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CURSO PREPARATÓRIO AO CONCURSO PARA O

TRT/RS
TÉCNICO JUDICIÁRIO

GESTÃO PÚBLICA Prof. Alessandro Rosa

JANEIRO/2011
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

...

Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-á, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17


de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 50,
de 2006)
§ 2º - A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes
orçamentárias.
...

Art. 61. § 1º - São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que:


II - disponham sobre:
b) organização administrativa e judiciária, matéria tributária e orçamentária, serviços públicos e
pessoal da administração dos Territórios;

Art. 62. § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria:


I - relativa a:
d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares,
ressalvado o previsto no art. 167, § 3º;
...

Art. 68. As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da República, que deverá solicitar a
delegação ao Congresso Nacional.
§ 1º - Não serão objeto de delegação os atos de competência exclusiva do Congresso Nacional,
os de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal, a matéria
reservada à lei complementar, nem a legislação sobre:
III - planos plurianuais, diretrizes orçamentárias e orçamentos.
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Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das
entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade,
aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional,
mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
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Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de
controle interno com a finalidade de:
I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de
governo e dos orçamentos da União;
II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão
orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem
como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;
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Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:


XXIII - enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes
orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição;
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos
incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República
ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a
Constituição Federal e, especialmente, contra:
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VI - a lei orçamentária;
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Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira.


§ 1º - Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados
conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias.
§ 2º - O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete:
I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores,
com a aprovação dos respectivos tribunais;
II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos Presidentes dos Tribunais de
Justiça, com a aprovação dos respectivos tribunais.
§ 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias
dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará,
para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei
orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste
artigo.
§ 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo
com os limites estipulados na forma do § 1º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários
para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.
§ 5º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas
ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes
orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de créditos
suplementares ou especiais.

Art. 100. Os pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal, Estaduais, Distrital e
Municipais, em virtude de sentença judiciária, far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de
apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos, proibida a designação de casos
ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim.
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 62, de 2009).
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Seção II
DOS ORÇAMENTOS

Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:


I - o plano plurianual;
II - as diretrizes orçamentárias;
III - os orçamentos anuais.
§ 1º - A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes,
objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
§ 2º - A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração
pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente,
orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação
tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
§ 3º - O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório
resumido da execução orçamentária.
§ 4º - Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão
elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.
§ 5º - A lei orçamentária anual compreenderá:
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da
administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;
II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha
a maioria do capital social com direito a voto;

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III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados,
da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo
Poder Público.
§ 6º - O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito,
sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios
de natureza financeira, tributária e creditícia.
§ 7º - Os orçamentos previstos no § 5º, I e II, deste artigo, compatibilizados com o plano
plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional.
§ 8º - A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação
da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares
e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.
§ 9º - Cabe à lei complementar:
I - dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização do
plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual;
II - estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta bem
como condições para a instituição e funcionamento de fundos.

Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao


orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso
Nacional, na forma do regimento comum.
§ 1º - Caberá a uma Comissão mista permanente de Senadores e Deputados:
I - examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas
apresentadas anualmente pelo Presidente da República;
II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais, regionais e setoriais
previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária, sem
prejuízo da atuação das demais comissões do Congresso Nacional e de suas Casas, criadas de
acordo com o art. 58.
§ 2º - As emendas serão apresentadas na Comissão mista, que sobre elas emitirá parecer, e
apreciadas, na forma regimental, pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional.
§ 3º - As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem
somente podem ser aprovadas caso:
I - sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;
II - indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesa,
excluídas as que incidam sobre:
a) dotações para pessoal e seus encargos;
b) serviço da dívida;
c) transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal; ou
III - sejam relacionadas:
a) com a correção de erros ou omissões; ou
b) com os dispositivos do texto do projeto de lei.
§ 4º - As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas
quando incompatíveis com o plano plurianual.
§ 5º - O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor
modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação, na
Comissão mista, da parte cuja alteração é proposta.
§ 6º - Os projetos de lei do plano plurianual, das diretrizes orçamentárias e do orçamento anual
serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso Nacional, nos termos da lei
complementar a que se refere o art. 165, § 9º.
§ 7º - Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo, no que não contrariar o disposto nesta
seção, as demais normas relativas ao processo legislativo.
§ 8º - Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual,
ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos
especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

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Art. 167. São vedados:
I - o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual;
II - a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos
orçamentários ou adicionais;
III - a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital,
ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa,
aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;
IV - a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do
produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. 158 e 159, a destinação de
recursos para as ações e serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do
ensino e para realização de atividades da administração tributária, como determinado,
respectivamente, pelos arts. 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de garantias às operações de
crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste
artigo; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)
V - a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem
indicação dos recursos correspondentes;
VI - a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de
programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa;
VII - a concessão ou utilização de créditos ilimitados;
VIII - a utilização, sem autorização legislativa específica, de recursos dos orçamentos fiscal e da
seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas, fundações e fundos,
inclusive dos mencionados no art. 165, § 5º;
IX - a instituição de fundos de qualquer natureza, sem prévia autorização legislativa.
X - a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos, inclusive por
antecipação de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras, para
pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal
e dos Municípios.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
XI - a utilização dos recursos provenientes das contribuições sociais de que trata o art. 195, I, a, e
II, para a realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de
previdência social de que trata o art. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)
§ 1º - Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado
sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de
responsabilidade.
§ 2º - Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem
autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele
exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento
do exercício financeiro subseqüente.
§ 3º - A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas
imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública,
observado o disposto no art. 62.
§ 4.º É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os
arts. 155 e 156, e dos recursos de que tratam os arts. 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a
prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)

