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MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO DE CARGA

I. Classificação:
As Máquinas de Elevação de carga classificam em:
1.Pelo seu uso
 Máquinas de Elevação de uso Geral
Máquinas de Elevação de uso Geral são aquelas que se destinam unicamente ao processo de
levantamento de carga.

 Máquinas de Elevação de uso Específico


As Máquinas de Elevação de uso específico para alem de levantar a carga deslocam-na
deslocam , ou o
processo de levantamento da carga é efectuado por meio de processos especiais.

2.Pelas características construtivas


 Mecanismos de Elevação (prensas
(prensas, macacos, etc.)
 Elevadores (de carga, de passageiros, ascensores etc.)

Elevadores
 Guindastes e Gruas, Empilhadeiras Etc.

Empilhadeira Talha eléctica Talha Manual Guincho

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TIPOS DE GUINDASTES
Os Guindastes classificam se em:
A- Pelas características construtivas
1.Guindaste de ponte rolante(com uma ou duas vigas)

Mastro Telescópico de Ponte Rolante para Ponte Rolante Manuseio de Bobinas de Alumínio

2.Guindaste giratório(com apoio exterior de cima e guindaste de coluna(poste)

Estrutura de Derrick

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3.Guindaste de coluna(consola)

4.Guindaste de cavalete

5.Guindaste de Torre

6.Guindaste Flutuante

7.Guindaste de construção

Construção da Barragem de Itaipú (1982) com


Pórtico a Frente e Guindastes com Lanças Treliçadas ao Fundo.
8.Guindaste pórtico

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B-Pelas
Pelas caracteristicas construtivas dos elementos de captação de carga
1.Para o transporte de carga granulada, nas escavações, etc.

Descarregador de Navios com Caçamba para Manuseio de Minério.

2.Para o transporte de aço e ferro fundido


3.Para o transporte de carga paletizada

4.Para o transporte de contentores

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C. Pela forma como se deslocam
1-Estacionários;
2.De movimento.

D- Pela construção do elementos que deslocam o Guindaste


1-De linha Ferrea 2-De lagarto

3-Flutuantes 4-De cabo

5-De automóveis

Guindastes de automóveis

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E- pelo grau de rotação
1.De aste giratória
2,De aste semi-giratoria

II. Guindastes
1.Parâmetros fundamentais dos guindastes
Os guindastes caracterizam-se pelos seguintes parâmetros:
 Capacidade de carga a manusear (carga nominal maxima),Q, N;Kgf
 Velocidade da carga, [m/s]
 Altura de elevação de carga, H [m]
 Regime de Serviços
 Alcane do guindaste, L,[m]
 Largura do guindaste, B [m]
 Etc.

Por outro lado os guindastes caracterizam-se pela repetição de curtas ligações no momento
em que os elementos de captação de carga realizam o movimento de translação de vai vem
dentro do ciclo.

No ciclo de trabalho as máquinas de elevação estão sujeitas a cargas seguintes:


a)Forças (momentos) motrizes
b) Forças (momentos) de resistência
c)Cargas de inércia;

-As forças motrizes nas máquinas são o momento do motor (binário, forcas dos gases, vapor,
liquido).
No cômputo geral para conhecê-los é preciso saber as forces tecnológicas úteis,
resistências nocivas e forcas de inércia dos elementos em movimento.
-As forças de resistência nas máquinas são forcas de resistência tecnológica de que depende a
aplicação da máquina e de condições de trabalho
-As forcas de inércia nos mecanismos surgem no momento de arranque, travagem, e variação
da velocidade
No momento de instabilidade do movimento nos mecanismos surgem cargas dinâmicas
de carácter vibratório. A grandeza e o carácter destas cargas depende do grau de elasticidade
dos elos de ligação, grandeza e distribuição das massas motrizes no sistema e o
comportamento das forças externas(forces motrizes e forças de resistência)

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A actuação de forças num sistema elástico conduz à oscilação de massa
consequentemente o surgimento de cargas dinâmicas que podem superar por muito as cargas
estáticas fundamentalmente nos mecanismos de deslocação e giratório durante um arranque
rápido e travagem.

