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Para

Para
FACULDADE PARAÍSO

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)

G569m Godoy, Karla Estelita


G...k Godoy, Karlapara
Manual Estelita
elaboração de projetos de pesquisa
Manual
e trabalhos acadêmicos.de
para elaboração projetos
/ Karla Godoy _ São
de pesquisa
Estelita
eGonçalo:
trabalhosFaculdade
acadêmicos. / Karla2005.
Paraíso, Estelita Godoy –
São60 Gonçalo:
p. Faculdade Paraíso, 2005.
59 f.

Publicação acadêmica – Faculdade Paraíso, 2005.


Bibliografia: f. 59.
1. Metodologia científica. 2. Projetos de pesquisa.
1.
3.Metodologia científica. 2. 4.
Trabalhos acadêmicos. Projetos de pesquisa.
Monografia. I. Título.
3. Trabalhos acadêmicos. 4. Monografia. I. Título.

CDD
CDD-001.4
Perguntas-chave correspondentes aos itens do projeto de pesquisa ............. 11

Disposição dos elementos estruturais ............................................................. 18

Tipo de material – Nível bibliográfico na NBR 6023......................................... 35


O homem movido pelo espírito científico
deseja saber, mas para, imediatamente,
melhor questionar.

Gaston Bachelard
SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ................................................................................ 8

INTRODUÇÃO ...................................................................................... 9

1 DEFINIÇÕES.......................................................................................... 10
1.1 PROJETO DE PESQUISA .................................................................... 10
1.1.1 Perguntas-chave/Itens do projeto de pesquisa ................................ 11
1.1.2 Estrutura e composição do projeto de pesquisa ............................. 11
1.1.3 Relevância do planejamento .............................................................. 16
1.2 TRABALHOS ACADÊMICOS, TCC, DISSERTAÇÃO E TESE ........... 16
1.2.1 Trabalhos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso (TCC ou
monografia) ou similares .................................................................... 16
1.2.2 Dissertação .......................................................................................... 17
1.2.3 Tese ...................................................................................................... 17

2 ESTRUTURA ........................................................................................ 18
2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ............................................................. 19
2.1.1 Capa ...................................................................................................... 19
2.1.2 Lombada ............................................................................................... 20
2.1.3 Folha de rosto (anverso) ..................................................................... 20
2.1.4 Folha de rosto (verso) ......................................................................... 22
2.1.5 Errata .................................................................................................... 23
2.1.6 Folha de aprovação ............................................................................. 24
2.1.7 Dedicatória ........................................................................................... 25
2.1.8 Agradecimentos .................................................................................. 25
2.1.9 Epígrafe ................................................................................................ 26
2.1.10 Resumo na língua vernácula .............................................................. 27
2.1.11 Resumo em língua estrangeira .......................................................... 28
2.1.12 Lista de ilustrações ............................................................................. 29
2.1.13 Lista de tabelas .................................................................................... 30
2.1.14 Lista de abreviaturas e siglas ............................................................ 30
2.1.15 Lista de símbolos ................................................................................ 31
2.1.16 Sumário ................................................................................................ 32
2.1.16.1 Numeração progressiva ........................................................................ 33
2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ..................................................................... 34
2.2.1 Introdução ............................................................................................ 34
2.2.2 Desenvolvimento ................................................................................. 34
2.2.3 Conclusão ............................................................................................ 34
2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ............................................................. 34
2.3.1 Referências .......................................................................................... 35
2.3.1.1 Elementos da referência ........................................................................ 35
2.3.1.2 Autoria ................................................................................................... 36
2.3.1.3 Título e subtítulo .................................................................................... 38
2.3.1.4 Local ...................................................................................................... 38
2.3.1.5 Editora ................................................................................................... 39
2.3.1.6 Data ....................................................................................................... 39
2.3.2 Modelos de referência (tipos de material bibliográfico) ............... 40
2.3.2.1 Principais tipos de material ................................................................. 40
2.3.2.1.1 Monografia no todo – livro .................................................................. 40
2.3.2.1.2 Monografia no todo em meio eletrônico – livro ................................... 41
2.3.2.1.3 Parte de monografia – capítulo de livro .............................................. 41
2.3.2.1.4 Publicação periódica como um todo – coleção ou fascículo .............. 42
2.3.2.1.5 Parte de publicação periódica – artigo e/ou matéria de revista e de
jornal ................................................................................................... 42
2.3.2.1.6 Publicações em meio eletrônico ......................................................... 43
2.3.2.2 Exemplos de outros tipos de material ................................................ 43
2.3.2.2.1 Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses (7.1 e 8.11.4) .............. 43
2.3.2.2.2 Eventos no todo (7.6) ......................................................................... 44
2.3.2.2.3 Trabalho apresentado em eventos (7.7) ............................................ 44
2.3.2.2.4 Documentos jurídicos (7.9) ................................................................. 44
2.3.2.2.5 Imagem em movimento – filmes, videocassetes, DVD entre outros
(7.10) .................................................................................................. 44
2.3.2.2.6 Documento sonoro – disco, CD, cassete, entre outros (7.13) ............ 44
2.3.2.2.7 Entrevista – gravada (7.13.2) ............................................................. 45
2.3.2.2.8 Outras fontes – palestras, anotações de aula, trabalhos de alunos .. 45
2.3.3 Glossário ........................................................................................... 45
2.3.4 Apêndice(s) ....................................................................................... 46
2.3.5 Anexo(s) ............................................................................................ 46
2.3.6 Índice(s) ............................................................................................ 46

3 CITAÇÕES ......................................................................................... 47
3.1 SISTEMA AUTOR-DATA .................................................................. 47
3.2 REGRAS DE APRESENTAÇÃO ....................................................... 49

4 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA ................................ 51


4.1 FORMATO ......................................................................................... 51
4.2 MARGEM .......................................................................................... 51
4.3 ESPACEJAMENTO .......................................................................... 52
4.4 PAGINAÇÃO ..................................................................................... 52
4.5 TABELAS .......................................................................................... 52
4.6 QUADROS ........................................................................................ 53
4.7 FIGURAS .......................................................................................... 54

REFERÊNCIAS ................................................................................. 56

APÊNDICES
APÊNDICE A – Modelo de Capa ....................................................... 57
APÊNDICE B – Modelo de Folha de rosto (anverso) ........................ 59
8

APRESENTAÇÃO

No dia 03 de agosto de 2000, foi ministrada a primeira aula da Faculdade


Paraíso. Naquela ocasião, estava nascendo uma nova Faculdade, que assumia o
compromisso de oferecer um ensino de qualidade aos seus alunos e contribuir, de
forma decisiva, para o progresso e o desenvolvimento do nosso país.

Durante esse período, muitas coisas mudaram. A Faculdade Paraíso, apesar de


muito jovem, cresceu: hoje temos os nossos cursos reconhecidos pelo MEC, uma
política efetiva de crescimento, projetos para cursos de pós-graduação e o privilégio de
pertencer ao Grupo Lusófona, o maior grupo de ensino da Língua Portuguesa.

Todos nós da Faculdade Paraíso nos orgulhamos muito do trabalho que temos
desenvolvido ao longo deste tempo, pensando sempre em oferecer o melhor aos
nossos alunos.

Todas as nossas realizações só foram possíveis porque temos o apoio e a


participação dos nossos professores. O presente trabalho é um grande exemplo da
participação e integração dessa equipe.

No trabalho aqui apresentado, oferecemos, a toda comunidade acadêmica, não


só uma poderosa ferramenta para a elaboração de trabalhos científicos, mas também a
primeira publicação da EDPP - Equipe de Desenvolvimento de Projetos e Pesquisa da
Faculdade Paraíso.

Com este trabalho, damos o primeiro passo para consolidar, em nossa


instituição, um novo pólo de pesquisa cientifica e desenvolvimento cultural para nosso
estado.

Agradecemos a todos que acreditam e participam deste projeto, sobretudo à


professora Karla Estelita Godoy, que, com o seu esforço e dedicação, elaborou o
presente texto, e ao aluno Samuel de Jesus Monteiro de Barros, que cuidou de toda a
arte final.

