Índios e Jesuítas no tempo das Missões. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1970. Paulo, Companhia das Letras.

GADDIS, John Lewis. História da guerra fria. Rio de Janeiro: HILL, Cristopher. O mundo de ponta cabeça: idéias radicais
Nova Fronteira, 2006. durante a Revolução Inglesa de 1640. São Paulo: Ed.
Companhia das Letras, 1987.
HOBBES, Thomas. Leviatã ou Matéria, forma e poder de um HOURANI, A. Uma história dos povos árabes. São Paulo: Cia das
estado eclesiástico e civil. São Paulo: Martin Claret, 2004. Letras, 1994.

HOLANDA, Sergio Buarque. Caminhos e fronteiras. Rio de HUBERMAN, Leo. História da Riqueza do Homem. Rio de
Janeiro: José Olympio. Janeiro, Zahar.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visão do Paraíso. São Paulo: IGLÉSIAS, Francisco. A revolução industrial. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 1969. Brasiliense, 1981.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: JANOTTI, Maria de Lourdes. A primeira Grande Guerra – O
José Olympio, 1976. Confronto do Imperialismo. São Paulo, Atual. (Coleção História
Geral em Documentos).
HOLANDA, Sérgio Buarque de, CAMPOS, Pedro Moacyr.
História geral da civilização brasileira. Rio de Janeiro: JOLL, J. Anarquistas e anarquismo. Lisboa: Dom Quixote, 1977.
Bertrand Brasil, 2003. V 11.
KARNAL, Leandro; FERNANDES; Luiz Estevam. História dos
HOBSBAWM, Eric. A era das Revoluções – 1789-1848. Rio de Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo:
Janeiro, Paz e Terra. Contexto, 2007.

HOBSBAWM, Eric. A era do capital – 1848-1875. Rio de Janeiro, KATCHATUROV, K. A Expansão Ideológica dos EUA na
Paz e Terra. América Latina. Doutrinas, Formas e Métodos da Propaganda
dos EUA. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1980.
HOBSBAWM, E. A Era dos Impérios 1875-1914. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1988. KI-ZERBO, Joseph. História da Àfrica Negra. Lisboa: Europa
América, 2 vol.
HOBSBAWM, E. Nações e Nacionalismo desde 1780. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1990. KOSELLECK, Reinhart. Crítica e crise. Rio de Janeiro: EDUERJ,
Contraponto, 1999.
HOBSBAWM, E. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1997. LE GOFF, Jacques. Os intelectuais da Idade Média. São Paulo:
Brasiliense, 1988
LE GOFF, Jacques. O apogeu da cidade medieval. São Paulo: LEROI-GOURHAN, André. As religiões da Pré-História. Lisboa:
Martins Fontes, 1992. Edições 70, 1998.

LEICK, Gwendolyn. Mesopotâmia. A invenção da cidade. Rio de LEROI-GOURHAN, André. Os caçadores da Pré-História.
Janeiro: Imago, 2003. Lisboa: Edições 70, 2001.

LEITE, G. L. A Insurreição Pernambucana de 1817. São Paulo, LÉVÊQUE, Pierre (Org.). As primeiras civilizações. I – Os
Brasiliense. Impérios do Bronze. Lisboa: Edições 70, 1999.

LEMINSKI, Cristina. Tiradentes e as conspirações de Minas LÉVÊQUE, Pierre (Org.). As primeiras civilizações. II – A
Gerais. São Paulo, Scipione (Coleção História em Aberto). Mesopotâmia e os Hititas. Lisboa: Edições 70, 2000.

LEMOS, Renato. Uma História do Brasil através da caricatura LEWIS, Bernard. O Oriente Médio: do advento do cristianismo
(1840-2001). Rio de Janeiro: Bom Texto: Letras e Expressões, aos dias de hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
2001. 1996LINHARES, Maria Yeda (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996.
LENHARO, Alcir. Nazismo: o triunfo da vontade. São Paulo:
Ática, 1986. LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo civil, e outros
escritos: ensaio sobre a origem, os limites e os fins verdadeiros
LENIN, Vladimir Ilitch. O imperialismo: fase superior do do governo civil. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
capitalismo. São Paulo: Global, 1985.
LOVEJOY, Paul. A escravidão na África: uma história de suas
LESSA, Renato. A Invenção Republicana: Campos Sales, as bases transformações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
e a decadência da Primeira República Brasileira. São Paulo,
Edições Vértice; Rio de Janeiro, IUPERJ, 1988. MAGNOLI, Demétrio (Org.) História das Guerras. São Paulo:
Contexto, 2006
LEROI-GOURHAN, André. O Gesto e a Palavra. 1 – Técnica e
Linguagem. Lisboa: Edições 70, 1990. MAQUIAVEL, N. O príncipe. São Paulo: Abril Cultural, 1979

