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TITULO: Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
TITULO:
Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências
ÍNDICE DE REVISÕES
REV.
DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
 

Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências

 

1.

TERMOS, DEFINIÇÕES E SIGLAS

 

5.1. Termos e Definições

Autoridade competente: Órgão, repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física, encarregada pela legislação vigente de examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar a construção de dutos. À autoridade competente cabem a aprovação e a fiscalização da passagem de dutos por vias públicas, ferrovias, acidentes naturais e outras interferências. Além disso trata de questões relativas à passagem do duto junto a instalações de concessionárias de outros serviços públicos. Na ausência de legislação específica, a autoridade competente é a própria entidade pública ou privada que promove a construção do duto.

Calçada (passeio): Revestimento impermeável do piso ao redor de edificações, junto às paredes de perímetro e limitado pelo meio-fio ou guia.

 

Companhia operadora: Empresa pública ou privada responsável pela operação do duto.

 

Como construído: Documento ou conjunto de documentos que descrevem ou representam o duto e suas respectivas instalações, em sua forma final, após sua construção e montagem.

Cruzamento: Passagem de duto por rodovias, ferrovias, ruas e avenidas, linhas de transmissão, cabos de fibra ótica, outros dutos e instalações subterrâneas.

Diretriz: Linha de centro de uma faixa de dutos que indica a direção e desenvolvimento desta faixa; quando locada em área urbana, representa a linha de centro do eixo da vala.

Duto: Designação genérica de instalação constituída por tubos ligados entre si, incluindo os componentes e complementos, destinada ao transporte ou transferência de fluidos, entre as fronteiras de unidades operacionais geograficamente distintas.

Escoramento: Sustentação que se faz nas paredes da vala com escoras de madeira ou perfis metálicos, de forma a manter o corte vertical da parede.

 

Estaqueamento: Conjunto das estacas de um caminhamento topográfico.

 

Faixa de domínio ou faixa: Área de terreno de largura definida no projeto, ao longo da diretriz, legalmente destinada a construção, montagem, operação e manutenção de duto, compreendida entre as cercas limítrofes das áreas industriais de origem/destino.

Faixa de trabalho (frente de obra): Área de terreno, compreendendo qualquer logradouro, onde se desenvolvem todas as atividades decorrentes da construção de dutos em área urbana, destinada a construção, montagem e operação do duto.

Interferência: Para duto em implantação, é qualquer construção, aérea ou subterrânea, localizada na passagem do duto. Para duto existente, é qualquer obra ou serviço a ser executado sobre a faixa.

localizada na passagem do duto. Para duto existente, é qualquer obra ou serviço a ser executado
localizada na passagem do duto. Para duto existente, é qualquer obra ou serviço a ser executado
 

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Pista: Parte ou a totalidade da faixa de domínio, fora das áreas urbanas, destinada aos trabalhos de construção e montagem e manutenção de dutos.

Projeto: Conjunto de informações documentadas que compõem o dimensionamento mecânico do duto, objetivando a integridade estrutural e a segurança operacional das instalações, e garantindo a preservação ambiental.

Travessia: Passagem do duto através de rios, riachos, lagos, açudes, canais e regiões permanentemente alagadas, ou sobre depressões profundas, grotas e outros acidentes, por onde a passagem do duto é necessariamente aérea.

 

Vala: Cava feita a céu aberto, em trechos contínuos, com seção reta constante, para alojar o duto.

2.

MÉTODOS EXECUTIVOS

 

6.1. Considerações Gerais

Antes do início de qualquer atividade, devem ser obtidas as autorizações dos órgãos públicos envolvidos, entidades privadas e outros que interfiram com a faixa de dutos, para liberação das áreas de trabalho e execução dos serviços.

Nota: Verificar a necessidade de emissão de PT Permissão de Trabalho ou PTT Permissão de Trabalho Temporária.

Antes do início dos serviços, apresentar atestados de qualificação dos operadores dos equipamentos a serem utilizados na sondagem, emitidos pelo fabricante do aparelho ou seus representantes devidamente credenciados.

Os equipamentos de sondagem eletromagnética devem ser devidamente calibrados por entidade responsável e/ou assistência do fabricante. Os instrumentos devem ter sua confiabilidade atestada através de comparação por trincheira. Os resultados obtidos na execução das 10 (dez) primeiras trincheiras devem ser comparados com os resultados fornecidos pelo equipamento. Este procedimento deve ser adotado sempre que houver nova calibração do instrumento.

