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va Proricto oe Ssmaas Eunos Consttuir-se-, também, em grande apoio aos estudantes de Faculdades de Engenharia Escolas Técnicas, nos seus cursos de especalizacdo em eletricdade E importante ainda registrar os agradeci ght, que contriburram para a consecugao deste trabalho, 0s Autores * Qdalts Lomuctoa, Sumario Transformadores de Instrumentos. 3.1 Definicao 7 35.1 Quanto a natureza da grandeza atuante 24 352. Quanto.o principio de funcionamento 24 Quanto 20 tempo de opera¢a x” 43° Diagramas com as LigagGes Elétricas entre os TC e os Relés 34 JIIOIIIIIOVVV OV IV DBQO OOOO KK RR dO Proreck oe Srewns Euracos some o _ ea sm 7 Protecio de Barras de 13,825 KV do Tipe Bloguelo los de fase © urn de neutro.. 34 ‘lés de fase e um de nevtro .. 35 oie aa 35. tador e a Terra % xs a cetech de Barredo 138 KV Tipo ference by = x8 => bs, = 25a Observa-se que uma cortente no primaio de 150A produz, no. luma corrente de 2,58, Caso a corrente no primario aumente pata 1800; a corrente no secundaria serd de 25A, 1.1.4 Tipos de TC’s mais utilizados TC tipo Bucha Este tino possul o enrolamento secundarioisolado e montade no ndcieo, oenrolamento pr do de um cor 1. Este condutor € parte componente de ui iador de forca, ou umdsi 1805 que os outros TC's, para valores elevados de con leo maior. NO ‘sho menos precisos para valores bai TCtipo Janeta Este tipo possui o enrolamento secundério isolado ¢ montado no nice sendo que o condut Ta andlogavo tipo bt representa 0 anrolemen io, Econstruido de mar Wo para separar 0s envolamer do em classe de tenséo de 13,8 KV. Te se ete Figura 1.6 ~ TC tipo Buch. Figura 1.7 ~1 tipo Janela, sma 1 Tavemusconesoc sme 7 TCtipo Barra ipo possul 0s enrolamentos primar e secund: soledos e monta: que 6 colocada no TC tipo Pedestal Este ui primatio e secundério enrolades num niiceo toroidal, sen- ado nas classes de tensio de 25 ¢ 138 KV. FE upo Pedestal Figura 1.8 TC tipo Barra, Figura 1.9 ~1¢ tipo Pedestal a Pronto res tr 1.2 Transformadores de Potencial (TP's) $80 eauipamentos que tém por objetivo reduzir o valor da tensdo de um determinado circuito para niveis compativeis corn instrum relés de protecéo. Sao projetados para uma tenséo secunderia nominal padroni- zada de 115 V, sendo a tensdo prim ‘ordem de grandeza da tenséo do cicuito em que 0 TP es 25 relagdes mais comuns encontradas no mercado S30: 138000/115V, }5Y, entre outros. Assim como 0s TCS, estes equipamentos também apresen- tam erros de relacéo que esto vinculados com as caracteristicas construtivas dos secundério (relés, voltimetros, etc). Devido a estas consideragdes, a ABNT |ANS| estabelecem certas condighes sob as quais os TP devem ser ensaiados, om 0 objetivo de enquadré-Ios em uma classficacao padronizada, chamada classe de exatidéo. Esta cla ite no momento da ‘especifcacdo de um TP. pois relaciona diretamente o nivel de erro do equipa- ‘mento.com a carga que seré alimentada. A tabela abaixo apresenta as classes de ‘xatiddo e suas aplicacoes, Vale ressatar que 05 TPs utlizaios para medicio so mais exatos que 05 utlizados na protegso. cn te ohare = TP padréo. ie a TLCLrCS— Natit pe 03 — Medigio de energiaelética pa ey ' era ae utara on to oo Comno 1-Thrromuvonscehsrnsuees 3 1.2.1 Tipos de TP’s mais utilizados 0s dspositivos de potencial podem ser divididos em dois grupos: ‘Transformador de Potencial Convencionat sto depende da tensao primariae do nimero de espiras do enrolarment de transformagao. CO enrolamento primatio esta conectado ditetamente ao crcuito de pater a, entre duas fases ou f Pode exist mais de um secundério ou derivagies em um thico secundé- fio, @fim de se obter diferentes valores de tenséo, algumas vezes necessitios para padronizagao de relés ou pata medicao. Figura 1.10 TP convencional. ee _Provckoo«Srewas Eto ‘Transformador de Potencial Capacitivo (TPC) ou Divisor Capacitive (DCP) Exerce a5 mesmas fungbes do transformador de potencial convencional, Porém & muito utiizado por ser confivele ter baixo custo. Os dusores capacities podem ser enquadrados em dois subgrupos: + De acoplamento (CPD) Figura 1.11 —TP de Acoplamento Através ds figura 1.12, veritica-se que o capacitor de acoplamenta ¢ um tivo formado por unidades capacitivas igadas em serie e dando origem a ‘uma capacitancia entre linha e a terra, A titima unidade capacitiva da série € colocada dentro de uma base 2a de potencial a prova de tempo, ‘A-conexéo da unidade de acoplamento Qualquer dispositive de protecéo. tamente & linha sem Cano 1 Tsronacons oe eros n Liao em esta aerada Caixa de potencial — € um equi a proveniente dos divsores de potencial a valores ullizéveis na medigao e prote- ‘fo. Ela consiste eszencialmente de um transformador ajustvel e capacitore para ajuste de angulo de fase e fator de poténcia Os terminais secundarios sa0 aqueles indicados nas figuras 1.12 ¢ 1.14. verfica-se que a bucha condensive con ide um compo isolate de porcelana ed central eo flange, Castro 1 Topsremmconsx hens 5e 0 flange for furado e nele introduzido um rabicho metilico até a ’s relacées obtidas no secundaro sao as indicadas na figura 1.14 ‘algumas camadas de folhas motdlicas, sera obtida uma I terra, que Barer Foes Lgaioem o wise Pe bam constr Figura 1.14 — Diagram interno do TP de Buch Figura 1.13 ~Disjuntor de 138 kV com detalhe de um TP tipo Bucha, Circuitos Auxiliares, Primarios e de Controle 2.1 Grcuitos Auxiliares ‘As subestagoes podem ser supridas pr tres tipos de crcuitos auxliares: 1. Transformador de servico local (TSL) -a alimentacao doTSI. provém de recursos préprios da subestacdo (25 ou 13,8 kV), sendo reduzida para 220V trifésico, suprindo as cargas aunlares da subestacao tais, como: carregad dor, luminagao, resistencia de aquecimento dos painéis, motor de carregamento de mola de disjuntores, bomba de leo dos transformadores e outros 2. Transformador de servico local com recurso externo ~ neste tipo de transformador, a alimentacdo pode ser proveniente de uma outra subestacdo ou da propria, de dlstrbuigso ias capacidades, de acordo com a poténcia do TSL ‘0 motor geracor tem protecao nos cabos de sada por meio de um termomagnéticotrifasicoe fusiveis NH no painel Nos TSL', além desuas protecGes, 3 um intertravamento mecSnico alra- vés de chaves (KIRK), com a finalidade de aumentar a seguranga na manabra. A figura 2.1 mostra um exemplo de circuito auxiliar para alimentacao de uma subestagao, onde pode ser vista a origem da alimentacSo dos TSU, os fusveis de protesio, o intertravamento por chaves (K) e contatoras de forga que ‘wansferéncia automatica de alimentacao para fonte de emergéncia (E) quando 2 16 ‘Prorghoo Ssenas BUrnCO estiver fora de operagao. Neste caso, 2) 0u, dependendo de uma chave de de emergancia & nia, passard a = aa Figura 2.1 ~ Esquem tpico da igagdo de trensformador de serio focal fem uma subestagio, 2.2 Gircuitos Primarios 2.2.1 Retificador/carregador de bateria O retificador converte corrente alternada (CA) em corrente continua (CC, ‘com alta estabilddade e excelente regulacso, sendo composto por uma ponte ‘etficadora semicontrolada no caso monofésico ou totalmente controlada no caso 0 retificador/carregador € destinado a alimentar cargas CC e manter tuacdo ou em carga um conjunto de baterias com tensdo estabilizada e tacdo de corrente. Na ocorréncia de uma falta de CA, 5 cargas CC passam a ser alimentadas ificadoricarregadior & desligado e ves das baterias Camo 2- Corus umes Passe of Conese 7 subestacio; as nas operacoes dos ores, chaves soc etc. que normalmente mece uma tensso constante, que independe do valor