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CURSO DE ANALISE FUNDAMENTALISTA

  • João Bosco Oliveira Junior Mille

  • Consultor da Bastter.com.

  • Autor do livro Invista e Viva Tranquilo

  • Amazon.com

CURSO DE ANALISE FUNDAMENTALISTA  João Bosco Oliveira Junior – Mille  Consultor da Bastter.com. 

OBJETIVOS

  • Curto Prazo

-

Analise Técnica

-

Renda Fixa

  • Médio Prazo -

Renda Fixa

Analise Técnica ou Fundamentalista

  • Longo Prazo de caixa

-

Analise Fundamentalista

- Geração

OBJETIVOS  Curto Prazo - Analise Técnica - Renda Fixa  Médio Prazo - Renda Fixa

Curso de Analise Fundamentalista

  • . A estratégia de investimento apresentada nesse curso, baseia-se em montar posições em ações de empresas para o LP. O sucesso do investidor, vai depender da qualidade das empresas que ele escolher para compor suas carteiras.

  • . O sucesso de seu investimento também vai ser determinado pela qualidade de seu plano de investimento e de sua competência em acompanhá-lo,

fazendo as mudanças necessárias.

Curso de Analise Fundamentalista  . A estratégia de investimento apresentada nesse curso, baseia-se em montar

Curso de Analise Fundamentalista

  • . O investidor deve ficar posicionado em empresas

excelentes para o B&H.

  • . Se a empresa deixar de ser boa, segundo seus critérios ele poderá trocar por outra empresa. Na falta de ter uma boa empresa em vista para a troca, ele pode mudar o investimento para outro tipo de ativo ( FII, TD, RF, ETC).

  • . Quando ele continua posicionado numa empresa, em que na sua opinião deixou de ser boa, ou mesmo, monta posição numa empresa de qualidade inferior, esse investimento faz mais sentido em ser acompanhado como

Trade de Valor. Sendo assim o investidor deve montar seus

crivos de saída, até que o investimento seja encerrado ou que a empresa volte a merecer figurar na sua carteira de LP.

Curso de Analise Fundamentalista  . O investidor deve ficar posicionado em empresas excelentes para o

Curso de Analise Fundamentalista

  • Para investimentos de Curto Prazo, esse curso não tem nenhuma aplicação.

  • Procuramos definir empresas que sejam adequadas para investimentos de longo prazo, e meios para notarmos, se alguma empresa deixou de ser um bom investimento de longo prazo, por meios de critérios e um plano de investimento definido.

Curso de Analise Fundamentalista  Para investimentos de Curto Prazo, esse curso não tem nenhuma aplicação.

Curso de Analise Fundamentalista

  • Existem dois meios para investir à longo prazo em renda variável:

  • 1 - Trade de valor

  • O investidor na hora da montagem de posição deve definir seus critérios de saída.

ex. Atingiu o preço alvo ou a perda dos crivos que a empresa possuía quando da montagem da posição, tempo do investimento, etc.

Objetivo Valorização das ações.

Curso de Analise Fundamentalista  Existem dois meios para investir à longo prazo em renda variável:

Curso de Analise Fundamentalista

  • 2 Montar posição em empresas que atentam seus critérios para se tornar sócios das mesmas.

  • Critério de saída:

  • Quando a empresa deixar de ser boa.

  • Objetivo Ser sócio de boas empresas.

Curso de Analise Fundamentalista  2 – Montar posição em empresas que atentam seus critérios para

Curso de Analise Fundamentalista

  • Montar posição em uma empresa, quando seus critérios estabelecidos estiverem satisfeitos.

  • Quando começar a montar posição na empresa, definir um plano que contemple o tamanho da posição nessa empresa em relação a sua carteira, bem como critérios de saída e manutenção, caso os fundamentos da empresa se deteriorem no futuro.

Curso de Analise Fundamentalista  Montar posição em uma empresa, quando seus critérios estabelecidos estiverem satisfeitos.
Curso de Analise Fundamentalista
Curso de Analise
Fundamentalista
  • Empresas excelentes, normalmente têm diretorias extremamente competentes e focadas em gerar valor de longo prazo para a empresa.

