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Respostas a exercícios selecionados

Capítulo 1 1.31 Exato: (c), (d) e (f) 1.33 7,5 cm. Há dois algarismos signi-
1.1 (a) Mistura heterogênea (b) mistura homogênea (c) subs- ficativos nessa medida; o número de cm pode ser lido com
tância pura (d) mistura homogênea 1.3 (a) Al (b) Na (c) Br precisão, mas há alguma estimativa (incerteza) necessária
(d) Cu (e) Si (f) N (g) Mg (h) He para ler os décimos de um centímetro. 1.35 (a) 4 (b) 3 (c) 4 (d)
1.5 (a) Hidrogênio (b) magnésio (c) chumbo (d) silício (e) flúor 3 (e) 5 1.37 (a) 3,002 ´ 102 (b) 4,565 ´ 105 (c) 6,543 ´ 10–3 (d)
(f) estanho (g) manganês (h) arsênio 1.7 C é um composto; ele 9,578 ´ 10 –4 (e) 5,078 ´ 10 4 (f) –3,500 ´ 10 –2 1.39 (a) 27,04
(b) –8,0 (c) 1,84 ´ 10 (d) 7,66 ´ 10 1.41 Ordene os fatores
–3 –4
contém carbono e oxigênio. A é um composto; ele contém pelo
menos carbono e oxigênio. B não é definível pelas informações de conversão de modo que as unidades iniciais cancelem-se e
dadas; ele é provavelmente um composto, uma vez que poucos as unidades novas permaneçam no lugar apropriado, ou no
elementos existem como sólidos brancos. numerador ou no denominador. 1.43 (a) 76 mL (b) 50 nm (c)
1.9 6,88 ´ 10–4 s (d) 1,55 g/L (e) 6,151 ´ 10–3 L/s 1.45 (a) 4,32 ´ 105 s
(b) 88,5 m (c) $0,499/L (d) 46,6 km/h (e) 1,420 L/s 1.47 (a)
1,2 ´ 102 L (b) 4 ´ 102 mg (c) 9,64 km/L (d) 26 mL/g 1.49 52 kg
de ar 1.51 467 ft 1.53 Use o kg como unidade de compara-
ção.
5 lb de batatas < 2,5 kg; 5 kg de açúcar = 5 kg;
1 gal = 4 qt » 4 L » 4 kg. A ordem de massa do mais leve para o
mais pesado é 5 lb de batatas < 1 gal de água < 5 kg de açúcar.
1.55 Composição é o conteúdo de uma substância; estrutura é
o arranjo deste conteúdo. 1.58 8,47 g de O; a lei de composição
constante 1.61 27,1 K; –411,0 ºF 1.64 Al tem o diâmetro
maior, 1,92 cm; Pb tem o menor, 1,19 cm. Note que Pb e Ag,
com densidades similares, têm diâmetros similares; Al, com
uma densidade bem menor, tem um diâmetro muito maior.
1.66 (a) 1,05 ´ 1013 g de NaOH (b) 4,94 ´ 10–3 km3 1.69 O pon-
to de congelamento de H2O = 5,50 ºG 1.71 (a) 3,9 ´ 108 m (b)
Átomos de Ar 5,8 ´ 10 s 1.74 (a) 2,98 ´ 10 cm (b) 0,0482 m (c) 655 kg de
5 3 3 3

Hg 1.76 (a) 61,5% de Au (b) Ouro de 15 quilates 1.79 Tetra-


cloreto de carbono: 1,5940 g/cm3; hexano: 0,6603 g/cm3; ben-
Moléculas de H2O 3
zeno: 0,87654 g/cm ; iodeto de metileno: 3,3254 g/cm .
3

Somente o iodeto de metileno separará os dois sólidos granu-


1.11 Propriedades físicas: branco prateado; lustroso; ponto de lares.
fusão = 649 ºC; ponto de ebulição = 1.105 ºC; densidade a 20 ºC =
1,738 g/mL; processado em chapas; esticado em fios; bom Capítulo 2
condutor. Propriedades químicas: queima-se ao ar; reage com 2.1 O postulado 4 da teoria atômica afirma que o número relati-
Cl2. 1.13 (a) Químico (b) físico (c) físico (d) químico (e) quí- vo e os tipos de átomos em um composto são constantes, não
mico 1.15 Primeiro aqueça o líquido a 100 ºC para evaporar a importando a origem. Portanto, 1,0 g de água pura deverá
água. Se houver resíduo, meça as suas propriedades físicas, conter sempre as mesmas quantidades relativas de hidrogê-
como cor, densidade e ponto de fusão. Se as propriedades co- nio e oxigênio, não importando onde nem como a amostra é
incidirem com as de NaCl, a água contida dissolveu o sal de obtida. 2.3 (a) 0,5711 g de O/1 g de N; 1,142 g de O/1 g de N;
cozinha. Se as propriedades não coincidirem, o resíduo é um 2,284 g de O/1 g de N; 2,855 g de O/1 g de N (b) Os números no
sólido diferente dissolvido. Se hão houver resíduo, nenhum item (a) obedecem à lei de proporções múltiplas. As proporções
sólido dissolvido está presente. 1.17 (a) 1 ´ 10 (b) 1 ´ 10 (c)
–1 –2
múltiplas surgem uma vez que os átomos são entidades indivi-
1 ´ 10 (d) 1 ´ 10 (e) 1 ´ 10 (f) 1 ´ 10 (g) 1 ´ 10 (h) 1 ´ 10–3
–15 –6 6 3 –9
síveis que se combinam, como declarado na teoria atômica de
(i) 1 ´ 10 1.19 (a) 2,55 ´ 10 g (b) 0,40 nm (c) 575 mm 1.21
–12 –2
Dalton. 2.5 (1) Os campos elétricos e magnéticos desviaram os
(a) Tempo (b) densidade (c) comprimento (d) área (e) tempe- raios da mesma forma que eles desviariam partículas carrega-
ratura (f) volume (g) temperatura 1.23 (a) 1,59 g/cm3. Tetra- das negativamente. (2) Uma chapa de metal exposta a raios ca-
cloreto de carbono, 1,59 g/mL, é mais denso do que água, 1,00 tódicos adquiriu uma carga negativa 2.7 (a) No experimento
g/mL; tetracloreto de carbono afundará, em vez de boiar na de gota de óleo de Millikan, os raios X interagem com átomos
água. (b) 1,609 kg (c) 50,35 mL 1.25 (a) Densidade calculada = ou moléculas gasosos dentro da câmara, formando íons positi-
0,86 g/mL. A substância é provavelmente o tolueno, densida- vos e elétrons livres. Os elétrons livres são dessa forma capazes
de = 0,866 g/mL. (b) 40,4 mL de etilenoglicol (c) 1,11 ´ 103 g de de se recombinar com íons ou de se juntar às gotas de óleo. (b)
níquel 1.27 4,6 ´ 10–8 m; 46 nm Se a chapa positiva ficasse mais baixa do que a chapa negativa,
1.29 (a) 17 ºC (b) 422,1 ºF (c) 506 K (d) 108 ºF (e) 1.644 K as gotas de óleo ‘revestidas’ com elétrons carregados negativa-
2 Química: a ciência central

mente seriam atraídos à chapa carregada positivamente e des- 2.39 (a) H H


ceriam muito mais rápido. (c) Quanto mais vezes uma medição
é repetida, maior a chance de se detectar e compensar erros ex- C2H6O, H C O C H
perimentais. Millikan queria demonstrar a validade de seu re- H H
sultado pela sua reprodutibilidade. 2.9 (a) Uma vez que os
(b) H H
raios g não são desviados pelo campo elétrico, eles não têm car-
ga. (b) Se os raios a e b são desviados em direções opostas em C2H6O, H C C O H
um campo elétrico, eles devem ter cargas elétricas opos-
H H
tas. 2.11 (a) 0,19 nm; 1,9 ´ 10 ou 190 pm (b) 2,6 ´ 10 átomos
2 6

de Kr (c) 2,9 ´ 10 cm 2.13 (a) próton, nêutron, elétron (b)


–23 3
(c) H
próton = +1, nêutron = 0, elétron = –1 (c) O nêutron é o mais
CH4O, H C O H
pesado, o elétron é o menos pesado. (O nêutron e o próton
têm massas muito similares.) 2.15 (a) 28Si: 14 p, 14 n, 14 e H
(b) 60Ni: 28 p, 32 n, 28 e (c) 85Rb: 37 p, 48 n, 37 e (d) 128Xe: 54 p,
(d)
74 n, 54 e (e) 195Pt: 78 p, 117 n, 78 e (f) 238U: 92 p, 146 n, 92 e
2.17
52 75 40 222 193
Símbolo Cr As Ca Rn Ir 2.41 (a) AlBr3 (b) C4H5 (c) C2H4O (d) P2O5 (e) C3H2Cl (f)
Prótons 24 33 20 86 77 BNH2 2.43 (a) Al3+ (b) Ca2+ (c) S2– (d) I– (e) Cs+ 2.45 (a) GaF3,
Nêutrons 28 42 20 136 116 fluoreto de gálio (III) (b) LiH, hidreto de lítio (c) AlI3, iodeto de
alumínio (d) K2S, sulfeto de potássio 2.47 (a) CaBr2 (b) NH4Cl
Elétrons 24 33 20 86 77
o (c) Al(C2H3O2)3 (d) K2SO4 (e) Mg3(PO4)2 2.49 Molecular: (a)
N de massa 52 75 40 222 193
B2H6 (b) CH3OH (f) NOCl (g) NF3. Iônico: (c) LiNO3 (d) Sc2O3
(e) CsBr (h) Ag2SO4 2.51 (a) ClO –2 (b) Cl (c) ClO –3 (d) ClO –4 (e)

2.19 (a) 179


72 Hf (b)
40 4 155
18 Ar (c) 2 He (d) 49 In (e) 28
14 Si 2.21 (a) 126 C –
ClO 2.53 (a) Fluoreto de alumínio (b) hidróxido de ferro (II)
(b) As massas atômicas são as massas atômicas médias, a (hidróxido ferroso) (c) nitrato de cobre (II) (nitrato cúprico)
soma da massa de cada isótopo natural de um elemento vezes (d) perclorato de bário (e) fosfato de lítio (f) sulfeto de mercú-
a sua abundância fracionária. Cada átomo de Cl terá a massa, rio (I) (sulfeto mercuroso) (g) acetato de cálcio (h) carbonato
de um dos isótopos natural, enquanto a ‘massa atômica’ é um de cromo (III) (carbonato crômico) (i) cromato de potássio (j)
valor proporcional. 2.23 63,55 u 2.25 (a) No experimento sulfato de amônio 2.55 (a) Cu2O (b) K2O2 (c) Al(OH)3 (d)
de raio catódico de Thomson e na espectrometria de massa, Zn(NO3)2 (e) Hg2Br2 (f) Fe2(CO3)3 (g) NaBrO 2.57 (a) Ácido
um feixe de partículas carregadas passa através dos pólos de um brômico (b) ácido bromídrico (c) ácido fosfórico (d) HClO (e)
magneto. As partículas carregadas são desviadas pelo campo HIO3 (f) H2SO3 2.59 (a) Hexafluoreto de enxofre (b) penta-
magnético de acordo com sua massa e carga. (b) O rótulo no fluoreto de iodo (c) trióxido de xenônio (d) N2O4 (e) HCN (f)
eixo x é a massa atômica, e o rótulo no eixo y é a intensidade de P4S6 2.61 (a) ZnCO3, ZnO, CO2 (b) HF, SiO2, SiF4, H2O (c) SO2,
sinal. (c) Partículas não carregadas não são desviadas em um H2O, H2SO3 (d) H3P (ou PH3) (e) HClO4, Cd, Cd(ClO4)2 (f)
campo magnético. O efeito do campo magnético em partícu- VBr3 2.63 (a) Um hidrocarboneto é um composto que tem
las carregadas em movimento é a base de sua separação por como elementos o hidrogênio e o carbono apenas. (b) Todos
massa. 2.27 (a) massa atômica média = 24,31 u (b) os alcanos são hidrocarbonetos, mas compostos que não são
alcanos podem também ser hidrocarbonetos.
(c) H H
Intensidade do sinal

(d) H H H H
(7,8)
H C C H H C C C C H

5 H H H H H H

Molecular: C4H10
(1,1) Mínima: C2H5
(1)
24 25 26 2.65 (a) Grupos funcionais são grupos de átomos específicos
Massa atômica (u) que são constantes de uma molécula para a próxima. (b) — OH

2.29 (a) Ag (metal) (b) He (não-metal) (c) P (não-metal) (d) Cd (c) H H H H


(metal) (e) Ca (metal) (f) Br (não-metal) (g) As (metalóide)
H C C C C OH
2.31 (a) K, metais alcalinos (metal) (b) I, halogênios (não-metal)
(c) Mg, metais alcalinos terrosos (metal) (d) Ar, gases nobres H H H H
(não-metais) (e) S, calcogênios (não-metal) 2.33 Uma fórmu-
la mínima mostra a proporção mais simples dos diferentes 2.69 A radioatividade é a emissão espontânea de radiação de
átomos em uma molécula. Uma fórmula molecular mostra o uma substância. A descoberta de Becquerel mostrou que áto-
número e os tipos exatos de átomos em uma molécula. Uma mos podiam decair, ou degradar, implicando que eles não são
fórmula estrutural mostra como esses átomos são arranja- indivisíveis. No entanto, só depois que Rutherford e outros
dos. 2.35 (a) molecular: B2H6; empírica: BH3 (b) molecular: caracterizaram a natureza das emissões radioativas foi que a
C6H12O6; empírica: CH2O 2.37 (a) 6 (b) 6 (c) 12 total importância da descoberta ficou aparente. 2.72 (a) 2 pró-
Respostas a exercícios selecionados 3

=
=
3
tons, 1 nêutron, 2 elétrons (b) Trítio, H, é mais pesado. (c) (d) PbCO3(s) PbO(s) + CO2(g) decomposição
Uma precisão de 1 ´ 10–27 g seria necessária para se diferenciar (e) C7H8O2(l) + 8O2(g) 7CO2(g) + 4H2O(l) combustão
H e He. 2.76 (a) 168 O, 178 O, 188 O (b) Todos os isótopos são áto-
3 3
3.15 (a) 34,1 u (b) 118,7 u (c) 142,3 u (d) 150,1 u (e) 212,3 u (f)
mos do mesmo elemento, oxigênio, com o mesmo número 159,6 u (g) 222,5 u 3.17 (a) 49,9% (b) 45,0% (c) 43,2% (d) 67,6%
atômico, 8 prótons no núcleo e 8 elétrons. Espera-se que seu (e) 60,0% 3.19 (a) 79,2% (b) 63,2% (c) 64,6% 3.21 (a)
arranjo de elétrons seja o mesmo e suas propriedades quími- 6,022 ´ 1023 (b) A massa molecular de uma substância em u
cas bastante similares. Cada um tem número de nêutrons, nú- tem o mesmo valor numérico que a massa molar expressa em
mero de massa e massa atômica diferentes. gramas. 3.23 23 g de Na contêm 1 mol de átomos; 0,5 mol de
2.78 (a) O isótopo 68,926 u tem 31 prótons, 38 nêutrons e o sím- H2O contém 1,5 mol de átomos; 6,0 ´ 1023 moléculas de N2
bolo 69 31 Ga. O isótopo 70,926 u tem 31 prótons, 40 nêutrons e o contêm 2 mols átomos.
símbolo 71 69 71
31 Ga. (b) Ga = 60,3%, Ga = 39,7% 2.81 (a) 5 algaris- 3.25 4,4 ´ 1024 kg. Um mol de bolas de lançamento de peso
mos significativos (b) 0,05444% 2.84 (a) 266 106 Sg tem 106 pró- olímpico tem massa 0,73 vezes maior do que a da Terra. 3.27
tons, 160 nêutrons e 106 elétrons (b) Sg está no grupo 6B (ou 6) (a) 72,8 g de CaH2 (b) 0,0219 mol de Mg(NO3)2 (c) 1,48 ´ 1023
moléculas de CH3OH (d) 3,52 ´ 10 átomos de H 3.29 (a)
24
e imediatamente abaixo do tungstênio, W. Espera-se que as
0,856 g de Al2(SO4)3 (b) 1,69 ´ 10 mol de Cl (c) 0,248 g de
–3 –
propriedades químicas de Sg se pareçam mais com as de
W. 2.87 (a) óxido de níquel (II), 2+ (b) óxido de manganês C8H10N4O2 (d) 387 g de colesterol/mol 3.31 (a) massa molar =
(IV), 4+ (c) óxido de cromo (III), 3+ (d) óxido de molibdênio 162,3 g (b) 3,08 ´ 10–5 mol de alicina (c) 1,86 ´ 1019 moléculas de
(VI), 6+ 2.90 (a) cloreto de sódio (b) bicarbonato de sódio (ou alicina (d) 3,71 ´ 1019 átomos de S 3.33 (a) 1,15 ´ 1021 átomos
hidrogeno carbonato de sódio) (c) hipoclorito de sódio (d) hi- de H (b) 9,62 ´ 1019 moléculas de C6H12O6 (c) 1,60 ´ 10–4 mol de
C6H12O6 (d) 0,0287 g de C6H12O6 3.35 3,28 ´ 10 mol de
–8
dróxido de sódio (e) carbonato de amônio (f) sulfato de cál-
cio 2.94 (a) CH (b) Não. O benzeno não é um alcano porque C2H3Cl/L; 1,97 ´ 1016 moléculas/L 3.37 (a) NO2 (b) Não há
alcanos são hidrocarbonetos com todas as ligações simples. (c) como saber se as fórmulas mínima e molecular são as mes-
A fórmula molecular é C6H6O ou C6H5OH. A fórmula estrutu- mas. NO2 representa a proporção mais simples de átomos em
ral é uma molécula, mas não é a única fórmula molecular possí-
vel. 3.39 (a) C2H6O (b) Fe2O3 (c) CH2O 3.41 (a) CSCl2 (b) C3OF6
H (c) Na3AlF6 3.43 (a) C6H12 (b) NH2Cl 3.45 (a) fórmula mínima,
H OH C4H5N2O; fórmula molecular, C8H10N4O2 (b) fórmulas mínima e
molecular, NaC5H8O4N 3.47 (a) C7H8 (b) As fórmulas mínima
e molecular são C10H20O. 3.49 x = 10; Na2CO3 × 10 H2O 3.51 Se
H H a equação não for balanceada, as proporções de mols deriva-
H dos dos coeficientes ficarão incorretas e levarão a quantidades
calculadas erradas de produtos. 3.53 4,0 mols de CH4 podem
produzir 4,0 mols de CO e 12,0 mols de H2. 3.55 (a) 2,4 mols
Capítulo 3
=
de HF (b) 5,25 g de NaF (c) 0,610 g de Na2SiO3 3.57 (a) Al2S3(s)
3.1 (a) Conservação de massa (b) Os índices inferiores em fór-
+ 6H2O(l) 2Al(OH)3(s) + 3H2S(g) (b) 10,9 g de
mulas químicas não devem ser mudados ao se balancear
Al(OH)3 3.59 (a) 3,75 mols de N2 (b) 9,28 g de NaN3 (c) 548 g
equações porque a alteração dos índices inferiores muda a
de NaN3 3.61 (a) 5,50 ´ 10–3 mols de Al (b) 1,47 g de
identidade do composto (lei da composição constante). (c) (g), (l),
AlBr3 3.63 (a) O reagente limitante determina o número máxi-
=
(s), (aq) 3.3 A equação (a) é mais apropriada ao diagra-
mo de mols de produto resultante de uma reação química;
=
ma. 3.5 (a) 2SO2(g) + O2(g) 2SO3(g)
qualquer outro reagente é um reagente em excesso. (b) O rea-
=
(b) P2O5(s) + 3H2O(l) 2H3PO4(aq)
gente limitante regula a quantidade de produtos porque ele é
=
(c) CH4(g) + 4Cl2(g) CCl4(l) + 4HCl(g)
completamente usado durante a reação; nenhum outro pro-
=
(d) Al4C3(s) + 12H2O(l) 4Al(OH)3(s) + 3CH4(g)
duto pode ser feito quando um dos reagentes não está dispo-
=
(e) C4H10O(l) + 6O2(g) 4CO2(g) + 5H2O(l)
nível.
=
(f) 2Fe(OH)3(s) + 3H2SO4(aq) Fe2(SO4)3(aq) + 6H2O(l)

=
(g) Mg3N2(s) + 4H2SO4(aq) 3MgSO4(aq) + (NH4)2SO4(aq) 3.65 N2 = , NH3 =

=
3.7 (a) CaC2(s) + 2H2O(l) Ca(OH)2(aq) + C2H2(g)
D

=
(b) 2KClO3(s) 2KCl(s) + 3O2(g)

=
(c) Zn(s) + H2SO4(aq) ZnSO4(aq) + H2(g)

=
(d) PCl3(l) + 3H2O(l) H3PO3(aq) + 3HCl(aq)
(e) 3H2S(g) + 2Fe(OH)3(s) Fe2S3(s) + 6H2O(g)
3.9 (a) Determine a fórmula balanceando as cargas positiva e

=
negativa no produto iônico. Todos os compostos iônicos são

=
sólidos. 2Na(s) + Br2(l) 2NaBr(s) (b) O segundo reagente

=
é O2(g). Os produtos são CO2(g) e H2O(l). N2 + 3H2 2NH3. Oito átomos de N (4 moléculas de N2)

=
2C6H6(l) + 15O2(g) 12CO2(g) + 6H2O(l) requerem 24 átomos de H (12 moléculas de H2) para reação

=
3.11 (a) Mg(s) + Cl2(g) MgCl2(s) completa. Apenas 9 moléculas de H2 estão disponíveis, tor-

=
(b) SrCO3(s) SrO(s) + CO2(g) nando H2 o reagente limitante. Nove moléculas de H2 (18 áto-

=
(c) C7H16(l) + 1O2(g) 7CO2(g) + 8H2O(l) mos de H) determinam que 6 moléculas de NH3 são produzidas.

=
(d) 2C5H12O(l) + 15O2(g) 10CO2(g) + 12H2O(l) Uma molécula de N2 está em excesso. 3.67 (a) 2.125 bicicletas

=
3.13 (a) 2Al(s) + 3Cl2(g) 2AlCl3(s) combinação (b) sobram 630 estruturas, sobram 130 guidões (c) as ro-

=
(b) C2H4(g) + 3O2(g) 2CO2(g) + 2H2O(l) combustão das 3.69 NaOH é o reagente limitante; 0,850 mol de Na2CO3
(c) 6Li(s) + N2(g) 2Li3N(s) combinação pode ser produzido; 0,15 mol de CO2 permanece. 3.71 (a)
4 Química: a ciência central

NaHCO3 é o reagente limitante. (b) 0,524 g de CO2 (c) 0,238 g lito (c) NH3, eletrólito fraco (d) KClO3, eletrólito forte (e)

=
de ácido cítrico permanecem. 3.73 0,00 g de AgNO3 (reagente Cu(NO3)2, eletrólito forte

=
limitante), 4,32 g de Na2CO3, 5,68 g de Ag2CO3, 3,50 g de 4.29 (a) 2HBr(aq) + Ca(OH)2(aq) CaBr2(aq) + 2H2O(l)

=
NaNO3 3.75 (a) O rendimento teórico é 60,3 g de C6H5Br. H+(aq) + OH–(aq) H2O(l)

= =
(b) 94,0% de rendimento 3.77 6,73 g de Li3N de rendimento (b) Cu(OH)2(s) + 2HClO4(aq) Cu(ClO4)2(aq) + 2H2O(l)

= =
real 3.79 (a) C4H8O2(l) + 5O2(g) 4CO2(g) + 4H2O(l) Cu(OH)2(s) + 2H+(aq) 2+
2H2O(l) + Cu (aq)

= =
(b) Cu(OH)2(s) CuO(s) + H2O(g) (c) Al(OH)3(s) + 3HNO3(aq) Al(NO3)3(aq) + 3H2O(l)

=
(c) Zn(s) + Cl2(g) ZnCl2(s) 3.81 (a) 0,0208 mol de C, Al(OH)3(s) + 3H+(aq) 3+
3H2O(l) + Al (aq)

=
1,25 ´ 1022 átomos de C (b) 2,77 ´ 10–3 mol de C9H8O4, 4.31 (a) CdS(s) + H2SO4(aq) CdSO4(aq) + H2S(g)

=
1,67 ´ 10
21 + 2+
moléculas de C9H8O4 3.83 (a) massa = CdS(s) + 2H (aq) H2S(g) + Cd (aq)
4,6638 ´ 10–19 g de Si (b) volume = 2,0 ´ 10–19 cm3 (c) compri- (b) MgCO3(s) + 2HClO4(aq)

=
mento da borda = 5,9 ´ 10–7 cm (=5,9 nm) 3.85 (a) A fórmula Mg(ClO4)2(aq) + H2O(l) + CO2(g);

=
mínima é C10H18O. (b) A fórmula molecular é C10H18O. 3.87 MgCO3(s) + 2H+(aq) H2O(l) + CO2(g) + Mg (aq)
2+

=
C6H5Cl 3.90 (a) 7,6 ´ 10–5 mol de NaI (b) 3,44 ´ 10–3 g de 4.33 (a) FeO(s) + 2H+(aq) 2+
H2O(l) + Fe (aq)
+ 2+
NaI 3.92 1,1 kg de H2O 3.95 10,2 g de KClO3, 20,0 g de (b) NiO(s) + 2H (aq) H2O(l) + Ni (aq) 4.35 (a) Em termos
KHCO3, 13,8 g de K2CO3, 56,0 g de KCl 3.98 1,57 ´ 1024 áto- de transferência de elétron, a oxidação é a perda de elétrons por

= =
mos de O 3.100 52 kg de CO2 3.102 (a) S(s) + uma substância, e a redução é o ganho de elétrons. (b) Em rela-
O2(g) SO2(g); SO2(g) + CaO(s) CaSO3(s) ção aos números de oxidação, quando uma substância é oxi-
(b) 1,7 ´ 105 kg de CaSO3/dia dada, seu número de oxidação aumenta. Quando uma
substância é reduzida, seu número de oxidação dimi-
Capítulo 4 nui. 4.37 Os metais oxidáveis mais facilmente estão perto da
4.1 A água de torneira contém muitos eletrólitos dissolvidos base dos grupos no lado esquerdo da tabela, especialmente
para completar um circuito entre um aparelho elétrico e nosso dos grupos 1A e 2A. Os metais oxidáveis menos facilmente es-
corpo, produzindo um choque. 4.3 Quando CH3OH se dis- tão na parte mais baixa, à direita dos metais de transição, em
solve, as moléculas neutras de CH3OH que estão dispersas particular aqueles próximos à base dos grupos 8B e 1B.

= =
por toda a solução não têm carga e a solução não é condutora. 4.39 (a) +6 (b) +4 (c) +7 (d) +1 (e) 0 (f) –1

= =
2+ –
Quando HC2H3O2 se dissolve, algumas moléculas se ionizam 4.41 (a) Ni Ni , o Ni é oxidado; Cl2 2Cl , Cl é redu-

= =
para formar H+(aq) e C2H3O –2 (aq). Estes poucos íons têm algu- zido (b) Fe 2+
Fe, Fé é reduzido; Al
3+
Al , Al é oxida-

= = =
– –
ma carga e a solução é fracamente condutora. do (c) Cl2 2Cl , Cl é reduzido; 2I I2, I é oxidado (d)

= =
2+ – 2– 2–
4.5 (a) ZnCl2(aq) Zn (aq) + 2Cl (aq) S SO4 , S é oxidado; H2O2 H2O; O é reduzi-

=
+ –
(b) HNO3(aq) H (aq) + NO3 (aq) 4.7 AX é um não-ele- do 4.43 (a) Mn(s) + H2 SO 4 (aq) MnSO4(aq) + H2(g);

=
trólito, AY é um eletrólito fraco e AZ é um eletrólito for- Mn(s) + 2H+(aq) Mn2+(aq) + H2(g)

@ =
te. 4.9 Moléculas de HCHO2, íons H+ e íons CHO2 ;

(b) 2Cr(s) + 6HBr(aq) 2CrBr3(aq) + 3H2(g)

=
+ –
HCHO2(aq) H (aq) + CHO 2 (aq) 4.11 (a) Solúvel (b) in- 2Cr(s) + 6H+(aq) 3+
2Cr (aq) + 3H2(g)

= =
solúvel (c) solúvel (d) insolúvel (e) solúvel (c) Sn(s) + 2HCl(aq) SnCl2(aq) + H2(g)

=
4.13 (a) Na2CO3(aq) + 2AgNO3(aq) Sn(s) + 2H+(aq) 2+
Sn (aq) + H2(g)

= =
Ag2CO3(s) + 2NaNO3(aq) (b) Não ocorre precipitado (d) 2Al(s) + 6HCHO2(aq) 2Al(CHO2)3(aq) + 3H2(g)

= =
2Al (aq) + 6CHO –2 (aq) + 3H2(g)
3+
(c) FeSO4(aq) + Pb(NO3)2(aq) PbSO4(s) + Fe(NO3)2(aq) 2Al(s) + 6HCHO2(aq)

=
4.15 (a) 2Na+(aq) + CO 2– 2+ 2–
3 (aq) + Mg (aq) + SO 4 (aq) 4.45 (a) 2Al(s) + 3NiCl2(aq) 2AlCl3(aq) + 3Ni(s) (b) não

= =
MgCO3(s) + 2Na (aq) + SO 2–
+
4 (aq) ocorre reação (c) 2Cr(s) + 3NiSO4(aq) Cr2(SO4)3(aq) +

= =
Mg2+(aq) + CO32–(aq) MgCO3(s) 3Ni(s) (d) Mn(s) + 2HBr(aq) MnBr2(aq) + H2(g)

=
(b) Pb2+(aq) + 2NO –3 (aq) + 2Na+(aq) + S2–(aq) (e) H2(g) + CuCl2(aq) Cu(s) + 2HCl(aq)

= =
PbS(s) + 2Na (aq) + 2NO –3 (aq)
+ 2+ 2+
4.47 (a) i. Zn(s) + Cd (aq) Cd(s) + Zn (aq); ii. Cd(s) +

=
2+ 2–
Pb (aq) + S (aq) PbS(s) Ni2+(aq) 2+
Ni(s) + Cd (aq) (b) Cd está entre Zn e Ni na sé-
(c) 6NH+4 (aq) + 2PO 3– 2+ –
4 (aq) + 3Ca (aq) + 6Cl (aq) rie de atividades. (c) Coloque uma lâmina de ferro em

