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ESCOLA SUPERIOR DA MAGISTRATURA DE PERNAMBUCO (ESMAPE)

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU


ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO

TÍTULO DA MONOGRAFIA: SUBTÍTULO

Autor

Monografia Final de Especialização em Direito ... Administrativo e Tributário.

Turma 1

Recife - 2004
Autor

TÍTULO DA MONOGRAFIA: SUBTÍTULO

Monografia apresentada ao Programa de Pós-


Graduação lato sensu da Escola Superior da
Magistratura (ESMAPE) em convênio com a
Faculdade Maurício de Nassau como requisito
parcial para a obtenção do título de Especialista em
Direito.
Direito Administrativo, Constitucional e
Tributário. Turma 1.

Recife - 2004
AUTOR
TÍTULO

Monografia apresentada ao Programa de Pós-


Graduação lato sensu da Escola Superior da
Magistratura (ESMAPE) em convênio com a
Faculdade Maurício de Nassau como requisito
parcial para a obtenção do título de Especialista em
Direito.
Direito Administrativo, Constitucional e Tributário.

A Banca Examinadora composta pelos professores abaixo, sob a


presidência do primeiro, submeteu o candidato à análise da
Monografia em nível de Especialização e a julgou nos seguintes
termos:

Prof. XXX XXXXX , Dr. UFPE


Julgamento: _______________________ Assinatura:
______________________
Prof. XXXXX de XXXXXXX , Dr. UnB
Julgamento: ________________________________Assinatura:
_______________________________
Prof. XXXXXXXX de XXXXXX da XXXX, Dr. UFPE
Julgamento: ________________________________Assinatura:
_______________________________

MENÇÃO GERAL:

_________________________________________________________
Coordenador do Curso:
Prof. Dr. João Maurício Adeodato
DEDICATÓRIA

A SSSSSSSSSS
AGRADECIMENTOS

SSSSSSSSSSSS sssssss sssss ssssss ssssssssssss ssss


ssssssss sssss sssss sss sss ssss sssss sss sssssssssssss
ssssssssssss sssssssssssss ssssssssss sssssssss sssssss.
SSSSSSSSSSSS sssssss sssss ssssss ssssssssssss ssss
ssssssss sssss sssss sss sss ssss sssss sss sssssssssssss
ssssssssssss sssssssssssss ssssssssss sssssssss sssssss.
SSSSSSSSSSSS sssssss sssss ssssss ssssssssssss ssss
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ssssssss sssss sssss sss sss ssss sssss sss sssssssssssss
ssssssssssss sssssssssssss ssssssssss sssssssss sssssss.
SUMÁRIO
OBS: Numeração consecutiva e igualmente margeada.
Conter número da página.
DEDICATÓRIA...............................................................................................................5
AGRADECIMENTOS.....................................................................................................6

INTRODUÇÃO: UMA QUESTÃO DE UNIFORMIDADE....................................................1

1. PRINCÍPIOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA FINAL................2

2. COMO FAZER CITAÇÕES NA MONOGRAFIA................................................................3


2.2. Citações diretas................................................................................................................4
2.1. Citações indiretas............................................................................................................5
2.2. Citações de jurisprudência...............................................................................................6

3. INSTRUÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA LISTA DE REFERÊNCIAS.......................6

4. CONCLUSÃO: ESTILOS E INSTRUÇÕES.........................................................................8

REFERÊNCIAS.......................................................................................................................11
INTRODUÇÃO: UMA QUESTÃO DE UNIFORMIDADE

Este trabalho é uma versão pré-formatada da monografia final do curso de Pós-

Graduação Lato Sensu de Direito Administrativo, Constitucional e Tributário da Escola

Superior da Magistratura em convênio com a Faculdade Maurício de Nassau. As regras estão

fundamentadas nas seguintes normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT):

NBR 6023:2002 (estabelece os elementos a serem incluídos em referências); NBR

10520:2002 (especifica as características exigíveis para apresentação de citação em

documentos) e NBR 14724:2002 (especifica os princípios gerais para a elaboração de

trabalhos acadêmicos, visando sua apresentação à instituição). Foram incluídas, outrossim,

regras convencionadas com o professor João Maurício Adeodato (JMA).

O presente modelo não ambiciona exaurir todas as hipóteses de formatação previstas na

ABNT, mas apenas simplificar a vida de quem não tem o hábito de manusear o computador,

bastando ao usuário escrever por cima do que está escrito aqui. As hipóteses não

contempladas neste trabalho deverão ser resolvidas consultando-se diretamente as normas já

citadas.

