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PROCESSOS EROSIVOS NA EMBOCADURA DA


LAGUNA DE GUARAÍRAS – RN

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Ada Cristina Scudelari Olavo Santos


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VII Simpósio Nacional de Controle de Erosão
Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 1
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PROCESSOS EROSIVOS NA EMBOCADURA DA LAGUNA DE
GUARAÍRAS – RN

SCUDELARI, A.C.(1); SANTOS Jr, O.F.(2); AMARAL, R.F.(3); MEDEIROS, A.G.B.(4);


PEREIRA, D.A.(5); (1)Departamento de Engenharia Civil – UFRN – ada@digi.com.br;
(2)
Departamento de Engenharia Civil – UFRN – olavo@ct.ufrn.br; (3)Departamento de
Geologia – UFRN – ric@ufrnet.br; (4)Bolsista de Iniciação Científica – Engenharia Civil –
UFRN; (5)Bolsista de Iniciação Científica – Engenharia Civil – UFRN

RESUMO
O presente trabalho tem como objetivo descrever os processos erosivos na embocadura
do sistema Estuarino Lagunar Nísia Floresta – Papeba – Guaraíras e avaliar a possível
contribuição desses para o assoreamento das Lagunas. Foi possível constatar que os diversos
tipos de processos atuantes na área resultam de ações de águas pluviais e do mar. Esses
processos têm uma importância significativa para a região adjacente e para a estabilidade de
embocadura. Entretanto, o sistema é alimentado por outras fontes de sedimentos mais
expressivas, de origem ainda a ser estudada.
Palavras – Chave: Erosão costeira, erosão pluvial, Guaraíras

ABSTRACT
The present work has as objective to describe the erosive processes in the mouth of the
Nísia Floresta - Papeba - Guaraíras lagoon estuarine system and to evaluate the possible
contribution of these for the sedimentation process of the Lagoons. It was possible to evidence
that the diverse types of operating processes in the area result of actions of pluvial waters and
the sea. These processes have a significant importance for the adjacent region and the stability
of mouth. However, the sedimentation process of the system is fed by other importants
sources of sediments, of still to be studied origin.
Key words : coastal erosion, pluvial erosion, Guaraíras

INTRODUÇÃO
A Laguna de Guaraíras, faz parte do sistema estuarino lagunar Nísia Floresta- Papeba-
Guaraíras, o qual vem sofrendo um processo de colmatação com origem bastante
diversificada. Essa região apresenta-se de forma particular em função da sua evolução
morfológica e devido a várias ações antrópicas que vem sendo realizadas no seu entorno. Os
principais fatores que interferem neste processo vem sendo investigados em estudos
realizados na região podendo-se citar Scudelari et all (1998), Santos Jr. et all (1999), Scudelari
et all (1999) e Scudelari et all (2000).
Um dos aspectos que está sendo investigado como agente responsável pelo
assoreamento deste sistema diz respeito ao processo erosivo verificado na embocadura da
Laguna de Guaraíras uma vez que a estabilidade da embocadura de um complexo estuarino
lagunar é de fundamental importância para a sobrevivência do referido sistema. As condições
de estabilidade na embocadura de tais canais dependem predominantemente das marés, do
clima de ondas, do transporte litorâneo ao longo da praia adjacente, da descarga fluvial e das
características morfológicas da bacia interior. Estes fatores são responsáveis por um processo
erosivo complexo, origina o alargamento do canal da embocadura a partir de vários tipos de
movimentos de massas nas encostas.
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Sendo assim, o presente trabalho tem dois objetivos principais. O primeiro é identificar
os processos erosivos presentes na embocadura da laguna de Guaraíras e propor estudos
específicos que possibilitem a determinação adequada de medidas preventivas contra os
efeitos provocados pelas erosões. O segundo é avaliar a importância destes processos no
mecanismo de colmatação do sistema lagunar.