  • Essas empresas normalmente possuem “nichos” de

mercado e marcas extremamente poderosas, não raro,

quando possuem ambos.

  • Normalmente essas empresas possuem cases extremamente simples.

Curso de Analise Fundamentalista  Empresas excelentes, normalmente têm diretorias extremamente competentes e focadas em gerar

Curso de Analise Fundamentalista.

  • O investidor pode comprar posições nessas empresas utilizando o TSDB, enquanto as mesmas possuírem as qualidades que o fizeram investir na mesma para LP.

  • O investidor pode usar a formula PEGY( que veremos adiante) para definir dentro da sua carteira de ações, as quais TEORICAMENTE estão mais atrativas para a compra naquele momento. ( estratégia para ser usada quando temos menos dinheiro, do que o necessário para as compras regulares seguindo o TSDB)

Curso de Analise Fundamentalista.  O investidor pode comprar posições nessas empresas utilizando o TSDB, enquanto

Curso de Analise Fundamentalista

  • Quando o TSDB nos mandar comprar a mesma empresa por um período de tempo maior, devemos fazer um estudo aprofundado da mesma, para vermos, se a empresa não perdeu sua qualidade de LP.

  • Sempre procurarmos comprar excelentes empresas, mesmo que a um preço justo. Nunca procurar comprar empresas ruins a um bom preço.

Curso de Analise Fundamentalista  Quando o TSDB nos mandar comprar a mesma empresa por um

Curso de Analise Fundamentalista

  • Diretrizes Operacionais

Curso de Analise Fundamentalista  Diretrizes Operacionais

Curso de Analise Fundamentalista

. O estudo de um indicador isolado pode prejudicar todo o estudo incorrido sobre determinada empresa.

. A Analise Fundamentalista deve abranger o estudo de vários indicadores Fundamentalistas, bem como a gestão da empresa.

. Determine seu plano de investimentos e tenha disciplina

para segui-lo.

Curso de Analise Fundamentalista . O estudo de um indicador isolado pode prejudicar todo o estudo

Curso de Analise Fundamentalista

  • Definir Crivos Fundamentalistas, como :

  • P/L.

  • P/VPA.

  • ROE.

  • ENDIVIDAMENTO.

  • QUALIDADE DA GESTÃO.

  • Entre Outros.

Curso de Analise Fundamentalista  Definir Crivos Fundamentalistas, como :  P/L.  P/VPA.  ROE.

Curso de Analise Fundamentalista

  • Procurar definir um plano de investimentos baseado na simplicidade, acompanhamento da empresa e aprimoramento do seu estudo.

  • O Plano deve ser individual. Cada investidor tem um perfil diferente. Desse modo um plano que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.

Curso de Analise Fundamentalista  Procurar definir um plano de investimentos baseado na simplicidade, acompanhamento da

Controle emocional

  • O investidor deve controlar suas emoções.

  • O investidor não deve operar quando perceber que seu emocional está descontrolado.

  • Quanto melhor o investidor estiver operando, mais chato o investimento tende a ser.

Controle emocional  O investidor deve controlar suas emoções.  O investidor não deve operar quando

Controle Emocional

  • De uma forma perversa, normalmente quem mais fica “antenado” na frente do computador, tem mais dificuldade em acompanhar os itens mais importantes de seus investimentos em renda variável.

Controle Emocional  De uma forma perversa, normalmente quem mais fica “antenado” na frente do computador,

Governança Corporativa

  • .As empresas que são adequadas para o B&H normalmente apresentam:

  • _ Departamentos de RI que:

  • Interagem com seus acionistas minoritários.

  • Tiram suas dúvidas em pequeno espaço de tempo, em linguagem de fácil entendimento.

Governança Corporativa  .As empresas que são adequadas para o B&H normalmente apresentam:  _ Departamentos

Governança Corporativa

  • Essas empresas apresentam normalmente balanços claros, precisos, sem tentativas de “maquiar” a real situação da empresa.

