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Introdução

Instrutor

ODP M3
Emerson Cuco
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Introdução

Posição dos banheiros

Intervalos e almoço

Alarmes e saídas de
incêndio

Política para não-fumantes

Laptops

Celulares
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Apresentações:

1. Nome

2. Tempo nesse trabalho

3. Experiência

4. Tempo de Aggreko

5. Hobbies

6. O que gostaria de aprender esta semana?

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Este programa foi elaborado para formação, sendo um


documento sem classificação ou controle

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O Programa

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Pontos para recordar

Avaliar o problema com lógica, não iniciar pelo mais difícil

Não busque respostas difíceis, o simples é geralmente o correto.

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EM BRANCO, PARA ATUALIZAÇÕES

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Por que está aqui?

- Para descrever todos os sistemas do grupo gerador

- Ser capaz de demonstrar a lógica da Descoberta dos defeitos básicos

- Empregar o fluxograma de descoberta de falhas

- Diagnosticar o grupo gerador

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Sistemas do Grupo Gerador

1. Fluxos de ar e gases de combustão

2. Fluxo de água

3. Fluxo de Combustível

4. Fluxo de Lubrificação

5. Sistema Elétrico e do Gerador

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Embora empreguemos outras famílias de motores, como QSKV 60


GÁS – QST 30 – K 19 – KV 38, usaremos os fluxos do KV 50 G3 &
QSKV 45 para o curso Mec 3

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Procedimento para Permissão de Trabalho

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1. KV 50 G3 - FLUXO DE AR

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• Alojamento do After cooler


• Alojamentos esquerdo (LH) & direito (RH)
• Núcleo (Serpentinas) preso na lateral do
alojamento
• Tubos externos
• Vedação interna
• Anel de vedação entre o núcleo
(serpentina) e o alojamento

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O que acontece entre a entrada e saída dos gases de escape?

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1. QSKV 45 - FLUXO DE AR

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2. KV 50 G3 – FLUXO DE REFRIGERANTE

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Existem variações nos métodos


utilizados na refrigeração
dos motores da série KV.

1. montagem da parte superior


e central do aftercooler;
2. montagem lateral do
aftercooler;
3. LTA (aftercooling de baixa
temperatura);
4. Sem LTA.

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Fluxo da bomba para o


centro do V, onde se
localizam os radiadores de
óleo.Do V segue para os
bancos do bloco e ao redor
dos cilindros. No bloco, o
refrigerante flui desde a
traseira e do difusor de água
através da válvula
termostática.

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1- Do tubo de transferência no banco direito


2- Para o pós-arrefecedor no banco direito
3- Da cavidade 'V' central do motor
4- Do pós-arrefecedor no banco esquerdo
5- Do tubo de transferência no banco esquerdo
6- Para o pós-arrefecedor no banco esquerdo
7- Respiro para o reservatório de expansão
8- Para o arrefecedor na quilha
9- Desvio de líquido de arrefecimento
10- Do pós-arrefecedor no banco direito.

Carcaça do Termostato do Pós-arrefecedor


De
Temperatura não-baixa

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Quando o motor está frio


(abaixo da temperatura de
funcionamento), a válvula
termostática permanece
fechada (retraída). Nesta
posição, a passagem para o
radiador está fechada, e todo
o fluxo de refrigerante é
direcionado para o centro do
termostato, na câmara de
circulação, e segue para a
bomba d’água.

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Quando a temperatura de
funcionamento é atingida,
os termostatos se abrem
completamente
(estendidos) e o “bypass”
se fecha; a passagem para
o radiador se abre e o fluxo
para o radiador se
completa.

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O sistema LTA (pós-


arrefecido em baixa
temperatura) assegura a
máxima potência de saída e
baixa temperatura dos
cilindros ao manter a
temperatura do ar em valores
mais baixos.

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NOTE

O motor KTA50-G3 possui o hardware para LTA, porém não emprega o sistema
LTA. Esse motor não dispõe do fluxo de coolant através de um radiador LTA.

