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CONFERÊNCIA UNICID CAMPUS PINHEIROS

ALEITAMENTO MATERNO (AM) E ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA NO 1º ANO DE VIDA

MATERNO (AM) E ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA NO 1º ANO DE VIDA Prof. Dra. Patrícia Brigatte 3º

Prof. Dra. Patrícia Brigatte

3º etapa Módulo I - Curso Medicina

2016

“AMAMENTAR

HOJE É PENSAR NO FUTURO”

“AMAMENTAR HOJE É PENSAR NO FUTURO” “É no leite materno que encontramos os nutrientes indispensáveis à
“AMAMENTAR HOJE É PENSAR NO FUTURO” “É no leite materno que encontramos os nutrientes indispensáveis à

“É no leite materno que encontramos os nutrientes indispensáveis à vida: calor, amor, carinho e saúde”

indispensáveis à vida: calor, amor, carinho e saúde” “A amamentação é um direito da mãe e

“A amamentação é um direito da mãe e do bebê. Alimenta e fortalece os laços de afeto”

mãe e do bebê. Alimenta e fortalece os laços de afeto” “AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO
mãe e do bebê. Alimenta e fortalece os laços de afeto” “AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO

“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO”

de afeto” “AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA
de afeto” “AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA

“Amamentar é amar”

“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA
“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA

“PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA É VIDA”

“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA
“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA
“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA
“AMAMENTAÇÃO: AMOR QUE VEM DO PEITO” “Amamentar é amar” “PARA VOCÊ É LEITE. PARA A CRIANÇA

ANATOMIA DA MAMA

-Fase externa da mama:

Mamilo Aréola Tubérculos de Montgomery (possui glândulas que

protegem a pele efeito

bacteriano)

Pele

MAMA

que protegem a pele – efeito bacteriano) Pele MAMA constituída Glândula mamária + Tecidos Conjuntivo +

constituída

Glândula mamária + Tecidos

Conjuntivo + Adiposo

-Glândula mamária:

Glandular

Conjuntivo: lóbulos mamários + alvéolos Adiposo: nos espaços interlobulares

Células alveolares Células mieloepiteliais Ducto lactífero Seio Lactífero
Células alveolares
Células
mieloepiteliais
Ducto lactífero
Seio Lactífero
Glândula mamária: Conjuntivo: lóbulos mamários + alvéolos (=Células mieloepiteliais (função contrátil –

Glândula mamária:

Conjuntivo: lóbulos mamários + alvéolos (=Células mieloepiteliais (função contrátil responsável por ejetar o leite) + Células secretoras (responsável pela produção do leite)

15 a 25 lóbulos mamários: 10 a 100 alvéolos por lóbulo Produção de Leite: 100
15 a 25 lóbulos mamários: 10 a 100 alvéolos por lóbulo Produção de Leite: 100

15 a 25 lóbulos mamários:

10 a 100 alvéolos por lóbulo

Produção de Leite:

100 mL/dia primeiros dias

600 mL/dia quarto dia

800 mL/dia 6º mês

Fisiologia da lactação

Glândula mamária (gestação) - Lactogênese Fase I

Glândula mamária (gestação) - Lactogênese Fase I sofre modificações devido a atuação dos hormônios

sofre modificações devido a atuação dos hormônios

Progesterona, estrógenos, hormônios tireoidianos, gonadotrofinas, corticóides supra-renais, PROLACTINA e LACTOGÊNIO PLACENTAR (regulação da mamogênese)

e LACTOGÊNIO PLACENTAR (regulação da mamogênese) N í v e i s d e p r

Níveis de progesterona

í v e i s d e p r o g e s t e r

Ação da prolactina (responsável pela produção do leite)

Fisiologia da lactação

Pós Parto - Lactogênese Fase II

Fisiologia da lactação Pós Parto - Lactogênese Fase II Saída da placenta Níveis de progesterona Prolactina

Saída da placenta

Pós Parto - Lactogênese Fase II Saída da placenta Níveis de progesterona Prolactina Glândula mamária
Níveis de progesterona Prolactina
Níveis de progesterona
Prolactina

