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Manual Ministerial de Regras

15ª edição 1999 Tiragem 3.000 exemplares

Apresentação
Esta edição contém inserções das emendas aprovadas ao longo dos anos pelo Supremo
Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, por decisão da CE/SC/99, reunida no Gabinete
Ministerial Frances.

Ajudantes Brasileiros Ministeriais Do


manual ajudando na procriação
Rev. Guilhermino Cunha – Chefe Omega dos Aurores

Rev. Roberto Brasileiro – Comandante Ministerial de Documentos e Artigos Ministeriais

Jose Armando Selino – Secretario do Chefe Departamental de Regulamento Brasileiro

Ardolando Vranvic – Ajudante Ministerial do Chefe de Trato das Criaturas Brasileiras.

Indice
I – Principais Fundamentos

II – Dos direitos e Garantias Fundamentais

- Título I -

Dos Princípios fundamentais

Art. 1° - O Ministério da Magia do


Reino Unido, formado por seus
Departamentos e subcomissões
distritais, constitui-se no caráter de
administração estatal e tem como
fundamentos:

I – a soberania;
II – a cidadania;
III – a dignidade de todos os bruxos e
outras criaturas mágicas;
IV – os valores sociais do trabalho e
da livre iniciativa.

Parágrafo Único: Todo poder emana


do povo que formam os distritos, sob
a representação de um representante
eleito indiretamente, denominado
Ministro da Magia,a partir de um
conselheiro geral no Ministério Britânico.

Art. 2° - Constituem os objetivos


fundamentais do Ministério:

I – O desenvolvimento da sociedade
bruxa;
II – A educação como princípio
fundamental do progresso;
III – Promover o bem de todos, sem
preconceito de origem, raça, cor,
idade, forma e quais quer outras
formas de discriminação.

Art. 3° - O Ministério da Magia rege-


se nas suas relações internacionais
pelos seguintes princípios:

I – Independência Administrativa
II – Prevalência dos Direitos dos
Humanos (Bruxos e Não-bruxos),
Animais e das Criaturas Mágicas;
III – Não-intervenção, com exceção a
Irlanda e as colônias do Reino Unido.
IV – Defesa da paz;
V – Solução pacífica de conflitos;
VI – Repúdio ao terrorismo e ao
racismo;
VII – Cooperação entre os povos
mágicos e não-mágicos da Europa e
do mundo.
- Título II -
Dos direitos e garantias fundamentais

Capítulo I
Dos direitos e deveres individuais e
coletivos
Art. 4° - Todos são iguais perante a lei, sem qualquer distinção, com direito à vida, à liberdade,
à igualdade, à segurança e à propriedade, nos seguintes termos:

I – Homens e mulheres são iguais, nos termos desta constituição;


II – Ninguém é obrigado a fazer algo que não queira, senão forem virtude de lei;
III – Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento desumano ou degradante,
com exceção àqueles que cometerem crimes passíveis a Prisão de Azkaban;
IV – É livre a manifestação do pensamento;
V – É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano
moral, material e à imagem;
VI – A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem
o consentimento do seu morador, salvo em caso de flagrante de delito ou desastre, ou
para prestar socorro, ou durante o dia, por determinação judicial através de um
mandato de busca e apreensão, ou ainda a qualquer hora, se houver denúncias de
asilo a foragidos perigosos;
VII – é inviolável o sigilo da correspondência e optativo pelo destinatário das
comunicações expressas, como berradores;
VIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, profissão ou ofício, atendidas as
qualificações profissionais que a lei estabelecer;
IX – todos podem reunir-se em locais públicos independente de autorização;
X – é plena a liberdade de associação para fins lícitos;
XI – ninguém deverá ser compelido a associar-se ou permanecer associado;
XII – é garantido o direito de propriedade;
XIII – aos autores de obras, é assegurado o direito exclusivo de utilização, publicação
ou reprodução das suas obras, transmissível aos herdeiros por tempo indeterminado;
XIV – é garantido o direito de herança;
XV – é garantido o direito a julgamento e a defesa; XVI – são passíveis de multa os autores
de incidências contra esta carta, tal qual disposto na Seção II, Capítulo II, Título IV;
XVII – são passíveis de suspensão de pagamento de salário os autores de incidências
contra esta carta, tal qual disposto na Seção III, Capítulo II, Título IV. XVIII – são
passíveis de reclusão os autores de incidências contra esta carta, tal qual disposto na
Seção IV, Capítulo II, Título IV.
XIX – nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de
reparar o dano e a decretação do perdimento de bens serem, nos termos da lei,
estendidos aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do
patrimônio transferido;
XX – a lei regulara a individualização da pena e adotara, entre outras, as seguintes:
a) Privação da liberdade;
b) Perda de bens, se assim decretado por julgamento
c) Multa
d) Suspensão dos direitos garantidos por esta carta constitucional,
XXI – Não haverá penas:
a) Mortes
b) Banimentos
XXII – a pena será cumprida na Prisão de Azkaban;
XXIII – o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer
calado, sendo-lhe assegurado à assistência familiar e do advogado;
XXIV – não há fiança, por qualquer seja o motivo da prisão;
XXV – o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem
insuficiência de recursos.

