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Direito Internacional Público I

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Professor Guido
Soares
Anotações do aluno
JJMM
http://www.geocities.com/jjmmasdireit
o/direito.htm

۩
. Histórico do Direito
Internacional Público

Na Antigüidade Pré-
Clássica as relações entre os povos eram ligadas aos
conflitos oriundos da guerra e da paz. As exceções eram as
relações de comércio, especialmente as que existiam entre
os povos babilônicos.
As relações entre os
Estados somente irão surgir após a criação das cidades-
estado gregas. É na Antigüidade grega que surgem os
primeiros institutos do Direito Internacional: o asilo, os
representantes diplomáticos negociadores etc. A maior
contribuição gregas ao direito Internacional foi no campo
filosófico, O estoicismo guardava claros princípios de
cosmopolitismo, defendendo a possibilidade filosófica da
coexistência pacífica entre os povos de nacionalidades
diferentes.

Em Roma, na fase áurea


do Império, todas essa idéias de ralações entre os povos
foram incorporadas às estruturas do Direito e, mais tarde,
através do Cristianismo, difundidas. Essa difusão, associada
aos princípios do Direito Natural, marcou toda a Idade Média.

São Tomás de Aquino,


com seu conceito de escolha, formulou a idéia de liberdade
positiva. Este diferia da liberdade negativa proposta pelo
Estoicismo grego. O conceito tomista de escolha
pressupunha o de responsabilidade, desconhecido na
Antigüidade.

A clara noção de Estado,


semelhante à que temos hoje, surgiu em meados do séculos
XVII, após os Tratados de Westphalia ([1]). Estes foram
pautados pelas reflexões de Hugo Grossius:

a) Os Estados são
responsáveis pelos acordos que assinam.

b) Cada Estado pode


agir de qualquer forma desde que não lese outro..

c) Soluções pacíficas de
controvérsias internacionais através de laudos arbitrais.
d) Convivência pacífica
entre os Estados, respeitando a soberania de cada um.

e) Respeito à religião e
às casas dinásticas de cada Estado.

Esses princípios irão


fundar o próprio Direito Internacional e permanecem até hoje.

1.1. Realidade
Internacional - Séculos XIX e XX

Os dois séculos guardam


grandes diferenças do ponto de vista do Direito Internacional:

a) Multiplicidade de
Estados.

b) Soberania Limitada -
limitação de direito e deveres dos Estados.

c) Positivação das
Normas do Direito Internacional.

d) Proliferação das
Organizações Internacionais - decorrente da vontade
soberana dos Estados.

۩
. Definição

A definição de Direito
Internacional Público pode se dar a partir de vários critérios:

a) Critério Pessoal - em
função dos sujeitos que atuam, elaboram e aplicam o direito.
Assim, seria o direito dos Estados. Contudo, nessa definição,
as organizações internacionais, por exemplo, ficam fora.

b) Critério Técnico-
Processual - diz respeito à elaboração das normas de
Direito Internacional. Assim seria “aquele que nasce dos
Estados” (Hans Kelsen). Contudo, as relações internacionais
não são tão complexas assim; não dependendo somente da
vontade; o silêncio pode gerar efeitos nas esfera
internacional.

c) Critério do Conteúdo
- ao alcance das normas. Assim, seriam matéria da Direito
Internacional aqueles temas que dizem respeito a mais de
um Estado.

d) Critério da Validade
Espacial - é mais aberto e mais amplo. Seria o conjunto de
normas jurídicas materiais cujo âmbito de validade ultrapasse
o território de um Estado.

Segundo a professora
Elizabeth de Almeida Meireles esse último seria o critério
mais aceito e válido.

۩
. Classificação

Teórico x Positivo ou
Prático

Teórico -

Teórico Natural -
normas que proliferam na natureza.
Teórico Racional -
aceitação pela razão.

Positivo - escrito com


normas definidas.

Prático - costumes
internacionais que independem da positivação.