de ktada, Quando esta carrenteuitrapassao valor nominal do conrente retificador, este passa a operar como gerador de corrente constante em hugar de tensao constante, Ou sej2, $a Corrente aumentar demasiadamente, a tensa0 ficara abaixo de seu vaior nominal. Tal caracteristica de limitacao de corente evita que um curto-cicuito na carga ocasione a queima de seus fusiveis proteto- Figura 2.2 ~Retifcador/carcegador de bate. 1 7 Promcto ne Sseuas Euro 2.2.2 Baterias As baterlas so as pit 0sitivos de protec >, alarmes eiluminagao de emergéne lum equipamento independente do sister ico a0 qual est roximadamente 60) ligados em série, sendo ue cada elemento é composto de duas placas de polaridades opostas, com teraso nominal de aproximadamente 22 V pr elemento, conforme mosttado na figura © aMETOs raavec oO Figura 2.4 Banco de baterias. Gwinn 2- Cocos Auauwis PrmunoscoeComas TS ficador-batera), conforme a figura 2.5, iden tifca @ operagio em flutuagSo. Normalmente o conjunto de baterias¢ submetido ‘3 uma tensio de flutuagio de apoximadamente 132 V, devido a seus 60 ele- ‘mentos terem uma tenséo nominal em seus termina de 2,2 V. [estas candicées, o retifcador sustenta as cargas permanentes e aquelas transitorias de curta ite de sua capacidade nominal Qualquer excesso de carga seré atendido pel ‘a qual serd auto. maticamente recarregada quando cessar a carga in area t =e enacADOR te. CARA Figura 2.5 ~ Esquema de igagio do conjunto bateriatetiicador supindo a carga Com a salda de operacio do retficador, as baterias sustentardo toda a ‘carga e 0 valor da tensio no sistema CC decresceré engquanto continuar esta condicio, até um limite minimo permissvel de 105 V, pois abaixo deste valor ‘ocasicnard danos as baterias, e poderé comprometer a atuacao dos equipamen- ‘05 de manobras para a protecao. Figura 2.6 ~ Esquema de ligacio da batesia suprindo a carga 20. Pronto oc Ssenus Euros 2.3 Circuitos de Controle 2.3.1 Circuito de supervisao de terra em corrente continua do, isto 6, nao tern contato cam (ato indesejavel de um de seus plas com @ tera, ado. ipadas de mesma poténcia qu fe de supervsionar a ocorréncia No painel de CACC ‘em conjunto com um figura 2.7. Em condigao tuminosa, ‘ando que howe terra no contol das). Seo aterramento ocorrer no pélo negativo, o procedimento seré o mesmo, invertendo somente a intensidade lurninosa das lampadas. Portanto, a “terra” sera no pélo cuja lampada apresentar-se com luminesidade fraca, Carmuo 2- Ceca Aunavies, Pawns: Comet 21 Figura 2.8 — Aterramento ne plo posto. 2.3.2 Gireuito geral Para melhor en izagao da corrente continua na subestagio, aa eves de ‘decor, comand, Deter e lumnacio o ‘erga Figura 2.9 - Circuito geral 2.3.3 Circuito de protecao (atuagio dos relés) [A figure 2.10 mostra o esquema sin 1egdo de transformador), Na ocorréncia de um defeito, os dspositivos de 878, 87C e/0u 63) serdo sensiblizados, energizando a bob ares para dar alarme, desigaro disjuntor,sinalzar e outras fungoes que sejam necessarias. 25 bers do goumor | Siefagso fame outs | | Nocées Basicas Sobre Relés & Figura 2.10 wa Fsquema simplficade da prot 4 Definicao 2.3.4 Circuito de 3tecdo de transformadior. f : pean ‘ontrole (comandos e sinali 0 rele de protect cer oof HOM 2.1 ater izages) iosistema elerico, tua 221 abesenta um cuit smpiiado de control. Ne stirendo de operas bertura e fechamento ¢ subestara ee [vas ‘acionand ‘ainda pe ionamento de chave)ou auton onrn fonteyem pode ser © 7 greg bieteelond Go estodo as. sutommatco (por ahaa ‘Car a permisséo para 2 energizatso Ge ‘um equi >A ur trees ds limpedas verde evermah cna le e vermelha. te 3.2 Finalidade ove. - go funcbes dos res de protest: sic «= medir as grandezasatwantes: + compatar 05 valores weds com os vaores 0s tes ahaUOs «operat (04 080) une do estado des cOmparachos = » errr operas da untae: cu cas TS to peracio visual ef sone an- jizar sua atuagd0 via indicador de of 3.3 Estrutura Fisica (0 rele consiste basicar rene de um eft de operas (Deb 6 um jogo de contatos, © eemento de onB=9ee ‘informaggo de corente e/0u 7 oe tants de wanstormadres PTC) epalca a grandeza medica © (30S tere resultado num memento Gos COMMAS fpecessério. No caso de um iminacao de emerc rea ee ™ _ Huns aes olde ea forma oer seo dette oa 20 0) es outs, isjurtores (em escreuitsde alae eae coe yoem cro, nterompendo © fe cate ork possum fora Outros circuitos importantes na subestacie alimentados por corrente cont sna subestagio alimentas conente ct 24 7 Prorecho pe Sera Euros 3.4 Principais Tipos Construtivos Os relés de protegao sto basicamente constituidos de: * Parte Mecdnicas ~ caixa com terminais € tamns, bergo ou base, ele- mento movele componentes fixos. + Circuitos Magnéticos ios Elewénices. 10s Eltrcos (Corrente e tensao—CA, Controle - CC). 3.5 Classificacéo Geral 3.5.1 Quanto a natureza da grandeza atuante 3.5.2 Quanto ao principio de funcionamento 3.5.2.1 Relés de tragio eletromagnética podem ser utlizados em circultos de corrente alternada ou con- ncjpio de funcionarnento so analisados dos tipos de cons Gor 3 ~ Novae BAscas Soe Res 25 Armadura Axial Consiste de uma bobina solendide que, energizada eletricamente, atrai parao seu interior um nticleo mével de ferro, Este nicieo mével de ferro, quando 6 atraldo, carrega consigo um contato mével, linhado a um contato fix na carcaga de bobina oma Contato mover Figura 3.1 — Armadura axial, ‘Armaduraem Chameira Consiste de uma armadura maay do na sua aresta inferior, fechando um circuito magnet pela passagem de corrente na bobina colocada em oposi doa armadura € atralda, carrega consigo um contato que ira a0 encontro de um ‘outro que é fixo e ocalizado na estrutura onde se encontra a bobina. ra estabelecido rmadura. Quan sos ARMADURA Figura 3.2 ~ Armadura em chameira 26 ae Pon oo Sanias Braco 3.5.2.2 Relés tipo indugio eletromagnética Estes relés sao utilizados somente em ‘ro deste principio de funcionamento serdo. 10s de corrente alternada. Den dos deistipos de construcio: Disco de Inducso CConsiste de um disco condutor, geralmente de aluminio, que se movimen 1a por inducdo em tomo de um eixo no entreferto de um nticleo magnetizado Pela passagem de conrente na bobina que o enyolve. 0 fluto produzido no erireferro dividido em duas componentes, defasades pela colocacdo dé anéis de cobre ue envolvem parte de cada face do pélo no entreferro, Fixado 40 mesmo eixo ‘iove-se um contato em diego a outro, fixe na estrutura do rele Figura 3.3 ~Rele cisco de inducio. arn 3 - Noo Baas Soon Rats 2 ‘Tambor de Induce de um ciindro metslico com uma das bases fechadas como urn no interior do entreferro anular compreendido entre as faces 05 € do nucleo de ferro, Sao utlizadas quatro ou oito palos -amente, com duas fontes de polarizacao alimentanda cowiato ere Move, = coNtATO 70 Figura 3.4 Rele tsmbor de induct. 