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Semanário Regional

Venda interdita de com


– Distribuído Informação
o Expresso Director: João Campos www.jornalnordeste.com
n.º 725. 28 de Setembro de 2010

BRAGANÇA CARRAZEDA DE ANSIÃES


ECONOMIa
Trabalhadores enchem
cafés e restaurantes
na Terra Quente

IP2 e IC5
Recolha de cães ressuscitam
aquece Assembleia Termas
Municipal aldeias à margem da Lei

Bragança M. Cavaleiros

Começar de novo
Unidade de Convalescência de Macedo de Cavaleiros
ajuda utentes a regressar às pequenas tarefas diárias
entrevista

“Fuga, expressão e movimento”


formação, comecei a convidar bai­
FACTOS larinos que eu via que tinham va­lor
para fazer parte deste grupo. O grupo
Nomeado: António Silva
Idade: 30 anos faz actuações, em vários contextos. Se
Campeão do Mundo de Hip Hop nos quiserem contactar liguem para
na Categoria de Solos a nossa agência. (www.sevenagency.
Origem: Porto pt).

8 ) Como é que vês a dança


BRUNO MATEUS FILENA em Portugal, nomeadamente no
Hip Hop?
1 ) O que é que sentiste ao R: A dança está a crescer a todos
conquistares o 1.º lugar em hip os níveis, apesar de se notar uma falta
hop no campeonato mundial de de informação acerca da dança em
Street Dance? geral. Nota-se que as pessoas querem
R: Senti-me concretizado, pois fazer algo mais, mas ainda não estão
trabalhei muito para isso. bem orientadas.
z António Silva, bailarino e coreógrafo português
2 ) O produtor do filme “Street 9 ) És bailarino, coreógrafo e
Dance 3D” convidou-te a fazeres no passado sábado. E correu bem! R: Usar este prémio e a minha formador. Que é que preferes?
um casting para o próximo filme experiência para fazer mais pelo Hip R: Ser bailarino.
da saga. Qual foi a tua reac­ção 3 ) Foi a primeira vez que Hop em Portugal.
quando recebeste o convite? participaste nessa competição? 10 ) Achas que, em Portugal,
R: Fiquei surpreendido, não es­ (UDO World Street Dance Cham­ 5 ) Como é que os bailarinos alguém consegue viver da dan­
ta­va à espera. Estavam lá muitos pionships 2010) portugueses são vistos no es­ ça?
bai­larinos e ele veio ter comigo para R: Não, já tinha participado há 2 trangeiro? R: Não é muito possível viver só
convidar-me, coisa que não aconteceu anos atrás, em Las Vegas (EUA). R: Nunca notei qualquer tipo de da dança no nosso país.
com outros colegas. Disse que gostou diferença no trato ou na aceitação.
do meu trabalho e queria que eu fosse 4 ) Quais são as tuas aspira­ Como tal, acredito que somos vis­ 11 ) Define-nos a dança em 3
fazer um casting a Paris, que aconteceu ções de futuro? tos da mesma forma que outros bai­ palavras? E o hip hop?
larinos de outros países. R: Fuga, expressão e movimento.
Forma de afirmação!
6 ) Como é que começou a tua
relação com a dança? E como é 12 ) Na formação, que con­
que ela se desenvolveu? selhos dás aos mais novos?
R: O meu irmão estava ligado ao R: Transmito-lhes a necessidade
BreakDance, o que me permitiu os de dar valor à técnica e às bases.
primeiros contactos com esta arte.
Mais tarde, quando acabei os estudos, 13 ) Para além da dança, de­
decidi investir na formação em dança senvolves mais alguma activi­
e tive sempre bons resultados, o que dade?
me levou a acreditar e a confiar no R: Faço outros trabalhos dentro
meu trabalho. das artes performativas, que não só a
dança.
7 ) Como é que surgiram
os NextLevel? Fala-nos sobre 14 ) Que projectos tens a cur­
o grupo? Está disponível para to, médio prazo?
actuações? R: A curto prazo, tenho alguns
R: O grupo surgiu há cerca de 4 workshops para dar, já agendados.
anos atrás. De início, foi o conjunto A médio prazo, a preparação para o
de vários alunos e várias turmas que Europeu e alguns trabalhos co­reo­
z Após conquistar o primeiro lugar na categoria de solos de hip-hop eu tinha. Depois, com o evoluir da gráficos.

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 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


“Dá gosto vê-los recuperar” VOZES

TERESA BATISTA
Laurinda Alves
65 anos
“Estou nesta Unidade
Centro Hospitalar para recuperar, por-
do Nordeste inaugura que pus uma prótese
Unidade de Convalescença no joelho. Vou melho-
rando, mas tenho que
em Macedo de Cavaleiros ficar boa, porque vivo
sozinha. Gosto muito de estar aqui,
Reaprendem a andar, a comer, mas só posso estar aqui um mês”.
a tomar banho ou, simplesmente, a
vestir a roupa do dia-a-dia, depois da
doença lhes ter alterado a rotina do Madalena Martins
quotidiano. Na sua maioria idosos, 56 anos
vítimas de quedas ou de Acidentes
“Estou aqui quase há
Vasculares Cerebrais (AVC), já pas-
um mês a recuperar de
saram cerca de 147 utentes pela Uni-
uma operação à anca. A
dade de Convalescença de Macedo
reabilitação está a cor-
de Cavaleiros, durante os primeiros
rer bem. Este tipo de
nove meses de funcionamento. z Reabilitação é a palavra de ordem na Unidade de Convalescência de Macedo
Unidades é uma coisa
Aqui, a palavra de ordem é reabi-
boa para as pessoas recuperarem
litar as pessoas para ganharem nova- Na passagem pelos corredores da garante a enfermeira.
antes de irem para casa. Quando
mente autonomia que lhes permita Unidade salta à vista a identificação O trabalho desenvolvido na va-
sair estou como nova (risos)”.
executar as actividades do dia-a-dia das enfermarias, que é feita através lência de Convalescença vai para
sem terem que pedir ajuda. A Unida- do nome de uma flor, bem como a além da reabilitação. Aqui também
de de Cuidados Continuados (UCC) força de vontade dos utentes, que não é feito o tratamento de feridas que Paliativos. “O grande problema não
de Macedo de Cavaleiros está inte- se cansam de dar voltas para alcança- necessitem de cuidados diários, bem é morrer, é morrer desconfortavel-
grada no Centro Hospitalar do Nor- rem a mobilidade perdida. “Dá gosto como ensinos a utentes e familiares. mente, com dores. Estas unidades
deste e tem a única Unidade de Con- vê-los a recuperar”, desabafa a direc- “Muitas vezes o nosso trabalho não servem para aliviar as pessoas. E a
valescença do distrito de Bragança. tora técnica. é compreendido, visto que demora maior parte dos 44 doentes que pas-
O trabalho diário levado a cabo muito mais tempo e é mais difícil en- saram por aqui morreram em paz e
nas enfermarias, nas salas de conví- Na Unidade de Macedo sinar as pessoas a fazerem as coisas com os familiares por perto”, afirma
vio e corredores é complementado sozinhas do que fazermos por elas”, Teresa Ramos.
com o exercício físico realizado no gi-
as pessoas em fase terminal salienta a directora técnica. A UCC de Macedo de Cavaleiros,
násio, onde a exercitação dos múscu- passam os últimos dias de vida A par da alegria com a recupera- que conta, actualmente, com cerca de
los e das articulações é feita de forma mais aliviados ção dos doentes que têm alta e regres- 16 utentes na valência de Convales-
mais intensiva. sam a visitar os profissionais, a equi- cença e com sete em Cuidados Palia-
O apoio psicológico é, igualmente, Já a enfermeira coordenadora pa da UCC também lida com a morte tivos, vai ser inaugurada no próximo
uma ferramenta fundamental para o da Unidade, Maria do Céu Correia, das pessoas que estão nos Cuidados dia 11 de Outubro.
sucesso do tratamento, que demora afirma que é o carinho dado pelos do-
cerca de um mês. “As pessoas têm que entes que dá alento aos profissionais
ter força de vontade para melhorarem, que lutam, diariamente, pela recupe-
porque se têm uma prótese e têm medo ração dos utentes. “Precisávamos de
de a usar, enferruja”, constata a directo- mais profissionais de todas as áreas e
ra técnica da Unidade, Teresa Ramos. o carinho dos doentes dá-nos força”,

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BRAGANÇA

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Xx
TERESA BATISTA

Ema
Abho.

zX

 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Amigos do alheio assalto tenha sido por volta das 3 da


madrugada. Arrombaram-nos a por-
ta e deram cabo dela...”, afirmou.
A população de Samil
Izeda
200 bombeiros
BRUNO MATEUS FILENA mostra-se indignada e espe- em formação
ra que seja feita justiça.
No entanto, a PSP já
Associação de Samil foi tomou conta da ocorrên-
assaltada no fim-de-semana cia, tendo estado no local
e os prejuízos calculados a Unidade de Investigação
Criminal e uma patrulha. O
rondam os 3 mil euros processo está em fase de in-
quérito, decorrendo, agora,
A paz de Samil foi perturbada na os trâmites legais.
madrugada de anteontem com um as- Quanto a medidas pre-
z Centro de treinos abre no sábado
salto à Associação Cultural e Recreativa ventivas, que evitem actos
desta aldeia do concelho de Bragança. semelhantes, David Gomes O distrito de Bragança poderá
Um plasma LCD, um computa- informa: “Vamos ter de pôr vir a dispor de um segundo pólo de
dor, três volumes de tabaco e o di- uma porta mais forte, mais formação de bombeiros, nos con-
nheiro da caixa registadora foram os resistente. Também, já esti- celhos do sul, semelhante ao que
produtos do saque. “Já estivemos a ve a falar com uma empresa foi criado em Izeda.
fazer uma avaliação e ao contabilizar- de alarmes e em princípio, A possibilidade foi anunciada
mos o material roubado, chegámos à vamos concretizar essa situ- anteontem por Joaquim Marinho,
conclusão que o prejuízo rondará os ação”. vogal executivo da Escola Nacional
três mil euros, entre a porta, o taba- Recorde-se que, há 3 ou de Bombeiros, durante à unidade
co, o dinheiro furtado da caixa e dos 4 anos, a mesma associação local de formação daquela vila do
matraquilhos, entre outras coisas”, sofreu uma tentativa de as- concelho de Bragança.
revelou o presidente da Associação, z Presidente contabiliza 3 mil euros de prejuízo salto. Contudo, os suspeitos Joaquim Marinho reconheceu
David Barroso Gomes. não chegaram a consumar o que o Centro de Formação de Bra-
De acordo com o responsável, a beber umas cervejas” até mais tarde. acto. “Deve ter chegado alguém que gança, actualmente desactivado,
sede funciona, também, como bar, Naquela noite, terão saído por volta os surpreendeu”, recorda David Go- estava direccionado para “uma
onde os associados costumam ficar “a das duas horas. “Desconfiamos que o mes. componente teórica e não reúne
condições para dar este tipo de
formação”. Além disso, existindo
a unidade de Izeda, o responsá-
vel não vê qualquer vantagem em

flagrante
construir outra unidade nas proxi-

…Em midades.
Os objectivos da Escola Na-
cional de Bombeiros passam por
criar duas unidades locais de for-
A limpeza junto a mação em cada distrito, mas este
plano tem que ser cruzado com o
algumas sepulturas número de formandos e as neces-
sidades de formação. “Se Bragança
do cemitério velho não revelar evidência significativas
de uma necessidade de formação
de Bragança deixa muito acentuada, eventualmente
muito a desejar. esta unidade bastará. A haver uma
segunda unidade terá de ser des-
Fica o alerta e as localizada para o sul do distrito”,
afirmou.
imagens captadas O pólo de Izeda já tem 212
por um leitor atento. bombeiros do distrito inscritos.
Cada grupo tem cerca de 20 ele-
mentos em formação ao fim-de-se-
mana. “É formação que nunca ti-
Envie-nos as suas sugestões para: vemos no distrito”, adiantou João
Lima, comandante dos Bombeiros
geral@jornalnordeste.com
Voluntários de Izeda.

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28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Bragança sem carros


Uma comerciante de artigos para
VOZES o lar, que preferiu manter o anoni-
mato, estacionou o carro no parque
Casimiro Fernandes G.L. acolhida pela população, mas são
da Praça Camões, para onde só con-
seguiu passar por ser residente. “É o
Proprietário de papelaria muitos os que defendem que devia dia sem carros, mas eu não sei se é o
“Acho que a ideia do Comerciantes defendem ser alargado a toda a cidade e não dia sem multas, e à cautela deixei-o
Dia sem Carros é óp- apenas à zona história. no parque”, ironizou.
tima se for igual em alargamento da iniciativa
todas as ruas. Só aqui a toda a cidade
no centro não, porque
nós já somos muito sa- A cidade de Bragança ade-
crificados. Se for em toda a cidade riu, mais uma vez, ao Dia Euro-
é melhor, até porque as pessoas peu Sem Carros, vedando a circu-
podem deslocar-se nos autocarros lação no centro histórico das 8h00
da Linha Azul. às 20h00 da passada quarta-feira.
A iniciativa é promovida pela Câmara
Municipal, que desta forma pretende
Elisabete Pinto sensibilizar os munícipes para a impor-
Empregada de loja tância de andar a pé, incentivando a uti-
lização dos transportes públicos como
“Não acho bem que
meios alternativos e menos poluentes.
retirem o trânsito da
A autarquia instalou um stand in-
cidade, porque onde
formativo na Praça Cavaleiro Ferrei-
passam carros pas-
ra, onde disponibilizou informação
sam também pesso-
sobre a monitorização da qualidade
as, que acabam por
do ar e sobre o tratamento qualificado
ver as montras e, mais tarde, até
e gestão de veículos em fim de vida.
vêm comprar. O dia de hoje está
A ideia de assinalar o dia é bem z Trânsito foi reduzido ao mínimo no centro da cidade
muito parado, não se vê ninguém
na rua. Não há carros nem pesso-
as. A iniciativa foi pouco divulga-
da e só de manhã é que soube”.

Desertificação condena transportes públicos


João Peixoto
Proprietário de funerária TERESA BATISTA no Mundo Rural, principalmente nas preciso respeitar regras de contrata-
aldeias mais distantes e mais deser- ção pública”, constata o edil.
“Acho muito boa ideia tificadas. A legislação, na óptica de
haver um Dia Sem Diploma desadequado Jorge Nunes, é o principal problema, Atribuição de subsídios
Carros, mas devia ser põe em causa a mobilidade uma vez que as concessões são feitas aos privados que operam
mesmo sem carros, linha a linha e o diploma legal não
porque há carros que das pessoas que residem permite que outro operador entre nas zonas do Interior é a solução
circulam. Estou aqui nas aldeias mais isoladas numa linha suspensa pela empresa para garantir o transporte
há um bocado e já passaram vá- que detém a concessão. das pessoas das aldeias
rios. Assim é um Dia sem Carros, Há populações nas aldeias que po- O vice-presidente da CMB, Rui
mas com carros. Como comercian- dem ficar ainda mais isoladas, caso a le- Caseiro, afirma que tem sido a Câma- Neste sentido, o presidente da
te não me prejudica. gislação que regulamenta o sistema de ra a garantir o transporte que deixou CMB defende a alteração da legis-
transportes públicos não seja ajustada de ser feito pelos operadores a algu- lação, mas também a subvenção de
à realidade das regiões de baixa densi- mas aldeias, para que as pessoas se serviços de transporte público no in-
Carlos Moreira dade. O alerta é do presidente da Câ- possam deslocar à sede de concelho, terior do País, à semelhança do que
Barbeiro mara Municipal de Bragança (CMB), como é o caso de Laviados, na fregue- já acontece nas zonas metropolitanas
Jorge Nunes, que considera a legisla- sia de Babe. de Lisboa e Porto.
“A mim o dia sem car-
ção do sistema nacional de transpor- Dado que a autarquia não tem A revisão da legislação é uma ne-
ros não me prejudica
tes públicos desadequada às necessi- recursos suficientes para substituir cessidade partilhada pela vogal do
nada. As pessoas para
dades das regiões do interior do País. os privados, Jorge Nunes defende conselho directivo do Instituto de
virem já têm de esta-
Esta temática esteve em debate, que o transporte em zonas de baixa Mobilidade e Transportes Terrestres
cionar e vir a pé. Só
na passada terça-feira, em Bragança, densidade tem que ser promovido de (IMTT), Ana Miranda. “É preciso
que me parece que a
no workshop “Transporte público de forma integrada e não de forma isola- pensar o sistema de transportes nas
iniciativa tem um problema, por-
passageiros em Territórios de Baixa da, linha a linha. “Não há sustentabi- suas várias escalas. É preciso pensar
que os moradores podem circular
Densidade – Que futuro?”. lidade e os privados vão abandonan- os transportes à escala municipal,
nas zonas interditas. Assim já não
O autarca brigantino mostra-se do as linhas ou então esperam que as mas também supra-municipal, para
é dia sem carros. Devia ser um dia
preocupado com as alternativas de autarquias subvencionem o serviço, que as autarquias se possam asso-
mesmo sem carros na cidade toda.
transporte para as pessoas que vivem mas para subvencionar serviços é ciar”, salienta.

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 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


LUGARES

Nove milhões Rua pedonal agrada


para mudar Mirandela G.L. espaço de estacionamento nas trasei-
ras da Rua da República, “porque os
estabelecimentos que não dispõem
Rua da República, de parques para deixar os carros não
Glória Lopes em 80% do seu valor e o município
despende os restantes 20%. “Os pro-
em Mirandela, está fazem negócio”, defende.
jectos já estão a ser elaborados e os totalmente reservada A construção de uma via de aces-
A Câmara de Mirandela processos a ser orientados para em so entre a zona onde estão instaladas
quer revolucionar a mobili- breve começar a executar”, adiantou
à circulação de peões as médias superfícies e a Rua da Re-
adjunto do presidente da Câmara, pública também é do agrado dos em-
dade no centro histórico. Manuel Rodrigues. A criação de
uma zona pedonal
A Câmara Municipal de Mirande- na Rua da Repú-
la tem em marcha várias candidatu- Estacionamento na zona blica, em Miran-
ras a fundos comunitários que envol- histórica vai ser pago dela, tem cumpri-
vem um investimento total de nove do os objectivos.
milhões de euros. Entre as várias medidas a realizar Pelo menos é esta
Um dos projectos mais emble- estão as alterações à circulação dos a opinião do ad-
máticos é o ‘Mirandela Sustentável’, transportes públicos, criação de um junto do presiden-
para promover a qualificação do es- plano de Ecovias, aumento dos pos- te da Câmara, Ma-
paço público e ambiente urbano. Ou­ tos da Tuabike, criação de rotundas nuel Rodrigues,
tras acções estão previstas, nomea­ para aumentar a fluidez de tráfego, embora a opinião
sinalização lu- de alguns comer-
minosa, entre ciantes seja diver-
muitas outras gente.
acções. Um dos “As expectati- z Comerciantes satisfeitos com alterações na rua
primeiros pro- vas são as melho-
jectos a executar res, pois as pessoas aceitaram bem presários, “por facilitar a circulação e
será a tarifação essa alteração”, afirma o responsável. a vinda ao centro”, referiu a mesma
dos lugares de Na rua, a maioria admite que a fonte. Outra vantagem enumerada
estacionamen- medida beneficiou, sobretudo, os pelos lojistas é a facilidade de mobili-
to público na cafés, porque passaram a ter a pos- dade a pé, por não haver trânsito. “É
zona histórica, sibilidade de instalar esplanadas na mais seguro, principalmente para as
cujo estudo de rua e de maior dimensão. “O resto do crianças. No Verão viam-se por aqui
viabilidade já comércio ficou igual. A rua é central, a brincar e a correr. Não há preocu-
está realizado. mas já o era antes. Eu não ganhei pação de estar sempre a olhar para os
Segundo Ma- mais clientes”, referiu um logista da carros. Também é mais fácil andar às
nuel Rodrigues área do vestuário, que preferiu man- compras. Deixo o carro ali no estacio-
em breve vai ter o anonimato. O comerciante des- namento e ando à vontade”, justificou
z Mirandela investe na melhoria da mobilidade ser submetido tacou ainda a criação de um grande Ana Gomes, uma transeunte.
a concurso pú-
damente a ‘Mirandela Inovadora’, blico, para criar um tarifário ade-
para revitalizar o tecido económico; quado às necessidades. Recorde- VOZES
‘Mirandela Solidária’, para reforçar a se que, actualmente, ainda não há
coesão social e promover a igualdade estacionamento pago na cidade. Francisco António Lisete Batista
de oportunidades; a ‘Mirandela Cria- Outra prioridade é a designada Comerciante Funcionária de loja
tiva’, que tem como objectivo preser- ‘Zona Trinta’, no centro histórico,
“Para mim foi válido “Eu acho que não de-
var o património cultural; e a ‘Mi- onde a velocidade de circulação auto-
o encerramento da viam ter encerrado a
randela Cooperante’ para garantir a móvel será reduzida a 30Km/hora.
rua ao trânsito. Em rua à circulação auto-
animação da parceria e a divulgação. Na mesma vertente, a Mirandela
primeiro lugar não móvel. Mais valia te-
A ‘Mirandela Sustentável’ é das XXI, engloba três candidaturas, com
engolimos tanto fumo rem criado um sentido
mais emblemáticas e está relaciona- um investimento de três milhões de
dos escapes dos car- único, porque as pes-
da com o plano de mobilidade. Para euros, e destina-se à gestão do espa-
ros como antes. Em segundo lugar soas passavam de carro e, se viam
o efeito vai ser criado um gabinete de ço público, segurança, prevenção da
há menos ruído. Não trouxe mais algo na montra que lhes agradava,
apoio à autoregeneração urbanística. criminalidade, e melhoria das acessi-
clientes, mas a criação do parque iam estacionar e vinham comprar.
O plano de ‘Mobilidade Susten- bilidades e mobiliário urbano.
de estacionamento e as quatro en- Agora acontecem menos essas si-
tável’ prevê um investimento de cer- Mirandela vai ainda avançar com
tradas para a rua principal foram tuações. Há menos movimento nas
ca de dois milhões de euros, mas o o Polis XXI, para tornar a cidade um
medidas muito boas. Há bancos lojas. Também não resolveu o pro-
montante total da acção em marcha território de competitividade, com co-
para se sentarem e a rua é um com- blema do trânsito”.
é próximo dos três milhões de eu- esão social e ambiental, cujo primeiro
plemento do jardim junto ao rio”.
ros. As candidaturas são financiadas eixo é a regeneração urbana no centro.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Bragança
Alunos da América
Investigadores de 46 países
Latina escolhem IPB
O Instituto Politécnico de Bra-
gança (IPB) viu aprovado um ‘Eras-
debatem a paisagem
mus Mundus’ que lhe vai permitir Glória Lopes meçar a ser feito”,
receber alunos de várias nacionali- defendeu.
dades, nomeadamente da América O professor
Latina. Mais uma vez a instituição Região está a sofrer sus­tenta a sua
brigantina se afirma “como um po-
litécnico de vanguarda, a afirmar
uma renaturalização devido posição nos indi-
cadores e no facto
a sua capacidade de internaciona- ao abandono da agricultura de existirem cada
lização e a capacidade de captar vez mais técnicos
alunos”, sublinhou o presidente do Ao contrário do que está suceder qualificados as
IPB, Sobrinho Teixeira”. na maioria das regiões da Europa, áreas da agricultu-
O ‘Erasmus Mundus’ é um pro- onde a destruição da paisagem está a ra e das florestas.
grama especial que permite a cap- crescer, em Trás-os-Montes verifica- “Há alteração na
tação de estudantes fora do espaço ‑se uma renaturalização. distribuição das
Europeu, que vêm para Bragança A conclusão saiu da conferência in- pessoas por esses
frequentar cursos de licenciatura e ternacional «IUFRO Landscape Eco- territórios, mas
mestrado. O IPB vai receber mais logy Working Group International», z IPB trouxe investigadores de todo o mundo a Bragança há conhecimento
de três dezenas de jovens da Cos- que terminou ontem em Bragança. e havendo a pos-
ta Rica, Panamá e Colômbia, que Segundo João Carlos Azevedo, ver o seu habitat melhorado”, acres- sibilidade de fazer investimento ha-
escolheram Bragança para pros- professor do Instituto Politécnico de centou o especialista. O abandono da verá possibilidade de fazer uma nova
seguir os estudos. “Por isso, temos Bragança (IPB) e um dos responsá- agricultura pode não ter “os efeitos alteração de fundo na paisagem da re-
que ter uma grande diversidade de veis pela organização, “há uma ten- mais desejáveis, pois as paisagens gião”, vaticinou João Carlos Azevedo.
propostas, dada a grande quanti- dência para a homogeneização da são dinâmicas e esta é a grande men-
dade de alunos de diversos países, paisagem a partir do momento em sagem dos trabalhos aqui apresenta-
a partir de agora com especial re-
Em algumas freguesias,
que abandonamos a agricultura e a dos”, alertou João Carlos Azevedo.
levo para a área hispânica”, referiu pecuária, e a paisagem fica dominada Quanto a alterações previstas pa­
o decréscimo da agricultura
Sobrinho Teixeira. por áreas de mato”. ra a região, o docente admite que a nos últimos 50 anos
O responsável acrescentou que O docente defendeu que as alte- agricultura está a diminuir. Em algu- foi mais de metade
os países da América Latina são uma rações podem não ser “muito favorá- mas freguesias, nos últimos 50 anos,
das apostas do IPB para atrair es- veis” a algum tipo de biodiversidade. o decréscimo foi mais de metade e há O encontro reuniu, em Bragança,
tudantes, dado tratar-se de nações Apontou exemplos: “As plantas e ani- casos em que ultrapassa esse valor. mais de 300 participantes de 46 paí-
“com bons alunos, que se esforçam mais que estão há muitos milhares de Todavia, tudo indica que a mudan- ses de cinco continentes. Recorde-se
e que têm uma vontade de se qua- anos ajustadas a mosaicos complexos, ça está a caminho com o regresso à que o IPB candidatou-se à organiza-
lificar e de conhecer a Europa e no- com a presença de comunidades ur- agricultura, ainda que em moldes ção desta conferência internacional
vos horizontes para o seu futuro”. banas, tenderão a diminuir a dimen- diferentes dos actuais. “Eu acredito há dois anos, durante um encontro
são das suas populações. Já as espé- que a agricultura e o aproveitamento semelhante realizado na China, dei-
G.L.
cies mais selvagens têm tendência a agrícola dos sistemas rurais vai reco- xando para trás muitos outros países.

Autarquias oferecem livros escolares


Glória Lopes mos subsídios às famílias, mas aca-
bou por se verificar que nem sempre
o dinheiro era usado na compra dos
Autarquias de Miranda manuais. Outros demoravam mais
do Douro e Vimioso tempo a comprá-los, de modo que a
ofereceram manuais escola começava e uns alunos tinham
livros e outros não”, explicou o vice-
aos alunos do 1.º Ciclo presidente da Câmara, Jorge Fidalgo.
A autarquia adquire os manuais
A Câmara Municipal de Miranda escolas em estabelecimentos da vila,
do Douro cumpriu a tradição de ofe- como forma de apoiar os comercian-
recer os manuais escolares a todas tes locais. Além disso, o município su-
as crianças do ensino básico do con- porta as refeições de todos os alunos
celho. No arranque do ano lectivo, a deslocados das aldeias para a sede de
medida beneficiou 250 alunos. concelho, bem como os que estudam
Trata-se de mais uma iniciativa em Argozelo. Mesmo as crianças que
que visa estimular a fixação de popu- vivem na vila, no seio de famílias comm
lação jovem e ajudar as finanças das problemas de ordem económica, têm
famílias, que nesta época do ano as- direito a regalias sociais. “Estamos,
sumem sempre muitas despesas, re- z Autarcas distribuiram livros em Vimioso e Argozelo também, a dar um lanche de manhã
fere um comunicado da autarquia. e a meio da tarde aos alunos que es-
Também a Câmara Municipal de o 1.º ciclo, na vila e na escola de Ar- lectivo, a 13 de Setembro. “É uma tejam sinalizados e que se verifique
Vimioso entregou manuais escolares gozelo. Os livros foram distribuídos medida que o Executivo desenvolve que têm uma alimentação deficiente
grátis aos 98 alunos que frequentam ao longo do primeiro dia do novo ano há vários anos. Inicialmente atribuía­ em casa”, acrescentou Jorge Fidalgo.

 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Bragança M. Cavaleiros

123,76 107,61

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Reclamos vão pagar imposto


Glória Lopes aqui. Prefiro retirá-lo”, assegurou.
O Jornal Nordeste contactou ou-
tros comerciantes da localidade para
Instituto de Portugal notifi- saber se estavam a receber cartas se-
ca comerciantes para pa- melhantes, mas nenhum se mostrou
garem publicidade exterior interessado em prestar declarações.

voltada para a via pública “Passaram por aqui e lembra-


Os comerciantes da freguesia de ram-se logo de mais uma forma
Bornes, em Macedo de Cavaleiros, de o Estado arranjar dinheiro”
estão a receber cartas do Instituto de
Estradas, intimando-os ao pagamen- A situação está a indignar os
to pela permanência dos anúncios de próprios clientes, que consideram a
publicidade (reclamos) voltados para medida muito injusta. “Parece-me
a via pública, nomeadamente para as inadmissível. Passaram por aqui e
estradas nacionais. lembraram-se logo de mais uma forma
Na semana passada, Maria Emí- de o Estado arranjar dinheiro. Ao que
lia, proprietária de um café na loca- se diz as quantias variam entre os 100
lidade, recebeu uma notificação re- z Comerciantes de Bornes dizem que não pagam e os 300 euros por ano. Isto é ridícu-
lacionada com um reclamo instalado lo”, afirmou Carlos Pedroso, residen-
num poste assente sobre o muro que a comerciante. Entretanto chegou a carta a infor- te em Lisboa, mas natural de Bornes.
veda a sua propriedade, construído a Maria Emília contou ao Jornal mar com o valor do pagamento, cerca O responsável pela delegação de
expensas próprias. “Mesmo estando Nordeste que há uns meses um fun- de 150 euros por ano. A comerciante Bragança das Estradas de Portugal
o anúncio naquilo que é meu, vou ter cionário do Instituto de Estradas ti- diz que não vai hesitar e vai avançar (EP), Nuno Gama, explicou que se
de pagar, ou então tenho de o retirar. nha passado pelo estabelecimento e com a retirada do dito anúncio. “O trata de uma medida que está a ser
Isto não faz sentido nenhum. A ideia já a tinha informado que teria de pa- café já dá pouco, quase nada. Os da levada a cabo a nível nacional, e não
é que as pessoas que circulam na rua gar pelo reclamo. “Nessa altura falou terra já sabem que aqui há um café somente na região. “Para manter um
vejam que isto é um estabelecimento. com o meu marido, e nós ficamos à não precisam de reclamo nem de reclamo voltado para as estradas tu-
Se o reclamo estiver cá dentro não se espera, mas ficamos logo surpreendi- publicidade. Além disso, depois de teladas pelas EP é preciso ter uma au-
vê. Não tem jeito nenhum”, explicou dos”, referiu. construído o IP2 ninguém vai passar torização sujeita a parecer”, referiu.

