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2.

150
P R O DUÇ Ã O DE P E T R Ó L E O (m il b
b l/d ia )
70
P R O D U Ç Ã O D E PA P E L E C E L U L O S E (m
il t/d ia ) Boletim Mensal de Energia
68
2.050 66

1.950
64 Mês de Referência:
62
1.850 60 Dezembro de 2009
58
1.750 56
54
Esta segunda versão do Boletim de Energia, referente a
1.650
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ dezembro de 2009, tem por objetivo incorporar ajustes
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
decorren- tes de trabalho conjunto do MME e a Empresa de
2007 2008 2009
Pesquisa Ener- gética (EPE) na depuração da matriz energética
P R O D U Ç Ã O D E G Á S N A T U R A L ( m il h õ e s m 3 / d i a ) preliminar de 2009, incorporando análise mais detalhada das
P R E Ç O S A O C O N S U M ID O R - j a n 2 0 0 7 a d e z 2 0 0 9 ( R $ /b e p )
65 800 variáveis energéticas e econômicas disponíveis. As pequenas
diferenças entre esta versão e
60
INDÚSTRIA TRANSPORTE
RESIDENCIAL
a anterior comprovam a utilidade do boletim como instrumento de
600
disponibilidade de dados em tempo oportuno.
55
400

50
200
Oferta Interna de Energia
45
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 0 Demanda total de energia recua 3,4% em 2009
GN OC CQ EE IND CM GAS C A HID GNV OD PET EE RES GLP Os condicionantes da economia de 2009 indicam que
GN
IND IND PET IMP IMP RES RES
a Oferta Interna de Energia (OIE) – energia necessária para movi-
P R O DU Ç Ã O D E B IO D IE S E L (m il b b
l/d ia )
mentar a economia do Brasil - teve uma redução de 3,4%, tendo
40

35 Atenção: Para melhor visualização, a escala mínima dos gráficos como principais indutores os baixos níveis de produção da indústria
30 foi metalúrgica e da respectiva mineração. O recuo na energia é bem
25
20 elevada ao nível próximo do menor valor das curvas. superior ao recuo da economia (-0,2%), em razão do menor valor
15 agregado destes setores em comparação com os demais, ou seja,
10
5
0
Notas Metodológicas situação oposta da que ocorre com a energia.

JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Matriz Energética fica mais limpa em 2009
O objetivo do boletim é o de acompanhar um conjunto de Na composição da Matriz Energética de 2009, merece
variáveis energéticas e não energéticas, capazes de permitir razoável destaque a participação de 47,2% das fontes renováveis de energia,
P R O D U Ç Ã O D E A Ç O (m il t/d ia )
110 estimativa do comportamento mensal e acumulado da demanda acima dos 45,9% verifcados em 2008. Produtos da cana (bagaço e
100 total de energia do Brasil. etanol) e hidráulica explicam o aumento.
90
80
Aproximadamente 68% da demanda total de energia se
70 ex- plicam por informações consideradas administradas, cujos OIE 2008 (%) OIE Preliminar 2009 (%)
60
informan- tes são entidades governamentais: ANP, ANEEL, EPE, ONS.
Neste con-
junto, o consumo de derivados de petróleo e de gás natural Outra Outras
5 s Petróle 3,8 Petróleo
0 responde Produtos 3,4 o 36,6 37,8
4
da Cana Produtos
0
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ por 47%, a energia hidráulica por 14%, a energia nuclear por 1,5%, o 17,0 da Cana
18,0
consumo de álcool por 5% e o carvão mineral nacional por um 1%.
P R O DUÇÃ O D E C IM E N T O (m il t/d ia )
O restante da demanda de energia é explicado pela produ- Lenha e Lenha e
ção própria de alguns setores econômicos, podendo ser estimado a C. Vegetal C. Vegetal
11,6 10,1
160 partir da produção e/ou exportação física de alguns produtos.
150 Neste conjunto, a indústria de açúcar e álcool explica 11% da energia Hidráulic Gás Hidráulic Gás
a 14,0 Natura a 15,3
140 (bagaço de cana); a metalurgia, 9% (coque de carvão mineral, Natura
130 l 10,3 l
120 carvão vegetal
epróprio
gases industriais);
da indústria papel e celulose,
de petróleo, 3% e;3%outros
(lixíviasetores,
e lenha);
6%o consumo (principal- Urânio 1,5 C
arvão Urânio 1,4 Carvão 8,7
110 Mineral Mineral
mente lenha residencial e de cerâmica). 5,8
100 4,8 243,9 milhões tep
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 252,6 milhões tep / 47,2% renováveis
Coordenação-Geral de Informações / 45,9%
Energéticas renováveis
Legenda: 2007 2008 2009 3319 5299 / 3319 5226 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO
www.mme.gov.br / ben@mme.gov.br (55 61) DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO ENERGÉTICO
Boletim Mensal de Energia - Dezembro 2009 (Versão
2)
Destaques em
2009 DEZEMBRO C O N S U M O T O T A L D E D E R IVA D O S D E P E T R Ó L E O (m il b b l/d ia )
ESPECIFICAÇÃO NO MÊS ACUMULADO ANO
2009 2008 % 09/08 2009 2008 % 09/08
Pr Em 2.300