2.Parâmetros que caracterizam os regimes de serviços dos Guindastes


Os regimes de serviços de um guindaste se escolhem pelo mecanismo principal, que é o
mecanismo de elevação de carga.
Tabela 1
Regimes Kcarga Kdia Kano TL/DL Tom.ambt Quan.arranque
L 0,25:0,5 N é regular Né regular 15 25 Até 60

M 0,5:0,75 0,5:0,75 0,33:0,5 25 25 Até 120

P 0,75:1 0,75:1 0,67 40 25 Até 240

MP 1 1 1 40 25:40 Acima de 240

MPC 1 1 1 40:60 40:60 Acima de 240

Qm
K c arg a = (1)
Qn
Qm − c arga media por turno
Qn − c arga nominal

Dias de trabalho por ano 250


K ano = = ( 2)
Dias do Ano 365
K ano − Coeficiente de utilizacao do guindaste por ano

N o de horas de trabalho do guindaste por dia


K dia = (3)
24
K dia − coeficiente de utilizacao do guindaste por dia

Tempo de trabalho
DL% ou TL% = × 100% ( 4)
Tempo do ciclo(Tc )
Tc = Tempo de trabalho + Tempo de paragem
Tc = tarr + t festavel + ttrav + t par
3600
nciclos = [c / h ] (5)
∑ Tc

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Regime de serviços do guindaste
O regime serviços do guindaste é determinado pelo mecanismo principal que é o mecanismo de
elevação de carga.
Guindastes de regime Leve(L) são aqueles que trabalham nas oficinas fechadas das estações
eléctricas, guindastes de torre, guindastes que trabalham nas oficinas de reparação, guindastes
que trabalham nas oficinas de montagem e desmontagem etc.
Guindastes de regime médio(M) 95% das máquinas de elevação de carga pertencem a este
grupo. São guindastes que se utilizam nas metalomecânicas de montagem.
Guindastes de regime pesado(P)São aqueles que operam-nas oficinas de produção em massa e
de produção em série, que transportam cargas pesadas em zonas onde circulam pessoas.

3.Principais Mecanismos dos Guindastes


1. Mecanismo de Elevação de carga;
2. Mecanismo de Translação do Guindaste;
3. Mecanismo de Translação do carrinho do Guindaste;
4. Mecanismo de variação da lança;
5. Mecanismo de Rotação do Guindaste etc.
6. Mecanismo de abertura da colher;
7. Etc.

3.1.MECANISMO DE ELEVAÇÃO DE CARGA

Figura 1

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Onde:
1. Motor Eléctrico
2. União com Freio
3. Redutor de Rodas dentadas Cilíndricas
4. União Flexível
5. Tambor
6. Cabo de aço
7. Gancho
8. Aparelho de Gancho
9. Roldana Móvel
10. Roldana Fixa

Tipos de sistemas cadernais


Existem dois sistemas cadernais:
1. Sistema cadernal Simples
2. Sistema cadernal Duplo

Sistema cadernal Simples

Vantagens do sistema cadernal simples:


 São de construção simples
 São de pequeno gabarito relativamente ao sistema duplo
Desvantagens do sistema cadernal simples:
 Não garantem o levantamento vertical preciso da carga(inclinado) , o que origina o
balanceamento da carga
 Possuem diferentes esforços nos apoios do tambor durante o processo de levantamento
da carga
 Desgastes não uniformes nos apoios do tambor

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Sistema cadernal Duplo

Vantagens do sistema cadernal duplo:


 Levantamento vertical da carga e sem balanceamento;
 Os desgastes nos apoios do tambor são uniformes;
 Os apoios do tambor sofrem esforços iguais
Desvantagens do sistema cadernal duplo:
 É de grande gabarito comparado com o cadernal simples

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``
Coeficiente de multiplicidade “a”do sistema caderna Coeficiente de multiplicidade “a “
define-se como sendo a relação do número de cabos (Z) que asseguram a carga e o número
(m) de cabos que se enrolam no tambor

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Sistemas para o ganho de força e de velocidade

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3.1.1Dispositivos de sujeição de carga
Os dispositivos de sujeição de carga se escolhem em função do peso e tipo de carga, e se
agrupam em Universais e Especiais.