De acordo com as áreas


pode ser classificado:

a) Direito Internacional
Administrativo - crescimento e especialização do Direito
Internacional. Tribunal administrativo das Nações Unidas.
Organizações internacionais e seus funcionários (Tribunal de
Genebra).

b) Direito Penal
Internacional - projeção extraterritorial das normas penais
nacionais. Direito de Asilo e extradições. Direito Internacional
Penal: convenções e tratados que tipificam crimes entre
todos os Estados que convencionaram. Coíbe: escravidão e
tráfico de mulheres, pirataria aérea, destruição do patrimônio
histórico. Tribunal Penal Internacional: seu estatuto
estabelece os crimes contra a humanidade.

c) Direito Substantivo
Internacional - por oposição ao direito processual
internacional. (Direito Processual - normas procedimentais).
Direito substantivo: consolidação dos princípios utilizados.

3.1. Direito da Guerra X


Direito da Paz
O Direito da Paz é a
normalidade das relações entre os Estados. é um conjunto
de regras que regem os estados em épocas de normalidade
de relações.

O Direito da Guerra
pode ser:

a) Restabelecimento da
situação anterior que tenha sido perturbada.

b) Amenização dos
efeitos cruéis da guerra sobre os combatentes e sobre as
populações civis.

A guerra não é um ato


jurídico ou anti-jurídico. É um fato, ajurídico, da vida dos
Estados.

3.2. Direito
Internacional Geral X Regional

Normas comunitárias na
União Européia (disciplina autônoma)

3.3. Direito
Internacional Geral X Direito do Desenvolvimento

Desenvolvimento: não se
pode tratar de forma igual os desiguais.

۩
. Atos Jurídicos
Internacionais
Fatos jurídicos
internacionais vão ocorrer no mundo fático da comunidade
internacional se que qualquer Estado tenha praticado um ato
jurídico. São atos que surgem independentemente dos
sujeitos internacionais (rios que fazem fronteiras, elementos
geográficos, satélites artificiais que caem no território de
outro etc). Estes atos geram conseqüências internacionais.

4.1. Atos Jurídicos


Unilaterais

Os atos podem ser Atos


Jurídicos Unilaterais, nascidos da vontade de apenas um
Estado. Não geram grande conseqüência internacionais. Eles
podem ser de dois tipos: Internos, que não podem ser objeto
de questionamento, ou Externos, que ai sim podem gerar
alguma conseqüência, sendo assim tratados como um tipo
de fonte do Direito Internacional.

Os Atos Jurídicos
Internacionais possuem três elementos:

a) Manifestação de
vontade de um único sujeito internacional;

b) manifestação
autônoma, não ligada a qualquer outro Estado, e

c) que não criem


obrigações para terceiros, obrigando apenas aquele Estado
que o pratica

Têm repercussões e
estão incluídos como fontes pelo Artigo 38 do Estatuto da
Corte Internacional de Justiça.
Os Atos Jurídicos
Internacionais classificam-se em:

a) Formais - são atos


escritos, contidos em um documento. Podemos chamá-los a
grosso modo de notificações, pois é a forma como se
exteriorizam.

I - Protestos - podem ser


originados por vários atos ou causas.

II - Promessas - um
Estado se compromete a tomar determinadas atitudes em
função de certos acontecimentos.

III - Atos de
Reconhecimento - a doutrina americana aceita que tenha
apenas efeito declaratório. Seus efeitos são mais práticos.

IV - Renúncia - o Estado
abre mão de certos direitos; não gera obrigações, apenas
direitos para terceiros.

b) Silêncio - cria
obrigações para aquele que de veria se manifestar e não o
fez. É uma presunção jurídica típica do Direito Internacional.

O atos jurídicos
internacionais podem tanto constituir costumes quanto alterá-
los. Essas atos podem ser lícitos ou ilícitos. No segundo
caso, o Estado responde por eles.

