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sábado, 9 de fevereiro de 2013

20:02

Mineirinho Vivo ou Morto


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Mineirinho Vivo ou Morto

Brasil
1967 • cor • 90 min
Produção
Direção Aurélio Teixeira
Roteiro Aurélio Teixeira
Braz Chediak
Elenco original Jece Valadão
Leila Diniz
Fábio Sabag
Gracinda Freire
Género Policial
Idioma original português
IMDb: (inglês) (português)
Projeto Cinema • Portal Cinema
Mineirinho Vivo ou Morto é um filme brasileiro de 1967 do gênero "policial", dirigido e co-escrito por
Aurélio Teixeira. Conta a história do criminoso José Rosa do Nascimento, apelidado pela imprensa
sensacionalista de "Mineirinho".Sílvio César, que havia protagonizado o filme alterior do diretor, "Na
Onda do Iê-Iê-Iê" (1966), canta a música-tema.
Elenco
• Jece Valadão...José "Zezé" Rosa do Nascimento / Mineirinho
• Leila Diniz...Maria das Graças
• Gracinda Freire...Isabela
• Fábio Sabag...Neném
• Oswaldo Loureiro...Dr. Geraldo, comissário de polícia
• Wilson Grey...Traficante Cobrinha
• Milton Gonçalves...Caveira
• Edson Silva...repórter
• Castro Gonzaga...Júlio
• Milton Moraes...Arruda ou Arubinha
Sinopse
Zezé é um trabalhador comum que ama sua namorada Maria das Graças. Sua vida sofre uma reviravolta
quando uma mulher desconhecida entra no bar onde estava e lhe pede ajuda contra três homens que a
perseguiam. Zezé tenta impedir que os bandidos agridam a mulher e é violentamente espancado.
Achando que vai morrer, Zezé mata o líder dos bandidos com uma garrafada na cabeça. Nesse momento
é ouvida a sirene da polícia e todos fogem, inclusive Zezé que é levado pela mulher que se chama
Isabela para um barraco no Morro da Mangueira, onde ela vai cuidar de seus ferimentos.
A vítima de Zezé era uma bandido temido e a imprensa sensacionalista abre grandes manchetes sobre o
caso, apelidando Zezé de Mineirinho. A polícia continua a investigar e sobe o Morro, mas no caminho
acontece um tiroteio com o traficante Cobrinha e seu bando, que também estavam atrás de Isabela. Os

Página 1 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


acontece um tiroteio com o traficante Cobrinha e seu bando, que também estavam atrás de Isabela. Os
três policiais que estavam na ação são mortos e a imprensa atribui os crimes a "Mineirinho", que assim
se torna o "Inimigo Público Número Um". O Comissário Geraldo e seus homens entram no caso, cercam
o morro e começam a vigiar a namorada de Zezé. Mas Zezé consegue escapar do cerco com a ajuda de
Isabela e de bandidos (Neném, Caveira, Cabo, Onofre) e moradores da favela. Revoltado com a situação,
Zezé reage com violência e começa a liderar os bandidos em várias ações criminosas e também se torna
um "benfeitor" da favela agindo como um "Robin Hood", o que acirra ainda mais a perseguição a ele por
parte das autoridades e da polícia.
Ver também
• Lista de filmes brasileiros

Colado de <http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineirinho_Vivo_ou_Morto>

