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ISS/SP – Auditor Fiscal – Tecnologia da

Informação – Banco de Dados – Aula 00


Exercícios
Manoel Caetano

AULA 00: ISS/SP – Auditor Fiscal Tributário Municipal – Área


de Especialização: Tecnologia da Informação – Banco de
Dados – Exercícios Comentados

Sumário
1. Apresentação. ............................................................................................................................... 3
1.1. A Banca. ........................................................................................................................................ 3
1.2. Metodologia das aulas. ................................................................................................................. 4
1.3. Observações finais. ....................................................................................................................... 4
2. Conteúdo programático e planejamento das aulas (Cronograma). ............................................. 5
3. Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração. ............................................ 6
4. Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de dados), modelagem
funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento. Modelagem de Dados Relacional. .................. 18
5. Lista de Questões........................................................................................................................ 38
Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração. .................................................... 38
Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de dados), modelagem
funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento. Modelagem de Dados Relacional. .................. 42
6. Gabarito. ..................................................................................................................................... 49
Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração. .................................................... 49
Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de dados), modelagem
funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento. Modelagem de Dados Relacional. .................. 51

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Manoel Caetano

Olá Concurseiros!

Para iniciarmos nossa aula de demonstração, antes de tudo falarei um pouquinho sobre
mim, uma apresentação para termos um alinhamento sobre quem é o Professor Manoel
Caetano.

Sou Empregado Público do SERPRO, atuando como Analista – Especialista em Negócio em


TI, já atuei no mercado privado como Administrador de Banco de Dados e também como
Administrador de Dados, trabalhando na manutenção e saúde de banco de dados de
empresas privadas. Sou Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal da
Bahia – UFBA e especialista em Banco de Dados com Ênfase em Alta Disponibilidade pela
Universidade Salvador – UNIFACS.

Venho trabalhando também como professor em cursos preparatórios para concursos


ITnerante (www.itnerante.com.br) com a disciplinas de SGBD’s específicos como Oracle e
Microsoft SQL Server.

Tenho como foco atual dentro de cursos preparatórios as disciplinas que são cobradas em
concursos de Tecnologia da Informação como: Banco de dados e SGBD’s específicos.

Já fui aprovado em 2 concursos públicos e tinha parado de fazer concursos desde 2010 após
o concurso do Serpro, o qual hoje estou trabalhando. Desde 2012 venho me dedicando as
disciplinas que venho ministrando para concurso público e voltei a estudar para concursos
públicos.

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1. Apresentação.
Nosso curso terá como foco atender a necessidade do concurseiro que irá fazer a prova do
ISS – São Paulo e precisa ter conhecimento sobre o conteúdo publicado no tópico
Tecnologia da Informação do seu edital, conforme abaixo:

Banco de Dados:

o Conceitos Básicos.

o Fundamentos: finalidades, níveis de abstração, projeto de bancos de dados


(normalização, modelagem lógica e física de dados), modelagem funcional e
diagrama ER – Entidade Relacionamento. Modelagem de Dados Relacional.

o Conceitos de desenvolvimento em bancos de dados SQL Server e Oracle.

o Modelagem de Dados Multidimensional.

o Conceitos de Datawarehouse e ETL. Soluções de suporte à decisão: Data


Warehouse, OLAP (Online Analytical Processing), Data Mining, BI
(Business Intelligence), ETL (Extract Transform Load),

o Modelagem e otimização de bases de dados multidimensionais.

Os demais tópicos relacionados ao conteúdo de TI serão tratados por outros professores.

Nosso curso, como já pode se detectado no cabeçalho das páginas, é um curso de Exercícios
e será apresentado de forma que o aluno tenha o entendimento de como cada exercício
seja resolvido.

1.1. A Banca.
Conforme sabemos, a CETROCONCURSOS não é uma banca tradicional em concursos
públicos. Diferente da FCC, Cespe e ESAF. Suas questões comumente são caracterizadas
por trabalhar com itens de múltipla escolha e geralmente são provas que os senhores
tem que fazer o máximo de pontos possíveis para serem aprovados.

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1.2. Metodologia das aulas.

a) Teremos no curso aulas expositivas e descritivas com no máximo de 35 páginas por


aula, as quais poderão variar em quantidade, dependendo do assunto tratado e da
abordagem oferecida, mas tentando sempre manter tal média.

b) Todas as aulas terão uma abordagem de resolução dos exercícios, podendo ter
aprofundamento da teoria como também uma explicação clara para que o
concurseiro possa resolver o exercício e entender a resposta de cada questão.

c) Serão tratados nas aulas assuntos desde o básico até o avançado, fazendo assim com
que o aluno iniciante tenha conhecimento e contato inicial com os tópicos tratados,
bem como o aluno que já o conhece possa aprofundar seu conhecimento aplicável à
resolução de questões.

d) Não serão poupados gráficos, tabelas e “memorióis” aplicáveis ao assunto, para que
assim possam realmente entender o que está sendo apresentado. (Alguns podem se
perguntar agora, “pra que memorióis?” Simples, vocês estão estudando para
concurso público e eles poderão te salvar em até 60% do conteúdo cobrado na sua
prova).

1.3. Observações finais.

Agora, acredito que alguns pontos se fazem necessários para que não tenhamos falta de
rendimento dos senhores:

a) Como estamos falando de aulas textuais, a informalidade e a medida descontração


farão parte delas para que tenhamos o maior nível de integração possível entre nós,
lembrem-se que a única coisa que mudou aqui foi a interface entre professor e
alunos e se os senhores quisessem livros cheios de formalidade e teorias aplicáveis
às pesquisas de TI, comprariam em livrarias, então vamos abusar desta nossa
interface e da comunicação no Fórum.

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b) Devido a quantidade de questões relacionadas ao assunto de banco de dados de


2009 até 2014 ser pequena para fazer o material completo eu tomei a liberdade de
utilizar questões de outras bancas que tem o mesmo modelo de questões da CETRO.

2. Conteúdo programático e planejamento das aulas (Cronograma).


O Conteúdo programático está distribuído de forma que os alunos, mesmo que nunca
tenham tido contato com o assunto, possam compreender o contexto da disciplina e
também a forma com que ela se “encaixa” dentro das instituições e que pode ser cobrada
na prova.

Tento sempre trabalhar com o aumento do nível de conhecimento do candidato, e verão


que tudo que coloco nas nossas aulas é sinal que cai ou que pode cair na prova, ou seja, não
deixem de estudar ou se ficar com preguiça, vamos lá gente, volte atrás e leia novamente.

Aula Conteúdo a ser trabalhado

Aula00
 Apresentação do Curso e Metodologia a ser aplicada.
Demonstrativa
26/03/2014
 Banco de dados.
o Conceitos Básicos.

o Fundamentos: finalidades, níveis de abstração, projeto


de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e
física de dados), modelagem funcional e diagrama ER –
Entidade Relacionamento. Modelagem de Dados
Relacional.

Aula01
 Conceitos de desenvolvimento em bancos de dados SQL Server
02/04/2014
e Oracle.