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Alojamento do after cooler


Alojamentos esquerdo (LH) & direito
(RH)
Colméia aparafusada na lateral do
alojamento
Tubos externos
Borracha interna de vedação
Anel de vedação entre a colméia e o
alojamento

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2. QSKV 45 - FLUXO DE REFRIGERANTE

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3. KV 50 G3 - FLUXO DE COMBUSTÍVEL

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Visão geral do Sistema de Combustível PT

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• O conceito PT ou
Pressão/Tempo é derivado de
duas variáveis primárias que
afetam a quantidade de
combustível que é medida em
cada ciclo do sistema de
combustível.
• P – refere-se à pressão do
combustível que atinge o orifício
de entrada no injetor. Essa
pressão é controlada pela
bomba.
• T – refere-se ao tempo
disponível para o combustível
fluir para o interior do copo de
injeção. Este tempo é controlado
pela velocidade do motor
através da árvore do comando
de válvulas e conjunto de
injeção

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Este programa apresentará


o Sistema de Combustível
PT proporcionando um
melhor entendimento de
seu funcionamento e fluxo.

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• A quantidade de
combustível medida no
injetor é controlada pelas
seguintes variáveis:
• 1 – Pressão do
combustível;
• 2 – Tempo ou duração do
fluxo;
• 3 – Calibre da passagem
(área de fluxo).

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• A uma dada velocidade resta


somente a pressão da galeria
de injetores para controlar a
quantidade de combustível
cedida por ciclo no sistema
PT.
• A regulagem da pressão da
galeria para os injetores
acontece no interior da
bomba de combustível PT,
que foi projetada e calibrada
para fornecer a pressão de
galeria ideal para todas as
condições de operação do
motor.

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• TORQUE: capacidade do
motor para realizar um
trabalho.

• POTÊNCIA: velocidade em
que o motor realiza
trabalho.

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FUNÇÕES DA BOMBA DE
COMBUSTÍVEL PT – AFC:

• A – Transferir o combustível;
• B – Prover a pressão da galeria
aos injetores;
• C – Prover o controle da marcha
lenta;
• D – Limitar a velocidade máxima
do motor;
• E – Prover o controle ao
operador, da saída de potência;
• F – Controlar a fumaça durante a
aceleração;
• G – Parar o motor.

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Do acelerador, o combustível flui


para o AFC ou controle ar-
combustível. O conjunto AFC é
necessário nos motores turbo-
alimentados, para proporcionar a
pressão de combustível
apropriada ao motor durante a
aceleração. Isto se faz através
do controle do fornecimento de
combustível aos injetores em
quantidade compatível com o ar
suprido pelo turbo. Esta ação,
efetivamente, controla os níveis
de fumaça preta durante a
aceleração.

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VÁLVULA DE PARADA:

• Do conjunto do AFC ou parafuso


de ajuste sem ar, o combustível
passa pela válvula de parada. A
maioria das válvulas de parada é
operada eletricamente por um
solenóide. Quando a válvula está
fechada, o disco se mantém
encostado na passagem de
combustível, obstruindo esta
passagem. Quando o solenóide
é energizado, é criada uma força
eletromagnética que vence a
força da mola e puxa o disco
deixando a passagem aberta e
permitindo que o combustível
flua para os injetores.

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Em muitas bombas de
engrenagens existe o conjunto
de refrigeração para prevenir o
superaquecimento da bomba de
combustível. Isto é feito através
da circulação de uma pequena
parte do combustível da bomba
de engrenagens para a linha de
retorno ao tanque, resultando na
circulação de combustível
resfriado através da bomba
combustível, mantendo-a
refrigerada. O superaquecimento
pode ocorrer quando o
acelerador está fechado e o
motor em alta rotação (como no
caso de uma longa descida do
veículo).

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COMPONENTES DO INJETOR PTD


“Top Stop” (com batente ou
limitador de curso):

• 1 – Copo de injeção;
• 2 – Retentor do copo;
• 3 – Esfera de retenção;
• 4 – Tela metálica de filtragem;
• 5 – Calibre ajustável;
• 6 – Entrada do combustível;
• 7 – Arruela;
• 8 – Porca de trava do batente;
• 9 – Parafuso de ajuste;
• 10 – Haste do injetor;

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Continuação:

• 11 –Mola de retorno;
• 12 –Adaptador;
• 13 –Retorno do combustível;
• 14 –Anéis de vedação;
• 15 –Agulha do injetor;
• 16 –Canal;
• 17 –Ponto de dreno;
• 18 –Orifício de medição;
• 19 –Ressalto de medição da
agulha.

