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MANUAL DO FABRICANTE EQUIPAMENTO MK 500 HF

ESPECIFICAÇÕES:

RENDIMENTOS / POTÊNCIA:
Na carga : 30KW.
Na rede: 60KVA.
No tubo: 500mA @ 60KV. ( IEC 601 ).
320mA @ 90KV.
250mA @ 117KV.
200mA @ 125KV.
125mA @ 125KV.
80mA @ 125KV.

Stand by: menor que 1000W.

Tipo de forma de onda da alta tensão:


• retificada em onda completa.
Tipo de inversor:
• ponte completa , chaveando em 20KHz, utilizando a técnica
de PWM para controle dinâmico da tensão de saída.

Resistência de rede: 50mΩ.

ATENÇÃO ! : Resistência de rede máxima permitida para disparos até


100mS : 150mΩ

Alimentação de rede: 220VCA trifásico, + ou – 5%.

COMANDO:
Comando micro-processado, com software de proteção e controle.

Composto de 3 displays sendo :


• KV selecionado;
• mA selecionado;
• mAs selecionado;

Teclas tipo soft-touch para seleção das técnicas.

Variação de KV:
• 40 a 125 KV, conforme tabela da Siemens.
Variação de mA:
• 80–125–200 – Foco fino.
• 250-320–500 – Foco grosso.

Variação de mAs :
• Conforme tabela fornecida pela Siemens, curva de potência
do tubo e curva de aquecimento do inversor.

Curva de carga do tubo armazenado em memória, atualmente com uma


tabela para o seguinte tubo:
• Siemens BI 125/30/50.

Pode ser preparado para receber dispositivo AEC, mediante consulta, dos
seguintes fabricantes:
• AID.
• Keitheley
• Liebel – Fleisheim
Comunicação digital do painel com o gerador através de cabo tipo UTP 5
Índice de nacionalização em torno de 99% em peso.

TRANSFORMADOR DE ALTA TENSÃO:


• Instalado em caixa de chapa de aço, nas dimensões de 410
x 250 x 310mm , pintado pelo processo eletrostático.

• Núcleo de ferrite de alta pureza e alto rendimento.

• Receptáculos do tipo federal;

• Divisor resistivo para leitura de KV;


Índice de nacionalização em torno de 98% em peso.

GABINETE DE CONTROLE E POTÊNCIA:


• Instalado em caixa de chapa de aço, nas dimensões de 600
x 600 x 350 mm. , pintado pelo processo eletrostático.

• Utiliza duas chapas de montagem para instalação dos


diversos componentes. Uma dessas chapas fica afixada no
fundo da caixa e a outra na porta de acesso.

• Na chapa do fundo estão colocados os elementos de


potência como contator, inversor, fusíveis, borneiras e
transformadores.

• Na chapa da porta estão todas as placas de circuito


impresso.
Índice de nacionalização em torno de 99% em peso.

EMBALAGEM:
• A embalagem é do tipo paleteira de madeira por baixo e
fechada com papelão, tanto para o gabinete quanto para o
transformador.

PROCESSO DE CALIBRAÇÃO MK 500 HF

ATENÇÃO: OS INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A PERFEITA OPERAÇÃO DOS


PROCEDIMENTOS ABAIXO SÃO:

