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C o r d é l i a R o b a l i n h o d e O l i v e i r a C a v a l c a n t i Ç

D I Q O N A R I O

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B I B L I O T E C O N O M I A

A R Q U I V O L O G I A

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Escola de Ciência da Informação da UFMG


© 2008 b y M u r i l o Bastos da C u n h a e Cordélia Robalinho de Oliveira C a v a l c a n t i
Sumário
Todos os direitos reservados. D e acordo c o m a lei n° 9 610, de 19/2/1998, n e n h u m a parte deste
livro pode ser fotocopiada, gravada, r e p r o d u z i d a o u a r m a z e n a d a n u m sistema de
r e c u p e r a ç ã o de informação o u transmitida sob qualquer forma ou por qualquer
m e i o eletrônico o u m e c â n i c o sem o p r é v i o consentimento
dos autores e do editor. Introdução vii

A s marcas registradas e nomes comerciais mencionados neste livro, Lista de abreviaturas x


mesmo que não sejam identificados como tais, pertencem
aos seus proprietários nos termos das leis nacionais
e convenções internacionais. Fontes consultadas xi

Este l i v r o obedece ao A c o r d o Ortográfico da L í n g u a Portuguesa de 19' Parte 1. A - Z 1

Parte 2. Vocabulário inglês-português


Revisão: Rosa dos Anjos Oliveira J r-O 35

/ " 1 5 '
C a p a : F o r m a t o s D e s i g n Gráfico L t d a í f •—» | çg-

v 5 c s

Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) \ o


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) * 5?
o
Cunha, M u r i l o Bastos da
Dicionário de biblioteconomia e arquivologia / M u r i l o Bastos da C u n f ^s.^ 3

Cordélia Robalinho de Oliveira Cavalcanti. - Brasília, DF : Briquet de Lemos / 1


vros, 2008.

Bibliografia
ISBN 978-85-85637-35-4

1. Arquivologia - Dicionários. 2. Biblioteconomia - Dicionários, i . Cavalcanti,


Cordélia Robalinho de Oliveira, n. Título.
CDD 025.171403
08-10075 020.3

índices para catálogo sistemático:


1. Arquivologia : Dicionários 025.171403
2. Biblioteconomia : Dicionários 020.3

2008
Briquet de L e m o s / L i v r o s
SRTS - Q u a d r a 701 - Bloco o - L o j a 7
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Telefones (61) 3322 9806 / 3323 1725
www.briquetdelemos.com.br
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Introdução

O OBJETIVO deste dicionário é definir, de forma clara, sucinta e sim-


ples, os termos utilizados por bibliotecários, arquivistas e demais
profissionais da ampla e multifacetada área de ciência da informação, facili-
tando a expansão de seus conhecimentos. O critério básico para inclusão de
um termo foi seu uso potencial ao longo do exercício profissional desses
especialistas. E m muitos verbetes foram incluídas abonações extraídas da
literatura técnico-científica e de léxicos gerais e especializados.
A tarefa de compilação sistemática de terminologia é vital para o desen-
volvimento de qualquer ramo técnico-científico, pois é impossível atingir
clareza e precisão sem uniformidade na linguagem pelos praticantes da área.
Amplo em seu escopo, com mais de quatro mil verbetes, o dicionário in-
clui não somente a terminologia das várias especializações dentro da biblio-
teconomia, arquivologia, documentação e estudos de informação, mas tam-
bém os principais termos de direito autoral, editoração, comércio livreiro,
artes gráficas, história do livro, bibliografia, comunicação científica, teleco-
municações e informática. Servirá, portanto, a bibliotecários, arquivistas,
editores, livreiros, estudantes, pesquisadores e demais profissionais que tra-
balham na coleta, armazenamento, processamento, recuperação e difusão
da informação, em seu formato tradicional impresso ou em meio eletrônico.
Colaborará também para atender às necessidades daqueles estudiosos que
necessitam da terminologia técnica em inglês.

Arranjo dos verbetes


As entradas estão organizadas em ordem alfabética palavra por palavra. As
definições ou remissivas de conceitos expressos por mais de um vocábulo
(saída de dados, por exemplo) estão reunidas, em ordem alfabética, no ver
bete da palavra inicial. Assim, no verbete 'saída' encontram-se também saí
da de comunicação, saída de dados, saída de voz e saída do sistema, com .1
primeira palavra abreviada pela letra inicial seguida de ponto.
Em seguida inclui-se o termo ou termos equivalentes em inglês, grafados
conforme a ortografia norte-americana. Alguns termos de entrada são v o e i
bulos nessa língua, que designam conceitos para os quais ainda não se dlH
põe do equivalente em vernáculo, nem em forma aportuguesada. I )evido .1
necessidade de melhor aproveitamento do espaço da página, não foram I I
guidas as regras de divisão silábica da língua inglesa nos casos em que voi .1
bulos neste idioma tiveram de ser divididos no final da linha.
vii
Quando o sentido do vocábulo varia de acordo com o campo no qual é Por fim, uma explicação necessária. Do plano inicial d e s t e i l i . i o n . i i n .
utilizado, foram informados os seus campos de aplicação, por meio de abre constava a inserção de breves verbetes biográficos de pesquisadores 6 |'">
viaturas que se encontram relacionadas no final desta introdução. Como fissionais, brasileiros e estrangeiros, que contribuíram para o avanço d l
regra geral, as definições foram inseridas sob uma sigla somente quando o ciência da informação e áreas correlatas. Apesar da enorme dificuldade rVI
seu nome por extenso é raramente utilizado. coleta desses dados, tendo em vista a inexplicável carência, na literatura
Encontram-se dois tipos de remissivas: 'ver', representada por uma seta brasileira, de fontes sobre esses profissionais, chegamos a reunir uma quan
unidlrecional =» e 'ver também', representada por uma seta bidirecional <=>. tidade razoável de verbetes. Para isso foi essencial a ajuda de muitos ami
A remissiva 'ver' é feita do termo não definido para o verbete com defini- gos de diferentes cidades, para quem registramos nossos agradecimentos.
ção. A remissiva 'ver também' envia o consulente para o termo relacionado Lamentavelmente, porém, devido à necessidade de manter o dicionário em
que pode clarificar ou ampliar a definição. dimensões que assegurassem sua viabilidade editorial, fomos levados a
Os vocábulos que aparecem após um ponto e vírgula, em seguida a uma cancelar a inclusão dos verbetes biográficos.
definição, são sinónimos ou quase-sinônimos do termo de entrada. Quan- Outra característica projetada para esta obra foi a inclusão em cada verbete
do relevante, foram incluídos antónimos, identificados pela abreviatura 'Ant'. de termos equivalentes em francês e espanhol além do inglês. Pelo mesmo
Formas contrastivas de uso corrente em Portugal são indicadas pela abre- motivo tornou-se necessário o corte desses termos.
vi atura POR, entre parênteses. Nossos agradecimentos a Rosa dos Anjos Oliveira pela revisão do original;
O cabeçalho em destaque no alto da coluna da esquerda corresponde ao a Ilza Leite Lopes, Marisa Brácher, Ivette Kafure Munoz, Arturo Martin Vega,
primeiro verbete da página e, o da coluna da direita, ao último verbete. Blanca e Leonardo Lazarte, pelas sugestões; a Antônio Agenor Briquet de
A obra está dividida em duas partes: na primeira estão os verbetes em Lemos, editor também no sentido inglês da palavra, pelas indicações de
português e seus equivalentes em inglês. Na segunda estão as entradas em definições complementares que ajudaram a tornar mais claro o conteúdo de
inglês, remetendo para o termo preferencial em português. Recomenda-se inúmeros verbetes aqui inseridos; e, finalmente, aos nossos familiares pelo
que a consulta ao termo em inglês seja sempre complementada com a leitu- constante estímulo e compreensão da importância e dificuldades inerentes
ra do verbete correspondente na primeira parte do dicionário. ao presente projeto.
No final desta introdução encontra-se a relação das obras que formam o
corpus de onde extraímos a maior parte dos vocábulos aqui registrados e Murilo Bastos da Cunha
muitas de suas definições. Nos verbetes elas são identificadas por siglas
que remetem para essa relação.
Ao considerar os dicionários, uma regra de ouro foi estabelecida por
Samuel Johnson, o grande lexicógrafo do século xvm, conhecido pelo seu
famoso dicionário do idioma inglês. Segundo célebre aforismo a ele atribu-
ído, "Dictionaries are like watches, the worst is better than none and the
best cannot be expected to go quite true" (os dicionários são como relógios:
o pior é melhor do que nada, e do melhor não se pode esperar perfeição).
Não existe um dicionário perfeito, nem exaustivo ou completo. A lexicografia é
um trabalho sem fim. As línguas estão em constante evolução, particularmente
os termos técnico-científicos, pela criação de novas palavras ou mudança
naquelas conhecidas. Portanto, um único dicionário nunca é suficiente.
Vale ressaltar que esta obra teve início no final dos anos 1980 quando os
autores se reuniam semanalmente para revisarem as entradas, definições e
dúvidas em relação ao enorme trabalho que tinham pela frente. Por volta de
1995, devido a problemas de saúde, a professora Cordélia Cavalcanti teve
que retornar para Recife, sua terra natal. A partir de então a obra se desen-
volveu sem a importante colaboração da pesquisadora.

viii
Lista de abreviaturas
Fontes consultadas

Estão incluídas, e m o r d e m alfabética das abreviaturas convencionadas, as referências bibliográfii I I


dos documentos u t i l i z a d o s nas abonações contidas nos verbetes.

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AO (diz-se A zero), A l , A2, A3, A 4 , A5, A6, A7, A8, A9, rais.
A10 (formatos) => papel (formato-padrão). A B N 1 . Agência bibliográfica nacional. 2. Australi-
A A EDET GRÁF formato A2, para papel de impressão de an Bibliographic N e t w o r k .
76 x 112 cm. A B N T Associação Brasileira de Normas Técnicas.
A A code Anglo-American cataloging coáe (1908) => abonação warranty L I N G transcrição de frase o u tre-
Código de catalogação anglo-americano. cho de autor importante, ao final de uma definição
A A B Associação dos Arquivistas Brasileiros. n u m verbete de glossário o u dicionário, visando
A A B A Associação dos Arquivistas da Bahia. clarificar o sentido do termo e, ao mesmo tempo, infor-
A A C R Anglo-American cataloging rules (publicado mando o seu uso corrente na literatura especializada.
nos E U A e m 1966 e no Reino U n i d o em 1967) => abordagem sistémica => enfoque sistémico, a. de
Código de catalogação anglo-americano. valor agregado => necessidade de informação, a. do
A A C R 2 Anglo-American cataloging rules (2. ed., 1978, estado de conhecimento anómalo =» necessidade
e rev., 2002) => Código de catalogação anglo-americano. de informação, a. do processo construtivista => necessi-
AACR2 2002 => Código de catalogação anglo-americano. dade de informação, a. sense-making => necessida-
A A C R / B T Anglo-American cataloging rules/British text de de informação, a. temática subject approach BIB tra-
(1967) => Código de catalogação anglo-americano. dução dada por A . A . Briquet de Lemos à expressão
A A R J Associação dos A r q u i v i s t a s do Estado do usada por A.C. Foskett e m The subject approach to
Rio de Janeiro. information. Significa o estudo, a análise e a repre-
A A R S Associação dos A r q u i v i s t a s do Estado do sentação temática, isto é, a representação dos assun-
Rio Grande do Sul. tos contidos nos documentos, que pode ser feita com
aba => orelha de livro. a. de proteção de gravação palavras (descritores, palavras-chave) ou com a nota-
=> lingueta de proteção de gravação. ção de u m sistema de classificação; enfoque temático.
abafador acústico accoustical sound enclosure I N F abortar => abandonar.
caixa o u gabinete utilizado para alojar impressora A B F R Associação dos Bibliotecários do Paraná.
com intuito de isolar ou reduzir seu nível de ruído. abrasão abrasion 1 . E N G desgaste por fricção o u
<=> impressora matricial. raspagem. 2. ARQ DIR cancelamento ou rasura de pa-
abaixo-assinado signed petition A D M ARQ DIR docu- l a v r a , número o u trecho de d o c u m e n t o escrito,
mento com protesto, solicitação o u reclamação de por meio de raspagem. 3. FOT "área rasurada n u m
u m grupo de pessoas encaminhado a uma autoridade. negativo resultante do friccionamento de duas su-
abandonar abandon, abort (v.) INF 1 . ação de apagar perfícies juntas" (AYA, p. 1).
u m arquivo ou outro trabalho sem antes gravá-lo em Abrelivros Associação Brasileira de Editores de
disco o u disquete, com perda dos dados ou informa- Livros.
ções. 2. A ç ã o de cancelar, sair o u t e r m i n a r u m abreviatura abbreviation 1 . L I N G representação re-
programa, comando o u procedimento enquanto ain- d u z i d a de u m a palavra o u locução p o r m e i o de
da estiver sendo executado; abortar, f i m anormal. algumas de suas sílabas o u letras: art. por artigo; Dr.
abate (POR) => descarte. por doutor; Igr. por Igreja, o aerografia, acrónimo,
A B C Associação de Bibliotecários do Ceará. braquigrafia, sigla. 2. ARQ "nos instrumentos de des-
ABDF Associação dos Bibliotecários do D i s t r i t o crição documental, as abreviaturas são utilizadas
Federal. sobretudo para indicar as características físicas dos
A B D R Associação Brasileira de Direitos Reprográficos. documentos, a língua e a tipologia d o c u m e n t a l "
A B E B D Associação Brasileira de Escolas de Biblio- ( A L V , p. 3).

teconomia e Documentação; a partir de 2001, A s - Abridged Decimal Classification ( A D C ) Versão


sociação Brasileira de Educação em Ciência da I n - abreviada da Classificação Decimal de Dewey, para
formação ( A B E C I N ) . uso em pequenas bibliotecas.
abecedário => alfabeto. abrir janela => ampliação de janela.
A B E C I N Associação Brasileira de Educação em C i - absorvido por => incorporado a.
ência da Informação. acabamento bookfinish G K A I "a fase iin.il d.i p i o d u
ACA acesso acesso (ARQ) acesso e t n l i n h a

ção de u m livro, compreendendo dobragem e alça- acepção => significado. tório, quando a procura é feita diretamente pelo ende- o contém. <=> acesso, recuperação de documentos,
mento dos cadernos, costura ou colagem, corte e acerto hit, match, posting 1 . BIB/RI I N F informação reço respectivo; ou sequencial, quando se processa serviço de c o m u t a ç ã o bibliográfica, a. ao docu-
colocação de capa" ((m., p. 221). o alceamento. relevante que é selecionada depois de u m a busca. de acordo com uma ordem predeterminada, o aces- mento arquivístico => acesso (ARQ). a. ao documen-
ACA Association o f Canadian Archivists. Ant: silêncio. 2. BIB I N F em bases de dados computa- so à internet. 3. Forma pela qual uma pergunta pode to eletrônico => serviço de comutação bibliográfica
academia ncademy I. A D M DIR sociedade, pública dorizadas, a comparação de dois itens que atendem ser comparada com os registros armazenados. 4. eletrônica. a. ao livro => acesso, a. autorizado clea-
ou particular, c|iir tem por objetivo p r o m o v e r as a características predeterminadas. 3. BIB I N F número Recurso ou meio que permite encontrar documen- rance ARQ I N F revogação parcial, isto é, temporária,
artes, literatura, ciências ou tecnologias, bem como a de citações, registros o u unidades de informações tos o u informações. 5. Meio de entrada e de seleção das restrições de acesso e uso de arquivos, d o c u -
normalização <• disseminação da informação, con- obtido numa busca. 4. INTERN diz-se de cada vez que existente em equipamentos de processamento de mentos e informações, para liberar sua consulta a
ferindo prestígio aos .seus membros. 2. EDU conjunto da u m sítio foi visitado durante u m período de tempo. dados o u em u m sistema. <=> acesso direto, acesso usuários credenciados; consulta autorizada, consulta
comunidade de professores e pesquisadores em dado acervo (ARQ) archive holdings, holdings ARQ conjun- diferido, acesso em linha, acesso sequencial. 6. L o - por derrogação. A n t : acesso restrito. <=> classifica-
Contexto, QUe pode ser local nacional ou m u n d i a l . to de documentos armazenados e conservados em calização, extração ou armazenamento de dados ção de segurança, d o c u m e n t o sigiloso, a. biblio-
académico academic 1. A D M D I R membro ou sócio u m arquivo (2). <=> coleção, descrição (ARQ), fundo, ou a r q u i v o s no computador, acesso (ARQ) access, gráfico => acesso ao documento, a. casual => aces-
de academia, sociedade científica o u instituição de a. (BIB) book collection ( U K ) , book stock, collection of accessibility, right of access A R Q 1. A disponibilidade so direto. a. consecutivo => acesso sequencial, a.
entino superior. 2. E D U r e l a t i v o a instituições de books, holdings, information holdings, library collecti- para consulta a documentos de u m arquivo; consulta controlado controlled acess, restricted access BIB organi-
ensino superior ou a seus alunos. on (us), library holdings, library materiais, library re- ( A R Q ) . 2. Permissão para consultar documentos dos zação documentária de determinado acervo, que
ação i/(7/'(i//, iiiíervention 1. A D M E N G I N F 1.1 Procedi- sources, library stock, local holding BIB conjunto de arquivos, excluídos aqueles para os quais há restri- somente pode ser consultado mediante autorização
mento resultante de u m a decisão. 1.2. Execução de documentos conservados para o atendimento das ções preestabelecidas, mas que, eventualmente, prévia. <=> acesso indireto, acesso restrito, a. cultu-
i i m . i operação o u de u m conjunto de operações. finalidades de u m a biblioteca: informação, pesqui- p o d e m ser levantadas em razão de necessidades ral cultural access A D M ARQ BIB C I N E C O M N MÚS "a comu-
1,3, Atividade que decorre de u m a determinada con- sa, educação e recreação; fundo documentário, f u n - administrativas do solicitante o u em decorrência de nicação com u m a u n i d a d e ou m o d o de produção,
dição. 2. nu; documento pelo qual se pode solicitar dos de biblioteca. <=> coleção (2), desenvolvimen- autorização para pesquisa sobre tópico específico. distribuição ou troca de produtos culturais (biblio-
,i justiça o reconhecimento, a declaração o u efeti- to de coleções, material bibliográfico, a. bibliográ- 3. "Capacidade de o cidadão obter informação e m teca, sala exibidora, sala de espetáculos, estúdios
vaç.io de um direito. 3. C O N T A B DIR ECO título relativo fico => acervo (BIB). a. circulante => coleção circu- poder do Estado. Nota 1 : A l g u n s Estados regula- de gravação, e t c ) . O acesso é condição m a t e r i a l
.1 uma liação do capital de u m a sociedade anónima. lante, a. digital => coleção digital, a. documental m e n t a m o acesso à informação nas suas constitui- prévia que possibilita a produção e o consumo de
.1. administrativa administrative activity A D M ARQ ati- acervo (ARQ), acervo (BIB). a. geral general collection ções e leis, mas muitos não o fazem; mesmo quan- produtos culturais" (COE, p . 35-36). a. dedicado =»
vidade executada dentro de u m a organização que BIB a parte maior d o acervo em contraste c o m as do o acesso é reconhecido, é invariavelmente su- linha dedicada, a. diferido queued access method I N F
resulta na existência de documentos; atividade ad- coleções especiais (p.ex., obras raras, referência), jeito a limitações. N o t a 2: Geralmente admite-se transferência da informação por meio de sincroni-
ministrativa, a. afirmativa affirmative action DIR soe a. local => acervo (BIB). a. infantil => coleção infantil. que o acesso à informação é u m elemento essenci- zação entre o programa utilizado e o equipamento
1. lima positiva de discriminação que favorece u m Acervus N o m e d o catálogo público de acesso al de u m regime democrático" (APD). <=> consulta, periférico, a f i m de eliminar possíveis demoras nas
grupo minoritário ou indivíduo que pertence àque- em linha da Universidade Estadual de Campinas. consulta (BIB), disponibilidade de documentos ( A R Q ) . operações de entrada e saída. a. direto arbitrary
le grupo, o informação para as minorias, a. cultural a. (política) => política de acesso, a. a dados => access, direct access, primary access, random access
acessar => acesso.
OUtreach program A D M ARQ BIB "conjunto de procedi- acesso, a. à distância => acesso remoto, a. à infor- A R Q BIB I N F 1. Pesquisa o u armazenamento de infor-
acessibilidade access to information, accessibility, case
mentos, envolvendo recursos humanos e materi- mação => acessibilidade, acesso, acesso (ARQ). a. à mações que se processa independentemente da lo-
of use, information access, information accessibility 1.
ais, que visam pôr em prática os objetivos de u m a internet access to the Internet I N T E R N conexão a u m a calização ou da recuperação da informação anteri-
BIB possibilidade de o usuário obter, rápida e corre-
determinada política c u l t u r a l " (COE, p. 32). <=> servi- rede, como p.ex., à internet o u a u m a rede corpora- or. 2. Pesquisa de u m registro em função de seu
tamente, a informação que procura. Termo genéri-
ço de extensão bibliotecária, a. de nulidade (de tiva, para recuperar ou enviar dados e informações. endereço e independentemente dos dados p r o c u -
co que pode ser empregado em relação a: a) dificul-
titulo ile propriedade industrial) revocation action DIR Há várias maneiras de fazer este acesso: 1) cone- rados o u dos dados registrados anteriormente. 3.
dade o u o não acesso das pessoas aos recursos da
"açao, que tem por finalidade obter, por meio de xão via rede utilizada em escolas, comércio e agên- M é t o d o de armazenamento e recuperação de i n -
internet, da informática o u dos sistemas de teleco-
procedimentos jurídicos, a declaração de nulidade cias governamentais, por meio de linha dedicada formações que permite ao usuário dirigir-se ao en-
municações; b) capacidade de acessar u m recurso
de u n i titulo de propriedade industrial" (AFNOR). <=> que provê o rápido acesso a todos os recursos da dereço de determinado item de dados, sem percor-
independentemente d o sistema de acesso a ele. 2.
patente, propriedade industrial, a. de reivindicação internet; 2) conexão via provedor: mediante paga- rer o arquivo inteiro, até chegar ao item desejado,
A R Q documentos que p o d e m ser consultados sem
mento de taxa para utilização de serviços contrata- c o m o é o caso c o m o acesso sequencial; acesso
> açáo reivindicatória, a. em retorno => realimenta- nenhuma restrição. 3. I N F qualidade dos sistemas
dos pelo usuário, que incluem, entre outros, correio ao acaso, acesso r a n d ô m i c o . <í=> acesso r e m o t o ,
ç.io .1. reivindicatória action of replevin, replevin A R Q informatizados e sistemas de informação que defi-
eletrônico, grupos de discussão e bate-papo instan- acesso sequencial. 4. " O uso de recursos eletrôni-
açlo ludidária que a instituição proprietária (origi- ne a facilidade que oferecem aos usuários em ter-
tâneo. « fosso digital, a. à publicação => acesso ao cos via suportes (p.ex.: discos, disquetes, cassetes,
nal) de u m fundo o u a r q u i v o apresenta em juízo mos de instalação e utilização, a. digital digital ac-
documento, a. aleatório => acesso direto. a. ao aca- cartuchos) destinados a serem inseridos em u m dis-
paia reaver sua propriedade; ação de reivindica- cessibility, digital information accessibility ARQ BIB INTERN
so => acesso direto. a. ao canal channel access I N F em positivo computadorizado o u em seu equipamento
ção, reivindicatória. <=> extravio de documento, i m - conceito que i n c l u i os direitos e a capacidade das
redes locais, método usado para se obter acesso ao auxiliar" (AACR02). a. direto (biblioteca) => bibliote-
preMcrllibilidadc, inalienabilidade, reintegração (2). pessoas com necessidades especiais a terem maior
canal de comunicação de dados que interliga os ca de livre acesso, a. direto à memória =* memória
grau de utilização dos produtos e serviços da soci-
acasalamento > acoplamento, a. bibliográfico => computadores. <í=> rede local. a. ao conhecimento de acesso direto. a. documental =$• acesso ( A R Q ) ,
edade da informação. <=> fosso digital.
acoplamento bibliográfico. access to knowledge ARQ BIB I N T E R N "Possibilidade de se acesso ao documento, a. em linha on-line access,
AI ii Associação Catarinense de Bibliotecários. acesso access, approach 1 . BIB/INDEX BIB/RI 1.1 Méto- obter e utilizar o conhecimento existente sobre u m online access I N F 1 . Acesso sob o controle direto da
aceder (POR) > acesso. dos ou meios que tomam possível a pesquisa e o encon- assunto ou u m a área de interesse do cidadão" (APD). unidade central do computador, isto é, em conexão
acelerador de baixa de a r q u i v o => gerenciador de tro de determinado i t e m o u assunto. <=> acesso ao <=> conhecimento, a. ao conteúdo => acesso, a. ao direta com o mesmo. 2. "Relativo à possibilidade
i n . a. de vídeo > placa aceleradora de vídeo.
- documento, cabeçalho (1). 1.2 "Método pelo qual a documento bibliographic access, document access, do- de que o usuário desenvolva u m a interaçào r e i í
acelerar o disco > deslragmentação. consulta (search question) pode ser comparada aos cument delivery, document retrieval BIB dispositivos, proca com o computador" (SUN). 3. A conexão dire
acento accent U N I ; "é a maior intensidade [...] o u a itens armazenados" ( W N , p. 138); acesso à informa- meios e métodos empregados para o armazena- ta entre u m terminal de computador e u m banco de
maior altura com que a emissão de uma sílaba se ção. 2. DMF comunicação com a memória de u m siste- mento e a recuperação, não somente da informa- dados é necessária para que exista u m processo de
opõe às que lhe ficam contíguas numa enunciação" ma, tendo em vista o armazenamento ou a recupera- ção, mas, também, do texto o u d o documento que diálogo entre o usuário ou o operador do terminal
( C ) R ) . O diacrítico. ção de dados e informações. O acesso pode ser alea-
acesso fechado acoplamento bibliográfico acoplamento de referências adaptação à Web

com o banco de dados. a. fechado => biblioteca de em base de dados, acesso de uma entrada a outra (indexação), índice de citações, a. de referências Q u a n d o o navegador solicita uma página ASP, o
acesso fechado, a. imediato =* acesso d i r e t o . a. relacionada, a. s e q u e n c i a l sequential access, serial bibliográficas => acoplamento bibliográfico. servidor gera u m a página com o código H T M L e o
indireto closeil access, closeil shetves, closed stacks BIB access ARQ BIB I N F 1. Pesquisa o u armazenamento de acórdão collective judgment, sentence A R Q D I R deci- remete ao navegador. <=> servidor de páginas ASP.
organização documentária cuja coleção é armaze- dados que se processa de acordo com u m a o r d e m são relativa a julgamento feito por tribunais superiores. Activex I.\ conjunto de tecnologias, desenvolvi-
nada em depósitos i|ue não são acessíveis aos usu- convencional, predeterminada segundo u m códi- acordo agreement ARQ DTR 1. Ajuste entre as partes. do pela Microsoft, para ser usado com o sistema
ários. O acesso ao documento está subordinado à go de ordenação. 2. "Aquele em que a localização 2. Documento, relativo a u m ajuste formal, pacto operacional W i n d o w s . Permite a inclusão de itens
consulta de uni fichário e a uma solicitação prévia de u m a informação só é alcançada depois de se o u convenção entre pessoas o u instituições, a. de multimídias em páginas iniciais na Web e pode ser
paia consulta. ( ) documento é entregue por funcio- passar por outra localização, anterior o u posterior, licenciamento licensing agreement DIR CMF contrato no executado automaticamente por u m programa na-
nário do selor. Ant: biblioteca de livre acesso, o p.ex., numa fita magnética o u u m rolo de microfil- qual o proprietário de u m programa de computador vegador.
acosso controlado, biblioteca de acesso fechado, m e " ( S U N ) . 3. "A ação de recuperar ou armazenar u m dá a permissão de uso mediante o pagamento da Activex Data Objects ( A D O ) I N F interface, desen-
a. limitado :• acesso restrito, a. livre open access BIB registro de dados na sua sequência de entrada em cópia, desde que sejam aceitas as condições de volvida pela Microsoft, utilizada para acessar ban-
( U M N INTHKN Hcgundo a declaração da Budapest Open relação ao registro recuperado o u armazenado an- licenciamento p o r parte d o usuário. Nas bibliote- cos de dados relacionais.
Access Inilinlive (HOAI), realizada em 2002, diz-se teriormente" (SUN); acesso seriado. <=> acesso dire- cas, esse tipo de acordo é adotado para p e r m i t i r acumulação accumulation, organic collection A R Q
do acesso à literatura técnico-científica que estará to, acesso remoto, a. sequencial indexado indexed utilizar o u acessar bases de dados bibliográficos e "reunião orgânica dos documentos gerados e re-
disponibilizada na internet, sendo permitido a qual- sequential access method. I N F método de acesso que outros recursos informacionais em linha. cebidos p o r u m a instituição no decorrer de sua
quai o .11.1110 ler, copiar, distribuir, i m p r i m i r , fazer representa uma forma híbrida entre o acesso direto ACRLAssociation of College and Research Libraries. existência, em oposição à formação artificial típica da
h11si .is r fazer hipervínculo aos textos completos e acesso sequencial. Permite recuperar u m regis- Acrobat I N F INTERN programa que permite a criação coleção" (IÇA, p. 17); coleção natural, coleção orgâ-
desses artigos. O usuário levará em conta que o tro do arquivo por meio do seu número, b e m como e arquivamento de textos de documentos e gráficos nica, crescimento orgânico, o coleção (3), papéis.
.mim do texto é o detentor dos direitos autorais e percorrer o arquivo desde o início até o f i m (ou por com formato Portable D o c u m e n t Format (PDF). O S acurácia => precisão.
que deverá receber a d e v i d a citação, a. livre às meio de índice), a. seriado => acesso sequencial, arquivos são lidos p o r meio d o programa A d o b e acuracidade da informação information aceuracy
estantes > biblioteca de l i v r e acesso, a. local => acetato => transparência.
Reader. A. eBook Reader I N F INTERN programa apli- BIB INF proximidade entre o valor obtido experimen-
acesso direto. a. múltiplo multiple access, multíple cativo, desenvolvido pela Adobe Systems a partir
acidente accident F I L 1. "Aquilo que pertence a u m talmente e o valor verdadeiro na medição de u m a
u-.ei access 1. I N F c o m u n i c a ç ã o simultânea c o m a do Acrobat Reader, u t i l i z a d o na leitura de livros
ser e pode ser afirmado dele em verdade, mas não grandeza, portanto, a acuracidade da informação é
memória de u m sistema de informação por parte de eletrônicos ou digitais. Impede a cópia ou impres-
sendo p o r isso n e m necessário n e m c o n s t a n t e " o seu nível de exatidão. <=> precisão.
doií ou mais usuários o u dispositivos de pesquisa são pelos usuários sem prévia autorização. A. Re-
(FERM, p. 19), p.ex.: h o m e m magro, folha verde. 2. O A C U R I L Association of Caribbean University, Rese-
independentes. 2. BIB O catálogo em fichas de u m a ader => Adobe Reader.
acidente é u m dos cinco predicáveis. <=> diferença, arch and Institutional Libraries.
biblioteca possui acesso múltiplo porque pode ser
espécie, género, propriedade. 3. BIB/CLAS " a t r i b u t o aerografia acrography L I N G palavra formada por ml Iwc [Do latim.] 1. Destinado a essa finalidade.
pesquisado por mais de u m a pessoa, simultanea-
ou qualidade que circunstancialmente pode m a n i - acrossemia, o u seja, " r e d u ç ã o de palavras o u ex- 2. DIR significa designado ou nomeado para execu-
mente, 3. BIB INF as bases de dados e recursos eletrô-
festar-se em vários membros de u m mesmo géne- pressões a letras o u sílabas iniciais" (AUR); aerogra- tar determinada tarefa. 3. INF pesquisa não parametri-
niCOS de texto completo p e r m i t e m acesso simultâ-
ro, e que, portanto, não é essencial para a definição ma, acrossemia. <=> abreviatura, acrónimo, sigla. zada, não planejada ou prevista pelos usuários quan-
neo por vários usuários, a. primário => acesso dire-
do conceito correspondente; p.ex.: a pele negra aerograma => aerografia, acrónimo, sigla. do da criação de u m sistema de informação.
to. a. randômico => acesso direto. a. remoto off-site
nos seres h u m a n o s " ( B A R M , p . 13). acrónimo acronym L I N G 1. "Palavra formada pela aii Ínterim copyright DIR expressão da língua i n -
ai, SSS, remote access BMF I N T E R N 1 . "Comunicação en-
acidez i . acidity Q U I valor d o pH i n f e r i o r a 7 no primeira letra (ou mais de uma) de cada uma das glesa que se refere à concessão provisória da auto-
l i r uma instalação de processamento de dados e
papel que se apresenta como suporte de i n f o r m a - partes sucessivas de u m a locução ou pela maioria rização de tradução de u m documento.
i i i i i . i m i várias estações distantes da mesma instala-
ção, alcalinidade, papel, pn, suporte de informação. dessas partes. Ex.: sonar [so(ound) n a ( v i g a t i o n ) aã loc [Do l a t i m . ] A b r e v i a t u r a de ad locum. N o
ção" (si IN). 2. A capacidade de ter acesso a u m com-
acionador de disco => unidade de disco. r ( a n g i n g ) ] " ( A U R ) . 2. Sigla pronunciada como u m a lugar citado.
DUtadoi estando fora do edifício no qual ele se loca-
acondicionamento boxing, packaging A R Q guarda palavra c o m u m , p.ex.: O V N I (também ovni) (objeto ad referendum [Do latim.] Para ser referendado.
II.-.I I ' . i i . i este tipo de acesso, necessita-se de liga-
voador não-identificado). <=> abreviatura, aerografia,
1,1.1". pari comunicação com o equipamento e c o m ou embalagem de documentos, para assegurar sua ad usum Delphini => edição expurgada,
sigla.
o programa, r de ligações físicas reais, tais como proteção e facilitar seu manuseio, o armazenamen- adagiário adage book L I T " l i v r o ou coleção de adá-
linhas telefónicas ou acesso telnet com outro com- to (1), caixa ( A R Q ) , pasta ( A R Q ) . acrossemia => aerografia. gios e provérbios" ( P O R T A ) .
putldoi < '••telnet.a. restrito limited access, restricted acontecimento => evento. acróstico => sigla. adaptação adaptation E D I T L I T 1. Obra escrita de
access A K U IIIII I N F 1. Limitações impostas à consulta acoplador acústico acoustic coupler INF dispositivo A C S A m e r i c a n Chemical Society. novo, ou apresentada sob forma intelectual diferen-
ou exumo d i ' documentos de arquivos (1 e 2). Es- empregado para a transmissão de dados por inter- Acta Diurna HIST espécie de diário oficial na anti- te, para servir a o b j e t i v o diverso daquele que a
sas resliiçòes decorrem de regulamentações ge- médio de linha telefónica, que, ligado ao computa- ga Roma; o texto era colado nos prédios públicos, versão original visava. <s> adaptador, d o c u m e n t o
• . i i ' . ou especificas estabelecidas de acordo c o m dor, transforma sinais acústicos em sinais elétricos. e edições copiadas eram feitas para os nobres. d e r i v a d o . 2. Transformação do texto o r i g i n a l de
uma classificação de segurança; acesso l i m i t a d o , modem. actema acteme BIB/RI I N F I N T E R N atividade de u n i r dois uma obra, para ajustá-lo a categorias determinadas
limitação ao acosso, restrição ao acesso. <=> classifi- acoplamento coupling BIB/INDEX determinação sin- pontos distintos n u m sistema hipertextual, isto é, de leitores, o u apresentá-lo sob outro género literá-
cação de segurança, confidencialidade, documento tagmática entre dois termos autónomos de u m a l i n - quando se clica sobre u m a palavra o leitor é levado rio. 3. C O M N C I N E transformação do texto original de
classificado, política de acesso. 2. Restrições i m - guagem documentária, através da indicação de u m a para outra parte do documento ou mesmo para u m uma obra literária em roteiro para filmagem o u en-
postas . i consulta e uso de documentos e registros relação específica de conteúdo. <=> acoplamento outro ponto da rede. cenação teatral. 4. Adequação do texto ao mercado
de informação em bases de dados, bancos de da- bibliográfico, a. bibliográfico bibliographic coupling, ActiveMovie INF tecnologia de multimídia desen- nacional. 5. M U S "obra musical que representa uma
dos, bibliotecas r demais unidades de informação; bíbliographical coupling, coupling unit 1. BIB/RI e m aná- v o l v i d a pela Microsoft e que trabalha com a maio- alteração de outra obra (p.ex. transcrição livre), o u
acesso reservado ao documento, acesso restringi- lise de citação, relação o u ligação que se estabele- ria dos formatos multimídias, incluindo o MPEG. Pos- parafraseia partes de várias obras o u o estilo usual
do ao documento, restrição de comunicabilidade ce entre documentos, por meio das citações feitas sibilita ao usuário ver o conteúdo de multimídias. de outro compositor, ou, ainda, que se baseia sim-
(POR). Ant.: acesso autorizado. <=> acesso controla- a eles. 2. B I B / I N D E X método bibliométrico baseado Active Server Pages (ASP) I N F padrão, desenvolvi- plesmente e m outra obra musical (p.ex. variações
do, níveis de acesso a documentos, a. seletivo => nas referências idênticas citadas em dois o u mais do pela Microsoft, para criação de páginas na Web sobre u m tema)" (AACR83); música relacionada, o
acesso direto. a. secundário secondary access BIB/RI documentos; acoplamento de referências bibliográ- e que utiliza a extensão de arquivo .asp, com códi- arranjo musical, a. à Web Web-enabling ARQ BIB INTERN
ficas, referência bibliográfica acoplada. <=> g r u p o gos em Visual Basic (vBscript) e JavaScript (Jscript). fazer com que u m recurso informacional possa es
adaptador administrador de rede administrador de sítio Web agente

tar disponibilizado na internet ao público em geral inerentes a uma biblioteca. Também podem incluir usuários, a. de sítio Web => webmaster. a. do sistema trole bibliográfico nacional, mediante duas funções
ou a u m a comunidade específica. <=> recursos infor- a motivação dos recursos humanos, obtenção de sysadmin, system administrator I N F profissional res- básicas: 1) preparar os registros oficiais e COmple
macionais. recursos financeiros e avaliação dos resultados v i - ponsável pelo gerenciamento de u m sistema infor- tos de cada nova publicação editada, de acordo
adaptador adapler I. HIH/CAT LIT pessoa que m o d i f i - sando o a p r i m o r a m e n t o dos produtos e serviços mático qualquer, a. Web => webmaster. com normas catalográficas internacionais; 2) d i v u l -
ca o conteúdo de uma obra para adaptá-la a usuários informacionais. o diretor da biblioteca, a. da infor- Adobe Reader INF INTERN programa aplicativo, de- gar esses registros, no m e n o r prazo possível, na
especiais (crianças, deficientes visuais) o u a u m mação => gestão da informação, a. de arquivos => senvolvido pela Adobe Systems, que possibilita a bibliografia nacional, a. central de catalogação =>
género literário ou versão diferentes. Sua inclusão arquivística, a. de ativos => gerenciamento de con- leitura de documentos formatados de acordo com central de catalogação, a. certificadora certificate au-
nos dados calalográlicos é feita na parte de menção teúdo corporativo, a. de bibliotecas =* administra- o PDF. <=> Acrobat. thority, certifying agency I N F I N T E R N 1. Organização
de responsabilidade e constituirá, além disso, u m ção bibliotecária, diretor de biblioteca, a. de cole- A D S L Asymmetric Digital Subscriber Line. que emite certificado digital utilizado em assinatura
ponto de acesso principal ao documento quando a ção => gerenciamento de coleções. a. de conteúdo A d v a n c e d Research Project Agency Network digital e também em chave de acesso. Funciona à
adaptação (•: >) dor lugar a u m a nova obra. 2. INF 2.1 => gerenciamento de conteúdo, a. de documentos ( A R P A N E T ) INF I N T E R N rede de computadores criada em semelhança de u m cartório convencional e garante
I )isposilivo auxiliar utilizado para estender a opera- => gestão de documentos, a. de documentos de 1969, nos EUA, para interligar centros de pesquisa e que as pessoas físicas e jurídicas contempladas com
ção .1 o u t r o sistema. 2.2 Peça eletrônica utilizada arquivos correntes => gestão de documentos de universidades, além de outras agências governa- certificados digitais tenham suas assinaturas oficial-
pari conectar duas partes o u duas máquinas, a. de arquivos correntes, a. de recursos de informação mentais. E considerada a precursora da internet <=>. mente reconhecidas. Sua função é vital para o de-
rede nelxoork adapter INF placa de expansão ou outro gestão da informação, a. eletrônica de arquivos advertência advice, notice, warning 1. C O M N EDIT nota s e n v o l v i m e n t o do comércio eletrônico g a r a n t i n -
dispositivo (como u m m o d e m , p.ex.) para conectar => governo eletrônico. a. pública eletrônica => go- abreviada que "em uma obra o u publicação, chama do a lisura e a legitimação das transações efetuadas;
um computador a uma rede. a. de vídeo => placa verno eletrônico. a. pública em linha => governo a atenção d o leitor para algo referente ao texto" cartório digital. 2. A D M E N G em gestão da qualidade,
aceleradora de vídeo. eletrônico. (RAB8). <^> prefácio. 2. A D M "aviso escrito, chamando organização que realiza a certificação de conformi-
Ai M Abridged Decimal Classification. administrador cultural arts administrator C O M N "ex- a atenção para u m a condição excepcional, inclusi- dade, a partir da existência da garantia adequada de
mlii-in I N I programa aplicativo que é adicionado a pressão utilizada preferencialmente nos países anglo- ve perigosa, geralmente afixado em locais de fácil que u m produto, processo o u serviço, devidamen-
outro com o objetivo de possibilitar o incremento saxões para designar o profissional que atua como visão, para o público o u , então, acompanhando te i d e n t i f i c a d o , está e m c o n f o r m i d a d e com u m a
«le mais recursos. <=> add-on. m e d i a d o r entre o p r o d u t o r cultural, o público, o aparelhos, instrumentos, máquinas, etc." (ABNT49). n o r m a o u outro documento n o r m a t i v o especifica-
add-oii INF circuito o u sistema que pode ser aco- Estado e o empresário cultural ou incentivador (em 3. A D M DIR documento administrativo contendo "ob- do (baseado na ABNT84). a. de assinaturas subscripti-
plado a u m computador para aumentar a sua memó- qualquer combinação de duas dessas quatro figuras servação o u pena dada a funcionário público o u on agency, subscription agent BIB organização comer-
ria ou o seu desempenho. <=> add-in. ou entre as quatro simultaneamente). [...] A expres- empregado que incorre em indisciplina" (HOUD, p. 94). cial que provê serviços relacionados com assina-
turas de periódicos, a. de catalogação => central de
•denda addenda (pi.), addendum (sing.) ARQ BIB D I R são 'administrador cultural' é aplicada a u m a ampla aerofotografia => fotografia aérea.
catalogação, a. de documentação => central de infor-
conjunto de notas adicionais, em geral impressas gama de profissionais - professores, trabalhadores afastamento padrão => desvio padrão.
mação, a. de informação =» unidade de informação,
posteriormente, que se j u n t a m a u m documento sociais, legisladores, funcionários de órgãos c u l t u - afiliação do autor => filiação d o autor.
a. de metadados metadata schema registry BIB I N T E R N
COm . i finalidade de completá-lo o u corrigi-lo; aden- rais, agentes culturais - que exerçam n u m determi- afinidade affinity 1. BIB/CLAS princípio que diz que
organização que mantém e gerência o desenvolvi-
do. < > apêndice, suplemento. nado momento, em termos atuais, três funções bá- os documentos devem ser reunidos "consideran-
mento de u m padrão de metadados; registro de es-
A D I American Documentation Institute, desde 1968 sicas: 1) criar as condições para que a produção do alguns dos atributos significativos o u elemen-
quema de metadados. <=> D u b l i n Core, Government
American Society for I n f o r m a t i o n Science & Tech- cultural aconteça; 2) aproximar o produtor cultural tos que compartilham, cuja existência facilita o aces-
I n f o r m a t i o n Locator Service, a. de notícias news
nology ( A S I S & T ) . de seu público; 3) estimular a comunidade a desen- so dos usuários aos citados documentos" (BARM, p .
service, wire service C O M N "empresa prestadora de
v o l v e r seu próprio p o t e n c i a l c r i a t i v o , o que se 14). 2. BIB/RI metodologia de estratégia de busca que
adiantamento de direitos autorais advanceon royal- serviços que elabora e fornece regularmente maté-
consegue por intermédio da formação de públicos, consiste em solicitar ao sistema, por meio do meca-
li/, uullior's advance DIR remuneração paga pela edi- rias jornalísticas para seus assinantes (geralmente
da descoberta e da preparação de artistas profissio- nismo de truncamento, a recuperação de todos os
tora ,io autor antes da entrega do manuscrito para órgãos de imprensa, além de instituições governa-
nais. Em outras palavras, são atividades do adminis- documentos que possuam a mesma raiz do concei-
publicação; antecipação de direitos autorais. mentais e privadas)" (HOUD, p. 113). a. de recortes de
trador cultural: a) a produção de obras ou espetácu- to central da consulta, isto é, u m a afinidade semânti-
adição lógica => soma lógica, a. marginal => apos- jornais =* serviço de recortes de jornais, a. distri-
los; b) aquilo que tradicionalmente se chamou de ca. <=> índice de afinidade.
tila ('.'), maiginália. buidora distributor C O M N D I R organização que detém
animação" (COE, p. 39). a. de arquivo archive director
ailit ion.idor => somador. afixo affix, boundform G R A M elemento que se acres- os direitos sobre a distribuição de determinada p u -
A R Q profissional que tem a seu encargo a "direção,
.• 11 • 1 .i 11 • >-111< > udditive ARQ DIR acréscimo à parte final centa ao radical, ou raiz, de u m a palavra para lhe blicação, a. fotográfica picture agency, picture service
supervisão e coordenação das atividades adminis-
de u m documento, feito com a finalidade de expli- alterar o sentido; quando anteposto denomina-se C O M N empresa que fornece material fotográfico a
trativas e técnicas de u m a instituição ou órgão ar-
cai, corrigir c agregar informação complementar; prefixo, quando posposto, sufixo, e, se for inserido órgãos de imprensa, editoras e agências de publici-
quivístico" (DICT, p. 17). a. da biblioteca => diretor da
aditivo. <: adenda, apostila (2), marginália. no meio da palavra, é infixo. <=> prefixo, radical, raiz, dade, a. noticiosa => agência de notícias.
biblioteca, a. da informação => gerente de informa-
aditivo :• aditamento. sufixo.
ção, a. da Web => webmaster. a. de base de dados
adjacência adjacency BIB/RI I N F termo utilizado para database administrator, database manager BIB I N F p r o - AFNOR Association Française de Normalisation. agenda agenda, diary ( U K ) A D M 1. Lista dos itens a
indicai . i proximidade de termos de u m registro, fissional que controla a estrutura dos dados e o aforismo aphorism L I T sentença, em geral curta, serem discutidos numa reunião, distribuída previa-
p.ex.: Energia A D I Solar, na estratégia de busca obri- conteúdo das bases de dados, assegurando que o relacionada a pensamento de natureza moral ou prática. mente aos participantes, a f i m de que fiquem cientes
ga que , i palavra 'energia' esteja adjacente à palavra processo de transação atue de forma eficaz e que Agence Bibliographique de 1'Enseignement S u - dos tópicos a serem discutidos. 2. Caderneta onde
'solar' no texto do registro recuperado. périeur Instituição pública, criada em outubro de são anotados as tarefas e compromissos a serem
novas unidades o u registros de informação sejam
adjetivo adjective CRAM palavra que indica qualida- incorporados no esquema da base de dados, nos 1994, pelo ministério do ensino superior da França, cumpridos em determinado horário, dia ou semana
de e modifica a compreensão d o substantivo, p.ex.: lugares apropriados e c o m enlaces adequados, a. cujo objetivo é coordenar o catálogo coletivo de (diary no Reino Unido), a. de grupo INF na área de
índice permutado, classificação decimal, tradução de dados => gerente de dados. a. de documentos => publicações seriadas e a difusão da informação cien- grupos de trabalho (groupware), programa de com-
automática. tífica e tecnológica no nas universidades francesas. putador que possibilita a marcação de compromis
arquivista, bibliotecário, a. de lista list owner I N T E R N
administração bibliotecária administration (of a li- pessoa que gerência u m a lista de discussão, a. de agência => organismo, a. bibliográfica nacional sos coletivos. Cada participante da equipe visu.ili/.i
brary), library administration, library management, rede network administrator I N F profissional respon- ( A B N ) BIB conceito, estabelecido pela Unesco em os horários livres nas agendas pessoais dos outros
resource management DIB conjunto de tarefas relacio- sável pela manutenção da rede e pelo suporte aos 1977, segundo o qual cada país teria u m órgão que integrantes e faz a marcação de determinado evento.
nadas com a supervisão das atividades e funções deveria coordenar as atividades de gestão do con- agente agent 1. BIB/CLAS "categoria do conliecimeii

6 7
agente cultural AGRIS agrupamento alealório

to, na concepção de alguns teóricos da classifica- aglomeração agglomeration A D M processo de r e u - agrupamento grouping I N T E R N processo de reunir b u m de retratos, álbum de selos. 1.2. Colet&nea
ção. Aristóteles já havia a d m i t i d o , indiretamente, nião de entidades diversas, sem que exista coesão objetos definindo-os por áreas e conteúdo para que impressa de ilustrações e documentos iconogr.il i
os agentes em duas de suas categorias: ação e rela- entre elas. <=> entidade (1). os usuários possam acessá-los de forma eficaz. E cos. <=> documentação iconográfica. 2. MUS volume
ção. A s categorias agentes se subdividiram em ação aglomerado agglomerate L I N G " g r u p o de duas v o - realizado em conjunto com a indexação e faz parte composto por u m o u diversos discos (de v i n i l ou
nas propostas de Shora-Bgan no Classification Re- gais o u de duas consoantes sucessivas" ( D U B , p . do processo de organização. <=> indexação. => con- cede), acompanhado de texto explicativo com i n -
search G r o u p " (IIAKM, p. 15). 2. BIB representante de 32). a. semântico semantic agglomerate L I N G "conteú- glomerado, grupo (BIB). => grupo (INF). a. de termos formações sobre a obra fonográfica, á. de disco =>
empresa editorial por meio da qual a biblioteca ad- do de uma unidade significativa na qual os semas, => g r u p o ( B I B ) . capa de disco. á. de esboços sketch book ARTE livro ou
quire livros ou faz assinaturas de periódicos. 3. DMF traços pertinentes distintivos, não têm entre si qual- agrupar por tamanho => ordenar por tamanho. álbum utilizado para nele fazer esboços o u rascu-
3.1 Rotina de u m programa de c o m p u t a d o r que quer relação particular, e são simplesmente acres- água-forte etching ARTE 1. "Designação vulgar do nhos de desenhos. <=> esquete. á. de recortes scra-
espera cm segundo plano e executa u m a determina- centados uns aos outros" (DUB, p. 32). o aglomera- ácido azótico. 2. Mistura de ácido nítrico e de água, pbook ARTE BIB C O M N I O R N álbum, com folhas em bran-
da ação quando ocorre u m acontecimento específi- ção, configuração semântica, conglomerado. empregada para desoxidar e gravar metais" (AUR). 2. co, o n d e são colados o u m o n t a d o s recortes de
co, p.ex., uma troca de informações. 3.2 Em pro- "Processo de g r a v u r a f u n d a no q u a l se u t i l i z a a jornais, revistas ou fotografias, á. didático ARTE E D U
aglutinador de informação => pessoa-chave.
grama de biblioteca digital, módulos de programas ação corrosiva do ácido nítrico (água-forte) sobre as "publicação para crianças, concebida para o aluno
agradecimentos acknowledgements E D I T elemento
básicos que realizam serviços bibliotecários e pro- partes postas a descoberto na superfície de u m a colorir, o u desenhar, o u recortar e a r m a r " (CBL, p .
pré-textual do livro onde são feitas menções às pes-
vêem conteúdos i n f o r m a c i o n a i s . Esses módulos placa metálica protegida por verniz de cera" (PORTA). 221). á. seriado flip-chart C O M N E D U "recurso gráfico
soas que colaboraram na sua preparação.
aluam de lorma autónoma, negociando entre os visual, indicado para aulas, conferências o u reuni-
agregação clustering L I N G "reagrupamento de ter- A I B D A Associação Interamericana de Bibliotecári-
outros módulos e são responsáveis pelos seus pró- ões e m grupos não m u i t o numerosos, composto
mos por famílias homogéneas, como, p.ex., em f u n - os, Documentalistas e Especialistas em Informação
prios recursos. 4. C O M N "profissional que represen- de folhas avulsas reunidas e presas pela parte de
ção de repetições múltiplas — coocorrências nos Agrícola (Asociación Interamericana de Bibliote-
l.i c empresaria os atores, figurantes, músicos, mo- cima a u m cavalete de madeira. As folhas são escri-
parágrafos o u nos textos" (TAR, p. 307); clusteriza- cários, Documentalistas y Especialistas en Informa-
delos e artistas de modo geral, junto às agências de tas e m u m a das faces (geralmente com pincel-atô-
ção. <=> grupo (BIB). a. conceituai conceptual cluste- ción A g r í c o l a ) .
propaganda, empresas cinematográficas, emisso- mico) o u contêm ilustrações (gráficos, mapas, fo-
ring I N F em inteligência artificial, "tipo de aprendiza- aguarela (POR) =S> aquarela.
ras de rádio e TV, e demais veículos" (RAB87, p. 8). 5. tografias), e são apresentadas, uma a uma, em sequ-
gem pela observação e descoberta, que consiste A I F F I N F A u d i o Interchange File Format.
oiu pessoa que está à frente de u m cargo ou desem- ência lógica, de acordo com os itens da exposição
em classificar (reagrupar) os objetos dos quais se ainda não publicado not yet published BIB EDIT docu-
penha funções como representante d o Estado, a. o r a l " (RAB87, p. 10).
desconhecem a priori quais são os exemplos o u mento cuja existência foi divulgada, mas ainda não
Cultural cultural agent ARTE C O M N "aquele que, sem alçagem => alceamento.
contra-exemplos de u m conceito" (PAV, p. 7). O agre- foi impresso.
ser necessariamente u m produtor cultural ele mes-
gado, a. de catálogos catalog aggregation I N T E R N e m AJAX => Asynchronous JavaScript A n d X M L . alcalinidade alkalinity GRÁF Q U I valor do pH superi-
mo, envolve-se com a administração das artes e da
comércio eletrônico, ação de normalizar os dados ajuda contextual context-sensitive help, help function or a 7 no papel utilizado como suporte de informa-
Cultura, criando as condições para que outros cri-
de produtos de diversos vendedores visando faci- INF função de orientação ao usuário existente em ção. <=> acidez, papel, pu, suporte de informação.
em ou inventem seus próprios fins culturais. Atua,
litar a comparação de preços, a. de documentos ao programas aplicativos que p e r m i t e m consultar, na alceamento assembling, collating, gathering G R Á F
I requentemente embora não exclusivamente, na área
arquivo => entrada de documentos (ARQ). tela, informações referentes ao comando, procedi- REPRO 1. "Agrupar, m a n u a l o u mecanicamente, os
ila difusão, portanto mais junto ao público do que o
agregado aggregate F I L " c o n j u n t o de elementos mento o u m o d o operacional que está sendo utiliza- cadernos impressos, para formar o l i v r o " (AUR); al-
produtor cultural. Organiza exposições, mostras e
justapostos e reunidos p o r u m a certa coesão" ( L A L ) . do naquele momento; ajuda em linha. çagem. 2. A partir do início da década de 1980, o
palestras, prepara catálogos e folhetos, realiza pes-
a. de dados data aggregate PNF registro em u m arqui- ajudante de biblioteca => auxiliar de biblioteca. termo também passou a indicar o agrupamento au-
quisas de tendências, estimula indivíduos e grupos
vo que contém os totais d e r i v a d o s da soma de a.k.a. ' A l s o k n o w n as' => ' t a m b é m conhecido tomático de folhas multicopiadas por meio de má-
para a autoexpressão faz, e n f i m , a ponte entre a
valores de outros registros d o arquivo. Geralmen- como'. quinas copiadoras, o u de originais produzidos por
produção c u l t u r a l e seus possíveis públicos. E m
te os totais possuem significados especiais. A K L I C A u t h o r and key letter i n context. impressoras de computadores.
1995, com a aceitação legal de sua f i g u r a , antes
velada, passou-se a também no Brasil a chamar de agregador => serviço bibliográfico em linha. a. de A K P I C Author-and-key-phrase-in-context. alcova => gabinete de estudo.
agente cultural a quem encontra patrocinadores para conteúdos => portal, provedor de informação, a. RSS A K W I C A u t h o r and k e y w o r d i n context. alcunha => nome alternativo.
um proJetO cultural pronto" (COE, p. 42). a. de infor- RSS agregator, RSS reader I N F I N T E R N programa de com- A L A A m e r i c a n Library Association. aldeia global global information village, global village
mação ( i i IK) > arquivista, bibliotecário, cientista da putador que aglutina e remete conteúdos informa- ALA filing rules Conjunto de normas originalmen- C O M N expressão criada, na década de 1960, pelo

informação, corretor da informação, documentalis- cionais para os usuários. M u i t o utilizado na disse- te publicadas em 1942 pela A m e r i c a n Library As- canadense Marshall M c L u h a n para designar a co-
ta, museólogo. a. de deterioração => deterioração minação de notícias jornalísticas para usuários ins- sociation e revisadas e m 1967 e e m 1980, sob o munidade de usuários que se associam uns aos o u -
do papel. a. informativo => corretor da informação, critos n u m sistema; leitor RSS; resource site summary título ALA rules for filing catalog carás, que determina tros p o r meio da comunicação de massa: " A nova
a. inteligente inlelligent agent, intelligent search agent, (RSS) ( « ) . a ordem de entradas a serem inseridas n u m catálo- interdependência eletrônica recria o m u n d o à ima-
software trgciil I N I programa de computador que exe- Agricultural Information System (AGRIS) Sistema go de biblioteca. gem de u m a aldeia g l o b a l " ( L U H , p. 58). A aldeia
i'iila farofas especializadas para seus utilizadores, a. de bases de dados agrícolas da Organização das A L A print train BIB/CAT I N F conjunto de caracteres global representava a transformação do m u n d o l i -
intermediário > profissional de informação, a. lança- Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). padronizados desenvolvidos pela American Libra- near, especializado e v i s u a l — criado pela mídia
dor relcasmg ugcitl < INI "agente o u agência respon- ry Association para uso c m registros legíveis por impressa — n u m m u n d o simultâneo, holístico e m u l -
Agriculture Libraries Information Network
sável pel.i distribuição inicial de u m filme cinemato- máquina. Foi transformado na norma ANSI/NISO z39.47. tissensorial — p r o p i c i a d o pela mídia eletrônica.
(AGLINET) Rede criada e m 1971 pela Associação I n -
gráfico" ( A A I K()2). a. literário literary agent DIR L I T «• Extended Latin Alphabet C o d e d Character Set Atualmente essa comunicação é feita, também, por
t e r n a c i o n a l de Bibliotecários e Documentalistas
pessoa ou organização que representa os autores, for Bibliographic Use. meio de terminais de sistemas em linha. <=> m u n d o
Agrícolas ( I A A L D ) , que, desde 1990, se d e n o m i n a
negociando em seu nome nas transações realiza- alavanca de controle joystick I N F dispositivo de v i r t u a l , sociedade da informação.
Associação Internacional de Especialistas em Infor-
das com as editoras, a. substituto proxy BIB/RI I N F N a mação Agrícola, mantida a mesma sigla. comunicação que permite o ajuste de u m cursor aldino Aldine GRÁF relativo às criações e p r o d u -
recuperação da informação, serviço que permite AGRINDEX Agricultural Research Information Index, por meio de uma alavanca que pode ser orientada em ções de A l d o M a n u z i o , p.ex., edição aldina, o u
hierarquias e estratégias sofisticadas de coleta de bibliografia agrícola produzida pela FAO. várias direções; alavanca de comando, manche. seja, livro impresso por A l d o Manuzio ou sua famí-
dados o u informações. álbum álbum ARTE BIB 1. Caderno o u classificador lia, no período de 1490 a 1597.
A G R I N T E R Latin American and Caribbean Agricultu-
re Information Network. pessoal, que se destina a receber desenhos, foto- aleatório random EST I N F não-sequencial, variável,
AGLINET Agriculture Libraries Information Network. A G R I S Agricultural Information System. grafias, autógrafos e coleções diversas, p.ex.: ál- <=> acesso direto.

