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ARTIGO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA PARA DESCARTE DE

PNEUS INSERVÍVEIS

Universidade Nove de Julho – UNINOVE


Curso: Tecnologia em Logística

Campus: Memorial

Alunos:

Elizangela Ferreira Dos Santos (elizangelasantos880@gmail.com)

RA:414102540

Jaqueline Santos Pinto (jaquesp19@gmail.com)

RA: 414109364

Orientador: Oséias Do Prado Soares

São Paulo – SP
2018

Resumo

Este Artigo demonstrará o problema do descarte irregular de pneus inservíveis no


meio ambiente e a solução adotada pelas empresas fabricantes por intermédio do órgão
regulamentador CONAMA. Tal pesquisa é importante devido ao risco que o produto traz
em sua fase final de vida útil quando não destinado corretamente, bem como a necessidade
de incentivo a sua coleta e reutilização como forma sustentável, pois o mesmo apresenta
tempo de decomposição indeterminado. A pesquisa foi feita via web e entrevista com
representantes do setor de coleta do pneumático, será tratado aqui respectivamente: o fator
causador da utilização em grande escala do pneu em nosso país, os estudos já realizados
sobre o tema, a metodologia empregada para a pesquisa, os resultados obtidos e a
conclusão analisada através destes dados.

Palavras-chave: Logística Reversa; Descarte de Pneus Inservíveis; Pontos de Coleta


de Pneu.

Introdução

Este artigo tem como objetivo explorar e entender a Logística Reversa na cadeia de
suprimentos do ramo de pneus, estudo no qual será focado o processo da coleta e suas
áreas envolvidas, a fim de compreender os problemas ocorridos na reciclagem deste
produto.
Atualmente vivemos em uma sociedade baseada na cultura de consumo, onde a
distância entre as pessoas, produtos e locais é visto como um problema que impede uma
resposta rápida e eficaz a demanda desta sociedade. Para solucionar o problema são
estudadas diversas formas de transportes cada vez mais rápidos e dinâmicos.
No Brasil o modal mais utilizado é o terrestre, especificamente o rodoviário e devido
a esta dependência de apenas um único modal o país perde em desenvolvimento, gastos
e mobilidade por consequência da inflexibilidade na forma de transportar produtos e
pessoas, mas um dos principais problemas derivado da utilização deste único modal é o
descarte irregular do pneu ao final de sua vida útil.
No cotidiano urbano é possível encontrar pneus jogados em diversos locais
incorretos ocasionando problemas ambientais e de saúde pública. O tempo de
decomposição dos pneus, dependendo do ambiente em que se encontram pode ser
indeterminado, logo o descarte inconsciente causa grave dano ao meio ambiente.
De 2002 a 2011 o descarte inadequado do pneu correspondeu a 2,1 milhões de
toneladas, foram produzidos 493,7 milhões de pneus durante o mesmo período. Para
diminuir os impactos negativos que o descarte irregular causa foi identificado como uma
solução a reciclagem do pneu, e pensando nisto foi feito uma proposta iniciada em 1999,
para a regulamentação dos resíduos sólidos no Brasil, a Política Nacional de Resíduos
Sólidos (PNRS), que provocou uma mudança na postura do Conselho Nacional do Meio
Ambiente (CONAMA) em relação à normatização da área de resíduos.
O CONAMA iniciou um trabalho de regulamentação sobre resíduos que apresentam
maior risco ao meio ambiente devido a sua natureza de decomposição e outros fatores, o
foco desse estudo: “o pneu”. Seu descarte foi regulamentado através da Resolução nº 258,
de 26 de agosto de 1999 Publicada em 2 de dezembro do mesmo ano. Desde então é
determinado que as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos ficam
obrigadas a coletar e dar destinação final ambientalmente adequada aos pneus inservíveis,
também é proibida a disposição de pneus em aterros sanitários. Além disso, os
distribuidores, revendedores, reformadores e consumidores finais são corresponsáveis pela
coleta dos pneus usados.