LEROI-GOURHAN, André. O Gesto e a Palavra. 2 – Memória e MARQUES, Adhemar et al. História Contemporânea através de
Ritmos. Lisboa: Edições 70, 1990. textos. 10 ed. São Paulo: Contexto, 2004.
MARQUES, Adhemar et AL. História Moderna através de textos. MENDES, Norma Musco. Sistema Político do Império Romano
10 ed. São Paulo: Contexto, 2003. do Ocidente: um modelo de colapso. Rio de Janeiro: DP&A
Editora, 2002.
MARROU, Henri-Irénée. Decadência romana ou Antiguidade
Tardia? Lisboa: Aster, 1979. MICELI, Paulo. As revoluções burguesas. São Paulo, Atual.
(Coleção Discutindo a História).
MARTINS, Ana Luiza. Império do café – A grande lavoura no
Brasil – 1850 a 1890. São Paulo, Atual. (Coleção História em MITHEN, Steven. Depois do Gelo: uma história humana global
Documentos). (20000-5000 a.C.). Rio de Janeiro: Imago, 2007.

MARX, Karl. O Capital: crítica de economia política. Rio de MONTEIRO, Ana Maria. Professores de história: entre saberes e
Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. práticas. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007.

MARX, K. e ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São MORRIS, Richard B. Documentos básicos da História dos
Paulo: Martin Claret, 2004. Estados Unidos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964.

MATTOS, Ilmar Rohloff de. O Tempo Saquarema: a formação do MOSSÉ, Claude. Atenas. A história de uma democracia. [1971].
Estado Imperial. São Paulo, Hucitec, 1990. 3ª Ed. Brasília: Editora UnB, 1997.

MAURO, Frédéric. Expansão européia (1600 – 1870). São Paulo: MOURA, Gerson,. Estados Unidos e América Latina. São Paulo:
Pioneira, 1980 Contexto, 1990.

MAXWELL, K. A. A devassa da devassa. Inconfidência Mineira: MOURA, Gerson. Tio Sam chega ao Brasil: a penetração cultural
Brasil e Portugal. Rio de janeiro, Paz e Terra. americana. São Paulo: Brasiliense, 1984

MELLO, Evaldo Cabral de. Olinda restaurada. Guerra e açúcar no MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens,
Nordeste, 1630-1654. São Paulo, Forense/Edusp. transformações e perspectivas. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

MELLO, Evaldo Cabral de. O Negócio do Brasil-Portugal, os NARO, Nancy Priscilla S. A formação dos Estados Unidos. São
Países Baixos e o Nordeste, 1641-1669. São Paulo, Companhia Paulo, Atual. (Coleção Discutindo a História).
das Letras.
NASCIMENTO, Milton M. do e Maria das Graças. Iluminismo: a PANIKKAR, K.M. A dominação ocidental na Ásia. Rio de
revolução das Luzes. São Paulo, Ática. Janeiro: Paz e Terra, 1977.

