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U n i ve r s i d a d e T e c n o l ó g i c a F e d e r a l d o P a r a n á

Departamento Acadêmico de Eletrotécnica


Curso de Engenharia Elétrica
C u r s o d e E n g e n h a r i a d e C o n t r o l e e Au t o m a ç ã o

FLUXO HARMÔNICO EM PLANTA COMERCIAL NA PRESENÇA DE


GRUPO GERADOR

Joaquim Eloir Rocha (Orientador), joaquimrocha@utfpr.edu.br 1


Guilherme Glodzienski (Aluno 1), guilherme_glo@hotmail.com2
Leandro Mascari (Aluno 2), leandro_mascari@hotmail.com3
Marlon Subtil Pazinato (Aluno 3), marlonpazinato@hotmail.com4
1
UTFPR / Avenida Sete de Setembro, 3165 / CEP: 80.230-901 / Curitiba-PR
2
UTFPR / Avenida Sete de Setembro, 3165 / CEP: 80.230-901 / Curitiba-PR
3
UTFPR / Avenida Sete de Setembro, 3165 / CEP: 80.230-901 / Curitiba-PR
4
UTFPR / Avenida Sete de Setembro, 3165 / CEP: 80.230-901 / Curitiba-PR

Resumo: Algumas empresas, utilizam de um grupo gerador para geração própria de energia elétrica no horário de
ponta da concessionária, com o objetivo de reduzir os custos com tarifação. Porém, devido a alta intensidade
harmônica existente em algumas instalações, esses grupos podem assumir as cargas com uma certa dificuldade.
Este artigo tem como objetivo analisar, o comportamento harmônico de uma planta comercial alimentada por um
grupo gerador de emergência, com os tipos de cargas mais comumente encontradas nesse tipo de ambiente, bem como
as condições de operação e os fatores que influenciam nas distorções. Resultados obtidos através de simulações com
mudança de parâmetros e com adição de filtros passivos de harmônicas serão analisados.

Palavras-chave: grupo gerador, harmônicas, simulações

1. INTRODUÇÃO

Em uma planta comercial, são inúmeros os tipos de cargas que podem ser encontradas. Porém, as principais e que
possuem maior relevância, adotadas nesse estudo, são as cargas referentes à iluminação, ar-condicionado (nesse estudo
considerando que estejam sendo acionados por inversores de frequência), computadores e as cargas lineares. Com a
exceção das cargas lineares, todas as outras geram correntes harmônicas que irão circular pelo sistema elétrico gerando
alguns distúrbios.
A influência que essas corrente harmônicas geradas no sistema, dependerão de como elas estarão sendo
alimentadas. Se ligadas diretamente à concessionária, as distorções geradas serão mínimas comparadas se ligadas a um
grupo gerador. Isso ocorre devido à grande diferença no valor entre a impedância da concessionária e do grupo gerador.
Com os dados que serão apresentados, observamos que a impedância do gerador fica em torno de cinquenta vezes maior
do que a impedância da concessionária, o que nos permite fazer uma análise do comportamento harmônico na planta.
Tais análises serão feitas com o auxílio de uma ferramenta do Matlab, o Simulink, que nos permitirá alterar os
parâmetros da planta e analisar o efeito que as distorções harmônicas irão ter nas condições de operação a serem
analisadas.

2. MODELAGEM DA PLANTA

O sistema elétrico da planta utilizada será composto por dois grupos geradores (fornecendo 380V), que estarão
intertravados com a concessionária, um transformador elevador conectado ao barramento de carga e 6 transformadores,
de potência variando entre 150kVA e 500kVA, que estarão alimentando as cargas consideradas na simulação, que
compreendem iluminação, ar-condicionado, computadores e cargas lineares.
A planta será alimentada pela concessionária, com uma tensão de 13,8kV. Com o intuito de simular o horário de
ponta da concessionária, serão feitas simulações com alimentação sendo feita pelos dois grupos geradores. Para se ter
como base a carga utilizada num ambiente comercial, foi utilizado um estudo, apresentado por uma empresa de
consultoria para um shopping da região metropolitana de Curitiba que apresentou uma demanda máxima de 542,4kW.
Para determinar a carga que será alimentada por cada um dos transformadores, foi feita uma média ponderada das
cargas em relação à potência de cada transformador. Os dados de placa dos transformadores e geradores foram
levantados de acordo com catálogo de fabricantes desses equipamentos. Com esses dados levantados, foi possível
montar o diagrama a ser estudado.
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2.1. Fontes de corrente harmônica