=
+ –
Ca3(PO4)2(s) + 6NH4 (aq) + 6Cl (aq) CdCl2(aq). Se Cd(s) for depositado, Cd é menos ativo do que
2+ 3–
3Ca (aq) + 2PO 4 (aq) Ca3(PO4)2(s) Fe; se não houver reação, Cd é mais ativo do que Fe. Faça o
4.17 A solução deve conter Ba2+. Ela poderia conter K+ e Ba2+ mesmo teste com Co se Cd for menos ativo que Fe ou com Cr
juntos, mas, como estamos lidando com um sal único, supo- se Cd for mais ativo do que Fe. 4.49 (a) Intensiva; a proporção
mos que somente Ba2+ está presente. 4.19 A solução que for- da quantidade de soluto para a quantidade total de solução é
ma um precipitado com H2SO4(aq) é Pb(NO3)2(aq); a outra é a mesma, não importando quanto de solução esteja presente.
Mg(NO3)2(aq). 4.21 (a) Um ácido monoprótico tem um H ioni- (b) O termo 0,50 mol de HCl define uma quantidade (símbolo
zável (ácido), enquanto um ácido diprótico tem dois. (b) Um áci- de aproximadamente 18 g) da substância pura HCl. O termo
do forte é completamente ionizado em solução aquosa, ao 0,50 mol/L de HCl é uma razão; ela indica que há 0,50 mol de
passo que somente uma fração das moléculas de ácido fraco soluto HCl em 1,0 litro de solução. 4.51 (a) 0,0863 mol/L de
+
são ionizadas. (c) Um ácido é um doador de H , e uma base, um NH4Cl (b) 0,0770 mol de HNO3 (c) 83,3 mL de 1,50 mol/L de
+
receptor de H . 4.23 (a) Ácido forte (b) ácido fraco (c) base KOH 4.53 (a) 4,46 g de KBr (b) 0,145 mol/L de Ca(NO3)2 (c)
fraca (d) base forte 4.25 (a) Ácido, mistura de íons e molécu- 20,3 mL de 1,50 mol/L de Na3PO4 4.55 (a) 0,15 mol/L de
las (eletrólito fraco) (b) nenhum dos anteriores, unicamente K2CrO4 tem a concentração mais alta de K+. (b) 30,0 mL de
como moléculas (não-eletrólito) (c) sal, unicamente como íons 0,15 mol/L de K2CrO4 tem mais íons K+. 4.57 (a) 0,14 mol/L
(eletrólito forte) (d) base, unicamente como íons (eletrólito de Na+, 0,14 mol/L de OH– (b) 0,25 mol/L de Ca2+, 0,50 mol/L
forte) 4.27 (a) H2SO3, eletrólito fraco (b) C2H5OH, não-eletró- de Br– (c) 0,25 mol/L de CH3OH (d) 0,067 mol/L de K+, 0,067
Respostas a exercícios selecionados 5

mol/L de ClO -3 , 0,13 mol/L de Na + , 0,067 mol/L de ta e o lápis é levantado. (b) Força mecânica; o trabalho é reali-
SO42– 4.59 (a) 1,69 mL de 14,8 mol/L de NH3 (b) 0,592 mol/L zado uma vez que a força da mola comprimida é oposta quan-
de NH3 4.61 (a) Adicione 6,42 g de C12H22O11 a um balão volu- do a mola é comprimida por certa distância. 5.17 (a) Em
métrico de 125 mL, dissolva um pequeno volume de água qualquer alteração física ou química, a energia não pode ser
dentro e adicione água até a marca no gargalo do balão. Agite criada nem destruída; a energia é conservada. (b) A energia in-
completamente para se certificar de uma mistura total. (b) terna (E) de um sistema é a soma de todas as energias cinética e
Enxágüe completamente, limpe e encha uma bureta de 50 mL potencial dos componentes do sistema. (c) A energia interna
com 1,50 mol/L de C12H22O11. Despeje 26,7 mL dessa solução aumenta quando o trabalho é realizado no sistema e quando o
em um balão volumétrico de 400 mL, adicione água até a mar- calor é transferido ao sistema.
ca e misture completamente. 4.63 1,398 mol/L de 5.19 (a) DE = –152 kJ, exotérmico (b) DE = +0,75 kJ, endotérmi-
HC2H3O2 4.65 0,117 g de NaCl 4.67 (a) 38,0 mL de 0,115 co (c) DE = +14,0 kJ, endotérmico 5.21 (a) O sistema (iii) é en-
mol/L de HClO4 (b) 769 mL de 0,128 mol/L de HCl (c) 0,408 dotérmico. (b) DE < 0 para o sistema (iii). (c) DE > 0 para os
mol/L de AgNO3 (d) 0,275 g de KOH 4.69 27 g de sistemas (i) e (ii). 5.23 (a) Como pouco ou nenhum trabalho é
NaHCO3 4.71 1,22 ´ 10–2 mol/L de solução de Ca(OH)2; a so- realizado pelo sistema no caso (2), o gás absorverá a maior

=
lubilidade de Ca(OH)2 é 0,0904 g em 100 mL de solução. 4.73 parte da energia como calor; o gás do caso (2) terá a tempera-
(a) NiSO4(aq) + 2KOH(aq) Ni(OH)2(s) + K2SO4(aq) (b) tura mais alta. (b) No caso (2) w » 0 e q » 100 J. No caso (1),
Ni(OH)2 (c) KOH é o reagente limitante. (d) 0,927 g de uma quantidade significativa de energia será usada para rea-
Ni(OH)2 (e) 0,0667 mol/L de Ni2+(aq), 0,0667 mol/L de K+(aq), lizar trabalho na vizinhança (–w), mas parte será absorvida
0,100 mol/L de SO 2– 4 (aq) 4.75 91,40% de Mg(OH)2 4.77 O como calor (+q). (c) DE é maior para o caso (2) porque todos
precipitado é CdS(s). Na (aq) e NO3–(aq) são íons espectadores
+
100 J aumentam a energia interna do sistema, em vez de uma
e permanecem em solução, junto com quaisquer íons em ex- parte da energia realizar trabalho na vizinhança. 5.25 (a)
=
cesso de reagente. A equação iônica líquida é Cd2+(aq) + S2–(aq) Uma função de estado é a propriedade que depende apenas do
=
CdS(s). estado físico (pressão temperatura etc.) do sistema, e não do
=
4.80 (a) Al(OH)3(s) + 3H+(aq) 3+
Al (aq) + 3H2O(l) caminho usado para chegar ao estado atual. (b) Energia inter-
=
+ 2+
(b) Mg(OH)2(s) + 2H (aq) Mg (aq) + 2H2O(l) na é uma função de estado; trabalho não é uma função de esta-
=
(c) MgCO3(s) + 2H+(aq) 2+
Mg (aq) + H2O(l) + CO2(g) do. (c) Temperatura é uma função de estado; não importando
+
(d) NaAl(CO3)(OH)2(s) + 4H (aq) quão quente ou fria a amostra estava, a temperatura depende
=
+ 3+
Na (aq) + Al (aq) + 3H2O(l) + CO2(g) unicamente de sua condição presente. 5.27 (a) Para os mui-
=
+ 2+
(e) CaCO3(s) + 2H (aq) Ca (aq) + H2O(l) + CO2(g) tos processos que ocorrem à pressão atmosférica constante, a
=
2+ 2+
4.83 (a) Não ocorre reação (b) Zn(s) + Pb (aq) Zn (aq) + variação de entalpia é uma medida significativa da variação
=
Pb(s) (c) não ocorre reação (d) Zn(s) + Fe2+(aq) 2+
Zn (aq) + de energia associada ao processo. (b) Somente sob condições
2+ 2+
Fe(s) (e) Zn(s) + Cu (aq) Zn (aq) + Cu(s) (f) não ocorre
de pressão constante o DH para o processo é igual ao calor
reação 4.86 1,70 mol/L de KBr 4.89 30 mols de Na+ 4.91
=
transferido durante o processo. (c) O processo é exotérmico.
0,368 mol/L de H2O2 4.93 1,81 ´ 1019 íons de Na+ 4.96
5.29 (a) HC2H3O2(l) + 2O2(g) 2H2O(l) + 2CO2(g),
5,1 ´ 10 kg de Na2CO3 4.99 0,233 mol/L de Cl 4.102 (a) +5
3 –

DH = –871,7 kJ
(b) arsenato de prata (c) 5,22% de As
(b) HC2H3O2(l)  2O2(g)
Capítulo 5
5.1 Um objeto pode possuir energia em virtude de seu movi- ∆H –871,7 kJ
mento ou posição. A energia cinética depende da massa do
objeto e de sua velocidade. A energia potencial depende da
posição do objeto em relação ao corpo com o qual ele intera-
2H2O(l)  2CO2(g)
ge. 5.3 (a) 84 J (b) 20 cal (c) Quando a bola atinge a areia, sua
velocidade (e conseqüentemente sua energia cinética) cai para
5.31 O reagente, 2Cl(g), tem a entalpia mais alta.
zero. Grande parte da energia cinética é transferida para a areia,
5.33 (a) Exotérmica (b) –59 kJ de calor transferido (c) 6,43 g de
que se deforma quando a bola aterrissa. Parte da energia é li-
MgO produzidos (d) +112 kJ de calor absorvido 5.35 (a)
berada como calor pela fricção entre a bola e a areia. 5.5 1 Btu =
1.054 J 5.7 2,1 ´ 103 kcal 5.9 Quando a bala levanta contra a –35,4 kJ (b) –0,759 kJ (c) +12,3 J 5.37 A pressão constante, DE =
força da gravidade, a energia cinética fornecida pelo revólver DH – PDV. Os valores tanto de P quanto de DV ou T e de Dn
de ar é transformada em energia potencial. Quando toda a precisam ser conhecidos para calcular DE a partir de
energia cinética for transformada em energia potencial (ou DH. 5.39 DE = –125 kJ, DH = –89 kJ 5.41 (a) DH = +726,5 kJ
perda como calor por fricção), a bala pára de subir e cai à Ter- (b) DH = –1.453 kJ (c) A reação exotérmica direta é mais prová-
ra. Em princípio, se energia cinética suficiente pudesse ser for- vel de ser termodinamicamente favorecida. (d) A vaporização
necida para a bala, ela poderia escapar da força de gravidade e é endotérmica. Se o produto fosse H2O(g), a reação seria mais
mover-se para o espaço. Para um revólver de ar e uma bala, endotérmica e teria DH menos negativo. 5.43 (a) J/ºC ou J/K
–1 –1 –1 –1 –1 –1
isto é praticamente impossível. 5.11 (a) O sistema é a parte (b) J g ºC ou J g K 5.45 (a) 4,184 J g K (b) 774 J/ºC (c)
904 kJ 5.47 3,47 ´ 10 J
4
bem definida do universo cujas alterações de energia estão
sendo estudadas. (b) Um sistema fechado pode trocar calor, 5.49 DH = –45,7 kJ/mol de NaOH 5.51 DEr = –25,5 kJ/g de
mas não massa, com sua vizinhança. 5.13 (a) Trabalho é uma C6H4O2 ou –2,75 ´ 103 kJ/mol de C6H4O2
força aplicada sobre uma distância. (b) A quantidade de traba- 5.53 (a) A capacidade de calor do calorímetro completo =
lho executado é a ordem de grandeza da força vezes a distân- 14,4 J g–1 K–1 (b) 5,40 ºC 5.55 Se uma reação pode ser descrita
cia sobre a qual ela é aplicada. w = f ´ d. 5.15 (a) Gravidade; o como uma série de etapas, o DH para a reação é a soma das va-
trabalho é realizado uma vez que a força da gravidade é opos- riações de entalpia para cada etapa. Desde que possamos des-
6 Química: a ciência central

crever um caminho onde o DH para cada etapa seja conhecido, mo nos dois casos, mas a distribuição de energia transferida
o DH para qualquer processo pode ser calculado. como o trabalho ou o calor é diferente nos dois cenários. 5.96

=
5.57 (a) DH = +90 kJ 1,8 ´ 104 ou 18.000 tijolos

=
5.100 (a, b) CH4(g) + O2(g) C(s) + 2H2O(l),
(b) C DH° = –496,9 kJ; CH4(g) + 32 O2(g) CO(g) + 2H2O(l),

H  60 kJ
DH° = –607,4 kJ; CH (g) + 2O (g) = CO (g) + 2H O(l),
4 2 2 2

H  90 kJ DH° = –890,4 kJ (c) Supondo que O2(g) esteja presente em ex-
B
cesso, a reação que produz CO2(g) tem o DH mais negativo por
H  30 kJ mol de CH4 queimado e, portanto, os produtos mais termodi-
A namicamente estáveis. 5.103 1,3-butadieno: (a) DH= –2.543,4
kJ/mol de C4H6 (b) 47 kJ/g (c) 11,18% de H; 1-buteno: (a) DH =
O processo de A formando C pode ser descrito como A for-
–2.718,5 kJ/mol de C4H8 (b) 48 kJ/g (c) 14,37% de H; n-butano:
mando B e B formando C. 5.59 DH = –1.300,0 kJ 5.61 DH =
–2,49 ´ 10 kJ 5.63 (a) As condições padrão para variações de
3 (a) DH = –2.878,5 kJ/mol de C4H10 (b) 50 kJ/g (c) 17,34% de H
entalpia são P = 1 atm e alguma temperatura comum, normal- (d) Conforme a porcentagem em massa de H aumenta, o calor
de combustão (kJ/g) do hidrocarboneto também aumenta,
mente 298 K. (b) Entalpia de formação é a variação de entalpia
dado o mesmo número de átomos de C. Um gráfico dos dados
que ocorre quando um composto é formado a partir de seus
sugere que a porcentagem em massa de H e o calor de com-
elementos componentes. (c) Entalpia de formação padrão DH °f é
bustão são diretamente proporcionais quando o número de
a variação de entalpia que acompanha a formação de um mol
átomos de C for constante. 5.107 (a) 1,479 ´ 10–18 J/molécula
de uma substância dos elementos em seus estados pa-
(b) 1 ´ 10–15 J/fóton. O raio X tem aproximadamente 1.000 ve-
drão. 5.65 Sim, ainda seria possível ter tabelas de entalpias
zes mais energia do que o que é produzido pela combustão
padrão de formação como a Tabela 5.3. Entalpias de formação
=
de 1 molécula de CH4(g). 5.111 (a) 3,18 g de Cu (b) Cu(OH)2
padrão são a diferença de entalpia líquida entre um composto
=
(c) CuSO4(aq) + 2KOH(aq) Cu(OH)2(s) + K2SO4(aq),
e seus elementos componentes em seus estados padrão. Não
Cu(OH)2(s) (d) DH = –52 kJ
2+ –
Cu (aq) + 2OH (aq)
importando o valor da entalpia de formação dos elementos, a
ordem de grandeza da diferença nas entalpias deve ser a mes-
Capítulo 6
ma (supondo que a mesma reação seja estequiométrica).
5.67 (a) 12 N2(g) + 32 H2(g) = NH (g), DH ° = –46,19 kJ
3 f
6.1 (a) Metros (b) 1/segundos (c) metros/segundo 6.3 (a)
Verdadeira (b) Falsa. A freqüência da radiação diminui com o
= SO (g), DH °= –296,9 kJ
(b) 18 S8(s) + O2(g) 2 f
aumento do comprimento de onda. (c) Falsa. A luz ultraviole-
ta tem comprimentos de onda menores do que a luz visível.
(c) Rb(s) + Cl (g) + O (g) = RbClO (s), DH ° = –392,4 kJ
1 3 (d) Falsa. A radiação eletromagnética e as ondas sonoras mo-

(d) N (g) + 2H (g) + O (g) = NH NO (s),


2 2 2 2 3 f vem-se com diferentes velocidades. 6.5 Comprimento de onda
3
2 2 2 2 4 3 de raios X < ultravioleta < luz verde < luz vermelha < infraver-
DH °f = –365,6 kJ 5.69 DH r° = –847,6 kJ melho < ondas de rádio 6.7 (a) 6,63 ´ 1020 s–1 (b) 1,18 ´ 10–8 m
(c) nenhuma das duas é visível (d) 2,25 ´ 106m
5.71 (a) DH r° = –196,6 kJ (b) DH r°= 37,1 kJ 6.9 6,88 ´ 1014 s–1; azul 6.11 (a) Quantização significa que a ener-
(c) DH r°= –556,7 kJ (d) DH r°= –68,3 kJ gia só pode ser absorvida ou emitida em quantidades específi-
cas ou em múltiplos dessas quantidades. Essa quantidade
5.73 DH °f = –248 kJ 5.75 DH °f = –924,8 kJ mínima de energia é igual a uma constante vezes a freqüência
= da radiação absorvida ou emitida; E = hn. (b) Em atividades
=
25
5.77 (a) C8H18(l) + O2(g)
2
8CO2(g) + 9H2O(g),
cotidianas, objetos macroscópicos como nossos corpos ga-
DH = –5.069 kJ (b) 8C(s, gr) + 9H2(g) C8H18(l)
nham e perdem quantidades totais de energia bem maiores
(c) DH °f = –255 kJ 5.79 (a) O calor de combustão é a quantidade do que um único quantum hn. O ganho ou a perda do relativa-
mente minúsculo quantum de energia não são notados. 6.13
de calor produzido quando um grama de uma substância
(a) 2,45 ´ 10–19 J (b) 1,80 ´ 10–20 J (c) 25,3 nm; ultravioleta 6.15
(combustível) entra em combustão. (b) Glicose, C6H12O6, é o
(a) l = 3,3 mm, E = 6,0 ´ 10–20 J; l = 0,154 mm, E = 1,29 ´ 10–15 J (b) O
açúcar do sangue. Sua importância deve-se ao fato de a glicose
fóton de 3,3 mm está na região do infravermelho e o fóton de
ser o combustível que é carregado pelo sangue para as células
0,154 nm está na região dos raios X; o fóton do raio X tem a
e entrar em combustão para produzir energia no corpo. (c) 5 g
maior energia. 6.17 (a) 6,11 ´ 10–19 J/fóton (b) 368 kJ/mol (c)
de gordura 5.81 104 ou 1 ´ 102 Cal/porção 5.83 59,7 Cal 5.85
1,64 ´ 1015 fótons 6.19 8,1 ´ 1016 fótons/s
(a) DHcomb = –1.850 kJ/mol de C3H4, –1.926 kJ/mol de C3H6,
6.21 (a) Emin = 7,22 ´ 10–19 J (b) l = 275 nm (c) E120 = 1,66 ´ 10–18 J.
–2044 kJ/mol de C3H8 (b) DHcomb = – 4,61 ´ 10 kJ/kg de C3H4,
4

A energia em excesso do fóton de 120 nm é convertida na


– 4,58 ´ 10 kJ/kg de C3H6, – 4,635 ´ 10 kJ/kg de C3H8 (c) Essas
4 4
energia cinética do elétron emitido. Ec = 9,3 ´ 10–19 J/elé-
três substâncias produzem aproximadamente quantidades tron. 6.23 Quando aplicada a átomos, a idéia de energias
idênticas de calor por unidade de massa, mas o propano é quantizadas significa que apenas certos valores de DE são per-
marginalmente mais alto do que as outras duas. 5.87 (a) mitidos. Estes são representados pelas linhas no espectro de
469,4 m/s (b) 5,124 ´ 10–21 J (c) 3,086 kJ/mol 5.90 A reação es- emissão de átomos excitados. 6.25 (a) Emitida (b) absorvida
pontânea do airbag é provavelmente exotérmica, com –DH e, (c) emitida 6.27 E2 = –5,45 ´ 10–19 J; E6 = – 0,606 ´ 10–19 J; DE =
portanto, –q. Quando o airbag infla, trabalho é realizado pelo 4,84 ´ 10–19 J; l = 410 nm, visível, violeta 6.29 (a) Apenas li-
sistema, portanto, o sinal de w também é negativo. 5.93 (a) nhas com nf = 2 representam valores de DE e comprimentos de
q = 0, w > 0, DE > 0 (b) O sinal de q é negativo. As mudanças em onda que ficam na porção visível do espectro. Linhas com nf =
estado descritas em ambos os casos são idênticas. DE é o mes- 1 têm comprimentos de onda menores e linhas com nf > 2 têm
Respostas a exercícios selecionados 7

comprimentos de onda maiores do que a radiação visível. (b) (a) 2 elétrons desemparelhados (b) 0 elétrons desemparelha-
ni = 3, nf = 2; l = 6,56 ´ 10–7 m; essa é a linha vermelha a 656 nm; dos (c) 4 elétrons desemparelhados (d) 2 elétrons desempare-
ni = 4, nf = 2; l = 4,86 ´ 10–7 m; esta é a linha azul a 486 nm; ni = 5, lhados (e) 3 elétrons desemparelhados (f) 4 elétrons
nf = 2; l = 4,34 ´ 10–7 m; esta é a linha violeta a 434 nm. 6.31 (a) desemparelhados 6.63 (a) Mg (b) Al (c) Cr (d) Te 6.65 (a) O
Região ultravioleta (b) ni = 6, nf = 1 6.33 (a) l = 5,6 ´ 10 m;
–37
quinto elétron preencheria o subnível 2p antes do 3s. (b) O cer-
(b) l = 2,65 ´ 10 m (c) l = 2,3 ´ 10 m 6.35 4,14 ´ 103
–34 –13
ne é [He], ou a configuração eletrônica mais externa deveria
m/s 6.37 (a) Dx ³ 4 ´ 10 m (b) Dx = 3 ´ 10 m 6.39 O mo-
–27 –10
ser 3s23p3. (c) O subnível 3p seria preenchido antes do
delo de Bohr afirma com 100% de certeza que o elétron no hi- 3d. 6.67 lA = 3,6 ´ 10–8 m, lB = 8,0 ´ 10–8 m (b) nA = 8,4 ´ 1015 s–1,
drogênio pode ser encontrado a 0,53 Å do núcleo. O modelo da nB = 3,7 ´ 1015 s–1 (c) A, ultravioleta; B, ultravioleta 6.69 46,7
min 6.71 1,6 ´ 10 fótons 6.73 3,6 ´ 10 fótons/s, 1,3 ´ 10 J/ s
18 6 –12
mecânica quântica é um modelo estatístico que afirma a proba-
bilidade de se encontrar o elétron em certas regiões em volta do 6.75 (a) A radiação do sol é um espectro contínuo. Quando
núcleo. Enquanto 0,53 Å é o raio com a maior probabilidade, átomos gasosos na atmosfera solar são expostos a essa radia-
essa probabilidade é sempre menor do que 100%. 6.41 (a) n = 4, l = ção, os elétrons nesses átomos mudam de seu estado funda-
3, 2, 1, 0 (b) l = 2, ml = –2, –1, 0, 1, 2 6.43 (a) 3p: n = 3, l = 1 (b) mental para um de vários estados excitados permitidos.
2s: n = 2, l = 0 (c) 4f: n = 4, l = 3 (d) 5d: n = 5, l = 2 6.45 (a) im- Assim, as linhas escuras são os comprimentos de onda que
possível, 1p (b) possível (c) possível (d) impossível, 2d correspondem às mudanças de energia permitidas em átomos
da atmosfera solar. O background contínuo representa todos os
6.47
(a) z (b) z (c) x outros comprimentos de ondas da radiação solar. (b) O cien-
tista deve registrar o espectro de absorção do neônio puro ou
outros elementos de interesse. As linhas pretas devem apare-
cer nos mesmos comprimentos de onda, não importando a
y y y
fonte de neônio. 6.77 v = 1,02 ´ 107 m/s 6.79 (a) l (b) n e l (c)
s pz dxy ms (d) ml 6.81 (a) 1 (b) 3 (c) 5 (d) 9 6.83 (a) O plano xy, onde
x x z z = 0 (b) Os planos yz e xz, onde x = 0 e y = 0 (c) os planos que
6.49 (a) Os orbitais 1s e 2s do átomo de hidrogênio têm a mes- cortam os eixos x e y e contêm o eixo z, onde x2 – y2 = 0 6.85
ma forma esférica total, mas o orbital 2s tem uma extensão ra- Mt, [Rn] 7s25f 146d7 6.87 1,7 ´ 1028 fótons
dial maior e um nó a mais do que o orbital 1s. (b) Um único
orbital 2p é direcional em que sua densidade de elétron é con- Capítulo 7
centrada ao longo de um dos três eixos cartesianos do átomo. 7.1 Mendeleev colocou elementos com propriedades quími-
O orbital dx 2 - 2 tem densidade de elétron ao longo dos eixos x cas físicas similares dentro de uma família ou coluna da tabe-
y
e y, enquanto o orbital px tem densidade somente ao longo do la. Para os elementos não conhecidos, ele deixou espaços em
eixo x. (c) A distância média de um elétron ao núcleo em um branco. Ele previu propriedades para os ‘espaços em branco’
orbital 3s é maior do que para um elétron em um orbital 2s. (d) com base nas propriedades de outros elementos na família e
1s < 2p < 3d < 4f < 6s 6.51 (a) No átomo de hidrogênio, orbitais em cada lado. 7.3 (a) Carga nuclear efetiva, Zef, é uma repre-
com o mesmo número quântico principal, n, têm a mesma sentação do campo elétrico médio sofrido por um único elé-
energia. (b) Em um átomo com muitos elétrons (átomo polie- tron. É o ambiente de média criado pelo núcleo e os outros
letrônico), para um dado valor de n, a energia do orbital au- elétrons na molécula, expresso como uma carga positiva líqui-
menta com o aumento do valor de l: s < p < d < f 6.53 (a) + 12 , – 12 da no núcleo. (b) Da esquerda para a direita em um período, a
(b) um ímã com forte campo magnético não homogêneo (c) carga nuclear efetiva aumenta. 7.5 (a) K, 1+ (b) Br, 7+ 7.7
eles devem ter valores de ms diferentes; o princípio de exclu- Os elétrons n = 3 em Kr sofrem uma carga nuclear efetiva maior
são de Pauli 6.55 (a) 10 (b) 2 (c) 6 (d) 14 6.57 (a) Cada quadrí- e conseqüentemente têm maior probabilidade de estar perto
cula representa um orbital. (b) O spin do elétron é representado do núcleo. 7.9 Os raios atômicos são determinados pelas dis-
pelo sentido das semiflechas. (c) Não. Em Be, não há elétrons tâncias entre átomos em situações variadas. Os raios de liga-
nos subníveis que têm orbitais degenerados, de forma que a ção são calculados pela separação internuclear de dois átomos
regra de Hund não é usada. 6.59 (a) Cs, [Xe]6s1 (b) Ni, unidos por uma ligação química. Os raios de Van der Waals
[Ar]4s23d8 (c) Se, [Ar]4s23d104p4 (d) Cd, [Kr]5s24d10 (e) Ac, [Rn] são calculados pela separação internuclear entre dois átomos
7s26d1 (f) Pb, [Xe]6s24f 145d106p2 gasosos que colidem e se movimentam separadamente mas
não se ligam. 7.11 1,44 Å 7.13 A partir da soma dos raios
6.61 (a) S atômicos, As — I = 2,54 Å. Isso é bem próximo ao valor experi-
3s 3p mental de 2,55 Å. 7.15 (a) Diminui (b) aumenta (c) F < S < P <
As 7.17 (a) Be < Mg < Ca (b) Br < Ge < Ga (c) Si < Al < Tl
(b) Sr 7.19 (a) As repulsões eletrostáticas são reduzidas pela remo-
5s ção de um elétron de um átomo neutro, a carga nuclear efetiva
(c) Fe aumenta e o cátion é menor. (b) A repulsão eletrostática adicio-
4s 3d nal produzida pela adição de um elétron a um átomo neutro
diminui a carga nuclear efetiva sofrida pelos elétrons de va-
(d) Zr lência e aumenta o tamanho do ânion. (c) Descendo na coluna,
5s 4d os elétrons de valência estão mais distantes do núcleo e so-
frem maior blindagem dos elétrons internos. A maior exten-
(e) Sb
são radial dos elétrons de valência excede o aumento em Z.
5s 4d 5p
7.21 A esfera azul é um metal; seu tamanho diminui em rea-
(f) U ção, característica da mudança em raio quando um átomo de
7s 5f 6d metal forma um cátion. A esfera vermelha é um não-metal;
8 Química: a ciência central

seu tamanho aumenta em reação, característica da mudança nor porque a carga nuclear efetiva é maior. 7.57 (a) Ca é mais
em raio quando um átomo de não-metal forma um ânion. 7.23 reativo porque tem uma energia de ionização mais baixa do
(a) Uma série isoeletrônica é um grupo de átomos ou íons que que Mg. (b) K é mais reativo porque tem uma energia de ioni-

=
têm o mesmo número de elétrons. (b) (i) Cl–: Ar (ii) Se2– : Kr (iii) zação mais baixa do que Ca.

=
2+
Mg : Ne 7.25 (a) Como o número de elétrons em uma série 7.59 (a) 2K(s) + Cl2(g) 2KCl(s)

=
isoeletrônica é o mesmo, os efeitos de repulsão e de blinda- (b) SrO(s) + H2O(l) Sr(OH)2(aq)

=
gem são normalmente similares para as diferentes partículas. (c) 4Li(s) + O2(g) 2Li2O(s)
À medida que Z aumenta, os elétrons de valência são mais (d) 2Na(s) + S(l) 1
Na2S(s) 7.61 H, 1s ; Li, [He] 2s ; F,
1

fortemente atraídos pelo núcleo e o tamanho da partícula di- 2 5


[He]2s 2p . Como Li, H tem apenas um elétron de valência, e
+ 2– 2–
minui. (b) Um elétron 2p em Na 7.27 (a) Se < Se < Te seu número de oxidação mais comum é +1. Como F, H neces-
3+ 3+ 2+
(b) Co < Fe < Fe sita apenas de um elétron para adotar a configuração eletrôni-

= =
4+ 3+ 2+ +
(c) Ti < Sc < Ca (d) Be < Na < Ne ca estável do gás nobre mais próximo; tanto H como F podem

=
+ – + 2+ –
7.29 Te(g) Te (g) + e ; Te (g) Te (g) + e ; 2
existir no estado de oxidação –1. 7.63 (a) F, [He] 2s 2p ; Cl,
5

Te2+(g) 3+ –
Te (g) + e 7.31 (a) De acordo com a lei de Cou- 2 5
[Ne]3s 3p (b) F e Cl estão no mesmo grupo, e ambos adotam
lomb, a energia de um elétron em um átomo é negativa. Para uma carga iônica de 1–. (c) Os elétrons de valência 2p em F es-
aumentar a energia do elétron e removê-lo do átomo, a ener- tão mais próximos do núcleo e mais fortemente seguros do
gia deve ser adicionada ao átomo. A energia de ionização, DE que os elétrons 3p de Cl, portanto a energia de ionização de F é
para este processo, é positiva. (b) F tem uma primeira energia maior. (a) A alta energia de ionização de F acoplada a uma afi-
de ionização maior que O porque F tem Zef maior e os elétrons nidade eletrônica exotérmica relativamente grande o faz mais
mais externos em ambos os elementos estão aproximadamen- reativo do que Cl em relação a H2O. (e) Enquanto F tem apro-
te à mesma distância do núcleo. (c) A segunda energia de ioni- ximadamente a mesma carga nuclear efetiva que Cl, seu pe-
zação de um elemento é maior do que a primeira porque mais queno raio atômico dá origem a grandes repulsões quando
energia é necessária para superar Zef maior do cátion 1+ do um elétron extra é adicionado, portanto a afinidade eletrônica
que a do átomo neutro. 7.33 (a) Quanto menor o átomo, de F como um todo é menos exotérmica do que a de Cl (f) Os
maior sua primeira energia de ionização (dos elementos não elétrons de valência 2p em F estão mais próximos do núcleo,
radioativos). (b) He tem a maior e Cs tem a menor primeira tornando o raio atômico menor do que o de Cl.
energia de ionização. 7.35 (a) Ne (b) Mg (c) Cr (d) Br (e) Ge 7.65 Sob condições ambiente, os elementos do grupo 8A são
7.37 (a) Sb3+, [Kr]5s24d10 (b) Ga+, [Ar]4s23d10 (c) P3–, [Ne]3s23p6 ou todos gases extremamente não reativos, de forma que o nome
3+ 3 2+ 10 + 10
[Ar] (d) Cr , [Ar]3d (e) Zn , [Ar]3d (f) Ag , [Kr]4d
2+ 7 + ‘gases inertes’ pareceu apropriado. É inapropriado uma vez
7.39 (a) Co , [Ar]3d , 3 elétrons desemparelhados (b) In ,
que foi descoberto que tanto Xe quanto Kr reagem com subs-
= =
2 10
[Kr]5s 4d , 0 elétron desemparelhado 7.41 Energia de ioni-
= =
tâncias que têm forte tendência a remover elétrons, como F2.
=
+ – 2 10 4
zação: Se(g) Se (g) + e; [Ar]4s 3d 4p
= =
7.67 (a) 2O3(g) 3O2(g) (b) Xe(g) + F2(g) XeF2(g);
= =
2 10 3 –
[Ar]4s 3d 4p ; afinidades eletrônicas: Se(g) + e Se–(g);
= =
Xe(g) + 2F2(g) XeF4(s); Xe(g) + 3F2(g) XeF6(s); (c)
= = =
2 10 4 2 10 5 -
[Ar] 4s 3d 4p [Ar] 4s 3d 4p 7.43 Li + 1e Li–;
S(s) + H2(g) H2S(g) (d) 2F2(g) + 2H2O(l) 4HF(aq) +
[He] 2s1 2
[He]2s ; Be + 1e
– –
Be ; [He]2s
2

