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À G. do G.A.D.U.

Campinas 05 de Julho de 2017

«Visita o interior da terra, retificando encontrarás a Pedra oculta», alude à


procura da pedra filosofal Alquímica, num convite à introspecção, à
procura do Eu interior, como a expressão inscrita no frontispício do
Templo de Apolo em Delfos: Nosce te ipsum (Conhece-te a ti mesmo). A
Pedra deve ser entendida em sentido amplo (o que não exclui o da
Alquimia física), como a matéria (interior e exterior) que passa de pedra
bruta a pedra cúbica, após a sua transformação pela Arte. Esta descida às
profundezas da terra é um tema iniciático comum a muitas tradições,
como a Egípcia à Grega, e a Maçônica (onde a câmara de reflexões é um
lugar subterrâneo onde se morre para o mundo profano).

A Câmara de Reflexões

A Câmara de Reflexões primeiro contato real que nós postulantes, temos


com a Maçonaria. Para que melhor a compreendamos, se faz necessário
conhecermos o significado da palavra Iniciação etimolog icamente
derivada do latim " Initiare - initium "' representa " início ou começo "
derivada de " in tere " " ir dentro ou ingressar ".

Em outras palavras, Iniciação é a porta que nos conduz a um novo estado


moral ou espiritual a partir do qual se inicia ou começa uma nova maneira
de ser ou de viver.

0 símbolo fundamental da Iniciação é a Morte, como estado preliminar à


nova vida. Para tal, a Maçonaria nos oferece a Câmara de Reflexões.
Apartada como é do Templo, constitui a prova da Terra, a primeira das
quatro que simbolizam os elementos da natureza.

Com suas pretas paredes, figurando uma catacumba, cercada de


símbolos e de emblemas da morte, inscrições, um galo, um testamento
entre outros, revela- nos que cada símbolo, cada frase tem sua própria
explicação e importância isolados, mas o conjunto é que nos oferecerá a
idéia e a sensação da transitoriedade e insignificância da vida. Neste
local, somos levados a conceber novas idéias, introspectar, examinar e
comparar tudo o que nos cerca.
Isolados do mundo exterior para nos concentrarmos no estado íntimo do
mundo interior, aonde devemos dirigir nossos esforços para chegar à
Realidade. É o "gnothi seautón " dos iniciados gregos. É a fórmula
hermética V.I.T.R.I.O.L. ; " Visita Interiora Terrae: Rectificando; Invenies
Occultum Lapidem " cuja tradução literal é : " Visita o interior da Terra,
retificando encontrarás a pedra oculta" .

Significando que devemos ingressar dentro da realidade do próprio


mundo objetivo, não contentando nos apenas com o seu estudo ou
exame puramente exterior: então, retificando constantemente nosso
ponto de vista, a nossa visão , e com os esforços da nossa inteligência
( como o demonstra a cuidadosa retidão dos três passos da marcha do
Apr.'.), poderemos chegar ao uso do compasso junto com o esquadro,
isto é, o conhecimento da Verdade livre da Ilusão.

Meus lir.'., todos os dias, todo homem ao fechar os olhos, se acha em sua
própria Câmara de Reflexões, então, aproveitemos para usufruir desta
dádiva do G:. A:. D:. U.'. para concentrarmos nos no silêncio da alma,
isolando todas as influências exteriores; despojemo-nos dos nossos
defeitos, erros, vícios e ilusões de personalidade para que possamos
caminhar em direção a Luz, ir em busca da verdade e estabelecer no seu
domínio o Reino da Virtude.

Libertemo-nos cada vez mais de todas as sombras que escurecem e


impedem a manifestação desta Luz Interior que deve brilhar sempre mais
clara e intensamente, raiando e destruindo as trevas. Uma vez abertos
nossos olhos, para esse estado superior de consciência, teremos
reconhecido também essa Luz que, presente em cada um de nós, se
manifestar á espontaneamente nos diversos empreendimentos de nossas
vidas, nos nossos pensamentos, palavras e ações

V.I.T.R.I.O.L. (Visita Interiora Terrae, Retificandoque, Invenies


Occultum Lapidem), que significa: “Visita o interior da terra e, retificando,
encontrarás a Pedra Oculta .