3.5.2.3 Relés com elemento térmico Consiste basicamente de uma lamina bimetalica colocada ao lado de um resistor. A passagen 20 bimetaico, el na extremidade penderé na diregao de umn tivas e estaves, 2 Prove oe Ssrass Eutmcor 05 relés tino estatico, que sucederam os relés tipo eletromecdnicos, ope- ram corn base no funcionamento de circuitosl6gicoseletnicos de estado solo. © desenvolvimento dos telés estiticos acelerou-se com o advento dos modernos componenteseletrinicos uilizando semicondutores e com 3 evolucso a técnica de circuitos impressos. Funcionalmente, os relés estaticos 580 ipamento de a atuagio dos esquemas vemas de protegao mais 3.5.2.5 Relés digitals lade, as atencdes voltaram-se para os relés de protecdo que prometiam -xcitante campo. Mas logo ficou claro que o desenvahimento tecnolégico dos computadores desta época, ainda nao p Com a evolugao rSpide dos computadores programas de protecse pede ser atendida com vel ‘ada demanda dos idade e economia pelos conmuo3 ppade ser programado para desempenhar outr Ngo Aces Sous Ras 29 em se tomado a base da maioria es de medio, comunica- Desta forma, além das fungGes de protecao, o rele fas, como por exem- ircortentes e tensbes dos cicuitos COutra importante fungi deste tipo de rele ¢ o autodiagnéstico(autoteste) Esta fungi faz com queorelé ‘e software, detectanda qualquer anormalidade que st ‘uma supervsio continua de seu hardware lé opere incorretame ja. andlise de sequénci sistemas de protecio\em armazenar amostras de quant fe ostatus de contatos emn um intervalo de tempo poss perturbagbes. Localzago de defetos =o disjuntores — 0 tempo de abertura efechamento de fambém pode ser moniterado através dos relés usados Figura 3.6 ~ Relés digtais (siemens, 20 __Phorecho oe Sena Etmcs No capitulo 20, so apresentados principals tipos de lados no sistema de protecdo Light com suas respectivas caractersticas, 3.5.3 Quanto ao tempo de operagéo ‘+ Temporizado, Velocidade. 3.5.4 Quanto a ligacéo do elemento sensitivo rio (ate 34,5 kV), Secundario, 3.6 Tipos de Relés mais Utilizados + Sobrecorrente instant8neo — opera (em poucos cicos) quando valor da corrente excede de certo limite. + Sobrecorrente temporizado e instantineo — pade operar pelo ele- ‘mento temporizado ¢instantaneo.O elemento instantneo opera quando a corrente atinge valores muito altos, * Sobretensio — opera quando a tensso excede determinad ‘+ Subtensdo opera quando a tensdo cai a cer * Diferencial (ée transformador, gerador, por comparacéo de corrente. *+ Direcionat - opera quando os valores de correntes ¢ tens6es se modi ficam acentuadamente, um em relagao a0 outro. valor rmador e barra) - opera es — opera para acionar alarmes, indicagoes ou comple- bes. [Pressiio — opera para defeites internos do transformador, ¢ para baixosniveis de pressao em equipamentos encapsulados (gas 5), * Relé de distancia — opera para defeitos em linhas de transmissio de alta tensa, * Relé de subfreqiténcia — opera quando a freqiléncia cai a determina do valor ajustado no rele de sincronismo ~ permite o fechamento do disjuntor caso as ‘ensbes em seus pdlos possuam aproximadamente o mesmo médul, fase e freqdéncia : Protecéo de Alimentadores igdo de Alimentadores + Linha de distribuigdo aérea (LDA) ~sdo cicuitos tifsicos que saem da subestagdo em rede aérea, sendo que muitas vezes ha um pequeno trecho subterraneo que vai dos disjuntotes até os pastes localzados na rua, + Linha de distribuigso subterranea (LDS) —s30: subestacao e vao até os transformadores de distrib subterréneos, jos que saern da A protegdo dos alimentadores & feita por relés de sobrecorrente, sendo consttuidos por duas unidades: ‘+ unidade instantanea ~ ciassificado como funcao 50, ajustado pare valores elevados de corrente de curto-circulte e com atuacio répida, entao: ~ 50 (A, 8 04 C)~unidade instantanea de fase; ~ SON — unidade inst de neutt. ficado como fungdo 51, com atuacdo * unidade temporizada - ‘temporizada, entao: B ou C) ~ unidade temporizada de fase: = S1N— unidade temporizada de neutro. 4.2 Principio de Funcionamento dos Relés ‘Tanto 05 rlés digtais quanto os eletronecsnicos so utilizados neste tipo de protecéo. Para exemplificar, seré apresentado 0 relé de disco de indugao, culo funcionamento foi esquematizado na figura 4.1 aa Proregho oe Sera Eemcos Fare tobina do era do det La e=al ft 5 fascc 3 p h Figura 4.1 ~ squema de funcionamento de um re com disco de induc. wacuins luxo magnético na bobina do relé, que azendo o disco girar. fa consigo 0 eixo acoplado a0 contato mével. que: {92 08 dois contatos a se encontrarem, dando continuidade ao circuito onde esta ‘a bobina de aberture do di A figure 4.2 mostra a to do relé de sobrecorrente de disco de inducéo: Cuinead Promcio ce Auvesooses 8 andro da aco es nade ‘apes temporzads ecevreote verponzada Contato da ide insetines| ont tempered ot de auste ico de inducio Magreta defo Contato de slo les de cntes Figura 4.2~ Rele de sobrecorrente de disco de inducto. ee Prete oe Serevas Euros 4.3 Diagramas com as Ligagées Elétricas entre os TC’s e os Relés ‘So mostrados um diagrama unifila 4.5, retratando as ligac6es elétricas dos T res nas figuras 4.3, 4.42 es, 4.3.1 Diagrama unifilar geral taRRAWENTO be DSINTOR J ‘AuMenTaDOR Figura 4.3 ~Diagrama unifilar de um alimentador 43.2 Diagrama trifilar com trés relés de fase e um de neutro aaaDeNTO H fhonl en DSUMTOR VY Y aneason Figura 44 ~ Diagrama tiftar de um aimentador Como 4 Promo oe Aumancons 25 43.3 Diagrama trifilar com dois relés de fase e um de neutro aRRARMENTO Foon sos Vs05in OSiuNTOR YY ¥ amemoor Figura 4.5 ~ Diagram tiflar de um aimentador 4.4 Apresentagao e Analise dos Diversos Tipos de Curto- Circuito clacEo das corren- 0. Primeiramente, seré mostrado um diagrama com. tes nas t8s fases e nos relés, sem a presenca do curto- Niseo Figura 10.6 — Representac0 do funcionarento do indicador de temperatura do dle. fechado um cicuito que yura 10.7 Quando o ponteiro mével atinge 0 panteca fi soa um alarme e d3 indicacSo de operaczo, conforme 100 _Proregio ce Sires Femcas Ponto» Ponts (Corrente conte a pat oe ame Alame senor (2 Comentecotina Figura 10.7 ~ Circuito de controle. 70°C, fechara os contatos q atura continuar subindo, o ponteiro mével, ao atingir 85 °C, fos que acionarao tanto o alarme visual como o sonore, ragao através de crculacso quando a temperatura chegar aos 75 °C Observagtes: + A temperatura do transformador pode ficarelevada devido a um defer +0 qualquer e as correntes nas trs fases permanecerem com valores eS contatos dos abrir quando a ternper houve o fechamento dos mesmos. sindicadores de temperatura do leo ra Cah 5°C abaixo do valor em que Ceenao 10- Pres as oF Tascomacens 101 rontero Petro Figura 10.8- Indicador de temperature do leo. 10.3.2 Indicador de temperatura do enrolamento € usado para medir a temperatura mais quente do enrolamento, sendo fida pela corrente que vern do TC de bucha. Existem dois ponteiros na caixa mostradora, sendo um fio ajustado ern {95°C (valor maximo perritido) e outro méve indica 0 valor momentneo). Quan- ‘car para um determinado valor acima deste, fechando contatos que dar alar me sonore e visual ‘As observacées feitas no item indicador de temperatura de deo so vali- das também para este item. 102. Paorecho oe Sera Eitincas Suche do wantomaor + Copier c ube com Figura 10.9 — Represen {do funconamento do indicador de Figura 10.10 indicador de temperatura do enrolomento Observecéo: Em alguns mostradores, pode-se usar um terceiro pon om a finalidade de indicar a temperatura maxima ocorrida durante certo p do de tempo, sendo chamade de ponteiro de demanda, Coo 10- Proce ews os Tanscanannes 103 Caso a temperatura no enrolamento passe dos 105 °C em transformado- cujo sistema de refrigeracao ¢ efetuado através de circulagao forgada de operat a protecao de T* linha do transformador (caso esteja habilta- sndo © mesmo de Servco. 