4.2. Tipos de Atos


Internacionais

Os Atos Internacionais
podem ser:
a) Tratado - é o acordo
internacional celebrado por escrito, entre estados, regido por
normas de Direito Internacional; estão excluídos os tratados
celebrados com organizações internacionais. Tem um nome
próprio, geralmente levando o nome do local onde foi
celebrado. Tratado e Convenção não têm diferenças
técnicas ou jurídicas.

b) Declaração - ato
unilateral de um Estado que cria direitos para terceiros e
obrigações para si. Também pode ser uma declaração de
princípios celebrada entre dois ou mais estados. Não é
cogente, apenas fixa princípios; de caráter ético, não
obrigatório.

c) Pacto - podem adotar


princípios de Declarações.

d) Acordos - ajustes
entre pessoas internacionais, podendo ser bilaterais ou
multilaterais.

e) Protocolos -
instrumentos secundários e adicionais. Tratam de questões
específicas e complementares, Podem ser revistos
(Protocolo Dinâmico) e alterados sem necessidade de alterar
o próprio tratado do qual o protocolo faz parte.

f) Troca de Notas - entre


agentes diplomáticos com capacidade específica. Objetiva,
por exemplo, estabelecer datas uniformes para a contagem
de prazos para negociações.

g) Atos Gerais -
instrumentos que resumem conferências internacionais,
visando divulgar suas conclusões.
h) Cartas - tratados e
convenções como outros quaisquer.

i) Concordata - qualquer
acordo celebrado com a Santa Sé

4.3. Classificação dos


Atos Internacionais

Os atos internacionais
podem ser classificados de diversas formas:

a) Quanto ao número
de partes - os atos podem ser bilaterais, plurilaterais ou
multilaterais (classificação discutida, mas sem muita função
prática). Os tratados multilaterais, ou plurilaterais exigem
“depósito” na ONU; os bilaterais não o exigem.

b) Quanto à Substância
- podem ser Tratado-Contrato ou Tratado-Lei.

I - Tratado-Contrato -
menor importância; em geral, refere-se a questões de
fronteira ou de litispendências imediatas entre dois países.

II - Tratado-Lei - tem
maior importância, com um objeto preponderante; tendem a
tornar-se obrigatório sem âmbito interno. Regulam as
atuações do Estado a seus interesses soberanos.

b) Quanto à Substância
- podem ser Tratado-Contrato ou Tratado-Lei.

c) Quanto à
Possibilidade de Adesão - podem ser Fechados ou
Abertos.
۩
. Tratados
Internacionais

5.1. Elaboração dos


Tratados Internacionais

O processo de
elaboração dos tratados internacionais é semelhante ao das
leis internas do país.

Entre os estados não


existe subordinação, mas sim uma relação de coordenação.
Os estados são juridicamente iguais entre si; assim, é
necessário o consentimento do s estados para o processo de
aprovação de um tratado. Essa igualdade faz com que o
processo de gênese seja complexo e demorado.

Esse processo é
composto, basicamente, de duas fases, subdivididas em
outras tantas:

a) Anterior ao
Consentimento - negociação; fase que acompanha uma
série de conferências; é o início da discussão. Surgimento
das Resoluções (não obrigatórias), Minutas.

b) Posterior ao
Consentimento - redação; fase muito mais fácil devido à
existência das minutas. Os tratados têm três partes
principais:

1) Preâmbulo - suas
razões
2) Dispositivos - norma
de o conteúdo, datas para entrada em vigor, objetivos etc.

3) Profissão de Fé -
declaração de boa-vontade por parte dos Estados para o
cumprimento do tratado

Os estados não têm


prazo para a ratificação dos tratados. Caso não queira
ratificar, não sofre conseqüências jurídicas, podendo existir
conseqüências políticas. Um exceção quanto ao prazo é
quanto as Convenções da OIT, que têm natureza especial,
com prazo de 12 meses para ser ratificadas, podendo ser
prorrogadas por mais 12 meses.

