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1.

Texto pode ser Cantata de Natal

Ao ler este texto de inspiração para o Natal visualizei a possibilidade de se fazer uma peça para
encenar na igreja.
Pode-se criar diálogos, entremeados por um narrador.
Pode-se criar "skets", encenações mudas com o narrador ao fundo, sempre com belos cânticos
que a congregação pode entoar.
Use sua criatividade e monte uma bela apresentação de Natal!
Deus te abençoe,
Sandra
************************************************** ***

Presentear: Dar presente é muito bom!


Diz-nos a Bíblia que mais bem-aventurado é dar do que receber. Realmente, é gratificante ver
feliz o presenteado. Imagino que você também goste de dar presentes e nestes tempos de
Natal, com certeza, até já escolheu a quem ofertar.

Imagino você escolhendo o presente – aliás, um presente que a pessoa está até necessitando.
E como não é possível encontrá-lo em qualquer loja, você percorre vários shoppings, lojas
especializadas e, depois de muita procura, finalmente o encontra!

Certo da boa qualidade do presente, você manda fazer a embalagem. Você mesmo orienta
quanto à escolha do papel e, talvez, da fita e dos ornamentos com os quais o presente deverá
ser revestido. O vendedor então, aprimora a sua técnica de embalagens e, por fim, apresenta-o
lindo, belo, atraente!

Mas, você quer fazer uma surpresa. E em lugar de entregar pessoalmente aquela raridade,
você escreve o endereço da pessoa em um cartão e solicita à própria empresa que faça a
entrega. O mensageiro vai até à residência do destinatário, a qual não fica muito perto de onde
aquele presente fora adquirido.

Atravessa todos os sinais, passa por cruzamentos e, finalmente, aproxima-se do endereço


indicado. Procura o número e o acha, a algumas quadras distante. Com ar vitorioso, bate à
porta. Alguém se aproxima, ouvem-se passos. A porta se abre, o entregador explica a origem
do presente e ensaia entregá-lo. Mas o dono da casa, a despeito de todos os esclarecimentos,
nega-se terminantemente a recebê-lo. A situação é constrangedora. O mensageiro, desajeitado
e triste com a inusitada situação, agradece e traz aquele belo presente de volta...

Não é preciso muita imaginação para saber como você haveria de se sentir. Depois de
demonstrar tanta boa vontade, ver recusado o seu presente... Sua reação? Desapontamento,
tristeza e decepção.

Acho que você já conhece esta história! Você e eu somos parte dela. Pode parecer exagerado,
mas foi exatamente isto que aconteceu com Deus. Ele tinha um Filho – único e amado Filho – e
o enviou ao mundo. Era Ele alguém de quem a humanidade necessitava e com urgência! O
amor e a solicitude divinal sobre Ele repousavam, tornando-O a dádiva mais preciosa que se
poderia enviar ao nosso planeta.

Várias providências foram tomadas, no sentido de que o presente pudesse chegar ao seu
destino. A escolha da cidade que deveria recebê-Lo, a pessoa que deveria ser-Lhe portadora
enquanto estava em formação e outras. Era muito especial, era o presente que estava sendo
enviado.

Logo nos primeiros instantes da chegada do presente a este mundo, estrelas orientaram
personagens importantes que desejaram vê-Lo. Anjos compuseram melodias especiais para
anunciá-Lo. Pastores de ovelhas e outras pessoas quiseram conhecê-lo (alguns até por
questões de receio...).

Apesar destes cuidados especiais que cercaram a sua chegada, sua verdadeira entrega, no
devido tempo, não obteve a receptividade por parte dos destinatários. Um contemporâneo
destes destinatários, ao observar a atitude de alguns com a dádiva celestial, disse: “veio para o
que era seu, mas os seus não O receberam”.
Era... realmente, muito melancólico! Tão grande boa vontade, para tão pouca aceitação...
Contudo, prossegue o contemporâneo daquelas pessoas a quem Jesus foi enviado: “Mas a
todos quantos O receberam, deu-lhes poder o poder de serem chamados filhos de Deus”.
Mostra ele assim, que a dádiva foi aceita por alguns.