A. Dispositivos Universais
Os dispositivos universais são de uso generalizado e fazem parte deste grupo os seguintes:

A1. Laços
São constituídos de um elemento flexível com terminais que facilitam a amarração das
cargas unitárias sujeitas a elevação.
Dividem-se em laços de cabos de aço, laços de corrente e laços de corda.

Laços de cabo de aço


São de grande flexibilidade devem receber os mesmos cuidados e manutenção dispensada aos
cabos. Os cálculos de resistência a tracção são idênticos aos dos cabos de aço e se escolhem em
função do esforço de ruptura. Fig. pagina-94

Laços de corrente
São fabricados de correntes de elos. Usados predominantemente em serviço pesados,
altas temperaturas e grandes variações de temperatura. Sua alta flexibilidade permite firme
amarração a carga.
Tem o inconveniente do elevado peso e ferir os cantos vivos das embalagens frágeis em
elevação. São dimensionados em função do esforço de tracção e se escolhem pelo esforço de
ruptura. Fig.pagina-94

Laços de corda
As cordas têm grande aplicação na suspensão de cargas de pouca responsabilidade,
devido a baixa tensão de ruptura. Têm grande flexibilidade podendo ser facilmente amarradas
(nós). Rompem se facilmente quando actuam sem protecção sobre os cantos vivos.
As cordas são fabricadas de sisal, cânhamo ou material sintético, nylon ou plástico.

A2. Ganchos
São usados como dispositivos de sujeição de cargas unitárias nas pontes rolantes e guindastes e
podem ser simples, duplos e articulados (triangulares)

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1. -Simples-Forjados, Estampados e Laminados

Figura 2.

-Simples com massa auxiliar

2. Duplos- Forjados, Estampados e Laminados

3. Articulados e triangulares

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Os ganchos são fabricados de aço20, Mn, etc pelos métodos de forjadura ou
estampagem.Os ganchos 1 e 2 forjados são padronizados, no processo de fabricação a sua
haste roscada* é testada a Tensão de Tracção( 6 ) .As demais dimensões são estimadas e em
seguida testadas através de cálculos de resistência é quando suas proporções são
definitivamente estabelecidas.Cada gancho sofre um ensaio sob carga de 125% da carga
nominal durante 10minutos.Cada gancho na sua face obrigatoriamente deve possuir suas
características de capacidade de carga.

Em guindastes com grande capacidade de elevação carga (acima de 100T).usam-se os


ganchos triangulares, sendo que o gancho triangular articulado é o mais empregue por
facilidade de fabricação.

O reduzido peso do gancho nos equipamentos de elevação de pequena capacidade com


apenas um cabo de sustentação e a possibilidade de torção do cabo faz com que se use massas
auxiliares, para dar estabilidade ao dispositivo de sujeição.

*- Nos ganchos de pequena capacidade a rosca da haste é Métrica ,Q<5tf; para Q>5tf a rosca é
trapezoidal ou dente de serra.

≤ [σ ]t ≤ 500kgf / 2 ( 6 )
Q 4Q
σt = =
A πd12 cm

Exigências para dispositivos de sujeição de carga


• Assegurar a carga durante o trabalho
• Deve ter um peso mínimo
• Deve ter uma construção simples
• Tempo mínimo para assegurar a carga.

Aparelhos de sujeição de ganchos


Aparelho é a parte completa da talha suspensa, a qual inclui: ganchos, travessa, polias
inferiores e placas de carcaça com talas.

Os aparelhos para múltiplas polias são projectados com altura normal (longos) e altura
reduzida (curtos) e ainda os de coeficiente de multiplicidade variável

Figura 3.

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B. Dispositivos Especiais
Os laços e ganchos são dispositivos de sujeição de uso generalizado. Quando um
equipamento de elevação apresenta elevado factor de utilização os tempos requeridos para
sujeição e remoção da carga devem ser mínimos, o que se consegue com a utilização de
dispositivos especiais.

Requisitos de um dispositivo especial de sujeição:


1. Adaptar-se a carga sem danificá-la
2. Permitir o engate e desengate fácil
3. Ser de peso reduzido
4. Apresentar segurança.