  • Não divulgam Guidances não realistas. oo

  • Cumprem seus Guidances formais ou não formais.

  • Não incorrem em endividamento alto sem um bom plano de investimentos.

Governança Corporativa  Essas empresas apresentam normalmente balanços claros, precisos, sem tentativas de “maquiar” a real

SIMPLIFIQUE

SIMPLIFIQUE

SIMPLIFIQUE

 SIMPLIFIQUE  SIMPLIFIQUE  SIMPLIFIQUE

Empresas com vantagens competitivas

  • Boa gestão.

  • Boa geração de caixa.

  • Não são cíclicas.

  • Baixo endividamento.

  • Baixa necessidade de Capex.

  • Excelentes marcas e/ou nichos.

Empresas com vantagens competitivas  Boa gestão.  Boa geração de caixa.  Não são cíclicas.

P/L Preço sobre Lucro

  • Formula P/L.

  • Preço da ação / Lucro por ação.

P/L – Preço sobre Lucro  Formula P/L.  Preço da ação / Lucro por ação.

P/L Preço sobre lucro

  • Comparar o P/l da empresa com a taxa de crescimento do lucro líquido.

  • A prefixação justa teórica de uma empresa é quando seu P/l estiver no mesmo nível de sua taxa de crescimento.

  • Procuramos empresas que tenham crescimento sustentável de seus lucros iguais ou acima de seu P/l no longo prazo.

P/L – Preço sobre lucro  Comparar o P/l da empresa com a taxa de crescimento

Exemplo de P/l de empresas em relação a taxa de crescimento do

LL

  • Empresa A P/L 20

 
  • Empresa B P/L 10

crescimento 20 %

crescimento 10%

  • Ano base R$ 1,00 LPA

  • R$ 1,20 LPA

Ano 1

  • R$ 1,44 LPA

Ano 2

  • R$ 2,49 LPA

Ano 5

  • R$ 6,19 LPA

Ano 10

  • R$ 1,00 LPA

Ano base

  • R$ 1,10 LPA

Ano 1

  • R$ 1,21 LPA

Ano 2

  • R$ 1,61 LPA

Ano 5

  • R$ 2,59 LPA

Ano 10

  • Valor Inicial R$ 20,00

  • Valor inicial R$ 10,00

  • Valor final

R$ 123,80

  • Valor final

R$ 25,90

Exemplo de P/l de empresas em relação a taxa de crescimento do LL  Empresa A

P/L Preço sobre lucro

  • Exemplo tirado do livro O jeito Peter Lynch de Investir.

  • Formula de Peter Lynch para o P/L (PEGY)

  • Taxa de crescimento + Taxa de dividendos / P/L

  • Quanto maior melhor

P/L – Preço sobre lucro  Exemplo tirado do livro – O jeito Peter Lynch de

P/L Preço sobre lucro

  • Para o investidor de longo prazo, o P/L serve para escolher o momento de compra, nunca para escolher as empresas que irão compor sua carteira.

  • Trade de valor - Formula PEG

  • Taxa de Crescimento LL Anual / P/L

  • Usar a taxa de crescimento do ultimo ano

P/L Preço sobre lucro  Para o investidor de longo prazo, o P/L serve para escolher

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

  • Formula P/VPA.

  • Preço da ação / Valor Patrimonial por ação.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial  Formula P/VPA.  Preço da ação / Valor Patrimonial

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

  • Em boa parte dos casos o Valor Patrimonial da empresa não corresponde com o preço real do Patrimônio da empresa, podendo estar superavaliado ou subavaliado.

  • Principais razões para essa discrepância.

  • Marcas da empresa.

  • Depreciação.

  • Amortização.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial  Em boa parte dos casos o Valor Patrimonial da

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

  • Instalações sucateadas.

  • Estoques Ultrapassados.

  • Ativos sem correção.

  • Impostos de difícil recuperação.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial  Instalações sucateadas.  Estoques Ultrapassados.  Ativos sem correção.