Aula02
 Conceitos de desenvolvimento em bancos de dados SQL Server
09/04/2014
e Oracle.

 Modelagem de Dados Multidimensional.

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 Conceitos de Datawarehouse e ETL. Soluções de suporte à


decisão: Data Warehouse, OLAP (Online Analytical Processing),
Data Mining, BI (Business Intelligence), ETL (Extract Transform
Load),

 Modelagem e otimização de bases de dados


multidimensionais.

Seguiremos na próxima página com a nossa aula de demonstração e vejam que os exercícios
que estão sendo resolvidos estão por ordem de blocos de assuntos e provas selecionadas.
Algumas questões não serão necessárias as explicações de todas as alternativas de múltipla
escolha visto a inexistência de termos informados ou a utilização de assuntos diferentes
relacionados com o assunto tratado. Qualquer dúvida ou sugestão você pode entrar em
contato através do e-mail manoel.neto@tiparaconcursos.net.

3. Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração.

Banco de dados é um espaço onde dados ou informações estão alojados de forma


organizada.

Tabela é um conjunto de dados dispostos em número finito de colunas e número ilimitado


de linhas (ou tuplas).

As colunas são tipicamente consideradas os campos da tabela, e caracterizam os tipos de


dados que deverão constar na tabela (numéricos, alfa-numéricos, datas, coordenadas, etc).
O número de linhas pode ser interpretado como o número de combinações de valores dos
campos da tabela, e pode conter linhas idênticas, dependendo do objectivo. A forma de
referenciar inequivocamente uma única linha é através da utilização de uma chave primária.

Para além do tipo de dados inerente a todas as colunas de uma tabela, algumas podem ter
associadas restrições: a unicidade (SQL: UNIQUE), proibição de valores NULL (SQL: NOT
NULL), delimitação de valores, etc. Estas restrições impedem que sejam inseridos valores
não desejados que comprometam a validade e integridade dos dados.

View no contexto dos bancos de dados é um objeto que não armazena dados, e não uma
relação, composto dinamicamente por uma consulta que é previamente analisada e

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otimizada. Isso significa que, diferentemente de tabelas, visões não são objetos físicos, ou
seja, não ocupam espaço em disco. Alterações nos dados de tabelas que são acessadas por
visões, consequentemente alteram os resultados gerados pelas consultas armazenadas
nessas visões.

Entre as principais utilidades estão, a depender do SGBD utilizado, o aumento de segurança


por propiciar uma visão limitada e controlada dos dados que podem ser obtidos da base e a
performance por utilizar uma consulta previamente otimizada, tornando desnecessário este
processo de otimização quando for realizada.

Fornece mecanismo de segurança, restringindo o acesso de usuários. Simplifica a interação


entre usuário final e banco de dados.

Chave primária (primary key) é atributo ou combinação de atributos que possuem a


propriedade de identificar de forma única uma linha da tabela. Corresponde a um atributo
determinante.

Cada tabela deve incluir um campo ou conjunto de campos que identifique de forma
exclusiva, cada registro armazenado na tabela. Essas informações são chamadas de chave
primária da tabela.

Desta forma, com a chave primária cria-se uma identificação única, o que dá total segurança
para que aplicações possam acessar, alterar e excluir dados sem correr o risco de apagar ou
alterar dois campos da tabela ao mesmo tempo.

Chave primária é um importante objeto quando se aplica regras de normalização de dados,


muitas das formas normais são baseadas nas relações dos demais atributos com a chave
primária da tabela.

Restrições (Constraints) são regras agregadas a colunas ou tabelas. Assim, pode-se definir
como obrigatório o preenchimento de uma coluna que tenha um valor-padrão quando uma
linha for incluída na tabela ou quando aceitar apenas alguns valores pre-definidos. No caso
de regras aplicadas a tabelas, tem-se a definição de chaves primárias e estrangeiras.

Quando especificar uma restrição PRIMARY KEY para uma tabela, o Mecanismo de Banco de
Dados impõe a exclusividade dos dados criando automaticamente um índice exclusivo para
as colunas de chave primária. Esse índice também permite um acesso rápido aos dados

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quando a chave primária é usada em consultas. Se uma restrição de chave primária for
definida em mais de uma coluna, os valores poderão ser duplicados em uma coluna, mas
cada combinação de valores de todas as colunas na definição da restrição de chave primária
deve ser exclusiva.

Chave estrangeira (foreign key) é o campo que estabelece o relacionamento entre duas
tabelas. Assim, uma coluna corresponde à mesma coluna que é a chave primária de outra
tabela. Dessa forma, deve-se especificar na tabela que contém a chave estrangeira quais são
essas colunas e à qual tabela está relacionada. O banco de dados irá verificar se todos os
campos que fazem referências à tabela estão especificados.

Determinar esse tipo de relacionamento, fica garantida a integridade das informações. Os


valores presentes nas colunas definidas como chave estrangeira devem ter um
correspondente em outra tabela, caso contrário o bando de dados deve retornar uma
mensagem de erro, assim as restrições de chave estrangeira identificam os relacionamentos
entre tabelas e assegura que a integridade referencial seja mantida.

Estendendo um pouco a explicação irei explicar o conceito de normalização, palavra citada


na definição de chave primária.

Normalização é um processo onde se aplica regras a todas as entidades (tabelas) do banco


de dados, a fim de evitar falhas no projeto, como redundância de dados, mistura de
diferentes assuntos numa mesma entidade, entre outros problemas.

Exemplo de modelo de dados que podemos identificar as chaves primárias e as chaves


estrangeiras.

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As chaves primárias das tabelas que são identificadas por PK e as chaves estrangeiras que
são identificadas por FKn, onde n é 1 ou 2 neste exemplo.

Tabela Cliente – PK idCliente

Tabela Animal – PK idAnimal – FK1 idCliente (Tabela Cliente)

Tabela Especie – PK idEspecie – FK1 idAnimal (Tabela Animal)

Tabela Tratamento – PK idTratamento – FK1 idAnimal (Tabela Animal)

Tabela Consulta – PK idConsulta – FK1 idTratamento (Tabela Tratamento) FK2 idVeterinario


(Tabela Veterinario)

Tabela Veterinário – PK idVeterinario

Tabela Exame – PK idExame – FK1 idConsulta

As chaves como os outros campos são o que chamamos de atributos, pois eles caracterizam
as entidades ou as tabelas que representam algum relacionamento. Vamos as questões!

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DPE – SP 2013 (Agente de Defensoria Pública – Administrador de Banco de Dados)

[57] São CONSTRAINTS SQL, EXCETO

(A) FOREIGN KEY.

(B) NOT NULL.

(C) UNIQUE.

(D) PRIMARY KEY.

(E) UNION.