O dispositivo de sujeição pode ser projectado para atender ao transporte de um produto


específico ou grupo de produtos que apresentam características semelhantes.

Grupos de Cargas
1. Cargas unitárias de grande porte, Exs: máquinas, bombas, motores, reservatórios, estruturas,
vagões, etc.
2. Cargas unitárias de médio porte. Exs: Partes de máquinas, barras, caixas, fardos, botijões, etc.
3. Tubos e barras.
4. Chapas;
5. Peças em lotes ( paletizadas ou contentorizadas). Exs: pregos, parafusos, rodas dentadas e eixos
pequenos, elementos de máquinas, conesões hidráulicas, etc.
6. Material a granel. Exs:carvão, areia, aparas de metal, cinzas, etc.
7. Material líquido. Exs:Fofo, aço e outros materiais fundidos etc.

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Para cada grupo de carga existem dispositivos que melhor se adaptam. Entre os de uso
mais generalizado podem-se citar os seguintes:

a)Travessas

b)Plataformas

c)Tenazes e garras

d)Caçambas

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e)Electro-imãs

Figura 4.

3.1.2.Sistemas de levantamento
amento de carga(Talha exponencial e sistema cadernal)

Polias fixas e móveis

Talhas exponenciais e sistema cadernal

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Vejamos agora o caso da figura que conclusões podem ser tiradas? Há ou não ganho
neste sistema de levantamento. Que vantagens podem ser encontradas?

Elementos Flexíveis
Na qualidade de elementos flexíveis nas maquinas de elevação são usadas as cadeias e os cabos
de aço

Cabos de aço
Os cabos de aço são amplamente usados em máquinas de elevação como órgãos flexíveis de
elevação.

Vantagens dos cabos com relação às correntes.


1. São mais leves;
2. Menor susceptibilidade de danos;
3. São de operação silenciosa;
4. São de maior velocidade que os cabos;
5. Operam com maior confiança;

Classificação dos cabos de aço


A. Segundo o seu emprego os cabos de aço classificam em:
1. Cabos de movimento
• Cabos de elevação
• Cabos de tracção
• Cabos especiais (industria energética, aviação e industria petrolífera);

2. Cabos estacionários
• Cabos de sustentação;
• Cabos para amarrar;
• Cabos de transporte de energia;

B. Pelas características construtivas os cabos os cabos podem ser:


1. Cabos normais (cabos de contacto cruzado) - Na construção do cabo as camadas dos
fios cruzam se em vários pontos ao longo do cabo. O contacto cruzado tem o
inconveniente de originar tensões no cabo, limitando deste modo a vida do cabo. Este
cabo não é recomendado para as METs.
2. Cabos paralelos (cabos de contacto linear)- Na construção do cabo os fios da camada
posterior ocupam os sulcos deixados vazios pelos fios da camada anterior. As tensões
dentro do cabo são quase nulas e são os cabos mais usados nas máquinas de elevação
de carga.

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Vantagens:
• Não há desgaste interno no cabo, como consequência do atrito resultante do
cruzamento de fios.
• Têm maior durabilidade comparativamente aos cabos de contacto cruzado
• A flexibilidade do cabo é inversamente proporcional ao diâmetro dos fios externos do
mesmo cabo enquanto que a resistência a abrasão é directamente proporcional a este
diâmetro;

Tipos de cabos de contacto lineares mais usados


1.SEALE- características tem fios externos grossos, o numero de fios na primeira e segunda
camada é igual. São indicados para resistir na abrasão
SEALE-6X19+AF
1+9+9

2.FILLER. -Na composição da perna há arames de enchimento. Este cabo é mais flexível e
indicado para maiores esforços de tracção como, por exemplo, o levantamento de cargas

FILLER-6X21+AACI
1+5+5+10
AACI-alma de aço com cabo independente

3. Warrington- na construção do cabo a camada geral externa possui alternadamente fios de


diferentes diâmetros .São indicados para teleféricos uma vez possuírem uma forma não
redonda, funcionam como cabo guia.