Devem ser pesquisadas e perfeitamente identificadas todas as interferências com edificações, vias de acesso, tubulações de água, esgoto e gás, cabos elétricos, cabos telefônicos, cabos de fibra óptica, leitos de anodos, drenos, valas de irrigação, canais e outras instalações superficiais e subterrâneas existentes, com uso de aparelhos eletrônicos, detector eletromagnético ou GPR, sendo necessária, no caso de cruzamentos com essas interferências a execução de poços de inspeção escavados manualmente para a visualização/confirmação dos dados, de acordo com os seguintes critérios:

 

Levantamento em campo das instalações existentes;

 

Consulta ao banco de dados do Sistema GIS, aos desenhos “como construído” e ao cadastro das concessionárias de serviços públicos, quando aplicavel;

GIS, aos desenhos “como construído” e ao cadastro das concessionárias de serviços públicos, quando aplicavel;
GIS, aos desenhos “como construído” e ao cadastro das concessionárias de serviços públicos, quando aplicavel;
 

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Emprego de georadar (GPR) ou detector eletromagnético condutivo com apoio de rastreador DGPS. Adicionalmente devem ser abertas trincheiras de inspeção escavadas manualmente, para confirmação do posicionamento das interferências detectadas, nas mudanças de direção ou

cruzamentos;

 

Nos casos de paralelismo, uma trincheira de inspeção transversal à faixa, escavada manualmente, deve ser aberta a cada 1000 metros, para a comprovação da precisão do equipamento utilizado;

Colocação de sinalização provisória sobre os dutos ou cabos eventualmente existentes com espaçamento máximo de 10 m; nas curvas essa distância deve ser reduzida para 2 m, definindo uma cor diferenciada para as estacas de cada duto ou cabo existente;

Sinalização e proteção adequada dos suspiros, pontos de testes (ensaios), peças especiais existentes, leitos de anodo e cabos;

Identificação e sinalização dos trechos em que o duto estiver com a cobertura inferior à definida pelo estudo de influência das cargas externas de terra e tráfego sobre os dutos existentes na faixa de domínio, visando, caso necessário, definir critérios para implementar medidas de proteção, tais como sobrecobertura e estiva.

Todas as informações relacionadas às interferências encontradas devem ser cadastradas e georeferenciadas para inclusão na documentação “como construído” (as built).

 

Executar a escavação da trincheira sobre o eixo da tubulação existente, por escavação manual,

em dimensão suficiente para a verificação visual da tubulação, de modo a permitir a medição da cobertura existente e a identificação topográfica da tubulação naquele ponto. Após a execução da trincheira e compilados todos os dados em relatório, a mesma deve ser coberta imediatamente, com

mesmo material proveniente da escavação, compactado em camadas. Não é permitido o uso de escavação mecânica na abertura de trincheira, observando-se o item a seguir:

o

NOTA: Caso a interferência não for encontrada na posição indicada em projeto, a trincheira deve ser prolongada até que se encontre fisicamente a interferência em questão.

 

No alinhamento do duto só poderá ser realizada escavação manual, sendo que é permitido o uso

de máquina fora do alinhamento do duto. O duto descoberto deve ter apoios equidistantes garantindo

o

perfeito equilíbrio.

 

Nenhum trabalho de escavação de trincheira sobre as linhas existentes na Faixa será realizado, sem que se proceda à identificação prévia do posicionamento e cobertura das interferências existentes.

Os pontos sondados, onde se fará as escavações, serão georeferenciados por meio de estação total, cujas leituras serão apoiadas em marcos auxiliares, plotados por meio de GPS diferencial “Trimble”, que garantam uma precisão mínima de 10 cm (dez centímetros) no plano horizontal e 10% (dez por cento) no plano vertical.

A identificação do eixo das linhas dos dutos deve ser feita com estacas (km) de cores diferentes, nome, inscrição do diâmetro e profundidade do duto, conforme se segue:

ser feita com estacas (km) de cores diferentes, nome, inscrição do diâmetro e profundidade do duto,
ser feita com estacas (km) de cores diferentes, nome, inscrição do diâmetro e profundidade do duto,

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Vermelho: 1 a linha a tubulação mais próxima à linha que deve ser construída;

Amarelo: 2 a linha em ordem de afastamento;

Azul: 3 a linha em ordem de afastamento;

Verde: 4 a linha em ordem de afastamento;

Branco: Infraestrutura óptica

Nota: O esquema acima poderá ser somente exemplo de identificação.

As sondagens dos dutos serão executadas de forma contínua e o estaqueamento será feito a cada 10,0 m (dez metros) nos trechos retos e a cada 2,0 m (dois metros) em curvas horizontais de modo a identificar claramente a localização do duto.

Em áreas alagadas (brejos, filetes, rios) e cruzamentos, deve ser aberta uma trincheira em ambos os lados das margens das travessias e cruzamentos, escavada manualmente, para visualização e confirmação de localização das linhas existentes. As áreas alagadas serão sondadas e estaqueadas a cada 5,0m (cinco metros) em trechos retos e, a cada 2,0m em trechos curvos, em uma extensão mínima de 50,0m (cinqüenta metros) a partir das margens.

Nos cruzamentos com linhas existentes e interferências as sondagens de todas as linhas serão feitas a cada 2,0m (dois metros), em uma extensão de 20,0m (vinte metros), para cada lado do duto sondado, com abertura de trincheiras de confirmação do posicionamento e colocação de piquetes no(s) ponto(s) de cruzamento(s).

Nos locais em que os equipamentos eletromagnéticos de sondagem sofram interferências, e estas interferências não sejam sanadas com o uso de equipamentos complementares, tais como, atenuadores de interferências eletromagnéticas, serão realizadas sondagens manuais (abertura de trincheira).