O mais curioso, com relação às pessoas que rejeitaram o presente do céu, é que elas o
esperavam: pensavam nele, liam a Seu respeito. Até seus filhos recebiam nomes que traduziam
tais esperanças. Apesar disto, porém, não O receberam. Não é muito estranho?

Comportamentos deste tipo, entretanto, não são exclusivos daqueles personagens, ainda hoje
temos pessoas assim!

O presente divino foi enviado a você e a mim também, da mesma forma que a eles.

Hoje é Natal! Hoje é dia de festa, grande festa! Talvez a mais bonita e significante das festas.
Mas, ao trocarmos os nossos presentes, enviarmos os votos de “Feliz Natal” ou nos sentarmos
em torno de uma bela e farta mesa para comemorar o nascimento de Cristo, há em nós a
convicção de que O aceitamos?

Será que não estamos comemorando um aniversário, ignorando o Ilustre aniversariante?

Não seria o caso de aceitar a história e não o seu personagem central?

Aceitamos a data natalícia do Seu personagem mas rejeitamos os seus conceitos e


ensinamentos?

Festejamos o aniversário, enquanto procuramos evitar os preceitos do aniversariante,


temerosos de que entrem em conflito com os nossos planos?

Será que nos deleitamos no que Ele diz, da mesma forma que exultamos com as festividades
que lembram a vinda dEle a este mundo?

É preciso um momento de reavaliação do seu, do meu, do nosso Natal! Há de se fazer muita,


muita reflexão sobre a sua vinda. Seus ensinamentos, sua missão e a doação da Sua vida.

No momento em que tantas festas tomam o lugar – o precioso lugar – que deveria ser do
Nosso Salvador, há urgência em tornarmos o Natal uma festa verdadeira. Mais espiritual do que
comensal. O reconhecimento de que Deus – Deus em Cristo – veio para firmar um reinado de
paz em nosso coração.

Afinal... este é o sentido mais profundo do Natal: PAZ!

Torne este Natal o mais agradável de todos já festejados por você!

Há de haver profunda alegria, profunda realização e desta maneira é possível olhar para cada
um e dizer com satisfação infinita, do fundo do coração: FELIZ NATAL!
__________________________________________________ _______

"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança". Lamentações 3:21


Como Devemos Encarar o Natal?
Certa vez, li uma história que nos mostra qual é o significado do Natal e como devemos encará-
lo. Falava de um pastor que adormeceu em seu gabinete numa manhã de Natal e sonhou com
um mundo no qual Jesus nunca tinha vindo.

Em seu sonho, viu-se andando pela casa; mas lá não havia presentes no canto da lareira, nem
árvore de Natal, nem coroas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar.
Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres pontudas apontando para o céu.
Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador haviam
desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta. Era uma pessoa que lhe pedia que fosse visitar sua pobre mãe que
estava à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso. Quando chegou àquela casa, o
pastor disse:

“ Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará.”

Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em
Malaquias e não havia evangelho, nem promessa de esperança e salvação. Ele só pôde abaixar
a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado do caixão fúnebre, mas não havia mensagem de consolação,
nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; apenas “pó ao pó”, e um longo e eterno
adeus.

Então, o pastor percebeu que “Ele não tinha vindo”. E rompeu em lágrimas e amargo pranto,
em seu triste sonho.

De repente, acordou ao som de uma música. E um forte grito de júbilo saiu-lhe dos lábios, o
coro cantando:

"Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,


Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.
Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!
Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!"

Este é o verdadeiro sentido no Natal: Jesus, o único Mediador entre Deus e os homens;
Maravilhoso, nosso Deus forte, nosso Príncipe da Paz. Alegremo-nos, pois o Natal é Cristo em
nós. É a nossa salvação. É nosso perdão, nossa redenção.

Celebrar o Natal é celebrar Jesus.

Símbolos do Natal

De todas as festas cristãs, o Natal é uma das mais bonitas. Ela é cheia de cores, de luz e de
símbolos muito ricos em significados. Os símbolos apontam para algo.
Muitos consideram alguns símbolos usados no Natal como vindos de culturas pagãs.

Por isso, vamos fazer um pequeno estudo dos mais conhecidos símbolos de Natal.
Depois, poderemos tirar nossas próprias conclusões. Assim, poderemos escolher a melhor
forma de usá-los.
Vejamos o que Deus pode nos dizer através desses símbolos.