5.2. Condições de
Validade dos Tratados Internacionais

As condições de
validade dos tratados internacionais são:

a) Capacidade das
Partes Contratantes - a Convenção de Viena (Artigo 2)
deixa claro que somente os Estados podem ser parte em um
tratado. Os Estados Federais também têm essa capacidade,
o contrário deve ser comunicado internacionalmente, desde
que isso seja comunicado. A Convenção de Viena não
admite as organizações internacionais, Mercosul por
exemplo, como para de um tratado internacional.

b) Capacidade do
Representante

c) Consentimento
Mútuo - não se admitem vícios; geram nulidade do tratado
(dolo, corrupção do representante, erro, coação exercida
sobre o representante).

d) “Ius Cogens” -
harmonia entre os tratados e uma norma imperativa do
Direito Internacional geral.

e) Objeto Lícito e
Possível - a possibilidade no Direito Internacional é mais
restrita que no Direito Interno.

f) Não Têm Efeito


Retroativo.

5.3. Efeitos dos


Tratados Internacionais

Não há discussão de que


o tratado tenha efeito sobre os estados parte. há um efeito
associativo, onde as partes ficam obrigadas por aquilo que
queriam quando estipularam o tratado.

Quanto ao terceiro,
antigamente presumia-se que se este não praticava um ato
contrário, ele aceitava o tratado. Hoje, entende-se que o
tratado pode criar direitos, mas não obrigações, para
terceiros. Os tratado somente vinculam aqueles que o
aceitam.

Nada impede que uma


regra adotada em um tratado torne-se uma regra do costume
internacional, que torna-se obrigatória pela vinculação pelo
costume.

Quanto ao Tempo, os
tratados não retraem, havendo algumas exceções. Quanto
ao Espaço, os tratados obrigam cada uma das partes de um
Estado, como um todo, também há algumas exceções.

Quando houver conflito


entre as normas internacionais ratificadas pelo governo
federal com as normas locais, o tratamento é o mesmo dado
pelo Direito Internacional Privado: resolução pelo tribunais
locais, como se envolvesse particulares.

5.4. Revisão dos


Tratados Internacionais

Geralmente a revisão de
um tratado dá-se via notificação. Nos tratados multilaterais
deve-se mandar notificar a todos os estados membros, sendo
que a revisão deve ser aceita pela sua maioria absoluta.

5.5. Extinção dos


Tratados Internacionais

Denúncia é o ato pelo


qual um Estado se retira de um tratado. É necessário que
esta saída seja permitida e que os outros estados aceitem a
denúncia.

Reserva é uma
declaração unilateral feita por um Estado, devendo ser aceita
por todos os países participantes. Hoje, há uma tendência no
sentido de impedir as reservas.

۩
. Responsabilidade
dos Estados
A responsabilidade
clássica dos Estados resolvia-se pela reparação pecuniária.
Inicialmente a responsabilidade era admissível penas nos
atos ilícitos; isto tanto por atos de um Estado contra outro
Estado, quanto por atos de um Estado por atos contra
cidadãos de outro Estado.

Contudo, com o passar


do tempo, este critério mostrou-se insuficiente. Assim,
chegou-se a um conceito que prevalece hoje: além da
responsabilidade por atos ilícitos, passou-se a considerar a
Responsabilidade Objetiva (uma vez verificado um dano e
um nexo causal pode-se responsabilizar um Estado).

Nos anos 80 surgiu um


novo conceito, que não chegou a ser adotado: o da
Responsabilidade Irrestrita dos Estados por atos de
qualquer cidadão, seja a serviço do Estado ou não. Nesta
proposta. não havia a necessidade do nexo causal, bastando
uma tênue conexão entre o agente e o Estado.

Hoje, dada a
complexidade das relações internacionais, o nexo causal
mostra-se insuficiente, tornando-se cada vez mais difícil de
ser provado. Contudo, continua sendo o único critério.

۩
. Solução Pacífica de
Controvérsias

A guerra não é um ato


jurídico ou anti-jurídico. É um fato, ajurídico, da vida dos
Estados. Assim, é impossível coibir totalmente a guerra.

