Você está na página 1de 288

A História

: Foral Manuelino de Loriga

O primeiro foral data de 1136 e foi dado por Jo ão Rhania, a quem D. Afonso Henriques tornou senhor das terras de
égio (dado directamente pelo rei) data de 1249,
Loriga. E o primeiro foral r

portanto em 1514 Loriga já era vila e sede de concelho.


ória concisa da vila de Loriga
: Hist

Lorica, foi o nome dado pelos Romanos a Lobriga, povoa ção que foi, nos Hermínios (actual Serra da Estrela), um forte
bastião lusitano contra os invasores romanos. Os Hermínios foram a maior fortaleza lusitana e Lorica situada no coração

dessa fortaleza, perto do ponto mais alto. Lorica, provem do latim, correspondendo ao nome de antiga couraça

guerreira, denominação que derivou em Loriga, a qual tinha o mesmo significado. Os próprios soldados e legionários

romanos usavam Lorica. Os Romanos "rebaptizaram" a população com o referido nome, devido à sua posição

estratégica na serra, e ao seu protagonismo durante a guerra com os Lusitanos (LORICA LUSITANORUM CASTRUM

EST). É um caso raro em Portugal de um nome que se mantém praticamente inalterado há dois mil anos, sendo

altamente significativo da antiguidade e da história da povoação (por isso, a couraça é a peça central e principal do

brasão histórico da vila).

A povoa ção foi fundada estrategicamente no alto de uma colina, entre duas ribeiras, num belo vale de origem glaciar.
Desconhece-se, como é evidente, a longínqua data da sua fundação, mas sabe-se que a povoação existe há mais de

dois mil e seiscentos anos, e surgiu originalmente no mesmo local onde hoje está o centro histórico da vila. No Vale de

Loriga, onde a presença humana é um facto há mais de cinco mil anos, existem actualmente, além da vila, as aldeias de

Cabeça, Muro, Casal do Rei e Vide.


A Lorica usada pelos romanos e que deu Sepultura antropomórfica com mais de Guerreiro Lusitano
nome à vila 2600 anos

Da época pré-romana existe, por exemplo uma sepultura antropomórfica com mais de dois mil anos, num local onde
existiu um antigo santuário, numa época em que o nome da povoação era Lobriga, etimologia de evidente origem

céltica. Lobriga, foi uma importante povoação fortificada, Celta e Lusitana, na serra.

ção local, e diversos documentos antigos, apontam Loriga como tendo sido o berço de Viriato, o qual terá
A tradi

nascido nos Hermínios onde foi pastor desde criança. É interessante a descrição existente no livro manuscrito "História

da Luzitânia", do Bispo-Mor do Reino (1580):"...Sucedeu o pastor Viriato, natural de Lobriga, hoje a vila de Loriga, no

cimo da Serra da Estrela, Bispado de Coimbra, ao qual, aos quarenta anos de idade, aclamarão Rey dos Luzitanos, e

casou em Évora com uma nobre senhora no ano 147...". A rua principal, da área mais antiga do centro histórico da vila

de Loriga, tem o nome de Viriato, em sua homenagem.

Ainda hoje existem partes da estrada, e uma das duas pontes (s éculo I a.C.), com que os Romanos ligaram Lorica ao
restante império. A ponte romana ainda existente, sobre a Ribeira de Loriga, está em bom estado de conservação, e é

um bom exemplar da arquitectura da época.


A estrada romana ligava Lorica a Egitânia (Idanha-a-Velha), Talabara (Alpedrinha), Sellium (Tomar), Scallabis (Santarém),
Olisipo (Lisboa) e a Longóbriga (Longroiva), Verurium (Viseu), Balatucelum (Bobadela), Conímbriga (Condeixa) e

Aeminium (Coimbra). Era uma espécie de estrada estratégica destinada a ajudar a controlar os montes Hermínios onde

viviam tribos lusitanas muito aguerridas.

Quando os romanos chegaram, a povoa ção estava dividida em dois núcleos separados por poucas centenas de
metros. O maior, mais antigo e principal situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato,

sendo defendido por muros e paliçadas. O outro núcleo, constituído apenas por algumas habitações, situava-se mais

acima junto a um pequeno promontório rochoso, em cima do qual mais tarde os Visigodos construíram uma ermida

dedicada a S. Gens.

Estrada romana (séc. I a.C.) Ponte romana sobre a Ribeira de Loriga Fontanário da época romana no centro
(séc. I a.C.) histórico da vila
í
Com o dom nio romano, cresceu a import ância de Lorica, uma povoação castreja que recebeu populações de castros
í
existentes noutros locais dos Herm nios e que entretanto foram abandonados. Isso aconteceu porque esses castros

í
estavam localizados em s tios onde a única vantagem existente era a facilidade de defesa. Sítios que, ao contrário de
Lorica, eram apenas um local de refúgio, onde as habitações estavam afastadas dos recursos necessários à

sobrevivência, tais como água e solos aráveis. Um desses castros abandonados e cuja população se deslocou para

Lorica, situava-se no ainda conhecido Monte do Castelo, ou do Castro, perto da Portela de Loriga. No século XVIII ainda

eram visíveis as ruínas das fundações das habitações que ali existiram, mas actualmente no local apenas se vêem

pedras soltas. A propósito é completamente errada a ideia criada segundo a qual os Lusitanos apenas construíam as

suas habitações no cimo dos montes, que deixaram apenas com a chegada dos romanos. Pelo contrário, eles sabiam

escolher os melhores locais e a facilidade de defesa não era o único critério.

Loriga, foi também importante para os Visigodos, os quais deixaram uma ermida dedicada a S. Gens, um santo de
origem céltica, martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano. A ermida sofreu obras de alteração

e o orago foi substituído, passando a ser de Nossa Senhora do Carmo. Com a passagem dos séculos, os loricenses

passaram a conhecer o santo por S. Ginês, hoje nome de bairro neste local do actual centro histórico da vila. A actual

derivação do nome romano, Loriga, começou a ser usada pelos Visigodos.


Ermida visigótica de S. Gens, reconstruída Soldado romano envergando a Lorica, Pedra com inscrições visigóticas na Igreja
e com outro orago (Nossa Senhora do origem do nome da vila Matriz
Carmo)

A Igreja Matriz tem, numa das portas laterais, uma pedra com inscri ções visigóticas, aproveitada de um antigo pequeno
templo existente no local quando da construção datada de 1233. A antiga igreja, era um templo românico com três

naves, a traça exterior era semelhante à da Sé Velha de Coimbra, tinha o tecto e abóbada pintados com frescos, e,

quando foi destruída pelo sismo de 1755, possuía nas paredes, quadros da escola de Grão Vasco. Da primitiva igreja

românica do século XIII restam partes das paredes laterais e outra alvenaria. Desde a reconquista cristã, que Loriga

pertenceu à Coroa e à Vigariaria do Padroado Real, e foi o próprio rei (na época D. Sancho II) que mandou construir a

Igreja Matriz, cujo orago, era, tal como hoje, de Santa Maria Maior. Na segunda metade do século XII já existia a

paróquia de Loriga, que foi criada aliás pelos visigodos pertencendo então à diocese da Egitânia, e os fieis dos então

poucos e pequenos lugares ou "casais" dos arredores, vinham à vila assistir aos serviços religiosos. Alguns desses

lugares, hoje freguesias, foram, a partir do século XVI, adquirindo alguma autonomia religiosa, começando por Alvoco,

seguindo-se Vide, Cabeça e Teixeira.

A vila de Loriga, recebeu forais de Jo ão Rhânia (senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no
tempo de D. Afonso Henriques) em 1136, de D. Afonso III em 1249, de D. Afonso V em 1474, e recebeu foral novo de D.

Manuel I em 1514.

égio e em 1474, D.Afonso V doou Loriga ao fidalgo Álvaro Machado,


Com D. Afonso III, a vila recebeu o primeiro foral r

herdeiro de Luís Machado, que era também senhor de Oliveira do Hospital e de Sandomil, doação confirmada em 1477,

e mais tarde por D. Manuel I. No entanto, após a morte do referido fidalgo, a vila voltou definitivamente para os bens da

Coroa. No século XII, o concelho de Loriga abrangia a área compreendida entre a Portela de Loriga (hoje também
conhecida por Portela do Ar ão) e Pedras Lavradas, incluindo as áreas das actuais freguesias de Alvoco da Serra,
Cabeça, Teixeira e Vide. Na primeira metade do século XIX, em 1836, o concelho de Loriga passou a incluir Valezim e

Sazes da Beira. Valezim, actual aldeia histórica, recebeu foral em 1201, e o concelho foi extinto em 1836, passando a

pertencer ao de Loriga. Alvoco da Serra recebeu foral em 1514 e Vide gozou de alguma autonomia no século XVII mas

sem nunca ter recebido foral ou categoria de vila, mas voltaram a ser incluídas plenamente no concelho de Loriga em

1828 e 1834 respectivamente, também no início do século XIX. As sete freguesias que ocupam a área do antigo

município loricense, constituem actualmente a denominada Região de Loriga. Essas freguesias constituem também a

Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.

Igreja Matriz, parte da alvenaria que Fontanário exibindo uma inscrição do Pelourinho (século XIII, reconstruído) em
resistiu ao terramoto de 1755 século XIII frente do antigo edifício da Câmara
entretanto adaptado para residência
particular
Loriga, é uma vila industrializada (têxtil) desde o início do século XIX, quando "aderiu" à chamada revolução industrial,
mas, já no século XVI os loricenses produziam buréis e outros panos de lã.

, ,
Loriga chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior e a actual sede de concelho s ó
conseguiu ultrapass á-la em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga em número
de empresas. Demonstrativo da genialidade dos loricenses, é que tudo isso aconteceu apesar dos acessos difíceis à

vila, os quais até à década de trinta do século XX, se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, construída no

século I antes de Cristo. Nomes de empresas, tais como Regato, Fândega, Leitão & Irmãos, Redondinha, Tapadas,

Augusto Luís Mendes, Moura Cabral, Lorimalhas, Lages Santos, Nunes Brito, etc, fazem parte da rica história industrial

desta vila. A maior e principal avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos

industriais loricenses .

, ,
Mais tarde a metalurgia a pastelaria e mais recentemente o turismo (Loriga tem enormes potencialidades turísticas) ,
passaram a fazer parte dos pilares da economia da vila .

Outra prova do g énio loricense é um dos ex-líbris de Loriga, os inúmeros socalcos e a sua complexa rede de irrigação,
construídos ao longo de muitas centenas de anos e que transformaram um vale belo mas rochoso, num vale fértil.

, í , ,
Mas Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo pol tico e administrativo local e nacional contra o qual teve que

lutar desde meados do s éculo XIX.


A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das consequências que os confrontos de uma guerra civil podem ter no

futuro de uma localidade e de uma região. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo mas,

,
por ter apoiado os chamados Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa teve o castigo de deixar de ser

.
sede de concelho em 1855 quando da reforma administrativa em curso A conspira ção movida por desejos
fi , . -
expansionistas da localidade que bene ciou com o facto precipitou os acontecimentos Tratou se de um grave erro

í fi - ; , í , ç
pol tico e administrativo como tem vindo a con rmar se foi no m nimo um caso de injusta vingan a pol tica numaí ,
época em que não existia democracia e reinavam o compadrio e a corrupção, e assim começou o declínio de toda a
região de Loriga (antigo concelho de Loriga).

fi ç
Se nada de verdadeiramente e caz for feito, come ando pela vila de Loriga, esta regi ão estará desertificada dentro de
poucas décadas, o que, tal como em relação a outras relevantes terras históricas do interior do país, será com certeza

considerado como uma vergonha nacional.


Con rmaria tamb ém a óbvia existência de graves e sucessivos erros nas políticas de coesão administração e
ordenamento do território, para não dizer inexistência. Para evitar tal situação vergonhosa para o país, é necessário no

mínimo pôr em prática o que já é reconhecido no papel: desenvolver a vila de Loriga, pólo e centro da região.

Infelizmente constata-se que os políticos não mudaram desde o século XIX nem aprenderam com os erros, como se

confirmou com a "reforma" de 2013.

Em Loriga existe a única estância e pistas de esqui existentes em Portugal . Loriga, é a capital da neve em Portugal .

í
VIAS ROMANAS EM PORTUGAL - Vest gios Romanos Georreferenciados em Loriga

O nome Lorica aparece como sendo da época romana num documento medieval visigótico com referências à zona. Foi
aliás na época visigótica que a "versão" Loriga começou a substituir o nome Lorica que vinha da época romana, mas o

nome original dado pelos romanos só caiu totalmente em desuso durante a primeira metade do século XIII.

Depois, aparece novamente em documentos dos séculos X, XI, XII e XIII, principalmente em documentos do século XII,

inclusive quando se fala de limites territoriais, onde até a actual Portela do Arão é referida como Portela de Lorica,

começando mais tarde a ser referida como Portela de Aran, depois de Aarão, e finalmente do Arão.
A estrada romana de Lorica era uma esp écie de estrada estratégica, destinada a ajudar a controlar os Montes
í
Herm nios onde, como se sabe, viviam tribos lusitanas muito aguerridas. Esta estrada ligava entre si duas grandes vias

í
transversais, a que ligava Con mbriga, a norte, e a que ligava Iaegitania, a sul. N ão se sabe os locais exactos dos
cruzamentos, mas tudo indica que a norte seria algures perto da actual Bobadela.

í ç
Quanto aos vest gios da cal ada romana original, eles podem encontrar-se naárea das Calçadas, onde estiveram na
origem deste nome, e dispersos em pequenos vestígios até à zona da Portela do Arão, tratando-se da mesma estrada.

í í
A t tulo de curiosidade a estrada romana foi utilizada desde que foi constru da, provavelmente por volta de finais do
século I antes de Cristo, até à década de trinta do século XX quando entrou em funcionamento a actual EN231. Sem a
estrada romana teria sido impossível o já por si grande feito de Loriga se tornar um dos maiores pólos industriais têxteis

da Beira Interior durante o século XIX.

Vista da Estância de Esqui de Loriga, do fotos em sites.google.com


lado da Torre, vendo-se ao fundo a
Garganta de Loriga

Factos comprovados: Lorica era o antigo nome de Loriga, existiram duas pontes romanas, uma delas ainda existe, e a

í
outra, constru da sobre a Ribeira de S. Bento, ruiu no s éculo XVI, e ambas faziam parte da estrada romana que ligava a
povoa ção ao restante império romano.
A ponte romana que ruiu estava situada a poucas dezenas de metros a jusante da actual ponte, tamb ém construída em
pedra mas datada de finais do século XIX. A antiga estrada romana descia pela actual Rua do Porto, subia pela actual
Rua do Vinhô, apanhava parte da actual Rua de Viriato passando ao lado da povoação então existente, subia pelas

actuais ruas Gago Coutinho e Sacadura Cabral, passava na actual Avenida Augusto Luís Mendes, na área conhecida

por Carreira, seguindo pela actual Rua do Teixeiro em direcção à ponte romana sobre a Ribeira de Loriga, também

conhecida por Ribeira da Nave e Ribeira das Courelas.

ão e o cemitério, existia um troço de calçada romana bem conservada que não deixava
Entre a capela de S. Sebasti

dúvidas a ninguém sobre a sua verdadeira origem, mas infelizmente uma parte foi destruída e a restante soterrada

quando fizeram a estrada entre a Rua do Porto e o cemitério.

O patrim ónio histórico nunca foi estimado em Loriga...

Numa zona propositadamente conhecida por Cal adas, j ç á afastada da vila, ainda existem vestígios bem conservados
do primitivo pavimento da estrada romana.

Por Ant ónio Conde ória de Loriga


- Hist - Extratos da obra de António Conde
, "Hist ória concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do
í
munic pio"

Apontamento conciso sobre a hist ória da vila de Loriga


@
Loriga site2002

C a s a d a P o n t e d o A r r o c h o : Lo r i g a . S e i a . G u a r d a . P o r t u g a l : A l o j a m e n t o Lo c a l . /
RNAL 48439 AL

D e s e n v o l v i d o p o r We b n o d e

Crie o seu site grátis


A Igreja Matriz de Loriga

Uma imagem recente, vendo-se nitidamente por cima da porta a pedra aproveitada do
antigo templo visigótico onde foi gravada a data de 1233

Sabe-se que Loriga é uma povoação que tem mais de dois mil e seiscentos anos de existência
no exato local onde existe o centro histórico da vila, uma colina entre ribeiras, defensável e
perto de duas abundantes linhas de água. E a propósito do acesso à água, os habitantes desta
plurimilenar povoação tinham ainda disponível uma nascente, hoje conhecida por Fonte do
Vale, e que sabe-se foi também bastante valorizada mais tarde nas épocas romana e
medieval. Sabe-se que nessa época a povoação estendia-se desde aproximadamente o local
onde existe a convergência de três ruas, e a área onde hoje está o centro de dia da ALATI. A
povoação era defendida por muros e paliçadas e sabe-se que a atual Rua de Viriato, no troço
entre a antiga sede do GDL e a antiga Casa do Povo, coincide exatamente com uma parte
dessa linha defensiva da povoação. O local onde hoje existem o adro e a igreja era o ponto
central dessa povoação, e assim iria permanecer durante muitos séculos. É portanto
completamente natural que com a cristianização da população e com a chegada dos
Visigodos este local fosse eleito para construir o primeiro templo cristão da então Lorica.

A atual capela de Nossa Senhora do Carmo, antiga ermida visigótica de S. Gens.

Sabe-se que os Visigodos construiram pelo menos dois templos em Lorica, e digo pelo menos
porque encontrei indícios, que não consegui confirmar da existência de mais uma ermida
além daquela que construíram onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo e que era
dedicada a S. Gens. A dada altura cheguei a pensar tratar-se da ermida de S. Bento, a tal que
deu nome à area e à ribeira mas essa, embora confirmadamente já existisse no século XII
não é anterior ao século X. Certo é que os visigodos construíram a ermida de S. Gens, e na
época era mesmo uma ermida porque aquele local ficava fora da povoação então existente, e
quanto à escolha daquele local não é de excluir a hipótese de ser um antigo local de culto
pagão, dadas as suas caraterísticas. Dada a religiosidade dos loriguenses, é no mínimo
estranho que uma devoção tão antiga a um santo tenha sido completamente abandonada,
que tenham deixado cair em ruínas a sua ermida e depois a tenham recuperado mas com
outro orago. Não consegui encontrar uma explicação, e como se isso não bastasse e para
completar o "anátema" a que os loriguenses condenaram o santo, mudaram-lhe também o
nome de São Gens para São Ginês, um santo que nunca existiu. Mas o pormenor da mudança
de nome pode ser facilmente explicado pela passagem dos séculos, pelo isolamento e pela
"adaptação linguística" que tende a inclinar-se para as formas mais fáceis, e Loriga também
é conhecida pelas suas "singularidades linguísticas” e pelo uso massivo de alcunhas.

A degradação do edifício e os maus restauros foram sempre uma constante ao longo da


história.

Também é certo que os visigodos construíram um templo dedicado a Nossa Senhora no


exato local onde hoje existe a Igreja Matriz, tratando-se de uma pequena capela cujas
dimensões não andariam longe das que tem a ermida de Nossa Senhora da Guia. Sabe-se
também que na época visigótica Loriga tinha o estatuto de paróquia, que dependia do bispo
de Egitânia ( atual Idanha a Velha ), e que a paróquia abrangia uma área aproximadamente
equivalente ao antigo concelho loricense na sua fase maior, que foi atingida em meados do
século XIX. Obviamente foi impossível saber com exatidão a área da paróquia na época
visigótica mas fiquei surpreendido com a descoberta da mesma e com a existência de
algumas localidades em redor de Loriga, que ainda existem e das quais apenas duas
atingiram o estatuto de freguesias. Nestas andanças da pesquisa histórica há muito tempo
que aprendi que até algumas aldeias mais pequenas que alguns consideram insignificantes
podem de facto esconder uma história milenar. Em sentido contrário existem localidades
que hoje têm alguma importância e cujos naturais se esforçam por inventar um longo
passado que nunca existiu. Portanto, os tais "casais" referidos nos “pergaminhos”, cujos
habitantes iam à igreja de Lorica ouvir missa, já têm uma longa história que nunca foi
registada, e infelizmente uma dessas localidades foi recentemente e injustamente amputada
do seu estatuto de freguesia. E digo igreja de Lorica porque o uso da atual versão do nome
romano, ou seja Loriga, só se consolidou definitivamente na primeira metade do século XIII.
No início da nacionalidade, a consolidação, a administração do território e a necessária
fixação das populações implicava a atribuição de forais mas também a criação de condições
para a prática do culto, e é por isso frequente ao longo da história a construção de igrejas
por iniciativa real. E a esse propósito os reis mandavam construir igrejas em povoações que
já eram sede de município ou em povoações que seriam elevadas a essa condição, tudo para
ajudar a fixar as populações, e outras medidas eram tomadas nesse sentido, e por exemplo
muitos castelos foram feitos também com esse objetivo. O pormenor a considerar é que o
estatuto de município andava sempre a par com o estatuto de paróquia, portanto as
localidades que tinham igrejas eram geralmente sedes de concelho, e seria certo se a igreja
fosse mandada construir pelo rei. Sabe-se que a Igreja de Loriga foi mandada construir pelo
rei D. Sancho II em cima da construção do já referido pequeno templo visigótico do qual foi
aproveitada a pedra onde foi gravada a data da construção, o ano de 1233. Assim, essa pedra
colocada por cima de uma das portas laterais virada para o adro, na igreja atual confirma a
sua longa existência, correspondendo à data da decisão da construção. A decisão real nesse
sentido deve-se principalmente ao facto de Loriga pertencer à Vigariaria do Padroado Real.
A Igreja foi dedicada desde logo a Santa Maria Maior, um orago que se mantem, sendo um
templo românico cuja traça e fachada principal fazia lembrar a Sé Velha de Coimbra,
embora obviamente sem a monumentalidade desta.

Uma imagem atual da igreja e do adro após mais um restauro, desta vez mais bem efetuado,
tendo mesmo sido corrigidos alguns dos muitos erros feitos em alguns dos anteriores
“restauros”.

A igreja tinha três naves e as dimensões eram próximas das atuais, mas para além disso a
atual igreja nada tem a ver com a antiga e o que vemos ali é fruto de várias reconstruções e
alterações, sendo que as mais radicais foram consequência do sismo de 1755. Já muita gente
se interrogou sobre o porquê das graves consequências do sismo de 1755 em Loriga, e por
isso ficam aqui algumas explicações. Em primeiro lugar, Loriga está situada num local
geologicamente sensível, num sítio de transição entre dois blocos rochosos diferentes, de
um lado o granito e do outro o xisto, facto que é suficiente para provocar grande agitação em
caso de sismo. Além disso, e para piorar a situação, a colina entre ribeiras não é muito sólida
porque foi criada com depósitos arrastados pelo antigo glaciar que rasgou o Vale de Loriga, e
por tudo isso é que as consequências do sismo foram tão graves na vila de Loriga. De
sublinhar que os estragos não se limitaram à Igreja Matriz e o terramoto, além dos estragos
provocados em muitas habitações, provocou o desabamento de uma das paredes da
residência paroquial e abriu fendas no robusto edifício da Câmara Municipal, construído no
século XIII, e cujas paredes do rés do chão onde funcionava a cadeia, tinham uma espessura
de quase dois metros. Os loricenses tiveram que lidar com todos os estragos e não
receberam qualquer ajuda externa, apesar de o próprio Marquês de Pombal ter sido
informado da grave situação. Felizmente não houve, ou pelo menos não há registos de
mortos nem feridos graves na vila. Após o sismo que provocou a ruína praticamente
completa, a igreja foi reconstruída com estilo barroco, mas podem ser sublinhadas outras
alterações, algumas das quais nada tiveram a ver com esta reconstrução. Por exemplo, foram
acrescentadas duas capelas uma de cada lado da capela-mor, uma das quais foi depois
transformada em capela-sacristia e finalmente em apenas sacristia, e ao lado desta foi
acrescentada outra capela. A escadaria e a porta exteriores que dão acesso ao coro também
não existiam e o acesso aos sinos era feito pelo interior da igreja, sendo que estas últimas
alterações foram feitas como consequência do sismo.

Um antigo acesso transformado em batistério e a pedra visigótica com a data da construção


ordenada pelo rei D. Sancho II

Com o tempo foram feitas alterações e restauros por vezes de forma desastrosa por quem
não tinha qualquer sensibilidade para a preservação do património e por isso a atual igreja,
embora bela não é tão bonita nem é tão valiosa quanto seria sem essas más intervenções. No
século seguinte ao do sismo, em Setembro de 1882, novamente se fez sentir no centro do
país um tremor de terra e, por conseguinte também muito sentido em Loriga, o qual
pareceu, em principio, não ter grande gravidade. Só que as consequências viriam mais tarde,
quando todos pareciam já ter esquecido. Em Novembro seguinte, e quando era celebrada a
missa, estalou a viga mestra da igreja tendo, de imediato, sido efetuada a desocupação do
templo e retirando algumas imagens e outros artigos. Só no fim do dia aconteceu o
desabamento quase completo da cobertura ficando apenas de pé a torre e a capela-mor. Dois
anos depois foram terminados os trabalhos da reconstrução da igreja que, tal como
acontecera após o sismo de 1755, foi feita pela população local, toda unida, e foi esta última
reconstrução que chegou aos tempos atuais embora, conforme já foi referido, com alguns
"restauros" que a empobreceram.
Esta é uma citação
itação livre de António Conde e de extratos da sua obra,
obra História concisa da vila
de Loriga - Das origens à extinção do município.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem
Loriga
36,52 km² de área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de 28,8 hab./km². Tem uma povoação
Portugal
anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
— Freguesia —
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e
320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada concluída em 2006, seguindo um
traçado pré-projetado há décadas e pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha,
entre as cotas 960 m (Portela do Arão) e 1650 m, junto à Lagoa Comprida.

É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua


paisagem e extraordinária localização geográfica. Está
situada a cerca de 770 m de altitude, na sua parte urbana
mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam
a Penha dos Abutres (1828 m de altitude) e a Penha do Gato
(1771 m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de
Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da Vista geral de Loriga
E.T.A.R.. A Ribeira de Loriga é um dos afluentes do Rio
Alva.
Vista panorâmica de Loriga e do vale
Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
glaciar com o mesmo nome, semelhante
a uma paisagem alpina. grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo
de centenas de anos e que transformou um vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a
paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos
etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Loriga
Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982,
cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das
últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica EB23 Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram-se as
obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do
mesmo ano.[1]

Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do Concelho de Seia.

Índice
População
Toponímia
História
Forais
História até ao final do séc. XVIII
História posterior ao séc. XVIII
Localização de Loriga em Portugal
Património de destaque
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Praia fluvial
País Portugal
Festividades
Concelho Seia
Gastronomia
Personagens Administração
Brasão - Tipo Junta de freguesia
Acordos de geminação - Presidente José Pinto, localmente
conhecido por Zeca Maria
Ver também (independente)
Ligações externas Área
Fontes - Total 36,52 km²
Referências População (2011)
- Total 1 053
• Densidade 28,8 hab./km²
População Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código postal 6270
Orago Santa Maria Maior
Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas
mais altas de Portugal.

População da freguesia de Loriga [2]


1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053
Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê-se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na
resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação
do nome latino iniciada pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Certo é que os romanos lhe puseram o nome de Lorica, origem do nome atual, do gentilico
loricense e da principal peça do brasão da vila.

História

Forais
Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas
décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra
civil portuguesa e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o
século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.

História até ao final do séc. XVIII


Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos
devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma
caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação
com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na
área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da
Rua de Viriato, no troço entre as antigas sedes do GDL e da Casa do Povo, coincide exatamente com parte da linha defensiva
da antiga povoação castreja. A propósito de Viriato, sublinha-se uma antiga tradição que aponta Loriga como berço deste herói
lusitano, tendo inclusive havido a intenção de erigir um monumento, projeto que não chegou a concretizar-se. No local do
actual Bairro de São Ginês existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos
construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.
Igreja Matriz de Loriga,
Loriga era uma paróquia fundada pelos Visigodos, pertencente à antiga diocese a Egitânia,
dedicada à padroeira da vila -
vista interior. e no início da nacionalidade à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada
construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de Santa Maria
Maior, padroeira de Loriga, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e
pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o
adro, e onde foi gravada a data da construção. De estilo românico, com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de
Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas
nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de
Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana Fontanário em Loriga, um
muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio. dos três construídos pela
comunidade loriguense de
Manaus.
História posterior ao séc. XVIII
Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual
sede de concelho só conseguiu suplantá-la já em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de
empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral,
Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos
antigos industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, com dois mil anos, o facto é que os loriguenses
transformaram Loriga numa vila industrial.

A partir de meados do século XIX tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com desenvolvimento da
indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado o que está a levar à
desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas locais
e nacionais de coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, malhas, alguma agricultura e pastorícia.

A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de
trinta povoações anexas, pertenceu ao município loriguense.
Largo do Pelourinho.
A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede em Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela,
dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica
(século VI a.C.) chamada popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século
XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês, a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as
quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque. A ponte romana ainda existente está
na Ribeira de Loriga e a ponte romana que ruiu na Ribeira de São Bento foi substituída no século XIX pela que ainda existe,
também construída em pedra.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe
dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês é um bairro Rua da Oliveira, na àrea
do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este mais antiga do centro
histórico
bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador
Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo.
Com o passar dos séculos os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês (santo que nunca existiu), deixaram arruinar a sua capela e depois
reconstruíram-na com outro orago (Nossa Senhora do Carmo). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é
também anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em
Junho de 2012 recebeu a bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras foram hasteadas dia 24
de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21 finalistas, do total de 70 pré-finalistas, divididas por
7 categorias, para concorrer ao concurso "7 Maravilhas - Praias de Portugal", na categoria de "praias de rios".

Festividades
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos,
que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e São
Praia fluvial de Loriga, no
local conhecido há séculos Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das
por Chão da Ribeira. festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos,
no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com
feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o habitual e conhecido localmente por Calhorras), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra,
nomeadamente o queijo da Serra (com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para celebrar a Páscoa. De
entre os doces, têm relevo as broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida
ao arroz doce, feita com tapioca partida em grãos - importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A importância da gastronomia única
é reflectida na Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.

Brasão
A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de já existir um, amplamente divulgado e aprovado pelas autoridades
competentes, mas que ainda não é usado pela autarquia local. A Junta de Freguesia de Loriga usa formalmente desde o século Busto do, Dr Joaquim A.
passado como símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Amorim da Fonseca,
Estrela sobre um engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este "brasão" ilegal e não representativo, que durante anos foi Loriga.
erradamente e teimosamente aqui apresentado como sendo oficial (apesar dos muitos alertas), nunca foi nem pode ser aprovado
pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica
autárquica portuguesa, pelo que não tem carácter oficial.[6] Em 2002, a Junta de Freguesia de Loriga aprovou um outro brasão destinado a substituir o já referido
"brasão" ilegal que teimam em usar e que foi colocado neste artigo, mas também foi chumbado pelas referidas autoridades competentes (Comissão de Heráldica da
AAP) por não ser representativo de Loriga.

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal
Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Página sobre a vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)
7 Maravilhas - Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia-fluvial-de-loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Homepage de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)


Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultatsp_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. - Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. - Etnografia Portuguesa - Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
p=awarded&s=list&u=2). Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga mudam para novo quartel» |acessodata= (ajuda)
(http://www.asbeiras.pt/2012/09/bombeiros-de-loriga-mudam-para-novo-qua
4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga com qualidade de
rtel/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data em: |acessodata=
ouro» (http://www.cm-seia.pt/index.php/ambiente/item/120-praia-de-loriga-c
(ajuda)
om-qualidade-de-ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - |acessodata= (ajuda)
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.archive.org/web/2003122
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro com a Bandeira Azul, 3170552/http://www2.cm-seia.pt:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
2014» (http://www.abae.pt/BandeiraAzul/index.php?
6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de Loriga em conversa
telefónica a 26 de Maio de 2017.

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=51071340"

Esta página foi editada pela última vez à(s) 18h33min de 22 de janeiro de 2018.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a
condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem
Loriga
36,52 km² de área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de 28,8 hab./km². Tem uma povoação
Portugal
anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
— Freguesia —
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e
320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada concluída em 2006, seguindo um
traçado pré-projetado há décadas e pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha,
entre as cotas 960 m (Portela do Arão) e 1650 m, junto à Lagoa Comprida.

É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua


paisagem e extraordinária localização geográfica. Está
situada a cerca de 770 m de altitude, na sua parte urbana
mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam
a Penha dos Abutres (1828 m de altitude) e a Penha do Gato
(1771 m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de
Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da Vista geral de Loriga
E.T.A.R.. A Ribeira de Loriga é um dos afluentes do Rio
Alva.
Vista panorâmica de Loriga e do vale
Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
glaciar com o mesmo nome, semelhante
a uma paisagem alpina. grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo
de centenas de anos e que transformou um vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a
paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos
etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Loriga
Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982,
cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das
últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica EB23 Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram-se as
obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do
mesmo ano.[1]

Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do Concelho de Seia.

Índice
População
Toponímia
História
Forais
História até ao final do séc. XVIII
História posterior ao séc. XVIII
Localização de Loriga em Portugal
Património de destaque
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Praia fluvial
País Portugal
Festividades
Concelho Seia
Gastronomia
Personagens Administração
Brasão - Tipo Junta de freguesia
Acordos de geminação - Presidente José Pinto, também
conhecido por Zeca Maria
Ver também (independente)
Ligações externas Área
Fontes - Total 36,52 km²
Referências População (2011)
- Total 1 053
• Densidade 28,8 hab./km²
População Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código postal 6270
Orago Santa Maria Maior
Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas
mais altas de Portugal.

População da freguesia de Loriga [2]


1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053
Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê-se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na
resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação
do nome latino iniciada pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Certo é que os romanos lhe puseram o nome de Lorica, origem do gentilico loricense e da
principal peça do brasão da vila.

História

Forais
Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas
décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra
civil portuguesa e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o
século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.

História até ao final do séc. XVIII


Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos
devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma
caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação
com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na
área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da
Rua de Viriato, no troço entre as antigas sedes do GDL e da Casa do Povo, coincide exatamente com parte da linha defensiva
da antiga povoação castreja. No local do actual Bairro de São Ginês existiam já algumas habitações encostadas ao promontório
rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Loriga era uma paróquia fundada pelos Visigodos, pertencente à antiga diocese a Egitânia
e depois à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233
Igreja Matriz de Loriga,
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de Santa Maria Maior, padroeira de
dedicada à padroeira da vila -
vista interior. Loriga, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno templo, do
qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta
lateral virada para o adro, e onde foi gravada a data da construção. De estilo românico,
com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando
apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas
nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Fontanário em Loriga, um
Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana dos três construídos pela
comunidade loriguense de
muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
Manaus.

História posterior ao séc. XVIII


Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual
sede de concelho só conseguiu suplantá-la já quase em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas.
Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura
Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais
destacado dos antigos industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Loriga, com dois mil anos, o facto é que os
loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial.

A partir de meados do século XIX tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com desenvolvimento da
indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado o que está a levar à
desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas locais
e nacionais de coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, malhas, alguma agricultura e pastorícia.

A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de
trinta povoações anexas, pertenceu ao município loriguense.
Largo do Pelourinho.
A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com
sede em Loriga.
Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela,
dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica
(século VI a.C.) chamada popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século
XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês, a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as
quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe
dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês é um bairro
do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este
bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Rua da Oliveira, na àrea
Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo. mais antiga do centro
histórico
Com o passar dos séculos os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês, deixaram arruinar a sua capela e depois
reconstruíram-na com outro orago (Nossa Senhora do Carmo). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e
mais antigo, situado mais abaixo, é também anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em
Junho de 2012 recebeu a bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras foram hasteadas dia 24
de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21 finalistas, do total de 70 pré-finalistas, divididas por
7 categorias, para concorrer ao concurso "7 Maravilhas - Praias de Portugal", na categoria de "praias de rios".

Festividades
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos,
que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e São
Praia fluvial de Loriga, no
local conhecido há séculos Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das
por Chão da Ribeira. festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos,
no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com
feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as
broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos - importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A importância da gastronomia única é reflectida na
Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.

Brasão
A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de já existir um, amplamente divulgado e aprovado pelas autoridades
competentes, mas que ainda não é usado pela autarquia local. A Junta de Freguesia de Loriga usa formalmente há vários anos como Busto do, Dr Joaquim A.
símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Estrela sobre um Amorim da Fonseca,
engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este "brasão" ilegal e não representativo, que durante anos foi erradamente e Loriga.
teimosamente aqui apresentado como sendo oficial (apesar dos muitos alertas), nunca foi nem pode ser aprovado pela Comissão de
Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica autárquica portuguesa,
pelo que não tem carácter oficial.[6] Em 2002, a Junta de Freguesia de Loriga aprovou um brasão que foi chumbado pelas referidas autoridades competentes
(Comissão de Heráldica da AAP) por não ser representativo de Loriga.

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Página sobre a vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)
7 Maravilhas - Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia-fluvial-de-loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Homepage de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)


Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultatsp_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. - Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. - Etnografia Portuguesa - Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
p=awarded&s=list&u=2). Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga mudam para novo quartel» |acessodata= (ajuda)
(http://www.asbeiras.pt/2012/09/bombeiros-de-loriga-mudam-para-novo-qua
4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga com qualidade de
rtel/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data em: |acessodata=
ouro» (http://www.cm-seia.pt/index.php/ambiente/item/120-praia-de-loriga-c
(ajuda)
om-qualidade-de-ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - |acessodata= (ajuda)
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.archive.org/web/2003122
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro com a Bandeira Azul, 3170552/http://www2.cm-seia.pt:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
2014» (http://www.abae.pt/BandeiraAzul/index.php?
6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de Loriga em conversa
telefónica a 26 de Maio de 2017.

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=51020192"

Esta página foi editada pela última vez à(s) 19h14min de 16 de janeiro de 2018.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a
condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem
Loriga
36,52 km² de área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de 28,8 hab./km². Tem uma povoação
Portugal
anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
— Freguesia —
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e
320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada concluída em 2006, seguindo um
traçado pré-projetado há décadas e pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha,
entre as cotas 960 m (Portela do Arão) e 1650 m, junto à Lagoa Comprida.

É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua


paisagem e extraordinária localização geográfica. Está
situada a cerca de 770 m de altitude, na sua parte urbana
mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam
a Penha dos Abutres (1828 m de altitude) e a Penha do Gato
(1771 m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de
Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da Vista geral de Loriga
E.T.A.R.. A Ribeira de Loriga é um dos afluentes do Rio
Alva.
Vista panorâmica de Loriga e do vale
Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
glaciar com o mesmo nome, semelhante
a uma paisagem alpina. grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo
de centenas de anos e que transformou um vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a
paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos
etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Loriga
Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982,
cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das
últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica EB23 Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram-se as
obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do
mesmo ano.[1]

Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do Concelho de Seia.

Índice
População
Toponímia
História
Forais
História até ao final do séc. XVIII
História posterior ao séc. XVIII
Localização de Loriga em Portugal
Património de destaque
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Praia fluvial
País Portugal
Festividades
Concelho Seia
Gastronomia
Personagens Administração
Brasão - Tipo Junta de freguesia
Acordos de geminação - Presidente José Pinto, também
conhecido por Zeca Maria
Ver também (independente)
Ligações externas Área
Fontes - Total 36,52 km²
Referências População (2011)
- Total 1 053
• Densidade 28,8 hab./km²
População Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código postal 6270
Orago Santa Maria Maior
Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas
mais altas de Portugal.

População da freguesia de Loriga [2]


1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053
Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê-se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na
resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação
do nome latino iniciada pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Certo é que os romanos lhe puseram o nome de Lorica, origem do gentilico loricense e da
principal peça do brasão da vila.

História

Forais
Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas
décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra
civil portuguesa e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o
século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.

História até ao final do séc. XVIII


Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos
devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma
caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação
com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na
área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da
Rua de Viriato, no troço entre as antigas sedes do GDL e da Casa do Povo, coincide exatamente com parte da linha defensiva
da antiga povoação castreja. No local do actual Bairro de São Ginês existiam já algumas habitações encostadas ao promontório
rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Loriga era uma paróquia fundada pelos Visigodos, pertencente à antiga diocese a Egitânia
e depois à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233
Igreja Matriz de Loriga,
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de Santa Maria Maior, padroeira de
dedicada à padroeira da vila -
vista interior. Loriga, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno templo, do
qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta
lateral virada para o adro, e onde foi gravada a data da construção. De estilo românico,
com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando
apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas
nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Fontanário em Loriga, um
Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana dos três construídos pela
comunidade loriguense de
muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
Manaus.

