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Maurice CINTRACT

Membro da Associação Fra ncesa de Acupuntura

CU RSO RAPIDO

DE

.A CUPUNTURA
Auriculoterapia
Técn icas Manu a is d e
Rea.n imação - Estimulação - Mitigação

Segu nda Ed ição


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Maurice CINTRACT
( Me m b ro da Associação Fran cesa de Acup untu ra

CURSO RAPIDO
DE

ACUPU.N TURA
Auriculoterapia
Técnicas Manuais de
Reanimação - Estimulação - Mitigação

I
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Segunda Edição
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1
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ORGANIZAÇAO ANDREI EDITORA LTOA.
11
ex. Postal 4989 -Tel.: 220-7246
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São Paulo (SP)
") i -1982 -
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Este livro apresenta a versão em português da edição original em francês da obra
" Enseignement Accéléré de I' Acupu ncture". editada por Maloine S.A. IOdlteur - Pam.

A mais bela coisa que possamos sentir


é o lado misterioso da vida.
É o sentimento profundo que se encontra na origem
da arte e da verdadeira ciência.

A . Einstein "Como vejo o mundo".

Tradução:
Lauro Sa ntos B landy
Homenagens:

• A. J. Soulié de Morant (e alunos)


que trouxe aos médicos franceses
os conhecimentos necessários
ao exercício da acupuntura chinesa..

Editor:
Edmondo Andrei
• Ao Or. A. Champfrault.
pelos seUsesrüd~;;t;;duções magistrais

• Ao Or. Niboyet
que trouxe conhecimentos modernos
aos acupuntorés veteranos.

• Aos Professores franceses da Confederação Nacional das Associações Médicas de


Acupuntura e
COPYRIGHT INTERNACIONAL:
Maloine S.A. IOditeur - Paris. Aos meus colegas Professores da Sociedade Médica de Bioterapia que trazem a vocés
Estudantes:

COPYRIGHT DA EDiÇÃO BRASILEIRA: o estudo aprofundado.


Organização Andrei Editora Ltda. a qualidade excepcional,
a difusão de uma acupuntura que serve de modelo no mundo inteiro.

- Todos os direitos reservados -

Impresso nas Oficinas Gráficas da


Organização Andrei Editora Ltda.
(

PREÂMBULO

As poucas obras francesas editadas antes deste livro apresentam grande valor, são exce lentes,
e merecem ser estudadas, pois cada uma delas é o fruto de um trabalho árduo e de uma
longa experiência, Cada uma delas oferece um interesse considerável, umas sendo trad u çõe~,
outras documentos mais pessoais.
O médico que deseja praticar unicamente a acupuntura tem obrigação de ler essas poucas
obras notáveis.
Numerosos estudantes, jovens médicos, médicos cllnicos, médicos de hospitais, desejariam
acrescentar a acupuntura a seus conhecimentos. Ail é muito difícil, pois o estudo é longo,
complicado, rebarbativo, irritante às vezes, para o Esplrito ocidental. Quanto à prática,
quantos problemas I

Esta obra .foi concebida para aprender, compreender e praticar a acupuntura como
terapêutica complementar da medicina clássica com a preocupação de simplicidade - clart!za
- eficácia. ~ o fruto de uma longa experiência cllnica altamente benéfica para os doentes,
que vos é transmitida em um trabalho minucioso, graças à apresentação original permitindo
a utilização rápida e segura da medicina chinesa.

2<1 Edição

Em 1974, a 1 ~ Edição destinava-se a simpli.ficar e esclarecer o Estudo da Acupuntura para


o Médico Ocidental moderno.·
Agradecemos aos Acupuntores Veteranos ou Estudantes a correspondência calorosa e grata,
que demonstra o suce.sso desse delicado empreendimento,
Desde 1974, o Ensino melhorou. A Sociedade de Acupuntura dirigida por Médicos·
experientes, elevou o n{vel dos Acupuntores em um salto dinâmico e eficaz.
A Sociedade Médica de Bioterapia teve um excelente inIcio no Ensino.
Esta 2~ Edição foi revisada, corrigida, completada para acompanhar o . progresso dos
Conhecimentos e das Exigências dos Estudantes e Médicos •

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ABREVIAÇÕES

( Aig ...... .... .. .. .............. . Agulhas


Ap. ep ...• .• ...... . .. .. ......... Apófise espinhosa
( Ap. trans..• . .••............. . .... . Apófise transversa
BP = RP .. . ..... ! • • • • • • • • • • • • • • • Baço-Pâncreas
Bt. O ...........•............... Zumbidos de ouvidos
C H .••.•. • ••.• • •.•..•.......•••• Or. Champfrault
C L .... • ..•..... • ...•...... . .... Ação contralateral
CV . ...•.. • ..•.•. • • • .... . .. • . • .. Coluna vertebral
0 . 0 ... . .... , .•..... ............. Por dentro
O H ... •• .••.. .•......•.• ••.•.. .• Por fora
0-2 etc .. ' .' ...•. '... : ....•.. ' .. ~ .. . NCl da vértebra dorsal PRIMEIRA PARTE
E ............ ................. . Energia
Est .. ............ .. .... ...... . .. . Estômago
E P .....••. • ....•........ . ....•. . E letropuntura GUIA TEORICO
G . ...........• ..... : . ... ... . . . .. . Ponto Gaki
GI = IG .•• • •.. :: ..•. .•...• . ...•. . I r;testino G'rosse
H ............... :·. ·: .. .. .. : .... .. Ponto horário
H L • .. . ..•••...•.••.... ...•.. • • . . Homolateral
IG = 10 •• .•• •••••.. . • .••.••••.•• Intestino Delgado
Imp ..............•...... . .....• . Impotência
Inc . .. ......... . .... . '" ....... . Incis ivos
MX .. . .............. ..... .... .. Moxas
Meta C· ·. ....... .. •. .; . : ....•...•... Metacãrpicos
Meta T .......•.................. Metatársicos
Omb . .. ......•. ,.. ..•. .. .•...... .. . .. Umbigo .
OSEX . ...... .... .. .. ..... ...•... Órgãos sexuais
Pt: O e PI: T .......•.... •• .•...... Ponto de dispersão e ponto de tonificação
P M ... ••.•• ..•... • ..•..•••••••.. . Ponto "maravilhoso" fora do meridiano
SdM ...................... :.....•.. Soulié de Morant
Sus '..... . ..................... . . Acima de, sobre
S P • . ..•..•.••....•••...• .••....• Ponto especializado
TO - TdO·D ........ : ........... . ~istância entre a espessura de dedos
Td M ..•.. •. .............. .. .... Distância da espessura da mão
TI - TP ... . .....• . ............ : . Cabeça da tíbia, do perônio
TR = RT .•.. • . • . • ..•....•... . .... Reaquecedor Tripio
V=B .................. ; ...... . Bex iga
VX .. ........ .......... ...... .. Vasos
Y ............ . ............... .. Yang

.
(

(
CAPitULO I
APRESENT AÇÃO
(
ATIVIDADE DE PESQUISAS

(
RESUMO HISTÓRICO .

Antigüidade Remota. O 50 Ouenn e o Linn Tchrou acham-se agrupados no Ne i Ting e no


Nann Tsing. E les foram descritos por diversos acupuntores 23 séculos antes de Cristo, foram
corrigidos e resumidos 3 séculos antes de Cristo e revisados no século XI de nossa era.
00 III século antes de Cristo até o VI século depois de Cristo, nas dinastias Soá e Tsrang.
Roang Fou Mi escreveu o "Tcheng Tsing" (" o livro da verdade").
Do VI ao X século, dinastia Rann, Tsinn, Oá. Oang Cheou dota a biblioteca do Pavilhão da
Torre com milhares de obras, publicando e favorecendo os estudos.
Do X ao XII século, dinastia 5ong. ~ aberta uma . Escola de aCtJpuntura no Palácio, e são
publicad as muitas obras.
Do XIII ao XIV século, dinastia Luann. Domínio dos Mongóis. Surge o "Pae Tsroe", o
"estudo que ajuda a viver".
Do XIV ao XVII século, dinastia Ming. A paz e a prosperidade favorecem as pesquisas e
publicações, havendo uma notável renovação na medicina chinesa. Tchenn Tsiou Ta
Tchreng publica a ex celente obra "Grande perfeição de agulhas e · de Moxas".
Dinastia Tsing - República de t911. O importantrssimo segredo das agulhas. do Dr. Fang
Zun ngnam.
No governo de ' Mao Tsé Toung. A acupuntura é estudada e aperfeiçoada tendo em vista a
saúde do povo chinês. O Presidente abriu seu espírito pãra o !)assado sedutor e para o futuro .
Ele deu a seu pais uma época de inteligência e pureza. A analgesia tornou-se uma prática
corriqueira. Foram feitas igualmente pesquisas de ordem científica . . Mi lhares de obras no
passado provaram que a acupuntura já era conhecida de há muito tempo, e que continua
inalterada em seus pontos essenciais.
A China de hoje continua a tradic;:.ã o e os ocidentais traduzem as obras originais,
interpretam as mesmas e as adaptam à medicina tradicional.
Obras japonesas. Os japoneses aproveitaram as obras chinesas. O traçado dos
meridianos do estômago, de 1 a 8, difere dos traçados chineses. Nos anos de 1930 e 1937,
essas obras foram publicadas em Tóquio.

NA FRANÇA

1671 Luís XIV envia os jesuítas para a China e Harvieu publica os "segredos" da medicina
chinesa. .
1683 Tratado holandês escrito em latim, por um cirurgião, Dr. Te;; Rhyne .
(
I
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(
12 - Curso Rápido de Acupuntura I Pesquisas - 13

1
1816 Dr. Berlioz "Notas sobre a acupuntura". 1969 Dr. Nogier de Lyon e Dr. Bourdiol: Tratado de auriculoterapia (Maisonneuve!.
Dr. Alberto Quaglia-Senta, médiço italiano: "Acupuntura chinesa" (ed. Maisonneuve!.
1825 Dantu, tese em Paris sobre acupuntura.
5arlandiere, primeiro trabalho sobre a eletropuntura. 1970 Dr. Niboyet (com Dr. Regard e Dr. Bourdioll 2'l edição modificada e ampliada de
1955 - 3 volumes, ed. Maisonneuve (Este autor é mencionado neste livro por
1826 Professor 5. Cloquet: tratado sobre a acupuntura.
outras obras).
1863 Dabry de Thiersant: a medicina entre os chineses.
1971 Dr. Nguyen van Nghi e Picou publicam em Marselha um livro na Escola Técnica Dom
1929 Dr. Ferreyrolles publica com G. 50ulié de Mórant, os primeiros resultados obtidos em Bosco: "Patogenia e Patologia energéticas em medicina chinesa".
hospital.
1974 Ensino acelerado de Acupuntur~ para uso ocidental Dr. M. Cintract - Maloine-Paris
1933 Dr. Ferreyrolles, ,Dr. Macé de Lépinay, médico chefe de Bichat, publica os resultados (Abril) - Auriculoterapia.
de um ano de prática em hospital. Dr. M. Mussat
IA Ora. Thérêse Martiny, aluna e colaboradora de G. 50ulié de Morant, médico do As Redes de .acupuntura, maio de 1974 - Le François.
hospital Bellan, publica os resultados obtidos em "La Vie Médicale" 1933. Os movimentos de Energia em acupuntura
1934 Dr. Lavergne, resultados princ'ipalmente entre as érianças de peito "Le Monde Acupuntura biodinâmica.
Médical" de 15 de maio. 1975 Dr. Le Barbier - A Acupuntura prática - Ed. Maisonneuve com dados recolhidos na
1937 5ir Thomas Lewis descobre um sistema subcutâneo "até então desconhecido" que ele C·hina.
considera semelhante aos meridianos chineses. 1976 Dr. Risch. Acupuntura racional - Maloine-Paris.
Estudos e trabalhos dos Drs. Ma!,cel e Thérese Martiny são realizados com rigor, Dr. Léger. O pequeno livro vermelho da Acupuntura - Maloine-Paris.
precisão e abnegação, e devemos muito a eles.
1977 Cf. página 14.
1938 Dr. Bonnet Lemaire "A Acupuntura Chinesa", revista franco-chinesa, 1q de
dezembro.
Numerosos autores e trabalhos são citados no decurso do presente texto, e temos que
1939 Dr. G. 50ulié de Morant: A Acupuntura Chinesa em 2 volumes (Mercures de France).
prestar homenagem a todos que contribuíram para o conhecimento e '-o ensino da
Prefácio J do Prof. Mériel de · Toulouse, que debateu, verificou e julgou essa obra sui
acupuntura, principalmente a Sociedade Francesa de Acupuntura.
generis, incomparável e monumental, base de todas as outras publicações ainda por
muito tempo.
Além das obras citadas anteriormente, ler:
1951 Dr. Voisin "Tratado de Acupuntura". Reeditado pela 4'l vez em 1974. Maloine-Paris.
1954 Dr. A. Champfrault d'Angoulême publica um tratado baseado nas tn~duções de obras Os elos do corpo:' CI. Le Prestre, com uma importante bibliografia (Ed. La Table Ronde).
chinesas, o Nei King e o 50 Ouann. O Pararso Perdido de Mü: L. CI. Vincent - Ed. Ia Source d'Or 63 Marsat, 2 volumes, 900
1955 Dr. Niboyet de Marseille, cientista, homem de letras e famoso médico acupuntor, páginas, uma obra fantástica e apaixonante, que todo médico deve ler, se ele se
esclarece a situação do ensino, com a edição de seu tratado. interessa pela história da Atlântida e pela acupuntura.

1956 Dr. de la Fuye: Tratado de Acupuntura (Le François). Baseado no ensino de G. Trajetos: pelo grupo Lacretelle, tabela de meridianos. Liv. Maloine.
50ulié de Morant. Acupuntura e fonoforese. A freqüência de uma , nota substitui a agulha: J. Lamy. - Liv.
Criação da Sociedade de Acupuntura com oProf. Mériel e a Ora. Thénlse Martiny. Maloine (já mencionado!.
1957 A Via racional da Medicina chinesa. Ed. Maloine-Paris. Dr. CHOAIN. Lille. 'iO que é a medicina esotérica"? Dr. J. Michaud. Douai. Cadernos de bioterapia nq 34 - 1972.
1958 Dr. J. Daniaud, homeopata ,e acupuntor: "A Acupuntura para uso do médico". Os fundamentos filosóficos e Cientfficas da homeopatia: Dr. O. A. Julian. Notável estudo
indicado para cientistas. Cadernos de Bioterapia nq 33, março de 1972.
1960 Dr. Wu Wei Ping, diretor do I]o~pital ~e Taipei (ilha. de Formosa) traduzido por
N.B. A homeopatia é um honrosd complemento da acupuntura.
Lavier, Maloine-Paris.
Homeopatia e Acupuntura: J. Meuris e R. Montbesson, cirurgiões dentistas - Courrier
1963 Dr. Champfrault, médico da Marinha (já mencionado) publica uma obra notável em 5
d'Aquitaine,34 rue Laroche, Bordeaux.
volumes, onde se acha explicada ço~, detalhes toda a medicina chinesa. O volume' 5
trata da astronomia até a medicina Acupuntura e Arte Dentária: J. Borsarello. Ed. Maisonneuve.

1964 Dr. Cintract, edição limitada e pessoal de um "guia sinóptico" mostrando e F rsica da Acupuntura: Dr. M. Mussat, Le François.
sintetizando os pontos e meridianos em uma só página, em um quadro resumido. Esse
Atlas de Acupuntura Topográfica: Dr. R. Dufour - Le François.
quadro consta neste livro, com correções e modificações.
Homeopatia e acupuntura: Dr. Voisin - Ed. C.M.C.
1967/, Dr. Lamy: "Acupuntura e Fonoforese': em 2 volumes Maloine-Paris.
1969) Acupuntura e Ozonoterapia: Dr. Armelin - Ed. Maloine.
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Pesquisas - 15
14. - Curso Rápido de Acupuntura
{
'( Um leve desequillbrio ocasiona uma alteração funcional e vice-versa O funciona l leva
Eletroterapia : Or. Oumoulin e Bisschop - Ed. Maloine.
ao orgânico.
( Micromassagem chinesa: Lavier - Ed. Maloine. A concepção chinesa visa corrigir as perturbações do equilíbrio Inn- Yang,

(
. manua I d as zonas reflexas do tecido ·conjuntivo, _E. Oicke (traduzido do alemão) 5~
TerapIa
ed. revista por H. Schiliack e A. Wolff. - Ed. Malome. ! determinando a saúde.
Os medicamentos baseados na química completam a cura, contanto que não sejam
( A exploração neuromuscular: M. Mosinger, J. Oumoulín, G. de Bisschop - Ed. Maloine.
Elemenros de eletroterapia: J . Oumoulin e G. de Bisschop - Ed. Maloine.
i nocivos.
Os ácidos aminados indispensáveis à vida acham-5e carregados de dois sinais de
polaridade (sendo a amina o sinal +). Estão, portanto, de acordo com o equillbrio energético
Galvanoterapia: J. Oumoullh e G. de Bisschop - Ed. Maloine. de concepção chinesa.
As plantas agem da mesma forma, porém a sua ação é geralmente fraca
Técnicas de aplicação em eletroterapia: A. Pierrpn - Ed. Maloine .
A homeppatia é um exemplo de outro sistema de ação complementar.
Bioenergética e medicina chinesa: colaboração de J. Borsarello e outros autores. - Ed. A ação benéfica da homeopatia só pode ser ·negada por aqueles que não a conhecem.
Maisonneuve. Os danos provocados pela alopatia, homeopatia ou acupuntura não comprometem os
A massagem na medicina chinesa: J. Borsarello - Ed. Maisonneuve. respectivos sistemas.
Toda a medicina, francesa ou chinesa, deve ser baseada no exame clínico e na mais
Outros aulores ·e obras são citados no texto: completa compreensão do paciente, para que se obtenha um diagnóstico exato.
Vemos a cada passo, médicos eruditos, inteligentes e competentes, quer sejam
1977 Energética dos conjuntos vivos. - Or. M. Mussat - Le François. acupuntores, homeopatas ou tradicionais, com grandes diplomas e cursos de
Acupuntura biodinâmica - Volume 111 - Le François. aperfeiçoamento, cometerem erros de diagnóstico devido a um exame clinico insuficiente
Curso de acupuntura - J .E.H. Niboyet - C.H.U. de la Timone, Marselha. (embora possuindo um excelente olho clinico) confiando muito nos exames de laboratório,
Manual de .acupuntura - Or. M. Robin, Mercure de France. radiológicos e faihando assim no seu objetivo: a cura do paciente.
A acupuntura, essa desconhecida, Or. J. C. Darras - Hachette. Que os cllnicos então: ouçam, interroguem, observem, examinem e meditem. Este é o
Tratado de acupuntura auricular, Dr. A. Grobglas e J . Levy - Ed. Publi Réa\. - segredo de todo bom médico de qualquer especialidade e principalmente para ·a medicina
Patogenia e Parologia energéticas em medicina chinesa, Or, Nguyen Van Nghi. chinesa. O papel do acupuntor é, portanto, o de restabelecer o equillbrio ,normal
A tias didático de acupuntura tradicional, Daniel Laurent - Gerard Timon - Claude lrin- Yang. Veremos como isso é possível.
Léga - Michel Viron - Ed. de la Maisnie. Os médicos de vanguarda, os pioneiros que, há vinte anos, utilizam as duas
Tratado de acupuntura, C. Roustan. concepções clássica e chinesa foram vitimas de vários ataques pelos retrógrados, esclerosados
e defensores de interesses pessoais, porém sempre existiram pesquisadores isolados,
inteligências superiores. Resta o consôlo de saber que o progresso obtido para melhorar a
saúde humana, é obtido apenas por esses homens.
GENERALIDADES SOBRE A ACUPUNTURA

MEDICINA VETERINÁRIA
A acupuntura é a arte de curar as doenças por meio do manejo da energia do corpo
humano.
Em vista dos resultados exatos obtidos · e do estudo aprofundado dessa arte de
curar somos obrigados a declarar que tudo se passa como se esse sistema lógico permanente Além dos cI(nicos pesquisadores, cientistas e engenheiros, devemos mencionar os
tives;e sid o formado graças aos dados cientificas desenvolvidos e divulgados pelos orientais, trabalhos dos veterinários.
principalmente os chineses, através dos séculos, exigindo deles apenas o. espírito cI(nico, a Os animais se dão bem com a homeopatia e a acupuntura. Nosso amigo, prof. Bordel.
observação e a obediência às normas. , _ da Escola de Veterinária de Alfort, que está continuamente pesquisando aquilo que alivia e
A energia telúrica e cósmica fornece a energia ao nosso corpo e ao nosso espl rito. A cura, sem tratar de teorias e grupos, utiliza a homeopatia e incentiva a acupuntura É um
vida é posslvel graças ao equí\(brio inn-yang proveniente dessas duas fontes e espalhadas grande exemplo para todos os médicos. ..
sobre o corpo humano e sobre todas as coisas. O dr. F. Molínier acaba de apresentar uma tese: "Contribuições ao estudo dos
A saúde é o equilíbrio entre .0 inn e o yang, dois elementos complementares da potenciais do tecido conjuntivo e suas relações com a acupuntura". ·Trata-5e d~ um notável
mesma energia que modelam o mun do macroscoplco . - e o mundo microscópico, de maneira
trabalho que põe em evidência de modo indiscut{vel os fenômenos elétricos ,dos pontos
idêntica_ chineses, no caso do cão.
Pode-5e estabelecer toda a medicina sobre esses dados. O dr. Milin e grande número de veterinários estudam essas matérias interessantes e
Uma medicina baseada nas doenças é excelente quando se trata de doenças orgânicas eficazes.

tí picas, porem torna-se -Insuf·lc-,ente nula ou adversa. no caso de perturbações funcionais
(65% das doenças).
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(

(
16 - Curso Rápido de Acupuntura I Pesquisas - 17

TRABALHOS DE LABORATÓRIO o dr. Cantoni, que descobriu a acupuntura na Indochina, aproveitou·se de sua sarda
( daquele pars, para realizar trabalhos de eletrônica no Centro de Brétigny, em colaboração
com o dr. Borsarello.
( Não conhecemos os trabalhos 'da U.R,S.S" porém a leitura de um livro inglês "PSY",
Os cfrculos ocidentais modernos procuram colocar em evidência os fenômenos da mostra que os meridianos foram provados e que a pesquisa é dinâmica.
acupuntura A ativa inteligência chinesa, sem dissenções, não cochila: possui 20 universidades para
A objetivação das linhas condutoras chamadas meridianos é feita por meio da o estudo da acupuntura, e 40 mil livros sobre o assunto.,Todas as doenças são tratadas:
eletrônica. O dr. Cantoni, os professores Mira e Klotz retomaram e verificaram os trabalhos surdez total, hemiplegia, paralisias, cegueira, etc. Não há nenhuma restrição e ne :',hum
de Becker (da Universidade de Siracusa, Estados Unidos). Ficou provado que a pele é interesse inconfessável. E o povo chinês se porta melhor que o nosso sem a confusão dos
atravessada por correntes contínuas extracelulare~. e que os meridianos verticais Jenn Mo e remédios.
( Numerosos trabalhos de laboratório est;'o sendo realizados no mundo e na França.
Tou Mo existem com sua polaridade específica negativa e positiva.
Como, por outro lado, as crises 'j de angina do peito se exteriorizam por uma dor no Eles servem para provar a bem f.undamentada medicina chinesa e trazem novas
trajeto rigorosamente exato de um meridiano chinês. isso constitui três meridianos contribuições científicas interessantes.' .
objetivados. Conhecemos uma paciente que objetiva certas percepções sobre o meridiano Na China, existe uma Faculdade de Medicina com curso de 8 anos de duraçãõ,
dos rins e no aos pulmões. A doente consultou vários médicos e professores devido às dores reservado a mais de 300 estudantes rigorosamente selecionados no começo, durante e no fim
lineares que eles não conseguiam reconhecer, ' e o .que fêz um deles dizer: "trata·se de uma do curso. Dez por cento dos vencedores restantes formarão a base do ensino futuro.
neuropata"JEssa pessoa nunCa ouvira falar de acupuntura e nos consultou crendo tratar·se de A energia distribuída nos meridianos, nãó pode ser imaginada se não a medirmos ou a
uma nevrite- de origem traumática. Ela sofria em um trajeto que marquei com agulhas e colocarmos em destaque? Veremos no caprtulo da Concepção chinesa, os trabalhos e
obtive exatamente o trajeto dos meridianos dos rins e dos pulmões. Poderíamos multiplicar publicações de L. CI. Vincent e a evocação das idéias. de Kant. O espaço vazio não existe.
os exemplos, mas aqueles que atacam a acupuntura, não são ~s bons clrnicos e nem os porém o éter é uma força vital. Trata-se em realidade de um elo invisrvel formado pelo
observadores. Eles se acham encerrados em uma doutrina. infinitamente pequeno, sob a forma ondulatória ou vibratória.
Os trabalhos de Coando sobre as reações hidrodinâmicas de uma rede excitada A experiência do dr. Bizzi no hospital psiquiátrico de Imola, prova a existência de
provam que a resposta se verifica sempre nas extremidades dessa rede. O mesmo vale no caso uma energia de grande potência, totalmente invisrvel. Dada a importância dessa experiência,
citamos a participação 'do dr. Bruno Bizzi, em maio de 1969, no ~ Congresso Mundial de .
dos meridianos.
Acupuntura.
Os trabalhos de Becker sobre a salamandra de pata cortada mostram uma modificação
mais acentuada de diferença de potencial na pata não cortada o que prova a verdade de uma
lei chinesa que chama a energia de perversa do lado são OposlO ao lado doente. Trata·se, • Comunicado ao 2C! Congresso Mundial de Acupuntura Paris, maio de 1969
nesse caso, como para os efeitos da implantação da agulha, de uma atração iônica Todos os A LUZ NAS LÃMPADAS A VÁCUO E O PROBLEMA BIOFISICO DA
transportes de energia não são visrveis pelos meios comuns. Aceitamos as imagens perfeitas ENERGIA VITAL
da televisão mostrando a Lua, sem fazer qualquer pergunta. A atração e a repulsão provém pela dr. Bruno BIZZI:
em parte das mudanças iônicas ondulatoriais e vibratoriais.
Todos os acupuntores !lotaram que certos pacientes se queixam de uma sensação de
A acupuntura chinesa ao n(vel de prática médica acha·se baseada na teoria da Energia
queimadura insuportável nos pontos de acupuntura tratados, após terem usado roupas carre· Vital, sendo absolutamente inconceb(vel fora dessa "teoria energética". Os raros trabalhos
gadas de eletricidade estática .. Os pontos tratados atraem as cargas estáticas. Além disso, a feitos nos fornecem várias tentativas de explicação, de seus diversos aspectos. dentro do
histamina é um dos elos químicos da circulação energética. campo mecanicista.
O dr. Niboyet, em sua tese, mostrou a resistência elétrica desses pontos, o que Parece·nos que, observada do ponto de vista de seu desenvolvimento e seu estudo
permitiu a detecção dos pontos pelos multivoltímetros. Com certos pacientes, esses aprofundado, a acupuntura depende inteiramente do aumento de nossos conhecimentos, em
detetores são insuficientes, pois eles só reagem aos poritos chineses. Isso é ideal para fazer especial do aspecto físico, : concreto, real. biológico desse "algo" que atualmente é indicado
uma demonstração. Por outro lado, a sensibilidade do aparelho é muito fraca e obtém-se pelo termo "energia vital".
assim 'também reações generalizadas sobre.a pele. porém I um reostato permite distinguir uma Mas, será que existe realmente essa energia? Ela pode ser demonstrável em
reação mrnima, seja sobre a pele, um pàuc~ mais fort~ no trajeto do meridiano e ainda mais laboratório? Será vislvel aos nossos sentidos? Por que falamos tão pouco sobre a mesma?
precisa sobre o ponto. Esse é o objetivo principal dos detectores de pontos. Quais são as suas caracterrsticas na atmosfera?
Em 1962, no Congresso de Baltimore, o professor Amassian demonstrou o fenômeno Têm sido feito progressos importantes nesse campo, nos últimos trezentos anos.
dos, "overlaps", provando assim a ação dos pontos ·chineses de um membro sobre o cérebro. Além do fato desse assunto se achar presente' como uma constante metódica em todo o
Uma' contraprova imediata impediu toda a crftica Ele excitou o cérebro e obteve respostas pensamento humano - filosófico, cientifico e poético - de todos os tempos, podemos
nos 'pontos chineses cutâneos correspondentes. Os chineses sabem de há muito qU~ tudo passa dizer que foram realizados progressos decisivos no plano filosófico graças ao mérito imortal
pelo cérebro. de E. Kant, mas também, sobre o plano específico da experimentação cientlfica, no qual
O dr. B'orsarello, médico do centro de pesquisa de medicina aeroespacial realizou tudo devemos ao também imortal W. Relch.
experiências e trabalhos e, graças à eletrônica. podemos esperar. progressos consideráveis nos ~ preciso nos referirmos ao Kant da "CrItica da Razão Pura". ao Kant dos "Primeiros
campos teórico e prático dessa multimilenar medicina chinesa. Em menos de uma década, 'os princ!pios metafísicos da Ciência da Natureza", mas principalmente ao Kant da "Opus Poso
acupuntores disporão de pequenos aparelhos para detecção de anomalias das pulsas chineses. tumum".
·'\

18 - Curso Rápido de Acupuntura


II Pesquisas - 19
,\
Após ter estabelel'ido os fundamento s da Razão, Kant passa aos prindpios da Física, I Porém, devemos levar em conta que no interior dessas lâmpadas não entram os

I
critica a idéia do átomo, a concepção mecãnico-atomística da natureza, ou seja: o atomismo fatores atmosféricos que são responsáveis pelas variações barométricas: no interior de uma
constitui para Kant · o fruto mais evidente do dogmatismo metafísico, inconscientemente lâmpada de vácuo, sem ar, não ocorre nenhum fenômeno atmosférico, e nenhuma alteração
(
aceito pelos físicos matemáticos de então, obrigatoriamente ligados ao conceito de "espaço da pressão atmosférica Não pode haver também modificações ·de umidade ou de
( vazio". temperatura, uma vez que o vidro é impenetrável aos gases e a água, e não existe nada em
O "espaço vazio" é uma elaboração arbitrária e falsa; /não existe espaço vazio; mas sim seu interior que poSsa absorver o calor ou reter a umidade.
um "continuum" energético que abrange o cosmos em seu conjunto, e que Kant chama de f Podemos concluir de modo sucinto:

(
"Éter". A coisa mais sedutora é que para Kant, o conceito de éter coincide com o de "força
vital" .
F alando da obra de Luigi Galvani, W. Reich enfrenta com experiências simples, o
aspecto f{sico da energia vital, definido por ele com o termo "energia orgânica". Se essa
I 1) O efeito luminoso ondulatório no interior de uma lâmpada com pressão de 0,5
micron é a expressão direta de uma energia que não é de natureza gasosa, mas que reage às
modificações metereolôgicas do ambiente externo.
2) As ondulações exprimem também um "continuum" ,energético entre O interior e o
energia se acha presente em toda parte, então é evidente que a física do "vácuo puro" deve exterior da lâmpada, mesmo através de um sistema totalmente isolado.
sempre coincidir mais com a física da energia vital. 3) E ssa energia penetra, porta.nto, na matéria que é impenetrável ao ar e aos gases.
4) Não existe nenhum vácuo. O ,espaço em seu conjunto está cheio dessa energia que, ..
Resultado da experiência. nos níveis médios de excitação, se nos apresenta de cor azul, lembrando o azul do céu
alpino, devido à sua pureza. Encontramo·nos possivelmente em presença de algo, ex presso
No laboratório de nosso hospital psiquiátrico, realizamos O controle de uma até agora pelo pensamento humano de todos os tempos, pelo nome de "energia vital".
experiência exata e comprobatória com diversos tipos de lâmpadas, onde o vácuo foi
aumentado até a 0,5 mícron de pressão.
(fim da comunicação do dr. Bizzi) -
É preciso notar que a Física tradicional explica os fenômenos luminosos nos gases
rarefeitos em seu capítulo da Mecânica dos Gases por meio 'do processo bem conhecido de
ionização, da avalanche iônica, da descarga tipo Townsend: em todos esses casos. a
multiplicação iônica do estilo Towl"lsend constitui uma parte essencial do fenômeno.
Mas. à 0,5 mícrons, ou seja a uma pressão atmosférica de 0,0005 mm, os processos de
ionização não são absolutamente imagináveis. Sendo a acupuntura uma arte de curar lógica, .organizada e eficaz, não deve criar
A luz não é um fenômeno mecân ico. problemas ao médico: a questão de saber como ela age deve ser a preocupação dos físicos
Pois bem, ao aumentarmos esse vácuo, por meio de eletrodos de alumí"io colocados e químicos. É muito provável que a eletrônica venha a contribuir para achar a explicação
em posição adequada, com uma corrente variável de 700-800 a 4.000-5.000 volts, torna-se científica tão desejada, sendo para nós mais um pretexto do que um motivo sério. Os
possível observar o aparecimento de uma bela luz de cor azul. É muito interessante observar sentimentos não existem materialmente. Eles só podem ser objetivados por meio de provas.
as variações do comportamento dessa luz: nos dias de bom tempo, seco, O efeito luminoso E no entanto, são eles que orientam e fazem viver os homens verdadeiros.
surge mesmo com potenciais inferiores, em torno de 1000 volts de tensão; mas, nos dias Como explicar que os chineses conhecessem há tanto tempo o poder específico de
úmidos e chuvosos,. nos dias de grande nevoeiro, e às vezes antes do aparecimento do mau um ponto sobre o câlcio, os glóbulos vermelhos, por exemplo, quando não dispunham de
tempo, o efeito luminoso surge apenas com o uso de potenciais superiores, de 3000 a 4000 nenhum meio de investigação ou de laboratório? Esses. conhecimentos não poderiam ter
volts, e às vezes, não chega a surgir. sido transmitidos pelo empirismo. E o nome desses pontos indica com freqüência uma
. Alguém aventou a hipótese de que poderia tratar·se de um efeito luminoso devido de função biológica exata De onde e de que vêm essa exatidão verificada atualmente pela nossa
alguma forma aos elétrons metálicos, à sua emissão sob a ação da corrente elétrica. Duas ciência "racional" e experimental? (conf. pág. 13 do livro "Paraísoperdic!o de Mú,,).
consideraçães permitem afastar essa hipótese:
r
1 A emissão elétrica é constante, não variando' com a mudânça do tempo : o efeito SOBRE A ACUPUNTURA
luminoso sofre com· as variações metereológicas, a ponto de poder ser utilizado para as
previsões do tempo local. Martelo com agulhas:
2) Os efeitos luminosos, mesmo os mais fortes, são obtidos colocando.se as
lâmpadas' em um campo eletrostático: nesse ca~po, os pólos negativo e positivo falham
Martelo flexível com lado liso e lado com . agulhas, .estimulador dos reflexos
totalmente.
cutâneo·viscerais para ser utilizado nas crianças de peitei, na criança e no adulto, nas
Dessa maneira, uma bonita luz azul foi observada colocando-se as lâmpadas próximas
moléstias crônicas ou nos males Inn (superficiais). B ate--se com um dos dois lados conforme
de uma máquina de Whimshurst ou de uma máquina de Van de Graaf, com cargas
o caso, ao redor da área doente, para atrair a energia Oé ou sobre os pontos escolhidos no
apropriadas; mas o mesmo foi obtido agitando·se uma vareta de polietileno 'esfregada em lã
meridiano afetado.
ou nos cabelos, e, nos dias bons, friccionando·se as paredes de vidro com as mãos apenas.
Acrescentamos, às vezes, uma injeção intradérmica na área dolorosa, e o martelo bate
Convém destacar que, mesmo nesse caso, o efeito luminoso fica prejudicado, embora
sobre essa área tratada, sem ferir.
de um modo tanto impreciso, pelas. condições metereológicas.
Entretanto, temos que considerar as verdadeiras ondulações características de algo
que existe no interior das lâmpadas de vácuo; essas ondulações são mensuráveis; e podem ser
comparadas ao que acontece com um barômetro, por exemplo.
Pesquisas - 21
20 - Curso Rápido de Acupuntura

Mesoterapia:
Moeda com furo central quadrado:
Trata-se de uma obra ,de um pesquisador de vanguarda . O autor, dr. Pistor, u t iliza

I
Efeito descongestionante sobre a derme doente e beliscada d entro do quadrado. agulhas de 4 mm de comprimento e 4/10 e faz. com aparelhos patenteados. 4 ou 17 injeções
Efeito dispersivo nos estados agudos. simultâneas de medicamentos tradicionais.

As moxas: Fonoforese:

II
I
Utiliza-se tanto a vara de bambu com ponta de artemísia e gengibre para obter um Excitação sobre um ponto por meio de vibração musical, tendo cada órgão uma nota
efeito fortificante e suave no tratamento das carencias energéticas e doenças crônicas, em 5 de harmonização; 10 anos de utilização de freqüências musicais por Jean Lamy (ver pág. 12).
ou 6 sessões.
Usa-se a seguir, um aparelho metálico aquecido a álcool. Vibro-massagem elétrica de agulhas:
A produção de flictenas não é conveniente. ,
O aperfeiçoa";;ento consiste em utilizar um moxador elétrico, emissor de raios Fazemos desde 1955, uma vibro-massagem elétrica potente sobre a área próxima das
infravermelhos entre 2000 e 4000 angstrôms. agul has e obtém-se assim uma vibração, cujo efeito é benéfico em numerosos casos de d ores.

I
O efeito fortificante é obtido com radiações curtas. 5 moxas por ponto tratado - de
dois em dois dias. Eletropuntura:

Massagem chinesa: Deve haver um lugar reservado para a eletropuntura (dr. Vali, Alemanha). De inrcio, é
«
útil para a ,localização dos pontos, depois ela reforça a eficácia terapêutica. "Nota sobre a
Faz-se massagem em um meridiano afetado no sentido da corrente energética para eletropuntura" dr. Sarlandiêre, 1825.
regularizar a circulação da energia. No caso da criança de peito e da criança maior, os Em 1948, comecei com a digipuntura, depois a eletropuntura e por último, a .
resultados são excelentes. acupuntura mais a eletropuntura.
Não somos os únicos a pensar que o massagista pode utilizar esse método Obtive sempre notáveis resultados com a eletropuntura, aliás bem pouco conhecida
trabalhando sob a direção e fiscalização de acupuntores. até 1974.
Com o progresso da eletrônica, pode-se atual~e~te fortificar e dispersar ou i nverter a
Cromoterapia: polaridade. Pode-se provocar uma oscilação iônica, estimular a hipófise, desencadear as
endomorfinas antálgicas, atenuar ou fazer regredir a esclerose dos tecidos, expulsar os íons
Relaxamento e volta ao equilíbrio por meio da cor em um meio especial. Ele é eficaz positivos, enriquecer os tecidos de íons negativos que favorecem a recalcificação,
no caso de nervosos ansiosos, associado ou não a acupuntura. cicatrização ou cura.
A eletropuntura faz ganhar tempo, e pode-se evitar o emprego de agulhas, como por
Digipuntura: exemplo, em pediatria.
Empregamos a sonda elétrica diretamente sobre o ponto, de há muito tempo. A ação
Empregamos esse método desde 1952 A ação nesse caso é também rigorosamente eletrônica não é tão forte como quando a colocamos sobre as agulhas. É um método
especffica de um ponto sem modificação do equilrbrio geral, mas conservando o mesmo, o apreciado pelas crianças e últil no tratamento de certos pontos dolorosos ou de difícil
que serve como preventivo de lesões orgânicas. A ação secundária se limita a uma perturbação
acesso.
específica
Esse método nos permite a perceber pelo toque os "poços" de energia dos meridianos Galvanopuntura:
e aumenta a sensibilidade tactil (ver Apêndice).
Meus colegas de grande prática, drs. Khoubesserian, Dufour e Grall, estudaram com o ,
A acupuntura cutânea: engenheiro Grenier, especialista em eletropuntura, . as indicações da galvanopuntura durante
muitos anos em um hospital de Paris. Os resultados são ótimos nos casos de periatrites da
o dr. Orlandini, possuid~r de experiência em massagens e da ação das agulhas contra espádua, nas dores das vértebras, certas infecções e nevralgias.
a dor, pois utiliza esses métodos desde 1947, escreveu um livro muito interessante: "A A corrente exponencial de forma polarizada é injetada sob a pele ao nível de uma
acupuntura cutânea" (Ed. Riossoli). área, de um "poço". O efeito é seletivo e rápido (superior a baixa ·freqüência). Os músculos
ficam descontrardos e a região doente é revascularizada. A energia não é alterada pela
A estimuloterapia cutânea, Dr. Daniaud (Ed Maloine). dispersão às vezes lamentável, obtida com as agulhas. Trata-se de uma expulsão iônica geral
ou local.
Acupuntura e Ozonoterapia, Dr. Armelin.
Ótima combinação, tendo numerosas aplicações (conforme pág. 13).
.\

22 - Curso Rápido de Acupuntura Pesquisas - 23

ANALGESIA OPERATÓRIA CAMPO MAGNÉTICO


(

( Praticad a na China desde 1958 (devia ser conhecida, pois existem gravuras mostra ndo Antiepidémico Último : Inn Tsiao Sobre o co ntrole do lábio s.uperior.
intervenções em chineses jogando xadrez!. ponto
Ela é feita em volun'tários com a presença do anestesista tradicional. pois há cerca de indicado
10% de fal has. de Tou Mo
O doente recebe às vezes uma medicação prévia e sobe à mesa. Ele é tratado pela
acupuntura. A agulha é retirada durante uma meia hora, e depois a operação começa. PM 8 Tsi Tsuann Uma boa pressão constante dos incisivos
São realizadas operações cirúrgicas cada vez mais complexas, como por exemplo a sup. e inf. sobre a parte anterior da língua
ablação de um pulmão. Durante duas horas, o operado pode ler, beber, sem o menor Metade do lado representa excitação dos pontos de carga
sofrimento. Ele se levanta e volta ao leito sem dificuldade e sara logo sem complicações. superior da pon ta elétrica má xi ma dos meridianos Jenn Mo e
Em 8 ucarest, o dr. Gheorghiu, médico-{;hefe do hospital, muito conhecido pelos da língua Tou Mo, criando um campo magné tico.
membros da Sociedade I nternacional de Acupuntura, utilizou esse método com êxito e o
empregará sempre cada vez mais. Esse assuntá foi comentado pelo Serviço Internacional da não indicada A experiência com a vespa é coroada de
em nenhum êxito total : se a pressão diminui, a vespa
"Tribune Medicale" em 1972. Campo
Na França, várias operações têm sido feita s dessa maneira. livro pica do contrário o f.e rrão procura
A analgesia por acupuntura é sem perigo, representa uma vantagem sobre os processos Magnético perfurar em vão a pele, verificado por nós
tradicionais que apresentam acidentes e às vezes provocam a morte . Desejamos que ninguém (+) com a LENTE. Se a vespa não con t inuar
Defensivo PM 5 Roé Tsiuann
se oponha a esse método. Tivemos conhecimento, por meio de nossa clientela, de cinco sobre o dedo, ela se afasta.
casos de morte em dois anos, no decorrer de intervenções cirúrgicas com anestesia
Metade do lado
tradicional - sendo o último um homem de 25 anos. Conhecemos vários casos de morte Podemos assim prender uma vespa entre o
poste rio r da
súbita, durante uma anestesia local. A analgesia acupuntural merece portanto um lugar de polegar e o indicador, deixá-Ia agitar
ponta da
destaque, em nossa medicina. inutilmente o ferrão, jogá·la ao solo ou
Hngua
Em geral, coloca-se as agulhas nos pontos chineses de acordo com o ensino clássico da expulsá·la.
acupuntura. Praticamente todas as operações são possíveis com esse processo; a abertura do
peritônio para a apendicite, hérnia, etc., não apresenta maiores problemas. Existem outras aplicações que nos foram
Os chineses passaram a usar um aparelho de estimulação elétrica, o 8701 que tem por transmitidas oralmente.
finalidade fazer vibrar as agulhas, em lugar de as fazer girar com a mão durante 1 'hora ou
mais, o que nem sempre é cômodo. Em caso de picada, recorrer a notável ação da homeopatia.
Desde 1958, tenho o hábito de fazer as agulhas vibrarem em certos casos, o que leva a Em caso de picada na boca, colocar logo uma palha na boca para permitir a
um. efeito sedativo. respiração, em caso de edema grave.
Exemplos de pontos utilizados. Se houver paralisia respiratória principalmente no caso de um bebê, levando
Para a lobotomia: TR6. normalmente à morte rápida, fazer cócegas no fundo da garganta com uma folha de
Pará a apendicite, por exemplo, pica·se E 25, E 36, GI4, JM 6 além de V62, e todos os salsa ou um alho. A respiração volta de imediato, podendo-se assim salvar uma
outros pontos que tenham uma ação contra um determinado sintoma. criança, de morte certa.
Reconhecemos pará a histeroctomia os pontos tradicionais RP 6, 10 e E 25; para os O campo magnético se reveste de uma importância insuspeitada que será p reciso
ovários, RP 9, 10 e o mesmo E 25, do qual reconhecem'os o valor. estudar mais para curar os doentes.
A analgesia operatória se aperfeiçoou na França graças ao dinamismo do dr. Nguyen Tendo havido um deseq uilíbrio Inn· Yang, os campos magnéticos podem curar as
van Nghi. perturbações decorrentes.
Os resultados obtidos na F rança são muito bons, porém os pontos não agem a não ser Os campos magnéticos agem sobre certos pontos e podem transformar radicalmente o
para uma região escolhida e se o cirurgião precisa passar a um outro plano topográfico, a equil íbrio geral, por meio da modificação iônica órgão-pele.
analgesia não é mais eficaz para essa região imprevista A anestesia tradicional torna-se então Os campos magnéticos são banhos eletrônicos poderosos que atraem ou repelem os
obrigatória. íons.
A Associação Francesa de Acupuntura criou uma seção especial para analgesia. A eletrônica permitirá de fato reforçar e simplificar os tratamentos pelos pon t os
Tudo O' que a imprensa tem escrito contra a analgesia operatória é em geral errado e chineses:
faz parte de uma campanha sistemática de difamação. utilizando os campos magnéticos;
regularizando eletronicamente o fluxo iônico dos meridianos.
Teoria e prática da analfJf!sia por acupuntu;', Dr. Nguyen Van Nghi.
O tratamento da dor Pela acupuntura (com analgesia), J .E.H. Niboyet.
o. sangue (eletrólitos) pode emitir um campo magnético perceptível pelo cére bro
.( acumulador) que comandará a célula (transformador) !conforme pág. 31) o que
O prof. Cuzieux, cirurgião da Escola de Veterinária de Toulouse, realiza a histerectomia em
Justificaria certas terapêuticas ainda mal conhecidas. .
cães com analgesia acupuntura/, com êxito total.
(

(
CAPfTULO II

o MATERIAL UTILIZADO

AS AGULHAS

Como agem as agulhas, eis o mistério . No ritmo atual da atividade científica e da


eletrônica, esse mistério não existirá por muito tempo.
Tudo se passa como se o escoamento da energia se fizesse por redes anatomicamen te
localizáveis, e somos forçados a pensar que um di a conheceremos esse modo de transmissão.
Os japoneses descobriram há alguns anos, graças ao microscópio eletrônico,
modificações muito intensas nos tecidos que cercam os pontos de acupuntura: filamentos de
queratina, espessos e numerosos, e modificações estruturais.
A transmissão é feita graças à ajuda de tecidos especializados visíveis ao microscópio
eletrônico aperfeiçoado ou por um sistema de ondas de origem eletromagnética com
base físico-química . O infinitamente pequeno é feito à imagem do infinitameflte grande.
Como chega até nós, a luz, o som, a milhões de quilômetros de distância? ' Como se exerce a
. importante ação dos astros, sobre a saúde, o destino no homem e da natureza?
As experiências da escola de Steiner provam a acentuada ação dos astros sobre os
vegetais.
As agulhas podem ser de ouro, prata ou de metal comum. É verdade que os trabalhos
cient(ficos provaram O reforço da ação desejada, conforme a qualidade do metal utilizado. A
liga prata e cromo é excelente para acalmar. O cobre e ouro são fortificantes.
Existe também, para certos casos dolorosos localizados, uma ação reflexoterápica.
Em suma, os "bimetais" são indicados pelos meus colegas, por sua maior eficácia.
O dr. Mussat provou eletronicamente a superioridade dos bímetais. No lu~ar exato do
ponto, não se deve esperar infecção, mas para ficar livre de qualquer crítica. é aconselhável
umedecê-los em um meio alcoólico e limpar a pele com álcool.

Diâmetro,

Agulhas grossas: para indivrduos obesos, insensíveis.


Agulhas médias: gente robusta, que é preciso estimular.
Agulhas finas: pacientes sensíveis ou fracos.
Agulhas muito finas: pacientes jovens, muito sensíveis.

Comprimento.

Muito curtas, para os dedos e certos pontos que devem ser tratados superficialmente,
em pele frágil ou zonas delicadas. Enfiá-Ias " mm ou menos ..
Curtas: quando não há espaço para enfiá-Ias mais de 2 mm.
Longas: para atingir um ponto profundo, sob uma espessa camada de gordura
(

26 - Curso Rápido de Acupuntura Material Utilizado - 27


(

( Duração. Hipersonar portátil detector ultra'seletivo


Puntô metro de setor : moxado r, galva nopuntor, equilibrio dos meridianos
De 3 segundos a 1/2 hora. O objetivo é o de atrair a energia entre 3 a 10 minutos, nos direito e esquerdo, etc.

I
casos mais comúns. Puntômetro delta - muito aperfeiçoado dando assim a medida da
Em geral para um clima temperado, enfiar a agulha 4 mm. Verificar sempre a condutibilidade dos pontos em leitura direta. Sr. J, Pontigny. Técnico
sen sibilidade de cada paciente e, conforme os resultados e reação, determinar o tempo e especializado.
controlar com um cronômetro. Dei xar mais tempo no caso de doenças crônicas ou quando
faz frio.
As crianças são tratadas com êxito por agulhas bem finas ou finas, somente de alguns MEDIDAS DE DISTÃNCIA ENTRE OS PONTOS
segundos a alguns minutos,
( A duração do tratamento e a escolha do pontos variam com a região, o pa ís e o
continente. Uma fórmula perfeita para Marselha não conviria sempre para Paris ou Lille. Tsroun ou Polegada ou Distância: medida entre as duas pregas palmares do médius,
A duração depende também do clima local. O vento, o nevoeiro, a chuva, o calor e x oes· 24 a 26 mm.
sivo, influem bastante. Fenn: 1/10 de polegada,
Não fazer tratamento: em caso de tempestade, ou de muito calor. Nem depois de Largura do dedo (TD) que permite uma localização aproximada, suficiente para achar
estar encolerizado ou de uma refeição copiosa. Não picar em caso de muita fraqueza o ponto. Os dedos ficam um pouco afastados,
Estimular por todos os outros meios e eletropuntura discreta, para obter estimulação rápida
O ponto é antes um poço " H YO L" Trata·se de uma depressão que é bom saber
dos pontos importantes. O doente deve repousar após a acupuntura. Tratar sempre com o
paciente sentado ou deitado,
•I reconhecer, pelo simples tato,

I
DETECÇÃO DOS PONTOS E APARELHOS ELETRÓNICOS

Para localizar um ponto delicado saber onde se situam certos pontos importantes em

I
um paciente, para demonstrar a uma outra pessoa a diferença de potencial dos "poços"
chineses no local da picada e, finalmente para substituir a agulha por uma corrente elétrica
fraca, utiliza-se um DETE.CTOR DE PONTOS CHINESES,
O elétrodo localizador do ponto pode roçar O ponto a 1 mm sem nenhum
deslocamento da agulha do galvanômetro, Se o elétrodo cai sobre o ponto, a agulha do
galvanômetro indicará com ímpeto a diferença de potencial. Esses são de fato "os pontos do I
corpo" (dr, Le Prestre), uma bela definição do ponto de acupuntura.
i
A eletropuntura do . dr. VoII . (Alemanha) é muito prátiCa, útil e eficaz. Pode·se
utilizar nas crianças para tranqüilizá-Ias, antes de colocar quaisquer agulhas nas sessões
seguintes.
I
1
A ação da corrente elétrica sobre os pontos de acupuntura não está ainda sendo apro- í
veitada, mas é certo que os técnicos poderão aplicar a ciencia moderna à antiga acupuntura,
para vários fins terapêuticos. O reforço de um ponto importante deve ser rápido : 10 vezes
por segundo basta, pois do contrário há perigo de superex.citação.