Glândula mamária desbloqueada e síntese do leite colostro (3 primeiros dias pós parto)

do leite – colostro (3 primeiros dias pós parto) Secreção láctea progressivamente = APOJADURA Volume do

Secreção láctea

colostro (3 primeiros dias pós parto) Secreção láctea progressivamente = APOJADURA Volume do leite é diretamente

progressivamente = APOJADURA

Volume do leite é diretamente proporcional ao número de mamada (importância do esvaziamento das mamas)

Estabelecimento da Lactação Lactogênese Fase III - Galactopoiese

- Reflexo da Prolactina Produção do leite

Sucção estimula terminações nervosas (mamilo e aréola) Enviam impulsos para o hipotálamo

(mamilo e aréola) – Enviam impulsos para o hipotálamo Estimula hipófise anterior a secretar e liberar

Estimula hipófise anterior a secretar e liberar PROLACTINA

(na corrente sanguínea)

a secretar e liberar PROLACTINA ( na corrente sanguínea) PROLACTINA (nos alvéolos mamários) estimula produção

PROLACTINA (nos alvéolos mamários) estimula produção de leite

(nos alvéolos mamários) estimula produção de leite Para a produzir a próxima mamada + produzido à

Para a produzir a próxima mamada

+ produzido à noite

Inibido pela dopamina e Prolactin Inhibiting Factor -PIF

Estabelecimento da Lactação Lactogênese Fase III Galactopoiese

-Reflexo de ejeção ou descida do leiteProdução de Ocitocina

Reflexo neuroendócrino (que envolve liberação)

Ocitocina Reflexo neuroendócrino (que envolve liberação) OCITOCINA (pela contração das Células mioepiteliais)

OCITOCINA (pela contração das

Células mioepiteliais)

OCITOCINA (pela contração das Células mioepiteliais) Liberada pela Hipófise posterior Promovendo acúmulo de

Liberada pela Hipófise posterior

Células mioepiteliais) Liberada pela Hipófise posterior Promovendo acúmulo de leite nos seios lactíferos e sua
Células mioepiteliais) Liberada pela Hipófise posterior Promovendo acúmulo de leite nos seios lactíferos e sua

Promovendo acúmulo de leite nos seios lactíferos e sua

retirada pela sucção

Estabelecimento da Lactação

- Regulação da produção do leite

1º mês = Volume de leite

da produção do leite 1º mês = Volume de leite Enchimento excessivo ATIVA sistema de regulação
da produção do leite 1º mês = Volume de leite Enchimento excessivo ATIVA sistema de regulação

Enchimento excessivo ATIVA sistema de regulação

de leite Enchimento excessivo ATIVA sistema de regulação Nos alvéolos mamários – receptores para prolactina

Nos alvéolos mamários receptores para prolactina

(podem ser bloqueados pelos Peptídeos supressores da

lactação)

ser bloqueados pelos Peptídeos supressores da lactação) Leite em excesso também inibe a ação da ocitocina

Leite em excesso também inibe a ação da ocitocina dificultando a ejeção do leite

a ação da ocitocina – dificultando a ejeção do leite Mama deve ser esvaziada para retirar

Mama deve ser esvaziada para retirar excesso de leite e

peptídeos supressores . Esvaziamento+sucção= controle

da produção do leite.

MANEJO DA LACTAÇÃO

-Reflexos

Reflexo de Busca ou Rotação

Reflexo de Sucção

Reflexo de Deglutição

MANEJO DA LACTAÇÃO -Reflexos Reflexo de Busca ou Rotação Reflexo de Sucção Reflexo de Deglutição
MANEJO DA LACTAÇÃO -Reflexos Reflexo de Busca ou Rotação Reflexo de Sucção Reflexo de Deglutição

Definições AM (OMS):

AME quando a criança recebe somente leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos.

AM predominante quando a criança recebe, além do leite materno, água ou bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos de frutas e fluidos rituais. Mas não recebe outro leite.

AM quando a criança recebe leite materno (direto da mama ou ordenhado),

independentemente de estar recebendo ou não outros alimentos.