ASPECTOS GERAIS DA ÁREA EM ESTUDO

Localização e Aspectos Fisiográficos


A área estudada, localiza-se dentro dos limites políticos dos municípios de Goianinha,
Arês, Senador Georgino Avelino, Tibau do Sul e Nísia Floresta, na porção sul oriental do
estado do Rio Grande do Norte (figura1).
O clima, segundo a classificação de Köppen, é descrito como AS’ - quente úmido, com
predominância de precipitação pluviométrica, entre os meses de janeiro a agosto e cuja média
é de 1400 mm anuais.
A temperatura é amena com oscilações em torno de 27oC de média anual, para uma
umidade relativa do ar oscilando entre 70% e 80%. A cobertura vegetal presente na região
pode ser dividida nas seguintes variedades: costeira, composta por vegetação fixadora de
dunas, árvores de pequeno porte e gramíneas; mata de manguezais, nas quais ocorrem plantas
típicas de ambiente onde há oscilações de maré, matas de várzeas, onde ocorrem plantas que
circundam as drenagens, como gramíneas e ciperáceas; além de porções de mata atlântica, nas
quais ocorrem árvores de médio porte (ipê-amarelo, pau-brasil, eucalipto, entre outras),
associadas à vegetação rasteira que proliferam em virtude do solo enriquecido em húmus.

Descrição Geral do Sistema Nísia Floresta – Papeba – Guaraíras


O referido complexo é constituído por um sistema de dois corpos d’ água interligados
(lagunas de Nísia Floresta e Papeba), que interagem, através de canais (Boqueirão e Surubajá),
com a Laguna de Guaraíras, (figura 1). Estas lagunas são rasas, com profundidades variando
entre 0,5 (nas margens) e 2,0 metros (em direção ao centro). A Laguna de Nísia Floresta
apresenta-se com dimensões de 4,5 Km de comprimento na direção leste-oeste e 1,6 Km na
direção norte-sul. Os rios que drenam para essa lagoa, na direção NE, têm no Trairí e Ararí
seus maiores tributários.

Figura 1- Localização da área


A Laguna de Papeba apresenta uma área aproximada de 2,0 Km2, alongada na direção
norte-sul. Comunica-se a NW, com a Lagoa de Nísia Floresta e a SE com a Laguna de
Guaraíras, respectivamente através dos canais de Boqueirão e Surubajá. Aqui a circulação das
águas está diretamente relacionada aos movimentos de fluxo e refluxo das marés.
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A Laguna de Guaraíras mede cerca de 7,0 km de comprimento, com largura variando
entre 1,40 a 2,0 km e apresenta-se alongada na direção SE-NW. Possui ampla comunicação
com o mar, através de um canal de aproximadamente 200 metros de largura e profundidade
variando em torno de 8,0 metros (figura 2). Os rios Jacu e Trairí são responsáveis pelo aporte
de água doce e sedimentos de origem continental para a mesma. Entretanto, em virtude da
intensa penetração do prisma de maré, a influência das águas marinhas predominam. Isto pode
ser evidenciado pela salobridade de suas águas. As feições morfológicas dominantes são um
delta associado a correntes de maré vazante, na porção NW, desembocadura do canal de
ligação (Surubajá) com a Laguna de Papeba, e barras arenosas longitudinais, no interior da
laguna e junto ao canal de ligação desta com o mar.

Figura 2 – Fotografia aérea da embocadura da Laguna de Guaraíras.

O complexo lagunar, de um modo geral, vem sofrendo modificações constantes em


termos de suas características originais, não apenas com relação aos processos de
sedimentação, como também, de suas condições ambientais face ao contínuo assoreamento,
desmatamento da vegetação de mangues, deficiência de circulação de suas águas e
empobrecimento da fauna.
Na Laguna de Guaraíras o quadro é agravado em função de sua evolução morfológica.
Bagnoli & Farias (1995), com base em mapas históricos e jornais de 1924, reconstituem a
evolução da morfologia desta laguna, resumida a seguir:
Em 1612 Guaraíras comunicava-se com o mar, apresentava-se circundada por intensa
vegetação, e era chamada de “Guraira”. Em 1638 Guaraíras encontrava-se separada do mar,
fazendo supor que entre 1612 e 1638, deu-se o fechamento da barra, pelo desenvolvimento
para sul de um esporão de areia, passando de laguna para lagoa. Em 1923 o Governo do
Estado abre, neste esporão que isolava a lagoa de Guaraíras do mar, um estreito canal com a
finalidade de drenar a lagoa, para conquistar mais terras para o plantio de cana de açúcar. Um
alargamento catastrófico deste canal aberto pelo estado, ocorreu em 14/04/1924, no ápice da
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maior enchente registrada neste século. Em questão de horas, o canal de poucos metros de
largura, foi arrombado em cerca de 200 m, pela ação violenta das águas trazidas pelos rios
Jacu e Trairi. A Laguna de Guaraíras, até então de água doce, ficou ligada permanentemente
ao mar, dando início ao desenvolvimento de flora e fauna características de ambiente
transicional que perduram até os dias atuais.