Esperamos que toda a comunidade acadêmica aproveite o trabalho aqui


apresentado e participe conosco da elaboração de tantos outros que ainda virão.

Daniela dos Santos Rocha Sérgio Paninho Pereira


Diretora da FAP Administrador da FAP
9

INTRODUÇÃO

Os cursos de graduação e pós-graduação adotam normalmente procedimentos


metodológicos baseados em uma diversidade de autores, entretanto nem todos os
modelos são seguidos rigorosamente, devido à multiplicidade de padrões
estabelecidos. Essa atitude gera dúvidas para alunos e professores, que
freqüentemente se encontram envoltos em um emaranhado de métodos e padrões
superpostos, quando não, incongruentes. Para solucionar tal questão, diversas
universidades criam manuais técnicos que visam a uniformizar o modelo escolhido,
além de funcionarem como resumo prático e eficaz para seu corpo discente e docente.

1
Em geral, há uma tendência a se dar pouca importância aos detalhes da
confecção de um trabalho acadêmico. Seja ele um artigo, um projeto de pesquisa, uma
monografia, uma dissertação ou uma tese, não se pode prescindir nem de seu conteúdo
nem das fontes bibliográficas consultadas, tampouco de uma padronizada
apresentação gráfica o que lhe garante, além da identidade visual, a estruturação
metodológica apropriada. Sem tais requisitos, qualquer trabalho corre o risco de perder
sua validade acadêmica.

O manual aqui proposto fornece as diretrizes básicas para a elaboração de


projetos de pesquisa, bem como de outros trabalhos acadêmicos. Nele podem ser
encontradas as definições sobre cada tópico abordado e também a forma como cada
um deles deverá ser apresentado. Está fundamentalmente orientado segundo a
2
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e apoiado em bibliografia
adequada às necessidades acadêmicas. Cumpre ressaltar que a ABNT é o órgão
responsável pela normalização técnica no país em diversos segmentos, e, assim
sendo, suas normas devem servir como referência nacional.

1
Entenda-se por detalhes as minúcias que vão desde o formato adequado do papel e o tamanho das
margens até itens que não deveriam, de forma alguma, estar ausentes de qualquer trabalho, como o
encadeamento lógico (começo, meio e fim) de uma redação.
2
Mais precisamente as seguintes normas: NBR 14724:2002 Informação e documentação: trabalhos
acadêmicos apresentação; NBR 10520:2002 Informação e documentação: apresentação de citações
em documentos; NBR 6023:2002 Informação e documentação: referências elaboração; NBR
6027:2003 Informação e Documentação: sumário apresentação; NBR 6028:2003 Resumos
procedimento; NBR 6024:2003 Numeração progressiva; NBR 12225:2004 Títulos de lombada
procedimento.
10

1 DEFINIÇÕES

1.1 PROJETO DE PESQUISA

O projeto de pesquisa pode ser considerado o primeiro passo acadêmico do


aluno em direção à iniciação científica. É um trabalho escrito que contém todos os
elementos do planejamento de uma pesquisa científica a ser realizada.

Toda pesquisa deve partir de um projeto, que funciona como um plano de ação
com o papel de orientar, sistematizar e planejar o enfoque da investigação.

Um aluno iniciante pode vir a pensar que elaborar um projeto é perda de tempo e
que seria melhor iniciar diretamente o trabalho. Mas essa concepção não durará muito
tempo, pois a experiência e o conhecimento vão demonstrar que o início de uma
pesquisa sem projeto o lançará à improvisação, deixando o trabalho confuso, impreciso
e, na maioria das vezes, fadado ao fracasso em termos de conteúdo e de recursos. Ao
elaborar um projeto, o pesquisador não apenas reúne e organiza o material necessário,
como passa a ter uma visão de conjunto do que deve ser feito, do que falta conseguir,
além de prever o que realizará em cada etapa. Cabe lembrar que, mesmo quando uma
pesquisa não tiver fins acadêmicos, um projeto bem formulado será vital para que se
possam apresentar as intenções do trabalho. Não é raro que organizações nacionais ou
internacionais o solicitem para avaliação, como condição básica para ser aceito e/ou
financiado.

Nada no projeto é aleatório o assunto a ser tratado, o problema a ser resolvido,


a determinação dos objetivos, a justificativa da escolha do tema, a metodologia
empregada. Esses e outros tópicos poderão apresentar-se em forma de perguntas
simples: O quê?, Para quê?, Por quê?, Como? etc. Se o pesquisador enquadrar seu
assunto de modo a responder plenamente a essas perguntas, poderá considerar seu
projeto metodologicamente adequado.

O que caracteriza um projeto de pesquisa como satisfatório é a habilidade de


apresentá-lo textualmente, contemplando-o com tudo que for pensado para o
desenvolvimento da pesquisa, com sentido lógico, idéias coerentes e realizáveis.

Mas como elaborar um projeto de pesquisa? Em primeiro lugar, deve-se partir


de um tema (o assunto de que trata a pesquisa) e escolher a abordagem a ser utilizada
de acordo com a natureza do problema, o tipo de área do saber no qual se insere, a
11

visão de mundo do pesquisador, dentre outros tantos fatores. Contudo, segundo


Vergara (2000, p. 17), há itens que não podem deixar de ser contemplados em qualquer
projeto, independentemente das diferenças entre eles. E, para facilitar a compreensão
a respeito da estrutura e composição de um projeto, será apresentado, a seguir, um
quadro demonstrativo da correspondência entre itens de um projeto de pesquisa e
perguntas-chave. O intuito é o de promover o entendimento do que significa cada um
desses tópicos. Funciona da seguinte maneira: para saber o que precisa ser abordado
em cada item, basta que se faça a respectiva pergunta-chave. Por exemplo, para que
sejam escritos os objetivos, o pesquisador deve primeiramente se perguntar para que
a pesquisa está sendo realizada, ou seja, com que finalidade. Assim, as respostas
tornam-se claras e precisas, não correndo riscos de se misturar o teor destinado a cada
parte do projeto.

1.1.1 Perguntas-chave / Itens do projeto de pesquisa

O quê? Problema, hipótese


Para quê e/ou quem? Objetivo
Por quê? Justificativa
Fundamentado em quê? Referencial teórico
Como? Metodologia
Quando? Cronograma
Com quanto? Orçamento, recursos, custos (materiais e pessoais)

Quadro 1. Perguntas-chave correspondentes aos itens do projeto de pesquisa

Fonte: Material didático da disciplina de Metodologia Científica FAP

1.1.2 Estrutura e composição do projeto de pesquisa

Cada um dos itens do projeto será brevemente explicado a partir de agora. Há,
sem dúvida, no Brasil, uma bibliografia vasta o suficiente para esclarecer sobre a
elaboração de projetos de pesquisa de modo mais extenso. Contudo este manual tem a
finalidade de apresentar, de forma sucinta, o modelo a ser utilizado nesta instituição de
ensino.
12

Capa, folha de rosto, sumário

São os elementos pré-textuais que não podem deixar de constar em nenhum


trabalho acadêmico. Devem seguir a NBR 14724, como se pode verificar no capítulo 2
ESTRUTURA deste manual.

Introdução

Apresentação do assunto (tema escolhido). Não precisa ser muito longa, porém
deve abranger os aspectos fundamentais, para que o leitor possa ter uma idéia geral a
respeito do que encontrará ao longo do projeto. Deverá ser a última parte a ser escrita,
pois só se poderá ter uma noção global do projeto, após sua finalização. (Veja também
neste manual os subcapítulos 2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS e 2.2.1 Introdução).

Problemática

É o elemento determinante para o desenvolvimento dos demais itens do projeto


de pesquisa, funciona como uma espécie de roteiro para a investigação. Trata-se da
questão que envolve o assunto, devendo ser elaborada em forma de pergunta
interrogação direta ou indireta. A problemática é uma dúvida para a qual se vai buscar
uma resposta via pesquisa.

Vergara (200, p. 20-25) aponta algumas regras básicas para a formulação do


problema. Em primeiro lugar, deve-se verificar se “o que se pensou é, realmente, um
problema científico”. Isso significa que nem sempre é possível chegar-se a uma solução
científica a respeito da questão proposta, o que invalida a continuação do estudo em
termos de um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado
objeto, obtido mediante um método científico.