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Sistema de Combustível
STC Padrão,
para os Motores K38 e K50

1- Alimentação do combustível vindo do tanque 11- Bloco de combustível


2- Cabeçote do filtro de combustível 12- Alimentação de combustível para o banco direito
3- Filtros de combustível 13 - Alimentação de combustível para o banco esquerdo
4- Entrada da bomba de combustível 14- Injetor
5- Pórtico de ar de controle da mistura de ar/combustível 15- Dreno de combustível no banco esquerdo
6- Tubo de ar de controle da mistura de ar/combustível 16- Dreno de combustível no banco direito
7- Bloco de controle da mistura ar-combustível 17- Tubo de dreno de combustível
8- Saída da bomba de combustível 18- Válvula unidirecional
9- Interruptor de pressão de combustível do STC 19- Retorno do combustível para o tanque
10- Válvula unidirecional de dreno de combustível
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Fuel out to LB

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STC RAIL

FUEL IN

FUEL RETURN

FUEL RAIL

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3. QSKV 45 - FLUXO DE COMBUSTÍVEL

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• OEM – escolha necessária


• Ar para o resfriador de combustível
• A temperatura do combustível na entrada não deve exceder 160 F
(71 C)

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4. KV 50 G3 – FLUXO DE LUBRIFICAÇÃO

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- Bomba de alta capacidade

- Montada no bloco

- Conduzida pela engrenagem


traseira do eixo de manivelas

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• Válvula externa de alívio de pressão


• Localizada entre a bomba e filtros
• Atuador e mola
• Regulado, o óleo retorna para o cárter

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• Quatro arrefecedores de óleo

• O óleo flui dos arrefecedores para


os filtros

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1- Tubo de entrada de óleo


2- Bomba de óleo lubrificante
3- Válvula de alívio de alta pressão (somente motor K38)
4- Válvula de alívio de alta pressão (somente motor K50)
5- Tampa de ligação
6- Arrefecedor do óleo
7- Filtro de óleo
8- Galeria de arrefecimento do pistão (externa)
9- Galeria principal de óleo
10- Galeria de óleo do eixo comando de válvulas

NOTA: Os motores K50 mais antigos, eram equipados


com uma válvula de alívio de alta pressão,
conectada na tampa dianteira da bomba de óleo
lubrificante.

Fluxo do Sistema de Lubrificação

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• Filtros montados nos bancos


esquerdo e direito do motor

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1- Alimentação de óleo para o cabeçote do filtro


2- Retorno do óleo para o cárter
3- Alimentação de óleo para os filtros
4- Regulador da pressão do óleo
5- Filtro de óleo
6- Galeria de controle
7- Válvula de desvio do filtro
8- Válvula de controle de arrefecimento do pistão
(externa)
9- Galeria de arrefecimento do pistão (externa)
10- Bico de arrefecimento do pistão (externo)
11- Galeria principal de óleo
12- Válvula de controle de arrefecimento do pistão
(montagem central)
13- Bico de arrefecimento do pistão (montagem
central).
Cabeçote do Filtro de Óleo Lubrificante
NOTA: Os motores com bicos de arrefecimento do de Fluxo Total
pistão, de montagem central, não serão
equipados com os itens (8), (9) e (10).

