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Introdução

A Revolução Industrial foi uma mudança na forma de produção de mercadorias ocorrida em


meados do século XIX. Com origem na Inglaterra, revolucionou o modo de produção com o uso
de máquinas à vapor e transformações no sistema de trabalho da época. Essa transformação foi
um marco decisivo na história e suas consequências sentimos até os dias actuais.
Principais consequências da Revolução Industrial
- Criação de grandes empresas com a utilização em massa de trabalhadores assalariados;
-Aumento da produção de mercadorias em menos tempo;
- Avanços nos sistemas de transportes (principalmente ferroviário e marítimo) à vapor;
- Desenvolvimento de novas máquinas e tecnologias voltadas para a produção de bens de
consumo;
- Diminuição do trabalho artesanal e aumento da produção de mercadorias manufaturadas em
máquinas;
- Surgimento de sindicatos de trabalhadores com objetivos de defender os interesses da classe
trabalhadora;

Consequências negativas da Revolução Industrial:


- Aumento da poluição do ar com a queima do carvão mineral para gerar energia para as
máquinas;
-Crescimento desordenado das cidades, gerando problemas de submoradias;
- Aumento das doenças e acidentes de trabalhos em função das péssimas condições de trabalho
nas fábricas;
- Uso em grande quantidade de mão-de-obra infantil nas fábricas.

2. Relação entre indústria e comércio


Indústria e comércio são aliados naturais no processo de levar a produção até o consumidor. A
eles compete construir relações de autêntica parceria.
A actividade comercial quase sempre esteve e continua a estar estritamente ligada a actividade
industrial. Apesar disso, a génese mostra que esta procedeu o comércio.
A actividade comercial vem de longa data, pois esta ultima decorre da incapacidade do Homem
ser auto-suficiente no que diz respeito a satisfação das suas necessidades. (MANSO e VICTOR,
2010: 90)

Com a Revolução Industrial revolucionou-se também o comércio, que é o inicio, a continuidade


e em especial a finalidade dos produtos transformados na indústria. Se virmos à volta, a maioria
dos consumíveis que se encontram através do comércio provêm da Indústria. (TEMBE, 2010:
51)
III. Conclusão
Ao término deste trabalho conclui que a indústria passou por um longo percurso evolutivo desde
o artesanato, passando pela manufactura e chegando à maquinofactura, já na actual indústria dos
nossos tempos.
A indústria moderna surgiu com a Revolução Industrial (séculos XVIII-XIX) como resultado de
um longo processo que iniciou com o artesanato medieval; passando pela produção
manufactureira (primeiro momento da organização fabril) e posteriormente, pela inserção de
novas tecnologias.
A indústria contemporânea caracteriza-se pela produção em massa nas fábricas, pela intensa
mecanização e automação do processo produtivo e a denominada racionalização do trabalho
(produtividade ao máximo).
Existem vários factores que orientam a localização das diferentes paisagens industriais, de ordem
socioeconómicas como a mão-de-obra e capital ou ainda físico-naturais como matérias-primas e
espaço.
O comércio e a indústria estabelecem uma relação mútua, pois é bem evidente de que mesmo
que a indústria produza, precisará de mercado, isto é, do comércio para a venda dos mesmos.
As indústrias podem ser classificadas com bases em vários critérios dai surgir de acordo com
estes mesmos critérios, vários tipos de industria que me algumas circunstancias se referem a
mesma padronização.
A poluição decorrente da actividade industrial pode ser vista pelos impactos climáticos e na
saúde dos seres humanos, bem como a degradação do ecossistema em geral. Para que o próprio
crescimento da economia não seja auto-gerador da destruição ambiental terá que funcionar a
favor desse mesmo ambiente e não contra, porém é necessário politicas conjuntas.
IV. Referências Bibliográficas

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DA SILVA, José Julião, Geografia - 10.ª Classe, 1.ª ed., Maputo, Plural Editores, 2010, 128 pp.

Google.com/ imagens a cerca da indústria e comércio, disponível em Google imagens (consult


27/06/2013)

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MANSO, Francisco, VICTOR, Ringo. Pré-Universitario – Geografia 12. 1.ª ed. Maputo.
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MATOS, Maria João; CASTELÃO, Raul, Geografia Espaços Tema D, Lisboa, Constância
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NANJOLO, Luís A., Geografia 9.ª Classe, Maputo, Diname, s/d, 80 pp.

pt.wikipedia.org/wiki/Cibern%C3%A9tica (consult 29/06/2013)

SANTOS, Fernando, LOPES, Francisco. Espaço Mundial Geo. 9.º - 3.º Ciclo do Ensino Básico –
9.º Ano. 1.ª ed., Edições ASA, Lisboa, 2003, 288 pp.

TEMBE, Graziela, G9 – Geografia 9.ª Classe, 1.ª ed., Maputo, Texto Editores, 2010, 112 pp.
Publicada por Caetano Rodolfo Caetano à(s) 01:58
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