Eis alguns detectores :

Detector S D 43

Terapunctor para tratamento dos pontos e Puntoscópio para auriculoterapia;


Estigmascópio do dr. Pellin. 3 modelos.
Bioeletrômetro do eng. p, F. Vincent,que serve para medira +eo - ou seja,o Yang eo .
Inn.
M. L G renier - engenheiro eletro-radiologista conhecido dos "antigos", Em 1954, em
colaboração com os drs. Khoubesserian, Martiny, Grall, Dufour, etc.) experimentou o
primeiro detector e xato e estudou todos os problemas de acupuntura eletrônica.
í

CAPfTULO III

MEDICINA ELETRÓNICA E CONCEPÇÃO


CHINESA

BIOELETRÔNICA E CONCEPÇÃO CHINESA (1)

A acupuntura é um meio de restabelecer certos desequiHbrios visíveis pelo estudo da


morio-psicologia, dos pulsos chineses;do exame clínico aprofundado, e também dos exames
modernos de laboratório e de radiologia. Essa especialidade exige um conhecimento
profundo da medicina chinesa, uma vocação médica perfeita, a fim de propor ao paciente
uma solução adequada, escolhida dentro dos recursos terapêuticos ' atuais. Não é uma
questão de tratar todas as doenças, mas somente de evitar o aparecimento no organismo, de
perturbações funcionais. A medicina moderna é , muito poderosa, muito rica de
conhecimentos para que um médico, sob pretexto de especialização, prive seus pacientes das
teorias e da rotina. A acupuntura não deve substituir a medicina moderna, mas apenas
completá-Ia. Os seus resultados são indiscutrveis. in'e sperados. e muitas vezes definitivos. Os
seus erros são tão patentes como todos os outros.
Pois bem, um grande número de médicos não dá nenhum crédito à mesma e a
difamam violentamente. A medicina não tem mais do que um objetivo: aliviar ou curar
aqueles cuja saúde (equil rbrio biológico) está alterada. Vários processos podem tender a um
mesmo fim. É inadmissíve l que um verdadeiro curador pela acupuntura não seja reconhecido
como tal, do mesmo modo que o terapeuta químico.
De fato, é difícil entender o mecanismo de ação dessa medicina muitas vezes milenar.
Os trabalhos progridem aos poucos. E nós tentamos contribuir para as pesquisas, porque
o
tivemos prazer e a honra de seguir de perto as publicações de L CI. Vincent, fundador da
medicina eletrônica, dentro da Sociedade de Patologia Comparada, estimulado pelo d r.
Grollet. Encontramos mesmo, nos trabalhos de ' nosso colega, uma explicação para
numerosos fenômenos até então incompreensrveis., L. CI. Vincent pôs em destaque certos
fenômenos ffsicos e qurmicos; ele explicou por meio da ciência, numerosos fenômenos
patológicos e preparou o' caminho para a bioeletrônica. Eis algumas de suas explicações:

(1) Comunicação do autor à Sociedade de Acupuntura em 1963 levando ao conhecimento


dos acupuntores, as obras do engenheiro L Cl Vincent e mostrando que o acupuntor é
explicado pela eletrônica. Essa teoria progrediu e a eletrônica em 1973 se ' apropria da
acupuntura com êxito.
T

'30 - Curso Rápido de Acupuntura


Medicina Eletrônica e Concepção Chinesa - 31

Examinemos então de mais perto, alguns curiosos dados cientfficos, permitindo Rh 2: Mede a reserva de H2 da polarização de um cá todo pelo produto a analisar.
interpretações exatas de Inn e Yang. O Éter, ou seja o imponder~vel, o meio elástico de
transmissão dos fenômenos extraterrestres" acha-se formado de corpúsculos magnéticos Rô: Mede a capacidade elétrica de um sólido ou de um I(quido, que é a resistividade.
positivos e negativos com movimento perpétuo, dentro do vácuo absoluto, e portanto
Saúd e: Neutralidade iônica :
dinâmico, São esses movimentos vibratórios constantes que produzem a eletricidade, onde
existem turbilhões e moléculas. A corrente é criada no instante da transmissão vibratória dos
I R h 2 : levemente redutor 22 a 25.
( elétrons, em uma trajetória em espiral, E,sses campos turbilhonantes se acham com
Rô : médio = 2000hms/cm/cm2.
freqüência na natureza terrestre, por exemplo: a corrente primaveril, o sentido da rotação da
Ph: cerca de 7,2
terra,. ou as espirais das conchas.
Todo fenômeno vital acha-se sob a dependência de uma base eletrônica específica,
O Inn e o _Yang ficam equilibrados harmoniosamente. Nesse caso, o homem acha-se são,
funciona segundo as orientações de aparelhos em série e derivações. A vida biológica normal forte, vivo e feliz.
depende do perfeito equil fbrio desse funcionamento.
As pesquisas nesse setor novo levarão num futuro próximo a uma nova concepção da Doenças alcalinas : PH maior do que 7
terapêutica. As doenças provém de uma alteração de nosso sis tema eletrônico, sendo
provável que nossas faculdades afetivas e intelectuais. retratem certas manifestações. A) Reduzidos RH 2: menor do que 22. Ex.:
Tomemos um exemplo frisante: os hormônios. A carga elétrica dos mesmos é a base do Doenças microbianas: cólera, tifo, peste.
poder criador,
Nas populações polarizadas (por subalimentação) e com falta de elétrons positivos,
A energia cinética dos astros é provavelmente transformada em físico-qufmica no
com baixa da resistividade por desidratação.
sistema eletrônico do corpo humano. A terra armazena e transforma essas dádivas cósmicas,
das quais o homem se aproveita no decurso de seu ciclo fisiológico, graças à respiração, o 8) Oxidados: Excesso de elétrons positivos
sono (estado de despolarização) e a alimentação. Toda essa energia elétrica incontestável Artritismo
deve se achar, positiva ou negativa, no decurso de sua divisão, dentro do corpo humano, Arterites
Teoricamente, nada se opõe a que ela seja de novo captada, para ser incluída em novos Tromboses: a propósito das tromboses:
ciclos. A vida cósmica acha-se formada de cópulas, Assim, os átomos masculinos dispõe de
um elétron na camada externa, donde a sua estrutura em ponta. Não é pelo eletrocardiograma que e las podem ser previstas. E las acham-se
E les fornecem íons polivalentes. Os átomos femininos acham-5e privados de um submetidas às leis eletrônicas da natureza, e podem ser p'revisfveis pelo bioeletrograma ..
elétron, donde sua estrutura em cavidade. E ntre os dois, existem as formas assexuadas e
homossex uais. Os mesmos casos são encontrados em mineralogia e em geologia. A atração de Doenças ácidas: PH menor do que 7
dois seres humanos provém do mesmo fenômeno de sexologia cósmica. Nossa força, nossos
A) Reduzidos
sentimentos derivam do mesmo".
A energia, após ter sido filtrada pela cultura intelectual, deformada pela educação ou Os comas
pelo contexto social, se escoa através dos pequenos filetes nutrientes da morfologia Loucuras
A energia eletrônica de um indivíduo será medida talvez de uma forma exata graças Cirroses
aos trabalhos dos pesquisadores. Os meios de condução são anotados, Não é falta de canais Del (rios
anatômicos suficiente para negar a existência de uma rede de escoamento de e letricidade. Os
fenômenos qufmicos ou microe/étricos ainda fogem à nossa investigação. O problema do 8) Oxidados
câncer pode se achar ligado ao mesmo. A capacidade eletromagnética do cérebro e de outros Doenças infantis
órgãos nos . escapam provisoriamente. A medicina eletrônica abalará muitas concepções Tuberculose
tradicionais. Segundo os trabalhos de L Cio Vincent: Poliomielite

DEFINIÇ6ES: A vida evolui do ácido para o alcalino, do reduzido ao oxidado, com abaixamento
progressivo da resistividade e da resistência, tal qual uma pilha elétrica comum.
Ph: Medida de concentração em H + (ionização)
A fadiga é um abaixamento da resistividade.
Uma vez que o ph diminui no decorrer de certas doenças, os íons atingem
centenas de milhões. A circulação da energia elétrica a~ha-se ligada a um ritmo, através de vários ciclos e
Se o ph sobe em outras moléstias (diametralmente opostas) no câncer por permite o funcionamento do "relógio biológico" de cada ser. A energia elétrica varia seus
exemplo, os prótons (H+) se reduzem muito e não há solução para isso efeitos segundo a predominância da eletricidade positiva ou negativa. As eletricidade~ de
atualmente. sina l igual se repelem I e as de si nal ~ontrário, 'se atraem segundo as leis indiscut(vei~ da
Não é, portanto, preciso alcalinizar um paciente para evitar-lhe uma baixa de F ísica. A eletricidade positiva é representada pelo Yang, e a eletricidade negativa, por Inn. O
íons. A alcalinização leva ás tromboses e a formação do câncer. corpo humano recebe energia de seus órgãos, no decurso de um ciclo de 24 horas. O cérebro
Ir
I,
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( 32 - Curso Rápido de Acupuntura Medicina Eletrônica e Concepção Chinesa - 33

é o acumulador (Betcherev), a célula é um transformador, e o sangue, um eletrólito. Cada B) .. As·aoenÇás In'n dão '8S seguintes caracterlsticas:
órgão conduz sua eletricidade segundo um ciclo pessoal.
Tendência do Ph para a acidez.
Se consultarmos os trabalhos de L CI. Vincent, torna-se possível determinar o
',o,. ~ Óiminuiçã~ do RH 2 do sangue (falta de eletronizaçãoL
equilíbrio e as condições ótimas de nossa vida biológica, graças à medição dos fatores
Díini~uiçãà da resistividade (por perda de água). Observe-se, por outro lado,
bioeletrônicos do sangue. No estado atual de nossos conhecimentos, três elementos
que a morte real bem como as condições 6timas da vida biológica, se acen tuam
permitem estabelecer um biograma: .
com o auxflio da análise desses fatores.
1) O PH ou ionização. Os ions H~. e OH acham-se na base da qurmiC<j mineral. A
acidez resulta da função H~ ( Encontramos em toda a vida terrestre, os traços Inn·Yang, da distribuição elétrica. As
( 2) O RH2 representa a'potência de e/etronização medida pelo grau de polarização erupções v'uiCân'icas e seus efeitos Joule indicam a intensidade el~trotelúrica. A Terra, com
catódica. A polarização de uma pilha é devida a atração catódica dos íons H~ muita carga, de eletricidade negativa, concentra sua força Inn, e a cratera é a prova
morfológica e artificial. A tempestade é uma ejaculação eletromagnética com repercussão
A polarização é' obtida também, por insuficiência, de O 2 , O excesso . de positivo
sobre o cérebro humano. As camadas geológicas representam depósitos eletro l íticos
provém, sejam de um excesso de O 2 , ou de uma insuficiência de H2. A intensidade
formados a partir do per(odo arqueano. Os caracóis são enrolados em espiral no mesmo
eletrônica de uma solução, como a do sangue por exemplo, acha-se caracterizada pela sentido do ponto Yang (+) na abertura Inn (-). A Terra se desloca no sentido dos ponte iros
' I
equação "Log pressão H2 = 1 RH2 = 2RH + 33,33E" ~xtrarda da fórmula de W. Nernst. O de um relógio. O pólo sul é Yang (+l, e o norte Inn (-). O solstfcio de inverno possui um
bioeletrograma de L. CI. Vincent nos confirma essas verdades biológicas. máximo negativo; e o do verão, um máximo positivo, No equinóxio da primavera, passa-se
3) A resistividade niede a pressão osmótica, a concentração dos eletr61itos, e a do negativo ao positivo e o contrário, no equinóxio do outono.
potência de ionização. Os íons metálicos diminuem a resistividade, e portanto aumentam a A cabala do Egito conhecia os segredos de captação da energia oosmica A lâmpada
atividade iônica, ou seja o perigo do aparecimento de certas doenças da alimentação, por eterna dos egfpcios funcionava sem fio e nem azeite, captando a energia da atmosfera
servirem de vefculo para o transporte de diversas bebidas. Uma vez que um desequilrbrio Maspero, diretor de antigüidades do Cairo, afirma que ela captava os raios cósmicos. Esses
desses fatores bioeletrônicos se produza devido a uma ruptura de nosso próprio ritmo, de conhecimentos talvez venham do continente de Mu, desaparecido em uma só noite. A
um bloqueio de energia, de uma ruptura do ciclo normal, a saúde se altera Nesse instante, é
fácil curar um paciente, utilizando métodos simples e naturais, a homeopatia, a acupuntura. I acupuntura, que é o manejo da energia elétrica humana, seria então conhecida dos sábios
desse continente, e pouco se difundiu em outras partes, sendo a Coréia considerada o lugar

I
e uma alimentação atóxica e natural. A alopatia, nesse caso, mostra-se toda poderosa, com a de origem desse sistema curativo.
condição de se haver localizado o mistério do processo e de atingir as causas do mesmo.. Isso A energia Yang desce do céu para aquecer a Terra. O Sol perde cerca de 4 milhões de
tudo é um extraordinário trabalho do diagnóstico, que não é fruto da intuição, mas sim da toneladas por segundo de matéria liberada por sua erupÇão e levará a 300 0 C a temperatura
observação, do exame e de um sólido saber. Os medicamentos alopáticos devem ser da Terra daqui há cerca de 10 milhões de anos, o que tornará impossível a vida.
escolhidos com critério, receitados com prudência e por pequenas curas de repouso ou
drenagem. Essas condições garantem um tratamento bom e muitas curas. A consulta de 3 a 7
minutos, a distribuição de 7 ou 10 medicamentos renovados ou trocados muitas vezes, como I Re/acionam'os de modo esquemático, as manifestações Yang de eletricidade positiva.

O sexo masculino.
A pele, a cabeça, e os nervos capilares.

II
se pratica nos subúrbios. não favorecem a medicina.
O exterior (que protege o Inn l-
Portanto, verificamos que é poss(vel imaginar dois sistemas bioeletrônicos. provas de
O fogo. O Sol.
perturbações funcionais e doenças bem instaladas. Os chineses distinguem o Inn e o Yang.
Predominância, proeminência.
Eis 'a poesia, a filosofia, e o empirismo abandonados nos celeiros da ciência, pois se o Inn
corresponde ao negativo, e o Yang ao positivo, as concepções antigas de antes de Cristo ,~
Combustão, corpo quente. f.
juntam-se aos dados modernos, ainda pouco conhecidos, porém muito promissores. Dois Calor externo, sequidão.
tipos de doenças diametralmente opostas em seu quadro clrnico, como pelo bioeletrograma. A tmosfera positiva.
se identificam com os dois tipos opostos em sua morfopsicologia e ao exame dos pulsos Dia, luz. Atividade.
chineses. Porém, essas oposiões não passam da conseqüênda de uma ação complementar
entre os dois modos Inn e Yang da energia total, em constante transformação. Essa é aTa0,
a Lei do Universo. I Verão. Primavera.
Ventre da mulher.
Parte alta do corpo. Dorso do homem.

I
Músculos contrardos - Expiração, 2q tempo da respiração.
A) As doenças Yang se caracterizam eletronicamente por: Pêlos curtos e duros.
Este. Sul.
Elevação do Ph para a alcalinidade.
Começa a meia-noite, e termina a meio-dia.
Elevação do RH 2 indicando o excesso de eletronização..
Começa no LN (ponto morto a ser tonificado 1 vez por dia) máximo em LC. (a
Diminuição da resistividade (Rô) por excesso de eletrólitos. Nesse grupo se
ser disperso nesse dia) LN lua nova. LC lua cheia).
incluem as doenças mais freqüentes de nossa civilização rica, a saber, as Planaltos ensolarados e secos. .
tromboses, as necroses, a poliomifilite, certos reumatismos, e o câncer. A febre Areia, deserto. Vento.
(Yang) não deve ser debelada antes de se instalar bem; a acupuntura obedece a
Sal marinho 'dinamizado pelo movimento. Sais minerais na água. produtoS de
leis rigorosas de escoamento e do manejo da energia elétrica. Os meios louça.
tradicio~ais devem também obedecer a essas leis.
Ondas do mar. Músculo e atividade do coração (fonte Inn).
,.,>'........ .

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I

Cumes. Torres altas habitadas (ultrapositivantes) , (Gaiolas de Faraday) . Carros Clima marinho e água do mar calmo.

I\
fechados. Gargantas e vales.
Vermelho: Yang max. 6.500 vibrações por segundo. Cor laranja e amarelo. Violeta (maxi) azul. O verde é equilibrante, pois é isoelétrico.
Tipo brevil(neo. Arrogância. Pretensão. I nveja. Vivacidade. Consciência.
Sensibilidade. Energia mental criadora Mostramos o papel bioeletrónico do Inn e do Yang no decorrer de diferentes manifes ta-
ções da vida cosmotelúrica e suas interpretações morfo-psicoI6gicas. Estudemos agora o
Excesso de Yang
{ fenómeno essencial da vida, ~uele que perturba o indiv(duo, a sociedade tanto quanto é
Olhar duro sem calor. fixo. b~eve, como o relâmpago; parecendo um céu de capaz de moldar, criar e ornar a existência biológica ,do ser, fenômeno, que se estende a
tempestade; olho direito mais penetrante que o esquerdo. Olha mas não vê: qualquer atividade e cuja resultante está em função da qualidade Inn ou Yang. Trata-se do
estático. Andar ruidoso, com os calcanhares, altivo. Mantém-se ereto e desafia Amor no sentido genérico da palavra. As funções do homem e da mulher tornando-se
f os outros. respectivamente perturbadas, segue-se um desequilíbrio mais ou menos curável pelas diversas
Não perdoa ninguém. Só pensa em seu interesse. terapêuticas ou, ao contrário, levam à destruição muitas vezes inconsciente do psiquismo e
do físico. .
A vida bioiógiCE é, portanto, uma oscilação vibratória incessante do Inn e do Yang, , ; A fecundidade, enfim, está longe de ser assegurada ~a ausência do desejo rec(proco. O
numa inter-reação constante, distribuindo ciclos diferentes de ene.rgia A juventude, a saúde, e
a vida dependem desse equillbrio. A arte da medicina chinesa : éade restabelecer os leves J. prazer entra com u.ma parte difícil de determinar na qualidade do resultado. O prazer
sexual é uma resposta do ' corpo todo a excitações elétricas diversas que estimulam a energia.

I
desequil íbrios, a fim de manter a vida e '.curar as perturbações funcionais indicadoras de A troca hormonal é finalmente constituída de uma permuta das energias + e -, O atrativo
outros males, graças em parte à acupuntura I r contra o ritmo biológico, leva à doença. O psíquico teria o papel de catalizador. Os hormônios atuam pelas suas funções elétricas.
Tao Tsri, arte de tonificar e dispersar, é uma decorrência desse preceito essencial. O No homem, a eletricidade sen.do positiva, a ação e a dominação têm força de lei. As
equil(brio, a perfeição, consiste em obter o sexto "Dan". Os 5 primeiros graus correspondem inibições devidas aos complexos, à educação, alteram a sexualidade. As compensações
aos 5 elementos. O 6q é a presença em toda a parte. Essa representação filos6fica foi-nos monopolizam uma parte da energia sexual. Esses fatos biológicos são suficientes para guiar o
transmitida por nosso colega, sinólogo erudito, dr. Michon. terapeuta na melhora de certos desequilíbrios nocivos ao potencial, glo.bal da energia. Fora
Passamos, agora, aos temas de Inn. A energi!llnn, eletricidade negativa, sobe e nutre da sexualidade todas as formas afetivas das reiações entre seres humanos estão somente na.
os vegetais e o esp(rito do Ser. Por analogia com o Yang: continuação da Energia Universal criadora.
Não é então de admirar que nossas relações na sociedade dependam do equil (brio pessoal
Lado direito do corpo. de nosso capital afetivo, isto é, de nosso equilíbrio bioelétrico. L CI. Vincent estudou as
O sexo feminino. coordenadas da vida biol6gica em diferentes âmbitos e para corpos diferentes. O
Respiração: 1 q tempo. bioeletronímetro permite uma leitura rápida e clara das mesmas. Lembremos o essencial:
Adaptação celular. Dado que:
Sangue. Grandes vasos. Que vem do coração. O coração equilibra I/Y.
O Ph : indica a ionização
O interior (que nutre o Yangl.
O R H2 : a potência de eletronização
A água. As infusões.
Profundidades. Lugares isolados. Abismos. Furos. Cavidades. I O Ró: a resistividade elétrica

I
Metabolismo.
É evidente que esses fatores chamados "frônicos" são modificados desde que o Inn
Gelo. Corpo frio. Geada
ou o Yang fiquem desregulados, desde que o relógio biológico de um indiv(duo se adiante
Frio externo. Umidade.
ou se atrase. Se o Inn e o Yang se' interpenetram de um corpo a outro, eles se misturam
Terra-Lua

I
também intimamente dentro do mesmo corpo. Entretanto, é a predominância de Inn ou de
Noite. Obscuridade. Indolência. Sono. Repouso (tendência ao sono).
Yang que dará o caráter sexual definitivo. O excesso ou a falta de uma ou de outra
O utono. Inverno.
eletricidade provocará uma desordem individual e social. A medicina, e principalmente a
Dorso da mulher.
acupuntura, deve se familiarizar com o conhecimento do Yang e do Inn em todas as coisas.
Parte inferior do corpo.
Músculos relaxados.
Cabelos macios, reluzentes. A) Os excessos de Yang invadem a Sociedade e a destróem É a superabundância
Oeste, Norte. artificial. Alimentação excessiva:-excesso de carne ou de leite. Uma sobrecarga eletrônica por
Começa a meio-dia, termina a meia~noite. meio de esterilizações, pasteurizações e vacinações. Excesso de sais minerais. Muitos campos
Começa de 1/6 até 21/12, depois diminui. eletromagnéticos e de raios gama. Uma água de mesa imprópria, supereletrificada por
Começa com a L.C. sendo máximo na LN. ozonisação, e tratamentos. Em lugar de ser um solvente e ionizante universal, a água acha-se
Florestas de plan(cie. Umidade. - carregada de eletrólitos inassimiláveis. A única água biológiCE é uma água pura levemente
Lagos. Rios. ácida e contendo poucos carbonatos, sulfatos, etc. A água alcalina leva às doenças reumáti-
O potássio e os alimentos ricos em potássio, donde a necessidade de enriquecer cas, o endurecimento das artérias, a esclerose, e doenças graves.
com K os doentes mentais. Acontece muitas vezes diagnosticarmos o abuso dessas águas ·ou de um regime
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alcalino, por meio do exame morfopsicológico. O exame tradicional confirma a exatidão do distribuição do 'tang, ! Aquele que dá Inn, recebe Yang : essa é a lei biológica. A alegria é
diagnóstico. A cura se obtém por uma acidificação geral do modo de vida O abuso de formada de uma troca racional Inn· Yang. Dar e jamais receber conduz ao esgotamento e a
antibióticos receitados à menor elevação , de temperatura, não cura, e sim produz uma destruição ps(quica Receber e jamais dar tonifica até a saturação, mas a seguir se produz
doença devido a formação de um estado de sobrecarga muito mais perigoso. A eletricidade uma autodestruição devido a cristalização e excesso de eletrólitos. Devido a saturação, um
positiva ataca a nossa vida biológica e a envenena Algumas vítimas destacam a loucura por paciente Inn só recebe energia Inn. fica com falta de Yang, e perde sua personalidade sexual
um excesso' de elétrons. e ps(quica, resultando em desvios muitas vezes deploráveis e irremediáveis. Ele deverá d,re nar
Em menor grau, observe-se o comportamento de muitbs motoristas, com seus acessos esse excesso de Inn por meio de uma atividade artrstica.
I
de cólera eletrônica Ficamos admirados com a falta de gentileza dos moradores das cidades, A troca permanente e racional entre a eletricidade positiva e negativa representa a
que bebem vinho e comem carne. VIDA. O amor não passa da manifestação mais energética e também a mais qgradável.
Eles são vitimas de um excesso de Yang, um dentro de sua gaiola metálica que não
sabe aliás dirigir, o outro cercado, por toda a parte de agressões elétricas positivas {papel
nefasto dos movimentos das massas dos indiv(duos ,completamente inconscientes, NUTRiÇÃO E ATIVIDADE SEGUNDO AS TENDÊNCIAS
empurrados no meio dos outros, cercados por outros, seguem a corrente elétrica até o seu
acúmulo máximo, a explosão, o drama. f a tempestade eletrônica
8} Quanto às perturbações e doenças de excesso de Inn, elas são ocultas, isoladas, Alimentação
sorrateiras e não atingem a sociedade com tecnologia adiantada Há, também o reino dos
micróbios. Os avanços da medicina e das ciências fizeram oscilar o equilrbrio do mundo, Citemos alguns alimentos de uma nutrição Inn
fazendo-<J passar de um excesso de Inn para um excesso de Yang. O bem-€star da sociedade, O que é ácido
assim como os benef(cios de uma terapêutica consistem em evitar esses excessos. Citamos Champagne. Álcool em pequenas quantidades e não habitual
como exemplo as doenças dos pulmões, corizas, perturbações digestivas e ,geniturinárias, " os Vinho natural bom, de modo muito moderado, 2 copos por dia, no máximo
excessos de cariedade, as fraquezas do amor, etc. .. Vitamina 812
Se o excesso de Inn é prejudicial à saúde, o meio de dar vazão a esse excesso negativo F ermentações. Cidra
é o de alterar o receptáculo, à custa de uma hábil compensação, por derivação ou Água de chuva
sublimação. Orvalho da manhã
Em geral, não admitimos como regra, a explicação tradicional que as perturbações Água pura sem nenhum traço de sal mineral {não alcalina}
psicológicas são criadoras de anomalias eletrônicas, mas sim é o contrário que sucede. Leite de mulher
Para nós, uma modificação do ritmo biológico especIfico de cada indivIduo ou do Frutas {a melhor fonte de açúcar utilizável, frutose}
ciclo de um órgão, conduz a uma desordem eletrônica Se esse fenômeno per.;istir, ele se Legumes
traduzirá por anomalias da forma nas diferentes esferas fisiológicas. Assim, não sendo Alimentos chamados "integrais" , com grãos não tratados com inseticidas
corrigida a perturbação funcional, as perturbações psico-somáticas se instalam e passam ao {portanto, mantendo as vitaminas. diástases e fosfose}
estado de cron icidade. Farinha integral misturada com lêvedo
Dessa maneira. o mundo exterior, o ambiente, com seus vários tipos de ondas Não oxigenada por branqueador
eletromagnéticas e vibrações, influi sobre o nosso comportamento, sobre o nosso equilíbrio, Peneirado a 80% ou 95% é o ideal e não 7rJ'1o
e a nossa saúde ps(quica e Hsica, e dar a necessidade de eliminar as drogas (fumo e álcool) e Sem sal purificado
de voltar a uma vida natural, ' Sem água javelizada
Essa solução parece, pois, preventiva, seja pela prática de esportes, permitindo viver de Sem levedura
um modo mais próximo da natureza humana, ou fornecendo eletricidade negativa sob a Sem produtos "purificadores"
fonma de bondade, caridade e compreensão. Cozido em fogo de lenha (o "mazout" é cancerígen'o).
A saúde do mundo depende da vitória de Inn sobre o . Yang. , Mas, infelizmente, as Álcool em pequenas doses de vez, em quando
forças Yang parecem dOminar de . há muito. Os grandes produtores de Inn tais como Cerveja francesa.
Maomé, 8 uda, Cristo, certos papas. os artistas, sábios, filantropos, médicos e todos os
defensores da Paz e da caridade merecem ser ,mais ouvidos, em lugar de serem rejeitados
sistematicamente (aliás com prudência, pois o Yang teme o Inn).
Cada, individuo possui um capital Inn· que é preciso ser desenvolvido ' por uma Alimentos Yang:
educação não materialista de caridade e amor; a troca permanente em todas as relações
huma!)as deixa entrever a troca permanente Inn· Yang. A harmonia resulta de uma Com condimentos e antibióticos
interpenetração de ambos, garantindo o escoamento regular da energia , universal, e o Produtos pasteurizados" {tornando os micróbios para cristalinos ou
funcionamento perfeito de cada "relógio biológico", ou seja, a'saúde. transformando-<Js em vírus}
O Capital como o Trabalho devem ser catalisadores e não VENENO biológico. O Leite de vaca
amor e sua forma assexuada, a caridade, são Inn. Eles permitem a purificação e a
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Carnes vermelhas Tentar curar a insônia receitando medicamentos é um erro perigoso na ma ior
IIPão" branco comum parte dos casos.
Açúcar comum refinado (mas indispensável ao cérebro) Os remédios homeopáticos de plantas são eficientes, sem perigo e completam
Álcool (em grande quantidade) ou habitual a acupuntura.
O vinho comum (com seus aditivos qulmicos) mais de 3 copos por dia, é Em pediatria, é perigoso para o cérebro da criança, deixá-Ia acordada ou não lhe
perigoso dar a cota habitual de sono. ~ ir ao encontro dos ritmos biológicos e das fases de

I
Basta medir o PH, RH e RO de cada alimento, para saber se ele é Inn ou Yang. escoamento da energia humana, de acordo com a grande lei do Tao.
. ~uanto .ao sistema atual, adotado por muitos médicos, ele é condenável por
principio. Recelta-se um sonlfero à noite e um "dopant" pela manhã. Todo ano, 'um bom
MODO DE VIVER número de motoristas morrem em retas da estrada, quando a sua atenção é menos solicitada.

I
Preferimos, portanto, tratar a insônia pela acupuntura. Os resultados são realmente
notáveis.
Os moradores das cidades têm quase todos um excesso de Yang.
Viver ao contrário de seu ciclo, esgota a energia. Somos da manhã ou da tarde,
segundo formos Yang ou Inn.
O esporte permite um escoamento de Yang.
A cultura flsica expulsa os eletrblitos dos músculos, e portanto, dispersa o O TRABALHO
Yang.
A música tonifica o Inn em geral. Ela drena os excessos e regulariza .as energias.
A leitura, a pesquIsa, o estudo por prazer, a meditação, a reflexão, a Convém gostar do trabalho e executá-lo com alegria e escrúpulo. O excesso de
observação, tonificam o Inn. A solidão, a independência, também a liberta. trabalho não é proveitoso. Trinta e cinco horas por semana devem ser suficientes em nossa
sociedade moderna. O gigantismo e a superprodução não passam de loucuras às custas do
A paz e o amor devem ser procurados em si mesmo e serem cultivados, sem serem
homem, a serviço de interesses privados.
catequisados ou dogmatizados pelos profissionais da propaganda polltica. O esplrito deve ser
A mulher não deveria trabalhar senão em meio perlodo e com a mesma remuneração
religioso. Os ensinamentos de Cristo são um programa de renovação absoluta, de natureza
que o homem. A inj ustiça social é um grande erro, que dá origem às doenças.
Inn. Aquele que se priva do que é sagrado, do espiritual, autodestrói-se. A espiritualidade
mesmo fora da religião, torna~ indispensável.
Cada um deve viver em harmonia com seu equillbrio biológico dependendo de seus
ESPORTES
signos astrológicos, de sua educação, sua cultura, tendências e profissão. Não existe. um
regime padrão ideal. ~ tarefa do verdadeiro médico observar, indagar, e pesquisar, a fim de
aconsel har seu paciente. I O acupun ter não deve colocar suas agulhas sem um diagnóstico
morfopsicológico, biológico e clfnico.
O exame do pulso, as verificações mais tradicionais da medicina moderna como das Entre os esportes, achamos que podemos tirar algumas conclusões, graças a uma
mais antigas devem resultar em uma grande precisão de diagnóstico. experiência pessoal e uma observação permanente dos esportistas.
Só assim serão eficazes uma medicação e acupuntura moderada. Certos médicos tratam por escrito os problemas relativos aos esportistas, sem praticar
A acupuntura é o manejo da energia elétrica cósmica recebida pelo homem. o esporte. Isso não passa de pura teoria, sem o menor valor prático. O ciclismo facilita o
Essa definição de Inn e Yang e a interpretação das leis da recente bioeretronica . escoamento do Yang, fortalecendo ao mesmo tempo o Inn. · A marcha a pé fortifica o I~n, e
permitirão entender melhor a acupuntura. A interpretação ·psico"·social desses fenômenos exaure o Yang..
cósmicos facilitará, a solução benéfica e eficaz de certos problemas sociais dentro da O passeio pela floresta fortifica o Inn , e diminui o Yang. As excursões e escaladas de
hierarquia mundial, antes que seja tarde demais. montanhas fortificam ao mesmo tempo, o Inn e o Yang.
O automóvel (no estilo fim de semana e férias) esgota o Inn e aumenta o Yang; de
modo perigoso, principalmente no caso de carros de baixa potência e de deslocamento
rápido.
OSONO
O automóvel, em passeio turl stico, tonifica levemente o Yang. A ação sobre o Inn
depende da paisagem e das condições da viagem.
O automóvel, na cidade, destrói o Inn, ou aumenta o Yang até o máximo (loucura
o sono é uma despolarização indispensável. Em geral os trabalhadores intelectuais e eletrônica).
manuais (os verdadeiros) não dormem o tempo suficiente, ou então dormem mal. Eles não
se livram de seus elétrons positivos. Isso causa a doença É .por isso que é muito fácil tratar O rallye cansa o Inn e o Yang. Às vezes, ele é útil, e outras vezes, é cansativo.
A corrida em circuito tonifica o Inn e o Yang, em proporções harmonio~s.
da insônia pela acupuntura. Por quê? Cada um de nós, que praticamos a acupuntura, temos
a nosso favor muitos "'milagres". Basta baixar o Yang e fortificar o Inn.

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40 - Curso Rápido de Acupuntura Medicina Eletrônica e Concepção Chinesa - 41

T rata-se, nesse caso, de um esporte inteligente, regulamentado, dependendo de uma Não confundir isso com um método. aparentemente semelhante mas basicamente
arte, de uma técnica ou de um divertimento. A consciência tem uma grande participação. diferente, que consiste em manejar pesos leves em pouco tempo (de]l, hora a 1 ho ra) com
a halterofilismo tonifica o Inn e o Yang. variações de tipos de exercícios. Esse sistema é conhecido na França há duas gerações, muito
a bo xe fortifica O Inn e o .Yang de modo harmonioso (na prática moderada do ineficaz, apreciado pelos leigos em esporte e refratários ao esforço físico, mas t ambém por
amador!. gente decidida a melhorar sua saúde, com falta de informação competente não publicitá ria e
a judô tonifica o Inn no solo, e esgota o Yang de pé. O seu abuso leva à artrose por desinteressada. Não há nenhuma relação com a educação ffsica americana pela ginástica,
excesso de catabolismo, ou seja, esgotamento da energia Inn e Yang. Esse esporte requer supervisionada por um professor formado pelo Estado especialista desse método, que fixa
uma supervisão rigorosa, pois a energia se esgota antes da força muscular, pois o judô é a para cada aluno um programa. A sala deve ser arejada. A sessão dura no mínimo lh 30, e no
ciência do emprego das forças existentes. Antes de praticar esse esporte apaixonante e máximo 2h 30 de trabalho muscular integral, várias vezes por semana, conform~ o objetivo
em mira:
inteligente, é preciso fazer ginástica com pesos e halteres.
As lutas fortalecem o Inn e o Yang de modo harmonioso, pois nesse caso o 1 vez: conservação eficiente;
esgotamento muscular evita o esgotamentto da energia, pois é anterior ao mesmo. 2 vezes: transformação do corpo;
a esqui fortalece o Inn, e não esgota o Inn e o Yang. 3 vezes: para os indivíduos treinados q'ue querem passar para um estágio superior;
A natação faz passar o Yang no Inn, que representa um certo perigo fácil de se evitar. 5 vezes: campeões internacionais.
a tênis elimina o excesso de Yang, mas esgota com freqüência o Inn. Os resultados são obtidos com força de vontade e são matematicamente contr oláveis
A ginástica pelo método americano por meio de pesos e halteres e aparelhos fixos pelos pesos em músculos e os centímetros adquiridos. Existe a possibilidade de seguir a série
tonifica o Inn e o Yang, dando saúde por meio da força muscular. de forças dos pesos e halteres, estabelecer cientificamente e classificar os ginastas, como no
caso do judô, com as faixas (que interessam os jovens).
Um jovem de 15 anos, fraco,' tímido e preguiçoso, adquire de 10 a 15 quilos de
GINÁSTICA músculos em dois anos e alcança os melhores lugares de sua classe. A preguiça, que era uma
atonia, uma astenia, desaparece para dar lugar a um certo tônus ffsico-cerebral.
A base da saúde, caráter e do vigor muscular, da aptidão para qualquer esporte, é a Uma mulher modela o seu corpo à vontade tornando.,;e ágil, forte e harmoniosa.
prática da ginástica Existem diversos modos de praticar a educação física A sua utilidade Um homem "normal", ou seja, muscularmente fraco, adquire um vigor fora do
tornou-se enfim patente para os treinadores esportivos e aos médicos, após um longo
período de descrédito.
°
comum" 1 quilos de músculos, 20 cm de cintura. 12 cm em torno dos braços e das coxas,
etc. A fraqueza e os defeitos físicos desaparecem. Para 1,75 m de altura. o peso é de 75 a 78
kg, e às vezes até mais, .
Histórico. A coluna vertebral se corrige até mesmo aos 40 anos (intelectuais encurvados!. Dos
50 aos 70 anos, o homem ainda se transforma e rejuvenece, pois dá.,;e uma transformação
Lançada na América, praticada na França por alguns iniciados de vinte anos para cá metabólica e hormonal sob o efeito do esforço e da melhoria do sangue.
apenas, o método começa a ser levado a sério pelos grandes especialistas de esporte. Existem muito poucas salas especializadas em Paris e ainda menos no interior. Em Pa ris,
Ela é indicada no caso em que: os lutadores. judocas, boxers e atletas de todos os tipos enchem essas salas. Ainda existe um
a musculatura for insuficiente para a prática de todos os esportes sem exceção, recurso para os jovens: obter um diploma do Estado, pois todo o interior está desprovido de
principalmente antes de estudar os esportes violentos ou de combate; ginastas.
haja crescimento difícil com deformação da coluna vertebral; Os médicos, pais, educadores, devem recomendar esse método perfeito antes ' de
é preciso reeducar um membro enfraquecido; mandar praticar o esporte favorito, principalmente no caso de um esporte violento ou de
haja preparação de campeonatos de lutas, de patentes, judô, catch, boxe, uma luta. Depois, muitas vezes é possível combinar os dois.
etc.. , Formulamos uma norma :
haja impossibilidade de praticar um esporte de team ou de assumir riscos por
Toda criança, adolescente ou adulto desejoso de praticar um esporte violento ou de
motivos profissionais (médicos, pianistas, etc. .. );
luta, deve adquirir antes uma musculatura sólida
é preciso adquirir uma boa condição física, quando não se pratica nenhum
esporte, depois dos 30 anos; : O desrespeito a essa norma, leva
se queira um processo de rej uvenescer. ao ridículo;
A educação flsica americana foi chamada de atlética, ou · ginástica, pelos mesmos a ineficácia (engano, decepção, surpresa);
indivíduos que durante vinte anos a combateram, mas que acabaram reconhecendo-a. a acidentes;
a doença (o judô praticado em excesso é exaustivo e atrai doenças),
Principio.
A prática deve ser racional, supervisionada e feita em função de cada indivíduo, de
sua profissão e idade. Deve haver um controle do cardiologista
Com o auxílio de pesos e halteres, de aparelhos fixos, faz-se trabalhar um grupo de
músculos, de modo fisiológico, sistemático, contínuo e progressivo.
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42 - Curso Rápido de Acupuntura Medicina Eletrônica e Con cepção Chinesa - 43

REGIME ALIMENTAR SADIO, SÓBRIO E EQUILIBRADO Em suma. essas leis aplicadas em escala mundial impõem o desarmamento geral de
(
todas as nações.
( .d,,~ + .f!J.uWp,li ç;i!dC! p'or .+ dá sempre +. O Yang não deve dominar. A complementação +
Supressão total do álcool e do fumo para os jovens. Utilização racional pelos adultos. por - está che.ia .de. energia conservadora e benfazeja.
Djminuir o uso do vinho, pois é um grave erro a frase "um litro por dia, com a condição de É ~,~ r;,i!l~~ '1l0ti~ps bioeletrônicos que correspondem à grande lei chinesa do Tao
não passar ' disso .... De fato, muitos pensam que essa dose não apresenta perigo, que podemos que toda sociedade ~uilibrad a deve recusa[ o totalitarismo de uma energia perversa
beber e até mesmo devemos beber, para não ficar em desvantagem, esse litro acadêmico. exclusivamente' ;'~~ r ' Y~~g que transforma o ser humano em .' um robÇ, pela anu lação
O vinho, o álcool não fazem mal ao fígado, é o que diz a maioria. Estamos a ponto de total de sua energia geral. É a anticivilização - o retorno à matéria, ao fim do espírito 'e da
provar ' o maleflcio considerável pro'vocado pelo álcoof.ao cérebro humano, único ppnto liberdade.
importante para o futuro do homem. : O potencial cerebral é a resistência do indivIduo, da
qual uma naçao depende diretamente.l· Deixemos portanto de lado o f(gado, e pensemos no Nota:
cérebro I Aqueles que bebem "normalmente", escarnecem, são nervosos, irritáveis,
maliciosos, coléricos, e não têm as idéias claras; perdem a calma, são vulgares e estúpidos. Os Essas considerações não têm nenhum fim político ou filosófico.
seus cérebros se destróem de modo irremediável. Apenas os médicos e alguns especialistas
psicológos conseguem notar esse aviltamento. Inn e Yang

AS ARTES
Mostramos os aspectos Inn e Yang e seremos tentad~s a deduzir que se trata de .d.y.as
energias diferentes se enfrentando em todas as coisas. Mas não é nada disso. São d uas
Aumentar as trocas culturais entre os jovens de várias nações, com a preocupação de
modalidades do: mesmo teor, duas facetas da energia geral total cosmotelúrica. constituindo
saber o que se passa entre eles. O estudo dos idiomas estrangeiros será assim rápido, eficaz e
o imponderável Tao, em seu ritmo circadiano de 2 ondas de 12 h.
útil à compreensão mútua, apoiada pelos governos mas desenvolvida de modo insuficiente.
Dessa maneira, para cada meridiano. a energia é Inn em sua partida, porém Yang em
Encorajemos as artes e apoiemos os artistas. As artes desenvolvem o senso estético em
sua chegada, como se cada ação, cada movimento, cada ser. representasse uma miniatur~ 'do
geral, fazem apreciar o belo em comparação com o feio, lutam contra a mediocridade geral e cosmos com uma bipolaridade constante, Maior número de polaridades Inn- Yang significa a
a agressividade. Elas fortalecem o Inn e desenvolvem o charme, melhoram a aparência e nos
morte. O repouso é Inn, o movimento é Yan!J... O mar, que é a fonte de nossa vida. é Inn pela
enchem de harmonia, ritmos e poesia, água, e Yáng 'Pelosíiu' dinamismo. Se passamos do lento para o rápido, vamos do Inn para o
Sendo compositor e orga~ista, cheguei as seguintes conclusões por meio das obras
Yang, assim como urrl pequeno riacho que se avoluma em um grande rio, turbilhonante. Se
para grande órgão de tubos; pode~e adaptar essas conclusões aos outros instrumentos e às
houver uma parada total em ·um poço na terra, ficando a água em repouso num lago, trata-se
outras artes. do repouso elétrico.
A inspiração é função da capacidade de captação iônica (favorecida pelos A própria matéria não passa de uma cristalização da energia total. Poderá até mesmo
campos magnéticos), existir um outro sol e UI;,a antimatéria.
A técnica é função do trabalho que tem por fim único coordenar as relações Inn e Yang se misturam intimamente como um casal e evoluem de forma ondulatória
cérebro-dedos, cérebro-pé. A produção criativa Yang não pode vir a não ser da potência de Inn~pois o Yang sozinho não
A composição é função do poder de emissão da energia iônica captada pode produzir uma atividade criativa destinada à destruição, passando pela perversidade.
Se ela for escrita: é a representação gráfica do escoamento do Yang, Em todas as coisas Inn e Yang devem se I completar harmoniosamente. O casamento
modificado, corrigido, repensado, adaptado. feliz é" uma fu~ção desse imperativo~ Uma profissão Yang deve ser compensada por uma
Se ela for instantânea (improviso): é a projeção integral direta do outra atividade Inn. A função cerebral deve ser secundada, enriquecida, e equilibrada pela
trabalho cerebral canalizada por .u m estrutura exata de formas. A rique· função muscular. A grande função artística Inn deve vir em auxílio da totalidade das
za da inspiração Inn é considerada mais pura e mais comovente. atividades e energias que formam um excesso ·de Yang. Ela harmoniza as ondas alfa entre os
Pode-se visualizar assim muitas explicaçães sobre o "fenômeno" da composição, que dois hemisférios cerebrais, e entre o occipital e o frontal. A função artística pode permitir ir
e' preciso distinguir do trabalho de escola e do 'd ever de hanmonia. O mistério permanece.•• além da consciência, purificá·la e torná-Ia mais ativa, 'desde que se possa atingir a
A criação artrstica nos leva a dar uma importância capital à moral eletrônica, ou seja, ~~.c::_ntração .e. a ~dit~!.~o tr.anscend~n~al .( y~~)(pág.1 05). Os pontos Lo e Inn dos v~
a obrigação de dar aos outros O fruto do que se recebe. O coração é o centro de tudo e até ::..c~ªários participam do equilfbriC! Inn :..Y.a ~9:
=
mesmo da inteligência. Os chineses entederam isso dando o nome de centro ( coração) à
China (ou Sinn). (Soulié de Morant e outros autores).
Dar possibilidade de saciar a fome de um pars desprovido de recursos essenciais, desde FORTALECIMENTO E DISPERSÃO
que os tenhamos.
Uma nação que empreende esse programa de renovação humana viverá em paz ao lC! Regra Léou Tchou
abrigo dos ataques do interior e do exterior. Caso contrário, os fenômenos irresistfveis do
poder do desequilrilrio entre as forças Inn e Yang, o destruirão. É uma regra muito antiga, baseada na divisão do dia, em horas.
A ordem é a dos meridianos acoplados. Dos pulmões ao ffgado. Conforme Guia
Sinótico, página 277.
( , 44 - Curso Rápido de Acupuntura Medicina Eletrônica e Concepção Chinesa - 45

2C! Relações com as partes do corpo o esposo doente põe em perigo a esposa, na qual a energia deverá ser reforçada
Se um doente está atacado do ffgado, podemos tratar o meridiano RP, antes que ele
Para uma região doente, começar no meridiano pro xi mal e furar os pontos escolhidos. seja atingido.
O esposo deve ser mais forte do que a esposa
Parte superior do corpo: Intestino delgado Cintura: estômago
Centro : Baço-pãncreas Dorso: Bexiga Inter-reações
Parte inferior: Ffgado
De modo clássico, não se d~ve esquecer que para facilitar as funções :
do tr gado: é preciso dispersar o G.1.
N.B. - A ação dos medicamentos e das agulhas depende do momento escolhido. Essa ação
do intestino grosso: tonificar o f(gado.
pode ser nociva ou benéfica conforme o horário. A regra do meio-dia-meia-noite dará uma
do baço-pâncreas: dispersar o intestino delgado, .
idéia.
do intestino delgado: dispersar o baço.pâncreas.

3C! Regra do Meio-dia-Meia·noite


Ciclo de energia nociva
Baseado na oposição Inn·Yang e no fato de que os meridianos Inn atuam em perfodo
Inn e os Yang em per(odo Yang, masque uma excitação violenta sobre o meridiano Inn age Restabelecer o equillbrio se a pe;turbação do f(gado vem dos pulmões e vai ao baço-
pâncreas (RP), o qual ele põe e~ perigo
pelos pontos LO sobre o Yang em relação com meridiano Inn excitado.
Exemplo: a V.B. tem seu máximo de atividade entre 23h e 1 h da madrugada. É a hora Fogo-Marte Coração Rins Pulmão Metal -V~nus
em que o meridiano do coração é o mais fraco, e, 12 horas depois, entre 11 h e 3h está em Terra RP F (gado Rim Água-Mercú rio
sua potência máxima. Assim, se a V.B. fortificada em excesso reage, sua energia em excesso Metal-Vênus Pulmões Coração Ffgado Madeira
se escoará pelos pontos LO e fortificará o coração. Água-Mercúrio: Rins RP Coração Fogo-Marte
Uma vez que um meridiano está em sua pujança às 2 horas, é nessa hora que é preciso
dispersá·la se está em excesso, mas 12 horas depois, ele será o mais fraco. O guia sinótico
esclarece essa regra. A solução é dada para cada meridiano fortalecer ou dispersar (pág. Distribuição de energ.ia
277).
A energia circula com a velocidade de 2 em 30 por segundo.
4C! Regra Mãe-Filho A energia - Tsri - PRANA INDU, circula no corpo segundo os trajetos conhecidos
com o nome de meridianos.
O meridiano" Mãe" é o que fornece energia A energia do tipo Inn é comandada pelo "simpático". Ela predomina do meio-dia à
O meridiano "Filho" é o que recebe a mesma. meia-noite, da lua cheia até a lua nova, de 21 de junho a 21 de dezembro, e depois decresce.
Se um meridiano está vazio, tonificar a Mãe. E la se encontra nas profundezas da derme.
Se está repleto, dispersar o meridiano" Filho" (pág. 277l. Ela predomina na mulher.
Acha-se nos órgãos internos.
5'1 Regra dos 5 elementos Os I(quidos.
A energia do tipo Yang é comandada pelo "vago".
A ação de um elemento e de seu órgão correspondente possui um poder elevado, pois Ela predomina de meia-noite a meio-dia (máximo), aumenta da lua nova até a lua
está de acordo com a Natureza cheia, de 21 de dezembro a 21 de junho, depois decresce aos poucos.
A madeira: órgão f(gado - triunfo da terra : baço. Ela se encontra na supertrcie da derme.
A terra: baço, triunfo da água: rins. Ela predomina no homem.
Metal: pulmões, triunfo da madeira: f(gado. Os astros e a Terra têm uma influência preponderante sobre a energia humana.
Água: triunfo do fogo (rins triunfa sobre o coração) . O fogo triunfa sobre o metal. A energia DE está fora dos meridianos. ela é defensiva, circula na carne, músculos,
Assim, se a energia maléfica ataca um órgão, trataremos o .' meridiano, conforme aquela tecidos. Ela é Inn - provém do reanimador inferior.
regra. A solução acha-se indicada para cada meridiano, pelo quadro sin6tico, sem termos que A energia Yong produz Inn e Yang, vem da respiração e da alimentação, circu la
procurar. Conforme observação importante na pág. 48. nos meridianos.
O Küt: representa uma perturbação da energia geral, proveniente da fonte cósmica ou
6C! Regra Esposo-Esposa telúrica, portanto, da respiração e da alimentação.
A essa altura. a energia maléfica pode atacar a energia Tinh hereditária e sexual.
Cada meridiano indicado no pulso radial do punho esquerdo tem uma relação com O PeT: representa a penetração da energia maléfica.
aquele do pulso direito. A energia maléfica compreende:
À esquerda , é o esposo. À direita, é a esp~sa. O Fong ou golpe brutal como o golpe de ar, as afecções devidas ao vento, o
O esposo domina e vivifica a esposa. "vento do diabo"africano.
(
(
Medicina Eletrônica e Concepção Chinesa - 47
46 - Curso Rápido de Acupuntura

,( Em caso de carência, por falta de energia, estimular a respiração, a alim entação, as


o frio trocas, massagear, aumentar os músculos, dar remédios essenciais e por ultimo apenas
( o calor excitar os pontos chineses para os casos de astenia e os meridianos atingidos.
a umidade
a sequidão Como obter o fortalecimento e a dispersão
o fogo
Notemos que os choques emocionais atacam o Inn em primeiro lugar e o esvaziam. Ao lermos as traduções dos textos chineses, temos dificuldade par~ entender_
Se o Yang é atingido, dá-se uma síncope. É certo que o fato de, expirar ou inspirar. de picar de uma certa maneira, a uma certa
Na primavera, a energia está à flor da pele. profundidade. aumenta a eficâcia do fortalecimento ou da dispersão, mas as experiências de
No verão, a energia está na pele. laboratório e a prática mostram que essas vantagens são mrnimas. Parece-nos preferrvel se
No outono, a energia está nos músculos. :, basear nas estações do ano, na hora, na pesquisa do desequil íbrio do paciente, e por último a
No i"nverno, a energia está nos ossos, na medula. escolha dos pontos_
Parece que 10 minutos seriam o máximo de tempo para fortalecer nos casos agudos
Órgãos produtores e Órgãos armazenadores comuns. O mrnimo seria de 30 segu ndos a 2 cninutos.
Estando colocada a agulha. a pele a comprime e há uma reação cutânea, para a
Os órgãos produtores ("Fou") são Yang e respo~dem_ aos pulsos su~1~i~~ maioria dos pontos. Essa reação tendo chegado a seu máximo, pode-se retirar as agu lhas. '
crispados em caso de , extensão , e fracos em caso de depressao. Sao eles E - IG - A reação varia de um ponto vermelho pálido ao vermelho violeta ou de uma picada de
_ V - TR. Eles transmitem a energia do exterior aos "armazenadores". pulga a uma picada de mosquito, com a intensidade da cor e o edema . .variando de um
Os órgãos armazenadores ("sangue") estão encarregados da purificação e da paciente para outro. Um paciente que tenha uma reação violenta ,- deverá ser picado alguns
circulaçção. Eles respondem aos pulsos médios e profundos; eles são Inn. São eles: instantes apenas, uma vez que houve uma reação e que não haja motivos para prolongar essa
reação.
c == coração Certos pontos especiais dão semp re uma reação útil ao diagnóstico. As massagens d o
F fígado ponto antes da picada ou a ação de dar pancadas facilitam as reações e aumentam o
P == pulmões resultado.
MdC == mestre do coração Dispersar: consiste, em suma. fazer sair a energia Yang que é preciso deixar chegar e
RP == baço-pâncreas. se escoar.
Fortalecer: consiste em excitar e favorecer o escoamento da energia de um meridiano.
Conclusão prática Deve-se portanto, dar pequenas pancadas e picar superficialmente. Escolher os pontos ao
descer a corrente do meridiano. '
~ de primordial importância tentar devolver ao paciente o equilfbrio normal É preciso não esquecer que as doenças Yang, os excessos de todo tipo, são tratados
fnnNang, para conservá-Io saudável. . por picadas superficiais; que as doenças Inn (vazio e frio em todas as coisas) são tratadas
Além da acupuntura, é indispensável suprimir os tóxicos do cére~ro e do organ~mo: indo buscar a energia profundamente. Os meridianos são unidos à epiderme pelos vasos
o uso do cigarro faz do homem um drogado permanente. É a poluiçao da res~,raçao. É secundários. Em qualquer circunstância, é possível atrair a energia do corpo.
preciso acabar também com a alimentação em excesso ou deficiente, perturbaç<:es graves Um caso agudo deve ser dispersado pelo fortalecimento contralateral cruzado. A
) . ' d fr . , e vice-versa. A vida material dispersão local da região dolorida nem sempre é possível, nem desejável.
do casal, trabalho intelectual excessIvo sem esgaste SICO,'
.deve ser equilibrada pela vida espiritual ou artrstica. ' Deve haver proteção do corpo e do Uma agulha dispersa se houver excesso e fortifica se houver fa lta. Confiamos bastante
)
espírito com -intercâmbio com terceiros. . .. , nessa auto-regulação se a escolha dos pontos for seletiva e se agimos somente sobre alguns
O exame biológico, cI í nico e radiológico deve fornecer um diagnostico mUito exato. pontos. Trata-se de uma observação pessoal cujo fundamento repousa na rigorosa
Somente nesse instante é que algumas agulhas restabelecem o equilfbrio. experimentação clínica.