Comentário: Em SQL, temos as seguintes constraints:

 NOT NULL - Indica que a coluna não pode armazenar o valor NULL

 UNIQUE - Assegura que cada linha de uma coluna deve ter um valor único

 PRIMARY KEY - A combinação de um NOT NULL e UNIQUE. Garante que uma coluna
(ou uma combinação de duas ou mais colunas) tem uma identidade única, que ajuda
a localizar um registo particular numa tabela mais facilmente e rapidamente

 FOREIGN KEY - Garantir a integridade referencial dos dados em uma tabela para
coincidir com valores de outra tabela

 CHECK - Garante que o valor em uma coluna encontra uma condição específica

 DEFAULT - Especifica um valor padrão quando não especificado para esta coluna

Dentre todas as alternativas a única que não é uma constraint é a letra E.

TCE – AM 2012 (ANALISTA TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO - TÉCNICO DA

INFORMAÇÃO)

[71] Em relação a bancos de dados, uma chave primária pode ser formada por uma ou
mais colunas e deve possuir um identificador único para

(A) cada uma das colunas pertencente a essa chave.

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(B) cada coluna da tabela.

(C) uma tupla (formada por linhas e colunas).

(D) todos os registros da tabela.

(E) cada linha da tabela.

Comentário: De acordo com a definição de chave primária podemos dizer que a resposta da
questão é letra E.

Assembleia Legislativa – SP – 2010 (AGENTE TEC. LEG. ADMIN. DE BD E ARQUIT. DE


DADOS)

[46] Maneira alternativa de observação de dados de uma ou mais entidades −tabelas −,


que compõe uma base de dados. Pode ser considerada como uma tabela virtual ou uma
consulta armazenada. Trata-se de

(A) table shadow.

(B) view.

(C) shadow table.

(D) table blour.

(E) blour table.

Comentário: De acordo com o conceito apresentado de View, podemos afirmar que a


resposta da questão é letra B.

[51] Chaves são utilizadas para especificar restrições de integridade básicas de um SGBD
relacional. NÃO é um tipo de chave do modelo relacional:

(A) Primária.

(B) Candidata.

(C) Estrangeira.

(D) Composta.

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(E) Terciária.

Comentário: Vimos as definições de chaves primária e estrangeira no texto acima, logo não
apresentarei novamente aqui. Quando a chave primária é formada por mais de um atributo
(campo) ela é chamada de chave composta. A chave candidata geralmente é a chave
primária só que em outra fase na modelagem de dados. Este termo aparece geralmente
quando estamos normalizando o banco de dados. Portanto por eliminação a resposta da
questão é letra E. Terceária é o conceito de grau de relacionamento de entidades no modelo
de entidade-relacionamento (MER).

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] Uma das formas de impor restrições em um banco de dados relacional é por meio das
chaves primárias, sobre as quais pode-se afirmar que

(A) não se aplicam para conjuntos de entidades com menos de 5 atributos.

(B) o tamanho mínimo de seus atributos deve ser de 10 caracteres.

(C) devem ser formadas por, no mínimo, 3 atributos.

(D) os valores de seus atributos devem ser distintos para cada entidade de um conjunto de
entidades.

(E) não podem conter atributos do tipo alfanumérico.

Comentário: Chave primária refere-se aos conjuntos de um ou mais campos, cujos valores,
considerando a combinação de valores de todos os campos da tupla, nunca se repetem e
que podem ser usadas como um índice para os demais campos da tabela do banco de
dados. Em chaves primárias, não pode haver valores nulos e nem repetição de tuplas.
Quando a chave primária é simples ela é formada por um único campo da tabela, esse
campo não pode ter dois ou mais registros de mesmo valor e também não pode conter
nenhum registro nulo. Se a chave primária é composta ela é formada por mais de um
campo, os valores de cada campo podem se repetir, mas não a combinação desses valores.
As chaves primárias não tem limitação da quantidade de atributos para serem formadas e

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nem tipo de dados que as forme. Conforme definição podemos informar que a resposta é
letra D.

O SGBD é um conjunto de aplicativos responsáveis pela administração e gerenciamento de


uma ou mais base de dados. O objetivo principal é gerenciar o acesso, manipulação e
organização dos dados.

Algumas das vantagens da utilização de SGBD’s são: controle de redundância dos dados,
controle de acesso (segurança), armazenamento persistente dos dados, existência de
múltiplas interfaces para os usuários, representação de relacionamentos complexos entre
os dados, manutenção de restrições de integridade, recuperação de falhas.

No mercado existem diversos tipos de SGBD’s, sendo que os mais conhecidos são: Oracle,
MS SQL Server, MySQL, PostgreSQL.

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A arquitetura ANSI/SPARC se divide em três níveis, conhecidos como nível interno, nível
conceitual e nível externo, respectivamente. De modo geral:

O nível interno (também conhecido como nível físico) é o mais próximo do meio de
armazenamento físico — ou seja, é aquele que se ocupa do modo como os dados são
fisicamente armazenados.

O nível externo (também conhecido como nível lógico do usuário) é o mais próximo
dos usuários — ou seja, é aquele que se ocupa do modo como os dados são vistos por
usuários individuais.

O nível conceitual (também conhecido como nível lógico comunitário, ou às vezes


apenas nível indireto, sem qualificação) é um nível de “simulação” entre os outros dois.

DPE – SP 2009 (Agente de Defensoria – Administrador de Banco de Dados)

[59] Consiste de um conjunto de dados (banco de dados) e um conjunto de programas


para armazenamento e acesso a esses dados, de forma eficiente e convincente:

(A) SGBD

(B) DGBD

(C) GBD

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(D) PGBD

(E) MGBD

Comentário: De acordo com a definição que temos de SGBD, no início deste tópico,
podemos dizer que a resposta da questão é a letra A.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[31] Com relação aos Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBD), pode-se dizer
que se constituem em um

(A) conjunto de dados armazenados em discos magnéticos.

(B) conjunto de programas de computador capaz de processar conjuntos de dados.

(C) aplicativo disponibilizado por alguns sistemas operacionais.

(D) software destinado exclusivamente ao projeto dos modelos de bancos de dados.

(E) software para apoio a programas de geração de cronogramas.

Comentário: Novamente, de acordo com a definição que temos de SGBD, no início deste
tópico, podemos dizer que a resposta da questão é a letra B.

O modelo hierárquico foi o primeiro a ser reconhecido como um modelo de dados. Seu
desenvolvimento somente foi possível devido à consolidação dos discos de armazenamento
endereçáveis, pois esses discos possibilitaram a exploração de sua estrutura de
endereçamento físico para viabilizar a representação hierárquica das informações. Nesse
modelo de dados, os dados são estruturados em hierarquias ou árvores. Os nós das
hierarquias contêm ocorrências de registros, onde cada registro é uma coleção de campos
(atributos), cada um contendo apenas uma informação. O registro da hierarquia que
precede a outros é o registro-pai, os outros são chamados de registros-filhos.