1. OSCILOSCÓPIO DIGITAL 60MHz;


2. MULTÍMETRO DIGITAL 4 ½ ;
3. mAs METER;

1º PASSO
- Desconectar alimentação trifásica do inversor e isolar os terminais.
- Retirar os fusíveis F16 e F17 da fonte de alimentação do filamento da placa
D5-S.
- Retirar os fusíveis F7 e F8 da alimentação do arranque de ânodo na placa D5-
S.
2º PASSO
* CALIBRAÇÃO INICIAL DA PLACA D3-S
- Instalar o catoteste (este procedimento não é obrigatório).
- Ligar o equipamento:
- Verificar os pulsos nos gates de Q8 e Q9. Eles devem estar defasados.(Ponto
de medição : Q8- nos catodos de Dz1 e Dz2, sendo a ponta de prova do
osciloscópio em Dz1 e a garra de terra em Dz2. Q9- nos diodos Dz3 e Dz4,
sendo a ponta do outro canal em Dz3 e não conectar a garrinha de terra).
- Ajustar a freqüência destes pulsos em P1. Valor: 9.1 KHz.
- Calibrar a tensão de referência de Stand-by em P17, ajustando 1,00V no TP6.
Verificar se os dois focos acenderam. Senão desligar e verificar cabo de
filamento e placa D3-S.
- Com multímetro em R13 (Jumper) selecionar no painel a corrente de 80mA e
ajustar em P5 o valor de 1,45V. Verificar se acendeu o foco fino. Senão
desligar e verificar cabo de filamento e a placa D3-S.
- Selecionar 125mA e ajustar em P6 1,50V.
- Selecionar 200mA e ajustar em P7 1,53V.
- Selecionar 250mA e ajustar em P8 1,50V. Verificar se acendeu o foco grosso.
Senão desligar e verificar cabo de filamento e a placa D3-S.
- Selecionar 320mA e ajustar em P9 1,55V.
- Selecionar 500mA e ajustar em P10 1,58V.

3º PASSO
* CALIBRAR REF.KV NA PLACA D2-S
- Medir com multímetro de 4 ½ dígitos o ponto PT5 na D6-S e selecionar 40KV
no painel. Ajustar o valor de 0,992V em R62 ( TRIMPOT ) da D2-S.
- Selecionar 125KV no painel e ajustar 3,1V em R69 (TRIMPOT) da D2-S.

4º PASSO
* CALIBRAR PLACA D6-S
- Ajustar a freqüência dos pulsos do PT1 em 43,1KHz no P4.
- Ajustar ganho de KV em P1. Medir com o multímetro em PT5, selecionar 40KV
(deve-se ler 0,992v) e ajustar o mesmo valor no pino 2 do CI4. Selecionar
125KV e verificar calibração.

5º PASSO
* CALIBRAR PLACA D4-S
- Ajustar tensão de referência. De tempo de arranque em P1. Medir em R4 e
ajustar o valor de 5V.
- Retirar o conector K5 e ao conectar cronometrar o tempo em que LD2 fica
acesso. Ajustar em 3s no P2.

6º PASSO
- Desligue o disjuntor principal ! Recoloque os fusíveis F16 e F17 na D5-S e
ligue o equipamento. Observar se o Led LD1 da D5-S acende. Se não acender
verificar a ligação do cabo K9, provavelmente está invertido.
- Na placa D4-S ajustar o tempo de arranque em PT4 no P1 com osciloscópio
durante a PREPARAÇÃO. Ajustar 400ms.
OBS: NÃO DISPARAR.
7º PASSO
* CALIBRAR PLACA D5-S
- Com o osciloscópio em PT1, ajustar o tempo do pulso em 3.22s no trimpot
R20 ( o único da placa).
- Para os equipamento da versão anterior na placa D5A-S funciona como
bloqueio principal de disparo. No pino 13 do CI2 quando há disparo, temos um
pulso no qual ajusta-se seu tempo em R2 (Trimpot).
Ajustar este pulso em 3.22 segundos.
DICA: O ponto de terra nesta placa está no Jumper.

8º PASSO ATENÇÃO MUITO IMPORTANTE !!!


- Desligue o disjuntor principal! Conecte a alimentação trifásica no inversor e
monitore com o multímetro a carga lenta. Observe sempre o Led da placa D9-
S no inversor. Ele acesso indica carga dos capacitores. A carga lenta deve
atingir 194 VDC antes do contator bater. Ao monitorar a subida da tensão DC,
se a tensão não aumentar, desligar tudo, antes do contator bater, (caso
contrário vai colar os contatos do contator), retirar alimentação trifásica do
inversor, e procurar possíveis causas. Verificar fusíveis Diazed, conexões
internas, rede (alguma fase faltando) etc.