Significado das palavras tonificar e dispersar 1. Fortificar um meridiano causa o fortalecimento dos meridianos que o cercam,
principalmente o seguinte, e dispersa os conjuntos e "satélites" (Guia pág. 277).
Tonificar, é revitalizar o Yang e o Inn, ou um dos dois. Para obter um bom fortalecime'nto : fortificar os meridianos "satélites" do Guia
Pela ação fortificante sobre o Yang, aumenta-se a vitalidade geral. . (pequenos c(rculos ligados aos grandes círculos pelos corredores nos pontos LO).
Pelo fortalecimento do fnn , diminui-se a atividade externa e aumenta-se a qualidade Fortificar igualmente o. Meridiano Mãe (meridiano que o antecede no guia sinótico) .
das funções dos órgãos, sua circulação própria, e seu poder reparador e protet~r. _ . Fortificar é o mesmo que contrair.
Porém, o filn é o produtor de Yang e vice-versa. ~ por esse motivo que nao e 2. Dispersão: dispersar um meridiano dispersa a mãe e o filho. Se um meridiano estiver
preciso atuar em dispersão, salvo nos casos urgentes e claros. . ., " . repleto, não se deve dispersá-lo a não ser em caso de urgência, e sim fortificar o filho
) Na prática, é preferrvel pesquisar as insuficiências e fortlflca-Ias a seguir se eXistir um {meridiano segu inte - ver Guia Sinóticol. Se um meridiario acha-se em carência não se
excesso real prejudicial, pode-se dispersá-lo de modo discreto. Em caso de excesso grave, deve tentar excitá-Io, mas sim fortificar a mãe (no guia: o meridiano "planeta"
) deve-se de i~rcio disPIÚsa, o Yang, mas não nos pontos. A pletora é um_ embruteci~e~to do antecede o meridiano considerado). A dispersão de um meridiano "planeta" é obtida
organismo. Esse excesso deve ser drenado pelo suor, excreção, suspensao de todo tOXICO ou também pelo fortalecimento dos meridianos "satélites". Dispersar é o mesmo que
)
medicamentos em excesso. dilatar.
48 - Curso Rápido de A cupuntura

3. A ção dos LO: se um meridiano está dolorido por excesso não se pode em geral
d ispersá-lo diretamente pois há com freqüência obstrução ao escoamento da energia
em ex cesso no outro ramo au tomaticamente insuficiente. Tratar, então, os pontos
LO.
4. Em caso de saturação dos pontos LO, aplicar a regra meio-dia-meia-noite (leitura
direta no guia) meridiano diametralmente oposto. E~. F. e IG. . CAPíTULO IV
5. Centro da dor: em caso de dor;: por perturbação do meridiano, basta às veze~ picar em
dispersão o ponto do meridiano miJis próximo da dor. DIAGNÚSTICO
6. Processo simétrico: em caso de dor, dispersa-se seu centro, porém fortifica-se do outro
lado, no outro ramo do meridiano, o ponto simétrico.
7. A ção dos pontos chaves nos Vasos Maravilhosos: se ex iste grande pletora. existe a DIAGNÓSTICO CLíNICO
possibilidade de uma ação conjunta entre os meridianos Yang de um lado ou de
outro, entre os meridianos Inn. Obtém-se uma ação sobre essa energia poderosa Yang O diagnóstico pode ser feito :
ou Inn chamada de "Vasos Maravilhosos" com o auxrlio dos pontos principais ou 1) pelo exame cl í nico do paciente, pela tipologia, e a morfo-psicologia;
chaves indicados também nos pequenos cfrculos negros em frente aos meridianos VB 2) pelo exame dos pulsos;
e TR - MC. Se a ação for ainda . insuficiente, é porque a energia se encontra nos 3) pelos exames tradicionais complementares.
meridianos centrais: Tou Mo e Jenn Mo (pág. 277).
S e há falta de energia em toda a parte, não se deve picar. Devemos exigir do paciente O diagnóstico pelos pulsos exige um conhecimento aprofundado da medicina chinesa.
que durma bastante, uma nutrição adequada, o contacto com a natureza - campo, e nós aconselhamos ao médico ocidental não tratar dele no início, mas sim procurar fazer
mar, montanha conforme o caso - e medicamentos básicos e naturais: ( um diagnóstico exato pelos meios tradicionais. Temos agido de dois modos e os resultados se
oligoelementos: fósforo, magnésio, vitamina B, completando com ADN, etc. . . ,',IJnificam sempre, o que prova que a medicina chinesa leva às mesmas conclusões que a
Em caso de excesso, garantir uma sa ída da energia para evitar uma reação muito medicina ocidental. A medicina ocidental chegou a um alto grau de perfeição por meio do
violenta ou um agravamento da dor. diagnóstico e das grandes orientações terapêuticas. Porém onde a mediciana chinesa se
mostra superior é perante a complexidade das perturbações funcionais difíceis de classifocar
Observação sobre o uso das regras ou de tratar (e que são mais de 65% das consultas).
Podemos utilizar o estudo dos pulsos aos poucos, à medida em que se adquire prática.
Os peritos chineses e japoneses nos autorizaram a não dar uma importãncia excessiva Pode-se também considerar pulsologia como secundária e nunca recorrermos à
à regra dos 5 elementos. Esta obra não se ocupa desta regra que implica em numerosos mesma. a não ser quando o ex ame e a conclusão clínica sejam perfeitos.
problemas na prática ocidental. É aconselhável verificar a modificação de um pulso logo depois de um tratamento
Utilizamos as regras 1-2-3-4-B e o guia sinótico tirado da pág ina 277 e colocado em correto. Eis um bom meio de nos interessarmos pela pulsologia.
plástico para uso constante. Não esquecer que a eficácia é devida a um diagnóstico exato e que para obter a
Al é m do circuito energético. melhor solução, temos de fazer um exame clínico aprofundado, e depois os exames
- Utilização da qualidade ou especificidade dos pontos (págs. 55 a 67). biológicos e radiológicos.
- Em clientela particular, em Paris, levando em conta os numerosos imperativos O exame do pul so varia conforme o local, O estado do paciente, a hora, as estações do
ocidentais e franceses, as regras mencionadas provaram ser de uma ineficiência maior do que ano, etc.
a regra dos 5 elementos, aliás pouco conhecida e raramente utilizad a na China. Isso deve ficar como um certo meio de controle, um elemento à d isposição do
prático , conforme pág. 50.

TlPOLOGIA

Tae Inn : É o Inn supremo. Senhor do Equilíbrio Geral - perfídia -


misticismo - inteligência não prática. sentimental idade excessiva
aberrante, deformada ou nervosa - aptidão - muito polido -
esperto - tímido - de caráter fraco mas capaz de tudo se for
atacado pela energ~a maléfica.
Chao Inn: Inn médio - ironia e revolta injustificadas - ar kio invejoso -
desdenhoso - qualidades artísticas.
!~
!
K
50 - Curso Rápido de Acupuntura Diagnóstico - 51
{
( Pequeno Inn - artista - fino - sensível - retidão - generosidade - Caráter dos pulsos: começar por perceber se o pulso de cada órgão é duro ou mole,
Tsiue Inn :
inteligência superior - desinteressado. Boa perspectiva de êxito para cheio ou fraco. A amplitude é Inn, a força é Yang.
Essas caracter ísticas são id entificadas pe la resistência do pulso à pressão progressiva e
a mulher e certas profissões artísticas.
ao afro uxa mento progressivo do indicador. Cada estação do ano modifica as
Tae lang: Yang supremo. Senhor do eq uilfbrio geral - presunçoso - arrogante caracter{ sticas do pulso.
_ oportunista - muito materialista - ne nhuma espiritual idade - O dr. Morita, médico japonês, construiu um aparelho, mencionado por Soulié de
homem de finanças - homem polftico - inteligência criadora mas Morand, porém ele não foi comercializado. Essa idéia foi retomada recentemente e
sem escrúpulos, e sem se nso artrstico. Os chefes de Estado são pode-se medir e registrar sobre um gráfico, a caracterf stica dos pulsos. porém trata-se
muitas vezes desse tipo. Acham·se ameaçados de loucura eletrônica de uma abordagem que será aperfeiçoada por meio da eletrônica
positiva.com dei {rio paranóico. Esse estado se agrava com a esclerose Os pulsos devem estar em harmonia Os pulsos superficiais devem ser mais fracos e
das artérias (e o fumo). amplos do que os outros.

Chao Lang : Yang médio - pretencioso - pouca espiritual idade - ativo


homem de negócios honesto, mas um pouco materialista. TABELA DOS PULSOS RADIAIS CHINESES
Tsiue Yang: Pequeno Yang - inteligência criadora mas pouco interessada
atividade realista, porém sem senso artístico - sentimentos pujantes
e espiritual idade. Boas condições de êxito, no caso de homem Além dos pulsos reveladores perceptíveis nas artérias: orbitário superficial. facial.
temporal superficial, cubital, femural, tibial, eis os pulsos radiais:
OI
Inn Yang equilibrados: Preponderância Inn para a mulher
Preponderância Yang para o homem Esquerdo : Direito
.,
F áceis de tratar
O corpo e o esprrito estão em harmonia I Intestino delgado + I ntestino Grosso
O homem domina por leve superioridade de Yang. Olhar firme, mas I (Polegar) ,
doce. ., ° ! Coração - Pulmões
A mulher por uma leve superioridade de
terno. Charme, simplicidade, doçura
Inn. Olhar vivo. mas

II
l Vesfcula biliar + Estômago
(Barreira)
Ffgado - Baço Pâncreas
Ao estudar a morfo·psicologia (o que deveria ser obrigatório para formar um médico
e não a inútil química). pode-se especializar no estudo do olhar, O leitor encontrará o
essencial da energia imponderável. Bexiga + 3 Reanimadores
A grafologia médica é interessante porém requer tempo e certas condições técnicas. III \ (Pé)
O trabalho de interpretação da grafia exige experiência e um desgaste de energia I Rins -- Senhor do Coração

PULSOLOGIA adicionalmente subindo para o antebraço


não temos nenhuma experiência pessoal desses pulsos
Segundo Soulié de Morant:
Algumas idéias que devem ser retidas:

I
Os pulsos indicam o estado energético dos órgãos. Evolu{dos
O lado esquerdo é Yang, o direito é Inn. IV A utomatismos Medula espinhal
A concentração ou ~ dispe rsão da energia são percebidas nos pulsos. Instintos cérebro
Nível estíl6ide radial: pulso chamado Polegada ou Tsroun.
N{vel da artéria radial através do dedo do "polega r": Barreira ==Koann.
N(vel 1 td mais alto pulso denominado: Pé ==Tchré. Vista Supra·renais
O pulso superficial à pressão leve é Yang. É o Céu. O Espírito. Pressão m{nima 7.
V Audição Tireóide
O pulso médio: pressão média, zona de equilíbrio ou homem. As funções.
O pulso profundo: pela pressão profunda, significa o I nn, É a Terra Aquilo que é Olfato Hipófise
orgânico. Pressão máxima: 12 a 13.
No homem, examinar o pulso esquerdo, Na mulher, examinar o pulso direito.
O estudo do pulso segundo as três pressões diferentes dão uma idéia do equilíbrio das
energias espec(ficas e do equilrbrio total.
I'
!
52 - Curso Rápido de Acupuntura

I
v
A tomada da pressão arterial é feita no pulso II F ou GI. É a mínima.
A máxima é tomada no pulso profundo dÇ>s rins ou do MdC.
I Uma pressão ligeira dos dedos dá 12-7.
Conforme o grau de resistência ao aperto ou ao relaxamento grau por grau, obtém-se
a T.A. Antes de ·escrever o presente texto, fizemos uma experiência com uma mulher idosa
sofrendo de hipertensão há vários anos. Sofrendo intensamente da coluna vertebral sem
resultado pela medicina clássica, mas sem nenhum agravamento, nós a tratamos durante um
mês pela medicina chinesa.
Ao tomar a T.A. pelos pulsos, nós dissemos que ela estava com 16/8. VerificamoS a
seguir pelo modo tradicional de medir com um aparelho de mercúrio, o qual indicou 16/8
ex atamente. Nunca notamos algum erro nessas medidas.
Observações:

Pulso do Intestino Grosso:

Percebe-se o mesmo com o toque mais leve passando ao mais profundo, uma resposta
SEGUNDA PARTE
relativa ao ânus, reto transversal, ascendente (parasitosel, cecum.

Pulso do pulmão :
GUIA TOPOGRAFICO COM
Garganta, brônquios, traquéia, pulmões.
INDICAÇÕES CLfNICASGERAIS
Baço pâncreas:

Lento e fraco no caso de diabete. O pâncreas ressoa ao pulso médio, e o baço ao


pulso profundo.

Reanimadores trip los:

Tenso e forte: tensão (ntima, irritabilidade, nervosismo.


Fraco: apatia ffsica e sexual.

Bexiga:

Tensa: necessidade de urinar.


Nervosismo , se o TR está tenso.
Os pulsos tensos e fortes indicam excesso.
Os pulsos impercept(veis e fracos, indicam falta.

Psiquismo:

Pulso IV sup.:
claro e variável : pessoa evolu(da.
pequeno e forte: obsessões, contra-senso.
nulo: fal ta de reflexão.
médio: memórias, automatismos.
profundo: instintos básicos: astúcia.
> .)

CAPITULO-V
lj.' \:~--:: f(:i " :"".. <

MERIDIANOS
'-.. . .
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,
E PONTOS

~ftil~.l; ~: .:.~~'f{'f'":Q ""! •


!,}.~ti ·t.!~~,}~~',,,i AÇÃO GERAL DOS MERIDIANOS

Todo o aparelho respiratório e a pele. Pulmões. Controlar a energia


Yong dos meridianos e a energia Oé fora dos meridianos. Sensível à
:-.-: "'_ . - ~:.: ::..i.'·
tristeza, à vida sedentária, à melancolia. Acumula e interiorizB.

II Intestino I ntestino grosso e a sua relação cI(nica com a garga nta -Vida física-
grOSSO (GI) Tensão - Metabolismo - algias na parte superior do corpo.

In Estômago (E) Estômago - Energia alimentar:- Energia mental e física - Diáteses


- Fortifica todos os pulsos de 24 a 32 - Ginecologia.

IV Bàço Age sobre o sistema retrculo-endotelial - Age sobre o sangue, a


Pâncreas digestão, o baço e o pâncreas, e portanto sobre a pele. Ramo direito :
(RP ou BP) Pâncreas = pele; ramo esquerdo: baço. Tônus e crescimento físico
e intelectual pujante, sensível ao pensamento.

V Coração (C) Coração - Circulação - Afetividade - Segurança e alegria de viver


- Vitalidade - Esprrito de iniciativa - Trajeto tradicional da angina
pectoris.

VI Intestino Produção de energia vital - Anaboliza e sintetiza as proternas,


delgado (I G) rejeitando as toxinas e os detritos no merid iano da bexiga e os
I(quidos nos rins - Diurético - Rejuvenescedor - Anti-artrítico -
Protetor dos sentidos. Ação sobre as grandes depressões.
"
VII Bexiga (V) Regulador dos rins e dos Iíquidos orgânicos, impedindo assim a ação
_I do Fong - Urologia geral - Psiquismo - Ação metamérica Pontos
de permissão lU : exterior e sob a apófise transversa de uma vértebra

VIII Rins (R) Ação de filtragem excretora, secretora de todos os Irquidos. A tua
..
~ sobre a assimilação, provendo energia para a vista, cérebro, glândulas
endócrinas, digestão, vontade,. caráter (torna alegre e decidido).
facilitando assim a aprox imação com os outros. Controla a energia
Oé que vem do reanimador inferior, indo à pele e fâneros. Garante
as reservas.
I~
\
(

56 - Curso Rápido de Acupuntura Meridianos e Pontos - 57

r IX Mestre do Troca entre Inn e Yang (psiquismo - temores infantis). Fortifica o OUTROS MERIDIANOS "VASOS MARAVILHOSOS"
~ coração ou Inn, circulação e coração - Va,sos - Pressão sangülnea e estados
I invólucro do congestivos. ~ na altura de JM 17 que se reúnem os vasos I - Pomos de comando
( coração (MdC) secundârios.
I

II X Reanimador 1) Reanimador superior: P + C controla a energia do coração


Meridiano lan9 Oê : Comandado por TR 5
Reunido com VB 41
Artralgias Traumatis m os
Paralisias (todos os ataques)
triplo (TR) Pulmões: parte alta do corpo - Pele e Ouvidos. Temperatura - Suores - Cefaléia -
2) Reanimadormédio ou central: controla O estômago e o baço - Ali· Congestão da cabeça, vista, ou vidos.
mentação - Digestão. Ataque pequeno y,

Reserva ener' 3) Reanimador inferior: controla a eliminação e a secreção, o -Meridiano Inn Oé: Comandado por MC 6 Hipertensão - Embaraço respiratório
gética dirigi· ffgado, os rins, e ação sobre as fadigas por abuso, intox icação - E
Reunido com RP 4 - Fraqueza card(aca - Pressão baixa
da pelo urogenital =JM 25.
pensamento Equilibra a energia Yang e Inn - Controla a energia de E 30. Ação - Depressão - Todas as perturbações
notável. porém passageira sobre todas as doenças. Fortifica e acalma ps(quicas. I nn profundo.
os nervos. Drena a linfa e os líquidos humorais. Ação Meridiano Inn Tsiao Mo: Comandado por R 6 Controle dos I(quidos - Todas as
parassimpática
Reunido com P 7 perturbações da mulher - Contrações
XI Vesfcula Regulador do ffgado e esflncter de Oddi. Dá coragem, o tônus, do - Dores.
biliar (VB) caráter e dos músculos reduzindo os t6xicos mentais: agressividade,
Meridiano Vang Tsiao Mo: Comandado por V 62 Para o homem Contrações
inveja, contradição sistemática negativa Redução das toxinas
articulares e musculares. melhorando as artrites e fadigas. Reunido com IG 3 paralisias - Reumatismos - Estados
congestivos.
XII Fígado (F) A tua sobre o ffgado e as perturbações que são tradicionalmente
Meridiano Tae Mo : Comandado por VB41 Fong na cabeça e nos músculos.
conhecidas. Sensfvel à colera. contrariedade e preocupação.
Sex ualidade - Vista - Hipãfise anterior. Reunido com TR 5 Gi,necologia

Meridiano Tchrong Mo: Comandado por RP 4 Perturbações digestivas - Endócrino


TOUMO Capta a energia astral, cósmica e a distribuí aos meridianos pelos
Vasos vasos secundários, para intensificar a energia Yang suprema Reunido com MC 6 hereditariedade - Angina pecto ris - '
maravilhosos Meridiano do homem. Polaridade positiva aberta para IG 3 V 62, Lombalgias.

JENN MO Energia Inn suprema - Telúrica O excesso produz perturbações:


II - Ver os detalhes a Seguir:
Vasos "Tota Mulier in Utero" meridiano da mulher - Polaridade negativa
Maravilhosos Em relação com os meridianos pelos vasos secundários. Aberto para
P 7.
Detalhe

1) Inn Oá
Os meridianos são correntes de energia (Kyong Nak) sobre as quais se encontram os
MC6
pontos cujas propriedades elétricas são as mais evidentes. São os "ponto,s " ou Kyong Hyol = '"+R 9-+RP 13-+RP 15-+RP 16-+F 14 garganta
IIPOçOS", o único termo exato.
RP 4 -+RP 6 -+JM 22-+23-+coração
Jenn Mo e Tou Mo harmonizam os meridianos e desencadeam uma resposta em seus
n(veis, se a sua picada ficar sem efeito. JMo = moléstias agudas. Coração - Abdome - Ilhargas
Uma região doente deve ser tratada de inicio pelo meridiano que a controla Em Comanda os órgãos IN N distribuidores de energia.
geral, mas nem sempre, tratar a parte baixa do corpo pela alta e vice-versa. Perturbações circulatórias. Perturbações digestivas. Prisão de ventre.
Todos os meridianos estão ligados entre si e aos órgãos, músculos, tendões, e pele,
pelos vasos secundários assinalados com os esquemas dos meridianos. 2) lang Oé
É importante conhecer as funções dos meridianos, para escolher aquele que convém
tratar. TR 5 ) -+V 63
Os Vasos Maravilhosos ou Meridianos Curiosos drenam os outros meridianos VB 41 \ -+ VB 35 -+ nádega -+ VB 29 -+ VB 24
sobrecarregados. GI 14 -+ e~pádua TR 13·14 -+ VB 21
-+ IG 10 -+ nuca VB 20
-+ VB 19..18-17~16·15·14-13
~~."';'
I
~ :
(

Meridianos e Pontos - 59
58 - Curso Rápido de Acupuntura

Comanda todos os meridianos Yang - Nevralgias - Prurido - Perda de forças. 5) Tchrong Mo


Algias superficiais Yang são. tratadas por Yang Oé. Ex = mudança de tempo
Origem dos 12 meridianos
(clima!.
Picar em caso de ataque de Fong (p. 45) Febres - Traumatismos - Atonia.
RP 4

3) Inn Tsiao Mo - Anexo do M. dos Rins - Regulariza os líquidos. 1 MC 6

Energia da terra - Regulador Inn: Mucosas - Sono - Trato gênito-urinário - Sexuali- Rins ~ endócrino
Ventre ~ JM 4 ~ ~ Est.
dade - Doenças Inn. t peito: meridiano dos R ins ~ R 27 ~ garganta JM 23 (e
Coxa R 11 org. gen. \ ~ JM 1 ~ Tou Mo.

~~ ~
E 30 contorno da boca no ho mem)
~ Jenn Mo
Barriga da perna
R 2
Tornozelo
6
~ JM 2 ~ OSEX Grande artelho
8
.j.
Cura o excesso de Yang, tonifica o I nn - Trata dos órgãos
Coxa
Abdome 6) Taé Mo - Vasos da cintura - Fong na cabeça e M. inferiores
Peito
PescoçO VB 41
TR 5
Face V 1 ~ cabeça, olhos ~ V 10
F 13
~
4) Yang Tsiao Mo - Anexo do M. da Bexiga
(Energia do Céu para o homem - Diversas algias e paralisias - Regulador da
j VB 261
VB 27
VB 28
AFECÇÕES GINECOLÓGICAS e lombo-sacras
inchação abdomino-pelviana

intensidade de Yang, de atenção).

V 62
IG 3 MERIDIANOS ACOPLADOS - PONTOS "LO"
V 62
61
59 Para o equilfbrio da energia Inn e Yang, os meridianos estão acoplados e reunidos
pelos pontos LO dos vasos secundários - e daí haver drenagem.
O ponto LO entre dois meridianos significa que o meridiano possui um vaso de
VB 38 - Face externa. perna. VB 29 - Face lateral do corpo
junção com o outro meridiano .
.j.

IG 10 Predominância Y ANG Predominância INN


Espãdua
GI 16
C
1 15 IG

VB F
Pescoço, face E 7

V R
1V; ~ crânio
GI P
VB 20 ~ V 10 ~ Inn Tsiao Mo

E RP
TR MC
li!
li'

Ir: Meridianos e Pontos - 61.


r! 60 - Curso Rápido de Acupuntura
... LO Vasos secundários dos meridianos acoplados, Inn para Y. Ação geral
Os pontos LO indicados no quadro sin6tico comandam as ligações entre meridianos. geral: sobre os pulsos, e sobre o equil(brio Inn Yang.
Lo = saída, lunn = chegada, conforme as páginas 64 e 262. ' .
Eles rep resentam uma trama horizontal importantte de onde saem ainda cerca de 300 LO Assegura o equil íbrio entre 2 meridianos, sendo um mais fraco que o
ramos que se distribuem para todos os lados. Isso é normal para um circuito canalizador da particular: outro. Os pulsos indicam esse acoplamento entre P. esquerdo e
energia r~cebida do céu e da terra direito. A passagem é feita pelo ponto LO para o ponto IUNN.
Esses LO permitem o escoamento da energia entre os meridianos acoplados, uma vez
que existe um retardamento ou um bloqueio dessa energia Ex.: o LO do coração pode LO de Atua sóbre a metade do corpo por reunião do grupo Inn e Yang.
exaurir uma pletora. Eles permitem também a distribuição uniforme na parte alta e baixa do grupo E m caso de obstrução. picar os pontos R 00.
corpo, da energia dos meridianos. Na prática, se um dos meridianos acoplados. é ~u,ito forte Como regra geral. fortalecer de inrcio o LO do órgão em carência. A
(no pulso ou clinicamente) é preferfvel fortalecer o ponto LO indicado no gUIa slnotlco, do seguir. se for necessário dispersar o LO do meridiano em excesso.
meridiano fraco. Os pulsos então são igualados. Os pontos LO transportam a E em um Grupos: Pequeno - médio - grande Inn - idem para Yang.
sentido único, o que evita qualquer perturbação do meridiano sadio. Conforme pág. 61 . Conforme pt de Manaka. pág. 264.

PONTOS DE AÇÃO GERAL PARA TODOS OS MERIDIANOS Pontos Tornam a ligar a energia da terra à energia cósmica. a E da parte
Janela do Céu: inferior do corpo com a superior. E 9 - JM 22 - GI 12 - IG.16 -
· 17-TR .16-V10 - P3 - MCl Guia p. 254- Qualquer
perturbação.
Tsing Ting: Torna a lançar a E nos M. e a dispensa em caso de obstrução. Na
proximidade das unhas. Sarda de energia correspondente à Especializados: Para pequenos desequilrbrios locais ou ação especial pág.64.
Primavera. Primeiro "ponto" ou último do Mar.
Geki: Nos casos em que a reação à doença é mais forte. Doenças agudas.
Pequena corrente turbilhonante que acelera a E. Segunda ou Gu~pá~ .
Yong:
penúltima.
3q ponto - ou antepenúltimo":" Chegada da E maléfica._Une a en~r­ Pontos Abrem os meridianos curiosos e os vasos maravilhosos. São
Yu: gia Terra, e a do Meridiano. Regulariza em caso de afecçao passageira chave: acoplados com um outro ponto· para garantir a eficiência. pág. 57
Controla os liquidas e a umidade.
lunn: Os mais representativos dos meridianos vêm dos 4 Koann (ou Kouann Pontos dos Regularizam as energias que recebem dos 12 meridianos mar da
= barreira). São os pontos "Fonte" de Niboyet. Regularizam e Quatro Mares: nutrição. do sangue, e energia das medulas. E 30 ou 36 - RP 4 - JM
fortificam. Vêm do meridiano acoplado. Pontos de sensibilidade a 17 - TM 16 ou 20.
serem picados com os pontos de fortalecimento ou de dispersão.
Esses são os pontos de junção da energia Absorção - Nutrição - Pontos curiosos: Fora dos meridianos. Ver relação na pág ina 65.
Endocrinologia - Equilfbrio IIV.
Pontos de Pontos que garantem o fortalecimento do meridiano. Guia sinótico
Tching Defesa da doença local contra a E maléfica. indo aos músculos e Fortalecimento: - respeitar a grandeza. pág. 277.
ossos.
Pontos de dispersão : Dispersam a p letora de um meridiano. Agir se poss(vel na grandeza
King: Tching (ou King) é um ponto de passagem. "É o que faz circular".
Aquilo que é ativo. Pontos antigos: 66 os mais antigos. Muito eficazes para as doenças. pág. 62.

Ho Ro: Lugar de reunião de toda a energia. Penetração da energia OE Pontos lU Para dis·persão do Yang TM 19-20-21-22. Os lU da Bexiga Ex. V
(energia defensiva ·fora dos meridianos). Picar no outono. de Yang: 5-6-7-8·9 -12 VB 15 a 19. P 2 porque é o Yang no Inn, P 7 se
Perturbações causadas pela umidade. dispersa sempre. ·E 12-27-30-36-37. Fazê-Ios no começo de uma
sessão.
Roé: Ou "reunião" de várias fontes para a mesma função. págs. 54 e 65.
Pontos lu Regulam o equilíbrio dos Ifquidos. Situam-se sobre a carne ou
Mo: Ou "arauto", indica por meio da dor. o mau funcionamento de um de Inn: próximo dos ossos que eles regem E: 31-32-33.
órgão ou uma doença psicossomática R : 1 a 6.

lu da Pontos de "permissão" Yang do dorso. no meridiano Bexiga. Ação pt horária: Máximo de atividade na hora do máximo de E.
Bexiga: matamérica e sobre os órgãos.
'I
r
! Meridianos e Pontos - 63

( 62 - Curso Ráp ido de Acupuntura


Os po ntos antigos acham-se ind icados no gu ia sinótico com a letra A.

OBSERVAÇÕES
QUADRO SI NÓTICO
• MO - Nó de energia Acúmulo d e -energia.
Um a ação sobre esses po ntos dá uma reação na circul ação geral da energ ia.
confo rme a lei d e Li ou T cho u. King = Ho =
A re lação dos Mo não é mencionada aqui. E ncont raremos o Mo de cada T ing =
Tsing long lu lunn Tching Ro
meridiano sobre o guia si n6tico pág. 277
---
Ou "permissão". No guia si nótico com relação à localização. Eles se acham sob P 11 10 9 9 8 5
• lU -
a margem externa d as apófises t ransversas d as vértebras; Atividade metamérica
importante. Eis a re lação sinótica. Como eles veicul am a ene rgia é inte ressante GI 1 2 3 4 5 11
nn
acopla r Mo e lu para obter·se um a sinergia eq uilibrante Yang·/ ,
E 45 44 43 42 41 36
d orso-vent ral.

RP 1 2 3 3 5 9
Pontos d e permissão lu d a bexiga
C 9 8 7 7 4 3
Para-vertebrais a 2 d da linha med iana Tou M o sob a apófise transversal das vértebras
pe rte ncentes ao meridia no Bexiga (Vl. Ação d e d renagem. - IG 1 2 3 4 5 8

Ta Tchrou OI ... .... . O sso


60 54
V 11
O II .. . . . . . . Porta do Fo ng V 67 66 65 64
V 12 Fo ng Menn
V 13 Fei lu 0111 .. ...... Pulm ões. Ver. Resp.
7 10
O IV . .. .... . M. d. C. '# R 1 2 3 3
V 14 Tsiue Inn lu J'
OV .. .. . . .. Co ração ~
~
V 15 Sinn lu 3
O VI ... .. .. . T o u Mo ,t
MC 9 8 7 7 5
V 16 Tou lu .4
O Vii . . .. . . . · Oiaf ragma .:..... 1

Ko lu ~
V17 10
~ TR 1 2 3 4 6
OVIII
~ 38 34
1 VB 44 43 41 40
Kann lu O IX .. . .. . .. F íga do -1
V 18
Tann lu O X . .. .. ... V.B. • F 1 2 3 3 4 8
V 19
Pi lu O XI . . .. . . .. Baço ~
V 20
O X ii . . • • . . • • Estômago ~
V 21 Oé lu

Sann Tsiao lu LI .. ... ... T . R. :1 Notar q ue para o meridia no _ dos pulmões, os po ntos A sobem a corre nte ao passo q ue se u
V 22
V 23 Chenn lu LII . . . .....
... .....
Rins
JM 6
1,- meridiano acopla Yang: no G.I. os po ntos A seguem a corrente
Tsri Haé lu L lil ~
V 24
V 25 Ta T chrang lu L IV . . . .... .. GI ~J
Sig nificado : -
V 26 Koann luann lu LV ... . .... JM 4
~ . .. na primavera
j Tsing: Plenitude - Bosque - Ó rgãos .. .
Sia Tchrang lu Ao lado de S 1 • • . IG ~ . .. no verão
V 27 Bexiga ii Feb re - Fogo - Co ração - Matriz do rosto ...
Pr,mg Koann lu Ao lado de S 2 Yong:
V 28 Região sacra ~.
V 29 Tchong Liu lu
Po Oann lu
Ao lado de S 3
Ao lado de S 4 Circu lo bra nco: ..
~

~
lu : Artralgias - T erra - Baço . ..
. .. fim do verão e no o utono
Região a noescrot al . . . outono
V 30 Pai Houann lu 1~
lunn: Ins uficiência fu ncional .. , -
,
;? Tching : Pulmões - Metal .. .
A picada deve ser superficial de V 13 a V 23. :~ Calor e frio - T osse - Simpaticoalgias. ..
. . . o utono, começo d o inverno

.. . inverno
Hn , InC:llfiri~n,..i~ rico In n _ DiBrTp.ia - Anemia - Áaua - Rins - Oé .. .
rt
Meridianos e Pontos - 65
64 - Curso Rápido de Acupuntura

Os pontos Roé - Mo - lu da Bexiga - Lo - FdC - Sp - Geki-chaves - 4 mares - Horário Edemas JM 9 R6 Cabeça - Pescoço
T _ D _ Antigos - possuem propriedades espedficas independentes das estações do ano e Pulmões V 13 com algias V 67
do fluxo do meridiano. A sua ação é mais potente e mais geral. Constam todos do guia Respiração cardio· TM lO Controle do vago V 10
{pulmonar JM 17 Vasos P 9",MC 9
sinótico, pág. 277.
Resfriamento V 12 Ventre E36
Outros meridianos e outros pontos Raiva VB 36 Veias: Roê E32 RP 5
Sang (Roê! V 17 Vértebras V54
Os "vasos secundários" acham-se indicados com os esquemas dos meridianos. Eles Espasmos pelvianos F2 Vago simpático R2
estimulam a Energia Yang entre os meridianos ácoplados, uma vez que pequenas Controle do simpático VB 20' Yang e Vago TR 5
perturbações os desregulam. Ex.: Perturbações psCquicas ou ffsicas. O ponto LO estimula, o Esfincteres e S.N.C. VB 34 Excesso doloroso de Yang VB 38
I unn recebe em um sentido único para evitar o choque de retorno, no meridiano sadio. Tálamo V 62-63 Outros pontos llguram no texto.
Para normalizar o equilfbrio 1- Y - estimular os pontos LO e I unn. Acrescentar o
ponto Roê e por último os pontos T e D, se for necessário. Escolher o ponto Roé, conforme
o caso.
Os pontos Roé {junções! devem 's er tratados em caso de'perturbações dos vasos secun-
Existem outras anastomoses de transporte energético.
dários com os pontos I unn.
• os "vasos tendino-musculares" possuem pontos de ação localizada espedfica Se for precico, acrescentar pontos T ou D.
E les enviam a E. às fibras e aos pontos de cronaxia. que são os pontos Roê dos
músculos. A sua estimulação é feita pelo comando de RP 21.
PONTOS MARAVILHOSOS FORA DOS MERIDIANOS
Controles do Simpático e Parassimpático
Ação local ou afastada, mas nenhuma ação sobre o equillbrio geral.

VB 20 para o Simpático e V 10 para o Vago.


Ação muito rápida Estimular no inrcio da sessão. PM 1 Pi Tchoun Ponta do nariz. lateral menta Ângulo com a
Controle muito geral da E. Esclarece a complexidade clCnica cartilagem mediana: afecções do nariz e
Totalmente independente da Regra dos 5 elementos. embriaguez-
Agulha muito superficial - curta duração em T ou em Disp.
PM 2 Nei Ing Siang Sobre os cometas: dores oculares violentas.

ALGUNS PONTOS ESPECIALIZADOS E ROÊ PM 3 Trae lang (Região Yang suprema!. Entre E 1 e E 2:
nevralgias da cabeça.
P9 Joelho E34 VB 34
Artérias
Assimilação E30 Ginecologia E 30 VB 27 VB 26 PM 4 lu lao Borda inferiOf do meio da arcada superciliar.
V3B Insuficiência de Inn JM 4-6-12-15 Tonifica o elevador da pálpebra superior.
Anemia
V' 65 I ntoxicação: cf.: Drogas Catarata e canal lacrimal. Fadiga ocular.
Abscesso
V 67 Inn-Yang a reequilibrar V17
Algias
GI4 Leucopoiêtica VB39 PM 5 Rae Tsiuann Face posterior e mediana da h'ngua para
Boca
V 15 Uquidos hormonais R6 "fonte do mar" ver tonificar: diabete e f/gado; em dispersão
Coração
JM 17 Músculos (Roé) VB 34 "campo magnético pág. 23 tonifica as supnrrenais.
Coronárias
E 25 Medula óssea VB 39
Diarréia
Drogas VB8 Medula espinhal ou meninges PM 6 e Bordas laterais da face inferior da Ifngua :
P7 JM 17 TM 9-10 Roé TM 11 GI16 PM 7 edema da língua
Dispnéia
V54 Doenças crônicas V45
Dermatologia
V3B Doenças agudas TM 13 JM 7 PM 8 Tsiu Tsiuann Meio da face superior da ponta da I(ngua:
Anemia
TR 20 Todas as doenças TM 13 TM20 tosse e asma crônicas.
Endócrinas
F 13 Nutrição E 30
Excesso de Yang
TR 5 E 36-45 Nervos V60 PM 9 Tsienn Borda do lobo da orelha, face anterior.
Excesso de Inn
JM 17 Ossos: Roé Vl1 Nevralgias lombares.
Energia (Roê)
Juntas (Roé) JM 12 Orelhas GI4 G 14
Estômago E 23 Olhos - Oftalm. VB 2 IG 3 PM la Tsienn Tchou Meio do rebordo lateral do acrômio: artrite
Corpo (todo) GI4 MC2 Vl VB 37 Kou da espádua.
Gorduras JM 15 {Roê dos órgãos
GI17 Tesouros F13
Garganta
fc
ri . 66 - Curso Rápido de Acupuntura
I( Meridianos e Pontos - 67
I
( PM 12 EI Paé 1 D sob Me 5. 1 ponto sobre a borda do PM 44 Tou Inn Meio da face plantar da articulação fa lange-
Long. Sup. e do Grande Palmar. Contra falanginha do 2'1 artelho: espasmos
Radius - Anus. abdomino-pelvianos, inércia placentária e
fetal, regras escassas.
PM 13 Oaé Lao "Palácio externo das fadigas". Palma da mão
Kong sobre a mesa. meio e borda lateral interna
do 3'1 metacarpiano. Tonificar no caso de l .. No nariz alguns pontos são interessantes, outros pouco seguros ou pouco
hipotensão e fadiga com frio nas eficazes.
extremidades.

PM 15 Ta Tou Main 2 Td adiante de' GI 4 (Ro Koul dobra


trazeira da pele da mão: dores de dentes,
molares superiores, lado oposto.

PM 19 Ta Kou Face dorso-lateral externa do punho. Meio e TM 23 A


Krong face lateral da articulação falangiana
cf. p. 125: INN TRANG_.
fa langeta do punho: começo de catarata.
Ação local.

PM 20 Ou Rou Index Face dorso-Iate~al interna do indicador.


Articulação falange·falanginha. Artrite local. VB nariz

PM 21 Tchrong Kroé "Gênio central" Face dorso-lateral do


medius, articulação " falange-falanginha:
todos os males do estômago, indigestão, TM 24; SOU TSIAO
vômitos, verrugas das mãos.

PM 22 Ou Rou anu lar Face dorso-Iateral interna do anular -


articulação falange-falanginha : artrite dos
dedos.

PM 24 Tchang Siuilnn Face { dorsal do punho dobra anterior


entre 'o grande osso e o trapézio : artrites de
todos os dedos.

PM 25 Che Siuann Os "dez advertentes" sob a unha de cada


a 29 dedo, face palmar. Para dispersar:
amigdalite, faringite, angina de pontos
brancos.

PM 29 A Koé Krou Simétrico de P 11. Face dorsal interna do


punho na base da unha: liberta de todos
os pesadelos e atos inconscientes, liberta o
paciente hipnotizado - Epilepsia

PM 35 "Palácio dos 3 td lateral a JM 3: Tchong Tsi: esterilidade


meninos" feminina. Entre E 29 e E 30.

PM 38 Si lenn "Olho ,do joelho". na dobra e exterior ao


bordo superior da rótula: artrite do joelho.
(

CAPliuLO VI

ESQUEMAS DOS MERIDIANOS


com algumas propriedades energéticas e
clínicas dos pontos
segundo os requisitos da moderna
medicina ocidental

(todos os pontos foram verificados pelo detector elétrico)


, ,,.
(

Esquema dos Meridianos - 71


70 - Curso Rápido de Acupuntur(

1- PULMÕES
I - PULMÕES
Cheou Trae Inn

2 IUHH MEHN r
TÓRAX

Nq Especialização Algumas indicações clinicas comuns


I
1 TCHOHG FOU Perturbações metabólicas no ramo O R.
:1" 1 1 Roé = RP 20 - Mo Afec. pulmonares - Pletora abdom. - Angina
: '

[ BRAÇO
I
2 Dispersa o Yang Febre - Angina - Acne - Pele do rosto -
Tosse.
3 Sangue - Fac- Pei brusco - Intoxicação por gás -
3 TIENH FOU 3 4--\-----,:-1-;--- E Depressão.
4 ld
4 SIE PO
{variável, às vezes mais embaixo}
6---\---_+_
\ GI
4

5 Hemoptises
Dores pré-cordiais -
Depressão.
Angina - Bronquite -
Palpitações

Espirros

5d \ Depressão.

3 M12
r ANTEBRAÇO

6 Idem 5 + Ulringite - Faringite.


I
5 TCHE TSRE 7 Dá energia a TR Asma (+ JM 17) - Gripe - Constipação -
Face cabeça - T.A. Depressão - Brônquios.
Controla Jenn Mo Dores de cabeça - Espasmos - CL
:'a l Tonifica a medu la espinhal Idem 5-6 - Reumatismo.
\7ãS~s
-_ ·· --_ ·· · . . ..
9 Respiração - Dor de cabeça (CU - Face -
~
---- -Fari;:'g~ -:.. : I~~ntinê~~ia -de urina H -
6 KOHG TSOE I nsônia agitada.

r MÃO

10 Descongestiona. Cabeça Intestinos (+ R3) - Febre - Alcoolismo-


I
Sono - Tremores - Depressão - Angústia.
7 L1E TSIUE 11 Tonifica órgãos INN Estado congestivo cerebral - Ã ngulo
8 TSIHG TSIU Dispersa Yang inguinal radial - Ãngulo inguinal do lado do
9 TAE IUAHH indicador (anginas!.
10 YU TCHI

VASOS SECUNDÁRIOS P.
11
P7 -> GI6
.j.
11 CHAO CHAHG JM 9
Face dorsal 12
Lado do indicador 17
(
Esquema dos Meridianos - 73
72 - Curso Rápido de Acupuntura

r 11 - INTESTINO GROSSO
II - INTESTINO t' ROSSO
( Cheou Yang Ming Estimulado por la de Vl O Acalmado por VB20 em
Ver esquema "Cabeça"

Clavfcula _____'
16 TSIU KOU em DO articula-
ção acr6mio-clavicular_
I MÃO
I
1 Pletora total (C U Odontalgias (lCN) - Amígdalas - Laringe -
15 TSIENN lU na cavidade for- Surdez - Borborinhos - Pele do rosto - Urticária
mada pelo levantar do braço 2 Dispersa O GI (CU Dor - Molares - Resfriados - Colite_
11
3 Dispersa o GI (CU Incisivos - Caninos - Espádua - Digestão lenta,
_ Passagem a face 4 Cabeça - Face - Yang Idem 1-2-3 - Intestino grosso - Febre - Dentes-
antero-lateral (Hipófise) Catarata - Anosmia - Coagula o sangue em T.
fluidifica em Disp. Órgãos - Cabeça - Rosto.

I ANTEBRAÇO
I
5 Congestão - Infecção Idem 1-2-34 - Dermatoses - T_A. - Tônico,
6 Surdez - B' O. Idem 5 - Oligúria (-) Incisivos CL Preguiça MS.
7 I nflam. do t. digestivo Fong boca iI'ngua cérebro (-) Choque- Febre.
14 PI NAO 8 Desespero 9 Idem 5 - Seios - Verrugas - Flatulência. -
Diarréias - Tuberculose - Bronquite.
A ld 1/2 de 12 13 13 WOU LI
9 Roê E F adiga cerebral Diarréias - Tuberculose - Astenia PH + PSI.
10 TÓNICO Idem 1 e 2 - Congestão - Massagear no caso de
mal-estar - Indigestão - Prisão de ventre.
3 TO 11 Falta- Mestre do Rosto Dermatologia - Prisão de ventre - Febre -

1
12 TCHEOU L1AO Abscesso - Amigdalite - Depressão.

2d da extremidade da
4 TO
11 TSIOU TCHRE
11
,li l BRAÇO
I
dobra do cotovelo! l~ 12 Espádua - Braço - Pares ia - Paralisia MS -
I ntestino grosso.
10 CHEOU SAN LI
!
.~
13 Endócrinas Paralisia MS - I ntestino grosso. OPH_ Menopausa
2d de 11 Jl 14 RoêYangOéGI E Paralisia MS - I ntestino grosso - Cong. O R L
,~ Roê YangTsiao Mo
2 TO 15 Hipotensor - Febre ação local Ep. braço 16
j Preventivo Curativo
9 CHANG L1ENN .~
, da hemiplegia
',.
1 TO ,~ 16 Roê Yang Tsiao Mo IG Cabeça - Mandibula - Odontalgia inferior- Ação
regional_
4d da dobra do cotovelo 8 CHEOU CHA L1EN
1 TO
~
~
I I
Slx,'d, "'Hõ<H~.m
;i PESCOÇO
7 WEN LlDU } ., 17 Tienn Ting Laringite - Angina
"
18 Fou Trou Laringite - Angina
. 6 PIENN LI 6 TO ~
( AR cabeça radial ~
-5'--,- 5 IANG TSRI [ ROS~O (esquema pág . 125)
I
Fundo da Caixa anatômica ! 19 =
Ro Tsiao (Wou Liou Massagear ou apertar a unha com força
4 RO KOU
I para Ch,) A 3 TD de TM 25 - Tonifica o GI - idem 19.

OObrado~/~
20 Ing Siang-Roé Est e VB Edema local - Asma hormonal
~
~
-; VASOS SECUNDÁRIOS
3 SANN TSIENN
ii
2 EL TSIENN ~ E ->- GI : 9 GI : 19 ->- dentes ->- orelhas ->- - P
.~ GI:6 ->- P 7 (equil(brio I-Y)
GI : 16 ->- I.G : 12
..."< GI : 17 ->- JM 24
1 CHANG YANG ~
E 6 ->-
.,\ GI : 20 ->- VB 3-4-5-14 eTM 25 pág. 125
~~
a';~
Esquema dos Meridianos ~ 75
74 - Curso Rápido de Acupuntura

111 - ESTÓMAGO
111 - ESTÔMAGO
Tsou Vang Ming
10 P141
11 TSR I CHE
13 TCHIH HOU
TSRI ROU
,12 TSIUE PEHH
l r CABEÇA-PESCOÇO Ver esquema à páS- 125

SdeM
e CH
4 '
WLe
Japão Sing lap
Tchreng Si
(Roé VB)
Agulha interditada.
Congestão cerebral
paralisia facial - Oft
Hemiplegia - Nevralgia e
I

5 2 Se Paé Congestão cerebral - Hemiplegia - Nevralgia e


14 KROU FAHG paralisia facial - Oft - Rinite.

15 OU I 5e esp. 6 3 Tsou Tsiao Odont Co.ngestão cerebral - Hemiplegia Nevralgia e


VB 41 G 34 paralisia facial - Oft - CL - OR L
16 IHG TCHROAHG 7 4 Ti Tsrang Congestão .cerebral - Hemiplegia - Nevralgia e
17 JOU TCHOHG
JM 77 paralisia facial - Oh - Surdez - CL
8 5 Ta Ving Congestão cerebral - Hemiplegia - Nevralgia e
(Vang Tsiao Mo paralisia facial - Oh.
18 JOU KEHH + Jenn Mo)
.;..:.:
.,
"'I~
.:!c. 3 6 Tsia Tchre = Congestão cerebral - Hemiplegia - Nevralgia e
19 POU JOHG .,. Ti Tsrang paralisia facial (E4 Ei) - Infecções locais - Face-
20 TCHREHG MAHH Garganta.
2 7 Sia Koann CL Congestão cerebral - Hemiplegia - Nevralgia e
21 LlAHG MEHH paralisia facial - Parótidas - CL.
8 Treou Oê Congestão 6culo-cerebral.
22 KOUAHH MEHH B e 9 agulha muito superficial.
23 TAE I 9 9 Jenn Ing Congestão cerebral - Cordas vocais - Garganta.
10 10 Choé Trou Tosse - Angina - Rinofaringite - Coqueluche.
24 HOUA JOU MENH
Umbigo
25 TIEHH TCHOU I TÓRAX
I
26 WAI LlHG =OAE UNG 11-12 Tosse - Angina - R inofaringite.
Tosse - Angina - Rinofaringite - Acne - ~TA.

27 TA TSIU 13 Anafilaxia Tosse - Bronquite - Lactação (I G 4) - Verrugas.


28 CHOE TAO 14 Choque Fis.-Psiq. Tosse - tonifica Vang - Hipersensibilidade
29 KOUEI LAI =KOE LAE
15 Anafilaxia
Seios.
Tosse - Depressão - Edemas. Atinge PSV.
30 TSRI TCHROHG
16 a 18 Todas agulhas e Tosse incessante (Drosera) - Pulmões - Seios.
E.P _ interditadas
31 PI KOAHN 19 e20 A nafilaxia. D rena- Tônico - Tumor do estômago e Intestinos
gem do Estômago Vômitos (Crataegus) - Dispnéia - Coração
cansado - Fome dolorosa.
ld. da dobra do 21 • Estômago Excesso do estômago - Gastrite (Chelidonium e
32FOU TOU--------------~~-r~_T_i_tT_ joelho 23 a Obsessões Carbo) colecistite.

l ABDOME

24 Est. - 25 Mo de IG:I Sp_ Diarréia


1
à
27 Intestinos I Esterilidade 25 a 30. Prisão de ventre.
28à 30 Afec. genit. e sexuaisl Orquite - Ovarite - Cistite - Nefrite.
30 ~taq~e de energia ~acilita o anabolismo :-: ~ne~~ia bloqueada
Esquema dos Meridianos - 77 .
76 - Curso Rápido de Acupuntura

111 - ESTÔMAGO I PERNA


I
31 Quadril - Joelho - Lombo
32 Veias - Varizes Pe'i' - Circulação MI - Circulação de retorno .
33 Tônico geral Arritmia Brady - Cólicas - Diabete.
(+' C3)

34 Igual a 33 Joelho.
35
PI KOANN 31 36 Tônico poderoso. Joelho - Digestão ( + 44) - Estômago - Intestino
Equil. Yang e Inn - OS - Anorexia - Curativo - Vista - Edemas -
Fonte de energia. PSI - Regulador da PA.
37 Disenterias Joelho - MI - Curativo - Diarréia-colite - PSI.
38 a 40 Ponta dos pés' Joelho - MI - (Artrites) - Diarréia-coliite - PSI.
+ 38·39-41 - Um idade.
Direito anterior _ __ _ ---Ir---t:'Hir--
41 Ponta de T Anorexia - Diarréia-colite - Cólera - PSI.
42 a44 Febre. Calafrio. + Maleita - Anorexia - PSI - Intestino.
FOU . TOU 32 Frio Em D bulimia.
Vasto externo _ _ _ _ _ --t_~,
45 "Pagamento + Pesadelos - Anorexia - Diarréia-colite - PSI . Ins.
cruel" Hep. Rinite - Libido fraca - Urinas turvas.
Excesso de apetite - Obesidade (-l.
IHN CHE 33

3 d LlANG TCHIOU 34
VASOS SECUNDÁRIOS

Borda externa do tendão rotu/iano


TOU PI 35 E8 -+ diafragma -+ Estõmago -+ Baço
E9
1 Trav. de mão E 12 -+ mamilo Umbigo JM 12
TSOU SANH LI 35 -I-
E30
TSOU CHANG LI EHH 37 E -+ GI 9
Perneiro Ant. + Tibia -+ GI 20
TIAO KREOU 38
6TOsob TT -+ BP4
40 FONG LONG TSOU HSIA LI EHH 39
Perturbações de V x S.
Ext. C. dos Artelhos _ _ _ _ _ _ _ _ h_' 6 TO
E 40 + E 42 + BP 4

E
E 4
TSIE TSRI 41 E 30
....Tchrong Mo
41 =TCHICH TCHI (WL)
TCHRONG IANG 42 E 40
SIEHN KOU 43
Ver esquema do pé da pág. 117
NEI T ING 44

LI TOE 45
78 - Curso Rápido de Acupuntura "Esquema dos Meridianos - 79

IV - BAÇO PÂNCREAS IV - BAÇO PÂNCREAS


Tsou Tae Inn

11 bis Dr Ch
l
ou
19 SIONG SIANG
18 TIENN TSRI
11 TSI MENN 17 CHE TEOU

10 SIUE HAE
16 FOU HAI

3d
15 TA HONG
9 INN LlNG TSIUANN Umbigo
14 FOU TCHIH

8 T I TCHI 4d
13 FOU CHE

-+-7_d_--I--t~4-
4d 1/2
12 T CH RON G ME NN

7 LEOU KOU
Arcada
3d pubiana

6 SANN INN TSIAO I


1
4d 11 TSI MENN ........- 1 - - - - Sobre a artéria
femural
5 CHANG TSIOU 1
4 KONG SOUN
3 TAE PO o meridiano é mais lateral de 13 a 17. Ver esquema lateral mais de acordo na pág. 82. '
2 TSOU TATOU
llNN PO Face interna da perna
Esquema dos Meridianos - 81
80 - Curso Rápido de Acupuntura

IV - BAÇO PÃNCREAS

I P~ I
1-2 Crianças-R inoencéfalo Agitação - Instabilidade - Falta de concentração e
3a5 Tonificar ar ou EP de slntese - Inteligência - Matemática-
Crescimento - Hemorróidas - Olfato -
Sexualidade.
3 Células acidófilas da Digestão - Hemorróidas. Prisão de ventre.
hipófise
4 Tonifica o Baço (Dr) Inércia placentária - Tumor - Estômago -
Pâncreas (G) - Tchr. Mo Hemorróidas - Edema do rosto - Hiperglicemia
5 OS - Vasos Depressão - Digestão - Sonhos :- Hemorróidas -
Talamus Varizes.

I PERNA
I
6 Os 3 Inn - Aparelho Ginecol. - Regras - Depressão - (Pele + 11) -
genital 2 sexos Fadiga e frio do corpo - Obesidade (+) -
Hiperglicemia: + Reumatismo (-) - Hemorróidas. Regul. urinas.
7 Retenção de água (-) Joelho - Depressão - Assimila mal - Neurastenia.
ou perdas de liquido (+)
8 Pt G Joelho - Depressão - Anorexia - Imp.
9 "Esvazia as bolsas"' Joelho - Diarréias - Esffncter - Bexiga (anúria ou
esfíncteres incontinência).

I COXA
J
10 Sangue ~ Ovários Febres - Abscessos - Regras (Anúria ou incon-
àG tinência (glicemia).
11-12 Aparelho urinário InflamaÇão dos órgãos sexuais - Hemorróidas.

I ILHARGA
J
13 a 15 Ceco-colite - Colites - Paresia Pênis.

I TÓRAX
J
16-17 -Ceco-çolite - Colites + Estômago.
18 Traquelte - Brônquite - Pulmões - Estômago.
20 A E sai debaixo da Traquelte - Brônquite - Pulmões + Irritabilidade.
Ifngua
21 A E' sai do Coração Irriga os órgãos Inn. F raqueza ou dores de todo o
Grande controlador corpo. Comanda os vasos secundários Inn Vang -
do corpo. Linfa Pequena insuficiência cardfacq - Dispnéia

N.B. Cada ponto do ba.ço auto-regulariza ~s do pân;eas e vice-versa.


82 - Curso Rápido de Acupuntura

VASOS SECUNDÁRi'OS. BP

4~--8 Perturbações dos Vasos Secundários

~_
P_1~
BP -113-14-15-161- Garganta, Ifngua

~ JJ22-}3
.\ \~ JM3-4-10 -17

r14l . JM 9-1 O
~
VB24 E 4 0 - Coração

F14
F

. R~BP6
RP .

Coração
E_ RP 21 _ Capilares sobre todo o corpo

Meridiano I é Y

BP 3 + E 40: Perturbações dos Vasos Secundo de BP.

A ação do BP se manifesta também ao n(vel do cérebro: concentração e raciodnio.