Art. 168. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos


suplementares e especiais, destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, do
Ministério Público e da Defensoria Pública, ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês, em
duodécimos, na forma da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º. Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos,
empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação
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de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta,
inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas: (Renumerado
do parágrafo único, pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
I - se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de
pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas
públicas e as sociedades de economia mista. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
§ 2º Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptação
aos parâmetros ali previstos, serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas
federais ou estaduais aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os
referidos limites. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
§ 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado
na lei complementar referida no caput, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
adotarão as seguintes providências: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
I - redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de
confiança; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
II - exoneração dos servidores não estáveis. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
§ 4º Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para
assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo, o servidor
estável poderá perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes
especifique a atividade funcional, o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal.
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
§ 5º O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização
correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. (Incluído pela Emenda
Constitucional nº 19, de 1998)
§ 6º O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto,
vedada a criação de cargo, emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo
prazo de quatro anos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
§ 7º Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no
§ 4º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
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Art. 195. § 2º - A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos
responsáveis pela saúde, previdência social e assistência social, tendo em vista as metas e prioridades
estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada área a gestão de seus recursos.
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Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a


capacitação tecnológicas.
§ 5º - É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a
entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica.
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Art. 35,§ 2º, ADCT - Até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º, I
e II, serão obedecidas as seguintes normas:
I - o projeto do plano plurianual, para vigência até o final do primeiro exercício financeiro do
mandato presidencial subseqüente, será encaminhado até quatro meses antes do encerramento
do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa;
II - o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do
encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do primeiro
período da sessão legislativa;
III - o projeto de lei orçamentária da União será encaminhado até quatro meses antes do encerramento
do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa.
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LEI nº 4.320/64

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Art. 2° A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a
política econômica financeira e o programa de trabalho do Govêrno, obedecidos os princípios de
unidade universalidade e anualidade.

Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, inclusive as de operações de


crédito autorizadas em lei.
Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por
antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo
e passivo financeiros . (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)
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Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender


indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou
quaisquer outras, ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único.

Art. 6º Tôdas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas
quaisquer deduções.
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Art. 20. Os investimentos serão discriminados na Lei de Orçamento segundo os projetos de obras
e de outras aplicações.
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-
se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por
dotações globais, classificadas entre as Despesas de Capital.
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Art. 32. Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou nas Leis
Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como proposta a Lei de Orçamento vigente.
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Art. 34. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.

Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:


I - as receitas nêle arrecadadas;
II - as despesas nêle legalmente empenhadas.
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Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou


insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento.

Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:


I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;
II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;
III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra,
comoção intestina ou calamidade pública.
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Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3. desta lei serão classificadas como
receita orçamentária, sob as rubricas próprias, tôdas as receitas arrecadadas, inclusive as
provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no Orçamento
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LEI 11.653/2008 – PPA 2008-2011

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Art. 4º Para efeito desta Lei, entende -se por:


I - Programa: instrumento de organização da ação governamental que articula um conjunto de
ações visando à concretização do objetivo nele estabelecido, sendo classificado como:
a) Programa Finalístico: pela sua implementação são ofertados bens e serviços diretamente à
sociedade e são gerados resultados passíveis de aferição por indicadores;
b) Programa de Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais: aqueles voltados para a oferta
de serviços ao Estado, para a gestão de políticas e para o apoio administrativo;
II - Ação: instrumento de programação que contribui para atender ao objetivo de um programa,
podendo ser orçamentária ou não-orçamentária, sendo a orçamentária classificada, conforme a
sua natureza, em:
a) Projeto: instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo
um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a
expansão ou aperfeiçoamento da ação de governo;
b) Atividade: instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo
um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um
produto necessário à manutenção da ação de governo;
c) Operação Especial: despesas que não contribuem para a manutenção, expansão ou
aperfeiçoamento das ações do governo federal, das quais não resulta um produto, e não gera
contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços.
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RESOLUÇÃO Nº 70, DE 18 DE MARÇO DE 2009.

Dispõe sobre o Planejamento e a Gestão Estratégica no


âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências.