História posterior ao séc. XVIII


Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual
sede de concelho só conseguiu suplantá-la já quase em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas.
Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura
Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais
destacado dos antigos industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Loriga, com dois mil anos, o facto é que os
loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial.

A partir de meados do século XIX tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com desenvolvimento da
indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado o que está a levar à
desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas locais
e nacionais de coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, malhas, alguma agricultura e pastorícia.

A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de
trinta povoações anexas, pertenceu ao município loriguense.
Largo do Pelourinho.
A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com
sede em Loriga.
Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela,
dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica
(século VI a.C.) chamada popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século
XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês, a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as
quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe
dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês é um bairro
do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este
bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Rua da Oliveira, na àrea
Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo. mais antiga do centro
histórico
Com o passar dos séculos os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês, deixaram arruinar a sua capela e depois
reconstruíram-na com outro orago (Nossa Senhora do Carmo). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e
mais antigo, situado mais abaixo, é também anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em
Junho de 2012 recebeu a bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras foram hasteadas dia 24
de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21 finalistas, do total de 70 pré-finalistas, divididas por
7 categorias, para concorrer ao concurso "7 Maravilhas - Praias de Portugal", na categoria de "praias de rios".

Festividades
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos,
que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e São
Praia fluvial de Loriga, no
local conhecido há séculos Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das
por Chão da Ribeira. festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos,
no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com
feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as
broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos - importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A importância da gastronomia única é reflectida na
Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.

Brasão
A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de já existir um, amplamente divulgado e aprovado pelas autoridades
competentes, mas que ainda não é usado pela autarquia local. A Junta de Freguesia de Loriga usa formalmente há vários anos como Busto do, Dr Joaquim A.
símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Estrela sobre um Amorim da Fonseca,
engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este "brasão" ilegal e não representativo, que durante anos foi erradamente e Loriga.
teimosamente aqui apresentado como sendo oficial (apesar dos muitos alertas), nunca foi nem pode ser aprovado pela Comissão de
Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica autárquica portuguesa,
pelo que não tem carácter oficial.[6] Em 2002, a Junta de Freguesia de Loriga aprovou um brasão que foi chumbado pelas referidas autoridades competentes
(Comissão de Heráldica da AAP) por não ser representativo de Loriga.

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Página sobre a vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)
7 Maravilhas - Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia-fluvial-de-loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Homepage de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)


Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultatsp_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. - Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. - Etnografia Portuguesa - Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
p=awarded&s=list&u=2). Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga mudam para novo quartel» |acessodata= (ajuda)
(http://www.asbeiras.pt/2012/09/bombeiros-de-loriga-mudam-para-novo-qua
4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga com qualidade de
rtel/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data em: |acessodata=
ouro» (http://www.cm-seia.pt/index.php/ambiente/item/120-praia-de-loriga-c
(ajuda)
om-qualidade-de-ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - |acessodata= (ajuda)
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.archive.org/web/2003122
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro com a Bandeira Azul, 3170552/http://www2.cm-seia.pt:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
2014» (http://www.abae.pt/BandeiraAzul/index.php?
6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de Loriga em conversa
telefónica a 26 de Maio de 2017.

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=51020192"

Esta página foi editada pela última vez à(s) 19h14min de 16 de janeiro de 2018.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a
condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Loriga (pron.IFA [lu'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa Loriga  
do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de
área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de
 Portugal
28,8 hab./km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte —  Freguesia  —
do Parque Natural da Serra da Estrela.

Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela,
encontra­se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de
Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada
concluída em 2006, seguindo um traçado pré­existente, com
um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as
cotas 960 m (Portela de Loriga ou do Arão) e 1650 m, junto à
Lagoa Comprida.

É conhecida
como a "Suíça
Portuguesa" Vista geral de Loriga
devido à sua
extraordinária
paisagem e
localização
geográfica. Está
situada entre os
770 m, na sua
Vista panorâmica de Loriga e do vale parte urbana mais
glaciar com o mesmo nome, semelhante a baixa, e os cerca
uma paisagem alpina. de 1100 m de
altitude, rodeada
por montanhas, Loriga
das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828 m de
altitude) e a Penha do Gato (1771 m), e é abraçada por dois
cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de São Bento,
que se unem depois da E.T.A.R. para formarem um dos
afluentes do Rio Alva.

Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
grandes ex­libris de Loriga, uma obra construída ao longo de
centenas de anos e que transformou um belo vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem,
fazendo parte do património histórico da vila e é
demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e
sócio­culturais, que abrangem todos os grupos etários, das
quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo
Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e
Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros
Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se Localização de Loriga em Portugal
desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a País  Portugal
Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram­ Concelho  Seia
se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários,
edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do Administração
mesmo ano.[1]  ­ Tipo Junta de freguesia
 ­ Presidente António Maurício Moura Mendes
Embora seja vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do (PS)
Concelho de Seia. Área
 ­ Total 36,52 km²
População (2011)
Índice  ­ Total 1 053

1 População     • Densidade 28,8 hab./km²


2 Toponímia Gentílico: Loriguense ou Loriguense
3 História Código postal 6270
3.1 Forais
Orago Santa Maria Maior
3.2 História até ao final do séc. XVIII
3.3 História posterior ao séc. XVIII Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas mais altas
de Portugal.
4 Património de destaque
5 Praia fluvial
6 Festividades
7 Gastronomia
8 Personagens
9 Brasão
10 Acordos de geminação
11 Ver também
12 Ligações externas
13 Fontes
14 Referências

População

População da freguesia de Loriga [2]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053

Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê­se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos
montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem­lhe o nome
de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação iniciada
pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Fosse qual fosse o motivo, certo é que os romanos lhe puseram
o nome de Lorica, origem do gentilico Loricense, sendo que toda a envolvente simbólica e histórica do nome
faz com que a Lorica/Loriga seja considerada, pelos especialistas em heráldica portuguesa, uma peça heráldica
"falante" fundamental no brasão desta vila.

História
Forais

Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia,
senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D.
Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra civil
portuguesa e tal facto contribuiu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de
ordenamento territorial levado a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos
Distritos.

História até ao final do séc. XVIII

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local
foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à
abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e
condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de
sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O
maior, mais antigo e principal, situava­se na área onde hoje existem a Igreja
Matriz e parte da Rua de Viriato (que a antiga tradição diz ter nascido nesta
povoação) e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da Rua
de Viriato, no troço compreendido entre as antigas sedes do GDL e da Casa do
Povo, corresponde exatamente a parte do traçado dessa linha defensiva da
antiga povoação. No local do actual Bairro de São Ginês (São Gens) existiam
já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os
Igreja Matriz de Loriga, Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.
dedicada a Santa Maria Maior
padroeira desta vila (por isso Loriga era uma paróquia, criada pelos
lhe foi dedicado o principal Visigodos na antiga Diocese de Egitânia,
templo) ­ vista interior. pertencente à Vigararia do Padroado Real e a
Igreja Matriz foi mandada construir em 1233
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago
era já o de Santa Maria Maior, padroeira de Loriga, e que se mantém, foi
construída no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada
uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada
para o adro, onde foi gravada a data da construção. De estilo românico, com
três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi
destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.
Um dos monumentais
O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também fontanários construídos em
a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes Loriga pela Colónia
do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Loriguense de Manaos, Brasil
.
Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã
(outra localidade serrana muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.

História posterior ao séc. XVIII

Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades
mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá­la quase em meados
do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de
empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto
Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta
vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos
industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Loriga, com
dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial.

Porém, partir da segunda metade do século XIX, tornou­se um dos principais
pólos industriais da Beira Alta, com o grande desenvolvimento da indústria
dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século
passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira
geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas de
coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia­se nas indústrias
metalúrgica e de panificação, no comércio, restauração, alguma indústria de
malhas, agricultura e pastorícia.
Largo do Pelourinho.
A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes
da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas,
pertenceu ao município loriguense.

A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da
Estrela, com sede em Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui
existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela, dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam­se a ponte e a estrada romanas
(século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.) chamada
popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII,
reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês,
a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e a ponte sobre a Ribeira de Loriga (a outra ruiu no século
XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as quais os
romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

Várias ruas da vila, e partes de outras tiveram origem na estrada romana,
como são os casos da Rua do Porto, da Rua do Vinhô, da Rua de Viriato, da Rua da Oliveira
Rua Gago Coutinho e Sacadura Cabral, da Avenida Augusto Luis Mendes
(Carreira) e da Rua do Teixeiro.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em
granito, o que lhe dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O
bairro de São Ginês (São Gens) é um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num
dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem
céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica
situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo. Com o passar dos séculos os
loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês (um santo que nunca existiu), deixaram arruinar a capela
para finalmente a reconstruirem com o atual orago de Nossa Senhora do Carmo. Este núcleo da povoação, que
já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias
nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em Junho de 2012 recebeu a
bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras
foram hasteadas dia 24 de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21
finalistas, do total de 70 pré­finalistas, divididas por 7 categorias, para
concorrer ao concurso "7 Maravilhas ­ Praias de Portugal", na categoria de
"praias de rios".

Praia fluvial de Loriga, num Festividades
local conhecido há séculos por
Chão da Ribeira, onde está um Ao longo do ano celebram­se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a
açude conhecido como "Poço Amenta das Almas ­ cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de
do Zé Lages". entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António
(durante o mês Junho) e São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as
respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades
religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os
anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda,
no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos
calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o
habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para
celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com
milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos ­ importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A
importância da gastronomia única é reflectida na Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz
parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.
Jorge Garcia, (1960 — )ciclista.

Brasão
Durante muito tempo, e após o vandalismo sofrido por este artigo, foi colocado
Busto do, Dr Joaquim A.
aqui um "brasão" que nunca foi, não é nem jamais poderá ser legal nem oficial,
Amorim da Fonseca,
apesar de aqui ser apresentado como tal. Felizmente o erro foi recentemente
Loriga.
corrigido por um editor que honra esta enciclopédia, terminando assim uma
incompreensível cumplicidade da Wikipédia com uma flagrante ilegalidade criada por "editores"
irresponsáveis, marginais e nada isentos. A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de existir um
brasão amplamente divulgado, desenhado por um conhecido loriguense, que tem a aprovação das autoridades
legalmente competentes (faltando a colaboração da autarquia loriguense para fechar o processo). Um dos
principais motivos da polémica resulta do facto de Junta de Freguesia de Loriga teimar em usar formalmente há
vários anos como símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda
uma vista da Serra da Estrela sobre um engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este brasão nunca foi nem
jamais poderá ser aprovado pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo
o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica autárquica portuguesa, porque viola
a lei e não é representativo de Loriga, pelo que não tem, nunca teve nem jamais poderá ter carácter oficial.[6]

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Homepage da Vila de Loriga (http://loriguense.wordpress.com/ligacoes­links)
7 Maravilhas ­ Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia­fluvial­de­loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Extratos da obra de António Conde sobre a história de Loriga (http://lorigaportugal.wordpres.com/ficheir
os­pdf­files)
Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultats
p_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. ­ Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. ­ Etnografia Portuguesa ­ Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
https://www.ine.pt/xportal/xmain?
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
mudam para novo quartel» (http://www.asbeiras.pt/20 3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro
12/09/bombeiros­de­loriga­mudam­para­novo­quarte com a Bandeira Azul, 2014» (http://www.abae.pt/Ban
l/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data deiraAzul/index.php?p=awarded&s=list&u=2).
em: |acessodata= (ajuda) Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos |acessodata= (ajuda)
Gerais da População) ­ 4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga
com qualidade de ouro» (http://www.cm­seia.pt/index.
php/ambiente/item/120­praia­de­loriga­com­qualidade t:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
­de­ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique 6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de
data em: |acessodata= (ajuda) Loriga em conversa telefónica a 26 de Maio de 2017.
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.arc
hive.org/web/20031223170552/http://www2.cm­seia.p

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=49218357"

Categorias:  Freguesias de Seia Antigos municípios de Portugal Vilas de Portugal

Esta página foi editada pela última vez à(s) 20h21min de 5 de julho de 2017.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons ­ Atribuição ­ Compartilha Igual
3.0 Não Adaptada (CC BY­SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes,
consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa Loriga  
do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de
área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de
 Portugal
28,8 hab./km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte —  Freguesia  —
do Parque Natural da Serra da Estrela.

Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela,
encontra­se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de
Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada
concluída em 2006, seguindo um traçado pré­existente, com
um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as
cotas 960 m (Portela do Arão ou Portela de Loriga) e 1650 m,
junto à Lagoa Comprida.

É conhecida
como a "Suíça
Portuguesa" Vista geral de Loriga
devido à sua
extraordinária
paisagem e
localização
geográfica. Está
situada entre os
770 m de
Vista panorâmica de Loriga e do vale altitude, na sua
glaciar com o mesmo nome, semelhante a parte urbana mais
uma paisagem alpina. baixa, e os cerca
de 1100 m,
rodeada por Loriga
montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres
(1828 m de altitude) e a Penha do Gato (1771 m), e é
abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga e a
Ribeira de São Bento, que se unem depois da E.T.A.R. A
Ribeira de Loriga, é um dos afluentes do Rio Alva.

Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
grandes ex­libris de Loriga, uma obra construída ao longo de
centenas de anos e que transformou um vale rochoso num
vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem,
fazendo parte do património histórico da vila e é
demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e
sócio­culturais, que abrangem todos os grupos etários, das
quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo
Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e
Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros
Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se Localização de Loriga em Portugal
desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a País  Portugal
Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram­ Concelho  Seia
se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários,
edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do Administração
mesmo ano.[1]  ­ Tipo Junta de freguesia
 ­ Presidente António Maurício Moura Mendes
Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do (PS)
Concelho de Seia. Área
 ­ Total 36,52 km²
População (2011)
Índice  ­ Total 1 053

1 População     • Densidade 28,8 hab./km²


2 Toponímia Gentílico: Loriguense ou Loricense
3 História Código postal 6270
3.1 Forais
Orago Santa Maria Maior
3.2 História até ao final do séc. XVIII
3.3 História posterior ao séc. XVIII Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas mais altas
de Portugal.
4 Património de destaque
5 Praia fluvial
6 Festividades
7 Gastronomia
8 Personagens
9 Brasão
10 Acordos de geminação
11 Ver também
12 Ligações externas
13 Fontes
14 Referências

População

População da freguesia de Loriga [2]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053

Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê­se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos
montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem­lhe o nome
de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação iniciada
pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Independentemente do motivo, certo é que os romanos puseram
o nome de Lorica a esta antiga povoação lusitana, e a antiguidade significado histórico do nome justifica a
Lorica/Loriga no brasão da vila e o gentílico loricense (seria assim ainda que o nome tivesse "apenas" 600 ou
700 anos de existência).

História
Forais

Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia,
senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D.
Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra civil
portuguesa e tal facto contribuiu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de
ordenação territorial levada a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos
Distritos.

História até ao final do séc. XVIII

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local
foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à
abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e
condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de
sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O
maior, mais antigo e principal, situava­se na área onde hoje existem a Igreja
Matriz e parte da Rua de Viriato (que a antiga tradição aponta como tendo
nascido nesta antiga povoação) e estava fortificado com muralhas e paliçada.
Aliás, a Rua de Viriato, no troço compreendido entre as antigas sedes do GDL
e da Casa do Povo, corresponde exatamente a parte do traçado dessa antiga
linha de defensiva da povoação. No local do actual Bairro de São Ginês (São
Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em
Igreja Matriz de Santa Maria cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada
Maior, Padroeira de Loriga àquele santo.
(por isso lhe foi dedicado este
templo) ­ vista interior. Loriga era uma paróquia com origem
visigótica pertencente à Vigararia do
Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada
construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de
Santa Maria Maior (Padroeira de Loriga) e que se mantém, foi construída no
local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra
com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o
adro, e na qual foi gravada a data da construção. De estilo românico, com três
naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi
destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também Um dos monumentais
a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes fontanários erigidos em Loriga
do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do pela Comunidade Loriguense
de Manaos, Brasil.
Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã
(outra localidade serrana muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.

História posterior ao séc. XVIII

Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades
mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá­la já quase em
meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes
de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto
Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta
vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos
industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, com
dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa progressiva vila industrial.

A partir da segunda metade do século XIX tornou­se um dos principais pólos
industriais da Beira Alta, com o grande desenvolvimento da indústria dos
lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século
passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira
geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes e ou erradas
politicas locais e nacionais de ordenamento do território. Actualmente a
economia loriguense baseia­se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, alguma indústria de malhas, agricultura e pastorícia.
Largo do Pelourinho.
A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes
da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas,
pertenceu ao município loriguense.

A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da
Estrela, com sede em Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui
existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela, dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam­se a ponte e a estrada romanas
(século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.) chamada
popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII,
reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês
(São Gens), a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e a ponte sobre a Ribeira de Loriga, uma das duas pontes (a
outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento),
com as quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império,
merecem destaque.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua Rua da Oliveira
escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe dá características
peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês (São Gens) é
um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila.
Curioso é o facto de este bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na
Gália, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje
está a capela de Nossa Senhora do Carmo. Com o passar dos séculos os loriguenses deixaram aruinar a capela
para depois a reconstruirem com o atual orago, e mudaram o nome do santo para São Ginês (um santo que
nunca existiu). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais
abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias
nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em Junho de 2012 recebeu a
bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras
foram hasteadas dia 24 de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21
finalistas, do total de 70 pré­finalistas, divididas por 7 categorias, para
concorrer ao concurso "7 Maravilhas ­ Praias de Portugal", na categoria de
"praias de rios".

Praia fluvial de Loriga, num Festividades
local conhecido por Chão da
Ribeira onde está o chamado Ao longo do ano celebram­se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a
"Poço do Zé Lages". Amenta das Almas ­ cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de
entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António
(durante o mês Junho) e São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as
respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à
padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de
Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos
calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o
habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para
celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com
milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos ­ importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A
importância da gastronomia única é reflectida na Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz
parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.
Jorge Garcia, (1960 — )ciclista.

Brasão
Durante muito tempo esteve colocado neste artigo um "brasão" erradamente
Busto do, Dr Joaquim A.
apontado como oficial, que nunca foi, não é nem jamais poderá ser. Tal situação foi
Amorim da Fonseca,
recentemente corrigida e informa­se que a freguesia de Loriga não tem brasão
Loriga.
oficial apesar de as entidades oficiais concordarem com um brasão amplamente
divulgado (faltando a colaboração da autarquia local). Um dos motivos da
polémica é o facto de a Junta de Freguesia de Loriga usar formalmente há vários anos como símbolo da
freguesia o tal "brasão" que foi colocado neste artigo, e que é constotuído por um escudo partido, na primeira
parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Estrela sobre um engenho ou moinho com roda
hidráulica.[5] Este "brasão" nunca foi nem nunca poderá ser aprovado pela Comissão de Heráldica da
Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que
regula a heráldica autárquica portuguesa, pelo que não tem carácter oficial.[6]

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Portal Vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com/ligacoes­links)
7 Maravilhas ­ Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia­fluvial­de­loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

História de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com/ficheiros­pdf­files)
Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultats
p_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. ­ Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. ­ Etnografia Portuguesa ­ Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga |acessodata= (ajuda)
mudam para novo quartel» (http://www.asbeiras.pt/20 4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga
12/09/bombeiros­de­loriga­mudam­para­novo­quarte com qualidade de ouro» (http://www.cm­seia.pt/index.
l/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data php/ambiente/item/120­praia­de­loriga­com­qualidade
em: |acessodata= (ajuda) ­de­ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos data em: |acessodata= (ajuda)
Gerais da População) ­ 5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.arc
https://www.ine.pt/xportal/xmain? hive.org/web/20031223170552/http://www2.cm­seia.p
xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes t:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro 6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de
com a Bandeira Azul, 2014» (http://www.abae.pt/Ban Loriga em conversa telefónica a 26 de Maio de 2017.
deiraAzul/index.php?p=awarded&s=list&u=2).

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=48962110"
Categorias:  Freguesias de Seia Antigos municípios de Portugal Vilas de Portugal

Esta página foi editada pela última vez à(s) 20h04min de 1 de julho de 2017.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons ­ Atribuição ­ Compartilha Igual
3.0 Não Adaptada (CC BY­SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes,
consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa Loriga  
do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de
área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de
 Portugal
28,8 hab./km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte —  Freguesia  —
do Parque Natural da Serra da Estrela.

Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela,
encontra­se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de
Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada
concluída em 2006, seguindo um traçado pré­existente, com
um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as
cotas 960 m (Portela do Arão ou Portela de Loriga) e 1650 m,
junto à Lagoa Comprida.

É conhecida
como a "Suíça
Portuguesa" Vista geral de Loriga
devido à sua
extraordinária
paisagem e
localização
geográfica. Está
situada entre os
770 m de
Vista panorâmica de Loriga e do vale altitude, na sua
glaciar com o mesmo nome, semelhante a parte urbana mais
uma paisagem alpina. baixa, e os cerca
de 1100 m,
rodeada por Loriga
montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres
(1828 m de altitude) e a Penha do Gato (1771 m), e é
abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga e a
Ribeira de São Bento, que se unem depois da E.T.A.R. A
Ribeira de Loriga, é um dos afluentes do Rio Alva.

Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
grandes ex­libris de Loriga, uma obra construída ao longo de
centenas de anos e que transformou um vale rochoso num
vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem,
fazendo parte do património histórico da vila e é
demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e
sócio­culturais, que abrangem todos os grupos etários, das
quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo
Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e
Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros
Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se Localização de Loriga em Portugal
desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a País  Portugal
Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram­ Concelho  Seia
se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários,
edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do Administração
mesmo ano.[1]  ­ Tipo Junta de freguesia
 ­ Presidente António Maurício Moura Mendes
Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do (PS)
Concelho de Seia. Área
 ­ Total 36,52 km²
População (2011)
Índice  ­ Total 1 053

1 População     • Densidade 28,8 hab./km²


2 Toponímia Gentílico: Loriguense ou Loricense
3 História Código postal 6270
3.1 Forais
Orago Santa Maria Maior
3.2 História até ao final do séc. XVIII
3.3 História posterior ao séc. XVIII Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas mais altas
de Portugal.
4 Património de destaque
5 Praia fluvial
6 Festividades
7 Gastronomia
8 Personagens
9 Brasão
10 Acordos de geminação
11 Ver também
12 Ligações externas
13 Fontes
14 Referências

População

População da freguesia de Loriga [2]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053

Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê­se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos
montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem­lhe o nome
de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação iniciada
pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Independentemente do motivo, certo é que os romanos puseram
o nome de Lorica a esta antiga povoação lusitana, e a antiguidade significado histórico do nome justifica a
Lorica/Loriga no brasão da vila e o gentílico loricense (seria assim ainda que o nome tivesse "apenas" 600 ou
700 anos de existência).

História
Forais

Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia,
senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D.
Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra civil
portuguesa e tal facto contribuiu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de
ordenação territorial levada a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos
Distritos.

História até ao final do séc. XVIII

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local
foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à
abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e
condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de
sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O
maior, mais antigo e principal, situava­se na área onde hoje existem a Igreja
Matriz e parte da Rua de Viriato (que a antiga tradição aponta como tendo
nascido nesta antiga povoação) e estava fortificado com muralhas e paliçada.
Aliás, a Rua de Viriato, no troço compreendido entre as antigas sedes do GDL
e da Casa do Povo, corresponde exatamente a parte do traçado dessa antiga
linha de defensiva da povoação. No local do actual Bairro de São Ginês (São
Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em
Igreja Matriz de Santa Maria cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada
Maior, Padroeira de Loriga àquele santo.
(por isso lhe foi dedicado este
templo) ­ vista interior. Loriga era uma paróquia com origem
visigótica pertencente à Vigararia do
Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada
construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de
Santa Maria Maior (Padroeira de Loriga) e que se mantém, foi construída no
local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra
com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o
adro, e na qual foi gravada a data da construção. De estilo românico, com três
naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi
destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também Um dos monumentais
a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes fontanários erigidos em Loriga
do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do pela Comunidade Loriguense
de Manaos, Brasil.
Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã
(outra localidade serrana muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.

História posterior ao séc. XVIII

Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades
mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá­la já quase em
meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes
de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto
Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta
vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos
industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, com
dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa progressiva vila industrial.

A partir da segunda metade do século XIX tornou­se um dos principais pólos
industriais da Beira Alta, com o grande desenvolvimento da indústria dos
lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século
passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira
geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes e ou erradas
politicas locais e nacionais de ordenamento do território. Actualmente a
economia loriguense baseia­se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, alguma indústria de malhas, agricultura e pastorícia.
Largo do Pelourinho.
A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes
da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas,
pertenceu ao município loriguense.

A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da
Estrela, com sede em Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui
existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela, dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam­se a ponte e a estrada romanas
(século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.) chamada
popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII,
reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês
(São Gens), a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e a ponte sobre a Ribeira de Loriga, uma das duas pontes (a
outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento),
com as quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império,
merecem destaque.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua Rua da Oliveira
escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe dá características
peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês (São Gens) é
um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila.
Curioso é o facto de este bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na
Gália, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje
está a capela de Nossa Senhora do Carmo. Com o passar dos séculos os loriguenses deixaram aruinar a capela
para depois a reconstruirem com o atual orago, e mudaram o nome do santo para São Ginês (um santo que
nunca existiu). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais
abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias
nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em Junho de 2012 recebeu a
bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras
foram hasteadas dia 24 de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21
finalistas, do total de 70 pré­finalistas, divididas por 7 categorias, para
concorrer ao concurso "7 Maravilhas ­ Praias de Portugal", na categoria de
"praias de rios".

Praia fluvial de Loriga, num Festividades
local conhecido por Chão da
Ribeira onde está o chamado Ao longo do ano celebram­se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a
"Poço do Zé Lages". Amenta das Almas ­ cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de
entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António
(durante o mês Junho) e São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as
respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à
padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de
Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos
calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o
habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para
celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com
milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos ­ importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A
importância da gastronomia única é reflectida na Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz
parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.
Jorge Garcia, (1960 — )ciclista.

Brasão
Durante muito tempo esteve colocado neste artigo um "brasão" erradamente
Busto do, Dr Joaquim A.
apontado como oficial, que nunca foi, não é nem jamais poderá ser. Tal situação foi
Amorim da Fonseca,
recentemente corrigida e informa­se que a freguesia de Loriga não tem brasão
Loriga.
oficial apesar de as entidades oficiais concordarem com um brasão amplamente
divulgado (faltando a colaboração da autarquia local). Um dos motivos da
polémica é o facto de a Junta de Freguesia de Loriga usar formalmente há vários anos como símbolo da
freguesia o tal "brasão" que foi colocado neste artigo, e que é constotuído por um escudo partido, na primeira
parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Estrela sobre um engenho ou moinho com roda
hidráulica.[5] Este "brasão" nunca foi nem nunca poderá ser aprovado pela Comissão de Heráldica da
Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que
regula a heráldica autárquica portuguesa, pelo que não tem carácter oficial.[6]

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Portal Vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com/ligacoes­links)
7 Maravilhas ­ Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia­fluvial­de­loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

História de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com/ficheiros­pdf­files)
Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultats
p_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. ­ Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. ­ Etnografia Portuguesa ­ Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga |acessodata= (ajuda)
mudam para novo quartel» (http://www.asbeiras.pt/20 4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga
12/09/bombeiros­de­loriga­mudam­para­novo­quarte com qualidade de ouro» (http://www.cm­seia.pt/index.
l/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data php/ambiente/item/120­praia­de­loriga­com­qualidade
em: |acessodata= (ajuda) ­de­ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos data em: |acessodata= (ajuda)
Gerais da População) ­ 5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.arc
https://www.ine.pt/xportal/xmain? hive.org/web/20031223170552/http://www2.cm­seia.p
xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes t:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro 6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de
com a Bandeira Azul, 2014» (http://www.abae.pt/Ban Loriga em conversa telefónica a 26 de Maio de 2017.
deiraAzul/index.php?p=awarded&s=list&u=2).

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=48962110"
Categorias:  Freguesias de Seia Antigos municípios de Portugal Vilas de Portugal

Esta página foi editada pela última vez à(s) 20h04min de 1 de julho de 2017.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons ­ Atribuição ­ Compartilha Igual
3.0 Não Adaptada (CC BY­SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes,
consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Loriga (pron.IFA [lu'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa Loriga  
do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de
área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de
 Portugal
28,8 hab./km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte —  Freguesia  —
do Parque Natural da Serra da Estrela.

Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela,
encontra­se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de
Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada
concluída em 2006, seguindo um traçado pré­existente, com
um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as
cotas 960 m (Portela de Loriga ou do Arão) e 1650 m, junto à
Lagoa Comprida.

É conhecida
como a "Suíça
Portuguesa" Vista geral de Loriga
devido à sua
extraordinária
paisagem e
localização
geográfica. Está
situada entre os
770 m, na sua
Vista panorâmica de Loriga e do vale parte urbana mais
glaciar com o mesmo nome, semelhante a baixa, e os cerca
uma paisagem alpina. de 1100 m de
altitude, rodeada
por montanhas, Loriga
das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828 m de
altitude) e a Penha do Gato (1771 m), e é abraçada por dois
cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de São Bento,
que se unem depois da E.T.A.R. para formarem um dos
afluentes do Rio Alva.

Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
grandes ex­libris de Loriga, uma obra construída ao longo de
centenas de anos e que transformou um belo vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem,
fazendo parte do património histórico da vila e é
demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e
sócio­culturais, que abrangem todos os grupos etários, das
quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo
Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e
Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros
Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se Localização de Loriga em Portugal
desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a País  Portugal
Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram­ Concelho  Seia
se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários,
edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do Administração
mesmo ano.[1]  ­ Tipo Junta de freguesia
 ­ Presidente António Maurício Moura Mendes
Embora seja vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do (PS)
Concelho de Seia. Área
 ­ Total 36,52 km²
População (2011)
Índice  ­ Total 1 053

1 População     • Densidade 28,8 hab./km²


2 Toponímia Gentílico: Loriguense ou Loriguense
3 História Código postal 6270
3.1 Forais
Orago Santa Maria Maior
3.2 História até ao final do séc. XVIII
3.3 História posterior ao séc. XVIII Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas mais altas
de Portugal.
4 Património de destaque
5 Praia fluvial
6 Festividades
7 Gastronomia
8 Personagens
9 Brasão
10 Acordos de geminação
11 Ver também
12 Ligações externas
13 Fontes
14 Referências

População

População da freguesia de Loriga [2]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053

Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê­se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos
montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem­lhe o nome
de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação iniciada
pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Fosse qual fosse o motivo, certo é que os romanos lhe puseram
o nome de Lorica, origem do gentilico Loricense, sendo que toda a envolvente simbólica e histórica do nome
faz com que a Lorica/Loriga seja considerada, pelos especialistas em heráldica portuguesa, uma peça heráldica
"falante" fundamental no brasão desta vila.

História
Forais

Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia,
senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D.
Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra civil
portuguesa e tal facto contribuiu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de
ordenamento territorial levado a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos
Distritos.

História até ao final do séc. XVIII

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local
foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à
abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e
condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de
sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O
maior, mais antigo e principal, situava­se na área onde hoje existem a Igreja
Matriz e parte da Rua de Viriato (que a antiga tradição diz ter nascido nesta
povoação) e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da Rua
de Viriato, no troço compreendido entre as antigas sedes do GDL e da Casa do
Povo, corresponde exatamente a parte do traçado dessa linha defensiva da
antiga povoação. No local do actual Bairro de São Ginês (São Gens) existiam
já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os
Igreja Matriz de Loriga, Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.
dedicada a Santa Maria Maior
padroeira desta vila (por isso Loriga era uma paróquia, criada pelos
lhe foi dedicado o principal Visigodos na antiga Diocese de Egitânia,
templo) ­ vista interior. pertencente à Vigararia do Padroado Real e a
Igreja Matriz foi mandada construir em 1233
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago
era já o de Santa Maria Maior, padroeira de Loriga, e que se mantém, foi
construída no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada
uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada
para o adro, onde foi gravada a data da construção. De estilo românico, com
três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi
destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.
Um dos monumentais
O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também fontanários construídos em
a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes Loriga pela Colónia
do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Loriguense de Manaos, Brasil
.
Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã
(outra localidade serrana muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.

História posterior ao séc. XVIII

Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades
mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá­la quase em meados
do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de
empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto
Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta
vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos
industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Loriga, com
dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial.

Porém, partir da segunda metade do século XIX, tornou­se um dos principais
pólos industriais da Beira Alta, com o grande desenvolvimento da indústria
dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século
passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira
geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas de
coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia­se nas indústrias
metalúrgica e de panificação, no comércio, restauração, alguma indústria de
malhas, agricultura e pastorícia.
Largo do Pelourinho.
A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes
da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas,
pertenceu ao município loriguense.

A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da
Estrela, com sede em Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui
existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela, dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam­se a ponte e a estrada romanas
(século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.) chamada
popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII,
reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês,
a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e a ponte sobre a Ribeira de Loriga (a outra ruiu no século
XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as quais os
romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

Várias ruas da vila, e partes de outras tiveram origem na estrada romana,
como são os casos da Rua do Porto, da Rua do Vinhô, da Rua de Viriato, da Rua da Oliveira
Rua Gago Coutinho e Sacadura Cabral, da Avenida Augusto Luis Mendes
(Carreira) e da Rua do Teixeiro.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em
granito, o que lhe dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O
bairro de São Ginês (São Gens) é um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num
dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem
céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica
situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo. Com o passar dos séculos os
loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês (um santo que nunca existiu), deixaram arruinar a capela
para finalmente a reconstruirem com o atual orago de Nossa Senhora do Carmo. Este núcleo da povoação, que
já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias
nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em Junho de 2012 recebeu a
bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras
foram hasteadas dia 24 de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21
finalistas, do total de 70 pré­finalistas, divididas por 7 categorias, para
concorrer ao concurso "7 Maravilhas ­ Praias de Portugal", na categoria de
"praias de rios".

Praia fluvial de Loriga, num Festividades
local conhecido há séculos por
Chão da Ribeira, onde está um Ao longo do ano celebram­se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a
açude conhecido como "Poço Amenta das Almas ­ cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de
do Zé Lages". entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António
(durante o mês Junho) e São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as
respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades
religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os
anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda,
no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos
calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o
habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para
celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com
milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos ­ importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A
importância da gastronomia única é reflectida na Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz
parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.
Jorge Garcia, (1960 — )ciclista.

Brasão
Durante muito tempo, e após o vandalismo sofrido por este artigo, foi colocado
Busto do, Dr Joaquim A.
aqui um "brasão" que nunca foi, não é nem jamais poderá ser legal nem oficial,
Amorim da Fonseca,
apesar de aqui ser apresentado como tal. Felizmente o erro foi recentemente
Loriga.
corrigido por um editor que honra esta enciclopédia, terminando assim uma
incompreensível cumplicidade da Wikipédia com uma flagrante ilegalidade criada por "editores"
irresponsáveis, marginais e nada isentos. A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de existir um
brasão amplamente divulgado, desenhado por um conhecido loriguense, que tem a aprovação das autoridades
legalmente competentes (faltando a colaboração da autarquia loriguense para fechar o processo). Um dos
principais motivos da polémica resulta do facto de Junta de Freguesia de Loriga teimar em usar formalmente há
vários anos como símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda
uma vista da Serra da Estrela sobre um engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este brasão nunca foi nem
jamais poderá ser aprovado pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo
o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica autárquica portuguesa, porque viola
a lei e não é representativo de Loriga, pelo que não tem, nunca teve nem jamais poderá ter carácter oficial.[6]

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Homepage da Vila de Loriga (http://loriguense.wordpress.com/ligacoes­links)
7 Maravilhas ­ Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia­fluvial­de­loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Extratos da obra de António Conde sobre a história de Loriga (http://lorigaportugal.wordpres.com/ficheir
os­pdf­files)
Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultats
p_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. ­ Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. ­ Etnografia Portuguesa ­ Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
https://www.ine.pt/xportal/xmain?
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
mudam para novo quartel» (http://www.asbeiras.pt/20 3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro
12/09/bombeiros­de­loriga­mudam­para­novo­quarte com a Bandeira Azul, 2014» (http://www.abae.pt/Ban
l/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data deiraAzul/index.php?p=awarded&s=list&u=2).
em: |acessodata= (ajuda) Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos |acessodata= (ajuda)
Gerais da População) ­ 4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga
com qualidade de ouro» (http://www.cm­seia.pt/index.
php/ambiente/item/120­praia­de­loriga­com­qualidade t:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
­de­ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique 6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de
data em: |acessodata= (ajuda) Loriga em conversa telefónica a 26 de Maio de 2017.
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.arc
hive.org/web/20031223170552/http://www2.cm­seia.p

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=49218357"

Categorias:  Freguesias de Seia Antigos municípios de Portugal Vilas de Portugal

Esta página foi editada pela última vez à(s) 20h21min de 5 de julho de 2017.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons ­ Atribuição ­ Compartilha Igual
3.0 Não Adaptada (CC BY­SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes,
consulte as condições de uso.
Loriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem
Loriga
36,52 km² de área, 1053 habitantes (2011) e densidade populacional de 28,8 hab./km². Tem uma povoação
Portugal
anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
— Freguesia —
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e
320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN 338, estrada concluída em 2006, seguindo um
traçado pré-projetado há décadas e pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha,
entre as cotas 960 m (Portela do Arão) e 1650 m, junto à Lagoa Comprida.

É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua


paisagem e extraordinária localização geográfica. Está
situada a cerca de 770 m de altitude, na sua parte urbana
mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam
a Penha dos Abutres (1828 m de altitude) e a Penha do Gato
(1771 m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de
Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da Vista geral de Loriga
E.T.A.R.. A Ribeira de Loriga é um dos afluentes do Rio
Alva.
Vista panorâmica de Loriga e do vale
Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos
glaciar com o mesmo nome, semelhante
a uma paisagem alpina. grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo
de centenas de anos e que transformou um vale rochoso
num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a
paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos
etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Loriga
Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982,
cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das
últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica EB23 Dr. Reis Leitão. Em Agosto de 2006 iniciaram-se as
obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício concluído em 2012 e inaugurado em Setembro do
mesmo ano.[1]

Apesar de ser vila pertence à rede de Aldeias de Montanha do Concelho de Seia.

Índice
População
Toponímia
História
Forais
História até ao final do séc. XVIII
História posterior ao séc. XVIII
Localização de Loriga em Portugal
Património de destaque
Coordenadas 40° 19' 37" N 7° 41' 26" O
Praia fluvial
País Portugal
Festividades
Concelho Seia
Gastronomia
Personagens Administração
Brasão - Tipo Junta de freguesia
Acordos de geminação - Presidente José Pinto, também
conhecido por Zeca Maria
Ver também (independente)
Ligações externas Área
Fontes - Total 36,52 km²
Referências População (2011)
- Total 1 053
• Densidade 28,8 hab./km²
População Gentílico: Loriguense ou Loricense
Código postal 6270
Orago Santa Maria Maior
Apelidada de “Suíça Portuguesa”. É uma das vilas
mais altas de Portugal.

População da freguesia de Loriga [2]


1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
1 690 1 888 2 090 2 414 2 652 2 488 2 152 2 548 2 981 2 695 2 204 1 825 1 631 1 270 1 053
Evolução da População Variação da População
1864 / 2011 1864 / 2011

Toponímia
Crê-se que o nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos montes Hermínios (actual Serra da Estrela) na
resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica, designação geral para couraça guerreira romana; deste nome derivou Loriga, derivação
do nome latino iniciada pelos Visigodos, que tem o mesmo significado. Certo é que os romanos lhe puseram o nome de Lorica, origem do gentilico loricense e da
principal peça do brasão da vila.

História

Forais
Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas
décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Miguelistas contra os Liberais na guerra
civil portuguesa e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o
século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.