O excesso leva à depressão, à tristeza, à perda da memória, às dores nas articulações e per-
turbações circu latórias.
O fígado e o baço pàncreas devem estar harmonizados.
Deve-se tonificar o baço para evitar doent;as do baço pàncreas.
Esquema dos Meridian.:;·s - 85
84 - Curso Rápido de Acupuntura

v- CORAÇA O
v- CORAÇÃO

Cheo u Cha a Inn

I BRAÇO
1
1 T odas as perturbações Dores precordiais- - Depressão - Calafrios.
do coração
2 Coração - Golpe Hipertensão - Depressão mental
de frio
3 Coração Não confundir com B 6 (Tchao Haé).
-
[ ANTEBRAÇO
I
1 TCHI TSIUANN Fundo da depressão Ax
4 T onificar os Mer-Inn Superexcitação - Emotividade - Palpitação -
Aq uece metade Depressão mental ( + cong. UT) - Ansiedade.
oposta do corpo
5 E motividade geral Edemas - E motividade - Fraqueza f(sica e
ps(q uica
5 l! espaço 6 Tonifica coração Insuficiência de energia f(sica - Emotividade -
- Pt G TR.
7 "Porta do esp(rito" I nsuf. de energia f(sica - Emotividade - 30" +
Estimulante da V62 l. Psicopatias.
2 TCHING L1NG hipófise

I MÃO

8 Dispersa o Yang
1
O ig itál ise. Insuficiência de energia - E motividade.
3 CHAO RAE = CHAO HAI 3
9 Tonifica o coração Digitálise. (hipertiroidismo) - Em~tividade (choros.
desân im osl.

VASOS SECUNDÁRIOS. C.
Perturbações dos Vasos Seco = C + 10 7 7
C ~ JM 17 ~ Olhos
.j.
4 L1NG T AO (art. cubítaJ)
Cérebro
5 TRONG LI 3d 7/ 2a4
6 INN TCHI d·1 C -7 P ~ Braço ~ Auricular
C5~ID7 · ~ C7
7 CHENN MENN dobra do
punho
N.B. Esse meridiano reage logo e com força.
8 CHAO FOU Estimular po uco tempo .
C1 - C3 - C5-9 moxas interditadas
C2 - C8 . agulha interdi tada
Preservar C fortificando os pulmões para evitar doença a B.
VB 20 fortifica o coração (miocárdio) e relaxa as coronárias. Tonifica os vasos.

9 CHAO TCHRONG para 10 1


(
( Esquema do.s Meridianas - 8 7
( 86 - Cursa Rápida de A cupuntura
( VI - INTESTINO DELGADO
VI - INTESTINO DELGADO
( Cheou Trae lang
Ver esquema da cabeça na
pág. 125· \ PESCOÇO Trapézio r MÃO
I
1 Pletora total Mamite - Tosse - Obstr. do narizlLactação .•
Clavfcula
Secreções Contrações musculares.
14 TSIENN OAE Chanfradu,? coracóide 2 ,Rejuvenescimento + 3 Vista (CU..:. Epistaxis.
3 Tônico Geral JM 4 Membros dormentes e frios - O PH (fraqueza FlS.
13 TSIOU IUANN Equil(brio H e B - Pt T. e PSI) Diabete. Cabeça - Pescoço - Espasmos.
4 Pletora do cérebro Diabete - Articulação - Vértebras - Melancolia.
10 NAO lU Elevando o braço
12 PING FONG 5 Pt H Articulação (joelho) - Vértebras - Org. Sexuais -
Nfvel05 FIgado - BP:' Slndrome men(ngeo .
.11TIENN TSONG

9 TSIENN TCHEN I ANTEBRAÇO


I
6 Pt G - Tecidos Braço - Espádua - OPH Vista - Org. sexo - FIga·
do - BP - Grande artelho (CU.
7 Pt MO de Est. Artrargias - Nervos cansados - Membros fracos.
8 Pt D Boca - Dentes - Gengivite - Colite baixa.

I BRAÇO -,
9 B =Iang Oé Periartrite + 10 + 11 + 12
10 lang Ts. MO Art. omo-humera l

[ OMOPLATA
I
11 a B=GI+TR+VB Art. omo-humeral
12 Espádua Roé GI : 16 Art. omo·humeral

8 SIAORAE
r
CABEÇA·PESCOÇO pág. 122.
I
13 Tsiou luann idem.
14 Tsienn Oaé Ação local - Braço - Espádua - EP.
15 Tsienn Tchong Fádiga dos olhos - Congestão

r-
Sobre o cúbito
7 TCH E TCH ENG 16 Tienn Tchrong - FC Incisivos - Amidalite ,- Apoplexia
17 Tienn Yong - FC idem - Náuseas - Angina
18 Tsiuann Tsiao Odontalgia sup. - Paralisia facial.
1 dou 2 TO
"Mx interdito"
6 IANG LAO 19 · Ting Kong Orelha - Zumbidos - Bt Or. - Ouvido.
dobra dorsal do
5 IANG KOU

4 OANN KOU
' t',
3 REOU-TSRI
,.!'
2 TSIENN KOU

j,.• 1 CHAO TCHIH



[

88 - Curso Rápido de A cupuntura Esquenw dos Men'dianos - 89

VASOS SECUNDÁRIOS. 10 VII - BEXIGA


Tsou Trae Yang

1018 -+ Clavícula -+ Pescoço -+ Face -+ Olho externo -+ Orelha -+ VB 1 -+ Face


-+Nariz -+Vl I CABEÇA· PESCOÇO Ver esqu ema na pág.1 2 5
1
Tsing Ming Oft. - Nariz - Cefaléi a co ng. - Enxaqueca
104 -+ C5
RoédeIO+E+lang '''clareza da pupila".
-+V1 -+ V 11 -+ V 36 -+ TR 20 -+ TR 22 Pont o mestre Oft. - (sinusite).
-+ VB 1 -+ 9 -+ 10 -+ 12 -+ 15 2 Tsroann Tchou Oft. - Sinusite - Coriza.
-+ JM 2 -+ 13 -+ 17
3 Mei Tchong Nariz entupido - Cefaléia - Nevral gia + RT 23.
4 Tsiou Tchráe Oft. - Sinusite - Congestão.
GI16 RT VB
~
VB
t
5 Wou Tchrou Congestão ó:culo-cerebral - Arteriosclerose.
~ 6 Tcheng Kouang

8
Oft. - Vista - Náuseas.

~ 8-RT 7 Trong Tienn


"Passagem para o céu"
Catarata - Vista - Sinus ite - Bt. OR o A 2d laterais
de TM 20 de um lado e de VB 17 de outro.
VB/ Síncope - Convulsão - Congestão.
8 Lo Tsri
Oft. - Vista - Olf;lto - Dep ressão.
Distúrbios dos Vasos Secundários = C 7 + 10 1 + C 5 + 10 4 9 Yu Tchen Dores oculares.

l SUBOCCIPITAL - PESCOÇO pág. 125


I
Coluna Celeste "Tienn Tchou" Mesmas indica ções que de 1 a 9 e
Parassimpático Dores - Tosse - Cong. cerebral
10 2 TO de Tou Mo Transpiração das mãos - Insônia - Coronarite-
Tienn - Tchrou· F. de C. Coração lento - Contração dos órgãos digestiv=
10 A Anel linfático- Artrite cervical pós-infecciosa + VG 5
far(ngeo
B dentes Agulhas bem superficiais
C Tireóide - Paratireóide

o V 10 tonifica ou contrai: Brônquios - CirCo linfática.


Coronárias - Digestão - Glândulas salivares e genitais
Mucosas - Olhos - Pâncreas - Ureteres - Vasos - V.B. Be-
x iga.
o V 10 dispersa ou relax a: Miocárdio - F (gado - Baço - Esfíncteres.
Conforme ação de VB 20 que comanda o simpático.
90 - Curso Rápido de Acupuntura Esquema dos Meridianos - 91

VII - BEXIGA
VII- BEXIGA

TA TCHROU 11
FONG MENN. 12 ...... BEXIGA PARAVERTEBRAL

FEl lU 13 Tchrong MO + I D + RT Tonifica Jenn Mo e dispersa TMO e inversamente.


11
OS - Mar do sangue Bronquite - Distúrbios ósseos.
TSIUE INN lU 14
12 Roê =Tou MO Resfriamento - Bronquite - Abscesso.
I "Porta do Fong" Pre- Tosse = EP + 13
SINH lU 15 ventivo do reumatismo
PRO ROU 37
13 Alergia - Intox. Pulmões - Tosse - Enfisema - Coqueluche.
TOUIU16
14 Vasos - MdC "I u" dos vasos - id_ 13.
KAO ROANG 38
{afas tar O D} 15 Coração - Fígado Vide energia dos jovens - Grande melanco lia.
KO lU 17
CHENN TRANG 39 16 Tou Mo - Egle - EP Febre. tremores. dores _ . Estômago-Abdome.
17 Diafragma - Coração Bronquite - Tuberculose - Transpiração - T um.
Sangue-Inn lang
I HSI 40 estômago - Digestão - Vômitos.
KANHIU 18 18 Fígado Vista - Astenia
19 . Vesrcula biliar Hipertensão .
KO KOUANN 41
TANNIU19 20 Baço Diabete - Febre - Tremores - Disenteria
21 Estômago Todas as doenças do estômago e suas
PI lU 20 conseqüências:
22 TR - Vx. do B Digestão - Depressão - Distúrbios renais.
OE lU 21 HIUEN MENN 42
23 Rins - Vias urino Tuberculose - Diabete - Magreza - Edema
Imp.
SANN TSIAO lU 22 YANG KANG 43 24 Jenn Mo 6 a 5 Hemorróidas - Dist. digest. - Lombalgias.
I CHE 44 Bexiga - Ânus
CHENN lU 23 Cecumcolite - Dist. da assimilação.
25 Intest. grosso - CV
OEI TSRANG 45
TSRI RAE lU 24 26 Jenn Mo 4 a 2 (lU de-) Regras dolorosas.
útero
HOUANG MENN 46
TA TCHRANG lU 25 27 à 35 página seguinte - Ver pontos lU pág. 62
TCHI CHI 47 V 10 a V 23 agulha bem superficial

KOANH IUANN lU 26 ~~!,

PAO HOUANG 48

TCHE PIENN 49
(
(
Esquema dos Meddianos - 93
( 92 - Curso Rápido de Acupuntura

VII - BEXIGA VII - BEXIGA


Esquema pág. 90
(
SACRO:
36 Roê: 10 Músculos do pescoço - Golpe de frio.
27 Intestino delgado Disenteria - Reto - Llquidos hormonais. 37 Espádua braço - Tuberculose.
28 Bexiga Artrite sacro-Maca - . Enurese. 38 "as 100 doenças" ( + E 36 + JM 5/6) = anemia - Mal crônico
E.P. Memória - Doenças hereditárias - Tubercu loses-
29 Sacrum - Bexiga Diabete - Dores renais.
Fraquezas - Regras insuf. - Regulador da energia
30 Região perianal Bexiga - Anuria - Sacro " - Ânus - ·Reto (prisão 39 Coração - Pu.lmões Enfisema - Bronquite - Coração.
esfíncteres de ventre) - Meridianos interditos.
40 "Ail" Todo tipo de queixas e dores - Febres
31 a V.B. 1 q furo sagrado Distúrbios ps(quicos da menopausa - Esté ril .
Depressão por choque (alivia).
33 F (gado - sexualidade 31 - Talalgia - Carência - Yang na bacia.
32 - Algias lombogenitais. 41 a O ist. digestivos Colites - Parasitoses - Prisão de ventre +
33 - Regras dolorosas - Tuberculose 46 45-48-50.
Enurese. 41 Esôfago
43 Ffgado - Artrites - Astenia - Febre -
34 Afecções genitais Próstata - Regras dolorosas insuf. Diarréia.
infecciosas. Oliguria - Prisão de ventre.
44 "Centro das idéias" 44 F (gado - Pleurite - Espirros - Golpe de ar
45 Mal crônico dos sobre o dorso (massagear com força). I nsuf.
órgãos pâncreas.
Déficit de Yang ' Hemorróidas crônicas - Prurido - C6ccix-IMP. 47 "Centro da vontade" Vontade - Imp. por exceder emoções Espec.
V espermatorréia - Disenterias.

TSRI RAE lU 24
E.I.A.S.

i o" _ ..
(

Esquema dos Meridianos - 95


94 - Curso Rápido de Acupuntura

VII- BEXIGA
VII- B'EXIGA

l NÁDEGA - COXA
J
48 Congestão Portal Digestão - Prisão de ventre - Hemorróidas.
48 PAO HOUANG 49
e pélvica
Hemorróidas.
50 48 a 56 Est eri.lidade - Imp.
49 TCHE PIENN 51-52 Prisão de ventre - Hemorróidas.
53 = Roé de RT.
53-54 "Equilíbrio perfeito" Calvície 2 Mo xas por semanas, c cabelos brancos -
Meio da dobra do músculo Dermato - Joelho Vértebras - 53 espasmos. dores musculares - 54
50 TCH ENG FOU da nádega C.B. -Sfncope "Sangue" - Todas as paralisias - Gota.

I PERNA

Varizes - Hemorróidas - TMI + B 57


I
51 INN MENN 55 Lombalgias - EP
56 Lombalgias - EP F (stula - Hemorróidas - TMI + B 57
57 Pt D - ânus Cãimbras - Disenterias + BP'9 - Espasmos -
58 Vasos seco com R 3 Apendicite 1 h x 5 dias - Dá força às perna, - He-
morróidas. + 57 -
7d
59 Congestão p.' superior Algias nos 4 membros - Próstata (+ R6) - Nevral-
corpo. Fraqueza inferior gia do trigêmeo.
52 FEOU TSRI

530EYANG Meio da saliência poplear I PÉ


J
60 Algias - Nervos Cóccix - Atonia placenta - Hemorróidas-
54 OE TCHONG 2d (CU Tálamo - Pt. A Cólicas nefríticas (VB 27 HU - Paralisia MI.
61 Origem de lang. Talalgia - Tonifica Tálamos (+ B 60) - Excitação
55 tio YANG cortical.
- Tsiao MO
2d
62 Circulação cerebral Tonifica o cérebro - Depressões - Obsessões -
56 TCHRENG TSINN Tálamo - abre Espasmos. tensões - I nsõnia - . Algias -
Yang Tsi ao MO Furúnculos abcessos - Fong . dos membros -
e
Rigidez.
3d 63 "Porta de ouro" - Surdez (+ VB 41) excitação cortical com
Geki Roé : lang Oé movimentos descontrolados - Drenagem psíquica
64..q5 Pt. A. - B65 : Vertebralgias - Quadris - Estado congestivo -
57 TCHRENG CHAN Abscesso Febres.
Face látero-posterior 66 Pt. H e A Indigestão - Coriza crônica - Cefaléias.
58 FEl YANG 67 Parto difícil - Anuria , Parasitoses - 3 luas novas
Algias - Pts. T e A
Congestão cabeça em seguida - Vertigens-Congestão óculo-cerebral.
em AR do,perôneo sob maléolo ext.

TCHING KOU 64
59 FOU YANG
3d CHOU KOU 65

60 KROUN LOUN} Face TONG KOU 66


61 POU SANN látero-
externa
62 CHENN MO Face
lateral
(
(
96 - Curso Rápido de Acupuntura Esquema dos Meridianos - 97
(

(
VIII~RINS
V _ Cabeça_ Cérebro -LPescoço_ Espádua _____ V B23
( VB7-8-9-10-11-12 . J Tórax Tsou Chao Inn

( -15
.r
Omoplata

P~
ITM 13-24 Col. vert. R-- V
.
-r C6ccix
VB30'
Massagear Esterilidade - Tônico flsico e pslquico - Câimbras
- Oft. - Faz suar e urinar (+ 2) em D.
Nádega - Coxa 2 Nutrição - Pt O Esterilidade - Tônico flsico e ps(quico -
Vago-simpático
Quadris - MI __ 5q artelho Hipertensão (angústia) - Furunculose - Ver R 1 -
Sono.
3-4 Cong: UT - Ovo Inn fraco - Inatividade - Intestinos - Regras
4 = Pt G - Col. Lomb. dolorosas - Furunculose - Angústia - Impulsos
complexos - Al)úria - Anorexia - Dores nas
vértebras.
VB ~ 5 "Ág ua da fonte" · Regras insuf. - Intestinos - Regras do lorosas -
--~ VB @
F - - - , V33
Edemas - Tônico renal.

Disturb. dos vasos secund. =V64+R4 6 Roé = Inn Tsiao Mo Algias da mulher - Distúrbios dos líquidos
"Nascente da água" hormonais e regras::" Edemas - Tônico renal.
A bex iga é fortificada por V 1O em +
ou VB20 em - relaxada por VB 20
PERNA

7 "Volta ·ao escoamento" Idem 6 e 5 - Ponto de sedução - I mp. - Pt. T


8 Edema Idem 6 e 5 - Dismenorréia. .
INN KOU 10 9 "Construção sobre Saúde e força em uma hereditariedade precária =
a praia" belos filhos (+ JM 10) em um terreno frá ~, il = Impe-
de FC - Instabilidade do humor .
10 Pt H - Antit6xico Oligúria - Imp. - Gota grande artelho - Joelho.
(Esquema página 96).

YONG TSIUANN
Rl

TCHOU PINN} 9
TSO PINN

TSIAO SINN 8
FOU LEOU 7_ d
Planta do pé
Face interna da perna
6d
TRAE TSRI 3
TCHAO HAE 6_
j3
TA TCHONG 4
CHOE TSIUANN 5

JENN KOU 2
.98 - Curso Rápido de Acupuntura Esqu ema dos Meridianos - 99

VIII -R INS] VIII- RINS

I ABDOME
I
11 Roé =Tch rong Mo Esgotamento dos órgãos,
-EP
12 Roé=lnnOé-EP "Suprema austeridade" (lmp). - Esterilidade
Ovários - Salpinge criptorquídica - Oismenorréia + 13.
13 Ovários - Salpinge EP "Energia vital" - E,sterilidade cript.
27/U FOU 14 "Palácio das Medulas" "Energia vital" - Regras dolorosas - Esterilidade
cript. - Colite - Enterite + 12 a 16.
:l 26 HOUO TCHONG
15 a Roé = Tchrong MO "Energia vital" - Regras dolorosas - Esterilidade
25 CHENN TCHANG 17 - Colites,

24 LlNG SIU
li
r TÓRAX
I
23 CHENN FONG 18 a Perto d igestivas Dispepsias - Digestões - Piloro (21) (mal dos
21 transportes) impede o excesso de Yang após estada
22 POU LANG à beira-mar.

2110U MENN
r INTERCOSTAIS
I
22 a Pontos intercostais a 1 cm do espaço esterno costal sobre a borda superior
20 TRONG KOU
27 da costela.
19 INN TOU
22 Ap. respiratório Coronárias ~ Brônquios - Pulmões + E 18 + R 26.
18 CHE KOANN
23 Nfvel mami lo Regulariza coração - Tônico - Anorexia - Ação
(E 17) sobre as coronárias ( + JM 17) - I nsõnia.
17 CHANG T510U 24 Coronarite (+ JM 18) - Insônia.
25 Abrigo da divindade Coronarite - Insônia - Diurético como R 27.
26 Ap. resp. +R22+E 18 Congestão de todos os órgãos - Insônia:
16 ROANG lU E 25
16 O--JMB 27 Hipotálamo hipof. Distúrbios PSH devido à parada de R - Insônia -
15 TCHONG TCHOU posto OI iguria A dispersar - Cire. cerebral.
J •
14 SEU MANN

T
14
I
.• A 2d de Jenn Mo
13 TSRI TSIUE 3 :
\ :
12 TA HO 2;-
A1d112de
11 HONG KOU Jenn Mo
100 - Curso Rápido de Acupuntura

VASOS SECUNDÀRIOS. R.

~ ___ Y64
Distúrbios dos vasos sec.: Y 58 + R3
®
R_ F_ P_ Garganta- Rafz da língua

R --- P - C- Abdômen
~
Tórax ___o Pulmões - C.A. E.
Preservar RP (Terra)
R-RP6
-TM1 A Terra triunfa da água
(Rins)
-JM3 -4-7 -17
R3-Y58
R 9 direito - Y
R e:querdo _ C
R8 g. _TM1-TM4
) Esquema dos Meridianos - 103
) 102 - Curso Rápido de Acupuntura

) IX - MESTRE DO CORAÇÃO
IX - M ESTRE DO CORAÇÃO Cheou Tsiue Inn
)
)
) r TÓRAX-BRAÇO

1 Sangue - Pt. F. de C
I
Pericárdio e org. sexuais.
2 Vista Precordialgia Oft. - Órgãos sexuais - Braço.
J 3 Coracão Cardiotônico

) TIENN TCHEU 1
r ANTEBRAÇO

4 Descongestionante Cardiotônico - Timidez


I
5 Flebotônico Cardiotônico - Febres - PSI (sens. de insegurança)-
Órgãos sexuais.
6 Equilíbrio I/Y - Pt G Calma e distensão - Insônia - Febres - PSI - Ma-
R22 les dos intestinos.
7 Coracão - Pt D. A ção sobre TA ,- Febres - O rg. sex uais.
TIENN TSIOUANN 2
i:
r MÃO
I
8 Capta E. Inn - Pt H Febres (P 9 também) ·-Órgãos sexuais. Tônico.
7d
9 Vasos - Pt. T. Mx da hipervascularização cerebral com hipertensão
Circo rerebral - TA. (calor, suor) fazer sangrar em casos de ameaça de
Regularização do apoplexia.
ciclo mens!nlal
Dobra do TSIOU TSRE 3
cotovelo VASOS SECUNDÀRIOS M.d.C.

.TSRI MENN 4
RT 5 ---..@ _ Coração

TSIENN CHE 5 RT4_~


F .~
5d NEI KOANN 6
VB--------~
N.B. M.d.C. bem como C são muito sens(veis
TA L1NG 7 agir rapidamente e de modo adequado.
Evitar a agul ha em C1-C2 e as moxas em C9
Perturbações Vasos Seco = MC 5 + TR 7
M.d.C.: tonifica : vasos, olho, mucosas, brônquios, digestão ,
LAO KONG 8 . pâncreas, aparelho genital, bexiga.
VB - alegria e prazer de viver
dispersa: a bile, o coração, o baço.e o esf(ncter.

,
j
TCHONG TCHRONG 9 j
Esquema dos Meridianos - 10 7
106 - Curso Rápido de Acupuntura

XI - VEslCULA BILIAR
VASOS SECUNDARiaS. TR
Tsou Chao Yang

TR ~ JM 17 ~ Cl avícula -?Pescoço ':"' Orelha. mastóide -?F aces -?Ángulo int. do olho.

TR4_MC6 Oh. - Fotofobia - Conjuntivite.


Oh. (vista fraca) -Surdez - Zumbo de ouvidos.
TR ____ IG12 Df!. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos
_ VB 1_3_4_5_7_11_15_20_ 2 1 - Par. facial .
_JM12_1 7 Dft. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos.
Df!. (glaucoma) - Coriza - Enxaqueca - Surdez
TR5_MC7 - Zumbido de ouvidos.
TR .1 5 - Tó rax ~_Cora ção IG Oh. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos
- Pré-molar.

VB_§-~ JM17-~ Df!. (glaucoma) - Surdez - Zuinbido de ouvidos


- Amfgdalas.
Oh. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos

~ P - Vertigens - Odontologia sup.


Oft. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos
- Congestão.
Dft. (glaucoma) - Embriaguez - Digestão difícil -
Surdez - Zumbido de ouvidos - Resfriado.
JM7-@ @-JM12
Oh. (glaucoma) - Surdez - Zumbido de ouvidos
- Congestão.

e-I"R~I
Idem - Estado congestivo - Caninos.
TR : 1 3 _ Yang Oé (p.58)
Oh. - Fadiga e dor de olhos após leitura -
Friccionar. '
Oft. - Coriza - Frialdade - Encefalite.

OSMO_@ Hiperemotividade - Frialdade - Doença inf. -


Apoplexia - Congestão - Ansiedade.
Oh. - Febre - Vertigens - Surdez - Zumbido de
ouvidos - Molar superior.
Ciclo do TR : Mo geral : JM 5 Oh. - Cefaléia - Vertigens - Enxaqueca -
Abcesso dent.
Rr sup .: Est _ Diafragma - P2 · P1 Congestão 6cul0-cerebral - Epistaxe - Friald ~d~.,­
EP-GIl:7 - 18_Ungua _Est_P1_0relhaeCAE Abfe 'ã"m'edíiiiÇãi:i ':::: Transcede -ãco nsciêfícia. - -
Sürdez - Zümbido' dã ouvidos - Menfngo-encefa-
R r méd.: E st - P - Sangue_ Meridianos. _ Mo: JM 10 -12 - 13 lite - Debilitação - Asten ia - Controle dos
R r i n f. : Alto da bexiga _ R g_ V53 movimentos.
Mo : JM5 _ R dr - TM4
- V24 lU de R
P.M.: VB nariz: pág. 67 -dispersa o Yang (20')
Distúrbios dos Vasos Secundá r ios TR 4 _+ Me 6
~
,
,.- ... , ::.;
~.
: .'--:'
Esquema dos Meridianos - 109
108 - Curso Rápido de Acupuntura

XI - VEsíCULA BILIAR
XI - VEsíCULA BILIAR

21 TSIENN TSING IPESCOÇO - ESPÁDUA conf. esque ma CABEÇA - PESCOÇO pág. 125
I
20 Fong TcheJ = Comanda o Simpático.
Fong Tchih = Cérebro - Olho - Nariz - ORL - Tr. nerv. -
Fong Tchrê = Febres - T.A. Endócrinas.
Contrai ou tonifica - Miocárdio - Olho - Baço -
Fígado - Esfíncteres - Tireóide - Útero - Vasos.
Dispersa ou relaxa: coronárias, intestinos e digestão
- Glândulas salivares e lacrimais - Brónquios -
VB. Circulação linfática.
22 IUANN YE
21 Roê RT + E Gânglio cervical simp. sup. borda sup. do Trapézio
23 TCHRE TSINN JM17 + Yang Oé. Energia - Tônico - Espádua.
2.4 JE IUE , dos 5 órgãos Não picar.
WL + S.D.M .- Be Esp·
~ÕRAX I
22 Tonifica VB Golpe de ar EP e Mo xas interditas
23 Tonifica VB - Roê Fadiga do sistema nervoso - Paralisia.
24 BIS (Dr CH ) de B
24 Roê BP + Yang Oê Estômago - Frgado
Roé "Sol e Lua" MO
25 TSING MENN 25 Tonifica Rins : MO Disúria - Colite - Fraqueza do Inn.