Das cargas que estarão sendo consideradas para a simulação, temos as cargas de iluminação, ar-condicionado e
computadores fornecendo correntes harmônicas para o sistema. Para iluminação, foi considerada uma lâmpada
fluorescente compacta de 23 Watts e fator de potência de 0,58, marca Osram. A seguir, na Fig. (1) observamos seu
espectro harmônico.

Figura 1. Espectro harmônico da lâmpada fluorescente compacta de 23W. Fonte (Almeida, 2004).

Para o ar-condicionado, o consideramos sendo acionado por um inversor de frequência a três fios, portanto, o
espectro harmônico observado na Fig. (2) é o do inversor de frequência. O fator de potência do ar-condicionado é de
0,987.

Figura 2. Espectro harmônico do inversor de frequência. Fonte (Rocha, 2006).

O computador utilizado para as análises é da marca Compag, e sua contribuição harmônica é apresentada a seguir,
na Fig. (3).
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Figura 3. Espectro harmônico do computador. Fonte (Almeida, 2004).

Os valores de corrente que serão inseridos nas simulações, foram obtidos de acordo com os perfis das cargas
conectadas à rede e também, da porcentagem de cada carga em relação à potência de cada transformador. A Tabela (1)
mostra a divisão de potência de cada tipo de carga não linear em valor percentual da potência total. Esses valores foram
arbitrados com referência a valores reais. Para a inserção das amplitudes de correntes em ampères nas barras das cargas
através de fontes de corrente da planta, foram realizados cálculos com base nos histogramas de distorção apresentados
anteriormente e com base na Tab. (1) que mostra a potência instalada de cada carga. Para as simulações, será
considerada até a décima quinta harmônica. Os valores obtidos da amplitude de cada harmônico para cada uma das
cargas são apresentados na Tab. (2).

Tabela 1. Divisão de potência por equipamento.

CARGA CARGA 1 CARGA 2 CARGA 3 CARGA 4 CARGA 5 CARGA 6


TOTAL (kW) (kW) (kW) (kW) (kW) (kW) (kW)
Iluminação 25% 45,2 12,38 12,38 7,43 5,57 3,72 3,72
Ar-condicionado 20% 36,16 9,91 9,91 5,94 4,46 2,97 2,97
Computadores 20% 36,16 9,91 9,91 5,94 4,46 2,97 2,97
Cargas lineares 35% 63,28 17,34 17,34 10,4 7,8 5,2 5,2

Tabela 2. Valor das correntes harmônicas em cada carga.

Fontes de corrente
Ih1 (A) Ih2 (A) Ih3 (A) Ih4 (A) Ih5 (A) Ih6 (A)
3 146,0878 146,0878 87,65267 65,7395 43,82634 43,82634
5 129,2457 129,2457 77,5474 58,16055 38,7737 38,7737
7 91,56455 91,56455 54,93873 41,20405 27,46936 27,46936
Harmônico 9 57,25101 57,25101 34,3506 25,76295 17,1753 17,1753
11 46,83647 46,83647 28,10188 21,07641 14,05094 14,05094
13 39,89435 39,89435 23,93661 17,95246 11,96831 11,96831
15 33,43763 33,43763 20,06258 15,04693 10,03129 10,03129