História até ao final do séc. XVIII


Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos
devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma
caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação
com alguma importância.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na
área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. Aliás, parte da
Rua de Viriato, no troço entre as antigas sedes do GDL e da Casa do Povo, coincide exatamente com parte da linha defensiva
da antiga povoação castreja. No local do actual Bairro de São Ginês existiam já algumas habitações encostadas ao promontório
rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Loriga era uma paróquia fundada pelos Visigodos, pertencente à antiga diocese a Egitânia
e depois à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233
Igreja Matriz de Loriga,
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de Santa Maria Maior, padroeira de
dedicada à padroeira da vila -
vista interior. Loriga, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno templo, do
qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta
lateral virada para o adro, e onde foi gravada a data da construção. De estilo românico,
com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando
apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas
nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Fontanário em Loriga, um
Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana dos três construídos pela
comunidade loriguense de
muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
Manaus.

História posterior ao séc. XVIII


Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual
sede de concelho só conseguiu suplantá-la já quase em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas.
Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura
Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais
destacado dos antigos industriais loriguenses. Apesar dos maus acessos, que se resumiam à velhinha estrada romana de Loriga, com dois mil anos, o facto é que os
loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial.

A partir de meados do século XIX tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com desenvolvimento da
indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado o que está a levar à
desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes politicas locais
e nacionais de coesão territorial. Actualmente a economia loriguense baseia-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no
comércio, restauração, malhas, alguma agricultura e pastorícia.

A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de
trinta povoações anexas, pertenceu ao município loriguense.
Largo do Pelourinho.
A área que englobava o extinto município loriguense, constitui também a Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com
sede em Loriga.
Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na Serra da Estrela,
dentro da área da freguesia de Loriga.

Património de destaque
Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica
(século VI a.C.) chamada popularmente de "caixão da moura", a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século
XIII, reconstruído), o bairro de São Ginês, a Rua de Viriato e a Rua da Oliveira.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento), com as
quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 80 degraus em granito, o que lhe
dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais. O bairro de São Ginês é um bairro
do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais típicos da vila. Curioso é o facto de este
bairro dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Rua da Oliveira, na àrea
Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área, no local onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo. mais antiga do centro
histórico
Com o passar dos séculos os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês, deixaram arruinar a sua capela e depois
reconstruíram-na com outro orago (Nossa Senhora do Carmo). Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e
mais antigo, situado mais abaixo, é também anterior à chegada dos romanos.

Praia fluvial
Como desde há alguns anos, em 2014, esta praia foi uma das 298 praias nacionais galardoadas com a bandeira azul[3]; em
Junho de 2012 recebeu a bandeira "Qualidade Ouro", atribuido pela Quercus.[4] Ambas as bandeiras foram hasteadas dia 24
de Junho de 2012.

Dia 5 de Maio de 2012, a praia fluvial de Loriga, ficou apurada entre as 21 finalistas, do total de 70 pré-finalistas, divididas por
7 categorias, para concorrer ao concurso "7 Maravilhas - Praias de Portugal", na categoria de "praias de rios".

Festividades
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos,
que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e São
Praia fluvial de Loriga, no
local conhecido há séculos Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das
por Chão da Ribeira. festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos,
no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Gastronomia
A gastronomia loriguense faz parte daquela considerada típica da Beira Alta, onde se salientam os pratos calóricos de alta montanha, os enchidos, a feijoada (com
feijocas, uma espécie de feijão branco, maior que o habitual), o cabrito no forno, a broa de milho, queijaria de ovelha e cabra, nomeadamente o queijo da Serra
(com DOP), a aguardente de zimbro. Grande parte dos doces e sobremesas típicas eram elaboradas para celebrar a Páscoa. De entre os doces, têm relevo as
broínhas doces, o arroz doce, o carolo (doce feito com milho), a botelha (sobremesa feito com abóbora), a tapioca (sobremesa parecida ao arroz doce, feita com
tapioca partida em grãos - importada pela comunidade loriguense no Brasil) e o Bolo Negro de Loriga. A importância da gastronomia única é reflectida na
Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga. Loriga faz parte da Rota do Xisto e do Milho.

Personagens
Joaquim Augusto Amorim da Fonseca, (1862 — 1927), médico.
Joaquim Pina Moura, (1952 — ), economista e político.

Brasão
A freguesia de Loriga não tem brasão oficial, apesar de já existir um, amplamente divulgado e aprovado pelas autoridades
competentes, mas que ainda não é usado pela autarquia local. A Junta de Freguesia de Loriga usa formalmente há vários anos como Busto do, Dr Joaquim A.
símbolo da freguesia um escudo partido, na primeira parte a Cruz de Cristo, e na segunda uma vista da Serra da Estrela sobre um Amorim da Fonseca,
engenho ou moinho com roda hidráulica.[5] Este "brasão" ilegal e não representativo, que durante anos foi erradamente e Loriga.
teimosamente aqui apresentado como sendo oficial (apesar dos muitos alertas), nunca foi nem pode ser aprovado pela Comissão de
Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, segundo o disposto na Lei n.º 53/91, de 07 de agosto de 1991, que regula a heráldica autárquica portuguesa,
pelo que não tem carácter oficial.[6] Em 2002, a Junta de Freguesia de Loriga aprovou um brasão que foi chumbado pelas referidas autoridades competentes
(Comissão de Heráldica da AAP) por não ser representativo de Loriga.

Acordos de geminação
Loriga celebrou um acordo de geminação com a vila, actual cidade, de Sacavém, em 1 de Junho de 1996.

Ver também
Geografia romana em Portugal

Ligações externas
Homepage sobre Loriga (http://www.loriga.de)
Analor (http://www.analor.org)
Página sobre a vila de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)
7 Maravilhas - Praias de Portugal (http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/finalistas/praia-fluvial-de-loriga)
ABAE (http://www.abae.pt/programa/BA/inicio.php)
Geobserver (http://www.geobserver.org)

Fontes
Algumas das fontes usadas na elaboração deste artigo:

Homepage de Loriga (http://lorigaportugal.wordpress.com)


Bacia hidrográfica da Ribeira de Loriga (http://www.conselldemallorca.net/mediambient/terrisc/resultatsp_coimbra3.htm)
Página dos Bombeiros de Loriga (http://www.bvloriga.pt/)
Página da Junta de Freguesia de Loriga (http://www.freguesiadeloriga.com/)
Página da Confraria da Broa e do Bolo Negro de Loriga (http://www.loriga.org/confraria/)
Ferreira, N.; Vieira, G. - Guía Geológico e Geomorfológico do PNSE (1999).
de Vasconcelos, J.L. - Etnografia Portuguesa - Vol. II, INCM, 1980
Carta Militar de Portugal – esc. 1: 25000, Folha nº223, Instituto Geográfico do Exército.

Referências
p=awarded&s=list&u=2). Consultado em Junho de 2014 Verifique data em:
1. Diário "As Beiras" online. «Bombeiros de Loriga mudam para novo quartel» |acessodata= (ajuda)
(http://www.asbeiras.pt/2012/09/bombeiros-de-loriga-mudam-para-novo-qua
4. Site da Câmara Municipal de Seia. «Praia de Loriga com qualidade de
rtel/). Consultado em Outubro de 2012 Verifique data em: |acessodata=
ouro» (http://www.cm-seia.pt/index.php/ambiente/item/120-praia-de-loriga-c
(ajuda)
om-qualidade-de-ouro). Consultado em Julho de 2012 Verifique data em:
2. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - |acessodata= (ajuda)
https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
5. Website da Câmara Municipal de Seia (http://web.archive.org/web/2003122
3. ABAE. «Locais Galardoados na Região do Centro com a Bandeira Azul, 3170552/http://www2.cm-seia.pt:80/concelho/freguesia07.asp) em 2003.
2014» (http://www.abae.pt/BandeiraAzul/index.php?
6. Informação disponibilizada pela Junta de Freguesia de Loriga em conversa
telefónica a 26 de Maio de 2017.

Obtida de "https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Loriga&oldid=51020192"

Esta página foi editada pela última vez à(s) 19h14min de 16 de janeiro de 2018.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a
condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso.
Edited with the trial version of
Foxit Advanced PDF Editor
To remove this notice,
Criar conta visit:
ou Entrar

Loriga vila de Portugal www.foxitsoftware.com/shopping

Portuga e pormenor!

árvore de categorias fórum objectivo ajuda quem somos links Procurar neste site Procurar

Históri d舀 Lorig
Divisões administrativas » NUTS » Região Centro » Sub-região Serra da Estrela » Seia » Loriga » História de Loriga páginas vistas

História de Loriga criar novo artigo


Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a beleza paisagística de Loriga é o seu Loriga
principal atractivo de referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um
dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao Link principai
longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo, mas rochoso, num
Página inicial
vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga, Sorry, no photos.
Como participar?
fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus
Objectivos
habitantes.
FAQ - Perguntas frequentes

Artig alterad
Topónim
Mudanças recentes
O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus
CASAL DA FONTE
habitantes nos Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou
Casal da Estrada CASAL DA FONTE
os romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira). Deste nome Covelo
derivou Loriga (derivação iniciada pelos Visigodos) e que tem o mesmo signi cado. Um Matosinhos
Leça da Palmeira
nome que por si é signi cativo da antiguidade e história de Loriga, facto que justi ca
que a couraça seja peça central do brasão da vila. Artig aleatóri

Zambujeira do Mar
Geologi
Etiqueta (tag )
A formação geológica do Vale de Loriga, onde está situada a vila com o mesmo nome,
está directamente relacionada com a formação da própria Serra da Estrela e por isso Nuvem de etiquetas
uma coisa não se pode dissociar da outra. Para que se entenda melhor, é necessário
saber como se formou a Serra da Estrela e nela o espaço que hoje abrange a freguesia
de Loriga.

Todo este texto é baseado na obra de António Conde: História concisa de Loriga

Origen d povoaçã
Loriga foi fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local
foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à
abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições
mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma
população e povoação com alguma importância.

Ante d nacionalidad舀
Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura
antropomór ca (século VI a.C.), a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século XIII,reconstruído), o Bairro
de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, herói lusitano que a tradição
local encontra origem nesta antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais
antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das características urbanas da época medieval.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de São Bento),
com as quais os romanos ligaram Lorica, pertencente à então Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.

O Bairro de São Ginês (São Gens) é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo, uma
antiga ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. São Gens é um santo de origem céltica,martirizado em
Arles na Gália,no tempo do imperador Diocleciano. Com o passar dos séculos, os loriguenses mudaram o nome do santo
para São Ginês, talvez por ser mais fácil de pronunciar.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se
na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava forti cado com muralhas e paliçada. No
local do actual Bairro de São Ginês (São Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em
cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Sécul XII à actualidad舀


Loriga teve a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio
das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D.
Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa, no século XIX e esse
facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855, após a aplicação do plano de ordenamento territorial
levado a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.

Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir, em 1233,
pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era o de Santa Maria Maior, e que se mantém, foi construída no local de
outro antigo e pequeno templo visigótico, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está
colocada na porta lateral virada para o adro. De estilo românico, com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha
de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas
fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do
Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã, outra
localidade serrana muito afectada, não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
localidade serrana muito afectada, não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.

Loriga é uma vila industrial, ligada ao sector têxtil, desde a primeira metade do século XIX. Chegou a ser uma das
localidades mais industrializadas da Beira Interior, e Seia, a actual sede de concelho, só conseguiu suplantá-la quase em
meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de
empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes,
Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, entre outras, fazem parte da história industrial desta vila. A principal e
maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, um dos mais destacados industriais loriguenses.

A indústria dos lanifícios entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado, factor que contribuiu para
agravar e acelerar gravemente a progressiva deserti cação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões
interiores de Portugal devido a um de ciente ordenamento do território. Actualmente a economia loriguense basea-se
nas indústrias metalúrgica e de pani cação, no comércio, restauração, a agricultura e pastorícia, estes dois últimos com
uma importância reduzida.

A área onde existem as freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta
povoações anexas, que até Outubro de 1855 faziam parte do Município Loriguense, constituem agora a Associação de
Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em
Portugal estão localizadas na área da freguesia de Loriga.

Fotogra韀�a
Galeria dos nossos visitantes
As fotogra as desta secção, em todos os artigos, são colocadas pelos nossos leitores. Os créditos poderão ser observados por clicar no
rodapé em les e depois em info. As imagens poderão possuir direitos reservados. Mais informações aqui.

Galeria Portuguese Eyes


As fotogra as apresentadas abaixo são da autoria de Vítor Oliveira.

Sorry, no photos.

Fotogra as da região

página 1 de 1012 1 2 3 ... 1011 1012 seguinte »

Map

Fazer login
Loriga
Portugal Rotas Salvar

Visualizar mapa ampliado


Dados do mapa ©2017 Google ImagensInformar
©2017erro
TerraMetrics
no mapa

Artig relacionad

Artigos com a mesma raiz: Artigos subordinados a este (caso existam):

Loriga - Artigo raiz História de Loriga


História geológica de Loriga
Loriguenses
Capela de Nossa Senhora da Guia
Capela de Nossa Senhora do Carmo
Coreto de Loriga
Garganta de Loriga
Grupo Desportivo Loriguense
ANALOR - Associação dos Naturais e Amigos de
Loriga
Tradições de Loriga
Bombeiros Voluntários de Loriga
Sociedade Recreativa e Musical Loriguense
Igreja Matriz de Loriga
Fontão
História de Loriga

Adicione abaixo os seus comentários a este artigo

Comentári
Adicionar um Novo Comentário

loriga

revisão da página: 23, última edição: 1 May 2010, 23:29 (2592 days atrás)

Editar Etiquetas Histórico Arquivos Imprimir Ferramentas do Site + Opções

Powered by Wikidot.com Ajuda  | Condições do Serviço  | Privacidade  | Report a bug  | Flag as objectionable

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under GNU Free Documentation License.
Historia De Loriga - Gentes de Loriga Page 1 of 4

Criar conta ou Entrar

a vila pessoas locais tradições histórias instituições objectivos ajuda

Procurar neste site Procurar


Historia De Loriga contador páginas
indisponível vistas

LORIGA - * LORICA LUSITANORUM Ínicio ∙ Índice ∙ FAQ


CASTRUM EST - História concisa de Loriga
92 artigos alistados
Loriga é uma vila e freguesia portuguesa,situada
na Serra da Estrela, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de área, e Últimos artigos alterados
densidade populacional de 37,51 hab/km². Antonio Conde
Loriga encontra-se a 80km da Guarda e 300km de Lisboa. Historia De Loriga
A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso à Torre Irene Almeida Abreu
Fábrica da Fândega
pela EN 338, seguindo
Praça
um traçado projectado décadas atrás, com um percurso de 9.2
km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas Artigo aleatório
960m (Portela de Loriga) e 1650m, acima da Lagoa
Joaquim Nunes Luís, Júnior
Comprida onde entronca com a EN 339.
A àrea urbana da vila encontra-se a uma altitude Adicionar um novo artigo
que varia entre os 770m e os 1200m.

Gentílico:Loriguense ou loricense criar artigo


Orago:Santa Maria Maior
Código Postal:6270 Nuvem de etiquetas

Há décadas foi chamada a "Suíça Portuguesa" devido às email_16.png facebook_16.png mhlogo_16.png


características da sua belíssima paisagem. Está
situada a partir de 770m de altitude, rodeada por imprimir esta página
montanhas,todas com mais de 1500m de altitude
das quais se destacam a Penha dos
Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato
(1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a
Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento,as quais
se unem depois da E.T.A.R. da vila.A Ribeira de
Loriga é um dos afluentes do Rio Alva.

Vila

A vila está dotada de uma ampla gama de infrastrutras,como por exemplo,a


Escola C+S Dr.Reis Leitão,a
Banda Filarmónica de Loriga, fundada em 1905, o corpo de Bombeiros
Voluntários de
Loriga, cujos serviços se desenvolvem na àrea aproximadamente equivalente à do antigo Município
Loricense, a Casa de
Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo,a
Associação Loriguense de Apoio
à Terceira Idade,o Grupo Desportivo Loriguense,fundado em 1934,Posto da
GNR,Correios,serviços bancários,
farmácia,Escola EB1 e pré-escolar, praia fluvial,estância de esqui (única
em Portugal),etc .
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a
tradicional Amenta das Almas) e
festas em honra de S. António (durante o mês Junho) e S. Sebastião
(durante o mês de Julho), com as
respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das
festividades religiosas é a festa
dedicada NªSrª da Guia, padroeira da diáspora loricense, que se realiza
todos os anos, no primeiro
Domingo de Agosto.

Acordos de geminação:

Loriga celebrou acordo de geminação com:


A vila, actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de
1996.

História concisa de Loriga

Lorica,foi o nome dado pelos Romanos a Lobriga, povoação que foi,nos


Hermínios(actual Serra da Estrela),um forte bastião lusitano contra os
invasores romanos.Os Hermínius foram a maior fortaleza lusitana e Lorica

file://D:\Os meus documentos\Transferências\Historia De Loriga - Gentes de Loriga.h... 06-12-2013


Historia De Loriga - Gentes de Loriga Page 2 of 4

situada no coração dessa fortaleza,perto do ponto mais alto.Lorica,do


latim,é nome de antiga couraça guerreira,de que derivou Loriga,com o mesmo
significado.Os próprios soldados e legionários romanos usavam Lorica.Os
Romanos puseram-lhe tal nome,devido à sua posição estratégica na serra,e
ao seu protagonismo durante a guerra com os Lusitanos(* LORICA LUSITANORUM
CASTRUM EST).É um caso raro de um nome que se mantém praticamente
inalterado há dois mil anos,sendo altamente significativo da antiguidade e
da história da povoação(por isso,a couraça é a peça central e principal do
brasão histórico da vila que incluía também uma estrela de sete pontas).

A povoação foi fundada estratégicamente no alto de uma colina,entre duas


ribeiras,num belo vale de origem glaciar.Desconhece-se,como é evidente,a
longínqua data da sua fundação,mas sabe-se que a povoação existe há mais
de dois mil e seiscentos anos,e surgiu originalmente no mesmo local onde
hoje está o centro histórico da vila.No Vale de Loriga,onde a presença
humana é um facto há mais de cinco mil anos,existem actualmente,além da
vila,as aldeias de Cabeça,Muro,Casal do Rei,e Vide.

Da época pré- romana existe,por exemplo uma sepultura antropomórfica com


mais de dois mil e seiscentos anos,num local onde existiu um antigo santuário,numa
época em que o nome da povoação era Lobriga,etimologia de evidente origem
céltica.Lobriga,foi uma importante povoação fortificada,Celta e
Lusitana,na serra.
A tradição local,confirmada por diversos antigos documentos,apontam Loriga como tendo
sido berço de Viriato,que nasceu,sem dúvida,nos Hermínios,onde foi pastor
desde criança.Por exemplo, é interessante a descrição existente no livro manuscrito
História da Luzitânia,do Bispo-Mor do Reino(1580):"…Sucedeu o pastor
Viriato,natural de Lobriga,hoje a villa de Loriga,no cimo da Serra da
Estrêla,Bispado de Coimbra,ao qual,aos quarenta annos de idade,aclamarão
Rey dos Luzitanos,e casou em Évora com huma nobre senhora no anno
147…".A rua principal, da àrea mais antiga do centro histórico da vila
de Loriga,tem o nome de Viriato,em sua homenagem.

Ainda hoje existem partes da estrada,e uma das duas pontes(século I


a.C.),com que os Romanos ligaram Lorica ao restante império.A ponte romana
ainda existente,sobre a Ribeira de Loriga,está em bom estado de
conservação,e é um bom exemplar da arquitectura da época.
A estrada romana ligava Lorica a Egitânia (Idanha-a-Velha), Talabara
(Alpedrinha), Sellium (Tomar), Scallabis (Santarém), Olisipo (Lisboa) e a
Longóbriga (Longroiva), Verurium (Viseu), Balatucelum (Bobadela), Conímbriga
(Condeixa) e Aeminium (Coimbra).

Quando os romanos chegaram,a povoação estava dividida em dois núcleos


separados por poucas centenas de metros.O maior,mais antigo e principal
situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de
Viriato,sendo defendido por muros e paliçadas.O outro núcleo,constituído
apenas por algumas habitações,situava-se mais acima junto a um pequeno
promontório rochoso,em cima do qual mais tarde os Visigodos construíram
uma ermida dedicada a S.Gens.

Com o domínio romano,cresceu a importância de Lorica,uma povoação castreja


que recebeu populações de castros existentes noutros locais dos
Hermínios,e que entretanto foram abandonados.Isso aconteceu porque esses
castros estavam localizados em sítios onde a única vantagem existente era
a facilidade de defesa.Sítios que,ao contrário de Lorica,eram apenas um
local de refúgio,onde as habitações estavam afastadas dos recursos
necessários à sobrevivência,tais como àgua e solos aráveis.Um desses
pequenos castros abandonados,e cuja população se deslocou para Lorica,situava-se no
ainda conhecido Monte do Castelo,ou do Castro,perto da Portela de
Loriga.No século XVIII ainda eram visíveis as ruínas das fundações das
habitações que ali existiram,mas actualmente no local apenas se vêem
pedras soltas.

Loriga,foi também importante para os Visigodos,os quais deixaram uma


ermida dedicada a S.Gens,um santo de origem céltica,martirizado em
Arles,na Gália,no tempo do imperador Diocleciano.A ermida sofreu obras de
alteração e o orago foi substituído, passando a ser de Nossa Senhora do
Carmo.Com a passagem dos séculos,os loricenses passaram a conhecer o santo
por S.Ginês,hoje nome de bairro neste local do actual centro histórico da
vila.A actual derivação do nome romano,Loriga,começou a ser usada pelos
Visigodos.

A Igreja Matriz tem,numa das portas laterais,uma pedra com inscrições


visigóticas,aproveitada de um antigo pequeno templo existente no local
quando da construção datada de 1233.A antiga igreja,era um templo românico
com três naves, as dimensões eram próximas das actuais e a traça exterior
fazia lembrar a Sé Velha de Coimbra. Tinha o tecto e abóbada pintados com frescos,e, quando foi
destruída pelo sismo de 1755,possuía nas paredes, alguns quadros da escola de Grão
Vasco.Da primitiva igreja românica do século XIII restam partes das
paredes laterais e alguma alvenaria que se distingue.
Desde a reconquista cristã, que Loriga esteve sob a exclusiva influência

file://D:\Os meus documentos\Transferências\Historia De Loriga - Gentes de Loriga.h... 06-12-2013


Historia De Loriga - Gentes de Loriga Page 3 of 4

administrativa e eclesiástica de Coimbra,pertencendo também à Coroa e à


Vigariaria do Padroado Real,e foi o próprio rei (na época D.Sancho II) que
mandou construír a Igreja Matriz,cujo orago era,tal como hoje,de Santa
Maria Maior.Na segunda metade do século XII já existia a paróquia de
Loriga,e os fieis dos então poucos e pequenos lugares ou "casais" dos
arredores,vinham à vila assistir aos serviços religiosos.Alguns desses
lugares,hoje freguesias,foram,a partir do século XVI,adquirindo alguma
autonomia religiosa,começando por Alvoco,e seguindo-se Vide,Cabeça e
Teixeira.

A vila de Loriga,recebeu forais de João Rhânia(senhorio das Terras de


Loriga durante cerca de duas décadas,no tempo de D.Afonso Henriques)em
1136,de D.Afonso III em 1249,de D.Afonso V em 1474,e recebeu foral novo de
D.Manuel I em 1514.
Com D.Afonso III,a vila recebeu o primeiro foral régio,e em 1474,D.Afonso
V doou Loriga ao fidalgo Àlvaro Machado,herdeiro de Luís Machado,que era
também senhor de Oliveira do Hospital e de Sandomil,doação confirmada em
1477, e mais tarde por D.Manuel I.No entanto,após a morte do referido
fidalgo,a vila voltou definitivamente para os bens da Coroa.No século
XII,o concelho de Loriga abrangia a àrea compreendida entre a Portela de
Loriga(hoje também conhecida por Portela do Arão)e Pedras
Lavradas,incluindo as àreas das actuais freguesias de Alvoco da
Serra,Cabeça,Teixeira,e Vide.Na primeira metade do século XIX,em 1836,o
concelho de Loriga passou a incluír Valezim e Sazes da
Beira.Valezim,actual aldeia histórica,recebeu foral em 1201,e o concelho
foi extinto em 1836,passando a pertencer ao de Loriga. Alvoco da Serra
recebeu foral em 1514 e Vide recebeu foral tardio no século XVII,mas voltaram a
ser incluídas no concelho de Loriga em 1828 e 1834 respectivamente,também
na primeira metade do século XIX.As sete freguesias que ocupam a àrea do antigo
município loricense, constituem actualmente a denominada Região de
Loriga.Essas freguesias constituem também a Associação de Freguesias da
Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.

Loriga,é uma vila industrializada(têxtil) desde o início do século


XIX,quando "aderiu" à chamada revolução industrial,mas,já no século XVI os
loricenses produziam bureis e outros panos de lã.Loriga,chegou a ser uma
das localidades mais industrializadas da Beira Interior,e a actual sede de
concelho só conseguiu ultrapassá-la em meados do século XX.Tempos houve em
que só a Covilhã ultrapassava Loriga em número de empresas.Demonstrativo
da genialidade dos loricenses,é que tudo isso aconteceu apesar dos acessos
difíceis à vila,os quais até à década de trinta do século XX,se resumiam à
velhinha estrada romana de Lorica,contruída no século I antes de
Cristo.Nomes de empresas,tais como Regato,Fândega,Leitão &
Irmãos,Redondinha,Tapadas,Augusto Luís Mendes,Moura
Cabral,Lorimalhas,Lages Santos,Nunes Brito,etc,fazem parte da rica
história industrial desta vila.A maior e principal avenida de Loriga tem o
nome de Augusto Luís Mendes,o mais destacado dos antigos industriais
loricenses.
Mais tarde,a metalurgia,a pastelaria,e mais recentemente,o turismo (Loriga
tem enormes potencialidades turisticas),passaram a fazer parte dos pilares
da economia da vila.
Outra prova do génio loricense é um dos exlíbris de Loriga,os inúmeros
socalcos e a sua complexa rede de irrigação,construídos ao longo de muitas
centenas de anos,e que transformaram um vale belo mas rochoso,num vale
fértil.

Mas, Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo político e


administrativo, local e
nacional, contra o qual teve que lutar desde meados do século XIX.
A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das consequências que os
confrontos de uma guerra civil podem ter no futuro de uma localidade e de
uma região. Loriga tinha a
categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo mas o facto de ter
apoiado os chamados Absolutistas contra os Liberais na guerra civil
portuguesa contribuíu decisivamente para de deixar de ser sede de concelho em 1855. A
conspiração movida
por desejos expansionistas da localidade que beneficiou com o facto,
precipitou os acontecimentos. Inclusive chegou a haver um projecto em que Sandomil
seria incluída no concelho de Loriga. Tratou-se de um grave erro
político e administrativo; foi, no mínimo, um caso de injusta vingança
política, numa época em que não existia democracia e reinavam o compadrio
e a corrupção, e assim começou o declínio de toda a região de Loriga
(antigo concelho de Loriga).
Se nada de verdadeiramente eficaz for feito, começando pela vila de
Loriga, esta região estará desertificada dentro de poucas décadas, o que,
tal como em relação a outras relevantes terras históricas do interior do
país, será com certeza considerado como uma vergonha nacional.
Confirmaria também a óbvia existência de graves e sucessivos erros nas
políticas de coesão,

file://D:\Os meus documentos\Transferências\Historia De Loriga - Gentes de Loriga.h... 06-12-2013


Historia De Loriga - Gentes de Loriga Page 4 of 4

administração e ordenamento do território. Para evitar tal situação,


vergonhosa para o país, é
necessário no mínimo por em prática o que já é reconhecido no papel:
desenvolver a vila de Loriga, pólo e centro da região.
Em Loriga existem a única estância e pistas de esqui existentes em
Portugal.Loriga,é a capital da neve em Portugal.

VIAS ROMANAS EM PORTUGAL - Vestígios Romanos Georeferenciados em Loriga

O nome Lorica aparece como sendo da época romana num documento medieval
visigótico com referências à zona. Foi aliás na época visigótica que
a "versão" Loriga começou a substituir o nome Lorica que vinha da época
romana, mas o nome original dado pelos romanos só caiu totalmente em
desuso durante a primeira metade do século XIII.
Depois, aparece novamente em documentos dos séculos X, XI, XII e XIII,
principalmente em documentos do século XII, inclusive quando se fala de
limites territoriais, onde até a actual Portela do Arão é referida como
Portela de Lorica, começando mais tarde a ser referida como Portela de
Aran, depois de Aarão, e finalmente do Arão.
A estrada romana de Lorica era uma espécie de estrada estratégica,
destinada a ajudar a controlar os Montes Herminius onde, como se sabe, viviam tribos
lusitanas muito aguerridas. Esta estrada ligava entre si duas grandes vias
transversais, a que ligava Conimbriga, a norte, e a que ligava Iaegitania,
a sul. Não se sabe os locais exactos dos cruzamentos, mas tudo indica que a
norte seria algures perto da actual Bobadela.
Quanto aos vestígios da calçada romana original, eles podem encontrar-se
Na área das Calçadas, onde estiveram na origem deste nome, e dispersos em
pequenos vestígios até à zona da Portela do Arão, tratando-se da mesma
estrada.
A título de curiosidade, a estrada romana foi utilizada desde
que foi concluída, em finais do século I antes
de Cristo, até à década de trinta do século XX quando entrou em
funcionamento a actual EN231. Sem a estrada romana teria sido impossível o já por si
grande feito de Loriga se tornar um dos maiores pólos industriais têxteis da
Beira Interior durante o século XIX.
- Factos comprovados: Lorica era o antigo nome de Loriga, existiram duas
pontes romanas, uma delas ainda existe, e a outra, construída sobre a
Ribeira de S.Bento, ruiu no século XVI, e ambas faziam parte da estrada
romana que ligava a povoação ao restante império romano.
A ponte romana que ruiu estava situada a poucas dezenas de metros a
Jusante da actual ponte, também construída em pedra mas datada de finais do
Século XIX. A antiga estrada romana descia pela actual Rua do Porto, subia pela
actual Rua do Vinhô, apanhava parte da actual Rua de Viriato passando
ao lado da povoação então existente, subia pelas actuais ruas Gago
Coutinho e Sacadura Cabral, passava na actual Avenida Augusto Luis Mendes, na área
conhecida por Carreira, seguindo pela actual Rua do Teixeiro em
direcção à ponte romana sobre a Ribeira de Loriga, também conhecida por Ribeira da
Nave e Ribeira das Courelas.
Entre a capela de S.Sebastião e o cemitério, existia um troço de
Calçada romana bem conservada que não deixava dúvidas a ninguém sobre a sua
verdadeira origem, mas infelizmente uma parte foi destruída e a
restante soterrada quando fizeram a estrada entre a Rua do Porto e o cemitério.
O património histórico nunca foi estimado em Loriga…
Numa zona propositadamente conhecida por Calçadas, já afastada da
vila, ainda existem vestígios bem conservados do primitivo pavimento da
estrada romana.

( Apontamento sobre a história da vila de Loriga, por António Conde)

revisão da página: 1, última edição: 3 Dec 2013, 02:45 (1 day atrás)


Editar Avaliar (0) Etiquetas Histórico Arquivos Imprimir Ferramentas do Site + Opções

Powered by Wikidot.com Ajuda | Condições do Serviço | Privacidade | Report a bug | Flag as objectionable

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License

file://D:\Os meus documentos\Transferências\Historia De Loriga - Gentes de Loriga.h... 06-12-2013


História resumida de Loriga
Detalhes da história da
Vila de Loriga

Loriga

Gentílico - Loriguense ou Loricense


Concelho - Seia
Área - 36,52 km²
População - 1 367 hab. (2005)
Densidade - 37,51 hab./km²
Orago - Santa Maria Maior
Código postal - 6270
Apelidada de “Suíça Portuguesa”, é a vila mais alta de Portugal.

Loriga (pron.IFA [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia,


distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de área, 1 367 habitantes (2005) e densidade
populacional de 37,51 hab/km². Tem uma povoação anexa, o Fontão.

Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila é


acessível pela EN 231, e tem acesso directo ao ponto mais alto da Serra da Estrela pela
EN338, estrada concluída em 2006 segundo um projeto existente há décadas, com um
percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m (Portela de Loriga
ou Portela de Arão) e 1650m, acima da Lagoa Comprida, onde se liga com a EN339.

Loriga é conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária paisagem e


localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de altitude na sua área urbana mais
baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de
altitude) e a Penha do Gato (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de
Loriga e a Ribeira de S.Bento, que desagua naquela. A Ribeira de Loriga é um dos
maiores afluentes do Rio Alva.

Está dotada de uma ampla gama de infrastrutras físicas e socio-culturais, que abrangem
todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo
Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada
em 1905, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços
abrangem a área aproximadamente equivalente aos limites do antigo Concelho de
Loriga, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a
Escola C+S Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel
dos Bombeiros Voluntários, edifício essencial para ajudar a completar as infraestruturas
necessárias à vila.

Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das
Almas - cantos noturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura
da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e S. Sebastião
(no último Domingo de Julho), com as respetivas mordomias e procissões. Porém, o
ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes
de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de
Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no
Fontão de Loriga.

História

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro
histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à
facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem
como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições
mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições
mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus


habitantes nos Hermínios (atual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os
romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira). Os Hermínios eram o
coração e a maior fortaleza da Lusitânia, e certo é que este nome existe desde a
ocupação romana. Deste nome derivou Loriga (derivação iniciada pelos Visigodos) e
que tem o mesmo significado. É um caso raro, em Portugal, de um nome bimilenar,
sendo de grande importância histórica, e a sua antiguidade basta para justificar que a
Lorica seja a peça central e principal do brasão da vila.

Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisagística é o principal


atrativo de referência. Os socalcos e a sua complexa rede de irrigação são um dos
grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao longo
de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo mas rochoso num vale
fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga,
fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus
habitantes.

Em termos de património histórico, destacam-se também a ponte e a estrada romanas


(século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.), a Igreja Matriz (século
XIII, reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o Bairro de São Ginês
(São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, heroi
lusitano que a tradição local e alguns documentos apontam como sendo natural desta
antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais
antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das características urbanas da época
medieval.

A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande
cheia na Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao
restante império, merecem destaque. Esta estrada foi usada durante mais de dois mil
anos até à construção da EN 231, e foi fundamental para o desenvolvimento da vila,
principalmente na sua fase industrial.

O Bairro de São Gens é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa


Senhora do Carmo, construída no local de uma antiga ermida visigótica precisamente
dedicada àquele santo ao qual os loricenses deram a “alcunha” de São Ginês, um santo
que nunca existiu.

Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior,


mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da
Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. A parte da Rua de Viriato
compreendida entre as antigas sedes da Casa do Povo e do Grupo Desportivo
Loriguense corresponde exatamente ao traçado de parte dessa linha defensiva da antiga
povoação. No local do atual Bairro de São Ginês (São Gens) existiam já algumas
habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos
construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Loriga era uma paróquia pertencente à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi
mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era já o de
Santa Maria Maior e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno
templo visigótico, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições, que está colocada
na porta lateral virada para o adro. Aliás, a paróquia de Loriga foi criada na época dos
visigodos, pertencia à diocese de Egitânia, e abrangia uma área superior à que seria mais
tarde o Município Loricense na fase da sua maior expansão. De estilo românico, com
três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, embora sem a
monumentalidade daquela, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando
apenas partes das paredes laterais.
Este sismo provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência
paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da
Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Pombal
esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a
Covilhã (outra localidade serrana muito afetada), não chegou do governo de Lisboa
qualquer auxílio.

Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX, em termos
de indústria moderna, sendo também influenciada pela chamada revolução industrial.
No entanto, já no século XV os loriguenses se dedicavam aos lanifícios, embora de
forma artesanal, produzindo grosseiros panos de lã. Chegou a ser uma das localidades
mais industrializadas da Beira Interior, e a atual sede de concelho só conseguiu
suplantá-la em meados do século XX.

Loriga é um exemplo das consequências que uma guerra civil podem ter no futuro de
uma localidade e de uma região. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o
século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga
durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso
III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I).

Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa e isso contribuíu


para deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação
territorial levada a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu
origem aos Distritos. A partir da primeira metade do século XIX, como já foi
mencionado, tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com a
implantação da indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante as últimas
décadas do século passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afeta de
maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes, insuficentes e
erradas políticas de coesão locais e nacionais.

Se nada de eficaz for feito, começando por colocar na prática o que já é reconhecido no
papel sobre a importância desta vila, dentro de poucas décadas Loriga será pouco mais
que uma vila fantasma e toda a região sul do concelho de Seia estará deserta.

A área onde existem as atuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira,
Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas, pertenceu ao Município
Loriguense.

A Região de Loriga, área do antigo Município Loriguense, constitui também a


Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.

Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e


estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na área da freguesia da vila de
Loriga.

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem
cerca de 100 degraus em granito, o que lhe dá características peculiares. Esta rua
recorda muitas das características urbanas medievais do centro histórico da vila de
Loriga.
O bairro de São Ginês (São Gens) é um bairro do centro histórico de Loriga cujas
carateristicas o tornam num dos bairros mais conhecidos e típicos da vila. As melhores
festas de São João eram feitas aqui. Curioso é o facto de este bairro do centro histórico
da vila dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica matirizado em Arles, na
Gália, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na
área. Com o passar dos séculos os loriguenses mudaram o nome do santo para S. Ginês,
talvez por ser mais fácil de pronunciar, esqueceram a devoção a este santo, deixaram
caír em ruínas a sua capela, e finalmente substituíram o orago pelo de Nº Sº do Carmo.
A data que ali se vê corresponde à última reconstrução. Este núcleo da povoação, que já
esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada
dos romanos.

Acordos de geminação

Loriga celebrou acordo de geminação com a vila, atual cidade de Sacavém (Loures), em
1 de Junho de 1996.

VIAS ROMANAS EM PORTUGAL - Vestígios Romanos Georeferenciados em Loriga

O nome Lorica aparece como sendo da época romana num documento medieval
visigótico com referências à zona. Foi aliás na época visigótica que
a "versão" Loriga começou a substituir o nome Lorica que vinha da época
romana, mas o nome original dado pelos romanos só caiu totalmente em
desuso durante a primeira metade do século XIII.
Depois, aparece novamente em documentos dos séculos X, XI, XII e XIII,
principalmente em documentos do século XII, inclusive quando se fala de
limites territoriais, onde até a actual Portela do Arão é referida como
Portela de Lorica, começando mais tarde a ser referida como Portela de
Aran, depois de Aarão, e finalmente do Arão.
A estrada romana de Lorica era uma espécie de estrada estratégica,
Destinada a ajudar a controlar os Montes Herminius onde, como se sabe, viviam tribos
lusitanas muito aguerridas. Esta estrada ligava entre si duas grandes vias
transversais, a que ligava Conimbriga, a norte, e a que ligava Iaegitania,
a sul. Não se sabe os locais exactos dos cruzamentos, mas tudo indica que a
norte seria algures perto da actual Bobadela.
Quanto aos vestígios da calçada romana original, eles podem encontrar-se
Na área das Calçadas, onde estiveram na origem deste nome, e dispersos em
pequenos vestígios até à zona da Portela do Arão, tratando-se da mesma
estrada.
A título de curiosidade, informo que a estrada romana foi utilizada desde
que foi construída, provalvelmente por volta de finais do século I antes
de Cristo, até à década de trinta do século XX quando entrou em
funcionamento a actual EN231. Sem a estrada romana teria sido impossível o já por si
grande feito de Loriga se tornar um dos maiores pólos industriais têxteis da
Beira Interior durante o século XIX.
- Factos comprovados: Lorica era o antigo nome de Loriga, existiram duas
pontes romanas, uma delas ainda existe, e a outra, construída sobre a
Ribeira de S.Bento, ruiu no século XVI, e ambas faziam parte da estrada
romana que ligava a povoação ao restante império romano.
A ponte romana que ruiu estava situada a poucas dezenas de metros a
Jusante da actual ponte, também construída em pedra mas datada de finais do
Século XIX. A antiga estrada romana descia pela actual Rua do Porto, subia pela
actual Rua do Vinhô, apanhava parte da actual Rua de Viriato passando
ao lado da povoação então existente, subia pelas actuais ruas Gago
Coutinho e Sacadura Cabral, passava na actual Avenida Augusto Luis Mendes, na área
conhecida por Carreira, seguindo pela actual Rua do Teixeiro em
direcção à ponte romana sobre a Ribeira de Loriga.
Entre a capela de S.Sebastião e o cemitério, existia um troço de
Calçada romana bem conservada que não deixava dúvidas a ninguém sobre a sua
verdadeira origem, mas infelizmente uma parte foi destruída e a
restante soterrada quando fizeram a estrada entre a Rua do Porto e o cemitério.
O património histórico nunca foi estimado em Loriga…
Numa zona propositadamente conhecida por Calçadas, já afastada da
vila, ainda existem vestígios bem conservados do primitivo pavimento da
estrada romana.