REFERENCIAL TEÓRICO
Este tópico tem como referência a fundamentação do embasamento teórico em que
o artigo está sendo desenvolvido, primeiramente abordado o conceito de logística reversa,
entendido como uma cadeia reversa do ponto de consumo ao ponto de origem.
Este fluxo logístico é comum para uma grande parte das empresas. Caso um cliente
queira devolver o produto comprado, ou até mesmo a empresa queira fazer o retorno da
embalagem de seu produto, como por exemplo, as empresas de bebidas (que utilizam
garrafas retornáveis) considera-se que a empresa utiliza da logística reversa.
Murphy e Poist (2003) dão uma abordagem funcional e definem a logística reversa
como a movimentação de produtos do consumidor em direção ao produtor, na cadeia de
distribuição.
Stock (2003) amplia essa definição afirmando que a logística reversa faz referência
ao papel da logística no retorno dos produtos oriundos de devolução, redução no consumo
de materiais e de energia elétrica, reciclagem, substituição, reutilização de materiais,
tratamento de resíduos, conserto, reforma ou remanufatura, sob a ótica da engenharia.
A logística reversa atua através da política de deposição dos materiais e produtos no
seu pós-uso, para não serem descartados de forma indesejável e desordenados na
natureza (LACERDA, 2002).
No âmbito da gestão das operações da empresa, Rogers e Tibben-Lembke (1998)
definem a logística reversa como um processo de planejamento, implementação e controle
do fluxo de matérias-primas, estoque em processo e produtos acabados, incluindo todo o
fluxo de informação do ponto de consumo ao ponto de origem e objetivando a recuperação
de valores ou um descarte adequado.
Para a Reverse Logistics Executive Councill (2005), a definição de logística reversa
é similar à de Rogers e Tibben-Lembke (1998) consideram Logística Reversa o processo
de movimentação de produtos da sua destinação final para o ponto de origem, objetivando
capturar valor ou enviá-lo para destinação segura. As atividades da logística reversa
incluem processar a mercadoria retornada por razões como dano, sazonalidade, reposição,
recall ou excesso de inventário; reciclar materiais de embalagem e reusar containers;
recondicionar, remanufaturar ou reformar produtos; dar disposição a equipamentos
obsoletos; elaborar programas para materiais perigosos e ainda recuperação de ativos.
Para Dornier (2000), a logística reversa implica um processo de integração funcional,
melhorando a gestão dos fluxos de materiais e informações. As responsabilidades da
gestão das operações e da logística atuam na coordenação dos fluxos físicos relacionados
à produção, distribuição ou serviços pós-vendas e se expandem englobando funções
adicionais, como pesquisa, desenvolvimento e marketing no projeto e gestão dos fluxos.
A logística reversa contribui com a solução de problemas ambientais provocadas
pelas empresas. Para Lacerda (2002), a questão ambiental nas organizações vem
ganhando importância crescente desde a década de 70, quando os consumidores
desenvolveram maior consciência ambiental e passaram a cobrar postura similar das
indústrias de bens de consumo ou serviços. A relevância do tema foi se acentuando no
início da década de 80, mas somente a partir da década de 90 é que sua influência se
mostrou mais intensamente, com a crescente preocupação sobre os 73 impactos
ambientais causados por materiais e produtos, que no seu pós-uso são depositados de
forma inadequada na natureza.
Segundo Lagarinhos (2013) A logística reversa está associada ao retorno de
produtos pós-venda para a reforma, reparos, remanufaturas, substituição de materiais; e
pós-consumo para a reutilização, reciclagem, valorização energética; e a disposição final
dos produtos no final da vida útil.
Segundo Paulo Roberto Leite (2009), a logística reversa é definida como o fluxo de
materiais de pós-consumo até a sua reintegração ao ciclo produtivo, na forma de um
produto equivalente ou diverso do produto original, ou retorno do bem usado ao mercado.
Para a logística reversa de pneus no Brasil, o Ministério do Meio Ambiente, aponta
que o país é responsável pelo destino de, aproximadamente, 40 milhões de pneus usados
por ano.
A indústria de pneumáticos é responsável pela logística reversa dos pneus
inservíveis pós-consumo e pela prevenção à degradação ambiental causada por este
(CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, 2009).
Na concepção de Bowersox e Closs (2007), um dos objetivos operacionais
determinantes do desempenho logístico é o apoio ao ciclo de vida; assim, é oportuno
considerar a inversão do fluxo normal de trânsito de estoque em direção aos clientes. Dessa
forma, para esses autores, a logística reversa surge em decorrência de algumas
necessidades, como: padrões rígidos relativos à qualidade e ao prazo de validade do
produto, crescente número de leis que proíbem o descarte indiscriminado e incentivam a
reciclagem de recipientes, enfim, a logística reversa conclui o ciclo de vida do produto,
destinando-o de forma correta.

2. METODOLOGIA

2.1. Nível de pesquisa

Este artigo é baseado na logística reserva da coleta de pneus inservíveis. A pesquisa


limita-se ao conhecimento prático, entrevista com colaboradores da empresa Bridgestone
através de contato telefônico com representante, busca de informações em sites, blogs e
artigos relacionados.