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

  • Peter Lynch nos ensina.

  • Estoques

  • Quando mais perto você chega do produto final, menos previsível será o valor de revenda.

  • Frase que eu desenvolvi :

. O patrimônio da empresa é mais confiável quando medido

por valores monetários.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial  Peter Lynch nos ensina.  Estoques  Quando mais

P/VPA Preço sobre Valor Patrimonial

  • O fato de uma empresa tiver alto P/VPA por si só não a torna uma compra ruim, sendo o contrário verdadeiro também.

P/VPA – Preço sobre Valor Patrimonial  O fato de uma empresa tiver alto P/VPA por

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

  • Fórmula do ROE.

  • Lucro Líquido / Patrimônio Líquido.

ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido  Fórmula do ROE.  Lucro Líquido / Patrimônio

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

  • Preste atenção a qualidade do Patrimônio Líquido.

  • Existem empresas que não precisam de grande Patrimônio Líquido para operar.

  • Ex: Cielo.

  • Existem empresas que possuem partes relevantes de seu case fora de seu Patrimônio Liquido.

  • Ex Ambev.

ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido  Preste atenção a qualidade do Patrimônio Líquido. 

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

  • Um alto ROE é desejável, mas não imprescindível.

  • Um baixo ROE não é interessante.

ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido  Um alto ROE é desejável, mas não imprescindível.

ROE Retorno sobre o Patrimônio Líquido

Um dos caminhos principais que fazem uma empresa boa se tornar ruim, é o reinvestimento do lucro de modo pouco eficaz, até mesmo numa forma danosa para a empresa.

Podemos utilizar o ROE para monitorarmos esses investimentos. Se uma empresa tem um ROE de 30% e

começa a fazer investimentos vultosos que trazem um ROE

de 8% nos mesmos, esse fato nos mostra que a empresa não conseguiu investir de um modo satisfatório seus lucros. Nesse caso seria melhor ter devolvido o dinheiro a seus sócios através de dividendos.

Objetivo dos investimentos que buscamos Retornos pelo menos 50% acima dos investimentos sem riscos.

ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido Um dos caminhos principais que fazem uma empresa boa

DIVIDENDOS

  • Formulas:

  • Dividend Yeld.

  • Dividendo por Ação / Preço por Ação.

  • Pay Out.

  • Dividendo por Ação / Lucro por Ação

DIVIDENDOS  Formulas:  Dividend Yeld.  Dividendo por Ação / Preço por Ação.  Pay

DIVIDENDOS

  • A empresa tem que ter lucros recorrentes para ser boa

pagadora de dividendos.

  • A empresa deve ter equilíbrio entre sua geração de caixa, investimentos e dividendos.

  • Empresas que investem bem sua geração de caixa, tem retornos que são traduzidos em aumento do lucro e dos dividendos.

  • Cuidado com Dividendos extraordinários.

DIVIDENDOS  A empresa tem que ter lucros recorrentes para ser boa pagadora de dividendos. 

DIVIDENDOS

  • Escolher a empresa pela resiliência dos resultados. O foco não pode ser somente os dividendos.

  • Preste atenção se a empresa está deixando de investir para declarar bons dividendos (perca de margens).

  • Preste atenção se a empresa para declarar dividendos precisa captar empréstimos.

(Resulta em queda das margens e Lucro líquido).

DIVIDENDOS  Escolher a empresa pela resiliência dos resultados. O foco não pode ser somente os

ENDIVIDAMENTO

Acompanhamos o endividamento pela razão Dívida

Líquida/EBITDA.

O endividamento bem planejado e executado, deve gerar caixa extra suficiente para começar a diminuir a razão acima constantemente.

Quando a empresa incorrer em um alto endividamento para buscar novos investimentos, ligar na empresa, conversar com o RI buscando o entendimento do case de investimentos e as linhas gerais do que a empresa espera no futuro. Depois, vigie para ver se a empresa está tendo sucesso no case proposto.