O modelo em redes surgiu como uma extensão ao modelo hierárquico, eliminando o


conceito de hierarquia e permitindo que um mesmo registro estivesse envolvido em várias

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associações. No modelo em rede, os registros são organizados em grafos onde aparece um


único tipo de associação (set) que define uma relação 1:N entre 2 tipos de registros:
proprietário e membro. Desta maneira, dados dois relacionamentos 1:N entre os registros A
e D e entre os registros C e D é possível construir um relacionamento M:N entre A e D. O
gerenciador Data Base Task Group (DBTG) da CODASYL (Committee on Data Systems and
Languages) estabeleceu uma norma para este modelo de banco de dados, com linguagem
própria para definição e manipulação de dados. Os dados tinham uma forma limitada de
independência física. A única garantia era que o sistema deveria recuperar os dados para as
aplicações como se eles estivessem armazenados na maneira indicada nos esquemas. Os
geradores de relatórios da CODASYL também definiram sintaxes para dois aspectos chaves
dos sistemas gerenciadores de dados: concorrência e segurança. O mecanismo de segurança
fornecia uma facilidade na qual parte do banco de dados (ou área) pudesse ser bloqueada
para prevenir acessos simultâneos, quando necessário. A sintaxe da segurança permitia que
uma senha fosse associada a cada objeto descrito no esquema. Ao contrário do Modelo
Hierárquico, em que qualquer acesso aos dados passa pela raiz, o modelo em rede
possibilita acesso a qualquer nó da rede sem passar pela raiz.

O modelo relacional apareceu devido às seguintes necessidades: aumentar a independência


de dados nos sistemas gerenciadores de banco de dados; prover um conjunto de funções
apoiadas em álgebra relacional para armazenamento e recuperação de dados; permitir
processamento ad-hoc. O modelo relacional, tendo por base a teoria dos conjuntos e
álgebra relacional, foi resultado de um estudo teórico realizado por Edgar Frank Codd. O
Modelo relacional revelou-se ser o mais flexível e adequado ao solucionar os vários
problemas que se colocam no nível da concepção e implementação da base de dados. A
estrutura fundamental do modelo relacional é a relação (tabela). Uma relação é constituída
por um ou mais atributos (campos) que traduzem o tipo de dados a armazenar. Cada
instância do esquema (linha) é chamada de tupla (registro). O modelo relacional não tem
caminhos pré-definidos para se fazer acesso aos dados como nos modelos que o
precederam. O modelo relacional implementa estruturas de dados organizadas em relações.
Porém, para trabalhar com essas tabelas, algumas restrições precisaram ser impostas para

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evitar aspectos indesejáveis, como: Repetição de informação, incapacidade de representar


parte da informação e perda de informação. Essas restrições são: integridade referencial,
chaves e integridade de junções de relações.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[47] No armazenamento de registros das tabelas de um banco de dados relacional, há


uma técnica conhecida como registros desordenados (ou heap files), na qual novos
registros são inseridos

(A) no início do arquivo correspondente.

(B) de acordo com o tipo de dados presente em cada tabela.

(C) ao final do arquivo correspondente.

(D) em uma posição intermediária no arquivo correspondente.

(E) de acordo com um índice previamente definido.

Comentário: No armazenamento de registros de tabelas de um banco de dados relacional


utilizando a técnica de heap files ou registros desordenados os novos registros são inseridos
no final do arquivo correspondente. Quando utiliza-se a técnica de arquivo ordenado a
inserção é feita na ordem da chave de busca, logo você perde com a reordenação dos
arquivos. Portanto temos que a resposta da questão é letra C.

[48] Um tipo de banco de dados é representado pelos bancos de dados relacionais


distribuídos, nos quais pode ser feita a fragmentação de dados, que consiste em

(A) criptografar todas as tabelas do banco de dados utilizando uma chave pública.

(B) dividir as tabelas do banco de dados e armazenar cada parte em um local (site)
diferente.

(C) excluir os registros das tabelas que possuam atributos com valores nulos.

(D) excluir todas as tabelas que não possuam chave estrangeira.

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(E) replicar todas as tabelas do banco de dados em todos os locais (sites).

Comentário: Na fragmentação os dados se encontram divididos ao longo do sistema, ou


seja, a cada nó existe uma base de dados diferente se olharmos de uma forma local, mas se
analisarmos de uma forma global os dados são vistos de uma forma única, pois cada nó
possui um catálogo que contém cada informação dos dados dos bancos adjacentes. Logo
temos que a resposta da questão é B.

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[58] É o modelo de dados que eliminou o conceito de hierarquia, permitindo que um


mesmo registro estivesse envolvido em várias associações. Os registros, organizados em
grafos, permitem o tipo de associação que define uma relação 1:N entre os tipos de
registros proprietário e membro. Assim, para dois relacionamentos 1:N entre os registros
A e D e entre os registros C e D é possível construir um relacionamento M:N entre A e D.
Trata-se do modelo

(A) em rede.

(B) relacional.

(C) hierárquico.

(D) orientado a objetos.

(E) distribuído.

Comentário: De acordo com a introdução feita no início do tópico temos que a resposta da
questão é letra A.

4. Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de


dados), modelagem funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento.
Modelagem de Dados Relacional.

O projeto de banco de dados se completa com a modelagem do banco de dados, pois para
montar o projeto o administrador de dados e o administrador de banco de dados tem que

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efetuar a modelagem do banco projetando o mesmo para atender ao projeto de software


correspondente.

Um projeto de banco de dados é sub-dividido em etapas onde o objetivo é a criação de um


banco de dados otimizado que atenda as expectativas do cliente. E nesse contexto, os
modelos de dados são muito importantes para a transmissão de idéias entre o cliente e o
projetista, bem como facilitar a manutenção do banco de dados no futuro. O projeto de
banco de dados é basicamente, dividido em Projeto Conceitual, Projeto Lógico e Projeto
Físico. Porém antes de começar a projetar o banco de dados é necessário a realização de
análise de requisitos junto ao cliente. Essa talvez seja a fase mais importante do projeto,
pois é nessa hora que as necessidades e expectativas do cliente são transmitidas para o
projetista.

Modelar significa criar um modelo que explique as características de funcionamento e


comportamento de um software a partir do qual ele será criado, facilitando seu
entendimento e seu projeto, através das características principais que evitarão erros de
programação, projeto e funcionamento. É uma parte importante do desenho de um sistema
de informação.

De acordo com a abordagem que utilizam, os modelos de dados normalmente são


classificados da seguinte forma:

 Modelo Conceitual: O modelo conceitual é um diagrama em blocos que demonstra


todas as relações entre as entidades, suas especializações, seus atributos e auto-
relações.

 Modelo Lógico: O modelo lógico mostra as ligações entre as tabelas de banco de


dados, as chaves primárias, os componentes de cada uma, etc.

 Modelo Físico: Inclui a análise das características e recursos necessários para


armazenamento e manipulação das estruturas de dados (estrutura de
armazenamento, endereçamento, acesso e alocação física), sendo uma sequência de
comandos executados em SQL a fim de criar as tabelas, estruturas e ligações
projetadas até então e finalmente criar o banco de dados.

Mapeamento de dados (lógico e físico)

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Exercícios
Manoel Caetano

Projetar um esquema de um banco de dados relacional a partir de um modelo conceitual


denomina-se projeto lógico de um banco de dados. A partir de um modelo conceitual
aplicamos um algoritmo e temos um modelo lógico do banco.