IILHARGA
26 TAE MO I

27 WOU TCHOU 26 Liga o Meridiano F ao Quadril e todas as articulações


Meridiano VB (Tae-Mo) Ventre inchado. Ginecologia. EP.
27 Ginecologia
28 OAE TAO (+ 26 é 27) Dores plexos - Hipogástrico (Afecções das vias
urinárias) - Ventre intumescido e idem 26.
28 Fim de Merid. Curo Anorexia - Ceco - Útero - Vómitos - Edemas.
29 TSIU TSIAO Tae - Mo
1 TO acima do grande trocânter
~~~~~~~___ Grande
trocanter fOXA
30 ROANN TiAO
Abaixo e atrás do grande trocânter 29 Roé = Y. Ts. Mo Dores e Embaraço nos MI e MS (VB 30)
Tsiao Mo Nefrite - Cistite - Algodismenorníia.
30 Roê =Bex iga = Ânus Perna - Joelho - Pé - Paresia e Paralisia MI ( +
34,38, E 39) Pei crônico MI - 3 vezes.
31 " Cidade do Fong" Idem - Prurido - Pei de umidade: pág.47

31 FONG CHIH
Atenção, o médius indica o ponto
Esquema dos Meridianos - 111
110- Curso Rápido de Acupuntura

XI - VEsicULA BILIAR
XI VEsíCULA BILIAR ]

TCHONG TOU 32
ICOXA
I
32 Roé com Inn de Co xa Paralisia MI (+ 34, 38, 39) - Algias Coxa.
33 "Barreira do Yang .. Paralisia MI (+ 34, 38, 39) - Joelho

Ip"ERNA
I
4TO 34 Músculos - EP Tônico muscular poderoso - Hemiplegia -
Esfíncteres - Joelho - Quadril - Prisão de vent re.
35 Roé de Yang Oé Esfíncteres - Joelho - Quadril - Hemiplegia
36 Pt. G. Golpe de ar - Ferimentos evenen"a dos (fazer
Y ANG KOANN 33 bis Estimula VB sangrar) - Raiva - EP.
37 Lo para o F {gado Algias Oh. - Nevralgia panturrilha - Raiva.
1 d da interlinha 33 V ; :. Enf~ rgi~ Máxima Artrites - Paludismo - Cefaléia temporal - Prisão
p, _o. de ventre - Asma - Boca amarga - Abscesso e
Tuberculose (+ 39) - Excesso de Yang.
39 Roé geral ó :Js 3 Mucosa - Abscesso -Leucopoiética (fraturas,
Yang do pé:'" Febre infecções, chagas) -Hemiplegia - Resfriado -
Med ula óssea Idem 38 - Na artéria tibial anterior - Fricciona r.

Cabeça do perônio -h/-T'f\"~ IANG LlNG TSIUANN 34


rÉ I
40 VB - F. Inn Calafrios - Febre (Palu) - Fádiga PSI.
Perneiro anterior 41 Adiposidade Calafrios - Febre (fong cabeça) - Mamite.
Extensor comum_"-/---tl-1-tH,t-tH-
dos artelhos Abre Tae Mo.' Abscesso - Regras ditrceis - Baixo ventre.
Pt dos 4 mares Artrites erráticas - Pleurisia.
IANG TSIAO 35
42 Sem Moxas Colecistite com cálculos - Tuberculose - Abscesso.
43 Pt. T. - Estado Colecistite com cálculos - Artrites erráticas.
Tonifica VB - Insônia (preocupações)
OAE TSIOU 36 Tuberculose - Abscesso.
44 Pt. T. Estado Laringite - Abscesso - Tuberculose - Calmante da
KOANG MING 37 congestivo tosse - Dispnéia - Cefaléia nervosa
Febre
7d IANG FOU 38
SIUANN TCHONG 39
5d 'TSIOU SIU 40
TSOU LlNN TSRI 41
TI WOU ROE 42
SIE TSRI 43
TSIOU TSIAO INN44
4q artelho
44
Face externa
112 - Curso Rápido de Acupuntura

VASOS SECUNDÁRIOS. VB.

TR C':\
IG ----·.~

TR - -- - E Y
20 GI .' VB 3-4-5
E -

V--
TR-
IG
::.§
~ VB7

V - ---\
yG-----~8-9~

~TR
~---IG
TR
IG.®-V 15 (~.. TR

F_CID ~-.--E

~
E1-E3-E8_
" ~.____IG 12-17-19
~V31-33
VB
~
• Mel
- TR 17-20-22-23 Axila
1 Órg. genit.
~ "
\~
·~_ _ _
• F5-F13
.TM1
,
Peito
."' t
Quadril
~
"

VB 22à23
,
TM1
VB30

~
Coxa ~ Perna _ 4C? artelho
Distúrbios dos Vasos"Secundários V B 40 +. F 5
Esquema dos Meridianos - 115
114 - Curso Rápido de Acupuntura
XII - FIGADO
XII - FIGADO
Tsou Tsiue Inn

I
Todos os espasmos Anemia - Diabete - Congestão UT - Prisão de
TCHI MENN 14 ventre TM 1 + VB 34 - Dilatação - Srncope.

Linha "Mamilo" 2 Congestão - F (gado D. Enuresia - Insônia - Angústia - Diabete.


2 últimos espaços TCHANG MENN 13 3 Fígado - Icterícia- Pés frios - Précordialgia - Nevralgias. Mialgias MS
intercostais Edemas - Doença infec. - Úlceras varicosas -- -ORL(+G14) - Atraso
4d de JENN MO Ginecologia anorma l das regras (+ BP 61.
4 Tônico dos órgãos I nn Anorexia - Mialgias - Imp. - Dilatação (+ 1,2,3).

TCHI MO 12
5 Equilíbrio VB é frgado Palpitações - Tristeza - Astenia - Prurido
Dobra da virilha. + VB 40 6-obstrução 'e tumores intestinais-Inflamação do
Ar!. femural palato e faringe - Gases pélvicos.
6-7 6 = Pt. G. J oe lho MI e CL para MS . (+ 8).
YIN L1ENN 11
8 Antitóxico - Ponto T Oligúria - Edema Q - Prurido ~ Equimoses fáceis

3d
t Afec. abdomino-pélvicas - Insuf. hep. (+ VB 36) - Dist. crônicos - Vias
resp. - Vista - Disenlerias.

YIN WOU LI10 ICOXA

2d 9 Envoltório do Inn Disúria - Distúrbios da emissão - Regras difíceis e


INN PAO 9 dolorosas.
10 Sudor(fero + P7 ou P1 O Disúria - Insônia - Convalescência de gripe.
5d 11 Prurido vulvar - Esterilidade (M x) - EP.
12 Sem agulha Imp. =A massagear- Orif. ing uina l + F 2 + E 12 +
TSIOU TSIUANN 8 VB 22.
Cf. R 10 p. 113
3TO
HSI KOANN 7 13 Estimula BP "Porta do Tônico - Distúrbios digestivos origem F ou VB -
Abrigo". Roé dos Menopausa - Estimulante fígado - Parto e
órgãos INN Mo de BP seqüência difíceis + JM 6 se distúrbios no
Reanimador Inf.
14 F(gado-Pto.lnn Oé Acomodação e coordenação da vista.
TCHONG TOU 6 Mo de F - Inn médio Psiquismo - Parto difícil - Golpe de ar durante as
Estimule cnti-hipófise regras - Côlera. -
2d
LI KEOU 5

6el
Esquema dos Meridianos - J J 7
J J 6 - Curso Rápido de Acupuntura

VASOS SECUNDAR lOS. F. OS MERIDIANOS DO PÉ

RP- @ @ @-VB

Tonifica r RP para evitar


a passagem em P

F
'" VB40

Olho - . . Faces _ _ .Lábios __ '. Diafragma


Distúrbios Vasos Secundo =

-..P
F3 + VB37

- ---TM 20

F
~V 33 '
RP6

• Me l
IM 24 - Pâncreas -8 Y62 CHENN MO CHANG TSIOU RP5

TSIETSRI E41
......... _ JM2-3-4 . TCHONG FONG F4
......... 3 • VB 37
TCHRONG YANG -E42
KONG SOUN RP4

YB41
TSOU LINN TSRI
SIEN KOU E43

V 65 CHOU KOU Y65 T AE TCHONG F3

VB42 TRAE PO RP3


TI WOU ROE Y66 '
V66 TRONG KOU
VB 43 HSIE TCHI
I .'
TA TOl r
NEI TINGE44
~ P2

SING TSIEN F2
Y67 TCHE INN Y67
VB44 TSIAO INN INN PO RPl
YB44 TA TOUN Fl
LI TOE E45

V41 = TCHICH TCHI (WL) = TSIE TSRI (SM) = TCHIKI (Ch)

Área de aǧo para as pontas dos dedos e artel hos,


da "borda ungueal" externa e interna.

~ META ou FALANGE
Esquema dos Meridianos - 119
118 - Curso Rápido de Acupuntura
JENN MO
JENN MO
Roé TM + Tchrong Síncope - Órgãos genitais.
MO Reanimação
TCHRENG TSIANG 24 afogados
2 Útero - Roé F Roé de BP - R - F - S íncope - Imp. - Frigidez.
3-4 RoéBP+R+F. "Ba rrei ra da Essência Vital" - Esterilidade (4m) ~
L1ENN TSIUAHN 23 Útero bacinete. Imp. - Inerc. plac. - Fadiga - De"tém evolução da
3 = M. de V. gravidez (+ 5).
5 "Po rta da vida" Frigidez. Órgãos sexuais - Coração - Astenia -
MO de R T. Ceco apend. - Tônico genital a friciooar.
TIENN TOU 22 6 "Mar de Energ ia" Mal crônico por vazio de E - Enurésia - I nício de
.\ . Ap. Geniturinário qualquer doença aguda - Cecocol ite.
SIUANH TSI 21 7 Roé R +Tchrong· MO Tonifica o rean imador inf. Qualquer doença aguda
MO (TM20+ F 3 + R 3).
HOUA KAI 20 8 Umbigo e contorno Cecocólica - 100 moxas para comas - Apoplexia
9 Ação sobre os I rquidos Edemas - Anabólico - Colite Tireóide
TSEU KONG 19 Obesidade.
lU TRAHG 18 10 Roé BP. Digestão - RT Est. int. Respo nde ao pulso E - Tireóide
11 Idem - Int. Responde ao pul so VB.
TRANN TCHOHG 17 12 Roé ID+E+RT, Médio Disenteria - Cólera (E 36 + E 44) - Febres
e inf. epidêmicas - Depressão.
TCHONG TING 16 13 Roé 10 + E + RT médio Febres epidêmicas - Anorexia - Astenia - Pulso em
BP -Idem 12.
14 Pulso em C - MO de C Faci lidade evacuação feto morto (+ G14 (+) e BP6
(-) - Tumor est. Vermes - Idem 13.
TSIU OE 15 15 Fonte dos centros vitais Pulso em M de C - Neuropatia - Astenia -
- Comanda os corpos Plexalgias - Dispe psia - Imp .
TSIU KOANN 14
gordurosos
CHANG KOANN 13 16 Vômitos + 17.
17 Roé JM + RT + BP + F + Mestre da E. resp iratória e circulatória
TCHONG KOANN 12 10 e vasos seco Cardiopulmonar (Asma CP 7) Angor
E - respiratório sopro Precordi a lgias Conseq. enfarte
TSIENN LI 11

~~ ~,m
Laringotraqueo-bronquite (A sma + P 7).
HSIA KOANN 10 18 Plenitude pulmonar Menos forte que 17.
ld Defesa leucocitária Enfer. dos brônquios - Pulmões.
CHOE FENN 9 19-20
19-20 Idem e dores de garganta.

-=tem
_8 _ _ Umbigo, centro e ao redor
CHENN TCHEU 8
21

.22
Plenitude pleuro-pulm.
e defesa leuco.
Tienn Trou
Angina - 21 + E 36 =Indigestão.
Tosse - Traqueo-bronquite - Asma
Sobre a linha mediana e um ponto de cada lado
7 YIN TCHIAO (ou TSIAO) Alergias - Pt F do C. plenitude pleuro-pul(T1. Angina. Tosse Tireôide.
2d do O. 23 Lien Tsiounann Roé de Inn Oé - Bronquite - Faringite.
TCHIH HAI 6 24 Tchreng Tsiang Dois pontos de cada lado e no meio. Roé de TM .
(TSRI-HAE) E-GI-20. Drenagem F.
CHE MENN 5 Regulador da água e do açúcar. Sede.
Diabete - Uma vez por quinzena, 2 meses.
Nevralgias incisivos e molares. Contorna a boca
7d KOAMN IUANN 4 para ir sob a língua e por corrente transversal
TCHONG TSI3 juntar-se a Tou-MO.
7d TSIOU KOU 2

PM35 TSE KONG


ROE IHH 1
(entre escroto e ânus)
120 - Curso Rápido de Acupuntura

VASOS SECUNDÁRIOS. JM.

JM 15 _ _ __ _ ~, Abdômen

T chrong Mo _ _ _ --'-_ __ _ _ _ _ __ __ __.... JM 1


Foie JM 2
RP-P-F(gado , JM 3-4
R+TchrongMo ,JM7
RP JM10
IG TR E JM 12
IG + E , JM 13
RP + R + IG + TR JM 17
Inn Oé • JM22-23
GI - E - TM , JM 24

E4 __ V1
JM - - - - - - : - TM 1 _ TM 20
~ TM27 Inn T!;iao
~ Pâncreas - Frgado

Para Jenn Mo e Tou Mo. picar O ponto ou de cada lado do ponto pois os meridianos são
duplos, a corrente sobe à direita e desC1! à esquerda.

Jenn Mo: trata de tubo que quer sair do corpo


toda sobrecarga negativa: I nn
as doenças e distúrbios da muI her.
(

Esquema dos Meridianos - 123


122 - Curso Rápido de Acupuntura

TOUMO
TOU MO
IVÉRTEBRAS LOMBARES - SACRO - CÓCCIX
Esquema da cabeça pág. 125
1-2 Roé Jenn Mo + VB + R Vertebralg ias - Hemorróidas: (B57) - Imp.
3 Artrites
~ 4 Tonifica Yang nos Org. - Imp. - Varizes - Hemorróidas - Convulsões em
Sermatogênese crianças-Febre de 40 0 - Lugar de concentro de E.
Sali;;;;;ia .-~ - - - NAO ROU 1M 16: CH = 17 SdM 5-6 Espasmos Imp. - Varizes - Hemor. - Distúrbios digestivos.
suboccipital .------FONG FOU TM15 : CH=16 SdM
- - - ----- - - . - - - - ---IA MENN TM 14 =15 SdM
IVÉRTEBRAS DORSAIS 1
t
3d
I ------ - -13 C}
- - - - - - - - 13 b ou 14
7-8
9
Sarda da E. de TM.
Convulsões
Estimula (eletropunctura) somente.
Tônica FlS. e PSI. - Dispnéia
! rc?l ---- - - ---13 a 10 10 e 11 : Agulha proibida Golpe de ar - (Tosse e Dispnéia )
-- -----~ -- --- PAE LAO TM 13 11 Coração
12 Cérebro - Medula Úlcera do Estômago (+ E 36)
D1
@- ------.T'HAO TAO TM 12 12 Cérebro - Medula Fadiga intelectual e mental
D2 e Tálamo Depressão
13 "As cem fadigas" Anemia - Gripe - Contusões - Hipófise
D3
. - - - - - - - CHENN TCHOU
D4
TM 11 fVÚlTEBRAS CERVICAIS I
rD5l
~----- CHENN TAO TM 10
13 I
A: Hipófise
B: Paratireóides
I Dispersa o Yang - Espasmos - Febres - Diabete.

D6 C : Tireóide
8 - - - - - - - LlNG ·TAE TM 9 140u15 IA MENN: Apoplexia - Nem EP nem Mx. Atenção : 14 a 26: agulha
D7 1 Sou 16 Tonifica ~ Hipófise - Medula muita superiicial .
• - - - - - - - TCHIH Y ANG TM 8
Supra-renal - Yang - Simpático.
D8 Febres - Todo choque ou algia - Cefaléia
D9 Harmonia -Inn - Yang
. - - - - ; - - - TCHIN TCHOU TM 7 Acidez do Estômago
D 10 Dispersa o Pâncreas
. - - - - - - - TCHONG TCHOU TM 6 bis
D11 VASOS SECUNDÁRIOS. TM .
.-------TCHI TCHONG TM6 _ _ _ Vl1-12
D12 TM
.

~
1 _ _ _ JMl-24
-------IUANN TCHOU TM5
L2 JM~VB
- - - - - - - MING MENN TM4
L 3 .
R"'~""TM..4
Esquerda
.: L.~_+ _____ YANG KOANN TM3
L 5 )----V
lang Oê TR 5
.-___ v
- - - - - - - YAO YU TM2
Todas os _ _ _-{
C6ccix
Yang
- - - - - - - TCHRANG TSIANG TM 1 GI
E
'Cf~])
.. JM

----~
(
l
r

124 - Curso Rápido de Acupuntura Esquema dos Men"dianos - 125


os OITO MERIDIANOS DA CABEÇA
ICABEÇA--f'ESCOÇO

Classificação Soul ié de Morant


S.D.M. WL e Dr CH Esquemas p. 125
16 =17 NAO ROU Roé B + I nn Oé. Ação sobre as supra-renais nas
Nao Rou algias e os ataques Fong - Choque físico e
Agulhas e EP proibidas psíquico.
17 = 1 8 outros autores Roé B "Palácio do Cérebro" - Congestão face-olho
(WL) Tsiang T sien n - Orelha - 80ca - Cérebro - Psiq. sem EP.
18 = 19 WI Reou Ting Peso geral congestivo - Nevralgias.
19 =20 WL Paé Roé Tônus intelectual e mental - Equil (brio Psq.
20 = 21 WL Tsienn Ting Dispersar se houver apoplexia - Congestão.
Tonificar se houver fadiga e depressão.
A ação ê muito brutal. Atenção.
21 =22 HSIN HOUEI De 21 a 27 ·mais seletivos para face Oft e ORL.
Proibido antes dos 12
anos
22 = 23 WL e CH Fong de cabeça - Febre - Coriza - Algias.
Chang Sing Inflamação Nariz - Cornetos - Olhos.
23 = 24 WLe CH Agulha proibida "Palácio da Providência" como
23. 24
Chenn Ting
24 = 25 WL e 27 CH Doenças do nariz. Tonif. o Y - o TM em (+) -
Sou Tsiao Disp. Rinite - Dispnéia.
25 =26 WL e 28 CH Roê E e IG - Hipoglicemia. indisposições.
Choé Kéou . Suores (+ IG 20) Edema rosto. Congestão.
26 =27 WL e 29 CH Roê E e IG - Hipoglicemia. indisposições.
Toé Toann Suores (+ IG 20). Enfer. boca - Nariz tapado.
27 =28WLe 30 CH Roê JM e E. - Gengivas. Cornetos.
Inn Tsiao ou Kenn Tchiao Indisposição. Epidemias.
em gengivas
Tou Mo: Trata das doenças devidas à sobrecarga + e as doenças do homem mais do que as
das mui heres.
PM de TM: TM 23A:lnnTrangpág. 67. Ton:TonificaçãodoCoração- RT -VB e o Yang.

I ntestino grosso 17 a 20 Reanimador triplo 16 a 23

---- Estômago 1 a 11
•• •• Vesícula biliar 1 a 20
I!I!I!!!!!! Intestino delgado 14a 19 Teu Mo 14a 28
TERCEIRA PARTE

GUIA TERAPÊUTICO DE
. MEDICINA OCIDENTAL
A ACUPUNTURA NÃO É UMA SÉRIE DE RECEITAS

I nicialmente. ela é a observação. a reflexão. o diagn6stico etiológico do


desequilibrio local ou geral no , circuito energético que controla a saúde. Após o
restabelecimento do equilibrio geral. pelo manejo da energia segundo as grandes regras.
impõe-se uma escolha.

Uma dada sintomatologia


evoca uma escolha de pontos

Este guia tem por' objetivo auxiliar


a memorização e a seleção dos pontos
no caso de uma aplicação prática exata

Não é uma cópia de tradutores. nem


uma relação de receitas.
é uma evocação não obrigat6ria.
indicada por nossa prática pessoal.

Além do manejo geral da energia


cada ponto de acupuntura pode estar
inclu ído em uma interminável repetição
de receitas impossl"veis de generalizar.

Trata-se assim da estimuloterapia parcial pouco durável e não da grande medicina


tradicional chinesa. manejo geral do circuito energético. que condiciona o funcionamen t o do
organismo. e portanto. do equilfbrio geral. garantindo a SAÚDE.
COMO USAR ESTE GUIA

Este guia terapêutico não é um vocabulário nem uma coleção de fórmulas. Ele foi
concebido para uma prática da medicina funcional comum, sem perda de tempo. Ele
permite que se aprenda sem esforço os principais pontos e suas indicações clínicas na
prática comum ..
Para cad~ doença, poderemos indicar a esmo, cerca de vinte pontos, porém
eliminamos esse modo de agir,
Para cada ponto de meridiano, pode-se dar numerosas indicações e explicações. Isso
também foi eliminado.
Encontraremos, às vezes em face de uma indicação clínica. o nome do ponto chinês
com as duas ou três pronúncias codificadas pelos autores da tradução. Basta reter um deles e ·
compreender que a pronúncia indicada não é a tradução perfeita dos ideogramas.
Acharemos também uma explicação mais exata. levando a um conhecimento mais
precioso do ponto. O que é mencionado ao lado de um ponto, s6 interessa ao mesmo.
Frente a cada ponto revimos em detalhe a localização e o indicamos, do modo
mais claro poss(vel.
Familiarizado ,pom a presente obra. será fácil se aperfeiçoar e entender todos os
trabalhos anteriores e futuros.
O estudante de acupuntura 'se beneficiará portanto de uma vasta experiência dos
antigos e de um trabalho que as condições de vida cada vez mais draconianas, não lhe teriam
permitido realizar. O presente livro tem por objetivo · ~ -esclarecer , simplificar, e orientar o
médic:o tradicional, sobrecarregado de trabalho, propondo-Ihe uma alternativa básica.
Os pontos jndicados não devem ser escolhidos antes de se ter resolvido o modo geral
de manejar a energia.
O que importa é:
o diagnóstico exato, de uma medicina rigorosa e moderna
o conhecimento das propriedades essenciais dos meridianos e pontos.
a compreensão geral do manejo da energia e sua aplicação sobre cada caso
especffico.

O importante em medicina .tradicional, .não é uma enciclopédia de conhecimentos


obtidos de memória, mas sim a cqmpreensão geral do corpo humano, da saúde e da maneira
pela qual pode-se fazer com que os doentes a recuperem. É nisso que consiste a verdadeira
inteligência; é nisso que . reside o grande segredo e ~ão na confusão pseudo-cient ífica
protegida 'por regras estritas, colocando teorias e sistemas, como a maior preocupação.
Não existem regras estritas. A inteligência é a adaptação, a mudança. o progresso.
Uma medicina tradicional de qualidade é preferível a uma má medicina chinesa e
vice-versa
Uma terapêutica só é eficaz se estiver ligada a um diagnóstico bem preciso.
A medicina improvisada é uma verdadeira exploração da humanidade; 'ela custa caro à
Previdência Social e leva o maravilhoso organismo humano à rurna
132 - Curso Rápido de Acupuntura

LOCALIZAÇÕES

Cada ponto foi totalmente reestudado, em função de 3 parâmetros :


Trôdição chinesa.
- Bons res ultados com a clientela,
- Detecção elétrica.
Além do trabalho pessoal contribuindo para esclarecer e facili tar o estu do.
CAPfTULO VII
AS FADIGAS

ASTENIA

Lembrete (exigido pela prática). Toda fadiga deve ser analisada cI(nica, radiológica e bio-
lógicamente, antes de ser tratada segundo a med ici na chinesa.

Geral R 22 Pou Yang Ângulo esterno-costa l do 7q Esp. int.


C. nível JM 16.

IG3 Réou Tsri Lado externo em ar. cabeça 5q


metacarpiano.

Cerebral GI9 Cheou Chang A 3 TdD da dobra do cotovelo lado


(e>ccesso de Lien do epicôndilo. Externo ao extensor
trabalho) comum.

Regulação das TM 13 Paé Lao "As 100 Fadigas" - entre C 7 e Dl.


supra-renais e
sistema dience- TM 14 la Menn "Porta do Mut ismo" - Yang pleno
falo-hipofisário Cavidade suboccipital. Entre C 2 -
C3.

TM 15 Fong Fou Situado a 2 TD sob a bossa occipital.


. Entre C 1 e C 2 (SdM) .

Ponto Mar das TM 16 Nao Rou Sob o occipital "Palácio do Fong".


Medulas Todos os choques.

Regulador de E E 30 Tsri Tchrong Borda externa are. sup. do púbis.

E 36 Sann Li Face ext. perna 3 TD da borda


inferior da cabeça da tíbia.

"Grande Controla- RP 21 Ta Pao Linha axilar do 6q espaço intercostal


dor" do I e Y dos (o mamilo está no 5Q). A 2 d da linha
órgãos mamilonar. A linha axilar é
latero-torácica da axila à ponta do
hemitórâx.
134 - Curso R ápido de A cupuntura Fadigas - 135

V38 Kao Roang Borda interna da omopl ata isolada 1 " Pal ácio das R 14 S e u Ma n 1 d sob 13. nível horizontal e a 1 D
d sob V 37 situado contra o ângulo Medul as '" JM 6 .
superior interno.
R 17 Chang Tchu 2 d linha JMo e nível h o rizontal
Captado r de E MC8 Lao Kong "Palácio das Fad igas" anastomose JM 10.
com o TR. Face palmar da mão.
A trás da cabeça do 3'1 metac. Astenia R 22 Pou Yang Último ângulo esterno-{;osta l d o 5'1
espaço in.tercostal. N (vel de JM 16.
JM 17 Trann Tchong 2 d sob o apend. xifóide.
T ô nicos Gerai s JM 6 Tsri Raé = 2 d sob o umbigo.
Catai isador de JM 15 Tsiou Koann Sob a ponta do apêndice x if6ide. Carências + + Tchih Hai
remédios por (ou Tchou
ação cerebral Wei = Tsiou Mi) JM 5 Chenn Menn = 3 d sob o umbigo.
Tchi Men
GI4 Ro Kou E ntre base metac. 1 e 2 d osso da
mão. JM 15 Tsiou Oé Sob ponta do apêndice x if óide.

Yang fraco ou MC7 Ta Ling Entre rad. e cubitus- Meio da dobra GI 4 Ro Kou E ntre bases metacarp_ 1 e 2.
hipotendido (ver coração) palmar do punho.
GI11 Tsiou Tchré Sobre o epicôndilo e x tremo dobra
Psicotônico C3 Chao Raé Dobra de flexão do braço fle xão face posterior do braço.
extremidade interna sobre o
epitr6cleo. Astenias PM 13 Oae Lao Kong pág.66

TM 13 Paé Lao Sob ap. espinhoso de D 1 e C 7. Astenia nervosa P 10 Yu Tchi = 'Prolongamento t face paim. indicador
lu Tsi nível dobra Em. Tenar. Entre bases
Astenia intelec- VB 15 Lamp lap Entre V 4 e VB 13. Parte lateral da metacarpianas 1 e 2.
tual frente à 4 TD do supercílio (ver
esquema da cabeça) pág. 125 Ps(quico P9 Traé luann Entre rad. e escafóide na dobra an t .
(en x aquecas) do punho face palmar.
Ver Tônicos, capítulo XIX-
F raqueza mental
Psicastenia Ver tônicos no cap(tulo XIX. Sistema VB 20 Fong Tcheu 1 d interno a TR 16 que fica no
Nervoso orif( cio. atrás da ponta do mast6 ide.
Mestre do sangue V 17 Ko lu Sob. ap. transv_ D 7. 3 TD da 'linha mediana posterior sob
o rebordo occipital _
V.B. : V 19 Tann lu Sob ap. transv. D 10.
TR2 Yê Menn Face posterior da mão (dorsal) entre
, Depois de farras R3 Traé Tsri Y.z d atrás do maléolo interno. metac. IV e V ~obre a linha
inter-articular metacarpo-falangi a n a_
E xcesso de P 10 Yu Tchi = Prolongamento face palmar indicador
álcool lu Tsi nível da dobra Em. Tenar_ Entre Fraqueza como V 30 Paé Houann 04'1 oritrcio sacro = V 31 (V 30 fica
bases metacarp. I e 11. seqüela de Yu ao lado, art. sacro-il íaca).
tuberculose
JJl9 Chenn Tcheu Em torno do centro do umbigo_ Não
se deve usar agul ha no centro. V 32 Tseu Liao 2'1 orifício sacro.
Tseu Liou
Esgotamento R 11 Hong Kou Borda sup. do púbis 1 d lat. de J . Mo. Tsre Tsiao
geral
F adiga sex ual R 12 Ta Ho A 1 d lateral da linha JM e 1 d V 33 Tchang Liou 3'1 orití cio sacro.
vertical de R 11. = Tchang Tsiao

Vita lidade R 13 Tchi Tsiué Borda GdD abd_ a 1 d sob R 12 e da Ane mia V38 Kao Roang 4 d de D 4. borda interna , da
linha JMo nível horizontal de JM 5_ + omoplata afastada_
136 - Curso Rápido de Acupuntura Fadigas - 137

Fadiga JM3 Tchong Tsi 2 d sob o púbis. TR 5 Ouai Kouann Entre rádio e cúbito - A 2TdD da
=Oaé Koann dobra dorsal do punho.
VB 19 Nao Roang Sutura temporo-{)ccip. 4 dedos da
borda poste rior da hélice linha TR 19 F3 T raé T chrong E ntre bases dos metat. I e 11.
- VB 19. (conforme esquema da = T ai T chrong
cabeça) pág. 125
Reserva de E. F 13 Tchang Menn Extremidade livre do XI lado.
Fadiga lrin : R1 Yong Esse ponto capta a energia telúrica
Tsiouann Meio da planta do pé (ver esquema) TM9 Tchi Yang Sob. ap. espinhal de O 7.
massagear com falange dobrada ou
vibro-massagem profunda. TM 13 Pae Lao Sob C 7 e sob O 1.

R2 Jenn Kou Última saliência do escafóide face int. Cf. 133 TM 14 la Menn EntreC2eC3.
do pé, espaço astragaloescafoidiano.
Da mesma maneira que para R 1 TM 15 Fong Fou 2 TO sob depressão occipital entre C 1
(pode-se também picar). e C 2.

R3 Taé Tsri 1/2d atrás do maléolo int. TM20 Pae Roé Depressão linha mediana do alto do
crânio.
R4 Ta Tchong Borda sup. do calcãneo entre dois (ver esquema da cabeça - pág. 125)
tendões. Face interna do pé.
TM22 Desacordo entre 6 T dO do ponto entre supercfl io
R5 Choé Tsiuann Borda inf. do calcâneo 1 d sob R 4 autores cf. esque- linha média frontal
contra a goteira posto int. do ma da cabeça
calcãneo. pág.125

R6 Tchao Haé E ntre cale. e astrágalo sob ponta do TM28 CHoé Kao
= Tchao Hai maléolo interno simétrico a Chenn
Mo V 62. TM25 Chouei Keou Meio do sulco do nariz até o lábio.
Não confundir com C3 Chao Haé.
TM 26 Chouei Keou
Descanso R7 Fou Leou Tendão solear entre a tfbia e o L
Flee. de G 0-3 TO sob o maleólo int. Auriculoterapia ver Astenia pág. 262

Antidepressivo E40 Fong Long Face ext. da perna.


calmantes 1 d fora de E 37 que está a 6 d da EMAGRECIMENTO
borda inferior da cabeça da tíbia.

Tonificação Est. E 41 Tsié Tsri Adiante da dobra ant. do peito 00 pé. JM 8 Chenn Koann Centro do umbigo. Pode~e picar em
coroa, em torno do umbigo,
Inn fraco E33 Yin Chih ~ 3 d sob a borda sup. da rótula entre o
InnSé vasto ext. e o direito anterior. Chenn Tcheu

I e Y frascos E35 Tou Pi Face latero-t!xt. da ponta da rótula. JM 10 Hsia Kouann 1 d Y.. mais alto que o umbigo.

Revitalizantes E36 Tsou Sann Li Face ext. perna - 3 TO da borda ./M6 Tchi Hai 1 d Y.. mais baixo que o umbigo.
inferior da cabeça da tíbia.
JM 15 Tsiou Koann Sob a ponta do apêndice xifóide.
Depressão E39 Tsou Hsia Lien 6 distâncias de E 36. Face externa da
perna. E30 Tsri Tchrong Borda externa do púbis, borda gr
direito abdômen a 4 d de JMo.
Tônicos físicos TR3 Tchong Entre base 4q e 5q metac. depressão
Tt'hnll rl~ frtr.P. lÍnr!\;:l1 rlrt ·m~n. Anorexia E45 LiToé Borda ungueal ext. ;2q artelho.
138 - Curso Rápido de Acupuntura Fadigas - 139

Entrada de Yang TM8 Tchih Yang Sob ap6f. esp. O 7. Antid. drogas V 13 Fei lu Apófise transversa 03.
Antiv. veneno
R3 Tai Tchih 1/2d atrás maléolo int. (borda sup. do Antianafilático
calcâneo). Antialérgico pág. 159

F 13 Tchang Men E xtremidade Iivre do 11 <: lado. Necessidade de VB 8 Choae Kou 1 d Y, sob TR 20 (situado sobre o
drogas. álcool e temporal, ao nível do alto da orelha.
(Estômago) V 21 OeTu Sob ap. esp. O 12. fumo

RP 7 Leou Kou Face interna da tfbia 7 TO do VB 38 lang Fou Ocultação perôneo 4 d sob maléolo
maléolo interno. ext. contra a borda externa do
extensor comum dos dedos.

ASSIMILAÇÃO O renagem dos RP 9 Inn Ling Face interna perna, ângulo cabeça e
líquido s Tsiuann corpo da tlbia - saliência.
E30 Tsri TChrong Linha sup. do púbis, 4 O de JM -
borda externa do púbis. JM9 Chouei Fen Y, dist. sob o umbigo (JM 8).

Nutrição JM 12 Tchong Koann A 3 O sob a ponta xif6ide (JM 15). Alcoolismo P 10 lu Tsi Face palmar da mão - dobra da
eminência tenar - entre bases do 1 q
Obesidade Excitar o meridiano dos rins pela acupuntura, suprimir a alimentação e 2<: metacarpianos.
pág.211 excessiva e os excessos. F azer um balanço completo da saúde. Tratar o
pág. 214 a diabete e a hiperlipidemia. Tratar a ansiedade. Disciplinar o exercício Ver estómago V 21 Oé lu Sob. ap. ep. dO 12.
ffsico. Todos os medicamentos dos .. especialistas em
emagrecimento"são perigosos e ilusórios. Embriaguez VB 8 Cf. acima

TM 12 Trao Tao Sob ap. ep. D 2.


HEMATOPOIESE - ANEMIA
Após embriaguez JM 8 Chenn Tcheu Massagens em torno do umbigo ou
coroa de agulhas - para tonificar.
F azer aumentar V38 Kao Houang Nfvel 04 - 4 dist. de TM, borda
os gl6bulos interna da omoplata afastada·. Fumo, álcool R3 Tai Tchi = Y, d atrás do maléolo interno.
Traé Tsri
vermelhos
Tonificar a R4 Ta Tchong Bordo supero-int. do calcâneo.
Sp. Sangue V 17 Kolu Sob apófise tranversa O 7. vontade. diminuir
a ansiedade, exci· R6 Tchao Hai Sob ponta do maléolo interno.
Tônico poderoso E 36 Tsou Sann Li 3 TdO sob o rebordo inf. da cabeça ta l' o apetite. acres-
. da tlbia, face externa da perna. centar vitaminas MC6 Nei Kouann 2 d sob a dobra palmar do punho.
Gl - B2 - B6 - C Superficial. 3 a 6 minutos e aumentar
E40 Fong Long 6 d sob E 36 atrás do perneiro progressivamente.
anterior. 1 d ext. a E 37.
Toxinas R 10 Inn Kou pág. 96
INTOXICAÇÕES POR DROGAS, ÁLCOOL, FUMO, ETC.
E xcesso de Yang E5 pág. 125
Antitóxico F8 Tchu Tsiuann Extremidade da dobra de flexão do
joelho, em frente a passagem dos E36 pág.76
Tsiou Tsiuann músculos da órbita. pág. 97

Auto-int. CO 2
(+ P 3 )
.N 12 Tchong
Kouann
JM 15 = apêndice xifóide.
3 d mais baixo.
pt. T

pt. O
l
apetite
E 41

E 45
pág.76 .

JM 13 Chang Kouann 2 d 'sob o apêndice xifóide (JM 15). Drenagem de F. JM 24 pág. 118
(
(
( 140 - Curso RIípido de Acupuntura

Massagear F 12 pág.114
(
Massagear VB 22-30 pág. 108
(

DESINTOXICAÇÃO DO FUMO

Início de uma experiência pessoal :


1958 Diversos ensaios. CAPfTULO VIII
1967 Trabalho sobre o álcool, fumo e câncer.
1972 Esquema terapêutico fixado pela experime ntação. CORAÇÃO E VASOS
1975 Relatório sobre o fumo com programa de medidas essenciais de pro-
teção do NAO FUMANTE, aS. Excia. o Ministro da Saúde.
1976 No fim do ano, verificamos poucos males.
Impossibilidade prática de obter uma estatlstica perfeita. CARDIOTÔNICOS

• RS5uhados: ma les 'entre alguns pacientes totalmente insenslveis à acupuntura: as Tsiou Tchih Meio da dobra do cotovelo - contra
medições eletrônicas confirmam uma ausência total. Os males entre aqueles que abandonam MC3 Tsiou Tché a borda int. do T Bicipital,
)
muito depressa o vIcio de beber ou fumar e não fazem um tratamento de consevação. Tsiou Tsré

Males de causa desconhecida. o paciente não se prestando a exames. MC4 Tchi Men Meio do antebraço entre grande e
Males entre o alcoólatra e o diabético. pequeno palmar 6 disto sob a dobra
do punho .
• Éxito: Porcentagem muito elevada.
Circulação MC5 Tsien Tchih 3 disto acima da dobra palmar do
Ritmo do 1 vez por semana - 3 semanas - a seguir cada 2 meses, ou 3 meses, depois venosa punho.
tratamento 2 vezes e 1 vez por ano.
MC6 Nei Kouan 2 disto acima da dobra palmar do
Associação Homeopatia: facultativo, reservado aos males após 3 sessões. punho entre os dois tendões.
Começar por 3 minutos. Mu ito
Medição do Não impedir, e depois da estabilização, fazer voltar ao peso ideal com ·- 2 superficial e duração variável para
peso kg por mês. cada paciente.

Nervosismo 1 vez por quinzena ou por mês, acupuntura para equilibrar I p Y. A ção sobre as P4 Sié Po Meio do biceps 5 TO da dobra do
após tratamento válvulas cotovelo.
Motivação • Explicar sem rodeios os perigos do fumo, que destrói a saúde.


• fumar durante 10 a 20 anos é um crime contra a saúde.
Impor o uso do fumo ao não fumante é um grave atentado contra a
P 10 Yu Tchi =
Yulsi
Em frente da base metacarpiana
sobre eminência tenar, face palmar da
liberdade e a saúde do próximo. mão.
O cachimbo, charuto e 3 cigarros por dia devem ser um passatempo e
nunca resultar na escravidão do fumo. V 12 Borda externa e sob a apófise
transversa O 2 .

Auriculoterapia: • Após o tratamento de acupuntura. Sedativo do sistema


nervoso e do excesso de Yang.
. Coração especial V 15 Sin lu Sob apófise transv. O 5.

• ou então simultaneamente e associado ao ponto nasal


conforme pág. 67
Equillbrio I·Y V17 Ko lu Sob apófise transv. O 7.

"Caminho da TM 11 Chenn Tao Sob apófise espinhosa O 5.


Tratar com agulha ou eletroterapia. conforme os sintomas (ver pág. 262) nas indicações: Providência
ansiedade, astenia. cefaléia. enxaquecas,. nervosismo. 01 fação, plexus,.
respiração, rinofaringite, tálamo. TM 14 EntreC7eO 1.
142 - Curso Rápido de Acupuntura Coração e Vasos - 143

TM 30 Gann Tsiao Meio da gengiva superior sob a RP 6 S ann Inn 4 TdD sob maléolo interno co n tra
Massagear
inserção do freio do lábio superior. Tsi~o t(bia em uma saliência.

Ponto de beleza R7 Fou Léou 3 d sob o maléolo interno ao tendão cL pág. 125 TM 28 Chop. ":"0 E, ,'re o nariz e o lábio superior.
do solea r. ou 25 Choê " éou
Técnica manual ou 26
GI20 ) Ing Siang à ngulo da asa do nariz.
Ação digitálica C7 Chen Men Borda int. pisifGlrme sobre a dobra de
flexão anterior do punho, 1 minuto. GI10 Cheou San Li 4 TO sob a dobra do cotovelo.
F ace dorsal da mão e braço.
E 20 Tchreng Mann Intercostal 3 TO sob a ponta do
mamilo. V7 Trang Tienn pág. 89 e 125

T ônico poderoso MC 9 Tchong Raiz ungueal do médio lado do V 54 Dé Tchong Meio da saliência poplear.
Estimulação ligei· Tchrong indicador.
ra EP, pois é con· R 1 Yong Tsiuann Meio da face plantar do pé.
tra·indicada para
os hipertensos e A f ogamentos: JM 1 Roé Inn pág. 118
congestivos
Massagear: JM 2 Tsiou Kou pág. 125
Tônico IG 3 Réou Tsri Em AR da cabeça. Meta C. 5 0_
Apoplexia VB 15 Tienn Tchrong pág. 125
Tônus dos IG 7 Tche Tcheng Face post-ext. antebraço sob cubitus
membros 5 d da dobra do punho. Corpo congelado F1 Ta Toun . Perto da raiz ungueal do G.A. lado do
2'1 artelho.

SíNCOPES
CORONÁRIAS
D Inn é atingido. A energia imerge no Yang. Depois o Yang não se escoa mais,
ocasioando a srncope.
Angina Pectoris P5 Tchih Tchih F ace externa do tendão do bf ceps,
Além de todo tratamento tradicional, eis alguns pontos de E a serem estimulados
meio da dobra do·cotovelo.
por EP ou digitopumura Conforme as "Técnicas manuais de Recuperação funcional" pág.
211
Reanimador JM 13 Chang Kouann JM 15 = ap. xif. Portanto a 2 TO
médio mais baixo.
GI4 Ro Kou Ãngulo das bases dos metacarpianos
1 e 2. Face dorsal.
Vago TR 6 Tchih Keou Meio da face dorsal do antebraço 3
TO da dobra do punho.
E 36 Sann Li 3 TdD sob a borda inferior da face
externa da cabeça da t rbia.
Ação do Glonoi- R 23 Chenn Fong Ãngulo esterno-costal espaço inter-
num (homeopatia) costal do mamilo.
Técnica TM20 paé Roê Meio do a lto do crânio
manual Sinll8s carotidiano C4 Ung Tao Goteira do lado cubital - 2 TO sob a
pág. 271 TM 14 la Menn 2TdD sob protuberância occi pital
pág. 135 dobra do punho. Face palmar.
TM 11 posterior.

R6 Tchao Haé Sob ponta do maléolo interno. Dilatação das MC7 Ta Ling Meio da dobra do punho face palmar.
coronárias JM 17 Trann Tchong Meio do esterno 4 d da ponta xifóide,
P7 Ué Tsiué 2 d sob dobra palmar do punho a 1 d Respiração
externo à artéria radial.
Vasos P9 Tai luenn = Dobra palmar do punho entre radius
MC8 Lao Kong Face palmar da mão atrás da cabeça 'Traé luann ' e escafóide. ' .
do meta 3.
Vasos RP 5 Chang Tsiou Face supero-interna do pé entre
escafóide e astrágalo.
(
(
144 - Curso Rápido de ACupuntura Coração e Vasos - 145

Veias E 32 Fou Trou Quadrf ceps 4 T dedos sob a rótula Sedativo V 60 Kroun Loun Retro-maléolo externo, entre borda
entre Or. Ant. e V. ex t. do calcâneo e tendão de Aquiles.

Tônico V 15 Sinn Yu Sob apóf. transv. de O 5. Cal ma fi sica TR 10 Tinn Tsing . Saliência retro-olecraniana
vascular e psrquica
JM 15 TsiolJ Koann Sob ponta xifóide.

MC5 Tsien Che Punho a 3 TO da dobra da flexão Auriculoterapia p. 263 em Nervos.


palmar.

Agressividade R7 Fou Leou pág.96 VASOS E CONGESTÃO - ARTÉRIAS, VEIAS

Ansiedade MC6 Nei Kouann Conf. pág. seguinte.


MC9 Tchong Área superior interna da articu lação
TR 10 Tienn Tsing Saliência malêolo ext. Embaixo. Sp. veias Tchrong falanginha falangeta bem na dobra de
vasos flexão, face dorsal do medius.
)
Ação sobre V62 Chenn Mo Saliência sob olecrânio E 32 Fou Tou Entre direito ant. e vasto externo 4 O
o cérebro sob a borda superior rótula.
V63 Tchinn Menn pág.94
F8 Tsiou Tsiuann Face interna do joelho. Extremidade
V 60 Kroun Loun página seguinte. da dobra de flexão. Retro músculos
da órbita.
Auriculoterapias pág. -262 ver Coração
RP 10 Siu Raé 3 através de D .sob a borda superior
da rótula entre vasto interno e
PALPITAÇÕES costureiro.

Veias e cirCo E 32 Fou Tou Entre direito ant. e vasto externo 4 O


Inn fraco C3 Chao Hai = Extremidade da dobra de flexão do M.I. sob borda superior da rótula.
Chao Raé cotovelo, lado interno_
Artérias F 1 Ta Toun F ace lateral ext. da falangeta do
Emotividade C5 Trong Li 2 T de O. sob a dobra do punho. grande artelho, antes da base da
Goteira cubital. falangeta

Superexcitação C6 Inn Tchi 1 cm sob a dobra do punho. VB 29 Tchou Liao = pág. 110-111.
Goteira cubital. Congestões Kou liou
Faz sangrar nos MC9 Tchong . cf. supra
Ansiedade MC5 Tsienn Che _ 3 disto sob a dobra anterior do estados congestivos P 9
punho, no meio. e se for o caso, os C9
outros pontos
Tônico de Inn MC6 Nei Koúann 2 disto sob dobra ant. do punho. No
Ting e mão
meio de dois tendões fletores
superficiais.
Preventivo P3 Tienn Fou Meio do biceps.
GI 15-17
Vago V 10 Tenn Tchou Sob ocipital em DO do trapézio no P 11 Chao Chang Borda ungueal do punho, lado do
grande complexo. indicador.

TR6 pág.143 Curativo de P9 Tai luann = Entre radius e escafóide, face palmar.
congestões
Ação metamérica V 11 conf. p. 62 Sob apófise transversal de O 1 até 07. C9 Chao T chrong Raiz da unha auricular ext.
a 17
Coma da apoplexia JM 8 Chenn Tcheu Ao redor do umbigo - I Mx/J.

TQ ~ T ..... h ............ .... T ... h ........


146 - Curso Rápido de Acupuntura Coração e Vasos - 147

Preve'ntivo de GI15 Tsienn Yu Art. úmero-clavicul ar ao levantar o Edema cerebro- TM 15 Fong Fou 1 TO, sob a bossa occipital.
co ngestões (- ) braço, menlngeo (SdM)

Miocárdio MC7 Ta Ling Meio da dobra do punho (P 9 - MC 7


E2 Se Paé Na saliência. na vertical do meio
Pericárdio -C7l.
artic. temPo max.

Preventivo HT A TM25 InnTrang Meio dos 2 supercllios - raiz do


E3 Tchu Liao Em DO do ângulo do ramo monto e
epistaxis nariz.
desce'ld. do max. inf.
Face póstero-inferior da bochecha.
Esclerose MC8 Lao Kong Atrás da cabeça do metacarpiano 3 -
paim. Congestão cere· Tienn Ting
GI17 Sobre o esterno-cleido-mast. 3 Tr. da
bral por hiperten- (+ 15) (-) clav( cuia O.
Congestão faringe P8 Tching Tsiu A 1 TdO da dobra anterior do punho são
e face sobre o estilóide radial. IG '-6 Tienn Tchong A trás do ramo post. st. CI. mast. A 3
TdO da clavlcula.
Inicio de TM 12 Chenn Tchou Sob a apófise esp!nhosa de 'o 3.
apoplexia
VB 16 Mou Tchouang 3 TO sob E 1 - sobre parietal. pág.
125
B, de calor RP 6 Sann I nn Tsiao 4 TdO sob maléolo interno na saliên-
cia opostaa t(bia.
Fadiga e co nges- VB 17 Tcheng Ying V.7.
tão dos olhos
Simpático: VB20 Fong Tcheu Sob occipital retro-esterno cleido-
mastoidiano.
VB18 Tcheng Ling. va
favorece a H
circulação
Reunião de todos TM20 Paé Houei = Alto do meio do crânio.
das coronárias E 36 (-) Sann Li 3 TO sob borda inferior da cabeça da
tfbia - Face externa.
os Yang H Paé Roé

Cefaléia V6 Tcheng Koang pág. 125


Congestão R 26 Houo Tchong Àngu lo esterno-costal 2~ espaço 1 d
de JM 20.
Vertigen,s V5 Wou Tchrou pág.125

Insolação R 23 Chenn Fong 5'1 espaço intercostal e na borda su- Sangue V 11 Ta Tchrou Sob. ap. transv. de O 2.
perior da costela.

Congestão V 31 Chang Liao 1'1 orifício sacro.


P 1: P 1 Tchong Fou 3 TO sob a clavlcula - Lado interno
Menopausa Chang Liou
Congestão da cabeça do úmero sob pequeno
pulmonar e peitoral.
Congestão V56 Tchang Tsong Meio da barriga da perna. 4 ' O da ,
ameaça de infarto portal saliência poplear.
se houver dor P2 Yu Men Sob a clavfcula externa, saliência da
espádua.
Pletora total TR 1 Kouan Ângulo ungueal anular lado do
Tchrong médio.
Cefaléia VB 21 Tsienn'Tsing Gânglio simp. cervo sup.
GI4 Ro Kou E ntre bases dos metacarpianos 1 e 2
congestiva VB44 Tsiao Inn Ângulo ung. ext. 4'1 artelho.
contra 2.

temporal V5 Wou Tchou A cavaleiro sobre a sutura E 32 Fou Tou


Veias Entre direito am. e vasto externo 4
fronto-temporal. Esquema pág. 125
Congestão portal dist. sob a borda sup. da rótula.
varizes - formiga- RP 5 Chang Tsiou Adiante e sob mal. int. entre eseafóide
V 64 Tching Kou Retro Meta T 5.
mentos e astrágalo.

V65 Chou Kou Retroartic. Meta T. fal.


Roé 3 Inn RP 6 Sann Yin 4 TO sob maléolo interno em uma
Tsiao saliência contra a 'borda interna da
V 66 , Tong Kou Adiante art. Meta T. Falange ' do 5'1
artelho. tíbia.
148 - Curso Rápido de A cupuntura Coração e Vasos - 149
r

I'" Varizes mesmo P9 Tai luann Dobra palmar do punho entre o rádio
Medicação tradicional - nenhum esforço nem movimento brusco - Não levan ta r os
esofagia nas com e escafóide. braços quando fizer um trabalho manu a l.
placas hemoptóicas F 13 + . Tchang Menn Entre a lO'! costela e a extremidade Os extratos de coração e placenta são muitas vezes desprezados.
livre da 11'! costela. Natação lenta - Cultura f{sica regul ar - Ciclismo. .

VB34 lang-Ling Sob face externa da cabeça do


HEMORRÓiDAS
Tsiuann perõneo.

VB38 Yang Fou 4 d sob maléolo ext. face externa da TM 1 Tchrong Ponta do cóccix.
perna.
Tsiang

Cong. portal V 18 Kann lu Sob. apóf. transv. de D 7.


TM4 Ming Menn Sob apóf. esp. de L 2.

Vasos do rim V 23 Chenn lu Sob apót. transv. de L 2.


TM6 Tsi Tchong Sob apóf. transv. de D 11.
V43 Yang Kang 4 disto laterais da interlinha D 11 e
VB20 Fong Tcheu Massagear sob occipital - interno a
D 12.
esterno-cleido-mastoidiano.

Pernas pesadas Fei Yang Face látero-posterior, pág. 94


\ V 58 + VB35 Yang Tchiao 7 d sob maléolo externo.
Circulação 5 TdD sob dobra posterior do
defeituosa calcanhar. V23 Sob apófise espinhosa de L 2.
Chenn Yu

V24 Tsri Rae lu Sob apófise transv. L 3.


Periflebites Picar com agulhas de prata ao longo das veias atingidas, sobre a pele sã
Flebites sem tocar nos vasos e agulhas de ouro ao redor. Fluxos de sangue V 17 Ko lu Sob apófise transv. D 7_

Flebite MC9 Tchong- Adiante da art. falanginha falangeta. V25 Ta Tchang lu Sob apófise t ransv. L 4. ·
Tchrong face latero sup. dorsal interna do
medius. V 27 Siao Tchang lu Articulação sacro-Maca. externa ao
1 q orif( cio sacro.

ENFARTE V28 Prang Koang lu Articulação sacro-ilíaca. externa ao


2q orif. sacro.
Esquema raramente adotado, porém muito eficaz..
Após os cuidados tradicionais, remediar os inconvenientes da sintomatologia V35 ·Roé Yang Borda externa da articu lação
secundária. utilizando os pontos desse cap(tulo. sacro-coccigiana.

Regime curativo e preventivo para enfarte ou ameaÇas de acidentes vasculares: V49 Tchih Pienn 4 dist do 4q orif. sacro, sob a crista
II nenhum alimento Yang, portanto, nem carne e nem ovos. ilíaca.
nada de bebidas minerais;
", .1 nem vinho, nem fumo. V50 Tcheng Fou Meio da dobra da nádega

Recomendado: V54 OéTchong Meio da saliência poplear.


água pura:
V56 Tchreng Tsinn 2 d sob V 54- situado na sali ência
cálcio (grau higrométrico de 5 a 10)
poplear.
Dl sem sais minerais
sem sódio.
Dl V 57 Tcheng ·Chann 6 d de V 54 na saliência poplear.
Nenhum corpo graxo - nenhum azeite.
Arroz à vontade - salada com limão.
III Permitido peixe até a obtenção do peso ideal e a normalização dos exames de sangue.
V58 Fei Lang Borda ext do tend~o de Aquiles 7 d
de V 54, saliência poplear.
Tratament o homeopático específico muito eficaz no caso.
150 - Curso Rápido de Acupuntura Coração e Vasos - 151

V60 Kroun Loun E ntre borda sup. do calcâneo. "Equil íbrio V 54 Oé Tchong Meio da saliência poplear - Esse
maléolo ext. e tendão de Aquiles. perfeito (+) ponto deve ser aquecido toda se ma·
na, de modo salutar.
RP 6 Sann Inn Borda int. trbia 4 TO do maléolo int.
Tsiao Astenia PM 13 Oae Lao pág. 66
Kong
Dores RP 5 Chang Tsiou Face súpero·interna do pé entre
escafóide e astrágalo.
HIPERTENSÃO ARTERIAL
E outras indicações desse caprtulo.

Auriculoterapia pág.262 Preventivo e GI15 Tsienn lu Articulação acrómio·clavicular.


• hemorróidas curativo
• plexo sacro
H R 1 long Tsiuann Planta do pé-meio-ilspaço astrágalo-
HIPOTENSÃO . Diuréticos R2 Jenn Kou . escafoidiano.

V54 Oé Tchong Meio da saliência poplear.


"Área de atáque" MC9 Tchong- Adiante da articulação fa langinha (-I
aq uecer à distân- Tchrong falangeta do médio - face posterior
cia sem queimar. da mão. Área indo da raiz da unha à Congestão TM 11 Tchenn Tchou Sob apófise espinhosa de O 3.
Uma segunda dobra de fle xão posterior. A área a cerebral
crise de hiper- tratar é supero-interna. nervosa MC7 Ta Ling Meio da ·dobra de flexão palmar do
pressão sangüfnea punho ..
cerebral
F az sangrar (-I MC9 Tchong Adiante da articulação falang inha
Coração fraco C9+ Chao Tchrong Mão em pronação. Área adiante da Tchrong falangeta do médio. Face posterior da
impede o envio articulação falanginha-falangeta, bor- mão. Área indo da raiz da unha a
de sangue. Aque- da súpero-i nterna da auricular. Arterioesclerose dobra de flexão posterior. A área a
cer à distância H.T.A. tratar é supero-interna.

Manhã: tonifica E 36 Sann Li Face ext. da perna 3 TO sob a borda Calmante TR 10 Tienn Tsing Braço no ângulo direito. Em uma
o Yang antes de inf. da cabeça da trbia. saliência do olecrano. meio da face
meio-dia posterior.

R 2a Ver esquema Face interna do pé e 1/3 inf. da Ação hipotensiva V60 Kroun Loun Borda superior do calcâneo. Entre
R7 Rins pág. 96 perna. calmante tendão de Aquiles e maléolo externo.

Tônico do V38 Kao Roang Borda interna da omoplata afastada Dilata coronárias VB20 Fong Tchré Sob occipital ponto atrás do mas-
sangue n (vel horizontal da apófise espinhosa aumenta débito t6ide contra borda posterior do ester-
de O 4. venoso no-mastoidiano.

Depressão V22 Sann Tsiao. 1u Sob apófise transversa de L 1. JM 17 Trann Tchong Meio do esterno (cf. coronárias pág.
nervosa 1431.
Ponto de medida (dr. VolIl Nao Rou Sob bossa occipital.
Supra~renais TM 16 Tsiou Koann 1 TdD sob ponta do apêndice xi- Com nefrite VB25 Tching Merin Linha auxiliar do tórax sob a 12"!
JM 14 fóide. costela. 1 TM sob E.I.A.S.

Entre borda interna do trapézio e P5 Tché Tsré = Exterior ao tendão bicipital da


Dá Yang (poço V 10 Tienn Tchou
superficial) coluna vertebral sob occipital. dobra do cotovelo.

P7 lié Tsiué Borda póstero-radial - 2 d sob a


dobra do cunho.
152 - Curso Rápido de Acupuntura

PARALlSIAS- HEMIPLEGIAS

L'ocalizar o meridiano atingido e atrair para EP - Agulhas lado são

Picar os pontos VB20 Fong Tcheu pág. 125


CAPITULO IX
VB29 Tchong Tou
DERMATOLOGIA
H.L. 15 mino VB19 Nao Krong 4 TD da hélice, 4 de TM 18,

\ E 36 Tsou Sann Li 3 T dD sob a borda inferior da face


Reeducação (+) externa da cabeça da tíbia Hiperglicemia IG 3 Heou Tsri Atrás e do lado externo do 5q metac.
(VB 34 lang Ling Sob a cabeça do perônio.
Tsiuann RP 6 San Yin 4 TD sob o maléolo int. em uma
Tchiao saliência da borda interna da tíbia.
E P todos os dias VB30 Roann Tiao Saliência retro-trocanteriana.
durante 'um mês RP 6 Sann Inn Tsiao 4 TdD sob maléolo interno contra Dermatoses RP 11 Tchi Menn Entre adutor e costureiro face interna
RP 10 pág. 145 borda da tíbia - em uma saliência. da coxa 5 TD de RP 10. A 9 TD da
borda sup. da rótula.
Dispersar (C.L.) V54 Oé Tchong Meio da saliência poplear.
Antitóxico F8 Tsiou Tsiuann I nte~linh3 artic. do joelho, face .
F5 Li Kéou 6 TdD sob maléolo interno na curva interna em frente a passagem da
V 16 sob ap. trans. da barriga da perna. se estivermos de órbita.
D6 pé contra a borda da tíbia.
Cabelos V 54 Oé Tchong Saliência poplear, meio. A se r
F8 Tsiou Tsiuann Extremidade interna da dobra de repetido e para fonificar, uma vez
flexão do joelho. por semana. Aquecer com metal
quente, à distância.
TM 11 sob D3
Tônicos \ TM 13 Paé Lao Sob apófise espinhosa de C 7, conf. Crescimento e cor E 39 Sia Lienn A 6 disto de E. 36 mas 2 TD mais

I TM .19
TM20
Paé Roé esquema cabeça.
Meio do alto do crânio. .
!toda semana)

P1 Tchong Fou
para o exterior.

Linha axilar a 4 TD da linha


Oligúria GI6 Pienn Li Costas da mão 1 D da dobra anterior mamilonar 3 TD sob a clavícula.
do punho sobre o rádio.
Eczemas E 36 Tsou Sann Li 3 T dD sob a borda inf. da face ext.
Preventivo GI15 Tsienn lu Saliência da articulação acrômio- deT.T.
curativo (-) clavicu lar-Moxas.
Psoríases e RP6 Sann I nn Tsiao 4 TD sob maléolo int. saliência na
"Mar de sangue" RP 10 Siué Rae 4 TD da borda sup. da rótula entre outros eczemas borda int. da tíbia.
costureiro e vasto int.
P,car os pontos especificas de uma região atingida. Intoxicação VB 38 lan" Fou 4 TO sob maléolo externo.
Picar a inserção de um músculo ou excitá-Io por eletropuntura. endógena
Picar o ponto que dá a contração do músculo, ou excitá-lo pela eletropuntura.
Repetir cada dois dias os mesmos pontos durante um mês: Prisão de ventre G I 11 Tsiou Tché Face posto cotovelo - contra borda
Obtém-se com freqüência melhoras importantes ou curas imprevisíveis. do bfceps sobre epicôndilo.
A energia profunda é quase nula. as agulhas devem ficar as vezes durante 1 hora.
Tentaremos também o meridiano original Yang Tsiao Mo comandado por V 62 Chenn Equilobrio I-Y V 17 Kolu Sob apófise transversa de D 7.
Mo acoplado a IG 3 Réou Tsri.
Eliminaçãodas R7 Fou Léou 3 D sob maléolo int. sobre tendão
Pode-se experimentar a reflexoterapia sobre os corpos vertebrais. batendo com um
toxinas (drenagem) sole3r.
martelo plano para atrair a energia sobre o meridiano Tou Mo e criar um .reflexo.
154 - Curso Rápido de Acupuntura Dermatologia - 155

F2 Sing Tsienn Me io lateral interno da articulação "Cidade do Fong" VB 31 Fong Seu 8 TdD sob borda superior da ró t u la
H m etatarso-falangiana do grande entre a borda anterior da fascia lata
artelho:. e o Vasto externo.

Aftas R27 lu Fou Ângulo costo-este rno clavicular. Edemas JM9 Choé Fenn Y, d sob O.

Acne RP21 Ta Pao Linha axila r 6~ espaço intercostal. R6 pág.96

RP2 TaTou Face int. metatarso·fal. Gra nde Queimaduras P7 Lié Tsiué 2 TO da dobra anterior do punho do