ENDIVIDAMENTO Acompanhamos o endividamento pela razão Dívida Líquida/EBITDA. O endividamento bem planejado e executado, deve gerar

ENDIVIDAMENTO

  • Empresas devem gerar caixa para pagar seu endividamento.

  • Por isso que o estudo do endividamento em relação ao Ebitda é importante, a dívida deve ser paga com a geração de caixa da empresa.

  • Cuidado com empresas que sistematicamente rolam suas dívidas, se o mercado ou/e a empresa entrar em crise essas empresas tendem a entrar em uma situação perigosa para o acionista.

ENDIVIDAMENTO  Empresas devem gerar caixa para pagar seu endividamento.  Por isso que o estudo

ENDIVIDAMENTO

  • A outra forma da empresa pagar suas dívidas sem ser com a geração de caixa é com seu patrimônio Líquido.

  • Normalmente essas empresas não são as que buscamos para investir no longo prazo.

  • Quando a empresa usa sistematicamente seu patrimônio Líquido para pagar suas dívidas, isso ocorre, porque ou ela não está gerando caixa suficiente para arcar com seu endividamento ou fez investimentos que se tornaram pouco eficientes para a empresa. Na maioria das vezes os dois fatores juntos.

ENDIVIDAMENTO  A outra forma da empresa pagar suas dívidas sem ser com a geração de

Endividamento

  • Se a empresa necessitar desinvestir, ela pode ser obrigada a fazê-lo num período mercadológico ruim.

  • Esse fator também dificulta o estudo do P/VPA de empresas com grande imobilizado.

Endividamento  Se a empresa necessitar desinvestir, ela pode ser obrigada a fazê-lo num período mercadológico

Margens

  • Margem Bruta :

  • Lucro Bruto / Receita Líquida.

  • Margem Ebitda :

  • Lucro Ebitda / Receita Líquida.

  • Margem Líquida :

  • Lucro Líquido / Receita Líquida.

Margens  Margem Bruta :  Lucro Bruto / Receita Líquida.  Margem Ebitda : 

Demonstrações de Resultado - DRE

GRENDENE

4 Trimestre 2012

Demonstrações de Resultado - DRE GRENDENE 4 Trimestre 2012

DRE demonstrações de resultado

  • O aumento da receita Líquida foi maior que os Custos dos produtos Vendidos( CPV ), bem como das despesas com vendas, gerais e administrativas ( VGA ).

  • Esse fator causa aumento de produtividade na empresa, traduzido pelo aumento das margens.

  • Mesmo sabendo que a empresa pode diminuir seus custos de CPV e/ou VGA, o normal é que eles aumentem conforme a empresa cresce. Queremos que eles aumentem em um percentual menor que a receita da empresa.

DRE – demonstrações de resultado  O aumento da receita Líquida foi maior que os Custos

DRE Demonstrações de Resultado

  • Devemos prestar atenção no ganho ou perda de produtividade. Devemos procurar montar posição em empresas com um histórico de boas margens, e depois,

vigiar se a empresa está conseguindo mantê-la ou até

mesmo melhorá-la ao longo do tempo.

DRE – Demonstrações de Resultado  Devemos prestar atenção no ganho ou perda de produtividade. Devemos

DRE Demonstrações de Resultado

  • As vezes algumas empresas de nosso portfólio vão entrar em um período de perda de produtividade. Isso vai ocorrer principalmente se você investiu em empresas cíclicas e/ou de crescimento.

  • Nosso estudo deve mostrar esse fato. Sendo assim podemos vender nossa posição, colocá-la em quarentena ou simplesmente continuar comprando, se acreditarmos que a empresa vai voltar a ganhar produtividade no futuro.

  • O que realmente importa é continuar ou não na empresa baseado em um estudo adequado, para não sermos compradores de topos e vendedores de fundos.

DRE – Demonstrações de Resultado  As vezes algumas empresas de nosso portfólio vão entrar em

DRE Demonstrações de Resultado

  • O regime do DRE é pelo regime de competência.