Uma idéia plausível para


o fim dos conflitos entre os Estados foi elaborado após o final
da Segunda Guerra Mundial, sendo que é adotado até hoje
pela Organização das Nações unidas (ONU). Visa criar
mecanismos para tentar, ao máximo, impedir a realização da
guerra:

a) Guerra tolerada
apenas em caso de legítima defesa.

b) Antes do conflito
armado, tentativa de esgotar todas as possibilidades de
soluções pacíficas (negociação, conciliação, mediação,
arbitragem etc.).

۩
. Seminários

1. Sujeitos do Direito
Internacional

A soberania pode ser:

a) Interna - autonomia.

b) Externa -
Independência.

Compromissos
internacionais - fontes de obrigações jurídicas entre os
Estados.

Os Sujeitos para o Direito


Internacional são:

a) Estados
b) Organizações
Internacionais

c) Santa Sé ([2])

d) Indivíduos -
(humanidade) direito à vida, liberdade, propriedade etc.

Não pode haver


discriminação contra as minorias. Respeito aos Grupos
Autóctones, que possuem peculiaridades étnicas,
lingüísticas, culturais etc.

Em essência é sujeito do
Direito Internacional aquele indivíduo que tem capacidade
jurídica para tal. A capacidade jurídica nasce a partir do
estatuto de criação junto a uma organização internacional.

Há a proteção e tutela de
bens jurídicos destinados às gerações futuras: bens
ambientais, culturais, históricos paz, etc.

2. Fundamentos do
Direito Internacional

Os Fundamentos do
Direito Internacional são as razões que levam os Estados a
respeitar e a se submeter ao direito internacional. Contudo, o
Direito Internacional não tem elementos para um
constrangimento efetivo para exigir seu comprimento. Os
fundamentos são fontes em sentido remoto.

Esses fundamentos são


baseados em sistemas:
a) Jusnaturalista

a) Teológicos - direito
é oriundo de Deus e transcende o homem.

b) Axiológicos - valor
absoluto da Justiça, uma só para todos os povos; dela
derivam, vários sistemas de Direito.

c) Racionalista - não é
imposto ou descoberto, mas criado pelo homem.

d) Biológico - os mais
fortes impõem-se sobre os mais fracos.

e) Panteísta - direito
pautado pela razão universal e não humana. A lei não
emana, mas paira no ar.

b)Voluntarista - é a
vontade dos Estados que faz o Direito Internacional. O direito
é imposto pelo Estado no âmbito interno. Esse sistema tem
duas teorias: auto-limitação e vontade comum.

c) Normativista - o
direito é válido pela simples expressão da lei. Segue o
princípio Kelseniano de que o Direito tem que ser positivado,
constituído a partir de uma norma fundamental. É
transcendental e não precisa de demonstração. Aqui há a
prevalência da ordem jurídica interna dos Estados sobre a
ordem internacional. A norma fundamental do Direito
Internacional é a norma costumeira, havendo uma ordem
hierárquica: norma costumeira - direito prático - tribunais
internacionais.

d) Ecléticos - a base do
direito é um consenso geral (expresso ou tácito). o consenso
geral autoriza o Parlamento a legislar, sempre em virtude de
um direito consuetudinário. Pressuposição de interesses
comuns de todas as nações do mundo. Cumprimento da
regra segundo a consciência das Nações. O Direito
Intencional tem uma força obrigatória e a guerra nega essa
forçam, mas sim justifica porque vai contra ela. Necessidades
(biológicas, sociais etc) obrigam os Estados a terem
relações.

3. Fontes do Direito
Internacional

Há muita controvérsia
sobre quais seriam as fontes do Direito Internacional.
Contudo, há um certo consenso sobre:

a) Fontes Materiais -
legislação e jurisprudência dos estados.

b) Fontes Formais -
tratados, acordos etc.

c) Costumes -

d) Jurisprudência -
fonte acessória.

e) Doutrina - pareceres
opiniões, textos acadêmicos.