A Árvore de Natal

A árvore de Natal desempenha um papel importante na data comemorativa do nascimento de


Jesus.
Os cristãos da antiga Europa ornamentavam suas casas com pinheiros no dia no Natal, única
árvore que nas imensidões da neve permanecem verde.

Há várias histórias sobre a origem da árvore de Natal.


Uma das favoritas é de que, certo dia, Martinho Lutero caminhava à noite e olhou para o céu
estrelado atrás de um pinheiro. Ele estava pensando em uma forma de celebrar o Natal com a
família. De repente, ao olhar aquele pinheiro com as estrelas brilhando ao fundo, pensou em
uma árvore com velas brilhando, imitando estrelas.
Lutero, então, cortou um pinheiro, levou-o para casa e , juntamente com os filhos foi
decorando com frutas, laços coloridos e finalmente, com velas que acendia às noites enquanto
falavam sobre a vinda de Jesus, que trouxe luz às nossas trevas.

A árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de Jesus
Cristo.

Presentes

A idéia de trocar presentes no Natal está relacionada, entre outros motivos, aos magos que
trouxeram presentes para Jesus.
A troca de presentes entre as pessoas é uma forma de lembrar que a oferta generosa de Deus
em Cristo é para todos.
Os presentes significam que Deus não abandonou o homem, que ele nos deu o maior presente:
Jesus.
Esse presente é para qualquer pessoa que quiser; rico, pobre, preto, branco, morador de
favela, japonês, coreano, filho de mãe solteira, que o pai não ama, não respeita, não importa.
O presente de Deus é para todos.

A Estrela

A estrela representa o sol da justiça que guiou os magos.


A estrela tornou-se o símbolo do extraordinário que aconteceu naquela noite, ela aponta para o
local do nascimento de Jesus e aponta para a plenitude de vida que representa essa vinda de
Deus ao mundo.

A Cantata ou Coral

Simboliza o primeiro dia em que os anjos vieram a Terra cantando.


Não se ouviu na história que os anjos cantaram aqui na Terra, a não ser no dia que Jesus
nasceu.

A Ceia

A ceia representava o Cordeiro pascal, a presença do Cordeiro que tira o pecado do mundo.
Ela une as pessoas e festeja a vinda de Cristo.
Por isso, reúna a família, faça uma ceia. Se não puder comprar um peru, asse um frango, uma
carne, uma farofa, um arroz com passas.
Promova uma ceia na sua casa na noite do Natal, ou na véspera se quiser.
Se não tiver ninguém, coma sozinho, ou convide alguém.

Guirlanda

Na Inglaterra, sempre-vivas eram usadas como decoração de Natal nas ruas.


Na Alemanha, passaram a arrumá-las em forma de círculo, representando o amor de Deus que
nos protege.

Cartões de Natal

Na Inglaterra, em 1844, um famoso artista chamado William de Birmingham começou a pintar


cenas natalinas e a escrever mensagens para representar seus amigos na época de Natal.
Aqueles cartões fizeram muito sucesso. No ano seguinte, ele fez cópias de seus cartões e
continuou a presentear seus amigos.
A idéia se espalhou rapidamente.
Os cartões de Natal nos lembram o espalhar a boa-nova.

Então, vimos que os símbolos são apenas isso: símbolos.


Não há nada de especial nem errado neles.
São apenas uma forma de celebrar o Natal. O essencial ao Natal é Cristo.

Extraído do Livro
” Natal a mais linda festa” - Pr. Jorge Linhares

Texto pode ser Cantata de Natal

Ao ler este texto de inspiração para o Natal visualizei a possibilidade de se fazer uma peça para
encenar na igreja.
Pode-se criar diálogos, entremeados por um narrador.
Pode-se criar "skets", encenações mudas com o narrador ao fundo, sempre com belos cânticos
que a congregação pode entoar.
Use sua criatividade e monte uma bela apresentação de Natal!
Deus te abençoe,
Sandra
************************************************** ***

Presentear: Dar presente é muito bom!


Diz-nos a Bíblia que mais bem-aventurado é dar do que receber. Realmente, é gratificante ver
feliz o presenteado. Imagino que você também goste de dar presentes e nestes tempos de
Natal, com certeza, até já escolheu a quem ofertar.