- AM complementado quando a criança recebe, além do leite materno, alimentos complementares, que são alimentos sólidos ou semissólidos que complementam o leite materno. Nesta categoria a criança pode estar recebendo, além do leite materno, outro tipo de leite.

- AM misto ou parcial quando a criança recebe leite materno e outros tipos de leite.

Constituição do Leite Materno

Semelhantes para todas as mulheres

Apenas a desnutrição grave compromete quantidade e qualidade

do Leite Materno Semelhantes para todas as mulheres Apenas a desnutrição grave compromete quantidade e qualidade

Proteínas

Caseína > leite de vaca Alergênico Prejudicial aos rins - Bb mama mais risco de obesidade

Lipídios

Ácidos graxos saturados > leite de vaca Ômega 3 e 6 no leite materno desenvolvimento do cérebro e da visão

Minerais

Concentração muito > leite de vaca Sobrecarga renal mais sódio risco de hipertensão pouco ferro risco de anemia

Vitaminas A, E, D, C e B9

Evita a adesão bacteriana Absorção intestinal do ferro Em microorganismos S. aureus e E. coli
Evita a adesão bacteriana
Absorção intestinal do ferro
Em microorganismos S. aureus e
E. coli
Para partículas e microorganismos
Lactobacilus bifidus – acidifica as fezes –
dificultando instalação de Shigella, Salmonella e E. coli.

INICIO DA AMAMENTAÇÃO

-Orientação no pré-natal

Conscientizar gestantes

Orientar familiares

no pré-natal Conscientizar gestantes Orientar familiares Apoiar e facilitar o contato pele a pele (mãe e
no pré-natal Conscientizar gestantes Orientar familiares Apoiar e facilitar o contato pele a pele (mãe e

Apoiar e facilitar o contato pele a pele (mãe e bebê)

familiares Apoiar e facilitar o contato pele a pele (mãe e bebê) Ajudar a mãe a

Ajudar a mãe a colocar a criança em boa posição

ALEITAMENTO MATERNO

Para Funcionar

Apoio e orientação às mães

Para ensinar a forma correta o pediatra precisa observar posição e pega

Início imediato após o parto consolida reflexo de sucção, abrevia tempo de apojadura e fortalece vínculo mãe-filho

Livre Demanda 8 A 12 VEZES AO DIA

Esvaziar o primeiro peito antes de ser oferecido o segundo

Duração sem definição prévia TEMPO NECESSÁRIO PARA ESVAZIAR

A MAMA

ALEITAMENTO MATERNO

Informações Básicas

Não oferecer complementos, bicos ou chupetas

Cor do leite varia:

A longo da mamada água de coco (água) branco (caseína)

amarelo (gordura)

Pela dieta materna: alaranjada, esverdeada

Dieta da Nutriz

> em calorias e em volume de líquidos

Equilibrada

MAMADA

-Confortável

-Bebê acordado

-Bebê calmo

-Mãe calma

-Relaxada

-Bebê levado a mãe

MAMADA -Confortável -Bebê acordado -Bebê calmo -Mãe calma -Relaxada -Bebê levado a mãe

Posições para Amamentar

Posições para Amamentar
Pontos-chave do posicionamento adequado: 1. Rosto do bebê de frente para a mama, com nariz

Pontos-chave do posicionamento

adequado:

1. Rosto do bebê de frente para a mama,

com nariz na altura do mamilo.

2. Corpo do bebê próximo ao da mãe.

3. Bebê com cabeça e tronco alinhados

(pescoço não torcido).

4. Bebê bem apoiado.

Pontos-chave da pega adequada:

1. Mais aréola visível acima da boca do

bebê que embaixo.

2. Boca bem aberta.

3. Lábio inferior virado para fora.

4. Queixo tocando a mama.

Sinais de técnica inadequada de amamentação: • Bochechas do bebê encovadas a cada sucção. •

Sinais de técnica inadequada de amamentação:

Bochechas do bebê encovadas a cada sucção.

• Ruídos da língua.

• Mama aparentando estar esticada ou deformada durante a mamada;

• Mamilos com estrias vermelhas ou áreas esbranquiçadas ou achatadas quando o

bebê solta a mama.

• Dor na amamentação.