Página 2 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


sábado, 9 de fevereiro de 2013
20:08

MINEIRINHO VIVO OU MORTO


1967, 35 mm, P&B, 90 min
A trama inspira-se em notícias da crônica policial sobre a vida de José Rosa de Miranda. Após matar
acidentalmente o bandido Arubinha, José, que mora num morro carioca, é transformado pela imprensa
sensacionalista em perigoso bandido, apelidado Mineirinho. Procurado pela polícia e por marginais
ligados a Arubinha, ele acaba por efetivamente entrar na vida do crime participando de assaltos.
Madrugada de uma noite fria e chuvosa na estação de Mangueira. Uma jovem mulher, roupas humildes,
sapatos pobres, cabeça escondida entre os braços cruzados que servem de travesseiro, dorme sentada
nas escadarias. Pego uma lata de negativo, usada, semelhante a essas latas redondas de marmelada, e
coloco-a a seu lado. Depois coloco uma nota de cruzeiro, a de menor valor, e me afasto. A mulher
continua adormecida, imóvel.
Logo em seguida pára o primeiro trem, despejando alguns passageiros sobre a plataforma. Um homem
jovem, com cara de sono, tira do bolso uma moeda e pinga-a na lata da mulher que dorme. Uma
senhora de idade faz um gesto de reprovação, mas também pinga sua esmola e afasta-se com pressa. O
trem dá a partida e seu barulho acorda a jovem mulher. Ela se espreguiça, vê a lata, sorri, pega o
dinheiro, conta-o:
– Chediak, você é um filho da puta! Vamos ver se tem algum boteco aberto e tomar um conhaque. Eu
pago. Estou com um frio desgraçado.
A mulher era Leila Diniz, e estávamos filmando Mineirinho vivo ou morto.
Divulgação
Naquela época, o cinema era feito de sonhos, as atrizes ajudavam a varrer o cenário e a equipe tinha
que caber dentro de uma kombi. Não havia "cadeira do diretor", nem "cadeira do ator", e, "trailer para a
atriz" era coisa que, ouvíramos dizer, existia em Hollywood. Por isso Leila, cansada, trabalhando como
atriz e ajudando a fazer os sanduíches de mortadela, adormecera na escadaria da estação.
Não me lembro se ela já era mito, se Todas as mulheres do mundo já havia sido lançado. Mas nos
encontrávamos quase todas as noites no apartamento do diretor, Aurélio Teixeira, e sua mulher, a atriz
Gracinda Freire, Glauce Rocha, Glauber, Geraldo del Rey, Catulo de Paula, etc também freqüentavam "a
casa do Aurélio", onde eu escrevia o roteiro do filme. E todas as noites, terminado o trabalho, Leila me
pedia uma "carona". Não, eu não tinha carro. A "carona" era irmos no mesmo ônibus – quando
tínhamos dinheiro – ou a pé, até a TV Rio, no posto Seis, onde ela ia encontrar-se com seu namorado.
Divulgação
Quase da mesma idade que ela e trabalhando no mesmo meio, era natural que nos encontrássemos
sempre. E várias vezes eu a vi aconselhando jovens atrizes e atores. Mostrando caminhos e
incentivando-os a batalhar, batalhar, batalhar. Leila era uma batalhadora.
Hoje, revendo seu trabalho, confirmo a grande atriz que ela era: intuitiva, natural, verdadeira. Leila Diniz
marcou profundamente uma época. Não sei se foi feliz. Sua paixão foi o cinema. Acho que foi
correspondida.
Braz Chediak
Direção: Aurélio Teixeira
Roteiro: Braz Chediak e Aurélio Teixeira
Direção de fotografia: Ruy Santos
Montagem: Rafael Justo Valverde
Música: Silvio César
Produção: Herbert Richers e Jece Valadão
Elenco: Jece Valadão, Leila Diniz, Gracinda Freire, Fábio Sabag, Oswaldo Loureiro,
Wilson Grey, Milton Gonçalves, Edson Silva, Nanai, Hugo Brando
e Milton Moraes
Companhias produtoras: Produções Cinematográficas Herbert Richers e Magnus Filmes

Página 3 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


Colado de <http://www.portalbrasileirodecinema.com.br/leila/filmes/cinema/02_03_03.php>

Página 4 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


sábado, 9 de fevereiro de 2013
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Cartaz MINEIRINHO, VIVO OU MORTO - (1967)

MINEIRINHO, VIVO OU MORTO


Categorias
Longa-metragem / Sonoro / Ficção

Material original
35mm, BP, 90min, 2.587m, 24q, 1:1'37

Data e local de produção


Ano: 1967
País: BR
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: DF

Certificados
Censura Federal 31465 de 08.05.1967, proibido para menores de 14
anos.Censura Federal 31314, entre 21.03.1967 e 12.04.1967, trailer proibido
para menores de 14 anos.