A palavra VITRIOL não só simboliza a constante busca do homem para


melhorar a si mesmo, polindo a “pedra bruta” da personalidade humana (o
seu ego-inferior) para que um dia brilhe a sua Individualidade (o Eu
Superior) que surge como um diamante diáfamo pela limpeza da alma ou
pureza em seu coração
O GALO
O galo representa o Mercúrio, principio da Inteligência e da Sabedoria.
Essa ave é, também, um símbolo de Pureza.
O Galo é um gerador da esperança, o anunciador da ressurreição, pois seu
canto marca a hora sagrada do alvorecer, ou seja, a do triunfo da Luz
sobre as Trevas. A sua presença na Câmara de Reflexões simboliza o
alvorecer de uma nova existência, visto que o iniciante vai morrer para a
vida profana e renascer para a vida maçônica, sendo ele o signo esotérico
da Luz que o Profano vai receber.
Também simboliza a Vigilância que o iniciado deve manter relativamente
ao papel que desempenha na sociedade. Também simbolizado por forças
adormecidas que a Iniciação pretende realizar, esotericamente
simbolizado pela “força moral”, indestrutível, guiando os passos do Maçom
dentro e fora do Templo.

O MERCÚRIO Representado pelo Galo, é um símbolo não apenas


de Vigilância e Coragem, como também de Pureza. Princípio fêmea, na
alquimia, é considerado Hermeticamente como o princípio da Inteligência e
Sabedoria.

A BANDEIROLA
Colocada por baixo do Galo traz inscritas as palavras Vigilância e
Perseverança. Consideradas do ponto de vista etimológico, essas palavras
podem significar “vigiar severamente”. Indicam ao Futuro Maçom que
deve, a partir daquele momento, prestar toda a atenção e investigar os
vários sentidos que podem oferecer os símbolos, os quais, só conseguirá
entender completamente através de uma paciente Perseverança. Assim
como o dever moral, que o Maçom deve colocar em prática dedicando-se a
uma Vigilância constante. É também a difícil tarefa de desbastar a Pedra
Bruta que só alcança algum sucesso, quando realizada com a mais firme
Perseverança.

O CRÂNIO
A presença de um Crânio pode despertar no profano alguns pensamentos,
através dos quais ele poderá imaginar a representação, pela caixa óssea,
da inteligência e Sabedoria, da qual ela é símbolo. A Sabedoria é tão
importante para o nosso cotidiano como o conjunto de nossa existência e
para as grandes decisões. Pode ser vista como a Razão governando a
prática pela teoria.
Assim como na Câmara, os ossos são um mero complemento do Crânio
como símbolos da Morte.

A AMPULHETA
Como é um instrumento para medir o tempo, é considerado na Maçonaria,
um símbolo que mostra, pelo escoamento da areia, o rápido transcorrer do
tempo, e recorda ao profano a brevidade da existência humana, aonde têm
um significado esotérico com diversas interpretações.
O tempo passa e voa, e a vida sobre a terra é semelhante ao cair da areia.
Por isso é preciso saber aproveitá-la em coisas úteis e proveitosas para si
próprio e também para a humanidade. Pois uma vida dedicada ao acumulo
de riquezas e ao gozo dos prazeres sensuais não contribui para a felicidade
de ninguém, é uma vida desperdiçada. O iniciante deve lembrar que as
pequenas porções do tempo juntam-se umas as outras e terminam no seio
da Eternidade.

A FOICE
Símbolo muitas vezes não utilizado, mas que representa o símbolo da
destruição e da morte, que em dado momento perturba a vida de qualquer
pessoa, sem distinção de classe social. Pode ser interpretada como
também, um símbolo do tempo, mostrando-nos a curta duração de nossa
existência terrena e despertando-nos o medo.