“Todos devem pagar portagem”


TERESA BATISTA Amaral no que toca às medidas de
apoio para as regiões menos desen-
volvidas, mas considera que a isen-
Mira Amaral defende ção do pagamento de portagens para
que a isenção de portagens os residentes nessas regiões é uma
não deve ser uma medida questão de justiça.

para discriminar positiva- Jorge Nunes defende a isenção


mente o interior de portagens para os residentes
no distrito de Bragança até os
O antigo ministro do PSD, Mira
Amaral, defendeu, em Bragança, que rendimentos da região se
todos os cidadãos devem pagar por- aproximarem da média nacional
tagens, independentemente da re-
gião de residência. As declarações do “A zona do litoral foi construindo
social-democrata foram proferidas, com dinheiros públicos e todos con-
na passada segunda-feira, à margem tribuíram para o bem-estar e para a
de uma sessão sobre a revisão do pro- promoção da economia nessas zonas.
grama do partido. É justo que tendo o nosso distrito fi-
Na óptica do antigo ministro de cado para trás ao nível do Plano Ro-
Cavaco Silva, em qualquer região do doviário Nacional, que ocorra agora
País, por menos desenvolvida que uma discriminação positiva”, defen-
seja, as pessoas que têm automóvel de o edil.
não são as mais pobres dessa região. Na óptica do autarca, a isenção
“ Por isso, não percebo como é que z Identificação electrónica vai cobrar portagens nas SCUT do pagamento de portagens deve
aqueles que têm automóvel não pa- manter-se até o desenvolvimento da
gam portagens”, defende o social-de- tugueses. “Chegamos ao ponto de desenvolvidas, nomeadamente ao ní- região se aproximar da média nacio-
mocrata. termos magníficas estradas que são vel do IRS para as famílias e do IRC nal.
Mira Amaral vai mais longe e diz usadas pelos espanhóis e pagas pelo para as empresas, apoios financeiros Além disso, Jorge Nunes lembra
mesmo que é “um erro” não fazer contribuinte português”, assevera o e manutenção de serviços públicos que a Auto-Estrada Transmontana
pagar portagens, porque isso levaria ex-ministro. vitais para as regiões do interior. vai ser construída em mais de 60 por
à situação “caricata” de andarem os Segundo Mira Amaral devem ser Visão diferente tem o presidente cento em cima do IP4, o que deixa a
espanhóis nas nossas estradas, que usados outros instrumentos de discri- da Câmara Municipal de Bragança, população, com parcos recursos eco-
são pagas pelos contribuintes por- minação positiva das regiões menos Jorge Nunes, que concorda com Mira nómicos, sem alternativa.

10 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Aldeias aproveitam obras VOZES


Álvaro Trindade

para fazer negócio Camionista – Viana do Castelo


“Com obras é que se
vai além. Trazem mo-
vimento, criam empre-
Glória Lopes go, criaram movimen-
to nestas aldeias que
Grandes obras em curso são muito paradas. Os
cafés e restaurantes têm mais gen-
no distrito de Bragança te, logo é riqueza que se cria”.
estão a conferir
um desenvolvimento
temporário às aldeias António Albino
Operário – Santa Comba
Cristina Morais, vendedora am- “Desde que começa-
bulante na Trindade, no concelho ram as obras das es-
de Vila Flor, já se habituou ao ruído tradas, os restaurantes
dos muitos camiões que atravessam a e cafés até têm muito
Nacional 102, que trabalham na cons- movimento, principal-
trução do IP2, o IC5 e a Barragem mente à hora de almo-
do Baixo Sabor. “É um vaivém para ço, porque são muitos trabalhado-
cima e para baixo, é muito trânsito. res de fora”.
Antes não era nada assim, havia mais
sossego”, contou ao Jornal Nordeste. z População das aldeias tem vindo a ganhar com as grandes obras
Na Trindade está instalado um dos
maiores estaleiros da Mota-Engil, o fruta para levarem para casa. Estou a arrendaram vivendas e outros estão
Abílio Feijó
que alterou completamente a fisiono- vender bem os figos e também ven- em casas de turismo rural. Eu vendo Operário – Alfândega da Fé
mia da localidade, pois para além das di bem a cereja”, referiu. Quem mais mais umas garrafas de água”, acres- “Os cafés estão cheios,
próprias obras que estão em cons- tem lucrado com a presença de cente- centou. há mais gente. Nota-se
trução, há também uma vasta área nas de trabalhadores, que na maioria Já Ricardo Dobrões, proprietá- que deram uma nova
onde estão instalados os dormitórios dos casos vem de fora da região, são rio de um posto de abastecimento de vida a estes lugares.
e refeitórios, sendo habitual estarem os proprietários de imóveis que ar- combustíveis e de um café em Santa Depois das estradas
dezenas de carros estacionados logo rendaram habitações, os cafés e res- Comba da Vilariça, admite que tem construídas a região
à entrada da aldeia. taurantes. “Eles têm cá uma cantina, mais clientes, “com os trabalhado- vai ficar melhor, porque terá me-
As grandes obras em curso no mas muitos também vão aos restau- res das estradas e da barragem”. Não lhores acessos”.
distrito de Bragança, trouxeram um rantes”, acrescentou a vendedora da esconde que faz mais negócio e que
novo movimento às aldeias, princi- Trindade. vende mais cafés, mais pequenos-al-
palmente às localidades onde estão Em Santa Comba da Vilariça tam- moços e mais combustível.
instalados estaleiros. bém se nota um movimento inusual. Francisco Camelo
Tudo isto está a provocar algu- Mais gente, mais cafés e restaurantes Empresário – Santa Comba
mas alterações ao tecido económi- cheios à hora de almoço e à noite. Populações preocupadas “Isto permitiu arranjar
co local, pelo menos durante a fase Todavia, os habitantes das aldeias com o futuro após a conclusão trabalho para muita
de construção. Cristina Morais não não estão tranquilos e já antecipam
nega que as obras têm trazido alguns cenários para após a conclusão das
das obras gente. Eu não ganhei
nada porque vendo
benefícios. “Vendo um pouco mais, obras. adubos e produtos pa­
principalmente ao fim-de-semana, Temem o futuro. Consideram que No entanto, o jovem não adivinha ra a agricultura, mas
porque os trabalhadores compram depois de as vias estarem construí- um futuro risonho para as aldeias. alguns cafés estão a desenrascar-
das as aldeias encaixadas ao longo “Depois das obras vão ficar isoladas. ‑se bem, com a venda de cafés e
da Nacional 102 ficarão mais isola- Além disso, o IC5, o IP2 e auto-estra- pequenos-almoços”.
das. “Ninguém vai passar aqui. Va- da não vão trazer grandes melhorias
mos ficar isolados. Só vai passar aqui para as localidades, porque os ha-
quem precisar, porque a maior parte bitantes vão ter de continuar a des-
do trânsito passará no IP2”, vaticina locar-se entre aldeias nas mesmas lidades aqui em Bornes vão ficar difí-
Maria Emília, proprietária de um café estradas sem condições”, frisou Ri- ceis, ninguém se vai entender porque
em Bornes. cardo Dobrões. o que estava bom está a ficar reben-
Aquela comerciante garante que Pouco animado está também tado, nomeadamente as estradas ve-
não está a ganhar com as obras. “As Carlos Pedroso, residente em Lisboa, lhas. Nunca mais ninguém vai pôr ta-
vantagens são para quem tem casas mas natural de Bornes. “Que em veja petes novos. As obras não trouxeram
z Estaleiro da Mota-Engil, na Trindade para arrendar. Alguns trabalhadores não trouxe nada de novo. As acessibi- nada de novo”, afirmou.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 11


NORDESTE REGIONAL

“Caça-cães” em Bragança?
Bloco de Esquerda alvo de requalificação com vista à
criação de um novo campo e de um
teme que a autarquia pavilhão polidesportivo.
“privatize” a recolha
e captura de animais Câmara de Bragança vai voltar
a reduzir as taxas Imposto
O deputado municipal do Bloco Municipal sobre Imóveis
de Esquerda, Luís Vale, quer saber se
a Câmara de Bragança vai entregar à Parte da zona do Trinta vai passar
iniciativa privada a tarefa de recolha a ser um local destinado à habitação
e captura de animais. “É verdade que e ao comércio, ao passo que o espaço
a Câmara já contactou vários veteri- da feira também será reabilitado.
nários e clínicas Veterinárias de Bra- Além disso, o executivo anunciou
gança para esse efeito?”, questionou que vai voltar a reduzir as taxas Im-
o bloquista na Assembleia Municipal posto Municipal sobre Imóveis de
da passada sexta-feira. 0,375 para 0,365.
A concretizar-se tal intenção, Luís A Assembleia Municipal aprovou
Vale teme o pior. “Passaremos a ter nas ainda uma moção apresentada pelo
nossas ruas autênticas equipas de ‘Do- socialista Manuel Pires, para propor
gBusters’, ou se preferirem, numa tra- ao Governo que as portagens na Auto-
dução livre, ‘Caça-Cães’, cujo principal Estrada Transmontana se limitem às
objectivo será rentabilizar a sua activi- variantes a Bragança e a Vila Real, tal
dade”, avisa o deputado municipal. “Se z Captura e recolha de cães aqueceu Assembleia Municipal como prometido inicialmente.
a isto acrescentarmos a intenção de Na mesma sessão foi discutida a
pagar o serviço consoante os animais do Museu Ferroviário de Bragança, público internacional já está em mar- declaração de utilidade pública da ex-
capturados/abatidos, então temos a que já tem projecto e candidatura cha, também foi abordada na sessão. propriação de uma parcela de terreno
percepção límpida daquilo que virá a aprovada, no valor de 370 mil euros. O projecto deverá incluir uma solução para construção urbana na estrada de
suceder”, considera Luís Vale, que está A obra deverá ser executada até 2014, para a sede dos Paços do Concelho, Vale de Álvaro, onde está construída
disposto a denunciar o caso junto das mas a data para o início dos trabalhos que poderá passar pela reorganização parte da Avenida das Forças Arma-
Associações de Defesa dos Animais. ainda não está definida. do actual edifício ou pela construção das e a rotunda de homenagem ao 25
Outro dos temas levados à As- A requalificação da zona do For- de um de novo. de Abril. O assunto remonta a 1989 e
sembleia Municipal foi a construção te São João de Deus, cujo concurso A zona do Trinta também será conhece agora o desfecho.

12 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Carrazeda quer relançar termas


Glória Lopes facto o é boa”, frisou José Luís Correia.
O autarca está convicto que após
os melhoramentos, as antigas caldas
Autarquia vai investir de São Lourenço podem ter um novo
na recuperação da antiga impulso. “Nós estamos a investir lá
com o objectivo de desenvolver a ins-
área termal de S. Lourenço, tância termal”, destacou.
para captar mais turistas
Edilidade vai tratar do balneário
A Câmara de Carrazeda de Ansi-
ães promoveu a realização de um es- termal, que tem de ser adaptado
tudo médico-hidrológico para aferir à realidade
as qualidades terapêuticas das águas
das termas de são Lourenço, na fre- A Câmara também está a proceder
guesia de Pombal de Ansiães. à requalificação de toda a área envol-
A autarquia quer fazer um inves- vente, mas José Luís Correia não quis
timento avultado para recuperar as adiantar, para já, qual é o valor total
antigas termas, que contempla a ins- do investimento no local. “O processo
talação de um novo balneário. “Até ainda está a arrancar. Já foram fei-
meados de Outubro deve estar tudo tos dois planos de pormenor para o
pronto”, garantiu o presidente da Câ- São Lourenço que não se adaptam ao
mara, José Luís Correia. que nós defendemos. Vai ser feito um
São muitos os que continuam a z Termas de São Lourenço continuam a saer utilizadas outro, pelo mesmo arquitecto, que
procurar as antigas caldas de São Lou- depois vamos tentar adaptar ao que
renço. Apesar das recomendações da estão abertas, e que muitas pessoas os banhos, mas sem condições de hi- queremos para a zona”, explicou José
Direcção Geral da Saúde serem bem continuam a utilizar o antigo balneá- giene. Não deviam ir”, recomendou o Luís Correia.
claras e advertirem que não existem rio para os banhos. “Não deviam estar edil. Até que o modelo de exploração
condições de higiene no local, o cer- a utilizá-lo, porque a Direcção Geral Os habitantes de Carrazeda de esteja totalmente definido, a edilida-
to é que as termas, actualmente ex- de Saúde informou que devem estar Ansiães e de vários outros concelhos, de vai tratar do balneário termal, que
ploradas pela Junta de Freguesia de encerradas. Mas estão a funcionar no acreditam que a água é de boa quali- tem de ser adaptado à realidade. “Não
Pombal de Ansiães, nunca deixaram antigo balneário, que não passa de dade e tem propriedades medicinais. podemos andar com ilusões”, acres-
de funcionar. O autarca admite que um tanque onde as pessoas vão tomar “Têm razões para acreditar porque de centa o autarca.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 13


OPINIÃO

Vão-se os cachuchos…
ampulhetas. O passeio dominical a todos usarem os mesmos tons, as de) admirar ouro velho, em especial
dos cachuchos deles além dos anéis mesmas gravatas, as calças de caqui, cachuchos de todas as formas e fei-
de noivado, pulseiras e colares delas as camisas de flanela no inverno, os tios, mesmo aqueles que exibem a
Armando Fernandes terminavam na Flor-da-Ponte, nada pólos no verão. Fala-se em cavalos, bandeira nacional em amplexo tór-
de flor-de-paixão ou flor-de-viúva campos de ténis, piscinas, esqui na rido com a bandeira do Brasil ou da
que também existem, levando a ten- temporada, aventuras esventradas, França. Também passo pela Branca
Os rapazes da minha geração tação a olharmos demoradamente o férias em locais exóticos, o Brasil e de Brito, oficina de tentações em
possuidores de memória lembram- batom, muito batom das consortes. Cuba passaram à categoria dos cru- momento de paixão, um conhecido
se dos cachuchos de ouro, feéricos, As filhas iam à frente exibindo meias zeiros Costa, gente a mais. Se têm político da nossa praça (Lisboa) que
nas mãos das agora técnicas de ven- caneladas, cintos largos e travessões direito? Claro que têm. E os cachu- o diga. A Natureza é movimento e
da de peixe (peixeiras passou a ter- de tartaruga a refulgirem nos cabe- chos? Não os vejo, alianças sim mas transformação ensinam os manu-
mo em desuso, e Maria cachucha é los numa clara imitação das meninas não tanto, tal como formidáveis ar- ais, a fuga dos cachuchos deixa-me
uma dança de requebros), nos de- do Lar da Mocidade. Nesse porme- golas e aros em volta dos dedos das inquieto, angustiado. A razão resi-
dos grossos dos também fora de uso nor valia muito mais a pena fixar os estilizadas – muita bijutaria suponho de no facto de os governantes ame-
cauteleiros, como o Sr. Guedes ou o rostos das meninas fardadas a verde –, mas no respeitante aos ditos pura açarem a torto e direito com cortes
ferrenho sportinguista Toilas, ao que e castanho a balançarem ritmada- e simplesmente volatilizaram-se. O disto e daquilo como se fossemos os
sei, felizmente vivo, e dos vendedo- mente os joelhos (alguns demasiado País está em estado de falência des- culpados das suas maluqueiras. Ora,
res de secos e molhados. Os cachu- ossudos) num arremedo do ovelhum de há muito, daí ter pensado que o diziam os antigos: vão-se os anéis e
chos além de evidenciarem posses, existente nas aldeias. Ainda no do- desaparecimento dos rotundos fosse ficam os dedos. Como os cachuchos
nos dedos dos brasileiros torna via- mínio dos cachuchos, os senhores resultado de uma acção concertada desapareceram, temo pelos dedos da
gem ajudavam na exibição faiscante doutores não dispensavam os de de esconder o tesouro, mais a mais, maioria dos portugueses. Vai ser coi-
do luzir de dentes de ouro na boca, e curso e um ou outro os brasonados, o adorado metal precioso não cessa sa fina – a principiar pelas finíssimas
na gestualidade da pronúncia riscada fundamentais na exibição da autori- de subir nas cotações do mercado. mais finas – ver mulheres bonitas e
de pantomineiro a dizer: já mijei no dade especialmente a dos bacharéis Mas não, segundo um profundo co- homens a ressumarem gel e cremes
mar. Em Bragança nos idos de ses- vincada nas calças, na gravata de nó nhecedor da sociedade bragançana o sem dedos, ou apenas com cotos.
senta existiam outras espécies de ca- caroço de azeitona, no inverno au- não uso dos cachuchos é do desbaste No momento de enunciarem: eu ti-
chuchos, discretos e mais caros, os de mentada pelo colete cor de borras de sem cerimónia dos herdeiros, e nos nha, eu tinha, eu tinha; como se vão
ouro branco em estreito enlace com a vinho tinto. Deixei a cidade em busca sobrantes os marrafinhas entendem- coçar? Não se esqueçam: a tinha e a
aliança, as duas vinculações exibidas da vida, passados mais de quarenta nos como sinal de parolice e, mesmo sarna provocam muita comichão!
por senhores cerimoniosos de pos- anos, de quando em vez regresso, os parolos não gostam de o parecer.
ses acima da média, a concederem o olho, observo, perscruto e admiro Nesta fase da vida todos os dias faço
braço às legítimas senhoras nutridas as transformações, mas a admira- o meu caminho em direcção ao que
ampliadas pelas saias de balão, ou ção aumenta no referente às pesso- gosto, por esse facto, regularmente, PS  –  Cachucho é um peixe pouco
magras espartilhadas a lembrarem as. A democratização da moda leva vou ao Espadim (passe a publicida- PS  –  considerado.

O Inevitável Tema Canino


género, um dos mais bem consegui- teimam em se posicionar à margem ções legais deva ser assegurada atra-
dos programas televisivos nacionais, dos fundamentais requisitos da urba- vés de medidas dissuasoras que im-
o «Nós Por Cá». Por outro lado, e nidade. pliquem sanções pecuniárias, estou
António Pires mesmo que se condene, neste con- Por outras palavras: aquilo que convencido que, em situações-limite,
texto, o excesso de zelo, ele reme- sempre apontei como sendo indigno quando a acção pedagógica não resul-
te-nos para a ideia de que no país de uma cidade que se propõe alcan- ta, e na ausência de consciência cívica
No pretérito mês do inconfundí- que acolheu este nosso patrício, ao çar os patamares cimeiros da mo- de alguns cidadãos, a melhor forma
vel Agosto, um vizinho meu, radicado contrário do que acontece no seu, e dernidade e do desenvolvimento, de pôr na ordem os prevaricadores é
em França, tendo-se apercebido que, muito particularmente em Bragança, permanece: os cães errantes (eufe- ir-lhes impiedosamente ao bolso.
a dois metros da esplanada do café os mais elementares princípios da ci- místicamente falando) continuam, Nesta perspectiva, lanço um de-
onde se encontrava, um cão, largado dadania não se proclamam, fazem-se em matilhas, a vaguear pelas ruas da safio ao venerando autarca bragan-
do colo da dona, qual filho dependen- cumprir. cidade, que, pela ingrata circunstân- çano: acrescente um zero aos 50 eu-
te, se serviu do passeio público para Apesar das várias denúncias que cia de estarem entregues à sua sorte, ros de coima previstos para a prática
aliviou a tripa, comentou em voz alta: tenho feito relativamente a este as- se transformam em potenciais disse- decorrente da nojeira causada pelos
“Ainda há dias, em Paris, paguei uma sunto, e que, pela insistência, corro o minadores de doenças, por não se- cães nos espaços públicos. Mas para
coima de 400 euros, por a minha fi- risco de ser mal interpretado, a ver- rem controlados sanitariamente; e os que tal preceito jurídico tenha efei-
lha, de quatro anos, numa situação dade é que, desde a primeira vez que seus iguais, não na ventura, mas na tos práticos, convém, ao contrário do
de aperto, ter feito chichi na rua”. o fiz, publicamente, até à data, os res- espécie, longe de terem uma ‘vida de que tem acontecido até aqui, fazê-lo
Naturalmente que o bom senso ponsáveis pelos destinos da minha cão’ – no verdadeiro sentido do ter- sair do papel, pondo gente a fiscalizar
nos leva a reconhecer que este episó- cidade, Bragança, fruto da obsessão mo –, acompanhados dos orgulhosos em permanência.
dio relatado pelo emigrante luso tem pelo modernismo extravagante da e triunfantes donos, mantêm-se fiéis Senhor Eng. Jorge Nunes, acaso
o seu quê de caricato. Diria mesmo urbe, justificada pela sua invejável ao ritual diário de defecar e urinar tenha a humildade de seguir o conse-
que a imaginarmos uma situação posição “geoestratégica”, nada têm nos passeios públicos e nas zonas lho deste vulgar munícipe, duas coi-
destas no nosso país, dificilmente feito para educar aqueles que, toma- verdes da cidade. sas terá como garantidas: uma cidade
escaparia ao tratamento jornalístico dos desse tique novo-riquista de hu- Não sendo, por norma, adepto de mais limpa e aprazível e a certeza do
daquele que para mim é, dentro do manizar os seus fiéis companheiros, que a observância de certas disposi- reforço de tesouraria para a edilidade.

14 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

O chamamento dos veados


VOZES
Fátima Figueiredo
Guimarães
“Vim de propósito pa­
ra ver a brama dos
veados. Vim no ano
passado, gostei muito
e valeu a pena. Con-
seguimos ver muitos
veados e até crias em grupo. Foi
espectacular, adorei. Vale a pena a
deslocação”.

Noémia Carneiro
Guimarães
“É a primeira vez, mas
tenho tido muitas no-
tícias através dos meus
amigos e este ano de-
cidi vir. Estou a gos-
tar muito. O parque é
lindo, a paisagem é avassaladora,
z Turistas aderem ao percurso da brama no Montesinho muito primitiva, genuína e sem
intervenção humana. Já vi alguns
veados pelos binóculos e são fan-
Glória Lopes a que chamamos Passeio da Brama, fisiológicos interessantes deste cerví-
tásticos”.
porque é a época em que os veados deo”, acrescentou Telmo Cadavez.
Brama atrai cada vez mais acasalam e andam em despique pe-
las fêmeas, tudo isto se passa na zona No pacote turístico dedicado grama completo com alojamento, um
visitantes e está a tornar-se nacional de caça da Lombada, com passeio pela cidade, um jantar tradi-
à brama, a associação propõe
a maior atracção do Parque uma extensão de 20 mil hectares e
“um fim-de-semana fantástico”
cional, acompanhamento com guia,
vegetação rasteira e no habitat destes fornecimento de binóculos e uma saí-
Natural de Montesinho no animais”, explicou o presidente da da nocturna, em caso de se justificar.
mês de Setembro. Associação Montesinho Vivo, Telmo Este ano, a Montesinho Vivo pro- Parte do grupo de seis pessoas
Cadavez. cedeu a alterações importantes, para que este ano participou no passeio
São já dezenas de pessoas que Naquela zona estima-se que exis- permitir observar os veados mais já o tinha feito no ano passado, mas
vêm de todo o país para assistir à tam cerca de 300 exemplares, muitos de perto e desfrutar ainda mais do desta vez trouxeram alguns amigos.
brama dos veados, um espectáculo da deles avistados durante o Passeio da evento. Assim, as observações fo- “É bom porque trazem outras pes-
natureza, que é uma espécie de ritual Brama, que teve inicio bem cedo, cer- ram efectuadas numa altura em que soas e divulgam. A ctualmente já é
de acasalamento dos machos daquela ca das 8h00. Depois da saída, o grupo os animais se encontram mais vul- rápido virem até aqui. É uma forma
espécie. parou num ponto de observação para neráveis, permitindo observá-los na de dar a conhecer o parque, que é o
A Associação Montesinho Vivo ver os animais com binóculos e, mui- Natureza mais perto e por mais tem- objectivo da associação”, admitiu o
realizou no passado sábado, a VI tas vezes, até dá para tirar fotografias, po, mas sempre sem os perturbar. responsável.
edição da Brama, na zona de Rio de dada a proximidade com os veados. Neste pacote turístico dedicado à Recorde-se que os passeios fa-
Onor, com a presença e acompanha- “O percurso é sempre acompanhado brama, a associação propõe “um fim- zem-se com grupos pequenos, entre
mento de uma equipa de reportagem de uma pequena explicação sobre o de-semana fantástico”, oferecendo 10 a 12 pessoas, para que os animais
do programa Biosfera, da RTP2. habitat natural dos animais, os seus aos visitantes de fora da região a pos- não sejam perturbados e o impacto
“É o passeio anual que fazemos, hábitos, reprodução e até aspectos sibilidade de usufruírem de um pro- na natureza seja minimizado.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 15


NORDESTE RURAL

Associação ameaça impugnar VOZES


Mário Gonçalves
Plano de Ordenamento Autarca de Mofreita
“Já faço parte da asso-
ciação desde a sua cria-
ção, porque entendo
Glória Lopes
que devemos defender
os reais interesses da
Cidadãos fundam associa- população. Ninguém
ção para lutar pelos inte- os está a defender, as coisas são
impostas e, por vezes, vão contra o
resses do Parque Natural interesse dos residentes. O Parque
de Montesinho e fundaram não está a ser bem gerido”.
associação
Manuel Roxo
Um grupo de cidadãos decidiu Natural de Mofreita
avançar com a criação da Associação
“Eu comungo em ab-
de Naturais e Residentes nas Aldeias
soluto das ideias da
do Parque Natural de Montesinho
associação. Há mui-
para lutar pelos interesses da área
ta coisa mal. Aqui na
protegida e dos que lá vivem.
Mofreita contribuímos
“O Estado usa e abusa”, denuncia
com uma grande área e, em termos
Carlos Fernandes, mentor do movi-
de caça, deixaram-nos com pouca
mento associativo, que promete zelar
margem. Tão pouca que nem vale a
pelos direitos dos proprietários natu- z Populares criam associação para lutar pelo Montesinho
pena pagar a licença de caça, nem
rais e residentes nas aldeias da área
gente sempre defendeu melhor os ani- aguentar os cães durante o resto
protegida. A associação quer ser ou- 15 elementos fundadores. Todos en-
mais do que os senhores que inven- do ano. Isto é uma aberração”.
vida na tomada de decisões e uma das tendem que a gestão do parque não
primeiras medidas foi a entrega do funciona bem, e que o Plano de Orde- taram esta história querem tratar os
Plano de Ordenamento a um advoga- namento, publicado em Dezembro de cidadãos”, referiu Carlos Fernandes.
do, para saber se é possível impugnar 2008, integra “regras que não fazem Todavia, os fundadores da asso-
a constitucionalidade do diploma. sentido”. Uma das normas mais criti- ciação consideram que o Estado “che-
Aldeias sem rede de telemóvel gou e criou a área de cima para baixo,
Recorde-se que o Parque Natural cadas pelo documento está relaciona-
de Montesinho (PNM) integra 80 al- da com o pastoreio livre, proibido pelo contribuem para o desenvolvi- onde mais de metade são proprieda-
deias e tem uma população de cerca novo regulamento. “Este diploma le- mento das operadoras des privadas e ninguém perguntou
aos proprietários se estavam de acor-
de sete mil pessoas. gal só pode ter sido feito por alguém espanholas
O movimento foi apresentado que não conhece a realidade, nem do em integrar esta o parque”.
publicamente no passado sábado, na percebe nada do assunto. Na área do O acesso às telecomunicações mó-
Uma grande parte da área do
freguesia de Mofreita, no concelho de parque nunca houve pastoreio livre, veis também não passou despercebi-
PNM é propriedade privada “e, por-
Vinhais, onde estiveram presentes os não há, nem vai haver, porque esta do “Aqui não há rede de telemóvel,
tanto, inviolável”, salienta o dirigente.
porque não há-de haver? Como esta
área da raia é servida pelas operado-

“Não tem grande expressão”


ras espanholas, contribuímos para o
seu desenvolvimento”, ironiza Carlos
Fernandes.
O representante dos presidentes de Junta de Fregue- para a fundação da referida associação, pelo que não lhe A associação acusa ainda os res-
sia do concelho de Bragança, Paulo Hermenegildo, tem reconhece “grande expressão”. ponsáveis do Instituto da Conserva-
dúvidas quanto ao futuro da associação criada para lu- Paulo Hermenegildo avançou que, por sua iniciativa, ção da Natureza e da Biodiversidade
tar pelo PNM. O presidente da Junta de Rabal reconhe- há alguns meses que os autarcas das freguesias de Bra- (ICNB) de fundamentalismo. “São
ce que os cidadãos têm todo o direito de constituírem gança e Vinhais inseridas no PNM estão a ser contacta- eles os que mandam e entendem que
movimentos associativos, mas entende que a associação das para criar uma associação interfreguesias. “Já fize- quem vive aqui é uma espécie em
“não tem a representatividade das Juntas de Freguesia, mos contactos com as Juntas de Candedo, Espinhosela vias de extinção, e como tal têm de
que são o órgão mais próximo da população e que ser- e outras, mas as coisas têm de ser feitas com calma, para condicionar a sua vida por causa dos
vem para fazer a ponte com o poder central”. serem bem feitas”, sustenta. Além disso, “não queremos ninhos dos pássaros, por causa das
O autarca afirmou que a maioria dos presidentes de uma associação para deitar abaixo, porque no parque de corças, dos javalis, dos veados, das
Junta do concelho de Bragança não foram convocados Montesinho também há coisas boas”, garante. silvas, dos carrascos e dos carvalhos”,
lamenta o responsável.

Palaçoulo – Miranda do Douro

Festival junta folclore de todo o País


A «Caramonico – Associação para de vida desta colectividade. Rancho Folclórico de Moreira da Maia
o Desenvolvimento Integrado de Pa- No festival marcaram presença e Rancho Folclórico Olhalvense, para
laçoulo» organizou o 10.º Festival de cincos grupos folclóricos de vários além dos Pauliteiros de Palaçoulo”.
Folclore naquela aldeia do concelho pontos do país, nomeadamente: Ran- A inicitiva decorreu na praça cen-
de Miranda do Douro, que serviu, cho Folclórico de São Pedro de Ala- tral da aldeia mirandesa, juntando
também, para comemorar os 30 anos va, Rancho Folclórico de Barroselas, algumas centenas de pessoas. z Festival já vai na 10.ª edição

16 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


CUltura

M.J.P. – Quinta de Vila Maior


NORDESTE RURAL

Casa da Palmeira
Os Vinhos entre os Melhores do Mundo

Os Vinhos Quinta de Vila Maior e Casa da Palmeira têm sido premiados nos mais prestigiados concursos a nível mundial:
QUINTA DE VILA MAIOR 2007 – Medalha de Ouro – Wine Internacional Challenge 2010 Londres
CASA DA PALMEIRA 2007 RESERVA – Medalha de Prata – Wine International Challenge 2010 Londres
CASA DA PALMEIRA 2007 – Medalha de Ouro – Concurso Mundial de Bruxelas 2010

Quinta de Vila Maior – Foz do Sabor – 5160-035 Torre de Moncorvo • Tel.: 279 979 153 / Fax: 279 979 488 • quintavilamaior@gmail.com

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 17


NORDESTE RURAL

Com café também se pinta


Glória Lopes do café da família, em Santa Comba
da Vilariça, sentado numa mesa a
pintar calmamente um rosto huma-
Jovem de Santa Comba no. Por entre as bebidas que vai ser-
da Vilariça deu um novo uso vindo a quem entra, arranja sempre
ao café, utilizando-o para tempo para dar azo à sua imaginação.
Tudo lhe serve de inspiração e de mo-
pintar como se fosse tinta tivo para meter mãos à obra. “Vou
pintando para me distrair, quando
Pintar com café, tingir a folha alva não tenho mais nada tiro um café e
de neve com uma bebida tão aprecia- pinto, gosto de pintar, dá-me prazer
da não será para todos. Serão até ra- e não vejo porque não se hão-de rea-
ros os que o fazem, e também não foi lizar outros materiais”, referiu.
um trabalho intencional para Ricar-
do Dobrões, 20 anos, residente em
Santa Comba da Vilariça, no conce-
Tudo lhe serve de inspiração
lho de Vila Flor. Foi fruto do acaso. O e de motivo para meter mãos
jovem já pintava com aguarela e ou- à obra
tros materiais, mas um dia, enquanto
rabiscava à mesa de um bar e tomava z Jovem artista usa o café para beber e para pintar As paredes do café da família es-
café, deixou cair um pingo da bebida tão decoradas com pinturas da auto-
no papel e uma mudança se operou beber consigo pintar um rosto. É pre- acessível dos que as tintas, e Ricardo ria do rapaz.
no seu trabalho artístico. “Ficou uma ciso paciência e gosto”, explicou. Dobrões considera-o muito versátil Os clientes do estabelecimento já
mancha na folha, gostei da cor e do Quando não tem mais nada à para o tipo de trabalho que gosta de se habituaram a ver o jovem abstraído
efeito. Notei que a cor do café, acas- mão, e está no café, aproveita a be- executar, que resulta num castanho nas suas pinturas. “Está sempre nisto,
tanhada, dá para fazer coisas interes- bida para pintar. “É barata e dá para quente, mais claro ou mais escuro. mas tem muito jeito, deve continuar
santes, parece quase aguarela, com pintar muito”, confessou. O café aca- O Jornal Nordeste encontrou Ri- com café ou outra coisa qualquer”, ati­
camadas. Até com a borra depois de ba por sair um material bem mais cardo Dobrões, precisamente, à mesa rou um cliente encostado ao balcão.