A autora também alerta a respeito da linguagem utilizada e da distinção entre


uma interrogação de senso comum e outra que demanda uma preocupação
investigativa mais elaborada.

Uma questão não resolvida pode estar referida a alguma lacuna


epistemológica ou metodológica percebida, a alguma dúvida quanto à
sustentação de uma afirmação geralmente aceita, a alguma
necessidade de pôr à prova uma suposição, a interesses práticos, à
vontade de compreender e explicar uma situação do cotidiano ou
13

outras situações. Um policial diria: “Quem saqueou o supermercado?”.


Um cientista, provavelmente, diria: “Até que ponto o saque de
supermercados pode estar associado aos níveis de desemprego?”.
(VERGARA, 2000, p. 21, grifo do autor).

Assim, há que se ter uma preocupação essencial com a construção da


problemática, pois problemas mal formulados podem vir a invalidar todo o trabalho de
pesquisa.

Hipótese

São respostas antecipadas a respeito da questão a ser investigada. Caracteriza-


se como uma suposição a ser confirmada ou refutada ao longo do trabalho de pesquisa.
Assim como a problemática deve ser elaborada em forma de pergunta, a hipótese deve-
se caracterizar como uma afirmação.

Vergara sinaliza que “em geral, o termo hipótese está associado a investigações
mais na linha positivista ou neopositivista; nessa situação, implica testagem [...] via
procedimentos estatísticos.” (2000, p. 28-29, grifo do autor). Quando as pesquisas
possuem um cunho mais qualitativo que quantitativo, o termo SUPOSIÇÕES seria mais
adequado, não havendo testagem, mas, sim, uma confirmação ou rejeição da resposta
verificada via mecanismos não estatísticos. Contudo admite-se o termo hipótese para
ambos os casos, contanto que se deixe claro no item metodologia qual a orientação
adotada para a pesquisa.

Para alguns autores, logo após a problemática poderá ser apresentada a


delimitação do assunto (ou do estudo), ou seja, é o local em que o autor do trabalho
explica o que faz parte da análise proposta e o que ficará de fora do assunto. Esse item
não é necessário, se a problemática e a hipótese já esclarecem o escopo da realidade a
ser investigada. No entanto recomenda-se que seja exaustivamente trabalhado entre o
pesquisador e seu orientador, até mesmo antecipadamente, no próprio momento da
formulação do problema.

Objetivos

São as metas a serem alcançadas, a finalidade da pesquisa. Estão divididos em:


gerais e específicos. Os objetivos gerais se relacionam diretamente com a problemática
da pesquisa; os específicos são alvos paralelos, indiretamente relacionados com a
investigação.
14

Os objetivos geralmente são formulados em uma frase ou parágrafo, de forma


clara e direta, devendo ser iniciados com verbos no infinitivo. Alguns dos mais usados
são: identificar, diagnosticar, analisar, verificar, determinar, instrumentalizar, definir,
citar, comparar, destacar, testar, capacitar, desenvolver, investigar, examinar,
apresentar, dentre outros, que serão adotados de acordo com a intenção da pesquisa.

Justificativa (ou Relevância)

É a importância de se desenvolver a pesquisa, a explicação do porquê o estudo é


relevante para a área ou para a sociedade em geral. Contendo dados que valorizem a
investigação, este item deverá apresentar os aspectos fundamentais da pesquisa,
tornando-se, assim, a maior parte textual do projeto, na qual o autor justificará sua
investigação, apontando quais as suas contribuições efetivas (teóricas e/ou práticas)
para a produção de conhecimento.

Referencial teórico

Item que apresenta a consistência teórico-conceitual do projeto, apontando as


correntes de pensamento em que se baseiam as premissas. É a parte do projeto que
tem por finalidade apresentar os estudos sobre o tema já realizados por outros autores.
É uma revisão da literatura existente, relacionada com a problemática, em que o autor
do projeto “revela suas preocupações e preferências, aponta para o leitor as lacunas
que percebe na bibliografia consultada, ou as discordâncias” (VERGARA, 2000, p. 35).

Todos os autores citados no referencial teórico devem estar obrigatoriamente


presentes na lista de referência (bibliografia), embora se saiba que a relação de fontes
pesquisadas seja muito maior, pois compila o conjunto do material consultado.

Metodologia

Todos os passos indispensáveis à realização do projeto, com a explanação de


métodos e técnicas a serem adotados. Devem ser descritos desde o tipo de pesquisa
(exploratória, descritiva, explicativa, aplicada, de campo, de laboratório, documental,
bibliográfica, experimental, participante, pesquisa-ação, dentre outros), até materiais e
métodos, o universo e a amostra escolhida (com a descrição do instrumental de coleta
15

de dados, de interpretação e de análise), caso essas técnicas sejam necessárias à


investigação.

Este tópico do projeto requer o detalhamento dos procedimentos metodológicos,


indicando o paradigma que orienta o estudo e as etapas do desenvolvimento da
pesquisa. “A escolha da metodologia adequada irá variar conforme os objetivos da
pesquisa e o problema a ser investigado.” (DENCKER, 2001, p. 85).

Nem sempre o aluno pesquisador domina os métodos e as técnicas de


investigação, especialmente se não tiver participado antes de programas de iniciação
científica ou de pesquisas orientadas por professores e/ou instituições aptas a realizá-
las. Assim, sugere-se que o orientador do estudo possa apontar os caminhos
metodológicos mais adequados, além de ajudar o orientando a compor os instrumentos
técnicos que se façam imprescindíveis à investigação.

Cronograma

Previsão temporal para a elaboração do projeto de pesquisa, discriminando


cada etapa do trabalho com seus respectivos prazos para realização. Deve ser descrito,
segundo o que se apresentou no item metodologia. Pode ser apresentado na forma de
tópicos, quadros ou tabelas.

Orçamento (Opcional)

Previsão e levantamento de custos total necessário para a execução do projeto.


Pode ser apresentado na forma de tópicos, quadros ou tabelas.

Referências

Bibliografia utilizada como fonte de pesquisa. Deve conter a literatura


mencionada no referencial teórico e demais publicações consultadas. (Veja também
neste manual os subcapítulos 2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS e 2.3.1 Referências).
16

Glossários, apêndices e anexos

São os elementos pós-textuais opcionais para os trabalhos acadêmicos.


Devem seguir a NBR 14724, como se pode verificar neste manual, mais precisamente
nos subcapítulos 2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS, 2.3.2 Glossário, 2.3.3 Apêndices
e 2.3.4 Anexos.

1.1.3 Relevância do planejamento

Como se pôde notar, a pesquisa é, portanto, uma atividade planejada. Elaborar


um projeto é iniciativa fundamental para se obter um conhecimento elaborado e
sistematizado da realidade, pois:

Evita a improvisação
Redimensiona e racionaliza ações
Permite que se estabeleçam estratégias para alcançar os objetivos
Prevê recursos (de pessoal e financeiro)
Equaciona o trabalho no todo

1.2. TRABALHOS ACADÊMICOS, TCC, DISSERTAÇÃO E TESE

As definições a seguir foram extraídas da NBR 14724:2002 Informação e


documentação: trabalhos acadêmicos.

1.2.1. Trabalhos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso (TCC ou


Monografia) ou similares

Documento que representa o resultado de um estudo devendo expressar


conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da
disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve
ser feito sob a coordenação de um orientador.

Geralmente, nas universidades, as monografias apresentam um quantitativo de


cerca de 50 páginas quando oriundas dos cursos de graduação e 80 páginas, quando
concluídas em cursos de especialização.
17

1.2.2. Dissertação

Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou


exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em
sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve
evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e capacidade de
sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor),
visando à obtenção do título de mestre. (Cerca de 100 páginas).