Caso o estaqueamento seja perdido ou removido, todo o processo de identificação e sondagem (acima descrito) deve ser refeito para colocação da nova identificação antes do início dos serviços.

Nos locais onde a localização não ocorrer dentro dos intervalos solicitados de acordo com os métodos previstos neste procedimento, o trecho em questão deverá ser considerado não localizado. Para fins de apresentação em planta e em perfil de “as built” o trecho deverá ser deixado em branco, ou seja, a linha de representação do duto ficará interrompida.

Qualquer alternativa de localização de interferências apresentada, deve ter sua confiabilidade atestada através de comparação por trincheiras da linha locada sem colocar em risco as instalações existentes.

6.2. Sondagens Eletromagnéticas

6.2.1.Verificação e Reparos das Ligações Elétricas do SPC

As verificações e possíveis reparos solicitados neste item são apenas o mínimo necessário à localização de tubulações, devendo o executor estar ciente de que qualquer serviço adicional a ser realizado no SPC é de sua responsabilidade, de modo a atuar com eficiência e correção.

serviço adicional a ser realizado no SPC é de sua responsabilidade, de modo a atuar com
serviço adicional a ser realizado no SPC é de sua responsabilidade, de modo a atuar com
Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências O rastreamento dos cabos elétricos do SPC deverá ser
Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências
O rastreamento dos cabos elétricos do SPC deverá ser realizado pela técnica de rastreamento de
cabos ou tubulações. Deve ser realizado o rastreamento dos cabos de cada componente do SPC
(ponto de teste, retificador, equipamento de drenagem elétrica, semicélula permanente, leito de
anodos etc.), visando identificar qualquer um dos problemas abaixo:
a) Ausência da ligação efetiva do cabo ao duto;
b) Cabo rompido entre o componente e o duto;
c) Cabo com isolamento elétrico danificado;
d) Danos no isolamento da solda;
e) Danos no revestimento do duto no trecho de solda ao cabo do SPC;
f) Emenda defeituosa do cabo à tubulação;
g) Duto sem cabo específico;
h) Interligação entre dutos;
i) Cabo abandonado com ligação com o duto.
Ainda utilizando a técnica de rastreamento de cabos e tubulações, deverão ser realizadas as
seguintes verificações:
a) Contato elétrico entre dutos através de qualquer estrutura que conduza corrente elétrica, como por
exemplo, dormentes metálicos enterrados ou aéreos;
b) Junta de isolamento elétrico em curto.
Nos locais, onde a técnica de rastreamento de cabos ou tubulações indicar a existência de
problemas, deverá ser realizada uma escavação do cabo até o ponto de contato no duto, visando
identificar o tipo de problema, para em seguida, executar os serviços de correção citados neste
Procedimento.
Deve ser emitido um relatório com os resultados da inspeção, identificando o componente do SPC
e os respectivos problemas encontrados. Deverá ser apresentado um desenho de “as built” de cada
local reparado. Estes desenhos serão incorporados aos desenhos de planta, em escala 1:1.000, da
faixa do duto.
6.2.2.Reparos e Correções no SPC
Para a retirada de cabo na ligação com o duto, o cabo deve ser removido e a região de contato
com o duto deve ter o revestimento reparado.
Correções a serem executadas nos cabos do SPC são:
a) Cabos sem identificação ou com identificação errada deverão ser corretamente identificados;
b) Interligações, enterradas ou aéreas, entre dutos devem ser eliminadas;
c) Cabo abandonado deve ser eliminado;
d) Cabo rompido entre componente e duto deve ser reparado, através de mufla plástica;
e) Cabo
com
isolamento
elétrico
danificado
deve
ser
substituído
por
novo,
eliminando-se
o
defeituoso.
Após os reparos e correções acima citados, todos os cabos elétricos devem ser perfeitamente
identificados dentro do respectivo componente, através de anilhas plásticas ou demarcador
devem ser perfeitamente identificados dentro do respectivo componente, através de anilhas plásticas ou demarcador
devem ser perfeitamente identificados dentro do respectivo componente, através de anilhas plásticas ou demarcador
 

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termocontrátil, de acordo com o duto ao qual está conectado. A identificação deve ser feita de acordo com a orientação do órgão operacional.

Devem ser reparados danos ao revestimento ou isolamento no ponto de solda do cabo no tubo e à emenda defeituosa de cabo, observados durante a escavação.

NOTA:

A inspeção do isolamento da solda do cabo no duto deve ser realizada, também, por

meio de “holiday detector”, antes e depois do reparo.

 

Contatos elétricos com dormentes aéreos ou enterrados prejudiciais ao potencial tubo-solo devem ser eliminados.

Juntas de isolamento em curto devem ser notificadas à Fiscalização. Se a junta for do tipo anel de celeron para par de flanges, deve ser verificado se há continuidade elétrica entre cada cartucho e arruela metálica e os flanges. Os defeituosos devem ser trocados, de acordo com o diâmetro da tubulação, o tipo de flange (RF ou RTJ) e a classe de pressão e temperatura de projeto do duto.