Espinhosela

Centro Paroquial remodelado


O Centro Social Paroquial de San- ção foi de 115.600,00 euros, corres- privativas, e garagem para duas via-
to Estêvão de Espinhosela foi visitado pondente a 80% do valor da candi- turas.
pela directora distrital da Segurança datura aprovada (144.500,00 euros). O Centro Social Paroquial tem
Social, Teresa Barreira, no passado “As obras de alteração abrangeram Acordos de Cooperação com a Segu-
dia 20 de Setembro. a quase totalidade das instalações rança Social para dez utentes em Cen-
A responsável ficou a conhecer já existentes à data da candidatura, tro de Dia e quinze utentes em Apoio
as instalações do Centro Social Pa- com considerável melhoria, princi- Domiciliário, esta última valência
roquial, após a conclusão das obras palmente no que toca a segurança”, abrange, neste momento, utentes das
de alteração/ampliação a que foram adiantou fonte daquela instituição. freguesias de Espinhosela, Carrago-
sujeitas com comparticipação do es- As obras de ampliação consis- sa, Parâmio e Gondesende, num total
tado ao abrigo da MASES (Medida de tiram na construção de um espaço de 22 utentes.
Apoio à Segurança dos Equipamen- para secretaria, um gabinete para a A Instituição possui duas viaturas
tos Sociais). Direcção Técnica e instalações sani- (uma comparticipada pela Seguran-
O equipamento sofreu obras de tárias apropriadas. Uma lavandaria, ça Social) e mantém cinco postos de
vulto. O valor da empreitada ascendeu sala de barbeiro/cabeleireiro, sala do trabalho renumerados e considerável
a 149.834,14 euros e a comparticipa- pessoal, com instalações sanitárias volume de trabalho voluntário. z Abílio Rodrigues deu as boas vindas

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lugares

“O nosso padre é um espectáculo!”


BRUNO MATEUS FILENA
VOZES
Apesar dos recentes inves-
timentos, Cedães continua Alzira Mesquita
57 anos
separada das duas anexas
Falta juventude! De
por 22 quilómetros resto, paz temos! Di-
nheiro, vamos tendo...
“Estamos a 4 ou 5 quilómetros de De comer, também
Vale de Lobo e Vila Verdinho, que são não nos falta! Só fal-
anexas de Cedães e temos de andar, tam mesmo os jovens.
por baixo, cerca de 40 quilómetros. Mas a vida está tão difícil que eles
Vinte para ir e outros 20 para regres- têm que ir saber dela.”
sar. Falta-nos uma estrada que faça
a ligação”, defende o presidente da
Junta de Freguesia de Cedães, João José Vilares
Fernandes. Esta é uma das situações
que considera de extrema importân-
54 anos
z Vista panorâmica sobre parte da aldeia de Cedães
cia resolver, apesar de muito ter sido “Esta aldeia precisava
feito nos últimos dez anos nesta fre- Fabriqueira da Paróquia de Santo Il- queira. de ser bem amanhada,
guesia de Mirandela. defonso, por iniciativa do padre Abel Há dois anos que Cedães não co- que anda tudo por aí...
Desde que está aos comandos da Maia. “O nosso padre é um espectá- nhece a famosa festa popular que, Nem me está a recor-
freguesia, há 9 anos, o autarca afirma culo! Foi ele quem fez mexer tudo. As todos os Verões, costuma animar as dar, mas há aí muito
que os melhoramentos na aldeia têm obras de restauro na igreja só come- aldeias de norte a sul de Portugal. por fazer... Há aí um
sido substanciais. “Calcetamentos, çaram quando o padre chegou à al- “Fez-se uma festa, mas foi religiosa poço que era preciso reconstruí-lo,
saneamentos, uma Estação de Tra- deia, a 21 de Setembro de 2008”, re- e por iniciativa do padre Abel Maia”, o polidesportivo também podiam
tamento de Águas Residuais que fi- vela Arminda Fernandes, esposa do proclama Arminda. botar lá luz”.
zeram recentemente, recolha de lixo, presidente da Junta e tesoureira da A proprietária do café e mercea-
tudo da responsabilidade da Câma- Fabriqueira. “A remodelação foi por ria no centro da aldeia, Alzira Mes-
ra Municipal”, advoga, e com a qual dentro e por fora. O telhado foi patro- quita, aponta a falta de jovens como Ramiro Lourenço
mantém uma relação “das melhores”. cinado pela Câmara e todo o interior o principal problema. “Há pouca 68 anos
Para além de todo esse investi- foi o povo que ajudou, através da fa- gente jovem e, depois, sabe como é?
“Eu não faço nada, que
mento, a autarquia mirandelense briqueira, num investimento total de As festas dão trabalho e é preciso ter
já está tudo feito! Sou
disponibilizou, ainda, verbas para o 90 mil euros”, acrescentou. muita iniciativa. Nem toda a gente
agricultor, mas dos re-
restauro do telhado da igreja e patro- “Agora, através do padre, inicia- está disponível. Tudo tem que sair, a
les porque não fabrico
cinou a construção do poli-desporti- ram-se as oficinas de oração e pouco governar a vida”, diz de sua justiça.
nada, praticamente...
vo, em 2007. Mas a igreja foi, tam- mais se tem feito, que o senhor pa- E esta comerciante sabe do que fala,
Só batatas para mim.
bém, renovada nos seus interiores. O dre tem mais seis paróquias”, afirma pois tem 3 filhos, dois emigrados na
Mandicantes, ainda há! Que rece-
trabalho arrancou em 2008 e coube à a responsável pelas contas da Fabri- Suíça e uma rapariga em Lisboa.
bem do Governo sem nunca terem
descontado nada.”
Uma capela mortuária
e um centro de dia são
aspirações de uma aldeia o presidente da Junta gostaria de ver
com óptimas relações na aldeia um centro de dia. “Eu gos-
com a autarquia mirandelense tava, mas falei com provedor da San-
ta Casa da Misericórdia, João Araújo,
Este ano, não havendo festa, um e ele disse que era impossível, dado
emigrante contratou um conjunto que Cedães está muito próxima de
para actuar na aldeia e proporcionou, Mirandela, e oito quilómetros não
assim, alguns momentos de convívio justificam! Eu até concordo!”, asse-
aos seus habitantes. “Não sei quantas gura João Fernandes. Outra situação
pessoas estejam, mas, casas habita- que não agrada é a ausência de capela
das, agora, aqui, há uma média de mortuária. “Foi prometida nas últimas
93. Fora os emigrantes...”, contabili- eleições por José Silvano, mas, actu-
za Arminda. almente, a Câmara não tem disponi-
Com cerca de 200 habitantes, so- bilidade financeira”, afirma, na espe-
z Habitantes dizem faltar luz ao polidesportivo bretudo, uma população envelhecida, rança de poder vê-la, ainda, em vida.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 19


NORDESTE RURAL

Xx
G.L.

Prs
Umu.

zX

20 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

Bragança
Festa da Música
O Teatro Municipal de Bragan-
ça recebe, na próxima sexta-feira, a
Festa da Música, com a participação
de várias bandas de garagem do con-
celho e da região. A iniciativa, que
começa às 21:30 horas, é organizada
pela Junta de Freguesia da Sé.

Douro Jazz
O grupo vocal «Jogo de Damas»
vai abrir o Douro Jazz 2010, no dia 4
de Outubro, no Teatro Municipal de
Bragança.
São quatro vozes femininas que
interpretam a cappella um repertório
internacional, acompanhadas
em alguns trechos pelo piano e o
contrabaixo. «Jogo de Damas» une,
com energia, o rigor, a afinação, a
delicadeza feminina, o sonho pop e
o charme do jazz. No dia 8 actuam
os «Biel Ballester Trio», com a sua
música característica ao jeito de ‘gypsy
jazz’, com uma sonoridade europeia
que foge ao tipo jazz americano.

Centenário da República
Adriano Moreira
em destaque
A Câmara Municipal de Bragan­
ça vai assinalar o 100 anos da Im­
plantação da da República, a 5 de
Ou­­tubro, com uma Sessão Solene da
Assembleia Municipal, no Auditó­rio
Paulo Quintela, com início às 10h00.
Do programa consta uma home­na­gem
pública ao professor Adriano Moreira
e uma reunião da Academia de Letras
de Trás‑os-Montes, na sala da Acade­
mia de Letras de Trás-os‑Montes.
Da jornada faz parte a colocação
de Ferro de Fundear pela Armada
Portuguesa, na Praceta Professor Dou­
tor Adriano Moreira, e a cerimó­nia
de alteração da designação do Centro
Cultural Municipal para Centro Cul­
tural Municipal Adria­no Moreira.
O programa conta ainda com
um momento de animação, com
música do tempo da 1.ª República:
Cosmopolitismo e Nacionalismo,
no Teatro Municipal de Bragança,
seguido da apresentação do livro
«Adriano Moreira – Biblioteca em
Bra­gança», no Teatro Municipal de
Bragança, às 17h00.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 21


publicidade

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão 6,41 euros o seu valor patrimonial a que atribui o valor de dez euros. J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão Manuel dos Anjos Silva e outros, do sul com José Joaquim Brás e do poen-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 6 – Prédio rústico, sito em Vale da Bouça de Baixo, freguesia de Serapi- n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 te com Américo Silva, não descrito na Conservatória do Registo Predial de
Com o arquivo do antigo cos, concelho de Bragança, composto por pastagem com um castanheiro, Com o arquivo do antigo Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2605, sendo de 2,14
CARTÓRIO NOTARIAL com a área de noventa metros quadrados, a confrontar do norte com For- CARTÓRIO NOTARIAL euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
DE BRAGANÇA tunato Augusto Bártolo, do nascente e do poente com Humberto Sá Mo- DE BRAGANÇA 5) Prédio rústico, sito em Aos banhos, freguesia de Alfaião, concelho de
rais Moreno e do sul com António Maria Sendas, não descrito na Conser- Bragança, composto por cultura com três oliveiras, com a área de novecentos
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO e dez metros quadrados, a confrontar do norte com Leopoldina Pereira, do
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- sob o artigo 2262, sendo de 0,63 euros o seu valor patrimonial a que atri- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- nascente com António dos Anjos Silva, do sul com José Joaquim Brás e do
vrada no dia vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez no Cartório Nota- bui o valor de um euro. vrada no dia vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez no Cartório Nota- poente com João António Pereira, não descrito na Conservatória do Registo
rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Aveni- 7 – Prédio rústico, sito em Boavista, freguesia de Serapicos, concelho de rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Ave- Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2606, sendo
da Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de seis a folhas no- Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil quatrocentos e oi- nida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de duas a folhas de 4,27 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
ve verso do livro de notas para escrituras diversas número “CATORZE-G” tenta metros quadrados, a confrontar do norte com Maria Lopes, do nascen- cinco do livro de notas para escrituras diversas número “CATORZE-G”, 6) Prédio rústico, sito  em Aos Banhos, freguesia de Alfaião, concelho de
JUSTINO AUGUSTO PEREIRA e mulher MARIA DE LURDES MAR- te e do sul com caminho e do poente com Junta de Freguesia, não descri- “AMÍLCAR DOMINGOS DA SILVA e mulher VIRGINIA DA CONCEI- Bragança, composto por cultura com duas oliveiras, com a área de setecentos
QUES, casados sob o regime da comunhão geral de bens, ambos naturais e to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz ÇÃO SILVA, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ele natural e dez metros quadrados, a confrontar do norte com Francisco Abel Carvalho,
residentes na freguesia de Serapicos, concelho de Bragança, NIFS 144 215 respectiva sob o artigo 1621, sendo de 5,91 euros o seu valor patrimonial a da freguesia de São Julião de Palácios, ela natural da freguesia de Alfaião, do nascente com Américo Augusto, do sul com José Joaquim Brás e do po-
969 e 144 215 977, fizeram, as declarações constantes desta certidão, que que atribui o valor de dez euros. ambas do concelho de Bragança, residentes na referida freguesia de Alfaião, ente com João Miguel Pires, não descrito na Conservatória do Registo Pre-
com esta se compõe de cinco laudas e vai conforme o original. 8 – Prédio rústico, sito em Boavista, freguesia de Serapicos, concelho de NIFS 155 057 618 182 176 118, fizeram as declarações constantes desta cer- dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2607, sendo
Bragança, Cartório Notarial, vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez. Bragança, composto por pastagem com duas oliveiras, com a área de tre- tidão, que com esta se compõe de quatro laudas e vai conforme o original. de 3,14 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
A Colaboradora, zentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com António do Bragança, Cartório Notarial, vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez. 7) TRÊS QUINTOS do prédio rústico, sito em Aos Banhos, freguesia de
Bernardete Isabel C. Simões Afonso Nascimento de Sousa, do nascente com José Forte, do sul com Justino Au- A Colaboradora, Alfaião, concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de oitocen-
gusto Pereira e do poente com Manuel dos Santos Pereira, não descrito na Bernardete Isabel C. Simões Afonso tos metros quadrados, a confrontar do norte com Leopoldina Pereira, do nas-
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos se- Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz res- cente com Caminho, do sul com José Joaquim Brás e do poente com António
guintes bens: pectiva sob o artigo 1685, sendo de 0,76 euros o seu valor patrimonial a que Que, são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos se- dos Anjos Silva, descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança sob
1 – Prédio rústico, sito em Quintas, freguesia de Serapicos, concelho de atribui o valor de um euro. guintes bens: o número duzentos e oitenta e cinco, onde se mostram registados um quinto a
Bragança, composto por mata de carvalho e pastagem, com a área de qua- 9 – Prédio rústico, sito em Lagar, freguesia de Serapicos, concelho de 1) Prédio rústico, sito em Vasco, freguesia de Alfaião, concelho de Bra- favor de Bernardete de Lourdes da Cruz conforme a AP dois mil novecentos e
tro mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Junta de Bragança, composto por vinha com vinte e cinco oliveiras, com a área de gança, composto por cultura com três oliveiras, com a área de duzentos e no- vinte e dois de 2009/07/22, inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2604, sen-
Freguesia, do nascente com Armando Augusto Pereira, do sul com António quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Joaquim do Nas- venta metros quadrados, a confrontar do norte com António dos Anjos Silva, do de 1,89 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros.
do Nascimento de Sousa e do poente com Adélia Monteiro, não descrito na cimento Dias, do nascente e do poente com António Maria Lopes e do sul do nascente com Manuel dos Anjos Silva, do sul com Ribeiro e do poente Que, os seus representados, entraram na posse e composse dos referidos
Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz res- com António da Ressurreição Pereira, não descrito na Conservatória do Re- com João António Pereira, não descrito na Conservatória do Registo Predial prédios, em mil novecentos e oitenta e seis, por compra verbal que deles fi-
pectiva sob o artigo 758, sendo de 6,16 euros o seu valor patrimonial a que gisto Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2362, sendo de zeram a Manuel dos Anjos Silva, residente que foi na referida freguesia de
atribui o valor de dez euros. 1946, sendo de 10,06 euros o seu valor patrimonial a que atribui o valor 2,89 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. Alfaião, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes per-
2 – Prédio rústico, sito em Penedo, freguesia de Serapicos, concelho de de quinze euros. 2) Prédio rústico, sito em Vasco, freguesia de Alfaião, concelho de Bra- mita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, desde
Bragança, composto por pastagem e cultura, com a área de cinquenta e três 10 – Prédio rústico, sito em Boavista, freguesia de Serapicos, concelho de gança, composto por cultura com três oliveiras, com a área de duzentos e logo, entraram na posse, composse e fruição dos identificados prédios, em
mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Belmiro de Bragança, composto por pastagem com quatro oliveiras, com a área de qua- noventa metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente com António nome próprio, posse e composse que assim detêm há muito mais de vinte
Oliveira, do nascente com João Manuel Caetano, do sul com Maria das Ne- trocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com António dos Anjos Silva, do sul com Estrada e do poente com Carlota da Conceição anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
ves Pereira e do poente com Luzia Augusta Pereira, não descrito na Con- do Nascimento de Sousa, do nascente e do sul com Justino Augusto Perei- Silva, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência e sem
servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva ra e do poente com António da Ressurreição Pereira, não descrito na Con- inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2361, sendo de 2,89 euros, o seu oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome pró-
sob o artigo 1353, sendo de 17,85 euros o seu valor patrimonial a que atri- servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respecti- valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. prio e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeadamente,
bui o valor de vinte euros. va sob o artigo 1687, sendo de 1,51 euros o seu valor patrimonial a que atri- 3) UM SEXTO do prédio rústico, sito em Vasco, freguesia de Alfaião, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os e colhendo os seus frutos, agindo
3 – TRÊS QUARTOS do Prédio rústico, sito em Camanas, freguesia de bui o valor de cinco euros. concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de cinco mil du- sempre por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, quer
Serapicos, concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de dez Que entraram na posse e composse dos referidos prédios, em mil nove- zentos e trinta metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente com usufruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos,
mil quatrocentos e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte e do centos e oitenta e quatro, por partilha verbal da herança aberta por óbito de Ribeiro, do sul com estrada e do poente com caminho, não descrito na Con- quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas
poente com caminho, do nascente com estrada e do sul com Justino Au- António da Ressurreição Pereira, que foi residente na referida freguesia de servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva contribuições e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade.
gusto Pereira, descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, Serapicos, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes sob o artigo 2364, sendo de 12,32 euros, o seu valor patrimonial, a que atri- Que esta posse e composse em nome próprio, pacífica, contínua e públi-
sob o número DOIS,  da referida freguesia de Serapicos, onde se mostra re- permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, des- buem o valor de quinze euros. ca, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justifi-
gistada a aquisição de um quarto a favor de José Jorge Paradinha, confor- de logo, entraram na posse, composse e fruição dos identificados prédios, 4) Prédio rústico, sito em Aos Banhos, freguesia de Alfaião, concelho de cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta
me inscrição AP um de 1985/07/03, inscrito na matriz respectiva sob o ar- em nome próprio, posse e composse que assim detêm há muito mais de vin- Bragança, composto por cultura, com a área de oitocentos e setenta metros forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título for-
tigo 1480, sendo de 24,64 euros o seu valor patrimonial a que atribui o va- te anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. quadrados, a confrontar do norte com Leopoldina Pereira, do nascente com mal extrajudicial.
lor de vinte e cinco euros. Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência e sem
4 – Prédio rústico, sito em Boavista, freguesia de Serapicos, concelho de oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome
Bragança, composto por cultura, com a área de mil trezentos e vinte me- próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeada-
tros quadrados, a confrontar do norte com Abílio Maria Benites, do nascen- mente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os e colhendo os seus fru- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão butável de €1,39 e o atribuído de dez euros;
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 número cinco – prédio rústico, composto de lameiro e um freixo, sito em
te com João Manuel Caetano, do sul com José António Bártolo e do poen- tos, agindo sempre por forma correspondente ao exercício do direito de pro-
te com António Pereira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de priedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus NOTÁRIO “Porto”, com a área de quatrocentos e cinquenta metros quadrados, a con-
Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1629, sendo de 3,27 rendimentos, quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagan- MANUEL JOÃO frontar de norte com Domingos Maria Fernandes, sul com César Augusto
euros o seu valor patrimonial a que atribui o valor de cinco euros. do as respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua in- SIMÃO BRAZ Bispo, nascente com herdeiros de João Batista Fernandes e poente com ca-
5 – Prédio rústico, sito em Boavista, freguesia de Serapicos, concelho de teira disponibilidade. minho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1570, com o valor patrimo-
Bragança, composto por vinha com seis oliveiras e pastagem, com a área de Que esta posse e composse em nome próprio, pacífica, contínua e públi- EX T R AC TO nial tributável de €3,90 e o atribuído de dez euros; e
mil duzentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com José ca, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justifi- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de número seis – prédio rústico, composto de lameiro e freixos, sito em “Alber-
Augusto Paradinha, do nascente com José Forte, do sul com António Moura cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta hoje, exarada de folhas cem a cento e duas do respectivo livro número cento e garia”, com a área de quatro mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar
e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título for- setenta e sete, HUMBERTO MARCELINO FERNANDES, NIF 160 736 390, de norte com Manuel dos Santos, sul com Carolina Batista, nascente e poen-
de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1684, sendo de mal extrajudicial. e mulher AMÉLIA DE JESUS AFONSO, NIF 136 344 070, casados sob o re- te com Domingos Maria Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo
gime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Carrazedo, ela 1595, com o valor patrimonial tributável de €21,87 e o atribuído de trinta euros;
da freguesia de Parada, ambas do concelho de Bragança, residentes na Rua Dr. não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor-
Campos Monteiro, n.º 9, Bairro da Mãe D’ Água, em Bragança, declararam: me certidão que da mesma apresentam.
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão pectiva sob o artigo 797, sendo de 22,45 euros, o seu valor patrimonial, a Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos pré- Que os identificados prédios foram-lhes doados no ano de mil novecentos e
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 que atribuem o valor de vinte e cinco euros. dios a seguir identificados, todos localizados na freguesia de Carrazedo, con- oitenta e nove, já no estado de casados, por Beatriz de Lurdes Fernandes, irmã
Com o arquivo do antigo 3) Prédio rústico, sito em Vale de Vinha, freguesia de Lombo, conce- celho de Bragança: do justificante marido, solteira, maior, residente no Çoteamento Engº Carneiro
CARTÓRIO NOTARIAL lho de Macedo de Cavaleiros, composto por lameiro secadal, seis olmos número um – prédio rústico, composto de terra de cultura, pastagem, la- Gonçalves, n.º 11, Vale de Álvaro, em Bragança, por contrato de doação me-
e doze em criação, com a área de mil oitocentos e sessenta metros quadra- meiro e negrilhos, sito em “S. Miguel”, com a área de mil quatrocentos e no- ramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária escritura pública.
DE BRAGANÇA venta metros quadrados, a confrontar de norte e nascente com caminho, sul Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
dos, a confrontar do norte com José Vicente, do nascente com Manuel Vi-
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO cente Parada, do sul com Manuel dos Santos Brás do Castelo e do poente com João Batista Amaral e outro e poente com Marcolino Augusto Barreira, domínio dos mencionados prédios.
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- com José dos Santos Paulo, não descrito na Conservatória do Registo Pre- inscrito na respectiva matriz sob o artigo 750, com o valor patrimonial tribu- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
vrada no dia vinte de Setembro de dois mil e dez no Cartório Notarial a car- dial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva sob o ar- tável de €7,42 e o atribuído de dez euros; oitenta e nove, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas
go do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Avenida Dr. tigo 2545, sendo de 26,79 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o número dois – prédio rústico, composto de terra de cultura e pastagem, sito as utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-
Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de oitenta e quatro a folhas valor de trinta euros. em “S. Miguel”, com a área de setecentos e setenta metros quadrados, a con- os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas
oitenta e seis, do livro de notas para escrituras diversas número TREZE- G 4) Prédio rústico, sito em Pinheiro, freguesia de Lombo, concelho de Ma- frontar de norte com caminho, sul com Junta de Freguesia, nascente com Ali- benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo as-
“MANUEL ANTÓNIO RODRIGUES e mulher ASSUNÇÃO DOS ANJOS cedo de Cavaleiros, composto por terra de centeio cada oito anos, com a área ce de Jesus Batista e poente com Domingos Mário Fernandes, inscrito na res- sim, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tais
RICARDO RODRIGUES, casados sob o regime da comunhão de adquiri- de seis mil oitocentos e quarenta e três metros quadrados, a confrontar do pectiva matriz sob o artigo 755, com o valor patrimonial tributável de €1,39 prédios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal
dos, ambos naturais da freguesia do Lombo, concelho de Macedo de Cava- norte e do nascente com Manuel Ricardo, do sul com Rio Azibo e do poen- e o atribuído de dez euros; sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem le-
leiros, residentes na Rua Pavillons Sous Bois, lote 65, 1º, em Bragança, NI- te com Manuel Vicente Rodrigues, não descrito na Conservatória do Regis- número três – prédio rústico, composto de horta, sito em “Hortos da Cos- sar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publica-
FS 158 210 794 e 147 181 844, fizeram as declarações constantes desta cer- to Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva sob ta”, com a área de cinquenta metros quadrados, a confrontar de norte com mente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
tidão, que com esta se compõe de três laudas e vai conforme o original. o artigo 2384, sendo de 8,98 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem Abel de Jesus Afonso, sul com ribeiro, nascente com herdeiros de Francis- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
Bragança, Cartório Notarial, vinte de Setembro de dois mil e dez. o valor de dez euros. co Joaquim Fernandes e poente com Domingos Maria Fernandes, inscrito na cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos
A Colaboradora Autorizada, Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e oiten- respectiva matriz sob o artigo 1147, com o valor patrimonial tributável de prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de
Bernardete Isabel C. Simões Afonso ta e sete, por permuta verbal que deles fez com Abílio dos Santos Rodri- €1,39 e o atribuído de dez euros; ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta de-
gues, residente na referida freguesia de Lombo, sem que no entanto ficas- número quatro – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em claração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos se- sem a dispor de título formal que lhes permita, o respectivo registo na Con- “Porto”, com a área de mil quatrocentos e noventa metros quadrados, a con- Está conforme.
guintes bens: servatória do Registo Predial; mas, desde logo, entraram na posse e fruição frontar de norte com Alberto Sidónio Batista, sul com Carolina Batista, nas- Bragança, 20 de Setembro de 2010.
1) Prédio rústico, sito em Escramenta, freguesia de Lombo, concelho de dos identificados prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há mui- cente com Rosa da Conceição Batista e poente com Alberto Augusto Batista, A Colaboradora Autorizada,
Macedo de Cavaleiros, composto por terra de centeio cada oito anos, com a to mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1545, com o valor patrimonial tri- Elisabete Maria C. Melgo
área de seis mil duzentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi-
com João Batista Caseiro, do nascente com Manuel Eiras, do sul com Ma- ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome pró-
nuel dos Santos Brás e do poente com José Vicente Rodrigues, não descrito prio e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeada-
na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito mente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os e colhendo os seus fru- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão so Marcos, nascente com Rua e poente com Maria da Glória Lopes, inscri-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 to na respectiva matriz sob o artigo 1235, com o valor patrimonial tributário
na matriz respectiva sob o artigo 2443, sendo de 4,34 euros, o seu valor pa- tos, agindo sempre por forma correspondente ao exercício do direito de pro-
trimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. priedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus NOTÁRIO de €1440,00 e idêntico atribuído;
2) Prédio rústico, sito em Corcobete, freguesia de Lombo, concelho de rendimentos, quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagan- MANUEL JOÃO não descritos na Conservatória do Registo Predial de Miranda do Douro,
Macedo de Cavaleiros, composto por terra de centeio cada dez anos, vinha do as respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua in- SIMÃO BRAZ conforme certidão que da mesma apresenta.
com setecentos e trinta e cinco cepas e quatrocentos e dez bacêlos, com a teira disponibilidade. Que os identificados prédios vieram à posse dos seus representados, pe-
área de nove mil oitocentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu à EX T R AC TO la forma seguinte:
norte com Manuel Baixinho, do nascente com António Manuel Rodrigues, aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justificando o seu direi- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura a) o primeiro e o segundo, foram-lhes doados no ano de mil novecentos e
do sul e do poente com Manuel Cândido Rosa, não descrito na Conservató- to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição de hoje, exarada de folhas noventa e quatro a noventa e seis do respec- oitenta e nove, por Justina Rosa Galego, mãe do justificante marido, já fale-
ria do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz res- não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial. tivo livro número cento e sessenta e seis, FRANCISCO CARLOS FAL- cida, residente que foi na citada freguesia de Sendim; e
CÃO, NIF 141 800 275, e mulher MARIA DA RESSURREIÇÃO MAR- b) o terceiro, foi-lhes doado no ano de mil novecentos e oitenta e um, por
COS FALCÃO, NIF 141 800 283, casados sob o regime da comunhão ge- Adelina do Nascimento Raposo, mãe da justificante mulher, já falecida, re-
ral, naturais, ele da freguesia de Sendim, onde residem na Estrada Nacional sidente que foi na aludida freguesia de Duas Igrejas;
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão tra “V”, do prédio urbano localizado na Rua da Boa Vista, n.º 14/B, Lote 90, 221, n.º 37, concelho de Miranda do Douro, ela da citada freguesia de Du- por contratos de doação meramente verbais, nunca tendo chegado a reali-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 as Igrejas, declararam: zar as necessárias escrituras públicas.
freguesia da Sé, Conselho de Bragança, com a área total de 145 m2, inscri-
Rúben Jardim de Freitas ta na matriz predial urbana sob o artigo 3694.º-V, com o valor patrimonial Que, com exclusão de outrem, os seus representados são donos e legíti- Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
actual de 82.150,00 €, descrito na Conservatória do Registo Predial de Bra- mos possuidores dos prédios a seguir identificados: domínio dos mencionados prédios.
Administrador de Insolvência
gança, sob o n.º 886/19870904-V. A) Localizados na freguesia de Sendim, concelho de Miranda do Douro: Que, não obstante isso, logo desde meados desses anos de mil novecentos
VENDA JUDICIAL Valor Mínimo de Venda: 160.000,00 € (Cento e sessenta mil euros). número um – prédio urbano, composto de casa destinada a garagem, sito e oitenta e nove e mil novecentos e oitenta e um, passaram a utilizar os refe-
Mediante proposta na Travessa Vinte e Cinco de Abril, com a superfície coberta de trinta me- ridos prédios, gozando de todas as utilidades por eles proporcionadas, guar-
Condições: tros quadrados, a confrontar de norte com Abílio Augusto Galego, sul com dando neles seus haveres, efectuando regularmente obras de conservação e
em carta fechada
Nota 1: No caso de venda mediante proposta em carta fechada, as propostas Abílio Santos Picote, nascente com Travessa Vinte e Cinco de Abril e poen- reparação, como substituição de elementos danificados e de benfeitorização,
(1.ª Publicação) deverão ser sempre iguais ou superiores ao valor a anunciar, corresponden- te com Lurdes Izeda, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2075, com o agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convic-
Tribunal Judicial da Comarca de Santa Cruz do a 70% do valor base. (n.º 1 do artigo 897.º do CPC). valor patrimonial tributário de €2158,79 e idêntico atribuído; ção de tais prédios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos,
2.º Juízo Cível número dois – prédio urbano, composto de casa de habitação de dois pi- como tal sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar
Nota 2: Os proponentes devem entregar como caução, um cheque visado,
Processo de Insolvência n.º 337/10.0TBSCR sos, sito na Rua do Caminho do Prado, com a superfície coberta de trinta e lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publi-
à ordem da Massa Insolvente de Firmino Luís dos Santos e Maria de Fáti-
Insolventes: Firmino Luís dos Santos e Maria de Fátima Morais Mouta três vírgula trinta metros quadrados, a confrontar de norte com António José camente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
ma Morais Mouta, no montante correspondente a 20% do valor da propos-
Administrador de Insolvência: Dr. Rúben Jardim de Freitas Ferreira, sul e nascente com António Maria Quitério e poente com Rua ca- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
ta para aquisição do bem ou garantia bancária no mesmo valor (n.º 1 do ar-
minho do prado, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2387, com o valor cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos
Nos Autos acima identificados foi designado o dia 25 de Outubro de tigo 897.º do CPC).
patrimonial tributário de €8570,00 e idêntico atribuído; e prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de
2010, pelas 15:00 horas, na Rua dos Aranhas, n.º 5, 1.º Andar, Sala D, Nota 3: As propostas deverão ser entregues em carta fechada, no local e até B) Localizado na freguesia de Duas Igrejas, concelho de Miranda do ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta de-
9000-044 Funchal, na presença dos membros da Comissão de Credo- à hora marcada para a abertura das mesmas. Douro: claração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
res, para a abertura de propostas que sejam entregues até esse momen- O bem encontra-se na posse do Administrador de Insolvência, Dr. Ruben número três – prédio urbano, composto de edifício de dois pisos com lo- Está conforme.
to, no domicílio profissional do Administrador de Insolvência abaixo Jardim de Freitas, com domicílio profissional na Rua dos Aranhas, n.º 5, 1.º gradouro, sito na Viela da Rua Nossa Senhora do Monte, com a superfície Bragança, 9 de Julho de 2010.
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Verba 1 – Fracção autónoma destinada a comércio individualizada pela le- Telem: 919512178 – e-mail: rubenjfreitas@yahoo.com quadrados, a confrontar de norte com José Macias, sul com Helena Rapo- Elisabete Maria C. Melgo