Mapeando o modelo conceitual para o modelo lógico

 Mapeamento de entidades regulares (Comuns): Para cada entidade do modelo


conceitual criar uma entidade no modelo lógico;

 Mapeamento de atributos de atributos chaves “Mais importantes da entidade”: Para


cada atributo chave da entidade do modelo conceitual criar um atributo PK (Primary
key) na entidade do modelo lógico;

 Mapeamento de atributos simples: Para cada atributo simples da entidade do


modelo conceitual criar um atributo simples na entidade do modelo lógico;

 Mapeamento de atributos compostos: Para cada atributo composto criar na


entidade do modelo lógico somente os componentes do atributo composto;

 Mapeamento de atributos multivalorados: Para cada atributo multivalorado criar


uma entidade no modelo lógico contendo o atributo chave (FK) da entidade que este
atributo pertence mais um atributo chave desta nova entidade (PK). A chave desta
entidade será estes dois atributos (PKs);

 Mapeamento de entidades fracas: Para cada entidade fraca criar uma entidade no
modelo lógico incluindo nesta entidade fraca o atributo chave da entidade Pai. A
chave primária desta entidade será composta pelo atributo chave da entidade pai
mais o atributo chave da entidade fraca;

 Mapeamento de relacionamentos 1:N: Para cada relacionamento um para muitos


exportar o atributo chave da entidade do lado 1 para o lado N. Este atributo
exportado tem o nome de Foreign Key (FK).

 Mapeamento de relacionamentos N:N ou N:M: Para cada relacionamento muitos


para muitos criar uma nova entidade tendo como chave os atributos das entidades

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Exercícios
Manoel Caetano

participantes do relacionamento que serão a chaves primárias desta nova entidade


além de serem foreing keys e mais os atributos do relacionamento.

 Mapeamento de relacionamentos 1:1: Neste tipo de relacionamento escolhe-se uma


das entidades e exporta seu atributo chave para a outra entidade, sendo a FK desta
entidade.

Mapeando o modelo conceitual para o modelo lógico

Mapear um modelo lógico em um modelo físico na primeira fase é simplesmente


transformar as entidades em tabelas e atributos em colunas das tabelas.

Mapeando entidades

Para mapear uma entidade em uma tabela no banco de dados estaremos utilizando a
instrução create table do grupo DDL da linguagem SQL. Com o comando create table é
definido o nome da tabela seus atributos tipos de dados e restrições. Os tipos de dados
podem ser numéricos, cadeia de caracteres (string), booleanos, data e horário.

Numéricos: Tipos numéricos englobam os inteiros de vários tamanhos, os números de ponto


flutuante, ou seja, com casas decimais.

Cadeia de caracteres: Estruturas onde podemos definir o tamanho fixo informando o


número de caracteres aceitos. Exemplos: varchar(n) onde n é o número máximo de
caracteres.

Booleano: Podem assumir o valor de verdadeiro ou falso.

Date e time: O tipo date armazena datas e o tipo time armazena horas minutos e segundos.

Como restrições, podemos considerar se um determinado campo poderá aceitar NULL


(Nenhum valor) ou não. Por regra todo campo chave (PK) deverá ser NOT NULL, ou seja, não
NULO.

Exemplo de mapeamento lógico para o físico.

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Exercícios
Manoel Caetano

Mapeando a entidades do modelo lógico:

CREATE TABLE TB_CLIENTE

(CPF INT NOT NULL,

NOME VARCHAR(50),

LOGRADOURO VARCHAR(100) ,

BAIRRO VARCHAR(30) ,

PRIMARY KEY (CPF)

);

CREATE TABLE TB_NF_VENDA

NUMERONF INT NOT NULL,

DATAFATUR DATETIME,

CPF INT NOT NULL,

PRIMARY KEY (NUMERONF),

FOREIGN KEY (CPF) REFERENCES TB_CLIENTE (CPF)

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Exercícios
Manoel Caetano

);

CREATE TABLE TB_PRODUTO

CODPRODUTO INT NOT NULL,

DESCRICAO VARCHAR(50) NOT NULL,

PRIMARY KEY (CODPRODUTO)

);

CREATE TABLE TB_ITEM_NOTA_VEDA

NUMERONF INT NOT NULL,

CODPRODUTO INT NOT NULL,

PRIMARY KEY (CODPRODUTO,NUMERONF),

FOREIGN KEY (CODPRODUTO) REFERENCES TB_PRODUTO(CODPRODUTO),

FOREIGN KEY (NUMERONF) REFERENCES TB_NF_VENDA (NUMERONF)

);

PREFEITURA DE MANAUS – SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (SEMSA) – 2012


(ESPECIALISTA EM SAÚDE – ANALISTA DE SISTEMAS)

[46] Assinale a alternativa que apresenta a representação adequada para uma entidade
forte no modelo E-R.

(A) Losango.

(B) Retângulo de borda dupla.

(C) Pequeno retângulo de cantos arredondados.

(D) Losango de borda dupla.

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Exercícios
Manoel Caetano

(E) Retângulo.

Comentário: De acordo com a representação gráfica do MER uma entidade forte é


representada por um retângulo. O retângulo de borda dupla representa uma entidade fraca.
Logo temos que a resposta da questão é E.

PREFEITURA DE MANAUS – IMPLURB – 2012 – ANALISTA MUNICIPAL – TECNOLOGIA DA


INFORMAÇÃO/ DESENVOLVEDOR

[41] Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta correspondente quanto aos
diagramas de entidade/relacionamento.

I. Entidades regulares.

II. Propriedades.

III. Relacionamentos.

IV. Entidades fracas.

(A) I. Retângulos/ II. elipses/ III. losangos/ IV. retângulos dobrados

(B) II. Losangos/ III. elipses/ IV. retângulos/ I. losangos dobrados

(C) I. Retângulos/ IV. losangos/ II. elipses/ III. retângulos dobrados

(D) III. Retângulos dobrados/ II. não são representadas/ IV. losangos/ I. retângulos

(E) IV. Retângulos/ III. não são representadas/ II. losangos/ I. retângulos dobrados

Comentário: De acordo com a representação gráfica utilizada no MER temos:

Símbolo Significado

Entidade

Entidade-Fraca

Relacionamento

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Exercícios
Manoel Caetano

Atributo / Propriedade de uma entidade.

Logo a resposta da questão é A.

[42] Assinale a alternativa correta em relação à normalização de banco de dados.

(A) Uma restrição de chave é uma restrição pela qual valores de determinado atributo
são tomados em algum domínio restrito.

(B) A forma normal “restrição – união” considera a restrição de que certo conjunto de
atributos constitui uma chave candidata.

(C) Um banco de dados está na 4FN se e somente se as únicas dependências


multivaloradas não triviais são de fato dependências funcionais saindo de
superchaves.

(D) Um banco de dados em 5FN tem garantia de estar livre de todas as anomalias
possíveis.

(E) Por ser a última forma normal relativa à projeção e à junção, a 4FN também é
conhecida por forma normal de projeção-junção (FN/PJ).