2.2. Correntes de sequência zero

A corrente de sequência zero irá aparecer quando o sistema utilizar a terra como referência e ocorrer uma circulação
dessa corrente por ela.
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Alguns fatores devem ser observados, para determinação da existência, ou não, da corrente de sequência zero. Na
não existência de um caminho fechado, para que ocorra a circulação da corrente de sequência zero, a impedância de
sequência zero desse circuito será infinita. Nos transformadores em que existir um dos lados com uma conexão em
delta, haverá um fluxo circulante dessa corrente de sequência zero dentro dos enrolamentos desse transformador. Uma
das condições para que ocorra essa circulação, é a necessidade da circulação dessa corrente de sequência zero, em outro
enrolamento desse mesmo transformador, e essa circulação deverá ocorrer no sentido oposto ao da primeira conexão
(SCHWEITZER).
Como o transformador utilizado no sistema é um transformador comercial e usualmente utilizado, conexão em
triângulo no primário e estrela aterrado no secundário, as correntes de terceira harmônica estarão confinadas no lado de
baixa do transformador, ou seja, no lado de 380 V. Por esse motivo, todas as correntes harmônicas múltiplas da terceira,
consideradas no nosso trabalho serão de sequência zero. As correntes de terceira, nona e décima quinta harmônica não
circularão no gerador, apenas entre as fontes harmônicas e os transformadores, e a malha irá se fechar pelo neutro dos
mesmos. E para as cargas ligadas a três fios, como os inversores de frequência, não há também a circulação dessas
harmônicas de sequência zero.

2.3. Mudança da fonte de alimentação

Algumas redes comerciais, como Shoppings Centers, possuem grupos geradores para fornecer energia, ao invés da
concessionária, em horário de ponta ou em situação de interrupção de energia. Quando há elevados distúrbios na rede
devido às cargas não lineares, o sistema de controle do grupo gerador pode interpretar como condição anormal
(KUMAR, 2004), impedindo sua perfeita operação. O maior efeito desses distúrbios em máquinas rotativas (indução e
síncrona), é o aumento do aquecimento devido ao aumento das perdas no ferro e no cobre (POMÍLIO, 2010), assim a
proteção do gerador atua.
O gerador síncrono do grupo gerador possuí uma impedância bem maior do que o transformador de interligação
com a concessionária, o que faz com que as mesmas cargas não lineares provoquem uma maior distorção na tensão.
O entendimento das propriedades e consequências dos harmônicos tornam possível realizar projetos para adequação
de equipamentos aos efeitos desses distúrbios na rede. Assim, o uso dos GMG, substituindo a energia da concessionária
durante o intervalo de tempo do horário de pico, garantiria uma economia nas indústrias com esses problemas.

3. RESULTADOS DA SIMULAÇÃO

Após o levantamento de todos os parâmetros necessários, foi possível a modelagem da rede. A seguir, nas Fig. (4) e
Fig. (5) é mostrado o diagrama da modelagem com alimentação pela concessionária e alimentação dos geradores.

Figura 4. Diagrama com alimentação da concessionária. Fonte (Própria).


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Figura 5. Diagrama com alimentação dos geradores. Fonte (Própria).

A seguir, mostramos o diagrama de sequência zero, que é o mesmo tanto para a alimentação com a concessionária
quanto com os geradores.

Figura 6. Diagrama para sequência zero. Fonte (Própria).

As análises foram realizadas com base nos valores de cada harmônico circulante na rede, separadamente.
Os pontos de medição de tensão da concessionária utilizados foram: na barra de média tensão e nas cargas. Para a
corrente, o ponto de medição utilizado foi o primário do transformador 1.
Os pontos de medição de tensão do grupo gerador foram: na barra de média tensão, no próprio gerador e nas cargas.
Para a corrente, o ponto de medição utilizado foi o primário do transformador 1.
Para uma boa observação, de como as correntes harmônicas irão influenciar no sistema com a entrada do grupo
gerador no horário de ponta, apresentamos a seguir nas Fig. (6) e Fig. (7) as formas de onda da tensão na barra geral
com alimentação da concessionária e dos geradores respectivamente.
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Figura 7. Forma de onda de tensão na barra com alimentação da concessionária. Fonte (Própria).

Figura 8. Forma de onda de tensão na barra com alimentação do grupo gerador. Fonte (Própria).