NEEDELL, J. Belle Époque tropical: sociedade e cultura de elite Parâmetros Curriculares Nacionais – Brasília: MEC/SEF, 1997,
no Rio de Janeiro na virada do século. São Paulo: Companhia volume 5
das Letras, 1993
PAULME, Denise. As civilizações africanas. Lisboa: Edições
NOGUEIRA, A. Antônio Conselheiro e canudos. São Paulo, Europa-América, 1977.
Nacional.
PEDRO, Antonio. A Segunda Guerra Mundial. São Paulo, Atual.
NOVAES, Adauto (org.). A descoberta do homem e do mundo. (Coleção Discutindo a História)
São Paulo: Companhia das Letras, Minc/Funarte, 1998.
PERROT, Michelle. Os Excluídos da história. Operários,
NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema mulheres, prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
colonial (1777 – 1808). São Paulo: Hucitec, 1979.
PESAVENTO, Sandra J. A Revolução farroupilha. São Paulo,
NOVAIS, Fernando A . (coord.). História da vida privada no Brasiliense.
Brasil. Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São
Paulo: Companhia das Letras, 1997. POLANYL, K. A grande transformação: as origens de nossa
época. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
OLIVER, Roland. A experiência africana da pré-história aos dias
atuais. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. POMAR, V. O enigma chinês: capitalismo ou socialismo. São
Paulo: Alfa-Ômega, 1987.
OLIVER, Roland ; FAGE, J.D. Breve história da África. Lisboa:
Livraria Sá da Costa. 1980. POMERANZ, I. (Org.) Perestroika: desafios da transformação
social na URSS. São Paulo: Edusp, 1990.
OSTERMANN E KUNZE, Nilse Wink e Iole Carreta. Às armas,
cidadãos! - A França revolucionária (1789-1799). São Paulo, PRADO, Maria Ligia. A formação das nações latino-americanas.
Atual (Coleção História Geral em Documentos). 3. ed. São Paulo: Atual/ Campinas: Univ. Est. de Campinas,
1987.
RAGO, Margareth. Do cabaré ao lar. A utopia da cidade disciplinar RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação.
- Brasil 1890-1930. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. Departamento Geral de Educação. Coletânea de Textos:
História e Cultura Afro-Brasileira e Indígenas. Rio de
REIS FILHO, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge, ZENHA, Celeste Janeiro, 2008.
(Org.). O Século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2000. 3 v. ROUSSEAU, Jean-Jacques. O contrato social /. São Paulo: Martins
Fontes, 1989.
RÉMOND, René. . Por uma história política. Rio de Janeiro: Ed.
da UFRJ Fundação Getulio Vargas, 1996. ROUSSEAU, Jean-Jacques. . Discurso sobre a origem e os
fundamentos da desigualdade entre os homens: precedido de
RÉMOND, René. O Século XX. De 1914 aos nossos dias. São discurso sobre as ciências e as artes. 3. ed. São Paulo: Martins
Paulo: Cultrix. s/d. Fontes, 2005.

RIO DE JANEIRO. Diário Oficial Nº 186, de 17 de dezembro de SAID, Edward W. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Cia das
2008. Letras, 1953

RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. Caderno do SAID, Edward W. Orientalismo: oriente como invenção do
Professor. Rio de Janeiro, s/d. ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. SARAIVA, José F.S. A formação da África Contemporânea. São
Multieducação: Núcleo Curricular Básico. Rio de Janeiro, Paulo: Atual, 1987.
1996.
SCHWARTZ, Stuart B. Segredos internos: engenhos e escravos na
RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. sociedade colonial, 1550 – 1853. São Paulo: Companhia das
Multieducação: o ensino de História. Rio de Janeiro, 2008. Letras,1988.
(Série Temas em Debate)
SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças. Cientistas,
RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. RIO instituições e questão racial no Brasil 1870-1930. São Paulo:
ESTUDOS. Reflexões sobre a Lei nº 11.645 – um ensino para Cia. das Letras, 1993.
a inclusão social de todos. Rio de Janeiro, 2008.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador – D. Pedro SIMON, Marcel. BENOÎT, André. Judaísmo e Cristianismo
II, um monarca nos trópicos. São Paulo, Companhia das Antigo, de Antíoco Epifânio a Constantino. São Paulo:
Letras, 1998. Pioneira, 1987.

SEVCENKO, N. Literatura como missão: tensões sociais e SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político
criação cultural na Primeira República. 4.ed. São Paulo: moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
Brasiliense, 1995.
SOUZA, Laura de Mello e. Desclassificados do ouro. A pobreza
SHIRER, W. Ascenção e queda do III Reich. São Paulo: Difel, mineira do século XVIII. Rio de Janeiro: Graal, 1982
1961. Editora UnB, 1997.
SPINDEL, Arnaldo. Capitalismo. São Paulo, Brasiliense. (Coleção
SILVA, Gilvan Ventura da; MENDES, Norma Musco (Org.). Primeiros Passos).
Repensando o Império Romano: perspectiva
socioeconômica, política e social. Rio de Janeiro: Mauad; SPINDEL, Arnaldo. Socialismo. São Paulo, Brasiliense.(Coleção
Vitória: EDUFES, 2006. Primeiros Passos).