9º PASSO
Comece a calibração de mAs. Selecione a técnica de 40 KV, 80 mA, 8mAs.
- Dispare.
- Como o valor de referência de calibração na placa D3-S está em 1,45V para
80mA, calibre o valor do mAs medido comparando com o selecionado, no
potenciômetro P18 da placa D3-S.
- Para os equipamentos da versão anterior, atuando no trimpot P1 da placa
D3A-S.
- Este ajuste não é “fino”. Serve como primeiro parâmetro, pois ele altera todas
as calibrações de corrente. O valor de mAs que se deve ler é de +/- 8.5mAs.
Dispare. Se estiver tudo OK calibre as outras correntes sempre dando
disparos de 100ms.

10o PASSO:
Calibração da subida do KV e overshoot.
- Selecione 40 KV, 500mA, 25mAs. Leia no resistor R13 da Placa D6-S um valor
de tensão de +/- 1,8V . Se não estiver nesse valor calibre em P3. Dispare. Se o
KV subiu corretamente passe para o próximo passo; se não subiu altere essa
calibração lentamente até que o KV suba corretamente. O limite é de 3V.
- Para calibrar o overshoot selecione 109 KV, 80mA, 2mAs. Dispare. Se não
houver overshoot suba o KV passo a passo.
Obs: Jamais dispare 125KV, 80mA se houver overshoot em 117KV.
- Calibre o overshoot com 117KV, 80mA, 2mAs variando o trimpot P4 da
D6-S.
Obs: Um pequeno overshoot é aceitável em 125KV, 80mA.

11o PASSO:
- Finalize as calibrações das correntes, lembrando que acima de 70KV muda-se
os trimpots de calibração, pois temos a carga espacial, neste caso, acima de
70KV utilizar os trimpots abaixo:
- 80mA - P11.
- 125mA - P12.
- 200mA - P13.
- 250mA - P14.
- 320mA - P15.
Para alterar o limite de potência do equipamento, deve-se observar a combinação dos
jumpers na placa D2-S (JP9, JP10, JP11). A alteração deve ser feita com a alimentação
geral desligada, do contrário o limite de potência não varia.

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO

CABOS DE CONEXÃO DO EQUIPAMENTO

-Cabo de Rede
3 cabos 16mm com 8 metros
1 cabo 10mm com 8 metros
-Cabo de anodo
1 cabo de 6 vias x 1,5mm com 13 metros
-Cabo de feedback filamento
1 cabo já conectado nos bornes, com plug de conexão de 3 pontos.
-Cabo de alimentação de mesa de exame
1 cabo 3 vias x 1,5mm com comprimento de 13 metros
-Cabo de interligação da mesa de comando
1 cabo 8 vias especial

DESCRIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DAS PLACA NOS EQUIPAMENTOS

Placa D1S - Placa localizada na mesa de comando do equipamento (controle de displays)


Placa D2S - Placa localizada na porta do gabinete de potência (controle de tensões de
referência de kV e mA)
Placa D3S - Placa localizada na porta de gabinete de potência (controle de filamento)
Placa D4S - Placa localizada na porta do gabinete de potência (controle de anodo)
Placa D5S - Placa localizada no interior do gabinete de comando (tensões de fonte de
alimentação)
Placa D6S - Placa localizada no interior do gabinete de comando (controle de kV e
inversor)
Bornes - Local de ligação de todos os cabos de interligação do equipamento

TRANSFORMADOR DE ALTA TENSÃO

PROCEDIMENTO PARA INSTALÇÃO

O equipamento deverá ser posicionado debaixo da mesa de exame, conforme as figuras


e passos a seguir, com a mesa de exame posicionada em seu local, estativa porta tubo e
unidade selada acopladas;

1- Retirar o tampo frontal de mesa de exame, e o tubo inferior da mesa.


