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23/09/2017

Proteção do Complexo
Dentino-Pulpar
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
DIS CIPLINA: MATERIAIS ODONTOLÓG I COS
PROFES S ORA: ANNA REBECA PALMEIRA

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Esmalte Dental
Tecido mais mineralizado do corpo
97% composto por minerais (Hidroxiapatita)
3% de água e matriz orgânica
Tecido translúcido
Não contém colágeno em sua composição

Hidroxiapatita = Mineral integrante primário da estrutura do dente


(forma cristalizada do fosfato de cálcio)

Dentina
Tecido conjuntivo avascular, mineralizado
70% Matéria inorgânica – Sais minerais (hidroxiapatita)
◦ Fase mineralizada do complexo dentino-polpa

20% Matéria orgânica – Fibras colágenas (17%)


10% Água

A estrutura tubular e a presença de água são responsáveis por sua


propriedade viscoelástica (resiliente) e sensitiva.
Altera sua morfologia de acordo com a profundidade.

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Polpa
Estrutura interna do dente
Formada por tecido conjuntivo frouxo ricamente
vascularizado e inervado
Formada por odontoblastos, fibroblastos, células
mesenquimais indiferenciadas e células de defesa
Junto com a dentina forma o complexo dentino-pulpar

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JUNÇÃO AMELODENTINÁRIA

JUNÇÃO AMELOCEMENTÁRIA

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http://histolink.blogspot.com.br/p/periodonto.html

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1- Esmalte
2- Dentina
3- Junção
amelodentinária (JAD)
4- Túbulos dentinários

http://histologiaoraluff.blogspot.com.br/

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LUZ DO TÚBULO

DENTINA PERITUBULAR OU
INTRATUBULAR

DENTINA INTERTUBULAR

DENTINA PERITUBULAR

Também chamada de intratubular


Dentina hipermineralizada com espessura variada
(região, estímulos, idade)

http://www.scielo.br/img/revistas/jaos/v11n4/a13fig03.gif

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DENTINA INTERTUBULAR
Constituída de colágeno, substância amorfa e menor
quantidade de cristais de hidroxiapatita
O volume de dentina intertubular é inversamente
proporcional a proximidade da polpa

> profundidade
< volume de dentina intertubular

http://www.scielo.br/img/revistas/jaos/v11n4/a13fig03.gif

TÚBULOS DENTINÁRIOS
Aumentam em número e diâmetro da junção amelodentinária em direção à polpa

Na dentina profunda os túbulos representam uma porção


muito maior do volume de dentina!

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(Reis & Loguercio, 2009)

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A célula que produz a dentina é o ODONTOBLASTO


O odontoblasto é uma célula cilíndrica que apresenta um
prolongamento: PROCESSO ODONTOBLÁSTICO
Se apresentam na camada externa da polpa

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TIPOS DE DENTINA
Dentina Primária

Dentina Secundária

Dentina Terciária

Dentina Esclerótica

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Dentina Primária
Dentina formada até o término da formação da raiz
Depositada fisiologicamente até o momento em que o dente finaliza sua erupção, entrando em
contato com o antagonista
Determina a morfologia do dente

https://2.bp.blogspot.com/-Q06yusA5v34.jpg http://www.odontoimagemfernandes.com.br/img_site/images/pan_infantil2.jpg

Dentina Secundária
Semelhante à dentina primária
Depositada fisiologicamente após a raiz ter sido formada
Deposição mais lenta que a dentina primária
A deposição ocorre em toda a superfície pulpar (teto e cornos pulpares) e ocasiona a diminuição
homogênea do volume pulpar, com o aumento da idade
Depositada devido à estímulos de natureza biofisiológica, que ocorrem ao longo do tempo de
vida de um dente
◦ Exemplos: Forças mastigatórias, variações de temperatura

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@tetsujiaoshima

http://www.hs-menezes.com.br/images/DENTINASECpng.PNG

Dentina Terciária
Formadas por um estímulo PATOLÓGICO
Papel fundamental de reduzir os efeitos prejudiciais causados por um determinado agente
agressor.

Divididas em dois tipos de acordo com sua origem e características morfológicas:

1. Dentina Reacional
2. Dentina Reparadora

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Dentina Terciária - REACIONAL


Sintetizada e depositada pelos odontoblastos maduros
Estímulos de BAIXA intensidade
Exibe característica tubular, porém os túbulos são tortuosos e diminuídos, quando comparados à
dentina primária.
Um material que desencadeie a deposição de discreta quantidade de dentina reacional causa
baixo efeito tóxico ao complexo dentinopulpar, podendo em algumas situações, ser considerado
como biocompatível

http://personal.us.es/segurajj/imagenes/archiodo7fig1.jpg http://farm9.staticflickr.com/8281/7542261572_1c4a103d01_z.jpg

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http://www.dentalpress.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/09/bio_v07n02__08.jpg

Dentina Terciária - REPARADORA


Sintetizada e depositada por células odontoblastóides recém diferenciadas a partir de células
mesenquimais indiferenciadas
Estímulos de ALTA intensidade que acarreta a morte dos odontoblastos
Depositam uma matriz de dentina mais irregular, porosa e com poucos túbulos dentinários
quando comparada com a dentina reacional
A deposição de dentina reparadora determina que um material é altamente agressivo ao
complexo dentinopulpar

Ex: Exposições pulpares, lesões de cáries profundas e agudas, preparos cavitários sem
refrigeração, etc.