9
ALEBQ algarismo romano álgebra booleana .ilociç.ln de i r i i n s . i ' .

A L E B C I Associação Latino-Americana de Escolas lógica computer literacy, digital literacy, information álgebra booleana Boolean álgebra 1. M A T cálculo .simultaneamente. < > remalin.i.
de Biblioteconomia e Ciências da Informação (Aso- technology literacy E N G I N F I N T E R N TEL conjunto de com- algébrico abstrato, cujas variáveis p o d e m assumir alimentador de folha solta bill feeder, ml iheel /m/. >
ciación Latinoamericana de Escuelas de Bibliote- petências elementares a qualquer tecnologia da i n - apenas os valores de u m o u zero. 2. I N F álgebra dos INF em impressoras, dispositivo que permite a inho
cología y Ciências de la Información). f o r m a ç ã o e comunicação, especialmente aquelas computadores que admite dois estados (ligado/des- dução de folhas soltas para impressão.
a l e r t a c o r r e n t e => serviço corrente de alerta, a. relacionadas com o uso de computadores, redes e ligado) correspondentes aos valores u m e zero da alimentarfeed (v.) INF ação de suprir o computador
( s e r v i ç o ) => serviço de alerta. serviços de internet; literácia computacional, literá- álgebra de Boole. 3. FIL sistemas de notação que têm com dados que devem ser processados.
a l f a (teste) > lesle alfa. cia digital. A n t : analfabetismo tecnológico. por finalidade analisar e descrever u m a proposição alínea first Une of a paragraph, subclause DIR I Í D I I cm
a l f . i b c l a ç a o alphabetical arrangement ( U K ) , alpha- alfabeto ABC, alphabet L I N G 1. Sistema de signos de seu ponto de vista lógico, sendo verdadeira o u técnica legislativa, cada u m a das subdivisões de u m
betical order, alphabet izal Ion, alphabetize (us) BIB/CAT or- gráficos empregados para a transcrição dos sons falsa, sem nenhuma ambiguidade. 4. BIB/RI I N F 4.1 documento, indicada por u m a letra minúscula e se-
denação de itens sequencialmente e segundo a or- de u m a língua. 2. Letras o u símbolos de uma língua, Operações lógicas adotadas n u m a estratégia de bus- g u i d a de parêntese. C o m p l e m e n t a e esclarece a
dem das letras; |>odo ser feito palavra por palavra o u apresentados em conjunto, de f o r m a ordenada e ca, que c o m p r e e n d e m os operadores e (and), o u parte antecedente do artigo (baseado em ATI, p. 87).
letra P O I letra. a. Berghoeffer Berghoeffer filing, fin- que representam sons simples e articulados dessa (or), não (not), exceto (except), se condicional (if), <=> parágrafo.
tlitig /is/ cululog BIB/CAT ordenação alfabética empre- língua; abecedário. a. Braille Braille alphabet E D I T E D U então o u p o r conseguinte (then) e senão (e/se), o alinhamento alignment, justification, justify (to), E D I T
gada em lislas ile consulta rápida, organizadas ape- 1. T i p o de alfabeto convencional, formado por p o n - diagrama de Venn, estratégia de busca, indexação GRÁF I N F mover a configuração de bits armazenada
nas pelo sobrenome do autor, sem considerar os tos e m relevo que apresentam elevações o u de- coordenada, operador booleano. 4.2. " A álgebra em u m registro de tal maneira que nem o bit menos
pronomes e iniciais. Sob os sobrenomes, a organi- pressões e são 'lidos', em geral, pelo tato das pontas significativo e nem o mais significativo estejam no
lógica, o u álgebra booleana, permite que sejam efe-
zação .• feita pelos títulos. Baseia-se no sistema u t i - dos dedos, a u m a velocidade aproximada de cem extremo adequado do registro. E u m processo aná-
tuadas operações de união, de interseção e de ex-
lizado por i VV. Berghoeffer, c o m p i l a d o r do catá- letras por minuto; Braille (sistema de escrita); braile,
clusão sobre u m conjunto de descritores de docu- logo ao que se utiliza na composição tipográfica e
logo coletivo de Frankfurt, em 1891; lista de con- anagliptografia. 2. Criado por Louis Braille, no sé-
mentos" ( M U C ) . nos sistemas de processamento de textos, para con-
suli.i rápida; sistema Berghoeffer. a. l e t r a p o r l e t r a c u l o xix, que era cego. 3. A tecnologia oferece
algoritmo algorithm I N F 1. Conjunto de regras o u seguir as margens verticais uniformes nas páginas
ull through filing, letter-by-letter arrangement, letter by importante auxiliar na leitura para cegos, tal como o
procedimentos que p e r m i t e m obter determinado ou colunas de impressão. A q u i o espaço entre as
1,1 lei filing, íolid filing, something before nothing BIB/CAT Optacon, equipamento composto de câmara foto-
resultado, em função de u m conjunto definido de palavras o u letras contidas na linha impressa é am-
,I que ordena as palavras das entradas como se não gráfica dotada de fototransistores que, colocada so-
dados. 2. Modelo lógico o u matemático que incor- p l i a d o para ocupar toda a extensão entre as mar-
houvesse espaço entre elas, como faz a Encyclopa- bre u m texto impresso, converte as letras em pa-
pora u m conjunto de regras específicas e que diz gens, possibilitando, assim, u m texto mais bem dis-
tiii britannica. o alfabefição palavra por palavra, drões táteis da escrita Braille. <=> biblioteca Braille,
como a informação será manipulada a fim de se atin- tribuído; enquadrar (POR), a. à direita right justification
a. p a l a v r a p o r p a l a v r a rv-thing before something, word- a. cirílico Cyrillic alphabet L I N G alfabeto criado no
gir determinado resultado, a. de Huffman => codifica- E D I T 1. Forma de alinhamento das posições de i m -
/'i/ WOrdfiling BIB/CAT a que ordena as palavras de uma século ix por Constantino (são Cirilo) e Metódio,
ção de H u f f m a n , a. de relevância relevance algorithm pressão dos caracteres de u m a página, de m o d o
entrada considerando cada palavra de m o d o inde- baseado nas letras unciais da escrita grega bizanti-
pendente. A maioria das enciclopédias obedece a I N F I N T E R N método utilizado pelos mecanismos de que a margem direita seja u n i f o r m e . 2. Forma de
na, que deu origem ao alfabeto russo e de outros
este tipo de alfabetação. N o Brasil, os catálogos de alfabetos eslavos. <=> romanização, transliteração. busca para comparar as palavras-chave de uma es- alinhamento que se realiza sobre a extremidade d i -
autores, títulos e assuntos, seguem, em sua maioria, a. latino Roman alphabet LFNG conjunto de caracteres tratégia de busca com o conteúdo de cada página reita da zona; enquadrar (POR).
este arranjo. <=> alfabetação letra por letra. baseados no alfabeto grego e etrusco e adotado na web, fazendo com que as páginas encontradas se- alisamento flattening A R Q "processo para aplainar
escrita do latim e, o )m algumas adaptações, na das jam ordenadas pela sua relevância. Cada mecanis- qualquer documento dobrado, enrugado, amarrota-
a l f a b e t i z a ç ã o d i g i t a l => alfabetização tecnológi- mo de busca pode utilizar diferentes algoritmos. do, para facilitar sua conservação e leitura" ( Z A M , p.
línguas neolatinas e anglo-saxônicas.
ca a. e l e t r ô n i c a => alfabetização tecnológica, a. e m A L I A Australian Library and Information Association. 2); planificação.
i n t e r n e t Internet literacy I N T E R N conjunto de compe- alfanumérico alphameric (us) BIB/CLAS L I N G conjun- aliança estratégica strategic alliance A D M relação A L I S E Association for Library and Information Sci-
lem i.is q u e uma pessoa necessita para buscar e u t i - ção de letras e números (algarismos arábicos) usa- formal constituída entre duas o u mais organizações ence Educators (us).
lizai inlormaçõos hospedadas na internet, o alfabe- dos para a formação de símbolos compostos, que com o objetivo de compartilhamento de recursos Alliance for Bibliographic Standards = > I F L A A l l i -
li/.iç.io tecnológica, a. e m t e c n o l o g i a d a i n f o r m a - são encontrados em alguns sistemas de classifica- e competências. ance for Bibliographic Standards.
ção :• alfabetização tecnológica, a. i n f o r m a c i o n a l ção, p.ex., a Library of Congress Classification, as- aliás (POR) => nome alternativo. almanaque almanac 1. E D I T publicação anual, onde
III/OI num, i/, information fluency, information literacy sim como em códigos empregados na informática.
Alien, Penumbral, Umbral, Penumbral, Alien => se encontram informações genéricas sobre assun-
mu I N I ' I N I I H N conjunto de competências que u m a alfarrábio ancient book, antique book, early printeâ APUPA. tos diversos, e que sempre i n c l u i u m calendário,
pessoa possui para identificar a informação, mani- book GRÁF 1. " L i v r o antigo o u velho, de pouca o u alienação alienation ARQ "perda, por u m a institui- p.ex.: almanaque astronómico. Até a década de 1960,
pulai iciiiles de informação, elaborar estratégias de nenhuma importância. 2. L i v r o velho, o u há m u i t o ção, da custódia de documentos o u de fundos de havia laboratórios farmacêuticos que distribuíam
luís. . i e localizar a informação, b e m como avaliar editado, e que tem valor por ser antigo" (HOUD). <=> arquivos, quer por ato legal específico, quer p o r seus almanaques, que, além do calendário, incluíam
as íonles de informação. "A competência informaci- cartapácio, incunábulo. ato i l e g a l " ( I C A ) . O reintegração (2). matéria recreativa, humorística, científica, literária e
o n a l i n o h i l i / . i c l . i em situações de trabalho pode ser alfarrabista (POR) => livreiro de livros usados. alienígena (assunto) => assunto alienígena. i n f o r m a t i v a . Os agricultores apreciavam as infor-
vista como u m dos requisitos do perfil profissional algarismo EDIT M A T Sinal o u caractere que repre- alimentação => entrada (3). a. de papel paper ad- mações sobre produtos agrícolas: tempo para se-
necessário p a r a trabalhar com a informação, não sentam os números, a. arábico E D I T M A T diz-se dos vance, paper feeding INF m o d o pelo qual o formulário mear e para colher, grãos mais apropriados a cada
importando o tipo de profissional o u de atividade. E caracteres, surgidos na índia e difundidos pelos ára-
uma competência que perpassa processos de ne- é transportado numa impressora e que pode ser de região, pomares e hortas, b e m como sobre a cria-
bes, e que são os números de 1 a 0. a. binário=> bit. três maneiras: a) fricção: o papel é m o v i d o e colo- ção de animais domésticos e de pequeno porte. < >
gócio, processos gerenciais e processos técnicos a. romano Roman numeral E D I T M A T sistema desen-
diversos, bem como diferentes partes de u m a orga- cado no lugar por fricção entre dois rolos deslizan- anuário. 2. E N G publicação anual que contém infor-
v o l v i d o pelos romanos e utilizado até o século xi. tes, p e r m i t i n d o a utilização de folhas soltas, papel mações diversas sobre assuntos técnicos, além de
nização ou aliviei.ide" (MIU, p. 139). A n t ; analfabetis- Utilizava letras maiúsculas para indicar os números,
mo infonuacion.il; competência informacional, edu- em rolo o u formulário contínuo; b) pino: o papel é u m calendário comum. a. nobiliário => nobiliário.
p.ex.: i =1, v = 5, x = 10, L = 50, c = 100, M = 1000. É puxado por u m a roda dentada, que faz perfurações
cação para a informação, fluência informacional, alocação allocation 1. BIB/CLAS extensão permitida à
ainda utilizado, mas não recomendado, para indicar nas suas laterais; c) trator: o formulário contínuo é
letramento informacional, literácia informacional. notação. 2. I N F reserva de u m a zona de memória
t o m o s , início de capítulos o u seções de l i v r o s e p u x a d o p o r rodas com pinos, m o v i d a s por u m a
a. i n f o r m á t i c a => alfabetização tecnológica, a. n o destinada ao armazenamento de dados, itens, rotinas
outros tipos de documentos; número latino, núme- esteira, os quais se encaixam nos furos laterais do
u s o d a b i b l i o t e c a => educação de usuário, a. t e c n o - ou memórias de trabalho, a. de recursos budgel alto
ro r o m a n o . papel (remalina). E comum o uso de fricção e pinos cation A D M C O N T quantidade de recursos linancelroH

10 11
alocação de termos de indexação amigos da biblioteca amostra

reservados no orçamento por uma organização para a u m a interpretação equivocada, se os termos não ou associação de pessoas, geralmente voluntárias, proceedings, proceedings mu 1:1 >n I . K A I documento que
atender aos seus objelivos r melas. a. de termos de se apresentarem, se for o caso, devidamente quali- que colaboram com uma biblioteca, trabalhando em i n c l u i os trabalhos, os informes e alas das sessões
indexação => atribuição de termos de indexação. ficados, p.ex.: o termo 'capital' pode se apresentar setores da biblioteca o u p r o m o v e n d o campanhas de reunião de uma sociedade ou associação cienll
Alpha-Numciic System for Classification of Re- como 'capital (valores monetários)' e 'capital (sede para arrecadação de recursos financeiros o u me- fica. <=> documento primário, literatura cin/enl.i
cordings ( A N S C K ) Sistema de classificação alfanumé- do governo)'. <=> nota explicativa, qualificador. 3. lhoria d o acervo. Anais da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro,
rico u t i l i z a d o para organizar acervos de registros L I N G "circunstância de u m a comunicação linguística amostra sample EST parcela selecionada de u m u n i - Periódico fundado em 1876.
sonoros. se prestar a mais de u m a interpretação [...] Em sen- verso o u população, <f=> amostragem, a. de áudio Anais do Arquivo Público do Pará, Belém. Peri
ali I. INTERN n.i l Isenel, prefixo ao nome ou abrevi- t i d o lato, a ambiguidade é u m a consequência, e m musical sampler, sampler I N F I N T E R N arquivo de peque- ódico f u n d a d o em 1995.
atura d o grupo de discussão, p.ex.: alt.culture.hawaii qualquer língua, da: a) homonímia, b) polissemia, c) na dimensão que reproduz o som de instrumentos analetos analets BIB/CLAS 1. "Arranjo linear de isol.i
refere sr .1 uni grupo de discussão cujo tema cen- deficiência dos padrões sintáticos (frase)" (CJR, p . musicais. dos, ligados por indicadores de relação que repre-
tral é o I l.iv.ii. 2. I N I tecla do teclado dos computa- 48). frase, homonímia, polissemia. a. conceituai amostragem sampling 1. A R Q "escolha realizada sentam u m assunto específico" ( W N ) 2. Análise das
dores, em >-.• -1.11 utilizada em conjunto com outras. conceptual ambiguity B I B / C L A S "patologia dos siste- no curso da triagem, segundo critérios variáveis, etapas de classificação necessárias a u m assunto
alla-fidclidadc high fidelity E N G reprodução de som mas de classificação que consiste na utilização de notadamente numéricos, alfabéticos, topográficos complexo.
qUf CObre variadas frequências audíveis. E consi- termos ambíguos o u plurivalentes, sem u m a nota ou qualitativos, de u m a certa proporção de docu- analfabetismo informacional information illiteracy
derado o M I I I I de melhor qualidade por provocar o explicativa o u u m a definição que lhe clarifique o mentos que, como os únicos conservados, serão BIB E D U I N F I N T E R N falta o u escassez de competência
111111111 o 1 de distorção em relação ao som original. contexto" (BARM, p. 16). a. terminológica => termino- considerados como representando o conjunto do para que uma pessoa possa reconhecer quando u m a
alia resolução high resolution F O T O I N F imagem bem- logia controlada. qual se o r i g i n a m " (DICT, p. 18). 2. EST obtenção de informação é necessária, b e m como para localizar,
definida ou COW grande nitidez; não há, porém, u m American Archivist Periódico semestral, p u b l i - uma amostra da população. 3. I N F na análise de siste- avaliar e utilizar, de forma eficaz, uma informação
limite entre alta e baixa resolução. Ant: baixa resolução. cado pela Society of A m e r i c a n A r c h i v i s t s ; i n c l u i mas, procedimento em que os volumes de tráfego demandada. Ant: alfabetização informacional. a. tec-
AltaVista INTERN mecanismo de busca, desenvol- artigos de pesquisa sobre teoria arquivística, estu- ou movimento, as atividades dos arquivos e outras nológico computer illiteracy, illiteracy (in technology),
\o e m 1995, que i n t r o d u z i u na internet as técni- dos de casos, recensões de l i v r o s e notícias. A . variáveis são calculados t o m a n d o como base as technological illiteracy E D U I N F I N T E R N falta o u escassez
1,1:. de pesquisa avançada. C h e m i c a l Society (ACS) Associação norte-america- amostras colhidas. de competência para que u m a pessoa possa usar os
alteração de título => mudança de título. na de profissionais da química. Por meio do CAS, ampliação blow-up, enlargement A R Q BIB FOTO REPRO equipamentos básicos da tecnologia moderna, p r i n -
alteração global => mudança global. u m a divisão da ACS, p r o d u z a publicação Chemical cópia de original ou documento e m escala maior. cipalmente os microcomputadores; analfabetismo
alternação (índice) => índice p o r alternação. Abstracts e importantes bases de dados. A . Docu- <=> redução, taxa de ampliação, taxa de redução, a. informático, o analfabetismo informacional. A n t :
alternativas alternatives BIB/RI I N F em sistemas de m e n t a t i o n I n s t i t u t e ( A D I ) => American Society for de janela window zooming, zoom, zooming I N F alarga- alfabetização tecnológica
inloi mação, as opções disponíveis para alcançar I n f o r m a t i o n Science (ASIS). A . Library Association mento de janela ou parte de u m a imagem gráfica, de analisador ótico => escâner.
determinado f i m . ( A L A ) Associação norte-americana de bibliotecas e modo que passe a ocupar u m espaço maior na tela análise (1) analysis, bibliographic analysis BIB exa-
altura das estantes shelf height A R Q BIB distância bibliotecários fundada e m 1876, com sede em C h i - do vídeo; abrir janela. me de u m conjunto de dados e informações, a f i m
vertical entre o topo de uma estante e o piso onde cago; é a mais antiga do m u n d o . A . National Stan- ampliador impressor => leitora copiadora de m i - de identificar seus elementos essenciais e as rela-
está montada. dards Institute (ANSI) Organização responsável pelo croformas. ções existentes entre eles para possível inclusão
aluguel de livros => biblioteca de aluguel, coleção setor de normalização nos E U A . Antes denominada amplificação amplificatíon C O M N I N F T E L fortaleci- em sistemas de informação. <=> análise de conteú-
de aluguel. A m e r i c a n Standards Association (ASA). A . Society do, catalogação, descrição bibliográfica, referên-
mento de u m sinal eletrônico sem alterar sua estru-
alvará judicial ivrit A D M D I R documento expedido for I n f o r m a t i o n Science (ASIS) => American Society tura interna, mediante equipamento especializado, cia bibliográfica, análise (2) analysis A D M E N G I N F 1.
por uma autoridade que p e r m i t e a realização de for Information Science and Technology. A . Socie- o amplificador. Inclui todas as funções que envolvem manipulação
determinado ato. ty for I n f o r m a t i o n Science & Technology (ASIS&T) ou processamento de informações o u dados, tais
amplificador amplifier C O M N E N G T E L 1. Aparelho
Associação norte-americana de profissionais da ci- como: análise de informação, manipulação e rea-
amarelado foxing A R Q ARTE BIB manchas de cor cas- que aumenta a potência de u m sinal elétrico. <=>
ência da informação, fundada em 1937. Denomina- condicionamento, resposta a consultas, validação
tanha, causadas ao papel pela umidade, ferrugem ou amplificação. 2. Em sistema de som, aparelho que
ções anteriores: A m e r i c a n Documentation I n s t i t u - de dados, análise e redução dos dados, normaliza-
Impurezas químicas; descoloração, enodoado, ma- amplia os sinais de uma fonte sonora, melhorando,
te ( A D I ) (1937-1968) e A m e r i c a n Society for Infor- ção de dados. 2. Decomposição de u m problema
lhado, manchado, nódoa. por conseguinte, a audibilidade.
m a t i o n Science (ASIS) (1969-1999). Publica: Annual complexo em elementos mais simples e estabeleci-
amanuense > escriba. amplitude (operador) => busca de amplitude, a. de
Review of Information Science and Technology ( A R I S T ) , mento de articulações entre eles. análise (3) content
Am.i/on.com I ivraria virtual com sede em Seattle onda => largura de banda.
Bulletin of the American Society for Information Science analysis, contents note, information analysis BIB/CAT BIB/
( M I A ) . Considerada a maior da Rede. A N A r q u i v o Nacional [do Brasil].
and Technology (BASIST) e o Journal of the American Í N D E X BIB/RI 1. "recuperação e seleção de i n f o r m a -
.iiiiliient.ição > climatização. A N A B A D Asociación Espanola de Archiveros, Bi-
Society for Information Science and Technology (IASIST).
ções contidas em u m d o c u m e n t o , em função de
ambiente ciiviwiimcnt I N F I N T E R N 1. Sistema ou fa- bliotecários, Museólogos y Documentalistas.
A . Society of Indexers ( A S I ) Associação dos E U A de critérios predeterminados" (AFNOR, p. 47); espiolha-
mília de u m computador c o m o u m t o d o . 2. E m anagliptografia => alfabeto Braille.
profissionais de indexação, criada em 1968. Publica mento (POR). <=> análise (1), análise (2), análise de
sistema operacional, camada que cobre o sistema anagrama anagram G R A M a transposição das letras
The Indexer. A . Standards Association (ASA) => A m e - conteúdo, análise documentária, catalogação analí-
permitindo Uma rápida e fácil interação entre o usu- de u m a palavra o u frase para criar u m a nova palavra
rican National Standards Institute (ANSI). A . Stan- tica, nota de conteúdo. 2. Enumeração dos títulos
ário e a iiiaqu a. da informação => infraestrutura ou frase.
dard Code for I n f o r m a t i o n Interchange => Ascn. dos diversos tomos de u m a obra, de uma coleção,
da informação. , i . virtual virtual environment EDU I N F anais annals B I B E D I T GRÁF 1. T i p o de publicação
de u m a publicação o u série. 3. Catalogação dos
utilização d.1 realidade virtual para apoiar atividades Americana BIB HIST relativo a livros e outros docu- periódica, que relata eventos acontecidos durante
elementos de u m a publicação em série. 3. Calalo
de ensino. < > biblioteca digital. mentos publicados sobre as Américas ou escritos o ano, transações de u m a organização, especial-
gação dos artigos de u m periódico" (ABF, p. 318). 3.
ambiguidade ambiguily, equivocality 1. FIL " d u p l o por autores desse continente. mente das áreas científicas e tecnológicas, o u o
"Tarefa que consiste na análise e seleção de artigo:,
sentido de uma palavra ou de uma expressão quer A M I A Association of M o v i n g Image Archivists. progresso em áreas especializadas do conhecimen-
e de trabalhos incluídos e m l i v r o s e publicações
seja por ela mesma quer seja segundo o seu lugar e amicabilidade => usabilidade. to. <=> almanaque, anuário. 2. O registro de eventos,
periódicas, pertencentes a vários autores, com .1
a sua conexão" ( L A I , , p. 52). 2. BIB/CLAS característica amigável com o usuário => programa amigável, em o r d e m alfabética. 3. Em sua acepção mais anti-
finalidade de registrá-los em entradas independei!
de alguns termos de indexação, que possuem dois usabilidade. ga, obra anual que relaciona fatos históricos em
tes" (BUO, p. 162). 4. O Dicionário do livro (1 AR) regln
ou mais significados. Essa coincidência pode levar amigos da biblioteca friends of the library BIB grupo o r d e m c r o n o l ó g i c a , a. de congresso conference

12 13
análise arquivística análise de conteúdo análise de coocorrência análise global

tra os termos: a) "respigar - retirar de u m o u mais coocorrência. a. da imagem image analysis BIB/INDEX 2.1 "Técnica de investigação que através de u m a o que deve ser feito, e a melhor maneira de la/r lo
livros, rebuscando aqui e além certos dados que a COMN LING disciplina científica interdisciplinar que descrição objetiva, sistemática e quantitativa do con- "Esta análise possui cinco etapas que são depen-
alguém interessam; compilar elementos; b) "respi- estuda os aspectos culturais, sociais, semânticos e teúdo manifesto das comunicações, t e m por finali- dentes u m a das outras: definição de objetivos, deli
go - ato de compilar, de u m o u mais livros, dados gramaticais que incidem sobre a descrição da ima- dade a interpretação destas mesmas comunicações" nição dos requisitos dos sistemas, fase de elabora
sobre determinada temática, para u m utilizador" (p. gem e a explicação de sua função comunicativa. <=> (BARL, p . 36). 2.2 " A intenção da análise de conteúdo ção d o projeto, fase de implementação e fase de
301). 5. Nota: a análise (3), análise de informação e análise de discurso, a. da informação => análise (3), é a inferência de conhecimentos relativos às condi- avaliação" (ROW94, p. 94). a. de tarefa => análise da
análise documentária são, às vezes, consideradas análise documentária, a. da tarefa task analysis I N F ções de produção (ou, eventualmente, de recep- tarefa, a. de títulos K W A C , K W I C , K W O C . a. de trabal lio

como expressões sinonimas. N o entanto, a diferen- em usabilidade, avaliação do usuário por meio de ção), inferência esta que recorre a indicadores (quan- job analysis A D M E N G documento administrativo, com
ça feita por alguns especialistas baseia-se no fato de tarefas que são p o r ele desempenhadas, a. de titativos o u não) [...] Estas inferências (ou d e d u - " d e s c r i ç ã o minuciosa de cada fase de operação,
ser a análise d.i Informação efetuada em áreas espe- asssunto => análise de conteúdo, a. de benefícios ções lógicas) p o d e m responder a dois tipos de obra, e t c , com indicação d o t e m p o estimado ou
cificas para atendimento de clientelas também espe- benefit analysis ARQ BIB I N F "análise científica dos be- (perguntas): - o que conduziu a u m determinado estabelecido na execução de cada uma. U t i l i z a d o
cíficas, a. arquivística => inventário (ARQ). a. auto- nefícios que o usuário o u g r u p o de usuários rece- enunciado? Este aspecto diz respeito às causas o u no setor de engenharia c o m o f i m de estabelecer
mática ile textos =^ resumo automático (elabora- b e m pelo uso de u m serviço específico de informa- antecedentes da mensagem; - quais as consequên- programas de carga de trabalho para as máquinas de
ção), a. bibliográfica => análise (1). a. bibliográfica cias que u m determinado enunciado vai provavel- produção o u para a elaboração de u m a rede P E R T "
ção o u de u m sistema de informação ou documen-
mente provocar?" (BARL, p. 38-39) <=> inferência, a. (ABNT49). a. de workflow => f l u x o de trabalho, a.
anual : revisão anual. a. bibliográfica indicativa => t a ç ã o " ( W N , p. 171). <=> análise de custo-benefício.
de coocorrência => análise da frequência de pala- descritiva => análise (1). a. do concorrente competitor
resumo Indicativo, a. bibliográfica informativa => a. de circulação circulation analysis BIB estudo dos
vras, a. de copalavra => bibliometria. a. de custo- analysis A D M ECO I N T E R N "processo de identificar os
resumo informativo, a. bibliométrica bibliometric dados estatísticos compilados a partir da circulação
benefício cost-benefit analysis A D M E N G comparação principais concorrentes; analisar seus objetivos, for-
analysis BIB utilização das leis bibliométricas com o dos documentos d o acervo da biblioteca. Esses
do custo de u m p r o d u t o , serviço o u projeto com ças, fraquezas, estratégias e padrões de reação; e
objetivo d i estudar o comportamento da literatura
1 estudos geralmente incluem os aspectos relaciona-
os benefícios resultantes de sua utilização; análise selecionar quais concorrentes atacar e quais e v i -
de uma área; estudo bibliométrico. <=> bibliometria. dos com os assuntos, t i p o de material, idade dos
de custo-efetividade. a. de dados data analysis EST tar" (TAR, p. 303). *=> inteligência competitiva, a. do
a. componencial componential analysis L I N G "proce- documentos e o tipo de usuário. o estatística de
"conjunto de técnicas estatísticas cujo objetivo con- fluxo de informação information flow analysis A D M BIB
dimento que consiste em definir a significação de circulação, a. de citação citation analysis BIB "análise
siste em escrever, classificar e r e d u z i r tabelas de INF estudo de como a informação f l u i dentro de u m a
uma palavra-chave (ou de u m elemento significati- de referências bibliográficas contidas nos documen-
grandes dimensões. Baseia-se principalmente, em determinada organização, a. do porta-fólio portfolio
vo) a partir do máximo possível de enunciados, o u tos para produzir medidas de indicadores relativos
métodos algébricos" (MOR91). <=> análise documen- analysis A D M ECO I N T E R N "ferramenta com a qual a em-
de sequencias que lhe dizem respeito. A definição ao desempenho científico e à produtividade de au-
tária, a. de documentos => análise documentária, a. presa identifica e avalia seus vários negócios" (TAR,
que se procura é deduzida por meio da confronta- tores o u instituições" ( M E D , p. 97); estudo de cita- de discurso discourse analysis L I N G estudo das "re- p. 303). a. documentária document analysis BIB análi-
ção dos enunciados, o u das sequências" (MUC). a. ção. >í=> bibliometria, indexação por citações, índice gras para a produção de textos (orais o u escritos) se d o conteúdo temático de documentos efetuada
conceituai conceptual analysis BIB/CLAS fase inicial do de citações, a. de citações => indexação p o r cita- maiores que o período, o u seja, as sequências de com o objetivo de conseguir elementos que per-
ato classificatório que consiste e m determinar os ções, a. de cocitações =* cocitação. a. de conglo- frases, e t e m como objeto a fala (na oposição saus- m i t a m a representação resumida desse documento.
principais assuntos ou conceitos relacionados com merado clump analysis, cluster analysis I N F método suriana língua/fala [ou discurso]; seus critérios e A análise documentária pode resultar, conforme o
o d o c u m e n t o objeto de análise. <=> indexação de computadorizado para organização de u m a série métodos variam segundo as escolas" (HOUD, p. 202)). caso, n u m a condensação o u e m descritores/ter-
conceitos, mapeamento de conceitos, a. contextual de objetos em grupos coerentes, baseado nas ca- a. de facetas facet analysis, faceted analysis BIB/CLAS mos de indexação. Pode também resultar em regis-
contextual analysis L I N G "delimitação do conteúdo racterísticas mensuráveis de cada objeto. a. de con- BIB/INDEX 1. Estudo sistemático de assuntos o u de tros bibliográficos e índices de classificação; análi-
ou noção de u m termo n u m contexto, em virtude teúdo content analysis, subject analysis 1. BIB/FNDEX 1.1 termos que fazem parte de uma área específica, para se documental, análise de documentos, <=> análise
da identificação, análise e seleção das característi- Operações que levam à representação resumida de reuni-los em categorias e facetas. «=> faceta. 2. D i v i - (1; 2; 3), análise de conteúdo, condensação, descri-
cas da noção que surgem d o contexto" (BARM, p . u m texto. <=> análise de informação, análise d o c u - são de u m assunto ou classe em vários grupos de tor, indexação, resumo, termo de indexação. Nota:
lo). < > terminologia, a. criptográfica cryptanalysis mentária. 1.2 "Exame objetivo, exaustivo, metódi- termos, g r u p o o u faceta, contendo sua própria rela- a análise (3), a análise de informação e a análise
INI tradução de uma mensagem cifrada para u m a co e, se possível, quantitativo, de u m texto (ou de ção c o m a classe e com símbolos i n d i v i d u a i s de documentária são, às vezes, consideradas como
linguagem natural utilizando meios que não empre- u m conjunto de informações) com vistas à obten- notação que permitem sua manipulação, <=> classifi- expressões sinónimas. N o entanto, a diferença feita
gam o conhecimento da chave. a. crítica de contra- ção d o seu teor s i g n i f i c a t i v o " ( M U C , p . 123). 1.3 cação p o r facetas, faceta, tesauro. a. de patentes por alguns especialistas baseia-se no fato de ser a
io criticai analysis of contract A D M em gestão de qua- " C o n j u n t o de técnicas de análise das comunica- patent analysis BIB E N G conjunto de técnicas para clas- análise da informação efetuada em áreas específicas
lidade, "atividades sistemáticas executadas pelo for- ções visando obter, p o r procedimentos sistemáti- sificar as patentes segundo determinados critérios para atendimento de clientelas também específicas,
necedor, antes da assinatura d o contrato, para ga- cos e objetivos de descrição do conteúdo das men- com o objetivo de obter indicadores cientométri- a. estatística da literatura => bibliometria. a. estru-
rantir que os requisitos para a qualidade estão ade- sagens, indicadores (quantitativos o u não) que per- cos. <í=> análise de citações, cientometria, patente, a. t u r a d a de sistemas structured systems analysis I N F
quadamente definidos, sem ambiguidade e docu- m i t a m a inferência de conhecimentos relativos às de processo => fluxo de trabalho, a. de requisitos técnica da análise de sistemas que inclui todas as
menlados, e que podem ser atendidos pelo forne- condições de produção/recepção" (BARL, p. 42); aná- needs analysis A D M em gestão de qualidade, "conjun- atividades, desde a compreensão inicial do proble-
cedor" (AIINTH4). a. crítica de projeto criticai analy- lise temática. <=> análise documentária. 1.4 A expres- to de atividades que permite identificar as necessi- m a até a especificação e o desenho d o s u p o r t e
sis u/ projecl A H M em gestão de qualidade, "exame são análise de conteúdo é utilizada correntemente, dades d o usuário de m o d o a obter u m a definição lógico. <=> análise de sistemas, a. estrutural structural
documentado completo e sistemático de u m proje- mas, segundo Robert Escarpit, "sabemos que u m clara das características (requisitos) de u m sistema. analysis L I N G "decomposição de palavras em unida
to para avaliar sua capacidade de atender os requisi- d o c u m e n t o não contém a informação como u m a Essas características descrevem o sistema em ter- des menores para verificação de similaridade entre
tos para a qualidade, identificar problemas, se hou- lata contém sardinhas. O que pode ser chamado mos de funcionalidade, desempenho esperado, res- elas" (MED, p. 98). a. facetada => análise de faceias,
ver, e p r o p o r o d e s e n v o l v i m e n t o de s o l u ç õ e s " conteúdo é o conjunto de traços significativos que, trições de projeto, níveis de qualidade esperados, a. fatorial factor analysis EST técnica que analisa os
(ABNT84). a. da frequência de palavras word frequen- interface com outros elementos do sistema" (ABNT84). relacionamentos entre variáveis, a. g l o b a l global
solicitados de m o d o adequado, permitem ao leitor
a. de sistemas system analysis 1. A D M E N G estudo das analysis BIB/INDEX BIB/RI técnica que procura identificai
cy analysis BIH/INDUX I N I em indexação automática, p r o d u z i r informação. Portanto, o que é necessário
etapas o u operações que caracterizam u m sistema, o relacionamento entre documentos e lermos de
procedimento utilizado para contar os termos o u analisar e registrar no documento intermediário é o
visando seu aperfeiçoamento. 2. I N F exame detalha- indexação por meio da análise de lodos os regis
grupos de termos que aparecem com mais frequên- dado visto através da interrogação eventual do lei-
do de u m a atividade, com o objetivo de determinar tros de u m a coleção. É utilizada na construção de
cia n u m texto. E utilizado para facilitar a representa- tor: trata-se de u m a análise com o caráter de previ-
ç ã o d o s assuntos c o n t i d o s no d o c u m e n t o , o são" (ESCT, p. 151). <=> indexação, resumo. 2. C O M N

14 15
análise léxica anexo Anglo American cataloging .11114 -1 llII III
tesauros. a. léxica lexical analysis G R Á M L I N G "exercí- anamnese anamnesis M E D informação acerca d o
não costuma ser o da obra em questão. 5. INF arquivo authorship, unknown authorship IIIII/CAT GRÁF Dffl anloi
cio mediante o qual se indica, numa frase, a classifi- princípio e evolução d u m a doença até à p r i m e i r a
que acompanha uma mensagem de correio eletrônico. desconhecido, cuja obra geralmente é identificada
cação e a função d a s palavras que a constituem" observação do médico; anamnésia, história clínica.
Anglo American cataloging rules => Código de pelo título, o qual pode variar no decorrer do tem
( H O U D , p. 2(12). a. linguistica linguistica analysis L I N G <=> histórico.
catalogação anglo-americano. po; autor anónimo. <=> obra anónima.
técnica que utiliza algoritmos matemáticos e siste- anastasiografia ARQ tas técnica criada por Giuseppe
animação animalion 1. C I N E técnica de produzir a anopistógrafo anopisthography BIB GRÁF 1. Folha ou
ma i n f o r m á t i c o para analisar i m i a linguagem natural L. Perugi para a leitura de palimpsestos por meio de
ilusão de m o v i m e n t o , a p a r t i r de imagens fixas, documento escrito ou impresso apenas de u m lado.
a. paleografia) paleographic analysis A R Q HIST técnica raios ultravioleta. <=> palimpsesto.
como desenhos, bonecos ou quaisquer objetos f i l - A n t : opistógrafo. 2. Os l i v r o s antigos, em geral,
da p a l e o g r a f i a (< >) que estuda os aspectos gráficos, A N C I B Associação N a c i o n a l de Pesquisa e P ó s -
mados o u desenhados quadro a quadro, as quais eram impressos n u m só lado das folhas, devido à
m a t e r i a i s e c o m p l e m e n t a r e s de u m manuscrito. Graduação em Ciência da Informação.
são vistas em rápida sequência, por meio de dispo- tinta utilizada, feita à base de água, que era absorvi-
transcrição paleográíica. a. por facetas => análise âncora anchor 1. E D I T possibilidade de colocar u m sitivo mecânico, ótico, cinematográfico o u eletrô- da pelo papel; o emprego de tinta à base de óleo
de lacei,is. a. semântica semantic analysis L I N G análi- objeto gráfico perto de u m texto, a f i m de que apare- nico. 2. C O M N atividade técnica de conduzir u m pro- p e r m i t i u a impressão nas duas faces do papel.
se "que sc propõe depreender o conteúdo, a estru- çam próximos. 2. I N F em linguagem H T M L , etiqueta grama de variedades n u m a rádio o u n u m a televi- anotação annotation, note BIB/CAT E D I T 1. Comple-
turação c as relações d e significados n u m a língua, q u e especifica o início o u p o n t o f i n a l de u m a são, o u u m show em casas de espetáculo. 3. I N T E R N m e n t a ç ã o de u m a i n f o r m a ç ã o . 2. N o t a concisa,
C o n s i d e r a n d o t a n t o a interpretação lexical quanto a hiperligação. Marcação que fica inserida em u m ação de adicionar u m movimento a u m a página Web, acrescentada ao título o u ao registro bibliográfico
das I rases" ( H O U D ; p. 202). o semântica, tesauro. a. ponto de página Web, de forma que se tenha refe- o que p o d e ser executado p o r m e i o de técnicas de u m documento. <=> resumo. 3. N a descrição b i -
sinlalica si/nlalic analysis G R A M divisão de u m perío- rência a este ponto em determinada URL e, a partir multimídia; animação gráfica, a. cultural cultural de- bliográfica, as informações que devem ser incluí-
do em orações, devidamente classificadas, e d i v i - desta, é encaminhada diretamente para o ponto de velopment work BIB implementação de atividades para das no registro bibliográfico e, neste caso, são de-
são de cada oração nos elementos que a constitu- marcação. 3. C O M N jornalista que apresenta u m pro- atrair o público e chamar-the a atenção para os pro- nominadas, em geral, notas (<=>) que devem ser tão
e m , devidamente classificados, assim como as res- grama noticioso no rádio o u televisão dutos e serviços da biblioteca, a. gráfica => anima- breves quanto possível, sem prejuízo da clareza e
pectivas funções (sujeito, p r e d i c a d o , objeto, etc.)
A N D I N F M A T operador booleano <=> usado n u m a es- ção. correção da linguagem; nota analítica. 4. Comentá-
< > análise semântica, sintaxe, a. sociométrica da l i - tratégia de busca para u n i r dois o u mais conceitos rio conciso, o u explicação de u m documento o u
animador animator ARTE C I N E C O M N pessoa que de-
teratura => bibliometria. a. taxionômica taxonomic no resultado final da recuperação. O uso do and (e de seu conteúdo, o u até m e s m o u m a descrição
senha o u fotografa algo para fazer desenhos em
anuh/sis L I N G procedimento analítico, que reorgani- em português) afunila o u reduz o número de itens a sucinta, acrescentada geralmente em nota depois
quadrinhos o u uma animação. <=> animação, anima-
za o texto e o transforma, de acordo com regras, a fim serem recuperados, pois os termos conectados por da referência bibliográfica d o documento, o co-
ção cultural.
de alcançar os objetivos da análise, a. temática => este operador d e v e m estar presentes no m e s m o mentário (1). 5. Breve complemento acrescentado
a n i n h a m e n t o nesting 1. I N F característica de l i n -
a n á l i s e de conteúdo, a. transformacional transfor- d o c u m e n t o o u conjunto de documentos. a partes de u m documento, para explicá-las ou comentá-
g u a g e m de p r o g r a m a ç ã o na q u a l as estruturas
mutional rule L I N G estudo das regras das transforma- anedotário => livro de anedotas. las. <=> nota explicativa.
linguísticas p o d e m encontrar-se incorporadas den-
ções dos enunciados e de suas condições linguísti- anel classificatório classificatory ring FIB/CLAS e m
tro do programa, mediante laços o u aninhamentos anotador annotator BIB/CAT L I T pessoa que faz co-
cas ou semânticas ( M U C ) . uma estrutura hierárquica, é o elo existente entre
de blocos. 2. BIB/RI INF O uso de parênteses dentro de mentários ou explicações de u m a obra fora do seu
analista analyst A D M I N F profissional que analisa duas cadeias que estão ligadas à mesma classe su-
uma estratégia de busca. 3. L I N C na gramática gerativa, texto, geralmente no rodapé, final do capítulo o u
problemas e desenvolve algoritmos e procedimen- perior e à mesma classe s u b o r d i n a d i . •=> cadeia,
"operação que, no curso de u m a transformação, obra o u mesmo em notas marginais.
tos para chegar à solução, o analista de sistemas, a. classe principal, a. do pescador ARQ "inicialmente, o
consiste em incluir totalmente u m a sequência inse- A N S C R Alpha-Numeric System for Classification of
de informação information analyst BIB INF profissional selo p r i v a d o do Papa, c o m o qual selava algumas
rindo-a no lugar de u m dos constituintes dessa últi- Recordings.
que promove a análise, bem como a avaliação de das suas cartas. Mais tarde, torna-se o selo dos atos
ma" (DUB, p . 212); encaixamento. <=> encaixe, teles- A N S E L Extended Latin Alphabet Coded Character
d,idos, de acordo com os objetivos de u m sistema. estabelecidos pela chancelaria pontifícia, sobretu-
copagem. Set for Bibliographic Use.
<> : bibliotecário, documentalista, a. de negócios do dos breves" (ALV, p . 5).
Annual Review of Information Science and Te- A N S I American National Standards Institute.
bltsiness analyst 1. A D M ECO profissional que "concilia anexação annexation, incorporation A D M ARQ DIR ação
chnology (ARIST) Publicação anual da American So- A N S I x l 2 Norma do A N S I sobre intercâmbio de dados.
C o n h e c i m e n t o s de negócio c o m aplicação efetiva que promove a incorporação, em u m processo, de
ciety f o r I n f o r m a t i o n Science a n d T e c h n o l o g y A N S I Z39.2 N o r m a do A N S I sobre intercâmbio de
da tecnologia da informação" (FUR, p . 37). 2. I N F d o c u m e n t o necessário a seu estudo, embora não
(ASIS&T), editada desde 1966, com estudos de revi- informações bibliográficas em fita magnética.
p r o f i s s i o n a l especialista em engenharia d a informa- deva ser parte integrante d o referido processo. <=>
são da literatura sobre temas da ciência da informação. A N S I Z39.50 => Z39.50.
ção (baseado em FEL, p. 255). a. de sistemas systems apensação, juntada, processo (1).
ano civil calendar year A D M C O N T DIR período de 1.° ansiedade bibliotecária library anxiety BIB PSI es-
analyst, systems designer I N F 1. Especialista em t r a t a - anexar append (v.) INF incluir dados no final de u m
de janeiro a 31 de dezembro. <=> ano fiscal, a. de tresse causado n u m usuário de biblioteca, especial-
mento tl.i informação incumbido d a tarefa de f o r m u - arquivo o u base de dados.
publicação publication year, year of publication BIB/CAT mente quanto tem pouca experiência de utilização
lai c planejar aplicações de informática. 2. Especia- anexo accompanying material, annex, attachment,
ano em que o documento f o i p u b l i c a d o , a. fiscal dos p r o d u t o s e serviços informacionais. a. da i n -
lista que define o problema, determina as especifi- enclosure 1. BIB EDIT parte complementar de texto o u
fiscal year A D M C O N T período anual ao final do qual as formação information anxiety Bre INF I N T E R N PSI estresse
cações d i ' sistema, recomenda troca de equipamen- documento, em geral apresentada depois dele, com
organizações realizam o balanço fiscal o u financei- resultante da busca incessante por informação devi-
to, c idealiza os procedimentos para o processa- paginação diferente o u e m v o l u m e separado. «=>
ro. N o Brasil, o ano fiscal começa e m I de janeiro do à distância cada vez maior entre o que compre-
mento de d.idos. < > análise de sistema.
o

apêndice, suplemento. 2. B I B E D I T suplemento colo-


e termina e m 31 de dezembro. A. Internacional do endemos e o que achamos que deveríamos com-
analítica de autor author analytic BIB/CAT a entrada cado no final de documento, contendo explicações
Livro International Book Year, BIB em 1970, durante a preender (baseado em W U R ) .
relativa a autor ou colaborador d e u m documento. excessivamente longas para constarem de notas de
Conferência Geral da UNESCO, f o i decidida a procla- ante [Do latim.] Antes.
analogia analogy I . I N I Í relação entre as palavras rodapé, ou material cuja informação se apresenta de
mação d o ano de 1972 como o A n o Internacional antecipação de direitos autorais => adiantamento
(lermos) que sao aparentadas pelo sentido; ideias m o d o mais adequado no final do texto. Em geral, a
do L i v r o , c o m o objetivo de a m p l i a r o acesso ao de direitos autorais.
afins. <--> dicionário analógico, sentido, tesauro. paginação é diferente e indicada em algarismos r o -
livro. <=> Carta do Livro, dia do l i v r o . anteportada => título falso.
a n a l ó g i c o unulog I N I . I N I 1 . Diz-se de u m dado manos. 3. A D M ARQ BIB E D I T documento cujo texto t e m
afinidade com o conteúdo de outro documento, ao anôn. => anónimo. anteprojeto ãraft, preliminary plan EDIT p r i m e i r a C6
representado por uma função ou uma grandeza físi-
qual é reunido. <=> anexação, apêndice, apensação, anom. FTP > FTP anónimo. dação de u m projeto de lei, de u m programa ou
ca que varia de modo contínuo. A n t : digital. 2. Sis-
processo (1). 4. EDIT conjunto de documentos, esta- anomalous state of knowledge (ASK) estado de co- projeto de arquitetura ou engenharia.
tema que utiliza grandezas tísicas proporcionais às
tísticas, gráficos, ilustrações o u textos cujo autor nhecimento anómalo =* necessidade de informação, anterrosto => falsa página de rosto, título falso
quantidades representadas.
anónimo anonymous, anonymous author, concealed antetítulo => falsa página de rosto.

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17
antidicionário apêndice apensação aprendizagem automai ii.»

antidicionário negative dictionary, noise word, stop qualquer coisa ao conhecimento público" ( A U R ) . <=> documentos, estatísticas, gráficos, ilustrações, etc. apontador finger 1. I N T E R N serviço utilizado para
list, stoplist, stop word list BIB/lNDEX U N G lista de palavras aviso. 2. "Mensagem que, p o r meio de palavras, do qual o autor da obra não é habitualmente o res- identificar u m usuário, p.ex.: nome completo, endr
proibidas, ordenadas alfabeticamente e constituídas imagens, música, recursos audiovisuais e/ou efei- ponsável. [...] Volume o u volumes que aumentam reco eletrônico o u sua situação na rede. 2. I N I 2.1
a partir de categorias lexicais, usada na indexação tos luminosos, pretende comunicar ao público as ou complementam uma obra; difere da adenda, por- Comando do sistema operacional U N I X que executa
automática. No inglês, p.ex., é sabido que uma lista qualidades de u m determinado produto ou serviço, que a necessidade de a elaborar só é sentida após as funções de buscar informações sobre usuários
de palavras proibidas [iode melhorar bastante a pre- assim como os benefícios que tal produto ou servi- terminar o texto, enquanto que o apêndice é plane- de u m sistema informático. E m alguns sistemas, esse
cisão na recuperação da informação, são elas: the, ço oferece aos seus eventuais consumidores" ( A U R ) . ado desde o início como parte integrante da obra" comando retorna informando se o usuário está ou
of, anti, lo, in, a, In-, tvill, for, on, is, with, by, as, this, ( F A R ) ; complemento. <=> adenda, anexo, apenso, su- não conectado naquele m o m e n t o ; outros trazem
a. de livros => propaganda de livro. a. por palavra-
are, front, tlttil, or, al, been, an, was, were, has, ít; lista chave =s> meta-anúncio. plemento. informações adicionais, tais como: o nome com-
de termos proibidos. <=> palavras proibidas, termos anverso folio recto, óbverse, right hand page BIB/CAT apensação attaching, attachment A R Q D I R anexação, pleto e o número de telefone. 2.2 N o formato X M L ,
proibidos GRÁF página que fica no lado direito de u m livro e, em caráter temporário, de u m processo aos autos posição d o hipervínculo.
. i n l i l i i i i . i antiphon UT canção o u verso para serem geralmente, sua numeração é ímpar. de u m o u t r o processo a ele relacionado, o que é apontamento note EDU "resumo, nota ou registro
entoados ou cintados em resposta a outros. apagamento em bloco block delete EDIT INF em pro- feito por determinação legal o u solicitação de uma do que f o i lido, ouvido, observado, pensado e/ou
.milionário auliphonary L I T REL 1. L i v r o litúrgico cessamento de texto, ação de remover u m bloco das partes. Cada processo permanece com sua iden- sentido, e que se reserva o u não para u m determina-
que inclui cantos da Igreja católica. 2. Livro litúrgi- de dados de u m documento o u arquivo. <=> apagar. tidade e independência; apensamento. <=* anexação, do f i m " ( H O U D , p. 257). <=> anotação.

co que incluía apenas as antífonas da missa (intróito, apagar DEL, delete ( v ) , crase (v.) INF ação de cancelar juntada, processo (1). apontar pomf (v.) INF mover o cursor na tela medi-
ofertório e comunhão); l i v r o de antífonas. <=> livro uma informação ou u m dado n u m computador o u apenso attached proceedings A R Q D I R documento ante movimentação no mouse.
ila igreja. suporte de armazenamento de informação. acrescentado a u m processo, embora não faça par- apostila (1) class notes EDU "apontamentos de aula,
Antigo Testamento => Bíblia. apara scrap GRÁF sobra de papel cortado na guilho- te dos autos; documento apenso (POR). <=> anexa- ou matérias de u m curso [em geral multicopiadas]
antiguidade antique ARTE relíquia o u objeto de tem- tina, que se descarta ou se aproveita para pequenos ção, anexo, apensação, juntada, processo (1). para uso dos alunos" ( G U E , p . 14). Essas notas po-
pos antigos o u de u m período anterior ao presente. trabalhos. APERJ A r q u i v o Público do Estado do Rio de Janeiro. dem ser resumidas o u não; apostilha. <=> apostila
antinomia antinomy FIL 1. Contradição entre dois aparador de livros => mostruário de livros. A P I A p p l i c a t i o n Program Interface. (2), marginália. apostila (2) apostil, marginal notes,
princípios, leis o u ideias. 2. " C o n f l i t o entre duas aparato apparatus A D M E N G I N F conjunto de materi- aplicação applícation, Computer application 1. I N F marginalia, sidenote A D M A R Q informações o u anota-
ali rmações demonstradas o u refutadas aparentemen- ais específicos o u institucionais, que p e r m i t e m a INTERN 1.1. Trabalho ou problema que pode ser re- ções apostas à margem de u m documento, como
te com igual r i g o r " ( A U R ) . execução de algumas operações determinadas, a. solvido mediante processamento de dados. <=> pa- acréscimo, comentário, ilustração o u interpretação;
antiquário => livraria de antiguidades. crítico apparatus criticus, criticai apparatus EDIT GRÁF L I T cote de aplicação. 1.2. Conjunto de processamen- adição marginal, apostilha (POR), nota marginal. <=>
antivírus antivírus program, anti-virus software I N F elementos esclarecedores, necessários às edições tos, integrados o u não, que correspondem a uma aditamento, apostila (1), marginália.
programa destinado a detetar e eliminar vírus de críticas e definitivas de u m texto. Esses elementos utilização específica. 1.3. O conjunto de trabalhos apostilha => apostila (1).
computador. vírus de computador. p o d e m ser manuscritos, cartas, edições anteriores executados para realização de u m a das funções da A P B D S E Associação Profissional dos Bibliotecários

antologia anthology, chrestomathy, omnibus book, e outros tipos de informação, usados pelo autor o u entidade. <=> pacote de aplicação. 1.4. Uso do com- e Documentalistas de Sergipe.
omnibus volume, reader L I T coleção de trechos esco- pelo e d i t o r e relacionados e m notas de rodapé, putador para a execução de uma tarefa específica, A P B E R N Associação Profissional de Bibliotecários

lhidos de u m o u vários autores, que apresentam, bem como anotações à margem do texto e comen- p.ex.: aplicação em arquivos e aplicação em biblio- do Estado do Rio Grande do Norte.
em geral, uma característica c o m u m , p.ex.: a forma tários que justificam as alterações feitas, o eedótica, tecas; programa de computador. <=> nível de aplica- A P B P B Associação Profissional de Bibliotecários

Literária; crestomatia, seleta. o coletânea. ção, pacote de aplicação. 1.5 I N T E R N programas apli- da Paraíba.
edição crítica, edição definitiva, a. documentário
cativos que utilizam o TCP/IP O U OS protocolos mais Apple I N F nome de várias famílias de microcom-
antônimo autonym 1. G R A M palavra que tem signi- documentary apparatus E D I T GRÁF L I T conjunto dos do-
utilizados na rede (FTP, SMTP, POP, H T T P , H T M L O U IRC). 2. putadores.
ficado oposto ao de outra, p.ex.: molhado opõe-se cumentos consultados e citados por u m autor.
GRÁF "inclusão de detalhe (marca, logotipo, dese-
a seco. < > sinónimo. 2. BIB O antônimo é incluído eedótica. applets INF programa de computador, em geral de
nho o u cromo) numa arte final em que se reservou pequena dimensão, escrito e m l i n g u a g e m Java e
nos vocabulários controlados para aumentar o índi- A P B Associação Paulista de Bibliotecários.
espaço para tal, na fase de produção d o fotolito" que pode ser inserido em páginas Web e utilizado
ce de precisão na recuperação da informação. A P B G Associação Profissional de Bibliotecários de
(CBL, p . 221). a. por computador (POR) => aplicação, com o auxílio de navegador. Pode realizar diversas
antrnponíinia => onomástica. Goiás.
programa aplicativo, a. vertical vertical application aplicações, tais como executar u m jogo o u exibir
anuário animal, annual publication, annnual volu- APBPb Associação Profissional de Bibliotecários INF aplicação informática utilizada n u m a área especí- uma animação, o Java.
me, ycuihooh, yearly BIB E D I T 1. Publicação seriada da Paraíba.
fica, p.ex.: contabilidade.
edilada uma vez por ano, abrangendo assuntos, APBPe Associação Profissional de Bibliotecários Application Program Interface ( A P I ) I N F conjunto
notícias e eventos gerais, especializados o u técni- de Pernambuco. aplicações na internet =» aplicação, a. em Java => de funções e subrotinas usadas para ativar u m dis-
cos. Eventualmente, em português, emprega-se a apelação appeal A D M D I R "recurso das decisões de- Java. positivo n o programa. Provê recursos de progra-
expressão 'anuário técnico' quando os assuntos, as finitivas de primeira instância para juiz, instância o u apócrifo apocrypha, apocryphal, spurious work 1. BIB m a ç ã o que p o d e m ser u t i l i z a d o s na criação dos
notícias e os eventos são exclusivamente técni- tribunal superior; apelo" ( H O U D , p. 249). DIR EDIT documento ou livro cuja autenticidade não objetos da interface com o usuário (p.ex.: menus
cos. 2. Os registros anuais de dados e estatísticas; apelido => nome alternativo, a. paterno => sobre- foi estabelecida o u sobre a qual permanecem dúvi- suspensos e janelas), bem como no direcionamen-
livro do ano, publicação anual. 3. C o m raras exce- n o m e . das; documento apócrifo (POR). <=> edição apócrifa. to de programas o u dados para redes locais.
ções, os anuários sempre abrangem campos restri- apelo => apelação, a. à ação call to action C O M N 2. REL l i v r o não considerado canónico, omitido da A P P M Archives, Personal Papers and Manuscripts.
tos o u áreas geográficas específicas, mas, em al- I N T E R N texto de u m anúncio que tem por objetivo Bíblia. apreensão de livros => arresto.
guns casos, podem incluir áreas diversas. o perio- estimular uma resposta o u ação de quem lê. Geral- apógrafo apograph A R Q DIR REPRO 1. Cópia ou trans- aprendibilidade => usabilidade.
dicidade, a. técnico > anuário. mente utiliza-se a expressão 'clique aqui' para m o t i - crição de u m documento original; translado. 2. Re- aprendizado a distância => ensino a distância.
anular > apagar. var u m a reação do usuário. produção. aprendizagem através de computador => ensino
anunciante atlverliser C U M N M K T pessoa, física o u apêndice appendix BIB/CAT E D I T GRÁF "Texto que o apoiador de livros => bibliocanto. assistido por computador, a. automática aulomulu
jurídica, que utiliza a propaganda. autor acrescenta o u agrega ao f i m de uma obra; apólice bond A D M CON D K ECO título que representa learning I N F aperfeiçoamento do computador visan-
anúncio aiinoucemenl, classified advertisement, notice serve de sua continuação o u prolongamento; dis- uma obrigação civil ou mercantil. do a análise ou pesquisa automática da informação,
C O M N 1. T i p o de notícia ou aviso "pelo qual se dá tingue-se do anexo porque este é u m conjunto de apologia =» panegírico. baseando-se nos dados novos introduzido» no NÍN