Brasão de Loriga - Heráldica da vila

Heráldica Loriguense

Resumo do significado do brasão

Brasão:Escudo de azul,uma Lorica em vermelho realçada de prata,entre


duas rodas hidráulicas a negro e realçadas de branco;Em chefe
uma estrela de ouro,e na base dois montes de branco e duas linhas de àgua.
Coroa mural de prata de quatro torres.Listel de prata,com a legenda a
negro:«LORIGA»

Bandeira da vila de Loriga

Bandeira:Esquartelada a azul e branco.Cordão e borlas de ouro.Haste


e lança de ouro. O azul e o branco representam o céu, as àguas límpidas,
a neve, a beleza, a pureza e as cores do início da nacionalidade portuguesa.

Selo:Redondo,contendo no seu interior os mesmos símbolos do brasão,e


com a legenda:«Junta de Freguesia de Loriga»

Simbologia:Como peça central a Lorica,antiga couraça


guerreira,origem do nome multimilenar,lembra as origens remotas da
povoação e a história antiga da vila.
As duas rodas hidráulicas simbolizam a duas vezes centenária
indústria loriguense,criada com o engenho das gentes de Loriga e que
fizeram a vila destacar-se ainda mais na região.Eram as rodas
hidráulicas que moviam as primitivas fábricas instaladas ao longo
das duas ribeiras que banham a vila.Esses abundantes recursos
hídricos foram em tempos mais remotos aproveitados também para mover
moínhos.
A estrela de ouro simboliza a Serra da Estrela.Pode também
simbolizar a vila como uma estrela dentro da Estrela,e o ponto de
referência dos inúmeros emigrantes loricenses espalhados pelo mundo.
Os montes na base simbolizam os belos e verdejantes montes que
ladeiam o belíssimo Vale de Loriga e a sua espectacular Garganta de
Loriga.
__________________________________________________________________

LORIGA - INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES DE LORIGA

INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES LORICENSES

Algumas das instituições e associações mais emblemáticas de Loriga

Bombeiros Voluntários de Loriga

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loriga,é uma das mais prestigiadas e
importantes associações loricenses. Fundada em 16 de Abril de 1982, a sua criação veio
satisfazer uma necessidade há muito sentida nesta vila industrial, assim como numa região
como é a de Loriga.

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense

Esta prestigiada associação loricense, é uma das que mais tem contribuído para, através de
música da mais alta qualidade, interpretada pela sua Banda Filarmónica, levar o nome de Loriga
e a rica cultura loricense a todo o país e ao estrangeiro. Fundada em 1 de Julho de 1905, esta
associação tem a sua sede num solar do século XVII, o Solar dos Mendes.

Escola C+S de Loriga

As origens da Escola C+S de Loriga remontam a 1968 com a criação da então chamada Escola
Preparatória. A sua sede funcionou no Solar dos Mendes, local onde estavam também a maioria
das salas de aulas,e as instalações eram complementadas pelo antigo edifício da Escola
Primária, onde hoje é a sede da autarquia. As instalações foram sempre precárias e
insuficientes.Entretanto a escola foi reclassificada, tendo sido montados pavilhões pré-
fabricados para albergar os alunos que consequentemente aumentaram de número, mas as
instalações continuavam insuficientes e cada vêz mais degradadas. O desejo de instalações
próprias e condignas, existente desde 1968,fazia-se sentir com mais intensidade. Em Novembro
de 1996, foi finalmente inaugurado um edifício novo e emblemático da nova Escola Reis Leitão,
instalações cujo único defeito é não possuírem pavilhão gimnodesportivo.

Centro de Assistência Paroquial de Loriga

O Centro de Assistência Paroquial de Loriga,fundado em 25 de Julho de 1952,presta relevantes


serviços no apoio social,à infância e à terceira idade. Pertencem a esta instituição, a creche, o
infantário, e o lar de idosos da Casa de Repouso de Nossa Senhora da Guia.

Associação Loriguense de Apoio à Terceira Idade

A Associação Loriguense de Apoio à Terceira Idade foi fundada em 12 de Julho de 1990, e tal
como o nome indica, destina-se essencialmente ao apoio aos idosos,principalmente aos mais
desfavorecidos. Possui um centro de dia no centro histórico da vila, e presta apoio
domiciliário.
Grupo Desportivo Loriguense

O Grupo Desportivo Loricense foi fundado em 8 de Abril de 1934,transformando-se


rápidamente numa importante e carismática associação desportiva, mas também cultural.

Associação dos Naturais e Amigos de Loriga

Esta prestigiada associação foi fundada em 1987 por loricenses dos tais que, por conta própria
ou dentro de qualquer instituição ou associação loricense, trabalham incansavelmente para
promover a sua terra-natal e contribuir para a resolução dos poblemas que a afectam. Loriga
deve muito a estes loricenses que, embora não residam na vila, têm lá os seus corações e as
suas almas, aqueles que desenvolvem permanentemente um imenso trabalho pessoal ou
colectivo (conforme a opção) pela terra que os viu nascer. A A.N.A.L.O.R publica um jornal, o
Garganta de Loriga, que é um importante meio de comunicação entre os loricenses espalhados
pelo país e pelo mundo. Através dos artigos de António Conde, um conhecido historiador e
benfeitor de Loriga, publicados nesse jornal, os loricenses acordaram para o conhecimento da
sua história mais remota. Aliás, Loriga e a sua história têm sido divulgadas pelo Sr. Conde
através dos mais diversos meios de comunicação portugueses e estrangeiros e nos mais
diversos sites, desde a Wikipédia até sites de grande nível cultural.

Irmandade do Santíssimo Sacramento e das Almas de Loriga

Esta instituição, de carácter religioso, é histórica e as suas origens mais remotas encontram-se
no século XIV, e desde finais do século XVI que tem o nome e os moldes actuais. Noutros
tempos chegou a funcionar como se fosse a Santa Casa da Misericórdia de Loriga, embora
nunca tivesse esse nome.

Centro Loriguense de Belém do Pará

Esta foi a primeira associação loricense criada fora de Loriga,e foi também a primeira a ser
criada no estrangeiro. Foi fundada em 4 de Julho de 1937 no seio da importante colónia
loricense, que desde o século XIX existia em Belém, mas também em Manaos, havendo
também loricenses noutras partes do Brasil desde o século XVII. Aliás foi a colónia de Manaos
que construíu os monumentais fontanários que podem admirar-se na vila.

___________________________________________________________________

Freguesias da Região de Loriga [área

do antigo Município Loricense]

As seis freguesias que rodeiam Loriga,e que fazem parte da Associação de Freguesias da Serra
da Estrela,com sede nesta vila.

Alvoco da Serra
Alvoco da Serra é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 37,57 km² de área e
646 habitantes (2001). Densidade: 17,2 hab/km².
A freguesia é constituída por cinco localidades: Alvoco da Serra (sede da freguesia), Outeiro da
Vinha, Vasco Esteves de Baixo, Vasco Esteves de Cima e Aguincho.
Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I em 17 de Fevereiro de 1514,data em que deixou
de pertencer ao concelho de Loriga. Foi vila e sede de concelho entre esta data e 1828, ano em
que o concelho foi extinto. Tinha, em 1801, 667 habitantes. Entre 1828 e 1855 pertenceu
novamente ao concelho de Loriga, após o que passou a integrar o concelho de Seia.

Cabeça

Cabeça é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 8,55 km² de área e 229
habitantes (2001). Densidade: 26,8 hab/km². Durante muitos anos foi conhecida como São
Romão de Cabeça.Até ao século XIX pertenceu ao concelho,à paróquia e à freguesia de Loriga.
A sua população vive em grande parte da agricultura e da pastorícia.
António de Almeida Santos, ministro em vários Governos, ex-presidente da Assembleia da
República, filho de uma loricense, nasceu em Cabeça, numa época em que a sua mãe dava
aulas na escola primária local.

Sazes da Beira

Sazes da Beira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 6,39 km² de área e 341
habitantes (2001). Densidade: 53,4 hab/km².
A primeira fixação definitiva deu-se (supõe-se) no século XV, no lugar chamado de "Sazes
Velho".
Em 1527 tinha a aldeia 65 pessoas. No entanto e continuando à procura de proximidade da
água levou à fundação do que é hoje a aldeia de Sazes da Beira propriamente dita. Não se sabe
a data da fundação da sua freguesia/paróquia, mas sabe-se que foi no início do século
XVIII.Em 1731 é edificada a sua Igreja Matriz.
Desde a sua fundação, Sazes pertenceu sempre ao concelho de Sandomil até à extinção deste
em 1836, data em que passou a pertencer ao município de Loriga.No meio de todas as
remodelações administrativas sofridas (em que Sandomil esteve prestes a pertencer ao
concelho de Loriga), a freguesia de Sazes (correspondente a todo o território da sua paróquia)
pertenceu ao concelho de Loriga até 1855,data em que este foi extinto.

Teixeira

Teixeira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 12,88 km² de área e 233
habitantes (2001). Densidade: 18,1 hab/km².
Pertenceu ao concelho de Loriga até 1514 data em que Alvoco da Serra recebeu foral de D.
Manuel I, passando depois a fazer parte do novo concelho da Vide no início do século XVII.
Voltou a ser incluída no município de Loriga, com a extinção do concelho de Vide em 1834, e
até 1855. Passa então para o concelho de Seia ao qual pertence actualmente.

Valezim

Valezim é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 10,94 km² de área, 382
habitantes (2001) e densidade populacional de 34,9 hab/km².
A hipótese mais aceite é que o nome provém de vallecinus (palavra do latim para vale
pequeno). Curiosamente, uma antiga lenda sobre a origem do nome de Valezim nasceu de um
facto histórico real relacionado com Loriga. Diz a lenda: "Tendo sido expulsos de Loriga, os
mouros chegaram àquele vale e exclamaram: Neste vale sim! As duas palavras foram unidas
dando origem ao nome Valesim." De facto os mouros foram expulsos de Loriga, mas não
falavam português.
As principais actividades económicas da população estão ligadas à agricultura e pastorícia,
turismo de habitação e à construcção civil.
O seu primeiro foral é atribuído em 1201, por D. João de Foyle. Em 1514 é renovado por D.
Manuel I, e passa constituir um concelho formado apenas pela freguesia da sede. Entre os anos
de 1836 e 1855 pertenceu ao concelho de Loriga. Nessa data foi integrado no concelho de Seia,
onde pertence.
A sua maior festividade é em honra de Nossa Senhora da Saúde, realizada anualmente, no
primeiro Domingo de Setembro.

Vide

Vide é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 51,25 km² de área e 843 habitantes
(2001), com uma densidade populacional de 16,4 hab/km².
Está situada na zona centro do país, no Parque Natural da Serra da Estrela, a uma distância de
25 Km da Torre.
A freguesia engloba as seguintes e pequenas povoações anexas:
Abitureira,Baiol,Balocas,Baloquinhas,Barreira,Barriosa, Barroco da
Malhada,Borracheiras,Carvalhinho,Casal do Rei,Casas Figueiras,Cide, Chão
Cimeiro,Coucedeira,Costeiras,Fontes do Cide,Foz da Rigueira,Foz do
Vale,Frádigas,Gondufo,Lamigueiras,Malhada das Cilhas,Monteiros,Muro
,Obra,Outeiro,Ribeira,Rodeado,Sarnadinha,Silvadal e Vale do Cide.
Pertenceu ao concelho de Loriga até ao início do século XVII,época em que recebeu foral.Foi
vila e sede de concelho até ao início do século XIX (1834), tendo nessa época passado a
pertencer novamente ao município loriguense até 1855, ano em que foi integrado no concelho
de Seia. Em 1801 era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha 750 habitantes. No
entanto nunca foi um município pleno, no verdadeiro sentido do termo, nem vila tal como como
foram Valezim ou
Alvoco da Serra
Últimos estudos, levados a cabo em 2002, confirmam que o povoamento do Vale de Loriga em
cujo extremo se encontra Vide, remonta aos finais do Paleolítico Superior.
Entre as zonas de Entre-águas e de Ferradurras, nesta freguesia, há alguns núcleos rochosos
que possuem várias inscrições rupestres, os maiores descobertos até agora, que foram objecto
de estudo por parte da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica, e que segundo os
traços gerais apresentados, pertencem à Idade do Bronze. A aldeia da Vide tem vários acessos
sendo os principais a EN 230, que vem de Oliveira do Hospital, e a EN 238, na Portela de
Loriga, cruzamento com a EN 231 que liga Loriga a Seia.

A Igreja Matriz de Loriga

Sabe-se que Loriga é uma povoação que tem mais de dois mil e seiscentos anos de existência
no exato local onde existe o centro histórico da vila, uma colina entre ribeiras, defensável e
perto de duas abundantes linhas de água. E a propósito do acesso à água, os habitantes desta
plurimilenar povoação tinham ainda disponível uma nascente, hoje conhecida por Fonte do
Vale, e que sabe-se foi também bastante valorizada mais tarde nas épocas romana e medieval.
Sabe-se que nessa época a povoação estendia-se desde aproximadamente o local onde existe a
convergência de três ruas, e a área onde hoje está o centro de dia da ALATI. A povoação era
defendida por muros e paliçadas e sabe-se que a atual Rua de Viriato, no troço entre a antiga
sede do GDL e a antiga Casa do Povo, coincide exatamente com uma parte dessa linha
defensiva da povoação. O local onde hoje existem o adro e a igreja era o ponto central dessa
povoação, e assim iria permanecer durante muitos séculos. É portanto completamente natural
que com a cristianização da população e com a chegada dos Visigodos este local fosse eleito
para construir o primeiro templo cristão da então Lorica.
Sabe-se que os Visigodos construiram pelo menos dois templos em Lorica, e digo pelo menos
porque encontrei indícios, que não consegui confirmar da existência de mais uma ermida além
daquela que construíram onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo e que era
dedicada a S. Gens. A dada altura cheguei a pensar tratar-se da ermida de S. Bento, a tal que
deu nome à area e à ribeira mas essa, embora confirmadamente já existisse no século XII não
é anterior ao século X. Certo é que os visigodos construíram a ermida de S. Gens, e na época
era mesmo uma ermida porque aquele local ficava fora da povoação então existente, e quanto
à escolha daquele local não é de excluir a hipótese de ser um antigo local de culto pagão,
dadas as suas caraterísticas. Dada a religiosidade dos loriguenses, é no mínimo estranho que
uma devoção tão antiga a um santo tenha sido completamente abandonada, que tenham
deixado cair em ruínas a sua ermida e depois a tenham recuperado mas com outro orago. Não
consegui encontrar uma explicação, e como se isso não bastasse e para completar o "anátema"
a que os loriguenses condenaram o santo, mudaram-lhe também o nome de São Gens para
São Ginês, um santo que nunca existiu. Mas o pormenor da mudança de nome pode ser
facilmente explicado pela passagem dos séculos, pelo isolamento e pela "adaptação linguística"
que tende a inclinar-se para as formas mais fáceis, e Loriga também é conhecida pelas suas
"singularidades linguísticas” e pelo uso massivo de alcunhas.
Também é certo que os visigodos construíram um templo dedicado a Nossa Senhora no exato
local onde hoje existe a Igreja Matriz, tratando-se de uma pequena capela cujas dimensões não
andariam longe das que tem a ermida de Nossa Senhora da Guia. Sabe-se também que na
época visigótica Loriga tinha o estatuto de paróquia, que dependia do bispo de Egitânia ( atual
Idanha a Velha ), e que a paróquia abrangia uma área aproximadamente equivalente ao antigo
concelho loricense na sua fase maior, que foi atingida em meados do século XIX. Obviamente
foi impossível saber com exatidão a área da paróquia na época visigótica mas fiquei
surpreendido com a descoberta da mesma e com a existência de algumas localidades em redor
de Loriga, que ainda existem e das quais apenas duas atingiram o estatuto de freguesias.
Nestas andanças da pesquisa histórica há muito tempo que aprendi que até algumas aldeias
mais pequenas que alguns consideram insignificantes podem de facto esconder uma história
milenar. Em sentido contrário existem localidades que hoje têm alguma importância e cujos
naturais se esforçam por inventar um longo passado que nunca existiu. Portanto, os tais
"casais" referidos nos “pergaminhos”, cujos habitantes iam à igreja de Lorica ouvir missa, já
têm uma longa história que nunca foi registada, e infelizmente uma dessas localidades foi
recentemente e injustamente amputada do seu estatuto de freguesia. E digo igreja de Lorica
porque o uso da atual versão do nome romano, ou seja Loriga, só se consolidou
definitivamente na primeira metade do século XIII. No início da nacionalidade, a consolidação,
a administração do território e a necessária fixação das populações implicava a atribuição de
forais mas também a criação de condições para a prática do culto, e é por isso frequente ao
longo da história a construção de igrejas por iniciativa real. E a esse propósito os reis
mandavam construir igrejas em povoações que já eram sede de município ou em povoações
que seriam elevadas a essa condição, tudo para ajudar a fixar as populações, e outras medidas
eram tomadas nesse sentido, e por exemplo muitos castelos foram feitos também com esse
objetivo. O pormenor a considerar é que o estatuto de município andava sempre a par com o
estatuto de paróquia, portanto as localidades que tinham igrejas eram geralmente sedes de
concelho, e seria certo se a igreja fosse mandada construir pelo rei. Sabe-se que a Igreja de
Loriga foi mandada construir pelo rei D. Sancho II em cima da construção do já referido
pequeno templo visigótico do qual foi aproveitada a pedra onde foi gravada a data da
construção, o ano de 1233. Assim, essa pedra colocada por cima de uma das portas laterais
virada para o adro, na igreja atual confirma a sua longa existência, correspondendo à data da
decisão da construção. A decisão real nesse sentido deve-se principalmente ao facto de Loriga
pertencer à Vigariaria do Padroado Real. A Igreja foi dedicada desde logo a Santa Maria Maior,
um orago que se mantem, sendo um templo românico cuja traça e fachada principal fazia
lembrar a Sé Velha de Coimbra, embora obviamente sem a monumentalidade desta.
A igreja tinha três naves e as dimensões eram próximas das atuais, mas para além disso a atual
igreja nada tem a ver com a antiga e o que vemos ali é fruto de várias reconstruções e
alterações, sendo que as mais radicais foram consequência do sismo de 1755. Já muita gente
se interrogou sobre o porquê das graves consequências do sismo de 1755 em Loriga, e por isso
ficam aqui algumas explicações. Em primeiro lugar, Loriga está situada num local
geologicamente sensível, num sítio de transição entre dois blocos rochosos diferentes, de um
lado o granito e do outro o xisto, facto que é suficiente para provocar grande agitação em caso
de sismo. Além disso, e para piorar a situação, a colina entre ribeiras não é muito sólida porque
foi criada com depósitos arrastados pelo antigo glaciar que rasgou o Vale de Loriga, e por tudo
isso é que as consequências do sismo foram tão graves na vila de Loriga. De sublinhar que os
estragos não se limitaram à Igreja Matriz e o terramoto, além dos estragos provocados em
muitas habitações, provocou o desabamento de uma das paredes da residência paroquial e
abriu fendas no robusto edifício da Câmara Municipal, construído no século XIII, e cujas
paredes do rés do chão onde funcionava a cadeia, tinham uma espessura de quase dois
metros. Os loricenses tiveram que lidar com todos os estragos e não receberam qualquer ajuda
externa, apesar de o próprio Marquês de Pombal ter sido informado da grave situação.
Felizmente não houve, ou pelo menos não há registos de mortos nem feridos graves na vila.
Após o sismo que provocou a ruína praticamente completa, a igreja foi reconstruída com estilo
barroco, mas podem ser sublinhadas outras alterações, algumas das quais nada tiveram a ver
com esta reconstrução. Por exemplo, foram acrescentadas duas capelas uma de cada lado da
capela-mor, uma das quais foi depois transformada em capela-sacristia e finalmente em apenas
sacristia, e ao lado desta foi acrescentada outra capela. A escadaria e a porta exteriores que
dão acesso ao coro também não existiam e o acesso aos sinos era feito pelo interior da igreja,
sendo que estas últimas alterações foram feitas como consequência do sismo.
Com o tempo foram feitas alterações e restauros por vezes de forma desastrosa por quem não
tinha qualquer sensibilidade para a preservação do património e por isso a atual igreja, embora
bela não é tão bonita nem é tão valiosa quanto seria sem essas más intervenções. No século
seguinte ao do sismo, em Setembro de 1882, novamente se fez sentir no centro do país um
tremor de terra e, por conseguinte também muito sentido em Loriga, o qual pareceu, em
principio, não ter grande gravidade. Só que as consequências viriam mais tarde, quando todos
pareciam já ter esquecido. Em Novembro seguinte, e quando era celebrada a missa, estalou a
viga mestra da igreja tendo, de imediato, sido efetuada a desocupação do templo e retirando
algumas imagens e outros artigos. Só no fim do dia aconteceu o desabamento quase completo
da cobertura ficando apenas de pé a torre e a capela-mor. Dois anos depois foram terminados
os trabalhos da reconstrução da igreja que, tal como acontecera após o sismo de 1755, foi feita
pela população local, toda unida, e foi esta última reconstrução que chegou aos tempos atuais
embora, conforme já foi referido, com alguns "restauros" que a empobreceram.

Esta é uma citação livre de António Conde e de extratos da sua obra, História concisa da vila de
Loriga - Das origens à extinção do município.
LORIGA –PORTUGAL

Loriga is an ancient, beautiful and historic small portuguese town,


located in the Serra da Estrela mountains.
Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans,
it is more than 2600 years old.
Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in
Portuguese ), a famous Lusitanian leader and portuguese national hero.
Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only
ski resort and ski trails existing in Portugal ( Loriga is the Lusian Capital and the
capital of the snow in Portugal ).

Loriga is a small town in Portugal located in Guarda District.


Loriga is 20 km away from the village of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away
from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela
mountain range.
It is known as the "Portuguese Switzerland" due to its landscape: a small town
surrounded by mountains.
Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and
was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the
Lusitanians and Lorica by the Romans.
Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that
industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade
due to its picturesque scenery and vicinity to the Serra da Estrela Ski Resort, the only
ski center in Portugal, totally inside the town limits.

Coordinates: 40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /


40.3204694; -7.6661528

Loriga
Civil Parish (Vila)

The valley parish of Loriga in the shadow of the Serra da Estrela


Official name: Vila de Loriga

Country - Portugal
Region - Centro, Portugal
Subregion - Serra da Estrela
District - Guarda
Municipality - Seia

Localities - Fontão, Loriga


Landmark - Torre (Serra da Estrela)
Rivers - Ribeira de São Bento, Ribeira de Loriga

Center Loriga
- elevation1,293 m (4,242 ft)
- coordinates40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /
40.3204694; -7.6661528

Length4.21 km (3 mi), Northwest-Southeast


Width13.78 km (9 mi), Southwest-Northeast
Area36.25 km² (14 sq mi)

Population1,367 (2005)
Density37.71 / km² (98 / sq mi)

LAU - Vila/Junta Freguesia


- location - Largo da Fonte do Mouro, Loriga

Timezone - WET (UTC0)


- summer (DST)WEST (UTC+1)
ISO 3166-2 codePT-
Postal Zone - 6270-073 Loriga
Area Code & Prefix(+351) 238 XXX XXX

Demonym – Loriguense or Loricense


Patron Saint - Santa Maria Maior
Parish Address - Largo da Fonte do Mouro, 1019
6270-073 Loriga

Statistics from INE (2001); geographic detail from Instituto Geográfico


Português (2010)
Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a small town (Portuguese:
vila) in south-central part of the municipality of Seia, in central
Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from the city of
Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon,
nestled in the Serra da Estrela mountain range. In 2005, estimates have the
resident population at about 1367 inhabitants, in an area of 36.25 km² that
includes the two localities/villages of Loriga and Fontão.

History

Loriga was
founded originally along a column between ravines where today the historic
centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing
to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and
lowlands that provided conditions to practice both hunting and
gathering/agriculture.
When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two
areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of
the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The
second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on
the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to
construct a chapel. The 1st century Roman road and two bridges (the second
was destroyed in the 17th century after flooding) connected the outpost of
Lorica to the rest of their Lusitanian province. The barrio of São Ginês (São
Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do
Carmo, an ancient Visigothic chapel. São Gens, a Celtic saint, martyred in Arles
na Gália, during the reign of Emperor Diocletian, and over time the locals began
to refer to this saint as São Ginês, due to its easy of pronunciation.

Middle Ages

Loriga was the municipal seat since the 12th century,


receiving forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over
two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of
Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel
I).
Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and
its Matriz Church was ordered constructed in 1233, by King Sancho II. This
church, was to the invokation of Santa Maria Maior, and constructed over the
ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth
inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a
three-nave building, with hints of the Sé Velha of Coimbra. This structure was
destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls
were preserved.
The 1755 earthquake resulted in significant damage to the village
of Loriga, destroying homes and the parcochial residence, in addition to
opening-up cracks and faults in the village's larger buildings, such as the
historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An
emissary of the Marquess of Pombal actually visited Loriga to evaluate the
damage (something that did not happen in other mountainous parishes, even
Covilhã) and provide support.
The residents of Loriga supported the Absolutionist forces of the Infante Miguel
of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars, which
resulted in Loriga being abandoned politically after Miguel's explusion by his
brother King Peter. In 1855, as a consequence of its support, it was stripped
of municipal status during the municipal reforms of the 19th century. At the
time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included
the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and
Vide, as well as thirty other disincorporated villages.
Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th
century. It was one of the few industrialized centres in the Beira Interior
region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only
Covilhã out-preformed Loriga in terms of businesses operating from its lands;
companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão
& Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas,
among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is
named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry
started to decline during the last decades of the 20th century, a factor that
aggravated and accelerated the decline of the region.

Geography

Known
locally as the "Portuguese Switzerland" due to its landscape that includes a
principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural
Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia,
along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically
the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from
Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital
(Lisbon). A main small town is accessible by the national roadway E.N. 231, that
connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which
was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that
transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela
de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).
The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of
ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudanal
abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was
minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the
valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing
villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is
seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by
cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial
erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral
flanks of these glaciers.

Economy

Textiles are the principal


local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the
mid-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for
the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical
industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support
services.
While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a
tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski
Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed within the
parish limits.

( By António Conde )
Por António Conde – Loriga. Extratos da sua obra
“História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, fruto de mais de vinte
anos de pesquisa que tem sido sempre contínua.
A paróquia e a Igreja Matriz da vila de Loriga

Sabe-se que Loriga é uma povoação que tem mais de dois mil e seiscentos
anos de existência no exato local onde existe o centro histórico da
vila, uma colina entre ribeiras, defensável e perto de duas abundantes
linhas de água. E a propósito do acesso à água, os habitantes desta
plurimilenar povoação tinham ainda disponível uma nascente, hoje
conhecida por Fonte do Vale, e que sabe-se foi também bastante valorizada
mais tarde nas épocas romana e medieval. Sabe-se que nessa época a
povoação estendia-se desde aproximadamente o local onde existe a
convergência de três ruas, e a área onde hoje está o centro de dia da
ALATI. A povoação era defendida por muros e paliçadas e sabe-se que a
atual Rua de Viriato, no troço entre a antiga sede do GDL e a antiga Casa
do Povo, coincide exatamente com uma parte dessa linha defensiva da
povoação. O local onde hoje existem o adro e a igreja era o ponto central
dessa povoação, e assim iria permanecer durante muitos séculos. É
portanto completamente natural que com a cristianização da população e
com a chegada dos Visigodos este local fosse eleito para construir o
primeiro templo cristão da então Lorica.
Sabe-se que os Visigodos construiram pelo menos dois templos em Lorica, e
digo pelo menos porque encontrei indícios, que não consegui confirmar da
existência de mais uma ermida além daquela que construíram onde hoje está
a capela de Nossa Senhora do Carmo e que era dedicada a S. Gens. A dada
altura cheguei a pensar tratar-se da ermida de S. Bento, a tal que deu
nome à area e à ribeira mas essa, embora confirmadamente já existisse no
século XII não é anterior ao século X. Certo é que os visigodos
construíram a ermida de S. Gens, e na época era mesmo uma ermida porque
aquele local ficava fora da povoação então existente, e quanto à escolha
daquele local não é de excluir a hipótese de ser um antigo local de culto
pagão, dadas as suas caraterísticas. Dada a religiosidade dos
loriguenses, é no mínimo estranho que uma devoção tão antiga a um santo
tenha sido completamente abandonada, que tenham deixado cair em ruínas a
sua ermida e depois a tenham recuperado mas com outro orago. Não consegui
encontrar uma explicação, e como se isso não bastasse e para completar o
"anátema" a que os loriguenses condenaram o santo, mudaram-lhe também o
nome de São Gens para São Ginês, um santo que nunca existiu. Mas o
pormenor da mudança de nome pode ser facilmente explicado pela passagem
dos séculos, pelo isolamento e pela "adaptação linguística" que tende a
inclinar-se para as formas mais fáceis, e Loriga também é conhecida pelas
suas "singularidades linguísticas” e pelo uso massivo de alcunhas.
Também é certo que os visigodos construíram um templo dedicado a Nossa
Senhora no exato local onde hoje existe a Igreja Matriz, tratando-se de
uma pequena capela cujas dimensões não andariam longe das que tem a
ermida de Nossa Senhora da Guia. Sabe-se também que na época visigótica
Loriga tinha o estatuto de paróquia, que dependia do bispo de Egitânia (
atual Idanha a Velha ), e que a paróquia abrangia uma área
aproximadamente equivalente ao antigo concelho loricense na sua fase
maior, que foi atingida em meados do século XIX. Obviamente foi
impossível saber com exatidão a área da paróquia na época visigótica mas
fiquei surpreendido com a descoberta da mesma e com a existência de
algumas localidades em redor de Loriga, que ainda existem e das quais
apenas duas atingiram o estatuto de freguesias. Nestas andanças da
pesquisa histórica há muito tempo que aprendi que até algumas aldeias
mais pequenas que alguns consideram insignificantes podem de facto
esconder uma história milenar. Em sentido contrário existem localidades
que hoje têm alguma importância e cujos naturais se esforçam por inventar
um longo passado que nunca existiu. Portanto, os tais "casais" referidos
nos “pergaminhos”, cujos habitantes iam à igreja de Lorica ouvir missa,
já têm uma longa história que nunca foi registada, e infelizmente uma
dessas localidades foi recentemente e injustamente amputada do seu
estatuto de freguesia. E digo igreja de Lorica porque o uso da atual
versão do nome romano, ou seja Loriga, só se consolidou definitivamente
na primeira metade do século XIII. No início da nacionalidade, a
consolidação, a administração do território e a necessária fixação das
populações implicava a atribuição de forais mas também a criação de
condições para a prática do culto, e é por isso frequente ao longo da
história a construção de igrejas por iniciativa real. E a esse propósito
os reis mandavam construir igrejas em povoações que já eram sede de
município ou em povoações que seriam elevadas a essa condição, tudo para
ajudar a fixar as populações, e outras medidas eram tomadas nesse
sentido, e por exemplo muitos castelos foram feitos também com esse
objetivo. O pormenor a considerar é que o estatuto de município andava
sempre a par com o estatuto de paróquia, portanto as localidades que
tinham igrejas eram geralmente sedes de concelho, e seria certo se a
igreja fosse mandada construir pelo rei. Sabe-se que a Igreja de Loriga
foi mandada construir pelo rei D. Sancho II em cima da construção do já
referido pequeno templo visigótico do qual foi aproveitada a pedra onde
foi gravada a data da construção, o ano de 1233. Assim, essa pedra
colocada por cima de uma das portas laterais virada para o adro, na
igreja atual confirma a sua longa existência, correspondendo à data da
decisão da construção. A decisão real nesse sentido deve-se
principalmente ao facto de Loriga pertencer à Vigariaria do Padroado
Real. A Igreja foi dedicada desde logo a Santa Maria Maior, um orago que
se mantem, sendo um templo românico cuja traça e fachada principal fazia
lembrar a Sé Velha de Coimbra, embora obviamente sem a monumentalidade
desta.
A igreja tinha três naves e as dimensões eram próximas das atuais, mas
para além disso a atual igreja nada tem a ver com a antiga e o que vemos
ali é fruto de várias reconstruções e alterações, sendo que as mais
radicais foram consequência do sismo de 1755. Já muita gente se
interrogou sobre o porquê das graves consequências do sismo de 1755 em
Loriga, e por isso ficam aqui algumas explicações. Em primeiro lugar,
Loriga está situada num local geologicamente sensível, num sítio de
transição entre dois blocos rochosos diferentes, de um lado o granito e
do outro o xisto, facto que é suficiente para provocar grande agitação em
caso de sismo. Além disso, e para piorar a situação, a colina entre
ribeiras não é muito sólida porque foi criada com depósitos arrastados
pelo antigo glaciar que rasgou o Vale de Loriga, e por tudo isso é que as
consequências do sismo foram tão graves na vila de Loriga. De sublinhar
que os estragos não se limitaram à Igreja Matriz e o terramoto, além dos
estragos provocados em muitas habitações, provocou o desabamento de uma
das paredes da residência paroquial e abriu fendas no robusto edifício da
Câmara Municipal, construído no século XIII, e cujas paredes do rés do
chão onde funcionava a cadeia, tinham uma espessura de quase dois metros.
Os loricenses tiveram que lidar com todos os estragos e não receberam
qualquer ajuda externa, apesar de o próprio Marquês de Pombal ter sido
informado da grave situação. Felizmente não houve, ou pelo menos não há
registos de mortos nem feridos graves na vila. Após o sismo que provocou
a ruína praticamente completa, a igreja foi reconstruída com estilo
barroco, mas podem ser sublinhadas outras alterações, algumas das quais
nada tiveram a ver com esta reconstrução. Por exemplo, foram
acrescentadas duas capelas uma de cada lado da capela-mor, uma das quais
foi depois transformada em capela-sacristia e finalmente em apenas
sacristia, e ao lado desta foi acrescentada outra capela. A escadaria e a
porta exteriores que dão acesso ao coro também não existiam e o acesso
aos sinos era feito pelo interior da igreja, sendo que estas últimas
alterações foram feitas como consequência do sismo.
Com o tempo foram feitas alterações e restauros por vezes de forma
desastrosa por quem não tinha qualquer sensibilidade para a preservação
do património e por isso a atual igreja, embora bela não é tão bonita nem
é tão valiosa quanto seria sem essas más intervenções. No século seguinte
ao do sismo, em Setembro de 1882, novamente se fez sentir no centro do
país um tremor de terra e, por conseguinte também muito sentido em
Loriga, o qual pareceu, em principio, não ter grande gravidade. Só que as
consequências viriam mais tarde, quando todos pareciam já ter esquecido.
Em Novembro seguinte, e quando era celebrada a missa, estalou a viga
mestra da igreja tendo, de imediato, sido efetuada a desocupação do
templo e retirando algumas imagens e outros artigos. Só no fim do dia
aconteceu o desabamento quase completo da cobertura ficando apenas de pé
a torre e a capela-mor. Dois anos depois foram terminados os trabalhos da
reconstrução da igreja que, tal como acontecera após o sismo de 1755, foi
feita pela população local, toda unida, e foi esta última reconstrução
que chegou aos tempos atuais embora, conforme já foi referido, com alguns
"restauros" que a empobreceram.

Esta é uma citação livre de António Conde e de extratos da sua obra,


História concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do município.
-1-

Fontão de Loriga
A mais bela aldeia de xisto,e na Serra da Estrela

Surgida no século XVI,no termo do Concelho de Loriga


(Região de Loriga),àrea onde hoje existem sete
freguesias,a aldeia de Fontão de Loriga foi fundada por
uma família de pastores e agricultores,que escolheram
aquele local aprazível para se fixarem.Outras belas aldeias
da Região de Loriga,tais como Cabeça,Muro e Casal do
Rei,estas situadas no Vale de Loriga,tiveram a mesma
origem em épocas diversas.É o caso também de
Teixeira,Frádigas,Barriosa,entre outras,na mesma
região.Dentro da mesma freguesia,e perto de Fontão de
Loriga,existem Fontanheira e Tojoso,dois lugares com
origem idêntica,mas mais recente,que nunca chegaram a
ser aldeias com "dimensão".
Nossa Senhora da Ajuda é a Padroeira de Fontão de
Loriga,orago da capela local,e as festas em sua honra
realizam-se anualmente no segundo domingo de Agosto.
( Por António Conde )

Visite a bela aldeia de Fontão de Loriga

A bela aldeia de xisto de Fontão de Loriga,não tem tido a


divulgação que outras aldeias com as mesmas
características têm tido.Como resultado,o Fontão de
Loriga,tal como outras belas aldeias da Região de
Loriga,não são tão conhecidas como merecem.
Visitar a aldeia de Fontão de Loriga,é uma verdadeira
aventura de regresso ao passado;Casas típicas,com
paredes e telhados de xisto,ruas estreitas em degraus,tudo
rodeado de quintas em socalcos,num pequeno vale
verdejante e soalheiro!
Na próxima vêz que for à Serra da Estrela,visite a bela
aldeia de Fontão,freguesia de Loriga,Região de
Loriga,Serra da Estrela.Vale a pena a visita!
012345






89
        9
9
 99  

 
 9 
9 89
!8    89
 !"9   9
 #$%%!
9
&9 9
989
 '
()9 '
9 *9
 +  98    
 9
   9 
9
89
 9
99
 9    !
9!) 
9
 ) 
,    *9
 (89
 8 -       99 *9
 +




89
  9 *9
 9  .
 / 

89
 #%)  !
9 0%)  !
9' 1%)  !