O SAL seu simbolo é um circulo atravessado por uma diagonal


horizontal
É o símbolo da mão estendida, representando a hospitalidade. Os antigos
Greco-Romanos o simbolizavam pela amizade, finura e limpeza da alma e
da alegria. Seria como se fosse algum dizer de boas vindas ao iniciante,
mostrando-lhe que ele será acolhido alegremente, com todo o coração, e
que ele há de se sentir em “sua casa”. Assim, o profano, com o espirito
livre, se entregará inteiramente à conquista das verdades prometidas.

ENXOFRE seu simbolo é um triângulo com vértice para cima e uma


pequena cruz grega embaixo

.É considerado o princípio macho, na alquimia. É o símbolo do espírito e


por isso simboliza o ardor.
“ A pedra Filosofal é um Sal perfeitamente purificado, que coagula o
Mercúrio afim de fixá-lo em um Enxofre extremamente ativo. Esta fórmula
sintética resume a Grande Obra em três Operações que são: a purificação
do Sal, a coagulação do Mercúrio e a fixação do Enxofre”. (In “O
Simbolismo Hermético” de Oswald Wirth
QQ.`.IIr.`. Saudações Um belo trabalho de um Ir.`. nosso sobre o tema VITRIOL Trabalho
apresentado no ERACOM 2008 GOB - GOSP – GSCEM CD 1° Região Maçônica do Grão
Mestrado Autor: Roberto Carlos Meneghesso ARLS Lealdade Paulistana – 2920 “VITRIOL” é a
abreviatura de palavras de uma frase em latim: “Visita Interiora Terrae, Rectificandoque,
Invenies Occultum Lapidem”. Ao pé da letra isto significa: “visita o interior da terra e,
retificando-te, encontrarás a pedra oculta”. Esse significado e sua interpretação não constam
de todos os Rituais do Rito Escocês Antigo e Aceito, constituindo um certo “mistério” que os
autores principais assim expressão: Essa fórmula hermética, que se julga ter sido a divisa dos
antigos rosa-cruzes, é atribuída a Basílio Valentim, alquimista do século XV e que se diz ter sido
monge beneditino, mas cuja existência é posta em dúvida, tanto mais que esse nome significa,
em grego, “régulo poderoso”, denominação que os alquimistas davam ao “mercúrio”. Esse
aforismo hermético é um convite para a busca do ego profundo, que não é outra coisa senão a
própria alma humana no silêncio da meditação. Referindo-se a essa alquimia mística, Serge
Hutin escreve: “A procura do ouro é, na realidade, a descoberta de tesouros incorruptíveis e
puramente espirituais. Aquele que quer trabalhar na grande obra deve visitar a sua alma,
penetrar no mais recôndito do seu ser e nele efetuar um labor oculto, misterioso. Como o grão
deve ser sepultado no seio da terra, assim, aquele que ouve o apelo de Deus deve, corrigindo-
se, retificando-se, obter a sublime transmutação do carneiro (ossuário) natal, imunda matéria
negra, fazendo do carvão, esplêndido diamante, e do chumbo vil, ouro puro. “Encontrará assim
a Pedra Oculta que nele guarde” (R. Amadou. L’Ocultisme, p.160). Nas lojas francesas do Rito
Escocês Antigo e Aceito, essa palavra misteriosa VITRIOL achase inscrita nas paredes da Câmara
das Reflexões, onde o candidato permanece antes de sua iniciação. A retificação de que se
trata aqui é a purificação dos elementos, e a Pedra Oculta, a Pedra Filosofal. (Dicionário de
Nicola Aslan). É um lema da alquimia e a Pedra Oculta aqui referida é a Pedra Filosofal, que
transforma os metais inferiores em ouro. Mas, do ponto de vista esotérico, a expressão
reveste-se de grande profundidade moral, pois nada mais é do que um convite ao homem para
que conheça o seu interior, o seu âmago, o ser intimo que habita o seu corpo. (José Castellani,
Cartilha do Aprendiz). Figurando no painel da Câmara das Reflexões nas lojas, é um convite à
busca mística do ego profundo, a essência da alma humana, no silêncio e meditação. Às vezes