22 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


CULTURA

Iberdrola apoia recuperação de património


BRUNO MATEUS FILENA pretende-se que ac- Tâmega. “Os nossos objectivos são
tue, também, como claros: valorizar o património comum
que nos une e que é a arte românica
Portugal e Espanha pólo dinamizador
e reforçar os laços e a coesão entre os
socioeconómico e
apresentam projecto motor das relações dois lados da fronteira”, defendeu.
ambicioso que envolve transfronteiriças
entre os dois países. Complexo do Alto Tâmega
o restauro de 33 igrejas “Todo o património envolve três centrais
românicas histórico precisa de
num investimento superior
uma manutenção
O Ministério da Cultura de Por- constante e todos a 1600 milhões de euros
tugal, a Junta de Castela e Leão e a os esforços nes-
Fundação Iberdrola apresentaram se sentido são, de Se o presidente da Fundação falou
na Domus Municipalis, em Bragan- facto, importantes no Plano de restauro do Românico
ça, um projecto que visa restaurar 18 para a preservação Atlântico, já o presidente da empre-
igrejas portuguesas e 15 espanholas. da nossa identida- sa, Ignacio Galán, preferiu divulgar
No distrito de Bragança são cinco de cultural”, afir- a construção das três barragens que
os templos contemplados, designa- z Convénio assinalado pela presença de diversas entidades mou a ministra da constituirão o Complexo do Alto Tâ-
damente a Igreja de Santiago Maior Cultura, Gabriela mega, num investimento superior a
(Adeganha-Moncorvo), Igreja de vestimento de 4,5 milhões de euros, Canavilhas. 1600 milhões de euros.
Santo André (Algosinho-Mogadou- repartidos, de igual forma, pelas três Segundo a governante, este pro- “Será o investimento de desen-
ro), Igreja de Nossa Senhora da Nati- partes envolvidas. Trata-se de um jecto será um motor da economia volvimento hidroeléctrico mais im-
vidade (Azinhoso-Mogadouro), Igre- acordo para o restauro de um impor- local para as profissões tradicionais portante feito na Europa nos últimos
ja de Malhadas (Malhadas-Miranda tante conjunto de 33 igrejas români- e pequenas empresas de restauro. 25 anos. Esta iniciativa representa
do Douro) e Igreja de São Bento (Cas- cas situadas na área de influência do “Mais do que os valores em causa, é muito bem a nossa aposta histórica
tro de Avelãs-Bragança). Recorde-se Rio Tâmega e do Rio Douro, no norte muito importante sublinhar esta con- nas energias limpas e constitui um
que ainda na semana passada uma de Portugal, bem como um conjunto jugação de benefícios transversais”, importante contributo para o merca-
reportagem do Jornal Nordeste aler- de outros restauros a igrejas que exis- salientou Gabriela Canavilhas. do ibérico da electricidade”, referiu.
tava para o mau estado de conserva- tem em Castela e Leão, mais concre- O presidente da Fundação Iber- Galán revelou que o empreendi-
ção deste último. tamente nas províncias de Salamanca drola, Manuel Marín, que já foi Co- mento produzirá energia suficiente
Durante o evento foi assinado o e Zamora. missário e vice-presidente da União para o consumo anual de 1 milhão de
protocolo de colaboração entre as vá- O projecto não servirá, apenas, Europeia, anunciou que este plano pessoas e criará 3500 postos de tra-
rias entidades para o Plano de restau- para recuperar o património artístico nasce para acompanhar a construção balho directos, para além, de outros
ro do Românico Atlântico, num in- e cultural de ambas as regiões, mas do Complexo Hidroeléctrico do Alto milhares indirectos.

“Esproarte é um exemplo”
FERNANDO CORDEIRO ridade não tem que ser um sinónimo esta escola tem conseguido concreti- mos do Ministério da Cultura é que
de dificuldade e de desintegração no zar”, garantiu Gabriela Canavilhas. depois nos permita candidatar ao
Autarca mirandelense quadro da coesão social”. O edil mirandelense congratulou programa comunitário ON2, pois
O presidente da Câmara Municipal a abertura da ministra, revelando os existem verbas disponíveis para ins-
aproveita elogios de Mirandela, José Silvano, desafiou planos de construção do edifício que talações”, referiu José Silvano.
da ministra da Cultura a titular da pasta da Cultura a apoiar ficará situado junto à Cantina Uni- Caso haja, por parte da ministra,
a construção de um edifício de raiz versitária. “Nós vamos construir as um parecer favorável ao plano de can-
para pedir novas com características para o ensino es- instalações com uma parceria públi- didatura, as despesas relacionadas
instalações para a Escola pecífico da música, já que a Esproarte co-privada quando tivermos crédito com a construção da escola podem ser
está a comemorar 20 anos ao serviço bancário para o fazer. O que quere- financiadas em 70 ou 80 por cento.
A ministra da Cultura, Gabriela da arte em instalações exíguas e pro-
Canavilhas, ouviu, na passada quar- visórias, cedidas pelo Centro Cultural
ta-feira a interpretação de um trecho de Mirandela. “O Governo não vai fi-
clássico pela orquestra da Esproarte car indiferente ao sucesso da escola,
e várias interpretações de grupos de os bons exemplos são para ser acari-
cordas e metais dos diversos anos de nhados e, portanto, esta escola mere-
escolaridade. ce ser acarinhada pelas instituições
A governante ficou rendida à exe- que a apoiam. Certamente que o go-
cução dos alunos de primeiro ano. verno não será alheio ao sucesso que
Para isso, contribuiu a
constatação dos níveis de
qualidade e metodologia
do ensino ministrado por
esta Escola Profissional de
Arte, afirmando que é uma
escola referência e a inve-
ja do país, com as demais
escolas a tentarem imitar a
sua qualidade para poder
rivalizar com o seu sucesso.
Referindo-se à Espro-
arte como “um exemplo de
sucesso e de como a interio- z Ministra elogia ensino de qualidade da escola

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 23


cultura

Macedo de Cavaleiros
Pedro Barroso encan- Clínica Oftalmológica
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z Pedro Barroso, “o último trovador”

Pedro Barroso, considerado O.C.T. (TOMOGRAFIA LASER ARGON


um dos últimos trovadores por- COERÊNCIA ÓPTICA)
tugueses, deleitou todos os que LASER YAG
es­tiveram no Centro Cultural de TOPOGRAFIA/TOMO-
Macedo de Cavaleiros, na noite GRAFIA CORNEANA CIRURGIA DE CATARATA
do passado sábado. Com 40 anos
de carreira e vários trabalhos dis- RETINOGRAFIA DIGITAL
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cográficos, Pedro Barroso nunca TE
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tinha actuado em Macedo.
Em palco apresentou-se “sem
ANGIOGRAFIA DE PO CIRURGIA DE ESTRABISMO
um alinhamento rigoroso”, con-
FLUORESCEÍNICA DIGITAL E
NO CIRURGIA DE VIAS
ÚNICA
tou ao Jornal Nordeste. “Tenho de
ECOGRAFIA LACRIMAIS
auscultar e sentir o público, quem
TO
está, como está. Tenho de sentir
a sala antes de decidir o que vou BIOMETRIA DISTRI CIRURGIA DE MIOPIA,
cantar. A tarimba tem-me dito que HIPERMETROPIA
é preferível actuar de acordo com a CAMPIMETRIA E ASTIGMATISMO
forma como vai surgindo a empa- COMPUTORIZADA
tia com as pessoas”, explicou
Os maiores sucessos do artis- ORTÓPTICA
ta não faltaram, porque o público
assim o exige. É o caso de «Viva
Quem Canta», «Menina de Olhos
de Água» ou «Catarei».
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Mas, o espectáculo teve mui-
tas novidades e muitos temas no- MACEDO DE CAVALEIROS TORRE DE MONCORVO
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Há pessoas que me surpreendem, Rua 25 de Abril nº 4 Av. Nª Srª do Caminho, nº 44
que vêm de toda a parte para me Telef: 273 432 301 Telef: 279 342 291
ouvir”, referiu. O espectáculo foi
promovido pela empresa «V&P – VINHAIS
Eventos e Comunicação», sedeada Rua José Morais Sarmento nº 136 r/c D. to
em Macedo de Cavaleiros. Telef: 273 771 345

24 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


CULTURA

Tierra, Giente i Lhéngua

Aprender por música


Cuido que tanto un cumo outro camino nas funciones relegiosas, seia ne l canto
ténen de dar fruitos para bien de la de las almas que se fazie an ciertas
nuossa cultura i de l modo cierto pa l alturas de l anho. La berdade ye que
sou zambolbimiento, l camino de las esse modo de ourganizaçon cultural
anstituiçones culturales. Bien debrebe ten sido pouco cultibado, mas esse ten
eiqui tornaremos a falar de modo mais sido un modo de mos amprobecermos.
zambolbido de cada un desses dous Por esso ye ourgente que ls eisemplos
coros de que eiqui falemos, para assi de l grupo L’Alma i de l Coro de la
melhor darmos a coincer essas sprienças. Scuola de Miranda déian nuobos i buns
Se mirarmos bien a la nuossa fruitos. Assi quien sabe i seia capaç
tradiçon, siempre alhá achamos l cantar puoda tener la fuorça i la rejistença
an coro cumo algo de eissencial i de para ir palantre.
mui praticado, seia ne l trabalho, seia Amadeu Ferreira

Hai quien diga que nun hai melhor i rapazicas de alhá. La lhéngua i la
modo de aprender a falar do que cultura mirandesas íban a ganhar muito.
atrabeç de cantigas, yá que a cantar Até eiqui tenemos criado grupos de
até ls tatos dróban bien la lhéngua i pauliteiros i grupos de danças mistas,
déixan de ser tatos anquanto cántan. mas abre-se tamien l camino an buona
Ben esto al perpósito de haber oubido, hora ampeçado por Paulo Meirinhos de
pula purmeira beç al bibo, l Coro de la griar coros anfantiles ou de giente moça.
Scuola de Miranda, criado i ansaiado Son modos nuobos de agarrar la nuossa
por Paulo Meirinhos, porsor de música cultura i de la trasmitir a las nuobas
i coincido eilemiento de l grupo giraçones. Assi tamien le bamos dando
Galandum Galundaina. Quiero eiqui eilemientos a essa giente nuoba para
dezir que quedei ancantado cun l que que séian agentes atibos de la tradiçon,
oubi a aqueilhes pequeinhos cantores, quier dezir, séian eilhes mesmos
que cántan tan bien i a cantar tan bien agentes criadores de la tradiçon, yá
dízen ls sonidos mirandeses, l que nun ha que esta ten de se renobar sien paraige.
de haber sido trabalho fácele para Paulo Até agora teniemos l coro de Sendin
Meirinhos, mas que bal bien la pena. L’Alma, que yá eiditou dous CD’s i mos
Cuido que este eisemplo se habie trouxo tan guapas anterpretaçones de
de multeplicar i stendé-se a la scuola tanta cantiga que yá era ralo oubir, mas
de Sendin, assi houbira quien quejisse la berdade ye que coros anfantiles nun
i fusse capaç de ansinar ls rapazicos ye de l miu coicimiento que tubíramos.

Cuontas nanas (4)


Custou-me a acabar l lhibro, siempre a andar para un castielho que
nunca mais aparecie. Pul camino habie que comer uas yerbas a cada lhégua,
mas quaije siempre era mui custoso dar cun eilhas. Las yerbas essas dában
un yerbamiento que duraba dous dies i neilhes salie-le ua rapaza mui gua­
pa que nun se le tiraba de anriba. Ampeçara l camino als binte anhos i
yá iba an 45, pouco mais que piel i uossos, puis nun se daba de cuonta
que la rapaza guapa era ua bruxa que le chochaba l’alma als cachicos. A
cada ancruzelhada aparecien-le uns perros que nun l querien deixar ir por
nanhun de ls caminos i nun solo tenie que scolher, mas tamien de scamugir
ls perros. Quando fizo 30 anhos ampeçou a ber l castielho al loinge, mas a
cada anho quedaba mais loinge. Assi i todo, el nunca zistie porque habie
sonhado que naquel castielho iba a ser feliç i, anque alhá chegara bielho,
habie de remoçar. Tamien, apuis de haber salido hai tanto tiempo de adonde
nacira, yá nun tenie tiempo para tornar nien sabie l camino, puis las yerbas
que quemie solo ansinában l camino al palantre. Na fin de l lhibro tenie ua
pequeinha nota que dezie:
«Abiso als lheitores: l outor deste lhibro morriu-se sien que tubira
screbido l segundo belume.»
Fracisco Niebro

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 25


LA FUOLHA MIRANDESA

Cuontas de la lei d’onte?


bolber a casa,
este agarrado
çprebanido por
dous ciganos que
Habie ganhado fama pul sou el tenie puls ciganos, nien pensou dues farda, para nun haber niua seinha que l se achegórun
malo feitiu, i yá habie arrepassado l bezes i, el solo, fui-se a tener cul lhadron. pudisse ancreminar. mui debrebe. La
çtrito adonde l guarda Reboredo fazie L guarda Reboredo era, na fala de La nobidade soube-se lhougo an lhuita ampeçou
serbiçio. Siempre que se passaba algua l pobo, un houmaço. Tan fuorte cumo toda l´aldé. Naide tenie coraige de lhougo eili i
zaragata, bundaba amentar ne l nome bruto, tamien por isso la sue caneta alhebantar un dedo que fusse acontra Re­boredo tubo
del que era rezon bastante para que para resolber ls porblemas eran las l outor de l crime. Bai a cair ne l de­ficuldades an
esta lhougo s´acabasse. Nas fiestas i manos i muita beç ls pies. An menos squecimiento, cumo tantos outros. se sultar, quando sen­tiu un delor mui
romaries, quando alguien c’un copico de binte minutos, cun l resfuolgo La quemunidade cigana arecuolhe l fuorte por bias dua nabalha que le
ateimaba an arranjar porblemas, l apressiado, yá habie alcançado l cigano cuorpo i bai-se ambora. La bida buolbe rasgaba l stómado. Sentiu que era l sou
guarda Reboredo resolbie todo cun un que lhebaba cun el l que habie roubado, al normal i Reboredo, cumo muitos fin, cousa an que nunca habie pensado.
solo çupapo. L zgraçiado tenie que ir a batatas i cebolhas. Mal l cigano se dou outros, cuntina çcuntraidamente al fin La mulhier, stranhando el tardar
ser tratado pa l spital. de cuonta, lhargou l saco i botou-se de cada die a ir a tratar de la huorta. tanto, fui-se al puosto de la guarda a
La orde que el antendie staba porriba a fugir, mas yá era tarde demais. Al Passórun-se mais de trés meses i saber amboras de l tiu. Naide le quijo
la lei. L poder nun tenie lhemites. La lei purmeiro cuntapie l cigano arrebolcou- aqueilhes que fiturórun deficuldades dezir nada, anque la nobidade fusse un
era el i la sue farda. Muita beç le chegórun se ne l chano cun delores. Reboredo para l guarda Reboredo, por se haber alíbio para todos.
queixas al sou Comando, que cerraba atira-se a el i yá nun se lhebanta deili. metido culs ciganos, ampeçában a Reboredo fui a anterrar ne l die
ls uolhos a toda la culidade de abusos. Era ua lhuita zeigual i nun tardou perder la sprança de le ser aplicado adelantre, stando presentes solo ls
L pior dou-se quando alguien le muito que l cigano, cun tanta porrada un justo castigo. Nua tarde, na huorta, quatro guardas que lhebában l caixon.
dixo que un cigano andaba a roubar ua que lhebou, se morri-se miesmo eili, na quando l sol amanaçaba deixar aqueilhas
huorta eili acerca. Sabido la raiba que borda de l camino. Reboredo lhimpa la paraiges i Reboredo se purparaba para Válter Deusdado

Miranda de l Douro

Eigreija paroquial de Samartino cun nuoba cara


las obras “aparecírun nuobas eideias i
porblemas que tubírun de se reolber por
fuora de l porjeto i la JFSM ambestiu
mais de 35 mil ouros”, relhembrou
Norberto Ferreira.
L outarca dixo inda que to­da la
strutura de l’eigreija fui anter­ben­cio­
nada, “menos ls altares” que habien
sido pintados hai pouco tiempo, afuora
esso mexiu-se an todo, seia nas paredes
de drento, seia nas de fuora, seia ne l
acabamiento de algues paredes”, re­
sumiu.
L çtaque de l’ampreitada bai pa la
remodelaçon i pintura de la parede de
fuora de l sagrado. Fui cubierta cun
cantarie, para durar mais tiempo, cuido
you. L oubjetibo fui buono, mas arbles
mui grandes na paredes destas nun
dában resultado puis las paredes stában
arrebentadas, a caier.
Nesse mesmo ato, l persidente de la
Cámara de Miranda de l Douro, Artur
Nunes, siempre fui abançando que
L’eigreija paroquial de Samartino, ‘stamos a ber se fazemos ua recuperaçon
cunceilho de Miranda de l Douro, tubo de todo l património relegioso de l
um amanho amportante grácias a ua cunceilho de Miranda de l Douro dando
candidatura a un porjeto de Trabalhos de ua ajuda a las candidaturas als TNS.
Natureza Simples (TNS). L’ampreitada Recuperar todo l património relegioso
fui ousmada por arrimado a 135 mil stórico de l cunceilho yá ye ua grande
ouros. aposta.
Ne l dezir de l persidente de la “Son eilemientos únicos an todas
Junta de Samartino d’Angueira, Nor­ las fraguesies sendo ua preacupaçon
berto Ferreira, l’eigreija yá tenie l te­ que stamos a tener”, dixo l outarca.
lhado cheno de boteiras i staba-se a Por outro lhado, Artur Nunes siempre
stragar a mais i a maior. “L’anterbeçon fui abançando que outros porjetos pa la
fui feita cunsante un porjeto aprobado. fraguesie stan a ser feitos, “an Samartino
Fui cumpartecipado pul Stado an 60%, stamos a custruir la ETAR – Staçon de
20% pula outarquie i ls outros 10% Tratamiento de Augas Residuales i la
pula Fabriqueira de l’Eigreija” splicou preacupaçon a eilha lhigada de çpoluir
l outarca de la fraguesie. l riu Angueira, ‘ua de las ambiçones de
Al modo que fúrun sendo feitas l atual eisecutibo munecipal”.

26 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

II Divisão Nacional de Futebol


3 BRAGANÇA
Pontassolense 0
Jogo no Estádio Municipal de Bragança

As Pedrinha(s) de Marco Móbil Árbitro: Renato Gonçalves (A. F. Guarda)


E Q U I PA S
Ximena Marafona
baliza de Ximena, beneficiou Pedrinha Fábio Mariano
de um livre perigoso, mas não Fabien Capello Celso
concretizou. Vilaça Ivan Malho
O Bragança esteve atento Xavier T Alves
Tony P Pita
no banco e o treinador colo-
(Litcha 76”) R. Pereira
cou Marco Móbil em campo, Pinhal (Marco 60”)
magistral passe para Pinhal (Luís Rodrigues 87”) Agostinho
e 3-0. Marco Móbil tem pen- Tiago André João Rui
samento rápido, magia nos Filipe Mesquita (Delfim Nô 41”)
pés e velocidade com a bola (Marco Móbil 67”) Barbosa
Badará (Marcus 59”)
controlada. Ficou no banco
Bacari
por não estar a 100 por cen-
to, mas certo é que mesmo TREINADORES

com mazelas é um jogador de Carlitos V. Miguel


fino trato e parece falar com
Golos: Bacari 17”, 62” (gp) e Pinhal 84”
a bola. A seu lado esteve Pe-
Disciplina: Amarelos – Marafona 6”, 60”,
drinha, que em aspectos tác- Celso 19”, 39”, Fábio Mariano 14”, Vilaça
ticos e entrega ao jogo foi o 65”. Vermelhos – Celso 39”, Marafona 60”
melhor, mas Móbil derramou
futebol e fica como o melhor
em campo. relo a Vilaça quando este fez
O juiz não errou muito. um corte para canto. No pe-
z GDB já é terceiro na tabela classificativa Acabou por mostrar um ama- nalti está bem colocado.

A turma do Pontassolen- equipa da casa. O guardião


se tinha boas recordações madeirense viu o amarelo,
de Bragança, quando há três desnecessário, aos 6”, por de-
épocas ganhou neste estádio
por 1-0, mas, desta vez, sofreu
mora de reposição da bola em
campo.
II Divisão Nacional de Futebol
2 UNIÃO DA MADEIRA
Macedo 0
uma derrota por 3-0. O resul- Depois, a lentidão e a Jogo no Estádio Adelino Rodrigues
tado até pode parecer pesado,
mas acaba por não mostrar o
domínio do Bragança. A defe-
falta de colocação de Celso
resultou também em dois
amarelos, estes sem a míni-
Marcar e gerir Árbitro: Nuno Roque (Coimbra)
E Q U I PA S
Adriano Cleiton
sa dos madeirenses foi muito ma dúvida. Com esta defesa, Muita agressividade dos que faça a diferença, porque a Carlos Manuel Wivvisson
lenta e acabou por reflectir-se os madeirenses não vão ter madeirenses sobre a bola e sua equipa não consegue con- Fábio Didácio
no resultado final. muitas alegrias. três cartões amarelos só na cretizar. Mesmo assim, não Emerson (Cláudio 78”)
O G D Bragança não en- Na segunda parte, veio o primeira parte, onde também foi tão mau como diz o resul- Alex Corunha
Toni Eurico
trou muito forte, encontran- penalti cometido por Marafo- apareceram os golos. O Ma- tado. A turma da Madeira,
Steve Toninho
do, do outro lado, uma equi- na. Badará isolou-se, passou cedo procurou ir ao encontro que não conseguiu subir na (Tiago Costa 74”) Ricardo Costa
pa a ver no que dava o jogo. pelo guarda-redes e a bola da baliza de Adriano, mas não época passada apenas por um Valter Hamilton
Foi a turma da casa a bene- não foi tocada por este, por- conseguiu perigo iminente. ponto, quer agarrar a oportu- (Andrade 66”) Luciano
ficiar de um canto e Bacari a que não desviou a sua trajec- Os madeirenses jogaram nes- nidade este ano, mas na zona Gleibson Adriano
meter o pé e o auxiliar a dizer tória. Jogador no chão e o juiz sa altura para colocar calma Norte vai ter mais dificul- (Hugo Santos 40”) Luís Carlos
que a bola entrou. Não houve não hesitou, bola nos pés de no marcador, apesar de ser o dades, com o Tirsense a ser, Anderson (Gancho 54”)
Bertinho
protestos dos rapazes da ilha, Bacari e 2-0. Curiosamente, Macedo a equipa com um fu- para já, o grande candidato.
nem sequer do guarda-redes o verdadeiro Pontassolense tebol mais técnico. Mas, nes- O Macedo quer a manuten- TREINADORES

Marafona, que pareceu sem- apareceu nesse período, com tes jogos o mais importante ção, mas mostrou ter capacida- Daniel Ramos Rui Vilarinho
pre muito nervoso, mas lá nove elementos, tocou bem é pontuar e Vilarinho anda à des para mais, pois o bom fute-
Golos: Andrade 26”, Hugo Santos 43”.
ia segurando os remates da a bola e acercou-se mais da procura de um ponta de lança bol também ajuda uma equipa.

1 4 16 40 48 1 9

2 8 9 15 18 37 29

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NORDESTE DESPORTIVO

I Divisão de Futsal 7 Fundão


mogadouro 3 III Divisão Nacional de Futebol 0 amares
mirandela 0
Jogo no Pavilhão Municipal do Fundão Estádio Eng. José Carlos Macedo

Um Fundão Empate assenta bem


Árbitros: R. Fonseca e L. Ribeiro (Lisboa) Árbitro: Carlos Dias
E Q U I PA S E Q U I PA S
Diego Pina Simão Armando

na tabela Couto
Jander
Kaká
V Hugo
Hélder
Nelson
Jonas
Nana K
Bruno Cezar Tuca (Jeremy 84’) Rui Borges
O Mogadouro está cada Buiu Igor Gel Rui Lopes
vez mais no fundo da tabela Jociel Davi Zé Pedro (Renato 65’)
Tiaguinho Pin Martinho Vaz Tê
do campeonato nacional da I
Bruno Pereira Miguel Castro Tiago Silva Paulo Roberto
divisão, depois de mais uma Rato Gilberto Ginho Julinho
derrota, desta vez no Fundão Gonçalo Pintas (Kuka 53’)
por 7-3. Lileu (Veiga 83’) Rondinele
Já houve mais uma es- TREINADORES Pedro Reis Nelo
treia na equipa do planalto, Joel Rocha Artur Pereira
(Francês 73’) Dally
Davi. O jogador veio, mas a Bispo
equipa ainda não conseguiu Golos: Bruno Cezar 4”, 12”, Tuca 5”, Buiu TREINADORES
dar uma melhor imagem. Na 6”, Bruno Pereira 8”, 39”, Pin 11”, Couto Rogério Amorim Luís Guerreiro
22”, Jander 25”, V Hugo 35”
verdade, esta época está a
Disciplina: Amarelos – Pin 15” e 38” Disciplina: Bispo 33’, Jonas 34 e 83’, Mar-
correr mal ao clube, até por-
seguido de vermelho, Diego 25”, Pina 36”, z Mirandela procurou vitória, mas conformou-se com empate tinho 84’ – Vermelho: Jonas 83’
que as condições financeiras
Vermelho – Hugo 38”
não são desafogadas.
O forte calor, o mau esta- formações, uma verdadeira caminhos para a sua baliza.
do do terreno e o facto de o lição, com as equipas a terem Os minhotos souberam pro-
relvado não ter sido regado, consciência dos pesos e me- curar a sorte e tirar pontos à
condicionaram um pouco a didas da sua qualidade e da super equipa da prova.
Futsal qualidade da circulação de qualidade do seu adversário. Não houve grandes situ-
bola e a velocidade do jogo. Mais ousados, e a remar con- ações de golo, e pode dizer-
Campeonatos Armas muito fortes, as trans-
montanas, acabando por pro-
tra a maré, como lhes compe-
tia, os trasmontanos tudo fize-
se que o resultado acaba por
se aceitar, traduzindo o que
porcionar um espectáculo ram para somar os 3 pontos, se passou dentro das quatro
competitivos muito competitivo pela en-
trega dos atletas, mas a que
mas a não terem no terreno a
qualidade da assistência que
linhas. Quanto aos árbitros,
é de realçar que fizeram um
faltou magia. os torna tão perigosos e efica- trabalho com muita qualida-
Eram para ser apenas 8 da A. F. Bragança com apenas
Jogo tacticamente muito zes na eficiência. Ainda assim de.
equipas, mas acabaram por se dois jogos de encaixe. Para a
bem pensado, estruturado e estiveram bem arrumadinhos
inscrever 11, sinal do trabalho primeira eliminatória temos levado à prática pelas duas e generosos a tapar todos os Fernando Cordeiro
de Paulo Gonçalves na Asso- o Moncorvo-Roios e Santo
ciação de Futebol de Bragan- Cristo-Vila Flor.
ça (AFB). Havia dúvidas em Na III divisão, o Maceden-
relação ao Vila Flor, ao Roios se, o Carrazeda de Ansiães e o
e ao Felgar, mas acabaram
por decidir participar. Du-
rante a prova vai descansar
Valpaços são os representan-
tes de Trás-os-Montes no Na-
cional, ao juntar ao Chaves e
Campeonato Nacional de Juvenis 2 bragança
varzim 3
Campo do Centro de Educação Especial

Assim não…
uma equipa por jornada. O Académico de Mogadouro na Árbitro: Célia Santos (Vila Real)
Campeonato deverá começar II e I divisões, respectivamen- E Q U I PA S
a 29 de Outubro. te. Na III divisão série “A”, o Ruben Castro
1.ª Jornada: Moncorvo- Carrazeda joga em casa com Ivo Bernardo
Roios; Carviçais-Mirandela; os amigos de Cerva, a 9 de Esteves Tiago Mendes
Poiares-Pioneiros; Vimioso- Outubro, ao passo que o Ma- Gonçalo Alexandre
Torre D. Chama e Vi­la Flor-Fel- cedense recebe o CC Despor- Ricardo Nuno Silva
(Caravana 70”) Diogo
gar. Descansa o Santo Cristo. to Alunos Trab. Escola Prof.
Parreira João Pereira
Entretanto veio o sorteio de Braga (EPB) e o Valpaços Luís Pires João Neves
da pré-‑eliminatória da Taça o Gualtar. (Chiquinho 65”) (Marco Xavier 80”)
Zé Pedro Vasconcelos
Praça (Hélder Pinto 74”)
Eddas Barros
Padrão (César Neves 53”)
J o r na l N o r d e s t e cidos, residentes que foram na aludida freguesia de Paçó, (Rui Alves 29”)
n .º 725 de 28 d e S e t e m b ro de 2010 por contrato de compra e venda meramente verbal, nunca
NOTÁRIO tendo chegado a realizar a necessária escritura pública. TREINADORES
MANUEL JOÃO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal Teixeira Alves João Matos
SIMÃO BRAZ que legitime o domínio do mencionado prédio.
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de
E X T RACTO mil novecentos e oitenta e oito, passaram a usufruir o re- Disciplina: Luís Pires 30”, Parreiras 60”,
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, ferido terreno, gozando de todas as utilidades por ele pro-
z Sorte tem andado longe do GDB
que por escritura de hoje, exarada de folhas noventa e três porcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, culti- Ivo 61”, Zé Pedro 63”, César Neves 75”
a noventa e cinco do respectivo livro número cento e se- vando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando Golos: Diogo 25”, João Neves 38” 70 (gp),
tenta e oito, JOSÉ URBINO ALVES, NIF 176 145 303, e diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das Neste jogo com o Varzim, tava a fazer um bom jogo. Rui
mulher MARIA ISABEL ALVES, NIF 189 123 524, ca- suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo de quem Praça 52”, Esteves 73”
sados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, exerce direito próprio, na convicção de tal prédio lhes per- foi a juíza da partida que ditou Alves entrou e mudou o jogo
ele da freguesia de Paçó, onde residem, concelho de Vi-
nhais, ela da freguesia de Espinhosela, concelho de Bra-
tencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sen-
do reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por
a derrota do Bragança, com a para melhor. O Bragança co-
gança, declararam: ignorarem lesar direito alheio, pacificamente, porque sem invenção de uma grande pe- meçou a decidir atacar e não guardião da casa estava desa-
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos pos- violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhe-
suidores do prédio rústico, composto de horta, com a área cimento de todos e sem oposição de ninguém. nalidade, uma falta de rigor chegou ao empate por ma- lentado por se sentir culpado
de trezentos e quarenta metros quadrados, sito em “Caste-
lo”, freguesia de Paçó, concelho de Vinhais, a confrontar
Que dadas as enunciadas características de tal posse que,
da forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos,
grave. O próprio banco do nifesta falta de sorte. Eddas nos primeiros dois golos do
de norte com Filipe António Diegues, sul e nascente com adquiriram o domínio do dito prédio por usucapião, títu- Varzim ficou espantado com não está num bom momento Varzim e no final do jogo isso
caminho e poente com Américo Augusto, não descrito na lo esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser com-
Conservatória do Registo Predial de Vinhais, conforme cer- provado por meios normais. Que para suprir tal título fazem a decisão. e nota-se no ataque do Bra- era notório. Mas fica uma cer-
tidão que apresentam, mas inscrito na respectiva matriz sob
o artigo 1209, com o valor patrimonial tributável de €5,70
esta declaração de justificação para fins de primeira inscri-
ção no registo predial.
O 2.º golo do Bragança sai gança. teza, jogadores destes há pou-
e idêntico atribuído. Está conforme. de um canto que não existe e a Outra atitude de louvar só cos a assumir os seus erros.
Que o identificado prédio foi-lhes vendido no ano de mil Bragança, 23 de Setembro de 2010.
novecentos e oitenta e oito, já no estado de casados, por Ur- A Colaboradora Autorizada, turma da casa sentiu na pele a pode vir de um jogador com Na bancada houve revol-
bino Augusto e mulher Amélia de Jesus Fernandes, já fale- Elisabete Maria C. Melgo
lesão de Tiago Padrão, que es- classe e muito humano. O ta, mas com educação.