9.
  2#%)
98 93  

 

9 
 49  9 516(#%78  +
3 )9 9*9
  :
 99   ; 9


9!9 
99!8   9 9
 #$%%!
9 
 
9"9 
9< 98   3 )9 89
!
8    89
 !"9 
89
  ,   
 
  =76
!>  

!     9 !9 
  : 9


9  
?
! <   !9'9 9) "9
9!
) 
 *9
 9 !  9  




-99
  ;0%@76A72$6B&5@26A8178B>C
DC0%2#%0$60@&5$$$78#1@>CD
0%2#%0$60E=5$$$78#1

FGHIJK

- < *
('  +
123456637859
2  9
5
23 25  2339955 9365


5653
653 9
5
 97 956
3
39  956
!93
39955 9365
"
9
#595
$

856
73
5
 56

3 % &  9
5
559'1 993(39955 9365)

439 
!3
953& *3 
!3
953 9
5
339 9
5
36345
+,-.(/,/, )
 9
53 /01+-2+.34-5671.-2893+85:;<;/03.,0/4-/1673444+8,91:;<
/03.,0/4-/=73444+8,9
32/3,+'(.
)6 923  235 
:
2+.379'(-
) 23 6 9235 
>935.43,8'?(+/ @
)
 865
79-(,0+8)
"3
7,+374<'?(-9< @
)
>A
65<B5%933
5
6 5
59 5% 3 $ 9  9
5

1
3C 3:1(A10)
 39("1):1(A1D+)
E.+44, 31
 56F 34,7007. 9
5
>935 3G93
H(D.8+),.9IIIIII
"3 7J 9
3 3 9 9
3 3
59 5
55$59
5$5
9
59
2>93 59 5% 3 $ 9 +0+-
4,7007. 9
5
5

 9 E6(,00+)=3 9582
35
6 9 E 
 #3 9K

 9L (,0+0)

 9
5( 93 389 
5
M6 NO
PQR)
5  ( 93 3
4
65)
 23956859 23

856
7 3
5
3956
 956359 23
9
 #595

,0'557 9 3
5
/0'557 9 
3 90'557 9 #5955.,0' 9 
! 
3 63
2339955 9365 5
9533E,0+8 3 
53 254323
93
38 865
55! 79-
25!
5
55935 .43,8'?25

63 23 6 56



3 23   9
55234
6653 % & 3
S

TUVWXYZWYZ[\Y]]W^]V_[T^]W`Y[a]WbcV[WXVcde[^Z[WXV[YZfWcZX[gcdXWf[YZb[TUVWXYZWYZ[aYVXh[YZb[Xic[jc]k[YZfWcZX[X]YbWXW^Z[^e[lcWZ`[Xic[lW]XiadYfc[^e[mW]WYXiUV_
1234567

9




 
   
 

   
 
!"## 
$
 

    $
%
 % $

%
 
 

%  
  
  &  
'(
   
$
  


   $
 %  % 
 
   

  () 
$
   % 


%$ *
+,
- .$ 


 


/%
 
$   %%
% ) 
 
 


 %0 (


  1


 02  

  3

%


9

 
 9  %
 

+,
- .1+,

-3$
4  $ 


%
5
+


6 
$ ) 
 %+,
-$6  $   7 
-8 $    
9%
:
 $
  
 

  
  +,
- .$
 
%
 

;

<=>?@ABCDE=@?FGAH=BIECFAJC?FE@DAK=FEL?AMAK=FED?A?F>=FNA=FEDE@A=OAPQCA@?>CA=OAPQCAP=J@NA=FEDE@A=OAPQCAK=FELC@HCAMAK=FEDRC@HCADC@PBELQCA?@IAPQCA>?E@A?@IACHHC@PE?BAS?FPA=OAPQCAL=?PA=OA?F>HA=OAPQCAP=J@TAK=FED?ASFEICHAEPHCBOA=@AEPHA>EBBC@@E?B
@?>CNA?AF?FCAL?HCA=OA?A@?>CAPQ?PAQ?HAFC>?E@CIAUEFPR?BBGAR@LQ?@DCIAO=FA=UCFAPJ=APQ=RH?@IAGC?FHT;

V2WWXYZ[\Y3

9
  % 0! $
   
 00]"1^
,
(_ $ 
 9




$    
7

` a3$0!bc1    

7

ddd3$0b2b1 e  7

)3  0f0b1e  g
d3
9
  % 
   
(
h


g i6 
 
  0!]]$e  +
dd 
 $
 
/

+g g
$
 
 
 ) 
 %1   
/ ) 

 %
  36
  (
a4 
 

 4   $  
+j)
6
    

  02ff a/$
%


 
 %  
02ff a/      



9
$
  
% 
   $  


%  4% /   k     $


 
  %
 1
  0] 37
  
g a
h
  9


 1
   
%% 
 
 
% $
6
 ,3%
 %%

  
9
%%
7

 

dg 

h
   9  $  h
 9  ' $ 
 9
  
%
   g k%
 

 e  h d0lff$
a
 %%
$  %%

  %    % 



0c 7
 
   % 1m
 0lff3$  % 
9
 
% 
7

+ $6n$+i* $  $)i 
) $ 
   
%
  
9
   
     0c
 d

   i  * d


$%%  +   
!# m
6
 ,
4% 
9
  
 
%   
 o

% ( 
$(
 $p

7
$%$p_ $9 ,

qd ,
$7 
9rg$9$5* 
$g
 6 9
$

 
  
 9
$7 7 
9rg$ 





 
   

  
 
   
!# $

   
 

;

23456789



       
 !   !    "#$
%&'   (  "!  ")
   ")* ++ )*"
,*- .   ,*/ 012% !" !
)32% !" !4 522% !" !   
6/* 7&8!   **   #&$&159)
    "#* "#&$&5536
 !  122:7)  #&$&55;);&1% !
  ! "! + 6;:2!   8-   
/ ) 9:<2!  / = ! 7&
> +*?( +)! *! +!  "
  &>! +)@/ +*  
*     %) 
! &   "9;;9! #
+ *  1;2!* ++6  @7) 
+=*A)= , B &>   )/ )
+ % !" !> 6  7)**
"")+  %  !  "
  )   *  "   
" % "&


CD4E4F


>G 
 G 0/ *G    
!(9; )   * *  *" 
+  "  &>/   !* !
 )*(!% ) !! )   
+&

01245678992

4 89259  5 8 2
 5 8 12289 222 172  8 45 5125
2 2885592 18
7887  1818
2 42
 1 45 55218 2845 8 45
5 472 2 8
5592 
48
12252121
8 9 71229 45 2512
82 89845 4758584

!"#$##"%#!"&'()#*+$))&,"'))-$#"'.#"#/0&1"2$&#/$##*$,#$
#/(*)##*$'"'("#/#)-*/%3 #+#/#"4"**$'$5)#*"!$$&'6/'$7/&"48
9")/*#:#"/&!+)8,"&#"*&;/*#(2$!<.0,0$),/&)#*(,#"'0#&#"
-$*)!3 #)=

:>?@ABC@BDEAFGDHI@@JIAKIDF@LFIMC@N@ODEAFG?@FP@QFGDRH@S@TUVCGWAE@PGFX@ABC@YFGZ@FP@JIAKIDF@LFIMC[@\LFIVDEC@@
ODEAFG?@FP@ABC@AFYI@FP@QFGDRH@S@]GFX@ABC@^GDRDIE@AF@ABC@CUADIVADFI@FP@ABC@X_IDVDWH`DA?a<


bQFGDVH@IH@Q_EDAcIDH[@QFGDRH@CX@dFGA_RH`
b
b
Q^efgJ@N@Q^efLJ@QhifjJk^ehl@
LJijehl@

Tij@N@ODEAKGDH@VFIVDEH@MC@QFGDRH


m/*2$n(3$o!$"7*"2(")$-/*#(2(")$.)#($'$
&$4"**$'$5)#*"!$.')#*#/'$p($*'$=q"3rs.tu83v'"w*"$."
'"&)'$'"-/-(!$,/&$!'"ux.sy$1z83v:uyxt<=
m/*2$"&,/&#*${)"$|y83'$p($*'$"ryy83'"m)1/$=
}o!$n$,"))~o"!-"!$5urx."#"3$,"))/€q/**"
-"!$5rr|.)"2(&'/
(3#*$$'/-*/‚",#$'/'n,$'$)$#*w).,/3(3-"*,(*)/'"ƒ=u
83'"-$)$2"&)'")!(31*$&#")."&#*"$),/#$)
ƒsy3:;/*#"!$'"m/*2$<"xsty3.$,3$'$m$2/$
„/3-*'$/&'""&#*/&,$,/3$5rrƒ=
}€*"$(*1$&$'$o!$"&,/&#*${)"$(3$$!##('"
…("o$*$"&#*"/)††y3"/)xuyy3=

p"&#~!,/‡m/*,"&)"/(!/*2("&)"
ˆ*$2/‡4$&#$‰$*$‰$/*
„Š'2/;/)#$!‡su†y

‹w'n,$'$)7/,$3$'$$Œ4(~$;/*#(2(")$Œ'"o'/€)
,$*$,#"*~)#,$)'$)($1"!~))3$-$)$2"3=5)#w
)#($'$$-$*#*'"††y3'"$!##('".*/'"$'$-/*
3/&#$&$).#/'$),/33$)'"xtyy3'"$!##('"
'$)…($))"'")#$,$3$;"&$'/)
}1(#*"):x|u|3'"$!##('"<"$;"&$'/p$#/
:x††x3<."n$1*$$'$-/*'/),(*)/)'"w2($‡$
91"*$'"m/*2$"$91"*$'"4="&#/.$)…($)
)"(&"3'"-/)'$5=q=}=9='$o!$=}91"*$'"
m/*2$n(3'/)3$/*")$7!("&#")'/9/}!o$=

0123457893
48 5 8  1548 2582 85 59 5

8

!"#""$%%&'%"()**$*+,#%#&#*-%&#+
.,#/012*3456#+
7("8*%9(,"5#*'+)$(""%:;<=+#,#*&#"7#%>*#
?#$(!*#"
5#*'+,$@#*A#"(#%(B*"#('#C$(,D&#
5#*,(+/"
4&#$#EF31*F3"G$+$%"H%#>*#,"*#+
#,A6#5#*'$("&##
BI*,*J""+#G*$&#2&#*#5#*'$(+)$(""#%:;KL+M##"
GE4+/#**#+*A#>(,!*#+
)*%!,+.,#.7:&*NO,#*+&*)$+P(,"Q$RH(,
%M#*$'S+,3
##('#"#(#,>*%O"%(*&,#E+M!,#R,#%
*",#(%("%S
)%T#(*"13(9(#R"$*(#%UV$(T#S131>6#
R"$*(#%U"V$T#S+,#%
*&,%#*"#%&*#,W3M#*N%+#&#(#%#"
)""*'#N)
"","EF1*F"G$+&"*#*""!&#*#*,(+Q$*X
#"##(#+(#&*%*#
2#%('#"'##3

,#*"#"'%(A6#Y

5#*',>*#$,#*"#"'%(A6#,#%Y
+,$,"""1,N%+(#,#(,T#"5#$*+%:"V$(T#"
:;;Z3
[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[[

\893
48  52 89  8  1548



]^_`a_bc`_^de`fg_^h^de`fi_j^e`fika^be^leak^b_^mfn_j^e`fika^be^iklopnfge^de`fgklqk^h^de`ficklqk^k^_^rks_^r`flgfr_n^k^far`kqgflbpmkn^be^t`_que^b_^mfn_v^de`fi_^e`icnw_xqk^be^qkc^leak^afnkl_`j^ca^g_qe^`_`e^bk^ca^leak
yck^qk^a_loka^r`_ofg_aklok^fl_nok`_be^wz^a_fq^bk^befq^afn^_leqv

5#*,+)##(#%""#&#4#%(#5#>*'+&##A6#Q$)#+(#
{*%D(#R,$1**".*S+$%)#*>6#$(#,#(*#
(#**#%(#3|{*%D($)#*%%#*)#*X$(5#*,
$"(#,#*A6#")#*X+&*#"#&#(#%#35#*,+"#
%+N(#%"(',#$*A'$***+"Q$"*#$5#*'+,#%#%%#
'(),"#3|&*9&*##""#'#(!*#*#%(#$%5#*,3|
4#%(#&$*%OT(#%+""#B$&#A6#*N',(**+
#$&*#'#(%#"$*('$**,#%#5$(#R}5|4J/5~1JIE|4~C
/1I4~C.1IS3$%,#**#%M#*$'"$%(#%Q$%(N%&*,%(
(*"#T!"#%(#+("#%('(),#"('$""
"T9*"&##A6#R&#*#+,#$*AN&A,(*&*(,&"#
>*6#T9*,#"S3

0123453677956
2
6 7
 7179

91711
34
2
67
7
367

!"#"$%&"'"(')*+$+$,-./$.01(2$3,*.,*"$4."+,)3$2"4(*$5,*./,+)$-
/(6,(/$-5*)36,4"#$4,+,"/(1,314$2($/78,-2"*9,2,:-,52"3"0,#(+,*.,5$
4"*1;*<)$+$.$+$-)$')*+$%&"53$--$6,:-,<),$!"#"$%&",=(-.,9>3$(-
+,+"(-3(4,-,(-2,*."-$*"-5,-)/1()"/(1(*$43,*.,*"3,-3"4"2$4"*+,
9"?,,-.>"2,*./"9(-.@/(2"+$#(4$7A"B$4,+,C"/(1$5"*+,$!/,-,*%$
9)3$*$0)3'$2."9>3$(-+,2(*2"3(4$*"-5,=(-.,3$2.)$43,*.,5$403+$
#(4$5$-$4+,($-+,D$6,%$5E)/"5D$-$4+"F,(5,B(+,7


GH316616
I3579
JI
6K7
6K347L1
795K
277
1457143579
1
6K347L17 35
795K7567M
116
N16M
1675
J
G
8$0!"2$!/0:/"3$*$,=(-.,5!"/,=,3!4")3$-,!)4.)/$$*./"!"3@/'(2$2"3
3$(-+,+"(-3(4$*"-5*)34"2$4"*+,,=(-.())3$*.(1"-$*.)>/("5*)3$
0!"2$,3<),"*"3,+$!"#"$%&",/$C"6/(1$5,.(3"4"1($+,,#(+,*.,"/(1,3
204.(2$7C"6/(1$5'"()3$(3!"/.$*.,!"#"$%&"'"/.('(2$+$5D,4.$,
C)-(.$*$5*$-,//$7
./$+(%&"4"2$45,+(#,/-"-$*.(1"-+"2)3,*."-5$!"*.$3C"/(1$2"3".,*+"
-(+"6,/%"+,B(/($."5<),.,/>*$-2(+"*"-O,/3;*("-"*+,'"(!$-."/
+,-+,2/($*%$7P(*.,/,--$*.,$+,-2/(%&",=(-.,*.,*"4(#/"3$*)-2/(."
O(-.@/($+$C)Q(.R*($5+"S(-!":E"/+"F,(*"TUVWXYZ[777\)2,+,)"!$-."/
B(/($."5*$.)/$4+,C"6/(1$59"?,$#(44$+,C"/(1$5*"2(3"+$\,//$+$
]-./^4$5S(-!$+"+,D"(36/$5$"<)$45$"-<)$/,*.$$**"-+,(+$+,5$24$3$/&"
F,_+"-C)Q(.$*"-5,2$-"),3P#"/$2"39)3$*"6/,-,*9"/$*"$**"
U`a777[7/)$!/(*2(!$45+$b/,$3$(-$*.(1$+"2,*./"9(-.@/(2"+$#(4$
+,C"/(1$5.,3"*"3,+,B(/($."5,3-)$9"3,*$1,37

cdefghgifjkglgimidnopqjiriglesdihsitfudejivilgiwfsgixpsiyjfiuddjizuojpiojl{souhgiyjfitgq|ghgd

i}jlesifjkglgidj~fsigiu~sufgihsi€jfugimidnopqjiriglesdihsitfudejiv
G
(*+$9"?,,=(-.,3!$/.,-+$,-./$+$5,)3$+$-+)$-!"*.,-T-02)4"‚
$7D7Y52"3<),"-F"3$*"-4(1$/$3C"/(2$$"/,-.$*.,(3!0/("7!"*.,/"3$*$
$(*+$,=(-.,*.,5-"6/,$F(6,(/$+,C"/(1$5,-.>,36"3,-.$+"+,
2"*-,/#$%&"5,0)36"3,=,3!4$/+$$/<)(.,2.)/$+$0!"2$7
,-./$+$/"3$*$4(1$#$C"/(2$$]1(.R*($T‚+$*9$:$:B,49$Y5ƒ$4$6$/$
T4!,+/(*9$Y5\,44()3Tƒ"3$/Y5\2$44$6(-T\$*.$/03Y5„4(-(!"TC(-6"$Y,$
C"*1@6/(1$TC"*1/"(#$Y5B,/)/()3TB(-,)Y5S$4$.)2,4)3TS"6$+,4$Y5D"*;36/(1$
TD"*+,(=$Y,,3(*()3TD"(36/$Y7]/$)3$,-!02(,+,,-./$+$,-./$.01(2$
+,-.(*$+$$$?)+$/$2"*./"4$/"-3"*.,-O,/3;*("-"*+,#(#($3./(6"-
123456763824596
2 4 63

!"#
$267 993 986793%&
6 68'6(9)96*+9 356)6 4)4 4 6 8 9437,%1 93
3 (6 6 93(9 (92%63% 75 763 8 5 93-8649 '86436754
9 ( 47%4(61
34526)6.3 76/ 697 &90 1435 862
06365 44 (6 5 6526
64 4659'3 7 9 7 7 4 9(9 82 93 (614*6 63-925 97,%1 9'%97354528 9
6( 763(9 61
2863&69456*: 3'34526)6.3 86436%48602759628( ;2 79
( 98975< 49 9%&939' 8%486 9;261864356 936434
9 93%9735 28 68
286 84 6 4%6 66=> 73

?@ABCDEFBGBHIJBKDECLEMNOLPGQE@LKRPGJ@STCDELEKRAERSJ@RER@DHREUEVRGGDEMLPWR@DECREXD@AREY
Z989 988749 98679'% 3% 2648(9 5[7%46 \9 4%6'286(9)96*+9%635 06
;2 % 9 2(9(216*: 3 %635 93 1435 75 37925 9319%643 93
] 887493' ;2 75 5675979 686967 976 9323396%975 % 2(9 ;2 33 3
%635 93 356)6819%61446 93 838549397 6,74%6)6756
8 1435 75 6
676%414 6 7 36=85493;2 '69%975 ^ 49 \9 4%6' 686( 76328
19%61 7,
49'97 63&69456*: 3 356)68676356 63 93 %2 393
7 % 33^ 493/399 )4)_7%46'5643%989/
26 391936 ^) 43`8 33 3
%635 936967 976 93' %206(9(216*+93 319%92(6 6\9 4%6'34526)6.3 79
647 6%97& %4 93975 9Z635 19'92 9Z635 9'( 59 6a9 5 16
\9 4
6b93c%219d6222647 6 68)438) 4363 28763 63727 6*: 3 63
&69456*: 3;2 614 14354 68'8636%52618 75 7919%616( 7633 )_ 8
( 63391563e( 9(<3459c%98(1 568 75 6 664 46% 46 63
27 9
6;26193\234567936( 763%9735 2868633263&69456*: 379%489 93
8975 3';2 416 686( 763%986%&
6 6 93 986793a 19%975 ^ 49'
1 3 369468 3%91& 938 1&9 319%643 676%414 6 7 367+9 6
9,74%9% 45c 49

f##gh hijigkg"#kggl#i jigh m# l"#n o"#piggh#qh#kh 


hrh## p

\9 4
6'7945689c848(9 5675 (6 6936434
9 93'93;2643% 46 686(6 <;246 416 68286
12345651547656689
1 3 6 5124137476 3624246513
21 6
46 1354312652471746 9123456 2126 51
61261264  45 6 6 56 1251 681 265
6239 366 6135 7  2471 1 6 626367 1712 6 
289
4 ! "1 31516422 1 176567671 24 #24756
$4696765124$65 31236  %246 7316 12 6561
&4 45 36 # 143' 514 44$631 1"  7()))9

*+,-./012/340-356+7/83739:;30.7/4./<9-+=./>.;-3?

<9-+=./>.;-3?@/A.-;+/,./.B8+4.-3./CD+/-+737;3D/.1/;+--.21;1/,+/EFGG
H
)21"6I62413 3656 26 61264 361526734 724J1
$4 4#476 62$146565136 41K1 131L4 1 1 76
K6 5567 25665651MNOO96 46421"6 12631323P 47
732! 6$1 62661L1242126 1316 1Q568&1651
4326 4 61716#6564 65 7321 7 1 K6 54
51 2561 4 351MRSS  6 6 62151 K652 561 7651
2
&6 79624344$6421"623P 4765 7()))21 63621 56
62151 61264 1266$1 62469
1 516217 K4 6724  K1%246121 71Q 261Q
&462462465T65265U16 142#24214V 676986 7))WK1
36 57 226)21"6I624 7"26126 673"1 5186 6
I6246I64296 1 56316515 7())"1L4 46662#K4651
%246 K1472465664 1 $4 45 121 71 51 5471 156X4P 46
V364 625126 124566266
6256W 1 414 5 1 7 11K1  621 Y76 64 Y5
6221521 $4 63Q$466 4 426 12$4 2144  9 51 1
621 "1211 46 263 662425 7(&) 65K424 5636
6 346Y2144 6Y 7316 52$7 1 14 5Z 1&451 6161
[14L14269

H\]^_`^abc]defcgc^h]dij`dc^klbcmn]dh]dkolip]dqrrrH
H
01234567291
61 62
1 9  2 2176 



17 672 71723 4


719131
7 36571
6467
9  1313 37

3
7  126
6  36  
!"#$%&'()*#+%,*'-'.'/0)*%#1&'2)3)4567#%81'75)*#)&%19'**%1&'
()*#+%&/*%7:'-'*-%&'&/%1&;-%&%1,7):'<=)&'>?!0)71)@'7*#A/'1B'<
CCDE,&'>?!0)71)FFF'<CGHI,&'>?!0)71)J'<CHKH,'*'-'.'/0)*%$7)")&'
>?L%7/'$F'<CMCH?
N)<>?!0)71)FFF,%"#$%*'-'.'/)=*#<'#*)0)*%$*;+#)8&%&)&#*':%<'7:'='$)*'#B,''<CHKH,>?!0)71)
J&))/()*#+%%)0#&%$+)O$"%*)L%-5%&),5'*&'#*)&'(/P1L%-5%&),A/''*%
:%<.;<1'75)*&'Q$#"'#*%&)@)1=#:%$'&'R%7&)<#$,&)%S3)-)70#*<%&%'<
CHKK,'<%#1:%*&'=)*>?L%7/'$F?T)'7:%7:),%=U1%<)*:'&)*'0'*#&)
0#&%$+),%"#$%")$:)/&'0#7#:#"%<'7:'=%*%)1.'71&%N)*)%?T)1;-/$)
VFF,)-)7-'$5)&'()*#+%%.*%7+#%%W*'%-)<=*''7&#&%'7:*'%X)*:'$%&'
()*#+%85)Y':%<.;<-)75'-#&%=)*X)*:'$%&)!*3)B'X'&*%1
(%"*%&%1,#7-$/#7&)%1W*'%1&%1%-:/%#10*'+/'1#%1&'!$")-)&%
R'**%,N%.'S%,9'#Z'#*%,'J#&'?T%=*#<'#*%<':%&'&)1;-/$)VFV,'<C[DE,)
-)7-'$5)&'()*#+%=%11)/%#7-$/P*J%$'\#<'R%\'1&%
]'#*%?J%$'\#<,%-:/%$%$&'#%5#1:U*#-%,*'-'.'/0)*%$'<CG^C,')-)7-'$5)
0)#'Z:#7:)'<C[DE,=%11%7&)%='*:'7-'*%)&'()*#+%?!$")-)&%R'**%
*'-'.'/0)*%$'<CMCH'J#&'+)\)/&'%$+/<%%/:)7)<#%7)1;-/$)VJFF
'0)#'$'"%&%%=%*UA/#%,<%11'<7/7-%:'**'-'.#&)0)*%$)/-%:'+)*#%&'"#$%'
#11)*'0$':'_1'7)1'/.*%13),<%1")$:%*%<%
1'*#7-$/P&%1=$'7%<'7:'7)-)7-'$5)&'()*#+%'<C[G['C[DH*'1='-:#"%<'7:',:%<.;<
7)#7P-#)&)1;-/$)VFV?!11':'0*'+/'1#%1A/')-/=%<%W*'%&)%7:#+)
</7#-P=#)$)*#-'71',-)71:#:/'<%-:/%$<'7:'%&'7)<#7%&%4'+#3)&'
()*#+%?`11%10*'+/'1#%1-)71:#:/'<:%<.;<%!11)-#%S3)&'a*'+/'1#%1&%
R'**%&%`1:*'$%,-)<1'&'7%"#$%&'()*#+%?

012345789
45 1 1 35  32  21 2 3922 10592 !"#$ %&#' (#'$#$)#%* +,+-&$%.&$.$&##&%$$#/)#%0 12
3#%&#$%&#2#%455$%6(#'' 7%% $&$2##$8%&#$#/)#%-.&$&#2 #*%.!%/$$&#%9%"%&#6
:
;;;;;;<=>?@AB;C;DEA;F?GA;?HIDJK>?AG?LAIA;MKNOK?GP;IQJIQ;=;?HRS?=;I=;JCSDG=
;;;;;;TUTB;VDAHI=;WAIQ>?DW;X;SYAEAIA;>QF=GDZ[=;?HIDJK>?AGB;EAJB;\];H=;JCSDG=;T^U;=J
;;;;;;G=>?SQHJQJ;_>=IDL?AE;`D>Q?J;Q;=DK>=J;_AH=J;IQ;G[a;<=>?@AB;SYQ@=D;A;JQ>;DEA
;;;;;;IAJ;G=SAG?IAIQJ;EA?J;?HIDJK>?AG?LAIAJ;IA;bQ?>A;UHKQ>?=>B;Q;A;ASKDAG;JQIQ;IQ
;;;;;;S=HSQGY=;Jc;S=HJQ@D?D;DGK>A_AJJ]dGA;QE;EQAI=J;I=;JCSDG=;TTaeQE_=J;Y=DFQ;QE
;;;;;;VDQ;Jc;A;f=F?GY[;DGK>A_AJJAFA;<=>?@A;QE;HgEQ>=;IQ;QE_>QJAJa;hQE=HJK>AK?F=
;;;;;;IA;@QH?AG?IAIQ;I=J;G=>?SQHJQJB;C;VDQ;KDI=;?JJ=;AS=HKQSQD;A_QJA>;I=J;ASQJJ=J
;;;;;;I?iRSQ?J;X;F?GAB;=J;VDA?J;AKC;X;ICSAIA;IQ;K>?HKA;I=;JCSDG=;TTB;JQ;>QJDE?AE;X
;;;;;;FQGY?HYA;QJK>AIA;>=EAHA;IQ;<=>?SAB;S=HK>DRIA;H=;JCSDG=;U;AHKQJ;IQ
;;;;;;f>?JK=a;j=EQJ;IQ;QE_>QJAJB;KA?J;S=E=;kQ@AK=B;lmHIQ@AB;<Q?K[=;n
;;;;;;U>E[=JB;kQI=HI?HYAB;eA_AIAJB;oD@DJK=;<DRJ;pQHIQJB;p=D>A
;;;;;;fA`>AGB;<=>?EAGYAJB;<A@QJ;qAHK=JB;jDHQJ;b>?K=B;QKSB;iALQE;_A>KQ;IA;>?SA
;;;;;;Y?JKc>?A;?HIDJK>?AG;IQJKA;F?GAa;o;EA?=>;Q;_>?HS?_AG;AFQH?IA;IQ;<=>?@A;KQE;=
;;;;;;H=EQ;IQ;oD@DJK=;<DRJ;pQHIQJB;=;EA?J;IQJKASAI=;I=J;AHK?@=J;?HIDJK>?A?J
;;;;;;G=>?SQHJQJa
;;;;;;pA?J;KA>IQB;A;EQKAGD>@?ABA;_AJKQGA>?AB;Q;EA?J;>QSQHKQEQHKQB;=;KD>?JE=;M<=>?@A
;;;;;;KQE;QH=>EQJ;_=KQHS?AG?IAIQJ;KD>?JK?SAJPB;_AJJA>AE;A;iALQ>;_A>KQ;I=J;_?GA>QJ
;;;;;;IA;QS=H=E?A;IA;F?GAa
;;;;;;rDK>A;_>=FA;I=;@CH?=;G=>?SQHJQ;C;DE;I=J;QOGR̀>?J;IQ;<=>?@AB;=J;?HgEQ>=J
;;;;;;J=SAGS=J;Q;A;JDA;S=E_GQOA;>QIQ;IQ;?>>?@AZ[=B;S=HJK>DRI=J;A=;G=H@=;IQ;ED?KAJ
;;;;;;SQHKQHAJ;IQ;AH=JB;Q;VDQ;K>AHJi=>EA>AE;DE;FAGQ;`QG=;EAJ;>=SY=J=B;HDE;FAGQ
;;;;;;iC>K?Ga
;
0123451689091
9 9

0123451689844859

    ! "!#"  $ %$ &'# !
"$%##( && !
%%& %#  )& #!(! )! &# "!"! $!" " *& +,+-
. /#0 " (& "!  * &1 $ !2!$ & " %!)3% )! 
%4%# "! $ ! (& "!$ #! % 4# "! $ &&""! ! "!
$ !5-  #%/ 
#! "! !"! "! %!&/ "!"!  *& +,, #!%" $  #!
 "  /$" .&## %#  ! % ! (&
#! #!(!  # "! "!2 "! ! !"! "! %!&/ !$ 6788
)%" " !4$ "$%##( !$ - . %95 $("
 "!!: !2%%# " &&""! )! !%!4 $  4#
!#  %#!$!%#- ;#<! "! $ (! !
&'# ! "$%##( $ #!$ (%"  %4$<!= 4 % $'%$
$  "! %:# (%%9
&'# %$ *  !$ )! %5 !2# "!$ ! !%($  $ "
!   95 ! $ $!9  "!&'% "! #"  !5 "! 
>%# %!&/ "! ?-
@! %" "! (!""!$!%#! !4A 4 4!# $!9%" !& (& "!
 !# !5 !#1 "!!#4" "!%# "!  "*"  )!
#& $ !$ !&95  # !&!(%#! #! /#0 " %#! "
' !1 $ !#!A %"!" $ $ (!%/ %%&-
B%4$ #$*$  0( !2#3% "! (! ! !( ! %
&'# "! !5 "$%#95 ! "!%$!%# " #!#0  %5
"A! %!2#3%- C !(# #& #95 (!%/   ' *
%!!1 % $'%$  !$ 1#  )! :1 * !%/!" %  !&D
"!!%(&(!  (& "!  0& ! !%# " !5- ,%4!&A$!%#!
%##<! )!  &# %5 $"$ "!"!  *& +,+ %!$
 !%"!$ $  ! $ ! %4$ $  E!4$ "$%##(E "! FG6H-

IJKLMNOMNPKLQRSJMNOTNPKUVJNOTNWXYJZM[NOXN\MOXNOMN]XYYT[N^TROX_KTNMXǸVROXNMNaMYZMRLMNOTNWXYJZMN


b$  !2#!$  c% !#d% ! # "! !) !2#!%#! !$
C#&-*   #& " %!(! !$ C#&-

efghijfkfgljmihnopfqre4stuv56sh6w96sp4614x4145986s4wq615v9


y %$!   !! $ !%" " *  $% %$ "$!%# $!"!(&
(0# $ !4!3% z A%- { &1 % *  (0# )!
 E(!5E  $!9  ##  %$!  )! (%/ " * 
$% $  %$! %& "" !& $% 0  ##&$!%#! !$
"! "%#!  $! $!#"! " *& +,,,-
|!   !! %($!%#! !$ "$!%# " *& + +, +,, ! +,,,
%&$!%#! !$ "$!%# " *& +,, %&(! )%" ! 4& "!
&$#! #!# %"! #*  #& C#!& " .5 * !4!" $
C#!& "!  $!9%" $ #"!  ! !4!" $ C#!& "!
.% "!  "! .5 ! 4%&$!%#! " .5-
. !#" $% "!  ! $ !*! "! !#" !##*
|!#%"  :"  %#&  %#! }!$% %"! $ ! ! (($ #
&#% $# !"- b# !#" &( !%#!  " %"! (
0123456142748 2
6 7 252 3717 28 2 31068 6 2
6 7 252 26 7023728
2 4   46 426 4 274 6204 4 1 263048 24 0  7372
6 2
3106 46172 2 164 610 2 20 2 26 2
 230 24 5640 74 2 2 22 1232 17 732 8 6 64 6 633012146
2 162 24 2 2248 36 64075612 32 17 6 6406 368 6 746144 6
6
634 5640 74 20! " 32 2 #106 2  $18 01202346 2 642
640122
$ 00  6  1747268 2 640122 1232 %7 07 722 646

6 %7 3401 28 152 56 6306 1 5 02 6 %73274  4!   23064


6 17408 20! " !22 6 017302  4!  &&
23 6301 6
% 3732630 2 20 2 '()* +6 2 640122 1232 06172 47 74456  , 1 47
1236 %670 6 -17 2 46 01321  4 27164 . 4 73 4017274 0/0674 2
6712 306171  12306  4!  &&
 0204 15241 -172 612  2307  36 6 -17 28 6740712  24
3064 123248 2 6 24 2732 674068 6 2  0128 3401 2 416 2
276712 6 +6308 1 7 3 4!  &38 6 224 %272 2106 2 640122
1232
6 7 252 2 52 2 16402306 7!17 123
$ 306 1232
6 1 7 640252 470 22 2  24 66324 6 6014 2
4 42306 2 20 2 3068 02! 3401 2 6 612 24 2022 6 %73274 
+!  && $ 2307 2 640122 1232 6472 6 2 20 2 2 2  #108 4 72 6 2
20 2 2 2  373568 2235252 2106 2 20 2 2 2 6 371720 24423
2 2 2 52 630 674063068 4 72 6 24 20 274 1 24 72 
 0735 6 +22 12 212 8 244252 32 20 2 $56372 $ 40 - 74 863648 32 162
35672 1 21167128 46 73 6 2 20 2 2 2  967671 6
716 " 306 1232 416 2 276712 6 -17 28 02! 35672 1 276712 2
256 6 276712 24  16 24
'3016 2 26 2 6 ++62407 6  670!178 674072  01 6
2 22 1232 6 3461522
6 3 67252 :5724 2 373 ! 416 2 4 2
56126712 17 68 24 73%6 76306 2 2106 %7 6401 2 6 2
16402306 4061122
23 %7612 2 640122 63016 2 2 2  #10 6  670!17
; 2017.37 5740.17 3 32 %7 64072 6 -17 2<
 2 32 1470226306 35672 1 2 2248 , 2%24022 2
57 28 2732 67406 5640 74 6 3461524  177075 257630 2
640122 1232
=
>?@ABC?DEFGCHEIJCH?KLGMLEC?NCLJA?O?PEFGMHEI?JA?QCHERI?S?TUGHIGCF?JI?CVHI?JA?KLGMLEC?NCLJAW?XPEFGMHEI?YCLYEFI??
JI?ZEBI?JA?QCHERI?S?[IF?CHERALF?\?AUGEL]^C?JC?_`LEYabECc=d


eefeghijklmnjkieoijopqieqirsneletpqkusplevlewpxlevneyispzle{
eeeeeeyispzl|qpkn}~~}
e
e
gelsu€plenele‚zsnƒle„lksp…evlewpxlevneyispzle
e