19
aprendizagem eletrônica aquisição de dados aquisição de documentos área de publicação

tema e registro das consultas formuladas em termi- quência, u m t i p o de "massa, com pigmentos d e de documentos => aquisição (1; 2). a. de documen- identificação de u m documento, isto c, a des. riçáo
nais, bem como na avaliação das respostas, a. ele- várias cores, que se deve dissolver em água para tos ( A R Q ) => entrada de documentos (ARQ). a. de ou registro bibliográfico. A s áreas são de título e
trônica =» ensino a distância, a. em linha => ensino a reduzi-la a tinta" (AUR). objetos object acquisitíon M U S E O L incorporação for- responsabilidade; de edição; de material e tipo de
distância, a. organizacional organizational leuruiug a q u i s i ç ã o (1) accession, acquisitíon, archival hol- mal de peças o u qualquer classe de material aos publicação; de publicação, distribuição, data e ou
A D M Incremento coletívo das habilidades, experiên- dings increment A R Q conjunto de documentos que fundos do museu mediante compra, a. do acervo => tros elementos pertinentes; descrição física; de sé-
cias o conhecimentos, a f i m de que a organização f o r a m recebidos por u m arquivo (2) durante deter- aquisição (2). a. eletrônica e-procurement I N T E R N "Pro- rie; de notas; de número normalizado de aquisição;
funcione de maneira mais efetiva n u m ambiente d i - m i n a d o período, por transferência, recolhimento, cesso d e a q u i s i ç ã o e v e n d a d e bens e serviços campo (ISBD), zona (ISBD). á. da colação => área de
nâmico c de grande concorrência, a. por experiên- compra, doação o u legado. <=> doação, legado, re- entre empresas o u organizações através da inter- descrição física, á. de armazenamento =* depósito
cias > ensino aprendizagem. colhimento, transferência, a. (2) accession, acquisití- net. As empresas e organizações participantes têm (2). á. de assunto => campo temático, á. de conheci-
on, acquisitíon services, exchange (of documents), ex- a expectativa de controlar mais efetivamente o i n - mento area of knowledge EDU "cada u m a das partes em
apresentação > prefácio, a. de diapositivos screen
change of documents, non-gratuitous acquisitíon BIB 1. ventário de produtos, reduzirem a sobrecarga dos que se d i v i d e o acervo total d o conhecimento h u -
show, ilide show I N I programa de apresentação que
Processo de identificação, seleção e obtenção de intermediários e melhorar os ciclos de produção" mano, de que são extraídas as matérias, que consti-
pode exibir uma série de gráficos e diagramas, u m
documentos. A obtenção é feita por compra, doa- ( A P D ) ; aprovisionamento eletrônico (POR), compra tuem o substrato dos conteúdos curriculares" ( G U E ) .
apos o outTO, como se fossem diapositivos (slides)
ção, p e r m u t a o u intercâmbio. Os próprios d o c u - eletrônica. a. planificada => aquisição cooperativa, o disciplina, matéria (EDU). á. de conteúdo content
num projolor apropriado; apresentação de slides ( I N F ) ,
mentos adquiridos são, às vezes, denominados aqui- a. p o r c o m p r a purchase BIB obtenção de u m docu- area, silo, sub-site I N T E R N " c o l e ç ã o de objetos c o m
d i a p o s i t i v o s (apresentação), a. de slides ( I N F ) = >
sição o u aquisições. A aquisição visa aumentar, mento o u conjuntos de documentos por compra. conteúdos que compartilham u m método de agru-
apresentação de diapositivos (INF). a. do tesauro
completar o u atualizar as coleções ou acervos de pamento comum. Ela pode fazer parte de u m sítio e
thesaurus presentation BIB/INDEX f o r m a pela qual são arabesco arabesque ART "adorno c o m desenho de
bibliotecas, serviços e sistemas de documentação pode ser 'balde', silos e subsítios. Exemplo: a área
dispostos os termos e as relações de u m tesauro. flores, folhas, linhas entrelaçadas, etc. representa-
e d e informação. <=> seleção de d o c u m e n t o s . 2. de 'recursos humanos' de u m sítio o u o mecanismo
: visualização do tesauro. a. gráfica de tesauros dos em desenhos combinados. E u t i l i z a d o em ca-
Procedimentos relativos à incorporação das aqui- de busca para u m sítio, mas não o arquivo de áudio
> visualização do tesauro. a. no computador desktop pas de livros, páginas de rosto e ilustrações" (AYA,
sições em u m acervo, depois da comparação c o m ou u m documento" (HAG). conteúdo objeto, mé-
presentation INF utilização de programa de apresenta- p. 330).
a encomenda e verificação d o item. <=> doação, a. todo de agrupamento, sítio. á. de descrição biblio-
ção de diapositivos para criar u m a sequência que ARB Associação Rio-Grandense de Bibliotecários.
automática => encomenda permanente, a. centrali- gráfica =* área (ISBD). á. de descrição física collation
poss.i ser exibida por meio de u m computador. <=> arborescência treeformat, tree structure BIB/INDEX INF
zada centralized acquisitíon BIB aquisição de d o c u - area, physical description area BIB/CAT na Descrição
apresentação de diapositivos, computador de mesa. 1. E m l i n g u a g e m simbólica, significa u m a repre-
mentos n u m sistema de bibliotecas, no qual os pedi- Bibliográfica Internacional Normalizada (ISBD), área
.1. visual => visualização, a. visual de descritores => sentação gráfica de dados coordenados, projeta-
dos de aquisições das bibliotecas filiadas são p r o - (campo o u zona) que se destina ao registro de da-
visualização de descritores. dos na forma de uma árvore. <:=> árvore de classifica-
cessados de forma centralizada. <=> aquisição coo- dos referentes a número de páginas o u de v o l u -
apresentador presenter C O M N pessoa que apresenta ção, estrutura hierárquica. 2. Estrutura gráfica que re-
perativa, catalogação centralizada, a. cooperativa mes, ilustrações, formato e material complementar;
os participantes ou i n t r o d u z os principais tópicos presenta determinados tipos de dados. D o vértice
co-operative acquisitíon BIB sistema que consiste n a área de colação, zona de colação (POR). <=> colação,
do conteúdo n u m programa de rádio ou televisão. dessa estrutura originam-se ramos que se subdivi-
organização e coordenação das aquisições, envol- á. de edição edition area BIB/CAT na Descrição Biblio-
aprovação eclesiástica => imprimatur.. dem em ramificações menores; assim, todos os ele-
vendo duas ou mais entidades, tais como bibliote- gráfica Internacional Normalizada (ISBD), área (cam-
aprovado pela igreja => imprimatur. mentos ficam ligados por u m caminho único; estru-
cas, centros o u serviços de documentação, em ní- po o u zona) que se destina ao registro dos dados
tura arbórea; estrutura arborescente. *=> árvore de
aprovisionamento eletrônico (POR) => aquisição vel local, regional, nacional o u internacional. Este referentes à edição - conforme se apresenta na pá-
classificação, hierarquia.
eletrônica. plano o u sistema tem por finalidade prover a exis- gina de rosto - e às indicações relativas à responsa-
aproximação bibliográfica => acoplamento biblio- are in I N F em sistemas especialistas, a ligação en- bilidade da edição, á. de entrada input area I N F parte
tência de, pelo menos, u m exemplar de cada p u b l i -
gráfico. tre os nós e que indica suas relações n u m a rede da memória do computador onde são recebidos os
cação na área geográfica em consideração; aquisi-
iipml (I )o latim.) Citado por, conforme, segundo, semântica que descreve u m a base de conhecimen- dados de entrada, á. de franquia franchise area I N F
ção planificada, a. de conhecimento knowledge ac-
Citação ila citação. to (<=">). em videotexto, área geográfica designada oficial-
quisitíon I N F extração, codificação e verificação d o
AnirA (Alien, Penumbral,Umbral, Penumbral, Alien) conhecimento de u m especialista em área determi- Archie I N T E R N serviço de buscas rápidas de infor- mente para uma companhia de televisão por cabo,
BIB/CLAS BIB/INDEX segundo S.R. Ranganathan, é o pa- nada do conhecimento, com a finalidade de utilizar mações armazenadas em uma base de dados (tam- que é utilizada para distribuição a seus assinantes, á.
d r ã o ( o u sequência) a ser seguido no agrupamento este conhecimento em u m sistema especialista. <=> bém chamada de índices) que contém dados sobre de imprenta => área de publicação, distribuição, data
temático de itens documentários que compõem o base de conhecimento, a. de dados data acquisitíon, os locais d e FTP anónimos existentes nessa rede. e outros elementos, á. de margem border area I N F
acervo de uma biblioteca (RANP, p. 383-384). O usu- data capture, data collection, data import I N F 1. Pro- Esses arquivos podem ser recuperados utilizando- n u m monitor de vídeo, a parte da tela que está fora
ário, ao se aproximar das estantes, deveria encon- cesso de recolha, geralmente automático, de infor- se os p r o c e d i m e n t o s do FTP ( < = > ) . Considerado o de projeção de dados. á. de notas note area BIB/CAT na
trar, reunidos, tanto o núcleo temático do assunto mação a ser processada p o r computador, p a r t i c u - p r i m e i r o mecanismo de busca disponibilizado na Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada
(tindnid HCOrd), ou, 'assuntos à sombra de outros', larmente nos casos d e aplicações i n d u s t r i a i s e m internet; criado em 1990. A . local Archie site I N T E R N (ISBD), área (campo ou zona) que se destina ao regis-
como os 'assuntos na penumbra' e, até mesmo, os que o computador está diretamente ligado às fontes computador que coleta, indexa e distribui informa- tro d e dados complementares relativos ao item/
'assuntos alienígenas' e os assuntos marginais. A o de onde provêm os dados. Em aplicações de ges- ções relativas aos conteúdos e aos lugares onde documento que está sendo descrito; área de notas
percorrer as estantes, o usuário chegaria, eventual- tão utiliza-se a expressão 'recolha de dados', sendo residem FTP anónimos, o FTP anónimo. especiais, zona de notas (POR). <=> notas especiais, á.
mente, nao somente a itens relevantes, mas tam- esta efetuada tanto manualmente como a partir de Archivaria Periódico da Association of Canadian de notas especiais => área de notas. á. de número
bém a itens que se encontram n a periferia, o u a terminais. A aquisição de dados diz-se em linha o u Archivists. normalizado de aquisição standard number anã terms
assuntos marginais (baseado em: FOSA, p. 20-21; D U T , em tempo real, quando o computador intervém n o Archives, Personal Papers and Manuscripts (APPM) of availability, binding and price area BIB/CAT na Des-
p. 33-34; sul, p. 2f>-27). «=> assunto à sombra, assunto processo de recolha d a informação e p o d e , e m ARQ BIB norma para descrição de material arquivísti- crição Bibliográfica Internacional Normalizada (isni i),
alienígena, assunto marginal, assunto na penumbra, consequência, atuar sobre este. A aquisição de da- co baseada n o Código de catalogação anglo-america- área (campo o u zona) que se destina à indicação de
classificação dos dois pontos, sequência útil. dos pode ser feita p o r diversos periféricos. A n t : no ( A A C R 8 3 ) . número normalizado (p.ex.: ISBN, ISSN) e de Informa

aquarela walercolor ANTI; 1. Pintura em que se apli- exportação de dados (<=>). 2. Processo que consis- área ( I S B D ) area BIB/CAT na Descrição Bibliográfica ções relativas a preço, tipo de aquisição e encader
cam as tintas diluídas em água, as quais são: o bistre te em identificar, isolar e reunir dados para processá- Internacional N o r m a l i z a d a (ISBD), área (campo o u nação. á. de publicação, distribuição, data e o u t r o s
(mistura de fuligem e goma) e a sépia (extraída de los em forma utilizável n u m ponto centralizado, a. zona) onde são incluídos os dados de u m a catego- elementos pertinentes imprinl area; publicidion, de.
u m molusco, a siba); emprega-se também, com fre- ria o u de u m conjunto de categorias, necessários à

20 21
área de saída armazenamento armazenamento auxiliar arquitetura de computador

tribution, ele. area BIB/CAT na Descrição Bibliográfica p. 86). <=> argumentação. 5. C O M N 5.1 " A ideia de gestão d o espaço, a. (2) storage I N F processo de architecture, I N F "característica de u m sistema cujas
Internacional Normalizada ( I S B D ) , área (campo o u e n r e d o o u tema para obra cinematográfica. N ã o introduzir, reter o u gravar informações na memó- especificações são públicas, permitindo que outras
zona) destinada ao registro dos dados de lugar de contém, inicialmente, qualquer indicação técnica e ria do computador. <=> memória (1), memorização, empresas possam desenvolver p r o d u t o s comple
publicação, editor, distribuidor, data de publicação, passa pelas fases de tratamento e decupagem antes a. a u x i l i a r => memória auxiliar, a. da informação mentares compatíveis" (QUE, p . 37). a. cliente-servi-
lugar de fabricação, nome do fabricante e data de dos trabalhos de filmagem" (RAB95). <=> decupagem, information storage A R Q BIB DMF ação de introduzir da- dor client-server architecture, client-server model I N I
fabricação; pé de imprensa (POR), zona d o pé de r o t e i r o . 5.2. Resumo, sumário o u sinopse de u m dos n u m sistema para processamento, conserva- I N T E R N 1. Rede local na qual o processamento pode
impressão (POR). < > imprenta. á. de saída output area texto para cinema o u teatro. ção o u disseminação, a. de dados data storage I N F 1. ser distribuído entre clientes da rede que requisitam
INI parti' da memória do computador para onde são ária aria Mús composição musical para u m a só Ação de t o r n a r os dados acessíveis sem que so- informações e servidores da rede que fornecem as
enviados os dados processados o u de saída para voz o u instrumento com acompanhamento m u s i - fram qualquer alteração. 2. A preservação de dados informações. Assim, o computador que solicita u m
serem reinei idos aos periféricos, á. de série series cal, geralmente incluída e m óperas e cantatas. em várias formas de mídia eletrônica para acesso serviço é o cliente e o e q u i p a m e n t o que provê
area nin/i A I na Descrição Bibliográfica Internacional A r i e l I N F programa desenvolvido pelo Research direto pelo sistema, a. de documentos => armazena- esse serviço é denominado servidor. <=> rede local.
Normalizada (ISBD), área (campo o u zona) que inclui Library Group (us). Implementação do FTP para for- mento (1). a. de massa => memória de massa. a. 2. M o d o de distribuição de informações pela rede
i n f o r m a ç õ e s relativas a séries e subséries, b e m necimento de documentos. "Trata-se de u m sistema descontínuo => localização descontínua, a. e recu- envolvendo o uso de u m pequeno número de pro-
como ao ISSN (Número Internacional Normalizado de escaneamento e transmissão. O programa resi- peração da informação information storage and re- gramas servidores para fornecer dados aos progra-
da Publicação Seriada); zona da colação (POR), zona de n u m microcomputador que roda com o proto- trieval BIB/RI I N F ações desenvolvidas p o r sistema mas clientes, instalados em m u i t o s computadores
de série á. de titulo e indicação de responsabilida- colo de rede TCP/IP e interface gráfica W i n d o w s . informático na indexação e armazenamento de re- da rede. C o m u m banco de dados, o programa ser-
de lille atui statement of authorship area, title and state- Controla o escâner e impressora ligados no local e gistros e, quando ocorre u m p e d i d o de usuário, o v i d o r fornece informações que lhe são solicitadas.
itieul oj responsibility area BIB/CAT na Descrição Biblio- pode reconhecer e receber documentos sistema recupera a informação sobre u m assunto A www é u m exemplo de sistemas cliente-servidor.
gráfica Internacional Normalizada (ISBD) área (cam- escaneados via F T P " (ROW02, p . 372). baseado na estratégia de busca. a. em disco disk a. da informação information architecture INF INTERN 1.
po o u zona) destinada ao registro de título e autoria storage I N F " m e i o de armazenamento em dispositi- "A arte e a ciência da organização da informação
A R I S T Annual Review of Information Science and Te-
do documento; campo de título e de responsabili- vos de acesso direto que faz uso da gravação mag- tem p o r objetivo ajudar as pessoas a resolverem
chnology.
dade, zona de título e de responsabilidade, zona do nética sobre a superfície plana de discos em m o v i - suas necessidades de informação. Ela envolve a
A R L Association of Research Libraries.
título e da indicação do autor (POR), á. de transfe- mento de rotação" (SUN). a. em l i n h a on-line storage pesquisa, análise, desenho e implementação. São
A R M A Association of Records Managers and A d -
rência elipboard I N F 1. E m sistemas operacionais, INF mecanismo de armazenamento que está sob o dois os enfoques básicos u t i l i z a d o s na confecção
ministrators; atualmente, Association for Informati- dessa arquitetura, o de cima para baixo e o de baixo
memória que pode ser utilizada pelo sistema para controle direto da unidade central de processamen-
on Management Professionals. para c i m a " (HAG). <=> classificação, estudo de usuá-
guardar informação, á. dos detalhes específicos do to, a. externo => depósito externo, a. h o r i z o n t a l
material => área específica de m a t e r i a l e tipo de armário cabinet ARQ BIB móvel, em madeira ou aço, flat-filing, horizontal filing ARQ BIB armazenamento no rio, indexação. 2. Mapa do ambiente informacional
publicação, á. específica de material e tipo de pu- utilizado para guardar documentos e outros materi- qual os itens são acondicionados em posição hori- da organização apenas no seu presente, podendo
blicação material (or type of publication) specific details ais dos mais diversos formatos. zontal, em caixas, escaninhos e prateleiras. E adota- oferecer u m modelo de ambiente a ser seguido no
area, material specific details BIB/CAT na Descrição Bi- armarium (Do l a t i m . ) M ó v e l o u lugar de u m a do, principalmente, para plantas, mapas e desenhos; futuro. Ela "faz a ponte entre o comportamento, os
bliográfica Internacional N o r m a l i z a d a (ISBD), área abadia o u mosteiro onde eram guardados os livros. arquivamento horizontal. <=> armazenamento verti- processos e o pessoal especializado e outros as-
(campo o u zona) destinada ao registro referente a <=> biblioteca. cal, a. por tamanho => localização por tamanho, a. pectos da empresa, como métodos administrativos,
itens especiais, como materiais cartográficos e p u - armazém de dados data warehouse A D M I N F sistema preciso => localização precisa, a. temporário => depó- estrutura organizacional e espaço físico" (DAVE, p .
blicações seriadas; área dos detalhes específicos do que organiza e guarda todas as informações disper- 200). a. da informação de baixo para cima bottom-up
sito temporário, a. vertical vertical filing A R Q BIB arma-
material, zona específica de material e tipo de publi- sas pelos vários subsistemas dentro de u m a deter- zenamento no qual os itens são dispostos em posi- information architecture I N F I N T E R N "processo de de-
cação ( P O R ) , á. para usuários user area BIB em prédio minada organização. E u m grande banco de dados ção perpendicular às prateleiras; arquivamento ver- senvolvimento de u m a arquitetura de informação
de biblioteca o u arquivo, área destinada aos usuári- organizado para dar suporte à tomada de decisões tical. <=> armazenamento horizontal. baseada no entendimento d o conteúdo e dos ins-
<>:., cm oposição à de trabalho dos funcionários. estratégicas da organização. Este banco " e n v o l v e trumentos utilizados para extrair o conteúdo, p.ex.:
quatro elementos, a saber: o processo de extração, armoriai HIST livro de registro de brasões. <=> brasão, a busca e os índices. Isto e n v o l v e a criação de
a r g i l a (tabuleta) => tabuleta de argila. transformação e carga de dados; modelo m u l t i d i - heráldica. blocos construídos, as bases de dados que os con-
argUmantacão argumentation F I L "A. Série de argu- mensional de informação; hardware de alta perfor- A R P A N E T A d v a n c e d Research Project Agency Ne- tém e os procedimentos para sua manutenção" ( H A G ) .
mentos tendentes para a mesma conclusão. B. M a - mance, com processamento paralelo; software ge- twork. <=> arquitetura da informação, a. da informação de
neira de apresentar e de d i s p o r os a r g u m e n t o s " nérico de acesso ao data warehouse, d e n o m i n a d o ArPDF A r q u i v o Público do Distrito Federal. cima para baixo top-down information architecture I N F
(i A I , p. 80). < > argumento. de O l a p " (TAR, p. 310). A R Q - S P Associação de Arquivistas de São Paulo. I N T E R N " O processo de d e s e n v o l v i m e n t o de u m a
argumento urgitment 1. EST M A T variável indepen- armazenagem de quadros frame-store I N F em vide- arquiteto da informação information architect BIB INF arquitetura de informação baseada no entendimen-
ilenle, p.ex.: quando se busca u m a quantidade numa otexto, "memória situada na unidade de videotexto, INTERN 1. U m a nova denominação, surgida no início to d o contexto d o conteúdo e das necessidades
tabela, a r g u m e n t o é o número ( o u qualquer dos na qual são guardados os códigos usados para pro- do século xxi, para o profissional da informação. dos usuários. Isto pode envolver a determinação
números) que identifica o u assinala a posição do duzir as imagens" (LITTO). a. direta => armazenamen- Ele, geralmente, tem por funções: organizar os pa- do o b j e t i v o d o sítio e a c r i a ç ã o de esquemas e
valoi que se busca. 2. I N F " e x p r e s s ã o , n o m e de to em linha. drões inerentes aos dados o u informações; e criar a protótipos que detalham o agrupamento e a indexa-
arquivo, constante ou variável de símbolo de de- armazenamento (1) file arrangement, filing, stora- estrutura ou mapa da informação, c o m o objetivo ção das áreas de conteúdo" (HAG). <=> arquitetura da
claração, nome de função matemática incorporada ge, storing in an archive A R Q BIB 1. Ação de dispor o u de p e r m i t i r que as pessoas encontrem seus cami- informação, a. de arquivos archive architecture ARQ
ou nome de um ponto de entrada que figura numa guardar documentos nos lugares predeterminados. nhos pessoais para o conhecimento. 2. I N F I N T E R N técnicas arquitetônicas aplicadas a arquivos, a. de
lista de parâmetros de uma referência ou chamada <=> acondicionamento, a r q u i v a m e n t o (1), depósito especialista responsável pela produção de u m pro- b i b l i o t e c a s library architecture B I B técnicas
de procedimentos" (sun). 3. LIT resumo o u sinopse (2), q u a d r o de arranjo. 2. " A posição em que são tótipo de sítio Web, inclusive a estruturação e orga- arquitetônicas aplicadas a bibliotecas, a. de compu-
do tema tratado, isto é, do teor de documentos, como dispostos fichas e documentos, e não a forma dos nização da informação, a organização dos conteú- tador architecture (computers), computer archileclitre
livros, contos, novelas e peças teatrais. 4. FIL "raci- móveis, distinguirá os tipos de arquivamento [ar- dos e a definição das interfaces de acesso e busca. I N F a especificação de u m sistema de computação
ocínio destinado a provar ou refutar uma dada pro- mazenamento]. São eles: horizontal e vertical" (PAES, <=> arquitefura da informação, arquivista, bibliotecá- i n c l u i n d o a descrição desde o ponto de visla da
posição. [...] Termo definido, suscetível de ser subs- p. 10). <=> armazenamento horizontal, armazenamen- rio, cientista da informação. programação, do conjunto de instruções e ,i cone
tituído por uma variável numa função lógica" ( L A L , to v e r t i c a l , a r q u i v a m e n t o (2), depósito externo, a r q u i t e t u r a aberta open architecture, open system

22 23
arquitetura de rede arquivo arquivo (processamento) arquivo cronológico

xão com o usuário, até a organização e o direciona- Especialista encarregado de u m a o u várias funções vinculados às entidades que os produziram, repre- BIB C I N E C O M N arquivo que tem a custodia de "doeu
m e n t o d a memória, o controle e a operação de na gerência de u m arquivo (1); papelista. o arqui- sentam uma parcela significativa do patrimônio cul- mentos que consistem na reprodução de imagens
entrada e saída, o configuração do sistema, a. d e vologia. 2. Profissional responsável por analisar e tural de u m país, uma cidade, uma instituição, u m fixas o u móveis e dos registros sonoros, sem levar
r e d e network architecture, network structure, network organizar informações registradas (documentos), indivíduo. Constifuem-se, assim, em objetos da me- em consideração o suporte desses d o c u m e n t o s "
topology I N F Ti;i. desenho e implementação de uma públicas e privadas, de cunho histórico, governa- mória i n d i v i d u a l e coletiva e em u m a importante ( I C A ) . <=> arquivo de ilustrações, arquivo fotográfi-
rede de C o m u n i c a ç ã o com respeito às suas formas mental, administrativo, científico o u literário, gra- referência para a pesquisa administrativa, histórica, co, a r q u i v o iconográfico, a r q u i v o sonoro, banco
de comunicação e topologia de interconexão. a. vações sonoras e filmes (audiovisuais), organizan- antropológica, sociológica, etc." ( M O N ) . 5. "Os ar- de imagens, cinemateca, a. a u x i l i a r convenience file
de s e g u r a n ç a total lotai security architecture INF arqui- do-os segundo sua o r i g e m e outros critérios, e quivos nascem, espontaneamente, como sedimen- ARQ duplicatas de documentos importantes que são
tetura que, de forma abrangente, protege uma deter- dando-lhes tratamento técnico, armazenando-os e m tação documental do desenvolvimento de uma ati- mantidos juntos com o objetivo de facilitar o aces-
minada rede a. d e s i s t e m a s a b e r t o s => arquitetura arquivos adequados, permitindo a recuperação efi- vidade prática, administrativa, jurídica. Constifuem- so, a. b i n á r i o ASCII file, binary file INF tipo de arquivo
aberta, a. d o d o c u m e n t o document architecture, docu- ciente da informação, facilitando sua consulta e evi- se, assim, conjuntos de documentos u n i d o s entre que contém símbolos d o c o n j u n t o de caracteres
ment formai arar INTERN desenho d o documento a ser tando que se deteriorem. 3. A profissão do arquivis- si, reciprocamente, por u m vínculo original, neces- ASCII; arquivo ASCII. O Ascn. a. cartográfico cartographic
p r o d u z i d o levando em conta, entre outros, os ca- ta é regulamentada pela l e i n° 6 546, de 4/7/1978. sário e d e t e r m i n a d o , pelo qual cada documento archive BIB GEO arquivo iconográfico, contendo re-
beçalhos, tamanho dos tipos, fontes e cores. a. f e - Por ela, compete ao arquivista o planejamento, or- condiciona os demais e é pelos demais condicio- presentações gráficas o u fotogramétricas de partes
c h a d a i losed architecture INF 1 . Dispositivos informá- ganização e direção de serviços de arquivo; a iden- nado. Trata-se, p o r t a n t o , da projeção, objetivada da superfície terrestre o u de corpos celestes, bem
ticos CUJOS fabricantes não t o r n a m público o aces- tificação das espécies documentais, e a participa- nos testemunhos escritos (e também nos a u d i o v i - como os documentos textuais que os acompanham,
so às especificações dos equipamentos. 2. Compu- ção n o planejamento de novos documentos; a clas- suais, m a g n é t i c o s e iconográficos), das funções p.ex.: mapas, plantas, mosaicos, cartas, o arquivo
tadores que, por não possuírem conectores de ex- sificação, arranjo, descrição; a avaliação e seleção exercidas na regulação da convivência h u m a n a " (LOD, iconográfico, documentação cartográfica, mapote-
pansão, não podem ser modernizados o u amplia- de documentos. p. 24-25). a. (2) agency of records, archival agency ca. a. c a r t o r i a l => arquivo notarial, a. c e n t r a l central
dos .1. i n t e r n e t => Protocolo de Controle de Trans- (us), archives, office of records, record office ARQ entida- archives, central files, controlling agency, government
a r q u i v í s t i c a archive management, archives admi- de encarregada de receber, preservar, organizar e archive, governmental archive A R Q " u n i d a d e respon-
missão/Protocolo Internet.
nistration A R Q 1. Princípios e técnicas que d e v e m tornar disponíveis os documentos de instituições sável pela centralização do armazenamento, do con-
a r q u i v a d o r (POR) => pasta (ARQ). a. d e p l a n t a s (POR) ser seguidos na constituição, organização, gerên- públicas e privadas, o arquivo ( 1 ; 3; 4; 5). a. (3) trole e procedimentos técnicos a que d e v e m ser
> mapoteca. cia, desenvolvimento e utilização de arquivos (1). archival building, archival depository, archives, archi- submetidos os documentos acumulados pelos vá-
a r q u i v a g e m (POR) => arquivamento (1). I n c l u i os aspectos legais e regulamentares dos ar- ves repository, depository, repository ARQ local o u edifí- rios setores e serviços de uma administração" ( I C A ) .
a r q u i v a m e n t o (1) arrangement, file, filing A D M ARQ 1. quivos; administração de arquivos, o arquivolo- cio, depósito o u conjunto de locais destinados à Ex.: os arquivos dos serviços e setores de u m m i -
()peração q u e consiste na colocação, o u ordena- gia, arquivonomia. 2. "A arquivística situa-se no cru- guarda e conservação dos fundos e das coleções nistério, reunidos na sede em Brasília. Não confun-
ção, o u guarda dos documentos que compõem o zamento de novos contextos culturais, dos novos de arquivos. <=> coleção (3), depósito (1), fundo. a. dir com o A r q u i v o Nacional o u arquivos públicos
todo orgânico de u m arquivo, de acordo com pla- modos de gestão e das novas tecnologias. Ela está (4) file 1 . I N F em geral, u m a coleção de dados, de (estaduais e municipais); arquivo estatal central, ar-
no preestabelecido, e que é feita e m caixas, estan- na confluência de várias disciplinas: informática, qualquer f o r m a , que se encontra armazenada sob quivo geral. <=> arquivo nacional, arquivo público,
tes, gavetas, maços, pastas e outros meios apropri- ciências da informação, história, linguística, arque- os diversos t i p o s de suportes. 1.1 C o n j u n t o de arquivo setorial, sistema de arquivo, a. cinemato-
ados; arquivagem (POR). <=> arranjo (1), localização. ologia, etnologia, etc. A o serviço de algumas de- registros relacionados tratado como u m todo. 1.2 g r á f i c o => cinemateca, a. comercial => arquivo em-
< > plano de arquivamento. 2. "Ação pela qual a auto- las, ela tem por obrigação servir-se das outras, a f i m Em uma linguagem de programação, a representa- presarial, a. c o m p a c t a d o compressed file INF arquivo
ridade administrativa ou judiciária determina a guar- de assegurar sua evolução e seu desenvolvimen- ção simbólica de u m conjunto de dados. 1.3 Dispo- gravado p o r programa compactador de arquivos,
da de u m documento, cessada sua tramitação" (DICT). to. Pela sua própria natureza, ela responde às ne- sitivo físico (disco, fita magnética, disquete) no qual u t i l i z a n d o u m formato especial que reduz o seu
< > série, sistema de arquivamento (1). a. (2) filing cessidades dos organismos o u indivíduos que cri- se armazenam dados. 1.4 Acervo, o u conjunto es- tamanho; arquivo comprimido, arquivo 'zipado'. a.
order um operação prática, executada com a finalida- am os documentos" (COUR, p . 55); gestão de arqui- pecífico de registros da informação e dos dados compartilhado shared file I N F dispositivo de acesso
de de dispor os documentos em estantes o u arqui- vos (POR). <=> gestão de documentos. contidos nos sistemas de computadores. 2. REPRO direto q u e pode ser usado p o r dois sistemas de
vos m e t á l i c o s o u de madeira, de acordo com uma a r q u i v o (1) archives, in-house archives, records A R Q em micrográfica, o principal repositório de infor- forma simultânea, a. c o m p r i m i d o => arquivo com-
ordem preestabelecida, a qual é indicada pelo nú- 1. "Conjunto de documentos, quaisquer que sejam mações, e m geral u m arquivo de microformas or- pactado, a. computadorizado => arquivo de dados,
mero de c h a m a d a do documento; arquivagem (POR), suas datas, suas formas e seus suportes físicos, pro- ganizado de m o d o que possibilite a recuperação da a. c o r r e n t e (1) active file, actives records (Canadá),
COlOCar (mu). <=> armazenamento (1), arranjo (2), duzidos o u recebidos por pessoa física ou jurídica, informação p o r meios de acesso predeterminados. administrative archive, current files, current records,
colocação ( I ) , localização, número de chamada, a. ou por instituição pública o u privada, em decorrên- <=> arquivo (1; 2; 3). a. (5) archive, file I N T E R N " u m housekeeping records, papers A R Q conjunto de docu-
a n ó m a l o > localização anómala, a. c e n t r a l i z a d o cia de suas atividades" ( A F N O R ) . arquivo (2; 3; 4; arquivo que contém outros arquivos. Usado fre- mentos necessários ao desenvolvimento dos tra-
Central files ARQ "documentos e dossiês produzidos 5), coleção (3); fundo. 2. Nos EUA, Canadá e alguns quentemente para armazenar arquivos com conteú- balhos na administração pública ou privada, os quais
por solores e serviços diversos de u m a administra- outros países que adotaram a terminologia america- dos relacionados. E também usado para fazer refe- são conservados em locais de fácil acesso; arqui-
ção, reagrupados física e/ou funcionalmente n u m na, a palavra, em inglês, archives, tem o significado rência a locais FTP que contenham grandes volumes vo administrativo, arquivo ativo, arquivo de m o v i -
mesmo local, sob supervisão adequada" ( I C A ) . <=> mais restrito de "documentos (registros) não-cor- de arquivos a serem baixados" (SMI, p . 394). <=> FTP. mento, arquivo em formação, arquivo vivo, docu-
arquivamento ( I ) , arquivo corrente (2), sistema de rentes preservados, c o m o u sem seleção, pelas mentação ativa, documento ativo, documentos da
arquivos, a. d e l i v r o s > localização, a. d i g i t a l digital entidades responsáveis por sua criação ou por seus arquivo (processamento) => processamento téc- administração, documentos de primeira idade. A n t :
urchioiug ARQ BIB I N I preservação de documentos sucessores" (UNESCO. RAMP, p . 1). 3. A lei n° 8 159/91 nico ( A R Q ) . arquivo permanente. <=> arquivo intermediário, ar-
cm que a versão digital é utilizada para arquivamen- define arquivos como "os conjuntos de documen- Arquivo & História: Revista do Arquivo Público q u i v o permanente, ciclo v i t a l dos documentos, a.
to ou preservação. < > preservação digital, a. h o r i - tos p r o d u z i d o s e recebidos p o r órgãos públicos, do Estado do Rio de Janeiro. Periódico e d i t a d o c o r r e n t e (2) central registry, registry ARQ unidade ad-
z o n t a l > armazenamento horizontal, a. v e r t i c a l => instituições de caráter público e entidades privadas, desde 1994. ministrativa encarregada do a r q u i v o corrente; ar-
armazenamento vertical, a. s e q u e n c i a l sequential em decorrência do exercício de atividades especí- arquivo administrativo => arquivo corrente (1). a. quivo corrente central. A n t : a r q u i v o permanente.
filing ARQ mu I N I processo de organização dos itens ficas, b e m como p o r pessoa física, qualquer que ASCII => arquivo binário, a. ativo active file I N F arquivo <i=> p r o t o c o l o (2). a. c o r r e n t e c e n t r a l > arquivo
ou registros numa ordem sequencial. seja o suporte da informação o u a natureza dos que está sendo utilizado n u m determinado momen- corrente (2). a. c o r r o m p i d o => arquivo danificado,
a r q u i v i s t a archival assislanl, archivist, records analyst,
documentos" (BRASIL. Lei n° 8 159). 4. "Os arquivos, to, a. ativo ( A R Q ) => arquivo corrente (1). a. a u d i o v i - a. cronológico data file BIB em sistema de empréstimo
c o m o conjuntos de d o c u m e n t o s organicamente sual audio-visual archives, audiovisual archives A R Q
records custodia}), records information officer A R Q 1.
arquivo da palavra arquivo de textos arquivo de trabalho A r q u i v o (.eral da idade
1

de livros, tipo de arquivo ou fichário, organizado colar, a. de família => arquivo familiar, a. de fichas grafados o u impressos, em oposição a arquivo de tarias, mas, desde 1983, é uma divisão da Secretaria
em ordem cronológica pela data marcada para de- => fichário, a. de fotografia => arquivo fotográfico, documentos audiovisuais, mecanográficos o u i n - de Estado da Cultura, e pelo decreto n° 22 78U, de
volução do documento à biblioteca, a. da palavra a. de gestão administrativa => arquivo corrente (1). formatizados, a. de trabalho scratch file, work file FNF 19/10/1984, que i n s t i t u i u o Sistema de A r q u i v o s
=> história oral. a. danificado corniptedfile INF "arqui- a. de hospital hospital archive A R Q M E D arquivo exis- arquivo que, durante o processamento, memoriza do Estado de São Paulo (SAESP), passou a ser o ór
vo contendo dados misturados e irrecuperáveis. tente em hospitais e clínicas, que é o resultado do ou armazena os resultados intermediários e que, gão central do sistema, a. D V M I N F tipo de arquivo
Os arquivos podem ficar danificados devido a seto- funcionamento de seus serviços administrativos e em geral, é apagado no final do trabalho; ficheiro de que cria o programa para armazenar o vídeo que foi
res defeituosos (falhas na superfície do disco), pro- serviços médicos, b e m como da gestão do con- dados (POR), ficheiro de trabalho, a. de transação digitalizado, a. eclesiástico church register ARQ arqui-
blemas na controladora ou erros de programa" (QUE, junto de seus bens. a. de igreja => arquivo eclesiás- áetail file, log file, transaction file, transaction log 1. I N F vo de igreja, paróquia, o r d e m o u sociedade religi-
p. 39); a r q u i v o corrompido, a r q u i v o estragado, a. tico, a. de imagens => iconoteca. a. de imprensa => 1.1 A r q u i v o onde são armazenados dados transitó- osa. <=> biblioteca eclesiástica, a. económico =* ar-
de acesso aleatório random access file 1. I N F meio de arquivo de recortes, a. de identidade => lista autori- rios que d e v e m ser combinados c o m o a r q u i v o - quivo empresarial, a. eletrônico => documento ele-
armazenamento que contém grande número de in- zada, a. de ilustrações art file, image archiving, picture mestre; arquivo de movimento, ficheiro de transa- trônico. a. em formação => arquivo corrente (1). a.
formações de maneira que cada item possa ser lido file, picture library A R T E BIB C O M N coleção de itens, ções (POR). 1.2 A r q u i v o onde são registradas, de empresarial busíness archives, company file, corporate
on escrito aleatoriamente n u m curto tempo de aces- montados ou não, que pode incluir fotografias, ilus- forma contínua, as operações realizadas p o r u m file, economic archives 1. A R Q arquivo relativo às co-
so, p . e v : memória de disco e de disco rígido. 2. trações, recortes de jornais e outros tipos de docu- usuário de sistema informático durante determina- leções de empresas, bancos, indústrias e estabele-
Arquivo que permite ao usuário i r diretamente à mentos artísticos que, geralmente, são armazena- do período. 2. BIB registros estatísticos sobre a utili- cimentos comerciais; a r q u i v o comercial, a r q u i v o
Informação que precisa, sem antes passar por qual- dos e m pastas suspensas e m arquivos de aço, e zação feita pelos usuários dos serviços e produtos de empresas, a r q u i v o e c o n ó m i c o . 2. BIB coleção
quer outra, Ant: arquivo sequencial, a. de anúncios p o d e m ser organizados por assunto ou pelo nome informacionais de uma biblioteca. <=> estatísticas da especial que contém dados o u documentos sobre
ndocrliscincnt file BIB C O M N arquivo onde são armaze- do artista. A q u i se inclui também o arquivo de ima- biblioteca, a. de usuários índex of users, registration empresas comerciais, a. escolar school records A R Q
nados anúncios arranjados segundo o nome do pro- gens digitais. <=> arquivo audiovisual, banco de ima- file ARQ BIB arquivo que contém as informações rela- EDU arquivo relativo aos documentos de uma esco-
duto/serviço ou pelo nome da empresa, a. de aqui- gens, a. de imagens => arquivo de ilustrações, a. de tivas aos usuários inscritos numa biblioteca o u ar- la, faculdade o u universidade, a. estadual regional
sição > arquivo de pedidos de compra, a. de arte impressos file ofprinted papers A D M ARQ 1. "Conjunto quivo, a. d e f i n i t i v o => arquivo permanente, a. des- archives A D M A R Q arquivo "pertencente ao nível i n -
> arquivo de ilustrações, a. de autógrafos => auto- de documentos impressos produzidos por u m ór- locado => arquivo removido, a. d i g i t a l cyberarchive, termediário da administração pública, responsável
graíoteea. a. de autoridade => lista autorizada, a. de gão público, empresa o u organização no decorrer digital archive A R Q BIB I N F I N T E R N 1. A r q u i v o cujos pelos d o c u m e n t o s a c u m u l a d o s p o r órgãos dos
cartas letter file A R Q arquivo onde é preservada a de suas atividades administrativas 2. Todos os do- documentos f o r a m convertidos para o formato le- poderes executivo, legislativo e judiciário, no âm-
correspondência mais i m p o r t a n t e de u m a pessoa cumentos impressos sob a custódia de u m arqui- gível p o r máquina, geralmente c o m objetivos de bito da administração estadual direta ou indireta"
física ou jurídica, a. de cartões perfurados cará file v o " (DICT, p. 21). o publicação oficial, a. de leitores preservação o u ampliar a sua disseminação via rede ( D I C T ) . <=* arquivo público, a. estatal => arquivo cen-

INF conjunto ordenado de cartões perfurados que => a r q u i v o de usuários, a. de log => a r q u i v o de interna ou rede pública, como a internet. 2. A r m a - tral, a. estragado => arquivo danificado, a. executável
contém informações homogéneas e afins, dispos- transação, a. de mapas => mapoteca. a. de movi- zenagem e preservação de documentos de texto exe file, executable file INF arquivo, geralmente com as
tos geralmente de acordo com u m critério de clas- mento => arquivo corrente (1), arquivo de transa- completo e sítios Web disponíveis na internet. <=> extensões .exe o u .com, que permite processar u m
sificação que se baseia em u m ou vários campos do ção, a. de patentes patent file BIB E N G coleção de repositório, a. diocesano => a r q u i v o eclesiástico, programa de computador, a. familiar estafe archives,
cartão, a. de circulação => fichário de empréstimo. desenhos e especificações de patentes, geralmen- a. diplomático diplomatic archives A R Q arquivo resul- family and estale archives, family archives A R Q con-
S, de computador => v o l u m e (arquivos de dados te indexadas por país, número de patente, nome do tante das atividades de u m ministério das relações j u n t o de documentos acumulados, relativos a o u
legíveis por máquina), a. de custódia => custódia, a. detentor da patente e assunto, a. de pedidos de com- exteriores o u de uma missão diplomática (embaixa- produzidos por uma ou mais famílias relacionadas,
de dados í/«fn archive, data file, data set BIB I N F INTER 1. pra order file BIB arquivo o u fichário onde são inseri- da o u consulado), a. direto direct file, linear file, nor- bem como por seus membros individuais (baseado
Centro, organismo ou instituição responsável pela dos os pedidos de aquisição feitos por uma biblio- mal file BIB arquivo organizado com base no regis- em ICA, p. 21); arquivo de família, arquivo patrimonial.
reunião, conservação e transmissão de dados - sem teca, a. de primeira idade => arquivo corrente, a. de tro do documento: os itens são registrados numéri- <=> arquivo pessoal, arquivo privado, papéis, a. fe-
levar em conta a sua proveniência - quer direta- recortes clippings file, cutting archive, cuttings file, ca e sequencialmente e, depois de cada u m , são deral federal archives A D M ARQ arquivo "pertencente à
mente, quer sob formato legível mecanicamente. morgue, newspaper library, press archive BIB C O M N cole- indicados os respectivos descritores. A partir do administração pública, responsável pelos documen-
2. ( o n j u n l o organizado de informações o u regis- ção de recortes de jornais e periódicos. Os recor- arquivo direto é criado o arquivo invertido; arquivo tos acumulados por órgãos dos poderes executi-
tros da mesma natureza, que p o d e m ser utilizados tes são geralmente organizados em ordem classifi- linear, arquivo sequencial. A n t : arquivo invertido, vo, legislativo e judiciário, no âmbito da adminis-
para aplicações ou submetidos a tratamento idênti- cada o u alfabética de assuntos e são mantidos em o entrada por item, entrada por termo. a. distrital tração federal, direta ou indireta" (DICT). <=> arquivo
co a. de dados legíveis por máquina => arquivo pastas de arquivos verticais, a. de relações exterio- (POR) => arquivo municipal, a. do escritório => arqui- nacional, arquivo público, a. findo =s> arquivo per-
legível mecanicamente, a. de data =* arquivo cro- res => arquivo diplomático, a. de saída output file I N F vo corrente (1). A . do Estado de São Paulo Arquivo manente, a.-fonte source file I N F I N T E R N na linguagem
nológico, a. de decisões => registro de decisões, a. a r q u i v o que contém os dados processados o u de público, criado e m 1721 com o objetivo de guar- H T M L , quando se grava u m arquivo, o documento é
de diplomacia > arquivo diplomático, a. de doado- saída de u m a unidade central de processamento; dar toda a documentação administrativa existente na preservado c o m as instruções d o f o r m a t o dessa
res donor file uni no setor de aquisição de bibliote- ficheiro de output (POR), a. de segunda idade => arqui- província, é a instituição pública mais antiga de São l i n g u a g e m , a. f o t o g r á f i c o photographic archives,
cas, tipo de a r q u i v o com os nomes das pessoas vo intermediário, a. de segurança security collection, Paulo. Por o r d e m de Rodrigues César de Meneses, picture archive A R Q BIB C O M N FOTO " f u n d o o u coleção
tísicas ou jurídicas que doaram documentos para o security fonds A R Q I N F 1. " A r q u i v o contendo docu- da então capitania de São Paulo, iniciou o inventá- de fotografias que inclui diapositivos, negativos e
acervo, bem como informações a respeito dessas mentos de segurança, sejam eles cópias ou micro- rio dos documentos da governança, núcleo inicial provas, b e m como, se for o caso, os textos relati-
doações, porque, no processo de descarte, é i m - filmes de segurança. 2. A r q u i v o contendo d o c u - do atual acervo. E m 1891, transformou-se na Repar- vos a esses documentos" (ICA). O arquivo audiovi-
portante verificar se um documento doado pode mentos que dizem respeito à segurança de u m país" tição de Estatística e do A r q u i v o do Estado, subor- sual, arquivo iconográfico, banco de imagens, do-
ser retirado do acervo ou se existe a l g u m acordo (DICT, p. 22). cópia de segurança, serviço remoto dinando-se à Secretaria do Interior. A partir de en- cumentação fotográfica, fototeca, a. f u g i t i v o => ar-
ou dispositivo legal que impeça essa ação. o doa- de segurança, a. de sindicato frade union archive ARQ tão, passou a receber d o c u m e n t o s de o r i g e m e q u i v o r e m o v i d o , a. geral => a r q u i v o central. A .
ção, a. de empresas =» arquivo empresarial, a. de arquivo da documentação de u m sindicato, o bibli- natureza bastante diversificada, tanto das secretari- Geral da Cidade do Rio de Janeiro Sua origem
encomendas > arquivo de pedidos de compra, a. oteca de sindicato, a. de tabelionato => a r q u i v o as de Estado quanto do poder judiciário, dos cartó- remonta à fundação da cidade, por M e m de Sá, em
de entrada inpui file I N I conjunto de registros que notarial, a. de terceira idade => arquivo permanente, rios, de municípios e de natureza privada, que aca- 1567, quando foi constituído o A r q u i v o da ( a m a i a
u m programa utiliza como fonte de dados para u m a. de textos text archive A R Q BIB FNF arquivo tradicio- baram compondo u m riquíssimo acervo para a pes- Municipal, que tinha a finalidade de guardar a doeu
processamento futuro, a. de escola => arquivo es- nal, f o r m a d o de documentos manuscritos, datilo- quisa histórica. Esteve subordinado a várias secre- mentação gerada e acumulada pela câmara, que,

26 27
arquivo geral da nação arquivo legível mecanicamente arquivo linear A r q u i v o Publico do Istadi

conforme a legislação portuguesa, desempenhava recebida a partir do século xrx. A . Histórico M u n i c i - patrimonial => arquivo familiar, a. pennaiieiile m
linear => arquivo direto. a. literário literary archives
funções legislativas e executivas. N o século xvm, pal de São Paulo Responsável pela custódia, con- chives, histórica! archive, non-current records ARQ ar
ARQ BIB 1. Instituição encarregada da coleção de do-
com o crescimento da cidade, a câmara passou a servação, processamento técnico e divulgação do q u i v o de documentos que não mais apresentam
cumentos literários. 2. "Conjunto de documentos
deliberar sobre mais assuntos, do que resultou uma conjunto documental produzido pela administração qualquer valor administrativo, mas que são conser-
acumulados por escritores ou por instituições de
documentação mais abundante e diversificada. Em municipal desde 1555, entre outros registros signi- vados e m v i r t u d e de seu v a l o r histórico e docu-
caráter literário" (DICT, p. 21). a.-mestre main file,
1790, u m incêndio destruiu grande parte do acervo ficativos para a história da cidade, como os fundos mentário. N o t a : em algumas instituições, notada-
master file, primary file FNF arquivo principal de infor-
arquivístico. Entretanto, os vereadores determina- documentais particulares. Publica: Revista do Arqui- mente as públicas, é comum o envio da documen-
mação referencial utilizado para uma aplicação. Seu
ram que tossem feitas cópias dos documentos rela- vo Municipal, a. hospitalar => arquivo de hospital, a. tação deste tipo de arquivo para u m arquivo central
conteúdo i n f l u i no conjunto de operações a reali-
tivos à m u n i c i p a l i d a d e , existentes e m outros ór- iconográfico iconographic archives ARQ ARTE BIB C O M N ou nacional; arquivo de terceira idade, arquivo de-
zar, a. migrante => arquivo removido, a. ministerial
gãos, conseguindo, assim, reconstituir u m a parte "conjunto de documentos que se apresentam sob a finitivo (POR), arquivo histórico, arquivo perpétuo,
departmental records, ministerial archives ARQ "con-
da documentação perdida. N o século xix, após a forma de imagens, fotografias, ilustrações e produ- documento de terceira idade. A n t : arquivo corren-
junto dos arquivos de u m ministério, o u a entidade
instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro, a tos de outros processos pictóricos, bem como dos te. <=> a r q u i v o central, a r q u i v o corrente, arquivo
encarregada de administrar esses a r q u i v o s " ( I C A ) .
(lârnara Municipal passou a dividir suas atribuições documentos textuais que os acompanham" (ICA). <=> intermediário, arquivo nacional, a. perpétuo => ar-
o arquivo (1; 2), arquivo corrente, a. monástico =>
com os inlendonles-gerais de polícia. Contudo, toda arquivo cartográfico, arquivo digital, arquivo foto- quivo permanente, a. pessoal personal archive, personal
arquivo eclesiástico, a. m o r t o => a r q u i v o perma-
,i documentação continuou a ser guardada pelo ar- gráfico, documentação iconográfica, a. impresso papers A R Q arquivo de "documentos privados acu-
nente, a. m u l t i d i m e n s i o n a l => arquivo invertido, a.
quivo da Câmara. Em 1825, f o i inaugurado o p r i - printed archives ARQ acervo formado por documen- mulados por u m indivíduo, a ele pertencente e dos
m u n i c i p a l city archive, local archives, municipal ar-
meiro Paço Municipal para sediar a câmara, onde tos impressos produzidos por u m a organização no quais pode dispor a seu bel-prazer" (ICA); documen-
chives A D M ARQ arquivo que recebe e guarda conjun-
passou a funcionar, também, o arquivo. Esse pré- exercício de suas atividades. <=> publicação oficial, tos pessoais, documentos privados, papéis pesso-
tos de documentos provenientes dos "órgãos dos
dio localizava-se no campo da Aclamação, atual a. indexado indexed file, primary index INF combina- ais. <=> arquivo privado, dados pessoais, papéis, a.
poderes executivo e legislativo, no âmbito da ad-
praça da República. D e m o l i d o em 1856, em seu ção do arquivo de acesso aleatório com o arquivo presidencial => biblioteca presidencial, a. privado
ministração municipal direta ou indireta" ( D I C T ) ; ar-
lugar foi construído novo prédio. Em 1882, foi inau- sequencial. E aleatório, mas sua organização, se-
quivo distrital (POR). <=> arquivo central, arquivo pú- non-public archives, private archives, private records
gurado o segundo Paço Municipal e nele voltaram gundo determinado critério, é definida sequencial- ARQ documentos pertencentes a pessoas físicas e
blico, a r q u i v o regional, a. nacional national archi-
a se instalar os vereadores. Em 1892, após a pro- mente por u m índice auxiliar, a. intermediário holding jurídicas de direito privado, bem como a entidades
ves A D M ARQ 1. Instituição responsável pela gestão
mulgação da n o v a Lei Orgânica M u n i c i p a l , que area, inactive records, intermediate records, intermediate não-governamentais. Os arquivos de empresas, ban-
dos arquivos das entidades que fizeram o u fazem
alterou a organização político-administrativa da ci- storage, pending file, semi-current records ARQ 1. Con- cos e comércio são denominados arquivos empre-
parte da administração central de u m país. <=> arqui-
dade, separando os poderes executivo e legislati- j u n t o de documentos, provenientes de arquivos sariais; arquivo particular. <=> arquivo empresarial,
vo central, sistema de arquivos. 2. N a maioria das
vo, o Paço M u n i c i p a l passou a sediar o Conselho correntes e depositados e m locais predetermina- a r q u i v o familiar, a r q u i v o pessoal, coleção (3). a.
nações, o a r q u i v o nacional é responsável, em ge-
de Intendentes (poder legislativo) e a prefeitura da dos, onde aguardam avaliação, ou para sua elimina-
ral, pela política de administração gerencial dos do- público public archives, public records, state archival
cidade (poder executivo), até 1897, quando o Con- ção, o u para sua inclusão nos arquivos permanen- fonas, state archives A D M ARQ 1. Conjunto de docu-
cumentos das instituições ligadas ao governo cen-
selho de Intendentes foi transferido para a atual pra- tes; arquivo intermédio (POR), depósito de armaze- mentos pertencentes a entidades da administração
tral. Esses documentos são, inicialmente, transferi-
ça Floriano. Entretanto, desde 1892, o A r q u i v o da namento temporário, depósito intermediário, do- federal, estadual, municipal e, também, a entidades
dos das entidades que os produziram para os arqui-
( amara foi transferido para o âmbito do poder exe- cumento de segunda idade, documento semiativo. de direito privado que executam serviços públicos.
vos intermediários e, posteriormente, para o arqui-
cutivo municipal, continuando a funcionar nas de- *=> a r q u i v o corrente ( 1 ; 2), a r q u i v o permanente, <=> a r q u i v o central, a r q u i v o nacional, documento
vo nacional. <=> arquivo central, arquivo intermedi-
pendências do Paço. Em 5/8/1893, sua denomina- ciclo v i t a l dos documentos. 2. Documentos que público. 2. O arquivo público pode ser estadual,
ário. A . Nacional [do Brasil] (AN) A r q u i v o público
ção foi alterada para Arquivo Geral da Prefeitura do perderam a atualidade, mas p o d e m ser ainda requisi- federal e municipal. <=> documento público. A . Pú-
criado em 1838, integra a estrutura da Casa Civil da
I UsttitO federal. Em 1963, passou a ser denominado tados pelos setores que os p r o d u z i r a m , quer para blico da Cidade de Belo Horizonte Criado em 1991,
Presidência da República, e tem por finalidade i m -
Serviço de A r q u i v o Histórico. Em 1975, depois da apreciar assuntos idênticos o u semelhantes, quer é responsável pela guarda, preservação e difusão
plementar a política nacional de arquivos, por meio
lusão dos estados da Guanabara e Rio de Janeiro, para retomar u m assunto reapresentado. <=> arquivo do patrimônio documental de órgãos e unidades
da gestão, do tratamento técnico, da preservação e
quando a cidade tornou-se capital do novo estado corrente (1; 2), arquivo permanente, a. intermédio municipais, bem como de documentos privados de
da divulgação do patrimônio documental do poder
do Rio de |aneiro e voltou à condição de municí- (POR) => arquivo intermediário, a. internet => arqui- interesse público. A . Público do Distrito Federal
executivo federal, garantindo o acesso à informa-
pio, sua denominação foi mudada para A r q u i v o M u - vo (5). a. invertido inverted file, inverted index, inverted (ArPDF) Criado em 27/4/1983, reúne a documenta-
ção com o objetivo de subsidiar as decisões go-
nicipal. Em n/3/1979 teve a denominação restabe- list 1. B I B / I N D E X a r q u i v o o r g a n i z a d o com base no ção relativa à construção de Brasília e dos órgãos
vernamentais de caráter político-administrativo, o
lecida como A r q u i v o Geral da Cidade do Rio de descritor: sob o termo de indexação, aparecem os do governo do Distrito Federal. A . Público do Es-
cidadão na defesa de seus direitos e a produção do
[aneiro, voltando a ser responsável pela gestão e n ú m e r o s dos documentos aos quais o termo f o i tado da B a h i a C r i a d o e m 16/1/1890, esteve, ao
conhecimento científico e cultural. Sua missão está
preservação de Ioda a documentação de valor per- atribuído. <=> arquivo direto, entrada de assunto, en- longo dos anos, vinculado a diversas secretarias.
fundamentada na Constituição federal e na lei espe-
manente produzida pela municipalidade e da me- trada p o r termo. A n t : a r q u i v o direto. 2. A r q u i v o Desde 18/1/1995 está subordinado à Secretaria da
cial n° 8 159, de 8/1/1991, que estabelecem como
moria da cidade, a. geral da nação => arquivo naci- cuja o r d e m f o i invertida. A r q u i v o auxiliar que é Cultura e Turismo. Sua finalidade é executar as ativi-
dever do poder público a gestão documental e a
onal, a. governamental => arquivo central, a. histó- associado ao arquivo principal para permitir refe- dades referentes ao recolhimento, guarda, preser-
proteção especial aos documentos de arquivo, a.
rico :• arquivo permanente. A . Histórico do Rio rência cruzada; arquivo multidimensional, registro vação e conservação de documentos referentes à
normal => arquivo direto. a. notarial notarial archi-
(.rande do Sul ( ri,ido em 1906 com a denomina- invertido, a. legível mecanicamente machine readable memória histórica, geográfica, administrativa, téc-
ves ARQ DIR arquivo que resulta das atividades de u m
ção de A r q u i v o Público do listado. A atual denomi- archives, machine readable records ARQ BIB INF arquivo nica, legislativa e judiciária do estado da Bahia. A .
cartório; arquivo cartorial, arquivo de tabelionato,
nação foi aprovada em 1925. Em 29/1/1954 f o i re- cujo conteúdo i n f o r m a t i v o , geralmente codifica- Público do Estado de Santa Catarina Criado em
o cartório, a. oculto hidden file INF arquivo que, por
conhecido como instituição autónoma. Tem como do, está gravado em suportes legíveis mecanica- 26/9/1918. O primeiro diretor foi nomeado em 1931.
possuir u m atributo de ocultação (hidden), não apa-
função primordial guardar e conservar a documen- mente, isto é, registrado e m suportes tais como Foi e x t i n t o e m 10/5/1933, v o l t a n d o a ser recriado
rece nas listas o u pastas de arquivos, a. oral archives
tação histórica do poder executivo estadual. Seu discos, discos rígidos, disquetes, fitas magnéticas e em 28/7/1960. Está s u b o r d i n a d o à Secretaria d e
of oral history, oral archive A R Q HIST arquivo que con-
acervo remonta aos primeiros anos de ocupação fitas perfuradas. Em geral essas informações são Estado da Administração. A . Público do listado do
tém depoimentos gravados o u filmados. <=> arqui-
efetiva do solo rio-grandense pela coroa portugue- organizadas de acordo com o princípio de prove- Pará Criado em 1894, reúne documentos d o s seco
vo audiovisual, história oral. a. p a r o q u i a l => arqui-
sa. Guarda vasta documentação sobre a imigração niência; arquivo de dados legíveis por máquina, a. los xvn, xvm e xix. Em 1901, f o i incorporado a Bibll
vo eclesiástico, a. particular => arquivo privado, a.