PETRÓLEO o 2009, as 2.200

d reduções PRODUÇÃO - 2.100


inclui xisto e LGN
uç na 2.000
(mil bbl/dia)
ã produçã 2.086 1.940
1.900
o de aço
o 7,5 1.996
(-21%), 1.872
d na 6,6 PREÇO
e produçã MÉDIO DE
IMPORTAÇÃO
aç o de (US$/bbl FOB)
o alumínio 82 62
re (-7,5%), 31,1 64
109 -41,2
cu na
DERIVADOS DE
a exportaç PETRÓLEO
2 ão de CONSUMO
TOTAL (mil
minério
1 bbl/dia)
de ferro 2.202 2.002
% (-8%) e
10,0
2.133
2.133

e na ex-
0,0

m portação
2 de
0 pelotas
0 (-40%)
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de maior
influênci
a na
queda de
3,4%,
estimada e a, o que
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demanda
a ziu as
total de
energia do perdas
País em m térmicas
2009. e nos centros
O n de transfor-
bo o mação,
m r fator que
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Boa hidraulici- PREÇO AO CONSUMIDOR DE GASOLINA C (R$/l) 2,54 2,51 1,2 2,50 2,50 0,1
gi também,
de
dade de 2009 PREÇO AO CONSUMIDOR DE GLP (R$/13 kg) 38,2 33,4 14,5 35,6 33,1 7,6 D IS P O N IB IL ID A D E D E G Á S N A T U R A L P / C O N S U M O (m ilh õpara
m energia
3
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GÁS NATURAL 80
reduz em 75 e elétrica
de proporcio
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G A S O L INA C
-10,1 24,2 31,0 -22,0 JAN FEV MAR
NS bb JAN 50% a M
P ABR MAI JUN (m il b b l/d ia )
U l/d FEV
M ia) MAR geração O
70
NÃO-APROVEITADO E REINJEÇÃO (milhões
JUL AGO SET

O 55
ABR
térmica R C para CARGA DO SIN 550
MAI T m³/dia) (MWmed) 530
DE 0 JUN A 20,0 18,2 o geração 510
54.782 49.255
DIE 48 JUL
AGO
Ç
10,2 21,3 16,7 n elétrica 11,2 52.238
490
à 470
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SET 27,8 com
- 13 OUT
O s 51.877 450
-64,4% e 0,7 CARGA DO 430
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(
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bio 7
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m³/dia) m para
(MWmed)
33.658 29.571
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bbl m
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a) /
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CONSUMO INDUSTRIAL (milhões m³/dia)
r aparente 7,7 8.785
83 31,8 26,3
i 21,1 29,0 33,4 -13,1 de deri- 8.662 1,4
5 PR a CONSUMO GERAÇÃO ELÉTRICA (milhões
55 i CARGA DO SIN -
73 O ) m³/dia) vados de
D 2,5 16,0 v NORDESTE
7

2 -84,2 petróleo
13, Ã
5,3 14,9 -64,4 a fca
(MWmed)
mineral, e PREÇO 8.284 7.547
3 O INDUSTRIAL d estável 9,8 7.674
80 (m carvão r SP
ilh
a
(US$/MMBt o no ano, 7.548
4 õe vegetal, u) - faixa de 1,7 CARGA DO
80 s energia l s fcando o SIN - NORTE
consumo de
8 m3
/di elétrica e s 20 mil d diesel (MWmed)
-
a)
gás natural. o m³/dia e com 3.708 3.656
0,4 59 16,0
f p -0,4% 1,4 3.630
CO ,0 N 13,7
3.658
NS 59
r 17,0 (inclusive
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U
e
16,2 biodiesel
M
- te 15,2 t CONSUMO
0,
redução )ea TOTAL (TWh)
O 2 co 6,3
r 34,5 31,8
de 20% gasoli- 8,3 388,2
DE 57 nt PREÇO
ó
,8 AUTOMOTI na C com 392,7
GA ex ea 1,4%. O -1,1
SO
59
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,0 to (US$/MMBt consumo
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(US$/MMBt v
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a o a reduç 46,5
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de c to 28,4
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FEV
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RESIDENCIAL O 300
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JAN FEV
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8,9 WhC MAI
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10,4
389
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R
od (GWh) OUT NOV DEZ
7,9 ) CIAL JUN
390 4,3 A uç crescime 525
JUL no L
11,8 14, (TWh) AGO consumo TARIFA
ão nto de 671
100,6 6 6,1 SET -21,7 7.123
comercial COMERCIAL 38 % C
94,7 13, 5,4 OUT
(R$/MWh) de 8.567 -16,9 A
6,2 7 12,7
NOV de sobre PREÇO DE IMPORTAÇÃO (R$/t) R

C 6,4 65,6
DEZ
eletricidade
(**) bi 2008. ENERGIA NUCLEAR
G
364 A
MO 16561,8 , em 348 od Dos GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA T
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6,2% R )
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23
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3
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DE ETANOL
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AUTOMOTIV
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4,
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8 3
3.
atenuaram 440 cimento,
3, 464
2 5 os efeitos também
-5,2
5 6 negativos 386
afetado
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2.
4 mundial na 3,8 apresenta lh dezembro
5 1
6 economia EXPORTAÇÃ redução na o de 2009.
6,
1 3 brasileira.
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bbl/dia)
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