Essa diferença na forma de onda da tensão ocorre devido à diferença da impedância da concessionária e do gerador,
sendo que a impedância do gerador é muito maior que a impedância da concessionária. Portanto, a queda de tensão
harmônica no gerador será maior.
Comparando os valores obtidos aos valores admissíveis, podemos observar valores muito acima dos recomendados.
Essas distorções podem afetar no desempenho das máquinas, principalmente gerando sobreaquecimentos e influenciado
negativamente no Regulador Automático de tensão, o que pode vir a acarretar num erro de leitura dos equipamentos e
na atuação de proteções, impedindo assim a entrada do grupo gerador para a alimentação do sistema (CATERPILLAR,
2008).
Para que se possa diminuir a distorção harmônica na barra de carga e no gerador em si, é necessário que haja a
mitigação das harmônicas com maior relevância na planta, o que de acordo com bibliografias levantadas e
recomendações da IEEE, pode ser feita com o dimensionamento de filtros passivos sintonizados.
O filtro utilizado foi um filtro passivo sintonizado conectado em paralelo com as cargas. A filtragem foi feita para
as correntes harmônicas de quinta e sétima ordem, que são as que mais influenciam nas distorções pelo fato de não
termos a circulação das correntes de terceira harmônica na barra do transformador, com os filtros conectados em
paralelo em cada umas das cargas na planta, totalizando 12 filtros.

3.1. Resultados da simulação com filtros passivos de quinta e sétima ordem

Para dimensionamento dos filtros, primeiramente foi calculado um valor de potência reativa que corrigisse o fator
de potência do sistema para 0,99. Com esse valor conseguimos obter o valor da reatânica e da capacitância. A seguir,
determinamos a frequência em que iríamos sintonizar o filtro (290Hz para quinto harmônico e 410Hz para sétimo
harmônico), podendo assim calcular o valor da indutância. E utilizado um fator de qualidade de 50, conseguimos
calcular os valores de resistências a serem utilizadas no circuito. Todos os valores obtidos são apresentados a seguir na
Tab. (3).
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Tabela 3. Valores calculados dos parâmetros do filtro.

C L (mH) R (mΩ)
C
Xc (Ω) comercial
(Faraday)
(Faraday) 5 (290 Hz) 7 (410 Hz) 5 (290 Hz) 7 (410 Hz)
CARGA 1 0,952795 0,000578 0,000576 0,000523 0,000262 0,019056 0,013479
CARGA 2 0,952795 0,000578 0,000576 0,000523 0,000262 0,019056 0,013479
CARGA 3 1,563562 0,000347 0,000351 0,000858 0,000429 0,031271 0,022119
CARGA 4 2,152197 0,000260 0,000255 0,001181 0,000591 0,043044 0,030446
CARGA 5 3,136058 0,000173 0,000175 0,001721 0,000861 0,062721 0,044364
CARGA 6 3,136058 0,000173 0,000175 0,001721 0,000861 0,062721 0,044364

Após a inserção dos filtros, obtivemos a seguinte forma de onda de tensão na barra com a alimentação do grupo
gerador:

Figura 9. Forma de onda de tensão na barra com alimentação do grupo gerador. Fonte (Própria).

