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FATORES AMBIENTAIS NA CULTURA DO FEIJOEIRO

Odair José Marques1

Introdução

O feijão (Phaseolus vulgaris L.) constitui, juntamente com o arroz, a base alimentar
dos brasileiros. Suas sementes constituem uma excelente fonte protéica, além de serem ricas
em ferro e fornecerem parte dos carboidratos necessários na dieta humana (Vieira e Hemp,
1992).
Os centros de origem e domesticação do gênero Phaseolus estão localizados nas
Américas, desde a América do Norte, mais precisamente no México até o Sul da Argentina na
América do Sul. Essa amplitude geográfica fez com que a cultura fosse domesticada nas mais
diversas condições ambientais, mesmo em altitudes elevadas como nos Andes (Zimmermann
e Teixeira, 1988).
Dentre os fatores ambientais, a umidade do solo e a fertilidade do solo são passíveis de
controle pelo homem, por meio de técnicas culturais e de manejo desses fatores, e isso é
válido para qualquer cultura agrícola. O fotoperíodo, a radiação solar e a temperatura só
podem ter seus efeitos minimizados ou maximizados em função do manejo da cultura, tais
como época de semeadura ou plantio, densidade populacional ou por meio do melhoramento
genético da cultura.
Adiante discutiremos como os fatores ambientais influenciam a cultura do feijoeiro,
com destaque a temperatura, a radiação solar e a umidade do solo.

Fotoperíodo

O fotoperíodo é o intervalo entre o nascer e o pôr-do-Sol, isto é, é o período de


luminosidade, que varia em função da época do ano e da latitude. A planta do feijoeiro é tida
como insensível ao fotoperíodo, não havendo respostas fisiológicas da planta a esse fator
ambiental. Isso explica como o feijoeiro pode ser cultivado em mais de uma safra anual,
dependente, exclusivamente da disponibilidade hídrica e da temperatura.

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Engenheiro agrônomo, mestrando em agronomia, Universidade Estadual de Maringá, ojmarques@gmail.com

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Temperatura

A temperatura exerce forte influência sobre o feijoeiro, sendo uma das principais
responsáveis pelo desenvolvimento, crescimento e produtividade da cultura.
O feijoeiro é altamente sensível as variações de temperatura, sendo esta a responsável
pela determinação do ciclo da cultura, em função do acúmulo de unidades térmicas, do
mesmo modo que nas gramíneas como o milho e o arroz (Didonet, 2005). De acordo com
Wutke et al., (2000), a temperatura base para o feijoeiro está numa faixa de 6,5 a 10 ºC, no
período entre a emergência e o florescimento e entre 6,5 a 8 ºC, entre o florescimento e a
colheita.
A temperatura ótima para o desenvolvimento da cultura é de 18 a 24 ºC, sendo a
temperatura ideal 21ºC (Vieira, 1967 citado por Andrade, 1998). Já Bulisani et al. (1987),
mencionam uma faixa entre 15 e 27 ºC como temperatura ótima para a cultura.
Embora o feijoeiro tenha uma grande adaptabilidade geográfica, condições extremas
de temperatura podem ter efeitos negativos à cultura, resultando principalmente na redução da
produtividade. Quando a cultura do feijoeiro fica exposta às temperaturas inferiores a 12 ºC
podem ocorrer atraso na germinação das sementes e emergência das plântulas, falhas no
estande, redução da taxa de crescimento, redução da germinação do grãos de pólen e do
crescimento do tubo polínico (Farlow, 1981, citado por Andrade, 1989), resultando no menor
número de vagens por planta, menor número de sementes por vagens e, consequentemente,
menor produtividade. Da mesma forma, quando a cultura fica exposta às temperaturas
superiores a 30 ºC, sobretudo, se tal evento ocorrer na fase de pré-floração e floração,
resultará em redução da produtividade.
O efeito da alta temperatura na cultura do feijoeiro é mais pronunciado quando ocorre
entre 1 a 6 dias antecedentes à antese, sendo este o período mais sensível da cultura. A alta
temperatura, segundo Portes (1988) citado por Andrade (1989), é a causa provável do
aumento na síntese de etileno, aumentando o abortamento e a abscisão dos órgãos
reprodutivos, bem como, do menor vingamento e retenção dos legumes.
White e Izquierdo (1989) citado por Didonet (2005), afirmam que as primeiros
flores, assim como, as primeiras vagens exercem dominância sobre as demais, tendo estas a
preferência na partição dos fotoassimilados, quando a cultura se encontra sob algum tipo de
estresse na fase reprodutiva. Esse fato pode ser explicado como um mecanismo de
perpetuação da espécie, que foi transmitido por herança genética durante sua evolução.