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• O óleo entra pela cabeça dos filtros


através da válvula reguladora

• Cinco Filtros – Baldwin B96-SS

• Dreno do óleo maior

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• O regulador de pressão verifica a


pressão do óleo filtrado

• A pressão é constante, apesar da


condição do filtro

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• Válvula de bypass do filtro

• Fluxo de óleo através do bypass

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A galeria principal de óleo no centro


do “V”, fornece óleo para:

- Eixo de manivela
- União das bielas
- Eixo do comando de válvulas
- Bocais de arrefecimento dos pistões
- Alojamento do conjunto de
engrenagens

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1- Galeria principal de óleo


2- Galeria de arrefecimento do pistão (externa)
3- Galeria de óleo do eixo comando de válvulas
4- Bico de arrefecimento do pistão (externo)
5- Orifício
6- Seguidor do eixo comando
7- Balanceiro (escape)
8- Alimentação de óleo para os casquilhos dos munhões
9- Alimentação de óleo para a biela
10- Bico de arrefecimento do pistão (interno).

NOTA: Os motores com bicos internos de arrefecimento


do pistão, não serão equipados com os itens (2) e
(4).

NOTA: Os motores mais antigos com bicos externos de


arrefecimento do pistão, não serão equipados com Arrefecimento do Pistão, Bielas e
o item (10). Válvulas no Cabeçote

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• Fornecimento de óleo para o eixo do


comando de válvulas
• Turbo compressores
• Seguidor dos cames
• Eixos dos balancins
• Balancins das válvulas de entrada e
saída

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• Bocais de arrefecimento dos pistões

• Jato exato do Óleo

• Arrefecimento constante em todo o


ciclo de operação

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• Válvula individual de pressão

• Dois bocais por válvula

• Suprimento de óleo pela galeria


principal

• Projeto específico dos tubos dos


bocais

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• Frente da galeria principal de óleo

• Três engrenagens intermediárias

• Lubrificação direta da furação do bloco

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1- Galeria principal de óleo


2- Engrenagem intermediária
3- Fluxo de óleo através da carcaça das
engrenagens na tampa dianteira
4- Óleo para a bomba de água
5- Óleo para o compressor de ar
6- Óleo para o acionamento da bomba
hidráulica
7- Dreno de óleo do compressor de ar
(compressor de ar Cummins de dois
cilindros).

NOTA: O fluxo de óleo para as engrenagens


intermediárias (2), é feito através do
bloco dos cilindros. Trem de Engrenagem Dianteiro

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• Frente da galeria principal de óleo


• Fornecimento de óleo para o conjunto de
engrenagens
• A furação da parte frontal fornece óleo para:
- Bomba d’água
- Tomadas de força
- Bomba hidráulica
- Dois Turbo compressores
- Lubrificação de buchas de árvore
de cames
- Tubos flexíveis de alimentação
externa
- Tubos flexíveis externos para a
parte superior dos cilindros

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4. QSK 45 – FLUXO DE LUBRIFICAÇÃO

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5. KV 50 G3 - SISTEMA ELÉTRICO
&
GERADOR

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Componente Fabricante Modelo

Alternador Newage HH734F

Circuit Breaker Merlin Gerin MP25

Acoplamento Holset 3.86RB – SM70

Motor Cummins KTA 50 G3

Ventilador Woods F2229


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Temperatura da Água Temperatura da Água Baixa pressão de Baixa pressão de


Lado Direito Lado Esquerdo Água Óleo

1 2
2 3
3 4

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kVA RATINGS AT 50 HZ P80


HC6
P7
HC5
HC4
UC27
UC22
BC18
BC16

16 42 85 250 400 675 1130


20 55 104
2200 4253
312 500 843 1438 2750 5190
kVA RATINGS AT 60 HZ
FOR KW RATING MULTIPLY X 0.8 POWER FACTOR

Ratings are 3 Phase, Class H, Continuous Base Load, at 40º Ambient


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Voltage measuring

Current
limit
switch
Rad fan under volt trip

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5. QSKV 45 - SISTEMA ELÉTRICO & GERADOR

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LEMBRE-SE:

1 – RESOLVA O PROBLEMA COM LÓGICA,


NÃO VÁ DIRETAMENTE PARA O MAIS DIFÍCIL

Não procure por respostas difíceis;


a resposta simples normalmente é a correta.