Imagino você escolhendo o presente – aliás, um presente que a pessoa está até necessitando.
E como não é possível encontrá-lo em qualquer loja, você percorre vários shoppings, lojas
especializadas e, depois de muita procura, finalmente o encontra!

Certo da boa qualidade do presente, você manda fazer a embalagem. Você mesmo orienta
quanto à escolha do papel e, talvez, da fita e dos ornamentos com os quais o presente deverá
ser revestido. O vendedor então, aprimora a sua técnica de embalagens e, por fim, apresenta-o
lindo, belo, atraente!

Mas, você quer fazer uma surpresa. E em lugar de entregar pessoalmente aquela raridade,
você escreve o endereço da pessoa em um cartão e solicita à própria empresa que faça a
entrega. O mensageiro vai até à residência do destinatário, a qual não fica muito perto de onde
aquele presente fora adquirido.

Atravessa todos os sinais, passa por cruzamentos e, finalmente, aproxima-se do endereço


indicado. Procura o número e o acha, a algumas quadras distante. Com ar vitorioso, bate à
porta. Alguém se aproxima, ouvem-se passos. A porta se abre, o entregador explica a origem
do presente e ensaia entregá-lo. Mas o dono da casa, a despeito de todos os esclarecimentos,
nega-se terminantemente a recebê-lo. A situação é constrangedora. O mensageiro, desajeitado
e triste com a inusitada situação, agradece e traz aquele belo presente de volta...

Não é preciso muita imaginação para saber como você haveria de se sentir. Depois de
demonstrar tanta boa vontade, ver recusado o seu presente... Sua reação? Desapontamento,
tristeza e decepção.

Acho que você já conhece esta história! Você e eu somos parte dela. Pode parecer exagerado,
mas foi exatamente isto que aconteceu com Deus. Ele tinha um Filho – único e amado Filho – e
o enviou ao mundo. Era Ele alguém de quem a humanidade necessitava e com urgência! O
amor e a solicitude divinal sobre Ele repousavam, tornando-O a dádiva mais preciosa que se
poderia enviar ao nosso planeta.

Várias providências foram tomadas, no sentido de que o presente pudesse chegar ao seu
destino. A escolha da cidade que deveria recebê-Lo, a pessoa que deveria ser-Lhe portadora
enquanto estava em formação e outras. Era muito especial, era o presente que estava sendo
enviado.

Logo nos primeiros instantes da chegada do presente a este mundo, estrelas orientaram
personagens importantes que desejaram vê-Lo. Anjos compuseram melodias especiais para
anunciá-Lo. Pastores de ovelhas e outras pessoas quiseram conhecê-lo (alguns até por
questões de receio...).

Apesar destes cuidados especiais que cercaram a sua chegada, sua verdadeira entrega, no
devido tempo, não obteve a receptividade por parte dos destinatários. Um contemporâneo
destes destinatários, ao observar a atitude de alguns com a dádiva celestial, disse: “veio para o
que era seu, mas os seus não O receberam”.
Era... realmente, muito melancólico! Tão grande boa vontade, para tão pouca aceitação...
Contudo, prossegue o contemporâneo daquelas pessoas a quem Jesus foi enviado: “Mas a
todos quantos O receberam, deu-lhes poder o poder de serem chamados filhos de Deus”.
Mostra ele assim, que a dádiva foi aceita por alguns.

O mais curioso, com relação às pessoas que rejeitaram o presente do céu, é que elas o
esperavam: pensavam nele, liam a Seu respeito. Até seus filhos recebiam nomes que traduziam
tais esperanças. Apesar disto, porém, não O receberam. Não é muito estranho?

Comportamentos deste tipo, entretanto, não são exclusivos daqueles personagens, ainda hoje
temos pessoas assim!

O presente divino foi enviado a você e a mim também, da mesma forma que a eles.

Hoje é Natal! Hoje é dia de festa, grande festa! Talvez a mais bonita e significante das festas.
Mas, ao trocarmos os nossos presentes, enviarmos os votos de “Feliz Natal” ou nos sentarmos
em torno de uma bela e farta mesa para comemorar o nascimento de Cristo, há em nós a
convicção de que O aceitamos?