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http://cariologiainapos.blogspot.com.br/2016_06_01_archive.html

Dentina Esclerótica
Deposição de minerais no interior dos túbulos dentinários
por odontoblastos
Ocorre na dentina reacional
Obstrução dos túbulos
Primeira frente de defesa
Objetivo – Redução da permeabilidade
Clinicamente: Característica vítrea, coloração amarelo-claro
até marrom-escuro

https://scontent.cdninstagram.com/t51.2885-
15/s640x640/sh0.08/e35/17265352_129768380770803_243301122700214272_n.jpg

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Dentina Esclerótica

Dentina Reacional

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Funções da Polpa
Nutrição
Defesa
Formação de dentina
Resposta dolorosa aos estímulos

Remoção da polpa acarreta:


Dentina se torna um tecido inerte e incapaz de qualquer resposta
Manchamento
Redução da resistência do dente de 3 a 14%

Fatores que condicionam a indicação da técnica


de proteção pulpar

Profundidade da cavidade

Idade do paciente / Idade pulpar

Condição pulpar (dor, inflamação, sensibilidade térmica)

Correta indicação pelo profissional

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Requisitos dos materiais de proteção pulpar


- Ser bom isolante térmico e elétrico
- Ter propriedades bactericidas ou bacteriostáticas
- Adesão as estruturas dentais
- Favorecer a remineralização da dentina
- Não provocar injúrias pulpares
- Biologicamente compatível
- Resistência mecânica
- Inibir a penetração de íons metálicos no dente
- Diminuir ou evitar a infiltração bacteriana
- Insolúvel no meio bucal

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Classificação dos materiais protetores


Baseada na espessura da camada e na viscosidade do material a ser utilizado.

Materiais para:

SELAMENTO
FORRAMENTO
BASE CAVITÁRIA

SELAMENTO
Agentes líquidos
Produzem uma película protetora extremamente fina (1-50μm)
Vedam os túbulos dentinários
Diminuem a penetração dos íons metálicos no dente
Proteção termoelétrica e propriedade bactericida insignificante
Utilizados em cavidade de profundidade RASA A MÉDIA
Seu uso depende do material restaurador definitivo

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VERNIZ CAVITÁRIO E ADESIVO DENTINÁRIO

AMÁLGAMA RESINA

BASE
Geralmente comercializados na forma de pó e líquido
Depois de misturados formam uma película mais espessa (>1mm)
FUNÇÕES: Proteger o material de forramento, reconstruir parte da dentina perdida, adequar o
preparo cavitário, quando necessário.
Efetivos na proteção contra os estímulos termoelétricos
Utilizados em cavidades profundas
Exemplos:
- Cimento de ionômero de vidro
- Cimento de óxido de zinco e eugenol
- Cimento de fosfato de zinco

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FORRAMENTO
Apresentados em forma de pó e líquido ou pastas
Depois de misturados, formam uma fina película sobre o dente (0,2 a 1mm)
FUNÇÃO: Proteger a polpa das agressões externas ou estimular a formação de barreira de
dentina mineralizada quando a polpa foi exposta
Uso restrito à cavidades muito profundas
Baixa propriedade mecânica
Devem apresentar propriedades biológicas
Devem apresentar características bactericidas ou bacteriostáticas

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Hidróxido de Cálcio e MTA

(Reis & Loguercio, 2009)

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CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO

Reação de presa química ou fotopolimerizável


Baixa resistência mecânica (Uso como forrador)
Alta solubilidade (necessidade de proteção)
Biocompatível (ação terapêutica)
Promove formação de dentina terciária (P.A.)
pH Alcalino (Em torno de 11 a 12)
É capaz de estimular a diferenciação de células da polpa em odontoblastos e a consequente
produção de dentina (30 a 45 dias após capeamento pulpar direto)

Forma de Apresentação
Pó (P.A. – pró-análise)
Solução
Suspensão
Pasta(pó agregado a um veículo)
Pasta/Pasta -> Mais utilizado
(pasta base e catalisadora)

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CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO

PRINCIPAL CARACTERÍSTICA: Estimular a deposição de dentina (efeito mineralizador)

Ação por contato (uso em cavidades muito profundas)