OBS: No caso de dissolver-se uma Constituição ou Ministério ou separar-se de algum


Ministerio ou parlamento Presbiteriana do Brasil, os seus bens passam a pertencer ao Concílio
imediatamente superior e, assim sucessivamente, até o Supremo Concílio, representado por
sua Comissão Executiva, que resolverá sobre o destino dos bens em apreço.

O governo e a administração de um MM local competem ao Conselho, que se compõe de


Ministeriais Ajudantes,Secretarios ou Funcionarios,e inclusivemente estes podem perder seus
cargos por fazer incorreto o serviço ministerial.

Capitulo II
Dos direitos sociais
Art. 5° - São direitos sociais: a educação gratuita, a saúde, o trabalho, o lazer, a
segurança, a previdência social, a proteção a maternidade e a infância, nos
termos desta carta constitucional;

Seção IA educação

Art. 6° - É direito de todo o bruxo, independente de sua origem, idade, raça ou


sangue, terá cesso à educação gratuita, garantida por esta carta;

Art. 7° - Faz parte deste direito:


I – Recebimento de benefício estudantil, definido pelo Departamento de
Execução das Leis da Magia e Controle Financeiro;
II – Recebimento de juros bancário, definido pelo Banco;
III – Ter ensino de qualidade;
IV – Segurança moral, física e a imagem do estudante, garantido pela
instituição de ensino esuplantado pelo Ministério da Magia;
V – Homologação de diploma pelo Ministério da Magia.

Art. 8° - É garantido um ônus aos alunos que desempenham, durante sua


formação, os cargos de Instrutor, Monitor, Monitor-chefe e Estagiário
Ministerial, de valor definido pelo Departamento de Execução das Leis da
Magia e Controle Financeiro.

Seção II
A Saúde
Art. 9° - É direito de todo o bruxo e criatura mágica, o acesso à assistência de
saúde gratuita nos termos que a deferem:
I – Clínica Geral a pacientes entre 11 e 65 anos;
II – Pediatria a pacientes entre 1 dia e 10 anos;
III – Geriatria a pacientes com mais de 65 anos;
IV – Ginecologia e Obstetrícia a todas as mulheres;
V – Cirurgias de risco;
VI – Parto;
VII – Trato de Híbridos, como coldens e lobisomens.

Parágrafo Único: O Ministério garantirá este direito em seus hospitais e em


escolas de magia conveniadas.

Art. 10 – É direito do medi-bruxo e curandeiro, cobrar por serviços que forem


executados fora de Hospital Público, salvo:
I – Quando há risco de morte;
II – O paciente estar impedido de se locomover;
III – Ser aluno matriculado em escola de magia conveniada ao Ministério;
IV – Partos de emergência.

Art. 11 – É direito do paciente, exigir do profissional da saúde, o sigilo das


informações que possam causar injúrias à imagem do paciente, sendo o
profissional passível de multa.