O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições


constitucionais e regimentais, e
CONSIDERANDO competir ao Conselho Nacional de Justiça, como órgão de controle da atuação
administrativa e financeira dos tribunais, a atribuição de coordenar o planejamento e a gestão
estratégica do Poder Judiciário;
CONSIDERANDO a unicidade do Poder Judiciário, a exigir a implementação de diretrizes
nacionais para nortear a atuação institucional de todos os seus órgãos;
CONSIDERANDO que os Presidentes dos tribunais brasileiros, reunidos o I Encontro Nacional do
Judiciário, deliberaram pela elaboração de Planejamento Estratégico Nacional, a fim de
aperfeiçoar e modernizar os serviços judiciais;
CONSIDERANDO o trabalho realizado nos 12 (doze) Encontros Regionais, consolidado no Plano
Estratégico apresentado e validado no II Encontro Nacional do Judiciário, realizado em 16 de
fevereiro de 2009, na cidade de Belo Horizonte - MG;
CONSIDERANDO a aprovação, no II Encontro Nacional do Judiciário, de 10 Metas Nacionais de
Nivelamento para o ano de 2009;
CONSIDERANDO a necessidade de se conferir maior continuidade administrativa aos tribunais,
independentemente das alternâncias de seus gestores;
CONSIDERANDO determinar a Resolução CNJ n.º 49, de 18 de dezembro de 2007, a criação de
Núcleo de Estatística e Gestão Estratégica, unidade administrativa competente para elaborar,
implementar e gerir o planejamento estratégico de cada órgão da Justiça.
R E S O L V E:

CAPÍTULO I
DO PLANEJAMENTO E DA GESTÃO ESTRATÉGICA
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1° Fica instituído o Planejamento Estratégico do Poder Judiciário, consolidado no Plano Estratégico
Nacional consoante do Anexo I desta Resolução, sintetizado nos seguintes componentes:
I - Missão: realizar justiça.
II - Visão: ser reconhecido pela Sociedade como instrumento efetivo de justiça, equidade e paz social.
III - Atributos de Valor Judiciário para a Sociedade:
a) credibilidade;
b) acessibilidade;
c) celeridade;
d) ética;
e) imparcialidade;
f) modernidade;
g) probidade:
h) responsabilidade Social e Ambiental;
i) transparência.
IV - 15 (quinze) objetivos estratégicos, distribuídos em 8 (oito) temas:
a) Eficiência Operacional:
Objetivo 1. Garantir a agilidade nos trâmites judiciais e administrativos;
Objetivo 2. Buscar a excelência na gestão de custos operacionais;
b) Acesso ao Sistema de Justiça:
Objetivo 3. Facilitar o acesso à Justiça;
Objetivo 4. Promover a efetividade no cumprimento das decisões;
c) Responsabilidade Social:
Objetivo 5. Promover a cidadania;
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d) Alinhamento e Integração:
Objetivo 6. Garantir o alinhamento estratégico em todas as unidades do Judiciário;
Objetivo 7. Fomentar a interação e a troca de experiências entre Tribunais nos planos nacional e internacional;
e) Atuação Institucional:
Objetivo 8. Fortalecer e harmonizar as relações entre os Poderes, setores e instituições;
Objetivo 9. Disseminar valores éticos e morais por meio de atuação institucional efetiva;
Objetivo 10. Aprimorar a comunicação com públicos externos;
f) Gestão de Pessoas:
Objetivo 11. Desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes dos magistrados e servidores;
Objetivo 12. Motivar e comprometer magistrados e servidores com a execução da Estratégia;
g) Infraestrutura e Tecnologia:
Objetivo 13. Garantir a infraestrutura apropriada às atividades administrativas e judiciais;
Objetivo 14. Garantir a disponibilidade de sistemas essenciais de tecnologia de informação;
h) Orçamento:
Objetivo 15. Assegurar recursos orçamentários necessários à execução da estratégia;

CAPÍTULO II
DO PRAZO E DA FORMA DE IMPLANTAÇÃO

Art. 2º O Conselho Nacional de Justiça e os tribunais indicados nos incisos II a VII do art. 92 da
Constituição Federal elaborarão os seus respectivos planejamentos estratégicos, alinhados ao
Plano Estratégico Nacional, com abrangência mínima de 5 (cinco) anos, bem como os aprovarão
nos seus órgãos plenários ou especiais até 31 de dezembro de 2009.
§ 1º Os planejamentos estratégicos de que trata o caput conterão:
I - pelo menos um indicador de resultado para cada objetivo estratégico;
II - metas de curto, médio e longo prazos, associadas aos indicadores de resultado;
III - projetos e ações julgados suficientes e necessários para o atingimento das metas fixadas.
§ 2º Os Tribunais que já disponham de planejamento estratégicos deverão adequá-los ao Plano
Estratégico Nacional, observadas as disposições e requisitos do caput e do §1º deste artigo.
§ 3º As propostas orçamentárias dos tribunais devem ser alinhadas aos seus respectivos
planejamentos estratégicos, de forma a garantir os recursos necessários à sua execução.
§ 4º Os tribunais garantirão a participação efetiva de serventuários e de magistrados de primeiro e
segundo graus, indicados pelas respectivas entidades de classe, na elaboração e na execução de
suas propostas orçamentárias e planejamentos estratégicos.
§ 5º O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos tribunais superiores, sem prejuízo da
participação efetiva de ministros e serventuários na elaboração e na execução de suas estratégias.
§ 6º O Conselho Nacional de Justiça adotará as providências necessárias para fornecer auxílio
técnico-científico aos tribunais na elaboração e na gestão da estratégia.