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LÓGICA NA DESCOBERTA DE FALHAS


PARA AS SÉRIES KV & QSKV

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• Siga estes passos básicos de reparos de falhas:

- Obtenha todos os fatos relativos à reclamação


- Analise o problema minuciosamente
- Relacione os sintomas aos sistemas do motor básico, e aos componentes
- Considere qualquer reparo ou manutenção recente, que possa se relacionar com a
reclamação
- Faça as verificações novamente, antes de começar qualquer desmontagem
- Resolva o problema utilizando os diagramas de sintomas de falhas, e siga primeiro os
passos mais simples
- Determine a causa do problema, e faça um reparo completo
- Depois de realizar os reparos, funcione o motor para certificar-se de que a causa da
reclamação foi corrigida

Para fácil referência, uma lista alfabética com todas as cartas de “troubleshooting” é
apresentada na página T-2. A lista das cartas de “troubleshooting” para cada sistema,
está apresentada na página T-3.

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• Informações Gerais:

- Uma análise completa da reclamação do cliente é a chave para um reparo de


falhas bem-sucedido. Quanto mais informações sobre uma reclamação forem
conhecidas, mais rápido e facilmente o problema será resolvido.

- Os Diagramas de Sintomas de Falhas e Reparos são organizados, de modo


que um problema possa ser identificado corretamente, realizando-se em primeiro lugar
os passos mais fáceis e lógicos. Execute todos os passos na seqüência mostrada de
cima para baixo.

- Não é possível incluir todas as soluções para os problemas que ocorrerem,


entretanto, estes diagramas visam estimular um processo de raciocínio que levará à
causa e à correção do problema.

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Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor Acima da Normal –


Superaquecimento Gradual
Este é o diagrama de sintoma t022-TR

CAUSA CORREÇÃO

As venezianas do radiador não abrem Inspecione as venezianas do radiador. Repare


completamente, ou o ajuste de acionamento ou substitua se necessário. Consulte as
das venezianas está incorreto instruções do fabricante. Verifique o ajuste de
acionamento das venezianas. Consulte o
manual de serviço do OEM.
OK

O nível do líquido de arrefecimento do motor Inspecione o motor e o sistema de


está abaixo da especificação. arrefecimento e verifique se há vazamentos
externos de líquido de arrefecimento do
motor. Repare se necessário. Adicione líquido
de arrefecimento do motor. Consulte o
Procedimento 008-018.
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CONTINUAÇÃO...

CAUSA CORREÇÃO
OK

A mangueira do sistema de arrefecimento está Inspecione as mangueiras do radiador.


danificada, com restrição ou com vazamento Consulte o Procedimento 008-045 .

OK

A correia de acionamento do ventilador está Verifique a tensão da correia e aperte-a se


solta necessário. Consulte o Procedimento 008-002
OK

O defletor do ventilador está danificado ou Inspecione o defletor do ventilador e os


faltando, ou os defletores de recirculação de defletores de recirculação. Repare, substitua
ar estão danificados ou faltando ou instale, se necessário. Consulte o
Procedimento 008-038 e o manual de serviço
do OEM.
OK
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CAUSA CORREÇÃO

ok

As aletas do radiador ou do condensador do Inspecione as aletas do radiador ou do


ar-condicionado estão danificadas ou condensador do ar-condicionado. Limpe, se
obstruídas com resíduos. necessário. Consulte o Procedimento 008-042

ok

O acionamento ou os controles do ventilador Verifique o acionamento e os controles do


estão defeituosos. ventilador. Consulte o Procedimento 008-040 .

ok

A tampa de pressão do sistema de Inspecione a tampa de pressão. Consulte o


arrefecimento não é a correta, está defeituosa Procedimento 008-047 .
ou tem uma classificação baixa de pressão.

ok

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O nível do óleo lubrificante está acima ou Verifique o nível do óleo. Adicione ou drene
abaixo da especificação. óleo, se necessário. Consulte o Procedimento
007-025 .

ok

A linha de abastecimento ou as linhas de Verifique as linhas de desaceleração e a linha


desaceleração estão restringidas, obstruídas de abastecimento quanto ao roteamento
ou o percurso não está correto. correto e quanto a restrições. Consulte o
manual de serviço do OEM.