Seção III
Ao Trabalho
Art. 12 – É direito de todo o bruxo e criatura mágica híbrida ou dotada de
inteligência –que respeite a constituição – exercer a profissão, ofício ou
qualquer trabalho

§ 1° - Profissões autônomas exigem apenas o conhecimento básico de Nível I;


§ 2° - Aos candidatos de determinada vaga empregatícia é garantido o direito a
revisão dos testes do contratante, em caso de dúvidas quanto ao caráter de
escolha de currículos, feitos pelo departamento de recursos de pessoal da
empresa ou instituição contratante;
§ 3° - É dever do candidato de determinada vaga empregatícia respeitar as
cláusulas de seleção e atender aos pré-requisitos para a seleção e/ou
contratação
§ 4° - É direito da empresa ou instituição contratante exigir diploma ou
certificado homologado pelo Ministério da Magia;
§ 5° - É direito do contratado, exigir os direitos garantidos por esta carta;
§ 6° - É direito da empresa ou instituição contratante, determinar o salário do
funcionário, desde que este seja maior que o recomendado pelo Ministério da
Magia, através do Departamento de Execução das Leis da Magia e Controle
Financeiro;
§ 7 ° - É direito do trabalhador, 1 ano de férias remuneradas, a cada 5 anos de
serviços prestados;
§ 8 ° - É direito do trabalhador, 5 dias de folga, no mínimo, ao ano;
§ 9 ° - É direito do trabalhador, tirar licença de 3 dias em caso de doença dos
filhos e de 7dias em caso de doença própria;
§ 10 – É direito do trabalhador, receber auxílio-saúde em caso de acidente de
trabalho;
§ 11 – É direito da empresa ou instituição contratante, beneficiar o trabalhador
que trabalhar em regime de hora extra com o valor que assim achar merecido;
§ 12 – É direito do trabalhador, receber o benefício de hora extra trabalhada;
§ 13 – É direito do trabalhador, receber o salário de acordo com a
complexidade de seu trabalho.
Seção IV
Ao Lazer
Art. 13 – É direito de todo o cidadão, o exercício de atividades de lazer em
lugares públicos abertos.

Parágrafo Único – Este direito pode ser revogado se o local estiver sendo
utilizado para outros fins em determinado momento.

Seção V
Segurança
Art. 14 – É dever do Estado, garantir a segurança de todos os cidadãos;
§ 1° - Em todos os ambientes públicos;
§ 2° - Em escolas conveniadas ao Ministério da Magia;
§ 3° - Em ambientes provados, na presença de um Auror ou funcionário público
ministerial;

Art. 15 – É dever das instituições de Ensino, públicas e privadas, garantir


através de seus funcionários a segurança de todos os que ela é responsável;

Art. 16 – É dever das instituições de Saúde, garantir através de seus


funcionários a segurança de todos os que ela é responsável;

Art. 17 – É dever das instituições privadas e associação de profissionais,


garantir a segurança de seus funcionários ou associados, quando estes estão a
trabalho.

Seção VI
A providencia Social
Art. 18 – É direito de todo o cidadão a previdência social, se este tiver
trabalhado por mais de 40 anos ou tiver mais que 90 anos de idade ou for
pensionista.

Art. 19 – É direito do aposentado pela previdência social, o recebimento de


juros bancários, definido pelo Banco, sendo este superior a 5,0% ao ano.

Art. 20 – É direito do pensionista, receber da previdência social, o salário atual


da função do beneficiador (em caso de viuvez); 40% do salário atual da função
do beneficiador (para crianças no caso de separação) e 25% do salário atual
da função do beneficiador (para mulheres no caso de separação).
§ 1° – O direito a pensão para crianças no caso de separação é revogado em
caso de casamento ou morte do pensionista;
§ 2° - O direito a pensão em caso de viuvez é repassado aos filhos em
proporções iguais;
§ 3° - O direito a pensão para mulheres no caso de separação é revogado se a
beneficiada tiver Certificado de Ensino Superior ou se casar novamente;§ 4° -
O pagamento de pensão para mulheres no caso de separação é revogado se o
casal tiver filhos, dando prioridade às crianças.

Art. 21 – É direito do aposentado, ter atendimento preferencial em qualquer


instituição.

Seção VII
Proteção à Maternidade
Art. 22 – É direito de toda a grávida o cuidado excessivo por parte da instituição
de saúde, responsável por seu acompanhamento;

Art. 23 – É direito de toda a grávida ter atendimento preferencial em qualquer


instituição.

Parágrafo Único – este direito é revogado somente quando a criança completar


2 anos deidade, tendo também as mães com crianças de colo o direito a
atendimento preferencial

Art.24 – É direito de toda a grávida com mais de 6 meses, licença-maternidade


de até 3anos.