10.4 Protegéo contra Falta de Oleo em Transformadores Odleo existente nos — permite diminuir as a do transformador devido 8s suas propredadesisolantes, tamando oes: ‘mo mais compacto; {acilta0 transporte do calor desenvolvde no riicieo de transformador para as paredes do tanque € radiadores devido as suas propriedades am indicadores que perrni- de oleo. Entre os mais usados para esse fim ‘um mostrador, com a normal para a temperatura ambiente de 25 °C)na parte externa. Este indicador ‘tem o nome de magnético, porque nao existe conexao mecanica wa Figura 10.11 ~ Representacao do funcionamento do indicador do nivel de Sie. ie ealegia lec ieciecieciec Prorecko ve Si Em geal ont de lo bata por casa de vazarentos na jun ‘ransformador ou em algumas de suas valvulas, sendo que e: ene acartetam una dimuico eta done! de eo Pode entero, ocrer we Yezameto ais Seto (ama das trneas do rl de gi abi devise siguh rat, por exempl) Neste cto, ocredo alames snore eval € 6 Cosh omen do arslormado pela cero do rele Ge oe Figura 10.12 ~ Indicador de nivel de le, ag Protecao de Comutadores Automaticos em Carga ‘A maioria des transformadores exstentes nas subestacdes possui comuta- 2 em carga (CACC), © comutador automatica é um equipamento associado a0 transformador, e isolado através de um tanque que contém éleo, esteja sempre dentro de raves de manivela; ‘= acionamento ma + acionamento eletromanual local ~ através de botosiras localizadas na caixa de comando do CACC: 1 remato ~ através de botoeiras localizadas (6s de sistema digital avés do relé F:90, localizado junto 20 + acionamento eletromar na sala de comando ou al + acionamento automatico ~ comutador ou por l6gica digital ‘AvatiagSo automatica de taps do transformador ocort quand a tensio do sistema sal de uma fava preestabelecida d determinado tempo, sendo a fala e 0 tempo ajustados no relé £80 eou programados na loca digital Durante a troca de taps (aberturae fechamento de contato) poderao ocor- rer defeitos que danifiquem o equipamento, princigaimente se, no momento da mudanga, houver uma elevacso brusca de fim de evitar esta situa- (0, ur celé de gas semelhante ao Buchholz é instalado entre 0 comutador e © onservador de dleo (bala0}, que, quando operado, energiza 0 relé F:86- randoo transformador de operacao. 106 Figura 11.1 ~Relé de gis para protecso do CACC. 11.1 Bloqueio do CACC através do Relé F:79 jadores em linhas aéreas de distrbuigao igador noc do a comutacéo durante o curso de Figura 11.3 — Circuito de bloqueio do CACC através do rele £79, Se a religamento for bem sucedido, 0 reléreigador volta 8 posicao de repouso(fechando 9 contato NF) 0 camutador reload & sua operacéo normal ‘Seo religamento for mal-sucedido (defeito permanente na finha de ds ‘buigdo), © disjuntor ficard aberto e © relé reigador passer para a posicso de ock-out. Nesta condigéo, no havera blogueio do CACC. bservagoes 1} Atualmente este esquema de bloqueio do CACC est fora de operagéo. 2) Apesar do secundério doTC es retamente ao CACC, magao de corrente nao esta sendo cade taps. 11.2 Bloqueio do CACC através dos Contatos Auxiliares dos Disjuntores Geral e Juncao 1 apresenta a situacao normal de aperacao de uma subestaco ‘com tis transformadores. Nesta situagB0, n3o existe bloqueio dos CACC’. CO esquema de bloqueio dos CACC's ocorre nas sequintes situagoes nara © 108 - Proto oe Serena ves T1 eT2témseus CACC’: bloqueadas, devdo 8 abertura 1A 18, respectvamente (gerais dos transformadores Tl € potencial do CACC. a figura ‘CACC bloqueado devido 20 if 01 # wens] epee ETT phason ney a Jo» seer a Figura 11.4 ~ Condicaes notmais de operacéo I je y ede chee Figura 11.5 -Condigio de recuso. 11.3 Desbloqueio do CACC _ Quando a condigio de recurso se prolongar por muito tempo, as CACC's petmitam o funcionamento automatico do CACC lizado 6 uma chave toggle switch (chave £101, instalada de juno, 0 transformador do meio passu no seu circui= arBo CACC, contatosNA da toate with, fern (0 desbloqueio dos transformadores remanescentes ¢ feito na chave fun- {20 107, instalada no cubiculo de entrada do transformador desenergizado. L 7 aC . mB» 0174 tCA02 Figura 11.6 ~ Esquema de desbioqueio do CACC através da chave E10 12 Protecéo de Sobrecorrente de Transformadores 12.1 Protecao de Segunda Linha do Transformador corrente continu, A probabilidade da protecao secundaria atuar par rmador & pequena, face a existéncia de diferentes tipos de protecto de para este equipamento (Teles diferencias, elés de gas e valvula de alivio de pressao). Quanto 20 relé F514, além de stuar como protegao de 2° linha, também pode operar para sobrecerga em transformnador, sendo uma fungdo muito impor- ‘ante para a preservaco da vida Util deste equipamento. 12.2 Protecao contra Sobrecargas e Curto-Cirtuitos entre Fa- ses em Transformadores (Relé F.51H) nals do transfor Desta forma, sempre que o valor da de operagto de um ‘nominal, pode que este equipamé fecarga. Os transformadores sa0 equipamen: ‘0 que podem suportar scbrecargas razoaveis durante um determinado tempo. Para curto-circuitos entre fases no transformador ou em seu lado de baixa tensdo, haverd elevagao anormal das correntes (valores bem supetiores quando comparados aos de sobrecarga), podendo operar o relé 51H 2. - Prorecho a Sisas Ermcos de defeitos entre fases, 0 relé bloqueio F:86-2 apés um nsformador de operacéo, ecorente pode ecmposa por 3 ls (um paracada ko. Seu cto se onginaqeamente nor, 005 ns bas do ado ea ross nos os Tes ce de protegao diferencial do transformador, conforme a 124 . sucHa De ATA TERSRO TC do tego de seat Te da protecao Figura 12.1 - Representagao da instalagdo dos 1Cs na bucha de um transformador, 12.2.1 Ligagéo dos TCs OS TC's desta protesdo sto ligados em estrela com 0 neutro aterrado, A yura 12.2 apresenta, de mat 1d0s como funcao ma ASA-C-37-2 (nimeros de identificagao e fun- Gano 12 = Prec e Soamcomo eTocs ua controle, significa relé de jernada que opera quando Ponta de / Tea [? A Figura 12.2 ~ Esquema de ligacio dos TC's. No caso de sobrecarga, as correntes que cisculam nas bobinas dos relés FS1H passam a ter valores acima de seu ajuste, provocanda assim a sua operacao. No panto de fechamento da estrela, 0 somatério das correntes serd igual a zero. Para curto: fases no lado de baixa tensio do transformador, focorrerd um desequillrio entre as correntes cam elevacao anormal dos seus indo a operagao do relé F514, existem casos em que, antes do transformado, instalado urn do circuito de protegao de sobrecorrente se lacalizam na bucha do disjunt da barra de 138 KV). Neste caso, 6 relé ¢ classticado como funcio 50-51 seja,além de uma protecao temporizada (F.51H), ele possul também uma prote- uito no trecho entre © dsjuntor @ 0 transformador, A figura 12.3 apresenta o unifilar dos dois casos descritas anteriormente, veo 12 Pence Samoan Tosomaos us Fron oe Ss Eras Clonao 12-PrechoneSomrcmorrseTowwommcoes 1S Hi, 30 opera provoca a abertura do disjuntor de 138 KV, dese- sonar etetnioe goes @ — a Osan wr ep - Transformador ule ali sia Figura 123 ~Diagramas unifies. f 7 { 12.3 Protegao contra Curto-Cireuitos entre Fase e Terra no Lado = sda de Baixa Tensdo de Transformadores (Relés F.51G ou te FS1ZN) —_— ers j Fgura 124 Esquea de igacso de TC ‘alta da proteceo de primeira 12.3.1 Ligagao dos TC’s Para transformadoresligados em delta-estrela aterrado, o| desta protegio esta cone Proregto oe Savas Eros Figura 125 ~ Detalhe da fessor de Figura 12.6 ~ Resistor de aterramento do transformader @ TC. Carmo 12 Prove Semcon 0: Tassos uz ansformador de forga de operagio. do TC), atuando de modo a : ¥ eluate Sino rente de dfeito para um transformador com ligacdo deta-deta Figura 12.7 ~Ciculagio de 12.4 Atuacdo da Protecdo Em geval, 0 relé FSTH é ajustado para operar quando o transformader estiver com cerca de 43% de sobrecarga e o relé F516 6 ajustado para operat Proto Sas furor ‘com a passagem de uma corente muito baixa (menor tap do r estes ajustes possuem tempo de atuacao bem super inha dos ~ alarme; = abertura dos disiuntores ger ~ aberturae blogueio dos 132 Vee sun) serie Figura 12.8 ~ Circuito de controle simplfcado da protegio de sobrecorrente de tansformador, Por est lum relé F.2 (temporizador), que 6 energizado na operacso 51G/ES1ZN e atua em conjunto com o rele F:86-2, coma finalidade de co transformador. ores gers 93 Protecao Diferencial de Transformadores 13.1 Conceitos Basicos {A protecéo diferencia é uilizada em diversos equipamentos do sistema, taiscomo: geradores,linhas de 138 kV, barras, transformadores e banco de trans- formadiores, nsformador & 0 equipamento do sistema eb Idades para ser protegido através de um Para o entendi com preensao do fundame ‘esquema de protecso jue a corrente que passar pelo ponto A for ‘que passar pelo ponto B. Ou sea, esta protecéo faz uma comparacdo da corrente que sai de um determinado treo, jesigualdade entre as duas. Figura 13.1 ~ Representacao de correntena protecao ciferenca Resumindo: 1+ Quando |, = I: 2 protecao nde deve operar ++ Quando}, + ly: a protegao deve operat 120 _Prorecho oe Sram Eietcos 'Na prética, a zona abrangida pelo esquema de protes transformadores(trecho entre os pontos Ae Bd jogos de TC’. O ponto Ada fi tipo bucha),localizado em sua bucha de alta. © por calizado na entrada dos dsjuntores gerais d >, Pedestal ou barra). Sendo assim, sempre que a corrente formador for diferente da corrente que chegar 20 sera caracterizado um defeito (curto) no trecho de- Pontos, fazendo com que a protegso aper ra a dsposicdo fisica da rea abrangida pela protecso ansformador, Ssadade “tonsa Figura 13.2 -Desenho representative da protegio diferencial de um transformadox: 13.3 Relé Diferencial (Fungao 87) Por definigdo, um relé diferencial é aquele que opera quando o valor da iferenca entre duas ou mais grandezas eétricas semelhantes excede uma quan- tidade predeterminada, Assim send, varios tipos de relés, quando conectados de uma certa ma- nelra, podem operar coma iferencial. Ha, basicamente, os ek ais amperimetricos e per Corie 13 Pract Dvn oe Tasers 124 13.3.1 Relé diferencial amperimétrico se de um relé de sobrecor ra 13.3, cuja zona de protect tantneo, conectado de acordo tade pelos TC's —. FQuPAMEnAO iE PROTEGIDO de Operagio Figura 13.3 Representac3o da protege diferencial amperimetrica, 13.3.2 Relé diferencial percentual Este rele, projetado especialmente para transformadares, tem diversos aper- feicoamentos que visam melhorar 0 seu desempenho. Um deles é a bobina de fexternos, causem opera- dvidida em duds partes, senda ‘30 movimento de fechamento nto instantaneo que opera para ido. A figura 13.4 mostra um esquema deste tipo de relé pg EQUPANENTO PROTEGIDO Fouad perio contatos Figura 13.4 — Representacio da protecio dterencial percentual wz __ Pronto o Sens Etrcos 13.4 Compensagao de Relagao ‘Como jd foi apresentada anteriormente, a zona protegida de um trans ‘mador compreende seus lados de ata e de baixa tenséo. esta forma, das correntes envolvidas so diferentes, de acordo com a relagdo de transf <0 do transformador de forca, 0 exemple da figura 13.5 apresenta esquematicamente esta diferenca Tiarsormador Tanagky Figura 13.5 — Representacdo da relagdo de transformacéo. Pelos TC's da bucha do transformador passa uma corrente de SOA, en: uanto que pelos TC's do disjuntor geral passa uma corrante de SOOA. Tor Necessaria uma compensagao destes valores, Isto 6 abtido através das relagdes {dos TC's envolvidos. Para 0 caso citado como exempla, a relagdo dos TC's do ‘eral deve ser 10 vezes maior que a relacio dos TC's da bucha de ata tensdo. Ou iaada a relagio de 2000:5 A, no segundo deverd ser izada uma relacao de 200:5 A. Somente desta forma & possivel comparar rel6 RSAF — relé de desiigamento que possu varios contatos cua fun: 80 ¢ promover a abertura dos disuntores gerais dos transformadiores rele € normalizado automaticamente ‘ensao retorna 20 seu Valor de operacto, ueio, endo similar ao relé SAF. porém possul menos contatos e 6 pode ser normalizado manualmente. Corre 15 Esc Recenac oat oe Cana ERA) uaa uae Beobina de aberirs ao juno get Figura 15.4 Diagrama esquematico da protagao de subtensio. 15.2.2 Grupos do esquema de rejeigao por subtensio (A tabela a seguir descreve cada um destes estagios para o sistema Light, Eigio Fas | ups a7aw wae wa 10299 5209 2090 res Roe Terra Nova Meri iar dos Teles - - 16 Péra-Raios 16.1 Definicao para-raios ¢ um dispositivo prot {205 equipamentos eleticos, pri Considerando-se que os pare-raios ircuitos elétsicos que se destinam 2 protege, Bes fundamentals: ~ no dever per lescoamento da co ~ uma vez descarregada para terra a corrente elétrica associada a um surto de tensdo que o tenha atingido, deverd volta 3 sua condicio de ‘solamento, permanentemente ligados aos vem ser obedecidas duas condi- ir, nas condligBes normais de operacao do ssterna, 0 Figura 16.1 -Para-ios 152. Prorecho oe Ser itmeos 16.2 Localiza¢ao dos Para-Raios E sempre conveniente tentar posicionar os possvel dos equipamentos que se pretende protecao de um grupo de equipamentos pod ‘alos. Uma pratica usual é 0 emprego de para (a-falos to préxinos quanto Em algumas Linha de wanseiss30 Figura 16.2 ~ Diagrams esquematico de instalagao de um péro-alos 16.3 Aspectos Construtivos @ semethante a centethador + Convencional — utiliza como resistencia ndo-tinear a carboneto desi io (SiC). Pela caracterstica do material empregado, ha necessidade de uso de centelhadores. Caso 16 - Pho as 163 16.3.1 Elementos Constituintes de um Péra-Raios Um para-raios 6 normalmente consttuldo de: 1. porcelana, resina ou borracha sintética; 2. flange terminal e dispositivo de alivio de press; 3, centelhadores e camara de extincéo; 4 5, 6 7. 8 ‘terminals de aterramento. Figura 16.3 ~Secao transversal de um paraaos. {As fungdes basicas do centelhador sto: ~ suportar a tensdo nominal do sistema; — disparar para urn nivel de tenséo bem definida; recuperar sua caracteristica solante apts a dissipagao do: vocou 0 isparo, ee ) i > 164 ae Prono oe Sens Evermco O resistor ndo-tinear tema funcaobésica de absonvera energiae acorrente de surto 0 dispositive de alivio de pressio ter por fnaldade impedir que o Péretaos sea daifcado de forma explosive, quando ocorrer uma solctagie ado, evtande dar 16.4 Classes de Para-Raios sete Maman, Us classes de para-raios s4o empregadas em eletricos: *+ Estagio geradora - cobre todas 2s classes de tenso. + Intermedisrio ou subtransmissio ~ destina- ~ E°ZA waNB LS aor Saramago TBE eNpeaTS Onna] MIME Zi OMIA or 170. Prorech o Ss Ei 172.1. Transferencia de disparo Subestagao que no possui intor de entrada (figura 17.5) Supondo que ocorra um defeito em um ts fopere o relé F877. A Unica maneira do det {do disjuntor da subestacao A. Para que ist rmador energizaré um rele at Imento-dos seus contatos, ‘dade para o rele F85 loc seja aberto. sformador na subestacao Be Subestagio A | gp weg re Hf t enna doe de ‘oaueo wat) Figura 17.51 renca de cisparo em subestacao sem dijuntor de entrada Coo 17 -Paoecko oF Ls Tso Suara 1384 i Subestagéo que possui disjuntor de entrada (figura 17.6) € utlizada para fornecer maior sequranga quando houver ocorréncia de ‘algum defeito interno na subestacao, tais como: baixa pressao de gas SFS em ‘algum equipamento, incéndio, baixa pressio de dlea no cabo, entre outros. No caso da ocoriéncia dos defeitos relacionados, tanto o ijuntor de entrada da ssubestagao 8 como o disuntor da subestagio A serdo abertasatrawts do rele FS, oo. oF by f 3] ‘ = [i] ra 17.6 ~ Transfer 1a de dsparo em subesaceo com YYGII VV VID YY III II SV VV 12 - Prorech oe Seria eros ‘Manutenggo no disjuntor de entrada da subestacio (figura 17.7) Para este caso ¢ feito un onde. sinal de cisparo para o di tendo) €transferido para 0: jo, por ura de manutencae da protecéo, tor da subestagao B (encontra-se em manu: ‘A. por meio de fio piloto, Subestagao A Subestagao 8 Figura 17.7 ~ Astanjo especial paca quando o dsjuntor de entrada estiver fem manutencio 17.2.2 Fibra éptica ito meio de interligar os relés da prote;ao diferencial de uma LTS & através da utlizacao de um cabo de fibre éptica losofia da protecao diferencial é a mesma do iter 17.2. com a vantagem de nio ser necesséria a utlizag3o de equiparentos, como: filtro de sequiéncia, transformador saturado € outros, devido a corrente elétrica oriunda do secundério do transformador de corrente, passar pelo relé F.87 e se ‘ransformada em sinal luminoso através dk ao sofrenda interfe- rencias de sinaisexternos. Como 17 Promina oe Tasso Surones 6 138.