Comentários: Dentre as restrições de chaves estão a 1ª, a 2ª e a 3ª formas normais. De


acordo com as definições de formas normais temos:

Segundo Navathe: “A primeira forma normal (1FN) é agora considerada parte da definição
formal de uma relação no modelo relacional básico (flat); historicamente, foi definida como
impedimento para a criação de atributos multivalorados, atributos compostos e
combinações entre eles. Estabelece-se que o domínio de um atributo só deva incluir os
valores atômicos (simples, indivisíveis), e que o valor de qualquer atributo em uma
tupla deve ter um único valor no domínio daquele atributo.)”. Ou seja: A Primeira Forma
Normal (ou 1FN) requer que todos os valores de colunas em uma tabela sejam atômicos
(ex., um número é um átomo, enquanto uma lista ou um conjunto não o são). A
normalização para a primeira forma normal elimina grupos repetidos, pondo-os cada um em
uma tabela separada, conectando-os com uma chave primária ou estrangeira.

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Exercícios
Manoel Caetano

Na segunda forma normal Navathe diz: “A segunda forma normal (2FN) é baseada no
conceito de dependência funcional total. Uma dependência funcional X ->Y será uma
dependência funcional total se a remoção de qualquer atributo A de X implicar que a
dependência não mais será assegurada, isto é, para qualquer atributo A € X, (X - {A})
não determina funcionalmente Y. Uma dependência funcional X -> Y é uma
dependência parcial se um atributo A £ X puder ser removido de X e a dependência mesmo
assim continuar existindo, ou seja, para algum A € X, (X-{A}) ->Y. Na Figura 10.3b,
{SSN,PNUMERO} -> HORAS é uma dependência total (não são asseguradas nem SSN ->
HORAS nem PNUMERO -> HORAS). Porém, a dependência {SSN, PNUMERO} -> ENOME
é parcial porque SSN -> ENOME é assegurada. Definição: Um esquema de relação R está
na 2FN se todo atributo não primário A em R tem dependência funcional total da chave
primária de R.”.

Na terceira Forma normal temos: “A terceira forma normal (3FN) está baseada no conceito
de dependência transitiva. Uma dependência funcional X -> Y, em um esquema de relação
R, será uma dependência transitiva se existir um conjunto de atributos Z que não é nem
uma chave candidata nem um subconjunto de qualquer chave de R, e ambas X -> Z e Z -> Y
forem asseguradas.”(Navathe, 2005).

Na Forma Normal de Boyce-Codd (ou BCNF) requer que não exista nenhuma dependência
funcional não-trivial de atributos em algo mais do que um superconjunto de uma chave
candidata. Neste estágio, todos os atributos são dependentes de uma chave, de uma chave
inteira e de nada mais que uma chave (excluindo dependências triviais, como A→A).

Na Quarta Forma Normal (ou 4FN) requer que não exista nenhuma dependência multi-
valorada não-trivial de conjuntos de atributo em algo mais de que um superconjunto de
uma chave candidata.

Em Navathe(2005): “Um esquema de relação R está na quinta forma normal (5FN) [OU na
forma normal projeção-junção (PJNF — FNPj)] em relação a um conjunto F de
dependências funcionais, multivaloradas e de junção se, para cada dependência de junção
não trivial Dj(R[, R2,. . ., Rn) de F (ou seja, implicada por F), todo R, for uma superchave de
R.”.

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Manoel Caetano

Logo temos como resposta da questão a letra C.

[43] Assinale a alternativa que apresenta condição suficiente para garantir que um
banco de dados está na FBNC.

(A) Todo atributo não chave é dependente de forma não transitiva da chave primária.

(B) Cada determinante é uma chave candidata.

(C) Todo atributo não chave é irredutivelmente dependente da chave primária.

(D) Cada tupla contém exatamente um valor para cada atributo.

(E) Atributos não chaves são mutuamente independentes.

Comentário: De acordo com a definição de FBNC na questão acima, temos que a resposta
da questão é B.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] Uma das formas de impor restrições em um banco de dados relacional é por meio das
chaves primárias, sobre as quais pode-se afirmar que

(A) não se aplicam para conjuntos de entidades com menos de 5 atributos.

(B) o tamanho mínimo de seus atributos deve ser de 10 caracteres.

(C) devem ser formadas por, no mínimo, 3 atributos.

(D) os valores de seus atributos devem ser distintos para cada entidade de um conjunto de
entidades.

(E) não podem conter atributos do tipo alfanumérico.

Comentário: Chave primária refere-se aos conjuntos de um ou mais campos, cujos valores,
considerando a combinação de valores de todos os campos da tupla, nunca se repetem e
que podem ser usadas como um índice para os demais campos da tabela do banco de
dados. Em chaves primárias, não pode haver valores nulos e nem repetição de tuplas.
Quando a chave primária é simples ela é formada por um único campo da tabela, esse

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Manoel Caetano

campo não pode ter dois ou mais registros de mesmo valor e também não pode conter
nenhum registro nulo. Se a chave primária é composta ela é formada por mais de um
campo, os valores de cada campo podem se repetir, mas não a combinação desses valores.
As chaves primárias não tem limitação da quantidade de atributos para serem formadas e
nem tipo de dados que as forme. Conforme definição podemos informar que a resposta é
letra D.

[36] Em um banco de dados relacional, a atividade de normalizar suas tabelas tem como
objetivo

(A) gerar os triggers especificados para o banco de dados.

(B) eliminar, ou pelo menos diminuir redundâncias de dados desnecessárias nessas


tabelas.

(C) impedir o acesso ao banco de dados, por parte de usuários desconhecidos.

(D) compilar todas as funções inseridas no banco de dados.

(E) preparar todas as tabelas do banco de dados para um backup completo.

Comentário: Normalização é um processo onde se aplica regras a todas as entidades


(tabelas) do banco de dados, a fim de evitar falhas no projeto, como redundância de dados,
mistura de diferentes assuntos numa mesma entidade, entre outros problemas. Logo temos
que a resposta da questão é letra B.

[37] Considere a seguinte definição sobre um banco de dados relacional: "Uma relação R
encontra-se nessa forma normal se todo atributo não primário (não for membro de
alguma chave candidata) de R apresenta dependência funcional total da chave primária de
R." Tal definição corresponde à

(A) primeira forma normal.

(B) quarta forma normal.

(C) terceira forma normal.

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Manoel Caetano

(D) segunda forma normal.

(E) forma normal de boyce-codd.

Comentário: As definições das formas normais são:

 Primeira Forma Normal (ou 1FN) requer que todos os valores de colunas em uma
tabela sejam atômicos (ex., um número é um átomo, enquanto uma lista ou um
conjunto não o são). A normalização para a primeira forma normal elimina grupos
repetidos, pondo-os cada um em uma tabela separada, conectando-os com uma
chave primária ou estrangeira.

 Segunda Forma Normal (ou 2FN) requer que não haja dependência funcional não-
trivial de um atributo que não seja a chave, em parte da chave candidata.