Em seguida, para a realização da identificação de cabos (procurando-se aproveitar a escavação feita), deve ser realizado novo teste, para confirmar a identificação dos cabos e a inexistência de interligações entre os dutos.

6.2.3.Orientações para a Execução dos Reparos no SPC

 

As escavações devem ser, preferencialmente, do tipo manual e atender aos requisitos da Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18), ABNT NBR 9061, procedimentos específicos e aos preceitos de SMS vigentes. Devem ser tomados os devidos cuidados para não danificar os cabos, o revestimento do duto e a própria tubulação. Deve ser previsto o uso de escoramento de vala e bomba de sucção onde se fizer necessário. O local escavado deve ser reconstituído, incluindo o reaterro e compactação do solo em estradas, ruas, pátios etc.

O fornecimento e condicionamento de todos os materiais, instrumentos de medição, equipamentos e equivalentes, necessários à execução dos serviços citados no presente documento, são da responsabilidade do executor dos serviços.

Os serviços de soldagem de cabo em tubulação, lançamento de cabo elétrico diretamente no solo ou em eletroduto envelopado em concreto, travessia de cabo sob córregos, rios, canais, ruas ou estradas ferroviárias ou rodoviárias, interligação de retificador ou drenagem a duto, emenda de cabo etc, além dos materiais para cabos elétricos, devem atender aos documentos específicos baseados no contrato (Procedimento de Proteção Catódica).

6.2.4.Sondagem Eletromagnética PCM (Pipeline Current Mapper)

 

Previamente à localização de cada duto, efetuar o isolamento elétrico dos dutos na faixa de servidão, de maneira a garantir a fluência do sinal pelo duto a ser localizado e mapeado.

Os dutos devem ser localizados na faixa, com equipamentos utilizando necessariamente a técnica eletromagnética de condução, capazes de localizar e coletar dados ao longo do duto enterrado e/ou

a técnica eletromagnética de condução, capazes de localizar e coletar dados ao longo do duto enterrado
a técnica eletromagnética de condução, capazes de localizar e coletar dados ao longo do duto enterrado
   

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submerso, com precisão relativa melhor que 0,10m no plano horizontal e 10% no vertical. O equipamento deve ser capaz de localizar os dutos até pelo menos quatro metros de profundidade.

O sinal de teste deverá ser injetado no cabo do leito de anodos junto aos retificadores de proteção catódica. Onde o sinal não for suficiente, devem ser utilizados pontos de teste e válvulas aéreas para injeção do sinal de teste. Inicialmente só será permitido retirar 01 (um) retificador de operação de cada vez e, somente durante a jornada de trabalho diário, sendo todas as anotações incorporadas diariamente na ficha de acompanhamento do equipamento.

NOTA:

Caso

o

nível

de

isolamento

não

seja

satisfatório

para

aplicação

da

técnica

eletromagnética, indicando a necessidade de desligamento de mais de um retificador, a fiscalização deverá ser comunicada antecipadamente.

Nos locais em que os equipamentos de sondagem eletromagnética sofram interferências, deverão ser utilizados equipamentos complementares (smart probe, PPL sensor bar da radio detection, ou outro similar). Nos trechos onde o uso destes equipamentos não for eficaz, A Fiscalização deverá ser consultada sobre a necessidade de realizar uma sondagem simples ou com escavação de trincheiras.

Ligar e desligar os retificadores, de acordo com o procedimento específico de Proteção Catódica.

A localização deverá ser realizada com o equipamento receptor sendo operado nos modos de “sinal máximo” e “sinal nulo”. À distância, no solo, entre as medidas de sinal máximo e sinal nulo deverão ser registradas.

Utilizar as recomendações do fabricante do equipamento de modo a atender a precisão solicitada. As recomendações do fabricante deverão orientar, passo a passo, o operador para, no mínimo, os itens listados abaixo:

Sobre a técnica de operação do equipamento para que se atinja a sua melhor performance de precisão e produtividade.

Sobre operação nos modos “sinal máximo” e “sinal nulo” do equipamento, incluindo a interpretação dos resultados referentes a estas medidas e seu significado na precisão da leitura;

Referente à aplicação do sinal no duto;

 

Manipulação, posicionamento e ajuste da sensibilidade do receptor corretamente para a execução das leituras.

Sobre como distinguir sinal induzido em linhas próximas ao duto a ser localizado, garantindo a localização e identificação do duto específico em cada ponto localizado.

Os dutos devem ser localizados e indicados. Cada estaca deverá ser georeferenciada, conforme item de Geoposicionamento dos Dutos e Pontos Notáveis. Os dados referentes à profundidade de enterramento de cada duto serão registrados no momento da localização. A numeração deverá ser exclusiva para cada estaca ao longo de um mesmo duto.

registrados no momento da localização. A numeração deverá ser exclusiva para cada estaca ao longo de
registrados no momento da localização. A numeração deverá ser exclusiva para cada estaca ao longo de

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Nos trechos submersos, deverá ser considerado o uso de recursos físicos que possibilitem a realização da localização até o limite definido pelo fabricante do equipamento.