¢V 13 Cutra vantage & a maior confiabilidade e precisdo na comunicagso dos ‘que possuem unidad responsavel por esta malha, a sidades, - Lt i) le ip © FIBRA OPTICA, dey raves de fibra Optica, Figura 17.8 ~ Proteqao diferencia res 17.2.2.1 Transferéncia de disparo nsferéncia de disparo em fibra 6ptica & semethante a utlizada em fio ue as fungbes dos reles eletromecanicos sd0 agrupadas em apenas va Prono os Seuss Extmeo 17.2.3 Anilise da corrente em situagéo normal de carga Observa-se na fig. 17.9 que nao existe corrente cit operacio do reléF87, lando na bobina de (2, nao havera operacao da protecao diferencia, [| -.» ._. [= a toe co | ‘ : j20 de corrente em operacse normal de carga, 17.2.4 Anélise da corrente em situagdo de curto-circuito Observa'se que a circulagdo de corrente como fase nevtro € a mest de operacao do rele £87, ocorrendo a operacdo da protecio diferencial, acarre tendo a abertura dos disjuntores A e 8 : = para defeitos entre fases u Seja, haverd passagom de corrente na bobina Eo |e “at | eR aR Figura 17.10 c io de corrente em stuacéo de curto-cicuito. Gst9 17 - Prorctove Lows Tacs Sareea 6 138 175 17.3 Relés Direcionais Um relédirecional (£67) € capaz de distinguir 0 sentido do fluxo de corren- te, tendo como referencia as correntes e tenses do sistema, Par conectados aos secundarios de TC's e TPs de acordo com a figura 17.11 63 Subestxto A Subesagao 8 Figura 17.11 — Esquema da protecio direcional 17.4 Protego Direcional de Sobrecorrente Fuxo de covtente Sertio " | a e [23 os Sabestasso A Figura 17.12 ~ Esqueme da protecio direcional de sobrecorente (Cutan 17 - Prarcho ot Lawes Tasso Suse 138A wr 76. - - Prorech oe Series Esrocos valor de ajuste; no sentido barramentoslinha suesago & Sueno Lor Ne a = — af Ted O~ Figura 17.14 ~ Condigao normal de carga. 17.4.1.1.2 Defeito na linha protegida Pode-se obsenvar para a situagao da figura 17.15: Figura 47.13 - Esquema de protecao de uma US. sejaisolado pela protecao dlfeer iado tempo pré-ajustado. 17.4.1 Como retaguarda para a protecao diferencial 11 Operagio da unidade temporizada Para orelé direcional temporizado operar, devem ser satisfeitas duas con- sigoes: Figura 17.15 — Representacdo de defeito dentro do trecho protegido 178 : Proreo oe Stuns Eurncos Cerro 17 - Prove ou Lense Tanssho Suotinnas ce 138K 179 17.4.1.1.3 Defeito fora da linha protegida Pode-se observar paraa situacao da figura 17.16: ~ aunidade dtecional do elé 67 do ~ @ unidade tempor Subesagio A Subesuio 8 | = 2 —. 7 Figura 17.17 - Diagrama esquematico da protecio de (TS Figura 17.16 — Representacao de def o wecho protegido . as 17.4.2.1 Operacao da unidade instantanea A unidade instantanes do relé £67 envaré erm servigo caso a protecto ada aravts da chave 87CO. Esta unidade independe ca vers operagao do reléF'67 para qualquer sentido de comrente de cuto-creuto na LTS No exemplo acim, a abertura do esiuntor pode nd ocomer Cas isto scontesa, 0 relé £67 na subestaggo A executara sua funcéo de ‘etaguarda da linha adjacente, abrindoo dsjuntor A, acarretando @ desenegizacio do trecho defeituoso e da LTS entre as SEs Ae 2. 17.4.2 Como substituta para a protecao diferencial 17.4.2.1.1 Defeito na linha protegida No caso de manutencao preventiva ou corretiva da protecdo diferencal ‘esta € bloqueada através de wa chave (87CO ~ fig todeat se a0 ciruito da unidade instantanea do relé £67. Este, por sua vee, quando ‘operado, energiza um rele 17.18, observa-se que iro operar as unidades instantaneas de sobrecorrente dos dois relés F67, fazendo com que os disiuntores das subestacSes ‘Ae B sejam abertos. Subosap0 8 Subesago 8 Figura 17.18 — RepresentaSo de defeito dentro do trecho protegido, 120 ProrecAo oe Sens 17.4.2.1.2 Defeito fora da linha protegida Na figure 17.19, as unidades instantaneas de sobrecorrente dos dois relés F'67 sé irdo operar caso o defeito nao seja isolado atraves da abertura do disiuntor C sibesago& Siesaxs0 8 =F Lt Ey Figuta 17.19 ~ Representagao de detet fora do tech protegido, 18 Protecio de Linhas de Transmisséo Aérea 18.1 Introdugéo A protecio de linhas de transmissao aéreas (LTS) deve 3 de forma defeituoso tae rapidamente quanto poss! Este esquera de protacSo 6 composto nor dois conju ‘em painel nas salas de comando de cada uma das subestac ida. Estes relés possuem funcdes de protecso ‘Em cada uma destas extremidades da LTA ex ida, um sinal é enviado de uma extre- ieceptor, para bloquear a atuacio da zona proteaida, nao havera envio de incipal Goa oe Tasso Attn 183 a2 Pronto ce. = Prec ot aves eT aa 18.2 Protecao de Distancia Para as redes de alta e média tenséo, a protegso de distancia tornou-se z de garantir tempos de desligamentos curtos em caso de defeito protegido, atua como protegao secundéria de linhas vizinhas (adja 18.2.1 Principio de atuagio da protecéo Toda linha de transmissao, de acordo com suas caractersticas cons jo de funcionamento do relé de distancia se baseia no fato desc to acima. No relé @ ajustacio um receptor do, este valor de impedancia sera menor que o ajustadio no 1 atuacso. Para valores de impedancia maiores que o ajustado cho protegido), 0 rele nao opera 18.2.2 Onda portadora (carrier) Para que toda extensdo de uma linha de transmiss8o aérea fique ida, @ necessario que os esquemas de protecd zzados em seus te da protecao cas0.0 do para esta troca meio de comunica- ‘2s equipamentos associatos a onda portadora estdo descritos abaixo Cubiculo transmissor receptor (TR) Equiamento semethante 20s usados em radio comunicacso, operando na faina de 20 2 400 kHz (figura 18.2), ‘Tod vez que a sua unidade osciladora operar, ele envia um sinal de eleva- 4s frequéncia através da linha de transmissao, pare o termi Figura 18.3 ~ Capacitor de acoplamento. 134 Caixa de sintonia (C5) Tem como finalidade reduzir a0 minima as perdas geradas com 0 envio do inal canter do transmissor 8 linha de transmissao. ier linha de transmissa0 que Ihe 8.4) composto por um indutor eum ‘amrer @ urna bai Figura 18.4 -Fitro de onda, = : Prorecto oe Ssrnas iemcos | Guirao 18 Prorecioos Lous os Tassusto Aor 12s Sesto A Figura 18.5 ~ Diagrama representative de transmissSotrecepcso de snas 18.3 Tipos de Protegao Sto com o fabricante tes esquemas de das ferentes flosolias para a protecio de LIAS, de acordo rao apresentados alguns des- 18.3.1 Carrier Light (fabricante GE) 30 Carrer Light, desenvolvida por equipe de engenheiros da ia implantada na Light para protecso de LTAS 80 protegida. ‘A protecao secundaria ¢ feita basicamente por relés de sobrecorrente € direcionais. Sua atuacao independe do sinal carrier e & temporizada para a coor- ddenacao com a protecao priméria das linhas protegida e adjacentes. 