1.2.3. Tese

Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou


exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado
com base em investigação original, construindo-se em real contribuição para a
especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa à
obtenção do título de doutor, ou similar. (Cerca de 150 páginas).
18

2 ESTRUTURA

De acordo com a NBR 14724, os trabalhos acadêmicos, dissertações e teses


dividem-se em elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

ESTRUTURA ELEMENTO

Capa (obrigatório)
Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional)
Folha de aprovação (obrigatório)
Dedicatória(s) (opcional)
Pré-textuais Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
Introdução
Textuais Desenvolvimento
Conclusão
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Pós-textuais Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Índice (opcional)

Quadro 2. Disposição dos elementos estruturais

Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002, p. 3)


19

2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação


e utilização do trabalho. São elementos pré-textuais: capa, lombada, folha de rosto,
errata, folha de aprovação, dedicatória, agradecimentos, epígrafe, resumo na língua
vernácula, resumo em língua estrangeira, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de
abreviaturas e siglas, lista de símbolos e sumário.

2.1.1 Capa

Elemento obrigatório para proteção externa do trabalho e sobre o qual se


imprimem as informações indispensáveis à sua identificação. A entrada dos itens
deverá ser feita na seguinte ordem: nome da instituição (caixa alta), nome do autor:
responsável intelectual do trabalho (caixa alta), título principal (em negrito e caixa alta),
subtítulo (se houver) precedido de dois-pontos, local (cidade) da instituição e ano da
3
entrega. Todos os elementos deverão vir centralizados.

FACULDADE PARA ÍSO

MARIA DA SILVA

METODOLOGIA, METODOLOGIA:
a metodologia metodologia metodologia

São Gonçalo
2005

3 _
Ver também APÊNDICE A Modelo de Capa
20

2.1.2 Lombada

Elemento opcional, onde as informações devem ser impressas, conforme a NBR


12225. Parte da capa do trabalho que reúne as margens internas das folhas, sejam elas
costuradas, grampeadas, coladas ou mantidas juntas de outra maneira. As informações
devem ser impressas da seguinte maneira:

a) nome do autor, impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada.


Esta forma possibilita a leitura, quando o trabalho está no sentido horizontal, com a
face voltada para cima;

B)1 título do trabalho, impresso da mesma forma que o nome do autor, abreviado,
quando necessário;

c) elementos alfanuméricos de identificação de volume, fascículo, se houver, como por


exemplo: v. 2.

Ex: Vista horizontal da lombada

Parte superior Parte inferior

Maria da Silva METODOLOGIA, METODOLOGIA

2.1.3 Folha de rosto (anverso)

Elemento obrigatório que contém os elementos essenciais à identificação do


trabalho. Deve conter: autor (caixa alta), título (caixa alta), subtítulo (se houver), sendo
alinhados do meio da mancha para a margem direita: natureza (trabalho de conclusão
de curso, dissertação, tese e outros), objetivo (aprovação em disciplina, grau
pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido e área de concentração,
nome do orientador e do co-orientador (se houver), local (cidade), ano de depósito (da
entrega).
21

As informações sobre natureza e objetivo do trabalho devem ser apresentadas


alinhadas e justificadas, a partir do centro da folha, como mostrado a seguir. Os demais
elementos devem ser centralizados.

A Folha de Rosto, embora contada como a primeira página do trabalho, não


recebe numeração, que só deverá aparecer a partir da primeira folha da parte textual.
Recomenda-se, portanto, que todos os elementos pré-textuais sejam elaborados em
um arquivo independente, pois assim é possível iniciar a numeração da parte textual no
número desejado (usando o recurso do Word: Inserir _ Números de páginas _ Formatar
_ 4
Iniciar em).

MARIA DA SILVA
 
MARIA DA SILVA
   
   
   
   
   
 
METODOLOGIA, METODOLOGIA:
METODOLOGIA, METODOLOGIA:
A metodologia metodologia metodologia
A metodologia metodologia metodologia
   

Monografia
Monografia apresentada apresentada
à Faculdade à
Paraíso,
Faculdade Paraíso,para
como requisito parcial a
como
obtenção do grau de Bacharel em
requisito parcial para a
...........................................................
obtenção do grau de Bacharel  
  em ...........................................
 
 

   

ORIENTADOR : Profª.
ORIENTADOR: Drª.
Profª. Drª........................
.......................
   

 
São  Gonçalo
São Gonçalo
2005
2005
4
Ver também APÊNDICE B - Modelo de Folha de rosto (anverso)
22

2.1.4 Folha de rosto (verso)

O verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica, conforme Código de


Catalogação Anglo-Americano vigente. Para sua elaboração, os alunos devem recorrer
aos serviços da Biblioteca da Faculdade. Sugere-se que essa página seja elaborada
separadamente, para facilitar a impressão.

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)

12,5 cm

S58m Silva, Maria da.


Metodologia, Metodologia: a metodologia metodologia
metodologia / Maria da Silva. São Gonçalo, 2005.
S586 Silva,
49 p. ; 30Maria
cm. da.
Metodologia, Metodologia: a metodologia metodologia
metodologia / Maria da Silva. – São Gonçalo, 2005.
Trabalho
49 f. de
; 30Conclusão
cm. de Curso (Bacharelado em Turismo)
_ Faculdade Paraíso, 2005.
7,5 cm
Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado emTurismo) –
cm
Bibliografia:
Faculdadep.Paraíso,
45-47.2005.

Bibliografia: f. 45-47.
_
1. Metodologia. 2. Turismo. 3. Turismo Patrimônio Cultural.
I. Título. 1. Metodologia. 2. Turismo. 3. Turismo – Patrimônio

CDD
340.326
23

2.1.5 Errata

Elemento opcional, a errata é apresentada em papel avulso ou encartado,


acrescido ao trabalho depois de impresso e inserido após a folha de rosto. Consiste em
uma lista das páginas e linhas em que ocorrem erros, seguidas das devidas correções.
A palavra ERRATA deve ser centralizada, em caixa alta e com a mesma tipologia da
fonte usada no texto

ERRATA

Folha Linha Onde se lê Leia-se

23 5 cultual cultural
24

2.1.6 Folha de aprovação

Elemento obrigatório, sem título e sem indicativo numérico, contendo os


elementos essenciais da identificação do trabalho. Colocada logo após a folha de rosto
e constituída pelo nome do autor do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver),
sendo alinhados do meio da mancha para a margem direita: natureza, objetivo, nome
da instituição a que é submetido, área de concentração. Logo após, deverá constar
local de preenchimento para a data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos
componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. A data de
aprovação e assinatura dos membros componentes da banca examinadora são
colocadas após a aprovação do trabalho.

MARIA DA
MARIA DASILVA
SILVA

METODOLOGIA, METODOLOGIA:
METODOLOGIA, METODOLOGIA:
a ametodologia
metodologiametodologia
metodologiametodologia
metodologia
Monografia apresentada à
F aMonografia
c u l d a d e apresentada
P a r a í s o , àc o m o
Faculdade
requisito Paraíso,
parcial para comoa obtenção
dorequisito
grau de parcia l para a em
Bacharel
obtenção do grau de Bacharel
....................................................
em ........................

Aprovado em ....... de .......... de 2005.


Aprovado em ....... de .......... de 2005.

BANCA EXAMINADORA
BANCA EXAMINADORA

_____________________________________________
Prof. Dr. XXXXXXXXXXX
Doutor em ....................................
_____________________________________________
Prof.Faculdades
Dr. XXXXXXXXXXX
Paraíso
Doutor em ....................................
Faculdades Paraíso
_____________________________________________
Profª. Drª. YYYYYYYYYYY
_____________________________________________
Doutor em ....................................
Profª. Drª. YYYYYYYYYYY
Doutor emFaculdades Paraíso
....................................
Faculdades Paraíso
_____________________________________________
Prof. Dr. ZZZZZZZZZZZZZ
_____________________________________________
Doutor em ZZZZZZZZZZZZZ
Prof. Dr. ....................................
Doutor em ....................................
Universidade..........................
Universidade..........................
25

2.1.7 Dedicatória(s)

Elemento opcional, sem título e sem indicativo numérico, onde o autor presta
homenagem ou dedica seu trabalho.

A meu pai,
com todo o carinho.

2.1.8 Agradecimento(s)

Elemento opcional onde o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que


contribuíram de maneira relevante para a elaboração do trabalho. A palavra
AGRADECIMENTOS deve ser centralizada, em caixa alta e com a mesma tipologia da
fonte usada no texto.