Será que não estamos comemorando um aniversário, ignorando o Ilustre aniversariante?

Não seria o caso de aceitar a história e não o seu personagem central?

Aceitamos a data natalícia do Seu personagem mas rejeitamos os seus conceitos e


ensinamentos?

Festejamos o aniversário, enquanto procuramos evitar os preceitos do aniversariante,


temerosos de que entrem em conflito com os nossos planos?
Será que nos deleitamos no que Ele diz, da mesma forma que exultamos com as festividades
que lembram a vinda dEle a este mundo?

É preciso um momento de reavaliação do seu, do meu, do nosso Natal! Há de se fazer muita,


muita reflexão sobre a sua vinda. Seus ensinamentos, sua missão e a doação da Sua vida.

No momento em que tantas festas tomam o lugar – o precioso lugar – que deveria ser do
Nosso Salvador, há urgência em tornarmos o Natal uma festa verdadeira. Mais espiritual do que
comensal. O reconhecimento de que Deus – Deus em Cristo – veio para firmar um reinado de
paz em nosso coração.

Afinal... este é o sentido mais profundo do Natal: PAZ!

Torne este Natal o mais agradável de todos já festejados por você!

Há de haver profunda alegria, profunda realização e desta maneira é possível olhar para cada
um e dizer com satisfação infinita, do fundo do coração: FELIZ NATAL!
__________________________________________________ _______

"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança". Lamentações 3:21


1. Texto pode ser Cantata de Natal

Ao ler este texto de inspiração para o Natal visualizei a possibilidade de se fazer uma peça para
encenar na igreja.
Pode-se criar diálogos, entremeados por um narrador.
Pode-se criar "skets", encenações mudas com o narrador ao fundo, sempre com belos cânticos
que a congregação pode entoar.
Use sua criatividade e monte uma bela apresentação de Natal!
Deus te abençoe,
Sandra
************************************************** ***

Presentear: Dar presente é muito bom!


Diz-nos a Bíblia que mais bem-aventurado é dar do que receber. Realmente, é gratificante ver
feliz o presenteado. Imagino que você também goste de dar presentes e nestes tempos de
Natal, com certeza, até já escolheu a quem ofertar.

Imagino você escolhendo o presente – aliás, um presente que a pessoa está até necessitando.
E como não é possível encontrá-lo em qualquer loja, você percorre vários shoppings, lojas
especializadas e, depois de muita procura, finalmente o encontra!

Certo da boa qualidade do presente, você manda fazer a embalagem. Você mesmo orienta
quanto à escolha do papel e, talvez, da fita e dos ornamentos com os quais o presente deverá
ser revestido. O vendedor então, aprimora a sua técnica de embalagens e, por fim, apresenta-o
lindo, belo, atraente!

Mas, você quer fazer uma surpresa. E em lugar de entregar pessoalmente aquela raridade,
você escreve o endereço da pessoa em um cartão e solicita à própria empresa que faça a
entrega. O mensageiro vai até à residência do destinatário, a qual não fica muito perto de onde
aquele presente fora adquirido.

Atravessa todos os sinais, passa por cruzamentos e, finalmente, aproxima-se do endereço


indicado. Procura o número e o acha, a algumas quadras distante. Com ar vitorioso, bate à
porta. Alguém se aproxima, ouvem-se passos. A porta se abre, o entregador explica a origem
do presente e ensaia entregá-lo. Mas o dono da casa, a despeito de todos os esclarecimentos,
nega-se terminantemente a recebê-lo. A situação é constrangedora. O mensageiro, desajeitado
e triste com a inusitada situação, agradece e traz aquele belo presente de volta...

Não é preciso muita imaginação para saber como você haveria de se sentir. Depois de
demonstrar tanta boa vontade, ver recusado o seu presente... Sua reação? Desapontamento,
tristeza e decepção.

Acho que você já conhece esta história! Você e eu somos parte dela. Pode parecer exagerado,
mas foi exatamente isto que aconteceu com Deus. Ele tinha um Filho – único e amado Filho – e
o enviou ao mundo. Era Ele alguém de quem a humanidade necessitava e com urgência! O
amor e a solicitude divinal sobre Ele repousavam, tornando-O a dádiva mais preciosa que se
poderia enviar ao nosso planeta.