  • Ele é descrito no balanço por períodos de tempo, podendo ser Trimestral, Semestral, Anual, Etc.

  • Desse modo as Despesas e Receitas descritas no balanço nem sempre tem o desembolso ou recebimento de caixa no mesmo período.

DRE – Demonstrações de Resultado  O regime do DRE é pelo regime de competência. 

Produtividade

  • Boas empresa com margem pequena.

  • O acompanhamento deve ser feito também através do

estudo do capital de giro.

Produtividade  Boas empresa com margem pequena.  O acompanhamento deve ser feito também através do

Produtividade

Bancos

O estudo da produtividade deve ser feito pelas analises

da intermediação financeira e do PDD.

Produtividade   Bancos  O estudo da produtividade deve ser feito pelas analises da intermediação

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • É gerido pelo regime de Caixa.

  • São demonstrados as saídas e entradas de caixa, durante o período analisado.

  • Devemos analisar se a geração de caixa da empresa está sendo suficiente para a empresa investir, pagar dividendos, fornecedores, empréstimos, etc.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  É gerido pelo regime de Caixa.  São

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Existem empresas que tem sucesso em seus investimentos, gerando caixa suficientes para paga-los. Outras empresas investem mal e o desequilíbrio de seu Fluxo de Caixa nos mostrará essa situação.

  • Uma empresa que investe mais do que deprecia ou/e amortiza está tendo crescimento operacional. Não necessariamente uma empresa que cresce é melhor investimento, o estudo deve ser feito caso a caso.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Existem empresas que tem sucesso em seus investimentos,

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Existem empresas que fazem seus Investimentos em algum período e depois se o seu case estiver maturado ela não necessita mais investir fortemente, nesse caso, se o investimento feito resultou em forte geração de caixa, ela pode ser um bom investimento, mesmo que tenha pouco ou nenhum crescimento.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Existem empresas que fazem seus Investimentos em algum

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Empresas podem ter um grande crescimento de receita sem ter o correspondente aumento em seu Lucro Líquido. Mesmo no caso que o aumento seja de Receita e Lucro, eles podem não ser suficientes para gerar caixa para seus investimentos e seu pagamento de dívidas, sendo assim poderá não ser um bom investimento para uma carteira de investimentos de longo prazo.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Empresas podem ter um grande crescimento de receita

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • É importante analisar o Fluxo de caixa livre da empresa ( FCL = Caixa gerado pelas atividades operacionais Capex ).

  • O FCL nos mostra se o caixa operacional da empresa é suficiente para pagar pelos seus investimentos. Se for suficiente a empresa está tendo crescimento orgânico, do contrário ela está usando capital de terceiros para crescer.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  É importante analisar o Fluxo de caixa livre

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Se a empresa gera caixa operacional suficiente para pagar pelos seus investimentos e financiamentos ela está em uma situação de equilíbrio.

  • Quando notarmos que uma empresa está em uma fase de desequilíbrio com seu caixa, estudamos para vermos se achamos se é uma situação momentânea ou não.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Se a empresa gera caixa operacional suficiente para

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Se a empresa se endivida para crescer, e esse investimento foi bem feito, a geração de caixa resultante desse investimento deve começar a diminuir a relação Endividamento / Ebitda, o contrário também é verdadeiro.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Se a empresa se endivida para crescer, e

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

Grendene

4 Trimestre de 2012

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Grendene  4 Trimestre de 2012

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Notamos que a empresa precisa financiar seus clientes.

  • Sendo assim prestar atenção na inadimplência da empresa no longo prazo.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Notamos que a empresa precisa financiar seus clientes.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Notamos que o caixa gerado pelas atividades operacionais foi suficiente para pagar seus investimentos.

  • Sendo assim dizemos que a empresa está tendo um crescimento orgânico.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Notamos que o caixa gerado pelas atividades operacionais

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Notamos que o valor que foi debitado dos DFC da empresa na rubrica contas a receber, foi creditado no Balanço Patrimonial da empresa, na parte do Ativo, também na rubrica Contas a Receber.