Atividade antimicrobiana
Possui baixa condutibilidade térmica (bloqueio de estímulos térmicos e elétricos)
Causa necrose superficial das células pulpares em contato com o cimento, fazendo com que as
células mesenquimais indiferenciadas se diferenciem em odontoblastóides, que produzirão
dentina reparadora e ponte de dentina

CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO

INDICAÇÕES:

Capeamento pulpar direto e indireto


Pulpotomia
Forramento cavitário de cavidades muito profundas
Cimentação provisória de coroas

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MANIPULAÇÃO

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MTA
AGREGADO TRIÓXIDO MINERAL
Consiste em um pó com finas partículas hidrofílicas que toma presa quando em contato com a
umidade
Utilizado inicialmente com o propósito de selar a comunicação entre o dente e a superfície periodontal
Atividade Antimicrobiana
Tempo de presa: 2h a 4h
Remineralizante (induz formação de ponte dentinária)
Biocompatível
Indicado para exposições pulpares (capeamento direto)
Muito utilizado na Endodontia

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CAPEAMENTO PULPAR
É um procedimento em que a polpa quase ou mesmo exposta é coberta por um material protetor
que encoraja a sua cicatrização e o seu reparo e previne sua injúria.

Pode ser de dois tipos:

-CAPEAMENTO PULPAR DIRETO


- CAPEAMENTO PULPAR INDIRETO

Capeamento Pulpar Indireto


É um procedimento no qual o material protetor é colocado
sobre uma camada de dentina restante livre do tecido
cariado.
Objetivo: Proteger a polpa contra possível injúria
Materiais utilizados: Cimento de Hidróxido de Cálcio +
Materiais de base

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Capeamento Pulpar Direto


A polpa exposta é recoberta por um material biocompatível, numa tentativa de preservar a vitalidade.
Objetivo: Estimular a polpa a reparar a exposição por formação de tecido duro (dentina), com formação
de ponte de dentina.
Indicações: Pequenas exposições pulpares em que não há presença de cárie invadindo polpa; exposição
pulpar acidental
Ausência de alteração inflamatória na polpa
Materiais utilizados: Pasta ou pó de Hidróxido de Cálcio P.A. + Cimento de Hidróxido de Cálcio ou MTA

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CIMENTO DE IONÔMERO DE VIDRO


Desenvolvido em 1971 por Wilson e Kent
Material extremamente popular, formado a partir de uma reação ácido-base entre um pó e um
líquido
COMPOSIÇÃO:
COMPONENTES DO PÓ COMPONENTES DO LÍQUIDO
Vidro de fluoraluminossilicato de cálcio Ácido poliacrílico/ácido itacônico
Sílica Água
Alumina Ácido tartárico
Fluoreto de cálcio ou de Potássio (CAF2)
Óxido de ferro (pigmentos)
Fluoreto de sódio (NaF)

CLASSIFICAÇÃO
DE ACORDO COM A COMPOSIÇÃO QUÍMICA:

-CONVENCIONAL/ANIDRO
- Pó + Líquido

-REFORÇADO POR METAIS


- Pó convencional + Partículas com liga de amálgama ou liga de prata + Líquido

- MODIFICADO POR RESINAS


- Adição de resina (HEMA) – Fotopolimerizável, união química com resinas e adesivos

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CLASSIFICAÇÃO
DE ACORDO COM A INDICAÇÃO DO MATERIAL

-Tipo 1: Cimentações
-Tipo 2: Restaurações (definitivas em áreas de baixa tensão)
-Tipo 3: Forramento e bases de restaurações definitivas
-Tipo 4: Selamento de fissuras e obturação de canais em endodontia

CIMENTO DE IONÔMERO DE VIDRO


INDICAÇÕES:
Restaurações de classe III e V
Restaurações provisórias
Cimentações de peças protéticas
Selamento de cicatrículas e fissuras
Selamento de cavidades
Forramento de cavidades na técnica de “sanduíche” (associação com resina composta)
Tratamento restaurador atraumático (ART)
Cimentações de bandas e braquetes ortodônticos

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Vantagens desvantagens
Excelente biocompatibilidade Deve ser protegido de umidade (sorção de água)
Estética favorável Baixa resistência ao desgaste
Liberação de Flúor Baixa resistência à tração
Adesão química ao esmalte e dentina
Manipulação fácil e rápida

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PROPRIEDADES - CIV
Adesão QUÍMICA à estrutura dental

◦ Ligação aos íons cálcio e fosfato da dentina e esmalte


◦ Diretamente relacionado à quantidade de cálcio do substrato dental
◦ Adesão ao esmalte maior que à dentina
◦ Maior na dentina esclerosada (mais mineralizada)
◦ Necessário que o material tenha um bom molhamento