Art. 3º O Núcleo de Gestão Estratégica dos tribunais ou unidade análoga coordenará ou


assessorará a elaboração, implementação e gestão do planejamento estratégico, como também
atuará nas áreas de gerenciamento de projetos, otimização de processos de trabalho e
acompanhamento de dados estatísticos para gestão da informação.
§ 1º Os tribunais deverão priorizar, inclusive nas suas propostas orçamentárias, a estruturação de
Núcleos de Gestão Estratégica ou unidade análoga.
§ 2º O Conselho Nacional de Justiça encaminhará aos tribunais, por intermédio do Departamento de
Gestão Estratégica, sugestão de estruturação das atividades dos Núcleos de Gestão Estratégica.

CAPÍTULO III
DO BANCO E DE BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO DO PODER JUDICIÁRIO

Art. 4º O Conselho Nacional de Justiça manterá disponível no seu Portal na Rede Mundial de
Computadores (internet) o Banco de Boas Práticas de Gestão do Poder Judiciário, a ser
continuamente atualizado, com o intuito de promover a divulgação e o compartilhamento de
projetos e ações desenvolvidas pelos tribunais.
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§ 1º Os projetos e ações do Banco de Boas Práticas de Gestão do Poder Judiciário serão
subdivididos de acordo com os temas da Estratégia Nacional, a fim de facilitar a identificação
pelos tribunais interessados na sua utilização.
§ 2º Os projetos e práticas a serem incluídos no Banco de Boas Práticas de Gestão do Poder
Judiciário devem ser encaminhados ao Departamento de Gestão Estratégica do Conselho
Nacional de Justiça, órgão responsável pela sua gestão.

CAPÍTULO IV
DO ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS

Art. 5º Os tribunais promoverão Reuniões de Análise da Estratégia - RAE trimestrais para


acompanhamento dos resultados das metas fixadas, oportunidade em que poderão promover
ajustes e outras medidas necessárias à melhoria do desempenho.

CAPÍTULO V
DOS INDICADORES, METAS E PROJETOS NACIONAIS

Art. 6º Sem prejuízo do planejamento estratégico dos órgãos do Poder Judiciário, o Conselho
Nacional de Justiça coordenará a instituição de indicadores de resultados, metas, projetos e ações
de âmbito nacional, comuns a todos os tribunais.
Parágrafo Único. As metas nacionais de nivelamento para o ano de 2009 estão descritas no
Anexo II desta Resolução.
Art. 6º-A (1) O Conselho Nacional de Justiça coordenará a realização de Encontros Anuais do
Poder Judiciário, preferencialmente no mês de fevereiro, com os seguintes objetivos, entre outros:
I - avaliar a Estratégia Nacional;
II - divulgar o desempenho dos tribunais no cumprimento das ações, projetos e metas nacionais
no ano findo;
III - definir as novas ações, projetos e metas nacionais prioritárias.
§ 1º. Os Encontros Anuais do Poder Judiciário contarão com a participação dos presidentes e
corregedores dos tribunais e dos conselhos, como também das associações nacionais de
magistrados, facultado o convite a outras entidades e autoridades.
§ 2º. O Encontro Anual poderá ser precedido de reuniões preparatórias com representantes dos
tribunais e com as associações nacionais de magistrados.
§ 3º. As deliberações dos Encontros Anuais, mormente as ações, projetos e metas prioritárias
estabelecidas, serão comunicadas ao Plenário do CNJ e publicadas como Anexo desta
Resolução.
§ 4º. Caberá ao Conselho Nacional de Justiça a escolha da sede do Encontro Anual, observadas
as candidaturas dos tribunais interessados, privilegiando-se a alternância entre as unidades
federativas.
§ 5º. A organização dos Encontros Anuais dar-se-á em parceria entre o Conselho Nacional de
Justiça e os tribunais-sede.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 7º Compete à Presidência do Conselho Nacional de Justiça, em conjunto com a Comissão de


Estatística e Gestão Estratégica, assessorados pelo Departamento de Gestão Estratégica,
coordenar as atividades de planejamento e gestão estratégica do Poder Judiciário.
Parágrafo Único. A Presidência do Conselho Nacional de Justiça instituirá e regulamentará Comitê
Gestor Nacional para auxiliar as atividades de planejamento e gestão estratégica do Poder
Judiciário, a ser coordenado pelo Presidente da Comissão de Estatística e Gestão Estratégica.
Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
...

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PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS
(MANUAL TÉCNICO DE ORÇAMENTO 2011)

Princípio Orçamentário da Unidade ou Totalidade


O princípio orçamentário da unidade ou totalidade, previsto pelo caput do art. 2º da Lei nº 4.320,
de 1964, determina a existência de orçamento único para cada um dos entes federados –União,
Estados, Distrito Federal e Municípios – com a finalidade de se evitar múltiplos orçamentos
paralelos dentro da mesma pessoa política. Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas
fixadas, em cada exercício financeiro,devem integrar um único documento legal dentro de cada
esfera federativa: a LOA

Princípio Orçamentário da Universalidade


O princípio orçamentário da universalidade, estabelecido pelo caput do art. 2º da Lei nº 4.320, de
1964, recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 165 da Constituição, determina que a LOA de
cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos,
entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

Princípio Orçamentário da Anualidade ou Periodicidade


O princípio orçamentário da anualidade ou periodicidade, estipulado pelo caput do art. 2º da Lei nº
4.320, de 1964, delimita o exercício financeiro orçamentário: período de tempo ao qual a previsão
das receitas e a fixação das despesas registradas na LOA irão se referir. Segundo o art. 34 da Lei
nº 4.320, de 1964, o exercício financeiro coincidirá com o ano civil e, por isso, será de 1º de
janeiro a 31 de dezembro de cada ano.