28 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Nacional de Iniciados: Bragança 0 - Marinhas 6


Já criam oportunidades

z Bragança continua a sofrer pesadas derrotas

O Bragança já leva um aparatoso rada junto à baliza de Mário Capelas.


‘goel-average’. A equipa ainda não O pequeno guardião não conseguiu
marcou qualquer golo e já sofreu 30, chegar lá acima e cada remate seu
mas isso não desmotiva a equipa, golo, daí o resultado pesado. Ainda
que, pela primeira vez, criou as duas houve duas boas situações de Nuno,
primeiras grandes oportunidades de com remates fora da área, a passaram
golo contra dois poderosos centrais perto dos postes de Motinha.
da equipa do litoral minhoto. Na Bom jogo e mais uma grandiosa
primeira, a bola não entrou por falta manifestação de apoio aos miúdos da
de sorte, depois remate ao poste de casa, por parte dos adeptos.
Nuno. Na recarga, a bola foi salva na A Arbitragem de Alexandre Pires
linha de golo por Luís, defesa do Mari- mereceu nota positiva. Este jovem dei-
nhas, ainda nos primeiros 5” de jogo. xou jogar no limite e cortou exageros.
Estava criada uma sensação de Fica no final a pergunta do públi-
alívio, os miúdos da equipa da casa co para o treinador da equipa da casa:
estavam a dar cartas, mas veio o que “Podendo fazer cinco substituições,
mais se temia, situações de bola pa- porque é que só fez duas?”

Xx

Xx
A eiel.

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 29


NORDESTE DESPORTIVO

Polidesportivo inaugurado em S. Pedro Vale do Conde


FERNANDO CORDEIRO portivo de Chaves (quando o clube
disputava a divisão de futebol), com
Associação para o passagens pela Sanjoanense, Salguei-
ros e Selecção Nacional Portuguesa
desenvolvimento da aldeia de Futebol.
do concelho de Mirandela A obra é fruto da vontade do pre-
sidente da ADSPVC, José Neves, e
aposta na formação a sua concretização deve-se a várias
desportiva parcerias e publicidades que o presi-
dente da associação conseguiu reunir
A aldeia de S. Pedro Vale do Con- em torno da ideia, estando, agora,
de, no concelho de Mirandela, assis- a ser realizados vários concursos a
tiu, no passado sábado, à inauguração apoios estatais.
do gimnodesportivo do Prado da As- Para a manutenção e execução do
sociação para o Desenvolvimento de projecto de formação existe um pla-
S. Pedro Vale do Conde (ADSPVC). no para estabelecer protocolos com
Neste dia foi concretizado o sonho várias entidades, no sentido dos seus
antigo do presidente da associação, utentes poderem usufruir destas ins-
do treinador e do ex glória do futebol talações.
português, Gilberto Gomes. A inauguração contou com a pre-
O complexo desportivo consta z José Silvano inaugurou equipamento desportivo em S. Pedro Vale do Conde sença de dezenas de pessoas e o acto
de um relvado sintético e balneários inaugural foi protagonizado pelo
a que se juntará uma escola de fute- serão levados a casa pela carrinha da res estará Gilberto Gomes, que ini- presidente da Câmara Municipal de
bol. Para já, os 25 alunos inscritos associação. ciou a sua carreira no Sport Club de Mirandela, José Silvano, e pelo presi-
irão para as actividades desportivas e À frente da formação dos jogado- Mirandela e terminou no Grupo Des- dente da ADSPVC. José Neves.

30 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Jogo de preparação e António Forneiro como treinador,


o campeão da época passada vai de-

Vimioso e Argozelo empatam


fender o título com um novo lote de
jogadores, a maior parte vindos do
vizinho Carção.
Saíram do clube Jorginho, Lui-
No novo sintético de Vimioso es- zinho e Adolfo (Morais), Pedro Mar-
tiveram perto de 250 pessoas a as- tins e Ricardo Diz. Entraram Carlos
sistir a este clássico concelhio, num (guarda-redes) ex-Carção; Pedro (de-
jogo de preparação para a época que fesas) ex-Carção; Luís Pires e Palhau,
começa no próximo domingo, com a médios (ex-Carção); Gancho avança-
primeira-mão da pré – eliminatória do também ex-Carção. Filipe veio do
da Taça da AFB. Morais e é médio; Zé Zé avançado,
Eis um treino que acabou por ser ex-Vimioso; Vidinha, ex. Mogadou-
emotivo, por vezes durinho, mas deu rense, defesa; e Coelho, ex-Milhão.
para ver boa preparação das duas Dos campeões ficaram Pedro Vila
equipas. O domínio foi alternado. O (guarda-redes), Zamalek, João, Nuno,
Vimioso marcou por Rogério aos 12”, Samuel (Defesas), Joel Jarrete (trin-
mas Zézé empatou para o Argozelo à co) e os avançados Serginho e Kita.
passagem do minuto trinta. Era um A turma campeã parte como favo-
bom início e regalados nas novas ban- rita, já que ostenta esse título de cam-
cadas estavam mais de duas centenas peão, o que é uma motivação extra ao
de pessoas. Houve até um momento entrar em campo.
de boa disposição de dois ou três jo- Rochinha, ex-adjunto de Fernan-
gadores de Argozelo face ao sintético do Teixeira, vai estar no mesmo car-
da sede de concelho: “eu vou já mu- z Dérby concelhio marcou estreia do campo sintético de Vimioso go com António Forneiro e vai ainda
dar para aqui. Isto sim são condições dar uns pontapés na bola. Trata-se de
de trabalho”. Aos 76” empatou de novo a turma de Plantel do Argozelo a um jogador – treinador exemplar que
Veio a segunda parte, com mais António Forneiro, com golo de Palhau. postos para a NOVA época anda no distrital há quase 15 anos.
dois golos e muito trabalho dos joga- O Vimioso não joga para a Taça, Aliás, Rochinha foi ao longo da época
dores, ou não fossem eles de Vimioso mas o Argozelo recebe o Carção num Quanto ao plantel para 2010-11, passada o tapa buracos da equipa e
e Argozelo. O 2-1 veio por Sheu 67”. derby já muito esperado. com Manuel China como presidente ainda o preparador físico.

Veteranos: Clube de Bragança, 4 - Grupo Desportivo Lama, 0 Futebol Distrital

Entregues ao espectáculo Rebordelo


pesca em Vinhais Tratou-se de um jogo muito
facilitado pelo bom desem-
penho de todos os jogado-
res, pois as equipas estavam O Rebordelo conseguiu alguma agitação no clube da
entregues ao espectáculo. convencer o ex-trinco do Vi- Capital do Fumeiro, mas uma
Os golos apareceram na- nhais, Pik, a assinar por uma fonte próxima do Vinhais
turalmente para os locais. época, a par do guardião Bru- tem uma explicação muito
Xana, aos 21”, abriu o mar- no. plausível: “Os jogadores do
cador e Luís Audi fez o 2-0, Outros jogadores como Rebordelo são todos do dis-
aos 32”. Depois do intervalo Tiago (médio) e os defesas trito de Vila Real e como as
mais dois golos, um de Rui à Nuno e Antero terão dito que deslocações são maiores, não
passagem dos 71”. Mais tarde sim ao presidente do clube aceitaram baixar os salários.
Lelo fechou a conta, decorri- rival do concelho, mas estão Como tal, o Rebordelo teve
dos 81”. Um jogo que acabou presos por uma assinatura. que se virar para algum lado
z Futebol aproxima transmontanos e minhotos com um grande ambiente. Por isso, quem quiser estes jo- e o atingido foi o Vinhais”.
Mais uma vez fica o exemplo gadores terá que pagar o pas- Recordamos que Pik era
O Clube de Bragança ven- 4-0, no campo do Centro de destes veteranos de Barcelos se, ou seja, a desvinculação. um dos símbolos da equipa
ceu o Lama de Barcelos por Educação Especial (CEE). e Bragança. Esta situação está a criar vinhaense.

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28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 31


NORDESTE DESPORTIVO

Brigantino campeão nacional


BRUNO MATEUS FILENA campeão, João deparou-se com uma
situação sui generis. Teria que de-
frontar a equipa do coração, o Benfi-
Jovem extremo João Guerra ca. Algo que fez com agrado, afirma,
é campeão nacional ajudando à vitória, após prolonga-
de basquetebol em juniores mento, pela margem mínima de 2
pontos. “Eu acho, até, que me esfor-
pelo Vasco da Gama cei mais por jogar contra o Benfica,
apesar de ter sido uma vitória sofri-
Nascido em Bragança, agora, da”, confidencia.
com 18 anos, João Guerra sagrou-se
campeão nacional de basquetebol em
juniores pelo Sporting Clube Vasco “Aprendi muita coisa.
da Gama. O histórico do basquetebol O significado das palavras
portuense e nacional repetiu, assim, esforço e dedicação...”,
o feito alcançado em 2008/2009,
tornando-se bi-campeão nacional.
João Guerra
Na reconquista das faixas de cam-
peão, marcou presença efectiva o jo- Quanto aos ensinamentos que re­
vem extremo brigantino. tirou da sua experiência, ao longo do
Mas, voltando ao início... Com 12 z Equipa portuense do Vasco da Gama foi bicampeã do nacional de juniores em basquetebol último ano, João Guerra assegura:
anos, João chegou a partilhar a sua “Aprendi muita coisa. Sobretudo, o
actividade física entre o futebol e o precisamente, com essa idade que o puta de lugares para jogar”, recorda. significado das palavras esforço e de-
basquetebol. No entanto, uma opção atleta decidiu mudar para as Estrelas Passados dois meses, conseguiu que dicação...”.
insurgia-se, pois não podia ser joga- Brigantinas, outro clube da cidade de o seu nome constasse, regularmente, Finalizado o 12.º ano, o atleta
Bragança, onde esteve, apenas, um das convocatórias do Vasco da Gama. soube, no dia 13, que iria ingressar na
ano. “Foi o ano de estreia do clube”, E, após alguns jogos, adoptou para si Faculdade de Ciências do Desporto e
relembra. a posição de extremo por que tanto Educação Física de Coimbra. Assim,
Mudou de clube, mas permane- lutara, ajudando a sua nova equipa João está em vias de integrar a Aca-
ceu a estrela. João Guerra já há mui- na reconquista do segundo título de démica de Coimbra. Outra equipa
to que ansiava tentar a sua sorte “lá campeã nacional em sub-18. brilhante que promete relançar a car-
para baixo”, “num dos clubes grandes Na fase final que permitiria ao reira nacional já de sucesso da jovem
do basquetebol”. Como andava no Vasco da Gama renovar as faixas de estrela brigantina.
11.º ano, os pais decidiram satisfazer
a sua vontade e deixá-lo frequentar o
12.º ano no Externato Ribadouro no
Porto.
“Aquilo que eu queria era jogar
noutro clube, pois achava que, em
Bragança, já não existiam as condi-
ções necessárias para evoluir”, des-
venda o atleta. Uma aposta ganha!
“Quando cheguei ao Porto, o
Vasco da Gama tinha sido campeão
nacional no meu escalão. Por isso,
era das melhores equipas que havia.
z João Guerra revela um futuro promissor Então, fui lá treinar... Primeiro, pu-
seram-me na equipa B e, só depois,
dor federado em ambos os desportos. passei para a equipa A. Mas, não foi
“Optei pelo basquetebol e comecei muito fácil começar a jogar”, recorda.
por jogar no Clube Académico de “Foram tempos difíceis”, afirma João,
Bragança”, revela. Um período que se dada a exigência própria das grandes
prolongou até aos seus 16 anos. Foi, equipas. “Não estava habituado à dis-

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32 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


rodas & motores

Procura de veículos híbridos aumentou


Glória Lopes zação máxima, em situações de pára,
arranca temos a vantagem da parte
Mais de 30 automóveis eléctrica, quando se sai da zona ur-
bana com velocidades médias mais
híbridos da marca Toyota elevadas entre em funcionamento
já circulam na região o motor a gasolina que ajuda sem a
ânsia de estar a calcular para quantos
No Dia Mundial sem Carros a To­ quilómetros vou ter bateria”, acres-
yota aproveitou para promover em centou.
Mirandela o novo Auris, um modelo Quanto ao facto de muitas vezes
híbrido. Na região já circula “um nú- se associarem estes carros a preços
mero significativo” de viaturas com elevados, António Costa desmente e
motor híbrido. Segundo António diz que para além de terem redução
Costa, representante da Toyota, se- no imposto. “Quando se compra aca-
rão perto de três dezenas. ba por não ser mais caro porque já
O representante da empresa au- tem a redução de 50% no SV e os cus-
tomóvel defendeu durante o semi- tos de manutenção são mais baixos
nário “Mobilidade Sustentável na do que num carro convencional, não
cidade de Mirandela”, que teve lugar z Toyota aposta forte nos modelos amigos do ambiente tem alternador, embraiagem. A parte
na passada quarta-feira, 22 de Setem- eléctrica e de baterias acaba por não
bro, as vantagens das novas tecnolo- explicou. e nota-se uma acentuada procura dos ter manutenção”, explicou.
gias adaptadas ao mundo automóvel, Em quatro anos a marca apenas híbridos porque não precisa de in- O preço de um modelo familiar
nomea­damente os carros eléctricos, comercializou 60 viaturas. Da tercei- fra-estruturas para carregar como o da marca Toyota, como o Auris, é de
que a marca começou a comerciali- ra geração do mesmo carro, introdu- carro eléctrico que tem alguns senãos 24.970 euros, um carro para o seg-
zar no ano 2000, com o Toyota Prius. zida em Setembro de 2009, já foram em termos de autonomia que exige mento C. “Em 2009 cerca de cinco
“Era visto como um automóvel muito vendidos 300 automóveis. “Demons- uma rede de infra-estruturas para mil veículos a nível nacional foram
tecnológico, mas muito confuso por- tra que as pessoas estão cada vez carregar as baterias”, frisou António vendidos por cerca de 25 mil euros”,
que metia gasolina e parte eléctrica”, mais confiantes com esta tecnologia Costa. “O híbrido tem uma rentabili- assegurou.

Passeio das Castanhas vai à caça


BRUNO MATEUS FILENA Bragança. lineado posteriormente, mas não
Recorde-se que, este ano, para andará muito longe do que tem sido
TT das Castanhas realiza-se além da Norcaça & Norpesca, o even- habitual, O dia irá começar com o
to englobará, também, a Feira Ibérica tradicional pequeno-almoço, des-
a 30 de Outubro no âmbito da Castanha – Norcastanha. ta vez nas instalações da feira, onde
da Norcaça & Norpesca, “Dada a parceria que há mui- vai estar, também, o secretariado do
to existe entre autarquia e NAC, foi evento. Antes do almoço, numa das
que coincidirá com possível encontrar uma plataforma freguesias do concelho, será percor-
a Norcastanha de entendimento que vai permitir a rida a etapa da manhã, como sem-
realização a 30 de Outubro do pas- pre a rondar os 30/40 quilómetros.
O Nordeste Automóvel Clube seio TT. Numa altura em que sempre Para a tarde, ficarão reservados mais
(NAC) e os responsáveis da organiza- que possível e sem interferências nas alguns quilómetros e, talvez, algu-
ção da Norcaça & Norpesca decidiram respectivas realizações, as sinergias mas demonstrações de destreza, por
realizar o XVII Passeio TT Castanhas a aplicar por uns e por outros devem parte dos participantes e respectivas
no âmbito deste certame. ir no sentido do que se entenda ser viaturas. O jantar será no recinto da
Assim, o passeio TT, que conta já melhor para a cidade e região nordes- Norcaça, Norpesca & Norcastanha,
com 16 edições, será a 30 de Outubro, tina”, afirma a direcção do NAC em que servirá de palco, também, para a
já que a feira terá lugar entre os dias comunicado. habitual entrega das lembranças aos
29 de Outubro e 1 de Novembro, em z NAC desbrava novos caminhos O programa do passeio será de- participantes.

Outono

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 33


PUBLICIDADE

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2750, sendo de 2,37
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
Com o arquivo do antigo 11 – Prédio rústico, sito em Presas, freguesia de Vale de Frades, concelho
CARTÓRIO NOTARIAL de Vimioso, composto por cultura de centeio e pastagem, com a área de doze
DE BRAGANÇA mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Rodri-
gues do nascente com José Agostinho Parreira, do sul com ribeiro e do po-
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO ente com Teresa Parreira, não descrito na Conservatória do Registo Predial
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 3204, sendo de
vrada no dia vinte e um de Setembro de dois mil e dez no Cartório Nota- 11,64 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quinze euros.
rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Ave- 12 – Prédio rústico, sito em Vale de Freixos, freguesia de Vale de Frades,
nida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de cento e dois a concelho de Vimioso, composto por lameiro com sessenta freixos, com a
folhas cento e seis, do livro de notas para escrituras diversas número “TRE- área de cinco mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com
ZE-G” “CELESTE DA CONCEIÇÃO MIRANDA, solteira, maior, natural caminho do nascente com Abel do Nascimento Pires, do sul com Acácio
da freguesia da Póvoa, concelho de Miranda do Douro e residente em Bra- Ferreira e do poente com Abel do Nascimento Pires, não descrito na Con-
gança, no Bairro Residencial do Campelo, Rua Luís Amorim, n.º 28, NIF servatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva,
156 980 665”, fizeram as declarações constantes desta certidão, que com es- sob o artigo 3495, sendo de 68,52 euros o seu valor patrimonial, a que atri-
ta se compõe de duas laudas e vai conforme o original. buem o valor de setenta euros.
Bragança, Cartório Notarial, vinte e um de Setembro de dois mil e dez. 13 – Prédio rústico, sito em Esculqueira, freguesia de Vale de Frades,
A Colaboradora Autorizada, concelho de Vimioso, composto por cultura de centeio, lameiro, pastagem e
Bernardete Isabel C. Simões Afonso trinta freixos, com a área de cinquenta e um mil e setecentos metros quadra-
dos, a confrontar do norte com junta de freguesia do nascente com Amadeu
Que é dona e legítima possuidora, com exclusão de outrem dos seguin- dos Santos Pêra, do sul com António Manuel Nunes e do poente com Ana
tes bens: Maria Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso,
1 – Prédio rústico, sito em Moucho, freguesia de Vale de Frades, concelho mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 3517, sendo de 71,76 euros o
de Vimioso, composto por cultura de trigo, com a área de mil novecentos e seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de oitenta euros.
cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com caminho, do nascen- 14 – Prédio rústico, sito em Quintanela, freguesia de Vale de Frades, con-
te com José Rodrigues, do sul com caminho e do poente com José Joaquim celho de Vimioso, composto por horta e pastagem, com a área de três mil
Parreira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com caminho do nas-
inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2078, sendo de 9,81 euros o seu cente com Aquilino Miranda, do sul com rio e do poente com José Claudi-
valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. no Preto, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas
2 – Prédio rústico, sito em Caminho da Vila, freguesia de Vale de Frades, inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2546, sendo de 39,76 euros o seu
concelho de Vimioso, composto por cultura e centeio e vinha, com a área de valor patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros.
quatro mil quinhentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte 15 – Prédio rústico, sito em Linhaço, freguesia de Vale de Frades, con-
com Afonso Maria Castro, do nascente com António Miranda Pêra, do sul celho de Vimioso, composto por lameiro, pastagem, pinhal, mata, cinco ne- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão com Francisco Lopes e do poente com João Gradissimo, não descrito na
com Maria da Cruz Anes e do poente com Alberto Matos Miranda, não des- grilhos e cinco freixos, com a área de vinte e dois mil seiscentos e noventa n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na
crito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na ma- metros quadrados, a confrontar do norte com junta de freguesia do nascen-
Com o arquivo do antigo matriz respectiva sob o artigo 800, sendo de 14,22 euros, o seu valor patri-
triz respectiva, sob o artigo 2108, sendo de 48,59 euros o seu valor patrimo- te com caminho, do sul com junta de freguesia e do poente com Isabel Ma-
CARTÓRIO NOTARIAL monial, a que atribuem o valor de quinze euros.
nial, a que atribuem o valor de cinquenta euros. ria Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas
DE BRAGANÇA 10) Prédio rústico, sito em Vale de Ferreiros freguesia de Vale Benfeito,
3 – Prédio rústico, sito em Lagonica, freguesia de Vale de Frades, conce- inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2665, sendo de 117,33 euros o seu
concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada
lho de Vimioso, composto por cultura de centeio, com a área de seis mil e du- valor patrimonial, a que atribuem o valor de cento e vinte euros. EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO dois anos com sete árvores de lenha, com a área de dois mil quatrocentos e
zentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Joaquim Miranda 16 – Prédio rústico, sito em Eiras, freguesia de Vale de Frades, concelho
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- setenta metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente com António
do nascente com caminho, do sul com José Francisco Preto e do poente com de Vimioso, composto por lameiro, pastagem, cinco negrilhos e cinco frei-
vrada no dia vinte de Setembro de dois mil e dez no Cartório Notarial a car- Augusto Rodrigues, do sul com caminho e do poente com Manuel Jesus Ri-
Américo dos Santos Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial xos, com a área de três mil quinhentos e oitenta metros quadrados, a con-
go do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Avenida Dr. beiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cava-
de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2292, sendo de frontar do norte com Manuel Joaquim, do nascente com Abílio Augusto Pre-
Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de oitenta e sete a folhas leiros, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 809, sendo de 9,43 eu-
14,76 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quinze euros. to, do sul com Abílio Augusto Preto e do poente com caminho, não descrito
noventa e dois, do livro de notas para escrituras diversas número TREZE- ros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros.
4 – Prédio rústico, sito em Lagonica, freguesia de Vale de Frades, conce- na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz res-
G “AUGUSTO JOSÉ LOPES, e mulher MARIA EMÍLIA VENTURA, ca- 11) Prédio rústico, sito em Bicorelha freguesia de Vale Benfeito, concelho
lho de Vimioso, composto por cultura de centeio com a área de quatro mil pectiva, sob o artigo 2687, sendo de 18,75 euros o seu valor patrimonial, a
sados sob o regime da comunhão geral de bens, ambos naturais da fregue- de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada dois anos
e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Ana Maria Pires que atribuem o valor de vinte euros.
sia de Vale Benfeito, concelho de Macedo de Cavaleiros, onde residem, na com uma arvore de lenha e cortada pela estrada, com a área de duzentos e
do nascente com José Joaquim Miranda, do sul com Celeste da Conceição 17 – Prédio rústico, sito em Eira Entre Caminhos, freguesia de Vale de Fra-
Estrada Nacional 17, NIFS 176 789 251 e 176 790 551, fizeram as decla- sessenta e cinco metros quadrados, a confrontar do norte com José Manuel
Miranda e do poente com António Carlos Fernandes, não descrito na Con- des, concelho de Vimioso, composto por cultura de centeio, com a área de oi-
rações constantes desta certidão, que com esta se compõe de sete laudas e Silva, do nascente com Avelino Valpradinhos, do sul com Sebastião Maria
servatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, to mil quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com caminho do
vai conforme o original. Tomé e do poente com Horácio Rogério Gradissimo, não descrito na Con-
sob o artigo 2294, sendo de 11,42 euros o seu valor patrimonial, a que atri- nascente com Manuel Torrão Xavier, do sul com Manuel dos Santos Martins
Bragança, Cartório Notarial, vinte de Setembro de dois mil e dez. servatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na ma-
buem o valor de quinze euros. e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial
A Colaboradora Autorizada, triz respectiva sob o artigo 1255, sendo de 0,90 euros, o seu valor patrimo-
5 – Prédio rústico, sito em três marricas, freguesia de Vale de Frades, con- de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2723, sendo de
Bernardete Isabel C. Simões Afonso nial, a que atribuem o valor de cinco euros.
celho de Vimioso, composto por cultura de centeio, lameiro, pastagem e cin- 36,63 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros.
12) Prédio rústico, sito em Valverde freguesia de Vale Benfeito, concelho
co freixos, com a área de cinquenta e um mil oitocentos e cinquenta metros 18 – Prédio rústico, sito em Cortinhas do Trigo, freguesia de Vale de Fra-
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos se- de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada três anos, oito
quadrados, a confrontar do norte com Belmiro Porto Pires do nascente com des, concelho de Vimioso, composto por horta e um negrilho, com a área de
guintes bens: castanheiros, com a área de cinco mil novecentos e sessenta e quatro metros
Marra de Serapicos, do sul com estrada e do poente com António Miranda novecentos metros quadrados, a confrontar do norte com Alberto Matos Mi-
1) METADE do Prédio rústico, sito em Prado de Bornes, freguesia de Va- quadrados, a confrontar do norte com proprietário, do nascente com Caroli-
Pêra, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas ins- randa, do nascente com caminho, do sul com Abel do Nascimento Pires e do
le Benfeito, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por lameiro com no Augusto Rodrigues, do sul com Abílio Joaquim Sampaio e do poente com
crito na matriz respectiva, sob o artigo 2504, sendo de 147,71 euros o seu poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial de
vinte e quatro árvores para lenha, com a área de doze mil e dezanove metros Tereza Silva, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo
valor patrimonial, a que atribuem o valor de cento e cinquenta euros. Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2750, sendo de 2,37
quadrados, a confrontar do norte com Acácio José Pinto, do nascente com de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1398, sendo de
6 – Prédio rústico, sito em Quintanela, freguesia de Vale de Frades, con- euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
caminho, do sul com Termo de Bornes e do poente com Nuno Pimentel, não 15,11 euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de vinte euros.
celho de Vimioso, composto por horta e pastagem, com a área de três mil 19 – Prédio rústico, sito em Presas, freguesia de Vale de Frades, concelho
descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas 13) METADE do Prédio rústico, sito em Quinta do Calveiro, freguesia de
e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com caminho do nas- de Vimioso, composto por cultura de centeio e pastagem, com a área de doze
inscrito na matriz respectiva sob o artigo 337, sendo de 142,31 euros, o seu Vale Benfeito, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por vinha com
cente com Aquilino Miranda, do sul com rio e do poente com José Claudi- mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Rodri-
valor patrimonial, a que atribuem o valor de cento e quarenta e cinco euros. trezentas cepas, uma oliveira, com a área de seiscentos e setenta metros qua-
no Preto, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas gues do nascente com José Agostinho Parreira, do sul com ribeiro e do po-
2) METADE do Prédio rústico, sito em Vale de Agrade, freguesia de Va- drados, a confrontar do norte com Bernardino Aniceto, do nascente com Ri-
inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2546, sendo de 39,76 euros o seu ente com Teresa Parreira, não descrito na Conservatória do Registo Predial
le Benfeito, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por lameiro com beiro, do sul com José Joaquim Lopes Cunha, e do poente com Manuel An-
valor patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros. de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 3204, sendo de
sete árvores de lenha, com a área de dez mil metros quadrados, a confron- tónio Gradissimo, descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo
7 – Prédio rústico, sito em Linhaço, freguesia de Vale de Frades, concelho 11,64 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quinze euros.
tar do norte com António Augusto Rodrigues, do nascente com Albano Arti- de Cavaleiros sob o número quinhentos e setenta e nove, da referida fregue-
de Vimioso, composto por lameiro, pastagem, pinhal, mata, cinco negrilhos 20 – Prédio rústico, sito em Vale de Freixos, freguesia de Vale de Frades,
lheiro, do sul com Sebastião Maria Tomé e do poente com Francisco Inácio sia de Val Benfeito, onde se mostra registada a aquisição de metade a favor
e cinco freixos, com a área de vinte e dois mil seiscentos e noventa metros concelho de Vimioso, composto por lameiro com sessenta freixos, com a
da Fonte, descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cava- de Valdemiro José Falcão Lopes conforme inscrição AP três de 2000/11/06,
quadrados, a confrontar do norte com junta de freguesia do nascente com área de cinco mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com
leiros sob o número quatrocentos e oitenta e nove, da referida freguesia de inscrito na matriz respectiva sob o artigo 136, sendo de 16,91 euros, o seu
caminho, do sul com junta de freguesia e do poente com Isabel Maria Pires, caminho do nascente com Abel do Nascimento Pires, do sul com Acácio
vale benfeito, onde se mostra registada a aquisição de metade a favor de Jor- valor patrimonial, a que atribuem o valor de vinte euros.
não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito Ferreira e do poente com Abel do Nascimento Pires, não descrito na Con-
ge Augusto Falcão Lopes, conforme inscrição AP sete de 1999/10/29, e ins- 14) Prédio rústico, sito em Areais, freguesia de Vale Benfeito, concelho
na matriz respectiva, sob o artigo 2665, sendo de 117,33 euros o seu valor servatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva,
crito na matriz respectiva sob o artigo 2143, sendo de 51,03 euros, o seu va- de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada quatro anos,
patrimonial, a que atribuem o valor de cento e vinte euros. sob o artigo 3495, sendo de 68,52 euros o seu valor patrimonial, a que atri-
lor patrimonial, a que atribuem o valor de cinquenta e cinco euros. com a área de cinco mil e cem metros quadrados, a confrontar do norte com
8 – Prédio rústico, sito em Eiras, freguesia de Vale de Frades, concelho de buem o valor de setenta euros.
3) Prédio rústico, sito em Lamela, freguesia de Vale Benfeito, concelho Constança dos Anjos Pereira, do nascente e do poente com Abílio Joaquim
Vimioso, composto por lameiro, pastagem, cinco negrilhos e cinco freixos, Que entrou na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e oitenta e
de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada dois anos e Carvalho e do sul com Valentim Cunha, não descrito na Conservatória do
com a área de três mil quinhentos e oitenta metros quadrados, a confron- quatro por partilha verbal da herança aberta por óbito de Manuel António Mi-
quatro oliveiras, com a área de sete mil e trinta e dois metros quadrados, a Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva
tar do norte com Manuel Joaquim, do nascente com Abílio Augusto Preto, randa, residente que foi na referida freguesia de Vale de Frades, sem que no
confrontar do norte com Francisco Lopes, do nascente com António Lopes, sob o artigo 1890, sendo de 2,69 euros, o seu valor patrimonial, a que atri-
do sul com Abílio Augusto Preto e do poente com caminho, não descrito na entanto ficasse a dispor de título formal que lhe permita, o respectivo registo
do sul com Augusto Rodrigues e do poente com Augusto César Sampaio, buem o valor de cinco euros.
Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respec- na Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo, entrou na posse e frui-
não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, 15) Prédio rústico, sito em Vale de Ferreiros, freguesia de Vale Benfeito,
tiva, sob o artigo 2687, sendo de 18,75 euros o seu valor patrimonial, a que ção dos identificados prédios, em nome próprio, posse assim detém há mui-
mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 494, sendo de 12,57 euros, o concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para trigo cada dois
atribuem o valor de vinte euros. to mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quinze euros. anos, com a área de cinco mil e quatrocentos metros quadrados, a confron-
9 – Prédio rústico, sito em Eira Entre Caminhos, freguesia de Vale de Fra- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, os-
4) METADE do Prédio rústico, sito em Prado Acho, freguesia de Vale tar do norte com Francisco Lopes da Cunha, do nascente com João de Deus
des, concelho de Vimioso, composto por cultura de centeio, com a área de oi- tensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e com
Benfeito, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para cen- Cruz, do sul com Luísa Martins D’Almeida  e do poente com Maria Valpra-
to mil quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com caminho do aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeadamente, amanhan-
teio cada dois anos, duas oliveiras, com a área de três mil setecentos doze dinhos, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Ca-
nascente com Manuel Torrão Xavier, do sul com Manuel dos Santos Martins do-os, adubando-os, cultivando-os e colhendo os seus frutos, agindo sem-
metros quadrados, a confrontar do norte com Alfredo Sequeiro, do nascente valeiros, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 798, sendo de 18,85
e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial pre por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, quer
com e do poente com caminho e do sul com Joaquim Bernardino, não des- euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de vinte euros.
de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2723, sendo de usufruindo como tal o imóvel, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer
crito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas 16) Prédio rústico, sito em Moutinhos, freguesia de Vale Benfeito, con-
36,63 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros. suportando os respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas con-
inscrito na matriz respectiva sob o artigo 288, sendo de 8,83 euros, o seu va- celho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra com oito castanheiros,
10 – Prédio rústico, sito em Cortinhas do Trigo, freguesia de Vale de Fra- tribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira disponibilidade.
lor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. com a área de três mil duzentos e vinte e cinco metros quadrados, a confron-
des, concelho de Vimioso, composto por horta e um negrilho, com a área de Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu
5) Prédio rústico, sito em Prado de Bornes, freguesia de Vale Benfei- tar do norte com Francisco Lopes da Cunha, do nascente com Augusto Cé-
novecentos metros quadrados, a confrontar do norte com Alberto Matos Mi- à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invoca, justificando o seu direi-
to, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio ca- sar Sampaio, do sul e do poente com caminho, não descrito na Conservató-
randa, do nascente com caminho, do sul com Abel do Nascimento Pires e do to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição
da dois anos, doze árvores de lenha e duas de fruto, com a área de dois mil ria do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz res-
poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial de não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial.
quatrocentos e noventa e seis metros quadrados, a confrontar do norte com pectiva sob o artigo 1480, sendo de 3,14 euros, o seu valor patrimonial, a
Ribeiro, do nascente com Manuel António Gradissimo, do sul com Águe- que atribuem o valor de cinco euros.
da Silva e do poente com Alfredo Agostinho Lopes, não descrito na Con- 16) Prédio rústico, sito em Lamela, freguesia de Vale Benfeito, conce-
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão tual no lugar e freguesia dita de Matela, feito em dia e mês que não podem servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respecti- lho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio e uma arvo-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 precisar do ano de mil novecentos e cinquenta e seis com os demais herdei- va sob o artigo 321, sendo de 3,14 euros, o seu valor patrimonial, a que atri- re, com a área de três mil cento e oitenta e cinco metros quadrados, a con-
CARTÓRIO NOTARIAL ros, Maria Rosa Rodrigues Martins e Domingos António Rodrigues Mar- buem o valor de cinco euros. frontar do norte com caminho, do nascente com Francisco inácio Forte, do
DE VIMIOSO tins, ambos então solteiros, maiores e residentes no mesmo lugar de Matela, 6) Prédio rústico, sito em Pousadouro freguesia de Vale Benfeito, con- sul com Bernardino José Aniceto e do poente com Luísa Martins de Almei-
partilha não formalizada por título válido. celho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada qua- da, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Cavalei-
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO Que, porém, desde essa data, portanto há mais de vinte anos, os justifi- tro anos, com a área de mil oitocentos e setenta e cinco metros quadrados, ros, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 498, sendo de 2,99 euros,
Certifico, para efeitos de publicação, que, no dia vinte de Setembro de cantes se encontram na posse do dito prédio, posse que sempre exerceram a confrontar do norte com Maria Amélia Pereira, do nascente com Manuel o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros.
dois mil e dez, no Cartório Notarial de Vimioso, a cargo da Notária Ivete sem interrupção e ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente, Lasarão, do sul com José Rodrigues Paçô e do poente com Maria Amélia Que entraram na posse e composse dos referidos prédios, em mil nove-
da Piedade Lopo Montês Ferreira, foi lavrada uma escritura de justificação, praticando sobre ele, inicialmente, todos os actos materiais de uso e apro- D’Oliveira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de centos e oitenta e seis, os primeiros sete por doação verbal que deles lhes
exarada de folhas quarenta e uma e seguintes do Livro de Notas Para Escri- veitamento agrícola, designadamente, semeando-o, adubando-o, lavrando- Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 590, sendo de 1,35 fizeram José Augusto Ventura e os restantes por partilha verbal da heran-
turas Diversas número “trinta e seis-D” em que foram justificantes: o e colhendo os produtos semeados, posteriormente efectuando trabalhos de euros, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. ça aberta por óbito de Manuel António Lopes, residentes que foram na fre-
JOSÉ MARIA RODRIGUES MARTINS, NIF 168 039 010, e mulher terraplanagem, escavação de fundações e construção do prédio urbano, so- 7) Prédio rústico, sito em Marco, freguesia de Vale Benfeito, concelho de guesia de Grijó, concelho de Macedo de cavaleiros e na referida freguesia
PALMIRA DA CONCEIÇÃO MARTINS, NIF 157 689 930, casados se- bre o qual exercem actualmente todos os actos materiais de conservação e Macedo de Cavaleiros, composto por terra de centeio cada dois anos, com de Vale Benfeito, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que
gundo o regime de comunhão geral de bens, ambos naturais da freguesia uso, tais como habitando-o, cuidando-o e usando-o, nele guardando os seus a área de dois mil duzentos e cinco metros quadrados, a confrontar do nor- lhes permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas,
de Matela, concelho de Vimioso, lugar onde residem, no Bairro da Senho- móveis, utensílios e demais bens, fazendo as necessárias obras de repara- te com Manuel Artilheiro, do nascente com Francisco Caldeira, do sul com desde logo, entraram na posse, composse e fruição dos identificados pré-
ra, tendo declarado que: ção e conservação, aproveitando, assim, dele todas as suas corresponden- José de Limãos e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do dios, em nome próprio, posse e composse que assim detêm há muito mais de
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, de um tes utilidades e pagando todos os encargos por ele devidos, agindo sem- Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respecti- vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
prédio urbano composto por casa de rés-do-chão e primeiro andar, com a su- pre como seus proprietários, quer na sua fruição, quer no suporte dos seus va sob o artigo 637, sendo de 4,64 euros, o seu valor patrimonial, a que atri- Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência e sem
perfície coberta de cento e vinte metros quadrados, sito na Rua da Senho- encargos, tudo isso realizado à vista de toda a gente, de forma continua- buem o valor de cinco euros. oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome
ra do Despacho, freguesia de Matela, concelho de Vimioso, que confronta da e ininterrupta desde o seu início, sem qualquer oposição ou obstáculo 8) Prédio rústico, sito em Marco, freguesia de Vale Benfeito, concelho de próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeada-
do norte com João Batista Fernandes, do sul com António dos Santos Vei- de quem quer que seja e sempre no convencimento de o fazerem em coisa Macedo de Cavaleiros, composto por terra para trigo cada dois anos e de- mente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os e colhendo os seus fru-
ga, do nascente com rua pública e do poente com João de Deus Alves, ins- própria, tendo, assim, exercido sobre o identificado prédio urbano, durante zasseis arvores para lenha, com a área de dois mil e quarenta metros quadra- tos, agindo sempre por forma correspondente ao exercício do direito de pro-
crito na respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 524, mais de vinte anos e com o conhecimento da generalidade das pessoas vi- dos, a confrontar do norte e do poente com Francisco Caldeira, do nascen- priedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus
com o valor -patrimonial e atribuído de quatro mil seiscentos e quarenta eu- zinhas, uma posse pacífica, contínua e pública, pelo que adquiriram o mes- te com Maximina Silva e do sul com Belmiro Silva, não descrito na Conser- rendimentos, quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagan-
ros e trinta e sete cêntimos, ainda não descrito na Conservatória do Regis- mo por usucapião, que expressamente invocam para efeitos de primeira ins- vatória do Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz do as respectivas contribuições e impostos, mantendo-o sempre na sua in-
to Predial de Vimioso. crição no registo predial, não dispondo, todavia, dado o modo de aquisição, respectiva sob o artigo 639, sendo de 8,83 euros, o seu valor patrimonial, a teira disponibilidade.
Que adquiriram o identificado prédio em virtude de o terem construído de título que, pelos meios normais, lhes permita fazer a prova do seu direi- que atribuem o valor de dez euros. Que esta posse e composse em nome próprio, pacífica, contínua e públi-
por volta do ano de mil novecentos e setenta e nove, num prédio rústico cujo to de propriedade perfeita. 9) Prédio rústico, sito em Vale de Ferreiros, freguesia de Vale Benfeito, ca, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justifi-
artigo desconhecem, adquirido por acordo de partilha da herança aberta por Cartório Notarial de Vimioso, vinte de Setembro de dois mil e dez. concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para trigo cada dois cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta
óbito dos pais do justificante marido, João Batista Martins e mulher Ado- A Ajudante, anos, com a área de quatro mil e setenta metros quadrados, a confrontar do forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título for-
sinda da Anunciação Rodrigues, que tiveram a sua última residência habi- Maria do Céu Ramos de Freitas Paredes norte com Francisco da Fonte, do nascente com João de Deus Cruz, do sul mal extrajudicial.