AGRADECIMENTOS
AGRADECIMENTOS

Ao Prof.
Ao Prof. .......................
.......................

Aos professores
Aos professores .........
.........

A .................................
.................................

Ao Instituto
Instituto.................
.................
26

2.1.9 Epígrafe

Elemento opcional, sem título e sem indicativo numérico, colocado após os


agradecimentos, em que o autor apresenta uma citação, seguida da indicação de
autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho. Podem também
constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias.

A transição de um paradigma
em crise para um novo [...]
está longe de ser um
processo cumulativo obtido
através de uma articulação
do velho paradigma.

Thomas Kuhn
27

2.1.10 Resumo na língua vernácula

Elemento obrigatório, que consiste na apresentação concisa dos pontos


relevantes de um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das
conclusões do trabalho. O resumo, redigido pelo próprio autor, compõe-se de uma
seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos.
Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. Recomenda-se o
uso de parágrafo único, utilizando espaço duplo e seguido das palavras representativas
do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR
6028. Quanto à sua extensão, os resumos de trabalhos acadêmicos (TCC,
dissertações, teses e outros) devem ter entre 150 e 500 palavras. A palavra RESUMO
deve ser centralizada, em caixa alta e com a mesma tipologia da fonte usada no texto.

RESUMO
RESUMO

Este estudo tem como finalidade........................................


Este estudo tem como finalidade.............................
.............................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.................................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................
Palavras-chave: Metodologia. Turismo. Patrimônio
Cultural.

Palavras-chave: Metodologia. Turismo. Patrimônio Cultural.


28

2.1.11 Resumo em língua estrangeira

Elemento obrigatório, com as mesmas características do resumo em língua


vernácula. Consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional
(em inglês Abstract; em espanhol Resumen; em francês Résumé, por exemplo). Deve
aparecer em folha distinta e seguido das palavras mais representativas do conteúdo do
trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, na língua escolhida.

ABSTRACT
ABSTRACT

The aim of this study is .............................................................


The aim of this study is ……………………………….
.................................................................................................
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
.................................................................................................
……………………………………………………………
.................................................................................................
.................................................................................................
.................................................................................................

Keywords: Metodology. Turism. Cultural Heritage.

Keywords: Metodology. Turism. Cultural Heritage.


29

2.1.12 Lista de ilustrações

Elemento opcional, deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no


texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo
número da página. Consideram-se ilustrações: desenhos, gravuras e demais imagens
que acompanham o texto, tais como quadros, lâminas, plantas, fotografias, gráficos,
organogramas, fluxogramas, esquemas e outros. O título LISTAS DE ILUSTRAÇÕES
deve ser centralizado, em caixa alta e com a mesma tipologia da fonte usada no texto.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Centro histórico da cidade XYZ ....................................................19

Organograma da empresa WXL .................................................. 26

Centro histórico
Planta baixa da cidade
da instituição XYZ .............................19
ZYX ....................................................35

Organograma da empresa WXL ...........................26

Planta baixa da instituição zyx ...............................35


30

2.1.13 Lista de tabelas

Elemento opcional, deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no


texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo
número da página. Segue o mesmo modelo da lista de ilustrações.

2.1.14 Lista de abreviaturas e siglas

Elemento opcional que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas


utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por
extenso. Quando forem usadas poucas siglas ou abreviaturas e não houver
necessidade de elaboração de uma lista, recomenda-se grafar a sigla ou abreviatura
seguida da denominação correspondente escrita por extenso no próprio texto. Nas
ocorrências seguintes pode-se usar apenas a sigla ou abreviatura. O título LISTA DE
SIGLAS deve ser centralizado, em caixa alta e com a mesma tipologia da fonte usada
no texto.

LISTA DE SIGLAS
LISTA DE SIGLAS

ABNT _ Associação Brasileira de Normas Técnicas.


ABNT – Associação Brasileira de Normas
CNPq _ Conselho Nacional de Pesquisa.
Técnicas.
_
COPPEAD Instituto de Pós-graduação e Pesquisa
emCNPq – Conselho Nacional de Pesquisa.
Administração.
_
EMBRATUR
COPPEAD Empresa Brasileira
– Instituto de Pós de Turismo.
-graduação e
_
Pesquisa em Administração.
IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência
e Tecnologia.
EMBRATUR – Empresa Brasileira de
_ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Turismo.
IPHAN
Nacional.
IBICT – Instituto Brasileir o de Informação em
Ciência e Tecnologia.

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e


Artístico Nacional.
31

2.1.15 Lista de símbolos

Elemento opcional que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada
no texto, com o devido significado. O título LISTA DE SÍMBOLOS deve ser centralizado,
em caixa alta e com a mesma tipologia da fonte usada no texto.

LISTA DE SÍMBOLOS

? ? Alfa
32

2.1.16 Sumário

Elemento obrigatório de enumeração das principais divisões, seções e outras


partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. Suas
partes são acompanhadas do(s) respectivo(s) número(s) da(s) páginas(s). Havendo
mais de um volume, em cada um deve constar o sumário completo do trabalho,
conforme NBR 6027.

A palavra SUMÁRIO deve ser centralizada, em caixa alta e com a mesma


tipologia da fonte usada no texto. Os indicativos das seções devem ser alinhados à
esquerda. Uma linha pontilhada deve ser usada para ligar o nome da seção à folha
correspondente. Recomenda-se, para a elaboração gráfica do sumário, o uso de
tabela, sem linhas aparentes.

SUMÁRIO
33

2.1.16.1 Numeração progressiva

a) indicativo de seção: número ou grupo numérico que antecede cada seção do


documento;

b) seção: parte em que se divide o texto de um documento;

c) alínea: cada uma das subdivisões de um documento, indicada por uma letra
minúscula e seguida de parênteses. O texto da alínea começa em letra
minúscula e termina em ponto-e-vírgula, exceto a última, que termina em ponto
final. É utilizada para enumerar assuntos de uma seção sem título;

d) são empregados algarismos arábicos na numeração;

e) o indicativo da seção é alinhado na margem esquerda, precedendo o título, dele


separado por um espaço. (Não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer
sinal após o indicativo de seção ou de seu título no corpo do texto);

f) o indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção


primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na seqüência
do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às
demais seções;

Exemplo: (Ver, neste manual, seção 2.1.16 Sumário)

1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 Seção secundária
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária

g) a subordinação dos itens do sumário deve ser destacada pela apresentação


tipográfica utilizada no texto;

h) evitar: títulos das seções no final da folha e texto na folha seguinte; digitação
de uma linha isolada no final ou início da folha; separar as ilustrações do
texto.
34

2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Parte do trabalho onde se expõe o conteúdo. Possui três partes fundamentais:


introdução, desenvolvimento e conclusão.

2.2.1 Introdução

Parte inicial do texto em que devem constar a delimitação do assunto tratado, os


objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. A
introdução de trabalhos acadêmicos, como a monografia, por exemplo, compõe-se
fundamentalmente dos itens do projeto de pesquisa, escritos de forma seqüencial (e,
portanto, não subdividida em itens), com a finalidade de esclarecer ao leitor como a
investigação foi dirigida.

2.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do


assunto. Divide-se em seções e subseções (capítulos e subcapítulos), que variam em
função da abordagem do tema e do método.

O título e subtítulo (se houver) das seções podem ser destacados utilizando-se
recursos de negrito ou itálico ou grifo ou caixa alta ou outros. O texto deve iniciar-se em
outra linha (um espacejamento duplo).

2.2.3 Conclusão

Parte final do trabalho, na qual são apresentadas as conclusões


correspondentes às hipóteses e aos objetivos planejados.

2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais completam o trabalho. São eles: referências,


glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s).
35

2.3.1 Referências

A NBR 6023 é a norma técnica da ABNT que estabelece os elementos a serem


incluídos nas referências (na bibliografia), fixando a ordem de entrada dos dados e
estabelecendo convenções para a transcrição e apresentação das informações
originadas de um documento e/ou de outras fontes. Obrigatórias em trabalhos
acadêmicos, as referências são um conjunto padronizado de elementos descritivos
retirados de um documento, para lhe permitir sua identificação.