28 29
Arquivo Público do Estado arquivologia arquivologista SIle I In.d

oteca Pública, surgindo, então, a biblioteca e A r - prédio passou a ser ocupado apenas pelo arquivo, dos princípios e técnicas a serem observados na de acordo com as datas de publicação dos itens ou
quivo Público, situação que se manteve até 1986, a. regional regional archives A D M A R Q "arquivos dos sua constituição, organização, desenvolvimento e sequência de sua história ou evolução. < > dossiê
quando biblioteca e arquivo foram novamente se- níveis intermediários da administração pública, d i - utilização" (DICT). arquivística, biblioteconomia, cronológico, a. descontínuo => localização des
parados. A. Público do Estado do Ceará Criado em ferentes dos arquivos centrais e dos arquivos m u n i - ciência da informação, documentação. contínua, a. dos livros => arranjo (2). a. estrutural
6/9/1916, como órgão vinculado à Biblioteca Pú- cipais" ( I C A ) . ^=> arquivo central, arquivo estadual, arquivologista arquivista. arrangement by organizational structure A R Q "método
blica. Tem por objetivo recolher, conservar e or- arquivo municipal, a. religioso => arquivo eclesiás- arquivólogo => arquivista. de organização que tem por eixo a estrutura admi-
ganizar os documentos oriundos da administração tico, a. regional => arquivo estadual, arquivo m u n i - a r q u i v o m e t r i a archivometrics A R Q métodos e mo- nistrativa da entidade produtora do arquivo" ( A N , p.
da antiga capitania, província e atual estado do Cea- cipal, a. removido fugitive archives, migrated archi- delos matemáticos e estatísticos aplicados na análi- 29); método organizacional. <=> grupo. a. evolucio-
rá. A. Público do Estado do Espírito Santo Com o ves, removed archives ARQ arquivo cuja custódia pas- se do comportamento dos documentos o u manus- nário => arranjo cronológico, a. funcional arrange-
nome de A r q u i v o Público Espírito-Santense, f o i sou de instituição legalmente encarregada de sua critos de arquivos. <=> bibliometria. ment by functional structure A R Q "método de organi-
cri,ido em 18/7/1908, anexo à Biblioteca Pública. guarda, o u do país onde se encontrava original- arquivonomia => arquivística, arquivologia. zação que tem por eixo as funções desempenhadas
Em agosto do l M2, passa, desmembrado da Biblio-
l mente, para outra instituição. "Também chamado, arquivos abertos => Open Archives Initiative. a. pela entidade p r o d u t o r a do a r q u i v o " ( A N , p. 30);
leea Pública, para a Secretaria do Interior e da Justi- incorretamente, arquivo fugitivo e arquivo migran- de dados legíveis por máquina => arquivos legíveis método p o r objetivos organizacionais. <=> g r u p o
ça, Eslá hoje subordinado ao Departamento de A d - te" ( I C A ) ; a r q u i v o deslocado, documento desloca- mecanicamente. ( A R Q ) . a. geográfico => subdivisão geográfica, a.
minislração. Em 1972, f o i f i r m a d o u m convénio do. <=> extravio de documento, a. sequencial direct letra por letra => alfabetação l e t r a p o r letra. a.
arranjador arranger, musical arranger M Ú S pessoa
com a I Iniversidade Federal do Espírito Santo que file, linear file, normal file, sequential file ARQ BIB I N F 1. lexicográfico => ordem lexicográfica, a. metódico
que faz arranjo musical do todo o u de parte da obra
possibilitou a reorganização do acervo, realizada A r q u i v o cujo arranjo obedece à numeração dos => arranjo sistemático, a. musical arrangement (music),
musical.
entre julho de 1972 a janeiro de 1975. Possui pro- documentos. E m seguida a este número, encon- arrangement (musical) MÚS "obra musical, o u parte
arranjo (1) allocation, arrangement, filing of archi-
grama editorial, com ênfase nos aspectos relacio- tram-se relacionados os descritores utilizados na dela, reescrita para u m meio de execução diferente
ves A R Q 1. O r d e n a ç ã o dada aos documentos que
nados com a imigração. A . Público do Estado do indexação do documento. 2. A r q u i v o de registros daquele a que visava a obra o r i g i n a l ; igualmente
compõem o todo orgânico do a r q u i v o . <=> arranjo
Mato Grosso Criado em 1896; em 1931 f o i anexado bibliográficos o u de outro tipo contido numa base uma versão simplificada de obra destinada ao mes-
(2). 2. Operação intelectual ou material da organiza-
à biblioteca Pública. Em 1972 desvinculou-se da de dados, do qual todos os registros foram gera- mo m e i o de e x e c u ç ã o " (AACR02). a. palavra por
ção de uma determinada massa documental de do-
Secretaria de Educação e Cultura, passando a fazer dos. A o r d e m dos registros neste tipo de arquivo palavra => alfabetação palavra p o r palavra, a. pela
cumentos. <:=> arquivamento (1), colocação, locali-
parle da nova Secretaria de Cultura, sob a denomi- geralmente é sequencial numérica, diferentemente aquisição accession arrangement BIB arranjo dos do-
zação. 2.1 Repartição de u m grande conjunto de
nação de Departamento de Documentação e A r - do arquivo invertido onde é alfanumérica. <=> arqui- cumentos de u m acervo segundo a ordem de sua
arquivos em vários grupos. 2.2 Operação material
quivo. O atual nome data de 1979. A . Público do vo direto. a. setorial sectorial file A R Q "unidade res- aquisição, a. pelo tamanho => localização por tama-
da organização dos itens (ou unidades de arquiva-
Estado do Rio de Janeiro (APERJ) Criado em 25 de ponsável pelo arquivamento de documentos acu- nho, a. por assunto subject arrangement ARQ BIB n u m
mento) baseada nos princípios de proveniência e
agosto de 1931, com a denominação de A r q u i v o mulados por entidade subordinada que, no sistema catálogo, a ordenação alfabética segundo os temas
de respeito aos fundos, o princípio de proveniên-
Coral do Estado, subordinado à então Diretoria do de arquivos adotado pela administração a que per- ou assuntos, a. sistemático classified arrangement,
cia, princípio de respeito aos fundos, unidade de
Interior e Justiça do governo do estado do Rio de tence, depende tecnicamente do a r q u i v o central" classifica filing system, classsifieã order, classified se-
arquivamento. 3. E m arquivos permanentes: 3.1 A
janeiro, com sede em Niterói. A . Público do Para- (DICT). <=> a r q u i v o central, sistema de arquivos, a. quence, systematic arrangement, systematic order BIB
organização física de documentos e m segmentos
ná Criado e m 7/4/1855 com o objetivo de reunir a sindical => arquivo de sindicato, a. sonoro sound ordenação de catálogos e índices de acordo c o m
ou fundos. 3.2 Ordenação das séries que se encon-
memória impressa e manuscrita sobre a história e archive A R Q BIB C O M N coleção permanente de regis- u m sistema de classificação; arranjo classificado,
tram nos fundos e, se necessário, das peças i n d i v i -
geografia do Paraná; mais tarde, esse objetivo foi tros sonoros, feitos em diversos suportes físicos, arranjo metódico. <=> catálogo sistemático, a. temá-
duais dentro das séries. <=> arquivo permanente, peça,
ampliado para incluir a documentação p r o d u z i d a guardada para fins de pesquisa ou preservação his- tico => arranjo por assunto, arranjo sistemático.
série. 4. E m arquivos correntes, é a colocação dos
pelo poder público. N o âmbito administrativo, des- tórica. <=> arquivo oral, discoteca, fitoteca, a. técni-
documentos de acordo com o q u a d r o de arranjo, arrendamento demise, hiring, lease A R Q D I R docu-
de sua criação, recebeu diferentes denominações e co => centro de informação, repositório institucio-
preestabelecido; classificação ( A R Q ) . -ts> processa- mento o u contrato pelo qual é cedido o uso de u m
pertenceu a diversas secretarias. A . Público do Piauí nal, a. temporário temp file, temporary file FNF arquivo,
mento técnico (ARQ), quadro de arranjo, a. (2) acces- bem móvel ou imóvel por u m preço e tempo deter-
( i i . i d o em 1909 com o objetivo de recolher e pre- geralmente com a extensão .tmp, criado para arma-
sion order, arrangement of the book shelves, filing order, minados.
servar o patrimônio documental do estado. Sua his- zenar a informação enquanto o usuário está proces-
filing rule, shelf arrangement, shelf order BIB 1. Ordena-
tória está ligada à da Biblioteca Estadual e ao Museu sando u m programa, a. textual => arquivo de textos, arresto seizure A R Q D I R 1. D o c u m e n t o relativo à
ção dos livros e documentos, em estantes o u depó-
I li . t o u c o do Estado, que por m u i t o tempo funcio- a. total total file ARQ "arquivo cuja responsabilidade "apreensão judicial dos bens de u m devedor, ne-
sitos, de acordo com u m plano preestabelecido. A
naram n o mesmo prédio, com uma única adminis- abrange núcleos e coleções e outros materiais de cessários à garantia de uma dívida, cuja cobrança
localização de livros e documentos é indicada pelo
tração. I in 1947, os três órgãos passaram a chamar- pesquisa, sem levar em conta a proveniência o u foi o u v a i ser ajuizada" (DICE, p. 75). 2. "Apreensão
número de chamada. <=> arranjo (1), colocação, lo-
se ( asa Anísio Brito, em homenagem ao responsá- tipo de d o c u m e n t o " (DICT, p . 23). a. universitário judicial do bem do devedor, a f i m de evitar que o
calização, n ú m e r o de chamada. 2. Ordenação, nos
vel pelo levantamento, recolhimento e organiza- university archive A R Q E D U órgão de instituição de credor possa ser prejudicado com o eventual des-
fichários e listagens, dos registros de informação (re-
ção dos , n e r v o s que compõem as três casas. A ensino superior que armazena, conserva e difunde vio do m e s m o " (MELLO, p. 24).
presentações de documentos o u substitutos da i n -
biblioteca e o museu receberam sede própria, em o fundo documental gerado por suas atividades ad- arroba al I N F INTERN símbolo @ usado nos endere-
formação, tais como entradas bibliográficas, catalo-
1972 o I9H0, respectivamente, p e r m a n e c e n d o o ministrativas e académicas, a. vertical vertical file, ços eletrônicos para separar o nome da pessoa e o
gráficas e temáticas) de acordo c o m normas pre-
arquivo no prédio onde funciona até hoje. A . Pú- vertical file cabinei A R Q BIB móvel com gavetas, para endereço (ou servidor) para onde a mensagem será
estabelecidas; intercalação de fichas. <=> arquiva-
blico Mineiro ( i i a d o em Ouro Preto e m 1895, é a armazenar documentos em pastas suspensas. <=> ar- enviada, p.ex.: maria@mercado.com.br refere-se à
mento (2), fichário, intercalação (2), listagem, a.
instituição cultural mais antiga de Minas Gerais. O mazenamento vertical, arquivo de recortes, a. visu- caixa postal de 'maria' no domínio mercado.com.br
alfabético => alfabetação. a. alfabético-classificado
acervo inclui milhares de documentos de origem al => arquivo audiovisual, a. vivo => arquivo corren- arrolar list (v.), inventory (v.) ARQ D I R 1. Inventariar;
=> catálogo alfabético-classificado. a. alfabético por
pública e [uivada que remontam aos períodos colo- te (1). a. zipado => arquivo compactado. listar e m inventário os bens sobre os quais recai
assunto =* catálogo alfabético-classificado. a. clas-
nial, imperial e parti' do republicano. Datada de 1897, imposto. 2. Envolver em rolo, enrolar.
sificado => arranjo sistemático, a. cronológico anna-
a casa, antes residencial, que hoje o abriga, em Belo arquivoconomia => arquivologia. arrumação => arranjo.
listic arrangement, chronological filing system, chrono-
Horizonte, foi, a partir de 1910, destinada às reparti- arquivologia archival science, archive administrati- ARSC Association for Recorded Sound Colleclions.
logical order, chronological sequence, evolutionary order
ções da Prefeitura Municipal. A partir de 1938 o on, archive science, archivistics A R Q "disciplina que arte comercial => arte publicitária, a.-final final ait
ARQ BIB ordenação de arquivos, catálogos e índices,
tem p o r objeto o conhecimento dos a r q u i v o s e C O M N EDIT GRÁF " l . Página pestapada, pronta p u i M

30 31
arte publicitária árvore de classificação assimilação da hiloriiiitçau
árvore baniana

produção na forma de fotolito. 2. Desenho ou ilus- u m núcleo/raiz, mas a diversos núcleos, diferente- funciona como u m serviço de referência p o r c o i
de de conteúdo i n f o r m a c i o n a l inserida n u m blog
tração, com ou sem texto, prontos e acabados para mente da árvore de Porfírio, que falha quando, nos reio eletrônico com respostas a questões sobre e d u
(<=>). Pode ser composta de texto, imagem, vídeo
reprodução na forma de fotolito" (CBL, p. 221). 3. dias atuais, percebe-se que os conhecimentos não cação.
ou som. a. de capa => artigo de fundo. a. de con-
Em editoração eletrônica, a impressão direta do fazem parte de u m só domínio, pois são complexos A S L I B Association of Special Libraries and Informa
gresso => trabalho de congresso, a. de f u n d o cover
computador para a impressora, a. publicitária com- story C O M N artigo, p u b l i c a d o p o r periódico, cujo e se relacionam de várias maneiras (baseado em tion Bureaux; nova denominação: Association for
mercial uri C O M N I O I O M K T trabalho artístico, como título é mencionado na capa. Em geral é mais exten- RODA, p . 5-6). á. de classificação classification tree, Information Management, mantida a sigla original.
ilustração, fotografia ou desenho gráfico, feito com so e ilustrado do que os outros artigos do mesmo classifícatory tree, hierarchical graph BIB/INDEX 1. "Con- Asociación de Bibliotecários, Documentalistas,
propósito comercial. número da revista, a. de periódico => artigo, artigo junto de cadeias classificatórias de u m a estrutura Archiveros y Museólogos ( A B D A M ) Associação ar-
hierárquica ordenadas sob a mesma classe princi- gentina, criada em 1999, cujo objetivo é o desen-
arleialo inlijucl I . ENG produto característico da científico, artigo de revisão, a. de revisão bibliogra-
pal" (WN, 26-13); árvore classificatória, árvore para- v o l v i m e n t o profissional de seus associados. A. de
atividade humana, p.ex.: u m objeto mariufaturado. phic essay, literature review, omnibus review, review article
digmática, gráfico hierárquico. => arborescência, Bibliotecários Graduados de la República Argenti-
2. BIB "qualquer objeto feito o u m o d i f i c a d o pelo BIB E D I T 1. "Estudo sobre u m determinado assunto,
cadeia, hierarquia, superordenação. 2. "Conjunto na (ABCRA) Associação profissional, criada em 5/11/
homem. Na teoria da classificação, é feita, algumas em que são reunidas, analisadas e discutidas as i n -
de cadeias que têm uma classe superordenada co- 1953, que tem por objetivo promover e defender a
vezes, uma distinção entre artefatos (objetos físi- formações já publicadas" (UNESCO, GWÍA, p. 11); en-
m u m " ( W N , 26-13). á. de decisão decision tree I N F classe b i b l i o t e c á r i a a r g e n t i n a . A . E s p a n o l a de
cos) e mentefatos (conceitos m e n t a i s ) " ( Y O U ) . <=> saio bibliográfico, revisão de conjunto ou de atua-
árvore binária onde cada nódulo o u terminal repre- Archiveros, Bibliotecários, Museólogos y Documen-
menlefalo, objeto, reália, réplica. 3. C O M N "qualquer lização, revisão de literatura. 2. N a primeira edição
senta uma decisão, á. de diretórios => diretório raiz. talistas ( A N A B A D ) Fundada em 1949. A. Interameri-
elemento de i n f o r m a ç ã o , f e n ó m e n o o u objeto do Código de boa prática em matéria de publicações
á. de elementos I N F representação da estrutura que cana de Bibliotecários, Documentalistas y Especi-
Identificável como p r o d u t o de u m a intervenção científicas (UNESCO, 1963) foi usada a expressão " r e v i -
são de conjunto ou de atualização", com o signifi- especifica etiquetas e atributos n u m documento X M L . alistas en Información Agrícola => Associação Inte-
humana" (i:se r).
á. de Porfírio five predicables of Forphyry, tree of Por- ramericana de Bibliotecários, Documentalistas e
artes gráficas graphic arts GRÁF 1. " C o n j u n t o de cado agora atribuído a artigo de revisão, a. de re- phyry BIB/ C L A S F I L classificação filosófica de Porfírio Especialistas em Informação Agrícola. A. Latinoa-
processos relativos à criação de trabalhos de arte vista => artigo, artigo científico, artigo de revisão, (c. 232-c. 304) que estabeleceu a divisão dos co- mericana de Escuelas de Bibliotecología y Ciências
destinados à reprodução (desenho de figuras, letras a. p r i n c i p a l => artigo de fundo. a. técnico = artigo, nhecimentos de forma binária, representada pela de la Información (ALEBCI) Criada em 1970, congre-
e ornatos, diagramação, montagem, arte final etc), artigo científico, artigo de revisão. chamada árvore de Porfírio, ou escada de Porfírio, ga as escolas latino-americanas de ciência da infor-
assim como os processos, m e c â n i c o s o u artesa- artista artist, artiste, performer 1. ARTE estudante o u ou árvore de Ramée (de Pierre de la Ramée, tam- mação.
nais, de impressão, acabamento, encadernação etc. praticante das belas-artes (filme cinematográfico, bém conhecido como Petrus Ramus, 1515-1572).
(p.ex., gravura, tipografia, ofsete) inerentes à pro- composição musical, dança, e t c ) . 2. BIB/CAT OS no- ASP 1. Active Server Pages => servidor de páginas
Porfírio partiu do termo substância - de grande ex-
dução gráfica. 2. Conjunto das artes e técnicas rela- mes dos artistas principais p o d e m ser incluídos ASP. 2. A p p l i c a t i o n Service P r o v i d e r => provedor
tensão e pequena intensão - para termos de pouca
tivas às atividades gráficas" (HOUD, p. 306). a. libe- como entradas secundárias, a. intérprete performer de serviço em linha.
extensão e grande intensão, p.ex.: substância (cor-
rais liberal arts 1. ARTE E D U conjunto de estudos inte- DIR "todos os atores, cantores, músicos, bailarinos aspas inverted commas, quotation marks I N T E R N e m
pórea ou incorpórea); corpo (animado o u inanima-
grantes das universidades medievais, conhecido e outras pessoas que representem u m papel, can- mecanismo de busca, recurso utilizado na monta-
do); corpo v i v o (sensível o u insensível); a n i m a l
como 'as sete artes liberais', que f o r m a v a m dois tem, recitem, declamem, interpretem ou executem gem da estratégia de busca para procurar uma sequ-
(racional o u irracional); homem (Sócrates, Platão e
grupos: a) trivium, o u ciências das palavras (sermo- em qualquer forma obras literárias. Observe-se que ência exata e completa de u m conjunto de palavras.
outros), á. de Ramée => árvore de Porfírio, á. ge-
CÍnales) incluía a gramática, a retórica e a dialética; a definição de artista da lei n° 6 533/78 (regulamen- Se a estratégia de busca não i n c l u i r a frase entre
t
nealógica family tree, genealogical table, genealogical
b) quadrivium, o u ciências das coisas (reales), i n - tação da profissão) não é rigorosamente a mesma aspas, e m geral, o mecanismo retorna o resultado
tree HIST gráfico o u quadro, em geral com formato
cluía a aritmética, a geometria, a astronomia e a para os efeitos autorais. Ademais, os radialistas (pro- com sítios Web relacionados a cada palavra isola-
de uma árvore, que mostra a ascendência e descen-
musica. A n t : artes mecânicas. 2. BIB/CLAS a divisão fissão regulamentada pela lei n° 6 615/78) estão damente.
dência de u m a pessoa ou família, á. hierárquica hie-
das artes liberais, o u seja, trivium e quadrivium, foi englobados no conceito de artista, para os efeitos rarchical tree BIB/INDEX "conjunto de cadeias hierár- assembleia => congresso (1).
usada em várias classificações filosóficas da A n t i - de direitos autorais" (sou, p. 70). quicas, geradas por u m mesmo elemento" (AFNOR). assentada DIR depoimentos das testemunhas cole-
guidade e também no sistema de C o n r a d Gesner á. paradigmática => árvore de classificação. tados n u m a sessão de tribunal.
árvore baniana banian tree, banyan tree BIB/INDEX S.R.
(1548), considerado, por muitos, como a primeira assentamento A D M DIR ação de registrar, anotar o u
Ranganathan, na Classificação dos Dois Pontos, no-
classificação bibliográfica, e que teve influência em asa => orelha de livro. averbar.
tou que o conhecimento está e m desenvolvimento
vários sistemas de classificação, a. mecânicas me- A S A A m e r i c a n Standards Association. assento A D M A R Q DIR H I S T no período colonial bra-
contínuo e propôs uma nova f o r m a de organizar
chanical arte ARTE EDU refere-se ao trabalho manual e A S C I I American Standard Code for Information lnter- sileiro, registro de u m c o m p r o m i s s o lavrado em
esse universo de assuntos. Sugeriu que a organiza-
ao das máquinas. Na Idade Média, referia-se aos change, ASCII table I N F código norte-americano nor- l i v r o próprio. <=> assentamento, contrato.
ção do conhecimento fosse representada pela ár-
trabalhos manuais ensinados nas corporações de malizado para o intercâmbio de codificação de ca- assessor editorial editorial adviser C O M N EDIT "espe-
vore baniana [Ficus benghalensis, conhecida no Bra-
oficio. Ant! artes liberais, a. plásticas => belas-artes. racteres. cialista que assessora o editor, n u m a área específi-
sil como figueira, árvore-da-borracha, falsa-serin-
gueira] e não mais pela árvore de Porfírio. Durante A S I A m e r i c a n Society of Indexers (us). ca, na definição de programas editoriais e seleção
articulista uewspnper uariter C O M N pessoa que es-
muitos séculos esta última se mostrou satisfatória; A S I D I C Association of Scientifie Information Disse- de títulos, o u originais" (CBL, p. 221); consultor edi-
creve artigos para jornais o u revistas.
porém, desde a década de 1920, esse tipo de repre- mination Centers. torial.
artigo urticle I. mu i DIT escrito que forma u m todo
distinto, mas e parte integrante de u m a publicação, sentação não mais supria as necessidades no âmbi- A S I S A m e r i c a n Society for I n f o r m a t i o n Science; a assessoria técnica technical assistance BIB em infor-
p.ex.: os artigos (ou verbetes) de u m a enciclopé- to da classificação. A árvore de Porfírio constitui- partir de 2001 passou a chamar-se American Socie- mação tecnológica, assessoria "prestada ao clien-
dia, os artigos d e um jornal ou de uma revista. 2. Dm se como u m conjunto hierárquico finito de géne- ty for I n f o r m a t i o n Science and Technology. te, sob demanda, visando à solução de problema
elemento estrutural básico da lei. a. (INTERN) article ros e espécies, que funciona por dicotomias suces- A S I S & T A m e r i c a n Society for Information Science pontual o u à solução de problema que exige agre-
(internet), newsgroup article Mensagem que em gru- sivas. O esquema dicotômico procede do geral ao and Technology. gação de conhecimentos a p l i c a n d o conhecimen-
pos ou listas de discussão ( o ) é recebida e coloca- particular, da maior extensão à maior compreensão, ASK anomalous state of knowledge, estado de conhe- tos consolidados" (ROD, p. 12).
da à disposição dos participantes do grupo. a. cien- do género à espécie. Na árvore baniana, do tronco cimento anómalo => necessidade de informação. assimilação da informação assimilatiou of lhe infot
tífico paper, scientifie article BIB EDIT texto escrito que original formam-se outros secundários, conforme Ask Jeever Metamecanismo de busca que aceita mation BIB I N F PSI "processo de interação entre o Lndl
foi aprovado para publicação ou p u b l i c a d o n u m a produção do conhecimento v a i se expandindo. perguntas formuladas na língua inglesa. víduo e u m a determinada estrutura de- inloi-maçai
periódico científico, a. de blog post I N I INTERN unida- Os conceitos se relacionam não mais somente a AskERic Projeto do ERIC, i n i c i a d o e m 1996, que que venha a gerar uma modificação em seu esladc

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assinante Associação dos Bibliotecários Associação dos Bibliotecários assunto

cognitivo, p r o d u z i n d o conhecimento, que se rela- divulgar a importância de ser respeitado o direito A. dos B i b l i o t e c á r i o s do D i s t r i t o Federal (ABDF) Fundada em 1957, é vinculada à American Library
ciona corretamente com a informação recebida" autoral. A . Brasileira de Editores de Livros (Abreli- (1962). Publica a Revista de Biblioteconomia de Brasília. Association e tem por objetivo o desenvolvimen
(ROD, p. 13). vros) (1991) congrega editoras de livros didáticos. A. dos Bibliotecários do Paraná (ABPR). A . Intera- to teórico e prático das áreas de aquisição, catalo-
assinante subscriber 1. mit C O M N pessoa física o u A. Brasileira de Educação em Ciência da Informa- mericana de Bibliotecários, Documentalistas e Es- gação, classificação e preservação d o material b i -
jurídica que faz subscrição de uma publicação peri- ção (ABECIN) Criada em 2001, congrega instituições pecialistas em Informação Agrícola (AIBDA) Entida- bliográfico. Publica o Library Resources & Technical
e profissionais ligados à área de formação profissi-
ódica. 2. C O M N iNi' I N I I . K N riii, pessoa física o u jurídica de, com sede na Costa Rica, fundada em 1946. A . Services. A . for Recorded S o u n d Collections (AKSC)
que paga uma laxa para utilizar u m sistema de TV por onal dos arquivistas e bibliotecários. A . Brasileira Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciên- F u n d a d a e m 1966, c o m sede e m A n n a p o l i s
cabo, videolexlo ou banco de dados. de N o r m a s Técnicas (ABNT) (1940), com sede no cia da Informação (ANCIB) Fundada em 1989, tem por (Maryland, EUA), congrega arquivistas, bibliotecári-
assinatura (I) personal signature, signature 1. A R Q Rio de Janeiro. Associação c i v i l sem fins lucrati- objetivo congregar os cursos de pós-graduação, os e demais especialistas nas áreas de radiodifusão
BIB/CAT I Hi; nome de uma pessoa, firmado por ela, em vos, que p r o m o v e a elaboração de normas técni- profissionais, pesquisadores e estudantes da área e indústria fonográfica. Publica o ARSC Journal. A .
textos de sua autoria, tais como cartas, documentos cas e fomenta seu uso nas diversas áreas, manten- de ciência da informação na geração de conheci- Française de Normalisation (AFNOR) Criada em 1926,
ou obras artísticas e literárias. <=> f i r m a ; autógrafo, do-as atualizadas, apoiando-se na experiência técni- mentos nos campos de estudo da informação e suas é responsável pela normalização na França. A . of
hológrafo. 2. i n u GRÁF letra, n ú m e r o o u símbolo ca e em estudos de laboratório. Representa o Brasil interfaces c o m outras disciplinas. A . Paulista de Canadian Archivists (AÇA) Associação profissional,
empregado para indicar a ordem dos cadernos de nas entidades internacionais de normalização técni- Bibliotecários (APB) (1938). A p r i m e i r a associação fundada e m 1975, que congrega os arquivistas ca-
um volume. < > firma, reclamo. 3. I N F texto, geral- ca. A . Brasiliense de A r q u i v o l o g i a (ABARQ) (1998). de bibliotecários do Brasil. F u n d a d a p o r Rubens nadenses. Publica: Archivaria e ACA Bulletin. A . of
mente d e quatro linhas, no final de u m a mensagem, Publica a Revista da Associação Brasiliense de Arqui- Borba de Moraes. A . Portuguesa de Bibliotecári- Caribbean University, Research a n d I n s t i t u t i o n a l
que Identifica o remetente e seu endereço eletrôni- vologia. A . C a t a r i n e n s e de B i b l i o t e c á r i o s ( A C B ) os, A r q u i v i s t a s e Documentalistas (BAD) Fundada Libraries (ACURIL) Associação que congrega biblio-
co. a. (2) subscription C O M N acordo o u contrato rela- (1976). Publica a Revista ACB. a. científica scientifie em 1973, publica Cadernos BAD. a. p r o f i s s i o n a l libra- tecas universitárias e de centros de pesquisa no
tivo à entrega de publicações seriadas, principal- society BIB " g r u p o formal constituído dé cientistas, ry association, professional association, society D I R 1. Caribe. A . of College & Research Libraries (ACRL)
mente periódicos, durante período determinado, considerados como agentes d o desenvolvimento Todo g r u p o constituído de cientistas ('associações Fundada em 1889, é vinculada à American Library
mediante pagamento de uma importância fixada an- dos recursos documentários, em colaboração com científicas'), especialistas da informação (associa- Association, e trata dos assuntos ligados às biblio-
les do início da entrega, a. anual annual subscription, outras associações profissionais" (UNESCO. UNISIST gui- ções de bibliotecários), o u outras categorias p r o - tecas universitárias. Publica: Choice; Current Reviews
ycurly subscription BIB C O M N pagamento a fornecedo- delines). a. de amigos da b i b l i o t e c a => amigos da fissionais. 2. Em sentido mais restrito, associações for Academic Libraries; College & Research Libraries;
res ou editoras pelo direito de receber, por u m ano, biblioteca. A . de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) de especialistas em informação científica (bibliote- College & Research Library News; RBM: a Journal of
os números publicados de u m título de periódico. Criada em 1998, em substituição ao Núcleo Regio- cários, documentalistas e arquivistas). A . Profissi- Rate Books, Manuscripts and Cultural Heritage. A . of
nal da Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB- onal de Bibliotecários da Paraíba (APBPD). A . Profis- I n f o r m a t i o n a n d Dissemination Centers (ASIDIC) As-
< > assinatura (1). a. corrente current subscription,
SF), extinto em 1998. A . de Bibliotecas Nacionais sional de Bibliotecários de Goiás (APBG). A . Profis- sociação norte-americana que congrega os cen-
Btarting order C O M N assinatura de periódico que está
Ibero-Americanas ( A B I N I A ) C r i a d a no México, e m sional de B i b l i o t e c á r i o s de P e r n a m b u c o (APBPE) tros de disseminação da informação; até 1975, cha-
em vigência em determinado período. <=> assinatu-
1988, para fomentar o desenvolvimento das biblio- (1948). A . P r o f i s s i o n a l de B i b l i o t e c á r i o s do Rio mava-se Association of Scientifie Information Dis-
ra (2), assinatura anual. a. d i g i t a l digital signature,
tecas nacionais, por meio do intercâmbio de infor- Grande do N o r t e (APBERN) (1978). A . Profissional semination Centers. A . of I n f o r m a t i o n Management
tiectronic signature I N F mensagem codificada adicio-
m a ç ã o e experiências c o o p e r a t i v a s . P u b l i c o u o dos Bibliotecários de Goiás (APBG) (1990). A . Pro- (ASLIB), n o v o nome da Association of Special Libra-
nada aos dados transmitidos em u m a rede local que
Novum registrum, catálogo coletivo de documen- fissional dos Bibliotecários e Documentalistas de ries a n d I n f o r m a t i o n Bureaux (<=>). A . of M o v i n g
verifica, para o destinatário, se o remetente é autên-
tos dos séculos xvi-xix. A . de Bibliotecários do Ce- Sergipe (APBDSE) (1996). A . Rio-Grandense de B i b l i - Image A r c h i v i s t s ( A M I A ) Associação que congrega
tico, a. eletrônica => assinatura digital.
ará (ABC) Fundada em 1963, t e m por objetivo incen- otecários (ARB) (1951). a. semântica => relação se- os profissionais de arquivos de filmes e vídeo. A .
assistência técnica => assessoria técnica. tivar estudos relacionados com a biblioteconomia mântica, a. sintática => relação sintática. of Research Libraries (ARL) Fundada em 1932, con-
assistente wizard I N F programa que i n f o r m a ao e áreas correlatas, a. de ideias association of iàeas,
grega as grandes bibliotecas académicas e de pes-
Usuário como executar os passos predefinidos para association of thoughts BIB/INDEX BIB/RI E D U FIL I N F PSI 1. A s s o c i a t i o n des B i b l i o t h é c a i r e s F r a n ç a i s (ABF) quisa dos E U A . A . of Scientifie I n f o r m a t i o n Dissemi-
.i realização de alguma tarefa, a. pessoal handheld "Procedimento da imaginação criadora que consis- (1906). Publica o Bulletin dlnformations. A . f o r I n - nation Centers (ASIDIC) Associação norte-americana
computei; palmtop computer, personal digital assistant te e m descobrir e utilizar as relações e analogias f o r m a t i o n M a n a g e m e n t (ASLIB) Fundada em 1924, que congrega os centros de disseminação da infor-
INI c o m p u t a d o r miniaturizado, que não utiliza tecla- que existem entre as coisas" (JOL, p . 26). 2. "Princí- como Association of Special Libraries a n d Infor- mação científica; em 1975, m u d o u de nome para
do, do tamanho aproximado de u m a m ã o aberta, pio de conexão entre os diferentes pensamentos mation Bureaux, congrega profissionais e institui- A s s o c i a t i o n of I n f o r m a t i o n a n d D i s s e m i n a t i o n
que utiliza bateria como fonte de energia. A entrada ou ideias da mente, e que no seu aparecimento na ções interessados na gestão eficiente dos recursos Centers. A . of Special Libraries a n d I n f o r m a t i o n
ile dados e feita por intermédio de u m a caneta espe- memória o u imaginação se i n t r o d u z e m uns aos ou- informacionais. Publica: Journal of Documentation; Bureaux (ASLIB) Associação profissional fundada em
cial cuja escrita é reconhecida pelo equipamento. tros com certo método e regularidade" (Hume, apud Managing Information; Performance Measurement and 1924, n o Reino U n i d o , congrega profissionais de
Geralmente, possui recursos de planilha eletrônica, FERR, p. 40). <=> trilha associativa, a. de marca brand Metrics; Program: Electronic Library and Information bibliotecas e centros de documentação especializa-
agenda eletrônica, processador de texto, acesso à association M K T "fenómeno pelo qual o consumidor Systems; Records Management Journal. A . f o r I n f o r - da. O atual nome é Association of Information M a -
internei e processamento de p r o g r a m a s que não associa (conscientemente o u não) u m a determina- m a t i o n Management Professionals ( A R M A ) Associ- nagement (<=>).
exigem grandes memórias; o r g a n i z a d o r pessoal. da marca de produto à satisfação de algum desejo" ação profissional que congrega os profissionais e
< > computador portátil. (RAB87, p. 26). A . dos A r q u i v i s t a s Brasileiros (AAB) gerentes de arquivos, bibliotecas, serviços de m i - associatividade associativity BIB em bibliometria, a
associação association 1. FIL L I N G PSI "qualquer pro- (1971). Publica Arquivo & Administração. A entida- crofilmagem e de outras áreas da ciência da infor- média do número de autores n u m grupo de docu-
cesso pelo qual a resposta física, mental o u linguís- de p r o c u r o u estimular o desenvolvimento de nú- mação. Publica o Information Management Journal. mentos.
tica a um estímulo liga-se a uma outra resposta o u a cleos regionais; em 1998, extintos os núcleos regi- Nome anterior: Association of Records Managers assunto matter, subject, subject matter 1. FIL L I N G qual-
um outro estímulo, quer por proximidade, quer por onais, foram criadas associações estaduais. A . dos A r - and Administrators. A . for Library a n d I n f o r m a t i o n quer conceito (<=>) o u c o m b i n a ç ã o de conceitos,
analogia" (lisci). 2. uin/c TAS HIH/INDEX BIB/RI ato ou efeito quivistas da Bahia (AABA) (2002). A . dos Arquivistas Science Education (ALISE) Fundada, e m 1915, como considerados como u m t o d o . <=> tema, tópico. 2.
de relacionar conceitos. < > relação associativa. 3. de São Paulo (ARQ-SP). A . dos A r q u i v i s t a s do Estado Association of American Library Schools, t e m por C O M N L I T matéria sobre a qual se fala ou se escreve.
A D M DIR entidade que congrega pessoas físicas o u do Rio de Janeiro (AAERJ) (2004). A . dos Arquivistas objetivo a promoção do desenvolvimento da edu- 3. BIB/CLAS matéria de que trata u m documento. 3.1
jurídicas que têm interesses comuns. A . Brasileira do Estado do Rio Grande do S u l (AARS) (1999). A . cação em ciência da informação. Publica o Journal N o D u b l i n Core, elemento usado para descrever o
de D i r e i t o s Reprográficos (ABDR) Criada em 1992, dos Bibliotecários de M i n a s Gerais (ABMG) (1960). of Education for Library and Information Science. A . conteúdo de u m recurso informacional. Pode ulili
congrega e d i t o r a s de l i v r o s com o o b j e t i v o de for Library Collections and Technical Services (ALCTS) zar vocabulário controlado, palavras-ehave o u Ira

34 35
assunto , i s o m b r a atividade-fim atividade finalística atuali/.içao d e tes.iuiu

ses que descrevem o assunto ou conteúdo do r e - asterisco asterisk 1. C R A M "sinal tipográfico em for- function A D M A R Q "conjunto de operações que uma ser levados ao conhecimento público.
curso, n. .i s o m b r a d e o u t r o umbral recorá, umbral ma de estrela (*) que indica uma remissão ou chama- instituição leva a efeito para o desempenho de suas atrasos na catalogação => documentos nao .ala
region, umbral tubjti i IIB/I I AS expressão usada por da para citação. Quando repetido três vezes (***), atribuições específicas e que resulta na acumulação togados.
s.K. Ranganathan p u i Indicar entrada temática rele- indica lacuna o u omissão de trecho n u m a citação de documentos de caráter substantivo para o seu atribuição de recursos resource allocation I N I dislri
vante. Intrínseca issunto procurado pelo usuá- ou transcrição. Anteposto a uma palavra, serve para funcionamento" ( C A M A , p. 10); atividade finalística, buição dos recursos de u m equipamento para a con-
i i n Ponto de interesse temático; registro à sombra indicar que ela é hipotética, i.e., não documentada" atividade substantiva, funções-fim (POR), a. finalísti- secução de determinada ação. a. de termos de i n -
ile oulro, umbral de assLinto. o assunto alienígena, (DICE, p. 81). 2. INF símbolo utilizado para representar ca => atividade-fim. a.-meio staff-function A D M ARQ dexação allocation of indexing terms, assignment of
assunto tU penumbra, APUPA. a. a l i e n í g e n a alien re- o operador de multiplicação em muitas linguagens "conjunto de operações que uma instituição leva a indexing terms BIB/INDEX seleção e atribuição de ter-
miti, alien mbjet ti BIB/ < LAS expressão, usada por S.R. de programação. efeito para auxiliar e viabilizar o desempenho de mos de indexação - quer eles apareçam, ou não, no
Ranganathan, para indicar documento que não é Asymmetric D i g i t a l Subscriber L i n e (ADSL) INF TEL suas atribuições específicas e que resulta na acumu- texto - para representar documentos o u dados, de
lelev.inle .1 lercssc lemático de u m usuário (ba- tecnologia que possibilita a rápida transferência de lação de documentos de caráter instrumental e aces- acordo com certas regras.
Mado em POSA, p. 20; K A N P , p . 383-384; SRI, p . 26); informação através de linha telefónica tradicional e sório" ( C A M A , p. 10); funções-meio ( P O R ) , a. subs- atributo attribute 1. L I N G aquilo que se afirma ou se
registro alienígena. <=> APUPA, assunto à sombra de garante acesso dedicado à internet sem precisar tantiva => atividade-fim. nega do sujeito e, neste sentido, confunde-se, às
oulro, assunto na penumbra, o . a. b á s i c o => classe discar para u m provedor; linha assimétrica de assi- ativo cognitivo knowledge asset A D M em gestão do vezes, com o predicado (<=>). 2. BIB característica de
básica a. c e n t r a l => campo temático, classe básica, natura digital, linha digital assimétrica de assinante. conhecimento, r e l a t i v o ao c o n h e c i m e n to que é um documento ou item. Ex., tratando-se de disserta-
a. complexo complex class, complex subject BIB/CLAS Asynchronous JavaScript A n d X M L ( A J A X ) INF INTERN visto como u m p r o d u t o associado a custo e valo- ções e teses, o atributo delas é a instituição que confe-
segundo S.R. Ranganathan, assunto que reflete rela- técnica de desenvolvimento de aplicações interati- res, o produto informativo, a. informacional => pro- riu os graus de mestre e doutor. 3. FIL "qualidade
ção entre classes básicas diversas, ou seja, assunto vas de páginas Web que envolve o uso conjunto duto informativo. essencial à definição de algum objeto" (BUCH, p. 19).
que contém tocos de mais de u m a classe, p.ex.: de várias tecnologias. Trata-se, basicamente, da uti- atlas atlas, worlã atlas BIB GEO 1 . Coletânea de ma- <=> característica, predicado, qualidade. 4. A palavra
'Influência da Bíblia na literatura portuguesa' é u m lização do X M L , por meio de Javascript, para se co- pas, organizada de acordo com determinados crité- no plural [...] indica "qualidades e ações sobre e de
USUntO c o m p l e x o porque contém focos de litera- municar com o servidor e atualizar os dados no rios, o coletânea, mapa, mapoteca, material carto- objetos, em oposição ao próprio objeto" (BUCH, p .
tura e de religião. Trata-se de loose assemblages, isto p r o g r a m a n a v e g a d o r d o usuário sem precisar gráfico. 2. Conjunto de ilustrações, planos e gráfi- 19). <=> entidade (2). 5. BIB/CLAS "teoria, baseada na
e. de (OCOS obtidos pela reunião (acoplamento) de recarregar a página inteira. cos, a. astronómico celestial atlas BIB O que contém suposição da possível divisão das áreas temáticas
dois ou mais assuntos básicos ou compostos (RANP, ata proceedings, transactions 1 . A D M A R Q DIR docu- informações astronómicas; atlas celeste, a. crono- em duas categorias: entidades (coisas concretas e
p, 85, 158); classe complexa, a. c o m p o s t o composite mento que contém a narração, por escrito, do que lógico chronological atlas BIB HIST o que traça u m qua- constructos mentais) e atributos (propriedades das
class, composite subject compound class, compound aconteceu e m uma sessão ou em reuniões de soci- dro sinótico da história da humanidade o u de deter- coisas, tempo, espaço, atividade, etc.)" (YOU, p. 14).
subject BIB/CLAS 1. Expressão criada por S.R. Rangana- edades, instituições, congressos e similares. E m minado período. E apresentado na forma de tabelas, <=> constructo, entidade (1). 7. I N T E R N "aspectos de
Ihan para indicar ideia ou assunto básico associado geral, a narração é seguida pelos registros das dis- mapas e textos, contendo as datas e os fatos históri- informação de u m objeto com conteúdo. Os atribu-
a uma ou mais ideias isoladas, p.ex.: e m 'sociologia cussões provenientes dos trabalhos apresentados. cos, a. de anatomia anatomic atlas, medicai atlas BIB tos p o d e m ser campos, etiquetas e meta-etiquetas.
da educação', temos a educação como assunto bá- A palavra é empregada, na maioria das vezes, no M E D contém informações sobre anatomia humana; Ex.: u m documento pode ter u m atributo de lingua-
sico e a sociologia como a ideia isolada ( R A N P , p. plural: atas. <=* anais, relatório. 2. A D M ARQ resumo atlas médico, a. geográfico => atlas. a. histórico gem e u m atributo de data" ( H A G ) . 8. BIB/CAT FNF ele-
84). 2. Dentro de qualquer classe, u m a subclasse dos atos deliberativos de u m colegiado. historical atlas BIB HIST o que contém mapas relaciona- mento da estrutura do X M L , sempre indicado entre
que engloba mais d e u m foco. 3. A s s u n t o cujo dos com as mudanças sociais e históricas ocorri- os sinais < > , que inicia e encerra u m comando,
atado (POR) => maço.
significado só pode ser expresso por mais de uma das, em u m ou vários períodos, a. linguístico linguistic podendo também indicar uma ação sobre os dados
ataque attack INF I N T E R N ação invasiva contra u m
palavra ou por u m a frase. 4. Assunto que engloba
servidor Web, página Web, banco o u base de da- atlas BIB L I N G O que contém informações sobre a dis- do elemento que representa. Ex.: n a série <title
m.ii:. de um conceito, ou duas ou mais facetas; classe tribuição no espaço geográfico de línguas e diale- t y p e = " p r o p e r " > O Alquimista</title> o a t r i b u t o
dos, provedor de serviços da internet ou qualquer
composta, a. i n t e r d i s c i p l i n a r interdisciplinar]) subject
equipamento informático. tos aí falados, a. médico => atlas de anatomia, a. " t y p e " tem o valor "proper", o que posteriormente
itnt/i i AS assunto que ultrapassa as fronteiras conven-
ateliê => estúdio, a. de restauração => laboratório m u n d i a l => atlas. a. temático thematic atlas BIB GEO O especifica o sentido do elemento " t i t l e " .
cionais das disciplinas, como, p.ex., conservação e
de restauração. relativo a u m tópico específico e que, e m geral,
bioquímica. Esses assuntos p o d e m causar confu- atributos da tela screen attrwutes FNF em videotex-
atendimento ao usuário => disponibilidade dos do- inclui texto, ilustrações e materiais gráficos, a. ro-
são paia os usuários de u m esquema de classifica- to, "parâmetros que definem o papel representado
cumentos. doviário road atlas BIB ENG conjunto de mapas onde
ção, que, muitas vezes, não observa essa peculiari- pela totalidade da tela, a cada q u a d r o " (LITTO). a. dos
atestado certificate A D M ARQ DIR 1 . Documento, de- são mostrados as rodovias, estradas, cidades e o u-
dade a. m a r g i n a l fringe subject BIB/CLAS assunto que caracteres character attributes INF em videotexto, "pa-
claração escrita e assinada por pessoa qualificada tros pontos de interesse. <=> mapa rodoviário.
interessa a u m esquema de classificação especi- râmetros que especificam como os caracteres ou
alizada, embora nao faça parte do núcleo temático, ou legalmente responsável. 2. D o c u m e n t o solici- ato act 1 . A D M A R Q DIR 1.1 "Documento que registra formas devem ser exibidos, tais como cor ou tama-
IStO e, do conhecimento específico, objeto do es- tado para provar idoneidade moral (atestado de ido- a decisão de u m corpo legislativo ou de u m a auto- nho" (LUTO).
quema (insA, p. 228); assunto periférico. «=> núcleo neidade), saúde física (atestado de saúde), residên- ridade pública" ( I C A ) . 1.2. "Documento escrito, es- a t r i l book cradle, book holder, book rest, bookstand,
temático, a. na p e n u m b r a penumbral record, penum- cia (atestado de residência). tabelecido formalmente, consignando u m a decisão lectern A R Q BIB estante, geralmente pequena, que é
bral region, penumbral subject, twilight record BIB/CLAS athenaeum Termo usado no século XIX, em paí- jurídica" (ICA); ato administrativo. <=> documento (es- colocada sobre u m a mesa, onde se põe papel ou
expressão usada por S.K. Ranganathan para indicar ses anglófonos, para biblioteca ou sala de leitura. pécie). 2. ARTE cada uma das partes em que se divide livro aberto, na inclinação que mais favoreça a lei-
entrada parcialmente relevante mas, de algum modo, atinência => tematicidade. uma peça teatral o u de dança. a. público => docu- tura.
relacionada ao assunto de interesse do usuário (ba- atitude v i n c u l a r => relação de especificação de mento público. atualização de a r q u i v o catalog maintenance, file
seado em I U S A , p. 2(1; m u , p. 33-34; RANP, p . 383-384; elo. atomicidade atomicity ENG INF grau máximo de d i - maintenance, file updating 1 . BIB I N F operação básica
SRI, p. 2<>); registro na penumbra. < > assunto aliení- atividade activity INF expressão utilizada para i n - visão de u m recurso. dos sistemas de informação: inclusão, exclusão o
gena, assunto ,i sombra de outro; APUPA. a. nuclear =» formar que u m registro no arquivo mestre está sen- ator actor ARTE C O M N pessoa que interpreta em fil- alteração de itens ou fichas; manutenção de ficheiro
classe básica, a. p e r i f é r i c o > assunto marginal, a. do utilizado, modificado ou referenciado, a. admi- mes, no rádio, no teatro, na televisão, personagem ( P O R ) . 2. Modificação de valores em decorrência
p r e d o m i n a n t e > classe básica, a. p r i n c i p a l => clas- nistrativa => ação administrativa, a. documentária de u m texto dramático ou humorístico. de novas informações. 3. INF atualização o elimina
se básica, a. s u b o r d i n a d o > cadeia. documentation activity ARQ BIB atividade exercida pelo atos «cts A D M A R Q BIB DIR coletânea de atos adminis- ção de informações nos arquivos armazenados num
pessoal que trabalha na documentação, a.-fim line- trativos, ou legislativos, ou jurídicos que devem computador ou em memória secunda i . de («•-

36 37
atualização permanente auto autoarquivamento

sauro manutenção de tesauro. a. p e r m a n e n t e => e avaliação de fontes, produtos e serviços informa- a u t o a r q u i v a m e n t o self archiving BIB I N F I N T E R N na automação automation ENC. I N I I. Método de co
serviço de alerta, a. p r o f i s s i o n a l => educação conti- cionais existentes n u m a organização com o objeti- O p e n A r c h i v e s I n i t i a t i v e , ação de depositar u m mando automático. 2 . Método que analisa, org.mi
nuada. vo de desenvolver estratégia que possibilite a pre- documento d i g i t a l n u m sítio público da Web que za o u dirige os meios de produção, visando a ulili
a t u a l i z a r reload, update, upgrade (v.) 1 . BIB I N F me- paração, utilização e divulgação mais eficaz. u t i l i z a u m conjunto de metadados d e f i n i d o s por zação m á x i m a de todos os recursos p r o d u t i v o s ,
lhoramento ou modernização de u m equipamento audiovideoteca => biblioteca de audiovisuais. essa I n i c i a t i v a . mecânicos, materiais e humanos. 3. Sistema de pro-
ou sistema informático, de um conteúdo de u m do- a u d i o v i s u a l => material audiovisual. autobiografia autobiography BIB L I T documento que dução no qual o trabalho em processo é transferido
cumento. 2 . I N I n u m programa navegador, função auscultador =s> fone de ouvido. relata a vida e as atividades de quem o escreveu. <=> de u m a operação para outra sem intervenção huma-
que permite uma nova visualização de u m a página A U S M A R C Australian M A c h i n e R e a d a b l e catalogue. biobibliografia, biografia, dicionário biográfico, fon- na. <=> automação de bibliotecas, a. administrativa
que está sendo mostrada no vídeo do computador, Australian Bibliographic N e t w o r k ( A B N ) BIB/CAT rede tes biográficas. => automação de escritório, a. comercial business
e que e utilizada para se tomar conhecimento de de catalogação cooperativa estabelecida em 1981 autocitação autocitation, self citation BIB em biblio- automation A D M I N F utilização da informática nos lo-
novos «lados ou informações que f o r a m incluídas pela National Library of Austrália. A . L i b r a r y and metria, as citações feitas por u m autor a seus própri- cais onde se efetuam as transações entre os clientes
desde o último acesso. I n f o r m a t i o n Association (ALIA) Associação que con- os trabalhos. e o estabelecimento comercial, p o r meio de equi-
, 1 0 I N I formato de arquivos de som d o sistema grega bibliotecários e especialistas e m informação autoclave fumigation chamber, sterilizer A R Q "apare- pamentos capazes de registrar, calcular, exibir e
operacional Unix; também adotado como padrão na australianos. Publica: Australian Library Journal. A . lho ou câmara de desinfecção por meio d o vapor a i m p r i m i r dados e, especialmente, de captar dados
linguagem lava. M a c h i n e Readable Catalogue ( A U S M A R C ) Normas alta pressão e temperatura" (AUR) onde são esterili- do negócio e armazená-los em meios compatíveis
a u d i ê n c i a 1 . circulation C O M N I N T E R N TEL 1 . 1 "Con- para registros catalográficos legíveis por máquina zados documentos; câmara de e x p u r g o (POR), câ- para processamento imediato o u posterior, a. de
j111111 > de pessoas que, n u m determinado momento, produzidas pela National Library of Austrália. mara de fumigação. arquivos archive automation A R Q I N F utilização da i n -
são receptoras de u m a mensagem transmitida por autenticação authentication 1 . ARQ BIB I N F INTERN 1 . 1 auto de eliminação A R Q documento "revestido de formática visando modernizar e aperfeiçoar as roti-
um determinado tipo de comunicação" (RAB87); ou- Ato de comprovar a identidade de u m usuário po- formalidades prescritas por lei, de u m processo de nas, produtos e serviços de u m arquivo, a. de bibli-
vintes (conjunto). 1 . 2 . Total de pessoas que assiste tencial o u de u m processo de uso. E m sistemas que eliminação" (ALV, p. 11); auto de destruição. <=> eli- otecas automation of library services, library automa-
a um programa de televisão, ouve u m a emissão de contêm dados confidenciais, o u e m que se reali- minação (ARQ). a. de entrega A R Q documento "re- tion BIB INF utilização da informática visando moder-
rádio, lê u m j o r n a l o u revista, u m outáoor o u u m zam cargas para utilizar os recursos do sistema, os vestido de formalidades prescritas por lei o u pelo nizar e aperfeiçoar as rotinas, p r o d u t o s e serviços
comentai. 2 . hearing A R Q DIR "procedimento formal usuários necessitam de uma senha, a qual é cotejada costume, que culmina o processo de transmissão, a de uma biblioteca. <=> programa de automação de
pelo qual o j u i z entra em contato pessoal com as com a que está registrada no banco de dados e qualquer título, de documentos e/ou a r q u i v o s e biblioteca, sistema integrado de automação de b i -
parles e demais envolvidos em u m processo, ouve, constitui a prova de que o usuário está autorizado a que deve ser assinado no momento da entrega do blioteca, a. de escritório office automation A D M I N F
e delibera sobre a causa que lhe foi dado conhecer entrar no sistema. Quando são necessários maiores material" (ALV, p . 11). emprego de computadores no trabalho administra-
o d e c i d i r " ( M E L L O , p. 27). níveis de segurança, é entregue aos usuários uma tivo, que i n c l u i o emprego de sistemas eletrônicos
auto-de-fé auto-da-fé, solemnity offaith A R Q HIST REL
de arquivos, de tratamento o u processamento de
á u d i o 1 . E N G prefixo que designa os fenómenos continuação ou segunda parte da senha que tam- 1 . Cerimónia em que era divulgada e executada a
textos, correio eletrônico e teleconferências; buró-
relacionados c o m o som. 2 . I N F voz o u m ú s i c a bém precisa ser autenticada pelo sistema para per- sentença d o T r i b u n a l de Inquisição, m u i t a s vezes
tica [do francês bureautique]. a. de museus museum
digilalizada que p o d e m ser executadas por compu- mitir sua utilização. 1 . 2 . Técnicas que garantem que mediante a purificação numa fogueira. 2 . Queima na
automation ARTE FNF MUSEOL utilização da informática
tador. Os formatos mais populares de áudio são: au, a informação não foi alterada o u acessada por pes- fogueira de pessoas e escritos condenados como
soa não autorizada. 2 . BIB I N F certificação de que o para modernizar e aperfeiçoar as rotinas, produtos
wav, mpeg, m i d i e aiff. heréticos. 3. Documento onde era explicitado o cas-
conteúdo e os designadores de u m registro biblio- e serviços de u m museu. a. de resumos => resumo
a u d i o c o n f e r ê n c i a => conferência pelo telefone. tigo público a ser c u m p r i d o pelo sentenciado da
automático (elaboração), a. integrada de bibliote-
áudio d i g i t a l digital audio C O M N I N F M Ú S execução gráfico f o r a m revistos por u m centro responsável Inquisição.
cas library automation systems integration BIB FNF auto-
e que este registro segue os padrões estabelecidos
ou transmissão de som em formato digital. autodiscagem auto ãialer, autodial I N F TEL 1 . Recur-
pela rede. mação de bibliotecas n u m único sistema com inte-
A u d i o I n t e r c h a n g e F i l e F o r m a t (.aiff) I N F formato so para discar automaticamente u m o u vários nú- gração das atividades relacionadas c o m aquisição,
de arquivo de som utilizado em microcomputado- autenticar certify (v.) ARQ DIR REPRO reconhecer como meros de telefones. 2 . N u m modem, f u n ç ã o que processamento técnico, empréstimo e referência.
res Macintosh. verdadeiro, segundo fórmulas legais, u m documen- disca automaticamente u m número telefónico pré- <=> automação de bibliotecas.
A u d i o V i d e o I n t e r l e a v e d (AVI) I N F f o r m a t o utiliza- to o u sua cópia. <=> certidão, certificado, certificação programado.
do pelo sistema operacional W i n d o w s para salvar digital, certificação de documento. autoestrada da informação => superestrada da i n - Automated Microfilm Aperture Card Update Sys-
Sequências de vídeo com som. autenticidade authenticity 1 . A R Q BIB I N F INTERN quali- formação. tem ( A M A C U S ) Sistema que u t i l i z a cartão-janela de
a u d l o í o n e > fone de ouvido. dade o u condição de autêntico. N u m contexto i n - autógrafo autograph, authofs signature A R Q HIST 1 . m i c r o f i l m e como unidade primária de armazena-
a u d l o l l v r o audio book, book on cassette, book-on-tape, formacional, propriedade de u m a informação cuja assinatura do próprio punho de u m a pessoa. <=> assi- mento de informação.
recordai book, souud-recorded book, svoken audio, talking origem e integridades são garantidas. <=> autentica- natura (1), firma. 2 . Texto manuscrito pelo próprio automatização automatization A D M E N G I N F 1 . Intro-
book mu COMN EDU livro cujo conteúdo está gravado ção, i n t e g r i d a d e dos dados, i n t e g r i d a d e dos f u n - autor, assinado o u não p o r ele. <=$ h o l ó g r a f o . 3. dução, n u m a máquina, de u m método o u sistema
em tila magnética ou em disco; l i v r o sonoro. dos. 2 . D I R propriedade daquilo a que se pode atri- Texto datilografado o u impresso, e, ao final assina- que lhe p e r m i t a ser autocontrolável e autocoman-
a u d i t o r i a uinlil 1 . AI >M cm gestão da qualidade, exa- buir fé o u legitimidade. 3. Mús ação de buscar a me- do pelo autor o u autores, p.ex.: o autógrafo da Cons- dável sem a intervenção humana. 2 . Transformação
me sistemático o independente, para determinar se lhor execução de uma peça musical. tituição brasileira de 1988, assinado pelos constitu- de u m método, de u m processo o u de u m a instala-
as atividades da qualidade e seus resultados estão author a n d k e y letter i n context ( A K L I C ) BIB/INDEX intes. 4. Dedicatória do próprio p u n h o d o autor de ção c o m o objetivo de torná-los automáticos, o
de acordo com as disposições planejadas, se estas tipo de indexação pela letra-chave. a. a n d key phrase livros, discos e outros suportes, usualmente feita automação, mecanização.
foram implementadas com eficácia e se são adequa- i n context ( A K P I C ) BIB/INDEX tipo de indexação pela quando do lançamento desses produtos. autor author 1 . BIB/CAT pessoa física (individual ou
das à consecução dos objetivos (baseado na ABNT84) chave sequencial, a. and k e y w o r d i n context (AKWIC) autografoteca autograph collection BIB "local n u m a coletiva) o u a pessoa jurídica (Estado, governo,
2 . C O N T investigação o conferência oficial das con- BIB/INDEX tipo de índice alfabético que relaciona auto- biblioteca onde se g u a r d a m as coleções de autó- entidades coletivas e similares) que se responsabi
tas i - registros conl.ibeis ou financeiros de u m a or- res e palavras-chave. grafos, isto é, escritas pelo punho d o a u t o r " ( Z A M , liza pelo conteúdo de u m a obra. <=> criador. 2 . nin "é
ganização ou Indivíduo. 3 , INF ação de conferir o u auto A D M A R Q DIR relato detalhado de u m aconteci- p. 6). autógrafo. a pessoa física criadora de obra literária, artística ou
vistoriar a segurança de um sistema informático, e mento feito c o m o objetivo de levar u m processo autoindexação => indexação automática. científica" (sou, p. 71). 3. L I N G "aquilo que permite
de observar também a sua qualidade e eficiência, a. a u m a decisão (p.ex.: auto de partilha) o u u m infrator autoindexar => índice por atribuição automática tanto a presença de certos acontecimentos numa
i n f o r m a c i o n a l information uudiling A D M BIB INI análise a uma sanção (p.ex.: auto de infração). de descritores. obra como as suas transformações, as suas defor