 Terceira Forma Normal (ou 3FN) requer não haver dependências funcionais não-
triviais de atributos que não sejam chave, em qualquer coisa exceto um
superconjunto de uma chave candidata.

 Forma Normal de Boyce-Codd (ou BCNF) requer que não exista nenhuma
dependência funcional não-trivial de atributos em algo mais do que um
superconjunto de uma chave candidata. Neste estágio, todos os atributos são
dependentes de uma chave, de uma chave inteira e de nada mais que uma chave
(excluindo dependências triviais, como A→A).

 Quarta Forma Normal (ou 4FN) requer que não exista nenhuma dependência multi-
valorada não-trivial de conjuntos de atributo em algo mais de que um superconjunto
de uma chave candidata.

Portanto podemos dizer que a resposta da questão é letra D.

TJ – RJ – 2012 (ESPECIALIDADE ANALISTA DE SISTEMAS)

[54] Considere um Banco de Dados com as relações R1, R2 e R3 abaixo, onde


VALOR_PAGO é o valor pago de imposto de renda no ano e atributos sublinhados formam
a chave.

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Manoel Caetano

R1 = {CPF, NOME, CPF_CONJUGE, NOME_CONJUGE}

R2 = {CPF, NOME, CIDADE, NUMERO_DEPENDENTES}

R3 = {CPF, ANO, NOME, VALOR_PAGO}

R1, R2 e R3 estão, respectivamente, na

(A) primeira, terceira e segunda forma normal.

(B) primeira, segunda e terceira forma normal.

(C) segunda, terceira e primeira forma normal.

(D) segunda, primeira e terceira forma normal.

(E) terceira, primeira e segunda forma normal.

Comentário: As definições das formas normais são:

 Primeira Forma Normal (ou 1FN) requer que todos os valores de colunas em uma
tabela sejam atômicos (ex., um número é um átomo, enquanto uma lista ou um
conjunto não o são). A normalização para a primeira forma normal elimina grupos
repetidos, pondo-os cada um em uma tabela separada, conectando-os com uma
chave primária ou estrangeira.

 Segunda Forma Normal (ou 2FN) requer que não haja dependência funcional não-
trivial de um atributo que não seja a chave, em parte da chave candidata.

 Terceira Forma Normal (ou 3FN) requer não haver dependências funcionais não
triviais de atributos que não sejam chave, em qualquer coisa exceto um
superconjunto de uma chave candidata.

Logo podemos dizer que a R1 está na 2FN, pois não há de pendência funcional não trivial de
um atributo que não seja chave, em parte da chave candidata, sendo a chave candidata o
atributo CPF. A R2 está na 3FN não há dependências funcionais não triviais de atributos que
não sejam chave, em qualquer coisa exceto um superconjunto de uma chave candidata. A
R3 está na 1FN, pois requer que todos os valores de colunas em uma tabela sejam atômicos.
Portanto a resposta da questão é letra C.

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Manoel Caetano

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[43] É correto que uma relação está na

(A) 2FN se, e somente se, todos os domínios básicos contiverem mais de um valor discreto
periódico.

(B) 2FN se, e somente se, estiver na primeira e todos os atributos não chave forem
totalmente dependentes da totalidade da chave primária.

(C) 2FN se, e somente se, estiver na primeira e todos os atributos não chave forem
dependentes não transitivos da chave primária.

(D) 3FN se, e somente se, ela estiver na segunda e todos os atributos não chave
contiverem mais de um valor discreto periódico.

(E) 3FN se, e somente se, todos os domínios básicos forem multivalorados.

Comentário: As definições das formas normais são:

 Primeira Forma Normal (ou 1FN) requer que todos os valores de colunas em uma
tabela sejam atômicos (ex., um número é um átomo, enquanto uma lista ou um
conjunto não o são). A normalização para a primeira forma normal elimina grupos
repetidos, pondo-os cada um em uma tabela separada, conectando-os com uma
chave primária ou estrangeira.

 Segunda Forma Normal (ou 2FN) requer que não haja dependência funcional não-
trivial de um atributo que não seja a chave, em parte da chave candidata.

 Terceira Forma Normal (ou 3FN) requer não haver dependências funcionais não
triviais de atributos que não sejam chave, em qualquer coisa exceto um
superconjunto de uma chave candidata.

Logo podemos afirmar que a resposta da questão é letra B.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

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Manoel Caetano

[32] Considere um conjunto de entidades A e um relacionamento recursivo com um


conjunto de relacionamentos R na modelagem de um banco de dados relacional. O
diagrama Entidade-Relacionamento que representa essa modelagem é:

Comentário: De acordo com a notação usada nos diagramas de entidade-relacionamento


temos:

Símbolo Significado

Entidade

Entidade-Fraca

Relacionamento

Identificador de Relacionamento.

Logo analisando as alternativas e efetuando a combinações necessárias com os símbolos


usados na notação podemos afirmar que a resposta da questão é a letra E.

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Manoel Caetano

[33] Considere o seguinte diagrama Entidade-Relacionamento, resultante da modelagem


de um banco de dados relacional:

A partir desse diagrama, pode-se afirmar que

(A) uma loja não possui todos os produtos.

(B) uma loja possui um número par de departamentos.

(C) cada departamento pode possuir vários produtos.

(D) um mesmo produto não pode estar em mais de uma loja.

(E) o número de lojas é impar.

Comentário: Analisando o modelo acima podemos afirmar apenas que uma loja possui N
departamentos e N departamentos possuem M produtos. E analisando a afirmativas que
seguem, podemos apenas dizer que a letra C está correta, pois não podemos afirmar que
uma loja não possui todos os produtos; não podemos afirmar que uma loja possui um
número par de departamentos; não podemos afirmar que um mesmo produto não pode
estar em mais de uma loja e que o número de lojas é ímpar, pois não temos nenhuma
restrição no MER com relação a estas afirmações.

[49] No projeto de bancos de dados relacionais é comum ocorrer à necessidade de


modelar conjuntos de entidades fracas, cuja principal característica é

(A) não possuir atributos que possam assumir a função de chave primária.

(B) aceitar a inserção apenas de valores numéricos.

(C) ter apenas uma chave candidata.

(D) não aceitar atributos de tamanho variável.

(E) ter, no máximo, três atributos.

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Exercícios
Manoel Caetano

Comentário: Entidade fraca é uma entidade que não possui existência própria (sua
existência depende da existência de outra entidade) ou que para ser identificada depende
da identificação de outra entidade. Não tem atributos suficientes para formar uma chave
primária. Logo podemos dizer que a resposta da questão é letra A.

[51] Quando do projeto de um banco de dados relacional, pode haver a indicação de que
um conjunto de entidades tem participação total em um conjunto de relacionamentos,
isto significa que

(A) cada entidade do conjunto de entidades participa em todos os relacionamentos do


conjunto de relacionamentos.

(B) há, no mínimo, metade das entidades do conjunto de entidades que participam em
pelo menos um relacionamento do conjunto de relacionamentos.