ok

O nível do aditivo suplementar do líquido de Verifique o nível de SCA. Verifique a


arrefecimento do motor (SCA) está acima da concentração de anticongelante. Consulte os
especificação ou o líquido de arrefecimento Requisitos e Manutenção do Líquido de
do motor está super-concentrado com Arrefecimento dos Motores Cummins, Boletim
anticongelante. 3666132 .
ok

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Falha de funcionamento do medidor da Teste o medidor de temperatura. Repare ou


temperatura do líquido de arrefecimento. substitua o medidor, se necessário. Consulte
o Procedimento 008-004 e o manual de serviço
do OEM.
ok
Falha de funcionamento da bomba de água. Verifique a bomba d'água. Substitua a bomba
d'água se necessário. Consulte os
Procedimentos 008-999 e 008-062 .

ok

O termostato não é do tipo correto ou está Verifique se o número de peça do termostato


defeituoso. está correto e se o mesmo funciona
corretamente. Consulte o Procedimento 008-
013 .
ok

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A temperatura do ar no coletor de admissão Consulte o diagrama do sintoma de falha


está acima da especificação. 'Temperatura do Ar no Coletor de Admissão
Acima da Especificação'.
ok

A colméia do radiador está obstruída ou Inspecione o radiador e limpe-o se necessário.


danificada internamente, ou a válvula de Consulte o Procedimento 008-042 .
retenção ou o tubo 'J' estão defeituosos.
ok

Trocador de calor com obstrução ou restrição Limpe o trocador de calor e as passagens de


(somente motores marítimos). água do mar e de líquido de arrefecimento do
motor. Consulte o Procedimento 008-053 .
ok
Motor com excesso de alimentação de Verifique a taxa de consumo de combustível
combustível. do motor. Consulte o Procedimento 014-999,
Teste do Motor - Visão Geral .
ok
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Ar ou gases de combustão estão entrando no Verifique se há ar ou gases de combustão no


sistema de arrefecimento. sistema de arrefecimento. Consulte o
Procedimento 008-019 .
ok

Falha de funcionamento do conversor de Verifique o conversor de torque. Consulte o


torque. manual de serviço do OEM.

ok

O sistema de arrefecimento do veículo não é Certifique-se de que os sistemas de


adequado. arrefecimento do motor e do veículo estejam
utilizando os componentes corretos. Consulte
o manual de serviço do OEM.
ok

A válvula de retenção está danificada (com Inspecione a válvula de retenção. Substitua se


aquecedor do líquido de arrefecimento do necessário. Consulte o manual de serviço do
motor montado remotamente). OEM.
ok
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Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor Acima da Normal –


Superaquecimento Gradual.
Este é o diagrama de sintoma t022-OM
CAUSA CORREÇÃO

O nível do líquido de arrefecimento do motor Verifique o nível do líquido de arrefecimento


está abaixo da especificação. do motor. Verifique se há vazamento externo.
Consulte o Procedimento 008-066, Nível do
Líquido de Arrefecimento, na Seção 3.
Obtenha uma amostra do óleo lubrificante e
encaminhe-a a um laboratório para verificar a
presença de líquido de arrefecimento do
motor no óleo (vazamento interno).
ok

As aletas do radiador estão danificadas ou Inspecione as aletas do radiador. Limpe e


obstruídas com resíduos. repare as aletas conforme necessário.
Consulte as instruções de operação do
fabricante.
ok
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A mangueira do sistema de arrefecimento está Inspecione as mangueiras. Consulte o


danificada, com restrição ou com vazamento. Procedimento 008-045, Mangueiras do
Radiador, na Seção 7.
ok

A correia de acionamento do ventilador está Verifique a correia de acionamento do


quebrada ou solta. ventilador. Substitua a correia, se necessário.
Consulte o Procedimento 008-002, Correia de
Acionamento do Ventilador de Arrefecimento,
na Seção A.
ok

O nível do óleo lubrificante está acima ou Verifique o nível do óleo. Adicione ou drene
abaixo da especificação. óleo, se necessário. Consulte o Procedimento
007-043, Nível do Óleo Lubrificante, na Seção
3.
ok