38 39
autor (filiação) avaliação avaliação comercial baixar um cqulvt

mações, as suas modificações diversas. O autor é hipotético, autor presumido, autor presuntivo, au- aspectos, relativos ao documento analisado: a) uso avaliador referee C O M N EDIT em comunicação c i o n l i
igualmente o princípio de uma certa u n i d a d e de toria suposta, a. teatral dramatist, playwright A R T E administrativo corrente e para fins legais; b) valor fica, especialista, cientista ou pesquisador que opi
escrita, pelo que Iodas as diferenças são reduzidas BIB/CAT L I T autor que escreve obras o u peças teatrais, informativo para pesquisa; c) relacionamento com na sobre o valor de u m trabalho apresentado a u m a
pelos princípios da evolução, da maturação o u da a. transiente transient author BIB "autor citado duran- outros documentos; seleção (ARQ), triagem. <=$ ava- revista técnica ou científica; parecerista. o publica
influência" (vou, p, 53). a. (filiação) => filiação de te u m único a n o " (MED, p . 103). a. transitório => liação (2), conservação (2), destinação, eliminação ção com conselho editorial, revisão pelos pares.
autor. a. anónimo > anónimo, a. atribuído => autor autor transiente. ( A R Q ) . 2. "Processo de análise e seleção dos docu- avançar forwarã I N F INTERN n u m programa de nave-
suposto, a. bissexto > autor ocasional, a. colabora- autoria authorship, authorship (origin) 1. ARTE BIB/CAT mentos de arquivo, com vistas à fixação de prazos gação, função que permite retornar a uma página
dor > colaborador, a. coletivo composite author BIB/ DIR condição de ser autor de alguma coisa. 2. BIB/CAT para retenção o u descarte, estabelecendo sua desti- anteriormente visitada.
CAI cuia um dos autores responsáveis pela elabora- pessoa o u entidade responsável pela elaboração nação de acordo com a importância que cada docu- avant première => pré-estreia.
ção de um texto, sem se especificar a parte de cada de u m texto; paternidade literária. <=> indicação de mento possui, a sua validade permanente o u tem- avatar INTERN em bate-papo virtual, a aparência de
um nessa elaboração, o autor secundário, entidade responsabilidade, a. (entidade coletiva) => entidade porária, de acordo com normas legais" (DICT, p. 24). u m participante escolhida n u m m e n u de expressões
coletiva (BIB), a. corporativo => entidade coletiva coletiva (BIB). a. coletiva collective authorship, diffuse o comissão de avaliação, a. (2) appraisal, evaluati- faciais para representar o estado de espírito. « bate-
(um), a. de páginas Web => web designer, a.-editor authorship BIB/CAT DIR grupo de autores que colabora- on BIB apreciação do texto de u m documento para papo.
aulhoi pttblislicr GRÁF quando o autor é também o ram na preparação de uma obra. <=> obra coletiva. a. determinar seu valor: a) como contribuição a u m averbação A R Q "anotação de ato o u fato que altera,
editor d o documento.a. hipotético => autor supos- compartilhada mixed authorship, multiple authorship, tema (assunto); b) como contribuição à literatura de
modifica o u complementa documento anterior" ( A N ,
to a. individual => autor pessoal, a. institucional => shared authorship, shared responsibility BIB/CAT D I R obra um assunto. Esta apreciação ou análise faz parte do
p. 32).
entidade coletiva (BIB). a. migrante migrating author preparada p o r dois ou mais autores. <=> coautoria, processo de seleção em bibliotecas. c=> arquivo (1).
.avi A u d i o Video Interleaved.
um "autor cuja origem geográfica não é a mesma da responsabilidade mista. a. difusa => autoria coleti- a. (3) appraisal, valuation ARTE BIB avaliação monetá-
aviso notice A D M A R Q C O M N E N G documento adminis-
literatura estudada" (MED, p. 102). a. múltiplo => auto- va. a. mista => responsabilidade mista. a. múltipla ria de livros, manuscritos, obras de arte o u outros
trativo; "comunicação escrita destinada a chamar a
ria compartilhada, a. ocasional => occasional author => autoria compartilhada, a. pessoal => autor pessoal, tipos de documentos, a. comercial => avaliação (3).
atenção para u m fato ou uma situação" (ABNT49). <=>
mu o que publicou somente uma obra. A n t : autor a. suposta => autor suposto, a. única => autor pessoal. a. comparativa => prova-padrão. a. da coleção col-
permanente, a. oculto => anónimo, a. permanente anúncio.
lection assessment, collection evaluation ARQ BIB mensu-
autoridade certificadora => agência certificadora. avulso A R Q D I R documento, cópia de projeto o u
eonHnwtti author BIB "autor que publica n u m deter- ração quantitativa e qualitativa do grau de qualidade
autorização authorization 1. A D M A R Q D I R documen- resolução parlamentar distribuídos ao plenário.
minado ano e nos subsequentes durante u m longo do acervo, dos serviços e programas de uma bibli-
to pelo qual se dá a alguém a faculdade de realizar axioma axiom FIL "[...] o que é julgado verdadeiro
período" (MED, p. 103). A n t : autor ocasional, a. pes- oteca o u a r q u i v o e m relação ao nível de atendi-
alguma coisa. 2. I N F processo de permissão ou ne- ou b o m : opinião, dogma de u m a escola filosófica;
soal personal author, personal authorship BIB/CAT autoria mento das necessidades dos usuários. <=> desen-
gação de uso dos recursos de sistemas informáti-
de um documento/item concebido, elaborado o u volvimento de coleções. a. da informação evalua- [...] proposição geral, enunciação, teorema; [...]
cos, que se realiza em duas fases: 1) autenticação
executado por u m a só pessoa/indivíduo, que assu- tion, information evaluation, information quality, in- princípio c o n h e c i d o como v e r d a d e i r o de onde
(<=>), que assegura serem verdadeiros os dados de
me responsabilidade total pela obra. Esses docu- formation quality assessment BIB 1. "Apreciação da qua- parte u m a demonstração. [...] Sentido mais usual:
u m usuário; 2) autorização, que permite ao usuário
mentos/itens são escritos sem n e n h u m a vincula- lidade e da v a l i d a d e da informação e dos dados premissa considerada evidente e a d m i t i d a como
acessar os recursos baseados nas características o u
ção a encomenda o u pagamento, bem como a car- científicos no decorrer dos trabalhos de síntese e verdadeira sem demonstração por todos os que lhe
direitos de sua identidade.
go exercido pelo indivíduo; autoria pessoal, o anó- de revisão" (UNESCO. UNISIST étude, p. 147). 2. "Prova e compreendem o sentido [...] Mais propriamente: as
nimo, cabeçalho de autor, entidade coletiva (BIB). a. autos court records, records A R Q D I R "conjunto com- verificação da confiabilidade, ou seja, da medida da proposições assim postas que constituem uma re-
presumido => autor suposto, a. presuntivo => autor pleto das peças que f o r m a m o processo, desde o qualidade da informação e dos dados científicos. gra geral de pensamento lógico em oposição aos
SupOStO, a. primário => autor principal, a. principal p r i m e i r o até o último ato processual" (MELLO). <=> Esta atividade abrange métodos adequados à pes- postulados relativos a tal ou tal matéria especial"
muiu author, primary author, sénior author BIB/CAT DIR 1. processo (1). quisa científica incluindo a experimentação e está (LAL, p. 120). <=} axiomática, postulado, premissa.
" I i n sentido amplo, é a pessoa física (individual ou autuação A D M A R Q DIR 1. Documento resultante da associada aos processos de consolidação de infor- axiomática axiomatics FIL "Estudo crítico dos axio-
coletiva) ou a pessoa jurídica (Estado, governo, ação de autuar o u lavrar u m auto. 2. Termo inicial de mação o e de revisão crítica" (UNESCO. UNISIST n). a. mas, nos diversos sentidos desta palavra, que são
entidades colelivas, etc.) que se responsabiliza pelo u m processo. da recuperação da informação information retrieval tomados como princípios no início da geometria.
Conteúdo de uma obra" ( C A V C ) . 2. Com o advento da auxiliar de biblioteca library aide, library assistant evaluation BIB/RI I N F I N T E R N área da recuperação da [...] C o n j u n t o dos princípios postos no início de
ISIIII(C) a expressão 'autor principal' não é mais en- ( U K ) , library clerk, library page, library technician (us), informação que se ocupa das técnicas para a avalia- uma ciência dedutiva q u a l q u e r " ( L A L , p . 121). <=>
contrada em índices de obras sobre catalogação, nonprofessional staff, paraprofessional staff BIB técnico, ção dos resultados das buscas nos sistemas de re- axioma, transdisciplinaridade.
embora no índice do Código de catalogação anglo- de nível médio, que executa tarefas n u m a biblioteca cuperação da informação, o C r a n f i e l d Research
umericuno (tradução do Anglo-American cataloging sob a supervisão de u m bibliotecário; técnico em Project, índice de precisão, índice de revocação.
rules, c l % " , AACKIW) exista, sob a entrada 'autor', a biblioteconomia. a. de cargo job evaluation A D M ARQ "descrição m i n u - B
expressão 'principal'. Na segunda edição do Código auxílio aos usuários assistance to readers BIB serviço ciosa de cada u m a das fases das atividades inerentes
(AAI RH3), a expressão 'autor principal' não mais apa- de apoio prestado pela biblioteca a seus usuários a u m cargo técnico o u administrativo, utilizada, den- b bif(s).
rece, mas . i ideia permanece, a. secundário secondary ou leitores. <=> serviço de referência. tro de uma organização, para u n i f o r m i z a r os car- B 1. Binário. 2. Byte(s).
author HIH/CAI I. "Pessoa ou entidade que contribui aval aval, written engagement ARQ D I R ECO assinatura gos, conferindo-lhes nomes e salários adequados, B2B Business to Business.
para a elaboração de u m d o c u m e n t o " ( A F N O R ) . 2. n u m documento de crédito, que torna o assinante através de codificação coerente" ( A B N T 4 9 ) . a. de B2C Business to Consumer => varejo eletrônico.
Com o advento da ISIII>(<;), as expressões 'autor se- corresponsável pelo pagamento do débito no caso a r q u i v o => avaliação (1). a. de periódicos journal B2G Business to Government.
cundário' e 'autor principal' deixaram de constar em de o devedor não o efetuar. evaluation BIB avaliação da qualidade e pertinência B A D Associação Portuguesa de Bibliotecários, Ar-
índices de códigos de catalogação, a. suposto attri- avalanche de informação =* excesso de informação. dos títulos de periódicos existentes, a serem assina- quivistas e Documentalistas,
buted author, doublful authorship, presumed author, avaliação (1) appraisal, archival appraisal, archi- dos ou renovados por uma biblioteca. O título que badana => orelha de livro.
supposed author IIIII/CAT pessoa/indivíduo ao qual é val selection, review A R Q 1. Análise de u m conjunto não receber avaliação positiva pode ser descarta- baixa resolução low resolution I N F falta de nitidez
atribuída a autoria de u m livro/documento/item p u - de documentos de arquivo, c o m a finalidade de do ou ter a assinatura interrompida. <=> desenvolvi- nas representações visuais em u m monitor de ví
blicado anonimamente, líssa atribuição é feita com selecionar os que devem ser separados para con- mento de coleções. a. documental => avaliação (1, deo. A n t : alta resolução.
base em fontes autorizadas; autor atribuído, autor servação daqueles destinados à eliminação. O pro- 2). a. pelos pares revisão pelos pares.
baixar um arquivo downloadiug I N F INTERN ação de
cesso de avaliação se f u n d a m e n t a nos seguintes transmitir u m arquivo ou programa a r m a z e n a i lo n

40
balada barra barra de atalhos b a s e de d a d o s b i b l i o g i á l i e o s

computador central para oulro do menor porte, ge- Dados Terminológico do Brasil (BRASILTERM) Banco utilizado para indicar uma divisão, fração (1/5), da- m u r a l h a de fogo. b. linguística lunguuge barrier,
ralmente localizado a uma certa distância. N a inter- de dados implantado pelo IBICT, em 1994, para difun- tas (1990/1995), alternativas o u opções (e/ou). 2. linguistic barrier C O M N L I N G "dificuldade de compre
net é usado na transferência de arquivos contendo dir e estimular o uso da terminologia científica e BIB/CLAS na Classificação Decimal Universal, sinal que ensão entre receptor e emissor devido a diferentes
imagens, texto, música ou dados numéricos; des- técnica.b. de dados terminológicos term bank, termi- indica que u m documento inclui diversos assuntos, idiomas o u níveis estilísticos na mesma língua" (MUI I,
carregar u m arquivo. A n i : uploading. nological bank of data, terminological data bank BIB/ p.ex.: 53/55 indica que o documento trata de física, p. 104); barreira de linguagem.
balada > saga. ÍNDEX L I N G I N F 1. "Arquivo estruturado e automatizado química e geociências. b. de atalhos shorteut bar INF barro (tabuleta) => tabuleta de argila.
balanço patrimonial asseis balance A D M C O N T relató- de informação terminológica, de cobertura temáti- em sistemas operacionais e programas gráficos, Barrow (processo) Barroto process A R Q processo
rio que apresenta os elementos componentes do ca geralmente especializada, em u m o u vários idio- barra de ícones que têm por objetivo facilitar o aces- de conservação e restauração de documentos de-
patrimônio de uma organização: a) ativo, represen- mas, destinado a satisfazer necessidades terminoló- so às aplicações, b. de deslocamento => barra de senvolvido pelo norte-americano W.J. Barrow, que
tado pelos direitos adquiridos; b) passivo, que re- gicas, linguísticas, de tradução o u de interpretação rolamento, b. de endereço address bar I N F I N T E R N em consiste em: a) desacidificação do papel; b) uso de
presenta as obrigações e dívidas contraídas. de termos de u m a especialidade" ( B A R M , p. 23). 2. tecido especial para aumentar a durabilidade do ori-
programas navegadores, caixa de texto onde é d i -
balão hulloou, pln/luctery C O M N recurso das históri- Conjunto de bases de dados, formadas por termos gitado o endereço do sítio Web a ser visitado, b. de ginal; c) laminação; processo Barrow. <=> pn.
as c m quadrinhos ou fotonovelas, ligeiramente re- especializados, que pode fornecer u m serviço em espaço space bar, spacebar EDIT I N F no teclado de má- base base I N F M A T conjunto de dígitos empregados
tangulai ou circular, em cujo interior encerra diálo- linha e também produzir dicionários, glossários e quina de escrever o u de computador, tecla, geral- em u m sistema de notação (ou notacional). <=> base
gos, ideias, pensamentos o u ruídos. «=> filactério, listas de termos. Segundo a função, os bancos de mente de tamanho maior, utilizada para mover o de notação; notação, b. de conhecimento knowledge
fotonovela, história em quadrinhos, legenda. dados terminológicos são classificados em: a) tipo
carro ou cursor e criar u m espaço entre as palavras base 1. A D M em inteligência competitiva, "estrutura
dicionário: orientados à tradução; os registros se
balcão de e m p r é s t i m o charging áesk, circulation do texto. b. de estado => barra de status, b. de ferra- organizada de informação já contextualizada pela
assemelham à microestrutura de u m dicionário, sen-
ilesk, ileliven/ ilcsk, discharging áesk, lending desk, loan mentas toolbar INF n u m programa aplicativo, refere- organização, visando a facilitar o armazenamento
do orientados ao termo, b) tipo vocabulário: orien-
dtsk, receiving desk BIB balcão ou mesa onde são efe- se ao conjunto de botões que, ao serem clicados, de conhecimento e, assim, viabilizar sua recupera-
tados para a normalização e investigação científica;
tuadas as atividades de empréstimo o u devolução realizam distintas funções. Essa barra pode ser fixa ção para aplicação em processos de decisão e de
os registros são orientados ao conceito e às rela-
ile empréstimo, b e m como a cobrança de multas (que não pode ser movida pelo usuário) o u móvel trabalho" (TAR, p. 304). 2. INF em inteligência artifici-
ções em u m sistema de conceitos. <=> dicionário au-
por atrasos. <=> serviço de empréstimo, b. de infor- (que pode ser transferida pelo usuário para u m a área al, parte de u m sistema especialista que contém os
tomático, b. de imagens image bank, image data bank,
mações help desk, information desk, reference desk A R Q qualquer da tela do vídeo). Nos modernos progra- dados sobre fatos, hipóteses, opiniões e regras heu-
image database BIB C O M N FOTO I N F I N T E R N coleção de
mu balcão ou mesa onde os usuários obtêm informa- mas aplicativos, o usuário escolhe n u m m e n u os rísticas, que conferem ao sistema o caráter de espe-
imagens (fotografias, fotogramas, diapositivos) ge-
ções gerais e orientação sobre como usar o acer- botões que desejar para compor a barra de ferra- cialista. <=> aquisição de conhecimento, representa-
ralmente arquivada em formato eletrônico em siste-
vo, como utilizar o c a í d o g o , etc. A s solicitações ção do conhecimento, sistema especialista, b. de
mas automatizados. Algumas vezes, i n c l u i dados mentas, b. de rolamento scroll bar I N F I N T E R N barras
podem ser feitas pessoalmente, por telefone, por dados data base, database 1. BIB I N F 1. I N F coleção de
ou textos acerca das imagens, b. de terminologia => laterais e horizontais que permitem o acesso a par-
correio ou por meio de sistemas automatizados. <=> valores de dados inter-relacionados de tal natureza
banco de dados terminológicos, b. de termos => tes do documento que não estão visíveis na tela do
serviço de referência. que, de acordo com o sistema de gerenciamento
banco de dados terminológicos, b. eletrônico => computador; barra de deslocamento, b. de status
banco de dados data bank 1. BIB FNF reunião ordena- telebanco. b. terminológico => banco de dados ter- de base de dados, os arquivos que contêm os da-
status bar I N F I N T E R N em programa navegador, barra
da de arquivos semelhantes, ou base de dados, de m i n o l ó g i c o . dos p o d e m integrar-se temporariamente em uma
situada na parte inferior da janela e que mostra as
origens diversas, colocados à disposição de u t i l i - única estrutura conectada o u integrar-se somente
operações que estão sendo executadas naquele m o -
zadores, que podem consultá-los para atendimento banda de vídeo (í JR) =* fita de vídeo. b. desenha- por ocasião da consulta. 2. I N F conjunto de arqui-
mento, p.ex.: percentual de páginas transferidas, ní-
d i ' suas necessidades de informação. Distingue-se da (POR) => história em quadrinhos, b. larga bandwi- vos e p r o g r a m a s de c o m p u t a d o r coordenados e
vel de segurança do sítio visitado; barra de estado.
de um serviço de documentação pelo fato de per- dth, broad band, broadband, wide band I N F TEL 1. Capa- estruturados que constituem u m depósito de infor-
barraca de livros bookstall ECO posto de venda de
mitir cálculos mais o u menos complexos operados cidade de transmissão de u m cabo: a mais alta refe- mações que p o d e m ser acessadas por diversos uti-
livros e outros documentos, geralmente disponí-
Sobre os dados. 2. BIB I N F conjunto de bases de da- re-se à fibra ótica, a mais baixa ao fio de cobre utili- lizadores. A base de dados contém: a) os arquivos
vel em mercados, feiras, aeroportos, estações fer-
dos que contêm informação numérica o u com tex- zado em linhas telefónicas. 2. Sistema de comuni- ou depósitos de informação; b) os programas de
roviárias e shopping centers. <=> livraria. tratamento que são colocados à disposição do usu-
to abreviado ou completo, b. de dados de imagens cação capaz de aceitar diversos canais de comuni-
barramento bus, trunk (us). INF 1. Meio físico que ário com o i n t u i t o de lhe assegurar serviços bási-
:• bani o de imagens, b. de dados de texto comple- cação de forma múltipla e simultânea, em geral utili- permite que vários elementos do computador este- cos de acesso, interrogação, apresentação dos re-
to /ali ttXi databank BIB I N F INTERN banco de dados que zado em redes locais que possuem alta capacidade jam conectados de m o d o a trocar sinais entre si. Em sultados e, em alguns casos, tratamento da informa-
inclui o lexlo completo dos documentos indexa- de transmissão p o r u t i l i z a r e m cabos coaxiais o u geral tem a f o r m a de linhas sobre u m a placa de ção contida na base de dados. 3. I N F coleção de
dos b. de dados d i stri buídos distributed bank FNF INTERN fibras óticas. b. magnética (POR) => fita magnética, b. circuito impresso. 2. N u m computador, trilhas e dados inter-relacionados, armazenados juntos, com
banco d e d.idos cuja estrutura possui dois o u mais passante => largura de banda. b. perfurada (POR) = > circuitos responsáveis pela troca de dados entre os redundância controlada para servir a u m a o u mais
arquivos armazenados em lugares distintos e, para fita perfurada, b. publicitária (POR) = > banner. b. sono-
circuitos e placas do equipamento. 3. N u m a rede, aplicações. 4. I N T E R N computador que contém u m
manter a consistência, as informações d e v e m ser ra => fita sonora.
refere-se ao t i p o de topologia utilizada, b. serial número m u i t o grande de informações, que podem
sim ionizadas, b. de dados factuais factual data bank bandeirola => banner. universal => universal serial bus. b. USB = > universal ser acessadas pela rede.b. de dados ativa active da-
iUM I N F I N I I H N banco de dados que contém bases de bandoteca =* fitoteca. serial bus. tabase BIB INF base de dados que está armazenada n u m
dados com informação estatística, texto completo banner C O M N I N F I N T E R N gráfico, com o u sem anima- barreira barrier 1. C O M N fator que afeta a comunica- sistema informático e é utilizada naquele momento,
ou mesmo numérica, p.ex.: as cotações de bolsa de ção, utilizado e m páginas da Web; geralmente pos- ção da informação do emissor para o receptor. 2. b. de dados autónomos autonomous database INF base
valores ou d,idos estatísticos de importação e ex- sui conteúdo publicitário e, ao ser clicado, leva o BIB/INDEX n u m resumo telegráfico <=>, símbolos u t i l i - de dados que possui u m conjunto de dados que são
portação. < > base de dados factuais, b. de dados usuário até o sítio da empresa anunciante; banda zados para separar vários níveis sintáticos, p.ex.: controlados e gerenciados de forma independente.
numéricos inuiierical dala bank mu EST INF I N T E R N banco publicitária ( P O R ) , bandeirola. palavras, frases o u sentenças, b. cultural cultural <=> base de dados distribuídos, b. de dados biblio-
de dados que contem bases de dados numéricos. barco-biblioteca boat library, book boat BIB bibliote- barrier C O M N "dificuldade de compreensão entre re- gráficos bibliographic data base, bibliographic dulabu
<=> base de dados numéricos, b. de dados relacio- ca instalada n u m a embarcação; bibliobarco. ceptor e emissor quando a transferência de informa- se, bibliographic file, information database, reference da
nais retational databank I N I banco de dados que pos-
barebone I N F computador de dimensões reduzi- ção ocorre em condições i n t r a c u l t u r a i s " ( M E D , p . tabase, reference file BIB 1. Base de dados que contém
sui seus dados estruturados na forma de tabelas inter-
das, com design similar ao dos aparelhos de som. 104). b. de linguagem => barreira linguística, b. de as referências bibliográficas de fontes potenciais de
relacionadas. < > base do d.ulos relacionais. B. de
barra slash 1. E D I T GRÁF G R A M caractere tipográfico proteção => m u r a l h a de fogo. b. de segurança =>

42
base notacional l.il.ti.
b a s e de d a d o s c a d a s t r a i s base de notação
arábicos de 1 a 9. b . notacional => base de notação. belinógrafo belinograph TEL aparelho destinado t
informação de tipo documenlal. < > base de dados de dados multimídia multimédia database ARTE BIB C O M N
referenciais. 2. liase do dados que contém registros baseado na b i b l i o t e c a library based BIB qualquer transmissão de imagens fixas pela r e d e telefónica,
INF INTERN base de dados que i n c l u i "informações
automatizados, relativos a documentos e itens b i - atividade o u temática relativa à biblioteca. inventado p o r E d m o n d Belin, em 1907. Foi, s e m
armazenadas n u m a mescla de diferentes tipos de
bliográficos, Pode, OU não, conter r e s u m o s e é Basic Semantics Register Norma ISO/TS 16668. 2000 dúvida, o antecessor do fax atual.
meios, inclusive, p.ex.: som, vídeo, fotografias, tex-
formada por "uma série de registros bibliográficos tos e animação. [...] As bases de dados multimídia que identifica e define os componentes a serem b e m cultural cultural artifact ARTE H I S T conjunto de
ligados entro si, onde cada u m em geral apresenta colocam novos desafios no que tange à sua estru- utilizados no intercâmbio de dados. elementos que constituem o patrimônio cultural de
uma combinação dos seguintes componentes: nú- tura. Como fotografias, animação, som, texto e ta- bate-papo chat, Internet relay chat I N T E R N comuni- uma nação. <=> patrimônio cultural.
mero do documento; título; autor; referência da fonte; belas de dados possuem necessidades de armaze- cação pessoal, e m t e m p o real, v i a c o m u n i c a d o r benefício benefit BIB INF desempenho do sistema de
reSUmOSJ teXtO integral; termos o u expressões de namento m u i t o diferentes, os sistemas de gerencia- pessoal (<=>), entre usuários de u m correio eletrôni- informação, tendo em vista o resultado obtido quan-
indexação; cilaçòes ou quantidade de referências; mento de bases de dados multimídia procuram em- co o u outro tipo de sistema computadorizado. N o do confrontado com seus objetivos. b . do usuário
insliluiçíio de origem do documento, o u endereço pregar u m a gama de tecnologias, como a tecnolo- início da internet, essa comunicação era feita basi- user benefit BIB INF " O benefício que u m usuário tem
do aulor, ou ambos; língua do documento-fonte; gia relacional para tabelas, bases de dados textuais camente p o r m e i o de mensagens escritas; atual- por utilizar u m sistema de informação o u documen-
informação de uso interno, como números de clas- para documentos, e dispositivos de armazenamen- mente, com os avanços tecnológicos, também são tação" ( W N , p. 170-171). <=> estudo de usuário.
sihciç.io ou localização" (ROW02, p. 111); referote- to de imagens para gráficos e animação. U m pro- possíveis as conversas por meio de áudio e vídeo; bens intangíveis —> propriedade incorpórea.
c i < :• melabase de dados. b . de dados cadastrais => blema crucial é processar itens não-textutis, como conversa interativa na internet (POR), conversa na Berghoeffer (alfabetação) => alfabetação Bergho-
base de dados referenciais, b. de dados catalográfi- desenhos e imagens em movimento. Em mídia de internet, conversa online. effer.
COI cululogruplúc data base BIB base de dados relati- tempo variável, os padrões de vídeo digital intera- bateria de testes => prova-padrão. best-seller E D I T L I T êxito editorial, isto é, o 'mais
vos ao acervo de u m a biblioteca o u rede de biblio- tivo p r o p o r c i o n a m acesso por quadros. Para aces- batoque => carretel. vendido' em u m país o u localidade o u em uma de-
lecis "< omumente, essas bases de dados relacio- so mais elaborado, as imagens têm de ser indexadas Batten (sistema) Batten card, Batten system, optical terminada época.
com palavras-chave, como se fossem documentos coincidence indexing system, peek-a-boo system, peek- bestiário bestiary LIT livro muito popular durante a
i os livros, títulos de periódicos e outros itens
textuais" (ROW02, p. 110 e 128). b. de dados numéri- a-boo indexing system BIB/INDEX método de indexação Idade Média, que continha, sob a forma de versos,
•Ue S biblioteca possui em seu acervo, porém não
cos nonbibliographic database, numeric database, nu- coordenada, criado pelo inglês W.E. Batten, entre mitos e folclore sobre animais.
proporcionam informações adicionais sobre o con-
merical database BIB EST FNF INTERN base de dados que 1939/1945 e d i v u l g a d o em 1947. Foi e m p r e g a d o Betamax C O M N E N G sistema de videocassete de-
leiído desses documentos" (ROW02, p. 110). <=> base
contém informação numérica, p.ex.: dados estatísti- em sistemas de entradas por termo, isto é, em siste- senvolvido pela Sony no início da década de 1980
de dados bibliográficos, b . de dados de arquivo
cos, comerciais, demográficos, etc. <=> banco de mas que tomavam por base o termo de indexação e que sofreu u m a grande competição com o formato
archival database B I B I N F I N T E R N coleção organizada
dados numéricos, b. de dados referenciais reference utilizavam cartões o u fichas que recebiam perfura- VHS e, apesar de tecnologicamente superior, deixou
ile registros, em forma digital, contendo informa-
database, referral database BIB I N F I N T E R N base de dados ções em determinadas áreas centrais não-marginais, de ser utilizado devido a pressões do mercado con-
ção para ser guardada por tempo indefinido, geral-
"que referencia informações o u dados, como no- indicativas de documentos pertinentes ao assunto sumidor.
mente para consultas de referência. Enquadram-se
mes e endereços de instituições, e outros dados indicado pelo termo; peek-a-boo, sistema peek-a-boo. bianual => publicação semestral.
neste tipo de coleção as mensagens recebidas e
típicos de cadastros" (ROW02, p. 110); base de dados «• ficha de coincidência ótica. BIB biblioteconomia.
distribuídas por u m a lista de discusst. o u as per-
cadastrais. <=> base de dados bibliográficos, b. de b a u d INF TEL valor de medida da velocidade de Bibliografia Brasileira de Energia Nuclear.
guntas de referência eletrônica (inclusive as res- BIBEN
dados relacionais relational database I N F forma de transmissão dos dados. E m geral, u m baud é igual a bibelot (livro) => livro-miniatura.
poslas remetidas aos usuários), b. de dados de do-
especificação de base de dados, norteada pelo con- u m bit de dados por segundo. Bíblia bible REL conjunto de livros religiosos das
cumentos primários =» base de dados fonte. b . de
ceito matemático de relação. Neste tipo de base de BB Bibliografia Brasileira [da Biblioteca Nacional]. igrejas cristãs, que f o r m a m o A n t i g o e o N o v o
ilados de imagens => banco de imagens, b . de dados
dados se encontram estruturas em tabelas retangu- BBA Bibliografia Brasileira de Agricultura. Testamento. B . de G u t e n b e r g Gutenberg Bible,
de texto completo full-text database BIB I N F I N T E R N base
lares, cada u m a das quais expressa u m a relação. O B B C I Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação. Mazarin Bible GRÁF primeiro livro impresso na Euro-
de ilados que contém o texto i n t e g r a l dos d o c u -
sistema relacional se estrutura no momento em que pa, entre 1450 e 1455, em Mogúncia (Alemanha),
mentOS indexados, b . de dados distribuídos distributed B B D O C Bibliografia Brasileira de Documentação.
se realiza cada consulta; a estruturação é consegui- com a utilização de tipos móveis. A edição foi feita
database INI conjunto de diversas bases de dados B B M Bibliografia Brasileira Mensal.
da pela combinação de operadores relacionais, b. por Johann Gutenberg com a colaboração de Johann
hospedadas ou distribuídas em vários computado- BBK Bibliotechno-Bibliograficheskaia Klassifikatsiia
de dados terminológicos => banco de dados termi- Fust e Peter Schoffer. Foram impressos cerca de
res, mas o usuário, ao acessá-las, não percebe que => Classificação Bibliográfica para Bibliotecas.
nológicos, b. de divisão fcasís of ãivision, basis of 180 exemplares, dos quais restam hoje 48 comple-
eslào armazenadas em computadores distintos, b . BBS bboard system, bulletin board, bulletin board servi-
subdivision, characteristic of division, ãifference BIB/CLAS tos. Também conhecida como Bíblia de 42 linhas
ile dados em linguagem natural natural language ce, Bulletin Board System, computer bulletin board sys-
BIB/INDEX 1. Características o u diferenças que, aplica-
database BIB INP INTERN base de dados que não contém tem I N F I N T E R N 1. Computador que permite aos usuá- ou Bíblia de Mazarino. B. do r e i James => versão
das ao universo dos conhecimentos, permitem sua autorizada. B. Vulgata REL O latim vulgata significa
nenhum termo de indexação pré-escolhido; geral- rios se ligarem, através de terminais remotos o u
decomposição e m facetas; característica de d i v i - popular. Tradução latina da Bíblia preparada no sé-
nieiile , i busca e realizada em resumos o u no pró- microcomputadores, possibilitando a verificação
são. 2. Etapas na criação de subfacetas. <=> caracte- culo iv p o r são Jerônimo. Este texto permaneceu
prio texto. h. de dados em linha online database BIB INF ou troca de mensagens, comunicação com grupos
rística, característica de classificação, classe básica, por longo t e m p o como a versão oficial da Igreja
I N Í K K N base de dados hospedada em computador de discussão, acesso a cópias de programas e aná-
classe canónica, classe principal, predicado, b . de católica romana, tendo sido considerado autêntico,
remoto, acessível por meio de linhas de telecomu- lise de debate em tempo real. 2. Rede privada para
notação base of notation, notation base, radix of notati- em 1546, pelo concílio de Trento. <=> Bíblia de Gu-
nicações. I). de dados factuais fact database BIB INF interconexão de microcomputadores e c o m p u t a -
on BIB/CLAS número máximo de símbolos utilizados tenberg.
I I N I . K N base de dado:, que contém dados estatísticos, dores maiores. <=> correio eletrônico.
em u m a determinada notação, p.ex.: na Classifica-
texto completo ou mim mação numérica. <=> banco BC Bliss Classification => Qassificação Bibliográfica. bibliátrica bibliatrics BIB termo criado por Juan F.
ção D e c i m a l de M e l v i l D e w e y (1876), a base é
de dados factuais, informação factual, b . de dados- BDB Biblioteca D i g i t a l Brasileira. Boissonade (1774-1857), tendo sido utilizado com
dez: os dez algarismos arábicos indicam a divisão
lonle source database IIIII/KI base de dados que inclui BEDIS Book Electronic Data Interchange Standards. certa frequência pelos bibliófilos do século xix, para
efetuada; a cada área do conhecimento então exis-
os d o c u m e n t o s o u dados considerados fontes, belas-artes fine arts A R T E "manifestações artísticas indicar a arte de restauração e conservação de li
tente foram atribuídos algarismos de 1 a 9, ficando o
como, p.ex., dados numéricos e textos completos. de natureza visual e plástica (desenho, pintura, es- vros.
0 para as obras gerais. N a Classificação Bibliográfi-
As fontes p o d e m ser artigos de periódicos, bole- cultura, arquitetura, etc.) que buscam p r o d u z i r o b i b l i o - Radical derivado do grego (lifUíov (bthlt
ca de H e n r y Evelyn Bliss (1940) a base da notação
tins, noticiários e dicionários, b. de dados hierár- belo através da elaboração da forma e do espaço; on), que significa livro. Usado na formação d e vo
é 35: as 26 letras do alfabeto inglês e os algarismos
quicos => sistema hierárquico de base de dados. b . artes plásticas" (HOUD, p. 426). cábulos relativos a livros e bibliotecas.

45
44
biblioalcoolismo Bibliografia Brasileira de Engenharia Bibliografia Brasileira de Física bibliografia proipit Uvi
biblioalcolismo =>bibliolatria. deste verbete; características das bibliografias, es- ografia primária, b. de publicações oficiais a//icm/
1970 a 1979. E m 1968-1969 f o i p u b l i c a d a como
bibllobarco => barco-biblioteca. pécies de bibliografias, géneros de bibliografias, publication bibliography BIB a que arrola as publica
Bibliografia Brasileira de Tecnologia. Bibliografia Bra-
bibliocanto book brace, book end, book support ( U K ) , tipos de bibliografia. 2. Segundo sua natureza, as ções editadas p o r organismos oficiais inlernacio
sileira de Física BIB publicada em conjunto pelo IBICT
bookeod (us), brace AI«_> mu suporte de metal, madeira bibliografias ( o u repertórios bibliográficos) apre- nais, nacionais, estaduais ou municipais. Pode apa
e o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, de 1961
ou oulro material, Utilizado para manter os livros e sentam características próprias que dependem de recer nas bibliografias nacionais o u ser incluída nos
a 1979. Até 1960 f o i publicada como Bibliografia
outros tipos de documentos e m posição vertical sua elaboração: 2.1 Quanto ao conteúdo e tipo de repertórios dessas instituições, b. de publicações
Brasileira de Matemática e Física. Bibliografia Brasi-
nas prateleiras, mesas, etc; separador de livro. material, p o d e m ser gerais, especiais (ou especiali- periódicas journal bibliography BIB a que compila títu-
leira de Matemática BIB publicada pelo IBICT, de 1961
b i b l i o r l a s t a biblioelnst, libricide BIB i n i m i g o ou des- zadas) e orientadas para áreas específicas; 2.2 Quanto a 1979. N o p e r í o d o de 1950-1960 f o i p u b l i c a d a los de periódicos ordenados por assunto o u locali-
truidor de livros. à finalidade, podem ser genéricas (abrangência am- como Bibliografia Brasileira de Matemática e Física. dade, p.ex.: Periódicos brasileiros de cultura, b. de se-
Bibliodala Rede de catalogação cooperativa e m pla), informativas (literatura para especialistas, áre- Bibliografia Brasileira de Química BIB publicada gunda mão =^ bibliografia secundária, b. descritiva
linha coordenada pela Fundação Getúlio Vargas. as, temas e problemas específicos), de recomenda- pelo Instituto N a c i o n a l de Tecnologia, de 1980 a descriptive bibliography BIB inclui descrição (tipogra-
biblioclepla bibliokleptomaniac BIB pessoa que furta ção (categorias específicas de usuários); 2.3 De 1985. Continuação da Bibliografia Brasileira de Quí- fia, impressão, ilustrações, encadernação, p.ex.) dos
livros; ladrão de livros. acordo com a época de publicação, podem ser cor- mica e Química Tecnológica (1970-1979) e da Bibli- exemplares relacionados, o bibliografia analítica,
hiblioc l e p t o m a n i a bibliokpleptomania BIB impulso rentes (atuais o u atualizadas), retrospectivas e pros- ografia Brasileira de Química (1950-1960). Biblio- b. em curso => bibliografia corrente, b. enumerativa
Incontrolável de furtar livros. pectivas (ou, em perspectiva), isto é, a serem publi- grafia Brasileira Mensal (BBM) BIB bibliografia nacio- => bibliografia sinalética. b. especializada bibliogra-
bihliolago bibliophage, bibliophagist B I O diz-se de cadas o u lançadas. 2.4 Quanto ao lugar de publica- nal publicada pelo Instituto Nacional do L i v r o de phic index, concept-based documentation, literature
msclos ou outros animais que atacam e devoram ção, p o d e m ser internacionais, nacionais, regio- 1967 a dezembro de 1972. b. classificada => biblio- survey, special bibliography, specialized bibliography,
livros e demais documentos feitos de papel e o u - nais, estaduais, municipais e locais. 2.5 Quanto ao grafia sistemática, b . comentada => bibliografia ana- technical bibliography BIB relaciona documentos re-
Iras ma lorias-primas. nível de publicação, podem ser primárias, secundá- lítica, b. comercial non-official bibliography BIB a que é ferentes apenas a uma ciência, tecnologia o u a u m
blbliofilia bibliophíly, book collecting. BIB 1. Gosto, rias e terciárias. 2.6 Quanto ao método de agrupa- editada pelo comércio livreiro na qual são resenha- só tema. E nacional quando relaciona publicações J
paixão pelos l i v r o s raros e preciosos. 2. A r t e e mento o u arranjo das entradas, p o d e m ser sistemá- dos os títulos de maior importância comercial. Pode originárias de u m só país o u escrita na(s) língua(s) «j
ciência do bibliófilo. ticas (de acordo com u m sistema de classificação), ser classificada em: a) seletiva analítica e m curso: do país; internacional quando relaciona documen- <g i
bibliófilo bibliophile, bibliophilist, book hunter, book por assunto (em ordem alfabética de assuntos), pela que resenha novidades selecionadas segundo al- tos de países diversos e línguas diferentes; doeu- ~ ] -
lover, bookman BIB 1. " O que tem amor a livros; cole- autoria (ordem alfabética do registro de responsabi- gum critério, p.ex.: Booklist, publicada pela A m e r i - mentação conceituai. <=> bibliografia internacional, ^ i
cionador de l i v r o s " (NAS) <=> Confraria dos Bibliófilos lidade o u de título, adotado como entrada), cronoló- can Library Association desde 1905; b) comercial bibliografia temática, b. estatística => bibliometria. 2
do Brasil, edição de bibliófilo, Sociedade dos Cem gica (pela data de publicação ou o tempo relativo ao em curso: i n f o r m a as novidades de f o r m a geral, b. exaustiva complete bibliography, comprehensive bi- ;> '
Bibliófilos. 2. Colecionador de documentos anti- assunto), b . (tipos) => bibliografia (natureza), b. acu- p.ex.: Livres de France; c) repertório de l i v r o s e m bliography, exhaustive bibliography BIB procura abran- £H j
gos o u raros, mulativa bibliografia c u m u l a t i v a , b. analítica venda, p.ex.: Books in Print e o Libres en Venta. b . ger todos os documentos relativos a u m tema o u j — ]
bibliofobia bibliophobia BIB PSI aversão aos livros, analytical bibliography, annotated bibliography BIB "re- completa => bibliografia exaustiva, b. com resumos área do conhecimento; bibliografia completa, b. hm- *->-' j
bibliografia bibliography, book list BIB 1. "Ramo da pertório bibliográfico que, além dos elementos do conteúdo => bibliografia analítica, b. complemen- damental => bibliografia seletiva. b. geral => biblio- -1
bibliologia - o u ciência do livro - que consiste na descritivos do documento, i n c l u i , igualmente, o u tar => leitura complementar, b . corrente current bibli- grafia universal, b. histórica => bibliologia. b. indivi- Q i
pesquisa de textos impressos ou multigrafados para sua análise, o u seu resumo" ( M A L M , p . 4); bibliogra- ography, periódica! bibliography, serial bibliography BIB dual => bibliografia de um autor. b. internacional inter- C£ 1
indicá-los, descrevê-los e classificá-los c o m a fina- fia anotada, o bibliografia descritiva, b. atual => bibliografia que relaciona documentos à medida que national bibliography BIB inclui documentos publica- 9- •!
lidade de estabelecer instrumentos (de busca) e or- bibliografia corrente, b. atualizada =» bibliografia são publicados. Também pode ser publicada de for- dos em diversos países. A n t : bibliografia nacional. ^» fl
ganizar serviços apropriados a facilitar o trabalho corrente, b . avaliativa bibliografia crítica, b. bási- ma periódica; bibliografia atual, bibliografia periódi- o bibliografia especializada, bibliografia universal. O
inlelectual. Quatro operações se destacam e m uma ca => bibliografia seletiva. Bibliografia Brasileira ca, literatura corrente (bibliografia), b. crítica criticai b. local local bibliography BIB inclui documentos so- j£j H
onlcm lógica: pesquisa, indicação, descrição e clas- (BB) BIB Bibliografia nacional, publicada de 1983 a bibliography, evaluative bibliography BIB b i b l i o g r a f i a bre u m a região o u autores locais, b. metódica => Q "fl
Sificação; elas dão origem ao repertório bibliográfi- 1994, que registrava as obras depositadas na Biblio- que, além de comentários sobre os itens descritos, bibliografia sistemática, b. mundial => bibliografia ~ j d
co o u bibliografia. O mesmo termo designa a pre- teca Nacional. Substituiu o Boletim Bibliográfico da i n c l u i apreciações críticas sobre a importância o u universal, b. municipal municipal bibliography BIB in- CD 3
paração e o objeto resultante" ( M A L M , p . 7-8). <=> Biblioteca Nacional (1951-1967 e 1973-1982). Bi- valor do documento e sua edição, b . cumulativa clui documentos publicados numa cidade. <t* b i b l i - I D y
bibliologia. 2. Produção sistemática de listas des- bliografia Brasileira de Agricultura (BBA) BIB Publi- closed bibliography, cumulative bibliography BIB biblio- ografia local. b. nacional national bibliography BIB 1. -

critivas de registros do conhecimento, p r i n c i p a l - cada pelo Centro Nacional de Informação em Do- grafia que, tendo sido publicada e m separado, é Bibliografia, geral o u especializada, que registra os
meiíle livros, artigos de periódicos e capítulos de cumentação Agrícola, de 1975 a 1988. Bibliogra- depois incorporada a outras bibliografias compila- documentos impressos no território de uma nação
livros, bem como de itens similares (baseado e m fia Brasileira de Ciência da Informação (BBCI) BIB das da mesma forma e sobre o mesmo tema. b. da seja qual for a língua desses documentos. 2. Biblio-
M I M , p. 1-2); guia (2). 3. As bibliografias p o d e m ser: publicada pelo IBICT, de 1980 a 1986. C o n t i n u o u a Rede => webliografia. b . de artigos de periódicos grafia que registra os documentos publicados em
a) repertórios bibliográficos (ou bibliografias) edi- Bibliografia Brasileira de Documentação. Bibliogra- bibliography of journal articles BIB bibliografia de arti- qualquer país, e m determinada língua. 3. Bibliogra-
tados como publicações autónomas; b) bibliografi- fia Brasileira de Direito BIB publicada pelo Senado gos, publicados e m publicações periódicas, sobre fia que registra os documentos impressos no terri-
as inseridas em documentos diversos, quer no f i m Federal a partir de 1980. N o período 1967-1979 foi um assunto, b . de assuntos => bibliografia temática, tório de u m a nação, e m vernáculo o u e m língua
de capítulos e artigos, quer no final do documento publicada pelo IBICT. Bibliografia Brasileira de Do- b. de b i b l i o g r a f i a s bibliography of bibliographies BIB estrangeira, b e m como os documentos e m deter-
e ale mesmo como anexo ou suplemento de u m cumentação BIB publicada pelo IBBD, e posteriormen- relaciona bibliografias. A primeira foi publicada por minada língua, publicados em qualquer país. Pode
documento Islas bibliografias são denominadas, te pelo IBICT, que cobriu de 1811 a 1980; continuada A n t o i n e Teissier, e m 1686, em Genebra (baseado ser corrente o u retrospectiva. A n t : bibliografia in-
por alguns autores, bibliografias ocultas. <=> catálo- pela Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação. em K U M ) ; metabibliografia. b. de filmes => filmogra- ternacional. <=> bibliografia internacional, controle
go bibliográfico b. (natureza) types of bibliography Bibliografia Brasileira de Educação BIB publicada fia. b . de mapas cartobibliography, map bibliography bibliográfico, b. oculta =» bibliografia, b. parcial =*
BUI 1 . Os autores que escreveram sobre 'bibliogra- pelo I N E P desde 1954. Bibliografia Brasileira de BIB bibliografia de mapas o u cartas geográficas, b. bibliografia temática, b. periódica => bibliografia cor
fia' ora talam da 'nalure/.a' dessa espécie documen- Energia Nuclear (BIBEN) BIB publicada pelo Centro de de u m autor author bibliography, individual biblio- rente. b. pessoal => bibliografia de u m autor. b. pri-
tária, ora se relerem ao 'género', ora estudam os Informações Nucleares da Comissão Nacional de graphy, personal bibliography BIB inclui todos os tipos mária primary bibliography BIB bibliografia cujas role
'tipos', ora abordam as características; e m todos os Energia Nuclear, de 1972 a 1988. Bibliografia Bra- de documentos sobre u m autor; bibliografia i n d i v i - rências são elaboradas a partir dos próprios dOCU
casos se inserem os nomes mencionados no item 2 sileira áe Engenharia BIB publicada pelo IBICT, de dual. <=> biobibliografia. b. de primeira mão => bibli- mentos;bibliografia de primeira mão. b. prospectiva
bibliografia recomendada biblioteca aberta biblioteca d e depósito
biblioteca
guardadas, ordenadamente, coleções de l i v r o s e intervenção do poder público, b. conventual Is
prospectar bibliograpin/ mu relaciona documentos que histórico e técnico" (NAS); bibliografia histórica,
outras espécies documentárias. 4. I N F n o m e que blioteca de convento, b. cooperante COOperatíng li
serão publicados, b. recomendada recommended bi- b i b l i o l i t i a => biblioclasta.
designa: a) u m conjunto de arquivos; b) u m conjun- brary BIB biblioteca que compartilha seu acervo o u
bliography BIB bibliografia que, apesar de não utiliza- b i b l i o m a n c i a bibliomancy 1. A r t e de adivinhar a
to de programas, rotinas e subprogramas, já testa- atividades com outras bibliotecas, b. corporativa
da pelo autor na preparação de u m documento, me- partir da interpretação do texto de livros sagrados
dos, que p o d e m ser utilizados no processamento, biblioteca empresarial, b. de acesso fechado closed
reço ser conhecida b. regional regional bibliogra- ou oraculares, abertos ao acaso pelo adivinhador.
o biblioteca de programas, b. aberta => biblioteca access, closed stacks BIB biblioteca que não permite o
phy mu relaciona documentos publicados numa re- b i b l i o m a n i a bibliomania, book madness BIB PSI desejo
de livre acesso, b. académica => biblioteca univer- acesso de usuários ao acervo. A n t : biblioteca de
gião geográfica. < :• bibliografia local, bibliografia incontido e exagerado de possuir livros.
sitária, b. afiliada => biblioteca departamental, b. agrí- livre acesso. <=> acesso indireto. b. de acesso livre
municipal, bibliografia nacional, b. retrospectiva re- bibliomática bibliomatics EDIT I N F termo criado em
cola agricultural library BIB biblioteca cujo acervo é às estantes => biblioteca de l i v r e acesso, b. de
trospective bibliography BIB relaciona apenas documen- 1981 p o r Robert L. Baticle. D i s c i p l i n a referente a
especializado e m ciências agrícolas, b. a m b u l a n t e acesso restrito =* biblioteca de acesso fechado, b.
tos de um período passado, b. secundária seconãary todas as intervenções da informática nas áreas da
book automobile, book bus, book van, book wagon, book- de A l e x a n d r i a Alexandria library BIB 1. A maior e
bibliography mu bibliografia cujas referências são escrita, da imagem e do som. Estas formas de ex-
mobile, circulating library, mobile library, travelling mais célebre da Antiguidade. Fundada por Ptolomeu
copiadas de bibliografias primárias; bibliografia de pressão p o d e m ser codificadas. A b r a n g e o trata-
library BIB 1. Biblioteca, o u serviço de u m a bibliote- Filadelfo no início do século m a.C. Entre as cole-
segunda mão. b. seletiva selected bibliography, selective mento o u processamento e a transmissão de docu-
ca pública, que usa veículos equipados com a fina- ções mais valiosas que possuía encontravam-se as
bibliography mu a de itens selecionados segundo mentos, cujo conteúdo é codificado em linguagem
lidade de pôr documentos à disposição de usuários obras que haviam pertencido a Aristóteles. Estima-
critérios predefinidos, tais como o valor, nível, qua- binária.
que, por razões diversas, não têm acesso às própri- se que tenha t i d o u m acervo de mais de 400 m i l
lidade e f i n a l i d a d e ; b i b l i o g r a f i a selecionada. b.
b i b l i o m e t r i a bibliometrics, statistical bibliography BIB as bibliotecas. 2. Caixas onde são colocados livros rolos de papiro. "Sobre ela contam-se muitas len-
linalética enumerative bibliography, signaletic biblio-
COMN 1. Análise quantitativa da comunicação escri- que circulam em residências o u bairros; biblioteca das, pouco se sabe sobre sua história e como ocor-
graphy mu inclui apenas as referências bibliográfi-
ta. 2. "Estudos que buscam quantificar os proces- circulante, biblioteca itinerante, biblioteca volante, reu seu desaparecimento. E provável que, situada
cas, sem anotações. A s referências obedecem a
sos de comunicação escrita" (PRIT). 3. Aplicação de carro-biblioteca, ônibus-biblioteca. b.-base net tender em região sujeita a terremotos e guerras, sua exis-
arranjos diversos, p.ex.: alfabético, classificado, cro-
métodos matemáticos e estatísticos a livros e o u - library, supplying library BIB na rede de bibliotecas tência haja estado sempre sob risco. E geralmente
nológico; bibliografia enumerativa. b. sistemática
tros veículos de comunicação. 4. E m 1934, no Traité participantes do Programa de Comutação Biblio- aceito que no século vn da era cristã ela não mais
systematic bibliography BIB bibliografia cujas referên-
de documentation, Paul Otlet dedicou u m capítulo ao gráfica (COMUT), é a biblioteca que, pela qualidade do existia" (CAMPBI, p. 1). 2. Os bibliotecários de Alexan-
cias estão arranjadas segundo u m esquema de clas-
Le livre et la mesure, Bibliométrie, antecipando-se, as- acervo e infraestrutura de atendimento, provê foto- dria eram gramáticos, poetas e filósofos, p.ex.: Calí-
sificação; bibliografia classificada, bibliografia me-
sim, a Pritchard (PRIT) e sucedendo a E.W. H u l m e cópias de documentos para as bibliotecas solicitan- maco (300-240 a . C ) , A p o l ô n i o de Rodes (295-
lódica, b. técnica => bibliografia especializada, b. te-
(1922) com a sua estatística bibliográfica. Otlet defi- tes, b. biomédica => biblioteca médica, b. B r a i l l e 215 a.C), Aristófanes de Bizâncio (260-181 a.C),
mática partial bibliography, subject bibliography, the-
ne-a como "a parte da bibliologia que trata da medi- Braille collection, Braille library, library for the blind BIB Zenódoto de Efeso (final do século ra a.C). 3. Em
matic bibliography, topical bibliography BIB relaciona
da ou quantidade aplicada aos l i v r o s " ( O T L ) ; bibliote- biblioteca f o r m a d a por documentos escritos e m 1987, o governo do Egito, com o apoio da UNESCO,
documentos sobre u m tópico que pode ser u m a
cometria. <=> análise de citações, cientometria, info- Braille, o alfabeto Braille, b. Carnegie Carnegie li- iniciou a construção da Bibliotheca A l e x a n d r i n a ,
pessoa, local o u assunto; bibliografia de assuntos,
metria. 5. A s principais áreas de pesquisa em biblio- brary Diz-se, genericamente, das 2 509 bibliotecas que foi inaugurada em 2002. b. de aluguel rental
lemas (bibliografia). <=> bibliografia especializada,
metria incluem as leis bibliométricaí (Bradford, Lotka públicas e universitárias construídas, entre 1883 e library BIB biblioteca comum nas décadas de 1920 e
li. textual textual bibliography BIB a que estuda e com-
c Zipf), análise de citações e indicadores de desem- 1929, com d i n h e i r o doado por A n d r e w Carnegie 1930, que cobrava dos usuários pelo empréstimo
para os textos e sua transmissão através de edições
penho de pesquisa, b . aplicada à música => disco- (1835-1919), imigrante escocês que se tornou mag- de livros <=> coleção de aluguel, b. de arte art libra-
sucessivas, a f i m de autenticar seu conteúdo, b.
metria. b . hierárquica hierarchical bibliometn/ BIB C O M N nata da indústria siderúrgica nos EUA. A S bibliotecas ry A R T E BIB biblioteca cujo acervo é especializado
universal general bibliography, universal bibliography,
análise do nível de participação de cada u m dos foram construídas principalmente nos E U A , Reino nas d i v e r s a s á r e a s da arte. b. de assinaturas
WOrld bibliography BIB relaciona documentos sem res-
autores n u m trabalho conjunto de pesquisas, <=> ín- Unido e Canadá, b. central central library ( U K ) , host proprietary library, subscription library BIB biblioteca
trição de assunto ou local de edição; bibliografia
dice proporciométrico de autor. organization, main library (us) BIB 1. A única bibliote- comum nos séculos xvm e xrx, que tinha acervo e
geral. < > bibliografia internacional.
b i b l i o p o l a => livreiro. ca de u m campus universitário. 2. A biblioteca p r i n - manutenção custeados por pessoas que compra-
bibliógrafo bibliographer BIB pessoa que compila bibliopsicologia bibliopsychology BIB PSI área que "es- cipal que funciona como núcleo administrativo de vam quotas; portanto, seus usuários eram os propri-
bibliografia, b. especializado area bibliographer, area tuda os l i v r o s , leitores e autores e suas relações um sistema de bibliotecas, onde se efetua o proces- etários o u s ó c i o s que p a g a v a m a n u i d a d e para
tpecialill um bibliotecário o u outro profissional i n - mútuas" (HARR). O termo foi criado pelo russo Nikolai samento técnico dos itens das coleções e que pode frequentar suas instalações, b. de audiovisuais audio-
cumbido de selecionar documentos sobre u m a área Rubakin (1862-1946), fundador dessa disciplina. abrigar algumas coleções, como as de referência visual library B I B C O M N biblioteca cujo acervo pre-
gCOgráfiCB ou assunto. geral ou outras pouco utilizadas nas sucursais, b. ponderante é formado por materiais audiovisuais
b i b l i o t e c a library BIB 1. Coleção de material i m -
central d e p a r t a m e n t a l i z a d a departmental library, (imagem e som), b. de aula => coleção de sala de
Bibliographic Classification (BC) => Classificação presso ou manuscrito, ordenado e organizado com
ilepartmentalized library BIB biblioteca onde o acervo aula. b. de botânica botany library BIB biblioteca cujo
llibliográlica (no). o propósito de estudo e pesquisa o u de leitura geral
está fisicamente separado por assunto, b. cibernéti- acervo é especializado em botânica, em geral v i n -
Bibliographic Retrieval Service (BRS) Banco de da- ou ambos. Muitas bibliotecas também incluem co-
ca => biblioteca digital. B. Científica Eletrônica em culada a u m a instituição de ensino superior, jardim
dos b i b l i o g r á f i c o s dos E U A . leções de filmes, microfilmes, discos, vídeos e se-
Linha => Scientifie Electronic Library Online (SCIELO). botânico ou arboreto, b. de b r i n q u e d o s => brinque-
Bibllographical Society of America Fundada em melhantes que escapam à expressão 'material ma-
b. circulante => biblioteca ambulante. B. Comple- doteca. b. de cárcere => biblioteca de prisão, b. de
L904> nos M I A , para promover a pesquisa bibliográ- nuscrito o u impresso'. 2. "Coleção organizada de
mentar de Engenharia (BICENGE) Projeto criado pelo centro penitenciário => biblioteca de prisão, b. de
lica e publicações sobre esse tema. registros da informação, assim como os serviços e
bibliotecário A l f r e d o Américo Hamar, que tinha centro universitário => biblioteca universitária, b.
hibliol.ilri.i hihliolulry BIB w:i, adoração exagerada respectivo pessoal, que têm a atribuição de forne-
por objetivo o d e s e n v o l v i m e n t o de u m a grande de classe => coleção de sala de aula. b. de consulta
aos livros; adoração da Bíblia. cer e interpretar esses registros, a f i m de atender às
biblioteca com acervo nas diversas áreas da enge- => coleção de referência, b. de convento convenl
bibliologia bibllology, hislorical bibliography, mate- necessidades de informação, pesquisa, educação e
nharia, b. comunitária community library BIB bibliote- library BIB biblioteca localizada em u m convento ou
rial bibliography mu l . l lonjuntO das ciências e técni- recreação de seus usuários. Neste contexto, a pala-
ca pública que provê serviços de referência e de casa religiosa; biblioteca conventual, b. de depóli
cas que se ocupam do livro e da escrita. 2. "Parte da vra biblioteca abrange os objetivos e funções de
empréstimo, aconselhamento e outros serviços a to deposit library BIB biblioteca pertencente a um sis
documentologia q u e estuda o livro sob todos os outros tipos de serviços de informação, que seriam
uma comunidade específica. 2. Biblioteca pública tema, cuja missão principal é guardar obras antigas
seus aspeitos. Compreende a bibliotecnia, a biblio- qualificados como centros de documentação, ser-
criada e mantida por iniciativa da comunidade, sem não mais utilizadas pelas outras bibliotecas, < > blbll
grafia e a biblioteconomia" ( I U N ) . 3. "Parte da bibli- viços de informação, unidades de informação, en-
ografia que estuda e m geral o livro em seu aspecto tre outros" (ICNB, p. vii). 3. Sala o u prédio onde são