Sinopse
"José Rosa de Miranda vive num dos morros cariocas. Ao proteger uma
mulher, Isabel, de um grupo de marginais, mata acidentalmente um dos
bandidos, Arubinha. A imprensa marrom o transforma em inimigo público,
apelidado Mineirinho. Refugiado no morro, ele é caçado pela polícia e pelo
irmão da vítima, Cobrinha. Vários marginais o ajudam." (Guia de Filmes, 05)
Gênero
Policial
Dados de produção

Companhia(s) produtora(s): Produtora Cinematográfica Herbert Richers S.A.;


Magnus Filmes Ltda.
Produção: Valadão, Jece
Direção de produção: Campello Filho
Gerente de produção: Campello Filho
Companhia(s) distribuidora(s): Produtora Cinematográfica Herbert Richers S.A.
Argumento: Teixeira, Aurélio; Chediak, Braz
Autoria: <Miranda, José Rosa de>
Roteirista: Teixeira, Aurélio; Chediak, Braz
Estória: Baseada em fatos da crônica policial sobre a vida de Mineirinho de
<Miranda, José Rosa de>
Direção: Teixeira, Aurélio
Direção de fotografia: Santos, Ruy
Montagem: Valverde, Rafael Justo
Edição: Erita, Lúcia
Música (Genérico): Cezar, Silvio

Página 5 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


Música (Genérico): Cezar, Silvio
Identidades/elenco:
Valadão, Jece
Diniz, Leila
Freire, Gracinda
Sabag, Fábio
Loureiro, Oswaldo
Gonçalves, Milton
Grey, Wilson
Silva, Edson
Nanai
Luna, Ricardo
Santos, Enio
Gonzaga, Castro
Koppa, Carlos
Maia, Jorge
Mariano, Procopio
Brandão, Hugo
Lima, Demerval Costa
Wester, Ita
Sandrini, Rosa
Caravalho, I. P. de
Ribeiro, Fredman
Brando, Tony
Diniz, J.
Duarte, Jeferson
Dantas, Jeferson
Chediak, Jesus
Participação especial Morais, Milton

Colado de <http://www.cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?
IsisScript=iah/iah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=p&nextAction=search&exprSearch=ID=017206>

Página 6 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


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20:11

POSTER Mineirinho Vivo ou morto [Mineirinho vivo ou


morto (1967)]
Por História do Cinema Brasileiro
– 11 de julho de 2011

Colado de <http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/mineirinho-vivo-ou-morto/poster-mineirinho-vivo-ou-morto/>

Página 7 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


sábado, 9 de fevereiro de 2013
20:12

Jece Valadão
por Apoenan Rodrigues
O cinema brasileiro teve poucos astros cuja presença em filmes era garantia de sucesso de bilheteria.
Jece Valadão foi um dos maiores ao criar um tipo marcante que o acompanharia por grande parte da
sua carreira: o cafajeste.
Nascido em Murundu, município de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Valadão foi ator, produtor,
diretor e dramaturgo. Trabalhou em várias chanchadas da Atlântida e nos lendários filmes Rio, 40 Graus
(1955) e Rio, Zona Norte (1957), dirigidos por Nelson Pereira dos Santos e considerados os precursores
do Cinema Novo.
Em 1961, Valadão atuou e estreou como produtor no clássico Os Cafajestes lançado em 1962 , de Ruy
Guerra, no qual Norma Bengell protagoniza a célebre cena de nu frontal. Nos anos seguintes, estrelou
outras produções marcantes, como Boca de Ouro; Bonitinha, Mas Ordinária; e Asfalto Selvagem, todas
baseadas na obra de Nelson Rodrigues, de quem foi cunhado. Da literatura, também trouxe para as telas
Memórias de um Gigolô e O Enterro da Cafetina, ambos de Marcos Rey. Como produtor e ator,
trabalhou na adaptação de Navalha na Carne, e, só como produtor, em Dois Perdidos Numa Noite Suja,
duas peças de Plínio Marcos. Na sua lista de filmes policiais destacam-se Mineirinho, Vivo ou Morto e Eu
Matei Lúcio Flávio.
Em sua memorável carreira incluem-se 15 filmes como diretor e centenas de trabalhos como ator de
cinema, teatro e televisão, com destaque à elogiada minissérie da HBO, Filhos do Carnaval (2006), uma
de suas últimas aparições.
Nesta biografia escrita pelo jornalista e autor Apoenan Rodrigues, sem deixar de revelar detalhes
picantes da sua vida Jece Valadão desvendou sua complexa personalidade e a devoção que norteou a
posterior carreira de pastor evangélico.
Mais um título fundamental da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em seu
trabalho de preservação do resgate de nossa memória cultural.