Para se fazer a notação das referências de modo correto, é preciso, antes de


tudo, aprender a classificar as publicações de acordo com sua tipologia. Assim, não
haverá dificuldades para a utilização desta norma técnica.
Tipo de material Nível bibliográfico na NBR 6023

Artigo de periódico Publicação periódica (partes)


Periódico Publicação periódica (como um todo)
Capítulo de livro Monografia (parte de)
Coleção Monografia (no todo)
Folheto Monografia (no todo)
Livro Monografia (no todo)
Tese Monografia (no todo)
CD-ROM Documento (eletrônico)
Disquete Documento (eletrônico)
CD de música Documento (sonoro)
Anais de congresso Evento
Vídeo Imagem (em movimento)

Quadro 3. Tipo de material Nível bibliográfico na NBR 6023

Fonte: Material didático da disciplina de Metodologia Científica - FAP

2.3.1.1 Elementos da referência

Os elementos essenciais para a elaboração de referências são: autor(es) título,


edição, local, editora e data de publicação. Quando necessário, acrescentam-se
elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. São
informações tais como edição, número total de páginas etc.
36

Para cada tipo de material, há uma formatação específica. Neste manual são
fornecidos os exemplos mais utilizados para trabalhos acadêmicos, contudo, caso seja
necessário citar outros tipos de documentos, recomenda-se a consulta direta à própria
NBR 6023.

A ordenação das referências é geralmente feita em ordem alfabética, com


espacejamento simples e separadas entre si por espaço duplo (dois espaços simples).
Caso o nome de um autor seja referenciado mais de uma vez na mesma página, poderá
ser substituído nas referências por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e
ponto. O mesmo poderá acontecer para o título.

Exemplo: (retirado dos itens 9.1.1 e 9.1.2 da NBR 6023)

FREIRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime
de economia patriarcal. Rio de Janeiro: J. Olímpio, 1943. 2 v.

______. Sobrado e mucambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo:


Ed. Nacional, 1936. 405 p.

______. ______. 2 ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1938. 410 p.

2.3.1.2 Autoria

Pessoas físicas (autor pessoal) ou institucionais (autor entidade) responsáveis


pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento. Indicam-se os
autores pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outro
sobrenomes, abreviados ou não. Para até 3 autores, os nomes devem ser separados
por ponto-e-vírgula, seguido de espaço. Para mais de 3 autores, indica-se apenas o
primeiro, acrescentando-se a expressão et al.

Exemplos:

AUTOR PESSOAL

a) 1 autor:

SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2004.
37

) 2 autores:

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Alacino. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.

c) 3 autores:

WEIL, P.; D'AMBROSIO, U.; CREMA, R. Rumo à nova transdisciplinaridade


sistemas abertos de conhecimento. São Paulo: Summus, 1993.

d) mais de 3 autores:

BASTIDE, R. et al. Pesquisa comparativa e interdisciplinar. Rio de Janeiro:


Fundação Getúlio Vargas, 1976.

e) responsabilidade intelectual pelo conjunto da obra (organizador, compilador,


editor, coordenador etc):

PARENTE, André (Org.). Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de


Janeiro: Ed. 34, 1993.

f) sobrenomes que indicam parentesco ou ligados por hífen não devem ser
separados:

HARTMANN SOBRINHO, Ernesto F.


CARDOSO JUNIOR, Gláucio.
MANTOVANI NETO, Valter.
MELLO-FRANCO, Bárbara.

g) autoria desconhecida: a entrada é feita pelo título, com a primeira palavra em


caixa alta.

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,


1993. 64 p.

AUTOR ENTIDADE

a) entrada pelo seu próprio nome por extenso e em caixa alta;

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências elaboração. Rio de Janeiro, 2002
38

b) para denominações genéricas, seu nome é precedido pelo nome do órgão


superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF, 1993. 28 p.

2.3.1.3 Título e subtítulo

O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal qual figuram no documento. O


título deve ser separado do subtítulo por dois-pontos. Só o título deverá ser apresentado
em negrito.

Em títulos e subtítulos demasiadamente longos, pode-se suprimir as últimas


palavras, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por
reticências.

Exemplos: RAMAL, Andréa Cecília. Educação na cibercultura:


hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre:
Artmed, 2002.

PIAGET, J. Biologia e conhecimento: ensaio... Petrópolis:


Vozes, 1973.

2.3.1.4 Local

O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como aparece no
documento.

No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se a sigla do estado, o nome do


país etc.

Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o


mais destacado.

Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-
se entre colchetes.

Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco,


abreviada, entre colchetes.
39

Exemplos: Viçosa, RJ.


Viçosa, AL.
[São Paulo]
[S.l.]

2.3.1.5 Editora

O nome da editora deve ser indicado tal como aparece no documento,


abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam natureza jurídica
ou comercial, desde que não sejam indispensáveis para a identificação.

Quando houver duas editoras, indicam-se ambas, separadas por ponto-e-


vírgula, com seus respectivos locais (cidades). Se as editoras forem três ou mais,
indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.

Quando a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a espressão sine
nomine, abreviada e entre colchetes.

Exemplos: Atlas (mas na publicação aparecia: Editora Atlas)


J. Olympio (mas na publicação aparecia: Livraria José Olympio Editora)
Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP
[s.n.]

2.3.1.6 Data

A data de publicação deve ser indicada com algarismos arábicos e, por se tratar
de elemento essencial para a referência, deve sempre constar, seja a da publicação, do
copyright, da impressão, da apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico ou
outra. Caso, ainda assim, não seja possível determinar uma data, registra-se uma
aproximada, entre colchetes.

Nas referências produzidas em um período, indicam-se as datas mais antiga


e mais recente, separadas por hífen.

Nas referências em curso de publicação, indica-se apenas a data inicial,


seguida de hífen e um espaço.
40

Exemplos: 1937-1954
1998- .
2005 (data certa e impressa no documento)
[ca. 1970] (data aproximada)
[1960?] (data provável)

Exemplo completo (com os 5 elementos principais):

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.

2.3.2 Modelos de referência (tipos de material bibliográfico)

Para se escrever uma referência bibliográfica, há uma espécie de fórmula para


cada tipo de material, ou seja, para cada documento existe uma notação própria.

Com base na NBR 6023 e nas notas de aula da disciplina de metodologia da


pesquisa científica, a seguir serão apresentadas as formatações dos tipos de materiais
mais utilizados em trabalhos acadêmicos e seus itens correspondentes na norma
técnica.

2.3.2.1 Principais tipos de material

2.3.2.1.1 Monografia no todo livro


41

2..3.2.1.2 Monografia no todo em meio eletrônico livro

2.3.2.1.3 Parte de monografia capítulo de livro


42

2.3.2.1.4 Publicação periódica como um todo coleção ou fascículo

2.3.2.1.5 Parte de publicação periódica artigo e/ou matéria de revista e de jornal


43

2.3.2.1.6 Publicações em meio eletrônico

Relembrando: Para textos capturados em meio eletrônico (Internet), deve-se


classificar o material e procurar no índice remissivo da NBR 6023 os termos on line e em
meio eletrônico. Deve-se seguir o procedimento de notação do tipo de material
normalmente e depois acrescentar os dados “Disponível em:” e “Acesso em:”, conforme
apresentado, neste manual, no item 2.3.2.1.2 Monografia no todo em meio eletrônico
livro.

2.3.2.2 Exemplos de outros tipos de material

2.3.2.2.1 Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses (7.1 e 8.11.4)

LINS, Daniela Matera do Monte. A massificação da obra de arte pela mídia: o caso
das mega-exposições no Rio de Janeiro. 2002. 72 f. Trabalho de Conclusão de Curso
(Graduação)Centro de Ciências Humanas, Escola de Museologia, Universidade
Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2002.

CARVALHO, Rosane Maria Rocha de C. Exposição em museus e público: o


processo de comunicação e transferência da informação. 1998. 139 f. Dissertação
(Mestrado em Ciência da Informação)Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola
de Comunicação, Convênio CNPq/IBICT, UFRJ/ECO, Rio de Janeiro, 1998.
44

COSTA, Icléia Thiesen M. C. Memória institucional: a construção conceitual numa


abordagem teórico-metodológica. 1997. 165 f. Tese (Doutorado em Ciência da
Informação) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Comunicação,
Convênio CNPq/IBICT, UFRJ/ECO, Rio de Janeiro, 1997.