  • Sendo assim percebemos que uma saída nas variações de Ativos e Passivos no FC, tem como contrapartida uma entrada no BP e vice-versa.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Notamos que o valor que foi debitado dos

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

GRENDENE

2 Trimestre de 2013

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  GRENDENE  2 Trimestre de 2013

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Notamos que a empresa gerou um caixa maior que o seu lucro líquido sugeria.

  • Notamos que esse fator foi devido ao recebimento de

valores devidos a empresa, que foi financiada por ela

para seus clientes.

  • Isso somente foi possível porque ela tem níveis baixos de inadimplência até o momento.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Notamos que a empresa gerou um caixa maior

Analise de Demonstrações de fluxo de Caixa

CETIP

2010

Analise de Demonstrações de fluxo de Caixa  CETIP  2010

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Notamos que a empresa investiu expressivamente na compra da GRV, no valor de 1 Bilhão.

  • Marcamos a geração de caixa pelas atividades operacionais no período no valor de 190 Milhões, para compararmos no futuro se o investimento trouxe aumento representativo na geração de caixa da empresa ou não.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Notamos que a empresa investiu expressivamente na compra

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Para comprar a GRV a Cetip emitiu 890 milhões em debêntures , sabemos também que emitiu 555 milhões em notas promissórias.

  • Devemos ver a evolução do aumento da geração de caixa da empresa e o equilíbrio do pagamento de seu endividamento, medido pelo endividamento líquido / Ebitda.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Para comprar a GRV a Cetip emitiu 890

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Percebemos que o investimento feito pela aquisição da GRV, surtiu o efeito esperado, aumentou o lucro líquido e a geração de caixa nas atividades operacionais.

  • Como ficou o endividamento da empresa depois de 2 anos?

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Percebemos que o investimento feito pela aquisição da

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Houve redução de mais de 200m no valor das Debêntures.

  • A empresa quitou suas notas promissórias.

  • A dívida líquida teve uma redução expressiva.

  • A redução da dívida líquida, associada a uma maior geração de caixa reduziu o nível endividamento líquido

/ Ebitda expressivamente.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Houve redução de mais de 200m no valor

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

Fluxo de Caixa Livre Petrobras.

(FCL)

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Fluxo de Caixa Livre Petrobras.  (FCL)

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • A empresa por ser intensiva em capital, tem depreciações e investimentos expressivos.

  • A empresa está em uma fase de investir sua geração de caixa e ainda recorrer a capital de terceiros.

  • Seus investimentos superam sua geração de caixa operacional, ficando seu FCL negativo.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  A empresa por ser intensiva em capital, tem

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Um fluxo de caixa livre negativo prolongado, afeta a estrutura de capital de uma empresa?

  • Vamos ver em seguida.

  • Petrobras no fim do ano de 2006

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Um fluxo de caixa livre negativo prolongado, afeta

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Vemos que no ano de 2006 a empresa teve expressiva geração de caixa.

  • Gerou caixa para fazer frente aos seus investimentos, ficando com FCL positivo.

  • Investimentos foram maiores que sua depreciação.

  • Estava confortável com sua geração de caixa, para usá- la para pagar parte de seu endividamento.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Vemos que no ano de 2006 a empresa

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • Como estava a estrutura de capital da Petrobras na época?

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  Como estava a estrutura de capital da Petrobras

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa

  • A empresa tinha um endividamento líquido de 18 Bilhões em 2006.

  • Uma relação endividamento líquido / endividamento líquido + PL de 16%

  • Uma relação endividamento líquido / EBITDA de 0.36

vezes.

Analise de Demonstrações de Fluxo de Caixa  A empresa tinha um endividamento líquido de 18

Curso de Analise Fundamentalista

  • João Bosco Oliveira Junior

  • Consultor Bastter.com

  • Autor do livro Invista e viva Tranquilo Amazon.com.br

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Curso de Analise Fundamentalista  João Bosco Oliveira Junior  Consultor Bastter.com  Autor do livro