2 1
[He]2s 2p . A adição de um elétron a Li completa o subnível 2s. O2(g) 7.69 (a) Te tem mais caráter metálico e é melhor condu-
O elétron adicionado sofre praticamente a mesma carga nu- tor elétrico. (a) À temperatura ambiente, as moléculas de oxi-
clear efetiva que o outro elétron de valência; há uma estabili- gênio são diatômicas e existem na fase de gás. As moléculas
zação total e DE é negativo. Um elétron extra em Be ocuparia o de enxofre são anéis de 8 membros e existem no estado sólido.
subnível 2p de maior energia. Esse elétron é blindado de toda (c) O cloro é geralmente mais reativo do que o bromo porque
a carga nuclear pelos elétrons 2s e não sofre uma estabilização os átomos de Cl têm maior (mais exotérmica) afinidade eletrô-
em energia; DE é positivo. 7.45 Quanto menor a primeira ener- nica do que os átomos de Br. 7.71 Até Z = 83, há três instânci-
gia de ionização de um elemento, maior o caráter metálico da- as onde as massas atômicas são invertidas em relação aos
quele elemento. números atômicos: Ar e K; Co e Ni; Te e I. Em cada caso o isó-
7.47 (a) Li (b) Na (c) Sn (d) Al 7.49 Iônico: MgO, Li2O, Y2O3; topo mais abundante do elemento com o maior número atô-
molecular: SO2, P2O5, N2O, XeO3. Compostos iônicos são for- mico tem mais um próton, porém menos nêutrons do que o
mados pela combinação de um metal e um não-metal; com- elemento com o menor número atômico. O menor número de
postos moleculares são formados por dois ou mais não- nêutrons faz com que o elemento com o maior Z tenha massa
metais. 7.51 (a) Um óxido ácido dissolvido em água produz atômica menor do que a esperada. 7.73 (a) Na (b) Si3+ (c) Quan-
uma solução ácida; um óxido básico dissolvido em água pro- to maior a carga nuclear efetiva sofrida por um elétron de va-
duz uma solução básica. (b) Óxidos de não-metais, como SO3, lência, maior a energia de ionização para aquele elétron. De

=
são ácidos; óxidos de metais, como CaO, são básicos. acordo com a Tabela 7.2, I1 para Na é 496 kJ/mol. I4 para Si é

=
7.53 (a) BaO(s) + H2O(l) Ba(OH)2(aq) 4.360 kJ/mol. 7.76 (a) A distância Mo — F = 2,16 Å (b) A dis-

=
(b) FeO(s) + 2HClO4(aq) Fe(ClO4)2(aq) + H2O(l) tância S — F = 1,73 Å (c) A distância Cl — F = 1,70 Å 7.79 O

=
(c) SO3(g) + H2O(l) H2SO4(aq) subnível completo 4f em Hf leva a uma maior mudança em Z e
(d) CO2(g) + 2NaOH(aq) Na2CO3(aq) + H2O(l) Zef , indo de Zr para Hf do que indo de Y para La. Este maior
7.55 (a) Na, [Ne]3s1; Mg, [Ne]3s2 (b) Ao formarem íons, ambos aumento em Zef indo de Zr para Hf leva a um aumento menor

=
adotam a configuração estável de Ne; Na perde um elétron e no raio atômico do que indo de Y para La. 7.82 Energia de io-

=
– – –
Mg perde dois elétrons para conseguir essa configuração. (c) nização de F : F (g) F(g) + 1e ; afinidade eletrônica de F:
– –
A carga nuclear efetiva de Mg é maior, portanto sua energia F(g) + 1e F (g). Os dois processos são o inverso um do
de ionização é maior. (d) Mg é menos reativo porque tem uma outro. As energias são iguais em módulo mas opostas em si-
energia de ionização mais alta. (e) O raio atômico de Mg é me- nal. I1 (F –) = –E(F).
Respostas a exercícios selecionados 9

7.84 O, [He]2s22p4 Capítulo 8


2s 2p 8.1 (a) Os elétrons de valência são os que participam de liga-
ções químicas. Isso normalmente significa os elétrons além da
O2, [He]2s22p6  [Ne]
configuração de gás nobre de cerne do átomo, apesar de algu-
2s 2p mas vezes serem apenas os elétrons do nível mais externo. (b)
3– 1 Um átomo de nitrogênio tem 5 elétrons de valência. (c) O áto-
O , [Ne]3s O terceiro elétron seria adicio-
mo (Si) tem 4 elétrons de valência.
nado ao orbital 3s, que está 2 2 6 2 3
8.3 P, 1s 2s 2p 3s 3p . Um elétron 3s é um elétron de valência;
mais longe do núcleo e mais
um elétron 2s (ou 1s) não é um elétron de valência. O elétron
fortemente blindado pelo cer-
de valência 3s está envolvido em ligação química, enquanto o
ne [Ne]. A atração total desse
elétron que não é de valência 2s nem 1s não está.
elétron 3s pelo núcleo do oxi-
gênio não é grande o bastante 8.5 (a) Ca (b) P (c) Ne (d) B
3–
para que O seja uma partícu-
la estável.
2
7.86 (a) Os metais do grupo 2B têm subníveis (n – 1)d comple- 8.7 Mg  O Mg2  O
tos. Um elétron adicional ocuparia um subnível np e seria subs-
tancialmente blindado tanto por elétrons ns como (n – 1)d. Esse 8.9 K perde um único elétron de valência, enquanto Ca perde
não é um estado de energia mais baixo do que o átomo neutro e dois elétrons para conseguir um octeto completo. A remoção
um elétron livre. (b) Os elementos do grupo 1B têm a configu- de um elétron do cerne de K+ ou de Ca2+ seria energeticamente
1 10
ração eletrônica genérica ns (n – 1)d . Um elétron adicional desfavorável porque os elétrons mais internos são estabiliza-
completaria o subnível ns e sofreria repulsão do outro elétron dos por uma forte atração eletrostática pelo núcleo. Mesmo
ns. Descendo no grupo, o tamanho do subnível ns aumenta e o uma grande energia de rede não é suficiente para promover a
efeito de repulsão diminui, sendo que a carga nuclear efetiva remoção de um elétron mais interno.
aumenta e as afinidades eletrônicas se tornam mais negativas. 8.11 (a) AlF3 (b) K2S (c) Y2O3 (d) Mg3N2 8.13 (a) Sr2+, [Kr], con-
7.89 O2 < Br2 < K < Mg. O2 e Br2 são não-metais apolares. O2, figuração de gás nobre (b) Ti2+, [Ar]3d2 (c) Se2–, [Ar]4s23d104p6 =
com massa molar bem menor, deve ter o ponto de fusão mais 2+
[Kr], configuração de gás nobre (d) Ni , [Ar]3d (e) Br ,
8 –

baixo. K e Mg são sólidos metálicos com pontos de fusão mais 2 10 6


[Ar]4s 3d 4p = [Kr], configuração de gás nobre (f) Mn , 3+

altos do que os dois não-metais. Como os metais alcalinos ter- [Ar]3d4 8.15 (a) Energia de rede é a energia necessária para se-
rosos são tipicamente mais duros, mais densos, de maior pon- parar totalmente um mol de composto iônico sólido em seus
to de fusão que os metais alcalinos, Mg deve ter o ponto de íons gasosos. (b) A ordem de grandeza da energia de rede de-
fusão mais alto do grupo. Essa ordem de pontos de fusão é pende das ordens de grandeza das cargas dos dois íons, seus
confirmada pelos dados nas tabelas 7.4, 7.5, 7.6 e 7.7. 7.91 A raios e o arranjo de íons na rede. 8.17 KF, 808 kJ/mol; CaO,
energia de ionização aumenta ao mover um quadro para a di- 3.414 kJ/mol; ScN, 7.547 kJ/mol. As distâncias interiônicas nos
reita em uma linha horizontal da tabela, e diminui ao movê-lo três compostos são similares. Para compostos com separações
para baixo em uma família. De forma semelhante, a massa iônicas similares, a energia de rede deve estar relacionada com
atômica diminui ao mover um quadro para a direita e aumen- o produto das cargas dos íons. As energias de rede mostradas
ta ao movê-lo para baixo. Assim, dois elementos como Li e Mg anteriormente estão aproximadamente relacionadas como
que estão relacionados diagonalmente tendem a ter energias 1:4:9. Pequenas variações devem-se às pequenas diferenças nas
de ionização e tamanhos atômicos similares, o que dá origem separações iônicas. 8.19 Uma vez que as cargas iônicas são as
a algumas similaridades no comportamento químico. 7.94 O mesmas nos dois compostos, as separações KBr e CsCl devem
cloro e o bromo estão bem mais próximos em energia de ioni- ser aproximadamente iguais. 8.21 A grande energia atrativa
zação e afinidade eletrônica do carbono do que estão dos me- entre Ca2+ e O2– contrariamente carregados mais do que com-
2+ 2–
tais. O carbono tem tendência muito maior do que um metal pensa a energia necessária para formar Ca e O a partir
em manter seus elétrons e pelo menos alguma atração pelos dos átomos neutros. 8.23 A energia de rede de RbCl(s) é
elétrons de outros elementos. O carbono não é suscetível em +692 kJ/mol. Esse valor é menor do que a energia de rede para
formar um simples cátion, portanto os compostos de carbono NaCl porque Rb+ tem maior raio iônico do que Na+ e, portanto,
e os halogêneos são moleculares, em vez de iônicos. 7.96 (a) não consegue aproximar-se de Cl– tanto quanto Na+. 8.25 (a)
Li, [He]2s1; Zef » 1+ (b) I1 » 5,45 ´ 10–19 J/átomo » 328 kJ/mol Uma ligação covalente é a ligação formada quando dois átomos
(c) O valor estimado de 328 kJ/mol é menor do que o valor compartilham um ou mais pares de elétrons. (b) A ligação iôni-
da Tabela 7.4 de 520 kJ/mol. Nossa estimativa para Zef foi ca em NaCl deve-se à forte atração eletrostática entre íons de
um limite mais baixo; os elétrons de cerne [He] não blindam Na+ e de Cl– carregados contrariamente. A ligação covalente em
perfeitamente os elétrons 2s da carga nuclear. (d) Com base Cl2 deve-se ao compartilhamento de um par de elétrons por
na energia de ionização experimental, Zef = 1,26. Este valor é dois átomos neutros de cloro.
maior do que o calculado no item (a), o que é coerente com a Cl

=
explicação do item (c). 7.99 (a) Mg3N2 (b) Mg3N2(s) + 3H2O(l) 8.27 Cl  Cl  Cl  N Cl N

=
3MgO(s) + 2NH3(g); a força diretora é a produção de
NH3(g) (c) 17% de Mg3N2 (d) 3Mg(s) + 2NH3(g) Mg3N2(s) + Cl
3H2(g). NH3 é o reagente limitante e 0,46 g de H2 são formados.
8.29 (a) O O (b) Uma ligação dupla é necessária porque
(e) DH r° = –368,70 kJ não há elétrons suficientes para satisfazer a regra do octeto
10 Química: a ciência central

com ligações simples e pares não compartilhados. (c) Quanto H H


maior o número de pares de elétrons compartilhados entre H H H H
dois átomos, menor a distância entre os átomos. Uma ligação
dupla O N O é menor que uma ligação simples O — O. 8.31
(a) Eletronegatividade é a habilidade de um átomo de atrair os H H H H
elétrons para si em uma molécula. (b) A faixa de eletronegati- H H
vidades na escala de Pauling é 0,7–4,0. (c) O flúor é o elemento
mais eletronegativo. (d) O césio é o elemento menos eletrone- O conceito de ressonância afirma que a verdadeira descrição
gativo que não é radioativo. 8.33 (a) S (b) C (c) As (d) de ligação é algum híbrido ou mistura das duas estruturas de
Mg 8.35 As ligações em (a), (b) e (d) são polares. O elemento Lewis. A mistura mais óbvia dessas duas estruturas de resso-
mais eletronegativo em cada ligação polar é: (a) O (b) F (d) O nância é uma molécula com seis ligações C—C equivalentes
8.37 (a) Uma molécula polar tem momento de dipolo mensu- com comprimentos iguais. (b) Para que as seis ligações C—C
rável enquanto uma molécula apolar tem momento de dipolo no benzeno sejam equivalentes, cada uma deve ter algum ca-
líquido igual a zero. (b) Sim. Se X e Y tiverem eletronegativi- ráter de ligação dupla. Isto é, mais do que um par mas menos
dades diferentes, a densidade eletrônica em torno do átomo do que dois pares de elétrons estão envolvidos em cada liga-
mais eletronegativo será maior, produzindo uma separação ção C—C. Esse modelo prevê um comprimento de ligação
de carga ou dipolo na molécula. (c) O momento de dipolo, m, é C—C uniforme que é menor do que uma ligação simples, mas
o produto do módulo das cargas separadas, Q, e a distância maior do que uma ligação dupla. 8.53 (a) A regra do octeto
entre elas, r. m = Qr. 8.39 A carga calculada em H e em F é afirma que átomos ganharão, perderão ou compartilharão
0,41 e. 8.41 (a) MnO2, iônico (b) Ga2S3, iônico (c) CoO, iônico elétrons até que estejam circundados por 8 elétrons de valên-
(d) sulfeto de copper (I), iônico (e) trifluoreto de cloro, cova- cia. (b) A regra do octeto se aplica aos íons individuais em um
lente (f) fluoreto de vanádio (V), iônico composto iônico. Por exemplo, em MgCl2, Mg perde 2 e– para
H se tornar Mg2+ com a configuração eletrônica de Ne. Cada áto-
8.43 (a) (b) CcO (c) F S F
mo de Cl ganha um elétron para formar Cl– com a configura-
H Si H ção eletrônica de Ar. 8.55 As exceções mais comuns para a
regra do octeto são moléculas com mais de 8 elétrons em volta
H de um ou mais átomos. 8.57 (a) CO32– tem três estruturas de
O ressonância, e todas obedecem à regra do octeto.

(d) O S O H (e) O Cl O 2 2 2
O O O
O
C C C
H O O O O O O

(f) H N O H (b) (c) (d) (e)


H B H F F
H F F
F Ge F AS
1
F F F F
O

8.45 (a) N O (b) 0 Cl P Cl 0
0 1
1

Cl
0 8.59 (a) ; esta estrutura viola a regra do octeto.
Cl Be Cl
1  0 0 0
O
2 (b) Cl Be Cl Cl Be Cl Cl Be Cl
(c) 1 O Cl O 1 (d) 1 O Cl O H 1 2 1 0 2 2 2 2 0
3
0 0 (c) Como cargas formais são minimizadas na estrutura que vio-
O O
1 1 la a regra do octeto, essa forma é provavelmente mais impor-
tante. 8.61 (a) DH = – 304 kJ (b) DH = – 82 kJ (c) DH = – 467 kJ
 
8.47 (a) O N O O N O 8.63 (a) – 288 kJ (b) –116 kJ (c) – 1.299 kJ 8.65 (a) Exotérmica
– (b) DH calculado a partir das entalpias de ligação (– 97 kJ) é
(b) O3 é isoeletrônico com NO2 ; ambos têm 18 elétrons de va-
levemente mais exotérmico (mais negativo) do que o obtido
lência. (c) Como cada ligação N—O tem caráter parcial de li- usando valores de DH °f (– 92,38 kJ). 8.67 A entalpia média da
gação dupla, o comprimento da ligação N—O em NO -2 deve ligação Ti—Cl é 430 kJ/ mol. 8.69 (a) Grupo 4A (b) grupo 2A
ser menor do que em espécies com ligações simples formais (c) grupo 5A 8.71 E = – 8,65 ´ 10–19 J; em uma base molar E =
N—O. 8.49 Quanto mais pares de elétrons compartilhados – 521 kJ. O valor absoluto é menor do que a energia de rede,
por dois átomos, menor a ligação. Conseqüentemente, os 808 kJ/ mol. A diferença representa a energia adicionada ao
comprimentos da ligação C—O variam na ordem CO < CO2 < se colocar todos os pares de íons K+F– juntos em uma rede
CO 2-
3 . 8.51 (a) Duas estruturas de Lewis igualmente válidas tridimensional. 8.73 (a) 779 kJ/mol (b) 627 kJ/mol (c) 2.195

podem ser feitas para o benzeno. kJ/mol 8.76 (b) H 2S e (c) NO 2 contêm ligações polares.
Respostas a exercícios selecionados 11

8.79 (a) +1 (b) –1 (c) +1 (supondo que o elétron ímpar esteja em 9.15 (a) 1 – 109º, 2 – 109º (b) 3 – 109º, 4 – 109º (c) 5 – 180º (d) 6 –
N) (d) 0 (e) +3 8.81 (a) Na estrutura de Lewis mais à esquerda o 120º, 7 – 109º, 8 – 109º 9.17 (a) Apesar de os dois íons terem 4
átomo de oxigênio mais eletronegativo tem a carga formal ne- domínios de elétrons ligantes, os 6 domínios totais em volta
gativa (–1), portanto essa estrutura é provavelmente mais im- de Br necessitam de arranjo octaédrico e geometria molecular
portante. (b) O comprimento N ? N mais longo que o quadrática plana, enquanto os 4 domínios totais em B levam a
normal e o comprimento N N O mais curto do que o típico in- um arranjo e uma geometria molecular tetraédrica. (b) CF4
dicam que as estruturas do meio e da direita, com cargas for- terá ângulos de ligação mais próximos do valor previsto pelo
mais menos favoráveis, contribuem com a estrutura como um RPENV porque não há domínios de elétron não-ligantes ao
todo. Esse dado físico indica que enquanto a carga formal redor de C. Em SF4 o domínio não-ligante simples ocupará
pode ser usada para prever qual forma de ressonância será mais espaço, ‘empurrará’ os domínios ligantes e levará a ân-
mais importante para a estrutura observada, a influência dos gulos de ligação que sejam não ideais. 9.19 Cada espécie tem
contribuintes menores na estrutura verdadeira não pode ser 4 domínios de elétron, mas o número de domínios não-ligan-
ignorada. 8.83 DH é +42 kJ para a primeira reação e –200 kJ tes diminui de 2 para 0, indo de NH2 para NH+4 . Uma vez que

para a segunda. O último é muito mais favorável porque a for- domínios não-ligantes ocupam mais espaço que domínios li-
mação de 2 mols de ligações O—H é mais exotérmica do que a gantes, os ângulos de ligação se expandem quando o número

=
formação de 1 mol de ligações H—H. 8.85 (a) DH = 7,85 kJ/g de domínios não-ligantes diminui. 9.21 Sim. O vetor do mo-
de C3H5N3O9 (b) 4C7H5N3O6(s) 6N2(g) + 7CO2(g) + mento de dipolo aponta a bissecante do ângulo O—S—O com
10H2O(g) + 21C(s) a ponta negativa do dipolo apontando no sentido oposto do
8.88 (a) Ti2+, [Ar]3d2; Ca, [Ar]4s2. Os dois elétrons de valência átomo de S. 9.23 (a) No Exercício 9.13, as moléculas (i) e (ii)
2+
em Ti e em Ca estão em níveis quânticos principais diferen- terão momentos de dipolo diferentes de zero. A molécula (i)
tes e subníveis diferentes. (b) Em Ca 4s é de mais baixa energia não tem pares de elétrons não-ligantes em A, e os 3 dipolos de
do que 3d, ao passo que em Ti2+ 3d é de mais baixa energia do ligação A—F são orientados para se cancelarem. As moléculas
que 4s. (c) Há apenas um orbital 4s, portanto os 2 elétrons de (ii) e (iii) têm pares de elétrons não-ligantes em A e seus dipo-
valência em Ca estão emparelhados; há 5 orbitais 3d degene- los de ligação não se cancelam. (b) No Exercício 9.14, as molé-
rados, de forma que os 2 elétrons de valência em Ti2+ estão de- culas (i) e (ii) têm momento de dipolo igual a zero. 9.25 CO,
semparelhados. 8.90 A ‘segunda afinidade eletrônica’ de O NCl3 e SF2 são polares. 9.27 O isômero do meio tem um mo-
é +750 kJ 8.95 (a) DH = 1.551 kJ (b) DH = 1.394 kJ (c) DH = 1.353 mento de dipolo líquido igual a zero. 9.29 (a) A superposição
kJ 8.97 (a) Br — Br, D(g) = 193 kJ/mol, D(l) = 223,6 kJ/mol de orbitais acontece quando orbitais atômicos de valência em
(b) C—Cl, D(g) = 328 kJ/mol, D(l) = 336,1 kJ/mol (c) O—O, dois átomos adjacentes compartilham a mesma região do es-
D(g) = 146 kJ/mol, D(l) = 192,7 kJ/mol (d) A entalpia de liga- paço. (b) Na teoria de ligação de valência, a superposição de
ção média na fase líquida é a soma da entalpia de vaporização orbitais permite que dois elétrons ligantes ocupem mutua-
para a molécula e as entalpias de dissociação de ligação da fase mente o espaço entre os núcleos ligados. (c) A teoria de liga-
gasosa, dividida pelo número de ligações dissociadas. Isso é ção de valência é uma combinação do conceito de orbital
maior do que a entalpia de dissociação de ligação da fase gaso- atômico e o modelo de Lewis da ligação de par de elé-
sa devido à contribuição da entalpia de vaporização. trons. 9.31 (a) sp, 180º (b) sp3, 109º (c) sp2, 120º (d) sp3d2, 90º e
180º (e) sp3d , 90º, 120º e 180º
Capítulo 9
9.1 Sim. Os únicos ângulos de ligação possíveis nesse arranjo 9.33 2–
O S O
são ângulos de 120º. 9.3 (a) Um domínio de elétron é uma re-
gião em uma molécula onde há mais probabilidade de se en- O
contrar os elétrons. (b) Como os balões na Figura 9.5, cada 4 domínios de elétron em volta de S; arranjo tetraédrico; geo-
domínio de elétron ocupa um volume de espaço finito, tam- metria molecular pirâmide trigonal; orbitais híbridos sp3; ân-
bém adotando um arranjo onde as repulsões são minimiza- gulo O—S—O ~ 107º ‘ideal’ (O domínio de elétron não-ligante
das. 9.5 (a) Trigonal plano (b) tetraédrico (c) bipirâmide reduzirá de alguma forma os ângulos tetraédricos.)
trigonal (d) octaédrico 9.7 O arranjo indicado pelo RPENV 9.35 (a) B, [He]2s22p1. Um elétron 2s é promovido a um orbital
descreve o arranjo de todos os domínios de elétrons ligantes e 2s vazio. O orbital 2s e dois orbitais 2p que contêm cada um
não-ligantes. A geometria molecular descreve apenas as posi- um elétron são hibridizados para formar três orbitais híbridos
ções atômicas. Em NH3 há 4 domínios de elétron em torno do equivalentes em um arranjo trigonal planar. (b) sp2
nitrogênio, portanto o arranjo é tetraédrico. Como há 3 domí-
nios ligantes e 1 não-ligante, a geometria molecular é pirâmi- (c)
de trigonal. 9.9 (a) Tetraédrico, tetraédrica (b) bipirâmide B
trigonal, em forma de T (c) octaédrico, pirâmide quadráti-
ca 9.11 (a) Tetraédrica, pirâmide trigonal (b) linear, linear (c)
linear, linear (d) tetraédrica, pirâmide trigonal (e) bipirâmide (d) Um único orbital 2p não é hibridizado. Ele repousa per-
2
trigonal, gangorra (f) octaédrica, quadrática plana 9.13 (a) i, pendicularmente ao plano trigonal dos orbitais híbridos sp .
2 3 3 3 2
trigonal plano; ii, tetraédrica; iii, bipirâmide trigonal (b) i, 0; ii, 9.37 (a) sp (b) sp (c) sp (d) sp d (e) sp d
1, iii, 2 (c) N e P (d) Cl (ou Br ou I). Essa geometria molecular em 9.39 (a) (b)
forma de T origina-se a partir de um arranjo de bipirâmide tri- σ
gonal com 2 domínios não-ligantes. Supondo que cada átomo
de F tem 3 domínios não-ligantes e forma somente ligações π
simples com A, A deve ter 7 elétrons de valência e estar abaixo
ou no terceiro período da tabela periódica para produzir essas (c) Uma ligação s é geralmente mais forte que uma ligação p
geometrias moleculares e esse arranjo. porque há superposição de orbital mais extensiva.
12 Química: a ciência central

9.41 (a) (b)


π*2p
H O

H C H C
H H 
H
3 2 3
(b) sp , sp (c) O átomo de C em CH4 é hibridizado sp ; não há
orbitais p não hibridizados disponíveis para a superposição p π2p
2px 2px
necessária para ligações múltiplas. Em CH2O o átomo de C é
2
hibridizado sp , com um orbital atômico p disponível para for-
mar a superposição p na ligação dupla CNO. 9.43 (a) 24 elé- (c) s2p < p2p < p*2 p < s*2 p 9.55 (a) Ao se comparar os mesmos
trons de valência (b) 18 elétrons de valência para formar dois átomos ligados, a ordem de ligação e a energia de ligação
ligações s (c) 2 elétrons de valência para formar ligações p (d) estão diretamente relacionadas, enquanto a ordem de ligação
4 elétrons de valência são não-ligantes (e) O átomo central C é e o comprimento de ligação estão inversamente relacionados.
hibridizado sp2 9.45 (a) ~109º em torno de C mais à esquerda, Quando comparando núcleos diferentes ligados, não existem
sp3, ~120º em torno de C à direita, sp2 (b) O “O” duplamente li- relações simples. (b) Não se espera que Be2 exista; ele tem or-
gado pode ser visto como sp2, e o outro como sp3; o nitrogênio é dem de ligação zero e não é energeticamente favorável sobre
sp3 com ângulos de ligação de aproximadamente 109º. (c) nove os átomos isolados de Be. Be2+ tem ordem de ligação 0,5 e é li-
ligações s, uma ligação p 9.47 (a) Em uma ligação p localiza- geiramente mais baixo em energia do que os átomos isolados
da, a densidade eletrônica é concentrada entre os dois átomos de Be. Ele provavelmente existirá sob condições experimen-
formando a ligação. Em uma ligação p Deslocalizada, a densi- tais especiais, mas será instável.
dade eletrônica é espalhada por todos os átomos que contri- 9.57 (a, b) As substâncias sem elétrons desemparelhados são
buem com orbitais p para a rede. (b) A existência de mais de fracamente repelidas por um campo magnético. Essa proprie-
uma forma de ressonância é uma boa indicação de que uma dade é chamada diamagnetismo. (c) O 2- 2 , Be 2
2+

+
molécula terá ligação p deslocalizada. (c) Deslocalizada 9.49 9.59 (a) B 2 , s2s s 2s p2p , aumenta (b) Li2 , s1s s *1s s2s , aumenta (c)
* 2
2 1 + 2 2 1

(a) Orbitais atômicos e moleculares têm energia e formas ca- N2 , s2s s 2s p2p s2p , aumenta (d) Ne, s2s s 2s p2p p2s1, diminui
+ 2 * 2 4 1 2 * 2 4

9.61 CN, s2s s *2s p2p s2p , ordem de ligação = 2,5, paramagnéti-
2 2 4 1
racterísticas; cada um pode conter no máximo dois elétrons.
co; CN , s2s s 2s p2p , ordem de ligação = 2,0, diamagnético;
+ * 2
2 4
Os orbitais atômicos são localizados e suas energias são o re-
CN , s2s s *2s p2p s2p , ordem de ligação = 3,0, diamagnético 9.63
– 2 2 4 2
sultado de interações entre as partículas subatômicas em um
único átomo. Os orbitais moleculares podem ser deslocaliza- (a) 3s, 3px, 3py, 3pz (b) p3p (c) 2 (d) Se o diagrama de OM para P2 é
dos e as respectivas energias são influenciadas pelas intera- similar ao diagrama de N2, P2 não terá elétrons desemparelha-
ções entre os elétrons em vários átomos. (b) Há uma dos e será diamagnético. 9.65 (a) Angular (b) tetraédrico (c)
diminuição líquida na energia que acompanha a formação da angular (d) forma de ‘T’ (e) linear 9.67 SiF4 é tetraédrico, SF4
ligação porque os elétrons em H2 são fortemente atraídos para é na forma de gangorra, XeF4 é quadrático plano. As formas
ambos os núcleos de H. (c) 2 são diferentes porque o número de domínios de elétrons
9.51 (a) —
* *1s não-ligantes é diferente em cada molécula, mesmo todas as
1s
moléculas tendo quatro domínios de elétrons ligantes. Os ân-
1
— — gulos de ligação e a forma molecular são determinados pelo
1s 1s 1s número total de domínios de elétrons. 9.69 (a) Duas sigmas,
1 duas pi (b) duas sigmas, duas pi (c) três sigmas, uma pi (d)
—
1s
quatro sigmas, uma pi 9.72 O composto da direita tem um
H2 momento de dipolo diferente de zero.
9.74
(b) Há um elétron em H+2 . (c) s 1 s (d) OL = 12 (e) Sim. Se o único
1
H H
+
elétron em H for excitado para o orbital s , sua energia é
2
*
1s
C C C
maior do que a energia de um orbital atômico H 1s, e H+2 se de- H H
comporá em um átomo de hidrogênio e um íon de hidrogênio.
(a) A molécula não é plana. (b) O aleno não tem momento de
dipolo. (c) As ligações no aleno não seriam descritas como
9.53 deslocalizadas. As nuvens p das duas CNC adjacentes são
(a) mutuamente perpendiculares, logo não existe superposição
nem deslocalização de elétrons p.
9.77 (a) O O O O O O
Para acomodar a ligação p deslocalizada indicada nas estrutu-
σ*2p
ras de ressonância anterior, todos os átomos de O devem ser
 hibridizados sp2. (b) Para a estrutura de ressonância à esquer-
da, ambas as ligações sigma são formadas pela superposição
σ2p de orbitais híbridos sp , a ligação p é formada pela superposi-
2
2pz 2pz
ção de orbitais atômicos p, um dos pares não-ligantes no áto-
Respostas a exercícios selecionados 13

mo de O terminal à direita está em um orbital atômico p, e os 5 equação PV = nRT. 10.25 O frasco A contém o gás com M =
pares não-ligantes restantes estão em orbitais híbridos sp2. (c) 30 g/mol e o frasco B contém o gás com M = 60 g/mol. 10.27
Apenas orbitais atômicos não hibridizados p podem ser usa- (a) 42,1 L (b) 32,5 K (c) 3,96 atm (d) 0,320 mol 10.29 1,7 ´ 104
dos para formar um sistema p deslocalizado. (d) O sistema p kg de H2 10.31 (a) 91 atm (b) 2,3 ´ 10 L 10.33 (a) 39,7 g de
2

deslocalizado contém 4 elétrons, 2 da ligação p e 2 do par Cl2 (b) 12,5 L (c) 377 K (d) 2,53 atm 10.35 (a) n = 2 ´ 10–4 mol
não-ligante no orbital p. 9.79 N 2- 2-
2 e O 2 são prováveis de ser de O2 (b) A barata precisa de 8 ´ 10–3 mol de O2 em 48 h, mais
2–
espécies estáveis, F2 não é. 9.82 (a) HNO2 do que 100% de O2 na jarra. 10.37 Para amostras de gás nas
(b) O N O H (c) A geometria ao redor de N é trigonal mesmas condições, a massa molar determina a densidade.
2 Dos três gases listados, (c) Cl2 tem a maior massa molar. 10.39
plana. (d) Hibridização sp ao redor de N (e) Três sigmas, uma
(c) Porque os átomos de hélio são de massa mais baixa do que a
pi 9.87 A partir das entalpias de dissociação de ligação, DH =
média das moléculas do ar, o gás hélio é menos denso do que o
5.364 kJ; de acordo com a lei de Hess, DH° = 5.535 kJ. A dife-
ar. O balão, assim, pesa menos do que o ar deslocado por seu
rença nos dois resultados, 171 kJ, deve-se à estabilização de
volume. 10.41 (a) d = 1,77 g/L (b) M = 80,1 g/mol 10.43 M =
ressonância no benzeno. A quantidade de energia realmente
89,4 g/mol 10.45 3,5 ´ 10–9 g de Mg 10.47 2,94 ´ 103 L de
necessária para decompor 1 mol de C6H6(g) é maior do que a
NH3 10.49 0,402 g de Zn 10.51 (a) Quando a torneira for
soma das entalpias das ligações localizadas.
aberta, o volume ocupado por N2(g) aumenta de 2,0 para 5,0 L.
P de N2 = 0,40 atm (b) Quando os gases se misturam, o volume
Capítulo 10
de O2(g) aumenta de 3,0 para 5,0 L. P de O2 = 1,2 atm (c) Pt =
10.1 (a) Um gás é muito menos denso do que um líquido. (b)
1,6 atm 10.53 (a) P de He = 1,88 atm, P de Ne = 1,10 atm, P de
Um gás é muito mais compressível do que um líquido. (c) To-
Ar = 0,360 atm, P de CO2 = 0,20 atm 10.57 2,5 mol% de
das as misturas de gases são homogêneas. Moléculas de líqui-
do similares formam misturas homogêneas, enquanto moléculas O2 10.59 Pt = 2,70 atm 10.61 (a) Aumento na temperatura a
muito diferentes formam misturas heterogêneas. 10.3 (a) F = volume constante ou diminuição no volume ou aumento na
m ´ a. As forças que elas exercem no solo são exatamente iguais. pressão (b) diminuição na temperatura (c) aumento no volu-
(b) P = F/A. A pessoa apoiando-se em um pé aplica essa força me, diminuição na pressão (d) aumento na temperatu-
sobre uma área menor, exercendo maior pressão no chão. 10.5 ra 10.63 O fato de os gases serem facilmente compressíveis
(a) 10,3 m (b) 2,0 atm 10.7 (a) O tubo pode ter qualquer área suportam a suposição de que a maioria do volume de uma
transversal. (b) No equilíbrio a força da gravidade por área uni- amostra de gás é espaço vazio. 10.65 (a) O recipiente A tem
tária agindo na coluna de mercúrio no nível do mercúrio exter- mais moléculas. (b) A densidade de CO é 1,25 g/L e a densida-
no não é igual à força da gravidade atuando na atmosfera. (c) de de SO2 é 1,33 g/L. O recipiente B tem mais massa. (c) A
A coluna de mercúrio é mantida para cima pela pressão da at- energia cinética média das moléculas no recipiente B é maior.
mosfera aplicada na piscina exterior de mercúrio. 10.9 (a) (d) uA/uB = 1,46. As moléculas no recipiente A têm maior velo-
0,349 atm (b) 265 mm de Hg (c) 3,53 ´ 104 Pa (d) 0,353 cidade vmq. 10.67 (a) Em ordem crescente de velocidade:
bar 10.11 (a) P = 773,4 torr (b) A pressão em Chicago é maior CO2 » N2O < F2 < HF < H2 (b) u H 2 = 1,92 ´ 103 m/s, u CO 2 = 4,12
´ 10 m/s 10.69 A ordem crescente da velocidade de efusão
2
do que a pressão atmosférica padrão; dessa forma, faz sentido
classificar esse sistema de clima como um ‘sistema de alta é: H Cl < 1H37Cl < 2H35Cl < 1H35Cl
2 37