‚mlznmelhuqeie†xkpmiesnqklsiefvnqklewn…emlpqernmen‡nklvienme€ne‡islmeoisspzpviqenssiqe‡npkiqenmeljknspisnqesnqklkiq{ˆevle‚zsnƒle„lksp…evlewpxlevnvpolvlele‰ljkle„lsple„lpisˆehlvsinpslevneyispzle
e
ŠIVAOFA?‹`A?QCHERI?Œ?`_I?bCZCI]^C?‹`A?GA_?_IEF?JA?JCEF?_EB?A?FAEFYALGCF?ILCF?JA?AUEFGLYEI?LC?AUIGC?BCYIB?CLJA??AUEFGA?C?YALGHC?DEFGMHEYC?JI?ZEBIW?`_I?YCBELI?ALGHA?HEVAEHIFW?JAŽALFZAB?A?bAHGC?JA?J`IF?IV`LJILGAF?BELDIF?JA?R`I
T?I?bHCbMFEGC?JC?IYAFFC?\?R`IW?CF?DIVEGILGAF?JAFGI?bB̀HE_EBALIH?bCZCI]^C?GELDI_?IELJI?JEFbCLaZAB?`_I?LIFYALGAW?DC‘A?YCLDAYEJI?bCH?’CLGA?JC?“IBAW?A?‹`A?FIVAOFA?ŽCE?GI_VŒ_?VIFGILGA?ZIBCHE”IJI?_IEF?GIHJA?LIF?ŒbCYIF?HC_ILI?A
_AJEAZIB?ŠIVAOFA?‹`A?LAFFI?ŒbCYI?I?bCZCI]^C?AFGALJEIOFA?JAFJA?IbHCUE_IJI_ALGA?C?BCYIB?CLJA?AUEFGA?I?YCLZAHRLYEI?JA?GHF?H`IFW?A?I?HAI?CLJA?DC‘A?AFG?C?YALGHC?JA?JEI?JI?KQK•–?K?bCZCI]^C?AHI?JAŽALJEJI?bCH?_`HCF?A
bIBE]IJIF?A?FIVAOFA?‹`A?I?IG`IB?—`I?JA?“EHEIGCW?LC?GHC]C?ALGHA?I?ILGERI?FAJA?JC?˜[Q?A?I?ILGERI?NIFI?JC?@CZCW?YCELYEJA?AUIGI_ALGA?YC_?`_I?bIHGA?JAFFI?BELDI?JAŽALFEZI?JI?bCZCI]^C?™?BCYIB?CLJA?DC‘A?AUEFGA_?C?IJHC?A?I?ERHA‘I?AHI
C?bCLGC?YALGHIB?JAFFI?bCZCI]^CW?A?IFFE_?EHEI?bAH_ILAYAH?J`HILGA?_`EGCF?FŒY`BCF?š?bCHGILGC?YC_bBAGI_ALGA?LIG`HIB?‹`A?YC_?I?YHEFGEILE”I]^C?JI?bCb`BI]^C?A?YC_?I?YDARIJI?JCF?“EFERCJCF?AFGA?BCYIB?ŽCFFA?ABAEGC?bIHI?YCLFGH`EH?C
bHE_AEHC?GA_bBC?YHEFG^C?JI?ALG^C?QCHEYIŠIVAOFA?‹`A?CF?“EFERCJCF?YCLFGH`EHI_?bABC?_ALCF?JCEF?GA_bBCF?A_?QCHEYIW?A?JERC?bABC?_ALCF?bCH‹`A?ALYCLGHAE?ELJaYECFW?‹`A?L^C?YCLFAR`E?YCLŽEH_IH?JI?AUEFGLYEI?JA?_IEF?`_I?AH_EJI
IBŒ_?JI‹`ABI?‹`A?YCLFGH`aHI_?CLJA?DC‘A?AFG?I?YIbABI?JA?›CFFI?ŠALDCHI?JC?NIH_C?A?‹`A?AHI?JAJEYIJI?I?Š?˜ALF?K?JIJI?IBG`HI?YDAR`AE?I?bALFIH?GHIGIHOFA?JI?AH_EJI?JA?Š?œALGCW?I?GIB?‹`A?JA`?LC_A?\?IHAI?A?\?HEVAEHI?_IF?AFFIW
A_VCHI?YCLŽEH_IJI_ALGA?‘?AUEFGEFFA?LC?FŒY`BC?––?L^C?Œ?ILGAHECH?IC?FŒY`BC??NAHGC?Œ?‹`A?CF?ZEFERCJCF?YCLFGH`aHI_?I?AH_EJI?JA?Š?˜ALFW?A?LI?ŒbCYI?AHI?_AF_C?`_I?AH_EJI?bCH‹`A?I‹`ABA?BCYIB?ŽEYIZI?ŽCHI?JI?bCZCI]^C?ALG^C
AUEFGALGAW?A?‹`ILGC?\?AFYCBDI?JI‹`ABA?BCYIB?L^C?Œ?JA?AUYB̀EH?I?DEbMGAFA?JA?FAH?`_?ILGERC?BCYIB?JA?Y`BGC?bIR^CW?JIJIF?IF?F`IF?YIHIGAHaFGEYIF?[IJI?I?HABERECFEJIJA?JCF?BCHER`ALFAFW?Œ?LC?_aLE_C?AFGHILDC?‹`A?`_I?JAZC]^C?G^C?ILGERI
I?`_?FILGC?GALDI?FEJC?YC_bBAGI_ALGA?IVILJCLIJIW?‹`A?GALDI_?JAEUIJC?YIEH?A_?H`aLIF?I?F`I?AH_EJI?A?JAbCEF?I?GALDI_?HAY`bAHIJC?_IF?YC_?C`GHC?CHIRC?›^C?YCLFAR`E?ALYCLGHIH?`_I?AUbBEYI]^CW?A?YC_C?FA?EFFC?L^C?VIFGIFFA?A
bIHI?YC_bBAGIH?C?žILGA_Iž?I?‹`A?CF?BCHER`ALFAF?YCLJALIHI_?C?FILGCW??_`JIHI_OBDA?GI_VŒ_?C?LC_A?JA?Š^C?˜ALF?bIHI?Š^C?˜ELFW??`_?FILGC?‹`A?L`LYI?AUEFGȐ?ŸIF?C?bCH_ALCH?JI?_`JIL]I?JA?LC_A??bCJA?FAH?ŽIYEB_ALGA
AUbBEYIJC?bABI?bIFFIRA_?JCF??FŒY`BCFW?bABC?EFCBI_ALGC?A?bABI?žIJIbGI]^C?BELR`aFGEYIž?‹`A?GALJA?I?ELYBELIHOFA?bIHI?IF?ŽCH_IF?_IEF?ŽYAEFW?A?QCHERI?GI_VŒ_?Œ?YCLDAYEJI?bABIF?F`IF?žFELR`BIHEJIJAF?BELR`aFGEYIFc?A?bABC?`FC?_IFFEZC
JA?IBY`LDIF•I_VŒ_?Œ?YAHGC?‹`A?CF?ZEFERCJCF?YCLFGH`aHI_?`_?GA_bBC?JAJEYIJC?I?›CFFI?ŠALDCHI?LC?AUIGC?BCYIB?CLJA?DC‘A?AUEFGA?I?–RHA‘I?ŸIGHE”W?GHIGILJCOFA?JA?`_I?bA‹`ALI?YIbABI?Y`‘IF?JE_ALF AF?L^C?ILJIHEI_?BCLRA?JIF?‹`A
GA_?I?AH_EJI?JA?›CFFI?ŠALDCHI?JI?˜`EI?ŠIVAOFA?GI_VŒ_?‹`A?LI?ŒbCYI?ZEFERMGEYI?QCHERI?GELDI?C?AFGIG`GC?JA?bIHM‹`EIW?‹`A?JAbALJEI?JC?VEFbC?JA?TREG¡LEI?¢?IG`IB?–JILDI?I?“ABDI?£W?A?‹`A?I?bIHM‹`EI?IVHILREI?`_I?HAI
IbHCUE_IJI_ALGA?A‹`EZIBALGA?IC?ILGERC?YCLYABDC?BCHEYALFA?LI?F`I?ŽIFA?_IECHW?‹`A?ŽCE?IGELREJI?A_?_AIJCF?JC?FŒY`BC?–?™VZEI_ALGA?ŽCE?E_bCFFaZAB?FIVAH?YC_?AUIGEJ^C?I?HAI?JI?bIHM‹`EI?LI?ŒbCYI?ZEFERMGEYI?_IF?ŽE‹`AE
F`HbHAALJEJC?YC_?I?JAFYCVAHGI?JI?_AF_I?A?YC_?I?AUEFGLYEI?JA?IBR`_IF?BCYIBEJIJAF?A_?HAJCH?JA?QCHERIW?‹`A?IELJI?AUEFGA_?A?JIF?‹`IEF?IbALIF?J`IF?IGELREHI_?C?AFGIG`GC?JA?ŽHAR`AFEIF?›AFGIF?ILJIL]IF?JI?bAF‹`EFI?DEFGMHEYI?D
_`EGC?GA_bC?‹`A?IbHALJE?‹`A?IGŒ?IBR`_IF?IBJAEIF?_IEF?bA‹`ALIF?‹`A?IBR`LF?YCLFEJAHI_?ELFERLEŽEYILGAF?bCJA_?JA?ŽIYGC?AFYCLJAH?`_I?DEFGMHEI?_EBALIH?T_?FALGEJC?YCLGHHEC?AUEFGA_?BCYIBEJIJAF?‹`A?DC‘A?G_?IBR`_I?E_bCHG¡LYEI
A?Y`‘CF?LIG`HIEF?FA?AFŽCH]I_?bCH?ELZALGIH?`_?BCLRC?bIFFIJC?‹`A?L`LYI?AUEFGȐ?@CHGILGCW?CF?GIEF?žYIFIEFž??HAŽAHEJCF?LCF?XbAHRI_ELDCFcW?Y`‘CF?DIVEGILGAF?EI_?\?ERHA‘I?JA?QCHEYI?C`ZEH?_EFFIW?‘?G_?`_I?BCLRI?DEFGMHEI?‹`A?L`LYI?ŽCE
HAREFGIJIW?A?ELŽABE”_ALGA?`_I?JAFFIF?BCYIBEJIJAF?ŽCE?HAYALGA_ALGA?A?EL‘`FGI_ALGA?I_b`GIJI?JC?FA`?AFGIG`GC?JA?ŽHAR`AFEI?T?JERC?ERHA‘I?JA?QCHEYI?bCH‹`A?C?`FC?JI?IG`IB?ZAHF^C?JC?LC_A?HC_ILCW?C`?FA‘I?QCHERIW?FM?FA?YCLFCBEJC`
JAŽELEGEZI_ALGA?LI?bHE_AEHI?_AGIJA?JC?FŒY`BC?–––?›C?ELaYEC?JI?LIYECLIBEJIJAW?I?YCLFCBEJI]^CW?I?IJ_ELEFGHI]^C?JC?GAHHEGMHEC?A?I?LAYAFFHEI?ŽEUI]^C?JIF?bCb`BI] AF?E_bBEYIZI?I?IGHEV`E]^C?JA?ŽCHIEF?_IF?GI_VŒ_?I?YHEI]^C?JA
YCLJE] AF?bIHI?I?bHGEYI?JC?Y`BGCW?A?Œ?bCH?EFFC?ŽHA‹`ALGA?IC?BCLRC?JI?DEFGMHEI?I?YCLFGH`]^C?JA?ERHA‘IF?bCH?ELEYEIGEZI?HAIB?T?I?AFFA?bHCbMFEGC?CF?HAEF?_ILJIZI_?YCLFGH`EH?ERHA‘IF?A_?bCZCI] AF?‹`A?‘?AHI_?FAJA?JA?_`LEYabEC?C`?A_
bCZCI] AF?‹`A?FAHEI_?ABAZIJIF?I?AFFI?YCLJE]^CW?G`JC?bIHI?I‘`JIH?I?ŽEUIH?IF?bCb`BI] AFW?A?C`GHIF?_AJEJIF?AHI_?GC_IJIF?LAFFA?FALGEJCW?A?bCH?AUA_bBC?_`EGCF?YIFGABCF?ŽCHI_?ŽAEGCF?GI_VŒ_?YC_?AFFA?CV‘AGEZC?™?bCH_ALCH?I
YCLFEJAHIH?Œ?‹`A?C?AFGIG`GC?JA?_`LEYabEC?ILJIZI?FA_bHA?I?bIH?YC_?C?AFGIG`GC?JA?bIHM‹`EIW?bCHGILGC?IF?BCYIBEJIJAF?‹`A?GELDI_?ERHA‘IF?AHI_?RAHIB_ALGA??FAJAF?JA?YCLYABDCW?A?FAHEI?YAHGC?FA?I?ERHA‘I?ŽCFFA?_ILJIJI?YCLFGH`EH?bABC
HAE?ŠIVAOFA?‹`A?I?–RHA‘I?JA?QCHERI??ŽCE?_ILJIJI?YCLFGH`EH?bABC?HAE?[?ŠILYDC?––?A_?YE_I?JI?YCLFGH`]^C?JC?‘?HAŽAHEJC?bA‹`ALC?GA_bBC?ZEFERMGEYC??JC?‹`IB?ŽCE?IbHCZAEGIJI?I?bAJHI?CLJA?ŽCE?RHIZIJI?I?JIGI?JI?YCLFGH`]^CW?C?ILC?JA
¤¥¦¦?KFFE_W?AFFI?bAJHI?YCBCYIJI?bCH?YE_I?JA?`_I?JIF?bCHGIF?BIGAHIEF?ZEHIJI?bIHI?C?IJHCW?LI?ERHA‘I?IG`IB?YCLŽEH_I?I?F`I?BCLRI?AUEFGLYEIW?YCHHAFbCLJALJC?\?JIGI?JI?JAYEF^C?JI?YCLFGH`]^C?K?JAYEF^C?HAIB?LAFFA?FALGEJC?JAZAOFA
bHELYEbIB_ALGA?IC?ŽIYGC?JA?QCHERI?bAHGALYAH?\?“ERIHEIHEI?JC?@IJHCIJC?—AIB?K?–RHA‘I?ŽCE?JAJEYIJI?JAFJA?BCRC?I?ŠILGI?ŸIHEI?ŸIECHW?`_?CHIRC?‹`A?FA?_ILGA_W?FALJC?`_?GA_bBC?HC_¡LEYC?Y`‘I?GHI]I?A?ŽIYDIJI?bHELYEbIB?ŽI”EI?BA_VHIH?I?
ŠŒ?“ABDI?JA?NCE_VHIW?A_VCHI?CVZEI_ALGA?FA_?I?_CL`_ALGIBEJIJA?JAFGIK?ERHA‘I?GELDI?GHF?LIZAF?A?IF?JE_ALF AF?AHI_?bHMUE_IF?JIF?IG`IEFW?_IF?bIHI?IBŒ_?JEFFC?I?IG`IB?ERHA‘I?LIJI?GA_?I?ZAH?YC_?I?ILGERI?A?C?‹`A?ZA_CF?IBE?Œ?ŽH`GC
JA?ZHEIF?HAYCLFGH`] AF?A?IBGAHI] AFW?FALJC?‹`A?IF?_IEF?HIJEYIEF?ŽCHI_?YCLFA‹`LYEI?JC?FEF_C?JA?¤§¨¨?©?_`EGI?RALGA?FA?ELGAHHCRC`?FCVHA?C?bCH‹`?JIF?RHIZAF?YCLFA‹`LYEIF?JC?FEF_C?JA?¤§¨¨?A_?QCHERIW?A?bCH?EFFC?ŽEYI_?I‹`E
IBR`_IF?AUbBEYI] AF?T_?bHE_AEHC?B̀RIHW?QCHERI?AFG?FEG`IJI?L`_?BCYIB?RACBCREYI_ALGA?FALFaZABW?L`_?FaGEC?JA?GHILFE]^C?ALGHA?JCEF?VBCYCF?HCYDCFCF?JEŽAHALGAFW?JA?`_?BIJC?C?RHILEGC?A?JC?C`GHC?C?UEFGCW?ŽIYGC?‹`A?Œ?F`ŽEYEALGA?bIHI
bHCZCYIH?RHILJA?IREGI]^C?A_?YIFC?JA?FEF_C?KBŒ_?JEFFCW?A?bIHI?bECHIH?I?FEG`I]^CW?I?YCBELI?ALGHA?HEVAEHIF?L^C?Œ?_`EGC?FMBEJI?bCH‹`A?ŽCE?YHEIJI?YC_?JAbMFEGCF?IHHIFGIJCF?bABC?ILGERC?RBIYEIH?‹`A?HIFRC`?C?“IBA?JA?QCHERIW?A?bCH?G`JC
EFFC?Œ?‹`A?IF?YCLFA‹`LYEIF?JC?FEF_C?ŽCHI_?G^C?RHIZAF?LI?ZEBI?JA?QCHERI?[A?F`VBELDIH?‹`A?CF?AFGHIRCF?L^C?FA?BE_EGIHI_?\?–RHA‘I?ŸIGHE”?A?C?GAHHI_CGCW?IBŒ_?JCF?AFGHIRCF?bHCZCYIJCF?A_?_`EGIF?DIVEGI] AFW?bHCZCYC`?C
JAFIVI_ALGC?JA?`_I?JIF?bIHAJAF?JI?HAFEJLYEI?bIHC‹`EIB?A?IVHÈ?ŽALJIF?LC?HCV`FGC?AJEŽaYEC?JI?N¡_IHI?Ÿ`LEYEbIBW?YCLFGH`aJC?LC?FŒY`BC?–––W?A?Y`‘IF?bIHAJAF?JC?HŒF?JC?YD^C?CLJA?Ž`LYECLIZI?I?YIJAEIW?GELDI_?`_I?AFbAFF`HI?JA
‹`IFA?JCEF?_AGHCF?™F?BCHEYALFAF?GEZAHI_?‹`A?BEJIH?YC_?GCJCF?CF?AFGHIRCF?A?L^C?HAYAVAHI_?‹`IB‹`AH?I‘`JI?AUGAHLIW?IbAFIH?JA?C?bHMbHEC?ŸIH‹`F?JA?@C_VIB?GAH?FEJC?ELŽCH_IJC?JI?RHIZA?FEG`I]^C?’ABE”_ALGA?L^C?DC`ZAW?C`?bABC
_ALCF?L^C?D?HAREFGCF?JA?_CHGCF?LA_?ŽAHEJCF?RHIZAF?LI?ZEBI?KbMF?C?FEF_C?‹`A?bHCZCYC`?I?H`aLI?bHIGEYI_ALGA?YC_bBAGIW?I?ERHA‘I?ŽCE?HAYCLFGH`aJI?YC_?AFGEBC?VIHHCYCW?_IF?bCJA_?FAH?F`VBELDIJIF?C`GHIF?IBGAHI] AFW?IBR`_IF?JIF
‹`IEF?LIJI?GEZAHI_?I?ZAH?YC_?AFGI?HAYCLFGH`]^C?@CH?AUA_bBCW?ŽCHI_?IYHAFYALGIJIF?J`IF?YIbABIF?`_I?JA?YIJI?BIJC?JI?YIbABIO_CHW?`_I?JIF?‹`IEF?ŽCE?JAbCEF?GHILFŽCH_IJI?A_?YIbABIOFIYHEFGEI?A?ŽELIB_ALGA?A_?IbALIF?FIYHEFGEIW?A?IC
BIJC?JAFGI?ŽCE?IYHAFYALGIJI?C`GHI?YIbABI?K?AFYIJIHEI?A?I?bCHGI?AUGAHECHAF?‹`A?J^C?IYAFFC?IC?YCHC?GI_VŒ_?L^C?AUEFGEI_?A?C?IYAFFC?ICF?FELCF?AHI?ŽAEGC?bABC?ELGAHECH?JI?ERHA‘IW?FALJC?‹`A?AFGIF?ªBGE_IF?IBGAHI] AF?ŽCHI_?ŽAEGIF?YC_C
YCLFA‹`LYEI?JC?FEF_CNC_?C?GA_bC?ŽCHI_?ŽAEGIF?IBGAHI] AF?A?HAFGI`HCF?bCH?ZA”AF?JA?ŽCH_I?JAFIFGHCFI?bCH?‹`A_?L^C?GELDI?‹`IB‹`AH?FALFEVEBEJIJA?bIHI?I?bHAFAHZI]^C?JC?bIGHE_MLEC?A?bCH?EFFC?I?IG`IB?ERHA‘IW?A_VCHI?VABI?L^C?Œ?G^C
VCLEGI?LA_?Œ?G^C?ZIBECFI?‹`ILGC?FAHEI?FA_?AFFIF?_F?ELGAHZAL] AF?›C?FŒY`BC?FAR`ELGA?IC?JC?FEF_CW?A_?ŠAGA_VHC?JA?¤««¥W?LCZI_ALGA?FA?ŽA”?FALGEH?LC?YALGHC?JC?bIaF?`_?GHA_CH?JA?GAHHI?AW?bCH?YCLFAR`ELGA?GI_VŒ_?_`EGC?FALGEJC
A_?QCHERIW?C?‹`IB?bIHAYA`W?A_?bHELYEbECW?L^C?GAH?RHILJA?RHIZEJIJA?ŠM?‹`A?IF?YCLFA‹`LYEIF?ZEHEI_?_IEF?GIHJAW?‹`ILJC?GCJCF?bIHAYEI_?‘?GAH?AF‹`AYEJC?T_?›CZA_VHC?FAR`ELGAW?A?‹`ILJC?AHI?YABAVHIJI?I?_EFFIW?AFGIBC`?I?ZERI
_AFGHI?JI?ERHA‘I?GALJCW?JA?E_AJEIGCW?FEJC?AŽAG`IJI?I?JAFCY`bI]^C?JC?GA_bBC?A?HAGEHILJC?IBR`_IF?E_IRALF?A?C`GHCF?IHGERCF?ŠM?LC?ŽE_?JC?JEI?IYCLGAYA`?C?JAFIVI_ALGC?‹`IFA?YC_bBAGC?JI?YCVAHG`HI?ŽEYILJC?IbALIF?JA?bŒ?I?GCHHA?A?I
YIbABIO_CH?[CEF?ILCF?JAbCEF?ŽCHI_?GAH_ELIJCF?CF?GHIVIBDCF?JI?HAYCLFGH`]^C?JI?ERHA‘I?‹`AW?GIB?YC_C?IYCLGAYAHI?IbMF?C?FEF_C?JA?¤§¨¨W?ŽCE?ŽAEGI?bABI?bCb`BI]^C?BCYIBW?GCJI?`LEJIW?A?ŽCE?AFGI?ªBGE_I?HAYCLFGH`]^C?‹`A?YDARC`?ICF
GA_bCF?IG`IEF?A_VCHIW?YCLŽCH_A?‘?ŽCE?HAŽAHEJCW?YC_?IBR`LF?žHAFGI`HCFž?‹`A?I?A_bCVHAYAHI_
123456748934
9 923 94 39  343 24264 4923948 892449 4 9442 9239
 7698!9 "
#

# 944893 984
#
$%&'()*+&%,*+%&+,-*+-(),%./+%0+1%.(23
4
56789:48;4:<4:<=8><?@A>:B?8CBD4:<E4F8;?678=4G67?B9B>;>
?6H<@D6=:?>E48<4?F>4I>77:4E:4J;?7>D:4K6B<?:8<;L
M<6H<4:;456A789:4AN4?F>45B;8?:<8:<;4:<E45678=:4AN4?F>4O6K:<;@8?48;
K67>4PQRR4N>:7;46DEL5678=:@H:;4?F>4<:K>498S><4AN4?F>4O6K:<;4?F>
56A789:@G6GBD:?86<4?F>4H:;@8<4?F>4T>7KU<8B;V=B77><?4I>77:4E:4J;?7>D:
K6B<?:8<;W:4;?76<945B;8?:<8:<4A:;?86<4:9:8<;?4?F>476K:<;
8<S:E>7;LXF>4T>7KU<8B;4F:E4A>><4?F>4A899>;?4DB;8?:<8:<4C67?7>;;4:<E
;8?B:?>E45678=:48<4?F>4F>:7?46C4?F8;4C67?7>;;@=D6;>4?64?F>4F89F
G68<?L5678=:@D:?8<48?@8;4<:K>46C46DE4H:7D8Y>4F:7<>;;@C76K4?F:?48?
E>78S>E456789:@H8?F4;89<8C8=:?86<LXF>4O6K:<;4F:E4?F>4;:K>4GB?4;B=F
<:K>4?648?@EB>4?648?;4;?7:?>98=:D4G6;8?86<48<4?F>4K6B<?:8<47:<9>@:<E
?648?;4G76?:96<8;K4EB78<94?F>4H:74H8?F45B;8?:<8:<;LV5ZO[\]
5^I[X]_ZO^`4\]IXO^`4JIXWLXF8;4:4=:;>47:7>46C4:4<:K>4?F:?48C48?
G7:=?8=:DDN4Y>>G;4B<=F:<9>E4F:;4?H64:4?F6B;:<E4N>:7;@A>8<94F89FDN
;89<8C8=:<?46C4?F>4:<?8aB8?N4:<E4?F>4F8;?67N46C4?F>4G6GBD:?86<V?F>
5678=:48;4?F>4=><?7:D4G8>=>48<4?F>4=6:?46C4:7K;WL
XF>4G6GBD:?86<4H:;4>;?:AD8;F>E4;?7:?>98=:DDN48<4?F>4F89F46<>46C4:
F8DD@A>?H>><4?H64A:<Y;@8<4:<4A>:B?8CBD467898<4S:DD>N49D:=8>7@HF>7>
?F>4G7>;><=>4FBK:<4A>8<94>b8;?;4F:;@:?4D>:;?@C8S>4:4?F6B;:<E
N>:7;L[9<67>48C4:;48?48;4>S8E><?@7>K6?>4E:?>46C4?F>4C6B<E:?86<@AB?
8?48;4Y<6H<4?F:?4?F>4G6GBD:?86<4>b8;?;4K67>4?F:<4F:;4?H64?F6B;:<E
:<E4;8b4FB<E7>E4N>:7;@:<E4:GG>:7>E467898<:DDN48<4?F>4;:K>4GD:=>
HF>7>4?6E:N4c:DD>N46C456789:48;4?F>4F8;?678=:D4=><?>746C4?F>4?6H<L_6
>b8;?4=B77><?DN@A>N6<E4?F>4?6H<@?F>4S8DD:9>;46C4\:A>d:@`B76@\:;:D4E6
O>8@:<E4c8E>L
ZC4?F>4?8K>4E:8DN4G:N4O6K:<4>b8;?;@C674>b:KGD>4:<4:<?76G6K67GFB;
;>GBD?B7>@8<4:4GD:=>4HF>7>46<>46DE4;:<=?B:7N4>b8;?>E@:?4:4?8K>4HF>7>
?F>4<:K>46C4?F>4G6GBD:?86<4H:;456A789:@>?NK6D69N46C4>S8E><?467898<
=>D?8=L56A789:@H:;4:<48KG67?:<?4;?7><9F?><>E4G6GBD:?86<@=>D?8=4:<E
DB;8?:<8:<@8<4?F>4K6B<?:8<47:<9>L_6?:AD>4G>6GD>4C76K456789:48<=DBE>
c878:?FB;4VY<6H<4:;4c878:?648<4G67?B9B>;>W@:4C:K6B;45B;8?:<8:<
D>:E>74:<E4G67?B9B>;>4<:?86<:D4F>76L
XF>4D6=:D4?7:E8?86<@:<E4E8S>7;>46DE4E6=BK><?;@G68<?456789:4:;4F:S8<9
A>><4=7:ED>46C4c878:?FB;@?F:?4H:;4A67<@H8?F6B?4:4E6BA?@8<4?F>
T>7KU<8B;@HF>7>4?F>4>b8;?8<94E>;=78G?86<48<4?F>4A66Y4H:;48<?>7>;?8<9
;F>GF>7E4;8<=>4=F8DELXF>4K:<B;=78G?4T8;?67N46C4?F>45B;8?:<8:@6C
e8;G6f`674E64O>8<6VghiRWjkLLLIB==>>E>E4?F>4c878:?64;F>GF>7E@A67<48<
56A789:@?6E:N4?F>4;K:DD4?6H<46C456789:@8<4?F>4?6G46C4:4K6B<?:8<46C
?F>4K6B<?:8<47:<9>46C4?F>4I?:7@e8;F6G78=46C4?F>4\68KA7:@?64HF8=F@?F>
C67?N4N>:7;46C4:9>@H8DD4:==D:8K4M8<946C4?F>45B;8?:<8:<;@:<E4K:778>E
8<4lS67:4H8?F4:4<6AD>4D:EN48<4N>:74gmnLLLkL]4K:8<4;?7>>?@6C4?F>4:7>:
6DE>;?46C4?F>4F8;?678=:D4=><?>746C4?F>4?6H<4F:;4?F>4<:K>46C
c878:?FB;L
I?8DD4?6E:N4G:7?;46C4?F>476:E@:<E46<>46C4?F>4?H64A78E9>;V=><?B7N4[
AL\LW@H8?F4?F:?4?F>4O6K:<;4F:E4A6B<E4?645678=:4?647>K:8<4>KG87>L]
A78E9>4;?8DD4>b8;?8<94O6K:<@6<4?F>4A:<Y46C456789:@8?48;48<4966E
=6<E8?86<46C4=6<;>7S:?86<@:<E48;4:4966E4B<8?46C4?F>4:7=F8?>=?B7>46C
?F>4?8K>LXF>476:E4O6K:<4A6B<E4?645678=:4?F>
J98??o<8:V[E:<F:f:fc>DF:W@X:D:A:7:V]DG>E78<F:W@I>DD8BKVX6K:7W@
I=:DD:A8;VI:<?:7pKW@ZD8;8G6V58;A6<W4:<E4?F>
56<9qA789:V56<9768S:W@c>7B78BKVc8;>BW@e:D:?B=>DDBKVe6A:E>D:W@
\6<UKA789:V\6<E>8b:W4:<E4]>K8<8BKV\68KA7:WL
rF><4?F>4O6K:<;4:778S>E@?F>4G6GBD:?86<4H>7>4E8S8E>E48<4?H64;>G:7:?>
<B=D>B;4C674C>H4FB<E7>E;46C4K>?>7;LXF>4A899>74:<E4K:8<4F>4H:;4GD:=>E
8<4?F>4:7>:4HF>7>4?6E:N4?F>4s87;?4\FB7=F4:<E4G:7?46C4?F>4I?7>>?46C
c878:?FB;@A>8<94E>C><E>E4AN4H:DD;4:<E4G:D8;:E>LXF>4>b8;?4:<6?F>7
<B=D>B;@=6<;?8?B?>E46<DN4;6K>4F:A8?:?86<;@8?4:4;K:DD4G76K6<?67N
76=YNL[<4D6=:D4>b8;?;4?F>4tB:7?>746C4ILu8<v;4VILu><;WL
56789:@H:;4:D;648KG67?:<?4C674?F>4c8;896E;@HF8=F4F:E4D>C?
>7K8E:@G76A:ADN4?F>46DE>74=F78;?8:<4?>KGD>4=6<;?7B?>E48<4?F>
D6=:D8?N@E>E8=:?>E4?64?F>4ILu><;@:4;:8<?46C4=>D?8=467898<@K:7?878w>
8<4]7D>;@?F>4u:D8:@?F>4?8K>46C4>KG>7674x86=D>=8:<6L]4;BCC>7>E
H67YK:<;F8G;4C76K4:D?>7:?86<4:<E4G:?76<4H:;4;BA;?8?B?>E@;?:7?8<94?6
A>4ZB7;4I:8<?4`:7N45:EN46C4?F>4\:7K6Lr8?F4?F>4?8=Y>?46C4?F>
0123456178391
56012717
9 
73 531
3
2 
391
7 623
 5
62783  
2 1


4 5315

391
9673 560
012315

391
3 2
0455123
156 36 2

391
2 18 56 873 531
3
1
471
 5
391
676 7
91
6573
094509
9 7862
21

315
 578
5 0
639
676 3607
516735 36 278471
3
 23 1
912

391
0 27354036 2
 31

!""
2
 7
#5 #15
62
$
62
391
361
% 209
&&
'
5151
3
0 2735436 2

0945098 7

5  260
31# 1
639
39511
796#78639
63
35 017
1 
051 3451
3
391
21

391

(
1
) 65 8112
7
391
46 62
9 
615123
61276 27863
9 
391
016 62
21
2
 4 3
# 62318 28912
63
 7
1735 1

391
1 5394 1

1 5
*++8 7
# 771776 2
#6034517

391
709

5,
 70
62
391
 7
6201
63
510 24157
0956736 289
 56
 7
4215
391
1-0 4761
51
626735 361
62 41201
2
100 176 7360

) 65 8620 41
391
6 56 56

. 5 
/1 &2
391
710 2
9 

012345
0&&
51 
1-6731
391
# 5679

 56 8 2
391
 6394

3912
391
7
# 017
5
10 4# 171 
391
437653780 1
3
391
3 2
3
3312
391
51 66 47
7156017
91
3 2

 56 8510161
42606#
09 53157
$2 5 67'
5 
/9,26 $71626 5
3 ,

 27

 56
62
391
361

% 27
41256417'62
"58% 27
&&&
62
!678% 27

62 6*68 2
510161
09 5315
21
5 
%8 241
&
62
+ 69639
% 27
&&&8391
3 2
5134521
3
391
215796#

391
)5 28 2
62
6*68% 27

 2 31
3
 56
3
391
:  5
8 09 
2  18 -1
 2 36 2
0 2651
62
6**8 2
315
 5
%8 241
&;43
1 296 18 315
91
1 39

391
51 31
2  18391
3 2
 7
120 71
1626361 
62
391
 7

391
)5 9&2
391
012345
0&&&8391
42606# 63

 56
120 71
391
421573 
51
123157
391
. 531
1
 56
$3  
7
2 2

. 531

5, '
2
.15 7
 5  78620 462
391
51 7

391
034 7
0 61231 17

  0

155 8) 1< 816-165 8 2
61&2
391
6573
9 

391
012345
0&0862
="58391
42606# 63

 56
# 771
3
120 71
391
# #4 36 27

391
 1>6
2
 >17

;165  1>680455123
9673 560
6 1  0

155
510161
09 5315
62
+ 68 2
61
510161
09 5315
62
391
012345
0&&843
391
42606# 63

 56
62
=!=
9 
0 1
 0
3
1
# 53

2
="6
517#10361 8 7
62
162262
012345
0&091
7112
0 61231 17
9
004#
391
51

391

 5601271
842606# 6380455123 
0 273634317
391
0 1
/16 2

 56
2
391
77 06 <,
1
2514176 7

155

?7351
639
91 
601
62
 56 
 56 867

6247356
3 2$31-36 1'76201
391
162262

012345
0&08912
163
915113
391
0
6247356
51 436 28438 2
215
012345
0&8391
56012717
#5 401
45167
2
3915
0 397
 12 3158391
13 458391
# 735
79 #8 2
 51
510123 8391
3 4567$ 56
7
12 5 47
3 45673607
# 31236 63617'8#6 57

391
10 2 
9 
73 531
3
1
# 53

391

3 2&2
 56
391
51
391
2 
76
517 53
2
1-67362
76
35 6 7
62
. 534  56
67
391
47
) #63
2
0 #63

391
72 
62
. 534 

4763 26 2
 556 57

@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@




2345679
 73 4747435





39 4 73 
5


!"#$%&'%(

234567)*$%+,-%.'$%/',0'%,1%%2'%3%-"3'
%'%0'4,$%%"!''%,1%%&'%"$5*$0#
%3',%'-"%&%"3%,"0%6!%7&%"0%%/,%8
9'%'%,2'%3%7%3'3''8.3,&'%"$-$%,!"%%
"!'):.;<=>?

249
3494@ 49
 73 4A4



1234567289
    
 

      
  !
"#
$%
! &!
 !   

%#
  %  # 
!      
 %'%#  % " 

(5)*8+!
 %%



$

!
 # 8,-  .# 
% '%# /
(601*)*2628   '% ! %#   
# % !%# %% !
%#


&  3%
4% %#  &% 
5


3%6 %

%%  
&
6%
%7
% %# 
!%  #3
#
'%#  
8%  &% 
  9
 %  %
 #%9 


3%6 %
&% 
%%%&
86%
%
  
#


%%
 3  &% 9


  
 


3$%
8 
 %

&% 
    &
$3

5
  
%% %%  :  9
 ;  

%%  &%   
  9
 !
8<% 
%7
%# 
%


 3 
 


 

%% 

&= 


 % $

%> '%# 

   ? #  
'%# !
% $   %
#7% 
@A 89
 36% 8%
3  :54% & 
% 
# %

B
C
C
D57E)46F2GH6IJK76F2G42GL6)2G45GM*7622GNG172IO*G45GM*7622G5P6IJ53J5G3*GIQFR)*GSTTT
C
 %#
 &% '%#  
% $ 
   !

 8U      
 

5     8<% "& %   % 


3 % 
!  % 4%
! 
 

  8<% 6:  9
  
V
 
V@
B %  &% 
9
%#
%% 9
8V'%# %
  3
 %# 
#   

 
V
C

C
WXYZ[\C]^Z_`X^a\CbYCc^dYCbeCf\X^gYChCi^Z_\X^aCa\Y_C\jCYXkZC



222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222


345678
6 6 6  8 468  345678

6 6 6  8 468 3456 

8    !"   #$"  3!%



&'()*'+*(+,-*./+-0120'(*./01-*30/.4+

5!# %! 6!$%!  3!%

771108.+9:0;<'+,.=>/.+-0120'(*./01?0)<,=>/.01-*30/.4+@A<'+-+1'+.1B/*1=.4.+-+1*.'B0/=+,=*1+1108.+9C*1)0/.8*,1*1DE<,-+-+*'FG-*7(/.)-*FHIJ@+1<+8/.+9:0K*.01+=.1L+M*/<'+,*8*11.-+-*N>'<.=01*,=.-+,*1=+K.)+
.,-<1=/.+)@+11.'80'0,<'+/*4.:080'0A+-*30/.4+D


12342456789
25 
!"
#$%2&85$%9
92422$$7'92()7*789'53$5+,- 242$.-5 29$%5 '73%89/-047&282+2%821,$45 2$9'242 29$2*%2.-2*94245+93%58&85%242&5*2$-21234239*28 439'2+*5128737 5456789
25289'2'-*%-82*789'53$52%7477&20$5275$%823
59875
3-342425 456-*7745 +5$%22$$7'92()7%5 2$-2$5453- $7*2847$,'-*789::+7;7*2847$<5345$5

#$'7*2=>;5$54547?
8-&2 53%745#$'7*2$456789
2
@AB!
?$789
53$42#$'7*2=>;456789
285 73%2 2 CD'7 2'892()74253%)7'72 242#$'7*2E85&282%48925?$-2$545F-3'9737-37;7*2847$<5345$+*7'2*73455$%212 %2 /, 2 29789242$$2*2$452-*2$+52$93$%2*2(G5$582
'7 &*5 53%242$&5*723%9
7549F0'9742#$'7*2E89 H892+734577I5,2$545422-%28.-925?$93$%2*2(G5$F782 $5 &85&85'H892$593$-F9'953%5$5#3%85%23%725$'7*2F7985'*2$$9F9'242+%5347$947 73%247$&219*7G5$&8,JF2/89'247$&2822*/58
287$
2*-37$.-5'73$5.-53%5 53%52- 53%282 4532 587+ 2$2$93$%2*2(G5$'73%93-212 93$-F9'953%5$5'2421KL 29$45
824242$5M45$5I74593$%2*2(G5$&84&892$5'7349
32$+5N9$%53%545$45 CD+F2L92J$5$53%98'7 29$93%53$942455#
O715 /8745 C+F79F932* 53%5932-
-8247- 549F0'97371755 /*5 H%9'7423712#$'7*2P59$659%)7+93$%2*2(G5$'-I7239'745F59%7,3)7&7$$-085 &219*7)7
9 3745$&78%9175

=2$245P5&7-$7O7$$2;53778242Q-92
A"RS"TU!
M=53%8745?$$9$%K3'92E287.-92*456789
2+F-342475 V456-*77 45 V+&85$%285*5123%5$$5819(7$372&797$7'92*+W93FX3'925W%58'5982942455E58%53'5 25$%293$%9%-9()7+2'85'75+793F23%H897+5 7*2845947$7$42=2$245P5&7-$745
O7$$2;53778242Q-925

;54542?6?Y:37'53%8779$%489'74219*2
Z
R[\!"R]^_`
??$$7'92()76789
-53$545?&797WY58'5982:4245F79F-342425 V456-*7745 +5%2*'7 7737 59349'2+45$%932J$55$$53'92* 53%5272&79727$947$7$+&893'9&2* 53%527$ 29$45$F21785'947$5E7$$-9- '53%874549237'53%8779$%489'7
4219*2+5&85$%22&79747 9'9*9H8975

?3%9
2$54547Qa632P-24599892%7+32&28%5 29$23%9
247'53%8779$%489'74219*2
Z
b]c]!"
MQ8-&7a5$&78%9176789'53$5F79F-342475 D45?/89*45 de+%823$F78 2347J$58H&942 53%53- 29 &78%23%55 '289$ H%9'22$$7'92()745$&78%912+ 2$%2 /, '-*%-82*5



123452676898
5 676466675
6
!"#$%&'%($'
))))))))))))
*+,-)./0+,121-3-)-++451-674)841)89:3-3-)0;)<=>?).4/))@4/150:+0+)34+)),-1+)A90B).4/)54:,-)./C./1-)49)30:,/4)30)A9-@A90/)1:+,1,91674)49)-++451-674)@4/150:+0B),/-D-@E-;)1:5-:+-F0@;0:,0).-/-)./4;4F0/)-)+9-),0//-G:-,-@)0)54:,/1D91/).-/-)-)/0+4@9674
34+).4D@0;-+)A90)-))-805,-;H)I4/12-)30F0);91,4)-)0+,0+)@4/150:+0+)A90B)0;D4/-):74)/0+13-;):-)F1@-B),J;)@K)4+)+09+)54/-6L0+)0)-+)+9-+)-@;-+B)-A90@0+)A90)30+0:F4@F0;).0/;-:0:,0;0:,0)9;)1;0:+4),/-D-@E4).0++4-@)49)54@05,1F4)M54:84/;0)-
4.674N).0@-),0//-)A90)4+)F19):-+50/H)O)OHPHOHIHQHR).9D@15-)9;)S4/:-@B)4)T-/2-:,-)30)I4/12-B)A90)U)9;)1;.4/,-:,0);014)30)54;9:15-674)0:,/0)4+)@4/150:+0+)0+.-@E-34+).0@4).-V+)0).0@4);9:34H)O,/-FU+)34+)-/,124+)30)O:,C:14)W4:30B)9;)54:E05134
E1+,4/1-34/)0)D0:801,4/)30)I4/12-B).9D@15-34+):0++0)S4/:-@B)4+)@4/150:+0+)-54/3-/-;).-/-)4)54:E051;0:,4)3-)+9-)E1+,C/1-);-1+)/0;4,-H)O@1K+B)I4/12-)0)-)+9-)E1+,C/1-),J;)+134)31F9@2-3-+).0@4)X/H)W4:30)-,/-FU+)34+);-1+)31F0/+4+);014+)30)54;9:15-674
.4/,9290+0+)0)0+,/-:201/4+)0):4+);-1+)31F0/+4+)+1,0+B)30+30)-)Y1Z1.U31-)M4:30)0@0)5/149)4)-/,124)+4D/0)I4/12-)0;).4/,929J+)0)0;)1:2@J+N)-,U)+1,0+)30)2/-:30):VF0@)59@,9/-@H)[9/-:,0);-1+)30)F1:,0)0)51:54)-:4+B)4)X/H)O:,C:14)W4:30)80\)9;-).0+A91+-
;1:9514+-)+4D/0)-)E1+,C/1-)-:,12-)3-)F1@-)30)I4/12-B).0/54//0:34)-/A91F4+)0)/054@E0:34)3-34+)0)3459;0:,4+)./0514+4+)A90)54;.1@49):9;-)4D/-)-)A90)5E-;49B)]1+,C/1-)W4:51+-)3-)F1@-)30)I4/12-)G)[-+)4/120:+)^)0_,1:674)34);9:15V.14H)P4)0:,-:,4)-
+9-).0+A91+-),0;)54:,1:9-34B)-59;9@-:34);-1+)3-34+)0)3459;0:,4+)+4D/0)-)E1+,C/1-)3-)F1@-)30)I4/12-B)0),934)841)801,4);91,-+)F0\0+)54;)./0S9V\4)3-)+9-)F13-).0++4-@B)8-;1@1-/)0)81:-:501/-B)A90)84/-;)-@1K+);91,4)./0S9315-3-+B);-+),934)841)801,4).0@4
2/-:30)-;4/)A90)0+,0)2/-:30)@4/1290:+0),0;)^),0//-)A90)4)F19):-+50/H)
)))))))))))))))))))))))))
)

)X030)3-)`XXOI)S9:,4)3-)`2/0S-)a-,/1\)))
))))))
b$&c  %dc"e&d$&%c"%f&%($'
)
))))))))))))
*+,-)1:+,1,91674B)30)5-/K5,0/)/0@1214+4B)U)E1+,C/15-)0)-+)+9-+)4/120:+));-1+)/0;4,-+)0:54:,/-;G+0):4)+U59@4)g`hB)0)30+30)81:-1+)34)+U59@4)gh`)A90),0;)4):4;0)0)4+);4@30+)-5,9-1+H)P49,/4+),0;.4+)5E0249)-)89:514:-/)54;4)+0)84++0)-)X-:,-)W-+-)3-
a1+0/15C/31-)30)I4/12-B)0;D4/-):9:5-),1F0++0)0++0):4;0H
))))))))))))))))))))))))
1234567249
1 



01235673897
7933116 73 6697 1  97335693 6973 56723

3897
79331 9 97336 1293 79667533
 6  61 7637
869232  6!73697 1 "  1 61 6#$# %71273
& 

3123



'33613( 623

697 1 1629318392 16&9317 1 61 6#)$$*7+15673 6!73 '3361"  6129,61
6
23715623+9761" 86
3
7939-1 3(73


.

./0.123.02450647893.:24784;<923.6<9=9123.>6?8.@205491816.?2<9@6436.16.A84853B.C<839?......
.
.


2222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222


12324256789
62 87
1 838
46
872


!"