Os leitos de anodos devem ser localizados pela técnica eletromagnética e suas faixas devem ser demarcadas por estacas ou outro meio eficaz, a cada 10 metros.

6.2.5.Prática Recomendada

Instalar o transmissor em um ponto da tubulação que permita o contato físico de seu terminal de saída com o duto a ser localizado. Em geral, instala-se o transmissor em retificadores ou pontos de testes eletrolíticos (PTE), mas podendo ser instalado, também, em válvulas, pontos de corte da tubulação, etc.

O fluxo do sinal gerado pelo transmissor comporta-se de forma semelhante ao da própria corrente de proteção catódica, isto é, ele deve ser "injetado" através de um aterramento retornando ao transmissor pelo seu terminal de entrada de sinal conectado no duto a ser localizado.

Para melhor refrigeração o transmissor deve trabalhar sempre com sua tampa aberta, mas devidamente protegido da chuva e da umidade.

Aterrar o transmissor nos possíveis pontos indicados a seguir; buscando uma condição ideal para que se possa injetar a maior quantidade de sinal possível (mesmo que não se utilize a corrente de saída máxima), o que só é possível quando:

Instalado em solo de baixa resistividade;

Possuir um bom número de anodos ou hastes para que se obtenha a menor impedância possível;

Instalado perpendicularmente a tubulação que será localizada e o mais afastado possível.

Aterramento utilizando o leito de anodo: Considerado o melhor método de aterramento, pois possui fonte de energia para alimentação do transmissor, contato elétrico com o duto através do cabo soldado ao duto e dimensionamento ideal quanto às características de aterramento.

Aterramento provisório: Instalação provisória para a realização da sondagem, como em um PTE, devendo ser removido após a conclusão dos serviços. Instalar o aterramento sempre a partir do PTE em direção ao lado oposto da faixa.

Aterramento utilizando a junta de isolamento elétrico: Utilizado somente quando constatada sua atuação satisfatória, procedendo da seguinte forma:

Instalar o transmissor próximo da junta providenciando sua alimentação;

Desconectar os dois cabos existentes dos dois lados da junta;

Conectar o cabo branco do transmissor no cabo ligado ao lado da tubulação que se deseja localizar;

dois lados da junta; Conectar o cabo branco do transmissor no cabo ligado ao lado da
dois lados da junta; Conectar o cabo branco do transmissor no cabo ligado ao lado da

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Conectar o cabo verde do transmissor no cabo do lado oposto da junta;

Selecionar a freqüência e a corrente de saída desejada e ligar o transmissor.

Ligar o transmissor na corrente mínima aumentando gradativamente a corrente de saída tomando- se o cuidado de aguardar que o visor indique a corrente selecionada.

NOTA: Procurar injetar a maior corrente possível respeitando sempre o isolamento do duto. Caso não seja possível isolar um longo trecho, pode-se optar por trabalhar com uma corrente menor que a desejada para garantir o isolamento e a seletividade do sinal.

Verificar o alinhamento provável do duto rotacionando o receptor sobre o seu eixo até que o sinal desapareça completamente ou atinja sua menor intensidade. Neste ponto as laterais do receptor estarão alinhadas longitudinais com o duto. Girar o receptor em 90 graus e confirmar o ponto de pico.

Confirmar a localização pelo modo nulo.

Anotar a distância aproximada entre o ponto de pico e o ponto nulo (“∆L”).

Caso a posição onde foi detectado o ponto de pico coincidir com a posição onde foi detectado o ponto Nulo, deve-se proceder da seguinte maneira:

Anotar o número da leitura e a distância entre o ponto anterior de leitura;

Anotar a profundidade;

Anotar as observações pertinentes ao ponto de leitura, tais como, existência de linhas de transmissão de energia, vias públicas, córregos, etc.

Caso a distância “∆L” for maior que 20 cm a leitura de profundidade deve conter erro e

não se deve efetuar nenhuma leitura nesse local. Deve-se procurar um local para leitura onde haja a coincidência de pico e nulo.

NOTA:

6.2.6.Sondagem com Georadar

O método GPR (Ground Penetrating Radar) ou GEORADAR, consiste na emissão contínua de ondas eletromagnéticas e recepção dos sinais refletidos nas estruturas ou interfaces em superfícies. Os sinais são emitidos e recebidos através de uma antena disposta na superfície do terreno.

As medidas de tempo de percurso das ondas eletromagnéticas são efetuadas ao longo de uma linha e, quando justapostas lado a lado, fornecem uma imagem detalhada (de alta resolução) da superfície ao longo do perfil estudado.

A penetração do sinal de radar está condicionada primeiramente pelas propriedades elétricas dos terrenos, condutividade e permissividade elétrica (constante dielétrica), portanto, o sinal de radar pode atingir profundidades superiores a 30 metros. Por outro lado, argilas condutivas e água podem reduzir sensivelmente a penetração do sinal de radar a profundidades inferiores a 2 metros.

condutivas e água podem reduzir sensivelmente a penetração do sinal de radar a profundidades inferiores a
condutivas e água podem reduzir sensivelmente a penetração do sinal de radar a profundidades inferiores a
 

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Para a execução dos perfis de GPR é necessário que a superfície esteja livre de qualquer vegetação ou obstáculo que possa impedir o atrito da antena emissora de ondas com o solo.