pressão’. 10.13 1,7 ´ 103 kPa 10.15 (i) 0,29 atm (ii) 1,063 atm 10.71 As4S6 10.73 (a) O comportamento de gás não ideal é ob-
(iii) 0,136 atm servado a pressões muito altas e baixas temperaturas. (b) Os
volumes reais das moléculas de gás e as forças intermolecula-
10.17 (a) V2  5 res atrativas entre as moléculas fazem com que os gases com-
3 V1
portem-se não idealmente.
10.75 De acordo com a lei de gás ideal, a razão PV/RT pode ser
constante para determinada amostra de gás em todas as com-
binações de pressão, volume e temperatura. Se essa razão va-
300 K, V1 500 K, V2 riar com o aumento da pressão, a amostra de gás não está se
comportando idealmente. 10.77 Ar (a = 1,34, b = 0,0322) irá
(b) V2 
1
V1 se comportar mais como um gás ideal do que CO2 (a = 3,59, b =
2
0,427) a altas pressões.
10.79 (a) P = 0,917 atm (b) P = 0,896 atm 10.81 Com o tempo,
os gases misturam-se perfeitamente. Cada bulbo conterá 4
átomos representados como bola cheia e 3 átomos representa-
dos por bola vazia. 10.83 3,3 mm3 10.86 5,4 ´ 103 g de
1 atm, V1 2 atm, V2
O2 10.90 (a) NH3(g) permanecerá após a reação. (b) P =
10.19 (a) 5,39 L (b) 15,2 L 10.21 (a) Se volumes iguais de gases 0,957 atm 10.92 O oxigênio é 70,1 mol% da mistura. 10.95
à mesma temperatura e pressão contêm números iguais de Apenas o item (b) é satisfatório. O item (c) não suportaria uma
moléculas e as moléculas reagem em proporções de pequenos coluna de Hg porque ela é aberta em ambos os lados. O item
números inteiros, segue que os volumes dos gases reagentes (d) não é alto o suficiente para suportar uma coluna de aproxi-
estão nas proporções de pequenos números inteiros. (b) madamente 760 mm de Hg. Os itens (a) e (e) não são apropria-
Como os dois gases estão à mesma temperatura e pressão, a dos pela mesma razão: eles não têm área transversal
proporção dos números de átomos é a mesma que a propor- uniforme. 10.98 (a) À medida que um gás for comprimido a
ção dos volumes. Existem 1,5 vezes mais átomos de Xe do que temperatura constante, o número de colisões intermoleculares
átomos de Ne. 10.23 (a) PV = nRT; P em atmosferas, V em aumenta. A atração intermolecular faz com que algumas des-
litros, n em mols, T em kelvins. (b) Um gás ideal exibe rela- sas colisões sejam inelásticas, o que amplifica o desvio do
ções de pressão, de volume e de temperatura descritas pela comportamento de gás ideal. (b) À medida que a temperatura
14 Química: a ciência central

de um gás aumentar a volume constante, uma fração maior maior. (b) À medida que a temperatura aumenta, a viscosida-
das moléculas tem energia cinética suficiente para superar as de do óleo diminui porque as energias cinéticas médias das
atrações internucleares e o efeito da atração internuclear tor- moléculas aumentam. (c) As forças adesivas entre a água po-
nar-se menos significativo. 10.101 DH = –1,1 ´ 1014 kJ (su- lar e a cera de carro apolar são fracas; assim, a grande tensão
pondo que H2O(l) é um produto) 10.105 (a) A pressão superficial da água puxa o líquido para a forma com a menor
parcial de IF5 é 0,515 atm. (b) A fração em quantidade de maté- área superficial, uma esfera. 11.27 Endotérmica: fusão, va-
ria de IF5 é 0,544. porização, sublimação; exotérmica: condensação, congelamen-
to, deposição. 11.29 A fusão não requer a separação das molé-
Capítulo 11 culas, de forma que a exigência de energia é menor do que para a
11.1 (a) Sólido < líquido < gás (b) gás < líquido < sólido 11.3 vaporização, onde as moléculas devem ser separadas. 11.31
Nos estados líquido e sólido as partículas estão se tocando e 2,2 ´ 103 g de H2O 11.33 105 kJ 11.35 (a) A pressão crítica é a
existe muito pouco espaço vazio, logo os volumes ocupados pressão necessária para provocar a liquefação a temperatura
por uma unidade de massa são muito similares e as densida- crítica. (b) À medida que a força de atração entre as moléculas
des também. Na fase gasosa as moléculas estão afastadas, de aumenta, a temperatura crítica do composto aumenta. (c) To-
forma que uma massa unitária ocupa um volume muito maior dos os gases da Tabela 11.5 podem ser liquefeitos à tempera-
do que no líquido ou no sólido, e a densidade da fase gasosa é tura do nitrogênio líquido, dada pressão suficiente. 11.37 (a)
muito menor. 11.5 À medida que a temperatura de uma Nenhum efeito (b) Nenhum efeito (c) A pressão de vapor di-
substância aumenta, a energia cinética média das partículas minui com o aumento das forças intermoleculares atrativas
aumenta. À medida que a energia cinética aumenta, mais par- porque menos moléculas têm energia cinética suficiente para
tículas são capazes de superar as forças intermoleculares atra- superar as forças atrativas e escapar para a fase de vapor. (d)
tivas e passar para um estado menos ordenado, do sólido para A pressão de vapor aumenta com o aumento da temperatura
o líquido e para o gás. 11.7 (a) Forças de dispersão de Lon- porque as energias cinéticas médias das moléculas aumen-
don (b) forças dipolo–dipolo (c) forças dipolo–dipolo e em de- tam. 11.39 CBr4 < CHBr3 < CH2Br2 < CH2Cl2 < CH3Cl < CH4. A
terminados casos ligação de hidrogênio 11.9 (a) Molécula tendência é dominada pelas forças de dispersão mesmo qua-
covalente apolar; apenas forças de dispersão de London (b) tro das moléculas sendo polares. A ordem crescente de volati-
molécula covalente polar com ligações O—H; ligação de hi- lidade é a ordem crescente da pressão de vapor, a ordem
drogênio, forças dipolo–dipolo e forças de dispersão de Lon- decrescente da massa molar e a ordem decrescente de intensi-
don (c) molécula covalente polar; forças dipolo–dipolo e dade das forças de dispersão. 11.41 (a) A temperatura da
forças de dispersão de London (mas não ligação de hidrogê- água nas duas panelas é a mesma. (b) A pressão de vapor não
nio) 11.11 (a) A polarizabilidade é a facilidade com a qual a depende nem do volume nem da área superficial do líquido.
distribuição de carga em uma molécula pode ser distorcida À mesma temperatura, as pressões de vapor da água nos
para produzir um dipolo temporário. (b) Te é o mais polarizá- dois recipientes são as mesmas. 11.43 (a) Aproximada-
vel porque seus elétrons de valência estão mais afastados do mente 17 oC (b) aproximadamente 28 oC 11.45 (a) 79 oC (b) A
núcleo e mantidos menos fortemente. (c) Em ordem crescente pressão de vapor do éter dietílico a 12 oC é aproximadamente
de polarizabilidade: CH4 < SiH4 < SiCl4 < GeCl4 < GeBr4 (d) A 325 torr, menos do que a pressão atmosférica de 340 torr. Se
ordem de grandeza das forças de dispersão de London e por- um manômetro de ponta aberta fosse usado, o braço aberto
tanto os pontos de ebulição das moléculas aumentam à medi- para a atmosfera estaria mais baixo do que o lado aberto para
da que a polarizabilidade aumenta. A ordem crescente dos o recipiente. 11.47 A linha líquido – gás de um diagrama de
pontos de ebulição é a ordem crescente de polarizabilidade fases termina no ponto crítico, a temperatura e pressão depois
dada no item (c). 11.13 (a) H2S (b) CO2 (c) CCl4 11.15 Tanto dos quais não se pode distinguir entre as fases líquida e gaso-
moléculas de butano na forma de tubos como moléculas esfé- sa. 11.49 (a) H2O(g) irá condensar em H2O(s) a aproximada-
ricas de 2-metilpropano sofrem forças de dispersão. A maior mente 4 mm de Hg; a uma pressão mais alta, talvez 5 atm ou
superfície de contato entre as moléculas de butano produzem mais, a H2O(s) se fundirá em H2O(l). (b) A 100 oC e 0,50 atm, a
maior ponto de ebulição. 11.17 CH3NH2 e CH3OH. As molé- água está na fase de vapor. À medida que ela esfria, o vapor
culas com ligações N—H, O—H e F—H formam ligações de de água condensa-se para água líquida a aproximadamente
hidrogênio com moléculas semelhantes. 11.19 (a) HF tem o 82 oC, a temperatura na qual a pressão de vapor da água líqui-
maior ponto de ebulição porque as ligações de hidrogênio são da é 0,50 atm. O resfriamento adicional resulta no congela-
mais fortes do que as forças de dipolo–dipolo. (b) CHBr3 tem o mento a aproximadamente 0 oC. O ponto de congelamento da
maior ponto de ebulição porque tem a maior massa molar, in- água aumenta com a diminuição da pressão, logo a 0,50 atm; a
dicando maior polarizabilidade e forças de dispersão mais temperatura de congelamento é muito pouco acima de 0 oC.
fortes. (c) ICl tem o maior ponto de ebulição porque as molé-
Pressão (atm; não está em escala)

culas têm massas molares similares (conseqüentemente forças 11.51 (a)


50
de dispersão similares), mas ICl é polar, fornecendo-lhe forças Líquido Ponto
de dipolo–dipolo que estão ausentes na molécula apolar de crítico
Sólido
Br2. 11.21 Tensão superficial, alto ponto de ebulição e alto ca-
lor específico. 11.23 (a) Tanto as viscosidades quanto as ten-
sões superficiais de líquidos aumentam à medida que as Ponto
de fusão Gás
forças intermoleculares tornam-se mais fortes. (b) A tensão normal
superficial e a viscosidade diminuem conforme a temperatura 1
Ponto de ebulição normal
e a energia cinética média das moléculas aumentam. 11.25 Ponto triplo
(a) CHBr3 tem massa molar mais alta, é mais polarizável e tem 0
–160 –110 –60 –10 40
forças de dispersão mais fortes, logo a tensão superficial é
Temperatura, ºC
Respostas a exercícios selecionados 15

(b) Xe(s) é mais denso do que Xe(l) porque a linha sólido–lí- deve ser maior do que a pressão atmosférica. Desde que al-
quido no diagrama de fases é normal. (c) O resfriamento de gum líquido esteja presente, a pressão do gás no tanque será
Xe(g) a 100 torr provocará a deposição do sólido porque constante. (b) Se o gás butano vaza do tanque, o butano líqui-
100 torr está abaixo da pressão do ponto triplo. 11.53 Em só- do irá vaporizar (evaporar) para manter a pressão de vapor
lido cristalino, as partículas componentes estão arranjadas em em equilíbrio. A vaporização é um processo endotérmico; o
padrão repetitivo ordenado. Em um sólido amorfo, não existe butano irá absorver calor da vizinhança, e a temperatura do
estrutura ordenada. 11.55 A célula unitária é a unidade fun- tanque e do líquido diminuirão. (c) 56,8 kJ; V = 67,9 L
damental da rede cristalina. Quando repetida em três dimen- 11.103 P (vapor de benzeno) = 98,6 torr
sões, ela produz a rede cristalina. É um paralelepípedo com
distâncias e ângulos característicos. As células unitárias po- Capítulo 12
dem ser primitivas ou centradas. 11.57 A grande diferença nos 12.1 Tanto um líquido ordinário quanto um cristal líquido ne-
pontos de fusão deve-se às forças muito diferentes impondo or- mático são fluidos; eles são convertidos diretamente para a
dem atômica no estado sólido. Muito mais energia cinética é ne- fase sólida com resfriamento. A fase nemática é nebulosa e
cessária para romper as ligações metálicas deslocalizadas no mais viscosa do que um líquido ordinário. Com o aquecimento,
ouro do que para vencer as forças de dispersão de London rela- a fase nemática é convertida em um líquido ordinário. 12.3
tivamente fracas em Xe. 11.59 (a) r = 1,355 Å (b) densidade = No estado sólido a orientação relativa das moléculas é fixada e
22,67 g/cm3 11.61 Massa atômica = 55,8 g/mol 11.63 (a) 12 repetida nas três dimensões. Quando uma substância muda
(b) 6 (c) 8 11.65 a = 6,13 Å 11.67 (a) Os íons U4+ em UO2 são da fase líquida cristalina nemática, as moléculas permanecem
representados por esferas menores na Figura 11.42 (c). A ra- alinhadas em uma dimensão; o movimento translacional é
zão entre as esferas maiores e as esferas menores equipara-se permitido, mas o movimento rotacional é restrito. A transfor-
à razão entre O2– e U4+ na fórmula química, logo as esferas mação para a fase líquida isotrópica destrói a ordem unidimen-
menores devem representar U4+. (b) densidade = 10,97 g/cm3 sional, resultando em movimentos translacional e rotacional li-
11.69 (a) Ligação de hidrogênio, forças dipolo–dipolo, forças vres. 12.5 A presença de grupos polares ou de pares de
de dispersão de London (b) ligações químicas covalentes (c) elétrons não-ligantes leva a interações dipolo–dipolo relativa-
ligações iônicas (d) ligações metálicas 11.71 Nos sólidos mo- mente fortes entre as moléculas. Essas são uma parte signifi-
leculares, forças intermoleculares relativamente fracas unem cativa das forças orientadoras necessárias para a formação do
as moléculas na rede, necessitando, assim, de relativamente cristal líquido. 12.7 Na fase nemática existe uma ordem uni-
pouca energia para romper essas forças. Nos sólidos covalen- dimensional. Em uma fase esmética, os sentidos longos das
tes, as ligações covalentes unem os átomos em uma rede ex- moléculas e as pontas das moléculas estão alinhados. 12.9
tensa. A fusão ou a deformação de um sólido covalente Uma fase nemática é composta de camadas de moléculas ali-
significa a quebra de ligações covalentes, que necessitam de nhadas ao longo de seus comprimentos, sem ordem adicional
grande quantidade de energia. 11.73 Por causa do seu ponto dentro das camadas ou entre as camadas. Uma fase colestérica
de fusão relativamente alto e das propriedades como solução também contém esse tipo de camada, mas sem qualquer orga-
condutora, o sólido deve ser iônico. 11.75 (a) B, rede cova- nização entre elas. 12.11 O n-decano não tem um comprimen-
lente como C(s), versus as forças de dispersão fracas em BF3 (b) to de cadeia suficientemente longo ou uma massa molecular
NaCl, iônico versus ligação metálica (c) TiO2, maior carga em para ser considerado um polímero.
O2– do que em Cl– (d) MgF2, maior carga em Mg2+ do que em
O
Na+ 11.78 (a) SO2, IF, HBr (b) CH3NH2, HCOOH 11.80 (a) O
isômero cis tem forças dipolo–dipolo mais intensas e ponto de 12.13 CH3 C O H  H O CH2 CH3
ebulição mais alto. (b) Como o isômero trans apolar com for-
ças intermoleculares mais fracas tem o maior ponto de fusão, Ácido acético Etanol
ele deve empacotar mais eficientemente no estado sóli-
do. 11.83 (a) Diminui (b) aumenta (c) aumenta (d) aumenta O
(e) aumenta (f) aumenta (g) aumenta 11.86 Os dois grupos
O—H no etilenoglicol estão envolvidos em muitas interações CH3 C O CH2CH3  H2O
de ligação de hidrogênio, levando ao seu maior ponto de ebu- Acetato de etila
lição e viscosidade, em relação ao pentano, que sofre apenas
forças de dispersão. 11.88 A bomba de vácuo reduz a pres- Se um ácido dicarboxílico e um diálcool forem combinados,
são da atmosfera acima da água até que a pressão atmosférica existe o potencial para a propagação da cadeia polimérica em
iguale-se à pressão de vapor da água e a água entre em ebuli- ambos os lados de ambos os monômeros.
ção. A ebulição é um processo endotérmico, e a temperatura 12.15 (a) H H
cai se o sistema não for capaz de absorver calor da vizinhança C C
rápido o suficiente. À medida que a temperatura da água di- H CI
minui, a água congela. 11.93 (a) 1 átomo (b) 2 átomos (c) 4
átomos 11.95 A difração mais eficiente ocorre quando as dis- (b) CH2 CH2 CH2 NH2
tâncias entre as camadas de átomos no cristal forem similares 
H2N CH2 CH2 CH2
ao comprimento de onda da luz sendo difratada. Os raios X de O
molibdênio de 0,71 Å são da mesma ordem de grandeza que
HO CH2 CH2 C
as distâncias entre as camadas no cristal e são difratados. A
C CH2 CH2 OH
luz visível, 400–700 nm ou 4.000 a 7.000 Å, é muito longa para
ser difratada com eficiência. 11.100 (a) A pressão no tanque O
16 Química: a ciência central

(c) O O está ligado a 4 átomos de C, e cada C está ligado a 4 átomos de


CH2 OH C C Si em um arranjo tetraédrico, produzindo uma rede estendida

HO CH2 HO OH tridimensional. A natureza tridimensional estendida da es-
trutura produz a dureza excepcional, e o caráter covalente da
12.17 HOOC COOH H2N NH2 rede de ligações fornece a grande estabilidade térmica. 12.39
e Um material supercondutor não oferece resistência ao fluxo de
corrente elétrica. Os materiais supercondutores poderiam
transmitir eletricidade com eficiência muito maior do que os
O H O transportadores atuais. 12.41 A queda acentuada na resistivi-
dade de MgB2 próximo a 39 K é a temperatura de transição de
12.19 n H2N (CH2)3C O H  H N (CH2)3C OH supercondutividade, Tc. 12.43 É difícil moldar superconduto-
res cerâmicos em formatos úteis como fios; esses fios são na me-
O O lhor das hipóteses frágeis; a quantidade de corrente por área de
NH (CH2)3C NH (CH2)3C
seção transversal que pode ser transportada por esses fios é li-
mitada; as cerâmicas supercondutoras necessitam de tempera-
n
turas muito baixas que os tornam impraticáveis para usos
12.21 A flexibilidade das cadeias moleculares provoca a flexi- difundidos. 12.45 A adesão deve-se às forças intermoleculares
bilidade do polímero volumoso. A flexibilidade é aumentada atrativas. Estas incluem íon–dipolo, dipolo–dipolo, forças de
pelas características moleculares que inibem a organização, dispersão e ligação de hidrogênio entre as substâncias com ca-
como a ramificação, e é diminuída pelas características que racterísticas de ligação semelhantes. 12.47 O revestimento na
encorajam a organização, como a ligação cruzada ou a densi- Figura 12.31 é um filme metálico que reflete a maioria da luz so-
dade p deslocalizada. A ligação cruzada, a formação de liga- lar incidente. A exclusão da luz solar do interior dos prédios re-
ções químicas entre as cadeias poliméricas, reduz a duz o resplendor e a carga de resfriamento. A opacidade do
flexibilidade das cadeias moleculares, aumentando a dureza filme fornece privacidade. 12.49 Um momento de dipolo
do material, e diminui a reatividade química do políme- aproximadamente paralelo à dimensão mais longa da molécu-
ro. 12.23 A função do polímero determina se as altas massas la faria com que as moléculas se reorientassem quando um
moleculares e o alto grau de cristalinidade são propriedades campo elétrico fosse aplicado perpendicularmente ao sentido
desejáveis. Se o polímero será usado como invólucro ou fibra normal da orientação molecular. 12.52 Na temperatura onde
flexível, a rigidez é uma propriedade indesejável. 12.25 O uma substância muda da fase sólida para a fase líquida cristali-
neopreno é biocompatível? Ele provoca reações inflamatórias? na, foi fornecida energia cinética suficiente para superar a
O neopreno satisfaz as exigências físicas de um guia flexível? maioria da organização de longo alcance no sólido. Um au-
Ele permanecerá resistente à degradação e manterá a elastici- mento relativamente pequeno na temperatura é necessário
dade? O neopreno pode ser preparado na forma suficiente- para superar as forças alinhantes remanescentes e produzir um
mente pura de forma que ele possa ser classificado como de líquido isotrópico. 12.54 Nas baixas temperaturas da Antárti-
grau médico? 12.27 Os materiais de enxerto de corrente vas- ca, a fase líquida cristalina está mais próxima do seu ponto de
cular não podem ser alinhados com as células similares àque- congelamento. As moléculas têm menos energia cinética devi-
las na artéria natural. O corpo detecta que o enxerto é do à temperatura, e a voltagem aplicada pode não ser suficien-
‘estranho’, e as plaquetas aderem-se às superfícies internas, te para superar as forças de orientação entre as pontas das
provocando coágulos sangüíneos. As superfícies internas de moléculas. Se algumas ou todas as moléculas não girarem
implantes vasculares futuros precisam acomodar um revesti- quando a voltagem for aplicada, o visor não funcionará apro-
mento de células que não atraiam nem ataquem as plaque- priadamente.
tas. 12.29 Para que as células da pele em um meio de cultura se 12.58 (a)
CH3 H
desenvolvam na pele artificial, uma matriz mecânica que supor-
400 ºC
ta as células em contato entre si deve estar presente. A matriz Si Si CH2
deve ser forte, biocompatível e biodegradável. Ela provavelmente
tem grupos funcionais polares que formam ligações de hidrogênio CH3 CH3
n n
com as biomoléculas nas células dos tecidos. 12.31 As cerâmicas
não são facilmente recicláveis por causa de seus pontos de fu- H
são extremamente altos e estruturas iônicas ou covalentes rí-
1.200 ºC
gidas. 12.33 As partículas muito pequenas, com formas e Si CH2 [SiC]n  CH4(g)  H2(g)
tamanhos uniformes, são necessárias para a produção por sin-
terização de um objeto cerâmico forte. Com o aquecimento CH3
n

= 2Nb(s) + 10HBr(g)
para iniciar as reações de condensação, quanto mais uniforme
o tamanho da partícula e quanto maior a área superficial do (b) 2NbBr5(g) + 5H2(g)
(c) SiCl (l) + 4C H OH(l) = Si(OC H ) (s) + 4HCl(g)
sólido, mais ligações químicas são formadas e mais forte o ob-
jeto cerâmico. 12.35 Tubos reforçantes de aço são adiciona- 4 2 5 2 5 4

dos ao concreto para resistir ao esforço aplicado ao longo do


sentido mais comprido do tubo. Por analogia, a forma do ma-
terial reforçante no compósito cerâmico pode ser na forma de
tubo, com um comprimento muito maior do que o seu diâme- H
(d)
tro. Os tubos podem ser orientados em muitos sentidos, de tal n CH CH2 C C
forma que o material quebradiço, compósito de concreto ou
de cerâmica, é reforçado em todos os sentidos. 12.37 Cada Si H H
n
Respostas a exercícios selecionados 17

12.62 (a) SiO2(s) (b) TiO2(s) (c) Ge(s) 12.64 (a) DH = – 82 kJ/mol mol de NaCl produz duas vezes mais partículas dissolvidas
de C2H4 (b) DH = –14 kJ/mol (de um dos reagentes) (c) DH = do que um mol do soluto molecular C6H12O6. A elevação do
0 kJ/mol 12.68 (a) x = 0,22 (b) Tanto Hg quanto Cu têm mais ponto de ebulição está diretamente relacionada à quantidade
do que um estado de oxidação estável. Se íons diferentes na de matéria total de partículas dissolvidas, logo 0,10 mol/kg
rede do sólido têm diferentes cargas, a carga média é um valor de NaCl tem o maior ponto de ebulição. (b) 0,10 mol/kg de
não inteiro. Ca e Ba são estáveis apenas no estado de oxidação NaCl: DTe = 0,101 oC, Te = 100,1 oC; 0,10 mol/kg de C6H12O6: DTe
+2 e não são prováveis de ter carga média fracionária. (c) Ba2+ é o o
= 0,051 C, Te = 100,1 C 13.53 0,030 mol/kg de fenol > 0,040
o maior; Cu2+ é o menor. mol/kg de glicerina = 0,020 mol/kg de KBr 13.55 (a) Tc =
– 115,3 oC, Te = 78,8 oC (b) Tc = –67,9 oC, Te = 64,6 oC (c) Tc = – 0,91 oC,
Capítulo 13 Te = 100,3 C 13.57 p = 0,0271 atm 13.59 M = 1,8 ´ 10 g/mol de
o 2

13.1 Se o módulo de DH3 for pequeno em relação ao módulo adrenalina 13.61 M = 1,39 ´ 104 g/mol de lisoenzima 13.63
de DH1, DHdiss será grande e endotérmico (energeticamente (a) i = 2,76 (b) Quanto mais concentrada a solução, maior o em-
desfavorável) e nem todo o soluto irá se dissolver. 13.3 (a) Dis- parelhamento de íons e menor o valor medido de i. 13.65 (a) No es-
persão (b) íon–dipolo (c) ligação de hidrogênio (d) dipolo–dipo- tado gasoso, as partículas estão mais afastadas e as forças
lo 13.5 (a) DH1 (b) = DH3 13.7 Uma vez que o soluto e o sol- intermoleculares atrativas são pequenas. Quando dois gases se
vente sofrem forças de dispersão muito similares, a energia ne- combinam, todos os termos da Equação 13.1 são praticamente
cessária para separá-los individualmente e a energia liberada zero e a mistura é sempre homogênea. (b) Para determinar se a
quando eles são misturados são aproximadamente iguais. DH1 + dispersão de Faraday é uma solução real ou um colóide, emi-
DH2 » –DH3. Portanto, DHdiss é aproximadamente zero. (b) ta um feixe de luz nela. Se a luz for desviada, a dispersão será
Como nenhuma força intermolecular forte previne as molécu- um colóide. 13.67 (a) Hidrofóbico (b) hidrofílico (c) hidro-
las de se misturarem, elas o fazem espontaneamente por causa fóbico 13.69 As repulsões eletrostáticas entre os grupos na
do aumento da desordem. 13.9 (a) Supersaturada (b) Adição superfície das partículas dispersas inibem a coalescência. Os
de um cristal semente. Um cristal semente fornece um núcleo colóides hidrofílicos podem ser coagulados adicionando-se
de moléculas pré-associadas, de tal forma que a organização eletrólitos, e alguns colóides podem ser coagulados por aqueci-
das partículas dissolvidas (cristalização) é mais fácil. 13.11 (a) mento. 13.71 A periferia da molécula de BHT são na maioria
Insaturada (b) saturada (c) saturada (d) insaturada 13.13 A grupos semelhantes a hidrocarbonetos, como –CH3. O único
água líquida e o glicerol formam misturas homogêneas (soluções) grupo –OH está bastante enterrado dentro da molécula e pro-
independentemente das quantidades relativas dos dois compo- vavelmente faz pouco para aumentar a solubilidade em água.
nentes. O glicerol tem um grupo–OH em cada átomo de C na mo- Portanto, BHT é mais provável de ser solúvel no hidrocarbone-
lécula. Essa estrutura facilita a ligação de hidrogênio forte similar to apolar hexano, C6H14, do que na água. 13.73 (a) 1 ´ 10–4
àquela da água. 13.15 À medida que n aumenta, a solubilidade mol/L (b) 60 mm de Hg 13.76 Uma solução que é 12 ppm de
em água diminui e a solubilidade em hexano aumenta. 13.17 (a) KCl tem a maior concentração em quantidade de matéria de
CaCl2 (b) C6H5OH 13.19 (a) Um recipiente selado é necessário íons K+. 13.79 (a) 0,16 mol/kg de Na (b) 2,0 mol/L de Na (c)
para manter a pressão parcial de CO2(g) maior do que 1 atm supe- Claramente, a molalidade e a concentração em quantidade de
rior ao da bebida. (b) Uma vez que a solubilidade dos gases au- matéria não são as mesmas para esse amálgama. Apenas na situa-
menta com a diminuição da temperatura, parte de CO2(g) ção em que 1 kg de solvente e a massa de um litro de solução se-
permanecerá dissolvido na bebida se ela for mantida gelada. jam aproximadamente iguais, as unidades de concentração têm
13.21 CHe = 5,6 ´ 10–4 mol/L, C N 2 = 9,0 ´ 10–4 mol/L valores similares. 13.82 (a) Tf = –0,6 oC (b) Tf = –0,4 oC 13.85
13.23 (a) 2,57% de Na2SO4 em massa (b) 6,56 ppm de Ag (a) Kb = 2,34 oC mol–1 kg (b) M = 2,6 ´ 102 g/mol 13.89 (a) CF4,
1,7 ´ 10 mol/kg; CClF3, 9 ´ 10 -4 mol/kg; CCl2F2, 2,3 ´ 10
–4 –2
13.25 (a) X CH 3 OH = 0,017 (b) 3,0% de CH3OH em massa (c)
mol/kg; CHClF2, 3,5 ´ 10 mol/kg (b) A concentração em
–2
0,0271 mol/kg de CH3OH 13.27 (a) 0,283 mol/L de
Mg(NO3)2 (b) 1,12 mol/L de LiClO4 × 3H2O (c) 0,350 mol/L de quantidade de matéria e a molalidade são numericamente si-
HNO3 13.29 (a) 7,27 mol/kg de C6H6 (b) 0,285 mol/kg de milares quando os quilogramas de solvente e os litros de solu-
NaCl 13.31 (a) 43,01% de H2SO4 em massa (b) X H 2 SO 4 = 0,122 ção são aproximadamente iguais. Isso é verdade quando as
(c) 7,69 mol/kg de H2SO4 (d) 5,827 mol/L de H2SO4 13.33 (a) soluções são diluídas e quando a densidade da solução é apro-
X CH 3 OH = 0,177 (b) 5,23 mol/kg de CH3OH (c) 3,53 mol/L de ximadamente 1 g/mL, como neste problema. (c) A água é um
CH3OH 13.35 (a) 6,38 ´ 10–2 mol de CaBr2 (b) 7,50 ´ 10–3 mol solvente polar; a solubilidade dos solutos aumenta à medida
de KCl (c) 6,94 ´ 10–3 mol de C6H12O6 13.37 (a) Pese 1,3 g de que a polaridade deles aumenta. O apolar CF4 tem a mais baixa
KBr, dissolva em água, dilua com agitação em 0,75 L (b) Pese solubilidade e o mais polar dos fluorocarbonos, CHClF2, tem a
0,877 g de KBr, dissolva em H2O suficiente para perfazer 1,85 maior solubilidade em H2O. (d) A constante da lei de Henry
L de solução. (d) Pese 10,1 g de KBr, dissolva-o em uma pe- para CHClF2 é 3,5 ´ 10-2 mol L–1 atm–1. Esse valor é maior do que
quena quantidade de água e dilua para 0,568 L. 13.39 a constante da lei de Henry para N2(g) porque N2(g) é apolar e
15 mol/L de NH3 13.41 (a) 31,9% de C3H6(OH)2 em massa de massa molecular mais baixa do que CHClF2.
(b) 6,17 mol/kg de C3H6(OH)2 13.43 Diminuição do ponto de
congelamento, DTf = Kf (m); elevação do ponto de ebulição, 13.93 (a) cátion ( g) ⫹ ânion ( g) ⫹ solvente
DTe = Ke(m); pressão osmótica, p = cRT; abaixamento da pres-
Energia de solvatação
são de vapor, PA = XAPA° 13.45 (a) Uma solução ideal é uma so- de íons gasosos
lução que obedece à lei de Raoult. (b) A pressão de vapor
U ⫽ energia de rede
experimental, 67 mm de Hg, é menor do que o valor previsto Solução
pela lei de Raoult, 74,5 mm de Hg, para uma solução ideal. A
solução não é ideal. 13.47 (a) PH 2 O = 186,0 torr (b) 192 g de ⌬Hdiss
C3H8O2 13.49 (a) XEtOH = 0,2812 (b) Psol = 238 torr (c) XEtOH no
vapor = 0,472 13.51 (a) Como NaCl é um eletrólito forte, um Sólido iônico + solvente
18 Química: a ciência central