METODOLOGIA
Foi feito inicialmente um levantamento de trabalhos com enfoque sobre o sistema
estuarino lagunar Nísia Floresta-Papeba-Guaraíras. Com base nesses trabalhos, foram
identificados pontos de instabilização.
A etapa seguinte consistiu em trabalhos de campo, através de um levantamento no
contorno de todo o sistema para a avaliação dos processos erosivos na área. Foi dada ênfase
na análise da erosão da embocadura do sistema, uma vez que os processos erosivos nessa área
são de suma importância para o sistema como um todo.
O trabalho de campo permitiu a observação dos tipos e mecanismos dos processos
envolvidos na área da embocadura; a coleta de amostras de sedimentos para a realização de
ensaios de laboratório, e também a obtenção de fotografias para comparação com outras já
existentes do sistema.
Foram feitos ensaios de caracterização geotécnica dos sedimentos (granulometria e
limites de consistência), e a análise comparativa das fotografias dos processos presentes na
região. Desta forma os dados obtidos nesse trabalho foram analisados em conjunto com os
obtidos anteriormente no sentido de contribuir para a compreensão do processo de
assoreamento do sistema.

RESULTADOS E DISCUSSÕES
Em termos de geologia, na região predominam rochas sedimentares terciárias da
formação Barreiras (arenitos argilosos, arenitos conglomeráticos) associados a um relevo na
forma de tabuleiros. Nos vales onde estão os rios que contribuem com o aporte de água doce
aparecem sedimentos aluvionares na planície fluvial. Ocorrem ainda com grande expressão na
região próxima a costa, sedimentos arenosos eólicos na forma de dunas.
No que diz respeito aos processos erosivos pode-se verificar a existência de:
- Erosão de sedimentos arenosos que estão nas margens do sistema. Esse processo
ainda é incipiente considerando-se a região como um todo, porém em alguns pontos,
atinge grandes proporções. O caso mais grave é localizado no Município de Tibau
do Sul onde formou-se uma voçoroca com profundidade em torno de 8,0 m, largura
média de 20 metros e comprimento de 100 m. Esse processo está diretamente ligado
ao sistema de drenagem urbana da cidade, figura 3.

Figura 3 – Voçoroca no Município de Tibau do Sul


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- Movimentos de massas que ocorrem próximo a embocadura da Lagoa. Nessa área, a


encosta sul da embocadura é formada por uma falésia com altura de
aproximadamente 7,0 m. A camada de solo superior é formada de sedimentos
eólicos, não plásticos , com 1% de areia grossa, 21% de areia média, 70% de areia
fina e 8% de silte e argila. A base da encosta é formada por sedimentos variegados
da Formação Barreiras, que apresentam valores de LL= 33% e LP= 19%. Em termos
de granulometria, o material tem 3% de areia grossa e 43% de areia média, 24% de
areia fina e 30% de silte e argila. Com base nos resultados dos ensaios de
caracterização foi possível classificar os materiais utilizando o Sistema Unificado de
Classificação dos Solos. Os sedimentos eólicos foram classificados como SP ( areia
mal graduada ) e os sedimentos da Formação Barreiras como SC ( areia argilosa ).
- Os sedimentos eólicos superficiais formados por areia (SP) apresentam elevada
erodibilidade o que explica a formação da voçoroca mostrada na figura 3. O
processo erosivo avança em profundidade até encontrar a superfície dos sedimentos
da Formação Barreira (SC), que são mais resistentes a erosão. Após atingir o topo da
Formação Barreiras o processo avança no sentido de expandir lateralmente.
- A água da Laguna vem provocando solapamento da base da encosta ocasionando a
queda do material da parte superior. Esse mecanismo é agravado pelo padrão de
circulação de água na Laguna, que gera correntes extremamente desfavoráveis à
estabilidade da falésia.
- Escorregamentos superficiais nos sedimentos arenosos da parte superior das
encostas da embocadura, induzidas pela ocorrência de chuvas, cuja incidência maior
se dá nos meses de abril a agosto.
As figuras 4 e 5 mostram aspectos gerais da face sul da embocadura da Laguna de
Guaraíras. Nessa área, segundo o DHN (1999) a variação média do nível de água é em torno
de 1,5m devido à influência da maré, podendo chegar a 2,5 m nos períodos de maré de sizígia
(figura 10). Conforme mostra a figura 5, durante a maré alta, a água atinge o sopé da encosta
(falésia) provocando a sua escavação, figura 6. O avanço desse processo descalça a parte
superior provocando a queda do material. A figura 7 mostra os detritos da queda de uma parte
da encosta.
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O movimento de circulação das águas do sistema, que pode ser representado segundo a
figura 2, é responsável pela retirada dos detritos do pé da falésia, expondo-a novamente a ação
das águas durante a maré alta, reiniciando o processo. A figura 8 mostra o mesmo ponto da
figura 8, 45 dias após a queda do material.