Princípio Orçamentário da Exclusividade


O princípio orçamentário da exclusividade, previsto no § 8º do art. 165 da Constituição, estabelece
que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa.
Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e a
contratação de operações de crédito, nos termos da lei.

Princípio do Orçamento Bruto


O princípio do orçamento bruto, previsto pelo art. 6o da Lei no 4.320, de 1964, obriga o
registro de receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções.

Princípio Orçamentário da Publicidade/Transparência


O princípio orçamentário da publicidade é a base da atividade da Administração Pública no regime
democrático, previsto pelo caput do art. 37 da Magna Carta de 1988. Aplica-se ao orçamento
público, pelas disposições contidas nos arts. 48, 48-A e 49 da LRF, que determinam ao governo,
por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade; publicar relatórios sobre a
execução orçamentária e a gestão fiscal; disponibilizar, para qualquer pessoa, informações sobre
a arrecadação da receita e a execução da despesa.

Princípio Orçamentário da Não Vinculação da Receita de Impostos


O princípio orçamentário da não vinculação da receita de impostos, estabelecido pelo inciso IV do
art. 167 da Constituição, veda vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, salvo
exceções por ela fixadas.

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Questões

ORÇAMENTO PÚBLICO

1. (51 – Técnico Superior Administrador/PGE/RJ/2009). Em relação ao estatuto legal da LOA


− Lei Orçamentária Anual no Brasil é correto afirmar:
(A) O orçamento é uma lei formal, que apenas prevê as receitas públicas e autoriza os gastos,
não criando direitos subjetivos nem modificando as leis tributárias e financeiras.
(B) A LOA é uma lei temporária com vigência limitada a quatro anos, assim como o PPA e a LDO.
(C) Sendo uma lei formal, a mera previsão de despesa na lei orçamentária anual cria direito
subjetivo, sendo possível se exigir, por via judicial, que uma despesa específica prevista no
orçamento seja realizada.
(D) Por ser uma lei ordinária, a LOA não pode ser considerada uma lei especial, isto é, não possui
processo legislativo diferenciado nem trata de matéria específica.
(E) Como todas as demais leis orçamentárias, a LOA é uma lei complementar.

2. (40 – TJA/TRT22/2010). O plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos


anuais são estabelecidos por leis de iniciativa do Poder
(A) Executivo.
(B) Legislativo.
(C) Judiciário.
(D) Executivo e do Legislativo.
(E) Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

3. (41 – TJA/TRT22/2010). O instrumento que compreende as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, orienta a elaboração da lei orçamentária anual, dispõe sobre as alterações na
legislação tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de
fomento, denomina-se
(A) Parceria Público-Privada.
(B) Plano Plurianual.
(C) Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(D) Lei de Responsabilidade Fiscal.
(E) Fundo de Participação.

4. (42 – TJA/TRT22/2010). A Lei Orçamentária Anual compreende o


(A) orçamento fiscal, as diretrizes orçamentárias e o orçamento de investimento das empresas.
(B) plano plurianual, o orçamento fiscal e o orçamento de investimento das empresas.
(C) plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento fiscal.
(D) o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e as diretrizes orçamentárias.
(E) o orçamento fiscal, o orçamento de investimento das empresas e o orçamento da seguridade
social.

5. (54 – AJA/TRT8/2010). O projeto de lei orçamentária anual apresentado pelo Executivo que
sofrer veto, emenda ou rejeição, tem como consequência recursos sem despesas
correspondentes. Tais recursos poderão ser utilizados
(A) mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.
(B) para despesas emergenciais ou imprevisíveis, com prévia e específica autorização legislativa.
(C) mediante créditos especiais ou suplementares, desde que haja disponibilidades financeiras.
(D) para despesas emergenciais ou imprevisíveis, independentemente de autorização legislativa.
(E) mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização do
respectivo Tribunal de Contas.

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Questões

6. (46 – Agente Adm/MPE/RS/2010). A lei que compreende as metas e prioridades da


administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subsequente, é
(A) a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(B) a Lei de Improbidade Administrativa.
(C) o Plano Plurianual.
(D) a Lei Orçamentária anual.
(E) a Lei de Responsabilidade Fiscal.

7. (47 – Contador/MIN/DNOCS/2010). Analise as afirmações abaixo, relativas ao ciclo


orçamentário no Brasil.
I. O Plano Plurianual tem sua vigência iniciada no primeiro dia do segundo ano de mandato do
Chefe do Poder Executivo e terminada no último dia do primeiro ano do mandato seguinte.
II. A Lei das Diretrizes Orçamentárias estabelecerá a política de aplicação de recursos das
agências financeiras oficiais de fomento.
III. O projeto de Lei Orçamentária Anual deve ser apreciado pelas duas casas do Congresso
Nacional em sessões separadas.
IV. Nenhum projeto de investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser
iniciado sem prévia inclusão no Plano Plurianual ou sem lei que autorize a inclusão.
É correto o que consta APENAS em
(A) I.
(B) I e II.
(C) I, II e IV.
(D) II e III.
(E) III e IV.