Várias providências foram tomadas, no sentido de que o presente pudesse chegar ao seu
destino. A escolha da cidade que deveria recebê-Lo, a pessoa que deveria ser-Lhe portadora
enquanto estava em formação e outras. Era muito especial, era o presente que estava sendo
enviado.

Logo nos primeiros instantes da chegada do presente a este mundo, estrelas orientaram
personagens importantes que desejaram vê-Lo. Anjos compuseram melodias especiais para
anunciá-Lo. Pastores de ovelhas e outras pessoas quiseram conhecê-lo (alguns até por
questões de receio...).
Apesar destes cuidados especiais que cercaram a sua chegada, sua verdadeira entrega, no
devido tempo, não obteve a receptividade por parte dos destinatários. Um contemporâneo
destes destinatários, ao observar a atitude de alguns com a dádiva celestial, disse: “veio para o
que era seu, mas os seus não O receberam”.
Era... realmente, muito melancólico! Tão grande boa vontade, para tão pouca aceitação...
Contudo, prossegue o contemporâneo daquelas pessoas a quem Jesus foi enviado: “Mas a
todos quantos O receberam, deu-lhes poder o poder de serem chamados filhos de Deus”.
Mostra ele assim, que a dádiva foi aceita por alguns.

O mais curioso, com relação às pessoas que rejeitaram o presente do céu, é que elas o
esperavam: pensavam nele, liam a Seu respeito. Até seus filhos recebiam nomes que traduziam
tais esperanças. Apesar disto, porém, não O receberam. Não é muito estranho?

Comportamentos deste tipo, entretanto, não são exclusivos daqueles personagens, ainda hoje
temos pessoas assim!

O presente divino foi enviado a você e a mim também, da mesma forma que a eles.

Hoje é Natal! Hoje é dia de festa, grande festa! Talvez a mais bonita e significante das festas.
Mas, ao trocarmos os nossos presentes, enviarmos os votos de “Feliz Natal” ou nos sentarmos
em torno de uma bela e farta mesa para comemorar o nascimento de Cristo, há em nós a
convicção de que O aceitamos?

Será que não estamos comemorando um aniversário, ignorando o Ilustre aniversariante?

Não seria o caso de aceitar a história e não o seu personagem central?

Aceitamos a data natalícia do Seu personagem mas rejeitamos os seus conceitos e


ensinamentos?

Festejamos o aniversário, enquanto procuramos evitar os preceitos do aniversariante,


temerosos de que entrem em conflito com os nossos planos?

Será que nos deleitamos no que Ele diz, da mesma forma que exultamos com as festividades
que lembram a vinda dEle a este mundo?

É preciso um momento de reavaliação do seu, do meu, do nosso Natal! Há de se fazer muita,


muita reflexão sobre a sua vinda. Seus ensinamentos, sua missão e a doação da Sua vida.

No momento em que tantas festas tomam o lugar – o precioso lugar – que deveria ser do
Nosso Salvador, há urgência em tornarmos o Natal uma festa verdadeira. Mais espiritual do que
comensal. O reconhecimento de que Deus – Deus em Cristo – veio para firmar um reinado de
paz em nosso coração.

Afinal... este é o sentido mais profundo do Natal: PAZ!

Torne este Natal o mais agradável de todos já festejados por você!

Há de haver profunda alegria, profunda realização e desta maneira é possível olhar para cada
um e dizer com satisfação infinita, do fundo do coração: FELIZ NATAL!
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"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança". Lamentações 3:21

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2. 29-10-07, 12:18 AM #7

SandraMac

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Oct 2007
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Rio de Janeiro - RJ
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5.119

Como Devemos Encarar o Natal?


Certa vez, li uma história que nos mostra qual é o significado do Natal e como devemos encará-
lo. Falava de um pastor que adormeceu em seu gabinete numa manhã de Natal e sonhou com
um mundo no qual Jesus nunca tinha vindo.

Em seu sonho, viu-se andando pela casa; mas lá não havia presentes no canto da lareira, nem
árvore de Natal, nem coroas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar.
Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres pontudas apontando para o céu.
Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador haviam
desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta. Era uma pessoa que lhe pedia que fosse visitar sua pobre mãe que
estava à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso. Quando chegou àquela casa, o
pastor disse:

“ Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará.”

Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em
Malaquias e não havia evangelho, nem promessa de esperança e salvação. Ele só pôde abaixar
a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado do caixão fúnebre, mas não havia mensagem de consolação,
nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; apenas “pó ao pó”, e um longo e eterno
adeus.

Então, o pastor percebeu que “Ele não tinha vindo”. E rompeu em lágrimas e amargo pranto,
em seu triste sonho.

De repente, acordou ao som de uma música. E um forte grito de júbilo saiu-lhe dos lábios, o
coro cantando:

"Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,


Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.
Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!
Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!"

Este é o verdadeiro sentido no Natal: Jesus, o único Mediador entre Deus e os homens;
Maravilhoso, nosso Deus forte, nosso Príncipe da Paz. Alegremo-nos, pois o Natal é Cristo em
nós. É a nossa salvação. É nosso perdão, nossa redenção.

Celebrar o Natal é celebrar Jesus.

Símbolos do Natal

De todas as festas cristãs, o Natal é uma das mais bonitas. Ela é cheia de cores, de luz e de
símbolos muito ricos em significados. Os símbolos apontam para algo.
Muitos consideram alguns símbolos usados no Natal como vindos de culturas pagãs.

Por isso, vamos fazer um pequeno estudo dos mais conhecidos símbolos de Natal.
Depois, poderemos tirar nossas próprias conclusões. Assim, poderemos escolher a melhor
forma de usá-los.
Vejamos o que Deus pode nos dizer através desses símbolos.

A Árvore de Natal

A árvore de Natal desempenha um papel importante na data comemorativa do nascimento de


Jesus.
Os cristãos da antiga Europa ornamentavam suas casas com pinheiros no dia no Natal, única
árvore que nas imensidões da neve permanecem verde.

Há várias histórias sobre a origem da árvore de Natal.


Uma das favoritas é de que, certo dia, Martinho Lutero caminhava à noite e olhou para o céu
estrelado atrás de um pinheiro. Ele estava pensando em uma forma de celebrar o Natal com a
família. De repente, ao olhar aquele pinheiro com as estrelas brilhando ao fundo, pensou em
uma árvore com velas brilhando, imitando estrelas.
Lutero, então, cortou um pinheiro, levou-o para casa e , juntamente com os filhos foi
decorando com frutas, laços coloridos e finalmente, com velas que acendia às noites enquanto
falavam sobre a vinda de Jesus, que trouxe luz às nossas trevas.

A árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de Jesus
Cristo.

Presentes

A idéia de trocar presentes no Natal está relacionada, entre outros motivos, aos magos que
trouxeram presentes para Jesus.
A troca de presentes entre as pessoas é uma forma de lembrar que a oferta generosa de Deus
em Cristo é para todos.
Os presentes significam que Deus não abandonou o homem, que ele nos deu o maior presente:
Jesus.
Esse presente é para qualquer pessoa que quiser; rico, pobre, preto, branco, morador de
favela, japonês, coreano, filho de mãe solteira, que o pai não ama, não respeita, não importa.
O presente de Deus é para todos.

A Estrela

A estrela representa o sol da justiça que guiou os magos.


A estrela tornou-se o símbolo do extraordinário que aconteceu naquela noite, ela aponta para o
local do nascimento de Jesus e aponta para a plenitude de vida que representa essa vinda de
Deus ao mundo.

A Cantata ou Coral

Simboliza o primeiro dia em que os anjos vieram a Terra cantando.


Não se ouviu na história que os anjos cantaram aqui na Terra, a não ser no dia que Jesus
nasceu.

A Ceia

A ceia representava o Cordeiro pascal, a presença do Cordeiro que tira o pecado do mundo.
Ela une as pessoas e festeja a vinda de Cristo.
Por isso, reúna a família, faça uma ceia. Se não puder comprar um peru, asse um frango, uma
carne, uma farofa, um arroz com passas.
Promova uma ceia na sua casa na noite do Natal, ou na véspera se quiser.
Se não tiver ninguém, coma sozinho, ou convide alguém.

Guirlanda

Na Inglaterra, sempre-vivas eram usadas como decoração de Natal nas ruas.