2 - Após a remoção, posicionar a caixa de potência e o transformador de alta tensão
respeitando as medidas sugeridas.

3 - Conectar os cabos de interligação do equipamento, conforme figura, mas não ligar os


cabos de rede na caixa de alimentação.

O cabo de feedback de filamento de passar por trás do gabinete de potência pelo lado
esquerdo para a conexão no transformador de alta tensão
CONEXÕES GERAIS

- Conexão do cabo feedback


O cabo de feedback de filamento (4 vias ) deverá ser conectado no transformador de
alta tensão no conector de 3 pinos;

- Conexão dos cabos de alta tensão


Os cabos de alta tensão devem ser conectados no transformador de alta tensão e no
tubo de raios-x;

- Conexão fio terra


O fio terra ( 1 cabos verde e amarelo) que sai do lado direito do gabinete de comando
será conectado no transformador de alta tensão no parafuso de aterramento (lado
esquerdo);

- Conexão cabos primário


Os fios do primário ( 2 cabos) saem do lado esquerdo do gabinete de comando, e serão
ligados nos 2 terminais maiores do transformador de alta tensão, com o cuidado de
serem apertados com uma chave M10 na contra porca do terminal;

- Conexão do cabo de anodo


Ligar o cabos de anodo ( 6 vias) que sai da borneira de conexão do gabinete de potência
á unidade selada

- Conexão cabo realimentação de kV


No transformador de alta tensão junto a placa de circuito, conectar o cabo de
realimentação de kV ( 2 vias) na placa D6S situada na parte inferior do gabinete de
comando e tomar o cuidado para não inverter o conector. Jamais tirar o jumper que está
na placa de circuito impresso.

- Conexão cabo de alimentação da mesa de exame


Na borneira de conexão do gabinete de potência, ligar o cabo de alimentação da mesa
de exame e conectar esse cabos nos bornes correspondentes na mesa de exame.

- Conexão cabo de rede


Finalmente, após todos os cabos serem conectados, ligar os cabos de alimentação de
rede na caixa de distribuição de energia elétrica.

MANUAL DE OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO MK 500 HF

INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA E DE FUNCIONAMENTO


- É de responsabilidade do Operador (técnico) do Equipamento:
- Ler este manual antes de trabalhar com o equipamento.
- Ser habilitado quanto à operação e manuseio para com Equipamentos de Raios-X,
sendo assim a única pessoa apta a trabalhar com este tipo de equipamento.
- Conhecer as normas de segurança para o Operador e paciente quanto a exposição de
radiação.
- Evitar repetições radiográficas Pessoal e ao Paciente quanto a exposição de radiação.
- Utilizar material de proteção radiológica Pessoal e ao Paciente
- Verificar a integridade mecânica do Equipamento, como cabos de aço, fixação de
peças e acessórios suspensos, que eventualmente possam causar ferimentos em
pacientes e em outras pessoas.

É IMPORTANTE SABER

- Os equipamentos de Raios-x convencionais como este, NÃO CONTÉM MATERIAIS


RADIOATIVOS na sua construção, não havendo nenhum perigo de contaminação ao
HOMEN e ao MEIO AMBIENTE.
- A emissão de radiação é gerada eletricamente e ocorre somente o momento da
exposição selecionada pelo operados do equipamento.
- Em serviço, o operador do equipamento deverá tomar todas as precauções de
segurança à radiação para a sua proteção e ao paciente.

PRECAUÇÕES

- Nunca utilize o equipamento estando de pés descalços ou sapatos molhados tanto por
água, como por produtos químicos que geralmente estão presentes no piso da câmara
escura.
- Recomenda-se piso e calçado com base de borracha.