 

A

freqüência do sinal emitido também contribui diretamente para uma maior ou menor penetração

e

resolução do método. Freqüências maiores (400 2500 MHz) possibilitam maior resolução em

sacrifício de uma maior penetração, que pode ser obtida pela emissão de freqüências menores (10 200 MHz).

Os resultados dos trabalhos de investigação com o GPR representam cortes verticais do subsolo, permitindo assim individualizar a presença de materiais metálicos, topos rochosos, tubulações, cabos, cavidades, empilhamento estratigráfico e anomalias em geral.

Os levantamentos com o GPR, como também é conhecido, consistem basicamente em arrastar lentamente uma antena (transmissor e receptor) transversalmente ao traçado dos dutos. A antena é ligada a uma unidade de controle, por um cabo coaxial. Esta unidade central é responsável por controlar todos os parâmetros de aquisição e armazenamentos dos dados.

 

A

partir do momento em que a antena é conectada a unidade central, é então ligada à fonte de

energia (bateria). Após ligar o equipamento, o operador de campo selecionará os melhores parâmetros de aquisição, em função das características locais, tais como umidade e composição do substrato.

 

Todos os equipamentos são transportados em um veículo adequado para os serviços de campo e

operação de levantamento propriamente dita é feita por um operador, com o apoio de um ou dois auxiliares de campo.

a

Os dados são adquiridos através de perfilagem contínua, com arranjo monoestático, ou seja, a mesma antena, de 200 ou 400 MHz, possui a finalidade de transmissora e receptora das ondas eletromagnéticas. A fim de minimizar o efeito da divergência esférica, caracterizado pela atenuação das ondas no meio propagado, aplica-se um ganho, durante a aquisição, a partir da análise da amplitude dos traços em função do tempo.

A posição geográfica dos perfis realizados é obtida com auxílio de GPS (Global Positional System), cartas topográficas e ortofotos. Utiliza-se também um distanciômetro (survey wlleel), acoplado a antena que automaticamente cria “marcas” a intervalos regulares, previamente definidas, de tal forma que, sabendo-se a coordenada de início e final de cada seção, é possível georeferenciar cada ponto levantado pelo GPR.

 

O

sinal enviado pela antena, basicamente constitui-se de um impulso de duração muito pequena,

da ordem de nanosegundos e o tempo de retorno deste sinal varia de acordo com a decisão do operador, em função dos objetivos e alcances do estudo.

 

A

decisão da antena a ser utilizada varia em função das dimensões e das profundidades dos

objetos refletores a serem estudados, bem como dos objetivos da investigação e dos parâmetros

elétricos do terreno (condutividade elétrica e permeabilidade magnética).

 

Parte da energia transmitida pela antena será refletida pelas descontinuidades geológicas e por objetos metálicos (dutos) eventualmente presentes, e será recebida pelo receptor. A energia do

geológicas e por objetos metálicos (dutos) eventualmente presentes, e será recebida pelo receptor. A energia do
geológicas e por objetos metálicos (dutos) eventualmente presentes, e será recebida pelo receptor. A energia do
   

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impulso refletido será diretamente proporcional ao contraste do valor dos parâmetros físicos entre o objeto e o terreno que o contém.

Os

dados

obtidos

durante

o

levantamento

serão

armazenados

na

unidade

central,

que

posteriormente serão transferidos para um computador a fim de serem processados e interpretados.

Durante os levantamentos de campo, o operador anota, todos os parâmetros utilizados na aquisição, bem como as características do terreno local e profundidade dos objetos (dutos). Esta profundidade servirá como base para o pós-processamento e posterior definição da profundidade exata.

O processamento consiste basicamente dos seguintes passos:

 

a) Correção horizontal e vertical da seção;

 

b) Correção estática;

 

c) Filtros horizontais e verticais, a partir da análise do pico do espectro de amplitude do sinal;

 

d) Migração e Deconvolução (quando necessário);

 

e) Recuperação de ganhos de freqüência.

Eventuais situações geológicas e/ou tipos de revestimentos das tubulações podem dificultar ou impedir a identificação de uma ou mais tubulação. Caso esta situação seja constatada em campo, fica a cargo do operador selecionar uma outra linha, cujas características permitam uma melhor aquisição dos dados. Esta linha deverá também ser transversal aos dutos e próxima do ponto inicialmente previsto.

Por fim são realizadas as interpretações e edições dos perfis gerados. Os dados processados serão fornecidos na forma de uma planilha, com as coordenadas e respectivas profundidades. Os perfis obtidos pelo GPR serão fornecidos em meio magnético com um software específico para visualização. A exibição é dada por densidade variável, sendo representada por linha de pixels em tons coloridos, de acordo com o valor da amplitude em cada tempo.