escreve-se “VITRIOLUM”, e traduzem-se as duas últimas letras por Verum Medicinam – a
verdadeira medicina. (Dicionário de Joaquim Gervásio de Figueiredo). "Pedra que rola não cria
limo", diz o dito popular. Na iniciação, os inusitados acontecem vertiginosamente. Para
aumentar a tensão, a venda, a tolher talvez um dos mais preciosos sentidos, que é o da visão,
eleva a temperatura. Os choques com os inesperados, com os segredos que os Irmãos não
falam para neófito nenhum, para não tirar deles, os Mestres Maçom, o prazer de saborear a
reação do iniciando em face de um “obstáculo praticamente intransponível". Momento tão
especial, repleto das mais altas indagações e dos mais altos símbolos maçônicos, que deixam
aturdido a todo aquele que por ele passa. A vontade é escrever sobre tudo o que ocorreu. Só
algum tempo depois, lendo sobre a Ordem, estudando o Ritual e assistindo a uma iniciação é
que se pode começar a compreender o ocorrido durante a iniciação. Procura-se estabelecer
divisões, estanquizando os fatos para dissecá-los. E dessa estanquização surge um símbolo
representado pelas iniciais “VITRIOL”. Qual o seu significado? O que designa? Para que
finalidade se encontra na parede da Câmara de Reflexão? Inicialmente, verifica-se que não é
ele elemento obrigatório, para o GOB, numa Câmara de Reflexão, segundo dispõe o REAA,
edição 1998, pg. 10. Elementos obrigatórios são, por exemplo, a ampulheta, o esqueleto
humano, o pão e a água. Mas, embora facultativo, ele se encontra presente na maioria das
Câmaras de Reflexão, enquanto que outros objetos, obrigatórios, às vezes ali não estão
presentes. A profundidade de tal frase salta aos olhos, primeiramente, por que é no interior da
terra, ou seja, na Câmara de Reflexão, que o Profano morre para nascer um Maçom. A Câmara
de Reflexão, na realidade, relembra as cavernas das antigas iniciações, inclusive religiosas.
Como qualquer iniciação, simboliza a morte material de alguém e o seu ressurgimento num
plano mais elevado. O iniciando permanecia no interior de uma caverna da qual, em dado
momento, saía por uma fenda ou orifício, como se estivesse nascendo. Segundo José
Castellani, ainda existem tribos na África que, vivendo na idade da pedra, se utilizam desse
ritual, quando considera morta a criança que ali entrou e nascido o homem maduro, pronto
para a vida. A Câmara de Reflexão representa, ainda, o útero da mãe terra, de onde os filhos da
viúva nascem para uma nova vida. Esse conceito atual de masmorra foi introduzido pelos
franceses na metade do Século XIX, influenciados pela Revolução Francesa e por um certo
sentimento antimístico oriundo do iluminismo francês, mas esses fatos não podem desvirtuar a
sua origem. Em segundo lugar, “retificando-te” significa, na verdade o “seguir em linha reta”,
ou seja, agir em si mesmo com profundidade. É nesse momento de solidão, de encontro
consigo mesmo, de meditação diante do inusitado, do desconhecido, que o novo homem se
retifica interiormente, uma “mudança” que equivale a um “renascimento”, porque a finalidade
da iniciação é justamente o renascimento, deixando de lado todos os vícios de uma vida
anterior para adotar novos padrões de conduta moral. É evidente que não há perdas
essenciais, uma vez que a “descida” para a “alma” não significa divórcio com a matéria, mas
apenas uma momentânea separação, processada pela mente; um jogo de palavras que
expressa profunda ação. E, ao fazer isso, mostra-se para o novo homem a pedra oculta que há
dentro de todos. Tal pedra ainda se encontra em estado bruto, necessitando ser lapidada,