2.3.2.2.2 Eventos no todo (7.6)

SEMINÁRIO. NOVO MILÊNIO EM QUESTÃO POR UMA SOCIEDADE


PEDAGÓGICA, 1., 2001, Rio de Janeiro. Internet à frente da educação. Rio de
Janeiro: Escola de Comunicação da UFRJ; Museu da República, 2001.

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20., 1997, Poços de


Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo:
Sociedade Brasileira de Química, 1997.

2.3.2.2.3 Trabalho apresentado em eventos (7.7)

BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a


objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo.
Anais... São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.

2.3.2.2.4 Documentos jurídicos (7.9)

BRASIL. Medida provisória n.º 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa


em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

2.3.2.2.5 Imagem em movimento filmes, videocassetes, DVD entre outros (7.10)

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-


Tonnerre e Arthur Cohn. [S.l.]: Lê Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1
DVD.

2.3.2.2.6 Documento sonoro disco, CD, cassete, entre outros (7.13)

MARISA Monte. Verde, anil, amarelo, cor de rosa e carvão. São Paulo: EMI, p1994. 1
CD.
45

2.3.2.2.7 Entrevista gravada (7.13.2)

EVRES, Ana. A natureza musealizada. Rio de Janeiro, 2001. Entrevista concedida


a Luciana Barcellos, 7 nov. 2001.

2.3.2.2.8 Outras fontes palestras, anotações de aula, trabalhos de alunos

Na NBR 6023, não há prescrições para Palestras, Notas de aula ou Trabalhos de


Alunos, por se tratarem fontes orais ou não-publicadas oficialmente. Contudo entende-
se que, em casos específicos, o autor do trabalho poderá fazer menção a trechos
oriundos dessas fontes. Assim, recomenda-se que não apareçam na lista de
Referência, mas, sim, em notas explicativas ao final da mesma página em que figuram
os trechos no texto, com a seguinte formatação:

! Palestras

PEREIRA, Neide. Educação: desafios contemporâneos. 2000. Palestra realizada


no Centro Cultural Literarte, no Rio de Janeiro, em 20 de maio de 2000.

! Anotações de aula

SANTOS, Valter. Noções básicas de redação. 1979. 34 f. Notas de aula.

! Trabalhos de alunos

SILVANO, André. O patrimônio material e o turismo. Faculdades Paraíso,


2003. Trabalho de aluno.

2.3.3 Glossário

Elemento opcional que consiste em uma lista, em ordem alfabética, de palavras


ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto,
acompanhadas das respectivas definições. A palavra GLOSSÁRIO deve ser
centralizada, em caixa alta e com a mesma tipologia da fonte usada no texto.
46

2.3.4 Apêndice(s)

Elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo


autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do
trabalho. O(s) apêndice(s) é (são) identificado(s) por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e pelos respectivos títulos.

No sumário: APÊNDICE A _ respectivo título


_
APÊNDICE B respectivo título

_
No corpo do trabalho: O titulo APÊNDICE A Respectivo título deve ser centralizado,
em caixa alta, com o respectivo título usando maiúsculas e minúsculas,
com a mesma tipologia da fonte usada no texto e em folha que anteceda o
documento a ser apresentado.

2.3.5 Anexo(s)

Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo


autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. O(s) anexo(s) é (são)
identificado(s) por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos
títulos.

_
No sumário: ANEXO A Respectivo título
_
ANEXO B Respectivo título

_
No corpo do trabalho: O título ANEXO A Respectivo título deve ser centralizado, em
caixa alta, com o respectivo título usando maiúsculas e minúsculas, com a
mesma tipologia da fonte usada no texto e em folha que anteceda o
documento a ser apresentado.

2.3.6 Índice(s)

Elemento opcional, lista de palavras ou frases, ordenadas segundo determinado


critério, que localiza e remete para as informações contidas no texto.
47

3 CITAÇÕES

Menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte, as citações podem


ser diretas (transcrição textual de parte da obra de um autor), indiretas (texto baseado
na obra de um autor) ou podem aparecer como citação de citação (citação direta ou
indireta de um texto em que não se teve acesso ao original).

As citação podem ser indicadas por dois tipos de sistema de chamada: autor-
data ou numérico. Segundo a NBR 10520, deve-se utilizar o sistema autor-data
(chamada pelo sobrenome do autor) para as citações no texto e o numérico (indicação
da fonte completa que remete à lista de referências) para notas explicativas, sendo
estas apresentadas como notas de rodapé.

As notas de rodapé são indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos


pelo autor, tradutor ou editor. Elas podem aparecer na forma de notas de referência
(quando se utilizar o sistema numérico) ou de notas explicativas (usadas para
comentários, esclarecimentos ou explanações, que não possam ser incluídos no texto).

As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas
por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 3 cm, a partir da margem
5
esquerda.

O item 6.2.1 da NBR 10520 (2002, p.4) alerta para que o sistema numérico não
seja utilizado, quando há notas de rodapé, porque isso interromperia a numeração
única e consecutiva própria do sistema numérico. Então, levando em consideração que
trabalhos acadêmicos geralmente possuem notas explicativas no rodapé, este manual
só se concentrará em explicações e exemplos relativos ao sistema autor-data.

3.1 SISTEMA AUTOR-DATA

A indicação da fonte é feita entre parênteses pelo sobrenome do(s) autor(es) em


caixa alta, seguido de vírgula, da data de publicação do documento, vírgula e da(s)
página(s) em que o trecho citado aparece no texto.

5
Esta nota explicativa foi criada para exemplificar uma nota de rodapé. O filete poderá variar até 5 cm,
dependendo da formatação do editor de texto utilizado (exemplo: Microsoft Word).
48

Exemplo:
No texto:
O item problemática de um projeto de pesquisa pode ser definido como “uma
questão que envolve intrinsecamente uma dificuldade teórica ou prática, para a
qual se deve encontrar uma solução.” (CERVO; BERVIAN, 2002, p. 84)

Na lista de referência (bibliografia):


CERVO, Amado Luiz, BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5 ed.
São Paulo: Prentice Hall, 2002.

Quando a indicação do autor já estiver presente no texto, coloca-se entre


parênteses apenas a data e a página.

Exemplo:
No texto:
O item problemática de um projeto de pesquisa pode ser definido, segundo
Cervo e Bervian (2002, p. 84), como “uma questão que envolve intrinsecamente
uma dificuldade teórica ou prática, para a qual se deve encontrar uma solução.”

Na lista de referência (bibliografia):


CERVO, Amado Luiz, BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5 ed.
São Paulo: Prentice Hall, 2002.

Nas obras sem indicação de autoria, faz-se a entrada pela primeira palavra do
título em caixa alta, seguida de reticências).

Exemplo:
(ANTEPROJETO..., 1897, P. 55)

Na lista de referência (bibliografia):


ANTEPROJETO de lei. Estudos e Debates, Brasília, DF, n. 13, p. 51-60, jan.
1987.

Quando houver sobrenomes de autores coincidentes, acrescentam-se as


iniciais de seus prenomes; se ainda assim existir coincidência, colocam-se os
prenomes por extenso.

Exemplo: (SILVA, E., 1987, p. 5) (PEREIRA, Leonardo, 1999, p. 2)


(SILVA, M., 1954, p. 14) (PEREIRA, Luiz, 1999, p. 36)
49

Para documentos de um mesmo autor publicados em um mesmo ano,


acrescentam-se letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem
espacejamento, tal como aparece a entrada na lista de referência.

Exemplo: (CASTRO, 2002a, p. 33)


Segundo Castro (2002b, p. 45)

Cumpre ressaltar que todas as fontes citadas no texto deverão obrigatoriamente


fazer parte da lista de referências.

3. 2 REGRAS DE APRESENTAÇÃO

As citações diretas no texto de até 3 linhas devem conter aspas duplas. (Lembra-
se que as aspas simples indicam citação no interior da própria citação).