A preocupação em uniformizar os trabalhos para além das exigências da ABNT se

mostra relevante na medida em que a publicação de uma obra conjunta, com um capítulo de

autoria de cada aluno selecionado, exige uniformidade em todos os sentidos. Assim, mesmo

quando a norma permite variações, fez-se uma opção definida (como na escolha do sistema de

referência autor-data, por exemplo).


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1. PRINCÍPIOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA


FINAL

De acordo com a NBR 14724:2002 são elementos pré-textuais obrigatórios: capa, folha

de rosto, folha de aprovação, resumo na língua vernácula, resumo em língua estrangeira e

sumário. Este modelo não apresenta a formatação do resumo, pois, apesar de obrigatório, foi

dispensado por JMA. O verso da folha de rosto, que deveria conter a ficha catalográfica, foi

igualmente dispensado.

No sumário, deve-se utilizar o índice analítico e mostrar os números das páginas, que

deverão estar alinhados à direita. O sumário deve mostrar todos os títulos e subtítulos

contidos na monografia, ou seja, deve expor todos os níveis de titulação utilizados.

Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21cm x 29,7cm),

digitados ou datilografados na cor preta. A NBR 14724:2002 recomenda, para digitação, a

utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três

linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. Ficou convencionado

em sala de aula que deverá ser utilizada a fonte times new roman, sendo tamanho 12 para o

texto e tamanho 10 para os demais casos já referidos.

As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3cm; direita e inferior de

2cm.

O recuo da primeira linha do parágrafo deve ser de apenas 1cm e o “espaçamento

depois” de 6 pt, conforme convencionado com JMA.

Deve-se utilizar a numeração arábica, seguida de ponto, para todos os títulos e

subtítulos. Os títulos de capítulos devem ser formatados em caixa alta e os subtítulos em

negrito, sem caixa alta. Não colocar ponto final após os títulos e subtítulos. Observar a
3

formatação dos títulos e subtítulos deste modelo. Os títulos devem ser separados do texto que

os precede ou que os sucede por dois espaços duplos (dois enter).

Todo o texto deve ser digitado, ou datilografado, com espaço duplo. As citações de

mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha

catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a

área de concentração devem ser digitados ou datilografados em espaço simples.

Segundo a NBR 14724:2002, todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto,

devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração deve ser colocada, a

partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto

superior direito da folha, a 2cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2cm da borda

direita da folha. Convencionou-se em sala de aula que a contagem deverá ser iniciada a partir

da página de introdução, não aparecendo o número na referida página e que a numeração

deverá ser colocada no canto superior direito da folha.

2. COMO FAZER CITAÇÕES NA MONOGRAFIA

2.1. Convenções iniciais

Ficou convencionado em sala de aula que deve ser utilizado na monografia o sistema

autor-data. Neste sistema, a indicação é feita no corpo do texto, devendo se utilizar a nota de

rodapé somente para esclarecimentos realmente necessários1.

Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor devem ser em letras maiúsculas e

minúsculas e, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas. Por

1
No rodapé deve ser utilizada a fonte times new roman, tamanho 10, espaçamento simples e alinhamento à
esquerda.
4

exemplo: Medauar (1993, p.132) tentou sintetizar as diversas classificações já efetuadas pela

doutrina brasileira, propondo uma tipologia própria. Ou, no outro caso: “A execução

provisória é em si mesma um risco, que a lei mitiga ao exigir cauções em situações razoáveis,

com vista a deixar o caminho aberto à reparação de possíveis erros.” (DINAMARCO, 2003,

p. 255).

2.2. Citações diretas

A citação é direta quando se transcreve textualmente parte da obra do autor consultado.

As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As

aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.

As citações diretas, no texto, com mais de três linhas,

[...] devem ser destacadas com recuo de 4cm da margem esquerda, fonte times new
roman, tamanho 10, espaço simples e sem as aspas e espaçamento depois de 18pt.
No caso de documento datilografado deve-se observar apenas o recuo.
(RAMALHO, 2004).

Conforme se convencionou em sala de aula, devem ser utilizados os seguintes símbolos

para indicar:

a) supressões: [...];

b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ];

c) ênfase ou destaque: negrito;

d) palavras estrangeiras: itálico.

Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a

expressão grifo nosso entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o

destaque já faça parte da obra consultada. Exemplos:


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Com efeito, institucionalizou-se o mito da impermeabilidade das decisões


judiciais, isto é, de sua imunidade a ataques, ainda que agasalhassem
inconstitucionalidade, especialmente após operada a coisa julgada e ultrapassado,
nos vários ordenamentos, o prazo para a sua impugnação. (THEODORO JÚNIOR;
FARIA, 2004, p. 80, grifo nosso).

ou

As boas técnicas de interpretação sistemática mandam até que só se reputem sujeitas


ao duplo grau obrigatório as sentenças proferidas nos embargos e não as que, na
própria relação processual executiva, determinem a extinção desse processo [...]
(DINAMARCO, 2003, p. 129-130, grifo do autor).

Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais dos

seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso.

Exemplos: (RIBEIRO, C., 2000) (RIBEIRO, M., 2002) ou (COSTA, Pedro, 2003) (COSTA,

Paulo, 2003).

As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano,

são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem

espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: De acordo com Grinover (2003a,

p.20) ou (GRINOVER, 2003b, p. 59).

2.1. Citações indiretas

A citação é indireta quando o texto apenas se baseia na obra do autor consultado.

As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos

diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula. Exemplo:

(DINAMARCO, 1998, 2000, 2003).

As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados

simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplo:

Diversos autores se manifestam favoráveis ao cabimento da ação monitória contra a Fazenda

Pública (ALVIM, 2003; DINAMARCO, 1998; GRINOVER, 2003; MEIRELES, 1998).


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2.2. Citações de jurisprudência

Conforme convencionado com JMA, a citação de jurisprudência deverá ser feita com a

mesma formatação das citações diretas com mais de três linhas. Ao final, deverá ser indicado,

entre parênteses, três elementos: sigla do tribunal, ano da publicação do acórdão e página do

Diário da Justiça. Os demais elementos constarão apenas na lista das referências, no final do

trabalho. Exemplo:

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO MONITÓRIA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA.


CABIMENTO.
É cabível ação monitória contra a Fazenda Pública.
Recurso Especial provido. (STJ, 2003, p. 221).

Se tiver vários precedentes do mesmo órgão judiciário, publicados no mesmo ano, deve-

se acrescentar uma letrinha após o ano de publicação. Exemplos: (STJ, 2003a, p.245) (STJ,

2003b, p.132)...

3. INSTRUÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA LISTA DE REFERÊNCIAS

No lugar dos antigos termos “bibliografia” ou “referências bibliográficas”, utiliza-se

atualmente apenas o nome “referências”, termo mais abrangente, pois inclui também os dados

pesquisados na internet. Não se deve numerar o título “referências”, nem se deve numerá-las

individualmente.

As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto, ou seja, o parágrafo

não é justificado e não há mais o antigo recuo na segunda linha. A NBR 6023:2002 determina

que as referências sejam digitadas em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.

Ficou convencionado, porém, em sala de aula, que a separação entre as referências deve ser
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feita apenas com um “espaçamento depois” de 12pt. Ficou convencionado, também, que a

lista de referências NÃO será subdividida em livros, artigos, etc.

Para se obter os elementos de todos os modelos de referências, deve-se recorrer ao item

nº 7 da NBR 6023:2002. Apresentamos aqui os elementos essenciais das referências mais

utilizadas:

a) livro: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação;

b) parte de um livro: autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In:”, e da

referência completa da obra no todo e a paginação inicial e final;

c) artigo de revista: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação,

local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número,

paginação inicial e final, data ou intervalo de publicação;

d) nas obras consultadas online deve-se acrescentar as informações sobre o endereço

eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão disponível em: e a data de

acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em: ;

e) jurisprudência: ficou convencionado em sala de aula que será feita da seguinte

forma: tribunal, colegiado que emitiu a decisão (Turma, Seção, Câmara, Corte Especial...),

nome do recurso e número, relator, decisão unânime (ou decisão por maioria), local, data e

dados da publicação. Se a pesquisa foi feita online e o endereço na Internet é daqueles

enormes que acaba com reticências, deve-se indicar apenas o endereço que leva até a janela a

partir de onde se fez a pesquisa e ao invés de se colocar “disponível em” deve-se utilizar

“disponível a partir de”. Exemplo: se a pesquisa foi feita no site do Conselho da Justiça

Federal deve-se indicar: Disponível a partir de: <http://juris.cjf.gov.br/Jurisp/Jurisp.asp>. Se o

endereço estiver completo (sem reticências), deve-se colocá-lo por inteiro, indicando

normalmente “disponível em”.


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As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos

princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos

em todas as referências daquela lista.

Quando a obra contém título e subtítulo, estes devem ser separados por dois pontos e

apenas o título tem negrito. Via de regra, somente a primeira letra é maiúscula.