126. Prorecha we Sens ier A figura 18 comando de uma subestacio, indicando os principais eles ra pre e27ca F616 5061 ray ror so626e Figura 18.6 ~ Paine! de protegio carrier ight 'etd0,localizado na sala de Cornao 18 Promo ues 8 Tsesh0 As 187 18.3.1.1 Protecdo priméria rads na protec primaria sao os discriminados a seq Figura 18.7 -Diagcama representative de localizsgdo do rele F21 67 (Relé direcional de fase) € um rel trfésico direcional de fase cuja fungo é permit ou no 0 envio do sinal de carrer, dependendo de defeito localizar-se fora ou dentro do trecho protegid, F.67G (Relé direcional de terra) um reié direcional com a mesma fungao do relé F67 de fase, atuando para defeitos fase-tera 50 G1 (Relé de sobrecorrente instant&neo) um relé de sobrecorrente instantaneo com fungao de envio de sinal de blaquelo para detvites fase-terca £50 G2 (Relé de sobrecorrente instantaneo) E um relé de sobrecorrente instantaneo que possui a mesma {undo do relé F50G 1, porém com ajustes diferentes, além de ser urn dos responsaveis pela abertura do disjuntor para defeitos fese-terra, YPIVII I SV UV I VV SIIIIIY 128 ProTech ce Sars Euros 85 (Relé auxiliar carrier) E um relé auilar de recepgao de onda portadora, que possui a funao de bloquear a abertura do disjuntor quando enerqizado, 62 (Relé temporizador) um rele temporiza desarme indevido do disjunt Observacdo: Quando a 8 onda portadora necessitarem bloqueada através da chave (RTS), ido de garanti que nao ocorra ria ou os equipamentos associsdos esta sera 18.3.1.2 Protegdo secundaria (Os relés utilizados na protegSo secundsria de linhas de transmisséo aéreas 530 05 seguintes: 67 (Relé direcional de fase) Eo mesmo relé comentado anterior sua atuagée na fungio de protecdo secunda dlsjuntor para defeitos entre fases. protecdo primsria, sendo a ionada com a abertura do F676 (Relé direcional de terra) 0 mesmo relé comentado anteriormente na protecao primar, sendo a sua atuagio na fungdo de protegio secundaria relacionada com 3 abertura do isjuntor para defeitos fase-tera 27 (Relé de subtensio) E umm relé de subtensdo c de sobrecomente de fase (E51) fungao ¢ permitir ou nao @ operacao dos relés F51 (Relé de sobrecorrente temporizado) E um relé de sobrecorrente temporizado que detecta defeitos entre fases, sce que haja subtensio (relé 27 atuado). Quando operado em conjunte com rel F.67, abre o disjuntor da ITA, F50 (Relé de sobrecorrente instanténeo) E um relé de sobrecorrenteinstantaneo que detecta defeites entve fases, Quando operado em conjunto com o relé £67, abre © disjuntor da LTA. SIN (Relé de sobrecorrente temporizado de neutro) £ um relé de sobrecorrente temporizado que detecta defeitos fase-terra, ‘Quando operado em conjunto com o relé F67G, abre o disjuntor da LTA, Carmo 18 Paorech oF Lanis ne Teas Meee _1a9 SON (Relé de sobrecorrente instantaneo de neutro) um relé de sobrecorrente instantaneo que detects defeitos fase-tera Quando operado em conjunto com 0 relé F676, abre o disjuntor da LTA, 18,3.1.3 Diagrama trifilar A figura 18.8 apresenta a instalacao dos relés das protecées primaia e BARRAMENTO sec1sacz_ GIN MK rere B Bi Figura 18.8 - Diagram trifiar ea protecso Cartes ght 190 7 Protec oe Sera treo Cormaa 18 Proc Lewis ce Temosto Aca 191 18.3.1.4 Esqueméticas de controle e proteso a protegio carer ight Figura 18.10 Diagt 18.3.1.5 Anélise da corrente em situacio normal de carga, SUBESTAGAO DA ‘OUTRA EXTRENMIDADE Figura 18.9 ~ Diagrama esquematica de envioftecepca0 de snais, Figura 18.11 ~ Representagao do fhuxo de corrente de carga numa LTA 192 18.3.1.6 Analise da corrente em situagie de curto-circulto 18.3.1.6.1 Dentro da zona protegida Subesagio A Suber 8 Figura 18.12 —Representacdo do fluxo de corrente de defeito numa ITA 18.3.1.6.1.1 Dofeito fase-fase Primaria Secundéria © relé F.67, em conjunto com 0s relés 50 ou F5}, sera responsével pel abertura dos disjuntores de cade extremidade da LTA. A protecdo secun 8 quando nao houver operacso da protecao primaria, 18,3.1.6.1.2 Dofelto fase-terra dentro da zona protegida acarreta a operaco das TA, os relés F50G1 © F50G2 és da abertura de seus conta 67, sendo assim, os eles FS ‘Cesno 18 -Paoncho os Lwes ce Taumnasso Aesa 193 das duas extremiddades s30 desenergizados, pe liguem os respectvos disuntores. Secundéria +O relé £676 em conjunto com os relés FSON ou FSIN seré responsive pela abertura dos disjuntores de cada extremidade da LTA. A proteczo secunda- ria temporizada atuaré quando nao houver atuacao da protecao priméria, 18.3.1.6.2 Fora da zona protegida indo a figura 18. ‘com 0 reléF51) ou de neutro (F676 em conjunt (0 1el6 FSIN) da LTA 2 na subestagao A subestaxp0 A Sbestacio SsasacboC Figura 18.13 — Representacao do fluro de corente de defeito numa LTA adjacente 18.3.2 Carrier KDAR (fabricante Westinghouse) de distancia emp 194 Prong ve Ssrens Eros Para qualquer tipo de def ‘enviando para a 0 dades, Fone. rae Fos ras fe ras fom F560 Figura 18.14 - Paine de protesso carrier KOAR, Carn 18 - Procla oc ast Taras Acca 195 18.3.2.1 Protegio primaria (0s relésutlizados na protegao primaria s30 05 sequintes: F21P (Relé de distancia) opera pata defeitos entre fases que ocorram na inha djusante da UIA protegida, conforme apresentado n. 18.15. Atua no crcuito de partida do transmissor para enviar sinal de bloqueio a outra extremidade, impedindo que Co disjuntor abra pela operacéo do relé F21-P Por este motivo, a zona de opera- ‘Gio doste rele deve ter alcance maior que a zona de operacao do relé F.21P da ‘Outra extremidade da LTA Suites Ssubesacbo8 wat uaa oO Ao nesta condicio, pois no se trata de um defeito na linha, F67N1 (Relé direcional de neutro) da lina. E um dos relés responséveis pela abertura do disjntor da [TA y . YIISG US JIIISI IIIS IIS YI BIIIS Jo 196 Prorcto ne SsrsaesErmcos De acordo com a figura 18, odefeitoindicada, Para 0 defeitoindicado na figura 18,17, este relé nao opera ‘1elé FE7N1 da subestagao A opera para Subssacioa on Figura 18.17 - Fino de corrente de defeto ~ F85(Relé auniliar carrier) Figura 18.18 Relé £85 Unidade 10s E uma unidade de a oferar para qual Sua funceo @ erwi Unidade csG ra, sendo energizada pela ope- Ro circuito de parada do carer, Unidade CSP € 2 unidade auniliar para falas entre fases, sendo energizada pela ‘contatos témn undo idéntica aos da unidade 5 RAT, RRH, RAP @RRG RT e RRH sto bobinas concéntricas montadas em opesicéo. ddo com suas caracteristicas construtvas, RRH produz o torque de res RT, 0 torque de da linha protegida (através dos contatos inal de bloqueio dda outra extreridadk Quando apenas RRT & eneraizada, os contatos RRP e RRG fecham, ppecmitindo o des! ‘pela protecio primsria, conforme figura 18.23. ‘Quando as duas sao energizadas (RRT + RRH), ou apenas RRH, sig- nifica que 0 defeito 6 e fia, conforme Unidade SQ ce ope, loging eo de ia ‘que nenhum sinal espuiro v ido da outra extremidade da ‘VELOCIDADE a DESCARGA AGUA uuxo AGUA Figura 19.11 — Principals componentes Caomno 19 Proncta ce Geaconss¢ Morons oven 27 19.1.3.1 Rotor Parte interna do gerador que recebe energia mecainica através do eixo. No rotor esto instalados enrolamentos que, 20.se mavimentarem e serem submeti- dos & corrente continua, formam um campo magnético girante. Esta corrente Figura 19.12 - Rotoces. 