8. (37 – Procurador de Contas/TCE/AMAPÁ/2010). Sobre o calendário para elaboração das


leis orçamentárias, é correto afirmar que
(A) a Lei Complementar no 101/2000 dispõe que o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será
encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido
para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
(B) a Constituição Federal dispõe que compete à lei ordinária disciplinar o calendário para
elaboração das leis orçamentárias, sendo esta a Lei no 4.320/64 recepcionada pela Constituição
de 1988.
(C) o projeto de lei orçamentária anual será encaminhado até quatro meses antes do
encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão
legislativa, conforme disposto no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
(D) a sessão legislativa não será encerrada enquanto não votado o projeto de lei orçamentária
anual, segundo a Constituição Federal.
(E) o plano plurianual tem seu prazo disciplinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, com
vigência até o final do último exercício financeiro do mandato do Chefe do Executivo, sendo
encaminhado o projeto até seis meses antes do encerramento do último exercício financeiro do
mandato do Chefe do Executivo anterior.

9. (51 - AAJ/TRT9/2010). A LOA - Lei Orçamentária Anual compreende os orçamentos


(A) de metas e riscos fiscais, de investimentos das empresas e da seguridade social.
(B) fiscal, de metas fiscais e de riscos fiscais.
(C) de riscos fiscais, de investimento sociais e de investimentos das empresas.
(D) fiscal, de investimento das empresas e da seguridade social.
(E) fiscal, de investimentos sociais e da seguridade social.

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Questões

ORÇAMENTO PROGRAMA

1. (57 – Técnico Superior Administrador/PGE/RJ/2009). O tipo de orçamento adotado pelos


governos no Brasil, cujo principal objetivo é a articulação com o planejamento, denomina-se
(A) orçamento-programa.
(B) orçamento participativo.
(C) orçamento por desempenho.
(D) orçamento clássico.
(E) orçamento de base zero.

2. (55 – AJC/TRF4/2010). Na classificação funcional da despesa, o instrumento de ação


governamental que é utilizado para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto
de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da
referida ação, é denominado
(A) subfunção.
(B) atividade.
(C) função.
(D) operação especial.
(E) projeto.

3. (68 – AJJ/TRT12/2010). Considere:


I - Orçamento por programas é uma modalidade de orçamento que está intimamente associada ao
planejamento, traduzindo amplamente o plano de trabalho do governo, com a indicação dos
programas e das ações a serem realizados, inclusive com a discriminação dos projetos e
atividades, bem como dos montantes e das fontes de recursos a serem utilizados em sua
execução.
II - Orçamento por programas tem como função principal propiciar o controle político sobre as
finanças públicas, valendo-se de técnicas contábeis, realizando o confronto entre as receitas e
despesas, buscando manter o equilíbrio financeiro e evitar ao máximo a expansão descontrolada
dos gastos.
III - Orçamento por programas é uma modalidade de orçamento que incentiva os órgãos setoriais
a pressionarem o governo por contínua ampliação dos gastos, sem que haja uma avaliação
quanto ao alinhamento das novas despesas com a política de governo, suas estratégias e
diretrizes.
Está correto o que consta APENAS em
(A) II.
(B) I.
(C) III.
(D) I e II.
(E) II e III.

4. (59 – AJC/TRE./AL/2010). Segundo a Classificação da Despesa por Programas, gastos com


inativos, amortizações e encargos são enquadrados em ações do tipo
(A) atividade.
(B) projeto.
(C) operações especiais.
(D) custeio.
(E) transferências correntes.

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Questões

5. (60 – AJC/TRE./AL/2010). O instrumento de organização da ação governamental buscando a


concretização dos objetivos propostos é denominado
(A) projeto.
(B) ação.
(C) função.
(D) subfunção.
(E) programa.

6. (01 – APOF/SEFAZ/SP/2010). Uma das características do orçamento-programa é a utilização


sistemática de indicadores e padrões de medição do trabalho e dos resultados. Para isso, é feita
uma diferenciação entre os produtos finais dos programas e os produtos intermediários
necessários para alcançar os seus objetivos. É produto final de um programa da área de saúde:
(A) o percentual da população atendida pelo programa de vacinação.
(B) o número de postos de saúde construídos.
(C) o número de medicamentos distribuídos.
(D) o total de consultas médicas realizadas.
(E) a redução da mortalidade infantil.

PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS

1. (58 – TJA/TRT12/2010). Orienta a elaboração do orçamento e sua execução, determinando


que o orçamento deve conter todas as receitas e despesas referentes aos Poderes que integram
a esfera de Governo. Trata-se do Princípio da
(A) Competência.
(B) Unidade.
(C) Universalidade.
(D) Entidade.
(E) Anualidade.

2. (43 – TJA/TRT22/2010). A exclusividade concedida ao Poder Executivo para propor a Lei do


Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual é garantida pelo
princípio da
(A) legalidade.
(B) exclusividade.
(C) não-afetação e quantificação dos créditos orçamentários.
(D) reserva legal.
(E) discriminação ou da especificação.

