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FICHA DE INSCRIÇÃO PARA APRESENTAÇÃO

DE TRABALHO EM COMUNICAÇÃO LIVRE


Belo Horizonte, UFMG
27 a 30 de maio de 2014

Nome completo do participante: Fábio Santiago Santos


Titulação atual: Graduação incompleta
Filiação institucional do autor: Universidade Estadual de Montes Claros
Agência financiadora (se houver): FAPEMIG
Contato (e-mail): fabiosantiagosantos@yahoo.com.br
Contato (telefone com DDD): ( 38 )91770114

Festa de confraternização (a escolha de participação na Confraternização, que acontecerá no


dia 29 de maio – quinta-feira –, é opcional. O convite tem valor de R$40,00, que deverá ser
acrescido à taxa de inscrição em Comunicação Livre. A confirmação está sujeita à
disponibilidade de vagas):
( ) Sim
( x ) Não

Minicurso (a escolha de participação em Minicurso é opcional. A inscrição por minicurso


tem valor de R$15,00, que deverá ser acrescido à taxa de inscrição em Comunicação Livre. A
confirmação está sujeita à disponibilidade de vagas):

( ) Minicurso 1: Contribuição da psicanálise à prática docente em sala de aula

( ) Minicurso 2: Cultos de possessão no Brasil: pesquisa e debate interdisciplinar

( ) Minicurso 3: Introdução à Paleografia Moderna Portuguesa

( ) Minicurso 4: História e história oral

( ) Minicurso 5: Trajetórias em foco: diálogos entre a escrita histórica e biográfica

( x ) Minicurso 6: Arte, política e censura na ditadura militar brasileira

( ) Minicurso 7: A revolução cubana em perspectiva

( ) Minicurso 8: História em Quadrinhos e História Ambiental: A questão ecológica nas HQs

( ) Minicurso 9: O cinema e o filme como regimes de identificação e pensamento acerca da


política e da moral na História

Coautoria (se houver, responder os mesmos dados solicitados ao autor):

Título do trabalho: Caos na Boca do Lixo: a representação tropicalista do Brasil em O


Bandido da Luz Vermelha
Palavras-chave (mínimo de 3, máximo de 5): Tropicalismo; Ditadura; Cinema
Resumo (máximo de 1000 caracteres):
Crises e incertezas no campo político, agitações sociais e radicalizações culturais marcam o
país no final da década de 1960. Às vésperas da edição do AI-5, emergem novas propostas
artísticas de interpretação e representação do Brasil. Nesse contexto, as pretensões
revolucionárias da arte engajada dão lugar à reflexão sobre as contradições do processo de
modernização planejado pela ditadura militar. Essas transformações podem ser observadas no
filme O Bandido da Luz Vermelha (1968), do diretor Rogério Sganzerla, que inaugura o
Cinema Marginal. A análise do filme aqui pretendida possibilita a identificação dos pontos de
diálogo e ruptura com manifestações artísticas anteriores à produção e revela afinidades com a
arte tropicalista na concepção de representações do país.

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