34 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão gança, composto por cultura, com a área de dois mil e cem metros quadra- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão so e do poente com Lucinda da Conceição Pires, não descrito na Conserva-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 dos, a confrontar do norte com Adriano Augusto Pais, do nascente com Jo- n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 tória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob
Com o arquivo do antigo sé Maria Dias, do sul com António Augusto Gonçalves e do poente com Jo- Com o arquivo do antigo o artigo 3990, sendo de 1,76 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem
CARTÓRIO NOTARIAL sé Maria Lopes Reitor, não descrito na Conservatória do Registo Predial de CARTÓRIO NOTARIAL o valor de cinco euros.
DE BRAGANÇA Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2068, sendo de DE BRAGANÇA 8. Prédio rústico, sito na Vale Coprom, freguesia de Carrazedo, concelho de
2,02 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. Bragança, composto por cultura, com a área de novecentos metros quadrados,
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO 8 – Prédio rústico, sito em Vale Martinho, freguesia de Rio Frio, conce- EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO a confrontar do norte com João Manuel Gonçalves, do nascente com Manuel
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- lho de Bragança, composto por cultura e pastagem, com a área de doze mil Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- António Pires do sul com António dos Santos Pires Degueixada e do poente
vrada no dia vinte e um de Setembro de dois mil e dez no Cartório Nota- setecentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel vrada no dia vinte e dois de Setembro de dois mil e dez no Cartório Nota- com Benedito Máximo Pires, não descrito na Conservatória do Registo Pre-
rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Ave- Joaquim Miranda, do nascente com António Jesus Anes Ruão, do sul com rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Ave- dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4042, sendo
nida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de noventa e seis Domingos Brás e do poente com Raul José Lopes, não descrito na Conser- nida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de cento e doze de 0,38 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
folhas noventa  e nove verso, do livro de notas para escrituras diversas nú- vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, a folhas cento e dezasseis do livro de notas para escrituras diversas número 9. Prédio rústico, sito em Marco, freguesia de Carrazedo, concelho de
mero “Treze –G” “ANTÓNIO MANUEL BRAZ e mulher HELENA DA sob o artigo 2103, sendo de 9,18 euros o seu valor patrimonial, a que atri- “TREZE-G” “ALEXANDRE HERCULANO DA GRAÇA e mulher MA- Bragança, composto por cultura, com a área de sete mil e quinhentos me-
GLÓRIA DA VEIGA PISSARRO, casados sob o regime de comunhão ad- buem o valor de dez euros. RIA DA CONCEIÇÃO ALVES DA SILVA, casados sob o regime da comu- tros quadrados, a confrontar do norte com Faustino Augusto Rodrigues, do
quiridos, ele natural da freguesia de Rio Frio, concelho de Bragança e ela 9 – Prédio rústico, sito em Trapa, freguesia de Rio Frio, concelho de Bra- nhão de adquiridos, ele natural da freguesia de Carrazedo, concelho de Bra- nascente com Conceição do Rosário Pires do sul com junta de freguesia e
da freguesia de Santulhão, concelho de Vimioso, residentes na referida fre- gança, composto por pastagem, com a área de mil quatrocentos e vinte me- gança e ela natural da freguesia de Pousada concelho de Braga, residentes na do poente com António do Nascimento Fontes, não descrito na Conserva-
guesia de Rio Frio, NIS 157 483 940 e 165 247 908”, fizeram as declara- tros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Nascimento Pires, do rua de Reais, n.º 40 freguesia de Crespos, concelho de Braga, NIF 169 503 tória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob
ções constantes desta certidão, que com esta se compõe de seis laudas e vai nascente com Ana Maria Pires, do sul com Confraria das Almas e do poen- 224 e 200 288 709, fizeram as declarações constantes desta certidão, que o artigo 4334, sendo de 7,04 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem
conforme o original te com Antónia Conceição Miranda Meneses, não descrito na Conservató- com esta se compõe de seis laudas e vai conforme o original. o valor de dez euros.
Bragança, Cartório Notarial, vinte e um de Setembro de dois mil e dez. ria do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob Bragança, Cartório Notarial, vinte e dois de Setembro de dois mil e dez. 10. Prédio rústico, sito em Fontainho, freguesia de Carrazedo, concelho
A Colaboradora Autorizada, o artigo 2191, sendo de 1,01  euros o seu valor patrimonial, a que atribuem A Colaboradora Autorizada, de Bragança, composto por lameiro horta, cultura, pastagem, seis castanhei-
Bernardete Isabel C. Simões Afonso o valor de cinco euros. Bernardete Isabel C. Simões Afonso ros e quatro negrilhos, com a área de doze mil seiscentos e cinquenta metros
10 – Prédio rústico, sito em Cêpo, freguesia de Rio Frio, concelho de Bra- quadrados, a confrontar do norte com João Batista Gomes, do nascente com
Que, são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos gança, composto por vinha, com a área de mil e quatrocentos metros qua- Que, são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos Maria Cândida Ferreira do sul com Elvira da Assunção Gonçalves e do poen-
seguintes bens: drados, a confrontar do norte com Basílio Augusto Miranda, do nascen- seguintes bens: te com César Augusto Vaz, não descrito na Conservatória do Registo Predial
1 – Prédio rústico, sito em Queiredo, freguesia de Rio Frio, concelho de te com Maria Alice Vara Miranda, do sul com  António João Ferreira e do 1. Prédio rústico, sito em Souto de Rio Mau, freguesia de Carrazedo, con- de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4549, sendo de
Bragança, composto por pastagem, com a área de dois mil quatrocentos e poente com Manuel António Fernandes, não descrito na Conservatória do celho de Bragança, composto por Castinçal, com a área de quatrocentos e 64,11 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de setenta euros.
vinte metros quadrados, a confrontar do norte com junta de freguesia, do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o arti- cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com César Augusto Fer- 11. Prédio rústico, sito em Penas de Alvo, freguesia de Carrazedo, conce-
nascente com Maria Georgina Vaz, do sul com Manuel Anjos Afonso e do go 2402, sendo de 9,93 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o va- reira, do nascente com caminho, do sul com H. José Manuel e do poente lho de Bragança, composto por pastagem e quatro negrilhos, com a área de
poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial de lor de dez euros. com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragan- quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com ribeiro, do nascen-
Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 150, sendo de 1,01 11 – Prédio rústico, sito na Fonte do Pereiro, freguesia de Rio Frio, con- ça, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2280, sendo de 4,27 euros te com Maurício Aníbal dos Ramos do sul com junta de freguesia e do poen-
euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. celho de Bragança, composto por vinha e cultura, com a área de onze mil o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. te com José Augusto Afonso, não descrito na Conservatória do Registo Pre-
2 – Prédio rústico, sito em Queiredo, freguesia de Rio Frio, concelho de e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com Maria Alice Vara Mi- 2. Prédio rústico, sito em Ranhadouro, freguesia de Carrazedo, concelho dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4990, sendo
Bragança, composto por cultura, com a área de mil trezentos e cinquenta randa e outro, do nascente com caminho, do sul com José António Ferrei- de Bragança, composto por cultura, com a área de quatro mil novecentos e de 0,50 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
metros quadrados, a confrontar do norte com José Maria Lopes, do nascen- ra e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Pre- noventa metros quadrados, a confrontar do norte com caminho, do nascente 12. Prédio rústico, sito em Junça, freguesia de Carrazedo, concelho de
te com Genoveva Fernandes, do sul com junta de freguesia e do poente com dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2510, sen- com caminho, do sul com Francisco Nunes e do poente com Francisco Nu- Bragança, composto por lameiro e três negrilhos, com a área de duzentos
Basílio Augusto Miranda, não descrito na Conservatória do Registo Predial do de 263,21 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de du- nes, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins- metros quadrados, a confrontar do norte com António do Nascimento Fon-
de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 231, sendo de zentos e sessenta e cinco euros. crito na matriz respectiva, sob o artigo 3927, sendo de 8,05 euros o seu va- tes, do nascente com José Manuel Gonçalves do sul com caminho e do po-
3,27 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. 12 – Prédio rústico, sito em Lamas, freguesia de Rio Frio, concelho de lor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. ente com Josefina da Graça, não descrito na Conservatória do Registo Pre-
3 – Prédio rústico, sito em Gamelo, freguesia de Rio Frio, concelho de Bragança, composto por pastagem, com a área de três mil novecentos e no- 3. Prédio rústico, sito em Fontainho, freguesia de Carrazedo, concelho de dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 5609, sendo
Bragança, composto por cultura, com a área de novecentos e sessenta me- venta e quatro metros quadrados, a confrontar do norte com Domingos Au- Bragança, composto por lameiro horta, cultura, pastagem, seis castanheiros de 0,63 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
tros quadrados, a confrontar do norte com caminho, do nascente com Fran- gusto Anes, do nascente com João Batista Ferreira, do sul com Raul José e quatro negrilhos, com a área de doze mil seiscentos e cinquenta metros 13. Prédio rústico, sito em Lameira, freguesia de Carrazedo, concelho
cisco António Esteves, do sul com ribeiro e do poente com Olímpio Nasci- Lopes e do poente com Manuel Nascimento Pires, não descrito na Conser- quadrados, a confrontar do norte com João Batista Gomes, do nascente com de Bragança, composto por cultura, com a área de mil metros quadrados, a
mento Miranda, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bra- vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, Maria Cândida Ferreira, do sul com Elvira da Assunção Gonçalves e do poen- confrontar do norte com estrada, do nascente com estrada do sul com Cre-
gança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 660, sendo de 34,70 sob o artigo 3672, sendo de 2,51 euros o seu valor patrimonial, a que atri- te com César Augusto Vaz, não descrito na Conservatória do Registo Predial milde dos Anjos Pires e do poente com António Caetano Pires, não descri-
euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de trinta e cinco euros. buem o valor de cinco euros. de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4549, sendo de to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz
4 – Prédio rústico, sito em ribeiro, freguesia de Rio Frio, concelho de Bra- Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e oiten- 64,11 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de setenta euros. respectiva, sob o artigo 6120, sendo de 1,01 euros o seu valor patrimonial, a
gança, composto por lameiro, com a área de seiscentos e oitenta metros qua- ta, o inscrito na matriz sob o artigo 870, por compra verbal que deles fizeram 4. Prédio rústico, sito na Quinta, freguesia de Carrazedo, concelho de Bra- que atribuem o valor de cinco euros.
drados, a confrontar do norte com Manuel Santos Pires, do nascente com Rui Ferreira Biscaia Godinho, residente em Bragança e os restantes por par- gança, composto por pastagem, com a área de mil quatrocentos e noventa Que os seus representados entraram na posse dos referidos prédios, cin-
Manuel Joaquim Miranda, do sul com caminho e do poente com Manuel tilha verbal da herança aberta por óbito de1 Merência Elvira Brás, residente metros quadrados, a confrontar do norte com João Carolino Gonçalves, do co em mil novecentos e oitenta e quatro, os primeiros cinco por partilha ver-
Anjos Afonso, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragan- que foi na referida freguesia de Rio Frio, sem que no entanto ficassem a dis- nascente com João Manuel Gonçalves, do sul com José Manuel Pires Caeta- bal da herança aberta por óbito de José Marino da Graça, residente que foi
ça, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 781, sendo de 18,85 euros por de título formal que lhes permita, o respectivo registo na Conservatória no e do poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Pre- na referida freguesia de Carrazedo, no lugar de Alimonde e os restantes por
o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de vinte euros. do Registo Predial; mas, desde logo, entraram na posse e fruição dos identi- dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4574, sendo compra verbal que deles fizeram a José Pires Marinho da Graça, residente
5 – Prédio rústico, sito em Canada, freguesia de Rio Frio, concelho de ficados prédios, em nome próprio, posse assim que detêm há muito mais de de 0,63 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. no referido lugar de Alimonde, sem que no entanto ficassem a dispor de títu-
Bragança, composto por cultura com seis macieiras, com a área de quatro vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. 5. Prédio rústico, sito em Senalhão, freguesia de Carrazedo, concelho de lo formal que lhes permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo
mil novecentos e dez metros quadrados, a confrontar do norte com Raul José Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, os- Bragança, composto por cultura e pastagem, com a área de dez mil metros Predial; mas, desde logo, entraram na posse e fruição dos identificados pré-
Lopes, do nascente com Manuel Anjos Afonso, do sul com junta de freguesia tensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e com quadrados, a confrontar do norte com Carolino Augusto Pires, do nascen- dios, em nome próprio, posse que assim detêm há muito mais de vinte anos,
e do poente com junta de freguesia, não descrito na Conservatória do Registo aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeadamente, fazendo te com Fernando Manuel Pires do sul com Ana Maria da Costa e do poen- sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 870, sendo obras de melhoramento e habitando-os, guardando ali os seus haveres e di- te com junta de freguesia, não descrito na Conservatória do Registo Predial Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, os-
de 28,41 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de trinta euros. versos bens móveis, agindo sempre por forma correspondente ao exercício de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 5856, sendo de tensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e com
6 – Prédio rústico, sito em Vale de Ampaio, freguesia de Rio Frio, conce- do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer bene- 7,67 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeadamente, fazen-
lho de Bragança, composto por lameiro com seis freixos e pastagem, com a ficiando dos seus rendimentos, quer suportando os respectivos encargos e as 6. Prédio rústico, sito em Ranhadouro, freguesia de Carrazedo, concelho do obras de melhoramento e habitando-os, guardando ali os seus haveres
área de  nove mil novecentos e trinta metros quadrados, a confrontar do nor- referidas obras de melhoramento e conservação, quer ainda pagando as res- de Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e trezentos metros e diversos bens móveis, agindo sempre por forma correspondente ao exer-
te com Basílio Martins, do nascente com caminho, do sul com Cândido Au- pectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira dis- quadrados, a confrontar do norte com Bernardino Augusto Pires, do nascente cício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer
gusto Pires e do poente com Cândido Augusto Pires, não descrito na Con- ponibilidade. Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e públi- com Josefina da Graça do sul com Otília Vaz Fernandes e outros e do poente beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os respectivos encar-
servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respecti- ca, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justifi- com António João Gonçalves, não descrito na Conservatória do Registo Pre- gos e as referidas obras de melhoramento e conservação, quer ainda pagan-
va, sob o artigo 1044, sendo de  12,82 euros o seu valor patrimonial, a que cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 3911, sendo do as respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua in-
atribuem o valor de quinze euros. forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título for- de 2,14 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. teira disponibilidade.
7 – Prédio rústico, sito em Borda, freguesia de Rio Frio, concelho de Bra- mal extrajudicial. 7. Prédio rústico, sito em Bogalheiro, freguesia de Carrazedo, concelho Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu à
de Bragança, composto por cultura, com a área de mil e oitocentos metros aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justificando o seu direi-
quadrados, a confrontar do norte com herdeiros de Gracinda Gonçalves, do to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição
nascente com Ana Maria Gomes do sul com José Manuel Bernardo Afon- não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial.
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão tros quadrados, a confrontar do norte com Florinda Martins, do sul e do nas-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 cente com Rua Pública e do poente com Maria Fernandes, não descrito na
Com o arquivo do antigo Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respec-
CARTÓRIO NOTARIAL tiva, sob o artigo 715, sendo de 19.190,00 euros o seu valor patrimonial, a J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão por contratos de permuta, doação e compra e venda meramente verbais,
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 nunca tendo chegado a realizar as necessárias escrituras públicas.
DE BRAGANÇA que atribuem igual valor.
Que os seus representados, entraram na posse do identificado prédio, em NOTÁRIO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO mil novecentos e oitenta e seis, por partilha verbal da herança aberta  por MANUEL JOÃO domínio dos mencionados prédios.
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- óbito de José de Sousa Moreiras e Delmina da Conceição Gama, que foram SIMÃO BRAZ Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
vrada no dia vinte e quatro de Setembro de mil do, no então Cartório No- residentes na referida freguesia de Matela, sem que no entanto ficassem a oitenta, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas as utili-
tarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito em dispor de título formal que lhes permita, o respectivo registo na Conservató- EX T R AC TO dades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-os, cul-
Bragança, exarada de cento e quarenta e quatro a folhas cento e quarenta ria do Registo Predial; mas, desde logo, entraram na posse e fruição do iden- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura tivando-os, colhendo os seus frutos e produtos e efectuando diversas benfei-
e seis do livro de notas para escrituras diversas número “TREZE-G” FER- tificado prédio, em nome próprio, posse que assim detêm há muito mais de de hoje, exarada de folhas cento e oito a cento e dez do respectivo livro nú- torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
NANDO GAMA SOUSA MOREIRAS e mulher MARIA AMÉLIA AL- vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. mero cento e setenta e sete, EURICO MANUEL DA SILVA ALVES, NIF sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tais pré-
VES DA COSTA MOREIRAS, casados sob o regime da comunhão de ad- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, 106 472 321, e mulher GUILHERMINA ALVES FERREIRA, NIF 106 472 dios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo
quiridos, ele natural da freguesia de Matela, concelho de Vimioso, ela na- ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e 330, casados sob o regime da comunhão geral, naturais ele de França, ela reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar di-
tural da freguesia de Rio Caldo, concelho de Terras de Bouro, residentes com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, nomeadamente, fa- da freguesia de Mós, onde residem no Lugar de Paço de Mós, concelho de reito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente,
em 14, rue Ronsard, 78, 7300 ST Arnould em Yvelines em França, NIFS zendo obras de melhoramento e habitando-o, guardando ali os seus haveres Bragança, declararam: à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
189 064 897 e 189 064 889, fizeram as declarações constantes desta cer- e diversos bens móveis, agindo sempre por forma correspondente ao exer- Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos pré- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
tidão, que com esta se compõe de duas laudas e vai conforme o original. cício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal o imóvel, quer dios a seguir identificados, todos localizados na freguesia de Mós, conce- cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos
Bragança, Cartório Notarial, vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez. beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os respectivos encar- lho de Bragança: prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de
A Colaboradora, gos e as referidas obras de melhoramento e conservação, quer ainda pagan- número um – prédio rústico, composto de lameiro com freixos, com a ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta de-
Bernardete Isabel C. Simões Afonso do as respectivas contribuições e impostos, mantendo-o sempre na sua in- área de mil e duzentos metros quadrados, sito em “Pontões”, a confrontar de claração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
teira disponibilidade. norte com caminho, sul com ribeiro, nascente com José Luís Alves e poente Está conforme.
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem do pré- Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu com Eurico Manuel Alves, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1968, Bragança, 21 de Setembro de 2010.
dio urbano, sito na Rua da Portela, freguesia de Matela, concelho de Vimio- à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, justificando o seu direi- com o valor patrimonial tributário de €20,99 e o atribuído de dez euros; A Colaboradora Autorizada,
so, composto casa de habitação de res do chão e primeiro andar, com a área to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição número dois – prédio rústico, composto de horta, com a área de duzen- Elisabete Maria C. Melgo
de cento e quatro metros quadrados, e logradouro com a área de dois me- não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial. tos metros quadrados, sito em “Veiga”, a confrontar de norte com Luís An-
tero Rodrigues, sul com Maria Amélia Afonso, nascente com Eduardo Al-
ves Ferreira e poente com Adélia dos Santos Afonso, inscrito na respecti-

PROCURA-SE
va matriz sob o artigo 2582, com o valor patrimonial tributário de €5,28 e
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão dente à cave direita ampla que se destina a garagem, com 132m2, sita na o atribuído de dez euros;
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010
Alameda Nossa Senhora de Fátima, freguesia e concelho de Macedo de Ca- número três – prédio rústico, composto de terra de pastagem, com a área de
valeiros, em regime de propriedade horizontal, descrita na Conservatória do oitenta metros quadrados, sito em “Veiga”, a confrontar de norte com César
Registo Predial de Macedo de Cavaleiros sob o n.º 1279/19940408.