6.2.7.Sondagem Simples Haste Metálica

 

Para a realização da sondagem simples, será utilizado o auxílio de haste metálica, tomando-se os seguintes cuidados:

Executar uma abertura para facilitar a introdução da haste metálica, com o auxílio de ferramentas manuais (cavadeira de boca, picareta, enxadão ou outros);

Molhar a abertura para amolecer o solo;

 

Proteger a extremidade (ponta) da haste metálica com material macio (teflon, silicone ou outro similar) para evitar danos às interferências;

(ponta) da haste metálica com material macio (teflon, silicone ou outro similar) para evitar danos às
(ponta) da haste metálica com material macio (teflon, silicone ou outro similar) para evitar danos às
   

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Introduzir a haste, sendo que o esforço deverá ser continuo e sem aplicação de muita força. Não serão admitidas pancadas na haste de sondagem ou a utilização de qualquer esforço mecânico quando da penetração no solo;

Quando for encontrado algum ponto de resistência à haste, cavar cuidadosamente até a possível identificação, desobstruindo o ponto de sondagem, nos casos de pedras e outros obstáculos.

NOTA:

Durante

a

introdução

da

haste

metálica,

como

opção,

poderão

ser

executadas

escavações manuais, até que se atinja a profundidade máxima de 0,20 metros de distância acima da profundidade máxima atingida pela ponta da haste.

Após a identificação/localização da interferência, fazer demarcações com estacas ou outro meio eficiente.

Quando existir cabo subterrâneo de energia elétrica nas proximidades das escavações, as atividades subsequentes só poderão ser iniciadas quando o cabo estiver desligado. Na impossibilidade de desligar o cabo, devem ser tomadas medidas especiais junto à concessionária.

6.2.8.Sondagem com Escavação de Trincheiras

 

Para a escavação de trincheiras, deverá ser seguida a seguinte seqüência:

 

Executar a sondagem simples antes do início da escavação da trincheira.

 

Caso sejam encontradas dificuldades na localização das interferências através da sondagem simples, fica proibida a utilização de equipamentos mecânicos no auxílio da escavação, devendo-se utilizar obrigatoriamente, ferramentas manuais.

No alinhamento do duto só poderá ser realizada escavação manual, sendo que é permitido o uso de máquina fora do alinhamento do duto.

Fazer demarcações com estacas ou outro meio eficiente.

 

Todos os pontos sondados deverão ser cadastrados e amarrados à poligonal, com o uso de GPS, Estação Total ou outro similar.

Nos casos de danos as interferências, a Fiscalização deverá ser imediatamente comunicada e os reparos executados. Mobilizar de imediato, empresas especializadas de acordo com a especialidade / necessidade.

Para trânsito de máquinas sobre linhas existentes, deverão ser realizadas sondagens simples a do trecho a ser transitado, para identificação/confirmação das profundidades.

Na atividade de cruzamento de linhas em operação e para evitar o uso de jato de água, entrada de homens na vala e principalmente a colocação de um colaborador na concha da máquina para quebrar/remover a parede entre os dutos, para este fim, foi criada uma lâmina que, acoplada a Concha da escavadeira pôde efetuar o trabalho de remover a parede de terra já incluindo a remoção desse material.

a Concha da escavadeira pôde efetuar o trabalho de remover a parede de terra já incluindo
a Concha da escavadeira pôde efetuar o trabalho de remover a parede de terra já incluindo

Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências

6.2.9.Geoposicionamento Dos Dutos e Pontos Notáveis

Uso do Sistema de Posicionamento Global GPS: serão aplicados na determinação das coordenadas dos pontos de localização e mapeamento de dutos enterrados.

Em todas as atividades serão usados rastreadores geodésicos DGPS que terão por partida os marcos da rede fiducial da contratante existentes na região e cujas monografias serão fornecidas pela Fiscalização.

As condições mínimas para utilização de rastreadores geodésicos são:

O método de rastreamento a ser empregado será o diferencial, com o emprego de dois rastreadores em operação simultânea durante um período mínimo de 0,5h por ocupação para pontos de apoio, transportados da rede fiducial da contratante;

Os rastreadores serão capazes de rastrear as duas portadoras (L1 + L2) e a precisão requerida para o GPS será de 10 (dez) cm nas coordenadas finais ou 1:100.000 no fechamento das figuras;

Para o apoio altimétrico os transportes serão realizados a partir das mesmas referências de níveis utilizadas como base das Plantas e Perfil indicados pela Fiscalização;

Os transportes citados serão realizados por rastreadores em bases de extensão não superior a 100 km. Caso seja necessário o uso de poligonal de apoio, as extensões dos lados devem respeitar os limites acima.

Apenas em locais onde não houver condições de medição com GPS, deverá ser prevista a utilização de poligonação por estação total.

Além das coordenadas das estacas do duto, serão registradas informações quanto à profundidade da sua geratriz superior, em relação á superfície do terreno.