Importância do AM

Superioridade do leite materno comprovada sobre outros tipos de leite

-Redução da mortalidade na infância -Proteção contra diarréia -Proteção contra doenças crônicas

-Proteção contra infecções respiratórias e otites

-Proteção contra alergias -Proteção contra hipertensão, hipercolesterolemia e diabetes tipo 1 -Proteção contra meningite

-Proteção contra câncer -Proteção contra osteoporose -Proteção contra obesidade -Promoção do crescimento -Promoção do desenvolvimento cognitivo -Promoção do desenvolvimento da cavidade bucal -Promoção do vínculo afetivo entre mãe e filho -Economia -Qualidade de vida

do desenvolvimento da cavidade bucal -Promoção do vínculo afetivo entre mãe e filho -Economia -Qualidade de

Importância do AM

Nutriz

-Efeito contraceptivo -Efeito protetor contra anemia (- risco a hemorragia)

-Proteção contra câncer de mama e

ovário

- Efeito protetor contra osteoporose

- Melhor recuperação de peso pré- gestacional

-Promoção do vínculo afetivo entre mãe e

Filho

- Diminui ansiedade

-Economia -Qualidade de vida

peso pré- gestacional -Promoção do vínculo afetivo entre mãe e Filho - Diminui ansiedade -Economia -Qualidade

Contraindicações do Aleitamento Materno

Doenças bacterianas nas fases agudas bacterêmicas

Mãe infectada pelo HIV

Fármacos:

Droga já estudada e sabidamente segura para a criança, pouco excretada no leite materno:

acetominofen em vez de aspirina penicilinas em vez de cloranfenicol

Drogas aprovadas para uso em recém-nascidos e lactentes.

Programar o horário de administração para evitar pico do medicamento no sangue e no leite materno coincidente com o horário das mamadas.

Contraindicações do Aleitamento Materno

Fármacos:

Uso de um só fármaco, ao invés de combinados

Evitar drogas com ação prolongada (Midazolam em vez de

diazepam)

Sertralian e paroxitina em vez de fluoxetina

Quando não houver informação suficiente sobre efeitos colaterais na amamentação avisar aos pais.

Contraindicações do Aleitamento Materno

Interrupção Temporária

Contraindicações do Aleitamento Materno Interrupção Temporária

Contraindicações do Aleitamento Materno

Interrupção Temporária

Contraindicações do Aleitamento Materno Interrupção Temporária

SEM Contraindicações do Aleitamento Materno

Tuberculose

máscaras para a mãe

para a criança Isoniazida (durante 3 a 6 meses) BCG após teste negativo

Hanseníase

Manter amamentação e tratar a mãe

Hepatite B

Hepatite C

SEM Contraindicações do Aleitamento Materno

Dengue

Tabagismo

Desestimular a mãe a fumar

Reduzir a quantidade

Nunca no ambiente onde está a criança

Alcoolismo

Desestimular

Direitos da mulher AM

Licença maternidade 120 dias (CF de 1988, artigo 7º, inciso XVIII).

Direito à garantia no emprego (Atos das disposições constitucionais

transitórias artigo 10, inciso II, letra b).

Direito à creche (CLT, artigo 389, parágrafos 1º e 2º).

Pausas para amamentar - Até, pelo menos, seis meses de idade, dois descansos de meia hora (CLT, artigo 396, parágrafo único).

ALEITAMENTO MATERNO

Informações Básicas

Desmame

Deve ser Natural e Gradual Entre 2 e 4 anos e não antes de 1 ano Desinteresse pela mamada

Abrupto

Retorno ao trabalho

Doença Distúrbios emocionais

Entre 2 e 4 anos e não antes de 1 ano Desinteresse pela mamada Abrupto Retorno

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

Composição de Nutrientes para uma Alimentação Ideal

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

FIBRA ALIMENTAR

DENSIDADE DE NUTRIENTES ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA 3 RAZÃO SÓDIO-POTÁSSIO ALIMENTOS FUNCIONAIS CARACTERÍSTICAS DA
DENSIDADE DE NUTRIENTES
ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA 3
RAZÃO SÓDIO-POTÁSSIO
ALIMENTOS FUNCIONAIS
CARACTERÍSTICAS DA ALIMENTAÇÃO
ÔMEGA 3 RAZÃO SÓDIO-POTÁSSIO ALIMENTOS FUNCIONAIS CARACTERÍSTICAS DA ALIMENTAÇÃO GLICOSE PROTEÍNAS VITAMINAS