(b) A energia de rede (U) está inversamente relacionada com a ção é de segunda ordem em A, primeira ordem em B e de tercei-
distância entre os íons, de forma que os sais com cátions maio- ra ordem como um todo. (c) unidade de k = mol–2 L2 s–1 14.15
res como (CH3)4N+ têm energias de rede menores do que os (a) Velocidade = k[N2O5] (b) Velocidade = 1,16 ´ 10–4 mol L–1 s–1
sais com cátions simples como Na+. Também os grupos – CH3 (c) Quando a concentração de N2O5 dobra, a velocidade da re-
ação dobra. 14.17 (a, b) k = 1,7 ´ 10 mol L s (c) Se [OH ] é
2 –1 –1 –
no cátion maior são capazes de interações de dispersão com
grupos apolares das moléculas de solvente, resultando em triplicada, a velocidade triplica. 14.19 (a) x = 1 (b) x = 3 (c) x =
uma energia de solvatação mais negativa dos íons gasosos. 0. A velocidade não depende de [A]. 14.21 (a) Velocidade =
No total, para os sais com cátions maiores, a energia de rede é k[OCl–][I–] (b) k = 60,4 mol–1 L s–1 (c) Velocidade = 3,02 ´ 10–5
–1 –1 2
menor (menos positiva), a energia de solvatação dos íons gaso- mol L s 14.23 (a) Velocidade = k[NO] [O2] (b, c) kmédia = 7,11
sos é mais negativa e o DHdiss é menos endotérmico. Esses sais ´ 10 mol L s
3 –2 2 –1 2
14.25 (a) Velocidade = k[NO] [Br2] (b)
são mais solúveis em solventes não aquosos polares. 13.96 A 1,2 ´ 104 mol–2 L2 s–1 (c) 12 D[NOBr]/Dt = – D[Br2]/Dt (d)
fórmula mínima e molecular é C12H16N2O3. –D[Br2]/Dt = 8,4 mol L–1 s–1 14.27 (a) [A]0 é a concentração em
quantidade de matéria de A no tempo igual a 0. [A]t é a con-
Capítulo 14 centração em quantidade de matéria no tempo t. t1/2 é o tempo
14.1 (a) A velocidade de reação é a variação na quantidade de necessário para reduzir [A]0 por um fator de 2. k é a constante
produtos ou reagentes em certo período de tempo. (b) As ve- de velocidade para determinada reação. (b) Um gráfico de
locidades dependem da concentração dos reagentes, da área ln[A] versus o tempo produz uma linha reta para uma reação
superficial dos reagentes, da temperatura e da presença de de primeira ordem. 14.29 (a) k = 3,0 ´ 10–6 s–1 (b) t1/2 = 3,2 ´ 104
um catalisador. (c) A estequiometria da reação (razões mola- s 14.31 (a) P65 = 20 torr (b) t = 51 s 14.33 Gráfico de ln
PSO 2 Cl 2 versus tempo, k = –inclinação = 2,19 ´ 10 s
–5 –1
res de reagentes e produtos) deve ser conhecida para relacio- 14.35 (a)
nar a velocidade de desaparecimento dos reagentes com a O gráfico de 1/[A] versus o tempo é linear, logo a reação é de
velocidade de aparecimento dos produtos. segunda ordem em [A]. (b) k = 0,040 mol–1 L min–1 (c) t1/2 = 38
14.3 min 14.37 (a) O gráfico 1/[NO2] versus o tempo é linear, logo
a reação é de segunda ordem em NO2. (b) k = inclinação = 10
Tempo Mol de Mol de [A] ∆[A] (b) –1 –1
(min) A B (mol/L) (mol/L) Velocidade
mol L s 14.39 (a) A idéia central do modelo de colisões é que
–1 –1
(mol L s ) as moléculas devem colidir para reagir. (b) A energia da coli-
são e a orientação das moléculas quando elas colidem deter-
0 0,065 0,000 0,65 minam se uma reação irá ocorrer. (c) A alta temperatura,
10 0,051 0,014 0,51 –0,14 2,3 ´ 10–4
existem mais colisões totais e cada colisão tem mais ener-
gia. 14.41 f = 2,33 ´ 10–2. A 400 K, aproximadamente 1 em
1,5 ´ 10
–4
20 0,042 0,023 0,42 –0,09 cada 43 moléculas tem essa energia cinética.
14.43 (a)
30 0,036 0,029 0,36 –0,06 1,0 ´ 10–4

0,8 ´ 10
–4
40 0,031 0,034 0,31 –0,05

(c) D[B]média/Dt = 1,3 ´ 10 mol L s


–4 –1 –1

14.5 Ea ⫽ 154 kJ

Tempo Intervalo Concentração ∆mol Velocidade ∆E ⫽ 136 kJ


–1 –1
(s) de tempo (mol/L) (mol L s )
(s)

0 0,0165
(b) Ea (inverso) = 18 kJ/mol 14.45 A reação (b) é mais rápida e
2.000 2.000 0,0110 –0,0055 28 ´ 10
–7
a reação (c) é mais lenta. 14.47 (a) k = 1,1 s–1 (b) k = 4,9 s–1 14.49
Um gráfico de ln k versus 1/T tem uma inclinação de
´ 10
–7
5.000 3.000 0,00591 –0,0051 17
–5,71 ´ 103; Ea = –R(inclinação) = 47,5 kJ/mol. 14.51 A rea-
8.000 3.000 0,00314 –0,00277 9,23 ´ 10–7 ção irá ocorrer 88 vezes mais rapidamente a 50 oC, supondo
concentrações iniciais iguais. 14.53 (a) Uma etapa elementar
4,43 ´ 10
–7
12.000 4.000 0,00137 –0,00177
é um processo que ocorre em um único evento; a ordem é de-
´ 10 terminada pelos coeficientes na equação balanceada para a
–7
15.000 3.000 0,00074 –0,00063 2,1
etapa. (b) Uma etapa elementar unimolecular envolve apenas
14.7 A partir das inclinações das tangentes do gráfico, as velo- uma molécula de reagente; uma etapa elementar bimolecular
cidades são –1,2 ´ 10–6 mol L–1 s–1 a 5.000 s, –5,8 ´ 10–7 mol L–1 s–1 envolve duas moléculas de reagentes. (c) Mecanismo de reação
a 8.000 s. 14.9 (a) –D[H2O2]/Dt = D[H2]/Dt = D[O2]/Dt é o processo que descreve como uma reação como um todo
(b) – 12 D[N2O]/Dt = 12 D[N2]/Dt = D[O2]/Dt ocorre e explica a lei de velocidade determinada experi-
(c) –D[N2]/Dt = – 13 D[H2]/Dt = 12 D[NH3]/Dt 14.11 (a) mentalmente. 14.55 (a) Unimolecular, velocidade = k[Cl2]
–D[O2]/Dt = 0,43 mol/s; D[H2O]/Dt = 0,85 mol/s (c) Ptotal dimi- (b) bimolecular, velocidade = k[OCl–][H2O] (c) bimolecular,

a
nui de 12 torr/min 14.13 (a) Se [A] dobra, a velocidade au- velocidade = k[NO] [Cl2] 14.57 Existe um intermediário, B,

a
mentará de um fator de quatro; a constante de velocidade, k, e dois estados de transição. A etapa B C é mais rápida,

a
2
não varia. A velocidade é proporcional a [A] ; dessa forma, e a reação total A C é exotérmica.
quando o valor de [A] dobra, a velocidade varia de 22, ou 4. A 14.59 (a) H2(g) + 2ICl(g) I2(g) + 2HCl(g) (b) HI é o inter-
constante de velocidade, k, é a constante de proporcionalida- mediário. (c) primeira etapa: velocidade = k[H2][ICl]; segunda
de que não varia, a menos que a temperatura varie. (b) A rea- etapa: velocidade = k[HI][ICl] (d) Se a primeira etapa for
Respostas a exercícios selecionados 19

lenta, a lei de velocidade observada é velocidade = temperatura constante, com a concentração de HCl constante
k[H2][HCl]. 14.61 (a) Velocidade = k[NO][Cl2] (b) A segunda e com a massa de Zn(s) constante, variando apenas a forma de
etapa deve ser lenta em relação à primeira etapa. 14.63 (a) Zn(s). Compare a velocidade de reação para as lâminas metá-
Um catalisador aumenta a velocidade de reação diminuindo a licas e para os grânulos. 14.96 As variações na temperatura
energia de ativação, Ea, ou aumentando o fator de freqüência, variam a energia cinética de vários grupos na enzima e suas
A. (b) Um catalisador homogêneo está na mesma fase que os rea- tendências para formar associações intermoleculares ou li-
gentes, enquanto um catalisador heterogêneo está em uma fase vrar-se delas. A temperaturas acima da temperatura de ativi-
diferente. dade máxima foi fornecida energia cinética suficiente de tal for-
14.65 (a) Multiplique os coeficientes na primeira reação por ma que a estrutura tridimensional da enzima é destruída. Esse é
dois e some. (b) NO2(g) é um catalisador porque ele é consumi- o processo de desnaturação. No modelo chave-fechadura de ação
do e a seguir reproduzido na seqüência de reação. (c) Essa é da enzima, o sítio ativo é a localização específica na enzima
uma catálise homogênea. 14.67 O uso de suportes quimica- onde a reação ocorre. A geometria precisa do sítio ativo tanto
mente estáveis torna possível a obtenção de áreas superficiais acomoda quanto ativa o substrato. Quando uma enzima é des-
muito grandes por unidade de massa do catalisador de metal naturada, sua atividade é destruída porque o sítio ativo foi des-
precioso porque o metal pode ser depositado em uma camada truído.
muito fina, até monomolecular, na superfície do suporte.
14.69 Para colocar dois átomos D em um único carbono, é ne- Capítulo 15
cessário que uma das ligações C—H já existentes no etileno seja 15.1 Sim, no quarto e no quinto diagrama, as quantidades re-

a
quebrada enquanto a molécula é adsorvida, de tal forma que o lativas (concentrações) de A e B são constantes. Apesar de

a
átomo de H sai como um átomo adsorvido. Isso exige energia a reação estar caminhando, as velocidades de A Be
A são iguais. 15.3 (a) Keq = 2,8 ´ 10 (b) Uma vez
–2
de ativação maior do que simplesmente adsorver C2H4 e adicio- B
nar um átomo D em cada carbono. 14.71 (a) Os organismos que Kd < Ki, para que as duas velocidades sejam iguais, [A]
vivos funcionam eficientemente em uma faixa muito estreita deve ser maior do que [B]. 15.5 (a) A lei da ação de massas ex-
de temperatura; o papel das enzimas como catalisadores ho- pressa a relação entre as concentrações dos reagentes e produ-
mogêneos que aumentam a velocidade de reações desejáveis tos no equilíbrio para qualquer reação. Keq = PNOBr 2 /PNO ´ PBr 2

a
sem aquecê-la e sem efeitos colaterais indesejáveis é crucial (b) A expressão da constante de equilíbrio é uma equação algébri-

a
para os sistemas biológicos. (b) catalase: 2H2O2 2H2O + O2; ca em que as variáveis são as concentrações dos produtos e re-
nitrogenase: N2 2NH3 (fixação de nitrogênio) 14.73 (a) A agentes no equilíbrio para uma reação específica. A constante
reação catalisada é aproximadamente 10.000.000 vezes mais rá- de equilíbrio é um número; ela é a razão calculada para a ex-
pida a 25oC. (b) A reação catalisada é 180.000 vezes mais rápida pressão de equilíbrio para uma reação química em particular.
a 125oC. 14.75 D[Cl–]/Dt = 7,8 ´ 10–7 mol L–1 s–1 (c) Introduza uma quantidade conhecida de NOBr2(g) em um
14.78 (a) Velocidade = k[HgCl2][C2O4 ]2 (b) k = 8,7 ´ 10–3 mol–2
2–
recipiente de volume conhecido a temperatura (conhecida)
L s (c) Velocidade = 1,0 ´ 10 mol L s 14.80 (a) k = 4,28 ´ 10
2 –1 –5 –1 –1 –4
constante. Depois que o equilíbrio foi estabelecido, meça a pressão
s (b) [uréia] = 0,059 mol/L (c) t1/2 = 1,62 ´ 10 s 14.84 Um grá-
–1 3
total no frasco. Usando uma tabela de equilíbrio, calcule as pressões
fico de ln K versus 1/T é linear com inclinação = –1,751 ´ 10 .
4
e as concentrações no equilíbrio, bem como o valor de Keq.

a
Ea = –(inclinação)R = 1,5 ´ 10 kJ/mol.
2
15.57 (a) Keq = PN 2 O ´ PNO 2 /PN3O ; homogêneo
14.87 (a) Cl2(g) + CHCl3(g) HCl(g) + CCl4(g) (b) Cl(g), (b) Keq = PCS 2 ´ PH4 2 /PCH 4 ´ PH2 2 S ; homogêneo
CCl3(g) (c) etapa 1, unimolecular; etapa 2, bimolecular; etapa (c) Keq = PCO4 /P
Ni(CO) 4 ; heterogêneo
3, bimolecular (d) etapa 2, a etapa lenta, é a etapa determinan- (d) Keq = [H+][F–]/[HF]; homogêneo
te da velocidade. (e) Velocidade = k[CHCl3][Cl2]1/2 14.89 (e) Keq = [Ag+]2/[Zn2+]; heterogêneo 15.9 (a) Principalmente
Enzima: anidrase carbônica (H2CO3); número de rotações: 1 ´ 107 reagentes (b) principalmente produtos 15.11 (a) Keq =
moléculas/s. 14.91 Pressão parcial de O2 = 0,402 atm 14.93 4,2 ´ 102 (b) O equilíbrio favorece SO3 a essa temperatura.
(a) Use um manômetro de ponta aberta, um relógio, uma ré- 15.13 (a) Keq = 0,0490 (b) Keq = 416 (c) Keq = 5,21 15.15 (a) Keq = 0,10
gua e um banho de temperatura constante. Encha o frasco (b) Keq = 1,2 ´ 10–4 (c) Keq = 8,3 ´ 103 15.17 (a) Keq = [Hg]4 PO 2 /[Hg2O]2
com HCl(aq) e leia a altura da coluna de Hg em ambos os bra- (b) A concentração em quantidade de matéria, a razão entre a
ços do manômetro. Rapidamente adicione Zn(s) ao frasco e quantidade de matéria e o volume ocupado pela substância são
marque o tempo = 0 quando Zn(s) entrar em contato com o uma constante para sólidos e líquidos puros. (c) Keq = PO 2
ácido. Registre a altura de Hg em um braço do manômetro
15.19 Keq = 1,84 ´ 10 15.21 Keq = 51 15.23 (a) PH 2 = 0,299 atm,
–2

nos intervalos de tempo convenientes como a cada 5 s. Calcule


PN 2 = 0,466 atm, PH 2 O = 3,394 atm (com os algarismos significati-
a pressão de H2(g) em cada tempo. Como P = (n/V)RT, DP/Dt
vos apropriados, esses valores são 0,3 atm, 0,5 atm e 3,4 atm)
a temperatura constante é uma medida aceitável da velocida-
(b) Keq= 25,65 ou 3 ´ 101 (um algarismo significativo) 15.25
de de reação. (b) Mantenha a quantidade de Zn(s) constante e
(a) PCO 2 = 3,87 , PH 2 = 1,82 , PCO = 0,23 (b) Keq = 0,11 15.27 (a) Um
varie a concentração de HCl(aq) para determinar a ordem de
reação para H+ e Cl–. Mantenha a concentração de HCl(aq) quociente de reação é o resultado de um conjunto geral de con-
constante e varie a quantidade de Zn(s) para determinar a or- centrações enquanto a constante de equilíbrio necessita das
dem para Zn(s). Combine essas informações para escrever a concentrações no equilíbrio. (b) Para a direita (c) As concentra-
lei de velocidade. (c) –D[H+]/Dt = 2D[H2]/Dt; a velocidade de ções usadas para calcular Q devem ser as concentrações no
desaparecimento de H+ é duas vezes a velocidade de apareci- equilíbrio. 15.29 (a) Q = 3,35 ´ 10–7; a reação prosseguirá para a
mento de H2(g). [H2] = P/RT (d) Variando-se a temperatura do esquerda. (b) q = 1,68 ´ 10–10; a reação prosseguirá para a direi-
ta. (c) Q = 2,19 ´ 10 ; a mistura está em equilíbrio. 15.31 PCl 2 =
–10
banho de temperatura constante, meça os dados de velocida-
de em várias temperaturas e calcule a constante de velocidade 4,98 atm 15.33 (a) PBr 2 = 0,980 atm, PBr = 0,361 atm; 0,451 g de Br
k nessas temperaturas. Faça um gráfico de ln k versus 1/T; a in- (b) PHI = 4,7 atm, 21 g de HI 15.35 PNO = 0,43 atm, PO 2 = PN 2 =
clinação da reta é –Ea/R. (e) Meça os dados de velocidade a 18 atm
20 Química: a ciência central

d
d
– 2– +
15.37 A pressão no equilíbrio de Br2(g) é 0,416 atm. 15.39 (a) 16.9 (a) Ácido: HC2O4 (aq) + H2O(l) C2O4 (aq) + H3O (aq)
PPH 3 = PBCl 3 = 0 ,233 atm (b) Necessita-se de um pouco mais de Base: HC2O4–(aq) + H2O(l) –
H2C2O4(aq) + OH (aq) (b)
0,608 g de PH3BCl3. 15.41 PIBr = 15,5 atm, PI 2 = PBr 2 = 0 ,926 atm – 2–
H2C2O4 é o ácido conjugado de HC2O 4 . C2O4 é a base conjuga-
15.43 (a) Desloca o equilíbrio para a direita (b) diminui o valor da de HC2O4–. 16.11 (a) Fraco, NO –2 (b) forte, HSO –4 (c) fraco,
3– –
de K (c) desloca o equilíbrio para a esquerda (d) não afeta (e) PO4 (d) desprezível, CH3 (e) fraco, CH3NH2. 16.13 (a) HBr.
não afeta (f) desloca o equilíbrio para a direita 15.45 (a) Não Ele é um dos sete ácidos fortes. (b) F–. HCl é um ácido mais for-

afeta (b) não afeta (c) aumenta a constante de equilíbrio (d) te do que HF, logo F é uma base conjugada mais forte. 16.15
2–
não afeta 15.47 (a) DHº = –155,7 kJ (b) A reação é exotérmica, (a) HF(aq) + CO 3 (aq), o equilíbrio localiza-se à esquerda (b)
de forma que a constante de equilíbrio diminuirá com o au- OH–(aq) + OH–(aq), o equilíbrio localiza-se à direita (c) H2S(aq) +
mento da temperatura. (c) Dn não é igual a zero, logo uma va- C2H3O -2 (aq), o equilíbrio localiza-se à direita. 16.17 (a) A au-
riação no volume a temperatura constante afetará a fração de to-ionização é a ionização de uma molécula neutra em um ânion
produtos na mistura em equilíbrio. 15.49 (a) Keq = 1,5 ´ 10–39 (b)
d
e um cátion. A expressão de equilíbrio para a auto-ionização
+ –
Os reagentes são muito mais abundantes do que os produtos no da água é H2O(l) H (aq) + OH (aq). (b) A água pura é um
equilíbrio. 15.51 Keq = 18 15.54 (a) Pt = 0,74 atm (b) Keq = 0,40 condutor de eletricidade ruim porque ela contém poucos íons.
15.57 PPH 3 = 6 ,8 ´ 10 –2 atm 15.60 (a) Q = 1,7; Q > Keq; a reação (c) Se uma solução for ácida, ela contém mais íons H+ do que
se deslocará para a esquerda. (c) Q = 5,8 ´ 10–3; Q < Keq; a mistu- OH–. 16.19 (a) [H+] = 2 ´ 10–10 mol/L, básica (b) [H+] =
ra de reação se deslocará para a direita. 15.63 O valor máxi- 3,1 ´ 10–6 mol/L, ácida (c) [H+] = 1,0 ´ 10–8 mol/L, bási-
ca 16.21 [H ] = [OH ] = 3,5 ´ 10 mol/L 16.23 (a) [H ] varia
+ – –8 +
mo de Q é 4,1; a redução ocorrerá. 15.66 PH 2 = PI 2 = 1,48 atm;
+
PHI = 10,22 atm 15.69 O pedido de patente é falso. Um catali- de um fator de 100. (b) [H ] varia de um fator de 3,2 16.25 (a)
+
sador não altera a posição do equilíbrio em um sistema, apenas [H ] diminui, o pH aumenta (b) o pH está entre 4 e 5. Calcu-
a velocidade de aproximação da condição de equilíbrio. 15.70 lando-se, o pH = 4,5; a solução é ácida. (c) O pH = 7,8 está entre
(a) (i) Keq = [Na+]/[Ag+] (ii) Keq = [Hg2+]3/[Al3+]2 (iii) Keq [Zn2+] 7 e 8, mais próximo de 8. Uma boa estimativa é 3 ´ 10–8 mol/L
PH 2 /[H2 ]2 (b) Usando os dados da Tabela 4.5: (i) Ag está bem
+
de H+ e 7 ´ 10–7 mol/L de OH–. Calculando-se, [H+] = 2 ´ 10–8
mol/L de H ; [OH ] = 6 ´ 10 mol/L de OH
+ – –7 –
abaixo de Na, logo a reação prosseguirá para a direita e Keq
3+
será grande. (ii) Al está acima de Hg, logo a reação não
+
prosseguirá para a direita e Keq será pequena. (iii) H está abai- 16.27
xo de Zn, de forma que a reação prosseguirá para a direita e Ácida ou
Keq será grande. (c) Keq < 1 para essa reação, logo Cd está abai- +
[H ] [OH ]

pH pOH básica
xo de Fe. 15.72 (a) No equilíbrio, as reações direta e inversa
´ 10 mol/L ´ 10 mol/L
–3 –12
ocorrem em velocidades iguais. (b) Os reagentes são favoreci- 7,5 1,3 2,12 11,88 ácida
´ 10 mol/L ´ 10 mol/L
–5 –10
dos no equilíbrio. (c) Um catalisador abaixa a energia de ativa- 2,8 3,6 4,56 9,44 ácida
´ 10 mol/L ´ 10 mol/L
–9 –6
ção tanto para a reação direta quanto para a reação inversa. 5,6 1,8 8,25 5,75 básica
(d) A razão das constantes de velocidade permanece inaltera- 5,0 ´ 10 mol/L
–9
2,0 ´ 10 mol/L
–8
8,30 5,70 básica
da. (e) O valor de Keq aumenta com o aumento da temperatura;
a reação é endotérmica.
16.29 [H ] = 4,0 ´ 10 mol/L, [OH ] = 6,0 ´ 10 mol/L 16.31
+ –8 – –7

Capítulo 16 (a) Um ácido forte está completamente dissociado em seus


16.1 As soluções de HCl e H2SO4 conduzem eletricidade, têm íons em solução aquosa. (b) [H+] = 0,500 mol/L (c) HCl, HBr,
sabor azedo, mudam a cor do papel de tornassol vermelho HI 16.33 (a) [H+] = 8,5 ´ 10–3 mol/L, pH = 2,07 (b) [H+] =
(são ácidas), neutralizam as soluções de bases e reagem com 0,0419 mol/L, pH = 1,377 (c) [H+] = 0,0250 mol/L, pH = 1,602
(d) [H ] = 0,167 mol/L, pH = 0,778 16.35 (a) [OH ] = 3,0 ´ 10
+ – –3
metais ativos para formar H2(g). As soluções de HCl e de –
H2SO4 têm essas propriedades em comum porque ambos os mol/L, pH = 11,48 (b) [OH ] = 0,3758 mol/L, pH = 13,5750 (c)
compostos são fortemente ácidos. Isto é, ambos dissociam-se [OH–] = 8,75 ´ 10–5 mol/L, pH = 9,942 (d) [OH–] = 0,17 mol/L,
completamente em H2O para formar H+(aq) e um ânion. pH = 13,23 16.37 3,2 ´ 10–3 mol/L de NaOH 16.39 pH =

d

(HSO4 não está completamente dissociado, mas a primeira 13,400
+ –
etapa de dissociação para H2SO4 é completa.) A presença de íons 16.41 (a) HBrO2(aq) H (aq) + BrO2 (aq),

d
+ –
possibilita que as soluções conduzam eletricidade; a presença de Ka = [H ][BrO2 ]/[HBrO2];
+ –
H+(aq) acima de 1 ´ 10–7 mol/L explica todas as outras proprie- HBrO2(aq) + H2O(l) H3O (aq) + BrO2 (aq),

d
+ –
dades relacionadas. 16.3 (a) A definição de Arrhenius de um áci- Ka = [H3O ][BrO2 ]/[HBrO2]
+ –
do está restrita às soluções aquosas; a definição de Brønsted–Lowry (b) HC3H5O(aq) H (aq) + C3H5O2 (aq),

d
+ –
aplica-se a qualquer estado físico. (b) HCl é um ácido de Ka = [H ][C3H5O2 ]/[HC3H5O2];
+ –
Brønsted-Lowry; NH3 é uma base de Brønsted–Lowry. 16.5 (a) HC3H5O2(aq) + H2O(l) H3O (aq) + C3H5O2 (aq),
Ka = [H3O ][C3H5O2 ]/[HC3H5O2] 16.43 Ka = 1,4 ´ 10–4 16.45
+ –
– – 2–
HSO3 (b) C2H3O2 (c) HAsO4 (d) NH3
16.7 [H+] = [X–] = 0,019 mol/L, [HX] = 0,181 mol/L,

Ácido
B—L
+ Base
B—L
d Ácido
conjugado
+ Base
conjugada
Ka = 2,0 ´ 10–3 16.47 0,089 mol/L de HC2H3O2 16.49 [H+] =
[C7H5O2 ] = 1,8 ´ 10–3 mol/L, [HC7H5O2] = 0,048 mol/L 16.51

(a) [H ] = 1,1 ´ 10–3 mol/L, pH = 2,95 (b) [H+] = 1,7 ´ 10–4


+

mol/L, pH = 3,76 (c) [OH ] = 1,4 ´ 10 mol/L, pH =


– –5
+ –
(a) NH4 (aq) CN (aq) HCN(aq) NH3(aq)
9,15 16.53 [H ] = 2,0 ´ 10 mol/L, pH = 1,71 16.55 (a) [H+] =
+ –2

2,8 ´ 10–3 mol/L, 0,69% de ionização (b) [H+] = 1,4 ´ 10–3


+ –
(b) H2O(l) (CH3)3N(aq) (CH3)3NH (aq) OH (aq)
mol/L, 1,4% de ionização (c) [H ] = 8,7 ´ 10 mol/L, 2,2% de
+ –4
3– 2– –
(c) HCHO2(aq) PO4 (aq) HPO4 (aq) CHO2 (aq)
ionização
Respostas a exercícios selecionados 21

16.57 HX(aq) d + – + –
H (aq) + X (aq); Ka = [H ][X ]/[HX]. Supon- Arrhenius se encaixará nas definições mais amplas de
do que a porcentagem de ácido que se ioniza é pequena. Faça Brønsted e de Lewis. 16.91 (a) Ácido, Fe(ClO4)3 ou Fe3+; base,
+ – 2 1/2 1/2
[H ] = [X ] = y. Ka = y /[HX]; y = Ka /[HX] . Porcentagem de H2O (b) Ácido, H2O; base, CN– (c) Ácido, BF3; base, (CH3)3N (d)
ionização = y/[HX] ´ 100. Substituindo por y, a porcentagem Ácido, HIO; base, NH2– 16.93 (a) Cu2+, maior carga do cátion
de ionização = 100 Ka [HX]1/2/[HX] ou 100 Ka /[HX]1/2. Isto
1/2 1/2 3+ 3+
(b) Fe , maior carga do cátion (c) Al , menor raio do cátion,
é, a porcentagem de ionização varia inversamente com a raiz mesma carga 16.95 (a) Correta. (b) Incorreta. Um ácido de
quadrada da concentração de HX. 16.59 [H+] = 5,72 ´ 10–3 Brønsted deve ter hidrogênio ionizável. (c) Correta. (d) Incor-
mol/L, pH = 2,24, [HC6H5O7 ] = 1,2 ´ 10 mol/L. A aproxima-
3– –9
reta. K+ é um ácido de Lewis desprezível por causa de seu raio
ção de que a primeira energia de ionização é menor do que 5% iônico relativamente grande e a carga positiva baixa o tornam
da concentração total do ácido não é válida; a equação de pri- ruim em atrair pares de elétrons. (e) Correta. 16.98 Supondo
meiro grau deve ser resolvida. [H+] produzida a partir da se- T = 25 oC. Para concentrações de solutos ácidos ou básicos me-
gunda e terceira ionizações é pequena em relação àquela nores do que 1 ´ 10–6 mol/L, considere a auto-ionização da
presente na primeira etapa; a segunda e terceira ionizações água como uma fonte de H+(aq) ou OH–(aq). Para essa solução,
podem ser desprezadas quando se calcula [H+] e o pH. 16.61 [H+] = 9,9 ´ 10–8 mol/L, pH = 7,01. 16.99 (a) Uma solução de
0,1 mol/L de um ácido fraco (b) o ácido com Ka = 8 ´ 10 (c) a
–6
Todas as bases de Brønsted–Lowry contêm no mínimo um

d
par de elétrons não-ligante (solitário) para atrair H+. 16.63 +
base com pKb = 4,5 16.101 (a) [H ] = 0,050 mol/L, pH = 1,30
+ –
(a) (CH3)2NH(aq) + H2O(l) (CH3)2NH2 (aq) + OH (aq); (b) [H+] = 0,10 mol/L, pH = 1,00 (c) O pH, supondo que não

d
+ –
Kb = [(CH3)2NH2 ][OH ]/[(CH3)2NH] haja ionização de HX–, é 1,30; logo, HX– não está completa-
2– – –
(b) CO3 (aq) + H2O(l) HCO3 (aq) + OH (aq); mente ionizado; H2X, que está completamente ionizado, é um

d
– – 2– –
Kb = [HCO3 ][OH ]/[CO3 ] ácido mais forte do que HX . (d) Como H2X é um ácido forte,
– –
(c) CHO2 (aq) + H2O(l) HCHO2(aq) + OH (aq); HX– não tem tendência a agir como uma base. HX– age como
– –
Kb = [HCHO2][OH ]/[CHO2 ] 16.65 A partir da fórmula da um ácido fraco, logo uma solução de NaHX seria ácida.
equação de segundo grau, [OH–] = 6,6 ´ 10–3 mol/L, pH = 16.104 Para todos os compostos, exceto a cafeína, [BH+]/[B] > 1,
11,82. 16.67 (a) [C10H15ON] = 0,033 mol/L, [C10H15ONH+] = e a forma protonada predomina. A cafeína, uma base muito fra-
[OH ] = 2,1 ´ 10 mol/L (b) Kb = 1,4 ´ 10 ca, existe como base neutra. 16.107 6,0 ´ 1013 íons H+ 16.109
– –3 –4
16.69 (a) Para um
par ácido/base conjugado como C6H5OH/C6H5O–, Kb para a (a) Para a precisão dos dados relatados, o pH da água da chuva
base conjugada pode sempre ser calculado a partir de Ka para 40 anos atrás era 5,4, nenhuma diferença do pH de hoje. Com al-
o ácido conjugado, logo não é necessária uma relação separa- garismos significativos extras, [H+] = 3,63 ´ 10–6 mol/L, pH =
da de Kb. (b) Kb = 7,7 ´ 10–5 (c) O fenolato é uma base mais forte 5,440. (b) Um balde de 20,0 L de água de chuva de hoje contém
do que NH3. 16.71 (a) O ácido acético é mais forte. (b) O íon 0,02 L (com algarismos significativos extras, 0,200 L) de CO2
hipoclorito é a base mais forte. (c) Kb para o C2H3O2– = dissolvido. 16.112 [cocaína] = 2,93 ´ 10 mol/L, [OH ] =
–3 –