trabalhada, o que só acontece com o aprendizado constante, com a prática incessante das boas
ações, com o respeito às normas, com a presença constante em Loja, com a aplicação dos
princípios fundamentais da Maçonaria, como a fraternidade e a humildade! De nada adianta
descobrir que em seu interior há uma pedra bruta, se essa pedra não é tocada, não tem a sua
rusticidade conhecida, se nada se faz para seu polimento. Esse polimento é pesado, o desbaste
das arestas, dos excessos, é doloroso, mas necessário para fazer crescer aquele que encontrou
dentro de si o que o diferencia dos demais animais; a pedra oculta, isto é, a inteligência, a
capacidade de raciocinar, de discernir entre o certo e o errado, de dominar o desejo pessoal,
de vencer paixões e submeter vontades! A menção à pedra oculta, ainda, significa atingir o
mais profundo do Ego do iniciando e é usada como originária da força dos alquimistas, que
acreditavam na Pedra Filosofal, ou seja, aquela pedra que transformava os vis metais nos mais
puros e raros metais, ou os metais inferiores em ouro. Esse processo de transmutação visto
pela alquimia prática como “Pedra Filosofal”, é também conhecido como Obra do Sol, ou
Crisopéia, ou Arte Real. No entanto, para a alquimia oculta, todavia, a frase é um convite ao
conhecimento do ser interior, da espiritualidade, já que a Obra do Sol é a transmutação do
quaternário humano, inferior, no ternário divino, superior ao homem. Ou seja, descendo a
profundidade da terra, abaixo da aparência exterior que esconde a realidade interior das coisas
e as revela; corrigindo o seu ponto de vista e a sua visão mental com o esquadro da razão e do
discernimento espiritual, encontrarás a Pedra Oculta ou a Pedra Filosofal que constitui o
Segredo dos Sábios e a verdadeira sabedoria. A representação da verdade em uma Pedra não
apresenta nada de estranho quando se pensa que deve constituir a base sobre a qual repousa
o edifício de nossos conhecimentos, que se fará o Templo de nossas aspirações e o critério
sobre o qual, e cuja imagem, devem enquadrar-se ou retirar-se todos os nossos pensamentos.
(Magister, Manual Del Aprendiz). A Pedra Oculta é a Pedra do Sábio, que pode se transformar
na Pedra Filosofal, ou seja, dentro de cada homem há uma Pedra Oculta, conhecida também
como Pedra do Sábio, que o diferencia do animal irracional e que qualifica o ser humano como
tal. Trabalhada a Pedra do Sábio tem-se a Pedra Filosofal, ou a Pedra Polida, surgida com a
transformação do bruto Profano em um novo homem, um Maçom. Encontrada a Pedra Oculta,
ou a Pedra do Sábio, mas se esquecendo de que o trabalho com essa Pedra Bruta deve ser
constante, o homem não avança, não cresce espiritualmente e a Pedra permanece Bruta, não
dando a público a sua beleza interior, permanecendo carregada de jaça, de sujeira que a
obscurece e a torna imprestável para o uso a que se destina. O Maçom que mantém a sua
Pedra Oculta com traços de impureza, causados por ações ou omissões denominadas vícios,
não pode ser chamado de Maçom, antes, pelo contrário, deve ser alijado do meio sadio para
não impregná-lo com seu hálito sujo, pois é ele indigno de ser chamado Irmão. Daí pode-se
afirmar sem temor que o trabalho do Maçom na Pedra Bruta deve ser diário e incessante,
devendo ele, com constância, visitar o interior da terra, retificando-se, na busca da Pedra
Oculta. E seguir trabalhando-a na busca da evolução contínua e infinita! Que o nosso G\ A\ D\
U\ a todos ilumine e guarde. Fraternalmente. Ir\ ROBERTO CARLOS MENEGHESSO CIM: 236677
- A\ M\ A\ R\ L\ S\ LEALDADE PAULISTANA - Nº 2920 Or\ de São Paulo 28 de Setembro de 2006
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