Parágrafo Único – É direito do pai, licença-paternidade de 6 meses quando sua


mulher chegar aos 6 meses de gestação, e de mais 6 meses em qualquer
época entre o nascimento e o aniversário de 2 anos de idade, não podendo
esta ser particionada.

Art. 25 – É direito de toda grávida, exigir dos profissionais da saúde que façam
de tudo para salvar a vida de seu bebê em caso de risco.

Parágrafo Único – É passível de multa e suspensão de seus direitos


profissionais, o profissional da saúde que, através do depoimento de
testemunhas, não tenha feito o máximo possível ao seu alcance para salvar a
vida da criança, desde sua formação até o nascimento, tal qual disposto na
Seção II e III do Capítulo II, Título IV desta carta.

Seção VIII
A Infância
Art. 26 – É direito da criança, ser reconhecida como cidadã e ter seus direitos
respeitados.

Art. 27 – É direito da criança, ter acesso à educação básica primária. Art. 28 –


É direito da criança, ter acesso à saúde.

Parágrafo Único – Faz parte deste direito, o atendimento preferencial em


instituições de saúde.

Art. 29 – É direito da criança, brincar e ter seu momento de lazer respeitado.

Art. 30 – É direito da criança, estar segura contra a violência e a discriminação,


na escola, em instituições privadas e públicas, em locais públicos, e em sua
residência.

Parágrafo Único – Os pais são passíveis de multa e reclusão em incidências


que comprometam a integridade e aos direitos da criança, prescritos nesta
carta.

Capítulo III
Da Nacionalidade
Art. 31 – Nesta constituição, cidadão refere-se a:
I – Todo o bruxo, criatura mágica híbrida ou dotada de inteligência que tenha
nascido no Reino Unido, ou em uma de suas colônias ou na Irlanda.
II – Todo o bruxo, criatura mágica híbrida ou dotada de inteligência que resida
nos territórios do Reino Unido, suas colônias ou da Irlanda.

Parágrafo Único – Em conformidade com esta carta, todo o cidadão é passível


das leis que arejem.

Capítulo VI
Direitos Políticos
Art. 32 – Todo o cidadão tem direito a conhecer o trabalho de seus
representantes políticos.

Art. 33 – Todo o cidadão com pelo menos um diploma de ensino superior e que
tenha trabalhado por no mínimo três anos no Ministério da Magia, pode ter seu
nome indicado a Ministro da Magia.
Art. 34 – Todo o funcionário público ministerial que se destacar em suas
atribuições em seu departamento pode ter seu nome indicado a Chefia de seu
departamento.

Art. 35 – Todo o Chefe de Departamento que se destacar em suas atribuições


pode ser indicado pelo Ministro da Magia para ocupar o cargo de Governador
Distrital.

Art. 36 – O Ministro da Magia é cargo público que somente é revogado em


caso de Impeachment, validade do mandato (15 anos), ou morte – o que vier
primeiro.

Pertencente a Nacionalidade -
Capítulo III
Art. 31 – Nesta constituição, cidadão refere-se a:
I – Todo o bruxo, criatura mágica híbrida ou dotada de inteligência que tenha nascido no Reino
Unido, ou em uma de suas colônias ou na Irlanda.
II – Todo o bruxo, criatura mágica híbrida ou dotada de inteligência que resida nos territórios do
Reino Unido, suas colônias ou da Irlanda.
Parágrafo Único – Em conformidade com esta carta, todo o cidadão é passível das leis que a
regem.

Pertencente aos Direitos


Públicos - Capítulo IV
Art. 32 – O Ministério pode agir em silêncio, se assim for preferível e necessário.

Art. 33 – O Ministro da Magia só pode ser nomeado caso o atual esteja morto.

Art. 34 – Todo funcionário público só pode ser indicado pelo Ministro da Magia.

Art. 35 – Os Chefes de Departamento, bem como o vice-ministro só podem ser indicados pelo
Ministro da Magia.

Art. 36 – O Ministro da Magia é cargo público que somente é revogado em caso de morte; os
poderes legislativo e judiciário não podem determinar a saída do Ministro. Nem o executivo.