5,6 ´ 10–10, Kb para ClO– = 3,3 ´ 10–7 16.73 (a) [OH–] = 1,4 ´ 10–3 3,4 ´ 10 mol/L, Kb = 3,9 ´ 10
–6 –9
16.114 (a) K(i) = 5,6 ´ 10 , K(ii)
3

mol/L, pH = 11,15 (b) [OH ] = 3,8 ´ 10 mol/L, pH = 11,58 (c)


– –3
= 10 (b) Ambos (i) e (ii) têm K > 1, logo ambos seriam escritos
[NO2 ] = 0,50 mol/L, [OH–] = 3,3 ´ 10–6 mol/L, pH =

com uma única seta.
8,52 16.75 (a) Ácida (b) ácida (c) básica (d) neutra (e) áci-
da 16.77 O sal desconhecido é NaF. 16.79 [OH–] = 5,0 ´ 10–6 Capítulo 17
mol/L, pH = 8,70 16.81 (a) À medida que a eletronegativida- 17.1 (a) A extensão de dissociação de um eletrólito fraco é di-
de do átomo central (X) aumenta, a força do oxiácido aumen- minuída quando um eletrólito forte contendo um íon em co-
ta. (b) À medida que o número de átomos de oxigênio não mum com o eletrólito fraco é adicionado a ele. (b) NaNO2 17.3
protonados na molécula aumenta, a força do oxiácido aumen- (a) Aumenta o pH (b) diminui o pH (c) aumenta o pH (d) não
ta. 16.83 (a) HNO3 é um ácido mais forte porque tem um áto- varia (e) diminui o pH 17.5 [H+] = 1,8 ´ 10–5 mol/L, pH = 4,73,
[C3H5O2 ] = 6,0 ´ 10–2 mol/L 17.7 (a) pH = 3,53 (b) pH =

mo de oxigênio não protonado a mais e conseqüentemente
maior número de oxidação em N. (b) Para os hidretos binários, 5,01 17.9 (a) 4,5% de ionização (b) 0,018% de ionização 17.11
a força do ácido aumenta descendo-se na família; logo H2S é Em uma mistura de HC2H3O2 e NaC2H3O2, HC2H3O2 reage com

um ácido mais forte do que H2O. (c) H2SO4 é um ácido mais a base adicionada e C2H3O2 combina-se com o ácido adiciona-
+
forte porque H+ está muito mais fortemente mantido pelo do, deixando [H ] relativamente inalterada. Apesar de HCl e

ânion HSO4 . (d) Para os oxiácidos, quanto maior a eletronega- de Cl– serem um par ácido–base conjugado, Cl– não tem ten-
tividade do átomo central, mais forte é o ácido; assim, H2SO4 é dência em se combinar com o ácido adicionado para formar
o ácido mais forte. (e) CCl3COOH é mais forte porque a eletro- HCl não dissociado. Qualquer ácido adicionado simples-
negatividade dos átomos de Cl retiram densidade eletrônica mente aumenta [H+] em uma mistura HCl—NaCl.
das outras partes da molécula, o que enfraquece a ligação 17.13 (a) pH = 3,82 (b) pH = 3,96
O—H e faz com que H+ seja mais facilmente removido. 16.85
a
17.15 (a) pH = 4,60
(a) BrO– (b) BrO– (c) HPO4
2–
16.87 (a) Verdadeira (b) Falsa. (b) Na+(aq) + C2H3O2–(aq) + H+(aq) + Cl–(aq) HC2H3O2(aq)

a
Em uma série de ácidos que têm o mesmo átomo central, a for- + Na+(aq) + Cl–(aq)
+ – –
ça do ácido aumenta com o número de átomos de oxigênio (c) HC2H3O2(aq) + Na (aq) + OH (aq) C2H3O2 (aq) +
+
não protonados ligados ao átomo central. (c) Falsa. H2Te é um H2O(l) + Na (aq) 17.17 0,18 mol de NaBrO 17.19 (a) pH =

ácido mais forte do que H2S porque a ligação H—Te é mais 4,86 (b) pH = 5,0 (c) pH = 4,71 17.21 (a) [HCO3 ]/[H2CO3] = 11

longa, mais fraca e mais facilmente dissociada do que a liga- (b) [HCO3 ]/[H2CO3] = 5,4 17.23 (a) Curva B (b) pH no ponto
ção H—S. 16.89 Sim. A definição de uma base de Arrheni- de equivalência aproximado da curva A = 8,0, pH no ponto de

us, um doador de OH (aq), é mais restritiva; a definição de equivalência aproximado da curva B = 7,0 (c) para volumes
Brønsted-Lowry, um receptor de H+, é mais geral; e a defini- iguais de A e B, a concentração do ácido é maior porque ele
ção de Lewis, um doador de par de elétrons, é mais geral. necessita de um volume maior de base para atingir o ponto de
Qualquer substância que se encaixe na restrita definição de equivalência. 17.25 (a) HX é mais fraco. Quanto maior o pH
22 Química: a ciência central


no ponto de equivalência, mais forte a base conjugada (X ) e sita de apenas 495 kJ/mol. Em elevações mais baixas, a radia-
mais fraco o ácido conjugado (HX). (b) A fenolftaleína, que ção solar de comprimento de onda curto de alta energia já foi
muda de cor na faixa de pH de 8 a 10, é perfeita para HX e pro- absorvida. Abaixo de 90 km, a concentração aumentada de O2
vavelmente apropriada para HY. 17.27 (a) 42,4 mL de solu- e a disponibilidade de radiação de comprimento de onda
ção de NaOH (b) 29,6 mL de solução de NaOH (c) 29,8 mL de mais longo fazem com que o processo de fotodissociação pre-
solução de NaOH 17.29 (a) pH = 1,54 (b) pH = 3,30 (c) pH = domine. 18.11 (a) A velocidade de formação do ozônio, um
7,00 (d) pH = 10,69 (e) pH = 12,74 17.31 (a) pH = 2,78 (b) pH = processo endotérmico, é mais alta a aproximadamente 50 km,
4,74 (c) pH = 6,58 (d) pH = 8,81 (e) pH = 11,03 (f) pH = próximo à estratosfera do que na troposfera de altitude mais
12,42 17.33 (a) pH = 7,00 (b) [HONH3+] = 0,100 mol/L, pH = baixa. (b) A primeira etapa na formação de O3 é a fotodissocia-
3,52 (c) [C6H5NH3] = 0,100 mol/L, pH = 2,82 17.35 (a) A con- ção de O2 para formar dois átomos de O. Depois, um átomo de
centração de sólido não dissolvido não aparece na expressão O e uma molécula de O2 colidem para formar O3* e remover o
do produto de solubilidade porque ela é constante enquanto excesso de energia, sendo formado O3. 18.13 Um hidrofluoro-
houver sólido presente. (b) Kps = [Ag+][I–]; Kps = [Sr2+][SO42–]; Kps = carbono é um composto que contém hidrogênio, flúor e carbo-
[Fe 2+][OH –] 2; K ps = [Hg 2 ][Br –] 2 17.37 (a) K ps = 7,63 ´ 10 –9
2+
no; ele contém hidrogênio no lugar do cloro. HFCs são
(b) Kps = 2,7 ´ 10 (c) 5,3 ´ 10 mol de Ba(IO3)2/L 17.39 Kps =
–9 –4
potencialmente menos prejudiciais do que CFCs porque a fo-
2,3 ´ 10 17.41 (a) 7,1 ´ 10 mol de AgBr/L (b) 1,7 ´ 10
–9 –7 –11
todissociação não produz átomos de Cl, que catalisam a des-
mol de AgBr/L (c) 5,0 ´ 10 mol de AgBr/L 17.43 (a)
–12
truição do ozônio. 18.15 (a) A ligação C—F requer mais
1,4 ´ 10 g de Mn(OH)2/L (b) 1,7 ´ 10 g/L (c) 3,6 ´ 10
–3 –2 –7
energia para a dissociação do que a ligação C—Cl e não é facil-
g/L 17.45 Mais solúvel em ácido: (a) ZnCO3 (b) ZnS (d) mente quebrada pelos comprimentos de onda de luz UV. (b)
AgCN (e) Ba3(PO4)2 17.47 [Cu ] = 2 ´ 10 mol/L 17.49 K =
2+ –12
O cloro está presente como átomos de cloro e moléculas de
Ksp ´ Kf = 8 ´ 104 17.51 (a) Q < Kps; nenhum Ca(OH)2 precipita óxido de cloro, Cl e ClO, respectivamente. 18.17 (a) CO li-
(b) Q < Kps; nenhum Ag2SO4 precipita 17.53 pH = 13,0 17.55 ga-se com a hemoglobina para bloquear o transporte de O2 pe-
Os dois primeiros experimentos eliminam os íons dos grupos las células; as pessoas com envenenamento por CO sufocam
1 e 2 (Figura 17.22) A ausência de precipitados insolúveis de pela falta de O2. (b) SO2 é muito corrosivo aos tecidos e contri-
carbonato no terceiro experimento descarta os íons do grupo bui para as doenças respiratórias, especialmente para as pes-
4. Os íons que podem estar na amostra são aqueles do grupo 3, soas com problemas respiratórios. É também a principal fonte
Al3+, Fe2+, Zn2+, Cr3+, Ni2+, Co2+ ou Mn2+, e do grupo 5, NH4+, Na+ da chuva ácida, que destrói as florestas e a vida selvagem nas
+
ou K . 17.59 (a) Torne a solução ácida com 0,5 mol/L de HCl; águas naturais. (c) O3 é extremamente reativo e tóxico por cau-
sature com H2S. CdS irá precipitar; ZnS não irá precipitar. (b) sa de sua habilidade de oxidante forte. Os produtos das suas
3+
Adicione excesso de base; Fe(OH)3(s) precipita, mas Cr for- reações com outros poluentes da atmosfera provocam irrita-

ma o complexo solúvel Cr(OH)4 . (c) Adicione (NH4)2HPO4; ção dos olhos e dificuldades respiratórias. 18.19 (a) O meta-
2+ +
Mg precipita como MgNH4PO4; K permanece solúvel. (d) no, CH4, origina-se da decomposição de matéria orgânica por
+
Adicione 6 mol/L de HCl; Ag precipita como AgCl(s). 17.61 certos microorganismos; ele também escapa dos depósitos de
(a) A base é necessária para aumentar [PO43–] de forma que o gás do subsolo. (b) SO2 é liberado em gases vulcânicos e é tam-
produto de solubilidade dos fosfatos metálicos de interesse bém produzido pela ação de bactérias na decomposição de
seja excedido e os sais de fosfato precipitem. (b) Kps para os cá- matéria vegetal e animal. (c) O óxido nítrico, NO, resulta da
tions no grupo 3 é muito maior, de forma que para exceder Kps oxidação de matéria orgânica em decomposição e é formado
2–
é necessária [S ] maior. (c) Todos eles poderão se redissolver nos relâmpagos. (d) CO é um produto possível da decomposi-

a
em soluções altamente ácidas. 17.63 (a) pH = 3,025 (b) pH = ção de matéria vegetal.
2,938 (c) pH = 12,862 17.65 (a) pKa = 4,68 17.68 HOBr e 18.21 (a) H2SO4(aq) + CaCO3(s) CaSO4(s) + H2O(l) +
+
NaOBr em uma razão molar de 1 para 1. H2NNH3 e H2NNH2 CO2(g) (b) CaSO4(s) seria muito menos reativo com soluções
em uma razão molar de 1 para 3,1. 17.70 (a) M= 82,2 g/mol (b) ácidas, uma vez que seria necessária uma solução fortemente
Ka = 3,8 ´ 10
–7

d
17.72 (a) O pH no ponto de equivalência é 8,94; ácida para deslocar o equilíbrio para a direita.
a fenolftaleína ou o azul de timol é apropriado. A fenolftaleína CaSO4(s) + 2H+(aq) 2+ –
Ca (aq) + 2HSO4 (aq)
é geralmente a escolhida porque a mudança de incolor para 18.23 (a) Ultravioleta (b) 357 kJ/mol (c) A energia média de li-
rosa no ponto final é mais fácil de ver. (b) 0,06206 mol/L de gação C—H da Tabela 8.4 é 413 kJ/mol. A energia de ligação
NaOH. 17.75 1,00 L de solução resultante é um tampão con- C—H em CH2O, 357 kJ/mol, é menor do que a energia ‘média’
tendo 0,10 mol de H2PO4– e 0,35 mol de HPO42–. pH = de ligação C—H. 18.25 As energias que entram na Terra e as
7,75 17.78 1,1 ´ 10 mL 17.84 [SO4 ] = 9,7 ´ 10 mol/L,
3 2– –4
que saem dela estão em regiões diferentes do espectro eletro-
[Pb ] = 6,5 ´ 10 mol/L, [Sr ] = 3,3 ´ 10 mol/L 17.87 [OH ]
2+ –4 2+ –4 –
magnético. Quando entram, CO2 é transparente à radiação vi-

d
deve ser maior ou igual a 1,0 ´ 10 mol/L. 17.88 (a) H (aq) +
–2 +
sível, mas ao sair absorve a radiação infravermelho. 18.27
CHO2 (aq)

HCHO2(aq) (b) K = 5,6 ´ 10 (c) [Na ] = [Cl ] =
3 + –
0,093 mol/L de Na+ 18.29 4,8 ´ 106g de CaO 18.31 A pres-
0,075 mol/L, [H ] = [HCHO2 ] = 3,7 ´ 10 mol/L, [HCHO2] =
+ – –3
são mínima necessária para iniciar a osmose inversa é maior
+
0,071 mol/L 17.90 [NH4 ] = 0,10 mol/L, [NH3] = 0,050 do que 5,1 atm. 18.33 (a) CO2(g), HCO3–, H2O(l), SO42–, NO3–,
mol/L, pH = 8,95 17.93 [Sr2+] = [SO4 ] = 5,7 ´ 10–4 mol/L,
a
2– 2– –
HPO4 , H2PO4 (b) CH4(g), H2S(g), NH3(g), PH3(g) 18.35 2,5 g de
Kps = 3,2 ´ 10 O2 18.37 Mg2+(aq) + Ca(OH)2(s)
–7
Mg(OH)2(s) +
Ca2+(aq) 18.39 0,35 mol de Ca(OH)2, 0,15 mol de Na2CO3 18.41
Capítulo 18 Al2(SO4)3 reage com OH– para formar Al(OH)3(s), um precipi-
18.1 (a) Seu perfil de temperatura (b) troposfera, 0 a 12 km; es- tado gelatinoso que absorve partículas finas e bactérias pre-
tratosfera, 12 a 50 km; mesosfera, 50 a 85 km; termosfera, 85 a sentes na água. Al(OH)3(s) assenta-se lentamente, removendo
110 km 18.3 A pressão parcial de O3 é 2,4 ´ 10–4 torr. 18.5 as partículas de matéria indesejáveis. 18.43 A produção de
1,5 ´ 1017 moléculas de CO 18.7 570 nm 18.9 A fotoioniza- qualquer forma de energia requer um combustível e gera pro-
ção de O2 necessita de 1.205 kJ/mol. A fotodissociação neces- dutos de rejeito. Um dispositivo ou processo mais eficiente
Respostas a exercícios selecionados 23

em termos de energia usa menos energia, o que requer menos menta, a entropia da vizinhança deve diminuir da mesma
combustível e gera menos produtos de rejeito. 18.45 O uso quantidade. (c) Para um processo espontâneo, a entropia do
do dimetilcarbonato no lugar do fosgênio como fonte de car- universo deve aumentar, logo a entropia da vizinhança deve
bonila condensa o metanol, CH3OH, em vez de HCl. O meta- diminuir pelo menos 42 J/K. 19.27 (a) A entropia de uma
nol é muito menos tóxico do que HCl e tem o potencial de ser substância cristalina pura no zero absoluto é zero. (b) Em um
um segundo produto útil, em vez de rejeito. 18.48 Massa movimento translacional a molécula toda se move em um úni-
molar média na superfície = 27 g/mol. Massa molar média na co sentido; em um movimento rotacional a molécula gira ou

a
altitude onde todo O2 foi fotodissociado = 19 g/mol. 18.50 roda ao redor de um eixo fixo. No movimento vibracional as li-

a
2[18.7] + [18.9] = 2Cl(g) + 2O3(g) + 2ClO(g) 2ClO(g) + gações dentro de uma molécula esticam e dobram-se, mas a
Cl
3O2(g) + 2Cl(g) = 2O3(g) 3O2(g) = [18.10]. 18.53 A for- posição média dos átomos não varia.
mação de NO(g) é endotérmica, logo Keq aumenta com o au-
(c) H Cl H Cl
mento da temperatura. A oxidação de NO(g) a NO2(g) é
Translacional
exotérmica, logo o valor de Keq diminui com o aumento da
temperatura. 18.56 (a) A solubilidade de CO2(g) no oceano
diminuiria se a temperatura do oceano aumentasse. (b) Se a O C O
solubilidade de CO2(g) no oceano diminuísse por causa do
aquecimento global, mais CO2(g) seria liberado na atmosfera, Rotacional
perpetuando um ciclo de temperatura crescente e concomi-
2–
tante liberação de CO2(g) dos oceanos. 18.59 (a) CO3 hidro- H Cl H Cl H Cl
– –
lisa-se em solução aquosa para produzir OH . Se OH (aq) for Vibracional
suficiente para superar Kps para Mg(OH)2, o sólido precipita-
19.29 (a) Ar(g) (b) He(g) a 1,5 atm (c) 1 mol de Ne(g) em 15,0 L (d)
a
rá. 18.63 (a) PNO 2 = 1,6 ´ 10 –5 torr (b) 2 ´ 1019 moléculas de
CO2(g) 19.31 (a) DS < 0 (b) DS > 0 (c) DS < 0 (d) DS > 0 19.33 (a)
NO2 18.66 (a) l = 258 nm (b) O3(g) + O(g) 2O2(g). Como
Sc(s), 34,6 J mol–1 K–1; Sc(g), 174,7 J mol–1 K–1. Em geral, a fase ga-
ele é consumido e depois reproduzido, OH(g) é o catalisador na
sosa de uma substância tem So maior do que a fase sólida por
reação total, outro caminho para a destruição do ozônio. 18.70
causa do maior volume e maior liberdade de movimento das
PNO = 0,08 atm; concentração de NO = 8 ´ 104 ppm 18.73 (a)
moléculas. (b) NH3(g), 192,5 J mol–1 K–1; NH3(aq), 111,3 J mol–1
1,1 ´ 10 mol/L (b) resolvendo a equação de segundo grau,
–5
–1
K As moléculas na fase gasosa têm mais liberdade de movi-
[H ] = 2,0 ´ 10–6 mol/L, pH = 5,71
+

mento do que as moléculas em solução. (c) 1 mol de P4(g), 280


Capítulo 19 J/K; 2 mol de P2(g), 2(218,1) = 436,2 J/K. Mais partículas têm
–1 –1
19.1 (a) Espontânea: b, c, d; não espontânea: a, e 19.3 (a) maior número de arranjos. (d) C (diamante), 2,43 J mol K ; C
–1 –1
NH4NO3(s) dissolve-se em água, como em uma bolsa química (grafite) 5,69 J mol K . A entropia interna na grafite é maior
fria. O naftaleno (naftalina) sublima-se à temperatura ambien- porque existe liberdade translacional entre as camadas plana-
te. (b) A fusão de um sólido é espontânea acima de seu ponto res de átomos de C, enquanto existe muito pouca liberdade
de fusão mas não o é abaixo de seu ponto de fusão. 19.5 (a) dentro da rede covalente do diamante. (d) 1 mol de H2(g),
Endotérmica (b) a 100 oC ou acima de 100 oC (c) abaixo de 130,58 J/K; 2 mols de H(g), 229,20 J/K. Mais partículas têm
100 oC (d) a 100 oC 19.7 (a) Para um processo reversível, as maior número de graus de liberdade. 19.35 O valor de So
–1 –1
mudanças direta e inversa ocorrem pelo mesmo caminho. para cada um dos hidrocarbonetos é CH4(g), 186,3 J mol K ;
–1 –1 –1 –1
Existe apenas um caminho reversível para um conjunto espe- C2H6(g), 229,5 J mol K ; C3H8(g), 269,9 J mol K ; C4H10(g),
cífico de condições. O trabalho pode ser realizado apenas a 310,0 J mol–1 K–1. À medida que o número de átomos de carbo-
partir de um processo reversível. (b) Não existe variação líqui- no aumenta, a complexidade estrutural aumentada leva a maio-
da na vizinhança. (c) A vaporização de água a vapor é reversí- res graus de liberdade de movimento e So do hidrocarboneto
vel se ela ocorrer na temperatura de ebulição da água para aumenta. 19.37 (a) DSo = –120,5 J/K. O DSo é negativo porque
uma pressão (atmosférica) externa específica. 19.9 Não. DE é existe menor quantidade de matéria de gases nos produtos.
(b) DSo = +176,6 J/K. DSo é positivo porque existe maior quan-
uma função de estado. DE = q + w; q e w não são funções de es-
tidade de gases nos produtos. (c) DSo = +152,39 J/K. DSo é posi-
tado. Seus valores dependem do caminho, mas a soma, DE,
tivo porque o produto contém total maior de partículas e
não depende do caminho. 19.11 Sabemos que a fusão é um
maior quantidade de matéria de gás. (d) DSo = +92,3 J/K. DSo é
processo que aumenta a energia do sistema mesmo que não
positivo porque existe maior quantidade de matéria de gás
exista variação na temperatura. DE não é zero para o proces- nos produtos. 19.39 (a) DG = DH – TDS (b) Se DG é positivo, o
so. 19.13 (a) Sim. (b) w = –PextDV. Uma vez que o gás se ex- processo é não espontâneo, mas a reação inversa é espontâ-
pande no vácuo, Pext = 0 e w = 0. (c) A força diretora é o aumento nea. (c) Não existe relação entre DG e a velocidade de rea-
da desordem do sistema. 19.15 (a) 16 arranjos totais (b)Ape- ção. 19.41 (a) Exotérmica (b) DSo é negativo; a reação leva a
nas um arranjo (c) O gás irá adotar espontaneamente o estado uma diminuição da desordem. (c) DGo = –9,9 kJ (d) Se todos os
com desordem máxima, o estado com os arranjos mais possí- reagentes e produtos estão presentes em seus estados padrão,
veis para as moléculas. 19.17 (a) DS é positivo. (b) Não. DS é a reação é espontânea nessa temperatura. 19.43 (a) DHo =
uma função de estado, de forma que é independente do cami- –537,22 kJ, DSo = 13,7 J/K, DGo = –541,40 kJ, DGo = DHo – TDSo =
nho. 19.19 (a) DS é positivo. (b) DS é positivo no Exercí- –541,31 kJ
cio 19.2 (a) e (c). 19.21 S aumenta em (a), (b) e (c); S diminui (b) DHo = –106,7 kJ, DSo = –142,2 J/K, DGo = –64,0 kJ, DGo = DHo –
em (d) 19.23 (a) DS aumenta (b) 213 kJ/K 19.25 (a) Para um TDSo = –64,3 kJ
processo espontâneo, a entropia do universo aumentar; para (c) DHo = –508,3 kJ, DSo = –178 J/K, DGo = –465,8 kJ, DGo = DHo –
um processo reversível, a entropia do universo não varia. (b) TDSo = –455,1 kJ. A discrepância nos valores de DGo deve-se às
Para um processo reversível, se a entropia do universo au- incertezas experimentais nos dados termodinâmicos tabela-
24 Química: a ciência central

dos. (d) DH = –165,9 kJ, DS = 1,4 J/K, DG = 166,2 kJ, DG = DH (–DGo) a 298 K. (e) DSvap = 86,6 J/K. DSvap é sempre positivo por-
o o o o o

– TDS = –166,3 kJ 19.45 (a) DG = –140,0 kJ, espontânea (b)


o o
que a fase gasosa ocupa maior volume e tem mais liberdade de
DG = +104,70 kJ, não espontânea (c) DGo = +146 kJ, não espon-
o
movimento, bem como maior entropia absoluta do que o líqui-

a
tânea (d) DGo = –156,7 kJ, espontânea 19.47 (a) C6H12(l) + o
do. (f) Te = 320 K = 47 C. CS2 é um líquido a 298 K, 1 atm. 19.99
6CO2(g) + 12H2O(l) (b) Uma vez que DS é nega- (a) Keq = 8 ´ 1015 (b) Em princípio o processo é plausível. Entre-
o
12O2(g)
tivo, DG é menos negativo do que DH . 19.49 (a) A reação di-
o o
tanto, o uso de H2S(g) produz severo perigo de segurança. (c)
reta é espontânea a baixas temperaturas, mas não espontânea PSO 2 = 5 ´ 10 –7 atm (d) O processo será menos eficiente a tempe-
a altas temperaturas. (b) A reação é não espontânea no sentido raturas elevadas.
direto a todas as temperaturas, mas torna-se espontânea a
temperaturas mais altas. (d) A reação torna-se espontânea no Capítulo 20
sentido direto a temperaturas muito altas. 19.51 DS > +76,7 J/K 20.1 (a) A oxidação é a perda de elétrons. (b) Os elétrons apare-
19.53 (a) T = 330 K (b) espontânea 19.55 (a) DHo = 155,7 kJ, DSo cem no lado dos produtos (lado direito) (c) O oxidante é o rea-
= 171,4 J/K. Desde que o DS é positivo, DG torna-se mais ne-
o o
gente que é reduzido. 20.3 (a) I, + 5 para 0; C, +2 para + 4 (b)

a
gativo com o aumento da temperatura. (b) DGo = 19 kJ. A rea- Hg, +2 para 0; N, –2 para 0 (c) N, +5 para +2; S, –2 para 0 (d) Cl,
ção é não espontânea sob condições padrão a 800 K. (c) DGo = +4 para +3; O, –1 para 0 20.5 (a) TiCl4(g) + 2Mg(l) Ti(s)

a
–15,7 kJ. A reação é espontânea sob condições padrão a 1.000 + 2MgCl2(l) (b) Mg(l) é o redutor; TiCl4 é o oxidante. 20.7 (a)

a
K. 19.57 (a) Te = 79 oC (b) com base no manual de química Sn2+(aq) 4+ –
Sn (aq) + 2e , oxidação (b) TiO2(s) + 4H (aq) +
+

a a
2e– 2+ – + –
CRC Handbook of Chemistry and Physics, 74th edição, Te = 80,1 Ti (aq) + 2H2O(l), redução (c) ClO3 (aq) + 6H (aq) + 6e

a
– –
o
C. Os valores são impressionantemente próximos; a pequena Cl (aq) + 3H2O(l), redução (d) 4OH (aq) O2(g) +
2H2O(l) + 4e–, oxidação (e) SO3 (aq) + 2OH–(aq)
2– 2–
diferença deve-se ao desvio do comportamento ideal pelo SO4 (aq) +

a
H2O(l) + 2e–, oxidação 20.9 (a) Cr2O7 (aq) + I–(aq) + 8H+(aq)
2–
C6H6(g) e à incerteza na medida experimental do ponto de 3+ – 2–
2Cr (aq) + IO3 (aq) + 4H2O(l); agente oxidante, Cr2O7 ;
a
ebulição e dos dados termodinâmicos. 19.59 C2H2(g) + 52 O2(g)

a
– – +
2CO2(g) + H2O(l) (b) –1.299,5 kJ de calor produzido por agente redutor, I (b) 4MnO4 (aq) + 5CH3OH(aq) + 12H (aq)
2+
mol de C2H2 queimado (c) wmáx = –1.235,1 kJ/mol de 4Mn (aq) + 5 HCO2H (aq) + 11H2O(l); agente oxidante,

a
MnO4 , agente redutor, CH3OH (c) I2(s) + 5OCl–(aq) + H2O(l)

C2H2 19.61 (a) DG torna-se mais negativo. (b) DG torna-se
2IO3–(aq) + 5Cl (aq) + 2H (aq); agente oxidante, OCl ;
– + –
mais positivo. (c) DG torna-se mais positivo. 19.63 (a) DGo =
a
– +
agente redutor, I2 (d) As2O3(s) + 2NO3 (aq) + 2H2O(l) + 2H (aq)
–5,40 kJ (b) DG = 0,30 kJ 19.65 (a) DGo = –16,77 kJ, Kp = 870 (b)
a
2H3AsO4(aq) + N2O3(aq); agente oxidante, NO3–; agente re-
DGo = 8,0 kJ, Kp = 0,04 (c) DGo = –497,9 kJ, Kp = 2 ´ 1087 19.67
dutor, As2O3 (e) 2MnO4 (aq) + Br–(aq) + H2O(l)

2MnO2(s) +
d
DH = 269,3 kJ, DS = 0,1719 kJ/K (a) PCO 2 = 6 ,0 ´ 10 –39 atm (b)
o o

a
– – –
BrO3 (aq) + 2OH (aq); agente oxidante, MnO4 ; agente redutor,
PCO 2 = 1,6 ´ 10 atm 19.69 (a) HNO2(aq)
–4 +
H (aq) +
Br– (f) Pb(OH)4 (aq) + ClO–(aq)
2– –
PbO2(s) + Cl (aq) +
NO2 (aq) (b) DG = 19,1 kJ (c) G = 0 no equilíbrio (d) DG =
– o

a
– –
2OH (aq) + H2O(l); agente oxidante, ClO ; agente redutor,
–2,72 kJ 19.73 (a) DH > 0, DS > 0 (b) DH < 0, DS < 0 (c) DH > 0, 2– 2+
Pb(OH)4 20.11 (a) A reação Cu (aq) + Zn(s) Cu(s) +
DS > 0 (d) DH > 0, DS > 0 (e) DH < 0, DS > 0 19.77 O propileno 2+
Zn (aq) está ocorrendo em ambas as figuras. Na Figura 20.3 os
terá maior So a 25 oC. No propileno, existe uma rotação livre ao
reagentes estão em contato, enquanto na Figura 20.4 a
redor da ligação simples C—C; essa maior liberdade de rota-
semi-reação de oxidação e a semi-reação de redução estão
ção leva a maior entropia absoluta. 19.81 (a) DGo = –33,32 kJ,
ocorrendo em compartimentos separados. Na Figura 20.3 o
DG = – 47,98 kJ (b) DGo = –1.336,8 kJ, DG = –1.324,2 kJ (c) DGo = fluxo de elétrons não pode ser isolado nem utilizado; na Figu-
–159,4 kJ, DG = –152,1 kJ 19.83 (a) Keq = 4 ´ 10 (b) Um au-
15
ra 20.4 a corrente elétrica está isolada e flui através do voltíme-
mento na temperatura diminuirá a fração em quantidade de +
tro. (b) Os cátions Na são puxados para o compartimento de
matéria de CH3COOH no equilíbrio. Temperaturas elevadas
a
2+
catodo para manter o balanço de cargas à medida que os íons Cu
devem ser usadas para aumentar a velocidade de reação. (c)
a
+ –
são removidos. 20.13 (a) Ag (aq) + 1e Ag(s);
Keq = 1 a 836 K ou 563 oC. 19.86 DGo = –2.878,8 KJ, 94,4 mol Fe(s) 2+ –
Fe (aq) + 2e (b) Fe(s) é o anodo, Ag(s) é o catodo. (c)
ATP/mol de glicose 19.89 (a) qrev = nRT ln(V2/V1) (b) DS = Fe(s) é negativo; Ag(s) é positivo. (d) Os elétrons fluem do eletro-
8,4 J/K (c) Quando um gás se expande, existem mais arranjos do de Fe (–) no sentido do eletrodo de Ag (+). (e) Os cátions mi-
possíveis para as partículas e a entropia aumenta. O sinal positi- gram no sentido do catodo de Ag(s); os ânions migram no
vo para DS no item (b) é coerente com essa previsão. (d) DS = –1,5 sentido do anodo de Fe(s). 20.15 A força eletromotriz, fem, é a di-
´ 10 J/K 19.93 (a) A polimerização do etileno reduz o número
2
ferença de energia potencial entre um elétron no anodo e um elé-
de partículas no sistema, logo espera-se que DSpol seja negativo. tron no catodo de uma célula voltaica. (b) Um volt é a diferença de
(b) Se a reação for espontânea e a entropia do sistema diminuir, a energia potencial necessária para fornecer 1 J de energia para uma
entalpia de polimerização deve ser exotérmica. (c) DHpol =
a
carga de 1 coulomb. (c) A célula voltaica, Ecel, é a fem de uma célula
1,36 ´ 10–19 J por monômero de C2H4 (d) Em termos de estrutu- eletroquímica. 20.17 (a) 2H+(aq) + 2e– H2(g) (b) Um eletro-
ra, um polímero de condensação impõe mais ordem ao(s) mo- do padrão de hidrogênio, EPH, tem componentes que estão nas
nômero(s) do que um polímero de adição. Mas, a condições padrão, 1 mol/L de H+(aq) e H2(g) a 1 atm. (c) A lâmina
polimerização de condensação não leva a uma redução no nú- de platina em um EPH funciona como um transportador de elé-
mero de partículas no sistema, sendo DSpol menos negativo do
·· ··
trons inerte e uma superfície de reação sólida. 20.19 (a) Um po-
que para a polimerização por adição. 19.96 (a) S x C x S A
·· ··
tencial padrão de redução é o potencial relativo de uma semi-reação
ordem de ligação C—S é aproximadamente 2. (b) Os domínios de redução medida nas condições padrão. (b) Ered º = 0 (c) A redu-

a a
de 2e– em torno de C, arranjo linear, estrutura molecular linear +
ção de Ag (aq) em Ag(s) é muito mais favorável em termos de

a
CO2(g) + 2SO2(g) (d) DH = –1.077,0 kJ;
o
(c) CS2(l) + 3O2(g) energia. 20.21 (a) Cr2+(aq) 3+ –
Cr (aq) + e ; Tl (aq) +
3+