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Radiação solar

A radiação solar é a energia que governa todos os eventos metabólicos nas plantas
(Didonet, 2005). A formação, partição e acúmulo das cadeias carbônicas nos tecidos vegetais
são resultantes da conversão da radiação solar em energia química pelas plantas.
A eficiência de interceptação da radiação e de sua conversão e partição em produtos
orgânicos depende de fatores climáticos, com destaque para temperatura do ar e
disponibilidade hídrica; fatores edáficos, com ênfase na fertilidade natural, estrutura e textura
do solo; e do manejo, destacando-se práticas culturais que interfiram sobre o arranjo de
plantas (Argenta et al., 2001; Sangoi, 2001).
A densidade populacional, irrigação e uso de cultivares com hábito de crescimento
menos prostrado, podem influenciar no acúmulo de biomassa na cultura do feijoeiro,
principalmente na formação das folhas.
A interceptação da radiação está associada ao índice de área foliar da cultura (IAF),
sendo que, a manutenção das folhas, sobretudo, no período reprodutivo, está associada aos
tratos culturais de controle de pragas desfolhadoras e de doenças foliares, bem como, o
suprimento adequado de nutrientes à cultura.

Umidade

A umidade do solo deve ser entendida como a disponibilidade hídrica, no solo, para as
culturas. As necessidades de água pela cultura variam muito em função das cultivares da
época de semeadura e do local de cultivo (Tabela 1), assim como, do estádio fenológico da
cultura (Tabela 2).
A disponibilidade hídrica está principalmente associada ao regime pluvial de cada
região e as classes de solos, onde a cultura do feijoeiro é cultivada. A cultura do feijoeiro é
extremamente sensível tanto ao déficit, quanto ao excesso hídrico.
O déficit hídrico é prejudicial ao feijoeiro, pois a planta possui um sistema radicular
pouco desenvolvido, que explora apenas as camadas superficiais do solo. Esse fato contribui
para que o feijoeiro seja altamente sensível à falta de água, podendo, dependendo do período
de ocorrência do déficit hídrico acarretar em severas perdas na produção (Tabela 3).

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Tabela 1 – Requerimento de água médio diário do feijoeiro em diversas localidades.


Requerimento
Localidade médio diário Referência
(mm dia-1)
Paraná 2,80 - 4,10 Oliveira e Villa Nova (1996)
Norte de MG 5.00 Caixeta et al. (1978)
Sul de MG 3.20 Purcino et al. (1978)
Careaçu, MG 3.34 Garrido e Teixeira (1978a)
Vale do Sapucaí, MG 4.17 Garrido e Teixeira (1978b)
Monte Alegre do Sul, SP 2.90 Demattê et al. (1974)
Ribeirão Preto, SP 3.50 Demattê et al. (1974)
Piracicaba, SP 4.37 Encarnação (1980)
Piracicaba, SP 3.80 Bergamaschi et al. (1989)
Piracicaba, SP 4.01 Santos e André (1992)
Santo Antônio de Goiás, GO 3.50 Silveira et al. (1981a)
Santo Antônio de Goiás, GO 4.50 Steinmetz (1984)
Santo Antônio do Leverger, MT 5.20 Curi e Campelo Júnior (2001)
Barreiras, BA 3.90 Oliveira e Silva (1990)
Stone et al. 2005.

Tabela 2 – Evapotranspiração do feijoeiro em diferentes estádios, em Piracicaba, SP.


Duração Evapotranspiração
Estádio de desenvolvimento
(dias) (mm dia-1)
Semeadura - emergência (V1) 11 2.4
V1 - 3º trifólio (V4) 20 2.6
V4 - pré-floração (R5) 21 3.8
R5 - início da floração (R6) 10 4.5
R6 - início do enchimento (R8) 11 5.0
R8 - maturação fisiológica 22 4.8
Adaptado por Bergamaschi et al. (1989), citado por Stone et al. (2005).

Em literatura citada por Stone et al. (2005), não há um consenso entre os autores sobre
qual a fase mais sensível ao déficit hídrico do feijoeiro, alguns dizem que é na pré-floração,
outros que é durante a floração e outros, ainda, que é entre a pré-floração e a formação das
vagens. Entretanto, de acordo com os trabalhos realizados por tais autores, podemos inferir
que o período crítico do feijoeiro, em relação ao déficit hídrico, compreende todas as fases
entre a pré-floração e a maturação das vagens, pois a falta de água nessas fases, implica em
abortamento de órgãos reprodutivos (botões florais, flores, vagens pequenas), bem como, o
não vingamento de óvulos.
Segundo Vieira e Massignam (1992) e Guimarães (1988), a influência da deficiência
hídrica no feijoeiro é variável e tem sido muito estudada. Antes da floração pode provocar
diminuição na estatura de planta, redução na área foliar e causar menor acúmulo de reservas