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A saia do ventilador está danificada ou Inspecione a saia e os defletores de


faltando, ou os defletores de recirculação de recirculação. Repare, substitua ou instale, se
ar estão danificados ou faltando. necessário. Consulte o manual de serviço do
OEM.
ok

A tampa do radiador não é a correta, está Verifique a tampa de pressão do radiador.


defeituosa ou tem uma classificação baixa de Consulte o manual de serviço do OEM.
pressão.
ok

Falha de funcionamento do medidor da Teste o medidor de temperatura. Repare ou


temperatura do líquido de arrefecimento. substitua o medidor, se necessário. Consulte
o manual de serviço do OEM.

ok

Entre em contato com um Posto Autorizado de


Reparos Cummins.

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SINTOMAS

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1 - BAIXA POTÊNCIA – SEM FUMAÇA NA EXAUSTÃO

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CAUSAS:

1. Cabo do acelerador
2. Entrada de ar no sistema de combustível
3. Filtro de combustível bloqueado
4. Regulagem do injetor ( SHORT STROKE )
5. Pressão do combustível ( abaixo da especificação)
6. EFC
7. Linhas de sucção bloqueadas
8. Vazamento nas juntas
9. Anéis do Injetor “ O “ Rings danificados
10. Calibração da bomba de combustível
11. Ajustagem do “GOVERNOR”
12. Motor com sobrecarga
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2 – BAIXA POTÊNCIA – COM FUMAÇA NA EXAUSTÃO

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CAUSAS:

1. ENTRADA DE AR ELEVADA ( PRETA )

2. TURBO - COMPRESSOR INEFICIENTE ( PRETA )

3. VAZAMENTOS DE AR: ( PRETA )

( a ) tubos e mangueiras ( PRETA )

( b ) turbo - compressor / cabeçote ( PRETA )

4. LINHA DE DRENAGEM DO COMBUSTÍVEL ( PRETA )

5. EXCESSO DE COMBUSTÍVEL ( PRETA )

6. INJETOR COM FOLGA ( PRETA )

7. INJETOR QUEBRADO (COPO) ( PRETA )

8. INJETOR PARCIALMENTE BLOQUEADO (COPO) ( PRETA )


CONTINUAÇÃO…
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9. AJUSTE DO INJETOR ( PRETA )

10. PROTRUSÃO DO INJETOR ( PRETA )

11. AJUSTE DE VÁLVULAS ( PRETA )


12. CARGAS LEVES ( PRETA ) ( AZUL )

13. ALTA RESTRIÇÃO NA EXAUSTÃO ( PRETA )

14. VAZAMENTOS NO TURBO DE EXAUSTÃO ( PRETA )


15. LONGOS PERÍODOS DE MARCHA LENTA ( BRANCA ) ( AZUL )
16. ANÉIS DE VEDAÇÃO ( AZUL )

17. JUNTAS DO CABEÇOTE DANIFICADAS ( BRANCA ) ( AZUL )

18. GUIA DE VÁLVULAS DANIFICADAS ( AZUL )

19. VEDAÇÕES DO TURBO ( AZUL )

20. RESPIRO DO MOTOR BLOQUEADO ( AZUL )


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DESACELERAÇÃO LENTA

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CAUSAS:

1. LINHAS DE TOMADA DE AR C/ PROBLEMA


2. LINHAS DE RETORNO COM RESTRIÇÃO
3. LINHAS DE RETORNO SUBDIMENSIONADAS
4. ACELERADOR DESREGULADO
5. INJETOR: “ O “ RING ( CENTRAL)
6. ESFERA DE RETENÇÃO DO INJETOR
7. TANQUE DE COMBUSTÍVEL CHEIO, ACIMA DO NÍVEL /
PASSAGENS OBSTRUÍDAS.
8. VÁLVULA DE CHECAGEM DE LINHA DE REGRESSO (FECHADA )

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FALHA NO MOTOR

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CAUSAS:

1. AR NO SISTEMA – LINHA DE COMBUSTÍVEL


2. MARCHA LENTA BAIXA
3. “GOVERNO AUXILIAR” DO MOTOR
4. RESTRIÇÃO NA LINHA DE DRENAGEM
5. FILTRO DA LINHA DE SUCÇÃO OBSTRUÍDO
6. DEFEITO NA BOMBA INJETORA

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ALTO CONSUMO DE ÓLEO

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CAUSAS:

1. RESPIRO DO CÁRTER OBSTRUÍDO


2. NÍVEL DE ÓLEO INCORRETO (ALTO)
3. TEMPERATURAS DE OPERAÇÃO
4. DILUIÇÃO DO ÓLEO (LUBRIFICANTE+COMBUSTÍVEL)
5. “BLOW BY” EXCESSIVO
6. VAZAMENTO EXTERNO DE ÓLEO
7. VAZAMENTO NAS VEDAÇÕES DO TURBOCOMPRESSOR
8. PISTÃO / ANÉIS DO PISTÃO / CAMISAS DO CILINDRO

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BAIXA PRESSÃO DE ÓLEO

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CAUSAS:
1. MANÔMETRO (OIL PRESSURE GAUGE)
2. NÍVEL DE ÓLEO INCORRETO
3. SENSOR INCORRETAMENTE POSICIONADO
4. DILUIÇÃO DO ÓLEO (combustível ou água)
5. ÓLEO INCORRETO PARA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO
6. FILTROS DE ÓLEO BLOQUEADOS (não haverá medição)
7. TEMPERATURA DO ÓLEO ELEVADA: ACIMA DE 120° C
8. RESFRIADOR DO ÓLEO BLOQUEADO
9. TUBO DE SUCÇÃO QUEBRADO / RACHADO
10. VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO DE ÓLEO
11. DESGASTE INTERNO DO MOTOR
12. BOMBA DE LUBRIFICAÇÃO COM PROBLEMA

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LAMA DE ÓLEO

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CAUSAS:
1. BAIXAS TEMPERATURAS DE TRABALHO
2. ÓLEO INCORRETO (condições de operação)
3. INTERVALOS DE TROCA DE ÓLEO (estendidos)
4. RESPIRO DO CÁRTER (tubo)
5. INTERVALOS DE TROCA DO FILTRO DE ÓLEO
6. MOTOR FRIO NA TROCA DE ÓLEO
7. “BLOW BY” EXCESSIVO
8. DILUIÇÃO DO ÓLEO (coolant)
9. VOLUME DE ÓLEO CONTAMINADO

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PRESSURIZAÇÃO NO ARREFECIMENTO

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CAUSAS:

1. TAMPA DO RADIADOR
2. JUNTA DO CABEÇOTE
3. JUNTA DO CABEÇOTE POROSA / TRINCADA
4. MANGA DO INJETOR DANIFICADA
5. PROTRUSÃO (LINER PROTRUSION)
6. CAMISA DO CILINDRO POROSA / TRINCADA
7. TUBOS DO RADIADOR OBSTRUÍDOS
8. HÉLICES DA BOMBA DE ÁGUA
9. COLMÉIA DO AFTERCOOLER TRINCADA
10. VÁLVULA TERMOSTÁTICA COM PROBLEMA
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PERDA DE COOLANT

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CAUSAS:

1. VAZAMENTOS EXTERNOS
2. MOTOR SUPERAQUECIDO (correias ressecadas/folgadas)
3. TAMPA DO RADIADOR COM DEFEITO
4. NÍVEL ELEVADO DE COOLANT
5. VAZAMENTOS INTERNOS
6. VAZAMENTOS NA COMBUSTÃO
7. LINHA DE ABASTECIMENTO OBSTRUÍDA
8. JUNTA DO CABEÇOTE

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QUE OUTROS MÉTODOS DE TROUBLESHOOTING E


DETERMINAÇÃO DE FALHAS PODEMOS USAR?

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QSOL
(Quick Serve On Line)

FIS
(Failure Insite Software)

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QSOL
(QUICK SERVE ON LINE)
https://quickserve.cummins.com/info/index.html
Login: pereira
Password: sabere10

*** NUNCA MUDAR A SENHA ***

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MUITO OBRIGADO

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