GLICOSE

ÔMEGA 3 RAZÃO SÓDIO-POTÁSSIO ALIMENTOS FUNCIONAIS CARACTERÍSTICAS DA ALIMENTAÇÃO GLICOSE PROTEÍNAS VITAMINAS

PROTEÍNAS

ÔMEGA 3 RAZÃO SÓDIO-POTÁSSIO ALIMENTOS FUNCIONAIS CARACTERÍSTICAS DA ALIMENTAÇÃO GLICOSE PROTEÍNAS VITAMINAS

VITAMINAS

Alimentação - Combinação de nutrientes que favoreça a expressão genotípica máxima

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

Após 6º mês

Complementar ao LM

Paciência e persistência

Combater os problemas nutricionais mais prevalentes

Anemia

Desnutrição

Obesidade

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

Gostar ou não gostar genética + hábitos

Evitar coação, chantagem ou premiação

Ambiente agradável e carinho

Criança sabe o quanto deve comer

Variar a oferta e insistir gentilmente na oferta do alimento

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA MENORES DE DOIS ANOS

Entre quarto e sexto mês melhor aceitação de alimentos pastosos

Melhora do Reflexo de protrusão da língua

Maturação das funções GI e renal

Desenvolvimento neuromuscular (senta sem apoio e possui

controle de pescoço e cabeça)

Autocontrole de frequência e volume - progressivo

Esquema Alimentar Crianças Amamentadas

Esquema Alimentar Crianças Amamentadas

Esquema Alimentar para Crianças Não Amamentadas e Volume de Refeições Lácteas

Esquema Alimentar para Crianças Não Amamentadas e Volume de Refeições Lácteas
Esquema Alimentar para Crianças Não Amamentadas e Volume de Refeições Lácteas

10 PASSOS PARA A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Passo 1 Dar somente leite materno até os 6 meses, sem oferecer água,

chás ou quaisquer outros alimentos.

Passo 2 A partir dos 6 meses, introduzir de forma lenta e gradual outros

alimentos, mantendo-se o leite materno até os 2 anos de idade ou mais.

Passo 3 Após os 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia se estiver desmamada.

Passo 4 A alimentação complementar deverá ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Passo 5 A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher; começar com consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família.

10 PASSOS PARA A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Passo 6 Oferecer à criança diferentes alimentos todos os dia. Uma alimentação variada é, também, uma alimentação colorida.

Passo 7 Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

Passo 8 Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas,

salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Passo 9 Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir armazenamento e conservação adequados.

Passo 10 Estimular a criança doente e convalescente a se

alimentar, oferecendo a alimentação habitual e seus alimentos

preferidos e respeitando sua aceitação.

Referências Bibliográficas

Brasil.

Saúde

da

Criança:

Nutrição

Infantil.

Aleitamento

Materno

e

Alimentação

Complementar. Caderno de Atenção Básica 23. Ministério da Saúde. Brasília, 2009.

Brasil. Amamentação e Uso de Medicamentos e Outras Substâncias. Série A Normas e Manuais Técnicos. Ministério da Saúde. Brasília, 2010.

Brasil. Atenção à Saúde do Recém-Nascido. Guia para Profissionais de Saúde. Cuidados Gerais. Volume 1. Brasília 2011.

Giugliani ERJ, Vieira GO. Aleitamento Materno. In: Lopez FA, Campos Júnior D. Tratado de Pediatria. Sociedade Brasileira de Pediatria. Rio de Janeiro: 2008.

Lima, M; Motta, ME; Alves, G. Saúde da Criança: para entender o Normal. Editora Universitária UFPE; Recife, 2007.

Sociedade Brasileira de Pediatria. Manual de orientação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento de Nutrologia, 3ª ed. Rio de Janeiro: 2012.