3. (69 – AJJ/TRT12/2010). O princípio orçamentário que determina que deverão ser incluídos no
orçamento, exclusivamente, assuntos que lhe sejam pertinentes, refere-se ao Princípio
a) da Unidade.
b) da Programação.
c) da Competência.
d) do Equilíbrio.
e) da Exclusividade.

4. (52 – AJC/TRF4/2010). O princípio orçamentário que estabelece que a Lei do Orçamento não
consigne dotações globais destinadas a atender indiferentemente as despesas de pessoal,
material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras é denominado Princípio da
(A) Não afetação das Receitas.
(B) Anualidade.
(C) Clareza.
(D) Exclusividade.
(E) Especificação.
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Questões

5. (01 – APOF/SEFAZ/SP/2010). Sobre os princípios orçamentários, é correto afirmar:


(A) Pelo princípio da anualidade, um tributo só pode ser cobrado se tiver expressa previsão na lei
orçamentária anual.
(B) A autorização para abertura de crédito suplementar é exceção ao princípio da exclusividade
que rege a lei orçamentária anual.
(C) É vedada a vinculação de qualquer receita a qualquer despesa, conforme o princípio da não
afetação.
(D) O princípio da universalidade expressa que as despesas devem estar previstas de forma
genérica e universal.
(E) Como decorrência do princípio da unidade, a lei orçamentária se divide em três partes:
orçamento anual, diretrizes orçamentárias e plano plurianual.

6. (54 – Especialista em AOFP/Prefeitura/SP/2010). O Prefeito Municipal de Escorpião solicitou


ao contabilista da Prefeitura que elaborasse um projeto de Lei Orçamentária Anual sem considerar
as despesas do setor da educação. O contabilista, corretamente, informou que o pedido não
poderia ser atendido em razão do princípio
(A) da clareza.
(B) do equilíbrio.
(C) da exclusividade.
(D) da anualidade.
(E) da universalidade.

7. (52 - Procurador/MPjuntoTCE/RO/2010). Analise as afirmações a seguir:


I. O princípio da unidade expressa que a lei orçamentária deve ser uma peça só e o texto
constitucional o consagra ao dispor que a lei orçamentária anual compreenderá o orçamento
fiscal, o orçamento de investimento e o orçamento da seguridade social.
II. O princípio da não afetação de receita de tributos a órgão, fundo ou despesa vem consagrado
constitucionalmente, mas não de forma absoluta, na medida em que admite exceções, como a
destinação de recursos para as ações e serviços de saúde.
III. O princípio da exclusividade não mais vige na atual ordem constitucional, na medida em que a
lei orçamentária pode conter outras matérias estranhas à previsão de receita e à fixação da
despesa, como é o caso da previsão de autorização para abertura de crédito suplementar.
Está correto SOMENTE o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) II e III.

8. (46 – Contador/MIN/DNOCS/2010). Em relação aos princípios orçamentários adotados no


Brasil, é correto afirmar que o princípio
(A) orçamentário da unidade não está previsto na Lei no 4.320/64.
(B) da não afetação de receitas não deve ser cumprido rigidamente, uma vez que há exceções
previstas a esse princípio na Constituição Federal.
(C) da exclusividade impede que a lei orçamentária possa conter autorização para abertura de
créditos suplementares.
(D) da anualidade não implica que o orçamento coincida com o ano civil.
(E) da universalidade admite exceções no tocante à fixação das despesas.

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Questões

9. (50 - AAJ/TRT9/2010). O princípio orçamentário que define que nenhuma parcela da receita de
impostos poderá ser posta em reserva para cobrir certos e específicos dispêndios, salvo as
exceções previstas em lei, é denominado Princípio da
(A) Reserva Legal.
(B) Universalidade e Unidade Orçamentária.
(C) Não-afetação e da Quantificação dos Créditos Orçamentários.
(D) Legalidade.
(E) Vinculação dos Créditos Orçamentários.

10. (46 – Técnico Judiciário Cont/TRF4/2010). O Princípio Orçamentário que estabelece que
seja vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa é denominado Princípio da
(A) Unidade.
(B) Universalidade.
(C) Exclusividade.
(D) Não-afetação das receitas.
(E) Especificação ou da Discriminação.

11. (56 – AJC/TRT4/2006). A autorização, na lei de orçamento, para abertura de créditos


suplementares é exceção ao princípio orçamentário da(o)
(A) Não-afetação das receitas.
(B) Unidade.
(C) Universalidade.
(D) Exclusividade.
(E) Orçamento Bruto.

12. (55 – TJC/TRT3/2005). São princípios do orçamento


(A) Formalidade e o Investimento.
(B) Clareza e Equilíbrio.
(C) Competência e a Subjetividade.
(D) Mutabilidade e a Periodicidade.
(E) Anualidade e a Subjetividade.