Algumas vezes ocorrem escorregamentos do material superior mesmo sem o


solapamento da base da encosta. Esse tipo de instabilização, mostrado na figura 9, está
associado a perda de coesão aparente do material provocada pela infiltração de água de chuva.

A figura 10 sintetiza os aspectos descritos a respeito dos processos erosivos na


embocadura da Laguna de Guaraíras. Todo esse conjunto de processos resulta no recuo da
falésia e no conseqüente alargamento da embocadura.
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Figura 10 – Mecanismos de erosão na embocadura do sistema.

Num estudo preliminar (a partir da análise de fotografias aéreas, figura 2) pode-se


verificar que a linha de costa no entorno da embocadura da Laguna permanece estável levando
então a concluir que os “sedimentos” provenientes deste processo de erosão estão sendo
transportados para o interior da Laguna, colaborando com o seu assoreamento. Porém,
avaliando-se preliminarmente o volume de sedimentos erodidos e o avanço do assoreamento
na Laguna da Guaraíras, pode-se aferir que estes não são os únicos responsáveis pelo processo
de colmatação, mas sim que, outros processos mais expressivos estão envolvidos. Pode-se
citar como exemplo, o transporte de sedimentos litorâneos que em função do clima de ondas e
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marés, presentes na faixa litorânea próxima a embocadura, são capturados pela maré e
carreados para o interior da mesma, assim como o aporte de sedimentos fluviais que ocorre no
sistema lagunar.

CONCLUSÃO
Com base nos estudos desenvolvidos verifica-se que os processos erosivos na
embocadura desenvolvem-se continuamente ao longo do ano em função da ação das marés,
sendo agravados nos períodos de janeiro a agosto quando se eleva o nível de precipitação na
região.
Os processos erosivos presentes na embocadura da Laguna de Guaraíras são devidos a
erosão de sedimentos arenosos nas suas margens, a movimentos de massas provocados pelo
solapamento da base da encosta a escorregamentos superficiais na parte superior de suas
encostas.
A dinâmica destes processos se deve principalmente ao padrão de circulação de água na
Laguna que gera correntes extremamente desfavoráveis à estabilidade das falésias.
No que diz respeito ao processo de assoreamento do sistema Lagunar Nísia Floresta –
Papeba – Guaraíras, verifica-se que a erosão na embocadura de Guaraíras, não é o principal
responsável pelo aporte de sedimentos para o interior do referido sistema, uma vez que o
volume de sedimentos erodidos, quando comparados preliminarmente ao avanço do
assoreamento do sistema se apresenta bastante reduzido, indicando assim que outros
processos mais expressivos estão envolvidos neste sistema. Entretanto, no que diz respeito à
estabilidade da embocadura e região adjacente, a evolução deste processo pode levar a
alterações morfológicas significativas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAGNOLI, E.; FARIAS, P. R. C. Evolução, em tempos históricos, da morfologia da “Lagoa”
e Guaraíras, litoral sul do estado do Rio Grande do Norte. Simpósio Sobre Processos
Sedimentares e Problemas Ambientais na Zona Costeira Nordeste do Brasil,
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SCUDELARI, A.C.; SANTOS Jr, O. F. dos; AMARAL, R. F.; VITAL, H., FONSECA, V. F.;
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Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, Editado em CD, Campina Grande,
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SCUDELARI, A .C.; SANTOS Jr, O. F. dos; AMARAL, R. F.; INGUNZA, M. D. P.;
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SCUDELARI, A. C.; SANTOS Jr, O. F. dos; AMARAL, R. F.; Caracterização Preliminar do
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Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, Editado em CD, 2000.
MARINHA DO BRASIL - HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO, DHN (Diretoria de
Hidrografia e Navegação), TÁBUAS DAS MARÉS, 1999.

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