O(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na mesma

página, pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço

sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto.

A abreviatura dos meses do ano nas referências deve ser feita com as três primeiras

letras do mês e um ponto (4 dígitos), com exceção do mês de maio, cujo nome já compreende

os quatro dígitos.

Na lista de referências do sistema autor-data o ano é indicado ao final de cada referência

e não logo após o nome do autor, como era antigamente.

4. CONCLUSÃO: ESTILOS E INSTRUÇÕES

Foram criados estilos próprios neste modelo que podem ser visualizados na janela de

estilo na barra de formatação sempre com as iniciais fmn (Faculdade Maurício de Nassau).

Assim, o usuário poderá utilizar o modelo pré-formatado, ou, eventualmente, clicar na linha e

aplicar um estilo determinado. Os estilos criados foram os seguintes:

a) fmn-autor: para o nome do autor nas primeiras folhas do trabalho;

b) fmn-citação longa: para citações de mais de três linhas e para a jurisprudência;

c) fmn-enumeração: para enumerar itens;


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d) fmn-parágrafo: para parágrafos normais;

e) fmn-referência: para formatar as referências;

f) fmn-requisito: para o texto recuado usado na folha de rosto e na folha de aprovação;

g) fmn-rodapé: para as notas de rodapé;

h) fmn-título da monografia: para o título da capa, folha de rosto e folha de aprovação;

i) Título 1: para os títulos (1.). Especificações: tamanho da fonte 14, usar só letras

maiúsculas, espaçamento: 42pt antes e 48pt depois.

j) Título 2: para os subtítulos (1.1.). Especificações: tamanho da fonte 12, negrito,

espaçamento: 30pt antes e 36pt depois.

k) Título 3: para os sub-subtítulos (1.1.1.). Especificações: tamanho da fonte 12,

normal, espaçamento: 18pt antes e 24pt depois.

l) Título 4: para os sub-sub-subtítulos (1.1.1.1.). Especificações: tamanho da fonte 12,

itálico, espaçamento: 18pt antes e 24pt depois.

Findo o trabalho, deve-se clicar com o botão direito do mouse no corpo do sumário e

escolher a opção “atualizar campo” e determinar a “atualização do índice inteiro”, o que será

feito automaticamente.

Para imprimir este modelo sem os comentários, deve-se trocar na parte esquerda inferior

da janela “imprimir” a opção “documento mostrando a marcação” ou “comentário” pela

opção “documento”.

Os comentários devem ser excluídos antes da impressão final do trabalho, bastando para

isso clicar com o botão direito do mouse sobre a janelinha do comentário e selecionar “excluir

comentário”.
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Conforme ressaltamos na introdução, os casos omissos (e existirão muitos!) deverão ser

resolvidos através de consulta às normas da ABNT, pois este trabalho funciona apenas como

um agente facilitador e não como o agente solucionador de todas as agruras que se apresentam

durante a realização de tão árdua tarefa.


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REFERÊNCIAS

ALVIM, José Eduardo Carreira. Código de processo civil reformado. Rio de Janeiro:
Forense, 2003a.

______. Processo monitório. Curitiba: Juruá, 2003b.

CINTRA, Antônio Carlos de Araújo; GRINOVER, Ada Pellegrini; DINAMARCO, Cândido


Rangel. Teoria geral do processo. 15. ed. São Paulo: Malheiros Editores Ltda., 1993.

MARCATO, Antônio Carlos. Ação monitória: seu regime jurídico e a Fazenda Pública. In:
SUNDFELD, Carlos Ari; BUENO, Cássio Scarpinella (Coords.). Direito processual
público: a Fazenda Pública em juízo. São Paulo: Malheiros, 2003, p. 196-211.

NOBRE JÚNIOR, Edilson Pereira. Juizados especiais federais. Revista do Centro de


Estudos Judiciários, Brasília, n.17, p. 58-71, abr./jun. 2002.

MARQUES FILHO, Vicente de Paula. Natureza jurídica do mandado monitório.


Disponível em: <http://www.uel.br/cesa/dir/pos/publicacoes/pubvicentef.html>. Acesso em:
12 dez. 2003.

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. 1ª Turma. Recurso Especial nº 535533-MG. Relator:


Ministro Teori Albino Zavascki. Decisão unânime. Brasília, 02.10.03. DJ de 28.10.03, p. 221.
Disponível a partir de: <http://juris.cjf.gov.br/Jurisp/Jurisp.asp>. Acesso em: 21 jan. 2004.