2.2. Método de pesquisa

A pesquisa é caracterizada como exploratória e descritiva, pelo fato de identificar o


fato ocorrido e descrever todas suas particularidades, ou seja, demonstração dos erros
comuns no descarte de pneus inservíveis e depois descrição do processo utilizado para a
sua coleta e áreas envolvidas. A pesquisa também é considerada como qualitativa e
quantitativa, pelo fato de ter a preocupação de qualificar e quantificar informações, ou seja,
todos os dados coletados desde via web, em sites relacionados, até aqueles específicos,
foram obtidos através dos métodos e ferramentas mencionadas anteriormente.

2.3. Tipo de pesquisa


Dados primários – foram coletados pelo pesquisador, por meio da realização de
entrevistas. Também foram considerados dados originados das observações realizadas em
sites. Ainda, entrevistas com responsáveis da área de coleta.
Dados secundários – são provenientes de documentos disponíveis e materiais
informativos já publicados em sites, blogs e redes sociais. São resultantes da reunião de
dados diante de documentações variadas (artigos, dissertações, post em redes sociais e
etc.).

3. RESULTADOS

A solução para o descarte irregular do pneu inservível foi o nascimento da Reciclanip,


uma instituição criada pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) onde
participam empresas fabricantes de pneus no Brasil. O Programa de Coleta e Destinação
de Pneus Inservíveis desenvolvido pela Reciclanip objetiva atender à Resolução N.º 416,
de 30 de setembro de 2009, do CONAMA.
Por meio da parceria de convênio, a Reciclanip fica responsável por toda gestão da
logística de retirada dos pneus inservíveis do Ponto de Coleta e pela destinação
ambientalmente adequada deste material em empresas destinadoras licenciadas pelos
órgãos ambientais competentes e homologados pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Os Ponto de Coleta são locais disponibilizados e administrados pelas Prefeituras
Municipais, para onde são levados os pneus recolhidos pelo serviço municipal de limpeza
pública, ou aqueles levados diretamente por borracheiros, recapadores, descartados
voluntariamente pelo munícipe, etc. Eles devem ter normas de segurança e higiene, como
cobertura.
As Prefeituras interessadas em ter o seu Ponto de Coleta de Pneus na sua região
devem entrar em contato com a Reciclanip para obter a minuta do Convênio de Cooperação
Mútua e, na sequência, formalizar o acordo. O Ponto de Coleta de Pneus funciona como
um centro de recepção de pneus usados, para onde são levados os pneus recolhidos pelo
serviço de Limpeza Pública. Os munícipes, borracheiros, revendas de pneus, entre outros,
também podem contribuir levando os pneus inservíveis até o Ponto de Coleta de Pneus.
O Convênio de Cooperação Mútua para abertura de um Ponto de Coleta de Pneus,
é formalizado diretamente com o Poder Público. A Prefeitura indica um local coberto para
onde são levados os pneus recolhidos pelo serviço de Limpeza Pública, ou mesmo aqueles
encaminhados por borracheiros, lojas de pneus, particulares e outros.
A partir dos Pontos de Coleta de Pneus das Prefeituras, a Reciclanip efetua o
transporte dos pneus inservíveis para destinações homologadas pelo IBAMA, sem custos
para o município. Os acordos com as Prefeituras Municipais têm permitido a ampliação do
número de Pontos de Coleta de Pneus em todo País. Isso se comprova no balanço anual
do Programa de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis, que vem apresentando
resultados positivos a cada mês. Até o final de 2013 eram 834 pontos de coleta. O mesmo
ocorre com o Relatório de Pneumáticos que anualmente é divulgado pelo IBAMA, onde a
indústria nacional sempre cumpre as metas estipuladas.

Tabela 1 – Evolução por ano do número de pontos de coleta

2013 824

2012 743

2011 726

2010 576

2009 437

2008 339

2007 270

2006 220

2005 135

2004 85

Fonte: http://www.reciclanip.org.br/v3/pontos/evolucao

Tabela 2 – Quantidade de pontos de coleta por estado


Acre (AC) 2 Paraíba (PB) 4
Alagoas (AL) 3 Paraná (PR) 91
Amapá (AP) 2 Pernambuco (PE) 10
Amazonas (AM) 3 Piauí (PI) 3
Bahia (BA) 20 Rio de Janeiro (RJ) 34
Ceará (CE) 2 Rio Grande do Norte (RN) 4
Distrito Federal (DF) 3 Rio Grande do Sul (RS) 83
Espírito Santo (ES) 2 Rondônia (RO) 7
Goiás (GO) 33 Roraima (RR) 2
Maranhão (MA) 8 Santa Catarina (SC) 19
Mato Grosso (MT) 26 São Paulo (SP) 242
Mato Grosso do Sul (MS) 22 Sergipe (SE) 2
Minas Gerais (MG) 180 Tocantins (TO) 6
Pará (PA) 11 Total 824