artelho. lado da artéria radial.

VB 41 Linn Tsri Entre metatarSo 4 e 5. Dorso do pé. Drenagem dos RP 9 Inn Ling Face interna da perna, ângulo da
líquidos cabeça e corpo da tíbia - saliência.
Feridas VB36 Wai Tchou A 6 TO do maléolo ex terno face
Abscessos Oaé Tchou externa·da perna .1\19 Chouei Fenn Y, dist. sob umbigo (JM 81.
Furúnculos VB37 Koang Ming A 5 TO sob maléolo ex t.
Leucopoiético VB 39 Siuann 3 TO do maléolo ext. face externa da Suores constantes .\ P 7 Lié Tsiué Borda do rádio a 2 TdD da dobra ant.
Tchong perna. mesmo em repouso . do punho.
I P 11 Chao Chang
Sangue RP10 Tsiué Raé Face interna da coxa 4 TO ,da Borda ungueal do punho lado do
borda sobre a rótula ext. do indicador.
costureiro. Qualidade pele P2 lunn Menn Borda inf. da clavícula meio da espá-·
dispo dua. Contra a cabeça do úmero.
Prurido F5 Li Kéou 6 TO sob maléolo interno contra
borda int. da trbia. Origem digestiva PM21 · Tchong Kroé pág.67

Mestre do Glll Tsiou Tchré Extremidade externa da dobra de Inn fraco F 1 Ta Toun Borda ungueal do grande arte lho -
rosto e esp. GI4 Ro Kou flexão do cotovelo sobre a cabeça lado externo.
da pele do rádio. Braço dobrado.
R 1 Yong Tsiuann Meio da planta do pé sob a cabeça
Dermatologia V54 Oei Tchong Meio da saliência poplear. dos metatarsianos.

P2 Yu Menn Sob a clav (cuia contra a cabeça do H GI4 Ro Kou Entre metacarpiano e 2 . Ângulo
úmero. das bases.

V65 Chou Kou Atrás das articulações metatars.- (+1 R7 Fou Leóu 3 d sob maléolo interno.Retro longo
falangianas do 5~ artelho. fletor comum.

O ispersa o Yang VB 41 Linn Tsri E ntre bases dos metatarsianos 4 e 5. Falta de suor P8 Tsing Tsiu Borda do rádio sobre artéria radial
Prurido e e a 3 D sob dobra anterior do punho.
generalizado TR5
ou
Oa~ Koann 2 TD sob dobra dorsal do punho.
1 RP2 Tsou TaTou Adiante da cabeça do
F az passar o Y MC6 Nei Koann 2 TD na dobra palmar do punho. no metatarsiano. lado externo.
no Inn meio de 2 tendões.
Fluidifica o
Dermatoses TM20 Paé Roé sangue (-) GI4 Ro Kou Cf. supra
Meio do alto do crânio.
esp. o rosto
Hipófise TM 14 la Menn Sob C 23 TO sob occipital.
Psoriase V 13 Fei lu Sob ap. transv. D 3.
Roé com bexiga VB 30 Roann Tiao Saliência retro-trocanteriana. estando
Esp. dermato: Glll Tsiou Tchré Epicôndilo sobre a cabeça do rádio.
em pé.

E 36 Tsou Sann-Li 3 TD sob borda inf. TT.


156 - Curso Rápido de Acupuntura Dermatologia - 157

RP 6 Sann Inn Saliência da borda int. da trbia - 4 d


F2 Sing Tsienn Meio lateraal int. da art. metac. fal.
Tsiao do mal. int.
grande artelho.
RP 7 Leou Kou 7 d sob maléolo int.
Toxidez F3 T rae T ch rong E ntre base metat. 1 e 2.

V27 SiaTchrang lU pág.92


Eczemas V 19 Tann lu Sob ap. cost. de O 10.

Erupções GI15 Tsienn lu Atrás da ponte da acrômio-saliência.


ANAFILAXIA - ALERGIA
Unhas F 14 Tchi Menn 2 últimos esp. int. costal externo à
linha do estômago.
E 13 Tchi Hou = Sob clavrcula, linha mediana.
Tsri Rou
LíNGUA
E 15 Wou I 2q esp. intercostal, linha do mamilo.

TR 23 SeTchou Rong Extremidade da ponta do super- E 20 T chreng Mann Rebordo costal da última costela, 4
Edema
cílio. 1. disto de JM.

Medula TM 12 Trao Tao Sob apof. espinhosa de O 1. Especial V 13 Fei lu Sob .. ap. transv. de O 3.

"Porta do TM 14 la Menn 3 TO sob borda oCclpital posterior. Tratar F e VB e a causa real - Pontos lU pág. 64
mutismo" Sob C2. Auto-hemoterapia: presta g-andes serviços - muito despr"ezada.

VB 17 Tcheng Ing 4 O laterais de Tou Mo 20 que fica Edema da glote Após picada, colocar em seguida uma palha na boca. Em caso de parada
Paralisia da
Ifngua no alto do crânio, na linha mediana respiratória na criança. pode-se salvar uma vida fazendo cócegas no
Abscesso. fundo da garganta com um alho
É melhor do que deixar morrer.
No adulto, uma I.V. lenta de anti-histamrnicos.
FURUNCULOSE O u então, cloreto de Mg I. V. 1 a 10 cc a 10",1" lentamente, todos os
d ias, até a cura
(-)
Todos os edemas RT23 Sen Tchou Cf. pág. 125
V62 Chenn Mo 1 TO sob maléolo exter.
Rong
JM9 Choé Fenn 1 TO Y.. sob o umbigo.
R2 Jenn Kou F ace interna do pé espaço
astrágalo-€scafoidiano.
JM 11 Tsienn Li 3 TO sob o umbigo
Leucopoiética VB 39 Siuann Tchong 3 TO sob maléolo ext.
IG 3 Reou Tsri Face lateral da mão - Atrás da
cabeça do Sq metacarpiano.
N.B. - De 1944 a 1958, o Mg I.V. nos prestou grandes serviços no hospital e com a c liente la
particular. O dr. Chevreuil (De Nantes) confirma por sua experiência pessoal, essa
MUCOSAS excelente terapêutica.
Por via oral, em toda infecção grave com febre e edema menrngeo.
Defesa VB 39 Siuann Tchong Massagear face externa da perna 3
Ex.: Poliomielite (prof . Neveu).
leucocitária disto sob maléolo externo.

TM 17 Tsiang Tsienn Borda sup. da bossa occipital.

Massagear ou TM 16 Nao Rou Borda inf. da bossa occipital.


eletropunturar

T,...hi Mpnn ? a'dtimnc: Fc:n;::uY'lC:: intPr'r.nc::~ic: ~ntp...


'" 1/1
~"" ", - ,
(
(
(
(
(
(
(

( CAPfTULO X
TUBO DIGESTIVO

o registro gráfico das ondas peristál t icas prova a ação real dos pontos E 42 - E 45.

, , V21 Oé lu Sob apóf. transv. de O 12


Todos os distúrbiOS)V 10 Tienn Tchou Sob occipital a 2 TO da linha Tou Mo.
do estômago e )E 36 Tsou Sann Li Perna externa. 3 TD sob a borda inf.
suas conseqüências, da cabeça da trbia.
inclusive ulcus I Me 6 Nei Kouann Face ant. antebraço 2 TD da dobra
do punho no meio dos dois tendões.

TM 12 Chenn Tchou Entre D 2 e D 3.

V 18 Kannlu D 9 a L 4 sob a borda ex terna da


a a apófise transversa pág. 64
V25 Ta'Tchrang lu Sob apófise transversa L 4.

Fonte vil~ 1 JM 15 Tsiou Kouann Sob o apêndice xifóide.


Rege corpos
graxos

Vômitos (-) 20' JM 16 Tchong Ting Sob artic. esterno xif6ide.

R 18 Chih Kouann 2 Td sob R 16 que está a 2 TD de JM


Dispesias
8 (umbigo). Borda costal.
R 19 Tong Kou 3 Td sob R 16 que está a 2 TD do
umbigo. Borda costal.

j;11 Hipófise RP2 TaTou Art. metatarso-fal. de G.A.


Digestão RP 3 Tae Po Atrás cabeça metat. I face int.

Difícil RP 4 Kong Soun


fll A trás base metat. I face int.

VB 43 Sié Tsri Entre metatarsiano 4 e 5.


e
Ver o estômago E36 Sann Li 3 TD sob borda inferior da cabeça
rapidamente ou
da tfbia face externa da perna.
E45 Li Toé Borda ungueal externa do 2q artelho.

Enjôo e vômitos JM 12 Tchong 3 d sob ap. xif.


Kouann
160 - Curso Rápido de Acupuntura Tubo Digestivo - 161

Diafragma RP 17 Che Teou Linha ax ilar 6C! esp. interc. Ulcus inclus ive:
I Tratamento C 3 Chao Haé Extremidade interna da dobra do
RP 19 Siong Siang Linh.a axilar 4<l esp. interc. pelo psiquismo cotovelo sobre o epitrócleo.
t Cardia P9 Trae I uann Dobra anterior do punho entre radius
tli e escafôide.
A taques psicos·
somáticos
E 14 Krou Fang 1 q espaço intercostal linha mamilar.

~
Mal d/os transpor- Nervos, cérebro V 62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo externo.
tes R 21 lu Menn 1 disto ext. de JM 14.
) Pilora - Dispepsia E 21 Liang Menn Neoplasias-Tumores JM 10 Hsia Koann JM 15 actia-se na ponta do apêndice
- Gastrite a a xifóide. Descer 1 disto em cada
Esvazia os usacos" RP 9 Inn Ling Ângulo da cabeça e corpo da t(bia
JM 15 Tsiu Koann ponto.
Tsiouann face.
Anti-h istam í nico V 13 Fei lu Sob externo e apóf. transv. O 3.
Vômitos R 21
Indigestão RP4 Kong Soun E ntre metal. I e 1 q cuneiforme.
li; Espasmos V 20 Pi lu Sob 011 apof. transv.
Intoxicação V 21 Oê lu Sob 012 "Planta do ven- RP 16
,h tre"
FouHai 4 Td de JM saliência último espaço
intercostal. Linha axilar.
VB 8 Chouai Kou Sobre temporal 2 d sob e na vertical Colite RP9 I nn Ling Sal iência no ângu lo cabeça e corpo ,
do alto de orelha. Tsiouann tíbia. Face interna da perna.
,
l' RP 18 Tienn Tsri a 2 TD do mamilo espaço intercostal.
Sensaçãn de vazio
no estômago JM 6 Tsri Haé 1d 12 sob o umbigo - Moxas. Origem F ou VB F 13 Tchang Menn Extremidade livre da 11 ~ costela.

JM8 Chenn Tcheu No meio e ao redor do umbigo. F 14 Tchih Men Último espaço intercostal, linha do
Eletropuntura. Não usar agulha no mamilo.
!I: centro.
ij: E 30 Tsri Tchrong Borda súpero-externa da arcada
Anorexia JM 13 Chang Koann 2 TD sob apêndice xifbide. a pubiana.
E 45 LiTQé Ângulo ungueal externo do 2~
Acrescentar a um E 36 Sann Li Face externa da perna. 3 TO sob a
artelho.
desses pontoS (+) borda inf. da cabeça da tíbia .
GI4 Ro Kou Ângulo metac. 1 e 2. Face dorsal:
Tonificar E 45 Li Touei Ângulo ungueal externo .do metat. 11. a
ouToé GI10 Cheou Sann Borda interna ext. comum a 3 O dà
l!F.
Espasmos F2 'Sing Tsienn Face interna metat. fal. G.A. Li extremidade da dobra de flexão do
cotovelo.
Tônico F3 Tai Tchrong = Ângulo da base do metat. I e 11.
Trqé Tchrong Prisão de ventre GI11 Tsiou Tchré Epicôndilo. Sobre a cabeça do rádio.

Equilíbrio F5 Li Keou 6 disto sob maléolo face interna da


JM 10 Hsia Kouan 5 d sob O apêndice xifóide.
F-VB tfbia.
(+VB 40) JM 15 Tsiou Oé Sob a ponta do apêndice xifóide.

Calma TR 10 Tien Tsing Saliência sob olecrâneo face post. do Roé Tchrong R17 Chang Kou A 2 d externo a JM 10.
braço. Mo
(Pert. digestivas)
Espasmo - vômitos' TR 19 Lou Hsi 4 TO sob saliência retro-mast. sobre
PM 21 Tchrong Koê Face dorso-Iateral do médio lado
da criança o crânio. borda da orelha (de 18 a 21
do indicador articulação falange
em torno da orelha sobre o crânio)
falanginha .
conforme esquema pág. 125
r
.....1",;.T'""""-

(
( 162 - Curso Rápido de Acupuntura Tubo Digestivo - 163
(
Drenagem JM 24 Tchreng Meio da dobra sob o queixo. Colecistite
( F rgad·o -Pâncreas Tsiang
Calma VB - Esp. V 19 Tann I u Sob. ap. transv. D 10.
(
SOlUÇOS F3
( Trae Tchong Entre bases de metatarsianos 1 e 2.

( ver mais acima R17 Chang Tsiou 2 dist.. horizontalmente de JM 10. Dispersa Yang Pll Chao Chang Ângulo ungueal lado indicado r do
JM 10 está a 2 disto sob o umbigo. polegar.
(
E 19 Pou Yang 4 dist.. laterais de JM 14. Inchação e vômitos JM 14 Tsiu Koann 1 d sob ap. xifóide.

Esp. diafragma V17 Kolu Sob apófise transversa de D 7. Regula as gorduras JM 15 Tsiou Oé logo sob o apêndice xifóide.
Fonte dos centros
Esp. estômago V 21 Oe lu Sob apófise transversa de D 12. vitais
Prisão de Ventre E 22 Kouann Menn
Indigestão 2 dist. sob rebordo da última cost ela
Por pressão forte E 11 Tsri Ché Na inserção do esterno-mastoidiano linha mamilar.
continua, profunda sobre a clavr cuia borda anterior.
Indigestão E45 (-) li Toé Atrás do ângulo ungueal externo do
E 12 Tsiué Penn Inserção do esterno-mastoidiano na 2'! artelho.
borda posterior sobre a clavf cuia.

HEPATITE
FíGADO - VEsíCULA BILIAR

Colagogo Abre Tchrong Mo RP 4 Kong Soun E ntre meta T 1 e 1 q cuneiforme.

F5 Li Keou Borda interna da trbia 6 disto sob Faz passar Y em MC6 Nei Koann 2 TD sob dobra anterior do punho,
maléolo interno. Inn. Acalma a meio dos 2 tendões.
febre (+ V 18)
F especial V 18 Kann lu 1 dist.. lateral de TM 8 (situado sob
D 9). Sob apófise tran. de D 9, ao Ação sobre BP V 20 Pi Yu Sob apófise transversa D 11.
n{vel do trapézio.
Meteorismo RP 1 Inn Po Ângulo raiz ungueal. lado interno do
Esp. V8 V 19 Kannlu Sob ap. trans. de D 10. Vômitos grande artelho.
Congestão portal
8ile F8 esquerda I nterlinha int.. do joelho adiante dos
Tsiou Tsiuann músculos da órbita. Febre IG 4 Oann Kou Face látero·cubital da mão entre base
do 5'! metac. e osso piramidal.
V820 Fong Tchi Exterior ao músculo esterno-
Fong Tcheu mastÓideo sob rebordo occipital. TM 14 la Menn Sob C 2. Cf. pág. 125·
Fong Tchré
Icterícia TM9 Tchih Yang Sob. apófise espinhosa de D 7.
Picar superfi- VB 21 Tchien Tsing Saliência entre borda ant.. do trapézio
cialmente e e clavrcula E 36 Sann Li 3 TD sob borda inferior da cabeça da
tonificar Tsienn Tsing tíbia. face ext.. da perna.

Congestão F 13 Tcheng Menn


Fonte de P10 lu Tsi Adiante da base metacarpiana 1, face E ntre a 1O~ costela e a extr. Iivre da
energia palmar. Eminência tenar. icterícia 11'! costela.

Reserva de F 13 Tchang Menn E ntre a 1O~ costela e a extremidade Antitóxico F8 Tsiou Tsiuann Costela di r.. pág. 111.
energia livre da 11 ~ costela
j
t

t
.~

x 164 - Curso Rápido de Acupuntura Tubo Digestivo - 165


(
{ CÓLICA HEPÁTICA ENXAQUECAS

i N. B. - Cuidado para não desprezar um síndrome cirúrgico. A acupuntura pode fazer chegar
Em geral. o meridiano da VB - Ação contralateral para os pontos gerais GI 4. V 60 etc ...
~ a hora da verdade tornando mais fácil o diag nóstico e evitando uma intervenção. Estar aten·
t to à evol ução.
Cefaléias V 67 Tche Inn Ângu lo ungueal ext. 5'1 artel ho.
r
I Cólica hepática VB25 Tsing Menn Linha axilar extr. 12~ cost. flutuante. periódicas. ver
capo vasos
Febre V 18 Kann Yu Sob apófise transversa de D 9.
Comanda a GI4 Ho Kou Ângulo das bases de meta c. 1 e 2 .
V 19 Tann Yu Sob apóf. transversa de D 10. cabeça e o rosto
Vômitos

VB 43 Sie Tsri Espaço entre cabeças e bases dos 4'1 e Com vômitos P7 Ué Tsiué 2 TD sob dobra palmar do punho
5 0S• metatarsianos. sobre art. radial.

VB42 TiWou Roé A trás cabeça meta T 5. 4<1 costela. V60 Kroun Loun Sob a ponta do maléolo ext.

Oftálmico IG3 Héou Tsri A trás cabeça metac. V. F ace dorsal


E 36 Sann Li 4 TdD sob borda inferior da cabeça
da tíbia face externa da perna. externa.

4 TO de dedo sob mamilo " entre 2


Origem hepática VB 43-42 Sié Tsri Entre cabeça metat. IV e V. atrás de
Acrescentar a (1 ) T chreng Mann
E 20 costelas nlvel horizontal.Tal JM 13 e Ti Wou Roê 43.
todos os pontos
escolhidos e puno R 20.
tu rar nessa ordem
F3 I Tai Tchrong E ntre bases dos metat. 1 e 2.
em todos os casos
(2)
Tienn Tchrou Entre grande oblfquo e grande I T rae T chrong
E25 direito linha horiz. JM 8 - R 16
V 62 Chenn Mo Sob ponta maléolo externo.
- E 25 - RP 15 (JM 8 =umb.)

VB 48 Hann Yen Sutura front(>-parieto·temporal. Adian-


A ntiespasmos e (3) Li Keou Borda interna da tfbia bem sob a
sego te e sob E1 - A3D ' da borda orbital ex-
paresia F5 elevação qu e a barriga da perna
forma quando se apóia sob a ponta terna. pág. 1 25
dos pés (6 TD sob maléolo interno).
VB20 Fong Tchré Sob occipital - exterior ao trapézio.
(4) Tchong 3 d sob apófise xif6ide.
"Reunião dos TR 7 RoéTsong 1 d externo a TR 6 que está a 3 d da
JM 12 Koann
Ancestrais" dobra dorsal do punho. e entre os 2
(5) Chang Koann 2 d sob apófise xifóide. ossos.
JM 13
V 15 Sinn lu Sob apófise transversa D 5.
(6) Tsiu Chué 1 d sob apófise xifóide.
JM 12 Tchong Koann 3 dist. sob a ponta do xifóide.
JM 14

(7) \ Tsiu Koann E 36 Sann Li Cf. pág. 166


JM 15 ! Tchiou Wei
Tsiou Mi
Bem sob apêndice xifóide.

N.S. - P 7 pode ser substituldo por P 9. GI 4 por GI 2 - 3 - 10 conforme o caso. Outros


Meridianos F e pontos: E 1 - V 2 - TR 23 - RP 2 - VB 7 - 8 - 9 - 20.
VB
Esfíncteres VB34 lang Ling SobTP.
Tsiuann INTESTINOS

Tônico GI GI4 Ro Kou E ntre bases meta. C 1 e C 2.


,•.
c
(
166 - Curso Rápido de Acupuntura Tubo Digestivo - 167
(
( Para acalmar VB20
Esp. intestino V 25 Ta Tchrang lu Sob apóf. transversa L 4. pág.166
( grosso
Esp. intestino V 27 Siao Tchra ng lu Ao lado de S 1 exterior ao Estimular V 10 pág. 159
( delgado tubérculo sob Ep. ilíaco posterior.

( Disenterias V 28 E xterior ao 2C? orifí cio sacro. Prisão de ventre

( V29 5 minutos MC6 Nei Kouann


! Exterior ao 3C? orifício sacro. A 2 T da dobra palmar do punho -
( no meio de 2 tendões.
E 37 Chang Lienn 6 d sob borda inf. cabeça da tíbia.
( Massagear 1 x E 36 Tsou Sann Li 3 TdD sob a borda inferior da cabeça
1 ou mais desses V 57 Tchreng Chan Entre a base dos 2 gêmeos. Art. semana da trbia, face ext. da perna.
(
I. pontos E44 Nei Ting metat. - falange 2C? artelho, lado
externo. Tonifica I.G. Glll Tsiou Tchré Face post. do braço sobre epicôndilo,
Descongestiona Gll0 pág.161 nrvel da cabeça do rádio.
RP9 Tsou Sann Li pág.168
Dispersor GI2 EI Tsienn Face lateral do i ndicador lado do
E 36 Tsou Sann Li Face externa da perna 3 d sob borda polegar, adiante da base da falange.
inferior da cabeça da trbia.
E40 Fong Long Atrás do extensor comum a 9 TD do
MC6 Nei Kouann Meio da faCe °ant. antebraço 2 TD da rebordo inferior da cabeça da tfbia. A
Colites Nei Koann dobra de flexão do punho - entre 2 6TdD de E 36.
tendões P. muito superficial para não
haver descarga violenta. Para diarréia (+) E 41 Tsié Tsri No meio da dobra anterior do pé
ou prisão de ven- entre os tendões.
RP 4 Kong Soun pág. 163 tre (-)

e cf. infra JM 12 Tchong Kouann JM 15 = ap. xifóide. Portanto 3 D E 45 LiToé Borda ungueal externa do 2q arte lho.
"intestinos" H = Tchong Koann sob 15.
E 23 = Tai I E 23 a 4 dist. de JM 10 - sobre a
JM4 Kouann luann Linha média - o 8 está a 1 d do Traé I mesma linha.
8-9 umbigÇ>.
Bloqueio da E 25 Tienn Tchrou E ntre grande obl (quO e grande
Pt T de I.D. IG 3 Reou Tsri A trás da cabeça meta C. 5i! costela vesr cuia direito, linha horizontal JM 8 - R 16
lateral. - E 25 - RP 15.

Desintoxicante V 18 Kann lu Sob apófise t ransv. D 9. VB34 Yang Unn Sob a cabeça do perô,,;o, face ext. da
Tonifica músculos Tsiuann perna.
V.B. V 19 Tann lu Sob apófise transv. D 10.
VB44 Tsiao Inn Ângulo ungueal 4q artelho lado do
Estômago V 21 Oé lu Sob apófise transv. D 12. 5'1 artelho.

~
Jenn Mo 6 V 24 Tchih Hai lu Sob apófise t ransv. L 3. TaTou Borda ungueal externa do grande
F1 artelho.
E 25 Tienn Tchou Onde o meridiano se aproxima da
Wai Ling linha Jenn Mo. Ponto externo a 3 d Insuf. hepática F8 Tsiou Tsiuann Extrem. da dobra de flexão do joelho,
Intestinos
)
E26
E27 Ta Tsiu 1/2 de Jenn Mo. JM 8, R 16, E 25. e oligúria ( face interna sob a cabeça da tíbia,
Marcar: atrás da pre~a.

Uro-genitais E 28 ChouaiTao A 3 TD sob E 25 - exterflo a JM 4 Com inchaços F3 Trae Tchrong Entre bases metatarsianas 1 e 2.
Choé Tao de 3 d.
F 13 Tchang Fong Entre a 10~ costela e a extremidade
Uro-genitais E 29 Kouai Lai 1 Td sob E 28 - externo a JM 3 de 3 livre d" 11<1
168 - Curso Rápido de Acupuntura Tubo Digestivo - 169

F4 Tchong Fong Com hemorróidas V 57 Tchang Chann E ntre gêmeos a 2 TM sob dobra posto
Um a _disto lateral interna a E 42 em
do joelho
O O do grande tendão do extensor do
grande artel ho.

Tonifica O Inn JM 4 Kouan Yuenn 2 disto sob arcada pubiana superior. Cecum e Apêndice

Picar ao redor JM 8 Chenn Koann Centro de O. e ao redor da coroa. Especial VB26 Taé Mo Alto da crista ilfaca ant. sup. 2 TO
acima.
JM9 Choé Fenn 1/2 d sob umbigo.
VB 27 Ou Tchrou Entre esp. ilíaca ant. e cllbeça do
Oispersor R3 Trae Tsri 1/2 disto atrás da pon ta do maléolo, fêmur. 4 TO sob VB 26.
sob ponta maléolo interno.
VB28 OéTao Esp. ilíaca aotero·inf. inserção do
R6 Tchao Haé costureiro no alto da dobra da vi rilha.
R1 Yong Tsiuann Planta do pé. pág. 96 A 4 TO de 27.

R7 Fou Leou Sobre o solear 3 d sob mal. interno VB29 Tchu Liao Atrás da cabeça do fêmur, sobre o glú-
Cecum infeccio·
atrás do longo flector comum. nado =Tsiu Tsiao teo médio.
Kou Liou
Ação por R 16 Roang lu Externo de 1 d /2 de JM 8 (umbigo).
Tchrong Mo A 2 d de J M - R 12; ao lado de Ponto de
JM 3. Mc Burney
Co lite, enterite E 37 Tsou Chang Picar com agulhas de prata.
Com -inchações e RP 6 San Yin Borda int. trbia 4 d sob mal. interno. 3 disto sob E 36 face ext. de perna
Lienn
oligúria Tchiao = entre tfbia e músculos.
Sempre o E 36 Tsou Sann Li
Oisp. IG 8 Siao Rae Atrás do epicôndilo. Face ext. da perna 3 TdO da borda
inf. da cabeça da tfbia.
Cronicidade TR6 Tchih Keou Entre rad. e cubo 3 disto da dobra
dorsal do punho. Apendicite no RP 12 Ta Ho Saliência da virilha 3 TdO da inserção
inrcio e ceco- do grande direito abdutor e a 3 TO
Colagogo V 18 Kann lu Sob apófise transv. O 9. do osso ilfaco.
colite

Esp. frgado V 19 Tann lu Sob. apófise transv. O 10. Chenn Menn 3 d sob JM 8 (umbigo).
JM 5

V 20 Pi lu Sob apófise transv. O 11. V 24 Tsri Hae lu Sob. apóf. transv. de L 3.

V 21 Oelu Sob apófise transv. O 12. V 25 Ta Tchrang lu Sob. apóf. transv. de L 4.

Reanimador V 22 Sann Tsiao lu Sob apófise transv. L 1. AJY.!ndiciTe de V58 Fei Yang Borda ext. do tendão de Aquiles
triplo 5 dias (1 hora entre 2 gêmeos, 8 T é O sob a
em seguida) metade do maléolo ext.
Prisão de ventre \ V23 Chenn lu Sob apófise transv. L 2.
VB 26 Taé Mo Cf. supra.
Anal ? V 24 Tsri' Haé lu Sob apófise transv. L 3. 052 4 d sob dobra palmar-do · punho um
PM 12 EI Paé no meio e outro sobre o rádio.
V 45 Oei Tsrang 4 TO da apóf. esp. O 12.
Tumores E 19 Pou Yong Rebordo sup. da última -costela a 1
Oispersor V46 Houang Menn 4 TO da apóf. transv. L 1. TM de JM 15.

Obstinado V48 Pao Houang 3 TO sob a E.I.A.S esp. 11 ant. sup. Proctologia V 31 a pág.92
V 35
Com impotência V50 Tchang Fou Meio da dobra posterior da nádega
(
(

( 170 - Curso Rápido de Acupuntura

Parasitas V67 Tchelnn Ângulo ungueal do 5q artelho.

Roé V e VB VB30 Roann Tsiao Saliência sob face lat. do grande


trocãnter.

CAPfTULO XI
APARELHO LOCOMOTOR

ossos
TM 13 Thao Tao Entre 01 - 02 ou entre C 7 - 01.

Ao redor de C7, eletropunturas ou agulhas.

Pontos dos 4 mares V " Ta Tchou Em OH ap. trans. 01 sob ap.


calcificantes sp: V 19 Tann lu transv. de O 10
ossos: V 11

Tônico geral V38 Kao Roang Nrvel de O 4 borda int. da omoplata


que é preciso afastar cruzando os
Kao Houang braços A 2 d hor. de V 14.

Crescimento RP 5 Chang Tsiou Entre borda ant. do maléolo interno


Hipôfise e tendão ext. comum, entre escafóide
Ossos - Consoli- e estrágalo, adiante da dobra de
dação de fraturas flexão do pé.

JM 6 Tsri Raé 2 d % sob o umbigo.

Estimula a defesa VB 39 Siuann Tchong 3 d sob maléolo externo:


le ucocitária. Ativa
a cicatrização

Mo d e R-Ossos VB25 Tsing Menn Extremidade livre de 12'! costela.

Edemas R7 Fou Léou Sobre o solear 3 disto sob ma léolo


interno atrás do L fletor comum.

Coração C5 Trong li 1 d sob a dobra do punho dobrado ao


nlvel da artéria cubital.

Evita diablites V23 Chenn lu Sob apófise transversa de L 2.


após repouso
devido à fratura
(
(
172 - Curso Rápido de Acupuntura Aparelho Locomoror - 173

Anafila xia e conf. E 13 Tsri Hou Saliência subclavicular - meio.


VB 39 S iuann Tchong 3 TD sob maléolo externo. Em AV
E 15 Oul 3C! esp. intercostal , o primeiro estando
pág. 139 e 159 de V 59.
sob a clavícula com E 13, sobre linha
mamilonar vertical a 4 O de Jenn Mo.
R 14 Seu Mann 3 disto da borda sup. do púbis R 11 2
disto lateral de JM 5.
Edema generali- JM9 Choé Fenn 1 TO sob o umbigo.
zado Fadiga e agitação G I 16 Ts.iu Kou Última clavícula e acrõmio em uma
JM 11 Tsienn Li 3 TD sob o umbigo.
das crianças saliência.

CÀIMBRAS
CARTILAGENS

Perna VB12 Oann Kou Saliência sob o rebordo látero-occipi-


tal sob e externo à saliência retro- Eletropuntura paravertebral - Acrescentar extratos de cartilagem -
mastoidiana cf_ esquema pág. 125 enxofre - magnésio - ,verificar a boa colocação das vértebras - TM 13
-RP5-JM 17.
Bater no tendão 'J 57 Sing Sann Saliência no ponto de origem dos
de Aquiles gêmeos.
LIGAMENTOS
E 36 Tsou San Li 3 TD sob borda inf. da cabeça da
tíbia, face externa da perna.
Tendões e RP 21 Ta Pao 1 TM externo ao mamilo, linha >lxilar.
Vibro-massagem Rl long Tsiouann Meio da planta do pé anter ior_ músculos
Eletropuntura R2 Jenn Kou Sob espaço astrágalo-escafoidiano,
face interna do pé. JM 17
Articula ções Trann Tchong Meio do este mo n{vel do mamilo 2 d
sob o ap. xifóide.
(+) Paé Lao Borda superior de C 7 e de Dl .
MÚSCULOS
Hipófise TM 13

Sp. : VB34 lang Ling Saliência sob a cabeça do perônio_ TM 17 Tsiang Tsie nn 1 d sob 16 que está sob a bossa, sob o
Tsiuann occipital_

RP 21 pág.80 Ação hipofisária RP 5 Chang Tsiou Adiante do maléolo int. em dd do


tendão do perneiro anL
VB 41 Tsou Lin Tsri Entre metatarsianos I V e V.

Abre Tchrong Mo RP 4 KongSoun Face interna do pé .- entre metat. 1 e


1C! cuneiforme_ PONTO DE HIGROMETRIA

GI4 Sensibilidade a toda mudança climática


Ro Kou E ntre bases metacarp. 1 e 2, contra 2

Simpaticoalgias VB20 Fong Tchih Sob occip. entre esterno-cleido-mas-


toidiano e trapézio.
Mialgias F3 T raé T chrong Entre bases metatarsianas 1 e 2
Fong Tche

TR5 Oaé Kouan 2 disL da dobra do punho face


MEDULA ÓSSEA
post_ 'entre cúbito e rádio.
- "As 100 Fádigas" TM 13 Oaé Koann
Paé Lao Sob C 7 e sob D 1.

VB34 lang Linn Sob a cabeça do perôn io_ R 18 Chi Kouan 2 dist o externas' a JM 11 - entre JM
Tsiuann 11 e 22.
Ché Koann JM 11 está a 2 d 1/2 sob o umbigo.
(

174 - Curso Rápido de Acupuntura Aparelho Locomotor - 175

DD R ES NAS COST AS 2) Ação por meio de agulhas sobre os sintomas musculares.


Pontos iU
da bexiga de 10 a 32 conforme o caso Cf. pág. 64
TM 10 Chenn Tao Sob apófise espinhosa de O 5.
Calma V60 Kroun Loun Borda supero - póstero externa do
V 54 Oê 'rchang Meio da saliência poplear. calcâneo.

Os lU V62 Chenn Mo Sob ponta do maléolo ext.


V 11 Sob as apófises transversas das
a vértebras pág. 64 Pt Géki V63 Tchin Menn Saliência metatarso-cubóide.
V .26
Calma TR 10 Tienn Tsing Saliência retro-olecrâneo face pos-
Tônico poderoso V38 Kao Roang Borda supero-interna da omoplata terior do braço.
n{vel 04-05 encolhendo as omo-
platas. Tônico VB34 lang ling Sob cabeça do perônio.
Tsiuann

Não passar ao lado de um câncer do pulmão, de uma tuberculose, 3) Ação sobre os sinais nevrálgicos.
ou de uma metástase óssea - Tirar radiografiaas, de início. Procurar a Dispersar os meridianos em relação com o trajeto nervoso atingido;
causa em um trauma psíquico. Fortificar o ramo oposto desse meridiano.

V 65 Chou Kou R etro-articulação metatarso-falan-


ALGONEURODISTROFIAS giaoa (5q artelho) .

V67 Tché Inn Ângulo ungueal externo 5q arte.lho.


Reúne os s(ndromes dolorosos com desmineralização, osteonecrose de origem
traumática ou nervosa, fonte de ciladas para o diagnôstico. R4 Ta Tchong Borda sup. int. do calcâneo. .
Tratamento conforme sintomatologia, além dos remédios. deixar até o final da sessão.

4) Pontos gerais
DORES NA CABEÇA - PESCOÇO - ROSTO
IG 3 Reou Tsri pág. 175 TR5 Oaê Koann No meio e a 2 TdO sob a dobra
V 62 Chenn Mo pág. 175 e anterior do punho.
y67 Tchelnn pág.175 VB41 Tsou Linn Tsri Entre bases metatarsianas 4 e 5.
GI4 RoKou pág.l72 ou
IG3 Reou Tsri Borda lateral da mão. Atrás da cabeça
Auriculoterapia pág,262 do S'1 metacarpiano.

8seguir
DORES NAS COST AS TM 13 Paé Lao Sob apófise espinhosa de C 7.

F 13 Tchang Meno Extremidacfe livre da 11 ~ costela ..


Nesse caso mais do que nos outros, reduziremos o número de pl!Jntos 8 serem picados,
pois se nos basearmos nos autores chineses. encontramos todos os pontos, e o leitor ficará Eletrop. TM 14 la Menn Sob apófise espinhosa de C 2.
perdido. Como nossa especialidade de traumatologia vertebral articular e muscular nos dá
ocasião de tratar um grande número de dores nas costas, eis o nosso esquema terapêutico V ·10 Tienn Tchou Sob borda posto occipital. t TdD late-
diário simplificado : ral de Tou Mo.
1) Procurar a causa exata por meio de um exame completo antes de tratar, isso parece
lógico. E ntretanto, nós evitamos numerosas intervenções cirúrgicas; evitamos quase V54 Oê Tchong Meio da saliência poplear.
sempre a intradurografia. Todos esses doentes foram examinados clinicamente com
cuidado, e sararam sem intervenção de enxerto ou de hérnia discaI. Deve-se .cuidar das Massagear VB38 Yang Fou 4 TdO sob maléolo externo. Contra
causas ginecológicas. com força borda posto Extensor Comum.
r
176 - Curso Rápido de A cupuntura A pqrelho Locomotor - 1 77

5) Pesquisar todos os pontos doloridos locais. 111. - Tóxi ca:


a) Picar todos os po~tos doloridos correspondendo a um pomo de acupuntura .
Frg ado. vacinações rece ntes. Into xicação a limentar ou medicamentosa. Ale rg ia.
b) Acu puntura cutânea de todos os pontos doloridos (dei xar as agulhas de 10 a
Gripe. V (r·us.
20 m inutos) .
Não esquecer da radiografia na pesqui sa de um t umor ou lesão óssea.
Por fim, a auricul o terapia, seja desd e o início ou como compl eme nto, ou ainda como
LOMBO·CIÁTlCA - NEVRALGIAS - NEVR ITES último recurso.

Buscar a causa exata IV - Cirúrgica:


Analgésicos
Nunca se sabe quando e como a caba uma ciática.
Antiespasmódicos
A hérnia de disco não deve ser operada a não ser quando evidente e de redu ção
Calmantes gerais cf. Sistema Nervoso pâg. 236
impossível por medicamentos, ou Se de início a compressão for perigosa. Os
Corrigi r desarranjo
resultados são ex celentes Se a indicação for perfeita e se o cirurgião opera "a
Tonificar o sis:tema nervoso
mínima".
Tratar os meridianos relativos
As graves conseqüênci as de uma intervenção provém de uma má indicação por
parte d o médico.
Facial TR 19 Lou Hsi Sob a concha do temporal ao nfvel da
mudança de direção da hélice da
orellha (da vertical à ciblfqua) . . EP d o lado são V 23 Ch enn Yu 23 a 30 =sob apófise esp. transv. de
a agul ha do lado V 24 L 2 a L 5. (V 26) V 27 a 30:
Esquema pág. 125 VB 2 Ting Roé Entre a orelha e a borda posterior do doente a articulação sacro i Ifaca. Esquema p.
maxi lar superior sob I G 19. V 34 92

VB3 KroTchou Sobre a arcada zigomática no ângulo V 33 Tchong Liao 31·32·33 - orif(cios sacros.
Jen formado pela parte horizontal e a
parte de cima do osso malar sob V 50 Tchreng Fou Sob a dobra do grande glúteo sobre o
TR 23. V48 semi·tendinoso, um pouco para den-
a tro e não sobre a Iinha média.
VB9 Tienn Tchrong A 2 TO da hélice entre TR 20 (alto V 67
da hélice e TR 19) 1 TO atrás de VB
8.
V 51 Inn Menn 6 d da saliência poplear meio da face
V58 Fei lang 5 TdO sob a dobra posterior do posterior da co xa, entre · o semi·
calcanhar dobrado na direção da tendinoso e a longa porção do bíteps.
barriga da perna E xterior ao tendão
V 53 Oe Yang Exterior a V 54.
de Aquiles.
Pt A - HO V 54 Oe Tchong Meio da saliência poplear.
Homeopatia - Fitoterapia.
Infiltrações. V 60 Kroun Loun E ntre tendão de Aquiles e borda
No caso de ciática ou nevralgia crl!fal ou outra, buscar de in(cio a etiologia superior do calcâneo.

I- Infecciosa: V 62 Chenn Mo Sob ponta do maléolo externo.

1. Homeopatia - vacinas ou antibióticos em caso de necessidade absoluta.


V 67 Tche Inn Ângulo ungueal externo do 5'1
2. Tonificar o estado geral. VB 29 p.l08 artelho.
3. . Ação da acupuntura controlateral ao fortificar. Martelo com agulhas = ação
local em dispersão. VB 30 R etro·trocanteriano.
Roann Tiao
4. Todos os pontos locais dolorosos.
5. Puncionar os meridianos próximos da dor. VB 31 Fong Che o meridiano passou diante da
6. Pontos calmantes e analgésicos. VB 32 F ascia lata. Portanto, borda an!. F. L
a 7 TO da dobra da virilha.
II - Mecânica.
Suprimir uma compressão. Oescalcificação. Lesão pós-traumática.
178 - Curso Rápido de Acupuntura Aparelho Locomotor - 1 79

VB 33 Yang Kouann Face latero·pos!. da coxa. 5 disto sob Humidade E 36 Sann Li 3 TdO da borda inf. da cabeça da
a borda sup. da rótula . Borda tíbia, face externa da perna.
posterior da Fascia lata.
Funções digesti· V 21 Oé lu Sob ap. transv. de 02.
E 34 Leang Tsiou 2 d sob borda sup. rótula, borda ex!. vas
do tendão de Direito anterior. Face
ant. da coxa. Artralgias GI11 Tsiou Tchih Sobre o epicôndilo extremidade da
dobra de flexão da face posterior dó :
Tsou Sann Li 3 TdO sob borda inf. da cabeça da Tsiou Tchre braço.
tíbia, face externa da perna.
V 54 =Oé Tchong Meio da saliência poplear.
RP 6 Sann Yin 4 TO sob maléolo interno em uma
Tsiao saliência contra borda interna da Agudas IG 3 Réon Tsri ou Atrás 5~ cabeça metac.
t(bia. Héou Tchih FaCe lateral da mão.

RP 9 Inn ling Face interna da tíbia - ângulo da IG8 Hsiao Hai ou Braço estendido, na goteira cubital
Tsiuann cabeça e corpo da tíbia. Siao Raé entre olecrano e .epitrócleo.

Sempre o E 36 Tsou Sann li Face est. perna '3 TO do rebordo da


ARTRITES cabeça da tíbia.

Determinar a etiologia: infecção + + +; Fígado +; VB +; Intestinos + +; Ginecologia + +; Frio


Abre lang Oé TR 5 Oae Koann A 2 d da dobra dorsal do punho e no + Traumatismo; Biologia +; etc.
(-) meio.
N.B. - (CU = contralateral: A miúde, ação cruzada do pé direito, cabeça esquerda para
R 18 Chih Kouan 2 disto JM 11 (umbigo =JM B). todos os fenômenos dolorosos.

Com TR 5 VB 41 linn Tsri Face dorsal do pé ângulo tarso·metat. VB30 Roann Tiao Estando de pé na saliência do grande
entre 4 e 5. trocãnter.

Estado reumato· V 11 Ta Tchrou Sob apófise transversa de O 1. VB 34 lang ling Sob cabeça do perônio fac'e externa
lógico · esp. ossos Sie Tsri da perna.

Barreira de Yang TM 3 Yang Koann Sob apófise espinhosa L 4. VB 43 Sie Tsri Art. metat. fal . 4 e 5.

GI8 Cha Lienn Face posto do braço a 4 TO, do Tratar os meridia·


epicôndilo, borda ext. comum dos nos próximos + os
. dedos. pontos locais (CU VB 4 Han Yen Sobre a linha curva iateco·frontal 3
TO do rebordo orbital externo -
I nt. delgado E 39 Tsou Hsia lien 6 disto do 36 contra face ext. da direção do vértice na vertical da
tíbia. saliência formada pelo canto do ramo
ascendente e ramo horizontal do osso
RP 2 Tsou Ta Tou Adiante da cabeça do meta do grande malar. Esquema rr. 14t.
artelho, face int.
Para articulação RP 5 Chang Tsiou Adiante e sob mal .int. I nterno ao
Erráticas VB38 Yang Fou Ocultação do perônio 1/3 inf.' da per· e ossos tendão ao dobraro pé.
(dores intensas) na 4 TO sob maléolo ext.
Joelho RP 6 Sann I n'n 4 d sob maléolo interno.
F rgado F8 Tsiou Tsiuann Extremidade interna da dobra de Tchiao = Em uma saliência contra a tíbia.
flexão do joelho, face adiante da Sann Inn .Tsiao
órbita.
Joelho R7 Fou Leou 3 d sob mal. i nt. atrás d.plongo f letor
F (gado F3 Trae Tchong Ângulo metat. I e I L comum.
Aparelho Locomotor - 181
180 - Curso Rápido de Acupuntura

Perturbações F2 Sing Tsienn Face externa da articulação metatar·


Punho JCU F7 Hsi Koann 3 d sob a dobra do joelho. face int. metabólicas ou so·falang. do 9- art.
da tíbia. Entre RP 5 e F4 Tchang Fong Adiante do mal. int. sobre escafóide.
E 41 :
Espádua (CU VB 41 Linn Tchi Face dorsal do pé ângu lo metat. 4 e
Linn Tsri 5. Esvazia as RP 9 Inn Ling ÂngulO cabeça e corpo da tíbia, face
bolsas Tsiuann int. da perna.
IG 13 Ping Fong "Recebe o Fong" Saliência sob
espinha da omoplata.
F8 Tsiou Tsiuann Extrem. interna da dobra de f lexão
do joelho.,
IG 13 Tsiou luann Chanfradura caracoidiana.
Ramo direito P1 Tchong Fou 3 TO sob clavícula. 2 O ex terno a
Espádua·Braço IG 14 Tsienn Oaé A 3 disto horizontalmente da linha cabeça ,umeral.
TM. nrval apof. esp. C 7.

GI16 Tsiou Kou Em dd da . articulação acrômio- Regime : supressão de carne, salsichas, ovos, vinho, água mineral.
,clavicular. Permitido: peixe magro, arroz, salada.
Aplicação local: pontos locais dos tendões e músculos. Picar 20 minutos, durante cerca de 8
Periartrite Buscar a 1. Psíquica Choque, tristeza, preocupação. dias.
causa e 2. Infecciosa Ouvido, trompa de Eustáquío, den-
tratar em tes, sinusites, infecções afastadas.
MICROLlTíASE DA MENOPAUSA
conseqüên·
cia + pontos 3. Tóxica Gota, co lesterol. Tratar a menopausa pela acupuntura para o equilíbrrio geral 1 ou 2 vezes por mes.
de inserção 4. Mecânica Vértebras. Acrescentar a hormonoterapia se o médico tem grande experiência. pois a sua utilização é
musculares 5. Reumatológica delicada e deve ser sobria e descont(nua. A Acupuntura é acrescentada à homeopatia ou
tendões alopatia dos remédios urolrticos tradicionais (cf. capo XVII pág. 227 e seg.).

Parai isias nervosas pág.239


Paralisias após JOELHO
congestão ou
hemorragia
cerebral 1. Hidroartrose

Pontos fora dos PM20 Ponto mestre VB34 Yang Ling Sob e um pouco atrás da cabeça do
meridianos PM22 pág. 65 a 67 do joelho: Tsiuann perônio.
PM24
F azer cada vez: RP9 Inn Ling Face interna da tíbia - ângulo da
Tsiuann cabeça e corpo da trbia.
GOTA
"Cidade do Fong" VB 31 Fong Ché F ace externa da coxa, braço
estendido ao I011g0 do corpo: n ível
G13 Sann Tsienn Atrás da cabeça do 2~ metac. lado
do médio.
int.
E45 Li Toe Borda ung. est. 2~ artelho.
R4 Ta Tchong Borda súpero·interna do calcâneo sob
R 3. VB 31 Fong Tché Face ext. coxa nrvel médio estando
2. Artrites

"Água da Fonte" R5 Choé Tsiuann Borda inf. do calcâneo. sob goteira


de pé -
6 dist. sobre a dobra do
joelho.
p6stero·interna.
VB33 lang Kouann Saliência a 1 D sob a linha inter'a rtic.
E 44 Nei Ting Artic. fal.·metat. 2C! artelho, lado ext. ext. joelho atrás da fâscia lata.

E36 Tsou Sann Li 3 T dO sob borda inf. da cabeça da VB35 lang Ko uann Contra a borda ant. do peroneiro
1 ___ _ 1 _ ... ___ 1
tlbia. face ext. dr:t np.rn;:L
182 - Curso Rápido de Acupuntura Aparelho Locomo tor - 183 .

Koang Ming Marcar com VB 34 3 d · mais abaix o. 4. Derramamento Agulhas em toda a parte onde a pele estiver distendida pe lo derra me.
VB37
de sinovia no no meio e em torno da rótul a e escolher entre os pontos citados ac im a
joelho e punho Eletropuntura al(via muito. Nos 2 casos, há cura freqüente e a lívio
VB 38 Yang Fou Tendão do solear 4 TD sob maléolo
imediato, durável e con stante.
e xt. A 2 d de 37.

Massagear antes VB39 Siuann Tchong 1 d sob 38. 3 TD sob mal. ext. a 6 d
ARTROSE
de picar de E 36.

Isolados e no Gome-\VB 41 Tsou Linn Tsri Entre bases dos metatars. 4 e 5.


Como especialista de traumatologia vertebral, articular e muscul ar, constatamos em
ço da seção pág. 57 ITR 5 Oaé Koann 2 TD sob dobra ant. do punho.
nossa clientela:
1) A artrose é confundida cOm a osteofitose artrrtica. São · feitos inutilmente
Depo is acrescentar E 40 Fong Long Atrás dos extenSo com. A 9 TdD ·do
tratamentos sérios. Os pacientes ficam logo pessimistas. .
se for preciso os rebordo inf. da cabeça da tíbia.
2) Freqüente confusão com os enxertos vertebrais para os quais se pratica extensões no-
seguintes pontos :
civas.
3) Confusão com a osteoporose, na qual é descurado o tratamento.
E 45 LiToé Borda ungueal externa do 2'1
4) Não confiar nas metástases ósseas eventuais.
artelho. ·
5) Confusão com as artrites:
para as quais é preciso buscar uma origem eventual,
E 36 Tsou Sann Li Face elÇt. da perna 3 TD sob borda
ou a caus~ metabólica.
inf. da c~beça da tfbia.
6) Erros muito freqüentes devido às atenções dadas as descrições radiológicas de
Sing Tsienn Lado int. do grande artelho adiante anomalias sem importância, muito habituados a falar de artroses à menor imagem
F2
da cabeça do metat. 1. anormal. O médico que f az o tratamento está muito · habit~ado a se inquietar com
uma imagem pouco normal, em prejufzo do exame clInico.••
F3 T raé T ch rong Entre bases metai. 1 e 2.
Não fazer nenhuma interpretação radiológica conseqüente antes ou sem o EXAME
GERAL do doentte.
F6 Tchong Tou Borda int. da tfbia a 8 T dD sob
maléolo interno. Destacamos a explicação bioeletrônica do dr. G. de Larebeyrette, de acordo com os
trabalhos de L CI. Vincent e com os dados atuais da acupuntura. O processo de osteofitose
"Barreira do joe- F7 Tsi Kouan 3 TD sob ponta da rótula sobre e de artrose seria devido a uma ionoforese deixando passar os íons metálicos criando
lho" - ponto de cabeça da tfbia face. estaglatites e estalagmites, fenômeno possível se a substância que os separa é condutora. A
penetração da Si Koann antero-int. cerca de 3 TD ex t. a RP 9. cartilagem sã é isolante de poder dielétrico elevado, mas se estiver doente, seus constitu intes
energia I nn noite mucopolisacarídeos se despolimerizam e tornam-se condutores deixando passar os corpos
vertebrais: os íons fosfocálcicos e magnesianos. resultando na descalcificação central,
V54 Oé Tchong Meio da saliência poplear. hipercalcificação das bordas, etc.
(ver Cade~nos de Eletroterapia nC! 7-1972)
F8 Tsiu Tsiuann Face interna do joelho etc. da .dobra
de flexão · atrás dos músculos da Os trabalhos de L CL Vincent e nossas várias entrevistas sem experiência de
laboratório de nossa parte, levaram às mesmas conclusões.
prega.
A acupuntura não passa nesse caso de um coadjuvante facultativo.
Não existem pontos"indicados" . .
RP7 Lao Rou 7 disto do m.aléolo int.. borda int. da
Aconselhamos além disso as regras de medicina tradicional :
tíbia adiante do tendão de Aquiles.
1) Restabelecimennto geral do equilíbrio Inn- Yang.
Leou Kou
2) Normalizar as constantes biológicas.
3) Emagrecimento se for o caso, mas nada de regime de poucas calorias. para os Que
V60 Kroun Loun Entre maléolo externo e tendão de
trabalham. Cura de vitaminas e cálcio.
Aquiles, borda superior do calcâneo.
4) Rejuvenescer, regenerar os extratos de cartilagem. enxofre, fósforo, ADN.
5) Ações locais sedativas.
R3 Traé Tsri 1/2 disto atrás do mal. int. 1 T dD sob
6) Tratame~to térmico. Talassoterapia. O dr. Monnier, de Gujan-Mestras. reumatólogo
R 4.
famoso e experiente, obtém excelentes resultados com a associação da gemoterapia
(que nós também praticamos) e banhos de lodo com ostras m~rinhas.
3. Quistos sinoviais Antes de operar - se for necessário _ . Acupuntura na saliência
do joelho poplear V 54 e 4 agulhas de prata, 15 ou 20 l1)inu!os - 1 sessão por
A acupuntura se associa a cada uma das etapas desse programa. E, se não houver
184 - Curso Rápido de Acupuntura Aparel}W Locomotor - 185

A galvanopuntura é muito mais eficaz do que as agulhas. "Tratamento Médico e Etiológico da Coxartrose". Or. Picard e Atonini - Ed. Maloine. O
Além do manejo geral da energia: papel dos catalisadores é importante.

Pontos: Métodos que se unem com aqueles que adotamos de há muito tempo e que são cada
vez mais utilizados. cada vez que a intervenção cirúrgica é recusada pelo paciente ou
pontos especializados. ossos. medula. sangue. vasos. desaconselhada pelo médico.
pontos locais dolorosos. Tratar. se for o caso. dos po ntos de ciática.
meridianos próximos das lesões. Associar a acupuntura aos analgésicos. se for preciso. aos antiinflamatórios e a
martelo com agulhas. terapia de cálcio e vitaminas. Tratar a menopausa
auriculoterapia.
massagens.
vacinoterapia (experimental).

É claro que as artroses graves do quadril exigem intervenção cirú rgica A cirugia fez
grandes progressos e permite uma volta à saúde e ao equilíbrio geral. que a medicina não
pode dar ao paciente.
A acupuntura mostra-se 90% eficiente na artrose dos cães.

COXASTROSE

Tentar de inf cio E 36 Sann Li 3 TO sob borda inferior da cabeça da


os pontos: tíbia. face ext. da perna

V54 Oé Tchong Meio da saliência poplear.

VB27 Wou Tchou De pé. na saliência sob espinha ilfaca


antero-sup.. inserção média do
glúteo.

VB28 OéTao' Cabeça do fêmur - virilha - espinha


ilfaca al1tero-inf. e inserção do
costurei ro.

VB29 Tsiu Tsiao Inserção médio-glúteo e sob cabeça


do fêmur.

VB30 Roann Tiao Saliência sob grande trocânter.

VB 38 Yang Fou 4 TO sob maléolo externo contra a


borda posto do extensor dos dedos
artelhos.

VB34 Linn Tsri E ntre bases · dos metatarsianos 4 e 5.

F8 Tsiou Tsiouann Face interna do joelho. Extremidade


da dobra de flexão - Músculos
trazeiros da prega.

Tratar todos os pontos dolorosos pela eletropuntura 1 seção quinzenal


ou duas vezes por mês.
[.
~

CAP ITU LO XII


VIAS RESPIRATORIAS - ORL

FEBRES - INFECÇÕES - GRIPE

Qualquer doença GI 4 Ro Kou E ntre bases dos metacarpianos 1 e 2


O.R.L face dorsal.

Defesa VB 39 Siuann 1/3· inf. da perna 3 d sob o maléolo


leucocitá ria Tchong externo.

V3 Mei Ychrong Sobre o frontal a 2 disto laterais da


linha Tou Mo 1 disto vertical acima
do alto do superc!lio.

Contra O Fong e V 12 Fong Menn Sob apófise transversa de O 12


coriza aguda

GI19 Wo Liou = Meio do sulco naso·l abial lateral


Ho Liao (ruga do rosto).

GI20 Ing Siang Ângulo da asa do nariz sobre su lco


lateral.

Reunião de todos TM 20 Pai Houei = Alto e meio do crânio.


os Yang Pae Roê

TM 21
Estado congestivo TM 22 .Linha médio-craniana (cf. esquema
com vertigens, ede· pág. 1251.
mas - obstrução, TM 23
coriza, etc... TM 24

VB 4 Hannla Sobre a crista frontal, a 4 TO e na


vertical de VB 3 (Ângulo ramo H e a
montante do malar).
VB 5 Siuann Lou Abaixo e um pouco adiante de VB4 a
Cefaléia 1 TO.
Vertigem VB6 Siuann Li a 1 TO sob VB 6.
Epistax is V 66 Tong Kou Adiante da cabeça do
meta t arsiano.
188 - Curso Rápido de Acupuntura
Vias Respira tórias - 18 9

F8 Tsiou Tsiuann Contra tuberosidade interna da t(bia Desentope V2 Tsroann Tchou Acima da cabeça do supercflio a 1
adiante da órbita. Extremidade o nariz
interna da dobra de flexão do joelho. TD da linha média.
V3 Mei Tchong 2 TD sob a cabeça do supercílio.
O ponto R 10 é mais posterior sobre V7 Trong Tienn 2 TO latero-externo a TM 20 (alto do
a mesma dobra.
crânio) ver esq uema.
Sinusite V9 Yu Tchenn
Sobre o antebraço, a mão na face 1 TD externo a TM 17 que se acham
Amidalite + GI 11 Tsiou Tchré frontal
dorsal, adiante do epicôndilo, ' dobra a cima da bossa ocipital.
fadiga GI4 Ro Kou E ntre bases metac. 1 e 2 - face
externa do cotovelo.
dorsal da mão.

Idém + tosse + R1 Yong Tsiuann Planta do pé. "Ponto dos GI20 Ing Siang
No ângulo do sulco nasal lateral e asa
oligúria perfumes"
do nariz.

Amidalite, febre P 11 Chao Chang Ângulo ungueal do polegar lado ' do


Sinusites etimoi- TR 22 Ro Tsiao Sob e adiante da arcada zigomática a
e suores indicador. dais e frontais 2 TD da orelha.

Congestão E 40 Fong Long Face ext. J. externo a E 39 a 6 d sob


E 36. Leucopoiético VB39 Siuann Tchong 3 TD sob maléolo externo.

Abscesso-amígdala JM 22 Tienn Tou Parte saliente da saliência sob ' E5 Sia Koann = Meio da borda orbitária inferior.
angina - voz esternal, picada muito superficial.
Sinusite maxilar
\ Ro Kou

EI Tsienn Adiante da base da 2'! fal. face I GI4


Amidalite - GI 2 E ntre bases dos metacarpianos I e 11.
laringite latero-dorsal da mão.
Comanda o sim- TR 3 Tchong Tchou Face ' dorsal da mão - atrás das
Cefaléia - GI4 Ho Kou Ângulo bases metacarpianas 1 e 2. pático com VB 20
Face dorsal. cabeças dos metacarpianos 4 e 5.
suores
Cefaléia TR 1 Koann
F ace dorsal interna do punho entre Face dorsal mas ângulo ungueal
Amidalite- GI5 Yang Tsri Vertigens Tchrong
radius e escafôide - F undo da axila externo.
fadiga Faringite
anatômica.
Todas as doenças P8 Tsing Tsiu 1 TO da dobra do punho sobre art.
E'9 Jen Ying Borda posterior do hióideo face
Falta de voz da faringe
lateral da tiróide td sob a radial. Borda inter. estil. rad.
com eletropuntu-
ra cartilagem hioidiana. Amidalite PM 25 Che Siuann Face palmar sob a unha de cada
a29 dedo.
Cordas vocais R 26 Rouo Tchçn.g 2Q espaço intercostal borda superior,
da costela (R 27 está no ângulo es-
H
(mais homeo-
CF supra. terno-costo-clavicuiar).
patia) JM 22 , Gil Chang Yang Ângulo ungueal do indicador lad o do
Tosse. Febre \ polegar.
Entre rádio e cúbito a 4 d sob a
TR8 Sann Yang Lo Garganta (criança) i
dobra anterior do punho. GI4 Ro Kou Ângulo bases metacarpianas 1 , e 2,
face dorsal.
P1 Tchong Fou 3 TdD sob a clavícula lado interno da
Contração
cabeça do úmero, sobre o pequeno , Rinofaringite P 11
muscular Chao Chang Ângulo ungueal polegar lado do
peitoral. Nível da 3'! costela. descendente indicador.

Rouquidão P6 i<rong Soé Meio 'da face ,paim. do antebraço E6 Tsou Tsiao = Na vertical da pupila entre elevado res
contra o osso. Seis TO sob a dobra do Tchou Liou da asa do nariz e lábio sup.
punho. Na saliência formada pelo
longo supinador lado radial, e o Rinofaringe V 12 Fong Men,; Sob apófise transv_ de D 2.
grande palmar (mediano) pouco
~nf"oc: na. n:in rn~is np.rceber a radial.
(

190 - Curso Rápido de Acupuntura Vias Respiratórias - 191

Tai Tchong = Entre bases metatarsianas 1 e 2, Zumbido nos TR 22 Ho liao 2 TO adiante da borda da hé li ce sob
Todas as ai ecções F3
Traé Tchrong contra 11_ ouvidos otite arcada zigomat.
do nariz

Antitóxico F8 Tsiou Tsiu ann Face int. do joelho extr. da dobra de Rinofaringite com T R 17 I Fong Saliência atrás do ouvido entre po nto
faz urina r fle xão. zumbido nos ouvi- mastóide e max. inl . Da! parte um
dos e surdez ramo de TR para o ouvido interno.
Tosse-Rinofa- P6 KongTsoé Meio da face ant. antebraço - 5 TO
ringite_F az suar da dobra do cotovelo. TR 16 T ie nn lu 3 TD sob TR 17.