PROFESSOR(A)
CPN 4009 Augusto Alves, sul com caminho, nascente com Anselmo Aníbal Martins e
PENHORADO EM: 27.01.2006 poente com António Manuel Alves, inscrito na respectiva matriz sob o artigo
Alexandra Gomes INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM: 2635, com o valor patrimonial tributário de €0,13 e o atribuído de dez euros;

DE INGLÊS
Solicitadora de Execução EXECUTADOS: Jorge Manuel Gonçalves Ribeiro e Maria Celina Fer- número quatro – prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área de
nandes Costa Ribeiro, casados no regime da comunhão de adquiridos, re- dois mil e oitocentos metros quadrados, sito em “Prado de Friães”, a confrontar
ANÚNCIO DE VENDA (2.ª e Última Publicação) sidentes na Rua Ester Leal, n.º 4, 5340 Macedo de Cavaleiros, NIF’s de norte e nascente com Irene Ramos Capela, sul com César Augusto Alves e po-
ente com termo de Sortes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 3309, com o

LICENCIADO(A)
154678791 e 134371135, respectivamente.
Processo 883/04.5YYPRT    Execução Ref. Interna: MODALIDADE DA VENDA: Venda mediante propostas em carta fe- correspondente valor patrimonial tributário de €5,97 e o atribuído de dez euros; e
Macedo de Cavaleiros – Tri-    Comum PE-192/2006 chada, a serem entregues na Secretaria do supra mencionado Tribunal, pe- número cinco – prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área de três
bunal Judicial – Secção Única Data: 17-09-2010 los interessados na compra, ficando como data para abertura das propostas o mil e novecentos metros quadrados, sito em “Couteira”, a confrontar de norte
com Magno dos Santos Martins, sul com Eurico Manuel da Silva Alves, nascen-

The English Centre


Exequente: BPN – Banco Português de Negócios, S.A. dia 11 de Outubro de 2010, pelas 09:30 Horas.
Executados: Jorge Manuel Gonçalves Ribeiro e VALOR BASE DA VENDA: 26.000,00 euros. te com caminho e poente com estrada, inscrito na respectiva matriz sob o artigo
Maria Celina Fernandes Costa Ribeiro Será aceite a proposta de melhor preço, acima do valor de 18.200,00 eu- 3214, com o valor patrimonial tributário de €9,05 e o atribuído de dez euros;
não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor-
Agente de Execução, Alexandra Gomes, CP N.º 4009, com endereço
ros, correspondente a 70% do valor base.
Nos termos do n.º 1 do art.º 897.º C. P. Civil “os proponentes devem jun- me certidão que da mesma apresentam.
Que os identificados prédios vieram à posse de ambos no ano de mil no-
Av. João da Cruz, N.º 46
tar à sua proposta, como caução, um cheque visado, à ordem do Agente de
profissional em Av. João da Cruz, n.º 70, Edifício S. José, 2.º Esq. Fren-
te, 5300-178 Bragança. Execução ou, na sua falta, da secretaria, no montante correspondente a 20%
do valor base do bem, ou garantia bancária no mesmo valor”.
vecentos e oitenta, já no estado de casados, pela forma seguinte:
a) o primeiro, por permuta efectuada com António Alves Ferreira, casado, BRAGANÇA
Nos termos do disposto no artigo 890.º do Código de Processo Civil, residente no aludido Lugar de Paço de Mós, freguesia de Mós;

Tel.  932 897 705


anuncia-se a venda do bem adiante designado: A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não b) o segundo, por permuta efectuada com Manuel António Alves Ferrei-
BEM EM VENDA Está pendente oposição à execução Não ra, casado, residente no mesmo Lugar de Paço de Mós;

Tel.  273 919 258


Tipo de Bem: Imóvel c) o terceiro e quarto, foram-lhes doados por Francisco Inácio Ferreira, pai da
Está pendente oposição à penhora Sim
ARTIGO MATRICIAL: art.º 2896 Urbano – Finanças de Macedo de justificante mulher, já falecido, residente que foi no dito Lugar de Paçó de Mós; e
Cavaleiros. A Agente de Execução, d) o quinto, foi-lhes vendido por Frederico dos Anjos Capela, casado, já
DESCRIÇÃO: Fracção Autónoma designada pela letra F, correspon- Alexandra Gomes falecido, residente que foi no citado Lugar de Paçó de Mós, Depois das 21:00 horas)

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 35


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão vela”, com a área de sete mil e duzentos metros quadrados, a confrontar de número vinte e quatro – prédio rústico, composto de terra de cultura com frontar de norte com Ana da Conceição Eiras, sul e poente com Junta de Fre-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 norte e poente com António Gonçalves Pires, sul com José Morais, nascente castanheiros, sito em “Vinha”, com a área de seiscentos metros quadrados, a guesia e nascente com Maria Amélia Valente, inscrito na respectiva matriz sob
NOTÁRIO com Junta de Freguesia, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 288, com o confrontar de norte Adozinda de Jesus Morais, sul com António Maria Gon- o artigo 2260, com o valor patrimonial tributável de €1,13 e idêntico atribuído;
MANUEL JOÃO valor patrimonial tributável de €6,66 e idêntico atribuído; çalves, nascente com caminho e poente com Ana da Purificação Saraiva, ins- número trinta e sete – prédio rústico, composto de pastagem, sito em “De-
SIMÃO BRAZ número doze – prédio rústico, composto de castanheiro, sito em “Vinha”, crito na respectiva matriz sob o artigo 1100, com o valor patrimonial tributá- vesa”, com a área de quatro mil e novecentos metros quadrados, a confrontar
com a área de cento e vinte metros quadrados, a confrontar de norte com Cle- vel de €3,27 e idêntico atribuído; de norte com António Manuel Alves, sul com Maria Amélia Afonso, nascen-
EXTRACTO mentina dos Anjos Fernandes, sul e nascente com António Maria Gonçalves número vinte e cinco – prédio rústico, composto de castanheiro e seu terra- te com Frederico dos Anjos Capela e poente com Magno dos Santos Martins,
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de e poente com Luís Nestor Azevedo, inscrito na respectiva matriz sob o artigo do, sito em “Vinha”, com a área de duzentos metros quadrados, a confrontar de inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2133, com o valor patrimonial tribu-
hoje, exarada de folhas vinte e sete a trinta e quatro do respectivo livro nú- 1247, com o valor patrimonial tributável de €2,02 e idêntico atribuído, que não norte com Nelson Amadeu dos Santos, sul e poente com Maria de Jesus Perei- tável de €1,89 e idêntico atribuído;
mero cento e setenta e sete, CÉLIO MÁRIO GONÇALVES AFONSO, NIF tem qualquer relação com o descrito na Conservatória do Registo Predial des- ra e nascente com António Maria Gonçalves, inscrito na respectiva matriz sob número trinta e oito – prédio rústico, composto de terra de cultura com cas-
130 733 750, e mulher ELISA DA ANUNCIAÇÃO ALVES AFONSO, NIF te concelho sob o número seiscentos e catorze, da mesma freguesia de Santa o artigo 1121, com o valor patrimonial tributável de €6,04 e idêntico atribuído; tanheiros, sito em “Devesa”, com a área de seiscentos metros quadrados, a
130 733 024, casados sob o regime da comunhão geral, naturais da freguesia Comba de Rossas, tratando-se de um prédio totalmente distinto, tendo a atri- número vinte e seis – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em confrontar de norte com Maria Amélia, sul com João Miguel Alves, nascen-
de Mós, residentes na freguesia de Santa Comba de Rossas, à Rua da Igreja, buição deste artigo ocorrido aquando das avaliações à propriedade rústica nes- “Vinha”, com a área de dois mil e setecentos metros quadrados, a confron- te com Silvestre da Conceição Pereira e poente com Aurora da Graça, inscri-
n.º 34, ambas do concelho de Bragança, declararam: te concelho, efectuadas no ano de mil novecentos e setenta e seis; tar de norte caminho, sul com herdeiros de Luciano Augusto Videira, nascen- to na respectiva matriz sob o artigo 1996, com o valor patrimonial tributável
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores e com- número treze – prédio rústico, composto de horta e videiras, sito em “Sal- te com António Alberto dos Santos e poente com Francisco Manuel Pires, ins- de €4,53 e idêntico atribuído;
possuidores, dos bens a seguir identificados: gueiro”, com a área de dois mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar de crito na respectiva matriz sob o artigo 1187, com o valor patrimonial tributá- número trinta e nove – um sétimo indiviso do prédio rústico, composto de
A) Localizados na freguesia de Santa Comba de Rossas, concelho de Bra- norte com Ernesto Castelo, sul com povoação, nascente com Miguel Augus- vel de €13,83 e idêntico atribuído; horta, terra de cultura, pastagem, lameiro e mato, sito em “Capeludo”, com a
gança: to Fernandes e poente com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo número vinte e sete – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em área de cinquenta mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar de norte
número um – prédio rústico, composto de terra de cultura e carvalhal, si- 757, com o valor patrimonial tributável de €12,07 e idêntico atribuído; “Vinha”, com a área de dois mil quinhentos e cinquenta metros quadrados, a com caminho, sul com Maria Amélia Valente, nascente com Junta de Fregue-
to em “Pontões”, com a área de dois mil e cem metros quadrados, a confron- número catorze – prédio rústico, composto de terra de cultura, lameiro, com confrontar de norte, sul e nascente com caminho e poente com Francisco Ma- sia e poente com Alcina Inácia Bragança, inscrito na respectiva matriz sob o
tar de norte e nascente com Rodrigo de Sá Morais, sul com José Eduardo Al- nogueiras, negrilhos e castanheiros sito em “Salgueiro”, com a área de cinco nuel Pires, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1188, com o valor patri- artigo 2233, com o valor patrimonial tributável de €172,33 e idêntico atribuí-
ves e poente com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 3, com mil e duzentos metros quadrados quadrados, a confrontar de norte com Antó- monial tributável de €13,07 e idêntico atribuído; do, sendo compossuidores da restante parte indivisa Noémia Alves, Dina Emí-
o valor patrimonial tributável de €5,03 e idêntico atribuído; nio José Rodrigues Machado, sul e nascente com caminho e poente com Lu- número vinte e oito – prédio rústico, composto de terra de cultura, carvalhal lia Alves, Antero Alves, Dulce Alves, Francisco Alves e Adélia Alves, todos
número dois – prédio rústico, composto de lameiro com carvalhal, sito ciano Augusto Videira, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 728, com o com castanheiros, sito em “Vinha”, com a área de mil setecentos e cinquenta residentes no Lugar de Paço de Mós, da citada freguesia de Mós, pessoas com
em “Pontões”, com a área de doze mil quatrocentos e cinquenta metros qua- valor patrimonial tributável de €63,61 e idêntico atribuído; metros quadrados, a confrontar de norte com termo, sul com Maria de Jesus quem têm vindo a exercer a copmposse sobre o referido prédio;
drados, a confrontar de norte com Francisco Inácio Ferreira, sul com Dr. Ro- número quinze – prédio rústico, composto de horta com videiras, sito em Pereira, nascente com herdeiros de Luciano Augusto Videira e poente com Jo- número quarenta - prédio rústico, composto de pastagem, sito em “Deve-
drigo de Sá Morais, nascente com termo e poente com Abel Alves, inscri- “Salgueiro”, com a área de quatrocentos metros quadrados, a confrontar de sé António Rodrigues, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1311, com o sa”, com a área de dois mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar de
to na respectiva matriz sob o artigo 8, com o valor patrimonial tributável de norte com Agostinho Alexandre Gonçalves, sul e nascente com povoação e valor patrimonial tributável de €3,77 e idêntico atribuído; norte com César Augusto Paula, sul e poente com termo de Rossas e nascen-
€171,83 e idêntico atribuído; poente com Maria de Jesus Pereira, inscrito na respectiva matriz sob o artigo número vinte e nove – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em te com Maria Amélia Afonso, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2134,
número três – prédio rústico, composto de lameiro com freixos, sito em 758, com o valor patrimonial tributável de €6,41 e idêntico atribuído; “Folha de Cima”, com a área de dois mil e cem metros quadrados, a confron- com o valor patrimonial tributável de €1,01 e idêntico atribuído;
“Pontões”, com a área de sete mil e seiscentos metros quadrados, a con- número dezasseis – prédio rústico, composto de castanheiro e seu terra- tar de norte com Clementina dos Anjos Fernandes, sul com ribeira, nascen- C) Localizado na freguesia de Sortes, concelho de Bragança:
frontar de norte com ribeiro, sul e poente com Rodrigo Sá Morais e nascen- do, sito em “Vinha”, com a área de noventa metros quadrados, a confrontar te com João Batista Freixedelo e poente com José Maria da Cunha, inscrito número quarenta e um - prédio rústico, composto de lameiro com carva-
te com Maria Amélia Valente, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 14, de norte com António Joaquim Morais, sul com António Amadeu Gonçalves, na respectiva matriz sob o artigo 1389, com o valor patrimonial tributável de lhos, sito em “Devesa”, com a área de vinte e um mil e duzentos metros qua-
com o valor patrimonial tributável de €152,98 e idêntico atribuído; nascente com António Maria Gonçalves e poente com João Batista Freixede- €10,68 e idêntico atribuído; drados, a confrontar de norte, sul e nascente com Luís dos Santos Miranda e
número quatro – prédio rústico, composto de terra de cultura, lameiro e lo, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 877, com o valor patrimonial tri- número trinta – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Folha poente com Francisco Inácio Rodrigues, inscrito na respectiva matriz sob o ar-
carvalhal, sito em “Pontões”, com a área de doze mil novecentos e cinquenta butável de €2,02 e idêntico atribuído; de Cima”, com a área de cinco mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar tigo 606, com o valor patrimonial tributável de €117,03 e idêntico atribuído;
metros quadrados, a confrontar de norte com Augusto dos Santos Ferreira, número dezassete – prédio rústico, composto de horta com macieiras, sito de norte com herdeiros de João Gonçalves, sul e nascente com Eurico Lopes de não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor-
sul com António Amadeu Gonçalves, nascente com caminho e poente com em “Vinha”, com a área de cinquenta metros quadrados, a confrontar de norte Almeida e poente com Virgílio Madureira, inscrito na respectiva matriz sob o me certidão que da mesma apresentam.
Dr. Rodrigo de Sá Morais, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 22, com com António Maria Madureira, sul com António da Ressurreição Afonso, nas- artigo 1401, com o valor patrimonial tributável de €26,76 e idêntico atribuído; Que os identificados prédio vieram à sua posse, já no estado de casados,
o valor patrimonial tributável de €30,55 e idêntico atribuído; cente com Bernardo Batista Gonçalves e poente com Teresa Madureira, ins- número trinta e um – prédio rústico, composto de terra de cultura com cas- pela forma seguinte:
número cinco – prédio rústico, composto de terra de cultura e lameiro, sito em crito na respectiva matriz sob o artigo 906, com o valor patrimonial tributável tanheiros, sito em “Espigueiro”, com a área de mil e duzentos metros quadra- – os localizados na freguesia de Santa Comba de Rossas, por adjudicação em
“Pontões”, com a área de doze mil e setecentos metros quadrados, a confrontar de €8,55 e idêntico atribuído; dos, a confrontar de norte com Teresa do Menino Jesus Afonso, sul com Gra- partilha efectuada com os demais interessados, por óbito do pai do justifican-
de norte com ribeiro, sul e nascente com herdeiros de Luciano Augusto Videira número dezoito – prédio rústico, composto de pastagem, sito em “Vinha”, ciano dos Santos Rodrigues, nascente com caminho e poente com António te marido, Hermínio dos Santos Afonso, residente que foi na aludida freguesia
e poente com Maria dos Anjos Madureira, inscrito na respectiva matriz sob o com a área de quatrocentos metros quadrados, a confrontar de norte com Fran- Manuel Ratão, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1477, com o valor de Santa Comba de Rossas, partilha essa efectuada no ano de mil novecentos
artigo 55, com o valor patrimonial tributável de €102,82 e idêntico atribuído; cisco Manuel Pires, sul e poente com herdeiros de Bernardo Batista Gonçal- patrimonial tributável de €4,78 e idêntico atribuído; e oitenta e nunca formalizada pela outorga da necessária escritura pública; e
número seis – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Sou- ves e nascente com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 896, número trinta e dois – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em – os localizados nas freguesias de Mós e Sortes, por adjudicação em partilha
tinho”, com a área de três mil e quatrocentos metros quadrados, a confron- com o valor patrimonial tributável de €0,13 e idêntico atribuído; “Espigueiro”, com a área de quinze mil e quatrocentos metros quadrados, a efectuada com os demais interessados, por óbito do pai da justificante mulher,
tar de norte com João Gonçalves, sul com José António Rodrigues, nascen- número dezanove – prédio rústico, composto de terra de cultura e casta- confrontar de norte com Manuel Jerónimo Alves, sul com Miguel Augusto António Manuel Alves, residente que foi no aludido Lugar de Paço de Mós,
te com Francisco Manuel Pires e poente com Lino Cabeças, inscrito na res- nheiros, sito em “Vinha”, com a área de novecentos metros quadrados, a con- Fernandes, nascente com Luciano Augusto Fernandes e poente com Alberto freguesia de Mós, partilha essa efectuada no ano de mil novecentos e oitenta e
pectiva matriz sob o artigo 115, com o valor patrimonial tributável de €3,14 frontar de norte com caminho, sul e nascente com Agostinho Alexandria Gon- Augusto Alves, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1470, com o valor seis e também nunca formalizada pela outorga da necessária escritura pública.
e idêntico atribuído; çalves e poente com João Monteiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo patrimonial tributável de €27,16 e idêntico atribuído; Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o do-
número sete – prédio rústico, composto de lameiro e carvalhal, sito em 942, com o valor patrimonial tributável de €4,53 e idêntico atribuído; número trinta e três – prédio rústico, composto de terra de cultura e carva- mínio dos mencionados bens.
“Silvela”, com a área de quinze mil e novecentos metros quadrados, a con- número vinte – prédio rústico, composto de castanheiros e seu terrado, sito lhal, sito em “Espigueiro”, com a área de cinco mil e duzentos metros quadra- Que, não obstante isso, logo desde meados desses anos de mil novecen-
frontar de norte e nascente com Telmo, sul com João Gonçalves e poente em “Vinha”, com a área de duzentos e noventa metros quadrados, a confrontar dos, a confrontar de norte com Luís Amaral Pereira, sul com Ana Maria Mo- tos e oitenta e mil novecentos e oitenta e seis, passaram a usufruir os referi-
com Dr. Rodrigo Sá Morais, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 251, de norte com João Batista Alves, sul e nascente com António Maria Gonçalves rais, nascente e poente com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo dos terrenos, dois deles em situação de composse, gozando de todas as utilida-
com o valor patrimonial tributável de €31,93 e idêntico atribuído; e poente com Maria de Lurdes Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o 1636, com o valor patrimonial tributável de €11,57 e idêntico atribuído; des por ele proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-os, cultivan-
número oito – prédio rústico, composto de terra de cultura e pastagem, sito artigo 999, com o valor patrimonial tributável de €4,03 e idêntico atribuído; número trinta e quatro – metade indivisa do prédio rústico, composto de do-os, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfeitorias,
em “Silvela”, com a área de quatro mil e seiscentos metros quadrados, a con- número vinte e um – prédio rústico, composto de castanheiros e seu terrado, pastagem, sito em “Vinha”, com a área de mil e quinhentos metros quadra- designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, sempre na
frontar de norte com José Morais, sul com António Augusto Paula, nascente sito em “Vinha”, com a área de seiscentos metros quadrados, a confrontar de dos, a confrontar de norte com herdeiros de Hermínio dos Santos Afonso, sul aludida proporção com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção
com Termo e poente com Maria José de Sá, inscrito na respectiva matriz sob norte e nascente com António Maria Gonçalves, sul com Padre Virgílio Madu- e nascente com caminho e poente com António da Ressurreição Afonso, ins- de tais bens lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal
o artigo 266, com o valor patrimonial tributável de €2,89 e idêntico atribuído; reira e poente com Francisco Manuel Pires, inscrito na respectiva matriz sob o crito na respectiva matriz sob o artigo 898, com o valor patrimonial tributável sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar
número nove – prédio rústico, composto de pastagem e carvalhal, sito em artigo 950, com o valor patrimonial tributável de €8,05 e idêntico atribuído; de €0,25 e idêntico atribuído, sendo compossuidores da restante parte indivi- direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente,
“Silvela”, com a área de mil metros quadrados, a confrontar de norte com número vinte e dois – prédio rústico, composto de terra de cultura com cas- sa, Olema Gonçalves e Jorge Portugal, ambos residentes na aludida freguesia à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
caminho, sul com António Augusto Paula, nascente com termo e poente tanheiro, sito em “Vinha”, com a área de mil e cem metros quadrados, a con- de Santa Comba de Rossas, pessoas com quem têm vindo a exercer com- Que dadas as enunciadas características de tal posse e composse que, da
com Maria José de Sá, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 263, com o frontar de norte, sul e nascente António Maria Gonçalves e poente com José posse sobre o referido prédio; forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio
valor patrimonial tributável de €0,76 e idêntico atribuído; Batista Freixedelo, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1021, com o va- B) Localizados na freguesia de Mos, concelho de Bragança: dos ditos bens por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é suscep-
número dez – prédio rústico, composto de terra de cultura e carvalhal, si- lor patrimonial tributável de €3,02 e idêntico atribuído; número trinta e cinco – prédio rústico, composto de terra de cultura e lamei- tível de ser comprovado por meios normais.
to em “Silvela”, com a área de dezasseis mil e novecentos metros quadra- número vinte e três – prédio rústico, composto de terra de cultura e casta- ro, sito em “Corvo”, com a área de nove mil metros quadrados, a confrontar de Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins de
dos, a confrontar de norte com João Batista Videira, sul com José Morais, nheiro, sito em “Vinha”, com a área de sete mil e seiscentos metros quadrados, norte de António Manuel Alves, sul com Maria Amélia Valente, nascente com primeira inscrição no registo predial.
nascente com Maria José de Sá e poente com Adérito Rodrigues, inscrito a confrontar de norte com António Joaquim Morais, sul com caminho, nascen- Eduardo Ramos e poente com termo de Rossas, inscrito na respectiva matriz sob Está conforme.
na respectiva matriz sob o artigo 270, com o valor patrimonial tributável de te com Manuel António Ratão e poente com António Maria Gonçalves, inscri- o artigo 3279, com o valor patrimonial tributável de €47,01 e idêntico atribuído; Bragança, 16 de Setembro de 2010
€26,27 e idêntico atribuído; to na respectiva matriz sob o artigo 1026, com o valor patrimonial tributável número trinta e seis – prédio rústico, composto de pastagem com castanhei- A Colaboradora Autorizada,
número onze – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Sil- de €25,14 e idêntico atribuído; ro, sito em “Lagoa”, com a área de duzentos e oitenta metros quadrados, a con- Elisabete Maria C. Melgo

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão Emerenciana de Lourdes Portela, já falecida, residente que foi na aludida J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão res”, com a área de setecentos metros quadrados, a confrontar de norte com Zita
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 freguesia de Samil, por contrato compra e venda meramente verbal, nunca n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 Aurora Fernandes, sul com Adelaide Gonçalves, nascente com Amândio do Nas-
NOTÁRIO tendo chegado a realizar a necessária escritura pública. NOTÁRIO cimento Rodrigues e poente com Manuel Seca, inscrito na respectiva matriz sob o
MANUEL JOÃO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o MANUEL JOÃO artigo 163, com o valor patrimonial tributável de €1,76 e o atribuído de dez euros;
SIMÃO BRAZ domínio da mencionada parte indivisa do referido prédio. SIMÃO BRAZ não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme cer-
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos tidão que da mesma apresentam. Que os identificados prédios foram-lhes vendidos
EXTRACTO e oitenta e nove, passaram a usufruir o referido terreno, inicialmente quanto EX T R AC TO no ano de mil novecentos e oitenta e sete, já no estado de casados, pela forma seguinte:
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de a metade e posteriormente na sua totalidade, gozando de todas as utilidades Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de a) o primeiro, o segundo e o terceiro, por Matilde da Conceição, já faleci-
hoje, exarada de folhas setenta e três a setenta e quatro do respectivo livro por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, cultivando- hoje, exarada de folhas cento e cinco a cento e sete do respectivo livro núme- da, residente que foi na aludida freguesia de Pinela; e
número cento e setenta e sete, JOSÉ DOS RAMOS PEREIRA, NIF 194 682 o, colhendo os seus frutos e produtos e efectuando diversas benfeitorias, de- ro cento e setenta e sete, FRANCISCO MANUEL PIRES, NIF 182 051 536 b) o quarto, por Diamantino dos Anjos Fernandes, viúvo, residente na
854, e mulher com MARIA CELESTE FERNANDES VALENTE PEREI- signadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, sempre na e mulher ISABEL DA CONCEIÇÃO BRANCO, NIF 142 038 377, casados mesma freguesia de Pinela; todos por contratos de compra e venda meramen-
RA, NIF 223 879 177, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, aludida proporção com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia de Pinela, onde te verbais, nunca tendo chegado a realizar as necessárias escrituras públicas.
naturais, ele de França, ela da freguesia de Rebordainhos, concelho de Bra- de tal prédio lhes pertencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal residem na Rua da estrada Nacional n.º 41, concelho de Bragança, declararam: Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
gança, residentes no Bairro São Judas Tadeu, Rua do Souto, n.º 22, fregue- sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem le- Que,comexclusãodeoutrem,sãodonoselegítimospossuidoresdosprédiosase- domínio dos mencionados prédios.
sia de Samil, concelho de Bragança, declararam. sar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publica- guiridentificados,todoslocalizadosnafreguesiadePinela,concelhodeBragança: Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de me- mente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. número um – prédio rústico, composto de castanheiros e seu terrado, si- e oitenta e sete, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas
tade indivisa do prédio rústico, composto de cultura e castinçal, com a área Que dadas as enunciadas características de tal posse que da forma indi- to em “Barrosa”, com a área de quinhentos metros quadrados, a confrontar as utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-
de dois mil metros quadrados, sito em “Souto de Cima ”, descrito na Con- cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do dito de norte com Pedro Afonso, sul com Armando dos Santos Pereira, nascente os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas
servatória do Registo Predial de Bragança sob o número dois mil cento e no- bem por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de com Inácio dos Santos Caravela e poente com Armando dos Santos Pereira, benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo as-
venta e dois, onde já se mostra registada a aquisição da restante metade in- ser comprovado por meios normais. inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2166, com o valor patrimonial tri- sim, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tais
divisa a de ambos pela apresentação dois mil quinhentos e noventa e um, de Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins butável de €8,05 e o atribuído de dez euros; prédios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal
oito de Setembro de dois mil e dez, não existindo outras inscrições em vi- de primeira inscrição no registo predial. número dois – prédio rústico, composto por um castanheiro e seu terrado, sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem le-
gor, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1233, com o valor patrimonial Está conforme. sito em “Barrosa”, com a área de duzentos metros quadrados, a confrontar sar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publica-
tributável de €1,39 e o atribuído de cinquenta euros. Bragança, 22 de Setembro de 2010. de norte, nascente e poente com Inácio dos Santos Caravela e sul com Bel- mente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
Que a identificada parte indivisa que pretendem justificar, foi-lhes vendi- A Colaboradora Autorizada, miro Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2174, com o valor Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
da no ano de mil novecentos e oitenta e nove, já no estado de casados, por Elisabete Maria C. Melgo patrimonial tributável de €5,03 e o atribuído de dez euros; cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos
número três – prédio rústico, composto de terra de pastagem com castanhei- prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de
ros, sito em “Cabeço de Outeiro”, com a área de quatro mil e oitocentos me- ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta de-
tros quadrados, a confrontar de norte com Amândio de Carvalho Fernandes, claração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão sada, Vitorina da Conceição Ferreira, viúva, e Ana Maria Morais, casada, to-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 sul com Firmino Manuel Baltazar, nascente com Luís Alberto Rodrigues e po- Está conforme.
das ao tempo residentes no Lugar de Landedo, aludida freguesia de Montou-
ente com Junta de Freguesia, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2388, Bragança, 21 de Setembro de 2010.
NOTÁRIO to, por contrato de compra e venda meramente verbal, nunca tendo chegado
A Colaboradora Autorizada,
com o valor patrimonial tributável de €31,30 e o atribuído de quarenta euros; e
MANUEL JOÃO a realizar a necessária escritura pública.
número quatro – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Ama- Elisabete Maria C. Melgo
SIMÃO BRAZ Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
domínio do mencionado prédio.
EXTRACTO Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão ta que não sabe precisar mas do ano de mil novecentos e sessenta e oito, por
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de e oitenta, passaram a usufruir o referido terreno, gozando de todas as utili- n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 doação meramente verbal de seus pais José Maria Paulo e Maria Ludovina
hoje, exarada de folhas quarenta a quarenta e uma do respectivo livro núme- dades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, culti- Preto, já falecidos e residentes que foram na mencionada freguesia de Pico-
CARTÓRIO NOTARIAL
ro cento e setenta e sete, JOSÉ JOAQUIM FERREIRA, NIF 111 158 060, vando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfei- te, mas não dispõe de qualquer título formal para o registar na conservatória.
e mulher ADÍLIA DO CARMO PIRES FERREIRA, NIF 111 158 168, ca- torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, DE MIRANDA DO DOURO
Que, no entanto, entrou desde essa altura na posse e fruição do mencionado
sados sob o regime da comunhão geral, naturais, ele da freguesia de Mon- sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré- Certifico narrativamente, para efeitos de publicação, que no dia de hoje, prédio, nomeadamente limpando-o, desbastando-o, cultivando-o, colhendo
touto, ela da freguesia de Vinhais, ambas do concelho de Vinhais, Bairro dio lhes pertencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo re- neste Cartório Notarial, foi lavrada uma escritura de Justificação, exarada de os seus frutos e pagando os respectivos impostos, com ânimo de quem exer-
da Previdência, Rua Visconde da Bouça, Bloco B, n.º 7, 3.º Dto., em Bra- conhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito folhas 92 a 93 v.º do respectivo livro n.º 104-C, em que foi justificante: Ve- cita direito próprio, de boa fé, por ignorar lesar direito alheio. Que, esta pos-
gança, declararam: alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vis- nâncio Maria Paulo, N.LF. 157 425 673, viúvo, natural da freguesia de Pico- se tem sido exercida sem interrupção, de forma ostensiva, com a convicção
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos do prédio rústico, ta e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. te, concelho de Miranda do Douro, onde reside na Rua Vale de Morais, n.º 23 de ser o único dono, à vista de toda a gente e sem violência ou oposição de
composto de terra de centeio, com a área de vinte e dois mil e seiscentos Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indica- e disse: Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do prédio quem quer que seja, de forma correspondente ao exercício do direito de pro-
metros quadrados, sito em “Barreira”, freguesia de Montouto, concelho de da vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do dito pré- rústico, sito em Babou, freguesia de Picote, concelho de Miranda do Douro, priedade. Que, assim, a posse pública, pacífica, contínua e em nome próprio
Vinhais, a confrontar de norte com Gracinda de Jesus Afonso, sul e poen- dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser composto de terra de cultura com macieiras, com a área de cento e sessen- do citado imóvel desde o ano de mil novecentos e sessenta e oito, conduziu
te com caminho e nascente com Hélder Fernando Martins, não descrito na comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta decla- ta metros quadrados, a confrontar do norte e do poente com Francisco Fer- à aquisição do mencionado prédio por usucapião, que expressamente invoca
Conservatória do Registo Predial de Vinhais, conforme certidão que da mes- ração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial. nandes, do sul com António Pires e do nascente com caminho, não descrito para justificar o seu direito de propriedade para fins de registo.
ma apresentam, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1896, com o Está conforme. na Conservatória do Registo Predial de Miranda do Douro e inscrito na res- Está conforme o original o que certifico.
valor patrimonial tributário de €21,23 e o atribuído de duzentos euros. Bragança, 22 de Setembro de 2010. pectiva matriz em nome do justificante sob o artigo 2076, com o valor patri- Miranda do Douro, 24 de Setembro de 2010
Que o identificado prédio foi-lhes vendido no ano de mil novecentos e oi- A Colaboradora Autorizada, monial tributário de €7,11. Que o mencionado prédio foi por ele adquirido, A Segunda Ajudante,
tenta, já no estado de casados, por Maria da Conceição Morais Afonso, ca- Elisabete Maria C. Melgo no estado de viúvo da sua primeira mulher, Isabel da Piedade Alves, em da- Maria Adelaide Gomes Parreira