4. CONCLUSÃO

4.1. Fluxo harmônico na planta

Foi possível verificar que as contribuições harmônicas proveniente das cargas não lineares instaladas,
distorcem as formas de onda a valores maiores das recomendáveis pela ANEEL. Isto se deve à quantidade e ao perfil de
espectro harmônico das cargas.
Percebeu-se que o caminho preferível das correntes é pela impedância da concessionária, devida ao seu baixo
valor de impedância em relação ao sistema. Devido ao baixo valor de impedância da concessionária, a distorção
harmônica na barra principal é baixa, forma de onda próxima de uma senoide. O mesmo efeito não pode ser observado
quando a planta é alimentada pelo grupo gerador. Tendo que a impedância do gerador é muito maior que o valor da
impedância da concessionária, há uma alta distorção harmônica de tensão na barra apresentada.
As reatâncias dos filtros harmônicos em paralelo com a reatância do sistema propiciam um valor de
ressonância diferente do valor para quais foram sintonizados. Porém, com os valores obtidos nas simulações,
observamos que esses valores de freqüência de ressonância não coincidem com as freqüências harmônicas circulantes
na planta.
Com a presença dos filtros corretamente dimensionados, os resultados obtidos da mitigação da influência
harmônica foram satisfatórios.
Como citado anteriormente, a contribuição harmônica da planta é muito elevada. Logo, os filtros passivos
deverão suportar elevados valores de corrente para reduzir o conteúdo harmônico a valores recomendados. Para tal
efeito foi necessário aumentar a potência reativa do filtro e sobredimensionar a tensão nominal do capacitor a um valor
acima da tensão do sistema, para que o dielétrico suporte sobretensão e sobrecorrente elevada. Porém, quanto maior a
potência fornecida pelo filtro e maior a classe de isolação do capacitor, aumenta o custo agregado a ele.
A ferramenta de simulação, Simpower do MatLab, nos possibilitou a realização de simulações mudando os
parâmetros dos filtros. Assim foram analisados os resultados, chegando a valores adequados de fator de dessintonia e
qualidade dos filtros para que reduzissem as distorções harmônicas a níveis menores. Também se atentando aos valores
de tensão e corrente suportáveis pelo capacitor.
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Com adição dos filtros passivos sintonizados, houve um decréscimo de corrente que circula pela impedância
do gerador, desviando boa parte da corrente harmônica para os filtros. Portanto, a adição de filtros harmônicos na planta
propicia um melhor desempenho do grupo gerador, em relação à rede com harmônicos, não afetando sua vida útil por
aquecimento.

5. AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e aos colaboradores pelo suporte
oferecido.

6. REFERÊNCIAS

ALMEIDA, L. E. José, Dissertação de Mestrado – Utilização de Lâmpadas Fluorescentes Compactas (LFCs)


Associadas a Outras Cargas Não Lineares – seus Impactos em um Sistema de Distribuição. Itajubá 2004.
ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, Resolução Normativa N° 414 de 9 de setembro de 2010. Disponível
em: http://www.aneel.gov.br. Acessado em: Abril de 2011.
ANSI/IEEE C37.91-1985, IEEE Guide for Protective Relay Applications to Power Transformers, section 5.6.2
Negative Sequence Relays.
CATERPILLAR, Generator Systems. Application and Installation Guide, Caterpillar, 2008.
CHAIRMAN, Wagner V. E., Effects of Harmonics on Equipment, IEEE Transactions on Power Delivery, Vol. 8, No.
2, April 1993.
IEEE std 1531-2003. IEEE Guide for Application and Specification of Harmonic Filters. New York, USA, 2003.
IEEE std 519-1992. Recomended Pratices and Requirements for Harmoni Control in Eletric Power Systems. New
York, USA, 1993.
KUMAR, Suresh, Non-linear Loads and Their Interactions with the Diesel Generators Units, India, 2004. Artigo.
National Institute of Technology Calicut. Disponível em:
http://sureshks.netfirms.com/article/upsgen/upsgen.htm#56, Curitiba, acessado em: Maio de 2011.
POMILIO, José Antenor. Fontes Chaveadas. Apostila Didática. Disponível em:
http://www.dsce.fee.unicamp.br/~antenor/. Acessado em: Outubro de 2010.
ROCHA, J. E. SANCHEZ, W. D. C..br/ Arquiteturas Elétricas Adotadas nos Aerogeradores – Discussões sobre
harmônicos. Artigo. Disponível em: http://www.labplan.ufsc congressos/III%20SBSE%20-
%202010/PDF/SBSE2010-0013.PDF, Curitiba, Acessado em: Setembro de 2011.
SCHWEITZER, Como medir as componentes simétricas de um sistema elétrico trifásico? Apostila técnica,
Schweitzer Engineering Laboratories, Commercial LTDA.

7. DIREITOS AUTORAIS

Os autores são os únicos responsáveis pelo conteúdo do material impresso incluídos neste trabalho.