19.1.3.2 Andis coletores e escovas res em conjunto com as escovas de canvdo asseguram a das escovas estacionarias para o rotor. O numero @ a di 1das de acordo com o nivel da corrente de campo. on conducao de corre rmensao das escovas S80, A conexao estabelecida por b 2 entre 05 anéis € © enrolamento dos pl tes, 218 Proto oe Ss Etmcos Comao 19 Promioce Gomooest Moone onan 219 Ante Coetre Seromentoe coven 19.1.3.4 Reguladorde tensio Figura 19.16 estator 5 de velocidade ae Prorecho oe SeraussEerncas Num si a demanda de e energia gerada| i 1 Ea ie F > Froumas (60 H2) ‘GERAGAO DEMANDA, DEENERGIA DE ENERGIA Figura 19.17 ~ sistema 0 com geragéo mi demanda de eneria, Tal fato € indesejavel para o sistema, pois pode causar danos a equipa- Imentos elétricos. Para normalzar esta situacao, 5 fos 0s reguladoves de tensio e de velocidade, ‘+ Regulador de Tenso — diminui corrente continua para rotor = imi ‘ul campo magnetico => dimin + Regulador de Velocidade 3 din tensa, iminui aberture das palhetas da turbina ji velacidade =» diminui frequenci, ‘Quando a demanda for maior que a energia gerada, 0 sistema iré operar com caracteristicas de subreqiéncia e subtensio. A figura 19.18 representa gra ficamente esta situacso. L | V< Vem F< Fru (60 H2) GERAGAO DEMANDA DE ENERGIA DE ENERGIA Figura 19.18 sistema eletco com geragdo meno: que @ demanda de energia Da mesma forma, esta situaga0 nao é dese retar danos a equipamentos eléricos. Os requladk seguinte maneira + Regulador de Tensdo: auinenta cor 19.1.4 Bateria de CO, urn sisters de protecao que, quando acionado, ineta gas carb6nico nos ‘envolamentos do estator e do rotor, ‘danos meiores 8 maquina, diminuindo a temperatura no local A figura 19.19 apresenta tuma ba: teria de CO, Figura 19.19 ~Bateva de CO, 22 Ca 19 Poncho oe Getananess Moros Sou 223 19.1.5 Protegao de geradores sendo sensivel para defeitos monotasicos, tendo em vista 0 tipo de aterramento ilizado pelo gerador (transformador de distibuicSo). Energiza os relés de bloqueio F86E e F86A, dando disparo de CO, para ‘interior da maa ‘+ Euncio 87TG (diferencial do grupo gerador-transformador lar 20 relé F877, tendo como diferenca 2 utlizacso de mi lamento para medicBo das correntes que supremo transformador de servgo local (TSU. Esta protecao é de atuacéo i con junto transformador-gerador, que detecta defeitos entre fases no enro- sformador e propicia também fungao de retaguarda & de gerador (F876). Energiza os relés de bloqueio FR6E © FGA, + Fungio GAR (terra no rotor) ~ ests ocalizado n0 , abre 05 disjuntores de partida e marcha do respectivo me- re desiga 0 seu campo. e provoca a descarga dos 0s ds ‘= Fungo 87M (diferencial do motor-bomba) - atua para defeitos en- tre fases que ocorram no trecho compreendido entre os dsjuntores de Partida e marcha até 2 entrada do motor-bomba. Quando energizado, ‘opera o relé de bloqueio FEM + Fungo 27 (subtensfo) ~ opera quando houver subtensa0 no lado de baixa tensdo do transformador que alimenta o motor-bomba. Energiza orelé FA6M2. Fungéo 47 (tensao de seqiiéncia de fases) ~recebe informacao de tensio do lado de baixa tensio do transformadar, fornecendo alarme quando houver inverséo de fases, subtensdo de fase na ma- quina + Fungéo 506 (sobrecorrente Instantaneo) ~ instaiado no neutro do transformador, detecta defe'tos que envolvam a terrae que ocorram no trecho compreencido entre a baixa tensao do transformador e 0 motor- bomba. Quando energizado, opera o rele F B6MZ + Funcio 55 (baixo fator de poténcia) —recebe informagao de corrente oma girando sem agua na para 0 sistema). Entretanto, quando 0 mentando o motor, esta protecao fica bloqueada pelo relé F.62 ou por Logica digital ‘Gartwo 19 Prowcioce Gumoorese Morons Bees _ 233 Fungo 25 (sincronismo) ~ recebe informacso de potencial do bacramento de 138 kV e da linha de transmissao de modo a fechamento do disuntor desta linha quando a maquina for utlizada como gerador Fungio 48 (partida incompleta) -¢ um temoorizador que ¢ energizado Fungo 516 (sobrecorrente temporizado) ‘ransformador, detecta defeitos que envolvam cho compreendido entre a baixa tensa0 do transformador e o mot” bomiba. Aciona o elé 86-2 do espectivo transformador Fungo 86-1 e 86-2 (auncliares de bloqueio do transformador) -20 serem operados, ent 1 #elé F86M2 e provocam abertura dos intores responsavels pela energizacao da usina, positive térmico) - cistern sensores que supe tura dos mancais, com 0 objetivo de retcar a m: juando houver aquecimento excessiva do manc nba de operacao e abrindo o seu disjuntor de. ite propria de co ngao & detectar qualqu coma terra, pois, em condigoes mente isolados. Quando operado, de alarme. Fungo 37F (baixa corrente de campo) ~ vetfica a po e permite o fechamento do disjuntor de campo ( 26 Prorecho oe Straws Eemcs 20 Relés Digitais 20.1 Introdugio ya deste capitulo € apresentar os principais res digits instalados, de subestacées da companhia, sntese por tipos,informando suas tulo sto: les dos relés que constam neste: ~ GENERAL ELETRIC (GE). ~ SIEMENS. ~ ASEA BROWN BOVERI (A88). = ALSTOM. MERLIN GERIN = AEG. Diagrams tier de mororbomba Figura 19.27, <8 _ 20.2 General Eletric (GE) ~ 20.2.1 SR760 Gena 20 Ras Doras 27 20.2.2 SR745 Figura 20.2 Rele SR7A5, . APLICAGOES Protecao de Tansformadores. 51G (segunda linha para defeitos ervolvendo 2 te). Oscilogratia Medicao. 238. pane Prone o& Sess EvTncos Cees 20 - Rus Des : ee 20.3 Siemens 20.3.2 7UTS12, 20.3.1 751531 - Figura 20.4 701512 Figura 20.3 751531 APLICAGOES APLICAGOES Protegso de Barramentos Protege de Alimentadores Protecao de Banco de Capacitores do de fase), Jado de neutro). ligamento), 50-626 (falha de dsjr Mediz, Protecao de Transformadores. 516 (segunda linha para defeitos envolvendo a te Oscilografa Medigao — 200 Proregao oe Seas Eutmcos Cerrn0 20 Rats Oss par _ 203.3 753511 20.3.4 7RW600 Figura 20.6 — Relé 7RWEO0 APLICAGOES. APLICACOES. Protecio de Baramento. Protecio de Freqdéncia : Protecio de Transformadores, . FUNGoES 81 requenca) ha para detits entre fses) Oscloaratia - ha para defitos envaWendo a tera) Medica. de barra ~ fase), 3 de barra —neutro). 242 20.4 Asea Brown Boveri (ABB) 20.4.1 SPAR segunda linha para defeitos entre fases), lenvolvando a terra) mento da bobina de tp do dsjunter. Conn 20- Rass dares 20.4.2 SPAD Figura 20.8 — Relé PAD. APLICAGGES Protecdo de Transformadores, FuNcOEs Medicao, us Prorecho 0 SaromasEitmcos ~ 20.4.3 SPA Figura 20.9 fee Pa ‘ [APLICACOES Protegso de Banco de Capacitr. FUNGOES 61N (desbalango de corrente) Oscilogratia, Cartrno 20 Rats Dawes 20.4.4 SPAU Figura 20.10 -Relé Spa. ‘APLICAGOES Protecéo de Banco de Capacitor. FUNGOES 596 (sobretensio — residual. 246 Prorecio oe Sseuas Etro Cates 20 - Rts Di 247 20.4.5 REF 20.5 Alstom 20.5.1 KCGG Figura 20.14 Role Ref APLICACOES Figura 20.12 —Rele KCGG Protegdo de Transformadores, Protecao de Barramentos, Protecao de Alimentadores. Protegao de Banco de Capacitores, Protecao de Alimentadores FUNCOES Protecéo de Banco de Capacitores, 248 _ 20.5.2 KBCH ___Prowcho oe Sirens Eieracos 249 250 Prorecho oe Srv Etrncoe Carn 20 Ras Devas 251 20.6 Merlin Gerin 20.6.2 D22 20.6.1 BO7 E a . i Figura 20.16 ~Relé 022. - Figura 20.15 ~ Rel 807 APLICACOES Medico | 252 20.6.3 $02 Figura 20.17 -Rele $02, APLICACOES Protegao de Tanstormadores, Protecao de Barrarmentos, Protegao de Alimentadores. Prorecto oe Caro 20- Ras Daas 20.6.4 CO6 Figura 20.18 — Rel COB. APLICAGOES Protegao de Banco de Capacitores. 50-628 (fatha de disjunton) 59 (sobretensdo ~ fase). IN (desbatango de cor ). famento da bobina de trip do disjuntor. Medicao. 254 Prove 0 Sern Fermcoe 20.6.5 EPAC Figura 20.19 - ele EFAC, APLICAGOES Frotecdo de Lina de Tansmissdo, FUNGOES 21 (aisinca). 67N (direcional de neutro} 60 (fatha de fused) Medicao, Cornaxo 20- Res Des 20.7 AEG 20.7.1 PK341 Figura 20.20 Rev 281 ‘APLICAGOES Protecao de Linha ve Ti 12ONNs CAO DE LOUd eal Q aa ie) iw) a me wn P| = = > wn = ia isa a es} Q 1e) wy