Na Alemanha, passaram a arrumá-las em forma de círculo, representando o amor de Deus que
nos protege.

Cartões de Natal

Na Inglaterra, em 1844, um famoso artista chamado William de Birmingham começou a pintar


cenas natalinas e a escrever mensagens para representar seus amigos na época de Natal.
Aqueles cartões fizeram muito sucesso. No ano seguinte, ele fez cópias de seus cartões e
continuou a presentear seus amigos.
A idéia se espalhou rapidamente.
Os cartões de Natal nos lembram o espalhar a boa-nova.

Então, vimos que os símbolos são apenas isso: símbolos.


Não há nada de especial nem errado neles.
São apenas uma forma de celebrar o Natal. O essencial ao Natal é Cristo.

Extraído do Livro
” Natal a mais linda festa” - Pr. Jorge Linhares
UMA HISTÓRIA DE AMOR (mini-musical)

Todos os cantores se espalham nos fundos do auditório e ao som da primeira música vão caminhando nos corredores dançando e cantando,
formando um coral no palco. Como estarão caminhando, pode-se usar o cd da música com vocal. Se usar o playback (instrumental sem a
voz), colocar um solista no palco para cantar enquanto o grupo entra. Durante as narrações, executar música instrumental suave.

Obs.: A entrada de anjos, pastores e magos é opcional. Para simplificar podem-se projetar silhuetas dos mesmos na parede através de
retroprojetor ou outro tipo de projetor, à medida que vai sendo narrada a história.

MÚSICA: VEM CHEGANDO O NATAL (Canções de Natal – Aline Barros)

1º NARRADOR – Era uma vez…

2º NARRADOR – Uma linda história de amor…

3º NARRADOR – Tudo começou antes que o mundo existisse, quando Deus decidiu vir à Terra em forma humana e escolheu o modo
natural, ou seja, através de um bebê.

1º NARRADOR – Maria foi a virgem escolhida, através da qual o Filho de Deus se manifestaria como Filho do homem.

(Entra Maria).

2º NARRADOR – Quando o anjo lhe avisou, Maria aceitou com alegria sua missão.

3º NARRADOR – José foi avisado em sonho que Maria estava grávida pelo Espírito Santo e também aceitou com alegria a missão de ajudar
a cuidar deste bebê tão especial.

(Entra José).

2º NARRADOR – Quando chegou a época de Maria dar à luz, ela e José tiveram que fazer uma viagem a Belém devido o
recenseamento. (O casal vai para trás do coral).

3º NARRADOR – E lá em Belém Jesus nasceu! (O casal volta pelo outro lado, com um bebê).

Como não havia vaga nas hospedarias, o único lugar que encontraram para ficar foi uma estrebaria, onde dormem os animais.

MÚSICA: NUM BERÇO DE PALHAS – (playback em Clássicos de Natal – André Valadão)

1º NARRADOR – Humildes pastores que estavam no campo à noite, foram os primeiros a saberem da notícia através de uma
multidão de anjos, que cantaram:

1º, 2º, 3º NARRADOR – “Glória a Deus nas maiores alturas, paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”.

MÚSICA: NOITE FELIZ – (playback em Clássicos de Natal – André Valadão)

3º NARRADOR – Também vieram alguns sábios do Oriente, chamados magos, para ver Jesus.

2º NARRADOR – Quando o acharam, o adoraram. Eles lhe trouxeram presentes: ouro, incenso e mirra.

1º NARRADOR – Os magos conseguiram encontrar Jesus porque foram guiados por uma estrela. Esta estrela nos ensina algo muito
importante…
TODOS OS PARTICIPANTES – Senhor, eu quero ser como esta estrela. Quero refletir tua luz e levar muitas pessoas a te encontrar e te
adorar como o SALVADOR DO MUNDO. BRILHA EM MIM, JESUS!!

3º NARRADOR – Ah! Só mais uma coisa: esta história não terá um final feliz… Porque não terá final, brilharemos eternamente com Jesus!
Amém? (Todos respondem: Amém!)

MÚSICA: BRILHA JESUS – (playback em Canções de Natal – Aline Barros) (Usar coreografia utilizando estrelas brilhantes nas pontas de
palitos de churrasco).

(Leila R. Lança de Oliveira)