49
biblioteca de depósito legal Biblioteca Digital de Teses biblioteca diocesana b i b l i o t e c a I U U N I I til

oteca depositária, b. de depósito legal => biblioteca nica polytechnic library BIB EDU biblioteca pertencente Visa disponibilizar o conteúdo integral das teses e níveis de governo (federal, estadual o u municipal)
nacional, depósito legal, direito autoral, b. de direi- a uma universidade politécnica; é c o m u m nos paí- o biblioteca estadual, biblioteca municipal. I>. gr.i
dissertações d e f e n d i d a s nessa u n i v e r s i d a d e , b.
to > biblioteca jurídica, b. de empresa => biblioteca ses europeus, b. de vídeos => videoteca, b. de- diocesana => biblioteca eclesiástica, b. distrital =* tuita free library BIB a que não cobra pelos serviços c
empresiiri.il. b. de empréstimo circulation library, monstrativa demonstration library BIB biblioteca o u biblioteca regional. B. do Congresso => Library of produtos. <=> biblioteca pública, b. híbrida gutexvuy
lending library mu permite aos usuários levar para setor de u m a biblioteca criada c o m o objetivo de Congress. b. do condado =} biblioteca municipal, b. library, hybrid library BIB no Reino U n i d o , designa
consulta domiciliar, por período determinado, do- testar novas técnicas, serviços ou materiais, p.ex.: a do distrito => biblioteca regional. B. do Museu Bri- uma biblioteca convencional que também oferece
cumentos do seu acervo, b. de escola => biblioteca Biblioteca Demonstrativa de Brasília, criada pelo tânico => British M u s e u m Library. b. do futuro produtos e serviços informacionais eletrônicos ou
escolar; b. de estante aberta => biblioteca de livre extinto Instituto Nacional do L i v r o para servir de biblioteca digital, b. doméstica => biblioteca priva- de acesso em linha. <=> biblioteca digital, b. hospita-
acesso; b. do faculdade => biblioteca universitária; m o d e l o de biblioteca pública, b. d e p a r t a m e n t a l da, b. eclesiástica church library, ecclesiastical libra- lar hospital library, patient library, teaching hospital
b. de filmes > cinemateca; b. de fitas => fitoteca; b . affiliated library, branch library, departmental library, ry, religious library biblioteca pertencente a uma igre- library BIB M E D biblioteca existente em hospital para
de fotografias > fototeca; b. de hospital => bibliote- division library BIB biblioteca geralmente com acer- ja o u ordem eclesiástica, b. eletrônica electronic li- atender à necessidade de leitura dos pacientes e do
ca hospitalar; b. de igreja => biblioteca eclesiástica; vo especializado sobre u m assunto, localizada n u m brary, library without walls BIB INF biblioteca que pro- pessoal especializado. Em algumas também são en-
b. de imagens > iconoteca; b. de indústria => bibli- vê acesso não somente ao seu próprio acervo mas contrados livros e periódicos de medicina. <=> bibli-
instituto, faculdade ou departamento, o biblioteca
oteca Industrial; b. de instituição de ensino superior também, por meio de redes eletrônicas, a outros oteca médica, b. industrial factory library, industrial
universitária, b. departamental situada em centro
:• biblioteca universitária; b. de investigação => b i - tipos de documentos e serviços providos p o r o u - library BIB biblioteca vinculada a uma empresa indus-
comercial storefront library BIB biblioteca pública lo-
blioteca de pesquisa, b. de j a r d i m de infância tras bibliotecas. E vista como uma biblioteca fisica- trial, b. infantil children's library BIB biblioteca cujo
calizada em área comercial da cidade ou n u m cen-
kindergarten library BIB EDU biblioteca escolar locali- mente identificável, mas que não possui material acervo é especializado em livros e outros tipos de
tro comercial, b. departamentalizada => biblioteca
zada num jardim de infância. <=> biblioteca escolar, impresso e que faz parte de uma biblioteca digital. documentos voltados para crianças e que também
central departamentalizada. b. depositária deposít li-
biblioteca infantil, b. de jogos => brinquedoteca. b. pode incluir salas para jogos e brinquedos, o brin-
brary, depository library BIB biblioteca à qual são envi- 0 biblioteca digital, biblioteca virtual, b. empresa-
de livre acesso access to the stacks, free access, open quedoteca, coleção infantil, b. itinerante => biblio-
adas, gratuitamente, as publicações editadas por rial business library, commercial library, company li-
iCetSS library, open access shelves, open reserve, open teca ambulante, b. jurídica law library BIB biblioteca
outras bibliotecas, por entidades oficiais/governa- brary, corporate library, Corporation library BIB biblio-
Shelves, open stacks BIB biblioteca que põe os docu- especializada em ciências jurídicas, b. juvenil júnior
mentais e p o r organismos internacionais. <=> cole- teca ligada a empresa pública ou privada, para aten-
mentos à disposição dos usuários, sem necessida- department, júnior library, juvenile collection, juvenile
ção depositada, b. depositária de patentes e mar- der às necessidades informacionais e documentári-
de de intermediários. A n t : b. de acesso fechado. department, juvenile library, teens library, young adult
cas patent and trademark depository library BIB nos EUA, as da organização, b. enciclopédica general library,
Naturalmente, há setores, como o de obras raras, library, youth library BIB a que atende a adolescentes,
biblioteca escolhida pelo Patent a n d Trademark universal library BIB a que tenta englobar todas as
Cuja coleção se encontra em sala especial, de aces- b. legislativa parliamentary library BIB biblioteca es-
Office para receber, armazenar e d i f u n d i r cópias de áreas do conhecimento, p.ex.: bibliotecas centrais
so restrito; biblioteca aberta, l i v r e acesso, b. de pecializada vinculada a u m órgão legislativo (parla-
patentes e marcas, b.-depósito <^> depósito (2). b. universitárias. <=> biblioteca central, b. escolar school
mapas => mapoteca. b. de medicina => biblioteca mento, senado, câmara dos deputados, assembleia
d i g i t a l cyber-library, cyberlibrary, digital library, d- library, school library media center BIB EDU a que está
médica, b. de minoria étnica ethnic library BIB biblio- legislativa o u câmara de vereadores); biblioteca par-
lib, electronic text center, paperless library BIB I N F INTERN 1. ligada a estabelecimento de ensino, fundamental o u
teca cujo acervo é especializado nos assuntos rela- lamentar. B. Mário de Andrade Fundada em 1926 a
Biblioteca que armazena documentos e i n f o r m a - médio, destinada a alunos e professores. <=> cole-
cionados com u m a m i n o r i a étnica, b. de missão partir do acervo da Câmara Municipal de São Pau-
ções em f o r m a digital em sistema automatizado, ção de sala de aula, centro de recursos pedagógi-
uiission library BIB biblioteca vinculada a u m a missão lo, localizava-se na rua Sete de A b r i l . E m 1941, foi
geralmente e m rede, que pode ser consultado a cos, b. especializada special library, specialized libra-
religiosa, b. de museu museum library BIB biblioteca transferida para o atual edifício na rua da Consola-
partir de terminais remotos. 2. Proporciona o "aces- ry, technical library BIB 1 . Biblioteca organizada so-
especializada (<=>) mantida por u m museu, portanto ção, projetado durante a administração de Rubens
bre disciplinas o u áreas específicas do conheci-
so em linha, não somente a catálogos, mas também Borba de M o r a e s . E m 1960 recebeu o n o m e do
Seu acervo diz respeito às áreas temáticas do m u - mento; biblioteca especial. «• centro de documen-
a u m a grande variedade de recursos eletrônicos escritor Mário de Andrade, primeiro diretor do De-
seu, b. de música =s> biblioteca musical, b. de parla- tação. 2. Biblioteca organizada para certas categori-
existentes na própria biblioteca o u fora, como, p.ex., partamento de C u l t u r a (1935-1938) da cidade de
mento > biblioteca legislativa, b. de penitenciária as de usuários, tais como pessoas com necessida-
índices e resumos bibliográficos, bases e bancos São Paulo. Seus primeiros diretores foram: Adelpha
des especiais, pacientes e internos de estabeleci-
:• biblioteca de prisão, b. de pesquisa leamed libra- de dados, sistemas de CD-ROM, entrega de documen- de F i g u e i r e d o , Rubens Borba de M o r a e s (1935-
mentos correcionais. b. estadual provincial library,
ry, rescurch collection, research library, scholarly libra- tos, jornais eletrônicos, bases de dados de i m a - 1943) e Sérgio M i l l i e t (1943-1959). Possui o se-
provincial public library, state library BIB biblioteca
ry mu biblioteca que possui acervo exaustivo sobre gens" (CAVD, p. 91). 3. "Abiblioteca digital seria aquela gundo mais importante acervo documental do país,
pública mantida p o r u m estado o u província. B.
determinado assunto. Muitas vezes se c o n f u n d e cujos documentos se apresentassem - todos - sob com mais de três milhões de peças. Publica: Revista
Estadual Presidente Castelo Criada na administra-
com a biblioteca universitária (<=>). b . de prisão a forma de dígitos, em vez de quantidades físicas da Biblioteca Mário de Andrade, b. médica biomedical
ção do conde da Boa Vista, em 1841, mas só f o i
coi leclioual library, jail library, prison library BIB bibli- variáveis, quer dizer analógicas" (idem, p . 91). <=> library, health library, health science library, medicai
inaugurada, na sala de desenho do Liceu Pernam-
oteca existente em penitenciária, para atender aos biblioteca eletrônica, digitalização. 4. Combinação library BIB M E D biblioteca especializada em ciências
bucano, em Recife, em 5/5/1852. Passou por várias
IntemOl, b. de programas library of programs, library de u m a coleção de objetos digitais (repositório), biomédicas, b. metropolitana => biblioteca munici-
mudanças até 1975, quando ocupou prédio próprio
program. library routine INF conjunto das rotinas de descrições desses objetos (metadados), o conjun- pal, b. militar military library BIB a que é mantida por
no parque 13 de M a i o no bairro de Santo A m a r o . b.
um sistema informático, b. de referência => coleção to de usuários e os sistemas que oferecem vários unidade militar, no âmbito federal, estadual ou m u n i -
étnica => biblioteca de m i n o r i a étnica, b. experi-
de relereiic ia. b. de sala de aula coleção de sala serviços, como captação, indexação, catalogação, cipal, b. ministerial ministerial library BIB biblioteca
mental => biblioteca demonstrativa, b. familiar =>
de aula. b. de saúde > biblioteca médica, b. de vinculada a u m ministério. <=> biblioteca governa-
busca, recuperação, provisão, arquivamento e pre- biblioteca privada, b. federal federal library BIB termo
sindicato Irailc uiiiou library, union library BIB biblio- mental, b. monástica monastic library BIB biblioteca
servação de dados o u informações. B. D i g i t a l Bra- utilizado nos EUA para designar as bibliotecas manti-
teca vinculada a u m sindicato, patronal o u de em- vinculada a u m mosteiro, b. móvel => biblioteca am-
sileira (BDB) Projeto do IBICT que almeja tornar dispo- das pelo governo federal, p.ex.: a Library of Con-
pregados, b. de uma pessoa one-person library, single- bulante, b. multimídia => centro de multimídia. b.
níveis, em u m portal na internet, documentos e i n - gress, a National Agricultural Library e a National
staff practitioner, solo libraram mu diz-se da biblioteca municipal city library, county library, municipal libra
formações das áreas de ciência e tecnologia. B.
onde trabalha u m único profissional, eventualmen-
D i g i t a l da U N I C A M P Criada na Universidade Estadual 1 .ibrary of Medicine, b. filial => biblioteca departa- ry, town library, township library, urbnn library mu
te com o apoio de u m mínimo de auxiliares; situa-
de C a m p i n a s , e m 8/11/2001, c o m o o b j e t i v o de mental, b. geral => biblioteca enciclopédica, b. go- biblioteca pública que atende a u m município e q u e
ção c o m u m em bibliotecas especializadas o u pe-
disponibilizar a produção científica e intelectual da vernamental government library BIB termo genérico, pode i n c l u i r o a r q u i v o público, b. musical muíic
quenas bibliotecas públicas, b. de universidade =>
universidade, em formato digital. B. D i g i t a l de Te- que engloba vários tipos de bibliotecas vinculadas library BIB a que é especializada em música e músl
biblioteca universitária, b. de universidade politéc-
ses e Dissertações da Universidade de São Paulo a u m organismo gover namental de u m dos três
biblioteca nacional Biblioteca Pública Estadual
Biblioteca Pública Governador b i b l i o t c c . i i i o . i n . i l i .1 -i

cos, podendo incluir partituras musicais, livros, pe- formada pelos documentos pessoais do antigo pre-
ra. A sede atual foi construída na praça da Liberda- trabalhavam no palácio papal. Km 1455, o acervo
riódicos, gravações musicais c obras de referên- sidente de u m país, bem como os documentos ofi-
de, em Belo H o r i z o n t e , tendo sido projetada p o r atingia cerca de 1 200 obras e, em 1481, quando Ini
cia. < > discoteca, b. nacional national library BIB 1 . A ciais pertinentes ao seu período de mandato. Essa
Oscar Niemeyer. E m 1994, passou a coordenar o elaborado o p r i m e i r o catálogo manuscrito, já alin
que e responsável pela aquisição e conservação tradição foi iniciada nos EUA, que possui bibliotecas
Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas M u n i c i - gia cerca de 3 500 obras. Desde o início, o acervo
de exemplares dos documentos publicados no país. presidenciais que r e m o n t a m à administração de
pais. B. Pública Governador Menezes Pimentel Cri- era formado p o r obras religiosas e de ficção, nota
A lei d o deposito legal é, em vários países, u m dos Herbert H o o v e r (1929-1933). N o Brasil iniciou-se
ada em 25/3/1867 c o m o Biblioteca P r o v i n c i a l d o damente os clássicos gregos e latinos. Na Renas
Catorei d e enriquecimento dos acervos desse tipo m o v i m e n t o similar, sendo a mais conhecida a do
Ceará, está hoje integrada arquitetonicamente ao cença, transformou-se n u m grande centro de estu-
de biblioteca. 2. Entre as funções que desempenha ex-presidente José Sarney, em São Luís, M A . b. p r i n -
Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza. Co- dos clássicos, b. virtual library without walls, virtual
podem sei mencionadas: a) compilar e publicar a cipal => biblioteca central, b. privada private library
ordena o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas electronic library, virtual library BIB INF 1. Acervo i n -
bibliografia nacional corrente e bibliografias retros- BIB biblioteca mantida por u m indivíduo o u organi-
do Ceará, f o r m a d o p o r 184 bibliotecas públicas formacional eletrônico que pode ser acessado, de-
pectivas, b) manter coleções de d o c u m e n t o s so- zação e destinada para uso próprio. A n t : biblioteca
municipais, b. pública municipal => biblioteca m u n i - forma remota, e que está hospedado em diversos
bre o pais, c) aluar como centro nacional de infor- pública, b. p r o v i n c i a l => biblioteca estadual, b. públi-
cipal, b.-quiosque kiosk library BIB pequena bibliote- computadores. <=> biblioteca digital. 2. Esse tipo de
mação bibliográfica; d) organizar e manter os catá- ca municipal public library, popular library, public li-
ca pública o u u n i d a d e de u m a rede de bibliotecas biblioteca " n ã o implica localização física, seja para
lOgOI COletivOS nacionais. B. Nacional ( B N ) Teve brary BIB a que é posta à disposição da coletividade
públicas instalada n u m quiosque. <=> biblioteca pú- o usuário final, seja para a fonte. O usuário pode
•Ul gem na Real Biblioteca portuguesa, que che- de uma região, município o u estado, e que é finan-
blica, b. real royal library BIB biblioteca criada por u m acessar a informação a partir de qualquer ponto e a
g o u .10 brasil em 1810, dois anos depois da vinda ciada p r i n c i p a l m e n t e por dotações governamen-
monarca ou que atende a u m a dinastia, b. regional informação pode estar em qualquer lugar. Há u m
d o príncipe regente D . João. Foi aberta ao público tais. <=> biblioteca municipal. B. Pública Benedito
district library, regional branch, regional library BIB b i - sentido de aleatoriedade, pois é irrelevante para o
e m 1814, q u a n d o ocupava o hospital da O r d e m Leite E a biblioteca pública do estado do Maranhão,
blioteca, pública o u escolar, que presta serviços a usuário saber onde a informação é m a n t i d a " (ROW02,
terceira do Carmo (na atual rua do Carmo, no Rio em São Luís. Fundada em 29/9/1829, sua abertura
uma região o u distrito, isolada ou vinculada a u m a p. 21). O termo biblioteca digital é mais apropriado,
de laneiro). O acervo i n i c i a l f o i constituído p o r ao público ocorreu em 3/5/ 1831. E m 29/1/1951,
rede de bibliotecas. <=> biblioteca municipal. B. Re- pois o termo ' v i r t u a l ' (emprestado da realidade vir-
livros da Real Biblioteca do Palácio da A j u d a , do passou a ocupar a sede atual. B. Pública da Bahia
gional de Medicina => Centro Latino-Americano e tual) pode sugerir que o uso deste tipo de bibliote-
Infantado, do Palácio das Necessidades e da Cole- Inaugurada em 4/8/1811, é considerada a primeira
do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. b. ca não seja o mesmo de u m ente real, quando, de
ção Barbosa Machado. Após a Independência, m u - biblioteca pública do Brasil. Sua origem remonta a
religiosa => biblioteca eclesiástica, b. rural rural li- fato, a experiência de leitura e visualização de u m
dou o nome para Biblioteca Imperial e Pública, e, pedido, encaminhado em 5/2/1811, por Pedro Go-
brary BIB biblioteca que atende a uma população resi- documento na tela do computador pode ser, quali-
em 1825, foi formalizada a aquisição dos volumes mes Ferrão de Castelo Branco ao conde dos A r -
dente em zona rural. <=> biblioteca pública, bibliote- tativamente, diferente da leitura dessa mesma publi-
trazidos pela coroa portuguesa. Em 1858 a bibliote- cos, governador da capitania da Bahia, solicitando a
ca ambulante, b. senatorial => biblioteca legislativa, cação em f o r m a impressa; porém, o conteúdo da
ca foi transferida para u m prédio na rua d o Passeio. aprovação d o plano para a sua fundação. B. Pública
b. setorial => biblioteca departamental, b. sindical => informação permanece igual, independentemente
Com a Proclamação da República, em 1889, passou do Estado d o R i o Grande do S u l Criada por lei
biblioteca de sindicato, b. sobre rodas => biblioteca do formato d o documento, o biblioteca digital. B.
a se denominar Biblioteca Nacional. O atual edifí- provincial de 1871, só foi instalada e m 1877, sob a
ambulante, b. solicitante borrowing library, requesting Virtual do Estudante Brasileiro (BibVirt) Biblioteca
cio, que lhe serve de sede na avenida Rio Branco, forma de gabinete de leitura. Depois funcionou na
library BIB no Programa de Comutação Bibliográfica digital, m a n t i d a pelo projeto Escola d o Futuro da
foi inaugurado em 1910. É responsável pelo depó- antiga Escola N o r m a l . Em 29/9/1922 f o i transferida
( C O M U T ) , refere-se à biblioteca que adquire, junto às Universidade de São Paulo, que disponibiliza re-
sito legal e pela bibliografia brasileira; é a maior para o prédio definitivo. B. Pública d o Estado de
bibliotecas-base, fotocópias de documentos inexis- cursos educacionais e informacionais para profes-
biblioteca do país. E m 1990, sua estrutura organiza- Santa Catarina Criada em 31/5/1854 foi inaugurada
tentes em seu acervo. <=> biblioteca-base. b. sonora sores e estudantes, b. volante => biblioteca ambulante.
cional foi alterada quando foi instituída, no âmbito em 9/1/1855 na cidade de Nossa Senhora do Des-
=> arquivo sonoro, b. sucursal branch library, libra-
do Ministério da C u l t u r a , a Fundação Biblioteca terro, hoje Florianópolis. É subordinada à Funda- bibliotecário cybrarian, librarian BIB 1. Profissional
ry outlet BIB a que pertence a uma rede de bibliotecas,
Nacional. Pelo estatuto aprovado pelo decreto n° 5 ção Catarinense de Cultura. B. Pública do Estado que tem a seu cargo a direção, conservação, orga-
o biblioteca pública, biblioteca departamental, b. téc-
038, de 7/4/2004, ela é o órgão responsável pela do Rio de Janeiro Criada em 15/3/1873, como Bibli- nização e funcionamento de bibliotecas. 2. Profis-
nica => biblioteca especializada, b. universal => b i -
execução da política governamental de recolhimen- oteca M u n i c i p a l do Rio de Janeiro. Em 1891, com a sional que: a) desempenha funções técnicas o u ad-
blioteca enciclopédica, b. universitária academic li-
to, guarda e preservação da produção intelectual criação d o D i s t r i t o Federal, passou a se chamar ministrativas em bibliotecas; b) lida com documen-
brary, college library, tertiary library, university library
d u pais, ( ) Dia da Biblioteca Nacional é comemora- Biblioteca M u n i c i p a l do Distrito Federal. Em 14/6/ tos de todos os tipos (p.ex.: livros, periódicos, rela-
BIB 1 . A que é mantida por u m a instituição de ensino
do em I I de maio. b. para cegos =>biblioteca Braille, 1960, com a mudança do Distrito Federal para Bra- tórios, materiais não-impressos) c o m base na es-
superior e que atende às necessidades de informa-
b, para crianças => biblioteca infantil, b. para estu- sília, e a criação do estado da Guanabara, recebeu o pecificação de seu conteúdo temático e a serviço
ção dos corpos docente, discente e administrativo,
dante de graduação undergraduate library BIB biblio- nome de Biblioteca Estadual da Guanabara e, em de u m a variedade de usuários, desde crianças até
tanto para apoiar as atividades de ensino, quanto de
lei.i universitária <=> voltada para atendimento de 1975, após a fusão dos estados da Guanabara e do cientistas e pesquisadores. 3. N o Brasil, a designa-
pesquisa e extensão. Pode ser uma única biblioteca
estudantes de cursos de graduação, b . para estu- Rio de Janeiro, passou a denominar-se Biblioteca ção de bibliotecário é privativa dos bacharéis em
o u várias organizadas como sistema o u rede. 2.
dante» de pós-graduação graduate library BIB biblio- Estadual d o Rio de Janeiro. Em 12/3/1987, foi inau- b i b l i o t e c o n o m i a nos termos da l e i n° 4 084, de
Nos EUA, "biblioteca criada, mantida e administrada
teca universitária < > voltada para atendimento a do- gurado o atual prédio, sendo rebatizada Biblioteca 30/6/1962. Para o exercício profissional é necessá-
por u m a faculdade (college) para suprir as necessida-
centes e alunos de cursos de p ó s - g r a d u a ç ã o . b . Pública do Estado do Rio de Janeiro; e m 4/7/1990 rio que o bibliotecário esteja registrado no conse-
des de informação dos professores e estudantes,
pai lamentai •: :• biblioteca legislativa, b. paroquial seu nome foi alterado para Biblioteca Estadual Cel- lho de b i b l i o t e c o n o m i a da região onde trabalha.
bem como manter programas educacionais de pes-
bray library, purisli library, parochial library BIB biblio- so Kelly, na ocasião em que f o i criado, também, o Essa lei f o i regulamentada pelo decreto-lei n° 56
quisa e extensão" (YOU, p . 50). b. universitária de
teca vinculada a u n i a igreja ou paróquia. <=> bibliote- Sistema Estadual de Bibliotecas. B. Pública do Pa- 725, de 16/8/1965. E m 26/6/1998, a l e i n° 9 674
pesquisa university research library BIB a que participa
ca eclesiástica, b. penitenciária => biblioteca de p r i - raná Criada em 7/3/1857, foi instalada na atual sede i n t r o d u z i u alterações na lei anterior. 4. C o m o ad-
de uma rede de u m a biblioteca universitária e que
são, b. pessoal home collccliou, home library, personal em 19/12/1954, como parte das comemorações do vento da internet e com o enorme progresso das
possui acervo c o m p l e t o sobre u m d e t e r m i n a d o
colletlion, personal library BIB biblioteca o u acervo centenário da emancipação política d o estado. Seu bibliotecas digitais, apareceu na literatura em língua
assunto. O t e r m o é m a i s u t i l i z a d o nos p a í s e s
pertencente a u m indivíduo, o a r q u i v o pessoal, acervo abrange documentos relacionados com os inglesa o t e r m o cybrarian (bibliotecário cibernéti-
anglofônicos. <=> biblioteca universitária, b. urbana
biblioteca privada, b.-piloto > biblioteca demons- diversos p o v o s que colonizaram o estado. B. Pú- co <=>), para indicar aquele que trabalha com essas
=> biblioteca m u n i c i p a l . B. Vaticana Criada no sé-
trativa, b. popular > biblioteca pública, b. presiden- blica Estadual L u i z de Bessa Criada em 1954, pelo novas tecnologias, b. académico =* bibliotecário
culo xv pelo papa Nicolau n, inicialmente destinava-
cial prcsidential library uni biblioteca especializada então governador Juscelino Kubitschek de Olivei- universitário, b. analista library system unulysl, tyttt
se a ser utilizada pelos sacerdotes e estudiosos que
ms librarian BIB o responsável pelo rieseuvolviínen

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bibliotecário assistente bibliotecário referencista bibliotecário regional llin I lec

to e manutenção do setor de automação da bibliote- bibliotecário de referência, b. regional district libra- cimentos profissionais relativos às bibliotecas e aos
o que trabalha n u m a biblioteca médica. <=> bibliote-
ca. Pode incluir, entre outras, atividades relaciona- rian BIB em biblioteca o u rede de bibliotecas públi- documentos em bibliotecas universitárias d e pes
cário de área médica, b . de biblioteca pública public
das com o catálogo automatizado, bases e bancos cas, diz-se do cargo de bibliotecário responsável quisa. biblioteca de pesquisa, b. especializada
librarian BIB o que trabalha em biblioteca pública ou
de dados, recursos eletrônicos e páginas Web. <=> por uma região, distrito o u bairro, b. universitário em biblioteca escolar school librariausliip mu conjun
numa rede de bibliotecas públicas, b. de biblioteca
analista de sistema, b. assistente assistant librarian academic librarian, university librarian BIB O que tra- to dos conhecimentos profissionais relativos às bi
universitária => bibliotecário universitário, b . de cir-
um cargo inicial da carreira de bibliotecário, especi- balha ou dirige u m a biblioteca universitária. bliotecas e aos documentos em áreas da educação
culação => bibliotecário de empréstimo, bibliotecá-
almente em u n i v e r s i d a d e onde ocupe cargo d o - Bibliotechno-Bibliograficheskaia Klassifikatsiia => fundamental e média. « biblioteca escolar, b. espe-
rio de consulta => bibliotecário de referência, b . de
cente (baseado em AYA, p. 17). b. catalogador => Classificação Bibliográfica para Bibliotecas. cializada em b i b l i o t e c a universitária academic li-
crianças children's librarian BIB O especializado em
calalogador. b.-chefe chief librarian BIB O responsá- b i b l i o t e c n i a book design 1. " C o r p o de técnicas e brarianship, college librarianship BIB conjunto dos co-
produtos e serviços para crianças. <=> bibliotecário
vel pela gerência de uma biblioteca o u de u m setor de conhecimentos relacionados com a p r o d u ç ã o nhecimentos profissionais relativos às bibliotecas e
de biblioteca infantil, b . de empréstimo lending li-
da biblioteca. < > diretor da biblioteca, b. cibernético do livro, do ponto de vista dos elementos materiais aos documentos em áreas da biblioteca universitária
brarian BIB o que trabalha no setor de empréstimo ou
cybci librarian, cybrarian, digitarian BIB o que trabalha que o suportam (folhas, cartões, peles, linha, cola) ( o ) , b . jurídica law librarianship BIB conjunto dos
circulação, b . de hemeroteca => bibliotecário de
m i m a biblioteca d i g i t a l ou utiliza os recursos da e dos elementos materiais que feiçoam sua repre- conhecimentos profissionais relativos às bibliote-
periódicos, b . de meios audiovisuais => bibliotecá-
Internei Na prática, o bibliotecário utiliza, cada vez sentação simbólica (tintas, furos, cores, manchas, cas e aos documentos em áreas das ciências jurídi-
rio de multimeios. b. de mapoteca map librarian BIB
m.a-., OS modernos recursos informacionais, hos- medidas, formatos, ilustrações)" (HOUD). 2. Parte da cas. <=> biblioteca jurídica.
o que trabalha na mapoteca de u m a biblioteca, b. de
pedados ou não na internet. A s s i m , é preferível multimeios library media specialist BIB o que trabalha b i b l i o l o g i a que estuda as técnicas de p r o d u ç ã o biblioteconomista => bibliotecário.
continuar a utilizar o termo bibliotecário (<=>) pois no setor de m u l t i m e i o s de u m a biblioteca, b. de artesanal do livro. <=$ editoração. bibliotecônomo => bibliotecário.
esse especialista está incorporando, com rapidez, obras raras rare book librarian BIB o que trabalha no bibliotecometria => bibliometria. biblioterapia bibliotherapy BIB M E D PSI "utilização de
astecnologiasde informação na rotina profissional, setor de obras raras de uma biblioteca, b. de perió- b i b l i o t e c o n o m i a (abrev: BIB) librarianship, library livros e outros materiais de leitura em programas
b. classificador => classificador, b. com status do- dicos seriais librarian BIB O que trabalha no setor de science BIB 1. Parte da bibliologia que trata das ativida- de leitura direcionada e planejada para auxiliar no
cente library faculty BIB E D U nos EUA, relativo a biblio- periódicos, b . de preservação preservation librarian des relativas à organização, administração, legisla- tratamento de problemas mentais e emocionais, bem
tecários empregados n u m a instituição de ensino BIB o que trabalha no setor de preservação (<£=>) de ção e regulamentação das bibliotecas. 2. Conheci- como desajustes sociais" ( Y O U , p . 23).
superior, que possuem o status académico, b. cre- uma biblioteca, b . de prisão prison librarian BIB o que mento e prática da organização de documentos em Bibliothèque Nationale de France (BNF) Localiza-
denciado chartered librarian BIB O que passou por trabalha em biblioteca de prisão (<=>). b. de referên- bibliotecas, tendo por finalidade sua utilização. 2.1 da em Paris, teve início em 1368, q u a n d o o rei
treinamento e c u m p r i u as tarefas legais inerentes ao cia reference librarian, research librarian, subject speci- Responde aos problemas suscitados: pelos acer- Carlos v d o o u sua biblioteca particular. Começou a
exercício profissional. N o Reino U n i d o , refere-se alist BIB O que se ocupa da ajuda intelectual aos usu- vos (formação, desenvolvimento, classificação, ca- crescer a partir de 1537, quando o rei Luís xi estabe-
.10 bibliotecário que foi aprovado nos testes da L i - ários, com a finalidade de lhes proporcionar o apro- talogação, conservação); pela própria biblioteca leceu o depósito legal. Em 1994, transferiu-se para
brary Association, atual Chartered Institute of Libra- veitamento racional e metódico dos recursos i n - como serviço o r g a n i z a d o (regulamento, pessoal, u m moderno prédio.
ry and I n f o r m a t i o n Professionals, e obteve o seu formacionais da biblioteca; bibliotecário de consul- contabilidade, local, mobiliário), e pelos leitores, Biblos Periódico editado desde 1982 pelo Depar-
registro legal. <=> registro de bibliotecário, b. de ta, bibliotecário referencista. b. de serviços comuni- os usuários (deveres recíprocos do pessoal e d o tamento de Biblioteconomia da Fundação Universi-
aquisição acquisitíon librarian, orders librarian BIB o tários community services librarian, social librarian BIB público, acesso aos l i v r o s , e m p r é s t i m o ) " (LEC, p . dade Federal do Rio Grande (RS).
responsável pelas atividades de incorporação de o que t r a b a l h a o u gerência o setor de serviços 14-15). 3. Conjunto dos conhecimentos profissio- B i b V i r t Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro.
novos itens ao acervo, mediante compra, doação voltados para a comunidade, o biblioteca comuni- nais referentes aos documentos, aos livros e à b i b l i - B I C E N G E Biblioteca Complementar de Engenharia.
n u intercâmbio, b. de área médica biomedical libra- tária, b. de serviços de educação do usuário instruction oteca. <=> ciência da informação, documentação. 4. bilhete note A R Q carta ou mensagem breve, escrita
nau. medicai librarian BIB o que trabalha em bibliote- librarian BIB o que, geralmente v i n c u l a d o ao servi- "Distingue-se da arquivologia (<=>) e da museologia sem formalidade.
ca especializada nas áreas biomédicas, o bibliote- ço de referência, realiza atividades relacionadas com (<=>) pela natureza do seu objeto: nos arquivos, do-
bilíngue bilingual ARQ BIB diz-se do que é escrito em
1 .um de biblioteca médica, b. de arte art librarian BIB o treinamento o u educação do usuário (<=i>). Essas cumentos textuais e visuais [documentos em m u l t i -
duas línguas; de quem se expressa em duas línguas.
0 q U l trabalha em biblioteca de arte. b. de bairro => atividades p o d e m i n c l u i r o uso da biblioteca o u meios] e dos quais existem exemplares únicos; nos
bill of materiais function I N T E R N e m comércio
bibliotecário regional, b. de biblioteca agrícola busca e recuperação da informação. <=> bibliotecá- museus, documentos visuais [bidimensionais e t r i -
eletrônico, capacidade de apresentar listas predefi-
rio de referência, serviço de referência, b . de servi- dimensionais] dos quais também existem documen-
nidas de produtos o u serviços habitualmente solici-
• '.'.; 1 " ultural librarian BIB O que é responsável pelas ços técnicos technical services librarian BIB o que tra- tos únicos; nas bibliotecas, documentos textuais e
tados por compradores.
aliv idades de uma biblioteca agrícola, b. de biblio- balha ou gerência o setor de processamento técni- audiovisuais dos quais existem exemplares múlti-
teca ambulante mobile librarian BIB o que é responsá- co, o catalogador, serviços técnicos, b . de siste- bimensário => publicação quinzenal.
plos" (FON, v. 4, p. 1372). <=> ciência da informação,
vel pelas atividades de u m a biblioteca ambulante mas => bibliotecário analista, b. d i g i t a l => bibliotecá- B I N A G R I Biblioteca Nacional de Agricultura => Co-
b. clínica clinicai librarianship BIB método p r o a t i v o
(: •) h, de biblioteca departamental branch líbrari- rio cibernético, b . encarregado => bibliotecário-che- ordenação de Informação e Documentação Agrí-
que serve de a p o i o , j u n t o ao corpo m é d i c o , n o
IUI mu o que trabalha em biblioteca integrante de fe. b. encarregado da automação => bibliotecário cola.
ambiente hospitalar, à medicina baseada em evidên-
I I I I I . I icde de bibliotecas universitárias o u públicas. analista, b. encarregado das aquisições => bibliote- binário binary I N F 1. Diz-se do sistema de repre-
cias. O bibliotecário de biblioteconomia clínica tra-
Também pode trabalhar numa biblioteca sucursal, b. cário de aquisição, b . encarregado das publicações sentação numérica com uma base de dois números.
ta de fornecer aos profissionais médicos i n f o r m a -
2. Sistema de codificação que utiliza os dígitos zero
• te biblioteca especializada special librarian BIB O res- periódicas => bibliotecário de periódicos, b. esco- ção altamente específica e de qualidade, tendo como
(0) e u m (1).
piins.ivel pelas atividades de uma biblioteca especi- lar school librarian BIB o que gerência a biblioteca de foco os pacientes, b. comparada comparative libra-
alizitdit (•: >) b. ile biblioteca hospitalar hospital li- uma escola de ensino f u n d a m e n t a l o u médio. b . rianship BIB ramo da biblioteconomia que adota o binary large objeets ( B L O B ) I N F conjunto de dados
htanint mu o responsável pelas atividades de u m a especializado special librarian BIB O que trabalha o u método comparativo para descrever similaridades em forma de textos, imagem o u som e que é tratado
biblioteca hospitalai (-: >) l>. de biblioteca infantil gerência u m a biblioteca especializada, b. i n f a n t i l => e diferenças dos serviços bibliotecários de diferen- como u m objeto. <=> multimídia.
children':. Iihtnnan BIB 0 responsável pelas a t i v i d a - bibliotecário de crianças, b. m u n i c i p a l city librarian, tes países, b. especializada special librarianship BIB B i n H e x I N F tipo de formato de conversão de ar-
des de uma biblioteca infantil. < > bibliotecário de county librarian BIB o que trabalha em biblioteca pú- conjunto dos conhecimentos profissionais relati- quivos (arquivos gráficos, arquivo de texto ou ar
crianças, b. de biblioteca juvenil yoiing adult librari- blica municipal o u rede de bibliotecas de u m a cida- vos às bibliotecas e aos documentos em áreas es- q u i v o binário executável) que converte arquivos
an mu o responsável pelas atividades de uma biblio- de, município o u concelho (POR), b. público => bibli- pecializadas, b . especializada em biblioteca de pes- que estão em binário para texto ASCll. E útil para trair,
teca juvenil (< >). b. de biblioteca médica health-care otecário de biblioteca pública, b. referencista => quisa research librarianship BIB conjunto dos conhe- ferir arquivos de u m a plataforma para outra, lendo
librarian, health librarian, hcidlh sciences librarian BIB em vista que todos os computadores trabalham com
biobibliografia blog blog corporativo bot.lu

dados binários (juo estão cm caracteres ASCn. bitola film size C I N E "medida reguladora usada em dessa mesma instituição. Pode ser uma circular, u n i
atualizados constantemente. Pode incluir p o n t e i -
hiobibliograli.i biolabliograplni mu/cr EDIT LIT estudo cinematografia para designar, em milímetros, a lar- comunicado, u m a nota; noticiário. < > boletim ele
ros para hiperligações a sítios importantes, avalia-
da vida c das obras de u m autor, as quais são refe- gura do filme, que consequentemente determina as trônico. Boletim Informativo da FEBAB Editado de
ção de sítios, notícias sobre organizações o u pes-
renciadas de acordo com as normas bibliográficas; dimensões da i m a g e m f i l m a d a " (RAB87, p. 44) As 1960 a 1972 pela Federação Brasileira de Associa
soas. Às vezes inclui diário pessoal. A página pode
em geral, inclui a referência dos textos críticos so- principais bitolas são: super-8 (8 m m ) , 16 m m , 35 ções de Bibliotecários. Em 1973 foi substituído pela
ser feita c o m o e m p r e g o de p r o g r a m a s gerais,
bre c lor e suas obras. m m e 70 m m . Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação.
como o Dreamweaver, o u mesmo programas es-
biografado btogruphcc EDIT LIT pessoa que é objeto bits por polegada bits per inch I N F densidade linear pecíficos, denominados bloggers; blogue (POR), diá- Boletim Informativo do Instituto Brasileiro de Bi-
de uma I MI igralia. de gravação em fita magnética, b. por segundo (bps) rio digital, diário eletrônico. <=> artigo de blog, blogger. bliografia e Documentação Publicado pelo IBBD de
biografia biography DIB/CAT EDIT LIT documento, que bits per second, bps I N F TEL em transmissão de dados, a b. corporativo corporate blog I N T E R N utilização d o blog 1955 a 1961, quando m u d o u de título para ÍBBD: No-
ielal.i .1 \ l.i e a alividade de uma pessoa. <=> autobi- velocidade de transmissão de certas quantidades ( o ) para divulgação de assuntos de interesses de tícias Diversas, b . i n t e r n o => boletim informativo, b .
ngi.ili.i, biobibliografia, dicionário biográfico, f o n - de bits por segundo. A sigla bps não deve ser con- uma organização. noticioso => boletim informativo, b . o f i c i a l => diário
tes biográficas, b. autorizada authorized biography fundida com Bps {bytes per second). oficial, b . sinalético => boletim de resumos.
blogger I N T E R N programa aplicativo para publica-
nin/i AI I H a que foi escrita com o consentimento do biunívoco biunivocal L I N G 1. O termo pertence a ção de textos blog na Web, em tempo real. <=> blog. bolso do l i v r o book pocket, card pocket, pocket part BIB
biografado ou de sua família. A n t : biografia não- uma linguagem que se caracteriza por dois aspec-
blogue (POR) = > blog. 1. Em sistemas de empréstimo m a n u a l , envelope
autorizada. b. coletiva collective biography BIB/CAT E D I T tos: a) existe apenas u m só termo para denominar
BLS Bachelor of L i b r a r y Science. ou bolso, geralmente colado no livro para guardar
m a reunião de várias biografias numa única obra. b. u m mesmo objeto; b) cada termo designa apenas
bluetooth I N F sistema que possibilita a conexão a ficha de empréstimo. 2. Envelope ou bolso exis-
de santos > hagiografia. b. não-autorizada unau- u m só objeto. 2. "Trata-se de uma relação recíproca
sem fio entre equipamentos eletrônicos. tente em l i v r o s onde são inseridos, p.ex., suple-
thorized biography BIB/CAT LIT a que é feita sem o con- e tem o sentido de perfeitamente recíproca" ( M U C ) .
.bmp FNF extensão de arquivos do tipo bitmap. <=> mentos, mapas o u partituras musicais.
sentimento do biografado o u de sua família. A n t : <=> unívoco. 3. "Condição pela qual o termo A cor-
mapa de bits. bombardeio publicitário => spam.
biografia autorizada. responde, sempre e somente, ao termo A ' , em outra
B N Biblioteca Nacional [do Brasil]. boneca dummy (printing), dummy volume E D I T GRÁF
biógrafo biographer BIB/CAT L I T quem c o m p i l o u o u língua e vice-versa. Esta tem sido a postura tradici-
B N B British National Bibliograph. "projeto gráfico de u m a publicação (livro, revista,
escreveu uma biografia. onal da escola de Viena, p o r oposição a escolas
BNF Bibliothèque Nationale de France. ' folheto, jornal etc.) que visa definir as característi-
biometria biometrics I N F técnica de autenticação que modernas de pensamento que aceitam a variação
Bodleian Library A principal biblioteca da O x f o r d cas (diagramação, tipo de papel, encadernação etc.)
utiliza características físicas (impressões digitais, como n o r m a l e desejável" (BARM, p. 23).
University (Reino U n i d o ) . que deverá ter o p r o d u t o i m p r e s s o " ( H O U D ) . <=>
voz, íris) para verificar a identidade de u m usuário BLAISE British Library Automated Information Ser- leiaute.
body I N F INTERN na linguagem H T M L , etiqueta que
de sistema informático. vice. contém os elementos de u m documento que serão bónus da U N E S C O UNESCO coupon BIB bónus distribuído
Itiosciences Information Services (BIOSIS) editora, BLDSC British Library Document Supply Centre. mostrados pelo programa navegador. pela UNESCO para ser utilizado como moeda estran-
com sede em Philadelphia (us), que produz o Biolo- BLib Bachelor of Librarianship. geira, g e r a l m e n t e dólares norte-americanos, na
b o l e t i m bulletin BIB C O M N 1. Publicação, em geral
gical Abstracts e outras bases de dados nas áreas de B L L D British Library Lending Division, atualmente compra de livros e materiais educacionais, científi-
periódica, para divulgação de informações gerais
informação biológica. British Library Document Supply Centre. cos e culturais. Seu objetivo é simplificar a b u r o -
ou especializadas, editada por uma associação, u m a
B I F / A G R I Serviço de disseminação seletiva de in- BLLS British Library Lending Service => British Li- cracia na aquisição desses tipos de materiais por
entidade administrativa o u u m organismo. 2. Folha
formação mantido pelo C E N A C R I . brary Document Supply Centre. volante ( o ) com informações diversas. 3. C o m u n i - bibliotecas e demais instituições de países em de-
BIB.EMF. Biblioteca Regional de Medicina, atualmen- B L O B Binary large objeets. cado sobre as condições de saúde de u m paciente senvolvimento.
le ( entro Latino-Americano e do Caribe de Infor- bloco block, block of data FNF 1. conjunto de caracte- ( b o l e t i m médico); sobre as condições d o t e m p o Book Electronic Data Interchange Standards
mação em Ciências da Saúde. res, palavras o u itens constituído para processa- (boletim meteorológico), b. bibliográfico => bole- (BEDIS) Grupo de trabalho, criado pela Book Industry
Itiscoe Time Number BIB/CAT sistema de arranjo de mento como u m todo. 2. Em diagrama de blocos, t i m , b. corrente de alerta => serviço corrente de Communications (UK), em 1987, para desenvolver
documentos n u m acervo, desenvolvido p o r W.S. para programação, refere-se a conjunto de 'caixas', alerta, b. de alerta => serviço corrente de alerta, b. padrões para o intercâmbio eletrônico de dados.
BlSCOe, cujo critério é por ordem cronológica. no qual cada u m a representa u m a unidade lógica de de análises (POR) => boletim de resumos, b. de a q u i - Book I n d u s t r y C o m m u n i c a t i o n Organização cria-
bit bit, binary digit, binary character INF 1. Contra- programação d o computador. 3. E m disco ótico, sições => lista de aquisições, b. de informação inter- da em 1991, a f i m de promover o intercâmbio ele-
i,.n> de binary digit. 2. Unidade básica de i n f o r m a - quantidade de dados que é endereçada em conjun- na => boletim informativo, b. de notícias => boletim trônico de dados no comércio l i v r e i r o d o Reino
ção, a menor quantidade de informação que o com- to, b. de assinatura signature block, signature file 1. informativo, b. de novidades => boletim informati- Unido.
putadoi pode captar, podendo ter dois valores: 0 INTERN arquivo de texto, usado pelos programas de vo, b. de resumos abstract bulletin, technical abstract Booklist Periódico p u b l i c a d o desde 1905, pela
ou I , sim nu não. A unidade central de processa- correio eletrônico, que inclui o nome d o usuário e, bulletin BIB p u b l i c a ç ã o p e r i ó d i c a , i m p r e s s a o u American Library Association, e que i n c l u i recen-
mento possui 8, 16, 32 o u 64 bíís; essa característica excepcionalmente, seu endereço eletrônico. 2. BIB/ multicopiada, para divulgação de resumos de arti- sões críticas sobre livros publicados nos E U A .
se refere a quantidade de informação que pode ser RI INF na recuperação da informação, índice de texto gos e outros documentos recentes, v o l t a d a para Books in Print Publicação impressa e base de
processada de Cada vez. b. de paridade parity bit I N F baseado no armazenamento de u m a assinatura para uma área do conhecimento, assunto, problema, etc; dados que contém informações sobre livros p u b l i -
e o /'(/, dentro de u m valor o u número qualquer, cada bloco, que possibilita filtrar o u ultrapassar blo- b o l e t i m sinalético (POR), b. de sumários contents cados ou distribuídos nos EUA.
que Indica se aquele valor o u n ú m e r o é p a r o u cos de dados de forma rápida, b. de decisão decision journal, contents list bulletin, current awareness journal,
Boole (álgebra) => álgebra booleana.
impar f, ulil principalmente na transmissão de da- box A D M INF "símbolo geométrico de u m fluxogra- current contents, current contents bulletin BIB publica-
boot INF inicialização; anglicismo utilizado para se
dos, para veiihcar se o dado recebido é confiável ma, em cujo i n t e r i o r f i g u r a o critério que rege a ção periódica para divulgação corrente de sumári-
referir ao processo de inicialização (<=>) d o compu-
ou nao, ha de verificação, bit verificador, b. map => decisão ou determinação. Por isso, o bloco de deci- os de periódicos o u de documentos selecionados.
tador.
mapa de bits.b. verificador > bit de paridade. são consta de uma só entrada e de várias saídas" (SUN). b. eletrônico e-bulletin, e-newsletter, electronic bulletin,
bordagem ARQ "técnica de restauração empregada
I I I T N I Í T (necause ifs lime Network) I N F rede eletrô- blocos de construção building blocks I N T E R N "com- electronic newsletter C O M N FNTERN boletim de notícias
em documentos com bordas danificadas, utilizando
nica iiilernaciiin.il, distinta da internet, iniciada em ponentes de u m a arquitetura de informação de cima t r a n s m i t i d o p o r m e i o eletrônico. b. i n f o r m a t i v o
papel ou outros materiais de reforço" (DICT, p. 24).
1981, que interligava instituições educacionais, cen- para baixo, isto é, o atributo e os valores dos atribu- newsletter, news bulletin, news letter BIB C O M N publica-
bordão (tipografia) => salto (tipografia).
tros de pesquisa o órgãos governamentais. Entrou tos dos objetos c o m conteúdo" ( H A G ) . ção periódica, editada por u m a instituição para trans-
borrador => rascunho.
em declínio com o advento da Internet na década blog webblog FNTERN página que contém textos cur- mitir rapidamente a seus membros informações re-
botão button I N F 1. Caixa ou retângulo, geralmente
de 1990. tos, organizados segundo a o r d e m cronológica e centes sobre assuntos relativos às áreas de trabalho
com as palavras ' s i m ' ou 'ok', que precisa sei . In min

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botão de reinicialização brochura B r o w n Classification busca em linguagem ii.iliui.il

para que a informação do usuário seja enviada ao u m trabalho publicitário ou jornalístico). 2. O con- formada por folhas o u cadernos grampeados, cos- coleta de dados nas páginas Web para poslerloi
programa do computador. 2. Em hipertexto, repre- j u n t o dessas informações e instruções. N a aero- turados o u colados. E m geral, a capa é de papel indexação pelos mecanismos de busca. 2. Na ( Ipen
senta os enlaces que existem em programas de h i - náutica, instruções sobre determinada missão dadas resistente ou cartolina; l i v r o brochado. Archives Initiative (OAI), OS metadados são coleta
perloxlo b. de reinicializarão reset button I N F botão aos pilotos e outros tripulantes imediatamente antes B r o w n Classification => Classificação de Assun- dos de repositórios, p.ex.: em servidores de publi
q u e , ao set C l l c a d o , provoca a reinicialização do da decolagem" (HOUD, p. 512). tos (Brown). cações eletrônicas e em catálogos de bibliotecas;
compulador. < > reinicialização. brinquedo => jogo. Browne charging system BIB sistema de registro coleta a u t o m á t i c a de m e t a d a d o s . b . a v a n ç a d a
IJowdler, Thomas > edição expurgada. brinquedoteca game library, toy collection, toy col- de empréstimo de documentos, desenvolvido por advanced search, extended pattern search BIB/RI I N F INTERN
bps />(/.'. por segundo. lection in libraries, toy library BIB 1. Coleção de brin- N i n a E. Browne. recurso disponível para o usuário montar estratégia
nrs Bytes por segundo. quedos. 2. Setor da biblioteca pública ou escolar BRS Bibliographic Retrieval System. de busca mais sofisticada e completa, podendo in-
mi I . brasil; sigla recomendada pela iso para iden- destinado a atividades com brinquedos e brincadei- BRs/Search Programa de recuperação de informa- cluir o truncamento de termos, seleção de tipos de
tificat 0 Brasil, l i adotada nos domínios da internet ras; ludoteca. ções desenvolvido pelo BRS. Similar ao STAPRS da I B M . documentos, língua o u área geográfica, etc. b . b i -
brasileira, 2 . Busca retrospectiva. British I m p e r i a l System Sistema de unidades de Brussels Classification => Classificação Decimal bliográfica => pesquisa bibliográfica, b . binária =>
Bradford (lei) =* lei de Bradford. medidas que u t i l i z a pés e polegadas. Está sendo Universal. pesquisa binária, b . booleana Boolean model, Boolean
Braille (alfabeto) => alfabeto Braille. substituído pelo Sistema Internacional de Unidades searching BIB/RI I N F I N T E R N forma clássica de fazer uma
BSI British Standards Institution.
Braille (biblioteca) => biblioteca Braille. (si), antes conhecido como sistema decimal. B. L i - busca de informação baseada na teoria dos conjun-
BSO Broad System of Ordering.
brary Criada em 1973 por ato do parlamento, é con- tos. Diz-se da consulta a u m a base de dados por
Braille (sistema de escrita) Braille system E D U siste- BtoB Business to business.
siderada a biblioteca nacional do Reino U n i d o . For- meio da utilização de uma estratégia de busca que
ma d e escrita e m relevo, para cegos, i n v e n t a d o Btoc Business to consumer => varejo eletrônico.
mada pela união da British M u s e u m Library, da faz uso dos operadores lógicos A N D , O R O U N O T .
pelo Ir.mees L o u i s B r a i l l e (1809-1852), t a m b é m b u l a instructions for use A R Q M E D "documento que
National Central Library, da National L e n d i n g L i - Esses operadores são baseados na álgebra desen-
cego, no século xix. E feita por meio de diplógrafo acompanha u m produto farmacêutico, indicando a
b r a r y f o r Science a n d T e c h n o l o g y e da B r i t i s h v o l v i d a por George Boole e p o d e m ser combina-
que imprime, ao mesmo tempo, as letras do alfabe- maneira de usá-lo o u aplicá-lo" (ABNT49). b . p a p a l
National Bibliography. B. L i b r a r y A u t o m a t e d I n - dos para formar múltiplos pontos de acesso, b . com
lo e os signos em relevo para uso dos cegos (base- buli 1. A R Q antigo selo de ouro, prata ou chumbo,
formation Service (BLAISE) Serviço automatizado com m e d i a d o r => busca mediada, b . c o n v e r s a c i o n a l
ado cm M A R T S ) ; anagliptografia. o alfabeto Braille, pendente de documentos que emanavam de papas
dados bibliográficos sobre todos os livros publica- dialogous search BIB/RI I N F "procedimento de busca
biblioteca Braille. e soberanos. 2. REL documento relativo a matéria de
dos n o Reino U n i d o após 1950; p r o v ê acesso a no qual o pesquisador interage com o sistema de
bfanding I N T E R N e m comércio eletrônico, ação fé o u de interesse geral; carta pontifícia. <=> breve.
bases de dados e serviço de catalogação automati- recuperação p o r meio de alterações nas suas per-
executada por u m a empresa junto à sua clientela, b u q u i n a r browse (v.), browsing B I B I N F I N T E R N 1.
zada. B. L i b r a r y Document Supply Centre (BLDSC) BIB guntas de acordo com os resultados recuperados"
por meio de mensagens publicitárias, com o objeti- galicismo: "procurar livros em sebo" (AUR). => fo-
centro de provisão de documentos do Reino U n i - ( W N , p. 139). <=> sistema interativo. b . da informação
vo de dar conhecimento sobre as características de lheio.
do que funciona como órgão central de comutação => recuperação da informação, b . de a m p l i t u d e extent
um produto o u serviço. bureau de serviço service bureau I N F entidade orga-
de documentos. Atende também a pedidos do exte- searching BIB/RI I N F I N T E R N diz-se da busca feita na sele-
braquigrafia A R Q HIST "área da paleografia que estu- nizada para a prestação de serviços, com equipa- ção de registros c o m base em campos numéricos
da a origem, evolução e resolução das abreviatu- rior. Nome atual da British Library Lending Divisi- mento próprio e técnicas tanto para a elaboração de
on, localizado e m Boston Spa (Yorkshire, U K ) . B. ou de datas. "São empregadas, p.ex. para selecionar
ras usadas na escrita" (ALV, p. 13). programas de aplicação, como para seu processa- registros de acordo com u m campo de preço o u de
Library L e n d i n g D i v i s i o n (BLLD) => British Library mento.
brasão coaf ofarms, escutcheon A R Q HIST em heráldi- data de publicação. Operadores de amplitude razo-
Document Supply Centre. B. Library L e n d i n g Ser-
ca, "conjunto de peças, figuras e ornatos dispostos Bureau of Standards Agência governamental dos avelmente comuns são: EQ igual a; N E não igual a; G T
vice (BLLS) => B r i t i s h L i b r a r y D o c u m e n t S u p p l y
no campo do escudo o u fora dele, e que represen- E U A responsável pela padronização de medidas e maior do que; N G não maior do que; L T menos que;
Centre. B. M u s e u m Library Uma das mais importan-
tam as armas de u m a nação, de u m soberano, de desempenho. N L não menos que; W L dentro dos limites; O L fora dos
tes bibliotecas do Reino Unido; em 1973 f o i incor-
Uma família, corporação, cidade, etc." (AUR); escu- burlesco => paródia. limites" (ROW02, p. 178). b . de citações citation sear-
porada à British Library. B. National Bibliography
do de armas, o heráldica. burótica => automação de escritório. ching BIB/RI processo no qual os artigos menciona-
(BNB) Publicada desde 1950, pela British Library, é
I I U A S I I T H K M Banco de Dados Terminológico do Bra- busca searching BIB/RI I N F 1. Processo que consiste dos como referências numa bibliografia são busca-
uma bibliografia corrente dos livros publicados no
sil, em situar a informação numa tabela ou arquivo por dos n u m a base de dados, tendo p o r pressuposto
Reino U n i d o e Irlanda. B. Standards I n s t i f u t i o n (BSI)
brasiliana BIB i UST 1. Diz-se de livros e outros do- referência a u m campo especial de cada registro, que existe u m relacionamento temático entre as ci-
Organismo responsável pela normalização de me-
• uiiieiiins publicados sobre o Brasil o u escritos denominado chave. O objetivo da busca é desco- tações e os documentos citados, o análise de cita-
didas, nomenclatura e desempenho de produtos no
pui autores d o país. 2. C o m inicial maiúscula, cole- brir u m registro com determinada chave. <=> estraté- ções, acoplamento bibliográfico, b . de dados =>
Reino Unido.
cto Iniciada em L931 pela Companhia Editora Naci- gia de busca, recuperação da informação, termo de recuperação de dados. b . de erros => depuração, b .
onal e considerada u m completo repositório de Broad System of O r d e r i n g (BSO) BIB/CLAS Sistema busca. 2. Análise metódica de registros i n f o r m a t i - de imagem => recuperação de imagem, b . de i n f o r -
iiiloiinaçòes sobre o Brasil. Geral de Ordenação. Compilado e preparado pela vos, com o objetivo de encontrar e localizar infor- mação => recuperação da informação, b . de texto
brecha digital > fosso digital. Federação Internacional de Documentação em co- mações e dados específicos; investigação. 3. I N T E R N completo => busca no texto completo, b . de todos
breve apostolicid brief, brief, papal brief, papal letter operação com a UNESCO. A primeira edição f o i publi- ação de submeter palavra ou frase a u m mecanismo os pares ali pairs query, spatial-join query BIB/RI I N I
Utl do, iiinciilo ensinado de u m papa, redigido de
1 cada em 1978. Sistema para organizar o universo de busca e receber, como resposta, u m a série de INTERN a que solicita todos os pares de objetos que

modo menos solene e expondo u m a decisão de do conhecimento e m grupos gerais prioritários, endereços eletrônicos (URLS) que contenham aque- estão especificados dentro de u m a distância entre
caiâler particular, < > bula papal. que podem ser relacionados às entradas de outros les termos o u frases. <=> mecanismo de busca. b . os seus componentes. <=> busca por adjacência, b.
breviário bftWiary REI livro de leitura litúrgica da sistemas: é u m a linguagem de ligação entre classi- analógica analogical search BIB/RI I N F a que se baseia direta ranâom search BIB/RI I N F método de busca que
Igreja católica que inclui as orações de todo o ano, ficações e tesauros. A s s i m , a comunicação entre na similaridade, p.ex., de determinado item. b . automá- localiza u m registro por meio de sua posição no
enceto .1 missa, ( > primeiro Hreviarum romanum f o i diversos sistemas tornar-se-ia mais simples; Classi- tica harvesting I N T E R N 1. Processo de coleta de da- arquivo, b . documental =í> pesquisa documentária,
impresso poi leiíHon e m Veneza, em 1478. <=> l i v r o ficação Geral Sistematizada, Sistema A m p l o de Clas- dos em páginas Web e em outros recursos da inter- b. em cadeia chain search, chaining search IIIII/KI I N I
da igreja, sificação, Sistema Geral de O r d e n a ç ã o , Sistema net, bem como sua remessa para u m sítio central método de busca que vai de u m registro para oulro
Geral de Organização. que fará a indexação. A busca visa recuperar refe- até que o registro apropriado seja encontrado n u o
briefing A D M 1 O M N " I Ato de dar informações e
rências, hipervínculos, metadados ou outro tipo de final da cadeia seja atingido, b. em linguagem n a l i i
instruções concisas e objelivas sobre missão o u brochura brochure, paperback, paperback original,
informação. U m robô da internet (crawler) realiza a
tareia a ser executada (p.ex., uma operação militar, paper bound, softeover BIB E D I T publicação impressa,