#$%#&'(&#)

*

12245267489425
2 947 45
 758
 946
4
74
122 5
  47489425
2
477

274
 24 442
5
4 94 97 7
6547

74 955  75424

!"#$%&'()*+&,&'#-(""#
1  
477

)*+&,&'#-(""#./0#1"(2/($3#4&"5/2/($#'#6(23%&'(7&"32#8,&09:8;:<0='(>"(#(?@?A#B35#C5($DEFFGHIJ(C$3'#'(KG:8EA#BL<0=I
)1"(2/($3#.,&C$535/M'#4&",3C,&*&,#*3'#'($K)*+&,&'#-(""#D$('('#1"(2/($3#H8N/5(3"&'#O3CA#8O#$,&P$5(+($'(!#3Q&8O#$,&P$5(+($'(R30#()2/3C,A&I
)*+&,&'#-(""#"(,(B(/1&"#*'(JIS#C/(*T(0G:'(U(+("(3"&'(G;G@8'#5#(0V/('(3Q&/'(4("5(C,("#&,&C,(*A&'(7&"32#IU&3+3*#($('('(,&C,(*A&(C5"(($5#'#5#(GWEW8#C&(0V/(&,&C,(*A&1&3(Q53C5&IX3CA#8(0GWFG8??:
A#B35#C5($IPC5"(GWEW(GW;;4("5(C,(/C&+#0(C5(#&,&C,(*A&'(7&"32#8#4Y$&V/(4#$$&/#3C5(2"#"&,&C,(*A&'(-(3#I

!"#$%&'(R#B(Z#
[
\4

R#B(Z#./0#1"(2/($3#4&"5/2/($#'#6(23%&'(7&"32#8,&0W8;;<0='(>"(#(EE]A#B35#C5($DEFFGHIJ(C$3'#'(KE?8WA#BL<0=IJ/"#C5(0/35&$#C&$1&3,&CA(,3'#,&0&-%&6&0%&'(R#B(Z#I)5.#&$.,/*&^T^4("5(C,(/#&,&C,(*A&8_
4#"YV/3#(_1"(2/($3#'(7&"32#I
)$/#4&4/*#Z%&+3+((02"#C'(4#"5('##2"3,/*5/"#('#4#$5&"M,3#I
)C5YC3&'()*0(3'#-#C5&$803C3$5"&(0+>"3&$`&+("C&$8(Qa4"($3'(C5('#)$$(0B*(3#'#6(4bB*3,#813*A&'(/0#*&"3,(C$(8C#$,(/(0R#B(Z#8C/0#.4&,#(0V/(#$/#0%('#+##/*#$C#($,&*#4"30>"3#*&,#*I

!"#$%&'(-#c($'#!(3"#

42
d457

-#c($'#!(3"#./0#1"(2/($3#4&"5/2/($#'#6(23%&'(7&"32#8,&0?89]<0='(>"(#(9@GA#B35#C5($DEFFGHIJ(C$3'#'(K;98@A#BL<0=I
)4"30(3"#13Q#Z%&'(13C353+#'(/a$(D$/4e(a$(HC&$.,/*&^O8C&*/2#",A#0#'&'(f-#c($O(*A&fI
P0G;E:53CA###*'(3#?;4($$&#$Ig&(C5#C5&(,&C53C/#C'&_4"&,/"#'(4"&Q303'#'('#>2/#*(+&/_1/C'#Z%&'&V/(.A&h(##*'(3#'(-#c($'#!(3"#4"&4"3#0(C5('35#Ig%&$($#B(#'#5#'#1/C'#Z%&'#$/#1"(2/($3#L4#"YV/3#80#$$#B(a
$(V/(1&3C&3CM,3&'&$.,/*&^OTTTIP0G:9G.('313,#'##$/#T2"(h#S#5"3cI
J($'(#$/#1/C'#Z%&8-#c($4("5(C,(/$(04"(#&,&C,(*A&'(-#C'&03*#5._(Q53CZ%&'($5((0GW9?8'#5#(0V/(4#$$&/#4("5(C,("#&0/C3,M43&'(7&"32#Ig&0(3&'(5&'#$#$"(0&'(*#Ze($#'03C3$5"#53+#$$&1"3'#$D(0V/(-#C'&03*($5(+(
4"($5($#4("5(C,("#&,&C,(*A&'(7&"32#H8#1"(2/($3#'(-#c($D,&""($4&C'(C5(#5&'&&5(""35Y"3&'#$/#4#"YV/3#H4("5(C,(/#&,&C,(*A&'(7&"32##5.GW;;8'#5#(0V/(($5(1&3(Q53C5&I
0123457898
8
12



     ! " #$ " %& ' ()&** +, " -  ).. /0!1! 2)33(45 61""7 (*&( /08+,5
9!1'  '1':/ " % ! (;(< "!  = >:?' " @ '0 : " 65 A1: B& 1" "   C ! "  " " D" 1 1E' " ': FDBB5
D :!   1':E" 1 1'E " %& '  1':$ :1 " D"  (*.<&  ! (*;;& 1 '1':/ " %5 9 1!$  '1':/ " @  =: !1' '!:1!5

G$ " D:C



HIJK

D:C     ! " #$ " %& ' (3&L< +, " -& .*) /0!1! 2)33(4  "1""  :'1: " .<&L /08+,5
> /M!  '!  = 1  ? " ?::'1 2:? " :!  ?: =1 45 N1!&  1! :1" 0   " 1  " D:C 1' "  '! /!M' : :'1" ' %5 6C  :1"7 O1"
" : " %&    '/ P=: ?:  ':7 Q! ?: R > " :?  1" "1"   1  D:5O 6 '!     : " %&  1$ :?  !S5
> 1' '!?"" '1M' "  :T$ !$ :" P ':!  !E'& ! " /0!T$  P '1!'T$ '?:5
U   :  !0E"  ()3(&   65 V$ " W X:5 Y (;(<  1 ?"   65 A1: B&   '1!!  '1':/ " 1 :  " "5 Y1!  1  " (*.Z  (*;; !1'  '1':/ " %5
Q "!  1!" 1 '1':/ " @& 1" !1'5
>   !?""   / 1 " Q  @1/  " @["& :C" 1:1!& 1  6 1 " @!05



01234578\
78

H]

D"     ! " #$ " %& ' ;(&); +, " -  *<. /0!1! 2)33(4& '  "1""  :'1: " (Z&< /08+,5
Y!- !" 1 C1 '1! " E& 1 9= Q!: " @ " Y!:&   "!^1' " ); _ "  5
>  1:0  1!  =1  ?T` 17
>0!&G:&G:'&G:=1/&G&G&
G' " A:/"&G '/&N?:/1/ &N: " #&N W&N"& N/$ N&N '"&N !&W 1! " N"&W C " #&W C " D:&W-"&a 1"&%&A:/" " N:/&A 1!&A
&U0&U!&#0&# "" &@1"1/&@:?":  D: " N"5
9!1'  '1':/ " % !  1E' " ': FDBB&  '  = '0 : !1  ' M=   =   !? !"C" 1 :& "  '  1!1"" &  !1! 11' !? '!  " ?: '
%& D:C  >:?'&   !"Cb 1  0$ 5 Y !T$ 0E " !1  " ! (*.<& !1" 1  ' "  !1' 1 ?1!  :11!  1'E :1 ! (*;;& 1  =  1!" 1
'1':/ " @5 Y (*3(  '1!!E" 1 :  " "  !1/ c;3 /0!1!5
d:!  !" & :?"   '0  )33)& '1 =  ?1! " D: " %  'e !  1'1! D"&  1!   1 " 9: :E!' @5
Y1!  C1 " Y1!b-  " W"& 1! & /- :1 1[':  '/  =   ?- 1'T` !&   "'0! !  & =  0e'! " !"   ! " >'T$ 9 ! "
B1?!T$ >= :M'&  = 1"  !T  1!" & !1' P B"" " G1C5 > :" " D" ! ?- ' 1"  1'  YQ ).3& = ? " U:? " f !:&   YQ ).*& 1 9 !: " %&
'C1! '  YQ ).( = : %  @5


111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111


3456754894
 6
9744
744 6
974

65445 694 69  6   6


974

111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111


3456789
558  6568
49

3
1232456
78889


   
9    !  "#$%
  %
 
   &  
 
' 

9 ()*8
+ 
+ " ,  
)---
  #$"
 ,
 
.---8
$ /"+

 )---

0 8& 12
3   /  
 ' 

)---  8
4().+ "5
6
  1

, %
 
     
  
7    8887
8+5 
 9: 
7 !; 
& (<=-7
> 7 

?   
@8    

 %
1   2   A
8
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
3$
 2C  
    
D
EEE37

       2
E1 &  8$
 ,       , F
     1


  GA  +   "H
 
878I:8<8)8(@
EEE37    E 
7
1  2  


  



 1
 
 2/ 
9778J8(8KK@
EEE37888  5 
8889   
2 
 
 
E888J
 
2C 1        1 8888L 
9,
8KK8(8(3)@8888
E9 ,
 
9    
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
30      2   
 %
   84    ? 

     2 
 /  
 , 8$    %
 


   

 :  
  
   M 2/  8    
%

1 : 
  3 A  
 %
     
/        
2C   A 8$  F 2C  :   
5

  
 
  7 7
  
 
 %
A5 %

A  

  
 1
:  /  
 ,
   
,7
>
7  7 78
  

   2   
 9 
8 
9    @ 
 %

   
/ 
A2C 
 
 8$
 3
 11  
 
A   :G   
 
  8 
2
 @8
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

N
3I&    
2
 8I&O"$
69O0$4I&6;"$90&6; 90@M2/
11   
   A 8I  1     M

2/ A  2/ 9 
      

  ?   
 %

1 >
8L  
  
1    2/    2
 
  
 86 
 %
 A     5
    1  : 
 
2/8 
2A 2  /:  
123456
7892
4 2 42 12  238 4818488244
94
24  892
243  8438 48324 9 4
92 294 49 48 8 2 8 982928412346 94
9224349 44242
48 98292841234 88 
!29248 48 4
6" 44  49 48 42 8223
 2 848 894 24492 294424#  384 448
83892  6
$4849%9844 2 89 38 4 3944988924 
38438 2242
849286
" 2 4249884 9449844 4448 & 6'46(65
8) 8*84832
49478924489 4 29286"4 94432
414
789244"
2+24&'44%4%! 345 ,434494&3 9245 - 332&,8495 -43342&-4495 .3228&72845
478
92
4&78
92145 ! 992&!2 5 /434 3&/84 345 (8092
4&(8 2 45
22&(829456
1488*848
494 481848 41421224 8223 86.
4289 92243 2414% 49 48 8 2 4'
9 434924 4
49  92894*4 !29248 41498
288998
432446.89823 8 82088984424#  414
384324488 98892898888 8 2 8/42998
-6526&-65 56
1234 7892
4 9   8942 788*+24& 89284, 994
7892
48 8 $6888 92) 5 89 2$688''' $688!
$634 3' 8389'' 9''' 9! 9!' 9  214  6
"3 2424  7892
4 9 24!2
49249248:49848* 43 84
  624 (8294 4'
9 434924  2444-443492434289 82
4448909 389 2$6-48'' ;<==6"94 3898+28
9641  944  9289  34 4-! 34 (82946>82
 904 3828 ;?@@6
.8 38 7892
4&443*
28 7892
4523049 48 8
2 49
 24 31884- 994 (4 4 -44 4
/ 294 , 2 294 !43 42 !2 6'2243    8389'' 448
20288389'9 8320287892  4238 !43 42 8
24434:89 34 7892
46
31884- 994 ) 9   9489438389!' 829 2
9488
(8 38 7892
4820288389'96!2 ) 9   9443
4488248
389!'' 4
8924 1234 829 2
9448320287892  4 4846
 34 29247892
44123429243  92028838
9'96(
84 944384324 422924324444/ 294
' 9289 82394444 34443   8 38  488
38996.
94 242883892  39448484
4 8 ) 94 42 822348 444 9248
3899 4224 944 2  9441 324 94498446
34 8
2883892   44  8) 8 3292
7892
4A.8438 4483 49   2992
48) 84244
4942801 34424
3892  6 838
8   4 48 8
3892  890944) 34894
2
4 4 948948143  38
4 9
88 143 9236
7892
4   89 8 24324 9024 422424
+24 )2 2   :89
43 838432444 
7892
467892
4 442434 1 :89
436
442  9
 24842
8(8 38 7892
4&232841234
5 4442 924384324 4 4 82 4*
28
7892
46  4384324 82 44 8248 >9
 24
4- 9944"9 34 8  41234 7892
46

CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC
123245678
48 3 2  324
 !""#$$"$ %&%'(%$$%
)%&"'"$) $*% &+"$%",%-'"."$"%%&%
'"/%0%$1&%&2%"3%%%$"4%-'"%
+"+#$"#"*%1&1%2'"*'% $)%$52$%)%
%%&)%!""%'%*% %"$#"&'%
2#%$5$"!$"+!""!$"* $%1&*$$%!$"+"
4$+'"&# $%(%#"''%1&"*''%,"$"
5%#%%67%)%$"#"*%#/"''%8&$%$)1&%
#"%#"'%'%%2"+9,"$"**%"(%')%%%1&
$&"%'%+$%%$2$ %"%$"2%2'%"$%('#
$%2"'% $%%+""+ %#$ :&;*"
.%$%&$%$%!""+%$$"''#*"%$%"<%
#&%/%$&#"%&%#"%#"#"''& %&
#"+"*/$%$"+*$)= %#&%##%$%*2$%&%
/"''%%&%'(%%$'%#%"$*"'$%'#"%"$#
*"%$"+%2$%%$'%*2"(")<
,"$""*"%$%% "$!" "+$%'"'%$"
4$+'#$#""%>%$&-"*$$%?%$$
@$%'#%%$%%#%2%$"*%*"'&$%2$%*"%')"
!$"+!$"* $%1&*$$%!$"+"4$+'
,"$"#2$"%"+$%A'""%&%"+ +$%
$%+"&"'"$)"2'&"*'"(%') $%'1&
"$","$"2$(%%"&%*)%""("'
*2*""%%2%%*"'%$&$ %*%&"*'
A'""*","$"#')%%2%$**&%"*%*"'
*(%$&" %%$ %!""
1&%2%$2#%$ %"&%')"%$$+%#)"
#"$%$%&%'"$'%$%*#$B$"')"
#%$* "+$% %2$ %1&#"**%
'"%% "$&%!"","$"#%'%*
'%%$$"*&2$"
,"$"'%%$""$%*%#"% %*"(%%%$%"%*% %
!""*%$ %4$+%%+"2#%$'"(%$"
*"%$%"*%""&%%C&2'% ''#
,"$"#$%&"'"$)+%"2'""*"
"2'&5&$%(%$%#%%%%$ #$'2)C"%)%
+$%1&&""D%#$'"#"*%(%$)$ 4$+'$%
"&2'%
,"$""$%'2$+%%"'%$
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
F
123456789
4 7 234 287697 259
825659535
692 5365259697 45

7 25235
5
829
495425
6 2347 287 493947
785496
2
4 9 9 565!34 957
452
3"
#
7
537 25$4 93245
25
35
67 285$4 9%75
324237 9
4 5
&'(($95 376"
)7459979 77 252
86912 254 3*+
7
5312 25472

7 4939,55733245
25
9569 5
67 4939
5427
5 9 7"
7 25539
7 7347 234283749
425242935
64 9$5 94 97
$3+2
937 45
63+24 5239-2342
2
7 45*7 25234 9325
.5245
5
64 98524574 93
72
7 45,"

7 25235 47
2
7 457854962
925/
282524$05 651234 284"
7 2523&(+55$ 7 9252(+55$ 712393(+55$
 705 655
64&(+ 7237
"5423
934962
4 9 9 565!34 95
7
452
5
9"6 975427
23738*&(9:9342549,"
5423+
7
534 9;7 4939 24<9 5
6;69472435
63859=547

3 7
696$7
452
3"
#
7
479394496$4 93245
25
34 947
237 94 5
&'(($95 3765
6
535 474 9%75
 72
8973245
25"5453+
7
537 25$4 9
3245
25
35
67 285$4 9%75
3"
7 259859549-4295
584 2
89
49 2
4 992
>984 89
4 $"? 294 54
2
634 $ 5332
896233254964765$4 947
544 5843532<5947 2344 569
6947243284 93@9389
9 $5
6282
24$474 917657
9 +2%937 44 97
$
3+289
49 2
7 454745$2
32694 947
2243"
*A$4 9 2347 25
B
4
27.7
69,
CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC

DEDFGHIDJKDLMN
23456789
5 69 7 37694 396 934 396 3765


76993633
97653

95 
4!366 "
563 9
56957 #6 $%3&'()
*+ 3,633 34
9  37  974 3)-'.8/*+0).-(1$
76934 74562
33.* #6 3&..* 39
7$
49 3

533"6)&-353 3

77%7663
3"6&&3
394 7
568 76793 5 7   
56,
 736 6
7 3:$)
* 39
34
 3
6453
34563
 75

:'.07653 376913-'(. 9 7


27 69 74 3345674  7"6&&:$
476364 934 74562
3595 3
;369345637
<<.37
-)..$

#34559 7=769 34
3776934
3
>67=!45?69?976
2 977
5=')<.

@,   
79 8 A!587653
A 39 77

 6 5365


59 
 
35

99
3$"
5,

95 6596 3<<. 3595 367 3 76
74548
57 
 79
 3-(.. 3595 3
 
;9

3 3
5 348 7

4563
0-3)3 3595 313348 7#57
0-<<-1368 76 79
 6
7
 3,=
B9396 37693B9396 3!$C3457
;9


343 3 79
 "$%$4$B$ 9$4B9396 3
769 7
3453
 7B974$

699 3769
D

493
5, 75  3  3946
5656
 77763E3 7
"
72F!G6$B39
395H7C4 I96 49  37694  3-:.(
7 767 3C73967
J745,697
 3769 97

36987

3 3
3473
4763 74597?49 597769 34
32
 3B3 7
76K$!6K$ #9
 
L59
76

7 99
 363374

7 98H776934
3 34 7977
12342536786829
3
2
35

35 229 868
29

86
9
3325
9235
 64!35
963!4569"4
#6"$2 3%&24
#639"4
#6'(9 3656
# 56#92)456822* 5+,5462
3 6#-924.
/
#

8
6
42#2 36&282625362 2456#
66#96!4
6+4
6
368545
6#/2686/#6-22620
3682(./15
+8 362

23 0
-2(.(2 654
+8 362
2823 #0
-94
632 2456

38
562 3
4552.
3%9


656#
862558682
32#55
6%626828546866(3686 569 683
25368685!
36
#
354229* 22326#576
8

6
9
35253

5
82/

.
/4
38
822564
8

35642#2 3
64
38
822564
4
8
/5#6964 6#45868282(646%9
4
42#0
82
3292823 0
82
9.
+:;<=>:?@AB>C@DE>C:FGBHG@>:I>GE<-

$365282
356282(646%9#
46#5868225686
12345647348269
64 348
737 23473




1234 6 264733 76 2373 376 2 93

 !"#$%#!"&'"($ )!


 2 3*8 +6737 ,6 4- +3 43 2 93*,  3. /
68 * 4
062+1
4233
3622373432435*
+8 236343  
4 33  323 4
34 2642 +3 464062+1
48 23+3+3 28 233673
4 33 36 2 3
4 3
373  23. 764438 233673*,623 7 , 3 +3 433  2 3*7
33 +*8 +6763 3 93
23.39
6226 23*76/
6762 
 2 93* + +64+
4 9 8 37 64,29,2 44 737 4669 :2 42 +3 4
433+ 2 364
- +3 4,
4623+;<633 +6*76 7 =4
3, 4 . 64323389 3 346223*6
3 46
,2 339 4+ 7
23 3639
6223 + 4
4 33 42>6-?@A?BC6-AD
12345678349
      
  ! 
"!#$% ##
&$"!9

2!#$     


& &! 
'( !
)   #$ &( !#$* 
      
+"!
,-.#
    *    
!1&#7 15-

'( **     "


  *   
   !#$.& !

.&  !#$ 1
. 

2#$!  . 


&#-   /!0 )  
#
#$*!  
0". 123(75%4567989

3  
- .&+!. 3
8:31 &   $
5;. 1  !  &
4<=

9
2 > "!
.  -   

2+*   % ?



1
9  5  . 
2 
*&5&. & 
!#$ & *   

2 !.82%?((-94&
%293 %4 93&%3 9@%.&9
."&%.!9-  %- 93  %3&91) &
%1*92  %1 &9

A   !#$!! /


  
@  
 !(>+* ?+715 
- #
@ / )
 &#B !(  +   
 "    - )
 3
C

1  )   2. !#$+


 &  #B* 
0 )    &
?  
! 1 )/! *
 
3) . 
/&#B!  
>&!!: > !
6 
& + #$ . !(
71 1D
.
, E-??? !)! ) #B
&#B *    !:


. &  - * 


 3
C   1
2C  '
2  &
#$  & ),3
1 
1    
3
C:+ & "
!
2 !#$  . #  
-

2?+71    #B


!"!   *
  #$4FGG
2+   2
 :!#* >3-
1 &&"&   
 ) 4=55 ) C$
-
' !+ 2 E??? 


' $ .!&* ! :


 !1 & & >1>
-D5 "%'
3??9 
  )?+71 + +3
77
,   E??+*" 
. $    99
! >!!#
2 
 +    E-?  
   #2! (-1&#
4*

2!.& H$52%4
.   '
20 9
44GI'
2??? 4F<J'
2- 4<=<& !
'
7 ? 454<

1 '
2???!&    4<=<'
2
- . K!7. )7 
 & @!03 #$ 
4<== '
7 ?
," 
!! ! &1
, 
E??
.&> D
.%+ & D2$9D
.! >   2!
31&#4*-
,   E?E 46GI
.  )-1 31
3
-1  "&  4F74
* 46GI.
2!3
&  454<-&     E-?? ! 
 ). 46F646G<!  &
) E?E
2     >
)     5$
.
8     & 2#$L 
38 !.

. ! 1%:*9) 


E?E 9 9> ! #$  + E-?
 1 &  $
.  
  13? 
"  (  EE
4  !
 "1!$ !. /  
' !
   
)>! > EE  >
! . ) ?
1234567869
4

9 2
4 45 34696
 56
 
356
2964
6 3  44564

462
1 2 6239  4 
4! 5648
4"2356
5# $
9 25
23
345%23 3 4523
45 &3 79 362
233 &
3
623 5
96
69

4564

469 34
45  6 64 53643 4523 34
623
4
47
 345 2
 9
5 23  45
23 
9 342

5
9
5
6523496'623
5
9
629
4 65
3 3
4523453 4( 44 2 9 # $
2 25
64 3 2
4

6693 &3 7
)52 26& 6*36 623
4
*9 64
+234
623 643,9
264
46 64
4 69
+ 2


3223 -66452 64 6 66
935 4

5
 4
64
.
52 4#629 2 99&

69 4266469&

#*2537
/9623
+345
9 ,3
453
345 4

4.3
+345
5
4
9
0625 7623 *  35 
&

90625 7

1
1
526345%236
623  4 
32 4 &3

0625
1
22222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222
34546718197:8171;456<=4>8134:81?71:@=4A8BC8157==81?81756=D:8E1F81:@9=4A81?@51>7:685171?@51:G5468C@5E1FHGC?8?81756=86IA4>8J7C67B1;K1J8451?71?@451J4:1715745>7C6@518C@5B1C@18:6@1?71GJ8
>@:4C8B7C6=71?G851=4974=851L;@M7B81=4974=81?71:@=4A817181=4974=81?715E97C6@NE1FO@3@8PQ@1O:G=4J4:7C8=E1F81O@3@8PQ@15G=A4G1@=4A4C8:J7C671C@1:@>8:1@C?718>6G8:J7C671756K1@1>7C6=@1;456<=4>@1?8
34:8E1F97=P@1?7134=486@BRG71C85>7GB57J1?S34?8B1C@51;7=JTC4G51L8>6G8:157==81?81756=7:8N1@C?71H@41O856@=1?75?71>=48CP8E1F7U6=8>6@1?@1:43=@1J8CG5>=46@B1;456<=481?81:G546VC481W945O@FJ@=1?@
=74C@BXYZ[\]EEE^5G>7?7G1@1O856@=134=486@BC86G=8:1?71:@9=4A8B;@M718134:81?71:@=4A8BC@1>4J@1?8157==81?81756=7:8B1945O8?@1?71>@4J9=8^EEE1F81:@=4>81?@51=@J8C@51W1:@=4>81:G5468C@=GJ1>856=GJ17561\
RG71:;71OG57=8J1@1C@J71?734?@1_15G81O@54PQ@1756=86IA4>81C8157==8171O@=167=154?@1GJ198564Q@1:G5468C@1>@C6=81@514C385@=75E1L:@=4>8B?@1:864JB1@G1:@=4A81F1C@J71?718C64A81>@G=8P81AG7==74=8NE
GJ1>85@1=8=@17J1O@6GA8:1?71GJ1C@J71RG71571J8C6IJ1O=864>8J7C6714C8:67=8?@1;K1?@451J4:18C@5B157C?@18:68J7C671=7O=757C68643@1?818C64AG4?8?7171?81;456<=481?81O@3@8PQ@1LO@=1455@B8
>@G=8P81I181O7P81>7C6=8:171HGC?8J7C68:1?@19=85Q@1;456`=4>@1?8134:8NE1F4JO@=68C671O@3@8PQ@13454A<64>8E@513454A@?@51?74U8=8J1GJ817=J4?81?7?4>8?81815EA7C5B71H@=8J17:751RG71>@J7P8=8J18
G58=1818>6G8:137=5Q@1?@1C@J71=@J8C@1W:@=4A8\E1F34:81?75?71@15I>G:@1U441L=7>797G1H@=8451?71M@Q@1=;VC481L57C;@=4@1?85167==851?71:@=4A81C@167JO@1?71?E8H@C5@1;7C=4RG75NB1?E8H@C5@1444B1?E8H@C5@
3B171?EJ8CG7:14B1=75O7>6438J7C67NE1FO8=<RG481?75?7181IO@>813454A<64>8B1814A=7M81J86=4a1H@41>@C56=GT?81C@15I>G:@1U444E1F34:814C?G56=48:1?75?71@14CT>4@1?@15I>G:@1U4U1W6DU64:\B17J9@=81756818>6434?8?7
MK17U45645571C@15I>G:@1U34E1F81:@>8:4?8?71A7@A=8H4>8J7C671J8451O=<U4J81?816@==7B1@1O@C6@1J84518:6@1?8157==81?81756=7:81L4C>:G41C815G81_=781851O456851?7175RG4B1bC4>8517J1O@=6GA8:NE1:@=4A8BI18
>8O468:1?81C73717J1O@=6GA8:E137C;81O=864>8=175RG41_134:81?71:@=4A8E1FGJ81?851J845197:85134:85171GJ81?851J84518C64A851O@3@8Pc751?71O@=6GA8:E1F=7A4Q@1?71:@=4A81L_=781?@18C64A@1JGC4>TO4@
:@=4>7C57N]1134:81?71:@=4A8171851H=7AG754851?718:3@>@1?8157==8B1>897P8B1674U74=8B158a751?81974=8B138:7a4J17134?7E>@C5646G4181855@>48PQ@1?71H=7AG754851?8157==81?81756=7:8B>@J157?71C8134:81?7
:@=4A8E1F197JF34C?@51_197:81=7A4Q@1?71:@=4A81F197JF34C?@51_197:8171;456<=4>8134:81?71:@=4A81F11
1
0123457893
48 5 1 548 592 1849 15431 8


 !"# "$%&"'($)* +(,-(.)% /"0&"0+,.)%# ,.".."')1"(*)..)(),&",)&"# "2(,-).3("+"4" '()5&"678)0 "59%+:"-)0&))/(,4 ,(;# "5"(",&+$"0/.&)/)&.&"<=>="<=>>678)0 "59,0,+, ." (",0)&
"$<=?@A%")',($)0&."("$.$),.)0/,-.+$("'"(B0+,).)2(,-)%0 $)/"0/)/,!)'(C)&)&")*)-)(*)..)&:,./3(,+"$ 0,+,*)5&)!,5)%)0/"(,(".).D+5EF9,$*(/)0/".&+$"0/.&".)*)("+"()$&"'($)"./()0:)"
+0!"0,"0/"",0!"0/)()$:,./3(,))+0&,1"(A%/"0/)0&)..,$/)$4D$G./,',+)("5"-,/,$)()-()0&",0G./,C)&"# "2(,-)',!H/,$)"$<I@@J"..")0%)!,0-)0C)*5H/,+)"),0/(,-)$!,&)*(&"."G."K*)0.,0,./).%&,/)()$',$&
8 0,+H*,&"2(,-)7L,".+(,//)$4D$# "2(,-)/"(,).(-,&(,-,0)5$"0/"0 $5+)5+0:"+,&*(M:N&O,/0&"/"(P"K,./,&$)".*D+,"&"Q2(,-)*(!,.3(,)Q7O3$),./)(&"RJA.:)4,/)0/".."/"(,)$)*"(+"4,&&"((&)".+5:)
&)# "5"5+)5"."/"(,)$$ &)&*)())5+)5,1)CN)+/)5%)5,)5)&J6)&).).+)()+/"(H./,+).&&,/M:N&O,/%+$*)()&).+$).&5+)50&"&"')+/2(,-)','0&)&)%.3# "$.)4"* + 0N.)4"0)&)&":,./3(,)%"
+0."# "0/"$"0/"&".+0:"+".:P4,/.&).** 5)CS".&)D*+)% # ",(),0.5/P5).%D# "*&")',($)(/)5+,.)JT$)/"(,)(,&H+5)# ".3."(!"*)()&"0"-(,(),$)-"$&.)0/"*)..)&.&.5(,+"0.".%("$"/"0&.*)()$ 0&
&).)0"&/).QU ),.Q+)4"+,0:).0N*"0.)&()."5"0/).Q'0&)()$$)*!)CN%".3&"*,.+$*(""0&"()$# "/,0:)$'",/05-)("(()&")5)&&5-)(,&")5%+0/())53-,+)&)D*+)JQ5,P.%"$0"0: $)D*+))+5,0)0&"
"K,./"+"0/(:,./3(,+&"2(,-)%."(,)*("/"(,&)"/(+)&)*"5 /(5+)5J,0&)# "05+)5/,!".."$.,&"0+0/()&.!"./H-,.)(# "53-,+.0&""./NRRRJJA# "&)&)))0/,- ,&)&"&"2(,-)*&"$."("0+0/()&."$# )5# "(5+)5&
!)5"%.3)5- D$$ ,/,0+5/0"./).$)/D(,).+0+5,(,)# ")*!)CN0).+"  Q*).. Q*()5,JJJV./)." /().,&",).."$."0/,&'()$+*,)&).*( /(."!B"$."".+(,/).*()H%&)0&$),&",)"(()&)&):,./3(,)&"2(,-)7T+(,.
')+/&")(/,-.4("2(,-)+(,)&*"5O(70/30,M0&"0)W,X,*D&,)/"(.,&!)0&)5,1)&*)(),0/(& 1,("$$4().N,5"-)5")*)-)("$&).'0/".) /(&)(/,-*("5"."*()"..),5"-)5,&)&"# ")'"+/)),$)-"$&"2(,-)7Y(
!,0-)0C)# ,."()$"0/("-)(.+(D&,/.&"0/30,M0&")$/.+$"0/)5"$,-()0/"(".,&"0/"0)5"$)0:)%$,0+5/# ""$*("./)0$")$.,/".4("2(,-)0&"*&"$5"(.""..)." /().).0",().7"0/)0/"..).).0",().0N
'()$+5+)&).*"5.!Z0&)5.0)(/,-+(,)&*"5O(7M0&"0)W,X,*D&,)%$).'()$+5+)&). /().76"*,.&"$ ,/.,0.5/.%+)5[0,).")/D)$")C).,0+5H0&P,0/"-(,&)&"'H.,+)A%"$\]<>',',0)5$"0/"("/,()&)),5"-)5)4"(()CN
:"(P5&,+)&)(/,-.4("2(,-)+(,)&*"5."0:(0/30,M0&"0)&)W,X,*D&,)%')5/)0&("/,()()("./)0/"*(+)(,),0/(& 1,&)"("+5+)(0).'0/"..5,0X.# ")*0/)!)$*)()) /(&)(/,-7

^_`abcde_fg^hf̀_bfidj_kblmn_fo_pkcflflealmn_fqcoelfco`ablrslfqcft_kiulfvacfecbfwkcxaqìlq_flfiblucbfqcoelfyirlfcfqcfe_q_ofvalde_ofdlo`cklbflvaizzzzzzz
f
{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{{




|klon_fcfr_u_eiw_fqcft_kiulfqcocdslq_ofwcr_focds_kf}de~di_f_dqc

1234647849
7 4 39
2 78
27  474 9 382 74  4 6478 349 8







 !"#!#$#"%! &#'%() *+'%("$ *
12345674389
   !
"#$  
#$%& ' &#!#'
#!$#!( $ )  !
" %& #!( $"! !* $
( $  !! $!! ! +
 ,#!#  
"!-" ( $.  /0# 
 1%!  +"1,#
# .2311!0 "!-4 
!$ $"!.  /0
5 &231
1  $" ( $
 $/$!/4!6!16 $
 #!7    7 6" 6!$!
121324516474845954
29 94 295 9
452 89
795
1979541

4 184 4 1
92466931 4
1213 916
241
4613219
912 9

5115 9
4

167514

6 4
3  42 4
39
79 151

7 9
132 4 1
9  4
 67513
4518 934134 93411
241
1
211
97952 8 1
4
11
254381 54

 695 13
1
1675142132942 9 1
174

434
4215543424! 4
97513 169521
54"#1
$
1 25449216
9 18543 1 67952%3 47454
451
9 9 9
75 3 74
759164
4 4 1&95 8474549931 61329
4
4
2'5 4174544
4  849 132591954 1(952 84$
1
254499 1216
9 3 46132474542 545&95 84 4
965416 1
1
2116158 4 4 43 944931154(952 841429 996 3 9
)7597'
29 9
75 3 74
759164
4 4 1
244
1795116794
4
1
4 321513939

18 321
4
9
*48 3
31 #613214 3 43993 " 9
+,
-93
9 4./001*931 49461321795.
254 4 121329+
93
25 9 93991 " 9 4.
94-3 1&95 845174549 4./405
93
25 9 9 4521 9
2961 59
69 3275 9
1&95 844

 49 9
7425 6'3 9
2'5 995 13461329 9

"699
157 9
4 4 3
2449
1 66
1 9
43 " 9
93
25 9 1 674 98 639 1
7952 9
$5-93 139
12167519 74 947134
964 464
2466964818 9
1&95 849
14964
9 254

1
518 1
4
 4
!514
715213 4649
432 899 3 "7 9 1&95 84 64518 996 64 132 4 175'75 44
751
15451 1
139151 111216 113 91  84 996924
) 7
95-93 1 69616 18543 1 2 54196 6:;
715 9545<=
968543 1
1 15
 4 4
474 4 1
196924925449714
4215543424
1714
4518 947134
6474521 9

1
32151

1
142  4 1

> 5432164
1 321439
95)32'3 9-93 11# 6471

46 3  9
4
951
4
2'5 4432 84 4 4 1&95 8471595513 945 9
151913 9 4 9
1
9 61329
751 9
9
 1967 9 3 649544 1469 ?
2'5 4-93
4
4 4 1&95 84 >4
95 813
!12 39 96 3 "7 9/913243294
471

4
216932 3 4 94 6 43 964
4 9
1 9 61329

9514
2'5 4 4 4 1&95 84

@ABCDEFCGH@IA@EJKLMH@IGH@CAHCANLMOGH@NEPH@HPKMPQPFECPRGHS
TU729 9
39
4 2 769
!518 45949549 939

9932155%319
)32'3 9-93 199613
96911 14 6132464 5 9
4 119
32151

1
9514
7591672 4
94
1
9514 67513
4518 934
.
2195 8 13
1 696167519 74 996421554 19 34
15!
 497513 169521
54"#1
/91324329714
13
  4 196 1
1
511719
4719
 14#! 3 4 195 8 13
1)32'3 9-93 1216
5114 9499389 9
439
 116643213 9949549399534 6
713
46132991513211 3145
-9395 1
19 399694132 4 9
132 95"2 9 116751
2449

452 89
39614 46132134
45'3 4T: 97
&95 4T9429 1
)32'3 9-93 139
1 6 244445 9
759164
64
479324
9 1
(95

9451 49 9TV&T93


1549 695 8 13
1 14
4

> 8467
1911679 1)32'3 9-93 139 1
18 5
.
2195 8 13
1745446 1514645 329 9
79 151
7 9
74544
51
9 9 9
759164
1&95 84398 45 47454
4 395649
511 44321
413 449TV&T7454 129 9
493146(512939
543996'7 4
9
9" 9
12 9
)

6 1W$5 84 9)32'3 9-93 171493


1549 1216719
TV&T714)/)&$81795&95 84T
*PX@YZ[X\]@K\[^\X_\@`a@JZ[b^\@cKJde@N\bZ@`a@fggf+

TIbha[@iaj@k@l[ZjZma[@JZ[b^\
?79
4
1
2 41
 139 44 4615116 14
9169
19564
79
2 4
)32'3 9-93 19616 18543 1 2 549616 18543 1
93 1
1
75 3"7 9
16 29 84 9!
464 4
T394
213998 4
T975 3 74
51
793
71714  849 1&95 841 4
4
2'5 41 6 9

75 3 74
51
793
71
71451
9 9 9
75 3 74
759164
4 4
$5-93 1916 29 151321 99616 1 1 9 4
4 15 4
2155434247 321439
161
69 43 951
434
4 4 1&95 847
1546 29
64
9 16 29
9

1
932155%319
713
4469 4 3 4713
46 11W
.695448 3

1
932155%319
21346    4 11641 245795
351  4 19 674514 4 1 1&95 84 116 2941
21
1
 9 149
932575 9 19 259
7954" 1 #15466 296139
9 39 #154634 4
714
42155439759 547   4 131639295 1 4 1(9511679
1
21
313 6
214

34 9969
1 396164
464 95 4 9

21
43"1
34 9341 321534 934 1446 1&95 841 4
4
2'5 4*17
9
6 29
+4#16 39
8544
!71

41  849 95-93 1
16449 95-93 14 4 1&95 8439
15 49 139
15 429
931 414
415 4 1 54
2'5 41 9
1 7425 6'3 94 3 41
245 46
34713 654/ 38 693
18 64
74544
4215543424 19
5-93 11
71 46132139
2 69
5=9 51439
WT
*PX@n]Z^@Ibha[@iaje@\[_b^Z@aop[b_Z@qZ[S@rZ[^a@EX`[\`a@aj@fg@`a@rs]tZ@`a
@@@@@@fgguv@wgSxy@lN+

TJZ[b^\@\@pZXpa]tZ
&95 84 41
1 1 19319 1
19
 9z;;7489 459719479 9
4 949
T4
9 2
24
T932549
T 154
T
/ 6479416 1493
 {3 4 169572 4154 31
213214 4
5124 41
7454 162 34 1 4
151321
4
1 16 12 34979 15
.624
 5 3
2%3 4
7
16751 16 1 54131  45 964
41 917454244 147599454751 7 249 9
49321 61329

$9319 1&95 849 12 329714 3843479 2 41719

32151

1
1743
93
24
1 16131  9 969429|64967124
3
2 4W
(4

4 9
13291 4513241 9
439
4 414818 9 1
&95 84932 3 46T4 675 547134! 4954693 134 4
T969
1
1
2 1

16474845 59

>1{#16 43 996949321142 4613214T7134T4  4 41
58148 6
759851

964
4
2'5 4 #39
 11
24 64
2 495454)514 4 1
9493 5649
$9319 1&95 84 3 464
125 32479941
13251518 1
4
1

4
4314
148 64
1
29489544 451324 '61259
442 4
1 1 1
6 3  7 9) 4 1&95 841
274 321 '61259

123435426738293
533

2 
83 4
3
38  34 
84 8 
2 32

262 82 682  5  2  6 8293

2
3432673

 6 2 3534 382 26  34 38293
 
223

532 328   83282
236!3 
252
"32 6 82#3 253
$2 
!383%35426738293
53
3
5 
8 32262 &2 25328238 6' 4
8 5 
  8234
 4 236  4 3
362 222

236 831'
 
2 38293
2

3
()*+),-./-)012
......34).5-6)78./-661,-.07.97):;<.01.=>.01.(?-@*-.01.ABBCD
EF-6,?7.7.G-)G18:-
H 57 6 837 6 2353%3

2 38 # 5722
 382I5'5 3
%35825334352

J5232436 3
83
822 3
5 6 42
4 8 2K 5!383
435426738293
4  24352L54 
M2K32243 82 8 5 
54
23
E222 !3E2N
3 8 3 !35 52
525 EO32P 2E8  6 8293
22
7QRRSSS2