DG = –1.060,5 kJ. A reação é exotérmica (–DH ) e espontânea


o o
2e– Tl+(aq) (b) Ered
º = 0.78 V
Respostas a exercícios selecionados 25

a
a a
2+ – +
(c) Fe(s) Fe (aq) + 2e ; catodo: O2(g) + 4H (aq) +
Fe2O3 ×
a
– 2+
⫺ ⫺ 4e 2H2O(l) (b) 2Fe (aq) + 3H2O(l) + 3H2O(l)
e e + – + –
⫺ ⫹ 3H2O(s) + 6H (aq) + 2e ; O2(g) + 4H (aq) + 4e 2H2O(l)
Anodo Catodo 20.71 (a) Zn2+ tem um potencial de redução mais negativo do
2+
Inerte (Pt) Inerte (Pt) que o de Fe . Se tanto e Zn quanto Fe forem expostos a O2, Zn
será oxidado e Fe não será; Zn age como um anodo de sacrifí-
⫺ ⫹ cio. (b) Zn protege Fe tornando-o o catodo no processo eletro-
químico; isso é chamado de proteção catódica. 20.73 (a) A
Cr2⫹(aq), Cr3⫹(aq) Tl⫹(aq), Tl3⫹(aq)
eletrólise é um processo eletroquímico dirigido por uma fonte

a
Ânions de energia externa. (b) Por definição, as reações de eletrólise
Cátions – –
são não espontâneas. (c) 2Cl (l) Cl2(g) + 2e 20.75 (a) Os

a a
o o o o
20.23 (a) E = 0,823 V (b) E = 1,89 V (c) E = 1,211 V (d) E = –1,21 V produtos são diferentes porque na eletrólise aquosa a água é

a
20.25 (a) 3Ag+(aq) + Cr(s) 3+ o
3Ag(s) + Cr (aq), E = 1,54 V reduzida em preferência a Mg2+. (b) MgCl2(l) Mg(l) +

a
o
(b) As duas combinações têm valores de E praticamente iguais: Cl2(g); 2Cl–(aq) + 2H2O(l) –
Cl2(g) + H2(g) + OH (aq) (c) Mg
2+

a
+ 2+ o o o –
2Ag (aq) + Cu(s) 2Ag(s) + Cu (aq), E = 0,462 V; é reduzido, E = –3,73 V; a H2O é reduzida, E = –2,19 V 20.77 Cl
2+ 3+ o
é oxidado em preferência à água porque a produção de Cl2 é
a
3Ni (aq) + 2Cr(s) 3Ni(s) + 2Cr (aq), E = 0,46 V 20.27
– + – 2+ cineticamente favorecida.
a
(a) MnO4 (aq) + 8H (aq) + 5e Mn (aq) + 4H2O(l), Ered º =

a
1,51 V (b) A semi-reação no item (a) (c) Sn (aq) 2+ 4+
Sn (aq) ⫺
+ 2e– (d) 5Sn2+(aq) + 2MnO4–(aq) + 16H+(aq) 4+
5Sn (aq) e⫺ Bateria
e⫺
2+ o
2Mn (aq) + 8H2O(l) (e) E = 1,36 V 20.29 (a) Anodo, Sn(s); ca-
todo, Cu(s). (b) O eletrodo de cobre ganha massa à medida

a
que Cu for galvanizado, e o eletrodo de estanho perde massa à
medida que Sn for oxidado. (c) Cu2+(aq) + Sn(s) Cu(s) +
Reação do anodo Reação do catodo
Sn2+(aq). (d) Eo = 0,473 V. 20.31 (a) Negativo (d) direi-
2+ – 2Cl⫺ → Cl2 ⫹ 2e⫺ Cu2⫹ ⫹ 2e⫺ → Cu
ta 20.33 (a) Cl2(g) (b) Ni (aq) (c) BrO3 (aq) (d) O3(g) 20.35 (a)

Cl2(aq), oxidante forte (b) MnO4 (aq), ácido, oxidante forte (c) Cl⫺(aq) Cu2⫹(aq)
Ba(s), redutor forte (d) Zn(s), redutor 20.37 (a) Cu2+(aq) < Cátions
Ânions
O2(g) < Cr2O7 (aq) < Cl2(g) < H2O2(aq) (b) H2O2(aq) < I–(aq) <
2–

Sn2+(aq) < Zn(s) < Al(s) 20.39 Al e H2C2O4 20.41 (a) Quanto 20.79 (a) 120 g de Cr(s) (b) 2,51 A 20.81 (a) 10,5 L de Cl2(g) (b)
mais positiva a fem de uma reação, mais espontânea a reação. 0,940 mol de NaOH 20.83 wmáx = –110 kJ 20.85 (a) 4,0 ´ 105 g

a a
(b) As reações (a), (b) e (c) no Exercício 20.23 são espontâneas. de Li (b) 0,24 kWh/mol de Li 20.87 (a) 3MnO42–(aq) + 4H+(aq)
(c) 20.23 (a) DG = –103 kJ; 20.23 (b) DG = –365 kJ; 20.23
o o –
2MnO4 (aq) + MnO2(s) + 2H2O(l) (b) 3H2SO3(aq)

a a
– + –
(c) DG = –96,5 kJ; 20.23 (d) DG = 730 kJ
o o
S(s) + 2HSO4 (aq) + 2H (aq) + H2O(l) (c) Cl2(aq) + 2OH (aq)

a a
– – 3+
20.43 (a) 2Fe2+(aq) + S2O6 (aq) + 4H+(aq)
2–
Cl (aq) + ClO (aq) + H2O(l) 20.90 (a) 2Rh (aq) + 3Cd(s)

a
3+ 2+ + 2+
2Fe (aq) + 2H2SO3(aq); 2Fe (aq) + N2O(aq) + 2H (aq) 2Rh(s) + 3Cd (aq) (b) Cd(s) é o anodo, e Rh(s) é o cato-
3+ 2+ +
2Fe (aq) + N2(g) + H2O(l); Fe (aq) + VO2 (aq) + 2H (aq)
+
do. (c) Ered = 0,80 V (d) DGo = –695 kJ 20.93 (a) Eo = 1,08 V (b)
º

Fe (aq) + VO (aq) + H2O(l) (b) E = –0,17 V, DG = 33 kJ;


3+ 2+ o o
[Ni2+] aumenta à medida que a célula funciona. (c) [Ag+] = 0,474

a
Eo = –2,54 V; DGo = 4,90 ´ 102 kJ; Eo = 0,23 V, DGo = –22 kJ 20.45 = 0,5 mol/L 20.95 Eo = 0,368 V, Keq = 1,6 ´ 106 20.97 (a) Na
(a) A equação de Nernst é aplicável quando os componentes de descarga, Cd(s) + 2NiO(OH)(s) + 2H2O(l) Cd(OH)2(s) +
uma célula eletroquímica estão nas condições não padrão. (b) 2Ni(OH)2(s). Na recarga, ocorre a reação inversa. (b) Eo = 1,25
Q = 1 (c) Q diminui e E aumenta 20.47 (a) E diminui (b) E di- V (c) 1,25 V é o potencial padrão da célula, Eo. As concentra-
minui (c) E diminui (d) não afeta 20.49 (a) Eo = 0,48 V (b) E = ções dos reagentes e produtos dentro da bateria são ajustadas
0,53 V (c) E = 0,46 V 20.51 (a) Eo = 0,46 V (b) E = 0,42 V 20.53 de tal forma que a potência produzida pela célula seja maior
o
(a) O compartimento com [Zn2+] = 1,00 ´ 10–2 mol/L é o anodo. do que E . 20.100 A água (umidade) fornece um meio para o
(b) Eo = 0 (c) E = 0,0799 V (d) No compartimento do anodo transporte de íon que completa a célula voltaica e facilita a
[Zn2+] aumenta; no compartimento do catodo [Zn2+] dimi- corrosão. A corrosão ocorre mais rapidamente em solução áci-
nui 20.55 Eo = 0,763 V, pH = 1,6 20.57 (a) Eo = 0,16 V, K = da porque O2 tem potencial de redução mais positivo na pre-
2,54 ´ 105 = 3 ´ 105 (b) Eo = 0,277, Keq = 2,3 ´ 109 (c) Eo = 0,44 V,
+
sença de H (aq). SO2 e seus produtos de oxidação dissolvem-se
Keq = 1074 20.59 (a) Keq = 9,8 ´ 102 (b) Keq = 9,5 ´ 10 5 (c) Keq = em água para produzir soluções ácidas, que encorajam a cor-

a
9,3 ´ 108 20.61 (a) Uma pilha é uma fonte de energia eletro- rosão. As reações anódicas e catódicas para a corrosão de Ni

a
2+ –
química fechada composta de uma ou mais células voltaicas. são Ni(s) º = – 0,28 V; O (g) + 4H+(aq) +
Ni (aq) + 2e , Ered 2

(b) Uma pilha primária não é recarregável, enquanto uma pi- 4e 2H2O(l), Eredº = 1,23 V. NiO(s), formado pela oxidação

lha secundária pode ser recarregada. (c) Não. Nenhuma célula pelo ar seco de Ni, funciona como um revestimento para pro-
voltaica única é capaz de produzir 7,5 V. Três células voltaicas teger contra corrosão futura. Entretanto, NiO dissolve-se em

a
de 2,5 V conectadas em série produziriam a voltagem deseja- soluções ácidas, que expõem Ni(s) à corrosão úmida adicio-
o
da. 20.63 441 g de PbO2 20.65 (a) O anodo (b) E = 3,50 V (c) nal. NiO(s) + 2H+(aq) 2+
Ni (aq) + H2O(l) 20.103 O índio
A fem da bateria, 3,5 V, é exatamente o potencial da célula no está no estado de oxidação +2 no haleto fundido. 20.107 O

a
item (b). 20.67 (a) A fem da célula terá valor menor. (b) As sinal de E é negativo; logo, a reação não é espontânea nesse

a
baterias de NiMH usam uma liga como ZrNi2 como o material tampão. 20.110 (a) Eo = 0,028 V (b) anodo: Fe2+(aq)
Ag(s) (c) DS = 148,5 J.
3+ – + – o
do anodo. Isso elimina os problemas de uso e de descarte as- Fe (aq) + 1e ; catodo: Ag (aq) + e
sociados a Cd, um metal pesado tóxico. 20.69 (a) anodo: Como DS é positivo, DG se tornará mais negativo e Eo se tor-
o o
26 Química: a ciência central

nará mais positivo à medida que a temperatura aumen- animais, os glóbulos vermelhos separados e a radioatividade
ta. 20.113 Kps = 1 ´ 10
–12 2+ +
20.116 [Sn ] = 0,530 mol/L, [H ] = da amostra é medida. Se o ferro nos compostos da dieta foi in-
2–
0,140 mol/L, [SO4 ] permanece inalterada. corporado à hemoglobina, as amostras de células do sangue
devem mostrar emissão beta. As amostras podem ser retira-
Capítulo 21 das em vários momentos para determinar a velocidade de in-
21.1 (a) 25 prótons, 30 nêutrons (b) 80 prótons, 121 nêutrons (c) gestão de ferro, a velocidade de perda de ferro pelo sangue, e
19 prótons, 20 nêutrons 21.3 (a) 11 p (b) 10 e (c) 10 b
a
assim por diante. 21.53 (a) Os tubos de controle controlam o flu-
214 214 0 xo de nêutrons de tal forma que exista bastante nêutrons para
21.5 (a) 83 Bi 84 Po + -1 e
195 0
(b) 79 Au + -1e (elétron do orbital) a 195
78 Pt
sustentar a reação em cadeia mas nem tantos que aqueçam o
38
(c) 19K a 38 0 242
18 Ar + 1 e (d) 94 Pu a 236 4
92 U + 2 He
cerne. (b) Um moderador diminui a velocidade dos nêutrons de

a a
tal forma que eles sejam mais facilmente capturados pelo nú-
211
21.7 (a) 82Pb 211 0 50
83 Bi + -1 b (b) 25 Mn
50 0
24 Cr + 1 e cleo sofrendo fissão. 21.55 (a) 4 10 n (b) 94
36 Kr
(c) 179 0
74W + -1 e a 179 230
73Ta (d) 90Th a 226 4
88 Ra + 2 He
21.57 É necessária uma temperatura extremamente alta para
superar as repulsões de cargas eletrostáticas entre os núcleos,
21.9 7 emissões alfa, 7 emissões beta 21.11 (a) Emissão de po-
de forma que eles possam se encontrar para reagir. 21.59
sitrônio (para números atômicos baixos, a emissão de positrô-
OH é um radical livre; ele pode reagir com quase todas as par-
nio é mais comum do que a captura de elétron) (b) emissão
tículas (átomos, moléculas, íons) para adquirir um elétron e
beta (c) emissão beta (d) emissão beta 21.13 (a) Não (baixa
tornar-se OH–. Isso freqüentemente começa uma cadeia rom-
razão nêutron/próton, poderia ser um emissor de positrônio
pedora de reações, cada uma produzindo um radical livre di-
ou sofrer captura de elétron de orbital) (b) não (número atô-
ferente. O íon hidróxido, OH–, por outro lado, atrairá os
mico alto, emissor alfa) (c) não (alta razão nêutron/próton,
cátions ou lado positivo de uma molécula polar. As reações
poderia ser um emissor de positrônio ou sofrer captura de elé-
ácido–base de OH– geralmente são muito menos rompedoras
tron de orbital). 21.15 (a) Estável: 39
19 K, 20 nêutrons é um nú- para o organismo do que a cadeia de reações redox iniciadas
pelo radical × OH. 21.61 (a) 3,2 ´ 108 desintegrações/s,
209
mero mágico (b) estável 83 Bi, 126 nêutrons é um número
25 24
mágico (c) estável: 12 Mg, 10Ne tem uma razão nêutron/pró- 3,2 ´ 108 Bq (b) 1,5 ´ 102 mrad, 1,5 ´ 10–3 gy, (c) 1,5 ´ 103 mrem,
1,5 ´10 Sv 21.63 210
–2
ton muito maior. 21.17 (a) 42He (c) 40 126
20 Ca (e) 82 Pb 21.19 Ra- 82 Pb 21.65 Os radionuclídeos mais mas-
dioativos: 8 O, 52Te – baixa razão nêutron/próton; 208
14 115 sivos terão as maiores razões nêutron/próton, portanto, eles
84 Po –
irão decair por um processo que diminua essa razão, emissão
número atômico ³ 84 21.21 Os prótons e as partículas alfa
beta. Os nuclídeos menos massivos decairão através de um
são carregados positivamente e devem mover-se muito rápi-
processo que aumente a razão nêutron/próton, emissão de
do para vencer as forças eletrostáticas que iriam repeli-los do
positrônio ou captura de elétron do orbital. 21.68 1,3 ´ 106
a
núcleo-alvo. Os nêutrons são eletricamente neutros e não são
partículas alfa/s; 3,5 ´ 10 Ci 21.70 3,7 ´ 10 desintegra-
–5 4

repelidos pelo núcleo. 21.23 (a) 32 1


16 S + 0 n
1 32
1 p + 15 P
a ções/s; 4,8 ´ 10 núcleos de Sr ou 7,2 ´ 10 g de 90Sr 21.73
13 90 –9

(b) 74 Be + 0
-1 e (elétron do orbital)
7
3 Li
a a n+
Se não existe diminuição da quantidade de iodo absorvida
187 187 0 98 2 1 99 pelo vegetal, a atividade calculada após 32 dias é 11,1 conta-
(c) 75Re 76 Os + -1 e (d) 42 Mo + 1 H 43Tc
a
0
(e) 235 U + 1
n 135 99 1 gens/min. A atividade observada, 12 contagens/min, é na
54 Xe + 38 Sr + 20 n
a
92 0
238 1 239 0 realidade mais alta do que isso; podemos supor que os vegetais
21.25 (a) 92 U + 0n 92 U + 0 g
14
(b) 7 N + 1Ha
1 11 4 18
6 C + 2 He (c) 8 O + 0 n
1
a 19
9F + 0
-1 e
não absorvam iodo. 21.75 7Be, 8,612 ´ 10–13 J/núcleon; 9Be,
1,035 ´ 10–12 J/núcleon; 10Be: 1,042 ´ 10–12 J/núcleon. As energias
21.27 As variações de energia envolvidas nas reações quími- de coesão/núcleon para 9Be e para 10Be são muito similares; a
cas são muito pequenas para permitir-nos alterar as proprie- energia para o 10Be é ligeiramente mais alta. 21.77 2 ´ 105 g de
dades nucleares via processos químicos. Os núcleos que são U/ano 21.79 7,55 ´ 1019 núcleos de 36Cl, k = 7,3 ´ 10–14 s–1, 5,5
´ 10 desintegrações/s 21.81 (a) 1,4 ´ 10 partículas alfa (b)
6 17
formados em uma reação nuclear continuarão a emitir radioa-
tividade independentemente de quaisquer variações quími- PHe = 0,28 torr
cas que realizemos. 21.29 24,0 mg de trítio permanece
depois de 12,3 anos, 3,0 mg após 49,2 anos 21.31 k = 0,0307 Capítulo 22
ano–1, t1/2 = 22,6 anos 21.33 k = 0,0249 dias–1, t = 53,9 22.1 Metais: (b) Sr, (c) Ce, (e) Rh; não-metais: (d) Se, (f) Kr; me-
dias 21.35 (a) 4,1 ´ 10–12 g de 226Ra decaem em 1,0 min, talóide: (a) Sb 22.3 (a) Cl (b) K (c) K na fase gasosa (energia
o
1,1 ´ 1010 partículas alfa emitidas (b) 4,9 mCi 21.37 k = de ionização mais baixa), Li em solução aquosa (valor de E
1,21 ´ 10–4 ano–1, t = 2,20 ´ 103 ano 21.39 k = 1,5 ´ 10–10 ano–1; a mais positivo) (d) Ne; Ne e Ar são difíceis de comparar por-
rocha original com 66,2 mg de 238U e tem 1,8 ´ 109 anos. 21.41 que não formam compostos e seus raios não são medidos da
Dm = 4,378 ´ 10–9 g 21.43 Dm = 0,200287 u, DE = 2,98912 ´ 10–11 mesma maneira que para outros elementos. 22.5 (a) N é um
J/núcleo de Na necessários, 1,80009 ´ 10 J/mol de
23 13
átomo central muito pequeno para encaixar 5 átomos de flúor,
23
Na 21.45 (a) defeito de massa = 0,098940 u, energia de coe- e ele não tem orbitais d disponíveis que possam ajudar a aco-
são/núcleon = 1,2305 ´ 10–12 J (b) defeito de massa = 0,340423 modar mais de 8 elétrons. (b) Si não forma ligações p facil-
u, energia de coesão/nucleon = 1,37312 ´ 10–12 J (c) defeito de mente, que são necessárias para satisfazer a regra do octeto
massa = 1,234249 u, energia de coesão/núcleon = 1,344536 ´ para ambos os átomos na molécula. (c) As tem eletronegativi-
10–12 J 21.47 (a) 1,71 ´ 105 kg/d (b) 2,1 ´ 108 g de 235U 21.49 dade mais baixa do que N; isto é, ele doa elétrons mais facil-

a
(a) 59Co; ele tem a mais alta energia de coesão por núcleon, e a mente para um receptor e é mais facilmente oxidado. 22.7

a
energia de coesão dá origem ao defeito de massa. 21.51 59Fe (a) LiN3(s) + H2O(l) HN3(aq) + LiOH(aq)

a
é incorporado ao componente de dieta e fornecido como ali- (b) 2C3H7OH(l) + 9O2(g) 6CO2(g) + 8H2O(l)
mento aos coelhos. As amostras de sangue são removidas dos (c) NiO(s) + C(s) CO2(g) + Ni(s) ou
Respostas a exercícios selecionados 27

a S S
a
2NiO(s) + C(s) CO2(g) + 2Ni(s) 22.41 (a) 2⫺
(b) Cl Cl

a
(d) AlP(s) + 3H2O(l) PH3(g) + Al(OH)3(s) O Se O
(e) Na2S(s) + 2HCl(aq) H2S(g) + 2NaCl(aq) Angular (rotação livre em
O torno da ligação S — S)
22.9 (a) 11H, prótio; 12H, deutério; 31H, trítio (b) em ordem de-
Pirâmide trigonal
crescente de abundância natural: prótio > deutério > trí-
tio 22.11 Como outros elementos do grupo 1A, o hidrogênio
O
tem apenas um elétron de valência. Como outros elementos
do grupo 7A, o hidrogênio precisa de apenas um elétron para (c) O S Cl

a
completar seu nível de valência.
22.13 (a) Mg(s) + 2H+(aq) 2+
Mg (aq) + H2(g) O H
(b) C(s) + H2O(g) a CO(g) + H (g)
1 . 000 °C
Tetraédrica
(c) CH (g) + H O(g) a CO(g) + 3H (g)
2
1 . 100 °C
(em torno de S)

22.15 (a) NaH(s) + H O(l) a NaOH(aq) + H (g)


4 2 2
22.43 (a) SO2(s) + H2O(l) a
H2SO3(aq)
+
H (aq) + d
(b) Fe(s) + H SO (aq) a Fe (aq) + H (g) + SO (aq)
a
2 2 –
HSO3 (aq)
(c) H (g) + Br (g) a 2HBr(g) (d) Na(l) + H (g) a
2+ 2–

a
2 4 2 4
(b) ZnS(s) + 2HCl(aq) ZnCl2(aq) + H2S(g)

a
2 2 2 2– 2–
2NaH(s) (c) 8SO3 (aq) + S8(s) 8S2O3 (aq)

(e) PbO(s) + H (g) a Pb(s) + H O(g)


D (d) SO3(aq) + H2SO4(l) H2S2O7(l) 22.45 (a) NaNO2, +3
2 2 (b) NH3, –3 (c) N2O, +1 (d) NaCN, –3 (e) HNO3, +5 (f) NO2, +4
22.17 (a) Molecular (b) iônico (c) metálico 22.19 O xenônio ⫹
22.47 (a) H
tem energia de ionização mais baixa do que o argônio; porque
os elétrons de valência não são tão fortemente atraídos pelo H N H
núcleo, são mais facilmente promovidos para um estado no H
qual o átomo pode formar ligações com o flúor. Xe é também
Tetraédrica
maior e pode acomodar mais facilmente um octeto de elétrons
expandido. 22.21 (a) BrO3–, +5 (b) HI, –1 (c) BrF3, Br, +3; F, –1 O O O
(d) NaOCl, +1 (e) HClO4, +7 (f) XeF4 ,+ 4 22.23 (a) Cloreto de
potássio (b) iodeto de cálcio (c) cloreto de alumínio (d) ácido (b) O N O H O N O H O N O H
bromídrico (e) ácido paraperiódico (f) tetrafluoreto de xenô-
nio 22.25 (a) As forças atrativas intermoleculares de Van der A geometria em torno do nitrogênio é trigonal plana, mas não
é necessário que o átomo de hidrogênio localize-se nesse pla-
a
Waals aumentam com o aumento do número de elétrons nos
átomos. (b) F2 reage com a água. F2(g) + H2O(l) 2HF(g) + no. A terceira forma de ressonância tem contribuição muito
O2(g), isto é, o flúor também é um agente oxidante forte para menor para a estrutura do que as duas primeiras.
existir em água. (c) HF tem ligações de hidrogênio extensas. (c) N N O N N O N N O
(d) A força oxidante está relacionada à eletronegatividade. A
A molécula é linear. De novo, a terceira forma de ressonância
a
força oxidante e à eletronegatividade diminuem na ordem
tem contribuição menor para a estrutura por causa das altas
a
dada. 22.27 (a) Br2(l) + 2OH–(aq) BrO–(aq) + Br–(aq) +

H2O(l) (b) Cl2(g) + 3I (aq)
– –
I3 (aq) + 2Cl (aq) 22.29 (a) cargas formais envolvidas.
Quadrático plano (b) pirâmide trigonal (c) octaédrico ao re-
(d) O N O O N O
dor do iodo central (d) linear 22.31 (a) Como um agente

a
oxidante na fabricação do aço; para clarear polpa e papel; em A molécula é angular (não linear).

a
maçaricos de oxiacetileno; na medicina para ajudar na respi- 2.49 (a) Mg3N2(s) + 6H2O(l) 3Mg(OH)2(s) + 2NH3(aq)

a
ração (b) síntese de medicamentos, lubrificantes e outros (b) 2NO(g) + O2(g) 2NO2(g)

a
+ –
compostos orgânicos onde as ligações Cx C são quebradas; (c) N2O5(g) + H2O(l) 2H (aq) + 2NO3 (aq)

a
+ +

a
no tratamento de água (d) NH3(aq) + H (aq) NH4 (aq)

a a
22.33 (a) CaO(s) + H2O(l) 2+
Ca (aq) + 2OH (aq)

(e) N2H4(l) + O2(g) N2(g) + 2H2O(g)
22.51 (a) 2NO3 (aq) + 12H+(aq)
– + –

a a
+
(b) Al2O3(s) + 6H (aq)
3+
2Al (aq) + 3H2O(l) N2(g) + 8H (aq) + 6e ,

a
(c) Na2O2(s) + 2H2O(l)
+ –
2Na (aq) + 2OH (aq) + H2O2(aq) º = +1,25 V (b) 2NH4 (aq)
Ered
+ + –
N2(g) + 8H (aq) + 6e ,

a
(d) N2O3(g) + H2O(l) 2HNO2(aq) º = 0 ,27 V 22.53 (a) H3PO4, +5 (b) H3AsO3, +3 (c) Sb2S3, +3
Ered
(e) 2KO2(s) + 2H2O(l)
(d) Ca(H2PO4)2, +5 (e) K3P, –3 22.55 (a) O fósforo é um átomo
a
+ –
2K (aq) + 2OH (aq) + O2(g) + H2O2(aq)
(f) NO(g) + O3(g) NO2(g) + O2(g) 22.35 (a) Neutro maior do que o nitrogênio, e P tem orbitais 3d energetica-
(b) ácido (c) básico (d) anfótero 22.37 (a) SeO3, +6 (b) Na2S2O3, mente disponíveis, que participam na ligação, mas o nitrogê-
nio não tem. (b) Apenas um dos três hidrogênios em H3PO2
a
+2 (c) SF4, +4 (d) H2S, –2 (e) H2SO3, +4
está ligado ao oxigênio. Os outros dois estão ligados direta-
a
3+ 2+ +
22.39 (a) 2Fe (aq) + H2S(aq) 2Fe (aq) + S(s) + 2H (aq)
mente ao fósforo e não são facilmente ionizáveis. (c) PH3 é
a
– +
(b) Br2(l) + H2S(aq) 2Br (aq) + S(s) + 2H (aq)
uma base mais fraca do que H2O, logo qualquer tentativa de
(c) 2MnO4 (aq) + 6H+(aq) + 5H2S(aq)

adicionar H+ a PH3 na presença de H2O provoca a protonação


a
2+
2Mn (aq) + 5S(s) + 8H2O(l)
de H2O. (d) Por causa dos ângulos de ligação extremamente
(d) 2NO3 (aq) + H2S(aq) + 2H+(aq)

a
tencionados nas moléculas de P4, o fósforo branco é altamen-
2NO2(aq) + S(s) + 2H2O(l)
te reativo. 22.57 (a) 2Ca3(PO4)2(s) + 6SiO2(s) + 10C(s) P4(g)
+ 6CaSiO3(l) + 10CO2(g)
28 Química: a ciência central

a H PO (aq) + 3H (aq) + 3Cl (aq) a


a 4PCl (l) 22.59 (a) HCN (b) SiC (c)
+ –
(b) 3H2O(l) + PCl3(l) 3 3
8SO2(g) + 16H2S(g) 3S8(s) + 16H2O(g)
(c) 6Cl2(g) + P4(s) 3
(b) 2,0 ´ 103 mol = 5,01 ´ 104 L de H2S(g) (c) 9,5 ´ 104 g de S por
CaCO3 (d) CaC2 tonelada de carvão queimado. 22.98 E(H—O) = 463 kJ,
2⫺

(b) C O (c) C C E(H—S) = 367 kJ, E(H—Se) = 316 kJ, E(H—Te) = 266 kJ. A
22.61 (a) C N
energia de ligação H—X diminui regularmente na série, pro-
(d) S C S (e) O C O (f) 2⫺ vavelmente devido ao aumento do tamanho do orbital de X
O com o qual o orbital 1s do hidrogênio deve se super-
C por. 22.101 12 toneladas de N2O4
O O Capítulo 23
uma das três 23.1 Ferro: hematita, Fe2O3; magnetita, Fe3O4. Alumínio: bauxi-
estruturas de ta, Al2O3 × xH2O. Nos minérios, o ferro está presente como íon
ressonância 3+ ou tanto como íons 2+ quanto íons 3+ como na magnetita.
equivalentes
a
O alumínio está sempre presente no estado de oxidação
D
+3. 23.3 Um minério consiste em uma pequena quantidade
a
22.63 (a) ZnCO3(s) ZnO(s) + CO2(g)
de material que queremos (calcopirita, CuFeS2) e uma grande
a
2+ –
(b) BaC2(s) + 2H2O(l) Ba (aq) + 2OH (aq) + C2H2(g)
quantidade de outros lixos (ganga).
a a 2PbO(s) + 2CO (g)
(c) C2H4(g) + 3O2(g) 2CO2(g) + 2H2O(g) D

a
(d) 2CH3OH(l) + 3O2(g) 2CO2(g) + 4H2O(g) 23.5 (a) 2PbS(s) + 3O2(s)
a PbO(s) + CO (g)
2

a
(e) NaCN(s) + H+(aq) +
Na (aq) + HCN(g) D
800 ° C (b) PbCO3(s)
(c) WO (s) + 3H (g) a W(s) + 3H O(g)
22.65 (a) 2CH4(g) + 2NH3(g) + 3O2(g) cat
2HCN(g) D
2

a
+ 6H2O(g)
(d) ZnO(s) + CO(g) a Zn(l) + CO (g)
3 2 2

a
(b) NaHCO3(s) + H+(aq) +
CO2(g) + H2O(l) + Na (aq) D

(c) 2BaCO3(s) + O2(g) + 2SO2(g) 2BaSO4(s) + 2CO2(g) 2

22.67 (a) H3BO3, +3 (b) SiBr4, +4 (c) PbCl2, +2 ou PbCl4, +4 (d) 23.7 (a) SO3(g) (b) CO(g) fornece um ambiente redutor para
Na2B4O7 × 10H2O, +3 (e) B2O3, +3 22.69 (a) Carbono (b) chum-
a a
transformar Pb2+ em Pb.
4– 2–
bo (c) silício 22.71 (a) SiO4 (b) SiO3 (c) SiO3
2–
22.73 (a) O (c) PbSO4(s) PbO(s) + SO3(g); PbO(s) + CO(g)

a
diborano tem átomos de hidrogênio em ponte unindo dois Pb(s) + CO2(g)

a
átomos de B. A estrutura do etano tem átomos de C ligados di- 23.9 FeO(s) + H2(g) Fe(s) + H2O(g);

a
retamente, sem átomos em ponte. (b) B2H6 é uma molécula de- FeO(s) + CO(g) Fe(s) + CO2(g);

a
ficiente em elétrons. Os 6 pares de elétrons de valência estão Fe2O3(s) + 3H2(g) 2Fe(s) + 3H2O(g);
todos envolvidos nas ligações sigma B—H, logo a única ma- Fe2O3(s) + 3CO(g) 2Fe(s) + 3CO2(g) 23.11 (a) O ar fun-
neira de satisfazer a regra do octeto no B é tendo átomos de H ciona principalmente para oxidar o coque a CO; essa reação

a
em ponte como mostrado na Figura 22.55. (c) O termo hídrico exotérmica também fornece calor para o forno: 2C(s) + O2(g)

a
indica que os átomos de H em B2H6 têm mais do que a quanti- 2CO(g), DH = –221 kJ. (b) O calcário, CaCO3, éD a fonte de

a
dade normal de densidade eletrônica para um átomo de H li- óxido básico para a formação da escória: CaCO3(s) CaO(s)
gado covalentemente. 22.76 (a) 88,2 g de H2 (b) 980 L 22.79 + CO2(g); CaO(l) + SiO2(l) CaSiO3(l). (c) O coque é o com-

a
SiH4, CO, Mg 22.81 (a) SO3 (b) Cl2O5 (c) N2O3 (d) CO2 (e) bustível para o alto-forno e a fonte de CO, o principal agente re-

a
3– –
P2O5 22.84 (a) PO4 , +5; NO3 , +5 (b) A estrutura de Lewis dutor no forno. 2C(s) + O2(g) 2CO(g); 4CO(g) + Fe3O4(s)
para NO43– seria 4CO2(g) + 3Fe(l) (d) A água age como fonte de

a
hidrogênio e como meio de controlar a temperatura. C(s) +
3⫺ H2O(g) CO(g) + H2(g), DH = +131 kJ 23.13 (a) O proces-
O so de Bayer é necessário para separar os sólidos que contêm
ferro da bauxita antes da eletrorredução. (b) Uma vez que ele
O N O
é anfótero, Al3+ reage com excesso de OH– para formar o íon
complexo Al(OH)4 , enquanto os sólidos de Fe3+ não podem