58 59
©
busca em linha byte
da. 2. BIB/CAT entrada de documento n u m Índice o u
ral keyword searching, nntiirnl language based sear- uma informação. A n t : busca mediada, b. perfeita c fichário, sob cabeçalho indicativo de c a r a c t e r í s t i c a
ching, natural language searching BIB/RI I N F I N T E R N a exact match BIB/RI I N F mecanismo pelo qual somente f o r m a l o u de f o r m a , p.ex.: 'Brasil. Leis, decretos,
i|iie procura a ocorrência ile palavras no texto dos objetos que satisfaçam a u m critério especificado © Símbolo internacional de copyright => d i r e i t o etc.'. c. p r i n c i p a l main entry, main heading 1 . BIB/CAT
títulos, resumos o u mesmo no texto completo, sem retornam ao usuário como resposta a u m pedido de autoral, adotado para identificar a entrada principal, na cata-
Utilização de V o c a b u l á r i o controlado. <=> busca no busca; combinação perfeita, b. ponderada weighting ca Abreviatura de circa (<=»). logação de u m item. <=> entrada principal, pista (J).
texto Completo, b. e m linha interactive searching, on searching BIB/RI I N F FNTERN sistema onde os termos de cabeça => título corrente. 2. BIB/CLAS O que indica o assunto mais importante de
Une searching, online search BIB/RI I N F I N T E R N busca na indexação recebem u m valor para indicar sua i m - cabeçalho (1) entry word, heading BIB/CAT palavra, u m documento. <=> entrada principal, c. qualificado
qual o u s u á r i o OU bibliotecário está em comunica- portância relativa na representação dos assuntos de frase o u símbolos (números, letras e signos) que qualified heading BIB/CAT BIB/CLAS cabeçalho cujo senti-
ç ã o direta c o m o programa de busca armazenado u m documento, b . por adjacência adjacency search, aparecem geralmente acima de uma entrada catalo- do é modificado por uma expressão, em geral entre
no Computador e utiliza u m terminal para enviar e word proximity search BIB/RI INF FNTERN técnica que per- gráfica para indicar sua inserção alfabética, e orien- parênteses, o u por u m adjetivo, sobretudo quando
recebei mensagens; busca interativa. b. e m linha mite a busca de duas ou mais palavras que estão tar quanto à pesquisa e m catálogos, bibliografias e se trata de termos homónimos; p.ex.: solo (terra),
com recuperação seletiva browsing on-line with juntas ou próximas, b. por assunto subject search BIB/ índices; encabeçamento ( P O R ) . <=> encabeçamento, solo (música), c. secundário => entrada secundária,
selective retrieval BIB/RI I N F consulta em linha a u m a RI I N F recuperação de referências bibliográficas o u entrada (1), ponto de acesso, c. (2) header 1. E D I T GRÁF c. u n i f o r m e predominant name, standard heading,
fonte de informação ( a r q u i v o de textos, índices, documentos a partir de cabeçalhos de assuntos o u " l i n h a com dizeres de identificação que se coloca uniform heading BIB/CAT 1 . Nome ou forma de nome,
catálogos, bases de dados) a f i m de recuperar da- palavras-chave. b. por autor author search BIB/RI I N F em cima de tabelas, quadros, etc." (CBL, p. 221). 2. ou o título que figura mais amiúde em edições de
dos úteis, mediante seleção de palavras significati- recuperação de referências bibliográficas ou docu- INF parte da mensagem eletrônica, antes do corpo, e itens catalogados, ou em referências a seu respeito
vas, vista de olhos no conteúdo e na estrutura d o mentos a partir d o seu responsável intelectual, o que geralmente informa o remetente, a data e a hora encontradas em fontes autorizadas; nome predomi-
texto da fonte de consulta e associação de palavras pesquisa epônima. b. por item já conhecido known- de remessa e o assunto. 3. TEL a porção de u m paco- nante. 2. Cabeçalho escolhido para identificar a for-
que oferecem novas pistas ao usuário, mostrando item search BIB/RI I N F busca de u m documento especí- te que precede os dados de fato, contendo os ende- ma de documentos, tais como normas legais (leis,
novas palavras e direções à consulta, b. e m texto fico, em geral pelo nome do autor o u por u m assun- reços de origem, destino e campos de conferência decretos, portarias e similares), tratados e conven-
completo => busca no texto completo, b. e m texto to, b. por lógica difusa fuzzy logic searching BIB/RI INF de erros. c. (ARQ) => entrada (2). c. biográfico biogra- ções internacionais e certas categorias de publica-
livre => recuperação automática, b. exaustiva com- a busca em que o computador procura palavras- phical heading BIB/CAT BIB/CLAS cabeçalho utilizado com ções que não têm título característico; entrada con-
yrchcnswe search, exhaustive search BIB/RI I N F a que se chave, e, depois, utiliza a busca automática, b. por biografias e que consiste no nome da profissão da vencional. <=> cabeçalho de forma. 3. Forma de en-
faz em todos os registros de uma base de dados o u palavra-chave => busca em linguagem natural, b. pessoa com as subdivisões apropriadas, p.ex.: Mé- trada escolhida para uso em catálogos e bibliografi-
e m lodos os documentos do acervo de uma biblio- por palavras truncadas word truncation search BIB/RI dicos - Brasil - Biografia, c. composto composite as e relativa a autor, título e assunto,
leca. b. expandida query expansion BIB/RI I N F método FNF I N T E R N a que permite o truncamento de palavras
heading, compound heading BIB/CAT BIB/CLAS 1 . Repre- cabeço => título corrente.
de busca que permite a adição de novos termos à para recuperar termos com suas raízes, p.ex.: 'bibliot' sentação de u m conceito por meio de duas o u mais
interrogação feita pelo usuário, com o objetivo de poderá recuperar biblioteca, bibliotecário ou bibli- cabo coaxial coaxial cable ENG INF TEL cabo formado
palavras. 2. Reflexo de duas o u mais facetas de u m a
prover melhor contextualização e, possivelmente, o t e c o n o m i a , b. p o r p r o x i m i d a d e => busca p o r por vários elementos entrelaçados, cada u m execu-
só classe básica, c. de assunto subject heading, subject
melhorar a recuperação de documentos que sejam adjacência, b. p o r título title search BIB/RI I N F processo tando funções complementares tendo e m vista a
word BIB/CAT BIB/CLAS 1. Palavra ou frase utilizada para
mais relevantes, b. genérica generic search BIB/RI I N F de recuperar documentos a partir dos seus títulos, transmissão de dados. c. de fibras óticas fiber-optic
indicar o conteúdo temático de u m documento.
busca na qual se p r o c u r a m todos os documentos b. retrospectiva ( B R ) retrospective searching BIB/RI I N F a cable, opticalfiber cable ENG INF TEL O que conduz sinais
catálogo alfabético de assuntos. 2. "Indicadores ge-
relacionados com u m assunto, b. global global search que procura todos os documentos publicados so- por meio de pulsos de luz, permitindo velocidade
rais do conteúdo dos documentos, utilizados para a
IIIII/KI INF método de buscar uma palavra ou frase n u m bre u m tópico. <=> b i b l i o g r a f i a r e t r o s p e c t i v a , b. de transmissão m u i t o superior à que seria possível
indexação superficial, p o r oposição às c o m b i n a -
documento completo, diretório, subdiretório, ar- sequencial linear searching, sequential search, serial com fios de cobre.
ções mais expressivas de descritores, utilizadas para
quivo ou base de dados. b. gráfica BIB/RI I N F I N T E R N em searching BIB/RI I N F a que extrai registros a partir do a indexação em profundidade - distinção empírica" cabotelevisão => televisão por cabo.
m e c a n i s m o de busca, recurso que o usuário esco- início do arquivo o u base de dados. ( U N E S C O . Unisist guidelines). o lista autorizada, c. de cache => memória em cache.
lhe para montar de u m a estratégia de busca c o m assunto invertido => cabeçalho invertido, c. de au- cadastro cadastral survey, cadastre, field-book, roster,
operadores booleanos de forma simplificada. N o buscador => mecanismo de busca. b. de i n f o r m a - survey ordenance 1 . A R Q "registro sistemático de i n -
tor author entry, author heading BIB/CAT O que inicia
I l o l b o l , p.ex., o u s u á r i o escolhe as opções must ção =* mecanismo de busca. formações autênticas sobre entidades, pessoas o u
com o nome do autor de u m documento, o autor
contai» (deve incluir) e must not (não deve incluir) e business to business B2B, BÍOB FNF I N T E R N empresas bens, efetuado por instituições públicas o u p r i v a -
pessoal, c. de f o r m a form entry, form heading, stan-
d i g i t a a palavra-chave o u termos de busca. b. que vendem produtos ou que prestam serviços para das" (ICA). <=> diretório. 2. A D M D I R registro público
dard form heading, uniform conventional heading BIB/
heurística heurístic searching BIB/RI FNF busca na qual a outras empresas por intermédio da internet; transa-
CAT O que reúne itens de u m mesmo tipo, mas que dos bens imóveis de u m território. 3. ECO registro
estratégia pode ser m o d i f i c a d a à m e d i d a que os ções empresas-empresas. <=> c o m é r c i o eletrôni- que casas comerciais o u bancos mantêm de seus
são diferenciados pelo conteúdo, p.ex.: tratados e
resultados c o m e ç a m a aparecer, b. integrada => me- co. b. to consumer (B2C) => varejo eletrônico. b. to clientes. <=> diretório comercial, c. de empresas =>
convenções internacionais, catálogos de exposi-
labusca h. interativa => busca e m l i n h a . b. government (B2G) D I R ECO I N T E R N "Utilização, por or- diretório comercial, c. de especialistas => diretório
ções, enciclopédias e dicionários; entrada de forma,
intermediada > busca mediada, b. linear => busca ganismos governamentais, de sítios Web centrais de especialistas, c. de fornecedores => diretório de
c. genérico class heading, generic heading BIB/CAT BIB/
sequisici.il b. mediada mediated search BIB/RI I N F a para intercâmbio de informação e realização de tran- fornecedores, c. de serviços especializados => dire-
CLAS indicação nominal de u m a classe que comporta
realizada por meio d e ou com o auxílio de u m pro- sações comerciais c o m empresas, de f o r m a mais tório de serviços especializados.
subdivisões, c. ideográfico ideographic heading BIB/
Iiss.iiin,11 da Informação. A n t : busca pelo usuário eficiente do que fora da internet. Exemplo: aquisi-
C L A S o que utiliza símbolos no lugar de palavras, c. Cadê I N T E R N mecanismo de busca; e m 1998 foi
tinal. b. múltipla em base de dados cross-âatabase ção de bens e serviços pelo Estado às empresas"
i n v e r t i d o indirect entry, inverted entry, inverted hea- adquirido pelo Yahoo Brasil.
searching mu/Kl INF INTERN estratégia de busca que pode ( A P D ) ; negócio e m p r e s a - g o v e r n o .
ding, inverted subject heading, rotated entry 1 . BIB/CLAS cadeia chain, classificatory chain, string 1 . BIB/CLAS
ser utilizada em v a r i a s bases de dados. b. no texto byte INF 1 . Conjunto de bits. <=> kilobyte. 2. Conjun- caracterizado pela inversão da ordem natural das hierarquia de classes, n u m sistema de classificação,
to de dígitos binários (bits) operados como u m a palavras, com a finalidade de inserir a palavra mais na qual cada classe é subordinada à classe prece
completo full texl searching BIB/RI INF INTERN método unidade. N a m a i o r i a dos computadores u m byte significativa no início, para que ela comande a or- dente. Cada classe inclui todas as que se seguem: as
que possibilita lazer u m a busca de qualquer termo equivale a oito bits; octeto. dem alfabética; entrada invertida. A partir da década de maior extensão contêm as de menor intensão; < >
ou qualquer campo o u unidade de registro, b. pelo cadeia classificatória, classes subordinadas. < > dos
usuário final eutl user searching BIB/RI INF a realizada de 1980, esta forma de entrada foi menos emprega- nudação. 2. BIB/INDEX série de termos subordinados
diretamente pela pessoa interessada em localizar

61
60
cadeia de caracteres cálamo CALCO
campo hibllogr.ilico

sucessivamente, c. de caracteres => indexação pela de tipos era destinada às letras maiúsculas. A n t : cai- mente para escrever em papiros, pergaminhos, etc." ciosos ou confidenciais, construído com material . i
série de caracteres, série de caracteres, c. de emis- xa baixa, c.-arquivo => caixa (ARQ). c. baixa lowercase ( H O U D , p. 569). prova de fogo e, geralmente, independente do pré-
soras => rede de emissoras, c. de valores chain of letter EDIT GRÁF relativo a letras minúsculas. Essa de- C A L C O Catalogação Legível por C o m p u t a d o r => dio onde se encontra [o arquivo]" ( I C A ) ; caixa-lorle,
xmlues A D M F ; I D 1. Hm inteligência competitiva, " C o n - nominação remonta à tipografia, pois a parte inferi- formato C A L C O . casa-forte, cofre de segurança, cofre-forte. c. de v i -
junto de processos e atividades envolvido em de- or das caixas de tipos era destinada às letras minús- calendário calendar A R Q 1. "Lista, geralmente cro- deoconferência Web cam, Web camera FNF I N T E R N câ-
terminada tareia, no estudo do consumo de recur- culas. A n t : caixa alta. c. de alerta alert box I N F caixa nológica, de análises de documentos que perten- mara de vídeo, geralmente de pequeno porte, que
sos e da contribuição de cada etapa para a consecu- com mensagem inserida numa janela que alerta o cem à mesma série, o u relativas a u m assunto espe- se conecta ao computador e que permite a realiza-
ção d o s objetivos Processo que se inicia com a usuário sobre u m comando e solicita confirmação cífico. Essas listas fornecem, sobre o conteúdo e a ção de videoconferências, c. d i g i t a l digital camera
definição das necessidades de informação e passa prévia para executar u m a ação. c. de arquivo => caixa INF FOTO máquina fotográfica que funciona sem filme
f o r m a d o documento, as informações essenciais
pela roleta, armazenagem, distribuição, recebimento ( A R Q ) . c. de conexão => jukebox. c. de correio eletrôni- e que pode ser conectada a u m c o m p u t a d o r p o r
aos usuários e à pesquisa" ( I C A ) ; regesta. o repertó-
e uso das informações" (TAR, p. 306). c. documentá- co => caixa postal eletrônica. c. de diálogo dialogue box meio de cabo para enviar as fotos diretamente para
rio. 2. Termo dado a catálogo de atos de uma mes-
ria documental chain, documental information flow, I N F "janela especial que aparece temporariamente a memória do computador, c. escura darkroom FOTO
ma chancelaria quando, na série cronológica dos
dncumcnlury eeauence, flow of documents BIB conjunto para solicitar informação. [...] P.ex., os usuários ambiente p r o t e g i d o da l u z solar, onde se u t i l i z a
atos, são intercaladas indicações emprestadas das
de operações necessárias à produção, reunião, tra- podem precisar selecionar certas opções, d i g i t a r somente a luz infravermelha, no qual são revelados
fontes narrativas. 3. "Coleção de documentos rela-
tamento/processamento, difusão e utilização de do- u m texto ou especificar determinadas configurações" e processados filmes, c. estática => câmara planetá-
tivos a negociações" ( C A L ) . 4. Instrumento de bus-
cumentos; ciclo documentário. <=> cadeia i n f o r m a - (ROW02, p . 98). c. de entrada entry box I N T E R N em ria, c. f i l m a d o r a filming camera C I N E C O M N máquina
ca c o m descrições e extratos de documentos i n -
correio eletrônico, pasta onde ficam armazenadas de filmar; filmadora. c. fotográfica camera, still camera
C I c. editorial => produção editorial, c. genérica dividuais, cuja norma de elaboração, segundo Schel-
as mensagens recém-chegadas e que são lidas, re- FOTO câmara utilizada para tirar fotos sem m o v i m e n -
generic chain, scalar series BIB/CLAS BIB/INDEX indicação lenberg (SCHE, p. 265 e 307), teria sido fixada pelo
movidas para outra pasta ou apagadas pelo usuário, to, c. microfilmadora => câmara planetária, câmara
apenas de relações genéricas, excluindo-se as rela- Calendar of state papers britânico. 5. Observação: as
c. de guarda => caixa ( A R Q ) . C. de lista drop list box INF rotativa, c. planetária ftatbed camera, planetary camera
ções lodo-parte. <=> cadeia, relação genérica, rela- diversas definições sobre calendário (calendar) e
caixa que apresenta u m a lista de opções que se REPRO tipo de câmara utilizada para microfilmar do-
ção partitiva. c. hierárquica hierarchical chain BIB/ repertório o u catálogo seletivo (special list) n ã o
abrem como u m a persiana e que podem ser escolhi- cumentos de grandes dimensões colocados sobre
C I A S BIB/INDEX conjunto sucessivo de classes subor- esclarecem suficientemente as suas diferenças. 6.
das com o mouse. c. de mensagem message box I N F uma mesa para captura das imagens, c. r o t a t i v a
dinadas. Cada uma delas se subordina à classe pre- Tabela ou conjunto de tabelas que mostram para u m
caixa simples com mensagem de aviso o u erro em continous-flow camera, flow camera, rotatory camera
cedente, excetuando a primeira. <=> série hierárqui- ano a sucessão de dias, semanas e meses; folhinha,
que a resposta d o usuário é transmitida pelo mouse REPRO tipo de câmara utilizada para microfilmar do-
ca, c. informacional information chain BFB I N F 1. Pro- c. c i v i l => ano civil. c. fiscal => ano fiscal.
ou pelas teclas de entrada ou de retorno, c. de saída cumentos de pequenas dimensões. Os d o c u m e n -
cesso que interliga o p e d i d o feito por uma pessoa,
caligrafia calligraphy, penmanship ARTE "técnica de tos a microfilmar e o filme avançam na mesma velo-
via sistema de informação, para gerar informações exit box I N T E R N e m correio eletrônico, pasta onde
escrever à mão, f o r m a n d o letras e outros sinais cidade, garantindo rapidez e eficiência,
ou referências a serem encaminhadas ao usuário são guardadas as mensagens ainda não enviadas,
até que o usuário faça a conexão com a internet e gráficos elegantes e harmónicos, segundo certos câmera => câmara
solicitante. 2. Pases pelas quais a informação passa,
pressione o botão de enviar/receber mensagens, padrões e modelos estilísticos ou de beleza e exce-
desde sua criação até sua disseminação. « cadeia caminho path FNF coleção predefinida de enlaces
c. de sugestões suggestion box BIB caixa destinada a lência artística" ( H O U D , p . 576).
documentária. através de uma parte o u a totalidade de documento
receber sugestões o u reclamações dos usuários, a calígrafo => escriba.
caderno signature G R Á F "conjunto de cinco folhas callfor voters INF INTERN em redes eletrônicas, diz- de hipertexto. c. de acesso pathname I N F informação
fim de coletar dados para o aprimoramento dos ser-
de papel em branco o u pautado dobrado ao meio e se d o início do período de votação dentro de u m que designa u m item no servidor. Em geral é apre-
viços e produtos da biblioteca, c. de transferência
metidas umas nas outras. Qualquer número de fo- g r u p o de discussão. E costume a inclusão de pelo sentada na forma volume/pasta/nome; v o l u m e re-
=> caixa ( A R Q ) . c.-estante => biblioteca ambulante,
lhas de papel, unidas [pela dobra] como u m l i v r o menos u m o u vários endereços eletrônicos como fere-se ao dispositivo onde os arquivos estão arma-
c.-forte => câmara de segurança, c. para filme => lata
para nelas se escrever" (PORTA, p. 54). <=> seção, zenados; pasta, ao local ou diretório onde os arqui-
de filme. c. para devolução de livros book drop, book repositório de votos.
volume, c. de campo field notebook BIB E N G utilizado vos estão reunidos, c. de dados data path I N F liga-
return BIB caixa, contendo uma abertura, para receber camada layer 1. I N F partes sucessivas de u m p r o -
por técnicos e pesquisadores em trabalho no cam- ção lógica entre a origem e o destino da informação.
as devoluções de livros ou outros tipos de docu- grama de computador. 2. I N F TEL em redes, conjunto
po, Isto c, durante observações em ambiente natu- campanha do cartão de usuário da biblioteca li-
mentos que f o r a m emprestados, c. para folhetos de fases que os dados d e v e m percorrer ao serem
ial, e nele, geralmente, são feitas anotações e dese- brary card campaign BFB M K T esforço publicitário, ge-
pamphlet box, pamphlet file ARQ BFB caixa de aço, plásti- transferidos de u m computador para outro.
nho., c. de encargos A R Q ENG "documento que apre- ralmente p r o m o v i d o p o r u m a biblioteca pública,
co ou madeira, utilizada para guardar folhetos, c. Câmara Brasileira do L i v r o (CBL) (20/9/1946). En-
senla as especificações de u m a obra, c i t a n d o os que visa estimular adultos e jovens a se inscreve-
para livros book box, pull-case, slipcase A R Q BFB caixa de tidade profissional que congrega editores e l i v r e i -
materiais , i serem empregados, com as respectivas rem como usuários ativos. c. para arrecadar f u n d o s
papelão, aço, plástico ou madeira utilizada para guar- ros. Em 1946 realizou a primeira campanha publici-
Características" (ABNT49). C. técnico ARQ ENG "cader- book drive, fund-raising activities BFB qualquer ação
dar livros nas estantes, c. para revistas magazine tária intitulada ' L i v r o , presente de amigo'. A ela
no d e trabalho precedido de instruções de m a n i p u - executada pela biblioteca visando a arrecadação de
case, periodicals case BFB caixa de papelão, aço, plásti- seguiram-se outras, como a semana do l i v r o e a
lação ou de operação, impressas" (ABNT49). recursos financeiros o u novos livros.
co ou madeira c o m a frente semiaberta, utilizada semana do livro infantil, acompanhadas da realiza-
< 'miemos de Biblioteconomia Periódico editado, para guardar os fascículos de periódicos nas estan- ção de encontros e conferências, concursos e atri- campeão de vendas => best-seller.
desde [973, pelo Departamento de Bibliotecono- tes, c. postal eletrônica e-m box, electronic mail box, buição de prémios. Desde 1961 promove a Bienal campo field INF 1. Parte de u m registro que contém
m i a da I 'nlversidade federal de Pernambuco. mail box, mailbox I N F I N T E R N 1. Conjunto de espaços Internacional do L i v r o de São Paulo. Mantém o u m dado de determinado tipo, ou u m conjunto de
c.iiv.i (ARQ) archival box, archives box, box, center numa área de armazenamento de dados; área, reser- Centro de Catalogação na Publicação (CIP). dados ligados logicamente. 2. Área que é tratada
cintou, coiilaincr, records center cartou, storage container vada para dados, endereçada de u m equipamento câmara cinematográfica motion picture camera C I N E como u m todo. 3. Parte de u m a memória. 4. Parte
ARQ "recipiente de forma, matéria, estrutura e d i - periférico. <=> c o r r e i o eletrônico. 2. E m c o r r e i o a utilizada em filmagens cinematográficas, c. de ex- de uma informação codificada e registrada em su-
mensões variáveis, destinado ao acondicionamen- eletrônico, a r q u i v o que armazena as mensagens porte físico, c. ( I S B D ) => área (ISBD). c. auxiliar auxiliury
purgo (POR) => autoclave. c. de fumigação => auto-
to de documentos" (DICT); caixa-arquivo, contêiner. recebidas por u m a pessoa. field I N F parte o u seção d o registro u t i l i z a d a para
clave. c. de repetição step-and-repeat camera REPRO
<=> acondicionamento, pasta ( A R Q ) . caixa ( C O N T ) = > armazenar informações específicas, c. bibliográfico
"câmara própria para microfilmar áreas predetermi-
livro-caixa. c. alta capital lelter, uppercase letter E D I T bibliographic field BIB/CAT em base de dados, campo
cálamo calamus H I S T "instrumento para escrever, nadas do filme. É utilizada normalmente para p r o d u -
GRÁF relativo a letras maiúsculas. Essa denominação que "consiste de dois indicadores e u m ou mais
feito de u m pedaço de cana ou junco, talhado obli- zir microfichas" (DICT, p . 25). c. de segurança vault
remonta à tipografia, pois a parle superior das caixas subcampos, cada u m deles imediatamente precedi
quamente ou afinado na extremidade, usado antiga- ARQ "local reservado à guarda de documentos pre-

62 63
campo compulsório Canada Institute f o r Scientifie
Canadian Core Learning rapacidade

do por uni identificador de subeampo. São de tama- informações. 2. BIB/CAT campo no registro bibliográ-
f o r m a t i o n (CISTI) Entidade, criada em 1924, vincula- cancelar cancel (v.) I N F ação de interromper o pro
nho variável e cada campo bibliográfico é i d e n t i f i - fico, p.ex.: no formato M A R C , que contém u m núme-
da ao National Research Council of Canada. Seu cessamento de parte o u mesmo a totalidade de u m
cado por um parágrafo diferente" (IBICTF, p . 20). c. ro fixo de caracteres, c. i d e n t i f i c a d o r de registro
objetivo é fazer o controle bibliográfico e dissemi- programa de computador, c. o empréstimo cancel a
compulsório > campo obrigatório, c. de busca com accession number field BIB/CAT "conjunto de caracte-
nar informações científicas e tecnológicas. loan (v.) BIB ação de dar baixa no empréstimo, geral-
prefixo prefix coded field BIB/RI campo onde p o d e m res, que identifica o registro, atribuído pela organi-
Canadian Core Learning Resource Metadata Spe- mente domiciliar, de documentos da biblioteca, c. o
ser utilizados lermos usualmente não relacionados zação criadora d o registro bibliográfico. É identifi-
c i f i c a t i o n (CanCore) C o n j u n t o de especificações empréstimo de u m l i v r o check-in a book ( v ) , discharge
com o assunto. N o banco de dados D I A L O G , p.ex.: cado pelo parágrafo 001, de acordo com a n o r m a
para metadados elaborado p o r u m consórcio de of a book BIB ação de registrar a devolução de livros
autor, titulo do periódico o u ano de publicação. N a iso 2709. E de tamanho variável e não contém indi-
organizações canadenses. ou outros documentos que estavam emprestados e
recuperação da informação, eles geralmente são cadores o u identificador de subeampo" (IBICTF, p.
Canadian Library Association (CLA) (1946). Con- que foram devolvidos à biblioteca, c. u m a assina-
usados com indicadores de campo com dois carac- 19). <=> número de registro, c. obrigatório compulsory
grega os bibliotecários canadenses. tura cancel a subscription ( v ) , discontinue a subscription
teres, p.ex., A I i - para indicar campo de autor. c. de field BIB/CAT I N F e m automação de biblioteca, tipo de
'canais abertos' (todos) all-channel INF TEL "rede de (v), serial cancellation BIB ação de deixar de renovar
busca com sufixo suffix-coded field BIB/RI c a m p o , campo de dados que deverá estar sempre presente
comunicação que não impõe nenhuma restrição, a assinatura de u m periódico.
como, p.ex., no banco de dados DIALOG, que, geral- no registro bibliográfico, c. o p c i o n a l optional field
mente, e utilizado para restringir termos relaciona- BIB/CAT no formato M A R C , campo ou subeampo de u m t o d o s p o d e n d o se c o m u n i c a r c o m todos os o u - cancioneiro song book BIB MÚS livro que contém as
dos ,i assuntos n u m campo específico. O termo a registro onde podem ser inseridos dados, a critério tros" (MUC, p. 99). <=> internet. letras das músicas de u m compositor o u género
sei pesquisado precisa ser usado em conjunção do catalogador. c. repetitivo repeatable field, repetition canal channel INF 1. Via de acesso entre a memória musical.
com uma abreviatura f o r m a d a de dois caracteres field BIB/AT INF campo que pode ser incluído por mais de u m sistema e sua u n i d a d e central de processa- CanCore Canadian Core Learning Resource M e -
que vêm logo após o termo de busca, p.ex., SMiTH/n de u m a vez no m e s m o registro bibliográfico, c. mento, e que permite a troca de informação entre tadata Specification.
para o termo ' S M I T H ' que aparece somente no campo semântico semantic field of a work 1. L I N G conjunto de esta e o exterior. 2. Processador especializado que candidato respondent (academic disputation) BIB/CAT
de título, c. de cartão card field, cardfield INF número conceitos que p o d e m ser agrupados sob u m con- possui u m a rota de informação e u m conjunto de EDU "pessoa que concorre a u m título, defendendo
de colunas n u m cartão perfurado onde são inseri- ceito-chave o u classe. 2. BIB/INDEX em tesauro, "rea- circuitos integrados associados para controlar as ou contraditando, e m concurso académico, u m a
dos dados específicos o u homogéneos. A s c o l u - grupamento de u m conjunto de descritores sob a operações de entrada e saída dos dados, o barra- tese proposta pelo presidente da banca" (AACR02).
nas I e 2, p.ex., p o d e m incluir dados sobre identifi- mesma área, o u domínio de aplicação" ( C H A L , p . mento, c. (GRÁF) fore-edge, groove Nos livros enca- <=> dissertação, tese. c. a descritor => termo candida-
cação, c. de controle control field BIB/CAT "campo for- 100). <=> tesauro. c. temático field of knowledge, core dernados, o acabamento côncavo no corte da fren- to a descritor.
mado por subcampos de tamanho fixo, na sua maio- subject, subject area, subject field area BIB/CLAS 1. Área te resultante do arredondamento do dorso; canelura, canelura => canal.
ria codificados, com informações que p o d e m ser do conhecimento, na qual se insere o assunto o u goteira, c. comum => barramento, c. de chat => sala caneta fotossensível => caneta ótica. c. l u m i n o s a
necessárias para o processamento automático d o tópico de u m documento; assunto central, domínio de bate-papo. c. de c o m u n i c a ç ã o communication => caneta ótica. c. ótica bar code wand, light pen I N F
registro bibliográfico. E identificado pelo parágra- do conhecimento. 2. Conhecimento especializado channel, communication link, transmission channel I N F dispositivo fotossensível, em forma de caneta, que
lo 008, correspondendo a u m dos campos reserva- no âmbito de u m a área do conhecimento geral. 3. TEL 1. Ligação entre dois pontos, ou locais, com o comunica ao c o m p u t a d o r ou processador gráfico
dos da norma iso 2709. E u m campo de tamanho Assunto que é objeto de uma classificação especi- objetivo de transmitir e receber comunicações. 2. as coordenadas de u m sinal luminoso; pincel l u m i -
lixo, não contendo indicadores o u identificadores alizada, p.ex.: a medicina como assunto da Classifi- Enlace (físico ou virtual) com u m computador-base noso, c. para leitura de código de barras => caneta
de subcampos. Seus subcampos são identificados cation for medicai literature, de E. C u n n i n g h a m , c. em u m a rede de comunicação, c. de i n f o r m a ç ã o ótica.
por sua posição relativa no campo" (IBICTF, p . 20). c. variável variable field BIB/CAT INF no formato M A R C , cam- information channel 1. ENG I N F meios e equipamentos cânon cânon 1. DIR FIL "regra geral de onde se infe-
de ilados data field BIB/CAT 1. Em automação de bibli- po que varia de extensão, que pode conter tanto de comunicação entre dois terminais. 2. TEL linha de rem regras especiais" (AUR). <=> norma, regra. 2. REL
otecas e bases de dados bibliográficos, campo que dados codificados quanto texto, e s u b d i v i d i d o em transmissão e equipamento envolvido na transfe- lista autêntica dos l i v r o s da Bíblia considerados
C o n t é m dados bibliográficos o u outros t i p o s de elementos lógicos em subcampos separados. A mai- rência de informação em determinada direção entre como inspiração divina, por israelitas e cristãos. 3.
dâdOS que são requeridos como parâmetros para o oria dos campos de u m registro no f o r m a t o M A R C dois terminais ou entre u m computador e u m termi- REL lista dos santos canonizados pela Igreja católica.
processamento de u m r e g i s t r o b i b l i o g r á f i c o . 2. possui campo variável, c. variável de controle vari- nal. Inclui o modulador e demodulador e u m meca- 4. BIB REL livro litúrgico que inclui a parte principal da
'Torção do registro bibliográfico, normalmente de able control field BIB/CAT INF no formato M A R C , campo nismo de controle de erros. c. de televisão pública missa, bem como outras partes de uso exclusivo
Iam.inlio variável, contendo uma particular catego- variável no registro (001 a 009) que contém o nú- => televisão educativa, c. de transmissão =* canal dos bispos, c. de coextensão => coextensão (cânon).
I I . I de dados (autor, título, editor, etc), identificado mero de controle atribuído pela instituição (campo de comunicação, c. especializado de T V dedicated
canto canto LIT cada u m a das partes o u subdivisões
poi um parágrafo. Pode ser de tamanho f i x o o u 001), i d e n t i f i c a d o r d o número de controle (003), channel, specialized TV channel C O M N TEL canal de tele-
de u m a longa n a r r a t i v a ou poema épico, c o m as
\, terminando sempre por u m separador de data e hora da última operação (005) e informações visão por cabo que transmite apenas uma modalida-
mesmas funções d o capítulo de u m l i v r o ; p.ex.: o
. ampo de dados" (IBICTF, p . 19). c. de dados obriga- gerais (008). c. variável de dados variable data field de de programação, c. f o r m a l formal channel, formal
poema Os lusíadas t e m dez cantos.
tòrloa i obrigatório, c. de dados opcionais c. BIB/CAT INF no formato M A R C , campo variável do regis- communication channel B I B C O M N "canal de c o m u n i -
cantor singer MÚS 1. Pessoa que canta. 2. A r t i s t a
op. ion.il c. de dados optativos => c. opcional, c. de tro ( l x x a 9xx) que possui dois indicadores de posi- cação onde as informações são registradas e disse-
que executa a parte vocal em uma peça musical.
ilados repetitivos > c. repetitivo, c. de fonte source ção e que, usualmente, incluem dados textuais em minadas de forma impressa, através de fontes primá-
capa de disco álbum cover, record álbum, sleeve MÚS
field nin/i AI em registro bibliográfico, campo que, vez da informação codificada. São, p.ex.: l x x área rias e secundárias" (MED, p . 114). c. i n f o r m a l infor-
"invólucro protetor para u m disco sonoro, feito de
geralmente, Ini Ini os dados: a) artigo de periódico: da entrada principal; 24x área do título, 3xx área da mal channel, informal communication channel BIB C O M N
papelão ou p a p e l " (AACR83). C. de l i v r o book cover,
o titulo do periódico, número do volume, data de descrição física, 4xx área de série, 5xx área das no- "canal de comunicação onde as informações são
cover, fronteover, paper cover GRÁF parte externa de u m
publicação e p.i)',iuas; b) monografia: o título, edito- tas, 6xx área do assunto/género, 7xx área das entra- transmitidas diretamente, pessoa a pessoa, através
l i v r o o u folheto, que pode ser: a) capa m o l e em
ra, .lala de publicação e páginas, c. de registro em- das secundárias. de contatos interpessoais, telefonemas, cartas e reu-
papel, cartolina, couro o u plástico (brochura); b)
butido tmbeddid ttcoxd field BIB/CAT "tipo especial de niões científicas" (MED, p . 114). o colégio invisí-
capa dura em papelão, revestida de papel, cartolina
campus v i r t u a l virtual campus E D U I N F I N T E R N parte vel, comunicação informal, c. i n f o r m a t i v o => canal
ou tecido, em couro o u outro material (encaderna
campo l u l i l i o g i . i l u i i E identificado pelo parágrafo de uma instituição de ensino superior que oferece de informação.
ção o u cartonado). A face externa da frente do livro
530 e contém alguns campos de dados de u m regis- infraestrufura educacional que permite acesso à i n - é denominada primeira capa. c. dura => livro c u c a
tro embutido" (um I I , p. 20). < > registro embutido, c. canção chant, song 1. L I T composição e m verso,
ternet de qualquer lugar e hora. <=> ensino a distância. dernado. c. posterior => quarta capa. c. solta •: > cai
para ser cantada o u feita c o m o objetivo de ser
facultativo > campo opcional, c. fixo fixed field 1. C A N computer assigned number. tonagem.
musicada. 2. MÚS música com que se canta esta com-
INF' g r u p o de posições reservado a determinadas Canada Institute for Scientifie and Technical I n -
posição. capacidade capacity, storage capacity 1 . I N I qiiauti

64
capacidade da e s t a n t e característica de f i n a l i d a d e característica de origem carrinho de compra

dade de informação que cabe n u m dispositivo de (principalmente nos vídeos de computadores) de objeto, p.ex.: ferro de passar, <=> característica ex- da em potencial" (LIN). <=> demanda de informação,
armazenamento. Deve ser medida em palavras, uma letra, número o u qualquer sinal tipográfico. 2. trínseca, característica de origem, c. de origem cha- necessidade de informação. 2. Segundo V i c k e r y
octetos (ou bytes), bits OU caracteres. 2. I N F série EDIT GRÁF caracteres alfabéticas, dígitos numéricos, racteristic oforigin BIB/CLAS BIB/INDEX característica ex- & Vickery (vicv), a carência de informação "pode
máxima de valores que u m registro pode conter. 3. sinais de pontuação e sinais de controle. 3. I N F BIB/RI trínseca que indica a procedência de u m objeto, ser u m a espécie de vazio, o u lacuna, na estrutura
C O M N i n . capacidade de u m canal de transmissão. 4. geralmente é o nível primário de armazenamento e b e m como por intermédio de quem ou como esse do conhecimento, u m a consciência de elementos
i,INC; "conjunto das possibilidades de enunciação que recuperação de informações, c.-campainha => ca- M objeto se torna conhecido, p.ex.: cerâmica marajo- e/ou relações de falta o u alguma incerteza no pa-
é dado pelo conhecimento de u m sistema linguísti- ractere de chamada, c. de alarme => caractere de ara. característica de finalidade, característica ex- drão de elementos e relações. A aquisição de infor-
co" (isi i). c. da estante book capacity, shelf capacity, chamada, c. de chamada bell character I N F caractere trínseca, c. de sistemas de informação => sistemas mações pode preencher a lacuna o u levar a u m a
shelving Capacity, stack capacity BIB q u a n t i d a d e de especial, que não é impresso, mas emite u m alarme de classificação (características), c. e q u i v a l e n t e reorganização d o padrão. Antes que a informação
livros e outros tipos de documentos que p o d e m sonoro para alertar o operador e preveni-lo da ne- equivalent characteristic BIB/CLAS BIB/INDEX propriedades seja obtida, como p o d e o solicitante representar,
ser armazenados n u m a estante; pode ser m e d i d a cessidade de u m a resposta, c. de controle control o u características que são diferentes, mas p o d e m se ou explicar a alguém a lacuna sentida o u observa-
por melros lineares o u pelo total médio de docu- character I N F caractere cuja ocorrência inicia, m o d i - substituir umas às outras, sem que esta substituição da? Obviamente, não poderá indicar exatamente 'o
mentos, c. de armazenamento => capacidade, capa- fica ou termina u m a função controladora, c. E B C D I C modifique a extensão da classe (ou conceito), p.ex.: que' vai preencher, eventualmente, essa lacuna. N a
cidade da estante, capacidade de depósito, c. d e EBCDIC character I N F qualquer dos símbolos compre- nas expressões gato angora e gato persa, os ter- melhor das hipóteses, pode haver a indicação da
depósito storage capacity A R Q capacidade que tem endidos no conjunto EBCDIC (Extended Binary Coded mos 'angora' e 'persa' não modificam a extensão d o espécie de elementos e/ou relações que, aparente-
um arquivo de armazenar determinado v o l u m e de Decimal Interchange Code) de oito bits. c. gráfico conceito 'gato'. <=> característica, característica aci- mente, são candidatos prováveis ao preenchimen-
documentos e que p o d e ser expressa e m metros graphic character I N F "elemento o u caractere repre- dental, c. específica specific characteristic BIB/CLAS BIB/ to da lacuna" (p. 162). 3. "Embora conscientes de
Í N D E X propriedade de u m conceito subordinado. Não uma 'carência de informação, nem todos a transfor-
lineares OU metros cúbicos; capacidade de instala- sentado por u m símbolo impresso, pode ser alfabé-
se aplica, porém, ao conceito superordenado d o mam em 'demanda' [...] Isto se deve, geralmente, à
ção (roi<). c. d e m e m ó r i a memory capacity, memory tico, alfanumérico, numérico e especial" (MOR81).
qual faz parte, p.ex.: a expressão 'felídeo' aplica-se impossibilidade de o solicitante saber identificar u m a
sizr I N I 1. Quantidade de informações que a memó- c. não-alfabetável nonsorting character BIB/CAT carac-
ao termo 'gato', mas não se aplica a 'animais irraci- fonte apropriada o u u m canal adequado" (idem, p.
ria da máquina pode conter. 2. O número de bytes tere ignorado na alfabetação, p.ex.: o apóstrofo numa
onais', que é u m a expressão genérica. <=> caracte- 313). <=> demanda de informação, necessidade de
que podem ser contidos ou armazenados n u m dis- palavra, cabeçalho de assunto o u descritor, c. n u -
rística, característica genérica, subordinação, supe- informação.
positivo de memória. 3. A quantidade de dados que mérico numeric character INF O que pertence ao gru-
rordenação. c. essencial =s> característica intrínse-
podem ser contidos n u m mecanismo de armazena- po de algarismos de 0 a 9. carga ARQ "registro de pastas o u papéis avulsos
ca, c. extrínseca artificial characteristic, extrinsic cha-
mento de dados. c. gráfica graphic output I N F capaci- caracteres (código) => ASCII. c. alfabéticos alphabc- requisitados do arquivo para consulta" ( Z A M , p. 12);
racteristic BIB/CLAS BIB/INDEX qualidade que pertence a
dade das impressoras de i m p r i m i r gráficos utilizan- tic characters GRÁF I N F símbolos que representam ape- sistema de carga. c. máxima do piso maximum floor
u m objeto quando em relação com outros objetos,
do caracteres especiais. nas as letras, c. alfanuméricos alphanumeric charac- load ARQ BIB ENG peso máximo que pode ser suporta-
mas não é inerente a este mesmo objeto, p.ex.: ser
capacitação de usuário => educação de usuário. ters GRÁF I N F símbolos que representam letras, de A a do pelo piso do edifício.
brasileiro ou francês são características extrínsecas,
CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento d o Pes- z e algarismos de 0 a 9. c. cuneiformes => escrita caricatura caricature, cartoon C O M N desenho o u re-
ou artificiais, do ser humano; característica artificial.
soal de Nível Superior. cuneiforme. c. p o r segundo (eps) characters per second presentação pictórica, de caráter burlesco, em que
<=> característica, característica de finalidade, carac-
capital intelectual intellectual capital A D M em inteli- I N F número de caracteres que u m a impressora é se satiriza u m a pessoa o u u m fato, e m geral de
terística de origem, característica intrínseca, con-
gência competitiva, "ativo intelectual de u m a orga- capaz de i m p r i m i r em u m segundo. caráter político e que é do conhecimento público;
ceito, c. genérica characteristic of division, generic
nização, incluindo patentes, bibliotecas e bases de característica characteristic BIB/CLAS BIB/INDEX 1. Qua- charge.
characteristic BIB/CLAS B I B / I N D E X a que serve de base
dados, bem como o intelecto e o c o n h e c i m e n t o lidade própria de u m ser, de u m documento, de u m para d i v i d i r u m conceito (<=>) em conceitos subor- carimbagem stampíng ARQ DU< aplicação de carimbo
agregado de seus membros. Acredita-se que este item, de u m dado, de uma informação. 2. Proprieda- dinados, o característica, característica acidental, a u m documento visando a sua autenticação (<=>).
lator possa ser analisado para permitir classificar a de compartilhada pelos membros de u m a classe e característica específica, c. geral => característica carimbo rubber stamp A R Q BIB "peça de metal, de
O r g a n i z a ç ã o como rica o u pobre de i n f o r m a ç ã o " que os diferencia dos de outra classe. <=> atributo, genérica, c. i n c i d e n t a l => característica intrínseca, madeira ou de borracha, contendo letras, números
( T A U , p. 307). base de divisão, característica acidental, conceito, c. intrínseca intrinsic characteristic, natural characte- ou figuras em relevo, usada para marcar o u autenti-
Capítulo chapter EDIT GRÁF divisão numerada o u i n t i - predicado. 3. A t r i b u t o segundo o q u a l os concei- ristic BIB/CLAS BIB/INDEX qualidade inerente e inseparável car, à tinta, documentos, identificar livros, roupas
tulada de um texto (livro, artigo, relatório e outros tos são reunidos, o u separados, em u m sistema de do objeto, sem a qual ele não poderia ser o que é, etc." (HOUD, p . 627). Além disso, existem carimbos
tipos de documentos). O capítulo "é, geralmente, classificação, o u de indexação, o u seja, qualquer p.ex.: ser mamífero e racional são características datadores (que marcam a data) e numeradores (que
.lulossulic iente, mas permanece em relação com as das propriedades inerentes a u m conceito. <=> atri- intrínsecas, ou naturais, do ser humano; característi- marcam números), c. de aquisição => carimbo de
divii s que o precedem ou que o seguem" (iso buto, propriedade, qualidade, c. acidental incidental ca essencial. <=> característica acidental, característi- entrada, c. de data date stamp BIB carimbo utilizado
5127). characteristic, incidental property BIB/CLAS BIB/INDEX qua- ca extrínseca, conceito, c. n a t u r a l => característica em sistema de empréstimo manual com o objetivo
cupsu I. .-uai ius "pequena caixa, arca ou cofre usa- lidade de u m conceito que é dispensável para a intrínseca. de marcar a data de devolução do documento em-
da paia guardar jóias, dinheiro, livros o u outros definição desse conceito. <=> característica genéri- prestado à biblioteca; datador, c. de entrada accessi-
objetos pessoais. Hntre os romanos, caixa cilíndri- ca, característica intrínseca, conceito, c. a r t i f i c i a l => caracterização técnica do p r o d u t o I N F segundo a on stamp BIB carimbo o u etiqueta utilizada para regis-
c. extrínseca, c. de ampla aplicação => faceta dife- legislação brasileira, é o conjunto de informações trar o número de tombo de cada documento incor-
ca onde as crianças l e v a v a m l i v r o s e petrechos
que p e r m i t e m ao usuário conhecer o c o m p o r t a - porado ao acervo; carimbo de aquisição, c. de pro-
escolares" ( H O U D , p. 014). 2. BIB caixa, de f o r m a t o rencial, c. de classificação characteristic of a classifi-
mento global e os elementos principais do p r o d u - priedade property stamp BIB carimbo que indica a pro-
cilíndrico, utilizada em antigas bibliotecas para ar- cation BIB/CLAS propriedade compartilhada pelos mem-
to-base, bem como identificar suas interfaces. priedade da biblioteca e que, geralmente, é utiliza-
mazenar rolos de papiros na posição vertical. bros de u m a classe e u t i l i z a d a na elaboração de
do no verso da página de rosto ou outras páginas
c a p t a ç ã o de i m a g e m iiuage capture E D I T I N F F O T O esquemas de classificação. Não deve ser confundi- carência de informação information want BIB 1. " O
selecionadas do documento; carimbo de patrimônio,
GRÁF utilização d e u m mecanismo para criar u m a da com as características dos sistemas de classifica- que u m indivíduo gostaria de ter, se o desejo for o u
c. de registro => carimbo de entrada.
representação digital d e uma imagem que, então, ção (características). <=> base de divisão, sistemas não realmente traduzido em u m a demanda a u m a
pode ser armazenada e manipulada pelo computa- de classificação (características), c. de destino => c. biblioteca. Os indivíduos p o d e m necessitar de u m carinha => ícone emocional.
dor. < > digitalização. de finalidade, c. de divisão => base de divisão, c. de item que eles não desejam, o u desejarem item que carretel take-off reel I N F FOTO REPRO bobina onde o
captura de d a d o s > aquisição de dados. finalidade characteristic ofpurpose BIB/CLAS BIB/INDEX ca- eles não necessitam o u mesmo não deveriam ter. filme ou fita magnética é enrolado; batoque.
c a r a c t e r e character 1 . I N I representação v i s u a l racterística extrínseca que indica a finalidade de u m U m desejo, como u m a necessidade, é u m a deman- carrinho de compra shopping baskel, shopping cari

66 67
carrinho para livros cartão de marca sensível cartão de 80 colunas c a r t ó i Kl

INTERN em comércio eletrônico, programa de com- dencial" (DICT, p . 26). c. geográfica => mapa. c. h i d r o - das com lápis de grafite (condutor de eletricidade), post card, post card, postal card, posleard ARQ IIIII cai L I O
putador que lunciona como u m catálogo em linha e gráfica => carta náutica, carta magna => constitui- os quais, posteriormente, p o d e m ser lidos por má- impresso com u m a i m a g e m , figura ou fotografia
processamento do pedido. Trabalha como interfa- ção, c. náutica hydrographic chart, nautical chart, quina especial, c. de 80 colunas eighty-column card em u m dos lados e, no outro, espaço para escrevei
ce entre o sítio Web da organização e sua infraes- navigation chart B I B m a p a que m o s t r a detalhes I N F cartão perfurado de 80 colunas verticais que o nome e endereço do destinatário bem como para
I rui ura, permitindo ao cliente selecionar a mercado- hidrográficos e outras informações relevantes para representam 80 caracteres. Cada uma das colunas uma pequena mensagem, c.-relâmpago flash card,
ria, revisar o que já selecionou, fazer as mudanças a navegação f l u v i a l o u marítima, c. p a p a l => bula se d i v i d e em duas seções: u m a com posições de flash index, target REPRO em micrográfica, t i p o de
que desejar e autorizar a efetivação da compra, c. papal, c.-partida chirograph ARQ " d o c u m e n t o que caracteres que vão de 0 a 9, ambos, inclusive, e "cartão ou outro material opaco em que se inscre-
para livros > carro para livros, c. para recolocação transcreve u m contrato tantas vezes quantas as par- outra que abrange as posições de perfurações de- vem palavras, números o u ilustrações, destinado a
> carro para livros. tes contratantes, sendo cada u m dos textos separa- nominadas 11 e 12 o u perfurações de zona. c. de exibições rápidas" (AACR83) e que tem p o r função
usuário application card, borrower's card, borrower's facilitar a indexação e recuperação da informação;
carro biblioteca biblioteca ambulante, c. para dos do outro por meio de letras, desenho, divisa ou
identification card, library card, patron ID, reader's card, sinalética visual.
livros book biu, book cart, book return cabinet, book outro sinal e sendo garantida a sua autenticidade
readefs identification card, user card, user I D ARQ BIB 1. cartapácio dossier, notebook ARQ BIB 1. Reunião, em
trolley, book truck, bookbín, reshelving cart BIB carro pela justaposição das margens recortadas com mai-
D o c u m e n t o de i d e n t i d a d e f o r n e c i d o ao usuário forma de livro, de documentos manuscritos. 2. L i -
Utilizado para transporte ou recolocação de livros or ou menor irregularidade" (ALV, p. 17); charta per
alphabetum, carta divisa, quirógrafo. c. pastoral => com a finalidade de identificá-lo quando deseja reti- vro antigo de tamanho maior do que o usual. <=>
nas estantes.
rar l i v r o s p o r empréstimo, o u consultar coleções alfarrábio.
carrossel para diapositivos carousel, slide carousel pastoral, c. patente charter, patent letter, title. 1. A R Q DIR ou documentos aos quais n ã o é concedido l i v r e
BIB recipiente utilizado para armazenar diapositivos "documento que encerra obrigações, doações, p r i - cartaz poster ARTE BIB C O M N GRÁF documento icônico,
vilégios públicos, e é d i r i g i d o em geral a todos acesso; cartão de leitor. 2. Nas bibliotecas universi- não-projetado, ou seja, imagem impressa, geralmen-
que serão inseridos no projetor. tárias esse documento é substituído, em geral, pelo te colorida, de u m tema único, quase sempre acom-
CArta lellei; missive A R Q M S T L I T 1. Tipo de comunica- aqueles que o v i r e m " (AUR). 2. DIR 2.1 Carta repre- documento relativo à matrícula do aluno. c. de usu- panhado de u m slogan o u pequeno texto informati-
ção escrita, entre pessoas; missiva. 2. N a área da sentada pelo título de privilégio de invenção. 2.2 ário não-residente nonresidenfs card BIB cartão de vo. O cartaz geralmente é afixado em lugares públi-
diplomática, documento oficial ou privado. <=> d i - "Título oficial de concessão de privilégio para o usuário fornecido a pessoa que não reside legal- cos, de trânsito o u grande afluxo de pessoas, a f i m
plomática, c. (ARQ) => diploma, c. aberta open letter funcionamento de bancos, companhias de seguro, mente na área geográfica servida por uma biblioteca de divulgar u m evento, uma mensagem, o u como
t ( I M N carta, geralmente de crítica ou protesto, enca- financeiras, etc." ( H O U D , p. 636). c. pontifícia => bula pública ou sistema de bibliotecas, c. de visita visiting peça publicitária. <=> documento icônico não projetado.
tninhada à mídia (rádio, jornal ou televisão) para papal. c. régia royal letter A D M ARQ HIST "documento card, calling card, business card ARQ BIB cartão, geral-
divulgação pública, c. aérea aerial chart, aerial map, que participa oficialmente a alguém que lhe foi con- mente nas dimensões de 8,5 x 5 cm, onde se i m p r i -
carteira de leitor => cartão de usuário.
aeronautical chart BIB GEO mapa de uma região e que cedida mercê honorífica ou lucrativa. Leva a assi- mem o nome, endereço e títulos do seu dono, que
cartilha abecedarium, abecedary, alphabet book, first
COhtém as rotas aéreas e outras informações rele- natura do rei com rubrica, a referenda do ministro e o entrega para ser identificado; cartão pessoal, c. do
reader, hornbook, primer, reader primer BIB EDU 1. Livreto
vantes para a navegação aérea. <=> material carto- o selo" (DICT, p. 26). l i v r o => ficha de empréstimo, c. H o l l e r i t h cartão
que inclui as letras do alfabeto e os elementos ne-
gráfico, c. ao editor letter to the editor C O M N carta, cessários à aprendizagem da leitura. 2. A língua
cartão (1) card I N F cartolina semirrígida, de tama- (1). c. I B M => cartão (1). c. ideológico => ficha de
geralmente impressa, sob a discrição do editor-che- nho e formato constantes, apropriada para perfura- inglesa inclui o termo hornbook, que significa folhe-
coincidência ótica. c.-índice => cartão-relâmpago.
le, numa coluna apropriada de u m periódico, na ções segundo n o r m a que tenha significado e para to coberto com chifre transparente e preso n u m a
c. i n t e l i g e n t e smart card I N F cartão de plástico, se-
qual u m leitor expressa seus pontos de vista sobre manipulação mecânica. E utilizado para representar armação de madeira que servia, em tempos anti-
melhante a u m cartão de crédito, criado em 1974,
um assunto previamente publicado. Muitas vezes a informação (caracteres alfabéticos, numéricos e gos, para ensinar a ler.
dotado de microprocessador com memória e pro-
essas cartas são editadas para ocuparem espaço me- especiais) mediante combinações de perfurações grama u t i l i z a d o em transações comerciais. Pode cartobibliografia => bibliografia de mapas.
nor na publicação; além disso, podem ter o u não ou marcas que a máquina pode detetar por meio de ser usado para efetuar pagamento, controlar o pon- cartões ideológicos => fichas de coincidência óti-
uma breve resposta do editor-chefe. c. celeste => escovas ou células fotoelétricas. O cartão tradicio- to de servidores, como cartão telefónico, identida- ca. c. superpostos => fichas de coincidência ótica.
mapa astronómico, c. circular circular letter A D M A R Q nal constava de 12 posições verticais de perfura- de funcional e, também, cartão bancário, c.-janela cartofilia ARTE ação de colecionar cartões postais.
documento administrativo, em forma de carta, cujo ção e 80 colunas; existia também u m tipo de cartão aperture punched card, unitized card REPRO cartão per- cartografia cartography, mapmaking BIB GEO técnica
i unleudo é de interesse c o m u m , que é reproduzi- de dimensões mais reduzidas, com capacidade de furado que apresenta uma abertura para inserção de de produção de mapas e outros materiais cartográ-
da e enviada a muitas pessoas, o circular, c. consti- armazenamento de 96 colunas, característica do sis- fotogramas, c. magnético magnetic card I N F cartão ficos. <=> mapa, sistema de informação geográfica.
tucional > constituição, c. de navegação navigation tema 3 da I B M . c. (2) cartoon ARTE desenho preparató- padronizado que apresenta uma superfície sobre a cartógrafo cartographer, map artist, map maker GEO
ehurl BIB GEO "mapa especialmente elaborado para rio para servir de modelo para pinturas, tapeçarias, qual é possível armazenar dados por magnetização especialista em desenhar mapas (cartas geográfi-
marcar a posição de embarcações o u aeronaves afrescos, mosaicos e outros trabalhos semelhan- seletiva de porções da superfície plana, servindo cas). <=> mapa.
nas navegações marítimas, fluviais ou aéreas" (DICT, tes, c. com abertura => cartão-janela. c. de assinatu- de suporte da informação para certos sistemas, c. cartograma cartogram CART EST mapa ou quadro em
p. 2n). < > carta aérea, carta náutica, c. de privilégio => ra => ficha de empréstimo, c. de consulente => car- perfurado punched card FNF 1. Cartão de dados com que são representados, de forma gráfica, os princi-
patente c. divisa > carta-partída. C . do Livro Charter tão de usuário, c. de cópia copy card REPRO cartão de perfurações feitas em posições determinadas, ten- pais conceitos o u conjuntos de dados estatísticos.
Oj lhe íínii/, BIB declaração aprovada pela UNESCO, em plástico, do tamanho de u m cartão de crédito, para do cada uma u m significado próprio, usado para cartonado pasteboards GRÁF " l i v r o com capa de pa-
22/10/1971, e divulgada em 1972 durante a realiza- ser comprado e utilizado em máquinas fotocopia- classificação automática e m equipamento eletrôni- pelão ou outro material de rigidez semelhante, for-
ção da reunião sobre o Ano Internacional do L i v r o doras, c. de coincidência ótica => ficha de coinci- co de tabulação o u de contabilidade. O cartão per- rada de papel: situa-se, materialmente, entre a bro-
< >. c. encíclica > encíclica. C . Europeia de Condu- dência ótica. c. de crédito credit card A R Q D I R ECO furado pode ser de 80 o u 96 posições o u colunas. chura e a encadernação, e o sistema geralmente é
ção em Informática | K I>I., European C o m p u t e r d o c u m e n t o e m i t i d o p o r o r g a n i s m o f i n a n c e i r o , 2. Cartão que serve como veículo de informação empregado em livros didáticos e literatura i n f a n t i l "
Drlving LiCCnae] BDU I N I INTERN certificado forneci- que, mediante cláusulas contratuais previamente p o r q u e as perfurações, feitas de acordo com u m (CBL, p. 222).
do em países europeus, por meio da ECDL Foundati- acordadas, a u t o r i z a o t i t u l a r a ser d e b i t a d o em código, p o d e m ser detectadas por máquinas, que cartonagem GRÁF "processo de encadernação que
on, que comprova que a pessoa possui os conheci- seus gastos, c. de data de empréstimo => ficha de as interpretam. Com o aperfeiçoamento da informá- utiliza uma capa pré-fabricada" (AN, p. 35); capa solta,
mentos básicos de utilização de computadores; Cer- data de empréstimo, c. de empréstimo => ficha de tica, esses cartões foram substituídos pela digitação cartorário => cartulário.
tificado Europeu de I labililação para Uso de C o m - empréstimo, c. de leitor => cartão de usuário, c. de direta, p o r discos flexíveis o u discos magnéticos, cartório notarys office, registry office A D M ARQ DIR "1.
putadores, c. fechada Closed letter A D M ARQ "corres- marca sensível mark sense card INF cartão que possui c. perfurado nas margens => ficha perfurada nas mar- Lugar onde se registram e guardam cartas ou docu-
pondência oficial a u m endereçado específico e determinados espaços de sua superfície reserva- gens, c. pessoal => cartão de visita, c. postal picture mentos importantes; a r q u i v o : o cartório de uma
fechada por selo para manter seu conteúdo confi- dos para posições de dígitos que podem ser marca-
empresa. 2. Repartição onde funcionam os l.ibelio