  R#243RTUVWX3 8 Y23
2 
%33 8258  
32 3
5
6 55Z2
3
26 528 Z6  
262 4&2 
 4 
 243
22582
2673
3
 3
I Q
M435426738212 43 N
2 82[[V\]3^_ 3
83` 
38
a
8 b22T[c%3]d
2 2 2 36 !382]dddU7   522
]^^Ve262 3
2f3 363363 3 2 
Na
8 g
X2
38243
!3231  643[U
2 2 28225 82
52K 5 N
2 82V]W\]
T^e]U7   52
M4354267382# 52 3 225383` 
38 a
8 43
N
2 82TT]\]e
2 2 2eWhV262 3
2
I
 583 634 6 8 8282823
3I6 2K46Y5839  2 6 %3  
NP28
9 
8 23Q 62 1 21 583 6% 2! I6343
i2 K2
2
 82I2 
2 2 7 58 4
2425
 52K 2' 822
]Vg
X24355382
2 2 23

3435426738293
3 25
2
 5Z2
382262 3
22
3
^hUU325343634
N
25282
WV5 4Y 343 36 !325Z2
382262 3
2 225 2
53 g
%338 2 4   8 834354
23
8 43 3
22 6
 5325334354267382425
6  !32
2 35 6  !3 3
3gjE

.34).5-6)78.k76?7)*7.01.F-6,?7<.1l.mn):-.01.ABB>D
oooooo
o
pqrstuvwxyz{|}~zxszvrx€zs|}t€t~‚zvt‚vƒ€z„|‚…z‚v†z‚szv‡€tx†zvˆr€|‡‰zx‚zv‚rŠ€zvtvz„r{‰‹Œrv†tv‚|s‰t‹Œrv†tv„|{tv†zvˆr€|‡tvzv€z‡|Œrvzx„r{„zxszvŽxs€zv‘vzv’“”•vˆr€|‡tvƒz€†z‰v~t|‚v†zv~zst†zv†tvƒrƒ‰{t‹Œr•vzvz‚s–v~t|‚v†rv—‰z
xtv˜r€tv†zvƒz†|€vrxst‚v–—‰z{z‚v—‰z•vƒr€vz‚s‰ƒ|†™}vzvr‰vrx„zx|™x|tvpƒr{|s|tvzvxŒrv‚š›•v€|s|t€t~vr‚vt{z€st‚vzvt‚vrz€zxsz‚v‚‰‡z‚s…z‚v†zvœxsšx|rvrx†zvqrvzxstxsrvtƒz‚t€v†tv‚|s‰t‹Œrvtst‚s€šy|tvtvz‚s‰ƒ|†™}vzvtv|xr~ƒzs™x|t
rxs|x‰t~vtv|~ƒz€t€•vzvrxs|x‰tvrv€‰~rvƒt€tvrvtŠ|‚~r•v{z|t‚zv†z‚z€s|y|t‹Œrvsrst{›
o

o
o

4o ž.Ÿ 9(k¡.¢ .(.k£¡(¢.F £4/¡ž¤¡¥F £4k¦¡ž¤¡
.
123425676289
7
66296 85 939
529399 62 663562299 53523923
8985398 93 36535936
393828525 6536 
3639899296393 56228398996923
283639 98526393626
6 5 29 3639 93653386239536 6393626 6 5 98!59852399 5685
" 2389 6 5282639  99
9562
2356228395239 23562 #5 3653 99 55!952
859 953928639 !5356262 6 5$536 5363 99 929365329%
6859 936 
285&262639
6 5929 #9 95!9
523963859 953928639 !53562
3 89!5669653!598 359$53
6 5363 99 929365329%
1639 9&262
28525969'5939 9398523923
539852535359
52!952!939!5
655
9235359
39 95622823562 9
286 399286 952399556233562
(35523923 6 592936335539525328)!5 39
5 933 62 663 (36 &!9926 93
56 3296 39 96356263952 6!96393626 6 5
6 39&26989653536 
286 53 9852
5258928635896*6 3 #9536 &53
2853!992!5
363&96 6 5639899 953
8598
5525336&2653*6 32839696 8
+3963952 6!9639362
53585352598
6 9'9
53895595239 92356252396652
9,7625626--.$&26266 3 889/ +9236%
623 356263929!58526670/89
01234562895323
41  61
231
1 852821 8183211
2318012345653 3531
1 831235
95231
612828825311 81
63
5531
1 5818115
 523
461
231
1 551
8912
!8"2#$ % 5
188
122381
5181
65151&8431
1 012345653638'35481
81
48181"
339531 012345(828431
3592198238
36192882'85
8'81965
5358 8
8
5
3'485
8568"2#$ % 35285
6342855
3'823 3859533865
56812) 1235
*32958
5
328431
631
1
89521 33
8285
53'338

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
,

-./0123/45601278627/019:1756;<:1=20;8<27:19/1>2?/1951@:<24/A1531B?56:126>5<6:C1D:;:01;2</9/01B5?:1E<C1F6;862:1G:6951531H26/2019/19I7/9/1951JK19:10I7.?:1LL,
,
,



23456789
7
 86
73 48
733
7
36 48  733
4
7
36

 487
7363
89 333349384
 34 734
 7 6
7 78438 
35353 






 8 7
 86
73 48
733
7 36 48  73



1234567897
9
89
 7
89
87

  789
 9 99 
89429
8 67

!"#
$123568#7 %8
7&
8'
%7 7
897

 
  7
8(
%77
&
%
89
438
7)8 7
7677

%7 !#97(
*
*
*
1234)+,4-.,/0,1)+,241)+/-2
*
1233)+,234,251)+/-2
*
12311)+,2111)+/-21

1234)+,211)+/-25

1234)+,211)+/-259

1234
891! 7991
8911
87!935

1234)+,211)+/-26

1234)+,211)+/-269

1234)+,211)+/-27

1234)+,211)+/-279

1233)+,241)+/-2
*
*
12334,25)+,21)+/-2
*
*
1233)+,211)+/-2*
*
*
1233)+,218)+,9
*
12344)+,29! 799

123387
89
#
87

 9:'# 9
8)+,2

1233)+,24:'# 9987
89
#
87

 

1233 789
 9 
89#
87

 
7 9;!79 38! 9 
89

1233
893:'#< 99
#< 98387
89
#
87

 

1233
893:'#< 9387
89
#
87

 35

1233
893:'#< 9387
89
#
87

 36

1233
893:'# 97%8(
# 93897 (7

 5
012456789
4 8 8 8
76 8
47
866


012456789
4 8 8 8
76 8
47
866


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866!


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866"


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866#


012$56789
4 8 8 8
4789678
6 67866%


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866&


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866'(


012456789
4 8 8 8
4789678
6 67866''


012$56789
$)8*78
$)8*67'


012$56789
$)8*78
$)8*67


012$56789
$)8*78
$)8*67









+
123456686489
659
6 36 9 46 3 338648 48 3593598 69 2 399 635 4  3 696
 868669 4563864 3 936 49 995362
39
53 9 659
6 36 3864 59 35659 99 23 4!2 3129424836  93 353912994353" 9 6 6683 # 43
94936 9596533
683
535953 9 6
53123  93 63943 2433$345643539 686934569
353
359
6 32 34986642946% 4!2 3% 486948 39%8929 365336
 83
683 
62438 643 593$ 9496 5943946935 4  36569 & 65999 9 98666$!98 6396
26538645 959 535362
399659946
 94653

683
53593 6
 8342483599 669 626943 5 98362 45 98394966565362
3993599   836 23433 39 3 3599   83653 9 659

6 3'4989# 6464 6" 9 # 836129!#' 9864 98 564639


(59946
9 3
359
6 3&
69894 653 9 6)
012124456478594
4 69 4 47979417519724 211 2 94





!""#$""!% $&!#'()*$""#$"(%!&!#'(

&!#'(+",#$-&./0,

"1$2*!$""#$""!% $($ (-3((24$5##(!)6*$%$""#$"(%!*$2(34!75##(*"



8#"9#(:!3;#"(4$&!#'(

&!#'(-5#2(4$<!'(2

&!#'(-6$ (4$5##(!-5##(*"=("%!3#3&!#'(

&!#'(-5#2(*#"9#;(

&!#'($,(;(>?1-&!;(2#4(4$"'$1#3(4("

&!#'(-6$ (3((24$5##(!

&!#'(*#"9#;(

&!#'(! #"1

8#"9#(;!3;#"(4(>#2(4$&!#'(
@
&!#'(-5#2(4$<!'(2
@
&!#'(-<!'(2
@
5#2(4$&!#'(
@
&!#'(

@
00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000


346789
74 7
44
 77 87 
9774 7
4
978
 94



3 3!

3 3!

3 3!

3 3!

3 3!

3 3!"

3 3!"





#$%&%'()*+,($


-
77

 

23456789
5  2



 43995 9934 234567  4995 973 234567


23456759 4573597
 3456734 67 34!4 993"
234567 # 447! $5457 3 $5457 9 79345234567 
 345 9  34!4 993"
$57! 234567
 95 96336 3"95 %57! 3456734 67
234567$57! &34 67
 3456 9  34!4 993"
23456759 4574 9"5!7
 3456734 67 34!4 993"'5 5439 !' '5 9
234567
 95 96336 3"95 345795 734"5%5 79 9
234567 
77%("2375!7! 96 "57!79
 345 9  34!4 993"'5 5439 !' '5 9
234567)43! *9379
   +, !4 4 59  5 734 9 
234567*937-.957
   / 345674 9 
234567 -3" 5439$3 .4539
  %34567 
20)1
 95 96336 3"95  4477 7! %5457 3
234567
  '7 3323"3456734 67
234567 
 3456734 67 34!4 993"
234567 33!545 9" 34365797%57
   ! 4643!3" 7  49 7 5367875959 34979:8;8
*0018/
234567 *"4 !5"  3#4<9 53$5  
  3%5  3"
234567&34 676 
  34 67  9 57'4 6 957934567! '7 79
234567 
 345 9  34!4 993"
234567 )392
  63923"&
447=!7=*9 4 7 +>>?@@A76 9234567+?/?=  "
234567 59 4573597

234567$<! 39
  "997 3"234567=7!=3'=$5457 9
234567$<! 39
  " 77' 3"7 92345 9
234567$<! 39
  !759"3 533"2345 9
234567$<! 39$
  93  3"9 4B4$01#C
D6
234567$<! 39$
 %5" 33"34567
234567$<! 39$
 %5! 39973 23456 9 79%5 +
234567$<! 39$
 " " 49%54 7 3459 3""%E//E@>+
234567 $5! 39$
  93  3"9 4345734567
234567 *9 F57! *9G5
  '7 3323" 9 757!  9G5! 34567
234567 -7!7H574"57
  '7 3323"7!7'574"357! 34567
234567-$2
  '7 3323"3" 5439%3 74539! 34567
234567
  5 43"20)1
234567 27!3'$5457 9
 345 9  34!4 993"
234567 &74G57
  743G579346I":5!;+AJ
234567 &3%3295 73
 3%3 95 733693 3"
20)1 #*0018*$01#
 3456 9  34!4 993"
20)1 $K8*@
  93  3" 7 :%;26LM2$# E
20)1 $K8*N
  93  3" 7 :%;6 M4'8= 93
234567 $595 7 7 59 457%57
 3456734 67 34!4 993"
234567O
77%("
 3456734 67 34!4 993"
234567
 " " 49%54 7 3459 3""//E@>+
12345678992
46 2 359469 6336 6936
6
22
26992
46
62 359469 69336 6936
1234567 336 !43462
6
22
2"43462"43469
1234567
6
22
2234562356
1234567 336 !434627
234
#923 399
2
1234567$492346 23%423&'54#6 $2#65 
6
22
26#2#42
2# 234562356
123456336 !43462
2345#923 399
2
2
123456#6#
4
2( 46
4296
2)*+23456
1,-./8#26202642323623519
962
5454 )4 +9495225
294336#66 !43462
1234567
6
22
26# 64632#4
6 123456
123456263/36"9
92634
663536"92354992356
1234567322#6263/36"9
499
2634
5666322#6263/36"9123456
123456716# 727!43469
896

2123456716# 727!43469
123456336#66 !434627
6
22
2"43462"434699
:

: :

:
:


123456789
938 2
2
67 22
6
9 42
43  39
9
6439
432
 6
86
 6 4 29
2
4
26
6782
42
6
2
426
6
8997
 23897
327 6 2
2 4

012341671891
14 21
899191
12291
848911  28931 71 7 1 84
912974 1
11
7
4
8229112
191
119948822947 1 8999 7191
88967
89 28
478341
1 441284 
79188
47412 21
13431431 7!811 19124 
196719 2341782 1219 119 49144
11 889
67
8967
9142""#9 1928
191214$
12 89 497 144821928 1238671341722 12112 128991798
144%
189384671
41119 !8 
834184 131
9
34874234828!831998988
448 42187 4$842"""&19721 1
6712341784 671234172 1219 1671234172 1216712
91767"""'1
8(
71
(4 
91)
*
$8 8+,
84
1,
8231 1
1,
1898,
7 8
!8 124 141
!8 12676714411%
*12841119 7321
131
9188
448+$-34 11972184 67 128
478
 21
1342
7 1
!81149914 8
8999 719671 234178 4121
12 12189
1419919184 12 121 88967
89
914267./7
$1-
1411
13197 144
4 
891119723486784 ,31
972341 10 83434828!8319981 ,84878894, 89189914134199181 8"#38467191 4 119729124 141$1989
14199191
2 12184 19 !827 80889
14199193199891891719 381 8912341341873812 441179188 7
891234182821!81 1
8.'141,67119  1421
1 
8
3497 14416713849988
473431431 7!8114989348129184 1
97 9 2997
118917487884 71
919671 2294 14297 741298231 
1671912341
7 4219
1419921
13441981419919219289348129"'93191991984 71
9199!89834328 8
167184419 1972""11$1
11 144!814671
!8,
7

$8
12293814914849!8184 148911
1384891
84'

828
1 14191
81413846712192 12348!891
191 98231 1
191,8
91413419 ""
#82819 1972
189
!8 123134$-14$$748967
88987 489$-121 2,2
!8 89 878$ 81891
84'

828
1 148
478348728849!8
1 8131
247-348389 831841(46711
!8147 467"#86718)
1972$1-67
87 4671431841(4679979  741 144!814671-1$1
14167188
894 -19671
$9$55"621
119129743419419389 ,/'1'3846713419 1972

118274 1423142"""/81

819 1)
19729671489 1219314 1-9897$1
134 1
4487489
4, 891'

828
1
8$8
81931
898 4813196799 467119 184 71
91$1-167127 89 27 8

14
1 
7
8894  89984184 12384 7 79112
967111487

783,""'9$1 19 84841'



828
1197 2,28721

1
97 317 !81348 41998184 9!88934
3928 89
167184419 1972"""'19 134839 8
19 19 3
$819$348484 1289899 489671109 12
894  89984184 489
783,31891
84'

828
11
87 489894878929821
119 19 3

7
$1-
199348
12293814$-384671
!8$816718931967987
12 123134$-821928671199112)84 7 ""(9 7!819 1972'1
8(
71(4 
91)
1
4
418$848
42
1 ,
4193 88 93967 49"/4193 88 93967 49898294
1*3467126791414898348887284+$8
487!88

7121
9 1
917 818 882

8219
1
89
84819 989 167114421
11$8 478119 731-202888721
9 1
9828
8211'

828
18289119 1 4
184 71
91$89913-134147228
11
214""#
41 
8187 8719914819 98
1 2,2$84288921
9 1
9
97 7899298941 9 89$842$1 891 7489134839 81
97 89671 1288838479
83917
289
!8
,38498671888772 10 8
97 8988
4891
8428
1
,9314841-!8911197 4679199:;:9<"""#9 197298
91 711

48974489"""*671
8 10 83491429+

=
#34839 8$2 14114 8
89*3484 1348984 71
919+6719 !8849!867128 1$842
1  19 1972$49$267 729
$84219.
#9 14 8
896719 !8849!88
2
871 $8422 12783,67119 17$
21
112;:9< 4 4,91721 842941938
9111 144!814$8412884  89841
84 48384'

828
1.691 841941938
91938419 14 8
671 219 889148197284 71
91$8422189186718988 9912884
84  883917849!8.113891
27 89
97 89
91 ,219
791888912821
489
3434783,83917849!8$8384 
841 4884  8$ 
841884
82192889
8967138
23489177 84.
'84 128>34812?@'1 144!8148

7914237
121
179317 467127 898721
8934828798$842141 38434 1A7
1B41 719184 .#9   71
7 46767191449 19189,78399834887291
21
81237
111
8489 8989
84
19191
8141272>7 31849!8?671
284899898288
11828$4917'1
8
(
71(4 
91)

!8, 1
7
91
831
9729$413439 119 39111348  8
92834
1348274 14343849134
8231 
.68

78798$84238434 1
7 467141 1
!84134191
  1298823
8384728
9 
123
119
$842!811$2!8.#9 6719 !8 129899234191
3189
$4 84198284411
1189671
1$1
121 112 1219  2988
1
1
121
134191
8982821
48989 49 9
2 89184 187 4989938419*1
1297 84198231 1
1919342894 789+.C7
8
$1 2 12184 998
7
3418738719 1972.
11389172141423
119
$842!811$2!88
4671291348
7
878
41 11441 741>14?79$84221
1317 467167
8
!8382198
14
141348427249!812;::;49!81991671$87283197 84198231 1
19384
!84134191
4184 .2729489 8989
7 89
18989$49179
7
88'1
8)
89
679-121$1
148>49!8?$84221
1798317 46729671
1291671491348
7
4267
8679142979  783841991
1 8172849!8671$878
18384>49!8131247-?.
#99198
1 199149!844987
292 12184 18984 71
919
671 199134187381972$49.'8
79!8 ,3197 7!8 7,1671867128119 
1972
7
$884 
1267671449!82931
9
18274 1417239 9111348  8
928"")8487 4881348219 119 41991>49!8131247-?41$1 1$121
1
8
116712,41938
9131971981, 2,241938
913114 8
8924 
1671 121
88 819 6719 !8""
(7 894 -1918721
89$842$9$89311972
189$491
821'1
8(
71(4 
91)

89679979  77849!834883484 3197 84198231 1
19311 
144!814671-1$1
14.&72  71418441
11
12916714DE)
122%24(7
3101193424

19 1972.
#24 -197989
23
11 8434911197 46791;:9<381491849!8348834184 3197 84198231 1
19.#99194 -19348842414
189
1972$49>84 71
91?
6791
78'1
8(
71(4 
91)
.#99194 -191814834191 4841(4
1999111928 42841$148 10 8
97 78988
4891
84'

8
28
16718 898
1898$4917'1
8)
3787
89 167114421
11$8 4787234 
 6711
41 
8$84131 .'928 1919 199!89""*671
8 10 83491429+
123456829
 2 8 825 
3  8282654
428285
44 92
623 495494  52 58 8225 29 58 828 2 85 96 8 4

2232  9 95 29 8443485
26482 
2 8 82 3 4
262 642
 6426292459
 8432 6 94 58 8264
3222634 4 23 262   5 824 5 !" #9 
6  46464659465 24646 5629659#844$8254%5 46
9 5685&2
82282 4 644

2296 8432  9 95 
6922
6292 623 495
9 849562
69659#'434 262 28(5429
 84 64925494258434  6482) 28 " 9&!
*6 264  28(5  649 58 
56 5
2
824 5 28464 592626 8 925 26623 2493 84 269
  56 5 !$4964( 5  +32 69  9 4 59 +8292492
4 226 269
 9
454 5 2
9 92  64
6 32 6 5 2 4
9 2 29
365(5 6282823 4 456
4,,%4 49 4 8423 4
826 2 256( 5  5 262 64 22252
2245 28292
+ 26346 232
69 264 2+
+
 26346 232  2 446 
5 58 82922
2 4 58448 26 9264,,-59242.43 6 2 
56/
13456785948
5 89 55545 78  45 59 8 55455948945 8954555  4545 85  5 55 54 5 5 5
485

 5 845 984668835 89 586678  4 5 5!!"5584 5  5   89   #"54555948


5$78 6 5 %8345678
6
4559 56 
8
 568
5$& 698 56 8
'568355 65595  (6  4 86 5 8 8 845845 6 3456788
5948
5 89545545 545)9*3 84 868)#+5 86  53845 85948
58345678 5 85  5   6648 4 855  5  56%45
88568
5$& 665 569 86 7855456 84 6 695455948
548345678 5
 584556 445 5684 6 5 86%98 56 4 6564868#"5455 
5368 5  5 5,654594 6 $5 548345678 84583456785948
5 89 55545 -..- 6 6948
 8 8  56
9845    654 / 8 8568 65
 58%3
8#
168486 863456& 6 558569  86789548 5 66 6& 69545 55 5 4 578 98405 5  8345678
845598  48948   )5 5)  659455 
5 #1658534 5 8 6785  54586584 6 65
485 986 5
984545 5 5395665455  4 5 4 57855 5 5) 45 94 865
 5)5656686    9845
9545 6 8/86 54  5 54  6 94 
4578#!8456 678954586 856 66 55 845 6*9 56  855 845
56  8)95668)984 85 55 878 8288#
18 45954% 558 65358 5985 6 83456785948
5 89 8655456   66 456 4
488684  4484 94 6 545845
984 536 )86485865545468)#1658978  856 4 6458 488,845 "845 5164 58  54545%3
5
8 678   65   
485 88  565 445, 8458 68 845  9545 665  88  5  5
 56 4548
45  54595458  488345678  68  45#!84056%9846,94 , 5  5  44605 6 5 59845 6
4
645 588486584 6 5
8684 6 5 86%98 6 4 6564868#
LORIGA – Vila de PORTUGAL
LORICA – LUSITANIA | LORIGA –
PORTUGAL

Ligações | Links

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” / Excerpts from the work of the historian António Conde, “Concise
History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

História da vila de Loriga – Contém extratos da obra do historiador António Conde – History of
the town of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde

História da vila de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde – History of the town
of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga
Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

LORIGA VILA LUSITANA

Loriga – Vila Portuguesa

LORIGA-PORTUGAL

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da freguesia de Loriga – sem-censura

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da Freguesia de Loriga – sem censura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga – Artigo sobre Loriga criado na Wikipédia pelo historiador António Conde. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga na Wikipédia – Artigo sobre Loriga criado pelo historiador António Conde. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.
Loriga – Wikipédia – Artigo criado pelo historiador António Conde. Este artigo foi vandalizado
com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo de Loriga, e
apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a imagem
desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente retirada
do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do mesmo e
corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a verdade, o
que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Sucessivamente as edições têm sido revertidas
e o artigo bloqueado para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Sucessivamente as edições têm sido revertidas
e o artigo bloqueado para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga – Wikipédia, a enciclopédia livre – Artigo criado pelo historiador António Conde. Este
artigo foi vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não
representativo de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa
ilegalidade afetar a imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração
heráldica foi finalmente retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que
apontam para o autor do mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi
revertida para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia. This article was vandalized with the main objectives of introducing an illegal and non-
representative “coat of arms” of Loriga, and erasing from the sources the author of this article
because he opposes for this illegality to affect the image of this town and of the own Wikipedia.
However the illegal heraldic aberration was finally removed from the article in 2017, failing to
restore in the sources the links that point to the author of the same and correct the other errors
introduced. This edition has already been reversed to hide the truth, which in fact has happened
more than ten years.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia. This article was vandalized with the main objectives of introducing an illegal and non-
representative “coat of arms” of Loriga, and erasing from the sources the author of this article
because he opposes for this illegality to affect the image of this town and of the own Wikipedia.
However the illegal heraldic aberration was finally removed from the article in 2017, failing to
restore in the sources the links that point to the author of the same and correct the other errors
introduced. Subsequently the issues have been reversed and the article blocked to hide the truth,
which incidentally has happened more than ten years.
História da vila de Loriga _ History of the town of Loriga _ LORIGA

LORIGA – PORTUGAL _ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST _ LORICA LUSITANORUM


CIVITAS EST

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

Ligações _ Links _ LORIGA_História de Loriga pelo historiador António Conde_History of Loriga


by the historian António Conde

LORIGA – PORTUGAL _ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST _ LORICA LUSITANORUM


CIVITAS EST

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

Ligações _ Links _ LORIGA


Os melhores sites sobre a terra-natal de Viriato / The best sites about the land of Viriathus

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA

LORIGA – PORTUGAL

Vila de LORIGA

LORIGA – PORTUGAL
LORIGA – PORTUGAL

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Scribd
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Docplayer
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts of the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses
PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses
PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loricenses
——————————————————————————–

Os melhores vídeos sobre a terra-natal de Viriato / The best videos about the land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA LUSÓFONA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – LAND OF VIRIATHUS


Land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

Outros sites sobre Loriga / Others sites about Loriga

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”
Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”

Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção
do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

História Concisa de LORIGA

LORIGA – Terra de VIRIATO – VIRIATHUS was born in LORIGA

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – História resumida

LORIGA e Sacavem – Localidades geminadas

Vila de LORIGA

LORIGA – Escola C+S

LORIGA – Bombeiros

LORIGA – Escola Básica

LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO

LORIGA – SERRA DA ESTRELA


LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO

LORIGA – SERRA DA ESTRELA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA

LORIGA

LORIGA – PORTUGAL

Bombeiros Voluntários de LORIGA – PORTUGAL

Banda Filarmónica de Loriga

VIRIATHUS was born in LORIGA – PORTUGAL

Estância de Esqui de LORIGA

Associação de Freguesias da Serra da Estrela

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página de homenagem

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página pessoal

LORIGA – Vídeos III

LORIGA – Vídeos IV

LORIGA – Vídeos V

LORIGA – Vídeos VI

LORIGA – Vídeos VII

LORIGA – Vídeos VIII

LORIGA – Vídeos IX

LORIGA – Vídeos X

Land of Viriathus

LORIGA – Vídeo I
LORIGA – Vídeo II

LORIGA – Turismo de habitação

LORIGA – Turismo

LORIGA – Paróquia

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Perfil pessoal

LORIGA – Confraria da Broa e do Bolo Negro

LORIGA – Junta de Freguesia

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – War Graves I

LORIGA – War Graves II

Vila de LORIGA

Loriga – Portugal Web

LORIGA – Tourism – PORTUGAL

LORIGA – Weather – Condições meteorológicas na vila

Curtir

Seja o primeiro a curtir este post.


LORIGA – Vila de PORTUGAL
Blog no WordPress.com.
LORIGA – Vila bela e histórica!
LAND OF VIRIATUS – TERRA DE
VIRIATO

Ligações | Links

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” / Excerpts from the work of the historian António Conde, “Concise
History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

História da vila de Loriga – Contém extratos da obra do historiador António Conde – History of
the town of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde

História da vila de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde – History of the town
of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga
Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

LORIGA VILA LUSITANA

Loriga – Vila Portuguesa

LORIGA-PORTUGAL

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da freguesia de Loriga – sem-censura

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da Freguesia de Loriga – sem censura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga – Artigo sobre Loriga criado na Wikipédia pelo historiador António Conde. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga na Wikipédia – Artigo sobre Loriga criado pelo historiador António Conde. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a
verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.
Loriga – Wikipédia – Artigo criado pelo historiador António Conde. Este artigo foi vandalizado
com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo de Loriga, e
apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a imagem
desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente retirada
do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do mesmo e
corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi revertida para esconder a verdade, o
que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Sucessivamente as edições têm sido revertidas
e o artigo bloqueado para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia. Este artigo foi
vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não representativo
de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa ilegalidade afetar a
imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração heráldica foi finalmente
retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que apontam para o autor do
mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Sucessivamente as edições têm sido revertidas
e o artigo bloqueado para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Loriga – Wikipédia, a enciclopédia livre – Artigo criado pelo historiador António Conde. Este
artigo foi vandalizado com os principais objetivos de introduzirem um “brasão” ilegal e não
representativo de Loriga, e apagarem das fontes o autor deste artigo por ele se opor por essa
ilegalidade afetar a imagem desta vila e da própria Wikipédia. Entretanto a ilegal aberração
heráldica foi finalmente retirada do artigo em 2017, faltando repor nas fontes os links que
apontam para o autor do mesmo e corrigir os restantes erros introduzidos. Esta edição já foi
revertida para esconder a verdade, o que aliás tem acontecido há mais de dez anos.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia.
This article was vandalized with the main objectives of introducing an illegal and non-
representative “coat of arms” of Loriga, and erasing from the sources the author of this article
because he opposes for this illegality to affect the image of this town and of the own Wikipedia.
However the illegal heraldic aberration was finally removed from the article in 2017, failing to
restore in the sources the links that point to the author of the same and correct the other errors
introduced. This edition has already been reversed to hide the truth, which in fact has happened
more than ten years.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia. This article was vandalized with the main objectives of introducing an illegal and non-
representative “coat of arms” of Loriga, and erasing from the sources the author of this article
because he opposes for this illegality to affect the image of this town and of the own Wikipedia.
However the illegal heraldic aberration was finally removed from the article in 2017, failing to
restore in the sources the links that point to the author of the same and correct the other errors
introduced. Subsequently the issues have been reversed and the article blocked to hide the truth,
which incidentally has happened more than ten years.
História da vila de Loriga _ History of the town of Loriga _ LORIGA

LORIGA – PORTUGAL _ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST _ LORICA LUSITANORUM


CIVITAS EST

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

Ligações _ Links _ LORIGA_História de Loriga pelo historiador António Conde_History of Loriga


by the historian António Conde

LORIGA – PORTUGAL _ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST _ LORICA LUSITANORUM


CIVITAS EST

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

História de Loriga – History of Loriga _ LORIGA – PORTUGAL

Ligações _ Links _ LORIGA


Os melhores sites sobre a terra-natal de Viriato / The best sites about the land of Viriathus

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município – Excerpts of the work of the historian António Conde about the history
of the town of Loriga”

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA

LORIGA – PORTUGAL
Vila de LORIGA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Yumpu
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Scribd
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Docplayer
PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts of the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo criado na Wikipedia por António Conde com extratos da sua obra –
História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses
PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses
PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra a escumalha e contra a gentalha que tem prejudicado esta vila, a imagem de
Loriga e a imagem dos loriguenses
——————————————————————————–

Os melhores vídeos sobre a terra-natal de Viriato / The best videos about the land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA LUSÓFONA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – LAND OF VIRIATHUS


Land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

Outros sites sobre Loriga / Others sites about Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

História Concisa de LORIGA

LORIGA – Terra de VIRIATO – VIRIATHUS was born in LORIGA

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – História resumida

LORIGA e Sacavem – Localidades geminadas

Vila de LORIGA

LORIGA – Escola C+S

LORIGA – Bombeiros

LORIGA – Escola Básica

LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO


LORIGA – SERRA DA ESTRELA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO

LORIGA – SERRA DA ESTRELA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA

LORIGA

LORIGA – PORTUGAL

Bombeiros Voluntários de LORIGA – PORTUGAL

Banda Filarmónica de Loriga

VIRIATHUS was born in LORIGA – PORTUGAL

Estância de Esqui de LORIGA

Associação de Freguesias da Serra da Estrela

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página de homenagem

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página pessoal

LORIGA – Vídeos IV

LORIGA – Vídeos V

LORIGA – Vídeos VI

LORIGA – Vídeos VIII

LORIGA – Vídeos IX

LORIGA – Vídeos X

Land of Viriathus

LORIGA – Vídeo I
LORIGA – Vídeo II

LORIGA – Turismo de habitação

LORIGA – Turismo

LORIGA – Paróquia

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Perfil pessoal

LORIGA – Confraria da Broa e do Bolo Negro

LORIGA – Junta de Freguesia

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – War Graves I

LORIGA – War Graves II

Vila de LORIGA

Loriga – Portugal Web

LORIGA – Tourism – PORTUGAL

LORIGA – Weather – Condições meteorológicas na vila

LORIGA – Vila bela e histórica!


Create a free website or blog at WordPress.com.
LORIGA
LORIGA – PORTUGAL

Ligações | Links

História de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município” / History of Loriga – Excerpts from the work of the
historian António Conde, “Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the
extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loricense

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriguense

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Terra Natal de
Viriato

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Webnode

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Loriga Facebook

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriga Webnode

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Ares e Mares

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Visitar Portugal

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Terras de Portugal

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Aldeias de Montanha Webnode

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Por Olivença

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Povo Lusitano

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Casa da Ponte do Arrocho

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – NCultura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Ruralea

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Lanifícios Doc

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Wikiloc

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – ArqueoFuturista

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Scribd PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Docplayer PDF
Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga
História da vila de Loriga – Contém extratos da obra do historiador António Conde – History of
the town of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde about the history of
the town of Loriga

História da vila de Loriga – Extratos da obra do historiador António Conde – History of the town
of Loriga – Excerpts from the work of the historian António Conde about the history of the town
of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Extracts of the
work of the historian António Conde about the history of the town Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde – “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality”

LORIGA VILA LUSITANA

Loriga – Vila Portuguesa

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da freguesia de Loriga – sem-censura

Extratos da obra História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município pelo
historiador António Conde no site da Freguesia de Loriga – sem censura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga criado por ele na Wikipédia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

História da vila de Loriga _ History of the town of Loriga

LORIGA – PORTUGAL _ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST _ LORICA LUSITANORUM


CIVITAS EST

História de Loriga _ History of Loriga _ LORIGA _ Vila de PORTUGAL

História de Loriga _ History of Loriga _ LORIGA – Vila bela e histórica!


Os melhores sites sobre a terra-natal de Viriato / The best sites about the land of Viriathus

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loricense

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriguense

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Terra Natal de
Viriato

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loricense

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Loriguense

LORIGA – TERRA DE VIRIATO – Viriathus was born in Loriga

LORIGA – VILA DE PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA E SACAVÉM – Localidades geminadas

LORIGA – PORTUGAL

Vila de LORIGA
LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – VILA DE PORTUGAL

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Casa da Ponte do Arrocho

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – NCultura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Ruralea

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Lanifícios Doc
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Wikiloc

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – ArqueoFuturista

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Scribd PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Docplayer PDF
Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde sobre a história da vila de Loriga – Excerpts of the
work of the historian António Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts of the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga
PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Extracts from the work of the historian António
Conde about the history of the town of Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – A paróquia e a Igreja Matriz de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Fontão de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Fontão de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município – Fontão de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Visitar Portugal

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Memória Portuguesa

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Visitar Portugal

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Memória Portuguesa

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Visitar Portugal

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra do historiador António Conde – História concisa da vila de
Loriga – Das origens à extinção do município, no site Memória Portuguesa

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo sobre Loriga criado na Wikipedia por António Conde com extratos da
sua obra – História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo sobre Loriga criado na Wikipedia por António Conde com extratos da
sua obra – História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Artigo sobre Loriga criado na Wikipedia por António Conde com extratos da
sua obra – História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município – A paróquia e a Igreja Matriz de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no artigo que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no artigo que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, a paróquia e a igreja matriz da vila

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no site da junta de freguesia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no site Memória Portuguesa

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no artigo que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no artigo que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, Fontão de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município no site Visitar Portugal

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no site da Casa da Ponte do Arrocho

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no site Memória Portuguesa

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no site Visitar Portugal

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município – A paróquia e a igreja mariz da vila de Loriga

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, incluindo dados também pesquisados por ele mas não
inseridos na sua obra

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município, incluindo dados também pesquisados por ele mas não
inseridos na sua obra

PDF – LORIGA –
Vila de PORTUGAL – Extratos da obra de António Conde – História concisa da vila de Loriga –
Das origens à extinção do município – Fontão de Loriga

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses
PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

PDF – LORIGA –
Denúncia contra quem tem prejudicado esta vila, a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses

——————————————————————————–
Os melhores vídeos sobre a terra-natal de Viriato / The best videos about the land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA LUSÓFONA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – LAND OF VIRIATHUS

Land of Viriathus

LORIGA – PORTUGAL

LORICENSE – PORTUGAL

LORIGUENSE – PORTUGAL
Outros sites sobre Loriga / Others sites about Loriga

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Casa da Ponte do Arrocho

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – NCultura

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Vortex Mag

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Ruralea

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Lanifícios Doc

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Wikiloc

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – ArqueoFuturista

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs
Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Yumpu PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Scribd PDF Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município” – Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise
history of the town of Loriga – From origins to extinction of the municipality” – Docplayer PDF
Docs

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
á extinção do município”, no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipédia.

Extracts from the work of the historian António Conde, “Concise history of the town of Loriga –
From origins to extinction of the municipality”, in the article on Loriga that he created in
Wikipedia

Extratos da obra do historiador António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens
à extinção do município”, no site da Junta de Freguesia de Loriga

História Concisa de LORIGA

LORIGA – Terra de VIRIATO – VIRIATHUS was born in LORIGA

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – História resumida

LORIGA e Sacavem – Localidades geminadas

Vila de LORIGA

LORIGA – Escola C+S

LORIGA – Bombeiros

LORIGA – Escola Básica

LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO

LORIGA – SERRA DA ESTRELA

LORIGA – PORTUGAL
LORIGA – Land of VIRIATHUS

LORIGA – SERRA DA ESTRELA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – Vila de PORTUGAL

LORIGA – Terra de VIRIATO

LORIGA – SERRA DA ESTRELA

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA – PORTUGAL

LORIGA

LORIGA

LORIGA – PORTUGAL

Bombeiros Voluntários de LORIGA – PORTUGAL

Banda Filarmónica de Loriga

VIRIATHUS was born in LORIGA – PORTUGAL

Estância de Esqui de LORIGA

Associação de Freguesias da Serra da Estrela

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página de homenagem

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Página pessoal

LORIGA – Vídeos IV

LORIGA – Vídeos V

LORIGA – Vídeos VI

LORIGA – Vídeos VIII

LORIGA – Vídeos IX

LORIGA – Vídeos X

Land of Viriathus

LORIGA – Turismo de habitação

LORIGA – Turismo

LORIGA – Paróquia

Historiador e Benfeitor de LORIGA – Perfil pessoal


LORIGA – Confraria da Broa e do Bolo Negro

LORIGA – Junta de Freguesia

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – Associação dos Amigos e Naturais

LORIGA – War Graves I

LORIGA – War Graves II

Vila de LORIGA

Loriga – Portugal Web

LORIGA – Tourism – PORTUGAL

LORIGA – Weather – Condições meteorológicas na vila

LUSITÂNIA – CRONOLOGIA HISTÓRICA


TRIBOS E ANTIGOS POVOS DA LUSITÂNIA

Os Lusitanos e a identidade portuguesa

Luis de Camões – Os Lusíadas, ilustrados e comentados – Viriato

Os Lusíadas, de Luis de Camões

Fernando Pessoa – Mensagem, ilustrada e comentada – Viriato

A Mensagem, de Fernando Pessoa

Povo Lusitano

Geografia romana em Portugal

Batalha_de_Aljubarrota

O vergonhoso caso da cidade portuguesa de Olivença

HISTORY [220 BC – 17 AD]

Viriathus And The Lusitanian War

Viriathus

Viriathus vs Rome

Viriathus – All Experts

The Lusitanians wins against Romans

Lusitanians against romans invaders

Roman military personal equipment – Lorica

Timeline of Portuguese history (Lusitania and Gallaecia)

Roman Geography of Portugal

LORIGA – TERRA DE VIRIATO – Viriathus was born in Loriga

Portugal_Geography_and_History

Portugal_History

A Brief History of Portugal

Portugal_Geography_History_Encyclopedia_Britannica

Litle History of Portugal

Portugal_History_Encyclopedia_Britannica

History of Portugal – Wikipedia, the free encyclopedia

Timeline of the portuguese history – Lusitania and Gallaecia


History_of_Portugal_old_and_young_an_historical_study_by_George_Young_1917

Descoberta do Brasil – Carta de Pêro Vaz de Caminha ao rei D.Manuel I

Descoberta do Brasil – Carta de Pêro Vaz de Caminha ao rei D.Manuel I no português da versão
original manuscrita

COMUNIDADE_LUSÓFONA_CPLP_Desafios_Futuro_Final

Os Lusíadas de Luis de Camões – 1ª edição

A Mensagem de Fernando Pessoa – 1ª edição

Os Lusíadas de Luis de Camões

A Mensagem de Fernando Pessoa

Lista das vilas existentes em Portugal

O caso vergonhoso da cidade portuguesa de Olivença

History of Portugal on the Wikipedia, the free encyclopedia

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Wikipedia, the free Encyclopedia

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Wikipedia, the free encyclopedia

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica


History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Wikipedia, the free encyclopedia

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

History of Portugal on the Encyclopedia Britannica

Curtir

Seja o primeiro a curtir este post.

LORIGA
Blog no WordPress.com.

Você também pode gostar