Colado de <http://aplauso.imprensaoficial.com.br/livro-interna.php?iEdicaoID=308>

Página 8 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


sábado, 9 de fevereiro de 2013
20:20

Gracinda Freire Jan 22, '07 1:56 PM


para todos
Apresentação de Slides
(Natal, no Rio Grande do Norte, em 31/10/1925 - Rio de Janeiro em 11/07/1995).

Começou no teatro em 1951, no espetáculo “A Primadona”. Sempre foi uma presença constante nos
palcos brasileiros e participou de montagens importantes como “Deus lhe Pague” com Procópio
Ferreira e “Viva o Cordão Encantado”, um musical.

No cinema estreou em 1962 em dois filmes: “Assalto ao Trem Pagador” e “Três Cabras de Lampião”.
Participou depois de “Procura-se Uma Rosa”; “Mineirinho, Vivo ou Morto”, onde foi dirigida pelo
marido, o diretor de cinema Aurélio Teixeira; “Pra Quem Fica Tchau”; “Rua Descalça”; “Cassy Jones, o
Magnífico Sedutor”; “O Filho do Chefão”; “Ana, a Libertina”; “A Árvore dos Sexos”; “Nos Embalos de
Ipanema”; “Chuvas de Verão”; “Bububu no Bobobó” e “Dora Doralina”.

Foi para a TV em 1969 e fez duas novelas da TV Globo neste ano, primeiro “Rosa Rebelde” e depois
“Véu de Noiva”. Marcou presença também em “Assim na Terra como no Céu”, “Bandeira 2”, “O
Semideus”, “Senhora”, “O Feijão e o Sonho”, “Sem Lenço, Sem Documento”, “Dancin' Days”, “Feijão
Maravilha” e “Chega Mais.

Mãe do diretor musical de TV, Roberto Jorge, Gracinda Freire morreu em conseqüência de um
derrame cerebral.

Texto: Rodolfo Bonventti.

Fontes: Sites Wikipédia; IMDB; Globo Memória, Acervos Robson Terr; Captura de Imagens no Youtube.

"Dancin' Days"

Gracinda Freire

Página 9 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


c/ Glauce Rocha em "Soraia, Posto 2"

Gracinda Freire e atores

"Mineirinho, Vivo ou Morto" 1967

"Minheirinho, Vivo ou Morto"

"Mineirinho, Vivo ou Morto"

"Mineirinho, Vivo ou Morto" 1967

Página 10 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


"Mineirinho, Vivo ou Morto"

"Mineirinho, Vivo ou Morto"

"Mineirinho, Vivo ou Morto"

Gracinda Freire

Gracinda Freire

Gracinda Freire

Página 11 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


Gracinda Freire

"Véu de Noiva" 1969

"O Feijão e o Sonho" - 1976

"O Feijão e o Sonho" - 1976

"Dancin Days"

"Dancin' Days" 1979

Página 12 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


"Dancin' Days"

"Dancin' Days" 1979

"Dancin' Days" 1979

"Dancin' Days"

"Dancin' Days"

"Dancin' Days"

Página 13 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


"Dancin' Days"

"Dancin' Days"

"Nos Embalos de Ipanema"

"A Árvore dos Sexos" - 1978

"A Árvore dos Sexos" - 1978

"A Árvore dos Sexos" - 1978

Página 14 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)


"Feijão Maravilha" - 1979

1980

"Chega Mais" - 1980

"Chega Mais" - 1980

Anterior: Mazzaropi

Colado de <http://inmemorian.multiply.com/photos/album/179/Gracinda-Freire?&show_interstitial=1&u=%2Fphotos%2Falbum>

Página 15 de Mineirinho, vivo ou morto (1967)

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