68 69
cartório digital catalogação de assuntos
catalogação de periódicos catálogo alfabético

natos, os ofícios de notas, as cscrivanias da justiça, caseia => entrenervo.


temática, c. de periódicos seriais cataloging BIB/CAT temática => descrição temática, c. temporária
os registros públicos e so mantêm os respectivos cassete => fita cassete. parte da catalogação que trata da descrição dos pe- catalogação provisória.
arquivos" (AIIK). < > arquivo notarial, tabelião, tabeli- catalisador da informação => pessoa-chave. riódicos, c. de p r i m e i r o nível => catalogação simpli- catalogador cataloger, cataloging librarian BIB pes-
onato, c. digital cerlificate aulhority I N F FNTERN organi- catalogação cataloging BIB/CAT 1. "[...] estudo, pre- ficada, c. derivada copy cataloging, derived catalo- soa responsável pelos registros catalográficos dos
zação que emite certificado digital utilizado em as- paração e organização de mensagens codificadas, ging BIB/CAT a cópia, importação o u adaptação de u m documentos que farão parte do acervo de bibliote-
sinatura digital o também em chave de acesso. F u n - com base em itens existentes ou passíveis de inclu- registro bibliográfico existente para suprir as ne- cas, centros de documentação o u de informação,
ciona à semelhança d e u m cartório convencional e são em u m o u vários acervos, de forma a permitir cessidades e características d o processamento téc- b e m como, se for o caso, dos registros para bases
garante que os indivíduos contemplados com cer- interseção entre as mensagens contidas nos itens e nico de u m documento a ser incorporado ao acer- e bancos de dados.
lificados digitais lenham suas assinaturas oficialmente as mensagens internas dos usuários e usuários po- vo. I n c l u i também a cópia de u m registro bibliográ- Cataloging Distribution Service Órgão da Libra-
reconhecida:.. Sua função é vital para o desenvolvi- tenciais desse(s) acervo(s)" (MEY, p . 77). 2. Proces- fico a partir de u m a base de dados bibliográficos ry of Congress que comercializa produtos e servi-
mento do comércio eletrônico garantindo a lisura so técnico para registro e descrição de itens tendo para u m a base de dados local; cópia de cataloga- ços bibliográficos, notadamente registros catalo-
e , i legitimação das transações efetuadas. <=> autori- em vista a organização de catálogos. <=> Descrição ção, importação de catalogação, importação de re- gráficos elaborados p o r essa biblioteca. C . R u l e s
dade certificadora, certificado digital, Internacional Bibliográfica Normalizada (ISBD). 3. Em gistro bibliográfico. A n t : catalogação o r i g i n a l , c. Committee BIB/CAT comité do Chartered Institute of
cartoleca > mapoteca. sentido mais amplo, a catalogação abrange não so- descritiva descriptive cataloging BIB/CAT escolha da en- Library and Information Professionals (CILIP) (UK) que
Clrtuçho CUrtOUch, cartouche, cartridge, inset 1. C A R T mente a descrição bibliográfica, mas também a aná- trada principal e das entradas secundárias, transcri- coordena os estudos e revisões das n o r m a s de
(;u 11 ;HAI pormenor ampliado de u m mapa o u diagra- lise temática com seus produtos, entre eles a identi- ção da página de rosto, imprenta, colação e demais catalogação.
ma Inserido no enquadramento de u m mapa em es- ficação temática, c. abreviada => catalogação simpli- dados descritivos. A partir dos anos 1970, a expres-
catálogo catalog BIB 1. " D o c u m e n t o secundário
Cala maior e que não p e r m i t e o nível de detalhe ficada, c. analítica analytical cataloging, multi-level são catalogação descritiva f o i substituída por des-
que registra e descreve documentos (itens, r e u n i -
mostrado. 2. GRÁF folhas adicionais inseridas antes description BIB/CAT a "que tem por objeto a análise crição bibliográfica. <=> descrição bibliográfica, c.
dos permanentemente o u t e m p o r a r i a m e n t e " (iso
da encadernação, c. magnético magneíic tape car- pormenorizada de u m documento de conteúdo he- d e t a l h a d a => catalogação completa, c. e m l i n h a
5127) <=> catálogo (BIB), catálogo (ARQ). 2. Lista or-
tridge 1. REFRO receptáculo, hermeticamente fecha- terogéneo, para o registro, em separado, de cada online cataloging BIB/CAT a que utiliza u m banco de
denada dos itens existentes numa coleção pública
do e geralmente de m a t e r i a l plástico, no q u a l se uma das partes que o f o r m a m , a f i m de que esse dados bibliográficos para realizar a tarefa de descri-
ou particular. 3. "Documento que relaciona de for-
conservam fitas magnéticas o u microfilmes a f i m material venha a ser conhecido" (BUO, p . 115). Esse ção catalográfica. c. exaustiva => catalogação com-
m a metódica, localizando-os, pessoas, coisas o u
de impedir aderência de partículas estranhas que, documento pode ser u m livro, u m a coleção, u m a pleta, c. l i m i t a d a => catalogação simplificada, c. na
itens de u m a coleção" (ABNT49). 4. T i p o de d o c u -
durante o processamento o u leitura, poderiam p r o - publicação seriada e outros tipos de documentos, f o n t e cataloging in source, cataloging in publication,
mento, c. (ARQ) catalog A R Q instrumento de pesquisa
vocar erros ou anomalias de leitura. Protege t a m - c. automatizada automatic cataloging BIB/CAT a que é pre-natal cataloging, prepublication cataloging, self-
que fornece a descrição peça a peça de t i p o s de
bém contra a umidade. 2. I N F cartucho com R O M no feita com a utilização de processos automatizados. cataloging BIB/CAT E D I T GRÁF inclusão, nos documentos
documentos, tais como projetos, planos e mapas,
qual u m programa pode ser armazenado e, ao ser <=> catalogação e m linha, formato M A R C c. centrali- publicados, dos dados catalográficos descritivos;
bem como documentos reunidos com uma finalida-
conectado ao c o m p u t a d o r , o p r o g r a m a pode ser zada centralized cataloging BIB/CAT catalogação feita catalogação na publicação, catalogação pré-natal.
por uma biblioteca, o u agência central, que torna a de específica, p.ex.: exposições, ou relacionados a
processado. c. m í n i m a => catalogação simplificada, c. na p u b l i -
descrição bibliográfica disponível para as unidades temas específicos, p.ex.: Sesquicentenário da Inde-
cação => catalogação na fonte. c. o r i g i n a l original
cartulário cartulary, chartulary A D M A R Q D I R 1. "Re-
de u m a rede. <=> catálogo coletivo. c. coletiva col- pendência (baseado no I C A ) ; catálogo analítico. <=>
gistro, usualmente em f o r m a de volume, de cópias cataloging BIB/CAT ação de catalogar u m documento
lection levei cataloging, collective cataloging BIB/CAT 1. instrumento de pesquisa, inventário, inventário ana-
de certos documentos pertencentes a uma pessoa, que nunca havia sido processado, c. partilhada =>
Método para organizar documentos de caráter efé- lítico, inventário sumário, c. (BIB) catalog BIB/CAT 1.
família ou instituição" (APSP). <=> dossiê cronológi- mero, ou folhetos, sob título coletivo, com a finali- catalogação cooperativa, c. p l e n a => catalogação
Conjunto de entradas catalográficas referentes a itens
co. 2. Fundos de arquivos da Idade Média. 3. L i v r o completa, c. por grupos => catalogação coletiva. c.
dade de registrar sua existência e localizá-los no que se encontram e m u m acervo documentário,
manuscrito em f o r m a de v o l u m e ou, às vezes, de por matéria => descrição temática, c. pré-natal
acervo da biblioteca, sem necessidade de descrevê- r e d i g i d o de acordo c o m normas apropriadas. <=>
rolo, onde eram copiadas as escrituras relativas às catalogação na fonte. c. provisória brieflisting, deferred
los individualmente; p.ex.: sob a entrada 'Universi- catálogo ( A R Q ) . 1.1 A s normas mais empregadas
propriedades, privilégios, direitos e títulos de u m a cataloging, temporary cataloging BIB/CAT a que é feita
dade de Brasília ( u r a ) ' anota-se a informação: " O são: a) ISBD; b) Anglo-American cataloguing rules, 2.
pessoa, instituição o u c o m u n i d a d e ; cartorário. 4. de forma rápida e simplificada, visando eliminar atra-
material informativo sobre a unB, que não f o i descri- edição, 1978; Anglo-American cataloguing rules, 1.
( oleçao de mapas em forma de livro. sos no processamento técnico. <=> catalogação sim-
to individualmente, pode ser encontrado na estan- ed.; 1988 revision; traduzido para o português: Có-
plificada, c. retrospectiva retrospective cataloging BIB/
casa (encadernação) => entrenervo. C . dos C o n - te, em caixas de folhetos, sob o número de chama- digo de catalogação anglo-americano, 2. ed., 1983,
CAT catalogação de documentos que ainda não fo-
tos A R O HIST nome dado ao primeiro órgão público da 378.4 u n B . " ; catalogação por grupos, descrição cl978. c) Código de catalogação anglo-americano, 2.
ram catalogados o u a n o v a catalogação de docu-
encarregado de fiscalizar e ordenar a receita e des- bibliográfica coletiva. c. compartilhada => cataloga- ed., rev. 2002. 2. L i s t a m i n u c i o s a dos itens que
mentos anteriormente catalogados e que, por algu-
pesa do I si.ido português. Sua origem remonta ao ção cooperativa, c. completa comprehensive catalo- compõem u m acervo o u u m a coleção elaborada
m a razão, necessitam de conferência o u atualiza-
r e m a d o d e o. D i n i z (1279-1325). O mais a n t i g o ging, full cataloging, full levei cataloging BIB/CAT cata- de acordo com normas apropriadas e ordenada de
ção e m seus registros catalográficos. o conver-
regimento ordenador da Casa dos Contos f o i obra logação onde as entradas são detalhadas. A n t : cata- m o d o a facilitar a busca. <=> catálogo ( A R Q ) . 3. A
são retrospectiva, recatalogação. c. simplificada ab-
d e n. |oâo i (1357 1433). N o século xvi, D . M a n u e l logação simplificada (<=>). c. cooperativa cooperative partir dos anos 1970, quando a automação come-
breviated entry, brief cataloging, core levei cataloging,
eleliiou ampla retorma nesse organismo, que pas- cataloging, shared cataloging BIB/CAT catalogação em çou a ser empregada nas bibliotecas, a preparação
limited cataloging, selective cataloging, shorter catalo-
s o u a chamar se Contos d o Reino e Casa, sob o que várias bibliotecas adotam a mesma norma. Esta de catálogos tornou-se mais dinâmica e, neste iní-
ging, simplified cataloging BIB/CAT 1. A que, embora
com,indo do provedor-mor. Outras reformas suce- espécie de catalogação teve grande i m p u l s o com cio do século xxi, t e n d o e m vista o uso cada vez
seguindo normas internacionais (ISBD, p.ex.), procu-
deram se e só terminaram quando, por iniciativa do o emprego de técnicas automatizadas. O sistema mais intenso de redes internacionais e das bases e
ra incluir apenas os elementos mínimos necessári-
marquês d e Pombal, i>. José i n s t i t u i u u m tesouro ocre (Online Computer Library Center) é u m exem- bancos de dados, a informação desejada pode ser
os à identificação correta do item; catalogação abre-
único, o Erário Régio, extinguindo a Casa dos Con- plo de catalogação cooperativa. N o Brasil, o siste- localizada independentemente da ordenação dos
viada, catalogação de p r i m e i r o nível. A n t : catalo-
tos (baseado em A / I A ) , C. editora => editor, c. edito- m a Bibliodata é u m tipo de catalogação cooperati- registros bibliográficos, c. aberto open catalog Bin/
gação completa, o descrição bibliográfica. 2. O
rial > editor, c.-forte > câmara de segurança, c. va; catalogação compartilhada. <=> catálogo coleti- CAT catálogo manual que recebe novas fichas relati-
AACR83 (V. 1, p. 15) i n c l u i u três níveis de detalha-
publicadora > editor. vo, Online Computer Library Center, Controle Bi- vas a itens incorporados ao acervo da biblioteca.
mento na descrição. O primeiro nível é o que i n d i -
bliográfico Universal, c. de assuntos =» descrição N a prática, a maioria dos catálogos de bibliotecas
cascata > folha de estilo. ca os elementos mínimos a serem registrados, c.
pode ser considerada aberta, c. alfabético alphahc
CASE Computer A i d e d Software Engineering.

70 71
catálogo de autores e títulos catálogo geográl ico
catálogo alfabético-classificado catálogo de autores

que apre- documentos. <=> catálogo onomástico, c. de auto- catalog BIB/CAT em forma de fichário ou lista alfabética
tic card catalog, alphabetic catalog HIB/CAT O sistemas automatizados, os catálogos coletivos se
senta as informações alfabeticamente, de acordo com res e títulos author-title catalog, author-title index, dos títulos de documentos que compõem u m acer
apresentam sob formas diferentes, p.ex.: Library of
as entradas relativas aos itens descritos, p.ex.: c. name-title catalog BIB/CAT relaciona, numa só o r d e m vo; catálogo alfabético de títulos, catálogo biblio
Congress National U n i o n Catalog (LCNUC), Online
alfabético de autores, c. alfabético de assuntos, c. alfabética, as entradas referentes a autores, obras nímico, catálogo didascálico, c. de títulos e obras
C o m p u t e r L i b r a r y Center e o Catálogo C o l e t i v o
alfabético de títulos, c. alfabético de séries, c. alfa- anónimas e títulos, c. de autoridade => lista autoriza- a n ó n i m a s => catálogo de autores e títulos, c. de
Nacional de Publicações Seriadas. catalogação
bético -classilic.ido alphabetico-classified catalog BIB/ da, c. de biblioteca =* catálogo bibliográfico, c. de universidade => catálogo de cursos, c. de vendas >
cooperativa, c. coletivo de periódicos union seriais
C A I IIIII/I i AS Catálogo em que os registros bibliográfi-
cabeçalhos autorizados => lista autorizada, c. de cur- catálogo comercial, c.-dicionário cross catalog, dictio-
catalog, union list of seriais BIB/CAT catálogo coletivo
cos sao agrupados pelas classes gerais de u m siste- sos college catalog, course catalog, university catalog nary catalog, mixed alphabetic catalog BIB/CAT agrupa,
de publicações periódicas e seriadas de u m grupo
ma de classificação, as quais são ordenadas alfabeti- E D U lista, geralmente anual, dos cursos e disciplinas n u m a única ordem alfabética, as entradas relativas a
de bibliotecas; pode se referir a bibliotecas de uma
camente pelos seus nomes e s u b d i v i d i d a s pelos lecionadas numa instituição de ensino superior, bem autores, títulos, assuntos, séries, remissivas e refe-
instituição o u de várias organizações cooperantes.
tópicos respectivos também ordenados alfabetica- como as formas de ingresso e demais informações rências cruzadas. <=> catálogo sindético. c. didascá-
C. Coletivo Nacional de Publicações Seriadas (CCN)
menle dentro de cada classe. Esse tipo de catálogo pertinentes; inclui os nomes das disciplinas e suas lico => catálogo de títulos, c. distribuído v i r t u a l =>
Catálogo coletivo e base de dados, m a n t i d o pelo
foi abandonado porque não apresentava desempe- ementas. C o m o advento da internet, essas informa- catálogo conglomerado, c. d i v i d i d o áivided catalog,
IBICT. Inclui registros sobre coleções de periódicos
nho adequado às pesquisas; arranjo alfabético-clas- ções geralmente estão disponíveis para acesso pú- split catalog BIB/CAT as entradas de autor, de títulos e
e publicações seriadas, nacionais e estrangeiras,
sificado. c. alfabético de assuntos alphabetic subject blico, c. de dados => dicionário de dados. c. de de assuntos se apresentam em três sequências alfa-
existentes em bibliotecas brasileiras. C. C o l e t i v o
catalog, methodical catalog BIB/CAT BIB/CLAS catálogo
discos fonográficos => discografia, c. de editora => béticas diferentes, em fichários também diferentes,
Regional de Livros do Estado de São Paulo Catálo-
organizado de acordo com a ordem alfabética dos catálogo comercial, c. de encadernação bookbind com a finalidade de facilitar a consulta, c. do público
go mantido desde 1954 pela Universidade de São
cabeçalhos de assuntos; catálogo ideográfico (POR). catalog BIB O que "registra e m o r d e m alfabética as public catalog BIB/CAT O que que fica à disposição do
Paulo, que i n c l u i livros pertencentes a bibliotecas
< :• cabeçalho de assunto, catálogo alfabético, c. a l - fichas referentes aos livros de u m a biblioteca que público em geral. c. e d i t o r i a l => catálogo comerci-
paulistas, c. coletivo v i r t u a l => catálogo conglome-
fabético de autores => catálogo onomástico, c. a l - se encontram em processo de encadernação e, por- al, c. em ficha card cabinet, card catalog, cará catalog
rado, c. com fac-símile faesimile catalog BIB/CAT O que
fabético de matérias => catálogo alfabético de as- tanto, momentaneamente, fora de uso" (ZAM, p. 15). case, card catalog gabinet, cará ináex, library catalog
i n c l u i em cada entrada a reprodução da capa o u
suntos, c. alfabético de títulos => catálogo de títulos, c. c. de endereços address book, white pages I N F I N T E R N 1. 1. BIB/CAT catálogo no qual as entradas são indicadas
figura da obra. c. comercial backlist, manufactureis
alfabético dividido =* catálogo dividido, c. alfabéti- Em correio eletrônico, lista pessoal de endereços em fichas individuais, geralmente nas medidas de
catalog, publishefs catalog, publisher's list, sales cata-
co-sistemático => catálogo alfabético-classificado. eletrônicos. 2. Sítios que ajudam a encontrar o cor- 12,5 x 7,5 cm, ordenadas em fichários, de acordo
log, trade bibliography, trade catalog, trade list BIB catá-
reio eletrônico, endereço residencial o u número com uma ordem predeterminada. 2. ARQ BIB fichário
c. analítico => catálogo ( A R Q ) . C. anotado annotated logo de obras publicadas por uma editora; catálogo
catálogo cujas entradas são ordena- telefónico de alguém, c. de exposição exhibition ca- com gavetas onde são guardadas as fichas catalo-
catalog BIB/CAT de editoras, catálogo editorial, c. computadorizado
das de acordo com u m plano lógico de assuntos e talog A R Q ARTE BIB catálogo e m forma de publicação gráficas do acervo de u m a biblioteca o u arquivo, c.
=> catálogo automatizado, c. conectivo => catálogo
incluem, além da descrição bibliográfica, informa- que documenta as obras mostradas numa exposi- em folhas soltas guará-book, guará book catalog, loose-
sindético. c. congelado => catálogo fechado, c. con-
ções críticas, bibliográficas e explicativas. E usado ção (<=>). c. de faculdade => catálogo de cursos, c. de leaf catalog, sheaf catalog, slip catalog BIB/CAT catálogo
glomerado clumped catalog, virtual distributeã cata-
principalmente na catalogação de livros raros. c. f o l h a s soltas catálogo e m folhas soltas, c. de que se apresentava, principalmente nas bibliotecas
log, virtual union catalog BIB/CAT I N F I N T E R N catálogo
assindético asyndetic catalog BIB/CAT catálogo-dicio- identidade => lista autorizada, c. de ilustrações print inglesas, em forma de folhas soltas o u fichas (12,5 x
coletivo (<=>) de catálogos de diversas instituições
nário que não i n c l u i remissivas n e m referências catalog ARTE BIB catálogo de figuras o u ilustrações, 7,5 cm), que eram inseridas em u m classificador o u
disponível e m ambiente v i r t u a l , e que p o d e ser
Cruzadas. <=> catálogo sindético. c. a u t o m a t i z a d o cuja o r d e m segue os padrões similares ao catálogo fichário, c. em forma de l i v r o => catálogo impresso,
acessado como se fosse u m catálogo coletivo tra-
catalog BIB/CAT catá-
de livros, c. de leilão auction catalog ECO catálogo, c. em forma de v o l u m e => catálogo impresso, c. em
Ctutomated catalog, computerizeâ dicional; geralmente, utiliza o protocolo z39.50 para
logo elaborado c o m a ajuda do c o m p u t a d o r . geralmente em forma de l i v r o o u folheto, conten- l i n h a computer readable catalog, machine readable ca-
executar buscas nos diversos catálogos e m linha;
Sistema de catalogação automatizada, c. a u x i l i a r do os itens que serão vendidos publicamente por talog, online catalog BIB/CAT FNF FNTERN catálogo auto-
catálogo coletivo v i r t u a l , o z39.50. c. cronológico
uit\iliary Catalog BIB/CAT O que inclui notas explicati-
meio de leilão (<=>). c. de livraria booksellers catalog matizado, mantido em computador e que, mediante
chronological catalog BIB/CAT o de "entradas catalo-
vas, c. bibliográfico bibliographic catalog BIB/CAT o M K T contém os títulos comercializados por uma l i - sistema de gerenciamento apropriado, p e r m i t e a
gráficas, referentes a documentos existentes em u m
que pode funcionar como bibliografia tendo e m vraria o u cadeia de livrarias, c. de museu museum consulta remota de f o r m a rápida, c. em l i n h a de
ou vários acervos, apresentado na ordem das datas
vista a extensão e o alcance das coleções que re- catalog ARTE BIB MUSEOL catálogo que mostra os regis- acesso público online public access catalog, OPAC BIB/CAT
de publicação reais o u estabelecidas" (iso 5127). o
tros onde são descritos os bens de u m museu, or- I N F I N T E R N catálogo automatizado no qual o usuário
presenta, Expressão f o i criada por Brian Buchanan cronologia, índice cronológico, c. das obras oeuvre-
(IHii ii) < > bibliografia, c. biblionímico => catálogo denados de acordo com u m a classificação, c. de faz o acesso direto, sem necessidade de intermedi-
catalog BIB lista exaustiva, sistemática e crítica das
de títulos, c. biobibliográfico <=> lista autorizada. Ca- nomes => catálogo onomástico, c. de obras anóni- ário, utilizando interfaces amigáveis. A maioria dos
obras conhecidas de u m autor o u artista, incluindo,
talogo llrnsileiro de Publicações Bibliografia cria- mas => catálogo de autores e títulos, c. de p e r g u n - catálogos de bibliotecas disponível na internet é
porém, menos informações do que aquelas inseridas
da em 1980, pela editora N o b e l (São Paulo), que tas fugitive faets file BIB i n c l u i as perguntas, com as desse tipo. c. em l i v r o => catálogo impresso, c. em
n u m catálogo anotado (<=>). c. de acesso p ú b l i c o
relacionava os livros publicados por editoras co- respectivas respostas, mais difíceis, encaminhadas m i c r o f o r m a s catalog in mícroform, COM catalog,
online => catálogo e m linha de acesso público, c.
merciais c. central > catálogo coletivo. c. classifi- por usuários de uma biblioteca. Visa facilitar a recu- comcatalog, computer output microform catalog BIB/CAT
de aquisição => registro de aquisições, c. de artista
peração das informações no caso de consultas si- REPRO catálogo de biblioteca cujo conteúdo é arma-
cado :• catálogo sistemático, c. coletivo card reper- catalogue raisonné BIB/CAT catálogo onde geralmente
milares, c. de periódicos catalog of periodical publica- zenado em m i c r o f o r m a . c. fechado closed catalog,
lory, central catalog, central shelf list, general catalog, são descritas todas as obras de u m artista. E u m a
tions, periodicals catalog, periodical publications cata- frozen catalog BIB/CAT e m automação de bibliotecas,
joinl catalog, main catalog, repertory catalog, union lista exaustiva, comentada por especialistas; p.ex.
log, serial record, seriais catalog, seriais list BIB catálo- relativo ao catálogo tradicional, em fichas, que dei-
catalog, untou depository catalog, union list, union shelf Candido Portinari: catalogue raisonné, publicado em
catálogo mantido em uma unidade de i n - go das publicações periódicas do acervo de u m a xou de ser utilizado tendo em vista a migração pa ra
list IIIIIA A I cinco volumes, em 2004. c. de assunto subject cata-
formação que armazena registros bibliográficos re- biblioteca, o catálogo coletivo de periódicos, c. u m sistema automatizado. Geralmente esse catálo-
log BIB/CAT o que reúne as entradas temáticas (de
lativos a coleções pertencentes a várias entidades de pesquisa na Web => mecanismo de busca. c. de go deixa de ser atualizado e, após a implantação do
assuntos) em o r d e m alfabética ou sistemática; catá-
documentárias, públicas ou privadas, municipais, publicações => catálogo comercial, c. de p u b l i c a - novo sistema, é removido para área interna da bibli
logo ideográfico. <=> catálogo alfabético de assun-
estaduais, regionais, federais e internacionais. Fun- ções periódicas => catálogo de periódicos, c. de oteca, não sendo mais p e r m i t i d o o acesso pelos
tos, catálogo sistemático, c. de autores author cata-
ciona como instrumento de identificação e locali- registro => l i v r o de registro, c. de rubricas de as- usuários; catálogo m o r t o . c. geográfico geographi
log, name catalog BIB/CAT ordenado alfabeticamente
zação de documentos (itens). Com o advento dos suntos => catálogo de assunto, c. de títulos title cal catalog BIB/CAT o que reúne as entradas pela oi
pelas entradas sob os nomes dos autores dos itens/

77 73
catálogo geral categoria categoria f u n d a m e n t a l

dom alfabética, ou sistemática, dos lugares descri- dos acervos de bibliotecas de uma região, c. seleti- res, porém, categoria é a faceta geral que se aplica CBL Câmara Brasileira d o L i v r o .
tos no documento, c. geral standard catalog BIB/CAT o vo => repertório, c. simplificado finding list BIB/CAT O às várias áreas do conhecimento ou a vários assun- C B U Controle Bibliográfico Universal.
c|iie contém a descrição dos documentos na f o r m a que contém o mínimo de dados sobre os documen- tos. 2. Aristóteles apresentou algumas listas dessas C C A A Código de Catalogação A n g l o - A m e r i c a n o .
bibliográfica completa, c, ideográfico (POR) => catá- tos do acervo. Serve para informar a existência o u categorias. A mais conhecida i n c l u i : substância, C C D Charge-coupled device.
logo aII«bélico d i ' assuntos, catálogo de assuntos, não de u m documento na biblioteca. <=* cataloga- quantidade, qualidade, relação, lugar, tempo ou data, ecr C o m m o n Communication Format.
c. ideológico > catálogo de assuntos, c. ilustrado => ção s i m p l i f i c a d a , c. sindético connective catalog, situação o u posição, posse o u condição, ação, pai- C C N Catálogo Coletivo N a c i o n a l de Publicações
catálogo c o m l.ic símile, c. impresso book catalog, syndetic catalog, synãetic subject catalog BIB/CAT 1. Ca- xão. 3. Ranganathan usa a expressão 'categoria f u n - Periódicas.
bookfórm CBt8log, pritlted catalog BIB/CAT 1. Catálogo tálogo-dicionário (<=>) que indica as relações entre d a m e n t a l ' mas não enuncia a definição de m o d o C D Compact ãisk => disco compacto.
que c r . i apresentado em forma de volume impres- termos por meio de referências cruzadas e remissi- explícito: "Consultando u m dicionário, encontra- C D - A Compact disk-audio => disco compacto.
so. Foi us.ido c m bibliotecas brasileiras até, p r o v a - vas; catálogo conectivo. <=> catálogo assindético. mos o significado de 'fundamental' e de 'categoria'; C D - I Compact âisk-interactive => disco compacto
velmente, a década de 1950 (p.ex.: o Catálogo metó- 2. " T i p o de catálogo-dicionário (<=>) que liga suas ao combinarmos os significados n ã o podemos sa- interativo.
dico da I a* iililuttc de Direito do Recife) e, atualmente, entradas por meio de remissivas cruzadas, de m o d o ber o que sejam as 'categorias fundamentais', for- C D D Classificação D e c i m a l de Dewey.
c i s l e em I o n na de C D - R O M . 2. Malclès, em Les sources que forma u m todo, sendo as remissivas feitas d o mada, pelos dois termos, não pode ser separada. E C D - E Compact ãisk erasable => disco compacto apa-
du I incuti bibliographique (1950), afirmava que " o assunto mais amplo para o que lhe fica imediatamen- definida apenas pela enumeração" (RANP, p . 398). gável.
Catálogo impresso apresentava, sobre o catálogo te abaixo em magnitude e de cada u m destes para os No capítulo seguinte, d i z " h á somente cinco cate- C D I 1. Centro de documentação e informação. 2.
• i n In lias, a vantagem de ser acessível a todos os que lhe são subordinados" (CUT, p . 23). c. sistemáti- Compact àisk Interactive => disco compacto interativo.
gorias fundamentais, a saber: Tempo, Espaço, Ener-
centros de pesquisa e de p o d e r ser u t i l i z a d o e m co class catalog, classeâ catalog, classified catalog, C D - P R O M Compact disk as programmable read-only
gia, Matéria e Personalidade. Estes termos e as ideias
Ioda parle" ( M A I S , V. 1 , p . 78). A s grandes bibliote- classified subject catalog, systematic catalog BIB/CAT o memory => disco compacto programável.
que d e n o t a m pertencem estritamente ao contexto
• as u a i ionais de Paris, Londres, Berlim, Washing- que apresenta os assuntos, ou temas, arranjados de
da disciplina classificatória. Não têm nada a ver com C D - R Compact-disk recordable => disco compacto
ton, entre outras, p r o d u z i r a m catálogos impressos acordo com u m sistema de classificação; divide-se,
seu uso na metafísica o u na física. E m nosso contex- gravável.
de seus acervos ou de partes desses acervos (idem, de fato, e m três catálogos: a) o sistemático; b) o
to, sua significação só pode ser entendida (pela C D - R O M Compact disk as read-only memory => disco
p. 79); catálogo e m f o r m a de l i v r o , catálogo e m índice alfabético de assuntos com indicação do(s)
leitura) das explicações sobre as facetas de u m as- compacto exclusivamente de leitura.
forma de volume, catálogo e m l i v r o . c. inter-rela- símbolo(s) d o sistema de classificação adotada; c)
sunto - sua separação e sua sequência. Este conjun- C D - R W Compact disk rewritable => disco compacto
cionado => catálogo sindético. c. inativo =» catálo- o catálogo alfabético de autores, títulos e séries;
to de categorias é indicado pelo acrónimo P M E S T " regravável.
go fechado, c. legível po? máquina => catálogo e m catálogo classificado, catálogo metódico. <=> arran-
( i d e m , p . 399). <=*• categoria f u n d a m e n t a l , faceta, C D S / I S I S C o m p u t e r i z e d D o c u m e n t a t i o n System/
linha. c. metódico => Catalogo sistemático, c. morto jo sistemático, c. sumário => inventário ( A R Q ) . C.
manifestação, PMEST. 4. Segundo Wildhack (apud GRO, Integrated Set of I n f o r m a t i o n System.
catálogo fechado, c. oficial author authority file, telefónico city directory, phone book, telephone book,
p. 15), categoria é sinónimo de ponto de vista, isto C D U Classificação Decimal Universal.
manter file, official catalog BIB/CAT duplicata dos catálo- telephone directory T E L catálogo impresso que con-
é, ele entende que a categoria é o ponto de vista cede de vídeo digital => disco de vídeo digital, c.
gos para o público, m a n t i d a nos setores de catalo- tém, numa ordem alfabética, nome, endereço e nú-
que comanda a divisão de assuntos. <=> categoriza- de vídeo digital interativo => disco compacto intera-
gação e classificação com a finalidade de controlar mero telefónico de pessoas que habitam u m a área,
ção. 5. Para Foskett (FOSD, p . 115), categoria é sinó- t i v o . c. gravável => disco compacto gravável.
as entradas para catálogos de autores, títulos e as- bairro ou cidade. Encontra-se também em C D - R O M e
suntos, incluindo todas as informações relativas ao n i m o de faceta. classe, faceta, c. fundamental cederrom => disco compacto exclusivamente de
na internet; lista telefónica. <=> páginas amarelas, c.
estabelecimento das entradas de autores. C o m a fundamental category BIB/CLAS a reflexão de Rangana- leitura.
temático => catálogo de assuntos, c. topográfico
Implantação de sistemas automatizados, está sendo official shelf list, shelf catalog, shelflist, topographical than sobre as leis do pensamento e a organização cédula paper money ECO papel representativo de
Substituído pelo arquivo de identidade o u lista de catalog BIB/CAT O que apresenta as entradas ordenadas dos conhecimentos levou-o à convicção de que os moeda e m curso legal. c. eleitoral ballot A R Q D I R
autoridade, o lista autorizada, c. oficial de autores de acordo com o arranjo o u localização dos docu- assuntos mais complexos p o d e m sempre ser re- formulário u t i l i z a d o e m eleições, c o m os nomes
:• catálogo oficial, c. onomástico catalog of persons mentos nas estantes. <=> inventário topográfico. d u z i d o s , pela análise, a cinco categorias f u n d a - dos candidatos.
mui pluccs, nume catalog BIB/CAT ordenado alfabetica- mentais o u a cinco facetas (Personalidade, Matéria, cegos (sistema de escrita) => Braille (sistema de
mente pelos nomes de pessoas e lugares, quer se Cataloging Distribution Service Setor da Library Energia, Espaço, Tempo). As facetas são apresentadas escrita).
liale de cabeçalhos de autoria, quer se trate de cabe- of Congress que desenvolve e comercializa p r o - como postulados e justificadas p o r considerações célula cell 1. I N F 1.1 Posição na memória o u regis-
çalhos de assuntos, o catálogo de autores, c. pelas dutos bibliográficos e serviços que facilitam o aces- práticas de eficácia. <=> manifestação, postulado, PMEST. tro capaz de conter u m n ú m e r o binário. 1.2 E m
p a l . i v i . i s chave do título catchword catalog, keyworã so ao seu acervo. C . R u l e s Revision Committee categorização categorization BIB/CLAS BIB/INDEX 1. " O r - planilha eletrônica, localização o u caixa onde ficam
catalog Ita/l A I BIB/INDEX catálogo alfabético de assun- Comité da American Library Association e da anti- denação dos elementos significativos na análise de dados. 2. TEL área geográfica servida por u m único
tos, baseado na ordenação alfabética das palavras ga Library Association, hoje Chartered Institute of conteúdo e o respectivo agrupamento em catego- transmissor/receptor de rádio n u m a rede celular.
Significativas d o titulo d o item. » indexação pela Library and I n f o r m a t i o n Professionals (CILIP) ( U K ) , rias definidas" (MUC). <=> categoria. 2. "Ato o u efeito Trata-se, no caso, de u m a rede de células, cada u m a
palavra de ordem, KWic. c. por assuntos => catálogo encarregado da atualização das normas d o Código de distribuir categorias de acordo com u m sistema delas 'passando' o sinal para a célula seguinte a f i m
de .issiinlos c, por autores => catálogo de autores, anglo-americano de catalogação. de classificação" ( M E D , p . 117). c. automática de de conectar as partes de u m a ligação telefónica
e. por conceitos :• catálogo de assuntos, c. por ma- catalogue raisonné =s> catálogo de artista. textos automatic text categorization BIB/CLAS BIB/INDEX celular (baseado em B A R N , p . 250).
térias ; d i á l o g o de assuntos, c. por temas => catá- catecismo catechism (manual) REL obra q u e con- utilização de modelos estatísticos para avaliar a re- celulose cellulose GRÁF Q U I "polímero natural encon-
l o g o d e assuntos, c. por nome e título => catálogo tém perguntas e respostas sucintas sobre u m a arte levância d o documento e m relação a certas cate- trado nos vegetais, e constituído pela polimeração
d e autores e titulo», c. por palavra-chave => catálo- ou ciência, p.ex.: o Catecismo romano resume a d o u - gorias de assuntos, o que facilita a melhor organiza- da celobiose, substância branca, fibrosa, usada na
g o pelas p.il.ivi.i.s chave d o títfcllo. C por tópicos => trina da Igreja católica. ção d a informação por meio d o agrupamento de fabricação de papel" (co, p . 30).
catálogo d e assuntos c. por títulos => catálogo de categoria category BIB/CLAS BIB/INDEX 1. Classe funda- assuntos similares, separando-os daqueles diferentes. Cem Bibliófilos => Sociedade dos Cem Bibliófilcxs.
títulos, c. produzido por computador => catálogo mental (ou básica) que resulta da divisão d o univer- C B D A Comissão Brasileira de Documentação Agrí- cena scene ARQ ARTE C I N E cada u m a das unidades de
automatizado, c. público > catálogo do público, c. so de conhecimentos, de acordo c o m as caracte- ação de u m a peça o u roteiro.
cola.
público em linha > catálogo em linha de acesso rísticas intrínsecas, o u fundamentais, de cada con- C E N A G R I Centro Nacional de Informação Documen-
C B B D Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,
público, c. racional :• catálogo sistemático, c. regi- ceito. Para a área da classificação, segundo Grolier tal Agrícola.
Documentação e Ciência d a Informação.
onal regional catalog nni/i A I catálogo coletivo ( o ) (GRO, p . 15), não há u m a definição firmemente esta- cenário scenario A D M "técnica de planejamento que
C B I D J Comissão Brasileira de Informação e Docu-
belecida para o termo categoria. Para alguns auto- mentação Jurídica. consiste em determinar os possíveis panoramas (cc

74 75
CENIXNT-C centro de documentação
centro de documentação fotográfica centro de recursos pedagógicos

n á r i o s ) de u m a situação, p r e v e n d o as possíveis m o - são encaminhados às fontes adequadas para obten-


1. "Qualquer entidade que tenha como função p r i n - information and documentation center BIB O que reúne
dificações de diversas v a r i á v e i s do sistema" (FRAG). ção de dados e informações; centro de informação
cipal a aquisição, tratamento, armazenamento e d i - as f u n ç õ e s dos centros de documentação e dos
N . I área d<> planejamenlo, o cenário tem por objeti- documental (POR). centro de informação, centro
vulgação de livros, periódicos e/ou outros docu- centros de informação para atender a unidades geo-
vo .1 " p r e v i s ã o de e s t a d o futuro de u m sistema, referencial.
mentos" ( U N E S C O . UNISIST guidelines); unidade de docu- gráficas ou políticas específicas. C . de Informação
b a s e a d a em s u p o s i ç õ e s ou hipóteses sobre centralidade (de u m posto) centrality (of a place)
mentação. <=> serviço de documentação. 2. Entida- Internacional para Terminologia => International In-
intoraçòo.H e condições externas e internas. O cená- DMF TEL "posição central de u m posto [nó] e m u m a
de cujo objetivo é a seleção, aquisição, tratamento, f o r m a t i o n Center for Terminology. c. de informa-
rio c u m a pre\o narrativa dos estados futuros de rede" ( M U C ) .
armazenamento e recuperação de documentos e ção para a comunidade => serviço de informação
u m liitemi Ele á d e s e n v o l v i d o , isto é, desenhado, centralização centralization 1. BIB "concentração informações específicas. E t a m b é m a divulgação para a comunidade. C . de Informações Nucleares
a partil de uma d e s c r i ç ã o das condições atuais e de dos serviços de bibliotecas e centros de i n f o r m a - seletiva da informação, por meio de resumos, extra- ( C I N ) Criado em 1970. Está vinculado à Comissão
u m a p r e v i s ã o e x t r a p o l a d a das condições f u t u r a s " ção em uma só u n i d a d e " (MED, p. 117). <=> cataloga- tos, índices e boletins. 3. "Serviços polivalentes de N a c i o n a l de Energia N u c l e a r . Tem p o r o b j e t i v o
('.v., p I n i ) . < :• extrapolação. ção cooperativa. 2. C O M N T E L "organização material informação que fornecem traduções, referências e fazer o controle bibliográfico brasileiro nas áreas
i i N i i i i i i i Centro Franco-Brasileiro de Documen- ou institucional das comunicações recíprocas, obri- resumos, relativos a u m a o u mais disciplinas em de energia nuclear, e p r o d u z i r e difundir informa-
tação técnica c Científica. gando essas comunicações a passarem por u m cen- base nacional ou internacional" ( U N E S C O . UNISIST gui- ções, c. de informática I N F denominação moderna
CetlSO d<' arquivos => diagnóstico de arquivos, c. tro, para o qual elas convergem e do qual elas par- delines). c. de documentação fotográfica => fototeca, para centro de processamento de dados. c. de mei-
demográfico census, demographic census EST "conjun- tem para postos [ou nós] periféricos. Esses postos, c. de documentos => centro de distribuição, c. de os audiovisuais => centro de multimeios. c. de mídia
to dos dados característicos dos habitantes de u m a praticamente, não se comunicam entre eles e não excelência center ofexcellence BIB/CAT tem a responsa- => centro de m u l t i m e i o s . c. de multimeios media
localidade on país, para fins estatísticos; recensea- possuem autonomia, visto que o acesso às i n f o r - bilidade, designada pelo comando de uma rede de center, multi-media center, multi-media library, multi-
mento" (HOUD, p. 671). mações e o poder decisório, são atributos d o pos- catalogação, de coletar, catalogar e prover regis- média library, school media center A R Q BIB E D U M U S E O L
censor censor A D M ARTE D I R funcionário público i n - to central" ( M U C ) . tros bibliográficos de documentos de assuntos es- órgão independente o u setor de u m a biblioteca,
i U m b i d o de censurar obras literárias o u artísticas centralizar a l i n h a center a Une (v.) E D I T G R Á F I N F pecíficos, de u m a área geográfica o u língua. <=> arquivo o u museu, encarregado de reunir, conser-
ou de impor censura aos veículos de comunicação centralizar o texto de u m a linha a ser impressa n u m a centro de responsabilidade, c. de fontes de i n f o r - var e colocar à disposição dos usuários documen-
de massa, o censura. página. mação => centro referencial, c. de informação (1) tos que c o m b i n a m a utilização de som, gráficos,
censura censorship ARTE D I R IUST 1. Proibição de p u - centro center A D M organização de sistemas, pesso- information center, information department, informati- animação (movimento) e vídeo n u m computador.
blicar e divulgar ideias, notícias, imagens e concei- as, funções e informações; p o r extensão, o local on library, information office, repackaging center, tech- <=> centro de recursos pedagógicos, m u l t i m e i o s ,
tOS que são considerados, pelas autoridades, como onde funcionam essas organizações, c. catalográ- nical information center BIB 1. Fornece informação o u multimídia. c. de orientação => centro referencial.
elementos capazes de abalar a autoridade do go- fico => central de catalogação, c. de análise de i n - resposta a perguntas específicas. central de i n - C . de Pesquisa e Documentação de História Con-
verno, ou a ordem social e moral. 2. Controle exer- formação information analysis center, information eva- formação, centro de análise de informação, centro temporânea do Brasil (CPDOC) Órgão da Fundação
cido sobre a informação e os livros, com a finalida- luation center, information handling center BIB organi- de documentação, centro referencial. 2. "Entidade Getúlio Vargas, criado em 1973 com o objetivo de
de de decidir sobre a oportunidade, ou inoportuni- zação (ou serviço o u entidade) que tem por objeti- que se propõe a adquirir, organizar e divulgar infor- abrigar conjuntos documentais relevantes para a
diide, de sua disseminação. <=> imprimi,- r, livro ex- vo examinar, avaliar, resumir, sintetizar, reorgani- mações específicas para determinados grupos de história recente d o país e desenvolver pesquisas
purgado; livro proibido, c. eclesiástica => imprimatur. zar e difundir o conteúdo de documentos de todos usuários reformulando o u r e s u m i n d o dados obti- históricas, tendo inicialmente seu próprio acervo
Center for Research L i b r a r i e s Organização f u n - os géneros, bem como avaliar o conjunto de infor- dos de fontes diversas" (UNESCO. UNISIST guidelines). 3. como fonte p r i v i l e g i a d a de consulta. O conjunto
il.ida em 1949, com sede e m Chicago, que congre- mações provenientes de experiências, pesquisas e O r g a n i s m o o u serviço que fornece informações e documental doado ao C P D O C é u m importante acer-
ga as principais bibliotecas universitárias e de pes- ensaios e, em seguida, resumir e dar conta desta respostas p e r t i n e n t e s às q u e s t õ e s que lhe são vo de arquivos pessoais de homens públicos d o
q u e i dos E U A . Serve de biblioteca depositária de avaliação. O centro de análise de informação difere endereçadas. Eventualmente, pode incorporar fun- país, integrados por mais de 170 fundos, totalizando
documentos pouco u t i l i z a d o s e executa ações de do centro de documentação por incluir o processo ções de u m a biblioteca especializada. <=> biblioteca cerca de 1,8 m i l h õ e s de d o c u m e n t o s . E m 1975,
a q u i s i ç ã o planificada para seus membros. de avaliação da literatura o u estoque informacional. especializada, centro de documentação, c. de i n - com o intuito de resgatar a história contemporânea
<=> centro de documentação, centro de informação, formação (2) information center FNF 1. " G r u p o de su- brasileira foi iniciado o Programa de História Oral,
Central Classification Committee Comité da F I D
c. de armazenamento <=> central de depósito, c. de porte visível, estruturado dentro da organização de que recolhe depoimentos de personalidades que
q u e g e r e n c i a v a o desenvolvimento da Classifica-
atendimento call center A D M I N F I N T E R N T E L entidade processamento de dados, que tem a responsabilida- atuaram no cenário nacional, c. de processamento
ção I lecimal Universal. => U D C Consortium. c. de
que possui recursos humanos e informáticos, que de de dar suporte ao usuário final, de m o d o que este => central de catalogação, c. de processamento de
catalogação cataloging agency, processing center BIB/
tem por objetivo a comunicação à distância com os possa resolver seus problemas, através da interli- dados data center, data processing center I N F 1. Local
i vi entidade central onde são catalogados e classifi-
clientes de u m a organização, p r o d u t o o u serviço, gação direta com o computador" (FREI, p. 7). 2. "Ór- onde se encontram instalados os equipamentos de
cados OS documentos dos acervos de u m a b i b l i o -
c. de conservação conservation center ARTE A R Q B I B ins- gão de execução do sistema de informática, de ní- processamento de dados, o pessoal e n v o l v i d o no
lei .i ou u d c de bibliotecas. <=> agência bibliográfi-
tituição especializada na proteção e recuperação vel e capacidade variáveis (pessoal, equipamento, trabalho (analistas, programadores, operadores e
ca uai n mal c. de depósito storage center, storage co-
de documentos impressos, especialmente aqueles instalações e serviços). A b r a n g e técnicas e proce- digitadores). 2. Entidade que se propõe a adquirir,
ite, Hon mu n u m sistema ou rede de bibliotecas, local
danificados ou deteriorados. C. de Conservação e dimentos próprios para processamento de dados" armazenar, recuperar e divulgar dados ou informa-
i i m l e se guardam OS documentos o u coleções de
Restauração de Bens C u l t u r a i s e M ó v e i s Órgão (idem, p . 123). 3. O conceito de centro de informa- ção. Difere do centro de informação porque não
documentos pouco utilizados. Quando solicitados,
vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais. ção surgiu em 1974, na IBM do Canadá, inicialmente efetua análise de informação. 3. Entidade que se
OH documentos aí armazenados são enviados para
Realiza atividades de conservação e restauração para disseminar a utilização de programas de com- encarrega do processamento de dados numéricos,
,i biblioteca do usuário requisitante, c. de informa-
de documentos, móveis e demais objetos culturais, putadores de grande porte, os quais permitiam aos c. de recursos audiovisuais => centro de m u l t i m e i -
ção cleanng hnir.c. cleariug house of information, clea-
c. de consulta => centro referencial, c. de d i s t r i b u i - usuários desenvolver aplicações em terminais. Com os. c. de recursos pedagógicos learning center, lear-
riiig house loi oiloimatioo, information clearinghouse,
ção document center BIB t e m por objetivo a seleção, o aparecimento dos microcomputadores, porém, ning laboratory, learning resource center, library re-
iuformaliou tli.i.cmiuulioii center mu entidade que f u n -
armazenamento e recuperação de documentos es- os ci passaram a assessorar os funcionários envol- source center BIB E D U setor da biblioteca onde estão
ciona como agência conlr.il para coleta, organiza-
pecíficos, que são distribuídos apenas quando soli- vidos na computação pessoal, oferecendo suporte disponíveis equipamentos e acervos especializa-
ção, armazenamento e difusão de informações. Tam-
citados; centro de difusão. <=> central de i n f o r m a - e treinamento para que desempenhassem bem suas dos para dar suporte ao ensino. Denominação m u i
bém presta serviços referenciais, como registro de
ção, centro referencial, c. de documentação docu- tarefas, c. de informação documental (POR) => cen- to empregada nos EUA; em outros países se utilizam
pesquisas projel.uias, em andamento e concluídas.
mentation center, documentation unit, resource center BIB tral de informação, c. de informação documentária os termos biblioteca escolar (<=>) e centro de m i i l l i
As perguntas referentes a pesquisas, se for o caso,

76
c e n t r o de r e f e r i m e n t o cheque
certificado de garantia certificado d i g i t a l

meios (< >). c. de referimento > centro referencial, dos termos usados pelos membros d o g r u p o . N o fica os termos e as condições de garantia de fabrica- charge => caricatura.
c. de responsabilidade center of responsibility BIB I N F g r u p o , cada d o c u m e n t o pode ser mensurado em ção de u m p r o d u t o acabado (aparelho, máquina, charge-coupled device C I N E F O T O I N F memória lo
numa rede, a organização responsável pelo estabe- relação à sua proximidade de similaridade ao docu- acessórios, etc.)" (ABNT49). c. d i g i t a l digital certificate tossensível utilizada em câmaras fotográficas d i g i -
lecimento c manutenção da forma autorizada dos mento centroid e a densidade do grupo é a soma das FNF 1. A r q u i v o criptografado que é anexado a u m a tais e de vídeo.
elementos de dados que p o d e m ser utilizados na similaridades dos documentos do g r u p o e m rela- Chartered I n s t i t u t e o f L i b r a r y a n d I n f o r m a t i o n
mensagem eletrônica para fins de segurança. O seu
rede. •: :• lista autorizada, c. de serviço INF em video- ção ao centroid (baseado em S A L I ) . uso mais c o m u m é para comprovar que a pessoa Professionals (CILIP) Associação profissional do Rei-
texto, otntro de informática que dispõe de base de cercadura => vinheta. que está e n v i a n d o a mensagem é de fato aquela n o U n i d o , criada em a b r i l de 2002, resultante da
dados liberada para acesso público. N o Brasil, a
cérebro eletrônico electronic brain I N F denomina- pessoa e também para prover ao destinatário a pos- união do Institute of I n f o r m a t i o n Scientists com a
i n r . i ' (hoje Telefónica S.A.) foi a primeira organiza- L i b r a r y Association. C. M e m b e r of the Chartered
ção dada ao computador (<=>) no início d o seu de- sibilidade de responder a essa mensagem de forma
ção .1 oferecer u m centro de serviço de videotex- Institute of Library and I n f o r m a t i o n Professionals
s e n v o l v i m e n t o e t a m b é m na ficção científica, c. criptografada; certificado de chave pública. <=> car-
lo c. de serviços bibliográficos bibliographic service BIB profissional registrado no Chartered Institute of
m u n d i a l world brain, world encyclopedia, world mind tório digital. 2. Conjunto de dados de computador,
cculci ta o que serve como intermediário ou distri- Library and Information Professionals.
INTERN conceito pelo qual uma instituição multinaci- gerados com observância da recomendação inter-
b u i d o r ile serviços bibliográficos a u t o m a t i z a d o s chave key I N F caracteres o u dígitos binários que
onal, de âmbito m u n d i a l , manteria u m repositório nacional I T U - T x.509, que se destina a registrar, de
por ler acesso aos recursos da rede nacional de
enciclopédico que conteria toda a informação ge- f o r m a única, exclusiva e intransferível, a relação identificam u m conjunto de dados d o qual fazem
bibliotecas através dos serviços bibliográficos e m
rada pela h u m a n i d a d e . Este conceito remonta às existente entre uma chave de criptografia, o usuário parte. Diferente de rótulo, que precede o conjunto
linha. < > B i b l i o d a t a , O n l i n e C o m p u t e r L i b r a r y
Center, serviços bibliográficos em linha. c. de tex-
ideias de Comênio (Jan A m o s Komensky), educa- ou cliente e a autoridade certificadora. Este certifi- de dados ao qual se refere, c. de acesso => palavra-
dor e prelado tcheco d o século xvn. chave. c. de busca search key BIB/RI I N F indicações
tos eletrônicos => biblioteca digital, c. de trabalho cado digital é instalado no computador do cliente.
que permitem encontrar uma informação. Também
remoto => telecentro. c. documentário => centro de cerimonial ceremonial A D M documento que inclui C. Europeu de Habilitação para Uso de Computa-
é possível selecionar o campo de u m registro que
documentação. C. Franco-Brasileiro de D o c u m e n - o protocolo e as ações a serem seguidas durante dores => Carta Europeia de Condução em Informática.
é apresentado em determinada aplicação e formatar
tação Técnica e Científica ( C E N D O T E C ) Localizado u m ato público, de caráter civil, militar o u religioso. cessão cession of author's rights DIR "meio de trans-
essa apresentação de maneira diferente (baseado
em São Paulo (sp) e vinculado ao governo francês, CERLAL Centro Regional para o Fomento d o L i v r o ferência de direitos de autor, total ou parcial a ter-
em ROW02, p. 109). As chaves de busca podem ser
tem por objetivo d i f u n d i r no Brasil as informações na América Latina e no Caribe. ceiros, p r o c e d i d a pelo autor o u seus sucessores,
de dois tipos: a) primária: nome do autor, palavras
lécnico-científicas produzidas na França; possui t a m - certidão certificate, certification A D M A R Q D I R docu- d i r e t a m e n t e o u p o r m e i o de representante com
do título e termos de indexação; b) secundária: lín-
bém serviço de comutação bibliográfica. C. I n t e r - mento a d m i n i s t r a t i v o ou legal que certifica algo, poderes especiais, a título u n i v e r s a l ou singular.
gua d o documento e título d o periódico, c. de clas-
nacional de Registro de Seriados (CIEIS) Entidade, p.ex.: nascimento, casamento e óbito. <=> autenticar, Presume-se onerosa" (sou, p . 71).
sificação sorf control key, sort key BIB INF grupo ordena-
com sede em Paris, que controla o I n t e r n a t i o n a l certificado, c. de batismo certificate ofbaptism ARQ REL CFB Conselho Federal de Biblioteconomia.