COMO É COMPOSTO SEU EQUIPAMENTO

- Mesa Radiográfica e Coluna acopladas, com os movimentos Vertical, Longitudinal e


deslocamento longitudinal do Bucky.
- Gerador composto de Mesa de Comando provida de chaves e instrumentos que
ajustam as técnicas radiográficas desejadas, Unidade de Anodo Giratório (Tubo de
Raios-X), transformador de Alta Tensão.
- Acompanha colimador Luminoso que tem a função de limitar a área irradiada.

LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

- Utilize produtos de limpeza domiciliar à base de amoníaco ou equivalente.


- Não utilize solventes, thinner ou esponja de aço.
- Utilize cera automotiva para proteção das superfícies metálica e pintadas do
equipamento.
- Lubrifique o canal onde ocorrem os rolamentos do carro vertical com graxa para esse
fim. Remover a graxa deteriorada antes de fazer a nova lubrificação. O período entre
lubrificação em regra geral poderá ser feita com óleo spray em toda a sua extensão.
- Verifique se a tensão a tensão dos cabos de aço estão equilibradas.

IMPORTANTE: O CABO DE AÇO ESTANDO DESFIADO OU SOLTO, DEVERÁ SER


TROCADO IMEDIATAMENTE PELO SERVIÇO TÉCNICO, POIS APRESENTA GRANDE
RISCO DEACIDENTES GRAVES.

CUIDADOS PARALELOS

- Preserve a integridade e limpeza da câmara escura, pois o bom rendimento


radiográfico está diretamente vinculado a esses procedimentos:
- Controle dos elementos químicos de revelação (revelador, fixador e água).
- Filmes organizados, protegidos da luz do ambiente e inseridos no chassis do lado
correto.
- Não expor os filmes em estoque à radiação, pois ficarão danificados.
- O chassis radiográfico deverá estar com o sistema de fechamento em perfeitas
condições, afim de evitar a entrada indevida de luz.
- O manuseio com o filme fora de sua embalagem, deve ocorrer exclusivamente dentro
da câmara escura, bem vedada à entrada de qualquer tipo de luz, podendo ser utilizada
uma lanterna especial para esse fim e que emite luz de cor vermelha.
- Os ecrans deverão estar em perfeitas condições de uso, não podendo conter manchas,
partículas ou defeitos de qualquer tipo.
- Importante para um bom resultado radiográfico, os ecrans e filmes serem de boa
qualidade e estarem equalizados.
- Para processadoras automáticas de filme, é importante a temperatura estar correta e o
tempo de revelação bem ajustados.
- Os roletes também não poderão estar gastos ou deteriorados.
- A bomba de regeneração deverá estar funcionando, a qual vai garantir uma reciclagem
contínua dos químicos dentro dos tanques.
- A limpeza do fundo dos tanques e troca dos químicos sempre dentro dos prazos deverá
ser obrigatória, periódica e criteriosa, com observação das várias partes que
normalmente ficam submersas.
- É importante a câmara escura conter um exaustor com vazão gases para o exterior da
edificação, nunca para o local onde se encontra o equipamento.

RECOMENDAÇÕES PARA A VIDA ÚTIL DO EQUIPAMENTO E TUBO DE RAIO X

- Não deixar o Equipamento ligado desnecessariamente, assim que terminar a


radiografia e não houver e não houver outra senda preparada.
- O internar entre radiografia deverá ser maior, quanto maior for a carga utilizada na
última exposição. Ex: Para radiografias de baixa potência como " extremidades",
aconselha-se um mínimo de 20 segundos entre uma radiografia e outra. Para
radiografias de alta potência, intervalo mínimo de 60 segundos.
- Toda vez ao iniciar o serviço com o Equipamento frio, após ele ter ficado desligado por
mais de 3 horas, é importante um pré aquecimento do tubo de raio x, fazendo-se 3
exposições em sequëncia com carga de 60kV/150mA(FG) e tempo de 0,5 segundo, com
intervalo de 15 segundos.
O Pré Aquecimento do tubo de Raio X evitará problemas causados por choque térmico
no Anodo, o qual pode provocar o seu trincamento com a consequente inutilização do
mesmo.