.M20 Roa Kaé Esterno nrve l do lI:! espaço intercos- Surdez relativa TR 12 Siao Lao 5 d sob T R 10 (situado na' saliência
Faringe tal. sob olecrano) e bem no meio do
Anginas triceps braquial.
Aftas JM 21 Siuann Tsi Sobre a borda superior do manúbrio.
Abscesso Disp. Gil Chao Yang
Congestão JM 22 Tienn Tou Fosseta sob esternal. pág. 189
Disp. GI4 Ro Kou
Idem + língua JM 23 Lienn Tsiuann Sob o queixo logo acima do corpo
inchada - feridas tiróideo. Disp. Glll Tsiou Tchre pág. 187
na boca
Especial orelha TR 21 Eu Menn (SdM) Esquema pág_ 125 Disp. VB2 Ver esquema cabeça-pescoço - cf.
externa hipoacu- abaixo_
sia
Surdos-mudos Cada dia 2 pontos de TR, 1 cura por mês, de há muito.
Anosmia GI20 Ing Siang Angulo da asa do nariz.
Otites TR5 Oaé Koann A 2 TdD da dobra anterior do punho_
TM25 Choé Keou pág. 125. Surdez brutal (-) No meio.
e
Borda ungueal do 51:! dedo, 4'! coste- VB 41 Tsou Unn Tsri
Surdez C9 Chao Tchl"Ong E ntre bases metatarsianas 4 e 5.
antiga Ia. Faz sangrar_
Otite (-) VB2 Ting Roé . E ntre lóbulo da orelha e saliência sob
Borda ungueal do médio, lado do Zumbido nos VB 17 pág. 125 côndilo do maxi lar superior.
MC9 Tchong Tchrong
indicador.esquerdo_ ouvidos
VB3 Hanh Yenn
Goteira cubital atrás do epitrócleo. Anosmia (-) GI4 Ro Kou
Ouvido: (-) IG 8 Siao Rae =
Hsiao Hai Zumbidos nos VB2 Ting Roé Em uma saliência ao abrir a boca
Especial cabeça Reou Tsri A trás cabeça do metacar-5 face ouvidos entre ouvido e ramo ascendente do
IG 3
lateral da mão. maxilar inferior.
Hipoacusia
E ntre rádio e cúbito. A 2 TO da Zumbido nos VB 16 Feou Par pág. 125
Abre o meridiano TR 5 Oae Kouann
dobra dorsal do punho. ouvidos
Yang Oé (surdez) Tsienn lu
recente
pág. 125. Sob TR 21, Nervo pneu mo- V 10 Tienn Tchou Sob occipital a 1 O da linha TM_
Zumbido nos IG 19 Ting Kong
gástrico-1jlosso
ouvidos
Sobre o crânio, atrás e a 1 TO de TR faríngeo
Otite TR 19 Lou Hsi
20 que está na vertical do alto da
hélice (T R 17 a 21) contornando a Hipoacusia :
orelha.
Tratamento GI19 Ro Tsiao pág_ 187
durante
Zumbido nos TR 20 TsioSoun 3 anos GI 6 Pienn Li A trás da cabeça do rádio_ Face dor-
ouvidos
sal.

Menopausa e TR 21 Eu Menn Sob e atrás do condilo posto da art.


E36 Sann Li pág. 195
rnnnpc;t,;in
192 - Curso Rápido de Acupuntura Vias Respiratórias - 193

VB 44 Tsiao Inn Borda ungueal do metat. T 4, 5C! Crianças especiais TM 12 Chenn Tou Sob apófise esp. de 03 (FR CH e
costela. WU.

IG 17 Tienn Yong pág. 125 Fadiga e anorexia TM 13 Paé Lao


Surdez recente Sob C 7 e C 6.
dos que tossem RP 8 Ti Tchi 1 através da mão sob dobra do joel ho
V 10 Tienn Tchou Cf. supra. borda interna d a tlbia - 1 d sob
RP 9.
TR 16 Tienn Tchrong pág.125
Disp.
Amígdalas P1 Tchong Fou Em DO da cabeça do úmero e a 3
2 pontos por dia de TR: 1 cura por mês, vários meses. Brônquios TO sob a clavícula Borda sup. da
Disp.
Pulmões-Coração costela.
Dispnéia
TR 7 Roe Tsong 3 TD da dobra dorsal do punho e Edemas
Pt. Géki
exterior a TR 6.
Estimulador. de P2 lunn Menn Sob artic. acrômio-clavicular. Ângulo
PULMÕES - BRONQUIOS Yang (congestão, da cabeça umeral.
febre)
Mestre da E respiratória :
5 TdD sob ponta do apêndice

f'
JM 17 Trann Tchong Tienn Fou No meio dos 2 teixo do blceps a 1 TM
xifóide. Resp. celular da dobra do cotovelo.

cf. abaixo P9 Trae I uann = Dobra anterior do punho entre


Função V 17
Tai Yuenn rádio e escafóide.
respiratória

Tae luann Dobra anterior do punho entre rad. e T osse-Alergia· V 13 Fei lu Sob' apófise transversa O 3.
Enfisema P9
escafóide ao nlvel da artéria radial. Vômitos

4 disto de D 3 contra bor.da interna T osse-F ebre R3 Tai Tchih Borda sup. 'do calcAneo 1 indicador
Tuberculose V37 Pro Rou
da omoplata. Pleudte atrás do maléolo interno, sob R 4 que
Faringite está na borda superior do cal câneo.
Sob apófise transversa D 3. Dispnéia
Pulmões V 13 Fei lu
Respiração Sob apófise transversa DD 7. "Porta do Fong" V 12 Fong Menn Sob apófise transv. O 2.
(Distúrbios da) V17 Ko lu
Chen Tao Sob apófise espinhosa de D 5 (DRCH
Resfriamento TM 11 Coqueluche V 10 Tienn Tchou Saliência sob occipital 2 TO externo a
eWU.
Prev. e cura Tou Mo.
,..< Dispnéia + Sob. D 6.
Tosse crônic8 TM9 Ling Taé
Meio do esterno, nível 3C! esp. IC 7 Bronquites V 11 Ta Tchou Sob apófise transversa de D 1.
de irritação JM 19 Tseu Kong
TD de JM 15.
Hemóptise P5 Tché Tsré Sobre a cabeça do rádio, dobra de
JM 21 Siuann Tsi Sob a borda superior do manúbrio. flexão do cotovelo, . externo ao
tendão do brceps.
JM 22 Tienn Tou Entre as clavlculas no fundo da
Asma e
bronquite fosseta sob esterno. Esp. do sangue V 17 Kolu Sob ap. transversa de O 3.

Pleurite-Dispnéia VB 44 Tsiao Inn 4q artelho ângulo ungueal externo. Dispnéia P5


Pleurite
Tosse
Bronquite
.. Janela da E 16 Ying Tchang Espaço intercostal sob mamilo. A 2 d Bronquite - Pleura JM 19 Tseu Kong JM 17: nlvel 5q esp. Meio do esterno:
laterais de R 24, 5 TdD sob meio de Congestão JM 19 está a 2 TO mais acima.
cintura"
clavlcula. pulmonar
r-: .~--.-­

,.

194 - Curso Rápido de Acupuntura Vias R espiratórias - 195

Comanda o Vago V 10 Tienn Tchou A 1 TO da linha Tou Mo sob a borda


Tosse de coquel U·
che \ V 12 Fong Men Sob apófi se transversa de O 2. da protuberância occipital poster ior.
Pl e urite
Asma + V 11 a Ta Tchou Sob apófi se transversa de O 1 até
R esfriamento
Enfisema V 15 e em torno D 5.
P7 Lié Tsiué Face antero - ex terna do antebraço de V 15
2TD s9b dobra anterior do punho
(lado do polegar! exterior a artéria Enfisema V 36 Fou Fenn A 4 d da apófise espinhosa D 2.
radial sobre o tendão do longo horizontalmente, no dorso sob O
supinador. ângulo ' supero·i nterno da omoplata
afasta da.
P 11 Chao Chang E ntre a raiz da unha e a dobra de
fle xão do polegar bord a lateral do Tuberculose antiga V 38 Kao Houang (+ E 36) + (JM 5)
Coqueluche polegar lado do indo Bronquite · Todas MASSAGEAR TAMBÉM
as doenças crônicas Omoplata afastada 4 disto ext. a D 4
GI4 Ro Kou Entre bases do e Dá GR + memória sob a borda inf. da omoplata.
metacarpianos. Face dorsal da mão. + tônus

V 12 Tsroan Tchou Sob apófise transversa de O 2. Asma P1 Tchong Fou Em DD da cabeça do úmero. 3 TD
sob a clav ícu la.
E 16 Ying Tchroang 4? espaço intercostal : n(vel E 24 e
JM 18, E 17, 5<? espaço intercostal. Ordem a seguir 1 a 10

P4 S ié Po Meio do brceps a tr. de m. da 1) P 7 Li Tchueh 2 TD sob dobra do punho lado radi a l.


Falsa angina e dobra do cot ovelo.
dores torácicas
P 10 Yu Tchi E ntre bases dos metacarpia nos 1 e 2 2) F 3 Taé Tchong Entre metacarpo 1 e 2 ângulo das
diversas
- borda da eminência tenar. bases.

Tsiué Inn lu Sob apófise transversa de D 4. 3) E 36 Tsou Sann Li Face ext. a 3 TD da borda inf. da
Pericardite ~ V 14
cabeça da tlbia.
Tosse crônica
Sustem o coração V 15 Sinn lu Sob apófise transversa de D 5.
4) V60 Kroun Loun Sob calcãneo retro-maléolo ex t.
Asma cardfaca C7 Chenn Menn "Porta do alento" - Dobra palmar
do punho borda cubital. 5) JM 17 Trann Tchong Meio do esterno n{vel do mamilo.

Chao Ha é Extremidade intern'a da dobra de Tchao Rae Entre calcâneo e astrágalo sob
Pleura ~C3
flexão do cotovelo sobre epitrócleo. maléolo interno e simétrico de
Fad~ga ~o coração
Chao Raé Ex cita a função V 60.
e pSIquIsmo
renal
Com congestão JM 21 Siuann Tsi Borda superior do mariúbrio. long Tsiuann Meio da plan'ta do pé nrvel
do rosto metatarsiano.

e Pulmões V 13 Fei . lu Sob apófise transversa de D3. N.B. P7 Pode ser substi· Dobra de flexão do cotovelo externo
tuído por Tché ao tendão do br ceps.
Tônico anti· V38 Koa Houang; 4 disto laterais de D 4 borda interna P5 Tsré
Koa Roang da omoplata afastada. 7) V 11 Ta Tchrou Sob apófi~e transversa de D 1.
anêmico

2q tempo 8) V 12 Fong Menn Sob apófise tra nversa de O 2.


Asma TR 15 Tienn Liao Acima da borda supero-i nterna da 7 a 10
omoplata. em uma sali ência 9) V 13 Fei lu Sob apófise tranversa de O 3.

1"\ C An
Vias R espiratórias - 19 7
196 - Curso Rápido de Acupuntura

Nevralgia VB 11 Teou Tsiao Inn


Se houver uma causa interna, rins, coração, f(gado, baço, serão fortificados os pontos VB 17
VB 12 Wann Kou
_ indicados mais acima - E 36 - V 13 - V 14 - V 38 - R 6 - VB 25 - JM 17 - RP 8 - VB 18 pág. 125
VB 13 Penn Chenn
F 13 - C 3 - C 7 conforme os casos. VB 19
VB 16 Mou T chouang

Atenção I Antes de usar a cortisona como último recurso, confiar nas chamadas causas
Alergia Cf. pAgo 157
indicadas pelos testes e tentar de inrcio a vacina antimicrobiana tradicional. Muitas asmas
oisp. o Yang B
foram curadas assim começando pela vacinoterapia, seguida de acupuntura associada com as
E 36-45
drenagens homeopáticas.
A cortisona fe z com que nos esquecessem os dos bons remédios tradicionais.
VB44 Tsiao Inn E xtrem. ungueal 41:! artelho lado do
51:!.
Como complemento :

Extr. int. da dobra de flexão 'do TM 12 Trao Tao Sob ap. transv. de O 1.
Antitóxico F8 Tsiou Tsiouann
joelho, na frente dos músculos da
dobra. Gil Chang lang Ángulo ungueal indicador lado do
polegar.

"As 100 doenças" TM 13 Paé Lao Sob apófise espinhosa de C 7 - C 6 -


V 54 OéTchong Meio da .saliência poplear.
C 5 - Dl.

P2 lunn Menn Contra cabeça do úmero, sob a


"Origem do Vento" TM 15 Fong Fou Sob occipita l, linha média pág. 125.
clavrcula

oescongestiona RP 10 Siué Raé = Entre costureiro e vasto int. 3 d da


P 11 Chao Chang Supra
Hsueh Hai interlinha do joelho.

Estimula a
Queixas e dores V 40 I Chih Borda int. da omoplata nrvel V 16
circulação RP 6-7 Ta Pao Face interna da trbia.
Depressão (O 6) portanto a 4 O de V 16, sobre a
linfática RP 21 6C? esp. linha axilar, nrvel de JM 15.
mesma linha horizontal.

"Providência" VB 13 Penn Chenn Entre VB 14 e E 1 - 4 TO da borda


Hipotálamo R 27 lu Fou Espaço esterno-costo·clavicular.
externa da órbi ta.

Ponto fora PM8 pág. 60 a 63.


VB 19 Nao Roang A 4 t TO laterais de TM 18 em frente
dos meridianos PM25
a sutura occipitaL
a 29

S impático VB20 Fong Tchen Exterior ao externo-mastóideo sob


occipitaL
FEBRES

Tremores P 10 lu Tsi (Tchih) Face palmar da mão lado interno em


frente à base metacarpiana
Além de toda a etiologia a tratar, a concepção chinesa mostra que é o meridiano Tae
Chao Chang Ángulo ungueal do polegar lado do Yang (I.G. e V) o primeiro a ser atingido, e depois o médio e pequeno Yang. Se o Inn é atin-
Dispersa Yang P 11
indicador (o lado oposto dá PM 29 gido a seguir, dá-se o mesmo processo que para o Yang atingido. Todos os dias, o escoamen-
Koé lenn) pág. 67 to da energia se faz nesses dois meridianos de cada grupo Yang ou I nn.

Último espaço intercostal . linha Médio Yang : E + GJ - pequeno Yang: VB + TR.


Fragilidade RP 16 Fou Hai
axilar, nível E 22.

VB20 Fong Tcheu pág. 196


~
Frgado - Golpe V 43 lang Kang N rvel O 10 a 4 dist. exter. de V 19.
de Frio
Congestão

VB 10 Feou Pae A 2 TO de TR 19.


Massagear: I TM 15 Fong Fou " Palá~io do Fong" na sal iência sob a
Golpe de frio - O fong: TR 5 Oae Koann protuberância occipitaL En~re as ba-
Estado congestivo l"naDé: VB 41 Unn Tsri ses dos metatarsianos 4 e 5.
..",. -

Vias Respiratórias - 199


198 - Curso Rápido de Acupuntura

Sudoríparo P7 Lie Tchiue 2 TO sob a dobra anterior do p u nho


Dispersa Yang P 11 Chao Chang Ãngulo ungueal do punho lado do
contra o rádio.
Electro P: F3 Trae Tchrong indicador.
Brônquios e P5 Tche Tsre Dobra do cotovelo exterior ao tendão
R3 Traé Tsri 1 /2 dis. atrás da ponta 'do maléolo
pulmões do bíceps, face anterior do antebraço,
interno.
I nn Fraco a lado radial.

F4 Tchong fong O adiante do maléolo interno. Estado, congestivo P 11 Chao Chang Ãngulo ungueal do punho lado do
Entre escafóide e 1 C! cuneiforme.
indicador.

Depois da gripe TM 20 Pae Roé Alto do crânio - excitação b reve.


Fazer suar em seguida, e provocar uma diurese. F 10 - P 10 - P 7 - P 8 - C 5.
Não esquecer que E 36 possui uma reação forte contra a alta temperatura. No fim da gripe F8 Tsiou Tsiuann Extremo int. da dobra de flexão do
No caso de uma criança, a nutrição, a pressão bilateral continua da face interna do joelho, externa órbita.
grande artelho até o ponto F 2, tem um poder calmante e antitérmico.
Toda febre merece VB 39-40-41-44 e TM 4-15 - MC 5 . ., Aumenta os GV V 38 Kao Rouang Borda int. omoplata 4 disto de TM
nfvel 04 - afastar bem a omoplata.

INFECÇÕES Intestinal RP 15 Ta Roang A 2 TM horizontalmente do umbigo,


sobre grande oblf quo.

.No 7 Inn Tsiao = 1 d sob o umbigo Tônico V 54 De Tchong Meio de saliência poplear.
Yin Tchiao "equilfbrio
Agudas perfeito".
JM 8 Chenn Tcheu Moxas ou eletropuntura no umbigo
ou ao redor (meninges) IG4 Oann Kou Face dorsal da mão, entre piram idal
Chenn Koan e estilóide cubital.

Bactericida JM 19 Tseu Kong 2 disto sob JM 17


Coração C3 Chao Raé Sobra epitrócleo extremidade da
dobra de flexão do cotovelo.

GRIPE
Vitalidade MC8 Lo Kong Retro à cabeça do 3 metacarpiano,
face palmar.

Fong Fou Linha Tou Mo (posterior) rebordo da


bossa occip ital.
A vacina homeopática especffica de Hong Kong, bem como a vacina anticoccus banais
Inn Tsiao 1 d sob o umbigo.
sempre nos deram os melhores resultados contra o vfrus original . (e suas variações do
Início decorrer dos anos seguintes) entre as crianças, adultos e velhos. mesmo muito expostos.
Chenn Koann Em torno do umbigo agulhas
A vacina bucal é de' eficácia constante provando uma vez mais a ação evidente e muitas
superficiais. vezes negada da homeopatia.

TR4 Yang Tchi Meio da 'face dorsal do punho -


mesmo nfvel horizontal que GI 5 e
IG 5 (cubital! sobre a dobra de
Defesa
flexão da face posterior na saliência .No 20 Houa Kai 4 TO do bordo supremo do esterno.
leucocitária
contra o esti lóide cubital.
JM21 Siuann Tsi 2 TO sob a borda superior do esterno.
Preventivo V 12 Fong Menn Sob apófise transversa O 2.
VB 39 Siuann Tchong 3 TO sob o maléolo ext.
Esp. do fígado V 18 Kann lu Sob e OH da apófise transversa O 9. Circulação linfática RP 21 Conf; Pág. 197.

E todos os outros pontos, conforme os sintomas.


CAPfTULO XIII
ESTOMATOLOGIA

DORES, DOENÇAS DOS DENTES E GENGIVAS

Para . evitar a repetição dos pontos, e para esclarecer os textos chineses, eis como
podemos nos orientar.
1) Pesquisar os pontos dolorosos do rosto.
2) Escolher alguns pontos gerais, segundo a indicação clfnica. Verificar a afecção local e
ginecológica.
3) Picar os pontos do rosto correspondentes ao dente a tratar.
4) Acalmar e conter o paciente.
5) Anestesiar, seja pela rotação manual da agulha, ou por um aparelho tipo B701
utilizado na China.
Esta ordem pode ser modificada (ver esquema dos pontos da cabeça).

Pontos do rosto ou do c~nio, mais utilizados, a serem picados conforme a


localização ou dor dentária. Há um desacordo quanto aos números e nomes.

E2 Contra o cóndilo posterior do maxi-


Ver esquema lar sup. no orifício intercondiliano.
pág. 125.

.~~
1 E3 Sobre a face em ângulo com o ramo
que sobe e que desce do maxilar
~
inferior.

64 Borda superior e no meio da semi-


órbita inferior sob os olhos.
I
E5 Sob a borda inferior da semi-órbita
'1 inferior.

E6 Sob a borda inferior da órbita.

Entre os músculos zigomáticos


quando saem a 2 TO do nariz.
·1
E7 Sobre .o orbicular dos lábios atrâs da
comissura labial.
"1
I
202 - Curso Rápido de Acupuntura Estornat%gia - 203

EB Entre o bucinador e o grande VB 3 Kro Tchou Sobre a arcada zigomática no ângulo


Gengivas
zigomático quando saem. em uma Jenn formado pela parte horizontal e a
saliência sobre a borda superior do parte ascendente do mal ar.
ramo descendente do maxilar
inferior. VB 4 Hann Yenn Sobre a fonte - ver esquema da
cabeça pág. 125.
VB 19 Nao Krong A 4 TO de TR 19 em direção ao
meio do occipital TM 18. VB5 Siuann Lou Sob VB 4 sobre a fonte - cf_
Premolares VB6 Siann Li esq uema da cabeça.
Gengivite P7 Lié Tsiué Lado radial do antebraço a 2 T dO da
dolorosa dobra anterior do punho. Molares VB 7 Tsiou Ping 4 T de dedo acima do cõndilo
Amígdalas C. L posterior do maxilar sup. a partir de
Gengivas IG 8 Siao Raé Em uma saliência da face TR 21.
postero-interna do olecrano.
Max.sup. VB 12 Oann Kou Na saliência sob o rebordo lateral do
V2 Tsroann Tchou Cabeça do supercílio ou em pouco caninos VB 13 Pen n Chenn occipital - sob e fora da saliência
emOH. rfltro mastoideana_

Ansiedade C7 Chenn Menn Face int. pisiforme da dobra ant. do Moi. inf. VB15 Teou Linn Tsri Marcar sobre a linha médio crania na
punho. ou de Tou Mo a saliência do limite do
MoI. sup. VB16 frontal, por 4 TO paralelos a linha
"Mestre do Glll Tsiou Tchré · Face pOSL do braço sobre epicôndilo T ou Mo, onde está o ponto.
rosto:: ao nível da cabeça do rádio.
IG 17 Tienn Yong . No meio e atrá; do ramo ascendente
Antiinfeccioso VB 39 Siuann Tchong F ace externa da perna a 3 dist do e do maxilar inferior.
maléolo externo_ 17 bis

IG 18 Tsiuann Tsiao No meio e atrás do ramo montante


N_ B. _ Anestesia para tratamentos dentários delicados: deixar as agulhas durante a do maxilar inferior.
intervenção. Girá-Ias entre OS dedos 20 minutos antes e até ao fim.
IG 19 Ting Kong No meio e na frente do ramo mon-
Ação C.Lde GIl Chang lang Ângulo ungueal indicador lado do tante do maxilar inferior- Sob o
todos os pontos polegar_ cõndilo.
TR 20 Tsio Soun Sobre a concha do temporal acima do
GI2 EI Tsienn Em frente a articulação metacarpo-
alto da hél ice.
falangiana do indicador - face lateral
lado do polegar_
TR 21 Eu Menn Entre o pé dá hélice e o cõndilo post
do maxilar.
Comanda o GI4 Ro Kou E ntre bases metacarp. 1 e 2.
rosto - C_ L. Congestão TR 22 Ho Liao 4 TO adiante de TR 20 sobre a
arcada zigomática.
GI5 Yang Tsri Fundo da caixa anatômica contra o
radius. Edema-espasmos TR 23 Seu Tchou A trás da junção frontal. Osso malar.
Rong Sob VB 3-
Molares VB 1 Trong Tsé ·Na saliência atrás do lado externo da
Tsiao órbita. GI19 SM = Ro Meio do sulco-ruga, naso-Iabial.
Tsiao
Yong Tseu
Ch = Wo Liou ·
Tsiao
VB 2 Ting Roé Entre ouvido e a borda do maxilar GI20 Ing Siang Sobre o elevador da asa do nariz e L.
superior sob I G 19. sup. Ângulo da asa do nariz apoiando
bem entre gengiva e incisivos
superiores.
204 - Clirsa Riípida de Acupuntura
Estornara/agia - 205

Pontos d e ação geral, se for o caso.


JM 6 Tchi Hai 1 d 1/2 sob o umbigo .
E 36 Sann Li F ace ex terna da perna 3 TO sob
borda inf. Tsri Raé

Febre, Abscesso, Infecção (escolher um desses pontos) e cf. pág. 198.


E 44 Nei Ting Artie. metatarso-falangiana 2q arte-
lho lado externo.
Tônico C3 Chao Raá Sobre o epitrócleo, ext . in t erno da
Toda dor E 45 Li Toé Borda ungueal externa do
dobra de flexão do braço.
2q artelho.
Antitérmico MC8 Lo Kong Face palmar da mão . Atrás da
R3 Traé Tsri 1/2 disto atrás da ponta do maléolo ca beça do 3<l metacarpiano.
interno.
Antitóx ico IG 3 Reou Tsri Mão em pron ação - lado e x t . atrás
JM4 Koann luann 2 d sob o púbis. da cabeça do 5<l metacarp.

JM6 Tsri Raé 1 d /2 sob O umbigo. Encéfalo IG 4 Oann Kou Mão em pronação - borda exte rna d a
meninges mão entre o osso piram ida l e o
Pontos a fazer em cada caso. Wann Kou estilóide cubital.

TR 5 Oaé Koann 2 TO sob dobra anterior do punho. Paradontoses


ver pág. 57
VB41 Linn Tsri E ntre bases dos metatarsianos 4 e 5. Além dos dados clássicos, examinar se não há infecção repercutindo sobre Jenn Mo
(ginecologia) e tratar esse meridiano, se for o caso.
GI4 Ro Kou Entre bases metacarp. 1 e 2.
Rosto Boca do lorida VB 12 pág. 202
Glll Tsiou Tchré Face posto do braço sobre epicôndilo, GI7 luann Liou GTO sob dobra dorsal do punho .
n{vel da cabeça do radius.

Se for o caso, nos casoigraves e espasmos nervosos Boca seca GI3 Sann Tsienn
Salivação V 10 pág. 195
Acalma o reflexo JM 24 Tchreng No sulco separando o queixo do R 10 Inn Kou E xtrem. int. da dobra de flexão do
do gl.ote noS sen- Tsiang lábio inferior, sobre a linha joelho.
s{veis mediana e de cada lado.
Artrite GI7 Ver acima
·'Palácio do Fong" TM 16 Fong Fou Sob bossa occipital, entre C 1 e C 2. IG3 pág. 198.
Todas as dores. R3

Analgésico e calmante& gerais Gengivas inf. TR9 Sen Tou A 7 TO da dobra dorsal do punho.

Tálamo V60 Kroún Loun Borda sup. do calcâneo entre tendão Trismus VB2
de Aquiles e maléolo externo. VB3
e VB 7
Cérebro V62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo ext. VB 12 pág. 202
IG 18
Congestão V67 Tche Inn Ângulo ungueal externo do 5<l TR 22
dolorosa artelho. TR 23
cérebro-cabeça Cf. Sistema Nervoso. Cf . Sistema nervoso

Antiespasmódico F2 Sing Tsienn . Face externa da articulação Analgesia - p/ tratamento dentário : TR 6 ou um pouco acima.
m etatarso-falangiana do grande - Homo latera l.
- Contra lateral : GI 4 estimulado 10 minutos seguidos.
artelho . •
- Auricu loterapia : Baço - dores - dentes pág. 262.
r

CAP(TULO XIV

OFTALMOLOGIA

OFT V B 1 pág. 125.


a 20

Músculos dos olhos E 6 Face lateral das narinas entre as asas


Conjuntivites do nariz - SdM .

E36 Tsou San Li Face ext. da perna 3 TO sob cabeça


da tíbia.

E sp. da vista VB2 Ting Roé Entre onilha e a borda posterior


fraca do maxilar sup. sob o côndilo post.,
sob IG 19.

Vista cansada VB 12 luann Kou Saliência acima do rebordo occipital


pela leitura + superior sob TA 16 (que está na
3 vezes saliência posto da ponta do
mastóide). Massagear com força .

F8 Tsiou Tsiouann Extremidade interna da dobra de


flexão do joelho atrás da órbita.

Olho profundo VB1 -10-15-16 Fontes, ver esquema.

Esp. MC2 Tienn Tchuen Borda int. bíceps 2 d sob a borda


peitoral. Massagear em profundidade
Tienn Tsiuann sob o bíceps.

Fadiga - Dor VB 37 Koang Ming 7 disto sob maléolo externo.


nos olhos

Ponto Mestre VB9 Tienn T chrong O anular colocado sobre o crânio no


congestão alto da hélice, o indicador sobre
TR 19, o ponto está indicado pelo
médio a 1 d 1/2 mais alto, o que
forma um triângulo.

Esp. artérias P9 Taé Yuenn Dobrando o punho entre o rádio e o


escafóide - face palmar.
Traé luann
208 - Curso Rápido de Acupuntura Oftalmologia - 2 09

F adiga ocular E 1 Treou Oé Tomar com o SCl dedo a borda látero- N. B. SM-CH·WI - não se estando de acordo com os pontos TM 14 a 18, saber que são
externa da órbita : VB 3. Colocar 3 pontos de congestão. Esquema da cabeça, e pescoço, pág. 125.
(a massagear)
cf. esquema
dedos em direção da crista do
pág. 125 temporal, em uma saliência. O Irite + TR 11 Tsing Leng 2 disto sob ponta do olecrano.
indicador mostra o ponto. Reum atismo Yuenn

GI4 Ro Kou E ntre bases metacarpianas 1 e 2. P 1 Tchong Fou 3 TdO sob a clavícula, lado interno
da cabeça do úmero, sobre o pequeno
Conjuntivite V2 Tsroann Tchou Cabeça do superc((io - massagear.
occipital.

G 11 Tsiou Tchré Antebraço - externo ao epicôndilo, : Glaucoma fazer sangrar ou dispersar.


n(vel da cabeça do rádio. \ Cefaléia

Ponto Mestre Vl Tsing Ming Sob O rebordo superior da órbita,


I Congestão dos
olhos
V 67
Gil
Tche Inn
Chang Yang
Ângulo ungueal ext. do 5q art.
Ângulo ungueal indicador lado do
lado interno acima do ângulo interno polegar.
do olho.
Catarata Vl Tsing Ming Rebordo suborbitário sob ângulo
V8 Lo Tsri A 2 TdO da linha mediana Tou Mo
interno da pálpebra.
sobre o crânio no limite do parietal
temporal, lateral a TM 19. V8 Lo Tsri A 2 esp. dedo externo a TM 19.

Lesões TR 23 Seu Tchou Ângulo rebordo externo da órbita a


IG 1 Chao Tché F ace dorsal da mão borda
crõnicas Kong crista lateral do frontal. Em uma
ungueal .. 5'! dedo, lado exL
saliência profunda, massagear.
IG 3 Réou Tsri F ace lateral da mão atrás da cabeça
- Congestão da face 1M 17 Massagear. Logo acima da bossa
do 5q metac.
"Palácio do cére- suboccipita l, na fosse ta.
bro" IG 6 lang Lao 1 O sob estilóidê cubital face lateral
do antebraço.
Ataque Fong ... TM 15 Fong Fou Bossa suboccipital "Palácio de
Fong". IG 9 Tsienn Tchenn Sob dobra posterior do deltóide,
posterior do braço.
Acomodação F 14 ' Tchi Menn Os dois últimos espaços intercostais
sobre a linha mamilar entre OS GI4 Ro Kou E ntre bases do metacarpiano 1 e 2.
meridianos R e RP.
TR 16 bis Tienn lu Saliência atrás da ponta do mastóide
Cores Gil Chang Yang Borda ungueal do indicador lado do ou 16 ou 3 TO mais abaixo.
polegar.
Cf. pág. 125 VB 15 Teou Linn Tsri a 4 TdO lateralmente de TM 22 que
Hemeralopia Kro Tchou No angulo formado pela parte (+ 13-14-16) está na borda superior do frontal.
Retina Jenn horizontal e a parte ascendente do
mal ar. Dores VB 37 Koang Ming 5 d sob maléolo externo.

Perda da vista V 18 Kann lu Sob apófise transversa de O 9 ao VB 20 Fong Tchré Sob rebordo occipital posterior entre
nível da saida do trapézio.
trapézio e esterno-cleido-mastóiddeo.
)
V 20 Pi lu Sbb apófise transversa de O 11. Congestão VB 16 Mou Tchouang 4 TO laL a TM 22 cerca de 5 TO sob
) "Janela dos . supercílio.
V21 Oé lu 1 disto sob apófise transversa de O 12.
) Olhos"

Terçóis: meio do lóbulo da orelha, área OFT: eletropuntura cf. pág. 294. Ponto fora dos PM2
j
[ 2 TO sob TR 23 sob a saliência do meridianos
Nervo óotico VB13 Penn Chenn
lt:--
- ~ -~~.

210 - Quso Rápido de Acupuntura

PM 19 Ta Tou Krong Face dorso-lateral externa do


polegar art. falang. fal.
Associar 'a acupuntura e às vitaminas
C e A naturais.

. . t'lca ocular com vitaminas C e A naturais.


Associar acupuntura .a glnas
CAP(TULO XV

ENDOCRINOLOGIA

Atenção: A terapia com cortisona prejudica a ação da acupuntura.

Controle Tchrong Mo pág.57: RP 4 King Soun MC 6


Endócrinas Gl13 Wou Li Entre úmero e bíceps, braço
a dobrado a 4 TO do olecrano. Faca
massagear ext. do úmero.

Luteinisa em Gl4 Ro Kou E ntre bases dos metac. 1 e 2.


(+)
Metabolismo IG 4 Oann Kou Borda posto lateral . ext. metac. 5.
Adiante da base.

Est(mulo V38 Kao Houang Afastar a omoplata, 4 TO de Tou Mo


sob e Oh de O 4.

Regulariza E36 Tsou Sann Li Face externa da perna 3 Td da borda


inf. da cabeça da trbia.

Ginecologia JM 6 Tsri Haé 1 TO e 1/2 sob o umbigo.

Controla o VB 20 Fong Tchih Sob a borda inf. occipital DO do


simpático
esterno-cleido-mastoidiano.
Fong Tcheu

Regulador TR 20 Tsio Soun Sobre temporal um pouco acima do


glandular
nlvel do alto da orelha

Ação diencéfalo- TM 14 la Menn Superficial. 3 TO sob occip ital a


hipófiso-supra- massagear - Eletropuntura.
renal

Aumenta a calce- R 27 lu Fou Espaço esterno-costo-clavicularr,


mia e os 17 cetos-
teróides. F14 Tsri-Menn Espaço intercostal a 2 T da mão de
JM 14 .

Ação hipofisária RP 2 TaTou Lado interno do grande artelho -


AnU-hipofisária artelho articulação metatarso-
falangian a.
Endocrin ologia - 2 13
212 - Curso Rripido de Acupuntura

H ipertireoidismo VB 41 Linn Tchi Ângulo dos baix os metatarso 4 e 5.


Supra-renais TM 16 Nao Rou Sob borda da bossa occipitai.

cf. esquema
cabeça pág. 125.
ITM25
TM 26
Choé Kéou

Toá Toann
Meio do lábio superior e nariz.

Borda sup. do lábio superior.


Espasmofilia
Linn Tsri

ve r sistema nervoso pág. 235

E 36 Sann Li Face est. da perna. 3 d sob ca beça da


Tálamo V 60 Krounn Loun E ntre tendão de Aquiles e maléolo tfbia.
ext. sob borda superior do calcãneo.

Inn Fraco R3 Traé Tsri A 1/2 dist. atrás do maléolo interno MENOPAUSA
Regras dolorosas sob 4 .

Hipófise RP 5 Chang Tsiou Face supero - interna do pé entre


escafóide e astrágalo.
E. de Tchrong
Mo
JM 4 Koann luann J
Mo doTR JM5 Che Menn JM 8 se situa no umbigo.
Anabolizante TM 13 Paé Lao Sob C 7 e em torno de C 7.
"grande pág. 213
Peq. R eservat. JM6 Thi Hai
ve-rtebra"

Tchong Tchrong Borda ungueal do médio. Lado do


Tonifica pâncreas 1RP 2 ( MC9
indicador.
e estimula F. JM 24 Tchang Meio caminho entre o lábio inferior e
Tsiang o queixo. Sangue

Dispersar TM 15 la Menn 3 d sob a bossa occipital. ( P9

V 17
Tae luann

Kolu
Entre escafóide e rádio.

Sob apófise transv. de O 7.


Sede de diabete TR 4 Yong Tcheu Meio da dobra do punho.
Ondas de calor E 36 Tsou Sann Li Cf. acima.

TIRÓIDE Os "3 Inn" (dis- RP6 Sann Yin Borda interna da tíbia - Saliência
persar exceto no 4 TO do maléolo interno.
caso de hemorra-
gia) G 11 Tsiou Tchré Cabeça radial - cotovelo externo.
OX V 10 Tienn Tchou Saliênciasuboccipital 2 TO da linha
mediana.
E 30 Tsri Tchrong Borda sup. e extremo do púbis .
V 11 Ta Tchou Sob apófise transv. de O ,.
O isturb. psiq. pre- R6 Tchao Raé 1 TO sob ponta do maléolo interno.
menstruais e pru- (+)
GI4 Ro Kou E ntre bases de metacarpianos 1 e 2.
rido vulvar-Aste- F5 Li Keou Borda int. tíbia 2 TM sob RP 9 ao
nia lado de RP 7, a 7 TO é V 62.
JM9 Choe Fenn 1 cm sob o umbigo.

Insônia R 24 LingSiu 3C? esp. intercostal ângulo do esterno.


o ispersa a tiróide JM 22 Tienn Tou Parte superior da saliência sub-
Confusão
.e estimula ovários esternal e de cada lado.
TR 10 Tienn Tsing Saliência sob olecrano.
JM 20 Roa Kaé Sob a borda superior do esterno.
Hiperglicemia R7 Fou Leou 3 d sob maléolo int. Tendão solear.
Houa Kai
Tonifica p!lncreas RP 2 TaTou Adiante da cabeça da art. metatarso
falangiana do grande artelho. lado
Tiróide e parati- TM 13 Pae Lao
int.
róides ação ana- -b-c
bolizante.
Ovários RP 10 Siué Hae Borda inf. do costureiro 3 TO sob a
E xci tar por ação
rótula.
local entre C5 e
('7
Endocrinologia - 21 5
214 - Curso Rápido de Acupuntura

Gordu ras J M 15 Tsi u Oe Sob ponta xifóide.


Vaso constritor V 10 Tienn T chou Sa liência sob occipital a 2 TO da
Tonifica RP linha Tou Mo.
Estim u la ovári os J M 22 Tie nn Tou Sa liência sob manúbri o.

Carência e V 31 Chang Liang lI:! orifício sacro.


Cérebro V 62 Chenn Mo Sob ma léo lo ex terno.
Sede excessiva F 13 T chrang Menn Extremidade livre da 1 1~ costela.

Llquidos R6 Tchao Hae Sob ma léolo in t.


Estimu la F 14 d r Tchri Menn Último espaço intercostal sobre linha
hipófise (E P) mamilar. 8 O de JM . A área é válida
lu dos I nn e R 27 lu Fou Ângulo esterno clavic. . 3C! esp.
por 2 espaços intercostais.
Hipófise R 25 Chenn Tcha ng esterno·costal.

Uma ou 2 vezes pcr JM 24 Tchrang Tsiang Meio da dobra entre lábio inferior e
E tratar conforme etiologia e biologia Ex:
mês e verificar a queixo.
queda da glicemia
Sia Tchrong lu pág. 90 Diabete V 20 Pi lu Sob apófise transversa de O 11.
V 27

IG 7 Tché Tcheng Atrás do epitr6cleo.


GE R IATR IA

Estim ula insulina RP 6 Sa nn Inn'T siao pág. 159.

Ângulo ungueal do 51:! dedo. R ej uvenescimento V 38 Kao Roang 4 d de O, da linha TM. 1 d sob a
Estimula hipófise C7 Che n Menn
Cura de todas as borda supero-int. da omoplata afas·
d oenças tada.
CRESCIMENTO
Elet ropuntura TM 2 0 Pai Ho uei Alto .do crânio.
(m uito rápida)
Pae Roé Contra-i ndicada no caso de HTA.
Cérebro RP 2 T a Tou Adiante da base do 1 ~ metatarsiano,
f ace interna do pé.
TM 4 Ming Menn Sob L 2.
Lado interno do corpo do 1 q meta·

!.:;::
RP 3 T raé Po
Massagea r ou E P Koa nn luann A 2 disto sob borda sup. púbis.
tarsiano.

"Porta da Vida" Che Menn · 3 TO sob borda sup. púbis.


Ossatura RP 5 Chang Tsiou Adiante e so b maléo lo interno. Em
Hipófise D O do tendão fleto r com um do GA.
Le ucopoiético V B 39 Si uann T chong 3 dis!. so b maléolo ex1.
Entre escafóide e astrága lo.
RP 6 S an n Yi n 4 disto sob maléolo in1.
Tchiao
Esses pontos desevo lvem O ffsico, a m ente, a inte ligência, a ca pacidade de co n ce nt ração e
capacidade de trabaiho, de modo espetacul ar. Obtivemos curas entre os jovens, gente moça e
Eletropuntu ra IG 3 Heo u Tchi Atrás da cabeça do metac. V.
homens que eram motivo de desespera para todos. Até os atrasados alcançaram o s primeiros
lugares da classe. na escola. Eletropu ntura semanal ou quinzenal, durante um ano.
Fo nte de idéias V44 HiSi 4 disto ex 1. a O 11 borda grande dor-
sal
OBES IDA DE

F latulência e E 20 Tchreng Men Borda d as costelas a 1 TM de Jm 13. F ontes de Energia F 3j Trae Tchro ng E ntre bases met acarp. 1 e 2
a todos os meri-
fome canina
doa nos . GI 4 Ro Kou E nt re bases m etacarp. 1 e 2

Excesso de Yang E 36 San n Li pág. 213


Longevidade (com G l1 0 Cheou San Li Face postera·interna do cotovel o 1 d
2C? arte lho. Borda ungueal ex1. virilidad e e m ais baix o que G 11, q ue está sobre
Dispersar E45 Li T oe
energia ) a cabeça do rádio no epicón dilo.

Tireóide JM9 Choe Fenn pág. 212


1 vez por mes E 36 3 d sob a borda inf. cabeça d a tíbia,
de ma nhã face ex!.
T R: médi o J M 12 Tchonq Koann 3 d sob J M 15.
(

(
Endocrinologia - 21 7
(
\
216 - Clmo Rápido de Acupuntura
r
Ponto do desejo E30 Tsri Tchrong Grande or. Abd. borda ext. inse rção
V8 Lo Tsri A 2 TO da linha mediana de Tou Mo
Depressão e do prazer
sobre o crânio no limite do parietal sobre borda sup. pú bis em sua extre-
e do temporal - 1 T O ext. a TM 19. midade.

1 d sob e aTrás da cabe ça do estiJóide Tônico geral E 35 Tou Pi Saliência ex!. ao te ndão rotuli a no
Esclerose IG 6 lang Lao
tissu lar cubital. nfvel da ponta da rótula.

Massagear E 36 Tsou San Li Face ex te rna d a perna 3 td da borda


o tabaco apressa o envelhecimento, e até mesmo a esclerose do cérebro e dos sentidos, droga inf. da t(bia.
o cérebro, favorece as neuroses ou até mesmO as provoca, impede a ação das vitaminas e
impede a cura rápida de todas as doenças. Acr8sce ntar OS oligoelement os - vitaminas - AoN F8 Tsiou Tsiouann Extrem. da dobra de flexão do joel ho
_ iodeto de potássio - Mg ácidos am inados, etc. contra tuberosidade int. da tíbia em
frente a prega.

SEXUALIDADE Muito rápido V 35 Roé Yang " Reunião de Yang" borda externa da
(homem) art. sacro-coccigiana. O E sobe ao
longo da CV e volta para baixo -e
E nergia vem de MC 1 Tienn Tchré 1 tdM sob a axila: 4q esp. intercostal.
fora de 02_
R 23 e passa a:
Frigidez feminina JM 2 Tsiou Kou Meio da borda sup. do arco pubiano.
"Fonte Celeste" MC2 Tienn Tsiouann Face int do braço sob a face interna
Impotência
(FdC e RM do bíceps.
(TR-F-VB)
JM5 Chenn Menn 2 d 1/2 sob o umbigo 3 di!. sob
Contra a bo rda interna do tendão do borda sup. do púbis.
MC3 Tsiou Tchré
bfceps ao cotovelo.
Reanimador inf. JM 7 Inn Tsiao 1 cm sob umbigo.

Insuficiência MC4 Tsri Menn Meio do antebraço 5 disto da dobra


Astenia JM6 Tsri Raé 4 d sob borda sup. do púbis.
do punho.

Meio do antebraço entre radius e Massagear ou V 34 Hsia Lao 4q furo sacro.


Regulariza OS MC5 Tsien Chih
tonificar
impulsos cubitus 3 d da dobra do punho.

2 d sob dobra de flexão no meio dos Ag ulhas superfi- GI5 YangTchih Fundo da caixa anatômica entre
o excesso de Yang MC 6 Nei J(oann
ciais uma ve z por radius e escafóide_
torna impotente 2 tendões.
semana Yang Tsri

"Palácios das MC8 Lao Kong Palma da mão atrás da cabeça do


Importante R4 Ta Tchrong E ntre borda sup. in!. do cale. e
Fadigas" metacarp. 3.
tendão de Aquiles. face in!.
Baixa da função MC8 Chao-Fou Face palmar da mão lado da
eminência hlpotenar entre cabeça Sedução R7 Fou Leou 3 d sob mal. int. tendão sol.
ur,oge nital
meta. IV e V. Supra-renais

Angulo ungueal face int. GA. Tonificar às 19 h R 10 Inn Kou Extr. in!. dobra joelho. atrás do
Rinoencéfalo RP 1 Inn Po
tendão.
Tônico regulador MC 9 Tchong Tchrong Ângulo ungueal médio lado do indi-
cador. Esgotamento R 11 Hong Kou d 1/2 de JM - borda sup. do púbi s.
O. e sexo - VX

Sob base do escaf6ide. "Austeridade R 12 Ta Ho 1 O sob arco pubiano e 1 d de Jenn


Anorex ia (+) R2 Jenn Kou
Angulp ungueal ex terno 2'1 artelho. suprema" Mo.
E 45 Li Toé

Borda -gr. oblíquo. JM 8 (umb) R 16 E nergia vital R 13 Tchi Tsué 2 d es!. a JM 4. R 11 estando sobre o
" Juntura E 25 Tienn Tchrou
- E 25 - VB 25 sobre a -mesma Ovários arco do púbis.
Celeste" a
" Palácio das R 14 Se Mann 3 d sob arco pubiano 2 O é JM 5.
linha.
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218 - Curso Rápido de Acupuntura Endocrinologia - 219
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Simpático VB20 Fong Tcheu A trás do esterno-cleido-mast. sob I TM 11 Chenn Tchou Sob apófise es p. de O 3.
borda da prot. occip. posto
Cé rebro TM 13 Paé Lao Sob apófi se esp. de C 7;
Comando do V 33 T chang T siao 3C! furo sacro.
simpático pelviano TM 14 la Menn Sob apófise esp. de C 2.
sobre os filetes
esplancni cos Vago V 10 Tienn Tchou Sob borda occ ip. post a d de TM .

Tálamo V 60 Kroun Loun Borda post-sup. ext. do cale. Tonifica JM e TM V 11 Ta Tchou Sob apófise transv. de O 1.

R3 Tai Tchih Entre got. cale. e tuberosidade Equilrbrio I-Y V 17 Ko Yu Sob apófise transv. de O 7.
post. int.
Trae Tsri Impotência ou V 23 Chenn lu Sob apófi se transv. de O 22.
Hipófise RP 5 Chang Tsiou Adiante e sob maléolo int. Em DO do frigidez
tendão fletor do grande artelho .
V 30 Pae Oann lu A 3 TO da art. sacro-coce.

Insuficiência funcional glandular - 2 sexos V 31 Chang Liou Nol'! furo sacro.

IG 14 Tsien.Oaé Sob borda sup. - int. da omoplata. A


Regula RP 6 Sann I nn Tsiao Reunião dos 3 Inn saliêrcia .borda 3 d 1/2 de 01.
a secreção int. tíbia 4 td do mal. int.
Massagear F 12 Tchi Mo 2 TO sob dobra da virilha. Borda do
Esvazia as RP 9 I nn Ling Ângulo da cabeça e corpo da tíbia, costureiro.
bolsas Tsiuann face int. - em uma saliência.
Massagear E 12 Tsiue Penn Meio sob clavicular.
Ex cita ovário RP 10 Siué Haé A 3 TO da borda sup. da rótula entre
direito int. e costureiro_ Massagear VB 22 luann Ye 3 TO sob asa da linha axilar. 4C!
espaço.
Inflamação dos RP 11 Tsi Menn A 8 d da interlinha do joelho entre
Or9. sexo dir. int. e cosI. Massagear F8 Tsiu Tsiuann pág. 217

"Porta de RP 12 Tchrong Menn Nível atrás do femural dobra da F 10 Yin Wou Li 1 TO sob dobra da virilha.
Ataque" virilha
F 14 Tchi Menn pág.214.
Fornece energia P7 Lié Tsiué 2 d ~ob a dobra do punho nível ant.
aos TR - Coman- radial. Esp. Org. gen. V 47 . Tchi Chih A 4 d horizon. de L 2. L 3, 2 TO sob
da Jenn Mo Vontade cris ta iIí aca.
F 1 Ta Toun Angulo ungueal do grande artelho la-
sexuais do do 2'!

Normalização F2 Sing Tsienn Artic. metat. fal. lI? artelho, lado do


pBlviana 2C!

EquiHbrio F3 Tae Tchrong E ntre bases dos meto 1 e 2.

Tonifica F4 Tchang Fong 1 d adiante do maléolo int. entre


perneiro an!. e Ex. C, Gr. Art.

Insufic. testicular TM 1 Tchang Tsiang Massagear.

Estimulação TM 4 Ming Menn SobTM 2.


(
r

CAPfTULO XVI

GINECOLOGIA

1. A energia sexual e hereditária Tinh parte do meridiano de R "(fonte nas supra-renais e


a elaboração renal) vai ao útero por numerosos vasos secundários, ao Tchrong Mo, ao
Jenn Mo, e depois ao Tou Mo.
2. O útero recebe assim a energia de Tchrong Mo por E 30 de Tae Mo em VB,26, de
F com troca energética recíproca.

Tonifica JM os V 11 Ta Tchrou Sob ap. transversa de O 1.


ossos, e o sangue

Equilfbrio I!Y VB 26 Tae Mo Acima da borda livre do alto da


Fonte de energia espinha ilfaca ântero-sup. (E.I.A.S.)
Esp. gi nec. O is-
túrbios do baixo
Ventre e MI

Atrai a energia TM 6 Tchi Tchong Sob apófise espinhosa de O 11.


a partir da menop.

Oescongestionante V 54 Oé Tchong Meio da saliência poplear.


pelviano '

Amenorréia JM 5 Chenn Menn 3 d sob a borda sup. do púbis.


2'! fase 7 dias
15"

V 22 Sann Tsiao lu Sob ap. traansv. de L 1.

Amenorréia V24 Tsri Haé lu Sob ap. transv. de L 3.


crônica V 25 Ta Tcharang lu Sob ap. transv. de L 4.
li

11 Controle da sexua-
lidade espec. órgãos
t 47 Tchi Chi 2 TO sob crista ilíaca 4 TO externo a
L2-L3.
I~ genitais

,i,l Pré-menopausa V 11 Ta Tchou Sob ap. transv. de O 1.

ui Regras irregula- V 30
res ou escassas a pág. 92,
II~ V 34
(

(
222 - Curso Rápido de Acupuntura Ginecologia - 223

ESTERILIDADE
Fase lut. JM 6 Tsri Haé 1 d 1/2 sob o umbigo.
F 11 Ynn Lienn 3 massagens ou moxas na dobra d a
Útero - Fase JM 4 Koann lu ann 2 d sob púbis.
virilha. nível da a rtéria femura\.
lute(nica
"Curso de água" E 25 Tiann Tchrou a 4 TO ext. de JM (umbigo).
A fecções genitais JM 6 Tsri Raé 4 d sob borda sup. púbis. E 26-27

A fecções genitais E 25 Tienn Tchou A 4 TO late~al a JM 8 (umb. l. E 28 Choé Tao 3 d de E 25 descendo à direita.

Foliculino RP 10 Siué Raé E ntre costureiro e vasto interno, 3 d E29 Koué Laé 1 d sob E 30.
estimulante sob interlinnha do joelho.
(ovarite) "Ataque de E30 Tchih Tchong Extrem. da borda sup. do púbis
energia insert. G.A.O.
RP 15 Ta Rong N fvel JM 8 (umbigo) a 6 d lateral de T sri T chrong
E 25, cf. supra.
E sp. mui heres Fi 1 Yong Tsiouann Planta do pé anterior - meio.
Atraso inabitua l RP 4 Kong Soun Entre 1 q cuneiforme e met T 1. cong. Ut. Ovo
das regras (-) li!
fase do ciclo RP 6 Inn Ling Saliência no ângulo e corpo e Tt Estimulante R2 Jenn Kou Face" int. pé sob base astrágalo-
Tsiuann escafoidiana.

Age sobre os VB 34 lang Ling Tsiuann Sob a TP. "Porta da criança" R 13 Tsri Tsiué A 2 disto sob R 11 == a borda sup. do
músculos púbis - 1 d 1/2 de JM 4.

Abre Tchrong Mo VB 41 Linn Tsri Entre 4C? e 5q meta T . "Confluente E" JM 3." Tchong Tsi Linha mediana do abdome. Uma disto
sob a borda superior do púbis.
2<1 fase ciclo RP 5 Chang Tsiou Adiante e a 2 T dO do ma\.
Regulariza o ciclo R 5 Choe Tsiuann Borda sup. in!. calcâneo. JM 4 Koann Yuenn 2 dist arco pubiano sobre linha
F fsico. E x cesso. RP 9 Inn Ling à ngulo cabeça e corpo da tfbia.
mediana.

V 60 Kroun Loun Borda superior do calcâneo entre "Porta da vida" JM 5 Che Menn 3 disto arco pubiano ou 2 disto 1/2
maléolo ex!. e tendão de Aquiles. sobO.

Dores V 62 Chenn Mo Sob ponta do maléolo ex!. "Mar de Energia" JM 6 Tsri Haé 1 disto 1/2 sob umbigo (JM 8).
(-)
V 67 Tche Inn Borda ungueal ext. 5q art. Oismenorréia V 31 Chang Liao 1 q furo sacro.
V 26 Koann l uann lu Sob ap. ep. de L 5. Chang Tsiao
V 32 Tseu Liao 2C? furo sacro.
Fase liJtefnica E 36 Tsou San Li Face ext. .da perna - 3 TO rebordo Tchong Liao
inferior da cabeça da tfbia. V 33 Tchong Tsiao 3q furo sacro.
Inchação F3 Trae Tchrong E ntre bases meta T 1 e 2.
Distúroios Reunião dos 3 Inn RP 6 Sann Inn Borda int t(bia - Saliência a 4 TO
funcionais do F5 Li Keou Borda interna da tíbia. Tchiao do ma\. int.
baixo ventre 6 TO do maléolo interno. Tsiao
Útero Pode se situar sobre o osso ao lado de GI4 Ho Kou = Entre bases metac. 1 e 2
fibromatoso RP 7 - 2 TM sob RP 9. Ro Kou
Ação reciproca Ovarite (+) R 13 Tsri Tsiué 1 d sob are. pub. e 1 d ex!. a JM.
Fase folicular GI4 Ro Kou E ntre bases meta C 1 e 2.
Face dorsal da mão. V 10 Tienn Tchrou Sobre o trapézio suboccipital a 1 T
de O da linha Tou Mo.

Esterilidade PM 35 Tse Kong 3 TO lateral a JM 3.


(

Ginecologia - 225
224 - Q.irso Rápido de Acupuntura

A Igias sacras V 28 Prang Koann 3 TD em DH em acima de furo sacro


R6 Tchao Haé Sob ponta do mal. int.
Circulação pernas lu S 2.

P7 Lié Tsiué Sobre o radius. ext. a art. rad. a 2 TD


Dist. genitais E 30 Tsri Tchrong Borda sup. ext.· do púbis.
da dobra palmar do punho.
Algias lombares R6 Tchao HAE Sob maléolo int.,
Concepção RP 2 Ta Tou F ace interna do pé. Adiante da
cabeça do 1q metatarsiano.
Espasmos RP 4 Kong Soun Entre cuneiforme e lI?
I nerte placenta metatarsiano.
RP 3 Traé Po Meio e face int. do 1 Q metat.

1 D lateral ao meio do arco pu biano. Ginecologia RP6 Sann Inn Tsiao 4 TD sob mal. int. borda da tl'bia.
Esgotamento dos R 11 Rong Kou
Reunião dos 3 (-)
órgãos
I nn Sedat ivo
TM 13 Paé Lao Sob apóf. esp. de C 7 a Dl.
2 dias antes do parto, ativa o mecanismo e estimula a energia geral do bebê.

N. B. - Não esquecer de fazer os exames tradicionais antes de iniciar um tratamento. Esses Interditados JM 4 + JM 14 + GI 4 (+) + RP6 (-)
pontos serão eficazes na medida em que não haja obstáculo mecânico ou fisiológico durante a gravidez
irreversível.
A acupuntura permite ou reforça a eficácia de um tratamento hormonal.
Falta de energia JM6 Tsri Haé 1 d 1/2 sob umbigo.
OBSTETRíCIA Lombalgia
Dist. genito- Tchih Haé Após parto.
urinário
F 14 Tchi Menn 6 d da linha J Mo sobre linha do ma-
Facilita o parto
milo. Outros Pontos PM44 Toulnn Meio da face plantar da articulação
assinalados (SdM) falange - falanginha do zq artelho.
R9 Tso Pinn 6 de sob mal . int. - A 3 meses ea6 pelos clássicos
Evita a F .C.
impede vícios meseS
Para Inércia VB34 lang Ling Sob e 'um pouco atrás da cabeça do
Tsiuann perônio.
A eletrofisiologia do músculo uterino foi objeto de estudos em 1965 pelo dr. CI. Sureau.
Uterino e placentá· P7 Li Tisiué Lado radial face lat. do punho a 2
Chavigne e Cannon.
Os rumenos drs. Gheorgiu Dragomirescu. Fisof, fizeram experi ências muito concludentes. rio E 25 TdD da dobra anterior do punho.
O dr. Bouchette (Antibes) tem uma experiência de cerca de 3000 casos e confirma a ação E30
E36 Sann Li 3 TD sob face ext. cabec. t(bia.
dos pontos conhecidos.
Fazer sempre prova de gravidez (cf. capo Sist. Nervoso!.
(+) GI4 Ro Kou Ãngulo bases metac. 1 e ·2.
Dores sufocantes antes e durante o parto. (-I RP6 Sann Inn Tsiao 4 TdD sob borda sup. mal. int. contra
(+1 JM 14 pãg. 152 t(bia borda int. na saliência.
Tsiu Koenn 1 d sob a ponta x ifóide.
Mo do coração JM 14
Glóbulos V38 Kao Roang 1 d sob V 37 situado ao lado da
.R\n 15 Tsiou Oê Sob ponta xifóide. vermelhos borda superio int. omoplata afastada.
Vitalizante

Tchong Ting Saliência esternal articulação xifóide. Sedativos V60 Kroun Loun Entre tendão de Aquiles e mal. e x t.
~16
borda sup. do calcâneo.
Trae Tchrong Sobre epitrocleo-dobra do cotovelo.
Coração C3
Facilita parto R6 Chao Rae· Sob ponta maléolo int. simétrico de
Respiração V17 Ko lu E ntre bases metat. 1 e 2. V 60.
ofegante
V 67 Tché Inn Ãngulo ungueal externo do 5q
Sann Tsiao lu Sob apóf. transv. L 1. artelho.
Dores lombares V22
TR 10 Saliência sob olecrano.
(
(

226. - Curso Rápido de Acupuntura


(

( Pulsos

( Na base radial (cf. capo Diagnóstico) à esquerda observa-se uma inconstância de amplitude na
base radial direita: pulso mais rápido, mais flu(do, mais potente do que o pulso comum.
Determinação do sexo: se trata-se de uma menina, o pulso é mais rápido que o de um
menino (cerca de 20 batidas por minutol.
Outro teste : que nos foi transmitido oralmente e que não encontramos em nenhum tratado :
deitada de costas em um plano resistente, se a mulher se levanta do lado esquerdo apoiando
a mão esquerda, será um menino, do outro lado, uma menina.
CAPfTULO XVII
UROLOGIA

DIVERSAS .FUNÇOES RENAIS - DIURESE

Diuréticos R 1 Yong Tchuenn Planta do pé - meio.


R 1 aS. HTA. Yong Tsiuann

"Vale iluminado" R2 Jenn Kou Face interna . do pé sob saliência


escafóide.

R3 Tai Tchih Entre . tendão de Aquiles e borda


posterior do maléolo interno. 1 d sob
TraeTsri R 4.

R4 Ta Tchong Sorda superior posto do calcâneo,


adiante do tendão de Aquiles.

R5 Choé Tsiuann Na vertical R 4 contra a crista


póstero-interna do calcâneo.

líquidos e R6 Tchao Haé Sob a ponta do maléolo interno na ·


Perto psíquicas
,crista entre astrágalo e o calcâneo.

Microlitíase R7 Fou Leou Entre $Olear e tendão de Aquiles 3


dis!, sob maléolo interno.

líquidos e R8 Tsiao Sinn Posterior ao n(vel R 7 (solearl a 3 d


supra-renais
sob maléolo interno.

V 32 Tsen Liao 2~ o ritl cio sacro.

V 33 Tchong Liao 3q oritlcio sacro.

Tchong Liou

V 34 · Sia Liao 4C! oritlcio sacro . . .

Sia Liou
b, f :.

228 - Curso Rápido de Acupuntura Urologia - 229

Externo à art. sacro-coccígea. FB Tsiou Tsiuann Extrem. int. da dobra flexão dp


V35 Roe Yang
Diurético (+) joelho.
Associar a F, 1 F9 Inn Pao Face interna da coxa - 5 d sob dobra
Houei Yang
e RP (6-7-9·10) flex. joelho - entre a d e costureiro.
(-) F 13 Tchang Menn Entre a 10'l costela e a extremo livre
V 36 Fou Fenn A 4 disto de Tou Mo - A 2 disto
externo a V 12 (sob ap6f. transv. da 11'!
D 2, perto da borda interna da omo·
plata). P5 Tché Tsré Dobra de flexão do cotovelo, contra
borda ext. tendão bf ceps.
V 37 Pei Hou A 1 d da borda superio·int. da ou Tchih Tchih
Direto em ·linha
omoplata a 2 d de V 13, a 4 dist.
reta até V 47 Diurético P7
Pro Rou externo a ap6f. t ransv. de D 3. Lié Tsiué Ext. a art. radial
+R7-R6 2 TD sob dobra ant. do punho.
Tche Inn Borda ungueal externa do Lié Tchueh
Analgésico V67
51:! artelho.
GI6 Pienn Li 3 T de D da dobra do punho - face
lateral do radius.

l ::: :::::g