Warrington-8x19+AF
1+6+(6+6)

C. Pela forma como são torcidas as pernas os cabos classificam em:


1. Cabos de torção a direita;
2. Cabos de torção a esquerda;

D. Quanto a torção dos fios na perna os cabos classificam em:


1. Regular (oposto) - Os fios de cada perna são torcidos no sentido oposto da torção das pernas
no cabo. Vantagens: menor tendência a torcer

2. Torção Lang - os fios de perna são torcidos no mesmo sentido que as próprias pernas.
Vantagens: - aumenta a resistência a abrasão e flexibilidade.

3. Cabos não rotativos - as duas camadas de fios se enrolam no sentido contrario

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Factores que influenciam na vida dos cabos de aço
 Galvanização
 No de flexões
 Tensão de tracção nos cabos
 Tensão de flexão
 Forma e material do canal da polia e tambores
 Qualidade e diâmetro do fio
 Lubrificação
 Cuidados e manutenção

A inspecção dos cabos devem deve observar os seguintes aspectos


 Corrosão,
 Abrasão,
 Quebra de fios,
 Soltamento de fios;
 Defeitos de manuseio;

Após a inspecção se pode recomendar ou calcular a carga corrente a partir do esforço máximo
de tracção.

1. Para o caso de abrasão do cabo

P = A.σ ropt
P2 = S max 2 = A2 .σ ropt
Q2
S max 2 =
2 aη M
S max 2 − Forca de traccao max ima corrente do cabo
Q2 − Capacidade de c arga max ima corrente

2. Por soltamento ou quebra de fios de fios usando gráfico apropriado.

3. Por quebra de fios tomando uma amostra de cabo de um metro para 12 fios e em
diante reduzir a carga Q em 20%.

O diâmetro de fios varia de 0,2…5mm e na prática de 0,2..a 2mm.

Os cabos escolhem se em função da carga de ruptura


S ropt .cal ≥ S max .n
S ropt .cal ≤ Stabelado
n = 5 para servi cos leves;
n = 5,5 para servi cos medios;
n = 6 para servi cos pesados e muito pesados;

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Tambores do mecanismo de elevação de carga
Os tambores dos mecanismos de elevação de carga destinam se a enrolar o cabo, dar
movimento e por conseguinte conservar o cabo.

A. Pela sua construção os tambores distinguem se :


1.Tambores para umas camadas ranhurados, são usados para trabalhos de grande
responsabilidade em capacidades nominais Q> 25T
2.Tambores para várias camadas Lisos, usados em trabalhos de pequena responsabilidade e
capacidade de carga pequena

B. Pela sua forma os tambores classificam se:


1.Tambores cónicos empregam se nos casos em que o momento de torção varia em grandes
magnitudes
2.Tambores cilíndricos São os mais usados em mecanismos de elevação de carga

Os tambores fabricam se aço ou de ferro fundido assim como de chapas de aço.

Parâmetros principais do tambor

1.Diâmetro do tambor pela sua ranhura


Dt = d c (e − 1)
d c − diametro.do.cabo
e − coeficiente.que.depende.do.regime.de.servi cos .do.guindaste
2.Diâmetro do tambor pelo centro do cabo enrolado

Dtcal = d c .e...(1)
Dtcal = Dt + d c ...(2)
Dtcal = d c (e − 1) + d c = d c .e

TL%/DL% 20 25 40 Manual

e 20 25 30 18

Regime L M P Manual

Comprimento da parte roscada do tambor

Ltroscada = t.Z
t − pass .da rosca
Z − numero de espiras da parte roscada do tambor.
t = d c + ( 2..3)mm

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H .a
Z= + (1,5..2) + 3..4
π .Dt
1,5...2 − m arg em.de.seguranca ,...3..4 − numero de fios necessarios para a montagem dos elementos
que fixam o cabo.
Para o mecanismo de elevacao simples.
Ltot .tambor = t.Z
Para o mecanismo de elevacao duplo
Ltot .tambor = 2.t.Z + l0

CÁLCULO DA ESPESSURA DO TAMBOR

A espessura δ do tambor do mecanismo de elevacao de c arga calcula − se pela formula segu inte :
δ ≥ 0,02 Dt + (6...10)mm para tambores de ferro fundido.

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