INSTRUÇÕES PARA O USO EQUIPAMENTO

- A Unidade Anodo Giratório. deverá estar corretamente posicionado na região a ser


radiografada, utilizando-se da mira e do campo iluminado do colimador.
- A área iluminada do colimador será a área irradiada pelo tubo de Raio X.
- A distância entre foco e filme devidamente ajustada.
- O centro do chassis radiográfico alinhado com o centro da mira do colimador.
- Para se utilizar com SISTEMA DE BUCKY MURAL, alinha-se o campo a ser irradiado com
o centro do bucky.
- A radiografia de tórax exige distâncias maiores foco / filme, para diminuir a distorção
de imagem.

REVISÕES PERIÓDICAS

Este equipamento necessita revisão e recalibração a cada período não superior à 01


ano, preservando-se a vida útil do mesmo e a segurança dos seus usuários.
Alertamos porém que por ocasião da primeira revisão, estando o Equipamento dentro da
Garantia, este tipo de serviço preventivo "não" será coberto pela mesma.
A revisão deverá abranger demais itens elétricos como: cabos de conexão, cabos de Alta
Tensão, colimador, condições do Tubo de Raios-X, aterramento, Fusíveis, funcionamento
dos itens do painel da mesa de comando freios magnéticos e itens mecânicos,
diretamente relacionados à segurança dos usuários, principalmente os Cabos de aço.

DESCRIÇÃO DO PAINEL DE COMANDO E FUNÇÕES

8
1
6

2
7
4
5
3

DESCRIÇÕES

1 - Display de indicação de kVp- Indica o valor selecionado e o valor é controlado pelos


botões + e -
2 - Display de indicação de mA - Indica o valor selecionado e o valor é controlado pelos
botões + e -
3 - Display de indicação de mAs - Indica o valor selecionado e o valor é controlado pelos
botões + e -
4 - Leds de indicação do estado do aparelho
5 - Botões de preparo e disparo de Raios-X
6 - Led de indicação de foco selecionado (FF/FG)
7 - Botão de seleção de posto bucky (não ativado, pois equipamento possui grade fixa)
8 - Botão liga /desliga

LIGANDO O APARELHO

Pressionar a tecla I/0 do comando e verificar o acendimento dos displays do painel de


comando

Esperar por perto de 20 e ouvir se o contactor geral foi acionado, esse tempo será no
máximo de 30 segundos, e se caso não for verificado o acionamento do contactor
desligar o equipamento e verificar todas as conexões dos cabos. Ligar novamente e se o
problema persistir, entrar em contato com a fábrica.

Fazer mudanças de kV, mA e mAs para simples verificação da mudança dos valores
selecionados.

A partir do acionamento do contactor geral verificar visualmente o acendimento dos


filamentos da unidade selada, sendo que os dois focos devem acender
simultaneamente.

Efetuar um preparo e verificar a rotação do anodo do tubo de raios-x.O tempo de


estabilização do anodo será em torno de 3 segundos e o tempo de espera acionado por
volta de 11 segundos. Passando isso o a rotina de preparo é anulada.

Se todos os tópicos descritos acima passarem, colocar o filtro de alumínio, colimador.


Selecionar nos displays uma técnica de 40kV, 80mA e 8mAs, preparar e efetuar um
disparo.O equipamento deverá efetuar o disparo normalmente e depois de efetuado o
disparo nenhuma mensagem deverá aparecer nos displays.

Preparar uma técnica de 50kV, 250mA e 25mAs e efetuar o disparo, e nenhuma


mensagem deverá aparecer nos displays, e então o equipamento estará pronto para o
uso.

Caso alguma mensagem apareça nos displays, anotar a mensagem e entrar em contato
com a fábrica.