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na planta. Veranicos durante o florescimento provocam além de redução na estatura de


plantas e no tamanho de folíolos, queda de folhas inferiores, aborto de flores, redução do
número de legumes e de grãos por legume. Por sua vez, a ocorrência de deficiência hídrica
durante o desenvolvimento de legumes causa perda de folhas inferiores e, consequentemente
menores índices área foliar, menor desenvolvimento de legumes e produção de grãos de
menor peso. Caso ocorra no final do ciclo, o estresse acelerará a maturação fisiológica,
reduzindo o ciclo e podendo diminuir peso e tamanho de grãos.
Conforme Calvache et al. (1997) citado por Stone et al. (2005), o abortamento de
órgãos reprodutivos, em decorrência do déficit hídrico durante o período de floração e
formação dos legumes, é explicado pela competição fonte-dreno, sendo eliminadas flores
anormais, com falha na fertilização, ou vagens mais novas, que abortam por falta de
nitrogênio ou carboidratos.

Tabela 3 – Redução na produção do feijoeiro quando submetido à déficit hídrico em


diferentes períodos.
Redução na
Período crítico Referência
produção (%)
Final da floração 42
Garrido et al. (1979)
Formação e enchimento das vagens 58
Floração e formação das vagens 30
Calvache et al. (1997)
Enchimento das vagens 36
Pré-floração 53
Floração 71 Dubetz e Mahle (1969)
Pós-floração 35
Adaptado de Stone et al. (2005).

O excesso hídrico pode ser tão prejudicial ao feijoeiro quanto o déficit hídrico, pois a
planta apresenta relativa sensibilidade ao excesso de água no solo. O efeito na planta depende,
entre outros, do solo, do estádio de desenvolvimento, da cultivar, da temperatura e da duração
da inundação. A soma de todos esses eventos acarretará em redução na produção (Tabela 4).
A respiração é o processo mais afetado na planta, sendo que a redução da atividade
respiratória tem efeito limitante no desenvolvimento da cultura. Quando sobra água no solo,
outros efeitos negativos podem ocorrer, tais como, aumento da resistência ao movimento da
água através das raízes, diminuição da absorção de nutrientes, diminuição do crescimento e do
potencial de água na folha, além do aumento da incidência de doenças radiculares. Tudo isso,
consequentemente, levará a redução na produção da cultura (Stone et al., 2005).

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Tabela 2 – Redução na produção do feijoeiro, submetido à excesso


hídrico.
Duração da inundação do Redução na
Referência
solo (dias) produção (%)
2 48
4 57 Silva (1982)
6 68
Adaptado de Stone et al. (2005).

Stone et al. (2005) afirmam que a resposta do feijoeiro, tanto ao déficit hídrico quanto
ao excesso hídrico, é diferenciada entre os cultivares, sendo considerada, a origem do material
genético, o hábito de crescimento e grupos comerciais.

Zoneamento agroclimático

Existem diversos trabalhos visando estabelecer o zoneamento agroclimático para a


cultura do feijoeiro comum em diversos estados brasileiros (Massignam et al., 1997; Silva et
al., 1999; Maluf et al., 2001; Silva e Soares, 2006a; Silva e Soares, 2006b; Soares e Silva,
2007; Silva e Ribeiro, 2007).
O zoneamento agroclimático das culturas agrícolas é fundamental para minimizar as
perdas relativas às intempéries climáticas que assolam a agricultura, sobretudo, porque
estabelece as épocas preferenciais para semeadura de cada cultivar pra cada região
compreendida pelo estudo. Os principais parâmetros utilizados para estabelecer o zoneamento
agroclimático compreendem as estações do ano, o regime pluvial, a temperatura, com suas
variações em máxima e mínima diárias, a evapotranspiração potencial da cultura, as
características do solo e o ciclo das cultivares.

Fertilidade do solo

A fertilidade do solo está condicionada ao uso da terra. O uso freqüente das áreas
agrícolas, exploradas pelo homem, levou ao esgotamento da fertilidade natural do solo.
Todavia, o advento da agricultura moderna introduziu o uso de corretivos e fertilizantes, que
proporcionam às culturas agrícolas os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento (Raij,
1991).
A fertilidade do solo é um fator ambiental que pode ser controlado pelo homem,
independente da cultura agrícola. Em busca da manutenção ou recuperação dessa fertilidade,

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o homem lança mão de técnicas de manejo como: calagem, adubação corretiva, adubação de
reposição, plantio direto na palha e rotação de culturas.

Considerações finais

A maximização da produção do feijoeiro passa pelo uso de cultivares adequados para


cada região de cultivo, a semeadura em épocas preferenciais, bem como, em solo com maior
disponibilidade hídrica durante o ciclo da cultura. Tudo isso, só é possível se o produtor
seguir as recomendações técnicas para o cultivo do feijoeiro na sua região, visando minimizar
os riscos climáticos sobre a cultura.

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