13. (51 – AJC/TRT4/2004). O Princípio da anualidade estabelece que as autorizações


orçamentárias e, consequentemente, o exercício financeiro no Brasil deve corresponder a doze
meses e coincidir com o ano civil. Contudo constitui EXCEÇÃO ao princípio mencionado
(A) a autorização para créditos reabertos.
(B) as receitas vinculadas.
(C) o processamento de despesas orçamentárias de exercícios anteriores.
(D) o processo de fundos especiais.
(E) os restos a pagar não processados.

RECEITAS E DESPESAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS

1. (51 – AJC/TRE./AL/2010). Quanto à natureza, segundo a doutrina, a despesa pública se divide


em
(A) orçamentária e extraorçamentária.
(B) originária e derivada.
(C) corrente e de capital.
(D) ordinárias e extraorçamentárias.
(E) orçamentárias e extraordinárias.

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Questões

2. (56 – AJC/TRF4/2010). É exemplo de receita extraorçamentária:


(A) depósito recebido como garantia para participação em licitação.
(B) multa relativa a tributos pagos com atraso.
(C) taxa cobrada pela prestação de serviços públicos.
(D) receita da dívida ativa do ente público.
(E) receita de operações de empréstimo efetuadas pelo ente público.

3. (57 – AJC/TRF4/2010). É um tipo de despesa extraorçamentária:


(A) subvenção social.
(B) construção de obras públicas.
(C) devolução de cauções.
(D) aquisição de títulos representativos de capital de empresas em funcionamento.
(E) amortização da dívida pública.

4. (65 – AJC/TRF4/2010). São computados como receita extraorçamentária no Balanço


Financeiro de um ente público:
(A) alienações de bens.
(B) operações de crédito.
(C) receitas industriais.
(D) restos a pagar inscritos no exercício.
(E) receitas patrimoniais.

5. (51–ANALISTA CONT./MPE/SE/2009). Quanto à natureza, a receita Pública é classificada


como:
(A) corrente e de capital.
(B) orçamentária e extra-orçamentária.
(C) ordinária e extraordinária.
(D) originária e patrimonial.
(E) financeira e patrimonial.

6. (50 – TJC/TRF4/2010). Constitui exemplo de receita extraorçamentária


(A) depósito judicial.
(B) multa relativa a tributo pago com atraso.
(C) receita decorrente da alienação de imóveis do ente público.
(D) receita de aluguéis de imóveis de propriedade do ente público.
(E) receita de serviços prestados pelo ente público.

7. (51 – TJC/TRF4/2010). É exemplo de despesa extraorçamentária


(A) juro da dívida pública.
(B) aquisição de equipamentos e instalações.
(C) pagamento de restos a pagar.
(D) amortização da dívida pública.
(E) concessão de empréstimos pelo ente público.

8. (57 – TJC/TRF4/2010). No Balanço Financeiro


(A) é feita a comparação entre os valores previstos da receita e os valores efetivamente
arrecadados.
(B) são comparadas as variações patrimoniais ativas e passivas e apurado o resultado patrimonial
do exercício.
(C) é apurada a situação patrimonial do ente público, por comparação entre ativos e passivos.
(D) os restos a pagar do exercício figuram como receita extraorçamentária.
(E) é calculado o resultado nominal do ente público.

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Questões

9. (46 – AJA/TRT22/2010). A receita que compreende os recolhimentos feitos que constituirão


compromissos exigíveis, cujo pagamento independe de autorização orçamentária ou legislativa,
denomina-se
(A) transferência intergovernamental.
(B) orçamentária.
(C) de capital.
(D) corrente.
(E) extraorçamentária.

RESOLUÇÃO 70/2009

1. (59 – TJA/TRT12/2010). De acordo com a Resolução n. 70/2009, o Conselho Nacional de


Justiça e os tribunais indicados nos incisos II a VII do art. 92 da Constituição Federal Elaborarão
os seus respectivos planejamentos estratégicos, alinhados ao Plano Estratégico Nacional, com
abrangência mínima de
(A) 2 anos.
(B) 3 anos.
(C) 4 anos.
(D) 5 anos.
(E) 10 anos.

2. (60 – TJA/TRT12/2010). Os tribunais promoverão Reuniões de Análise da Estratégia - RAE


trimestrais, oportunidade em que poderão promover ajustes e outras medidas necessárias à
melhoria do desempenho, com a finalidade de, entre outras,
(A) coordenar as atividades de planejamento e gestão estratégica do Poder Judiciário.
(B) regulamentar o Comitê Gestor Nacional no auxílio do planejamento da gestão estratégica do
Poder Judiciário.
(C) preceder reuniões preparatórias com representantes dos tribunais com as associações
nacionais.
(D) sugerir a estruturação das atividades dos Núcleos de Gestão Estratégica
(E) acompanhar os resultados das metas fixadas.

ORÇAMENTO PÚBLICO
1 –A 2–A 3–C 4–E 5–A 6–A 7–C 8–C 9–D

ORÇAMENTO PROGRAMA
1 –A 2–B 3–B 4–C 5–E 6–E

PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS
1 –C 2–D 3–E 4–E 5–B 6–E 7–D 8–B 9–C 10 – D
11 – D 12 – B 13 – A

RECEITAS E DESPESAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS


1 –A 2–A 3–C 4–D 5–B 6–A 7–C 8–D 9–E

RESOLUÇÃO 70/2009
1 –D 2–E

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