36 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010

NOTÁRIO
MANUEL JOÃO
SIMÃO BRAZ CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE BRAGANÇA
E XTRACTO
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escri- INSCRIÇÕES ABERTAS PARA
tura de hoje, exarada de folhas duas a três do respectivo livro número
cento e setenta e sete, MANUEL JOAQUIM GONÇALVES, NIF 149
075 642, e mulher ANA MARIA DE MORAIS GARCIA GONÇAL-
FORMAÇÃO PROFISSIONAL NAS MODALIDADES DE:
VES, NIF 149 770 812, casados sob o regime da comunhão de adqui-
ridos, naturais, ele da freguesia de Bouça, concelho de Mirandela, ela
da freguesia de Rabal, concelho de Bragança, residentes na Rua Vito-
rino Nemésio, n.º 10, 7.º Esq., freguesia de Ameixoeira, concelho de
- CURSOS DE APRENDIZAGEM
Lisboa, declararam:
Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor dos pré- - EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PARA JOVENS
dios a seguir identificados, ambos localizados na freguesia de Rabal,
concelho de Bragança:
número um – prédio rústico, composto de horta, sito em “Portela”, Modalidade ÁREA PROFISSIONAL SAÍDA PROFISSIONAL NÍVEL INÍCIO LOCAL
com a área de mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar de nor-
te com Estrada, sul com Isaías Eliseu Pires, nascente com Conceição dos
Anjos Gama e poente com Amadeu Pinelo, inscrito na respectiva matriz
Audiovisuais e Produção Técnico/a de Desenho Gráfico III Outubro/10 Bragança
sob o artigo 807, com o valor patrimonial tributável de €21,12 e o atri-
dos Média
buído de trinta euros; e
número dois – prédio rústico, composto de lameiro e terra de pasta- Técnico/a Comercial III Setembro/10 Mirandela
gem, sito em “Felgueiras”, com a área de doze mil e seiscentos metros
quadrados, a confrontar de norte com Amélia Pinelo, sul e poente com Técnico/a Comercial III Setembro/10 Mogadouro
caminho e nascente com Junta de Freguesia, inscrito na respectiva ma- Comércio
triz sob o artigo 898, com o valor patrimonial tributável de €91,89 e o Técnico/a Comercial III Julho/10 Vila Flor
atribuído de cem euros;
não descritos na Conservatória do Registo Predial de Bragança, con- Técnico/a Comercial III Setembro/10 Freixo de Esp. à Cinta
forme certidão que da mesma apresentam.
Que os identificados prédios foram-lhes doados no ano de mil nove-
centos e oitenta, já no estado de casados, por Maria Rosa Garcia, tia da Ciências Informáticas Técnico/a de Informática (Sistemas) III Outubro/10 Bragança
justificante mulher, viúva, já falecida, residente que foi na aludida fre-
guesia de Rabal, por contrato de doação meramente verbal, nunca tendo
chegado a realizar a necessária escritura pública. Audiovisuais e Produção Técnico/a de Multimédia III Setembro/10 Bragança
Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime dos Média
o domínio dos mencionados prédios.
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil nove- APRENDIZAGEM Técnico/a de Instalações Eléctricas III Setembro/10 Macedo de Cavaleiros
centos e oitenta, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de Electricidade e Energia
todas as utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, Técnico/a de Electrotecnia III Setembro/10 Bragança
limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e efec-
Condições de Acesso:
tuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas - 9º ano de Escolaridade; Construção e Reparação Técnico/a de Mecatrónica Automóvel
vedações, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce direito pró- - Idade inferior a 25 anos; de Veículos a Motor III Setembro/10 Bragança
prio, na convicção de tais prédios lhes pertencerem e de serem os seus
verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a gente, fazen-
do-o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, pacificamente, porque Construção Civil e
Técnico/a de Topografia III Setembro/10 Bragança
sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento Engenharia Civil
de todos e sem oposição de ninguém. Técnico/a de Obra/Condutor de Obra III Setembro/10 Bragança
Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma in-
dicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos Técnico/a de Mesa Bar III Outubro/10 Bragança
ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é sus- Hotelaria e Restauração
ceptível de ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal tí- Técnico/a de Cozinha/Pastelaria III Outubro/10 Bragança
tulo fazem esta declaração de justificação para fins de primeira inscri-
ção no registo predial. Técnico/a de Agências de Viagens e III Setembro/10 Bragança
Está conforme. Transporte
Bragança, 21 de Setembro de 2010.
A Colaboradora Autorizada,
Elisabete Maria C. Melgo Turismo e Lazer Técnico/a de Informação e Animação III Outubro/10 Bragança
Turística

Técnico/a de Turismo Ambiental e Rural III Setembro/10 Vinhais

PRECISA-SE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PARA


JOVENS
Electricidade e Energia Electromecânico/a de Refrigeração e
Climatização
Construção e Reparação Mecânico/a de Automóveis Ligeiros
II

II
Setembro/10

Setembro/10
Bragança

Bragança

ESTETICISTA
de Veículos a Motor
Condições de Acesso:
- 6º ou 7º ano de Escolaridade; Operador/a de Informática II Setembro/10 Mirandela
- Idade entre os 15 e os 22 Ciências Informáticas
anos; Operador/a de Informática II Outubro/10 Macedo de cavaleiros

C/ FORMAÇÃO Nota: As Saídas profissionais, as datas de início e termo, podem ser alteradas por motivo de planeamento e organização da formação.
Apoios Sociais:

E
- Bolsa para material de estudo (depende do escalão do abono de família);
- Bolsa de Profissionalização ;
- Subsídio de Transporte ou despesa de transporte (Públicos Colectivos);
EXPERIÊNCIA - Subsídio de Alimentação
- Refeição Complementar (a atribuir aos formandos deslocados da sua residência)
- Subsídio de Alojamento
- Despesas de Acolhimento Contactos:
Contactar: CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE BRAGANÇA, Forte S. João de Deus – 5301 903 BRAGANÇA
Tel.f. 273302300 Fax. 273327966,

961 939 563 e-mail: cfp.braganca@iefp.pt


ou contactar o Centro de Emprego da sua área de residência.

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão cisco António Vaz e mulher Odete da Conceição Gomes, ele já falecido, ela J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão de compra e venda meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a ne-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 a residir na aludida freguesia de Rebordãos, por contrato de doação mera- n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 cessária escritura pública.
NOTÁRIO mente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária escritura pública. NOTÁRIO Que, assim, não é detentora de qualquer título formal que legitime o do-
MANUEL JOÃO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o MANUEL JOÃO mínio do mencionado prédio.
SIMÃO BRAZ domínio do mencionado prédio. SIMÃO BRAZ Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e oitenta e sete passou a usufruir o referido terreno, gozando de todas as uti-
EXTRACTO e oitenta e oito, passaram a usufruir o referido terreno, gozando de todas EX T R AC TO lidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, cul-
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de as utilidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura tivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfei-
hoje, exarada de folhas quatro a cinco do respectivo livro número cento e cultivando-o, colhendo seus frutos e produtos e efectuando diversas benfei- de hoje, exarada de folhas cento e três a cento e quatro do respectivo livro torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
setenta e sete, MARCELINO DOS SANTOS ESTEVINHO, NIF 130 733 torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, número cento e cinquenta setenta e sete, GLÓRIA AUGUSTA ROSA, NIF sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré-
415, e mulher MARIA DE LURDES VAZ ESTEVINHO, NIF 189 956 089, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré- 178 194 409, solteira, maior, natural da freguesia de Pinheiro Novo, conce- dio lhe pertencer e de ser a sua verdadeira dona, como tal sendo reconheci-
casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia dio lhes pertencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo re- lho de Vinhais, residente na Rua António Granjo, n.º 25, Campo Redondo, da por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pa-
de Parada, ela da freguesia da freguesia de Sortes, residentes na freguesia de conhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito em Bragança, declarou: cificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o
Rebordãos, todas do concelho de Bragança, declararam: alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vis- Que, com exclusão de outrem, é dona e legítima possuidora do prédio conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do pré- ta e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. rústico, composto de horta, com área de seiscentos e quarenta e oito metros Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
dio rústico, composto de lameiro, com a área de nove mil e oitocentos me- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indica- quadrados, sito em “Campo Redondo”, freguesia de Bragança (Sé), conce- cada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio do dito pré-
tros quadrados, sito em “Cabanelas”, freguesia de São Pedro de Serracenos, da vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do dito pré- lho de Bragança, a confrontar de norte com logradouro público, sul com Rua dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser
concelho de Bragança, a confrontar de norte com caminho, sul e nascente dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser António Granjo, nascente com espaço público e poente com próprio, não comprovado por meios normais.
com Horácio Cordeiro Pereira e poente com Ribeira de Sarzeda, não descri- comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta decla- descrito na Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme cer- Que para suprir tal título faz esta declaração de justificação para fins de
to na Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme certidão ração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial. tidão que da mesma apresenta, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo primeira inscrição no registo predial.
que da mesma apresentam, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo Está conforme. 593, com o valor patrimonial tributário de €330,00 e idêntico atribuído. Está conforme.
2413, com o valor patrimonial tributário de €271,64 e idêntico atribuído. Bragança, 21 de Setembro de 2010. Que o identificado prédio foi-lhe vendido no ano de mil novecentos e oi- Bragança, 20 de Setembro de 2010.
Que o identificado prédio foi-lhes doado no ano de mil novecentos e oi- A Colaboradora Autorizada, tenta e sete, por João Evangelista dos Santos Gonçalves, casado, já faleci- A Colaboradora Autorizada,
tenta e oito, já no estado de casados, pelos pais da justificante mulher, Fran- Elisabete Maria C. Melgo do, residente que foi no Bairro da Coxa, n.º 70, em Bragança, por contrato Elisabete Maria C. Melgo

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 37


lazer

HORÓSCOPO de 29 de S e t e mbro a 5 de O u t ubro Por Maysa

CARNEIRO GÉMEOS LEÃO BALANÇA SAGITÁRIO AQUÁRIO


Diabo Amantes Estrela Dependurado Morte Justiça
AMOR – Semana em que se sen- AMOR – Talvez sinta maior necessi- AMOR – Uma semana expendida. A AMOR – O seu lado subjectivo, ide- AMOR – Semana de transformação, AMOR – Tudo neste momento
tirá com vontade de dominar, rei- dade de fazer uma pausa para reflectir parte emocional e mental, estão bas- alista da vida tende a sobrepor-se ao que deve aproveitar para pensar, e com lhe traz preocupação, que tal tentar
nar, “desafiar o Mundo”, tudo isto e interiorizar certas ideias sobre aquilo tante fortes e equilibradas. Não tenha mundo objectivo, real. Poderá sentir um pouco de mais calma, conseguir ter libertar-se e, libertar quem tem ao
porque sente uma enorme energia. que tem vindo a construir ao longo des- medo de sentir novas sensações, mostre maior sensibilidade em relação ás ener- a noção que o fim de uma ligação não é seu lado. Já reparou que é pouco
Mas..é necessário ter algum pre- tes últimos tempos. Procure que a paz que sabe amar, mas com uma condição: gias e humores daqueles que giram a o fim do mundo. Não receie as mudan- flexível, na sua maneira de estar,
caução, já que a sua vontade, é para e harmonia reinem no seu lar, mas não tente não empolgar excessivamente a sua volta. Logo sentirá vontade de dar ças, tal como a natureza ; depois do pensar, falar, de amar? Descontrai-
as conquistas rápidas e, talvez não adie as decisões que tiverem de ser to- sua forma de actuação, saiba aproveite e ter paz interior, acabando com alguns Inverno irá surgir a Primavera, e com se e de uma vez por todas demons-
seja altura ideal para se meter em madas, ao longo desta semana. cada segundo para amar e ser amado. sacrifícios, que não o levam a nada. ela o renascer para uma vida nova. tre o que tem no seu interior.
confusões.
Plano Material e Profis- Plano Material e Profissio- Plano Material e Profis- Plano Material e Profis- Plano Material e Pro-
Plano Material e Pro- sional – Em termos profissionais nal – Uma excelente semana, para sional – Não existem progressos sional – Apesar das reviravoltas o fissional – Qualquer acto eco-
fissional – Aproveite toda a poderá deparar-se com novas oportuni- planear e organizar projectos importan- a nível profissional. Irá manter-se na dinheiro não irá faltar. Na área profis- nómico, deverá passar por acordos
sua criatividade, e faça uma síntese dades que poderão ser acompanhadas tes, que lhe serão úteis para o futuro. mesma posição, e embora esta não lhe sional poderão surgir novas oportuni- formais. Não deve de forma alguma
daquilo que realmente é importante de uma melhoria financeira. agrade, de momento não haverá forma dades. pactuar ou meter-se em negócios
para si a nível laboral. SAÚDE – Sentir-se-á em plena forma, de se libertar dela. ilícitos.
SAÚDE – Procure descansar o mais com energia redobrada. SAÚDE – Seja prudente esteja atento a
SAÚDE – Cuidado com as distrac- possível, tentando dormir mais e me- SAÚDE – Quebra de vitalidade. riscos de ferimentos ou choques. SAÚDE – Evite excessos, pois po-
ções, quando conduzir. lhor. derá pagar cara a factura.

TOURO CARANGUEJO VIRGEM ESCORPIÃO CAPRICÓRNIO PEIXES


Papisa Lua Julgamento Força Carro Ermita
AMOR – Atravessa um periodo AMOR – Semana em que poderá estar AMOR – Procure controlar as suas AMOR – A sua vontade neste momento AMOR – A nível sentimental, tem a AMOR – Esta altura de reflectir fa-
que poderá provocar-lhe insatisfa- mais sensível quer a criticas ou suges- emoções de modo a evitar situações de é de agir de acordo com os seus impul- noção que nem tudo será morno, antes zer escolhas, encontrar soluções. O
ção e alguma ansiedade, causando- tões. Por esse motivo talvez seja neces- extremos, “quer seja de amor ou ódio “. sos e não aceitar ordens nem conselhos pelo contrário, haverá uma certa agi- relacionamento atravessa uma fase
‑lhe um certo nervosismo. Convém sário fazer um esforço para controlar Confie no destino e nas oportunidades de mingúem. Reveja seu comportamen- tação, e poderá viver com intensidade de frieza de afastamento. Talvez
não dar guarida a estes conflitos in- as suas emoções, pois só desse modo que estão à sua espreita. A fé é a força to, seja mais paciente, procure não se uma paixão, mas tenha em conta que esteja no caminho certo, abrandar
teriores já que os mesmos não terão evitará conflitos no seio da família. da vida e, se você vive é porque acredita irritar, com quem não merece. esta poderá ser passageira. Para quê laços para poder ponderar e desse
razão de ser. Analise sentimentos e Procure ter maior consciência das suas em alguma coisa, mas é necessário que tanta agitação? Procure agir com pru- modo tomar decisões com vista á
emoções de tudo o que lhe aconte- acções sob pena de se comportar de as acções estejam em sintonia com as Plano Material e Profis- dência, a fim de evitar riscos, desne- definição quer de sentimentos quer
ceu nos últimos tempos. Plano forma irracional e de poder vir afastar ideias. sional – Semana de grandes desa- cessários. de atitudes.
Material e Profissional pessoas que lhe são mais queridas. fios a nível laboral. Todos os negócios
– A troca de informações e a aqui- Plano Material e Profis- Plano Material e Profissio- ou projectos em que se envolva serão Plano Material e Profis- Plano Material e Pro-
sição de conhecimentos será enri- sional – Procure ter mais cuidado, nal – Convém manter algum discerni- favorecidos devido a sua capacidade de sional – A nível profissional, a sua fissional – Não aceite pres-
quecedora. Talvez seja o momento já que poderá arranjar inúmeros opo- mento, perante possíveis mudanças no comunicação. vitalidade irá permitir-lhe, fazer tudo o sões, exija tempo para fazer opções
oportuno para realizar trabalhos sitores e consequentes conflitos, por seu local de trabalhos. que tinha planeado. ponderadas e fundamentadas.
que à muito vem adiando. achar que as suas ideias são as melho- SAÚDE – Saiba dosear esforço e des-
SAÚDE – É possível que não se res, e que são imbatíveis. SAÚDE – Deve zelar mais pela sua canso. SAÚDE – Procure desenvolver activi- SAÚDE – Alguma fragilidade na
sinta em plena forma. Procure fa- SAÚDE – A sua mente anda um pouco saúde, mas deverá fazê-lo de forma dades fisicas, sem no entanto exagerar saúde é importante descansar para
zer exercício física, principalmente baralhada, procure acalmar-se, e verá a consciente. nas mesmas. recuperar energia.
passeios à beira mar. sua saúde restabelecer-se.

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão tro mil e cem metros quadrados, sito em “Ciradelha”, a confrontar de nor- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão e o atribuído de cinquenta euros;
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 te com João de Deus Rodrigues, sul com Manuel Costa, nascente com Es- n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 não descritos na Conservatória do Registo Predial de Bragança, conforme
NOTÁRIO trada Nacional e poente com Aramando Augusto Susano, inscrito na respec- NOTÁRIO certidão que da mesma apresentam.
MANUEL JOÃO tiva matriz sob o artigo 1759, com o valor patrimonial tributável de €36,08 MANUEL JOÃO Que os identificados prédios foram-lhes vendidos no ano de mil novecentos e
SIMÃO BRAZ e idêntico atribuído; SIMÃO BRAZ oitenta e oito, já no estado de casados, o primeiro por José Fulgêncio Gonçalves, e
não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor- o segundo por Alfredo Sarmento Gonçalves, ambos já falecidos, residentes que
EXTRACTO me certidão que da mesma apresentam. EX T R AC TO foram na aludida freguesia de Gimonde, por contratos compra e venda mera-
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura Que os identificados prédios foram-lhes doados no ano de mil novecen- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de mente verbais, nunca tendo chegado a realizar as necessárias escrituras públicas.
de hoje, exarada de folhas quatro a seis do respectivo livro número cen- tos e oitenta e nove, já no estado de casados, por Matilde da Conceição, tia hoje, exarada de folhas cento e nove a cento e dez do respectivo livro nú- Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
to e setenta e nove, MANUEL JORGE ESTEVINHO, NIF 104 517 867, e do justificante marido, já falecida, residentes que foi na aludida freguesia de mero cento e setenta e oito, MARIA DA CONCEIÇÃO DA VEIGA FER- domínio dos mencionados prédios.
mulher MARIA LETICIA MIRANDA FERNANDES ESTEVINHO, NIF Pinela, por contrato de doação meramente verbal, nunca tendo chegado a re- NANDES MARTINS, NIF 180 032 070, e marido RAMIRO JOSÉ BEM- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
157 946 681, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais alizar a necessária escritura pública; POSTA MARTINS, NIF 190 301 430, casados sob o regime da comunhão oitenta e oito, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas as
ele da freguesia Salsas, concelho de Bragança, ela da freguesia e conce- Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o de adquiridos, naturais, ela da freguesia de Argoselo, concelho de Vimioso, utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-os,
lho de Vimioso, residentes no Loteamento Vale Chorido, Lote 18, em Bra- domínio dos mencionados prédios. ele da freguesia de Gimonde, onde residem na Estrada de Babe, n.º 7, con- cultivando-os, colhendo seus frutos e produtos e efectuando diversas ben-
gança, declararam: Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e celho de Bragança, declararam: feitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos pré- oitenta e nove, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tais pré-
dios a seguir identificados, todos localizados na freguesia de Pinela, con- as utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpan- imóveis a seguir identificados, ambos localizados na freguesia de Gimon- dios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo
celho de Bragança: do-os, cultivando-os, colhendo seus frutos e produtos e efectuando diver- de, concelho de Bragança: reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar di-
número um – prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área de sas benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agin- número um – prédio rústico, composto de horta, sito em “Rio Frio”, com reito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente,
novecentos e cinquenta metros quadrados, sito em “Ribeira”, a confrontar do assim, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção a área de mil quatrocentos e noventa metros quadrados, a confrontar de nor- à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
de norte com caminho, sul com ribeiro, nascente com José Maria Pereira e de tais prédios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, co- te com Maria Deolinda Gouveia, sul com Maria Isabel da Costa, nascen- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
poente com Manuel do Nascimento Pires, inscrito na respectiva matriz sob o mo tal sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ig- te com Estrada Nacional e poente com Belmiro Victor Gonçalves, inscrito cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos
artigo 68, com o valor patrimonial tributável de €4,90 e idêntico atribuído; norarem lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contí- na respectiva matriz sob o artigo 248, com o valor patrimonial tributável de prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de
número dois – prédio rústico, composto de pastagem, com a área de no- nua e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposi- €7,54 e o atribuído de cinquenta euros; ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta de-
ve mil metros quadrados, sito em “Ribeira”, a confrontar de norte e poente ção de ninguém. número dois – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Ar- claração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
com Guilherme Rodrigues, sul e nascente com Manuel de Jesus Ramos, ins- Que dadas as enunciadas características de tal posse e composse que, da rabalde”, com a área de oitocentos e oitenta metros quadrados, a confrontar Está conforme.
crito na respectiva matriz sob o artigo 85, com o valor patrimonial tributável forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio de norte com António Alberto Fernandes, sul com Porfírio dos Santos Alves, Bragança, 25 de Fevereiro de 2010.
correspondente de €3,40 e idêntico atribuído; dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é sus- nascente com José Fulgêncio Gonçalves e poente Rio sabor, inscrito na res- A Colaboradora Autorizada,
número três – prédio rústico, composto de terra de cultura, com a área ceptível de ser comprovado por meios normais. pectiva matriz sob o artigo 852, com o valor patrimonial tributável de €4,53 Elisabete Maria C. Melgo
de seis mil e trezentos metros quadrados, sito em “Ribeira”, a confrontar Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins
de norte com Junta de Freguesia, sul com caminho, nascente com Augus- de primeira inscrição no registo predial.
ta de Jesus e poente com Laureano dos Santos Pereira, inscrito na respec- Está conforme.
tiva matriz sob o artigo 105, com o valor patrimonial tributável de € 5,91 e Bragança, 27 de Setembro de 2010. J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão dos, residentes que foram no aludido Lugar de Carocedo, freguesia de Fail-
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 de, por contrato de doação meramente verbal, nunca tendo chegado a reali-
idêntico atribuído; e A Colaboradora Autorizada,
número quatro – prédio rústico, composto de lameiro, com a área de qua- Elisabete Maria C. Melgo NOTÁRIO zar a necessária escritura pública.
MANUEL JOÃO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
SIMÃO BRAZ domínio do mencionado prédio.
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão ta e seis, no estado de solteiro, por Ema da Ressurreição Pereira, sua mãe, EX T R AC TO e oitenta e oito, passaram a usufruir o referido terreno, gozando de todas
n .º 725 d e 28 d e S e t e m b ro d e 2010 já falecida, residente que foi na aludida freguesia de Salsas, por contrato de Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura as utilidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o,
NOTÁRIO doação meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária es- de hoje, exarada de folhas dezasseis a dezassete do respectivo livro núme- cultivando-o, colhendo seus frutos e produtos e efectuando diversas benfei-
MANUEL JOÃO critura pública. ro cento e setenta e nove, MANUEL JOSÉ FIDALGO, NIF 168 284 987, e torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
SIMÃO BRAZ Que, assim, não é detentor de qualquer título formal que legitime o do- mulher JULIETA DA PURIFICAÇÃO SILVA, NIF 195 512 928, casados sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré-
mínio do mencionado bem. sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Gri- dio lhes pertencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo re-
EXTRACTO Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e jó de Parada, ela da freguesia da freguesia de Failde, onde residem Lugar de conhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de oitenta e seis, passou a usufruir o referido terreno, gozando de todas as uti- Carocedo, todas do concelho de Bragança, declararam: alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vis-
hoje, exarada de folhas trinta e cinco a trinta e seis do respectivo livro núme- lidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, cul- Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores do pré- ta e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
ro cento e setenta, JOÃO VALENTIM PEREIRA AFONSO, NIF 154 011 tivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfei- dio rústico, composto de horta, com a área de seiscentos e quarenta metros Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma in-
304, e mulher ANA MARIA PINTO GOMES, NIF 194 979 334, casados torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, quadrados, sito em “Pedaço”, freguesia de Faílde, concelho de Bragança, a dicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do di-
sob o regime de comunhão de adquiridos, naturais da freguesia de Salsas, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal bem confrontar de norte, sul e nascente com via pública e poente com Delmino to prédio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptí-
onde residem no Largo de Santiago, concelho de Bragança, declararam: lhe pertencer e de ser o seu verdadeiro dono, como tal sendo reconhecido Nogueiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial deste conce- vel de ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fa-
Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo compossuidor do seis por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, paci- lho, conforme certidão que da mesma apresentam, mas inscrito na respecti- zem esta declaração de justificação para fins de primeira inscrição no re-
sétimos indivisos do prédio rústico, composto de terra de cultura e lameiro, ficamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o va matriz sob o artigo 2516, com o valor patrimonial tributário de €320,00 gisto predial.
com área de trinta e cinco mil e quinhentos metros quadrados, sito em “Er- conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. e idêntico atribuído. Está conforme.
mida”, freguesia de Serapicos, concelho de Bragança, a confrontar de norte Que dadas as enunciadas características de tal composse que, da forma Que o identificado prédio foi-lhe doado no ano de mil novecentos e oi- Bragança, 27 de Setembro de 2010.
com António do Nascimento de Sousa, sul com Junta de Freguesia, nascen- indicada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio do dito tenta e oito, já no estado de casados, pelos pais da justificante mulher, Ma- A Colaboradora Autorizada,
te com Honorato Marques Fernandes e poente com Francisco António Ro- prédio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de nuel dos Santos Silva e mulher Etelvina da Purificação Rodrigues, já faleci- Elisabete Maria C. Melgo
cha, não descrito na Conservatória do Registo Predial deste concelho, con- ser comprovado por meios normais.
forme certidão que da mesma apresenta, mas inscrito na respectiva matriz Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins
sob o artigo 1099, com o valor patrimonial tributário de €170,82 e idêntico de primeira inscrição no registo predial.
atribuído, sendo compossuidora da restante parte indivisa Maria da pieda- Está conforme.
de Pinto, casada, residente na aludida freguesia de Salsas, pessoa com quem
tem vindo a exercer a composse sobre o referido prédio.
Bragança, 6 de Agosto de 2010.
A Colaboradora Autorizada,
ANUNCIAR NUNCA FOI TÃO FÁCIL:
Que o identificado bem foi-lhe doado no ano de mil novecentos e oiten- Elisabete Maria C. Melgo Tel. 273 329 600 • Fax: 273 329 601 • geral@jornalnordeste.com

38 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE


inzonices

I NCLI NÓM ETRO


POSIT
IVO
Pelourinho
PS a votos – Mota Andrade é o único candidato à presidência da Fede-
ração Distrital de Bragança do PS, que vai a votos a 8 de Outubro. “Olha, olha,
TIVO
NEGA eles falam tanto nas costas do Zé Mota, mas ninguém os vê a fazer nada”, diz-
‑me o meu compadre Zeferino, que às ve-
zes leva com os desabafos dos socialistas
descontentes, aqueles que nunca tiveram
tacho nestes 12 anos de reinado de Mota
Andrade…

Mirandela – Como a eleição já é


«Esproarte»
mais que certa, Mota Andrade já prepa-
ra o Congresso Distrital, que terá lugar
A ministra da Cultura fi- a 24 de Outubro, em Miranda do Douro.
Mira Amaral cou deslumbrada com a quali- E agora imaginem quem convidou para
dade musical desta Orquestra fazer parte da lista de delegados ao Con-
Defende que todos devem de Mirandela. Espera-se que gresso? A resposta é Adério Pires, homem
pagar portagens, mesmo os os elogios de Gabriela Cana- forte do aparelho rosa em Mirandela. Jú-
que estiveram anos e anos à vilhas se traduzam na cons- lia Rodrigues é que não deve ter gostado
espera de uma auto-estrada e trução das instalações que a nada, porque apesar de presidir à Comis-
vão ficar com a EN 15 ou EN 2 «Esproarte» merece. são Política Concelhia de Mirandela, ficou
como alternativas. Não é para de fora da lista de convidados de Mota Andrade. Ai, ai…
levar a sério, certamente.
PSD – E como fica o PSD-Mirandela no meio desta guerra rosa? Bem, pois
claro. António Branco tem portas abertas para suceder a José Silvano!
Eh tio,
o Trocaste tiene
una ministra bien
Usted é que nos
guapa!

foto
podia dar algo para el
Centro de Arte Contemporâ-
nea, que nuestro gobier-
no está teso!

Novela

Bô taxinho arranjei
aqui com estes
hermanos! Para vencer
o défice ainda havemos
de lhes vender a Domus
Municipalis...

28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE 39


ÚLTIMA HORA

Arquitectos
rejeitam IPB
Glória Lopes

Prazos e as especificidades
do caderno de encargos da nova
Escola de Mirandela não agradam
à Ordem dos Arquitectos
O Conselho Directivo Regional do Norte da
Ordem dos Arquitectos (CDRN) considera “não
recomendável” a participação no concurso público
promovido pelo Instituto Politécnico de Bragança
(IPB) o projecto de construção do edifício da Escola
Superior de Comunicação, Administração e Turis-
mo de Mirandela.
O concurso foi publicado no Diário da Repúbli-
ca do passado dia 17 de Setembro, na sequência do
qual o CDRN dirigiu ofício à entidade adjudicante,
expondo a sua “clara discordância” relativamente
a determinados aspectos de execução do contrato
definidos no Caderno de Encargos. O presidente do
IPB, Sobrinho Teixeira, que recentemente anunciou
o avanço da nova escola, não comenta esta posição. comunicado. Para o desenvolvimento do projecto jecto”, e do “Projecto de Execução”. Para a Ordem
Em causa encontram-se os prazos definidos para é necessário, segundo a Ordem, um vasto e com- dos Arquitectos, estes prazos “não são consentâne-
a prestação dos serviços, “desproporcionados e irre- plexo programa de intervenção, para uma edifica- os com o rigor e com a qualidade expectável de res-
alistas face à dimensão do programa de intervenção ção prevista de cerca de 5.000 m2 de área bruta de posta ao programa”. Entretanto, segundo o Jornal
e às várias componentes de projecto, e as graves pe- construção. Todavia são estipulados prazos de 7, 10, NORDESTE apurou, o caderno de encargos já foi
nalidades contratuais aplicáveis no incumprimento 10 e 33 dias, para elaboração, respectivamente, do levantado por 15 empresas interessadas na execu-
dos mesmos, absolutamente excessivas”, lê-se no “Programa Base”, do “Estudo Prévio”, do “Antepro- ção do projecto da escola de Mirandela.

— e s p e c i a l i d a d e s —
Cardiologia obstetrícia
CIRURGIA GERAL ginecologia
CIRURGIA vascular ortopedia
clínica geral otorrinolaringologia
Dermatologia pediatria/alergologia
endocrinologia pneumologia DIRECÇÃO TÉCNICA: Dr.ª Graça Pombo
(Médica Especialista em Patologia Clínica)
fisiatria psicologia clínica
Rua Emídio Navarro, 2-6, r/c | 5300-210 BRAGANÇA
geriatria psicologia educacional Tel./Fax: 273 325 198 ! E-mail: geral@bragancalab.artelecom.pt
imunoalergologia psiquiatria
nutrição urologia
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radiologia técnica de exames
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Dr. Pinho de Andrade


= Consultas de Oftalmologia =

40 28 de Setembro de 2010 JORNAL NORDESTE

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