O
reagir. Isso permite a separação dos sólidos indesejáveis de
A carga formal em N é +1 e em cada átomo de O é –1. Os qua- ferro pela filtração. 23.15 Para purificar eletroquimicamente
tro átomos eletronegativos de oxigênio retiram densidade ele- o cobalto bruto, usa-se uma célula de eletrólise na qual o metal
bruto é o anodo, uma fina folha de cobalto puro é o catodo e o
trônica, deixando o nitrogênio deficiente. Como N pode
eletrólito é uma solução aquosa de um sal de cobalto solúvel
formar um máximo de quatro ligações, ele não pode formar li-
como CoSO4 × 7H2O. A redução da água não ocorre por causa
gação p com um ou mais átomos de O para ganhar de volta
a
3– de efeitos cinéticos. Reação do anodo:
densidade eletrônica, como o átomo de P em PO4 faz. A dis-
a
2+ –
Co(s) Co (aq) + 2e ; reação do catodo:
tância curta N—O também levaria a um tetraedro compacto 2+ –
Co (aq) + 2e Co(s). 23.17 O sódio é metálico; cada áto-
a
de átomos de O sujeito à repulsão estérica.
mo está ligado a muitos outros. Quando a rede metálica é dis-
a
22.87 GeO2(s) + C(s) Ge(l) + CO2(g)
torcida, muitas ligações permanecem intactas. Em NaCl as
a
Ge(l) + 2Cl2(g) GeCl4(l)
forças iônicas são fortes, e os íons estão arranjados em redes
a
GeCl4(l) + 2H2O(l) GeO2(s) + 4HCl(g)
muito regulares. As forças iônicas tendem a ser quebradas ao
GeO2(s) + 2H2(g) Ge(s) + 2H2O(l)
longo de determinados planos de clivagem no sólido, e a
22.91 P = 0,174 atm 22.93 (a) DHcomb = –285,83 kJ/mol de H2, substância não suporta muita distorção antes de que-
–890,4 kJ/mol de CH4 (b) DHcomb = –141,79 kJ/g de H2, –55,50 brar. 23.19 No modelo de mar de elétrons, os elétrons movi-
kJ/g de CH4 (c) DHcomb = –1,276 ´ 10 kJ/m de H2, 3,975 ´ 10
4 3 4

a
mentam-se na rede metálica, enquanto os átomos de prata
3
kJ/m de CH4 22.96 SO2(g) + 2H2S(s) 3S(s) + H2O ou permanecem mais ou menos fixos na posição. Sob a influência
Respostas a exercícios selecionados 29

de um potencial aplicado, os elétrons estão livres para movi- diferença de energia entre a banda de valência e a banda de
mentar-se por toda a estrutura, dando origem à condutivida- condução. Os semicondutores têm banda de valência preen-
de térmica e elétrica. 23.21 A variação nas densidades indica chida mas uma diferença menor entre as bandas, de forma
distâncias de ligação metal–metal mais curtas passando-se da que alguns elétrons podem mover-se para a banda de condu-
esquerda para a direita na série. Parece que a extensão da liga- ção. (d) Na condução metálica, os átomos metálicos estão esta-
ção metal–metal aumenta na série e que todos os elétrons de cionários enquanto alguns elétrons de valência atuam como
valência nesses elementos estão envolvidos na ligação metáli- transportadores de cargas. Na condução eletrolítica os íons
ca. 23.23 De acordo com a teoria de banda, um isolante tem as móveis transportam carga através do líquido. 23.57 Eo se tor-
bandas de energia que estão completamente preenchidas ou nará mais negativo à medida que a estabilidade (o valor de Kf)
completamente vazias, com uma distância de energia grande do complexo aumentar. 23.60 Em um sólido ferromagnético
entre as bandas cheias e vazias. Um condutor tem bandas de os spins de todos os elétrons desemparelhados estão parale-
energia parcialmente preenchidas. Um semicondutor tem ban- los. À medida que a temperatura do sólido aumenta, a energia
da de energia preenchida ou parcialmente preenchida separa- cinética aumentada dos átomos supera a força que alinha os
da por uma pequena distância de energia de uma banda vazia spins dos elétrons. As substâncias tornam-se paramagnéticas;

a
ou quase vazia. 23.25 O estanho branco tem caráter mais ela ainda tem elétrons desemparelhados, mas seus spins
metálico; ele tem uma alta condutividade e uma distância de não estão mais alinhados. 22.63 (a) 2NiS(s) + 3O2(g)

a
ligação Sn—Sn mais longa (3,02 Å) do que o estanho cinza 2NiO( s) + 2SO2(g)

a
(2,81 Å) 23.27 Uma liga contém átomos de mais de um ele- (b) 2C(s) + O2(g) 2CO(g);

a
mento e tem as propriedades de um metal. Em uma liga de so- C(s) + H2O(g) CO(g) + H2(g);

a
lução os componentes estão aleatoriamente dispersos. Em NiO(s) + CO(g) Ni(s) + CO2(g);

a
uma liga heterogênea os componentes não estão uniformemen- NiO(s) + H2(g) Ni(s) + H2O(g)

a
te dispersos e podem ser distinguidos no nível macroscópico. (c) Ni(s) + 2HCl(aq) NiCl2(aq) + H2(g)

a
Em um composto intermetálico os componentes interagiram (d) NiCl2(aq) + 2NaOH(aq) Ni(OH)2(s) + 2NaCl(aq)
para formar uma substância composta, como Cu3As. 23.29 (e) Ni(OH)2(s) NiO(s) + H2O(g)
23.65 2,63 ´ 10 kg ou 2,90 ´ 10 toneladas 23.68 7,3 ´ 10 g de
6 3 2
Átomos isolados: (b), (c) e (f); metal como um todo: (a), (d) e
2+ +
(e) 23.31 A contração de lantanídeo é o nome dado à diminui- Ni (aq) 23.70 Nas condições do conversor, H necessário
ção no tamanho atômico devido ao aumento da carga nuclear para a oxidação de Fe no ar não está presente. (b) Os produtos
efetiva à medida que caminhamos pelos lantanídeos (elemen- dessas reações são CO2(g), SO2(g), P2O5(l), SiO2 e MxOy(l). CO2 e
tos 57 a 70) e além deles. A contração de lantanídeo afeta as SO2 escapam como gases. P2O5(l) reage com CaO(l) para for-
propriedades relativas ao tamanho como energia de ioniza- mar Ca3(PO4)2(l), que é removido com a camada de escória bá-
ção, afinidade eletrônica e densidade. 23.33 (a) ScF3 (b) CoF3 sica. SiO2 e os óxidos metálicos podem combinar-se para
(c) ZnF2 23.35 O cromo [Ar]4s1 3d5 tem 6 elétrons de valência, formar outros silicatos; todos são removidos com a camada de
alguns ou todos dos quais estão envolvidos na ligação, levan- escória básica. 23.73 (a) O potencial padrão de redução para
do a estados de oxidação múltiplos. Al, [Ne]3s23p1, tem apenas H2O(l) é muito maior do que o de Mg2+(aq) (– 0,83 V versus
3 elétrons de valência, que são todos perdidos ou comparti- –2,37 V). Em soluções aquosas H2O(l) seria preferencialmente
lhados durante a ligação, produzindo exclusivamente o esta- reduzida e nenhum Mg(s) seria obtido. (b) 1,0 ´ 103 kg de
do de oxidação +3. 23.37 (a) Cr3+, [Ar]3d3 (b) Au3+, [Xe]4f145d8 Mg 23.76 (a) Keq = 6 ´ 10–9 (b) O equilíbrio constante é muito
2+ 6 + 10 4+
(c) Ru , [Kr]4d (d) Cu , [Ar]3d (e) Mn , [Ar]3d (f) Ir
3 +
menor que um; o processo não é prático. (c) Keq = 2 ´ 1011.
1 14 7 2+ 2+
[Xe]6s 4f 5d 23.39 Ti 23.41 Fe é um agente redutor que é Uma vez que Keq >> 1 para esse processo, ele é potencialmente

a
3+
facilmente oxidado a Fe na presença de O2 do ar. 23.43 (a) útil. Entretanto, a ordem de grandeza de Keq não nos diz nada

a
Fe(s) + 2HCl(aq) FeCl2(aq) + H2(g) (b) Fe(s) + 4HNO3(g) sobre a velocidade da reação. Poderia ser necessário calor, um
Fe(NO3)3 (aq) + NO(g) + 2H2O(l) 23.45 Os elétrons de- catalisador ou ambos poderiam ser úteis.
semparelhados em um material paramagnético faz com que
ele seja fracamente atraído em um campo magnético. Um ma- Capítulo 24
terial diamagnético, onde todos os elétrons estão emparelha- 24.1 (a) Um complexo metálico consiste um íon metálico ligado a

a
dos, é muito fracamente repelido por um campo magné- um número de moléculas ou íons vizinhos. O número de liga-
tico. 23.47 PbS(s) + O2(g) Pb(l) + SO2(g). SO2(g) é um ções formado pelo íon metálico central é o número de coordena-
produto de ustulação de minérios de sulfeto. Em um ambien- ção. As moléculas ou íons circundantes são os ligantes. (b) Os
te rico em oxigênio, SO2(g) é oxidado a SO3(g), que se dissolve íons metálicos, por virtude de suas cargas positivas e orbitais
em H2O(l) para formar ácido sulfúrico, H2SO4(aq). Uma fábrica d, s e p, agem como receptores de par de elétrons ou ácidos de
de ácido sulfúrico próxima a uma usina de ustulação fornece- Lewis. Os ligantes, que têm no mínimo um par de elétrons
ria uma maneira para dispor do perigoso SO2(g) que também ge- não compartilhados, agem como doadores de par de elétrons
raria lucro. 23.49 CO(g): Pb(s); H2(g): Fe(s); Zn(s): Au(s) 23.52 ou ácidos de Lewis. 24.3 (a) +2 (b) 6 (c) 2 mols de AgBr(s)
Como tanto o selênio quanto o telúrio são não-metais, espera- precipitará por mol de complexo. 24.5 (a) Número de coor-
mos que eles sejam mais difíceis de oxidar. Tanto Se quanto Te denação = 4, número de oxidação = +2 (b) 5, +4 (c) 6, +3 (d) 5,
são prováveis de se acumular como elementos livres na então +2 (e) 6, +3 (f) 4, +2 24.7 (a) 4Cl– (b) 4Cl–, 1O2– (c) 4N, 2Cl– (d)
chamada lama de anodo, junto com os metais nobres que não 5C (e) 6O (f) 4N 24.9 (a) Um ligante monodentado liga-se a
são oxidados. 23.55 (a) Os compostos intermetálicos têm es- um metal por um átomo, um ligante bidentado liga-se por
tequiometria e propriedades definidas, enquanto as ligas meio de dois átomos. (b) Três ligantes bidentados preenchem
substitucionais têm faixa de composições. Ambos são ligas de a esfera de coordenação de um complexo hexacoordenado. (c)
solução. (b) Uma substância paramagnética tem elétrons de- Um ligante tridentado tem no mínimo três átomos com pa-
semparelhados e é atraída em um campo magnético. (c) Os res de elétrons não compartilhados na orientação correta
isolantes têm banda de valência preenchida, com uma grande para se ligar simultaneamente a um ou mais íons metálicos.
30 Química: a ciência central

24.11 (a) A orto-fenantrolina, o-phen, é bidentada (b) o oxalato, tron desemparelhado 24.41 Todos os complexos neste
C2O42–, é bidentado (c) a etilenodiaminatetracetato, EDTA, é exercício são octaédricos hexacoordenados.
hexadentada (d) a etilenodiamina, en, é bidentada 24.13 (b) (a) (b) (c)
O aumento na entropia, +DS, associado à substituição de dois
ou mais ligantes monodentados por um ligante quelante ge-
ralmente dá origem ao efeito quelato. As reações químicas com d 4, spin alto d 5, spin alto d 6, spin baixo
+DS tendem a ser espontâneas, têm DG negativo e valores
positivos grandes de Keq. 24.15 (a) [Cr(NH3)6](NO3)3 (b) (d) (e) (f)
[Co(NH3)4CO3]2SO4 (c) [Pt(en)2Cl2]Br2 (d) K[V(H2O)2Br4] (e)
[Zn(en)2][HgI4] 24.17 (a) Cloreto de tetramindiclororó-
dio(III) (b) hexaclorotitanato(IV) de potássio (c) tetracloroxo- d 5, spin baixo d3 d8
molibdênio(VI) (d) brometo de tetraqua(oxalato) platina(IV)
24.43
ONO ONO ONO NH3
24.19 (a) Pd Pd
spin alto
H3N NH3 H3N ONO
cis trans 24.45 (a) [Ni(en)2Cl2] (b) K2[Ni(CN)4] (c) [CoF6]3–, spin alto;
[Co(NH3)6]3+, spin baixo (d) tiocianato, SCN– ou NCS– (e)
(b) [Pd(NH3)2(ONO)2], [Pd(NH3)2(NO2)2] [Co(en)2Cl2]Cl (f) [Co(en)3]Cl3
⫹ ⫹

N N 24.48 (a) 2⫹
(b) 2⫺
NH3 H2O
N N N N H2O NH3 Cl Cl
(c) V V Co Ru
N Cl Cl N H2O NH3 Cl Cl
Cl Cl NH3 Cl
Octaédrico Octaédrico
(d) [Co(NH3)4Br2]Cl, [Co(NH3)4BrCl]Br 24.21 Sim. Nenhum
isômero estrutural ou estereoisômero é possível para um
complexo tetraédrico do tipo MA2B2. O complexo deve ser ⫺ (d)
(c) H2O N
quadrático plano com isômeros geométricos cis e trans. 24.23 N Cl
O O
No isômero trans o ângulo de ligação Cl—Co—NH3 é 180o; no Co Ru
isômero cis esse ângulo de ligação é 90 oC. O isômero cis é qui- O O N Cl
ral. 24.25 (a) Um isômero (b) Isômeros trans e cis com ângu- H2O N
los Cl—Ir—Cl de 180o e 90o, respectivamente (c) isômeros Octaédrico Octaédrico
trans e cis com ângulos Cl—Fe—Cl de 180o e 90o, respectiva-
mente. O isômero cis é oticamente ativo. 24.27 (a) A luz visí-
24.51 (a) Em um complexo quadrático plano, se um par de li-
vel tem comprimentos de onda entre 400 e 700 nm. (b) As
gantes está em trans, os dois sítios de coordenação restantes
cores complementares são opostas entre si na paleta de cores de
também estão em trans entre si. O ligante bidentado etilenodia-
artista. (c) Um complexo metálico colorido absorve a luz visí-
mina é muito pequeno para ocupar dois sítios de coordenação
vel de sua cor complementar. 24.29 De azul para viole-
em trans, logo não se conhece o isômero trans de [Pt(en)Cl2].
ta-azulado 24.31 A maioria das atrações entre um íon metáli-
(b) A exigência estérica mínima para um ligante bidentado
co e um ligante é eletrostática. Se a interação é íon–íon ou
trans é uma cadeia de comprimento médio entre os dois áto-
íon–dipolo, o ligante é fortemente atraído para o centro metáli-
mos coordenantes que irão ocupar as posições trans. Um li-
co e pode ser modelado como uma carga pontual negativa.
dx2y2, dz2 gante polidentado como o EDTA é muito mais provável de
24.33 (a)
ocupar as posições trans porque ele tranca o íon metálico no

lugar com sítios de coordenação múltiplos e protege o íon me-

a
dxy, dxz, dyz tálico de ligantes competidores presentes em solução.

a
+ –
24.54 (a) AgCl(s) + 2NH3(aq) [Ag(NH3)2] (aq) + Cl (aq)

a
3+
(b) A ordem de grandeza de D e a energia da transição d–d (b) [Cr(en)2Cl2]Cl2]Cl(aq) + 2H2O(l) [Cr(en)2(H2O)2] (aq) +

a
1
para um complexo d são iguais. (c) A série espectroquímica é 3Cl–(aq); 3Ag+(aq) + 3Cl–(aq) 3AgCl(s)

a
uma seqüência de ligantes de acordo com suas habilidades (c) Zn(NO3)2(aq) + 2NaOH(aq) Zn(OH)2(s) + 2NaNO3(aq);

a
2– +
em aumentar a diferença de energia D. 24.35 A cor amarela Zn(OH)2(s) + 2NaOH(aq) Zn(OH)4] (aq) + 2Na (aq)
2+ – 2–
deve-se à absorção de luz em torno de 400 a 430 nm, a cor azul (d) Co (aq) + 4Cl (aq) [CoCl4] (aq) 24.57 (a) Sapato es-
absorve em torno de 620 nm. O comprimento de onda mais querdo (b) hélice de madeira (c) um taco de golfe normal 24.60
3+ 2+ 2–
curto corresponde a uma transição eletrônica de mais alta [Co(NH3)6] , amarelo; [Co(H2O)6] , rosa; [CoCl4] , azul 24.63
(a) [FeF6] . F é um ligante de campo fraco que impõe menor D
4– –
energia e um valor maior de D. O cianeto é um ligante de cam-
po forte, e espera-se que seus complexos tenham maiores va- e l mais longo para o íon complexo. (b) [V(H2O)6]2+. V2+ tem
lores de D do que os complexos com a água. 24.37 (a) Ru , d
3+ 5 carga mais baixa, logo a interação com o ligante produzirá um
2+ 9 37 6 5+ 1 3+ 4
(b) Cu , d (c) Co , d (d) Mo , d (e) Re , d 24.39 (a) campo mais fraco, menor D e um comprimento de onda absor-
[Ar]4s23d5, [Ar]3d4, 2 elétrons desemparelhados (b) [Kr]5s14d7, vido mais longo. (c) [CoCl4]2–. Cl– é um ligante de campo fraco
[Kr]4d5, 1 elétron desemparelhado (c) [Kr]5s14d8, [Kr]4d6, 0 elé- que impõe menor D e l mais longo para o íon complexo.
Respostas a exercícios selecionados 31

CH3
24.66
2⫺ CH2 CH3
(a) O
C (d) CH3 CH2 CH2 CH2 CH CH2 C CH3
NC CN
Fe CH3
NC CN
C H H
O H C CH3 CH CH3
H C C H CH2 CH
(b) o dicarboniltetracianoferrato(II) de sódio (c) +2, 6 elétrons
(e)
d (d) Esperamos que o complexo seja de spin baixo. O cianeto
H C C H CH2 CH2
(e o carbonil) são altos na série espectroquímica, o que signifi- C
ca que o complexo terá grande desdobramento D, característi- H H CH2
H H
co de complexos de spin baixo. 24.71 (a) Co está no mesmo
estado de oxidação +3 em ambos os complexos. (b) Os íons 25.19 2,3-dimetileptano (b) cis-6-metil-3-octeno (c) para-dibro-
que formam precipitado com AgNO3(aq) e BaCl2(aq) estão fora mobenzeno (d) 4,4-dimetil-1-hexino (e) metilciclobutano 25.21
da esfera de coordenação. O composto A violeta-escuro forma O isomerismo geométrico nos alcenos é o resultado da rotação
um precipitado com BaCl2(aq) mas não forma com AgNO3(aq), restrita em torno da ligação dupla. Nos alcanos os sítios de li-
2–
de forma que ele tem SO4 fora da esfera de coordenação e Br– gação são intercambiáveis pela rotação livre em torno das li-
coordenado, [Co(NH3)5Br]SO4. O composto B violeta averme- gações simples. Nos alcinos existe apenas um sítio de ligação
lhado forma um precipitado com AgNO3(aq) mas não forma adicional em um carbono ligado triplamente, logo não resulta
com BaCl2(aq), logo ele tem Br– fora da esfera de coordenação e em isomerismo.
2–
SO4 coordenado, [Co(NH3)5SO4]Br. (c) Os compostos A e B 25.23 (a) Não
são isômeros de esfera de coordenação. (d) Os compostos A e H Cl ClH2C Cl
B são ambos eletrólitos fortes. 24.74 K4[Mn(ox)2Br2] 24.76 (b) C C C C
47,3 mg de Mg2+/L, 53,4 mg de Ca2+/L
ClH2C CH3 H CH3
Capítulo 25
(c) não (d) não 25.25 65 25.27 (a) Uma reação de adição é a
25.1 Os átomos de carbono tanto com 2 quanto com 3 átomos
adição de algum reagente a dois átomos que formam uma li-
de hidrogênio têm arranjos tetraédricos, ângulos de ligação
gação múltipla. Em uma reação de substituição um átomo ou
de 109o e hibridização sp3. O átomo de carbono com um hidro-
grupo de átomos substitui outro átomo. Os alcenos normal-
gênio tem arranjo trigonal plano, ângulos de ligação de 120o e
mente sofrem adição, enquanto os hidrocarbonetos aromáti-
hibridização sp2. 25.3 Carbono, hidrogênio, oxigênio, nitro-
cos geralmente sofrem substituição.
gênio, enxofre e fósforo. O oxigênio e o nitrogênio são mais
eletronegativos do que o carbono; o enxofre tem a mesma ele- CH3 CH3 CH3 CH3
tronegatividade que o carbono. 25.5 (a) Um hidrocarboneto de
(b) CH3 C C CH3 ⫹ Br2 CH3 C C CH3
cadeia linear tem todos os átomos de carbono conectados em
cadeia contínua. Um hidrocarboneto de cadeia ramificada tem ra- Br Br
mificação; no mínimo um átomo de carbono está ligado a três
ou mais átomos de carbono. (b) Um alcano é uma molécula Cl Cl
completa composta de carbono e hidrogênio na qual todas as H H H H
ligações são ligações s. Um grupo alquil é um substituinte for- FeCl3
mado pela remoção de um átomo de hidrogênio de um alca- ⫹ Cl2 ⫹ HCl
(c)
no. 25.7 (a) C5H12 (b) C5H10 (c) C5H10 (d) C5H8; saturado: (a),
H H H Cl
(b); insaturado: (c), (d) 25.9 CnH2n – 2
25.11 Cl Cl
CH3 CH2 CH2 CH CH2
25.29 (a) Os ângulos C—C—C de 60o no anel ciclopropano
1-penteno CH3 provoca a tensão que fornece a força diretora para as reações
que resultam na abertura do anel. Não existe tensão compará-
CH3 CH2 CH CH CH3 CH2 CH CH CH3
a
vel nos anéis de cinco e seis membros.
2-penteno 3-metil-1-buteno (b) C2H4(g) + HBr(g) CH3CH2Br(l);

CH3 CH3
C6H6(l) + CH3CH2Br(l) a AlCl 3
C6H5CH2CH3(l) + HBr(g)
25.31 O intermediário é um carbocátion. Um dos átomos de C
CH2 C CH2 CH3 CH3 C CH CH3 anteriormente envolvido na ligação p está agora ligado a um
2-metil-1-buteno 2-metil-2-buteno segundo átomo de H do haleto de hidrogênio. O outro átomo
25.13 (c) e (d) são a mesma molécula. 25.15 (a) 109 (b) 120
o o de C anteriormente envolvido na ligação p carrega uma carga
o
(c) 180 25.17 (a) 2-metilexano (b) 4-etil-2,4-dimetilnonano positiva e forma apenas três ligações sigma, duas a átomos ad-
jacentes de C e uma a H. 25.33 DHcomb/mol de CH2 para o ci-
CH3 clopropano = 693,3 kJ, para o ciclopentano = 663,4 kJ. O
(c) CH3 CH2 CH2 CH CH2 CH3 DHcomb/grupo CH2 para o ciclopropano é maior porque C3H6
contém um anel tencionado. Quando a combustão ocorre, a
32 Química: a ciência central

tensão liberada e energia estocada são liberadas. 25.35 (a) Sim, a molécula tem isômeros óticos. O átomo de carbono qui-
ketone (b) ácido carboxílico (c) álcool (d) éster (e) amido (f) ral está ligado aos grupos cloro, metil, etil e propil. 25.49 (a)
amina Um aminoácido a contém função NH2 no carbono adjacente à
25.37 (a) Propionaldeído (ou propanal): função ácido carboxílico. (b) Na formação da proteína, os ami-
H H noácidos sofrem reação de condensação entre um grupo ami-
O no de uma molécula e o grupo ácido carboxílico de outra para
H C C C formar a ligação de amida. 25.51 Dois peptídeos são possí-
H veis: H2NCH2CONHCH(CH(CH3)2)COOH (glicilvalina) e
H H
H2NCH(CH(CH3)2CONHCH2COOH (valilglicina).
(b) Éter dimetílico:
H O H H O H H O
H H H
25.53 H2N C C N C C N C C OH
H C C O C H
CH3 (CH2)2 (CH2)4NH2
H H H
COOH
25.39 (a) Ácido metanóico (b) ácido butanóico (c) ácido 3-me-
tilpentanóico (b) Oito: Ser—Ser—Ser; Ser—Ser—Phe; Ser—Phe—Ser; Phe—
O Ser—Ser; Ser—Phe—Phe; Phe—Ser—Phe; Phe—Phe—Ser;
Phe—Phe—Phe 25.55 A estrutura primária de uma proteína
25.41 (a) CH3CH2O C refere-se à seqüência de aminoácidos na cadeia. A estrutura se-
cundária é a configuração (helicoidal, dobrada, aberta) de uma
Benzoato de etila cadeia protéica. A estrutura terciária é a forma como um todo
O da proteína determinada pela maneira que os segmentos se
H O
dobram juntos 25.57 (a) Os carboidratos, ou açúcares, são
(b) CH3N CCH3 O CCH3 polidroxialdeídos ou cetonas compostos de carbono, hidrogê-
(c)
nio e oxigênio. Eles são derivados basicamente dos vegetais e
N-metiletanoamida ou
são a principal fonte de alimentos para os animais. (b) Um
N-metilacetamida fenilacetato
monossacarídio é uma molécula de açúcar simples que não
25.43 pode ser decomposta em moléculas de açúcar menores por
O ⫺ hidrólise. (c) Um dissacarídio é um carboidrato composto de
O duas unidades de açúcar simples. A hidrólise quebra o dissa-
(a) CH3CH2C O CH3 ⫹ NaOH CH3CH2C carídio em dois monossacarídios. 22.59 (a) Na forma linear
O
da galactose, o carbono aldeídico é C1. Os átomos de carbono

⫹ Na ⫹ CH3OH 2, 3, 4 e 5 são quirais porque cada um deles carrega quatro gru-
pos diferentes. (b) Tanto a forma b (mostrada aqui) quanto a
O ⫺ forma a (o OH no carbono 1 está no mesmo lado do anel que
O OH no carbono 2) são possíveis.
(b) CH3C O ⫹ NaOH CH3C ⫹ Na⫹
O CH2OH
OH 5
C O
H OH
⫹ 4 H 1
C C
OH H
H 3 2 H
C C
OH
H OH
25.45 (a) CH3CH2CHCH3 (b) HOCH2CH2OH Galactose

O O 25.61 A fórmula mínima do glicogênio é C6H10O5. A forma em


(d) CH3CH2CCH2CH3
anel de seis membros da glicose é a unidade que forma a base
(c) H C OCH3
do glicogênio. As unidades de glicose monoméricas são uni-
(e) CH3CH2OCH2CH3 das por ligações a. 25.63 Um nucleotídeo consiste em um
composto aromático contendo nitrogênio, um açúcar na for-
ma de anel de furanose (cinco membros) e um grupo ácido
H H CH3 Br H
fosfórico. A estrutura do monofosfato deoxicitidina é
25.47 (a) H C C C* C* C H * átomos de C quirais

H H H Cl H

H H H Cl H H

(b) H C C C C* C C H * átomos de C quirais

H H H CH3 H H
Respostas a exercícios selecionados 33

NH2 O ciclopenteno não mostra isomerismo cis–trans porque a


existência do anel exige que as ligações C—C sejam cis entre si.
O N
CH2
⫺ 25.75 H2C CH CH2OH H2C C H
O P O CH2 O N O

O⫺ C H H C
OH

H C (O grupo –OH não pode ser ligado ao átomo de carbono do al-


C H ceno; essas moléculas são chamadas ‘alcooóis vinílicos’ e são
instáveis.) 25.80 A diferença entre um hidrogênio alcoólico e
OH H

a
um hidrogênio de ácido carboxílico localiza-se no carbono ao
2–
25.65 C4H7O3CH2OH + HPO4 qual –OH está ligado. Em um ácido carboxílico o oxigênio car-
C4H7O3CH2 — O — PO32– + H2O bonílico eletronegativo retira densidade eletrônica da ligação
25.67 Na estrutura helicoidal para o DNA, as fitas dos polinu- O — H, tornando a ligação mais polar e H mais ionizável. Em
cleotídeos são mantidos unidos por interações de ligação de um álcool nenhum átomo eletronegativo está ligado ao carbo-
hidrogênio entre pares específicos de bases. A adenina e a ti- no que contém o grupo –OH, e H está firmemente ligado a
mina são um par de bases e a guanina e a citosina são outro O. 25.83 (a) Nenhum (b) O carbono contendo –OH secundá-
par. Para cada adenina em uma fita, existe uma citosina na ou- rio tem quatro grupos diferentes ligados a ele, sendo assim
tra fita, de forma que o total de adenina se iguala ao total de ti- quiral. (c) Tanto o carbono que contém o grupo – NH2 quanto
mina, e o total de guanina se iguala ao total de citosina. o carbono contendo o grupo CH3 são quirais. 25.85 Glu –
25.69 Cys – Gly é a única estrutura possível. 25.87 A glicose é uma
H aldoexose, e a frutose é uma cetoexose. 25.89 O etanol con-
tém ligações –O—H, que formam ligações de hidrogênio in-
H O C termoleculares fortes, enquanto o éter dimetílico sofre apenas
H 2C C C H H C C OH forças dipolo–dipolo e forças de dispersão fracas. A molécula
polar CH2F2 sofre forças dipolo–dipolo e forças de dispersão,
H enquanto a molécula apolar CF4 sofre apenas forças de dispersão.
H z C c C z CH2OH
O
H H CH3 H
25.91 CH3CCH2CH3
25.72 C C C C
CH3 CH2CH3 H CH2CH3 25.93 DG = –36 kJ
– 2–
cis trans 25.97 [AMPOH ]/[AMPO ] = 0,65