V38 4 disto de Tou Mo. Doente sentado,
Tônico geral
braços cruzados, omoplatas afastadas.
Tônico C8 Chao Fou E ntre e atrás das cabeças do
urogenital metacarp. 4 e 5 palmares.

"Porta da vida" TM4 . Ming Menn Sob ap6f. espinhosa de L 2.


Ação metamérica V 23 Chennlu Sob apóf. transv. L 2.
E 25 Tienn Tchrou Entre Grande Obl(quo e Gr. Direito,
Vias urinárias Polaquiúria TM 4 Ming Menn
linha .horizontal JM B - R 16 - E 25 Sob apóf. esp. L 2.
- RP 15.
V 15 Sinn lu Sob. apóf. transv. de D 5.

Diurético \ RP 9 (+} Cf. infra


I E 36 (-) Sann Li Face e perna 3 TD sob a cabeça da Estimula a diurese \ R 25
pela hip6fise posto l ou
Chenn Tchang 3<) esp. intercostal
Ângulo esterno-costal
tfbia.
(-) \ R27 lu Fou Ângulo esterno-eosto·davicular.

Diurese (-) IG 1 Chao Tchih Ângulo ungueal ext. auric.


Apar. genito· JM6 Tsri Raé 1 d 1/2 sob o umbigo.
Sudor(paro F2 Sing Tsien Ângulo meta-fal. do grande artelho
urinário· incon·
pág.230. Ext.
ti nência - disúr.ia
F 13 Tchang Menn Extrem. ult. cost. flut.
Choei Fenn 1/2 disto sob o umbigo.
"Divisão de água" JM 9
edemas
Sann InnTsiao 4 TdD sob maléolo interno na CÓLICAS NEFRfTlCAS
RP 6
saliência do centro da tíbia.
Espasmos e dores - DisOria

RP 9 Inn Ling Saliência no ângulo da cabeça e do


Colo da bexiga
Tsiuann corpo da tíbia
Dispersor li 36 TsouSann Li 3 TdD sob borda inf. e ext. cabeça da
F ace i nterna da coxa 2 d sob borda t(bia.
RP 10 Siué Raé
(-) superior da rótula.
Ação sobre TR V 22 SarÍn Tsiao lu Sob. apóf. transv. de L 1.
RP 11 Tsi Menn Sobra art. femural a 2 d do costureiro
~i
Disúria Hematuria V23 chenn lu
e 5 disto 50bre RP 10 ou 2 ' Td da Sob ap6f. transv. de L 2.
mão, dobra da virilha.,
Nevralgia V24 Tsri Raé Yu Sob. apóf. transv. de L 3. i
"Ataque supremo F3 T rae T chong = E ntre bases dos metat. 1 e 2.
Nefrite VB25 Ta Tchrang lu Sob. ap6f. transv. de L 4.
(
(

( 230 - Curso Rápido de Acupuntura Urologia - 231

Tsing Menn Extrem. livre da 1 ~ costela. "Ataque de E30 T sri T ch rong Borda sup. ext. da are. pub. a 4 d de
Mo de R VB 25
( Energia" JM 2 e 2 disto ext.de R .11.
Kouan I uann liJ Sob apóf. transv. de L 5 ângulo A fecção genital.
Anúria V26
sacrum crista illaca.
Massagear E 31 Pi Kouan Ponta da triângulo de Scarpa.

Uratos e V 27 Hsiao Tchrang lu Art. sacro-ilfaco ao lado do 10.


JM2 Tchu Ku Borda sup. do púbis linha mediana
Nevralgias sacras oritr cio sacro.
Jenn Mo.
Nevralgias V 28 Prang Koann lu Interlinha sacro-Maca ext. a V 32
situada no 2q furo sacro. JM 3 Tchong Tchi 1 disto sob borda sup. púbis.
pelvianas

Art. sacro-iI faca ao lado do 3Q furo "Barreira da JM 4 Kouann I uann 2 d da borda sup. do púbis.
Nevralgias V29 T'chong Toen lu
sacro. Essência vital"
lombares '
Ver também todos os outros pontos desse capitulo.
V ias urinárias VB 27 W.ou Tchou 5 TO sob VB 26 que está acima da
Pontos renais (contro- crista il íaca ant. sup. VB 27 está em
ladorl uma saliência do glúteo médio sob PRÓSTATA
dorsais
crista il íaca face lateral.
Espermatorréia V 47 Tchi Chi (Ch) pág.230
Nefrite E 25 Tienn Tchrou 4 TdO horizontalmente · deJM 8 Nevralgias
~iarréia
(umbigo) linha JM 8 - R 16 - E 25
- RP 15. RP 9 Inn Ling Saliência entre. cabeça e corpo da
Tsiuann tfbia, face int. da perna.
Bloqueio ovários E·26 Oaé Ling Borda do gra'nde direito· abdômen,
Espasmo pelviano n{vel JM 7 - R 15. Próstata e JM 6 Chenn 1 di.st. 1/2 sob umbigo.
infecção . Kouann
Cólica ovariana RP 14 Fou Tchi A 4 disto laterais de JM 5.

Nevralgia V 47 Tché ché A 4 disto lat. de L 2. BEXIGA


urogenital Linha horiz. = TM 4 :.. V23-47 (V 23
Tchih Chih é o lu dos rinsl.
Todos os V 28 Prang Koann lu Borda ext. do sacrum ext. aS 2.
Oescongestivo V 49 Tchih Pienn Meio do glúteo médio. distúrbio, da
bexiga
A ·acrescentar a V 60 Kroun Loun Entre mal. ext. e tendão de Aquiles.
TR 10 T~ennTsing Na fosseta sob olecran., braço lig. V60 Kroun Loun Entre tendão de Aquiles e borda
cada ponto
N63
dobrado. (+) sup. do calcâneo.
puturado
V 65 Cérebro V 62 Chenn Mo Sob ponta do mal. ext.
30 min.
\ (+)

Age sobre múscu- VB34 Yang Ling Sob cabeça do perônio.


10s.Antiespasmó- Tchiuen Pt A oongestão V 65 Chou Kou Atrás cabo 5q meta T.
vias urinárias V 23 Chennlu Além da ap. ~ransv. de L 2.
dico
Anúria Yang Ling
Edemas Tsiuann Esfíncter V 30 Paé Roann Exterior à ult. curva do sacrum e a
(+P 71. R6 Tchao Haé Sob a ponta do maléolo int. em uma (+VB 34) seu últ. tubo posto ext.
Liquidas saliência entre calcãneo e astrágalo.
Pt T e algias V67 Tche Inn Borda ungueal 5q art. ext.
Anti-parésico V 15 Sinn lu Sob apóf. transv. ·de O 5. (+)
F. VB. V 31 Chang Liao Nível 1 q furo sacro.
Antiespasmos F5 Li Keou Borda int. da tfbia bem sob a entre
saliência que a barriga da perna Algias V32 Tseu Liao N {vel do 2Cl furo \ tubo posto int.
Antinervoso
Anticólicas forma, quando se apóia na ponta dos
Dés (6 TO' sob o mal. int.l. Conaestão ou V34 Sia Tsiao
sacro
Nlvel 4q furo
I e posto
ext.
(
(
232 - amo Rápido de Acupuntura Urologia - 233

RP 6 Borda int. da tíbia (6 a 9) RP 10 = Os 3 "Inn" RP6 Sann Yin


Litíase vesical 4 TO sob maléolo int.. em
e algia uretral alO 4 TO da dobra de flexão do joelho so- Tsiao uma saliência contra a borda int. da
(+) bre a face int. da coxa. tfbla
I
Colo da bex iga RP 9
P7
(- )
Lié Tsiué 2 TO sob dobra ant. do punho, cost.
radial. 2 cm ext. à art. radial. I 8 sessões (+)
Inn Ling
Tsiuann
Face interna da tibia ângulo
cabeça e corpo da tíbia.
da

I
RP 11
Espasmo vesical
+ = diurese
P9 Trae luann Entre radius e escafóide na dobra
ant. do punho. I Tsi Menn 2 T da mão
entre adut. e
sob dobra da virilha
costureiro, face
interna da coxa.
I.G. atônico V 25 Ta Tchang Em OH e sob apófise transv. L 4. I
I lu de B. V 28 Prang 4 TO lateral ao 1 ~ furo sacro.
Congestão pelv. V50 Tchang Fou Meio da coxa sob dobra do glúteo. I Koann lu

Lombalgia V51 Yin Men Mais embaixo entre OS 2 músc. V 33 Tchong Liao 3q furo sacro.

Uretrite TM 1 Tchang TsiaAg Sob a ponta do cóccix. I Tonificar: R 25 Chenn Tchang Ângulo esterno-costal 3q esp.

R7 Fou Leou 3 d sob malêolo int. entre solear e I R 27 lu Fou


calcanhar de Aquiles. ., Ãngulo esterno-i:ostal clavicular.

Nevralgia R 12 Ta Ho Borda do grande dir. abdom. 1 d sob


uretral o púbis entre JM 3 e E 29.

Enuresis
I
Cura em Lons-Ie-Saunir (Jura) águas bromuradas sódicas, tonificando e acafmando o I
sistema nervoso e linfático. Tratar pelo Sistema Nervoso, ci. pág. 235.

Congestão Fl Ta Toun Angulo úngueal int. do grande


Espasmos artelho.

F (gado F3 Trae Tchrong Ãngulo do . 19 e 21? metatarSo


Vago simp. R2 Jenn Kou Última saliência do cubóide, face int..
e psi. do pé.

JM. 4 Koann luann 2 d sob borda sup. do púbis.

Mo de TR inf_ JM5 Che Menn 3 d sob borda sup. do meio do arco


pubiano.

Esfíncteres VB34 Yang Ling Saliência sob cabeça do perônio.


Músculos Tsiuann

R ã"no-encéfalo RP 2 . Ta· Taou . Adiante da .c abeça do 1 q metat.. face


(+) . int. do pé.

Tchrong Mo Rp·4 .Kong Soun E ntre base do 1 q metat. e o 1 I? cunei-


forme, face int. do pé.
(
(

CAPíTULO XVIII

SISTEMA NERVOSO

TÔnico
Geral Inn JM7 Inn Tsiao 1/2 d sob o umbigo.

o Pneumogãstrico dã :
Expansão - abertura, dilatação. exteriorização - modifica os pulsos superficiais (Yangl.

Comanda : V 10 Tienn Tchou Sob occipital- a 2 TO da linha TM em


DO do trapézio.

Acessório TR 6 Tché Keou 3 d sob o meio da dobra do punho.

o Simpático
Constritor, exceto para as coronárias.

Externo ao trapézio sob occipital a 4

l
Comanda: VB 20 Fong Tchré
ou disto da linha TM.
TR 3 Tchong Tchou Face dorsal da mão - entre pase
dos metacarpianQs 4 e 5

Calmante e
regulador GI4 Ro Kou F ace dorsal da mão - entre base dos
metacarpianos 1. e 2

F 3 Trae Tchrong . Entre bases metatarsianas 1 e 2.

Tônico VB 21 Tienn Tsing Gg. simp. cervo sup. meio e art.


clav{ cuia borda anterior do trapézio.

TM 12 Trao Tao Sob apófise espinhosa de O 1.

Nervosismo E40 Fong Long 8 TO sob male610 externo goteira


ext do perneiro anterior.

Neuromuscular VB 34 lang Ling Sob a cabeça do perônio.


(
(

( 236 - amo Rápido de Acupuntura Sistema Nervoso - 237

ANALGÉSICO TM 10 Chenn Tao Sob a apófise espinal de D 5.


(
V 20 Pi lU Sob apófise transv. de D 11. Coração TM 11 Chenn Tchou Sob a ap6fise espinal de D 3.

V 60 Kroun Loun Entre maléolo externo e tendão de TR 21 Eu Menn E ntre a orelha e o ápice do côndilo
Aquiles. ,post. max.

R6 Tchao Haé 1 TD sob a ponta do maléolo interno.


ESPASMOS VAGOTClNICOS não confun-
dir com
Tienn Tchou Sob occip. lateral - em DD do Chao Rae = C3
Vago V 10
trapézio.
Contraturas P7 Lié Tsiué 3 TD da dobra anterior do punho ao
Traé Tchrong Entre bases de metatarsianos 1 e 2. dos membros nível da artéria radial.
F3

JM 6 Tchi Hai 1 d 1/2 sob o umbigo. Clfibras V 56 Tchreng Tsinn 2 distâncias sob V 54 que fica no
Doloroso
V57 Tchreng meio da cavidade dos músculos
Tsi Rae Chann gêmeos.

RP 9 Inn Ling Face interna da perna ângulo cabeça .IG 3 Reou Tsri Parte ' · posterior da cabeça 5q
Tsiuann e corpo da tfbia. em uma saliência. (+V62) metacarpiano face látero-dorsal da
mão.
F5 Li Keou 6 TD do m.aléolo interno - borda int.
da trbia ou abaixo. Venebrais V 11 Ta Tchou Sob apófise transve= de D 1.
Esp.· os. :
TREMORES - TICS
Lombar F5 Li Keou 6 dist. acima do maléolo interno
TR 7 RoeTsong 4 D sob dobra dorõal do punho mas + contra a borda interna da trbia
em DD .
V 28 Prang Koann lu Entrelinha sacro-illaca, externa a 2q
TR 6 . Tchi Keou 3 D da dobra dorsal do punho entre cavidade sagrada.
radio e cúbito.
V22 Sann Tsiao Sob a apófise transv. de L 1.
Preventivo Yinn Trang Meio da raiz do nariz - cf. pág. 67.

IG8 Siao Rae Retrcrepitrócleo. Fizemos cessar uma grave crise de tetania com os pontos seguintes:

CRISE OE NERVOS Tetania ou MC6 Nei Koann Cravar fortemente 30" com as unhas.
contraturas e A 2 TD acima do meio da dobra da
P9 Tra.e luann Dobra do punho sobre art. radial. espasmos palma punho.
Espasmos
violentos TR 10 Tienn Tsing Massagem forte.. Cavidade superole-
E ntre bases metacarp. 1 e 2 - face relaxamento craniana.
GI4 Ho Kou
dorsal da m§o. GI20 Massagem suave. Dobra nasal ângulo
da asa do nariz.
F3 Tai Tchong E ntre bases metatarõianas 1 e 2.
Contratura uterina-Cf. Cáp, Obstetrícia
V60 Kroun Loun Entre maléolo externo e tendão de
Aquiles. Espasmofilia Excitar a tiróide e a paratiróide.
SdM
TR 10 Tienn Tsing Saliência sob o olecrano, faCe
poterior do braço. Acrescentar . RE2 Tsou Ta Tou A 2 TD e adiante do maléolo interno.
entre o astrágalo e o escafóide.
Convulsões TM9 Ling Traé Sob a apófise espinal de D 6 .
238 - Curso Rápido de Acupuntura Sistema N ervoso - 239

\
Télamo RP 5 Chang Tsiou Face int GO artic. met al. MEMÓRIA
falangi ana
Especi al para 'os ossos, o tálamo e a
remineralização, adicionar magnésio e. Energética V 15 Sinn lu Sob a apófise transv. O 5.
cálcio.
idéias V 42 Rou Menn 4 dist. laterais de V 18 sob a· apófise
Tetania RP 3 Trae Po Parte post da cabeça ext metal. 1. transversa.

Crise epiléptica V 11 Ta Tchrou Sob Bpóf. transv. O 1. TM 10 Chenn Tao Sob D 5.


(-) TM20 Pae Houai Parte superior do crânio, linha
Excitação TM 11 Chenn Tchou Sob ap6f. espinal O 3. Paé Roé mediana
cortical Estimulantes
cerebrais
MC4 \ Tchih Menn 5 TO da dobra palmar entre o rádio
e o.cúbito.

I
Calma ·TM25 Choe Keou (TM 28 para Champfrault) E36 Tsou Sann Li Face externa da perna 3 TO sob a
No meio do sulco nasogeniano. borda inferior da cabeça da trbia.
RP 5 Chang Tsiou A 2 TO ad iante de mal. int entre o
astrágalo e o escafóide.
MENINGES
I
Cefaléia IG 4 Oann Kou Borda cubital da mão - Entre 5q i PARALISIAS NERVOSAS "8 frigore", etc.
Febre metac. e osso piramidal. ·1
Delírio

)
Síndrome
de meninges
I Ver Paralis ias de origem sangÜínea pág. 152

Espasmos VB23 Tchre Tsinn 4q esp.. intercostal linha ax.


.. 1
Sobre excitação TM 12 Chenn Tchou Entre O 3 e O 4 .
Facial VB 3 Ko Tchou
Jenn
MEDULA ESPINAL
VB'-O " Feou Paé
TM 13 Pae Lao Entre C 7 e O 1 E2-3

TM20 Pae Roê Parte superior · do crânio - Linha TR 23 Seu Tchou Cf. esquema cabeça
mediana Kong
Pai Houei
TR 18 . Tchi Mo
TM16 Nao Rou F riccionar sob ponta do occipital.
IG 18 Tsiuann Tsiao
Mielite- R7 Fou Léou Fare interna infeerior da barriga da
edemas perna - acima do tendão da sola
-' cóntra a tíbia

Tono E 33 Yin Cheuh 3 disto acima 'da borda superior da


deficiente rótula entre vast. ex t e parte direita
anterior.

Abre Tou Mo IG 3 Héou Tchi Borda lateral e atrás da cabeça 5q


paresias metacarpiano.
parestesias Réou Tsri
dos membros inf. V 62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo ex t. 7 d.
Raiva . VB 36 OaeT'siou acima do mal. 'ext
J
Controle dos m~vi· VB 19 Nao Krong pág. 125.
mentos. Angústia.
240 - CUrso Rápido de Acupuntura Sistema Nervoso - 241
'\
CÉREBRO INSONIA

Estimular por TM 20 Pae Roé Meio do ápice do crânio E xcess o de Yang deve passar no Inn.
eletropunctur~ TM 21 Tsienn Ting 1 d_ à frente de TM 20
Equillbrio I/Y E 12 Tchong Borda sup. clavlcula a 4 O de Jenn Mo
Tonifica o cérebro. V 62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo externo_
Kouan
ação sobre o
tálamo Insônia E 27 Ta Tsiou 4 d ext. de JM 5
5 a 10 MC6 Nei Kouann 2 T d O da dobra do pulso face ant. no
Ação sobre a vascu- Cf. cap(tulo "Coração"- .. Vasos....
Hiperemotividade Nei Kouan meio dos 2 Tendões
larização
Poço celeste RT 10 Tienn Tsing Face posto do braço 2 TO do olecrân io .
Ação sobre a RP 5 Chang Tsiou no meio de uma cavidade
hipótese pontos de Tou Mo de TM 13 a TM 20 '
pontos de estimulação geral do Inn e do Yang. B 60 Kroun Lonn Sob o maléolo ext.
pontos de astenia pág. 133 Para adormecer F 10 Wou Li F ace anterior da coxa
pontos de psiquismo pág. 243. Massagea r: 1 d sob a dobra da virilha sobre artéria
pontos especiais pá!!. 74. temoral.
F8 Tsiou Tsiuann Extremidade int. da dobra de flexão do
INTELlG~NCIA joelho contra tuberos. int. da tíbia diante
da ruga da pele.
Desenvolvimento RP 2 TaTou Face ex!. do arte lho grosso à frente Angústia F2 Sing Tsienn Face externa da artic. metatarso-falangia-
intelectual da cabeça do metat. Pouca energia na artelho grosso.
e aptidão para RP 3 TaiPo Para trás da cabeça do metat. Inn Insuf. R3 Trae Tsri 1/2 cm para trás do maléolo interno.
a matemática 1 face externa"do artelho grosso.
R6 Tchao Roé Entre o astrágalo e o calcâneo sob a pon-
Concentração (+) ta do maléolo interno
expansão para
Excesso Yang VB 43 Sie Tsri Entre met o 4 e 5
com outrem AP 5 Chang Tsiou Supra.
Equilíbrio I/Y 817 Kolu Sob a apófise transversa de O 7.
"Morada das
idéias V44 I Che A 4 D lateral de 011 Por superexcita- VB 43 Sie Tsri Entre meto 4 e 5
A e TD de V 20 (lu de BP) ção-emotividade 817 Ko lu Sob a apófise transversa de D 7_
Massagear C7 Che nn Menn Bordo int. pisiforme dobra anterior do
punho. '
./ EXCESSO DE SONO Indigestão 8P 6 Sann Inn Tsiao 4 d. sobre o maléolo borda in!. da tlbia
Depressão cavidade.

Dispersar F e R - Disp. Inn - Tonificar Yang. Vazio de energia JM 6 . Tsri Roé 1 d 1/2 sob o umbigo
Abrir Tou Mo por ID 3 (EP: Estimulação) e V62. Sob maléolo externo. Hipernervoso F3 Tai Tchrong Dorso do pé ângulo bases metat. 1 e 2 .
ou lang Tsiao Mo por Electrop. e IG-3 Retrolateral da cabeça do 5~ Meta C.
Troé Tchrong
Abre Yang V 62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo externo.
Tsiao Mo (-)

Excesso Yang E 36 Sann Li 3 TO sob a borda e x terna da cabeça


à tarde (-) da tíbia.
Se houver debili- TM 12 Trao Tao Sob a apófise espinhosa O L
dade nervosa
descomprime V 63 Tchinn Menn Face externa do pé na interlinha escafói-
o cérebro de astrágalo.
Sonhos TR 16 bis Tienn lou Cavidade retro ponta mastóide ou 3 d
ou 16 mais abaixo.
V 12 Fong Menn Sob apófise transversa de 02 .•
li Adormecer lento TM 17 Tsiang Tsienn Acima borda .s obre occipital.
li
fI
I
242 _ Curso Rápido de A cupuntura

Sobre borda súpero e xterna d a 3~ cost.


1
P1 Tchong Fou
Insônia por
insuficiência
na dobra entre pectoral e d·e ltóide. I
I
hepática
Yunn Menn Sob a clavícula, ângulo da cabeça do úme- I
Acordar 1 h-3 h. P2
ro.
P 10 Trae Yuenn Ãngulo base do me tac_ 1 e 2 face palmar_ I
Trae luann
CAPfTULO XIX
P 11 Chao Tchang
Ling Tsiu
Lado indicador borda ungueal do polegar.
4q ângulo esterno-costal (borda sup. da
I PS IQU IA TR IA
Ansiedade R 24
costela a 1 T d O do ângulo) .

R 25 Chenn Tchang 3q espaço externo-costal com R24.

R 26 Houo Tchong. 2q espaço esterno-costal.


PSIQUISMO
lU Fou ÂngulO esterno-costo-clavicular n{vel JM
R 27
20 - E 14.
Para os chineses, o coraç:Io, a afetividade , os sentimentos são traduzidos pelo
TM23A Yan Trana Entre as 2 sobrancelhas. ideograma SIN e se reveste de uma grande importânia ( =China =Sin) =Centro.
Sedativo do
córtex Esse pensamento afetivo resulta de uma carga ener~ética de repercussão emociona l.
V 62 Chenn Mo Os acúmulos dessa energia provocam os distúrbios chamados psíquicos. A cura vem por
cerebral
equilibrante meio de um reequil rbrio e de uma restruturação.
~ portanto, preciso obter um esvaziamento. Se o objetivo é alcançado, a crise de
lágrima s é com freqüência um sintoma.
Os debates, a linguagem, os modos de expressão artrstica são uma garantia desse
equiHbrio. ~ por esse motivo que as Artes expressivas representam uma linguagem interior
reeqlfilibrante profunda
Sendo organista e compositor, fizemos experiênias que confirmam o reequil{brio
Inn-Yang; a insuficiência de nossa linguagem, e a nocividade da falta de expressão. Os
chineses têm a vantagem do ideograma que significa não apenas uma palavra simples e
limitada, mas um pensamento ativo, móvel, rodeado de seu conteúdo poético.
~ importante zelar pelo equilfbrio afetivo e ao do corpo que o contém.
O médico em especia.1 deve visar atender o coração e a Compreensão Suprema oU SI NN
TRAE. Tudo o que é nocivo ao organismo produz sobre o indivíduo, uma série de distúrbios,
em todos os graus, até se tornar · irreversrvel.
O fumo, sendo usado de modo incontrolado, permanente e irredut{vel é um violento
veneno do organismo, mas principalmente dos elementos de energia "maléfica" que
destrói o equilíbrio. A experiência mostra que os drogados de cigarros têm dificuldade para
sarar, quando ficam doentes. Todo tratamento de distú·rbios psíquicos deverá, portanto,
começar pela desintoxicação do tabagismo e um fortalecimento do corpo. O meio mais
eficaz é a ginástica pelo ·método am ericano que tonifica a energia segunda o escoamento
ideal Rins-Fígado -Coração-Tou Mo-Cérebro . pág. 40.
O espírito e o corpo devem ser dinamizados ao mesmo tempo para expulsar a energia
maléfica. O médico devedar exemplo de sabedoria e equil (brio. Ele deve combater o
tabagismo, flagelo nacional destuidor, imagem de regressão psico-social, forte de quase todos
os males e doenças.

Tropa de choque contra o psIquismo.

1) Fumo - álcool - drogas - ruido - poluição.


2) T rabalho excessivo por obrigação vital ou por amor do ganho; busca de prê m ios,
ridrculos e imerecidos, etc.
\
3) Excessos de mesa e orgias.
!,( ~ ; "-

-'

i
~fi
,

244 - Curso Rápido de Acupuntura Psiquiatria - 245

4) Ma l(cia o u falta de amor pelo próxi mo - orgulho. Re spiração JM 17 T rann T chong 4 TD acima da ponta do apêndice
5) I "veja e teima permanente com ciúme e orgulho. Circulação xifóide. Nível R 23 - E 17 (mamilo
6) Cé rebro escravizado por uma doutrina. Irrigação 5q espaço).
7) Materiali smo e racionalismo integral co m ausência de espiritual idade comple xos e do coração
reca lques.
A chamada "justiça" tão fa lsa e pretenciosa de todas as sociedades. Estimulantes IG 7 Tche Tcheng Mão em pro nação, face externa do
8)
mentais antebraço, 7 TdD aCima da dobrra do
A justiça pol ftica, francamente criminosa, em numerosos pa(ses.
punho. Entre músculos esticados e o
cúbito. Contra o OSSQ .
• A psicomotricidade: PRO (18 séculos antes de Cristo) =Sentimentos .
toma consciência com: Heou Tchi Retro-Iátero-externo da cabeça 5q
Energia IG 3
a angústia meridiano de P e também em E 25 (Roun) C + MdC alimentar metacarpo.
a agressividade F e RP Assimilação Reou Tsri
os órgãos sexuais F e MdC - Sedução
Antipsicastênico E 33 Inn Che 4 T D acima da bo rda sp. rÓtula entre
vasto externo e direito anterior.
• Os automatismos: ROUN: inco nsciente, subco nsciente - hereditariedade, memória,
hábitos. E 35 Tou Pi Externo ao tendão rotuliano,
sexual idade : 'F
ci rculação: MfC - Memória: co ração. T()nicos ) E36 Sann Li
entrelinha articu lar.
3 TD a borda i nf. cabeça da tíbia face
externa da perna.
• A consciência superior CH ENN : força cósm ica - ondas = Coração.
o desequil(brio em J .M. e a T.M. =as idéias falsas TR 4 Yang Tchih Cavidade no DD estilóide cubitá l face
a concentração
a decisão
em RP =os números o senso mora l
em R e E - G I
Cérebro
Medula \ TR 5 Wai Kouan
dorsal da dobra do puni:lo.
/}. 2 d da dobra dorsal do pu n ho -
Nervos
a e nergia mental em C - VB cf. pág. 51-52. entre o rádio e o cúbito.
? Oé Koann

FAL HAS DO TÓN US Cérebro , medula TM 11 Chenn Tchou Sob a apófise espinal de D 3.
espinha, contra
hostilidad e, ódio
E 14 Krou Fang Sob O ponto médio da c1av(cula 2 ·'
Tonifica as
supra.renais + espaço intercostal 1 d sob E 15. Fonte dos centros JM 15 Tsiou Wei Sob o apêndice xifóide.
e o tônus mental E 15 Krou Fang vitais Tsiu Mi
R7 Fo u Léou Tendão da sola a 3 d do maléolo Tsiu Oé
\ interno.
Fortifica o cére- TM20 Pae Roé Parte superior do crânio. Excitar
Falta de energia F 13 Tchang Menn E ntre a 10l! costela e a extremidade bro e o Yang brevemente.
livre da 11 ~ costela.
Aca lma os nervos V60 Kroun Loun Entre o maléo lo externo e o tendão
JM 3 Tchong Tchi 1 d acima do arco pubiano. de Aquiles.
F alta de Yang

6rg. sexo JM 4 Koan'n I win n 3 d 112 do umbigo, descendo. V 62 Chenn Mo Sob a ponta do mal. externo.
Tonifica o
cérebro V 63 Tchin n Menn 1 ID adiante de V 62.
Falta crônica .w.16 Tsri Raê "Mar da Energia" 1 d 1/2 abaixo do V64 Tching Kou A trás do tubérculo 5q metat. borda
de energia umbigo. ext. do pé.

Roê com JM 13 Cha ng Kouann 2 TD abaixo do apêndice xifóide. RP 2 Ta T ou Adiante da base do 1 q metatarso face
Age sobre a hipó-
Est + IG fise. Tonificar interna do pé.

Tonifica R 1 Yang Tsiuann Sob a planta dos pés.. Entre metatarso grande artelho e 1 q
Abre T chrong RP 4 Kong Soun
o E Inn ã friccio nar Mo (+M 6) cuneiforme. Bo rda interna da pé.
Captador
de energia Borda superior de C 7.
,246 - Curso Rápido de Acupuntura Psiquiatn'a - 247

" Tonifica TM 13 Borda superior de C 7.


Evita ser
desdenhoso
IG 3 Ch: Kiao Ki
WL: Héou
Parte posterior da cabeça do 5'1
metacarpo parte lateral da mãó.
a Hipófise a
"cabeça grande" Tchi
Choq . psiq. TM 20 Pae Roê Cavidade na sutura occipital parte su-
elimina o excesso SM: Réou Tsri
perior do crânio.
de Yang cerebral

Tálamo RP 5 Chiang Tsiou Entre o escafóide e o astrágalo.


Fraqueza VB 21 Tsienn Tsing Picar superficialmente a borda ant.
Hipófise Adiante e abaixo do maléolo interno
en DD do tendão flech . Doloroso em mental (+) do trapézio , da parte posterior méd ia
caso de fadiga cerebral e nas outras da clav{cula.
indicações.
Mau caráter VB 20 Fong Tcheu Abaixo do occipit. entre o esterno-
+R7 cleido-mastóideo e o trapézio.
Misantropia MC4 Tsri Menn Face ant. do antebraço.
Exaltaç<'l'o
Cava da palma da mão - Retro 3q Dá audácia MC9 Tchong , "Meio de assalto" . Tonificar. Ângulo
"Palácio das MC8 Lao Kong
Tchrong ungueal médio. Lado do indicador.
Fádigas'.' metacarpo.
VB 43 SiéTsri Tonifica VB. Adiante art. metat. fa l.
entre 4'1 e 5'1 metatarso.
Viriliza JM 4 Kouan Yuenn 3 d 1/2 abaixo do umbigo.
Tonifica int. gr.
Dá confiança R4 Ta Tchong Borda súpero-interna do osso do
Koann luann
em si calcanhar adi~nte do tendão de
Borda interna do pisiforme sobre a Coragem e Aquiles.
Antidepressivo C7 Chenn Menn
regulariza dobra anterior do punho. I vontade,
decisão
o coração
A nsiol {tico
Meridiano MdC V 15 Tsiué Inn lu Abaixo da apófise transversa de D 4.,

Astenia R 20 Trong Kou de JM 13 e a 4 de E 20:


Instabilidade RP 2 Ta Tou Adiante da articulação metatar~o ­
Energético - meio da dobra anterior falangiana grande artelho lado inter-
Tonifica MC ;; Ta Ling
Depressão RP 6 pág.250 no do pé.
O coração
do punho.

1 TD abaixo do apêndice xifóide. Desregramento


MO de coração JM 14 Tchu Chué
(das ondas alfa? )
F riccionar a 'borda inferior da órbita. Eixo occipito-
Hipersensibilidade E4 Ti Tchang
frontal e
geral hemisférios
Friccionar a borda inferior do arco dir. e esquerdo
Sensibilidade E 30 TchiTchong
4~ estado normal
consciente pubiano a 4 disto de Jenn Mo.
da consciência VB18 Sing Ling Cf. pág. 125
Tsri Tchrong
Abre a meditação EP ou manual
2 TD abaixo da dobra do cotovelo. transcendental Tchreng Ling
TÔnico Gll0 Cheou Sann
Glll Tsiou Tchré E xtr. externa da dobra do cotovelo.

Distraído- V 63 Tchinn Menn Face externa do pé entrelinha entre o PEQUENAS PERTURBAÇOES NEURÓTICAS
Sonhador "porta de ouro" calcanhar e o cubóide - Cerca de 2
TdD adiante do maléolo e ATR. da
cabeça meta 5.
Idéias e dores \
" Loucas" (mnemo)
Torna amável e R7 Fou Léou 3 d abaixo do maléolo interno sobre Descontentamento VB 38 Yang FOlJ 4 d acima do maléolo ext. 1/3 inf·.:
sedutor o tendão da sola. Ciúme - perna .
Mau humor
Psiquiatria - 24 9
248 - Curso R ápido de A cupuntura

"o e bruça-se VB15 T eou Linn Tchi A 4 d late rais d a linh a TM e a 3 d d a


pessimismo R 24 Ling Tsiu 4Q espaço este rno -costa L e chora" crista frontal - face lateral da fronte.
R 25 Chenn T chang 3Q espaço intercosta l" ângulo I nstintivamente leva-se a mão até a í.
esterno-cost al borda sup. da costel a.
Sonhos t ristes esp. V 15 Sinn lu A baixo da apófi se transversa d e O 5.
Dispersa Y R 21 lu Menn Sobre a borda interna do hemitórax a
co ração t riste =
2 O de JM 12
coração doente

oescongestiona VB 15 Téou-Linn A 4 d laterais d a linha m édio-frontal 2Q artelho - â ngulo ungueal e x terno.


Pesadelos E 45 TiToé
Tchi de Tou Mo 22.
oellrios "Pagamento
e cruel "
Medo V 15 Sinn lu Abaix o da apófise transversa de O 5_
Má digestão -
ex cesso de so no -
Emotividade C3 Chao Raé E xtremidade da dobra da flex ão do
ex cesso de Ya ng
cotovelo sobre o e pitrócleo (internoL
Sonhos fantásticos TR 16 bis Tienn lou Cavidade posterior ponta do
I nquietude C5 Trong Li 1 dist. acima da dobra anterior do mastóideo.
Acalma o sistema ou 16
constante punho - artéria cubital. 2 TO mais abaixo.
circulatório
cerebral
Timidez P7 Lié Tsiué 2 d acima da dobra anterior do
Tonifica punho ex terno à artéria radial. Neurastenia VB2 Ting Roé Entre o lóbulo da orelha e max ilar.
as supra-renais R7 Fou Léou 3 dist. acima do maléolo interno Abaixo de IG.19.
e o tônus sobre o tendão da sola.
mental Abatime nto VB20 Fong Tchih Ex terior ao clei9o-mastóideo aba ix o
do occipita l.
Psicotônico GI13 Wou Li 5 dedos da dobra do cotovelo face
posterior do braço entre saliência do H iper.;impatico- MC 6 Nei Koann 2 d da dobra palma r punho entre 2
tríceps e o úmero. "tendões.
tonia (Yang)
I
Aumenta a V 11 Ta Tchou Abaixo da apófise transversa de O 1. Hipervagotomia TR5 Oaé Koann 2 da dobra dorsal punho entre o
calcemia I (lnn) rádio e o cúbito.
I
Angústia F5 Li Keou 6 TO acima "do maléolo interno - Comando o TR 3 Tchong T chou E ntre a borda ex terna do Gd. dir. do
Palpitações Ranhura entre a tibia e longa fle x ão "I abdôme e GO oblrquo nível
Simp. com
comum. I VB 20 horizontal do umbigo. E nre R 15 e P 15.
!
Descomprime C8 Chao Fou Atrás da cabeç~ SQ metacarpo lado i E 25 Tienn Tchou E ntre a borda e xterna do Gd. d ir. do
Dispersa 'y 4~ face palma r_ abdome e GO obllquo nível horizon-
tal do umbigo. Entre R lS e RP 15.
Tremores, tiques TR 7 Roé Tsong Face dorsal do antebraço 4 TO da
medula dobra do punho entre o rádio e o Tônus geral (+) RP 15 Ta Hong 10 TO de JM.> 8 (umbigo)
espinhal cúbito. horizontalmente sobre a linha axilar.

Meio da cavidade do poplíteo.


( V54 OéTchong
o FONG é o que golpeia brutalmente. Causa perturbações físicas e psíquicas. É uma
projeção iônica brutal que vem do exterior. IG 3 Heou Tsri Parte posto cabeça SQ metacarpo .lado
Reou Tsri externo da mão.
Bloqueado V 10 TiennTchou 2 TO ex terno à linha TM sob o
pela emoção occipita l. Sobre o epitrócleo.
Tônico psiq. e \C3 Chao Roê
coração 1 R 24 Ling Tchu "4'1 espaço esterno-costal
Vertigens V 66 Tong Kou Adiante da articulação metatarso- Ling Tsiu
falangiana 5Q artelho.

Fadiga mental TM 11 Chenn Tchou Entre apóf. esp. O 3 e O 4.


~r'
(.'1·'
250 - Curso Rápido de Acupuntura I Psiquiatria - 251

Choque - Inn E 14 Krou Fang 1 TO sob a clavícula e no meio da 1 RP 7 Leou Kou 7 disto acima do maléolo interno
linha do mamilo. contra a borda do osso. Mnemo: 7.7.
fraco
S u pra-re na is TM 15
1M 16
Fong Fou
Nao Rou
Sob TM 16. Sob a protuberância
occipital posterior Friccionar ! Tônico
Descomprime
E40 Fong Long Face ex!. Perna 4 d e E 36 e 1 d
exterior a este nível. 4 d da linha TM
levemente estes 2 pontos.
V40 I Hsi horizontal de O 6.
Coração V 15 Sinn lu Abaixo da apófise transversa de O 6.
Alucinações E 41
Febre E 42 pág. 76 2 TO acima do nível da ponta da
Leve depressão Tché T sré Fora do tendão de bíceps, nível da omoplata.
(ou P3 oU P4) \ P5 Excitação E 45
dobra de flexão do cotovelo.
P 10 Psiq. Tônico
lu Tsi Adiante da base meta. C1, borda da
eminência Thénar-massagem. Glg Chang Lienn 80rda externa Ext. comum.
Dedos a 3 TO da dobra do cotovelo.
Chora o tempo Cg Chao Tchrong · Borda ungueal interna do 5q dedo. O Face ant. ou dorsal do antebraço
todo E vai até IG 1 borda externa.
Aquecer bastante 2 vezes 1 segundo. R 27 lu Fou 1 q espaço clavícula esterno-costal.

Acalma: R3 Traé Tsri 2 TO acima da borda sup. int. do V62 Chenn Mo Abaixo de pontos do mastóideo.
calcâneo.
E 14 Krou Fang Se este ponto se apresentar doloroso,
Tônico E 36 Tsou Sann Li 3 TdD sob a borda inferior da cabeça será necessário friccioná-lo. e intro-
da tíbia - face externa da perna. duzir a ponta da agulha 1 distância
abaixo do meio da clavícula.
Depressão 1M 13 Paé Lao Sob a apófise espinal C 6 - 7 + DI.
após doença
Desespero TM 14 la Menn Sob a apófise esp. C 2 . Repulsa e E 15 Ou I 3q espaço intercostal linh a mamilar
Perturbações vertical 4 d de J Mo.
'M 20 Pae Roé Parte superior do crânio - Tonificar emocionais
- Eletro. P. Ação poderosa para descarga emocional e cura de perturbações profun-
Liberação e
das:
descompressão e
VB20 Fong Tchré 4 d horizontalmente da linha TM sob qualquer pertur-
o occipital. bação somática
C3 Chao Rae Extremidade interna da dobra do
Início de
Emergência profunda proveniente do cotovelo, cabeça do cúbito. Se não se
Depressão com C1 Tsi Tsiuann psicopatia
cérebro. Tórax. Nível da axila sobre a apresentar doloroso, não tratar. É um
lágrimas - desgosto
passagem do grande peitoral. teste para diagnóstico, como E 14. ·
Pesares
Equil íbrio IN MC6 Nei Koann 2 TO acima da dobra palmar punho
entre 2 tendões.
C7 Chenn Menn Borda interna pisiforme dobra
anterior do punho.
Começo de F8 Tsiou Tsiuann Extremidade int. da dobra de flexão
psicopatia do joelho atrás da passagem dos
"Apetites" nulos
músculos de "pé de galinha". Contra
Depressão por
tubo i nt. da Hbia.
choque - causa Tsié Tsri Cavidade do meio do peito do pé até
o "estômago" Pt a dobra de flexão.
I nn fraco R4 Ta Tchong Borda súpero-interna do calcâneo
de ton ificação
Angústia adiante do tendão de Aquiles.
do Est.
Doreg e pertur- R5 Tchoe Tsiuann Borda ínfero-interna do ca lcâneo,
Antidepressivo RP 6 Sann Inn 4 disto acima do maléolo interno
bações ps(quicas sobre o rebordo póstero-interno da
Tsiao contra a borda póstero-i nterna da
periódicas ranhura
tíbia em sua cavidade.
na mulher R6 Tchao Raé Abaixo da ponta do maléolo interno
entre o calcâneo e o astrágalo.
252 - Curso Rápido de Acupuntura Psiquiatria - 253

"-1
F14 Tchi Menn 2 últimos espaços intercostais linha MELANCOLIA
Perturbações mamilar entre os meridianos R e RP.
da menopau sa GI4 Ro Kou E ntre as bases dos metacarpos 1 e 2
contra 2. Poderoso E36 Sann Li 3 TD sob o rebordo i nf. da cabeça da
JM 15 Tsi Koann Abaixo da ponta do apêndice xifóide. tônico t .. bia.
3 d abaixo da borda inf. T.T. Face
E 36 Sann Li ext. Perna. "Trevas das E 15 Ou I 2 disto externa a R 25 3C! espaço
Casas" intercosal linha mamilar. 3 TdO
GI13 Wou Li A 5 TD da dobra do cotovelo contra abaixo do meio da clavícula.
o úmero entre B e o tr(ceps.
Fortifica o C3 Chao Raé Extremidade interna da dobra de
F3 Trae Tchrong E ntre as bases dos metatarsos 1 e 2. coração flexão do cotovelo.
Crise de V 60 Krou Loun E ntre o maléolo externo e o tendão V 15 Sinn lu Abaixo da apófise transversa de D 5.
nervos de Aquiles.
TR 10 Tienn Tsing Cavidade acima do olecraniano face o sangue V 38 · Kao Roang 1 TD sob o lado do ângulo sup. int.
posterior do braço. omoplata separada.

MC4 Tsri Menn Meio e face anter. do antebraço. As idéias TM 13 Pae Lao Sob a apófise espinal C 7 e DI..
9TO acima da dobra anterior do
punho. Os centros vitais JM 15 Tsiu Koann Sob a ponta do apêndice xifóide.
TM20 Paé Roé Meio da parte posto do crânio. Mo de C
C9 Chao Tchrong Borda unguea l interna 5C! dedo
face dorsal.
! Excitação das me- IG 4 Oann Kou Adiante da base meta C 5 - face
ou de
i ninges, dei rrio lateral da mão.

'Paranóia
RP 2
(+ I
Adiante da cabeça 1 C) metatarso lado
interno.
I Yang nos órgãos TM4 Ming Men Entre a ap. esp. de L 2 e L 3.
C3 Sobre epitrócleo, extremidade in·
terna da dobra de flexão do braço.
I Congestão V 30 Pai Houan lu Fora do 4c) oritrcio sacro (2 de TMI
pélvica na articulação sacro-ilfaca.
Ciclotimia C5 Trong Li 1 d acima da dobra palmar do punho.
Sobre o crânio 1 d 1/2 ama de TR
I Fobias V 31 Chang Liao 1C) orifício sacro.
V8 Lo Tsri ?O.
GI9 Chang Lienn Face pástero-externa do antebraço "'I Cérebro V60 Kroun Loun E ntreo maléolo externo e o tendão
de Aquiles.
sobre o exterior comum a 4 TO da
dobra do cotovelo. V 62 Chenn Mo Sob a ponta do maléolo externo.

VB3 Sie Tsri Adiante da articulação metatarso- JM 12 Tchong Koann 3 d sob o apêndice xifóide.
falangiana entre 4 e 5.
Obsessão F5 Li Keou Borda interna da tíbia imediatamente
Excesso de Yang C9 Chao Tchrong Ângulo ung. indicador lado int. abaixo do corpo esférico que a barri-
ga da perna forma ao se apo iar sobre
Agressividade VB38 Yang Fou Abaixo da ponta do xifóide. a ponta dos pés (6 TD acima do
Trata (-I maléolo internol ou sobre a tfbi a.
tudo que é louco JM 15 Tsiu Koann Aba'ixo da ponta .do xifóide. I
Friccionar R 1 YongTsiuann Planta do pée. Meio do 1/3 anterior.
"Porta C7 Chenn Menn Borda interna do pisiforme dobrando II Reforça o RP 1 Yong Po Ângulo ungueal interno do grande
do Esp(rito" (+1 o punho palmar.
espírito artelho.
Superexcitação Face posto do antebraço, 5 ' disto I
psicopatias IG 7 Tche Cheng acima da dobra anterior do punho -, 1 Agitação de RP 2 TaTou Lado interno do grande artelho,
IG 4 Cf. infra entre o osso e cubital ant. criança articulação metatarso·falangiana .

I
254 - Curso Rápido de Acupuntura

cf. Sist. Nervoso


Pontos calmantes:

Obsessões

Libera a TM 20 Pae Roê Parte superior do crânio.


circulação H
cerebral

Livra de
pesadelos
Influências PM 29 Koé Jenn Sim étrico de P 11 . Face dorsal
Inconscientes inte rn a. Pol egar ângulo da base
Enfeitiçamento ungueal.
Hipnotismo
(SdM) QUARTA PARTE

GUIA DE AURICULOTERAPIA E

GUIA GERAL SINOTICO

dos pontos de comando do


manejo da ENERGIA

I,
!.
I
.,j
256 - Curso Rápido de Acupuntura
1
A auriculocerapia não deve ser utilizada sem diagnóstico exato pois ela leva com freqüência à
supressão de um distúrbio funcional, o que não é sempre satisfatório, nem aconselhável.
I
A auriculoterapia não é um manejo de Energia e não permite a cura da raiz do mal.
I
IÔ apenas uma chave de ligação interessante entre o corpo e o cérebro, que não deve ser
entregue em mãos inexperientes, nem sem estreita supervisão médica.
CAPfTULO xx
AURICULOTERAPIA

1948 Aprendemos em um Curso o tratamento de certas dores pela cauterização da


orelha. AI í teve inicio a nossa experiência.

1953 A prática da medicina japonesa, das massagens chinesas, nos confirma a


possibilidade de tratar pela orelha diversas doenças. Porém devemos abandonar o
mistér'io da orelha para concentrar nossos esforços sobre os destaques nas
descobertas terapêuticas pessoais: as "técnicas manuais reparadoras".

1958 o dr. Niboyet. cl(nico, acupuntor, homem de ciência, autor de ,uma obra
ocidentalizada sobre a acupuntura, convida o dr. Nogier a apresentar seus
trabalhos clínicos de auriculoterapia na Sociedade Mediterrânea de Acupuntura.

1960 o dr. Nogier ensina auriculoterapia a seu Agrupamento Hahnemaniano de Lyon.


Aderimos a esse pequeno grupo de homeopatas e acupuntores para alargar nossos
conhecimentos da medicina chinesa. Quase presos por ultrapassar 100 km por
hora em uma estrada deserta, deixamos esse grupo de amigos. O dr. Nogier gastou
sem limit~s tempo e dinheiro para aliviar os que sofrem e que temos a missão de
aliviar e curar. O dr. Nogier publicou para o grupo, um curso completo de
auriculoterapia que nos serviu para praticar com a clientela.

1969 20 anos depois dessa descoberta cI rnica e terapêutica, ' nosso eminente co lega
coroou o seu incessante trabalho, publicando o "tratado de auriculoterapia" pe las
Edições Maisonneuve. Nunca quisemos publicar antes do aparecimento de seu
livro e o leitor encontrará nesse capitulo os prindpios dados pelo dr. Nogier em
1960·1962 com nosso sistema de marcação clfnica destacado pela nossa clientela.
Nada foi acrescentado a obra de 1969 para deixar ao leitor toda liberdade de
completar seus conhecimentos. Existem indicações mais completas que não damos
aqui. Haverá melhora a realizar com este método. ~ próprio da medicina se
adaptar aos novos conhecimentos cientrficos e aos contlnuos ensinos clínicos.

o dr. H. Jarricot. outro pesquisador lionês, altamente especializado em reflexo-


terapia cutênea, ensina que a orelha responde a uma somatização de plexos
viscerais. Nossa prática confirma esse ponto de vista. Mas a orelha parece agir como
reguladora das tensões entre o corpo e o · cérebro. Uma excitação breve parece reforçar as
defesas do organismo, regularizando as disfunções, blo'Queando as evoluções anárquicas ou
violentas. A excitação demorada para por em .curto-circuito as defesas ordenadas pelo
cérebro e procura seja uma liberação passageira e benéfica de um mal simples e benigno, seja
agravar um mal mais grave, Não há dúvida que a eletrônica resolverá esse problema nos
:: .
Auricoloterapia - 259
258 - Curso Rápido de Acupuntura

próximos anos. Clinicamente, observa-se sempre os mesmos fatos e os mesmos resultados . A S Área sensorial com AUD = área de audição
ação é clara, indiscutível. O prático deverá portanto utilizar um só ponto por orelha e por E Área do ponto de espirro e O LF, área de olfação.
sessão. Ele deverá agir por uma orelha sobre a lesão , e pela outra so bre o estado geral. A 3J Área do trigêmeo
seguir, ele poderá ser menos específico, mas somente em certos casos. Além de certas dores, MT Área da cabeça
respeitamos sempre essa regra, apesar de estarmos habituados com esse método_ Esse FR F ronte e lobo frontal-
princípio é válido para a acupuntura e somos muito rigorosos nos pontos a picaL ~ preciso
atenção no caso de principiantes para evitar a tendência na~ural de picar com toda boa fé um Goteira da hélice =GH indo do lobo ao tubérculo de Darwin H 2
grande número de pontos. 1 = clav(cula - 2 = omoplata -.3 = espádua - 4 = maxilar inferior - 5 = maxilar
superior,
Esquema da orelha
Anti-hélice = AH - coluna cartilaginosa bem visível formando em cima uma curva e in-
A marcação topográfica sobre esse esquema necessita indicar o desenho normal de cluindo uma fosse ta ovalada ou triangular.
Tragus e de representá-lo visto de fora para mostrar os pontos situados na base de sua face ramo vertical e horizontal inferior = vértebras - a superior está sendo estudada,
interna_ Preferimos à miúde indicar uma área e não um ponto exato porque, praticamente, o porém a área do ângulo com o ramo inferior corresponde com freqüência à
principiante faria confusão e não ficaria satisfeito, tanto mais que existem variantes e formas indicação do ângulo inferior. Parece-nos que esse ramo corresponde a uma ação
d iferente's de orelhas, A '-área estando indicada claramente, o estudante faz uma detecção ao sobre uma resistência e uma energia cerebral- (Matéria cinzenta e reserva
pai par à vontade, ou com os detetores, sem marcar o ponto_ O ouro é indicado nas energética nervosa poss(veis).
hipertrofias e hiperfunções, a prata nos outros casos, O aço é um metal neutro e sua ação C Área do pescoço.
depende do tempo de aplicação_ Agulha superficial- C1 Área da 1 ~ cervical.
7 C7 sétima cervical-
Abreviações VD Área das vértebras 'dorsais (12 é O limite indicado!.
VL Á rea das lombares.
R H = Raiz da hélice que divide a concha em 2 partes superior e inferior_ AL Região das dores lombares,
SleH Área sacro ilíaca e quadril-
PM Ponto maravilhoso (dores, tensões, espamosL S Sacro e Q = cóccix.
Variável_ Pé do pavilhão (n(vel médio da região dos cervicais sobre a anti-hélice) em
uma crista cartilaginosa Fosseta triangular ou navicular = FT limitada pela curva da orelha, de 1 a 14 virilha e
membros inferiores com suas doenças. 1 = virilha - 2 = nádegas - 3 =fêmur - 4
PS Ponto do plexo solar e do simpático_ Vdntade-Tônus. = joelho ant. rótula - 5 = joelho post, cr. popl . - 6 = coxa - 7 = tíbia - 8 =
Sobre uma saliência de cartilagem além de P. M. perônio - 9 = maléolo ext. - 10 = 1 q artelho - 11 = 2q a 5q artelhos - 12 =
calcanhar - 13 =maléolo int. - 14 =tendão de Aquiles.
PZ Ponto zero. Saliência cartilaginosa mais ou menos vizinha de PS. Dores nas
vísceras. Distúrbios epileptiformes. Espasmos. Nervos. Dores nos plexos inferiores. Parte superior do corpo = HCS acima da crista horizontal da hélice,

PH Base da hélice: borda da cabeça. Entre parte horizontal e vertical da hélice INT. intestinos. A = apêndice, cecum.
(contorno externo da orelhaL bexiga - R =rins - F =f(gado - VB =ves(cula biliar.
O fundo posterior da concha com E = estômago área cartilaginosa destacada,
PP Área pubiana (PP porque é indicação de prurido local e geral). incluíndo uma parte de PM e se achando então no hemicbndrio inferioL

P Perlneo Parte inferior do corpo = HC inf. sob a raiz da hélice (R . H,)

Reto e ânus, continuação da área intestinal. = E = estômago, seqüência de E no H.C.S.


RT
HCI =OE = Esôfago.Segundo alguns autores, os intestinos se prolongariam sob e borda da
Corpo da hélice (contorno da orelha) =H RH. Não tivemos oportunidade de encontrar essa localização, mas parece lógico
que existe sob o RH uma área em relação com certas funções intestinais.
H1 = Alergia, e H2 = tônus ps(quico (observação pessoal) sobre o tubérculo de Darvvin.
P Sobre o teto da concha - Pulmões,com área especializada - R = respiração.
Lóbulo da orelha (muitas vezes furado por brincos) = L (área do cérebro!.
R Respiração. Funções respiratórias depois de P e próximo de 12.
M e PM 9 = Área das enxaquecas PM 9 = estados congestivos.
C Área do coração (que pode se estender horizontalmente até junto a 131.
OPH Área oftalmológica
Área sensorial com AUD = área de audição. HP H ipófise posterior e suas fu ncões..
\
;

Auricoloterapia - 261
260 - Curso Rápido de Acupuntura

.I (sinal do dr. Nogierl a área a tratar, seja pelas unhas, por massagem com o apalpado r
HCI : 1 Centro térmico. Febres. Um pouco externo ao redor dos pontos 12 a 15 do escolhido, ou por eletroterapia que bloqueia a ligação que vai ao cérebro.
conduto auditivo externo (C.A.E.!.
HCI :2 = Glândul a mamária externa a 15.
\
.1
L--:-_ES_Q_U_E_M_A_P_A_R_A.:..
. _A_U_R_'_C_U_L_O_T_ E_R_A_P_'A_-.JI-
HI :3 Supra-renais, união borda sup. HC inf. com a crista da base, adiante do tragus
(TR!.
HCI:
4 Paratireóides e um pouco acima e atrás da 5. Tireóide.

6 Centro do sono sobre o teto da concha. na base de A. T.

7 Hip6fise anterior.

8 Hipotálamo sobre uma crista larga descendente de AT indo até 10.


-'
9 . Região hipotalâmica especial para vertigens.
)

10 Tãlamo.

11 Timo bem central.


,
l
C.A.E.= Ao redor de G.A.E.: 12 a 15 =rinofaringe (depois de RI boca a laringe :

12 Rinofaringe - 13 =amígdalas - 14 = I(ngua. boca - 15 =laringe.


Borda interna do lóbulo =Cordas vocais entre HCI 3 e AT 3.

Antitragus, crista e face externa, 3 pontos essenciais AT.

AT=l Sobre a crista = córtex.

AT=2 Si nus F Eth.

AT=3 Ponto genital e ginecológico - crista da base em frente a A T .

Tragus, crista e face interna (sobre o esquema: visto de fora I TR.


TR =1 Orelha esquerda =Tou Mo de baixo para cima.
Orelha direita =Jenn Mo de cima para baixo. NB : O Tragus é marcado
do exterior ou atrás pa-
Fâneros - 3 = pele - 4 = mucosas - 5 = serosas - 6 = peritônio. ra por em destaque os
TR =2
pontos da face interna.
Pavilhão Área estreita entre hélice e pinça superior (anti-hélicel variável conforme os
pacientes.
Pl = tôrax - P2 = mamilo - P3 = cotovelo - P4 = punho - P5 = dedos P6 =
polegar.

Para tratar os pontos da orelha que nos parecem ser não "poços" de energia. mas
chaves ligando o corpo ao cérebro, pode-se detectar a área graças a um detector eletrônico,ou Orelha do Papa Paulo VI
um apalpado r muito bom de sua escolha. Esquema, nomenclatura e verificação clínica constante
Desde 1960, utilizamos a detecção por apalpação. ~ um objeto em forma de fósforo, entre os clientes desde 1962 , (Dr. Cintractl
cuja parte terminal parece uma pequena esfera. Quando o apalpador mostra onde está a dor
Indicações Clinicas - 263
262 - Curso Rápido de Acupuntura
" \
L Púbis ••• PH = PP
fNDICE ALFABETICO Pulmões •.• HCI = P
das principais indicações clfnicas Laringe ..• HC I = 15 (CAE) Punho •.• P =4
e suas marcações sobre o esquema sin6tico Ungua .•• HCI = 15 (CAE)
Lombalgias ••. AH = zona AL e conf. plexo
Essas 136 indicações incluem as áreas a localizar co m precisão, + L =PM 9 Q
Lobo frontal ••• L = F R
Quadris •• , AH =SIH
A Dores Jenn Mo .•• TR dr. = 1 + L = S
Dores do Tálamo ••• HCI = HP3 M
Aerofagia, .. R H = PS
R
G..-.~----Agressividade~HGI-=,G------------­ Malêolo ext •••• FT =9 int. = 13
Alergia ... H = 1 9 anafilaxia) E Mamilo (seio ext •••• ) P = 2 (glândula: HCI Regras ••• HCI =ver 7·8·9-10 e AT =3
Amlgdalas ... HCI =13 =2) Respiração ••• HCI = R (+ P)
Anemia ... HCS = RP Enuresis .•• TR = 4 + V + PZEnxa Maxilar ••• GH inf. = super. =5
Reto ••• HS =RP
Ansiedade. '.. RH ~PM e HCI = C Enxaquecas ••• L = Oft. + M + PM Mucosas • • , TR = 4 Rinite ••• HCI = 12 + HCS=F + L = OLF.
Apêndice. " HCS =A Epiletiforme .•• RH = PS e PZ
Esôfago, •• HCI =OE e E ou S ou pontos seguintes as causas
Artelhos ... 2 a 5 =FT 11 Rinofaringe ••• HCI =12
Artelhos 1 C! ••• FT = 10 Espádua •• , GH = 3 + HCI = 10 N
Rins. Urologia ••• HCS = R . V·
Artrose HCI = HP (dr. M.C.l + 7 Espasmofilia ..• HCI =4
Rótula ••• FT =4
Asma ... HCI = R ou P + PM Espasmos •.. R H = PS Nádegas ••• FT =2
Astenia .. . HCI =3 e HCS =RP Estômago •. , HCS + Hei =E Nervos e Nervosismo •• , RH = PS - PM-
PZ S
Neurologia ••• L = Oh. + AUD + OLF. +
B
F FR Sacro ••• AH =S':" AH =VL + AL
Nevralgia do trigêmeo • , • L = 3 J ou S Seios (glândula) •• ; HCI =2
Febres ••• HC= 1
Baço ... HS =RP Serosas ••• TR = 5
Fibroma .•. AT=3
Barriga da perna .•• FT entre 5 e 14 Sexualidade ••• AT=3 + HCS=RP
Frgado •• , HCS = F + H1 O
Bexiga ••• HCS =V Sinus F + Etm ••• AT =2 + L =S + GH = 5
Fragilidade. , • HC , =5
Boca • • , CAE =14 Soluço ..• RH =PS e HCI =0.1
Olfato ••• L = OLF. + E Sono ••• HCI =6 + Nervos
Olhos . .• L =OFT. eS Supra-renais .•• HCI =3 (junção TR)
G Omoplata, •• GH =2
C