Devem ser também demarcadas e levantadas as coordenadas dos seguintes Pontos Notáveis, mesmo que para isto as distâncias sondadas sejam inferiores as descritas anteriormente:

Margens de travessias de rios e lagos (obs.: os pontos de travessia deverão ser o mais próximo possível do nível da água);

Magnetos de referência para Pig Instrumentado;

Marco identificador de duto;

Início e final de travessias aéreas, incluindo trechos aéreos que não caracterizam travessias como, por exemplo, nas áreas de válvula (obs.: ao longo de trechos aéreos, áreas de válvula, duto aflorado etc.), as coordenadas deverão ser obtidas em campo em intervalos de no máximo 20 m em trechos retos, e a cada ponto de inflexão horizontal ou vertical com intervalo de no máximo 5 m;

Ao longo do leito dos cruzamentos com estradas asfaltadas ou não e redes ferroviárias;

com intervalo de no máximo 5 m; Ao longo do leito dos cruzamentos com estradas asfaltadas
com intervalo de no máximo 5 m; Ao longo do leito dos cruzamentos com estradas asfaltadas
   

Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências

 

Cruzamentos com linhas de transmissão com tensão igual ou superior a 13 kV, identificando-as segundo a concessionária, nível de tensão e denominação, bem como informando o número das torres adjacentes ao cruzamento. Levantar, também, as coordenadas do centro dessas torres adjacentes, no mesmo sistema de geoposicionamento utilizado para o duto.

Para fins de identificação das faixas e dos dutos nelas contidos, devem ser localizados os seguintes pontos:

Derivações (para consumidores e estações) e entroncamentos e respectivas quilometragens da faixa e do(s) duto(s) nesses pontos;

 

Marcos delimitadores de Faixa;

 

Marcos quilométricos (Chapéu Chinês, Concretado etc.);

 

Pontos de monitoração de encostas inclinômetros, piezômetros etc. (a ser informado pela

contratante;

 

Pontos de teste, das estacas dos leitos de anodos, estações retificadoras, estações de drenagem, juntas de isolamento elétrico, válvulas, vecontratante, provadores de corrosão e derivações para consumidores;

 

Inicio

e

final

das

faixas

de

servidão

(a

ser

informado

pela

contratante

e

respectivas

quilometragens do(s) dutos(s) nesses pontos;

 

Inicio e final das variantes eventualmente existentes na faixa e respectivas quilometragens do(s) dutos(s) nesses pontos;

Sempre que necessário, conforme orientação da fiscalização, deverão ser levantadas as coordenadas de todos os elementos que relacionados à faixa possibilitem a sua identificação. Este item inclui elementos localizados fora da faixa de dutos.

 

Obs.: A quilometragem dos dutos deve ser referida à válvula junto ao lançador ou recebedor de

PIG´s. As quilometragens das faixas iniciam-se geralmente nos limites da cerca das áreas industriais.

A

quilometragem dos dutos e faixas, normalmente não são coincidentes.

 

O Datum a ser utilizado será o SAD-69 e as altitudes serão referidas ao marégrafo de Imbituba, salvo orientação modificativa da Fiscalização.

Os resultados devem ser apresentados no Relatório de Geoposicionamento dos Dutos e dos Pontos Notáveis.

 

Semanalmente devera ser apresentada à Fiscalização, uma listagem contendo todos os piquetes

e

elementos de faixa geoposicionados indicando a data de aquisição dos dados.

 
todos os piquetes e elementos de faixa geoposicionados indicando a data de aquisição dos dados.  
todos os piquetes e elementos de faixa geoposicionados indicando a data de aquisição dos dados.  

Sondagens de Dutos Terrestres e Interferências

Para os trechos onde não for possível realizar o geoposicionamento dos dutos e/ou pontos notáveis, deverá ser relatado a situação que impossibilitou a localização para constar em relatório. A descrição deverá ser informativa e esclarecedora.

6.3. Mapeamento dos Dutos

Os resultados dos trabalhos de localização e geoposicionamento dos dutos (determinação da geratriz superior da linha do duto), gerados nas atividades anteriormente descritas, deverão ser inseridos em “layers” separados nos desenhos de Planta e Perfil, gerados em atividades anteriores que serão fornecidas pela CONTRATANTE.

Os desenhos de Planta e Perfil deverão ser entregues em arquivo DWG, salvo em versão AutoCAD 2000, e outro em formato “dwf”.

Serão incorporadas todas as informações de conforme construído (“AS BUILT” a serem fornecidas pela CONTRATANTE) e inseridas as informações nos novos desenhos de planta e perfil (ortofotos), consolidando todas as informações existentes e geradas em um único documento. Nos casos de vários dutos na mesma faixa, a posição de cada duto deverá ser apresentada, incluindo seu enterramento e o perfil do terreno no local onde cada duto foi localizado.

A eliminação ou modificação das informações existentes só serão permitidas com a aprovação da Fiscalização. Reambular todos os cruzamentos e travessias (estradas, rios, LT’s, etc), identificando com um ponto a interseção dos mesmos com os dutos na caixa de perfil.

(estradas, rios, LT’s, etc), identificando com um ponto a interseção dos mesmos com os dutos na
(estradas, rios, LT’s, etc), identificando com um ponto a interseção dos mesmos com os dutos na