Fonte http://www.reciclanip.org.br/v3/pontos/evolucao

4 CONCLUSÃO

Devido ao aumento contínuo da frota de veículos no país a tendência é que haja o


aumento da quantidade de pneus inservíveis descartados nos próximos anos. O Brasil já
possui capacidade para a reciclagem e a valorização energética de todos os pneus
inservíveis gerados no país anualmente.
A Resolução do CONAMA entrou em revisão em 2006 pelo IBAMA e em setembro
de 2009 foi aprovada uma nova Resolução que altera a forma de cálculo de produção para
o mercado de reposição. A nova resolução coloca como desafio aos fabricantes e
importadores a obrigação de dar destinação a 100% dos pneus que entram no mercado de
reposição.
De acordo com a lei, para cada pneu novo comercializado no mercado de reposição,
os fabricantes e importadores devem dar uma destinação para um pneu inservível. A
quantidade a ser reciclada deve ser convertida em peso, e deve ser aplicado um fator de
desgaste de 30% sobre o peso do pneu novo produzido ou importado.
Os fabricantes e importadores de pneus novos devem elaborar um plano de
gerenciamento de coleta, armazenamento e destinação final dos pneus inservíveis,
também devem instalar nos municípios, com mais de 100.000 habitantes, pelo menos um
ponto de coleta.
Mesmo com a nova resolução do CONAMA que obriga os fabricantes e importadores
a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, o órgão enfrenta
problemas, pois a regra aplicada ainda não surtiu o efeito desejado, principalmente devido
à falta de incentivos na cadeia de suprimentos da logística reserva de pneus.
A falta de incentivo e conhecimento prejudica a coleta dos pneus, pelo fato de existir
diversas borracharias clandestinas, estabelecimentos e pessoas que não se preocupam em
encaminhar o pneu, na sua fase final de vida útil, para os pontos de coleta, isto devido a
não terem nenhum “retorno” ou não saberem a importância de tal ação. Há ainda lugares
que fazem a cobrança pela coleta, estes locais não estão conveniados ao programa e por
isso têm gastos com o transporte do pneu para o local cadastrado, infelizmente isto causa
uma desmotivação para o cliente que decide por jogar o pneu em qualquer outro local ao
invés de pagar para que o mesmo seja destinado ao local correto.
Uma política de incentivo e educação é necessária para poder minimizar ao máximo,
ou até dizimar, os problemas que o pneu inservível causa com seu descarte irregular ao
meio ambiente. E é de suma importância que seja dado foco a outros meios de transportes
para as mercadorias, serviços e pessoas, pois como já dito anteriormente neste estudo
vivemos em meio a uma dependência em demasia do modal rodoviário, o que não é
benéfico a um país como o Brasil com sua vasta extensão territorial e alto potencial para
diversas formas de transporte.

REFERÊNCIAS

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2018.<http://www.webartigos.com/artigos/logistica-reversa-a-reciclagem-de-
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http://www.inmetro.gov.br/painelsetorial/palestras/Zilda-Maria-Faria-Veloso-Ciclo-Vida-
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http://www.redalyc.org/pdf/470/47025655002.pdf

Bridgestone realiza logística reversa de pneus, acesso em 02 de maio de 2018.


http://www.tecnologistica.com.br/transporte-rodoviario/retorno/bridgestone-realiza-
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Faltam incentivos para a reciclagem de pneus no Brasil, afirma especialista, acesso em
02 de maio de 2018.
http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/janeiro/faltam-incentivos-para-a-
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Descarte irregular de pneus ainda é frequente, acesso em 02 de maio de 2018.


http://www.itribuna.com.br/campo-mourao/2013/03/descarte-irregular-de-pneus-ainda-e-
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Como funciona a logística reversa de Pneus, acesso em 02 de maio de 2018.
http://www.pensamentoverde.com.br/reciclagem/saiba-como-funciona-logistica-reversa-
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http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/logistica_reversa.htm

O caso da destinação de pneus inservíveis no Brasil, acesso em 02 de maio de 2018.


http://web-resol.org/textos/128.pdf

Bridgestone e o programa de logística reversa, acesso em 02 de maio de 2018.


https://www.axado.com.br/blog/bridgestone-possui-programa-de-logistica-reversa-de-
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Bridgestone realiza logística reversa para descarte de pneus, acesso em 02 de maio de


2018.
http://www.motonline.com.br/noticia/bridgestone-realiza-logistica-reversa-para-descarte-
de-pneus/

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Lacerda, Leonardo. , Logística Reversa - Uma visão sobre os conceitos básicos e as


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LAGARINHOS, C. A. F.; Tenório, J. A. S. (2013). Logística reversa dos pneus usados


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