SOBOUL, A. A Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1964 STACKELBERG, Roderick. A Alemanha de Hitler. Origens,
Interpretações, legados. Rio de Janeiro: Imago, 2002.
SOLA, José Antônio. Canudos: uma utopia no sertão. São Paulo,
Contexto. (Coleção Repensando a História). STARR, Chester G. O nascimento da democracia ateniense. A
assembléia no século V a.C. São Paulo: Odysseus, 2005.
SOLÉ, Jacques. A Revolução Francesa em questões. Rio de
Janeiro: Zahar, 1989. STONE, Lawrence. Causas da Revolução Inglesa: 1529-1642.
Bauru: Edusc, 2000.
SILVA, Gilvan Ventura da; MENDES, Norma Musco (Org.).
Repensando o Império Romano: perspectiva TAYLOR, A. J. P. A Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro,
socioeconômica, política e social. Rio de Janeiro: Mauad; Zahar, 1979
Vitória: EDUFES, 2006.
THEML, Neyde. O público e o privado na Grécia do VIII ao IV
séc. a.C.: o modelo ateniense. Rio de Janeiro: Sete Letras,
1998.
THOMPSON, E. A formação da classe operária inglesa. Rio de VEYNE, P. (Org.) História da vida privada: do Império Romano
Janeiro: Paz e Terra, 1987. v. 1 e v. 2 ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992

TILLMAN, Diane – Atividades com valores para estudantes de 7 VIDAL-NAQUET, Pierre. O mundo de Homero. [2000]. São
a 14 anos. 4. ed. São Paulo: Confluência, 2004. Paulo: Companhia das Letras, 2002.

_________. HSU, Diana – Atividades com valores para crianças VIZENTINI, Paulo (org.). Breve História da África. Porto Alegre:
de 3 a 6 anos. 2. ed. São Paulo: Confluência, 2002. Leitura XXI, 2007.

TOCQUEVILLE, A. O Antigo Regime e a Revolução. Brasilia: VIZENTINI, Paulo G. Fagundes. Primeira Guerra Mundial: As
UnB, 1979 Relações Internacionais do século XX. Porto Alegre: Ed. da
Universidade/UFRGS, 1996.
TRAGTENBERG, Maurício. A Revolução Russa. São Paulo,
Atual. (Coleção Discutindo a História). WATSON, Adam. A evolução da sociedade internacional. Uma
análise histórica comparativa. Brasília: Editora Universidade de
TRENTO, Angelo. Fascismo italiano. São Paulo: Ática, 1986. Brasília, 2004

VAINFAS, Ronaldo. A heresia dos índios: catolicismo e rebeldia WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
no Brasil colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. São Paulo: Martin Claret, 2004.

VEIGA, Luiz Maria. A Coluna Prestes. São Paulo. Scipione ( WERNET, Augustin. A Primeira Guerra Mundial. São Paulo,
Coleção História em Aberto). Contexto. (Coleção repensando a História).

VENTURA, Zuenir. 1968, o ano que não terminou. Rio de WESSELING, H.L. Dividir para dominar: a partilha da África
Janeiro: Nova Fronteira, 1989. (1880-1914). Rio de Janeiro: Revan, 1998.

VERNANT, Jean-Pierre. Mito e Religião na Grécia Antiga. [1990] WILHEIM, Jacques. Paris no tempo do Rei Sol, 1660-1715. São
São Paulo: Martins Fontes, 2006. Paulo, Companhia das letras (Coleção Vida Cotidiana).

VERNANT, Jean-Pierre. VIDAL-NAQUET, Pierre. Mito e WILLS, John E. 1688: o início da era moderna. Rio de Janeiro:
Tragédia na Grécia Antiga. São Paulo: Perspectiva, 2008. Campus, 2001.