Exemplo: Segundo Hall (2002, p. 50), “uma cultura nacional é um discurso um


modo de construir sentidos que influencia e organiza tanto nossas ações
quanto a concepção que temos de nós mesmos.”

As citações diretas no texto com mais de 3 linhas devem ser destacadas com um
recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (tamanho
11), espacejamento simples e sem aspas.

Exemplo:

Durante o período pré-histórico, o período mais longo da humanidade,


o valor ou não valor de um ato deduzia-se das suas conseqüências. O
ato em si interessava tão pouco como a sua origem. (NIETZSCHE,
2002, p. 62)
50

Quando algum trecho da citação for suprimido, acrescentado ou precisar ser


destacado, deve-se indicar do seguinte modo:

a) supressões: [...]
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]
c) ênfase ou destaque: sublinhado, negrito ou itálico.

No caso de ênfase ou destaque, após a chamada da citação deverão aparecer a


expressão grifo nosso (caso o destaque não seja do autor citado) ou grifo do autor
(caso o destaque seja da própria obra consultada).

Exemplo:

“Com o fim da exposição, grande parte dos pavilhões foram demolidos, como os
da Exposição Nacional de 1908, isto porque muitos desses edifícios foram
construídos com estruturas que não poderiam durar muito tempo.” (LINS, 2002,
p. 17, grifo nosso).

Nas citações indiretas, o trecho citado deverá aparecer sem aspas duplas e a
indicação das páginas consultadas é opcional.

Exemplo: Informação e comunicação são conceitos que muitas vezes estão


relacionados (CARVALHO, 1998).

Para citação de citação, utiliza-se a expressão apud, que significa citado por,
conforme, segundo.

Exemplo: “Há outros aspectos de uma cultura nacional que a empurram numa
direção diferente, trazendo à tona o que Homi Bhabha chama de 'a
ambivalência particular que assombra a idéia da nação'.” (BHABHA,
1990, p.1 apud HALL, 2002, p. 50).
51

4 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA

4.1 FORMATO

Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7


cm), digitados na cor preta (com exceção das ilustrações), no anverso das folhas
(exceto a ficha catalográfica, que se localiza no verso da folha de rosto). Recomenda-se
para digitação a utilização de fonte Arial tamanho 12 para o texto e tamanho menor
para as citações de mais de três linhas (tamanho 11), notas de rodapé (tamanho 10),
paginação (tamanho 11) e legendas das ilustrações e tabelas (tamanho 11). Para
citações diretas, com mais de três linhas, deve-se observar o recuo de 4 cm da margem
esquerda, de acordo com a NBR 10520.

4.2 MARGEM

As folhas devem apresentar: margem esquerda e superior de 3 cm; margem


direita e inferior de 2 cm.

3 cm

3 cm Texto 2 cm

2 cm
52

4.3 ESPACEJAMENTO

Todo o texto deve ser digitado com espaço duplo.

As citações de mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das


ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da
instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser digitados ou
datilografados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser
separadas entre si por espaço duplo.

Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou


que os sucede por dois espaços duplos.

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o


nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser alinhados
do meio da mancha para a margem direita.

4.4 PAGINAÇÃO

a) todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas


seqüencialmente, mas não numeradas;

b) a numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, na


primeira página da introdução;

c) deve-se utilizar algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da


borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha;

d) havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira


contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

4.5 TABELAS

Elementos demonstrativos de síntese que constituem unidade autônoma. As


tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente, conforme IBGE (1993).
53

a) identificadas na parte superior pelo termo “Tabela”, seguido do seu número de


ordem e do seu título;
b) o título da tabela deve informar o quê, onde e quando;
c) tabelas não são fechadas por fios verticais;
d) a fonte e notas eventuais aparecem no pé da tabela, após o fio de fechamento;
e) as tabelas em que são apresentados os resultados de dados coletados pelo
próprio autor não possuem indicação de fonte;
f) se a extensão da tabela for superior à página, pode-se continuar na seguinte.
Não se delimita a tabela com o fio horizontal inferior e, na folha seguinte, repete-
se seu título e cabeçalho, acrescentando a palavra “continuação” ou “cont.”.

Exemplo:

Tabela 2. Trabalhadores desocupados por região no Brasil


Região Número %
Norte 275.442 6,1
Nordeste 1.110.122 24,6
Sudeste 2.172.238 48,2
Sul 619.026 13,7
Centro-Oeste 333.005 7,4
Brasil 4.509.833 100,0

Fonte: IBGE, PNAD 1995 apud MARCONI; LAKATOS, 2002, p. 193.

4.6 QUADROS

a) os quadros apresentam informações textuais agrupadas em colunas e devem


constar na Lista de ilustrações;
b) são apresentações que não empregam dados estatísticos;

c) segundo o item 5.9 Ilustrações da NBR 14724, sua identificação aparece na


parte inferior, precedida da palavra designativa (Quadro), seguido de seus
número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, do respectivo
título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara, dispensando consulta ao
texto, e da fonte;
54

d) os quadros em que são apresentados os resultados de dados coletados


pelo próprio autor não possuem indicação de fonte.

Exemplo:

Duração
Atividades em minutos
Apresentação dos aprendizes nos diferentes pontos
Contato social 5
Verificação da ordem do dia e objetivos do curso 5
Identificação de um problema ligado aos temas do curso
Trabalho em subgrupos (história de caso ou qualquer outra, texto 10
preparado previamente)
Plenário, partilha das discussões 10
Síntese pelo professor, pelo tutor ou por um participante 5
Representação de um papel, resolução de problemas ou análise de uma
situação em equipe 5
Discussão em plenário 10
Síntese global 5
Encerramento: avaliação, seqüência a ser dada e próximo encontro 5

Quadro 7.1 Exemplo de uma hora de ensino em videoconferência.

Fonte: ALAVA, Séraphin (Org.). Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas
educacionais? Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 144

4.7 FIGURAS

a) imagens visuais referentes ao texto, como mapas, fotografias, desenhos,


esquemas, gráficos, etc e devem constar na Lista de ilustrações;
b) a legenda compreende a palavra “Gráfico” ou “Esquema” etc, seguida do
número e título correspondente, localizando-se abaixo da figura;
c) a indicação de fonte fica abaixo da figura e antes do título;
d) a figura aparece na página do texto onde foi mencionada pela primeira vez,
centrada na folha, não podendo ser emoldurada;
e) as figuras elaboradas pelo próprio autor não possuem indicação de fonte.
55

Exemplo:

Instituição

Sujeito
Grupos
Participantes
Organização

Métodos Meios

Fonte: ALAVA, Séraphin (Org.). Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas
educacionais? Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 123.

Esquema 6.1 Domínios de inovações em formações abertas.


56

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e


documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e


documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e


documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12225: informação e


documentação: lombada: apresentação. 2 ed. Rio de Janeiro, 2004.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e


documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Alacino. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.

DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São


Paulo: Futura, 1998.

IBGE. Normas de apresentação tabular. 3 ed. Rio de Janeiro, 1993.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:


planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas,
elaboração, análise e interpretação de dados. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.

VERGARA, Sylvia Constant. 3 ed. Projeto e relatórios de pesquisa em


administração. São Paulo: Atlas, 2000.
57

APÊNDICE A _ Modelo de Capa


58

FACULDADE PARAÍSO

NOME DO AUTOR (NOME DO ALUNO)

TÍTULO DO TRABALHO (EM NEGRITO):

Subtítulo do trabalho (se houver)

São Gonçalo
2005
59

_
APÊNDICE B Modelo de Folha de rosto (anverso)
60

NOME DO AUTOR (NOME DO ALUNO)

TÍTULO DO TRABALHO (EM NEGRITO):

Subtítulo do trabalho (se houver)

Aqui aparecem os dados sobre a natureza


do trabalho, tal como explicados e
exemplificados no item 2 ESTRUTURA,
subitem 2.1.3 Folha de rosto (anverso)
deste manual.

ORIENTADOR: Prof. Dr. (nome do professor / orientador)

São Gonçalo
2005
Manual Para Elaboração de Projetos de Pesquisa e Trabalhos Acadêmicos