Melhoria da adesão:
- Condicionamento com ácido poliacrílico prévio à restauração (20s)
- Melhora a resistência de união
- Técnica: Aplicação do ácido (20s), lavagem, secagem deixando a dentina
úmida e aplicação do CIV

PROPRIEDADES - CIV
Liberação de Flúor
Propriedade mais importante dos CIV
Flúor = Prevenção de cárie e auxiliar no processo de remineralização da estrutura dental
Flúor liberado pelo CIV é incorporado aos tecidos mineralizados do dente
Remineraliza lesões de cárie ao redor do material
Antibacteriano

Biocompatibilidade
Curto tempo de trabalho
Longo tempo de presa (8 minutos)

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PROPRIEDADES - CIV
Sinérese e Embebição
- A perda de líquido para o meio (Sinérese) deve ser evitada protegendo o material quando
exposto ao meio bucal (em caso de utilização como material restaurador)
- Materiais que podem ser utilizados:
- Verniz cavitário
- Adesivo dentinário
- Esmalte para unha incolor
- Vaselina*

- O ganho de água (Embebição) deve ser evitada utilizando um correto isolamento durante sua
inserção na cavidade

MANIPULAÇÃO
Homogeneizar o pó antes da dosagem
Seguir a proporção água/pó proposta pelo fabricante
Dosar primeiro o pó
Espátula plástica ou de metal*

◦ A fricção da espátula metálica com o vidro em contato com o ácido poliacrílico promove a liberação de
íons metálicos da espátula, que são incorporados à estrutura do material
◦ Esses íons não prejudicam as propriedades do material
◦ No entanto, podem deixar a superfície do material com aspecto metálico

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MANIPULAÇÃO
- Tempo de manipulação: 40-60segundos

- Pó dividido ao meio

- O CIV não deve ser espatulado, mas sim aglutinado

- Consistência de fio após correta manipulação

- A inserção do material deve ser realizada com o material com brilho úmido

- Auxílio de seringa Centrix (Reduz a incorporação de bolhas)

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Fonte: Equipe Dentística UCB

Fonte: Equipe Dentística UCB

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RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR

RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR

SISTEMA ADESIVO
OU VERNIZ
+
MATERIAL
RESTAURADOR
DEFINITIVO (RESINA
OU AMÁLGAMA)

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RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR

SISTEMA ADESIVO SISTEMA ADESIVO


OU VERNIZ OU VERNIZ
+ +
MATERIAL MATERIAL
RESTAURADOR RESTAURADOR
DEFINITIVO (RESINA DEFINITIVO
OU AMÁLGAMA)

RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR

CIMENTO DE
IONÔMERO DE
VIDRO
SISTEMA ADESIVO SISTEMA ADESIVO +
OU VERNIZ OU VERNIZ SISTEMA ADESIVO
+ + OU VERNIZ
MATERIAL MATERIAL +
RESTAURADOR RESTAURADOR MATERIAL
DEFINITIVO (RESINA DEFINITIVO RESTAURADOR
OU AMÁLGAMA) DEFINITIVO

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RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR

CIMENTO DE
HIDRÓXIDO DE
CIMENTO DE CÁLCIO
IONÔMERO DE +
VIDRO CIMENTO DE
SISTEMA ADESIVO SISTEMA ADESIVO + IONÔMERO DE
OU VERNIZ OU VERNIZ SISTEMA ADESIVO VIDRO
+ + OU VERNIZ +
MATERIAL MATERIAL + SISTEMA ADESIVO
RESTAURADOR RESTAURADOR MATERIAL OU VERNIZ
DEFINITIVO (RESINA DEFINITIVO RESTAURADOR +
OU AMÁLGAMA) DEFINITIVO MATERIAL
RESTAURADOR
DEFINITIVO

RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA EXPOSIÇÃO PULPAR


PASTA OU PÓ DE
HIDRÓXIDO DE
CIMENTO DE CÁLCIO P.A.
HIDRÓXIDO DE +
CIMENTO DE CÁLCIO CIMENTO DE
IONÔMERO DE + HIDRÓXIDO DE
VIDRO CIMENTO DE CÁLCIO
SISTEMA ADESIVO SISTEMA ADESIVO + IONÔMERO DE +
OU VERNIZ OU VERNIZ SISTEMA ADESIVO VIDRO CIMENTO DE
+ + OU VERNIZ + IONÔMERO DE
MATERIAL MATERIAL + SISTEMA ADESIVO VIDRO
RESTAURADOR RESTAURADOR MATERIAL OU VERNIZ +
DEFINITIVO (RESINA DEFINITIVO RESTAURADOR + SISTEMA ADESIVO
OU AMÁLGAMA) DEFINITIVO MATERIAL OU VERNIZ
RESTAURADOR +
DEFINITIVO MATERIAL
RESTAURADOR
DEFINITIVO

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