(C) as entidades do conjunto de entidades não possuem atributos do tipo booleano ou do


tipo data.

(D) cada entidade do conjunto de entidades participa em pelo menos um relacionamento


do conjunto de relacionamentos.

(E) todos os atributos do conjunto de entidades são indexados com a técnica de árvores
binárias.

Comentário: De acordo com a afirmação feita na questão de que um conjunto de entidades


tem participação total em um conjunto de relacionamentos, podemos afirmar apenas que
cada entidade participa de pelo menos um relacionamento do conjunto de
relacionamentos, já que não temos o modelo que representa este conjunto de entidades
que tem a participação total neste conjunto de relacionamentos. Logo temos que a resposta
da questão é letra D.

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[59] Considere:

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Exercícios
Manoel Caetano

É correto afirmar que o Diagrama Entidade-Relacionamento acima, apresenta:

(A) 4 atributos chaves.

(B) 4 atributos compostos.

(C) 2 atributos multivalorados.

(D) 2 atributos derivados.

(E) 6 atributos derivados.

Comentário: De acordo com a notação usada nos diagramas de entidade-relacionamento


temos:

Símbolo Significado

Atributo

Atributo-chave

Atributo-multivalorado

Atributo-Composto

Atributo-Derivado

Logo analisando a questão e as afirmativas, podemos dizer que a resposta da questão é a


letra A.

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Manoel Caetano

TRE – CE – 2012 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP - ESP ANÁLISE DE SISTEMAS)

[38] Medicamento (Med) e Perfumaria (Per) são duas entidades que representam uma
tipificação da entidade Produto (Pro). Portanto, Med e Per em relação a Pro representam

(A) generalizações.

(B) composições.

(C) agregações.

(D) especializações.

(E) dependências.

Comentário: Especialização é o processo de definição de um conjunto de subclasses (sub-


tipos) de um tipo de entidade. Generalização é o processo de definição de um tipo de
entidade genérico (super-classe ou super-tipo) a partir de um conjunto de tipos de entidade.
Portanto podemos dizer que a resposta da questão é letra D.

[39] Relacionamentos que são resultado da combinação de outros relacionamentos, entre


as mesmas entidades, são denominados

(A) entidades fracas.

(B) relacionamentos redundantes.

(C) entidades associativas.

(D) relacionamentos ternários.

(E) autorrelacionamentos.

Comentário: O auto-relacionamento representa a uma associação entre ocorrências de uma


mesma entidade.

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Exercícios
Manoel Caetano

Os relacionamentos ternários são relacionamentos que tem grau de cardinalidade igual a 3.

Os relacionamentos redundantes são resultado da combinação de outros relacionamentos,


entre as mesmas entidades.

Logo podemos dizer que a resposta da questão é letra B.

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[44] Em uma certa visão governamental, os órgãos são identificados seqüencialmente a


partir do número um, dentro de cada ministério. No projeto da base de dados é
necessário que tal fato seja levado em consideração por questão de unicidade da chave
primária da tabela de órgãos. Este enunciado remete ao princípio que norteia,
especificamente, no MER, a formação de

(A) entidade fraca.

(B) entidade associativa.

(C) relacionamento ternário.

(D) auto-relacionamento.

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Exercícios
Manoel Caetano

(E) visibilidade.

Comentário: Analisando a questão podemos dizer que o enunciado remete ao princípio de


formação das entidades fracas, pois a entidade fraca é uma entidade que não possui
existência própria (sua existência depende da existência de outra entidade) ou que para ser
identificada depende da identificação de outra entidade. Não tem atributos suficientes para
formar uma chave primária. Logo podemos afirmar que a resposta da questão é letra A.

5. Lista de Questões

Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração.

DPE – SP 2013 (Agente de Defensoria Pública – Administrador de Banco de Dados)

[57] São CONSTRAINTS SQL, EXCETO

(A) FOREIGN KEY.

(B) NOT NULL.

(C) UNIQUE.

(D) PRIMARY KEY.

(E) UNION.

TCE – AM 2012 (ANALISTA TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO - TÉCNICO DA

INFORMAÇÃO)

[71] Em relação a bancos de dados, uma chave primária pode ser formada por uma ou
mais colunas e deve possuir um identificador único para

(A) cada uma das colunas pertencente a essa chave.

(B) cada coluna da tabela.

(C) uma tupla (formada por linhas e colunas).

(D) todos os registros da tabela.

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Exercícios
Manoel Caetano

(E) cada linha da tabela.

Assembleia Legislativa – SP – 2010 (AGENTE TEC. LEG. ADMIN. DE BD E ARQUIT. DE


DADOS)

[46] Maneira alternativa de observação de dados de uma ou mais entidades −tabelas −,


que compõe uma base de dados. Pode ser considerada como uma tabela virtual ou uma
consulta armazenada. Trata-se de

(A) table shadow.

(B) view.

(C) shadow table.

(D) table blour.

(E) blour table.

[51] Chaves são utilizadas para especificar restrições de integridade básicas de um SGBD
relacional. NÃO é um tipo de chave do modelo relacional:

(A) Primária.

(B) Candidata.

(C) Estrangeira.

(D) Composta.

(E) Terciária.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] Uma das formas de impor restrições em um banco de dados relacional é por meio das
chaves primárias, sobre as quais pode-se afirmar que

(A) não se aplicam para conjuntos de entidades com menos de 5 atributos.

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Informação – Banco de Dados – Aula 00
Exercícios
Manoel Caetano

(B) o tamanho mínimo de seus atributos deve ser de 10 caracteres.

(C) devem ser formadas por, no mínimo, 3 atributos.

(D) os valores de seus atributos devem ser distintos para cada entidade de um conjunto de
entidades.

(E) não podem conter atributos do tipo alfanumérico.

DPE – SP 2009 (Agente de Defensoria – Administrador de Banco de Dados)

[59] Consiste de um conjunto de dados (banco de dados) e um conjunto de programas


para armazenamento e acesso a esses dados, de forma eficiente e convincente: 059 - A

(A) SGBD

(B) DGBD

(C) GBD

(D) PGBD

(E) MGBD

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[31] Com relação aos Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBD), pode-se dizer
que se constituem em um

(A) conjunto de dados armazenados em discos magnéticos.

(B) conjunto de programas de computador capaz de processar conjuntos de dados.

(C) aplicativo disponibilizado por alguns sistemas operacionais.

(D) software destinado exclusivamente ao projeto dos modelos de bancos de dados.

(E) software para apoio a programas de geração de cronogramas.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

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Exercícios
Manoel Caetano

[47] No armazenamento de registros das tabelas de um banco de dados relacional, há


uma técnica conhecida como registros desordenados (ou heap files), na qual novos
registros são inseridos

(A) no início do arquivo correspondente.

(B) de acordo com o tipo de dados presente em cada tabela.

(C) ao final do arquivo correspondente.

(D) em uma posição intermediária no arquivo correspondente.

(E) de acordo com um índice previamente definido.

[48] Um tipo de banco de dados é representado pelos bancos de dados relacionais


distribuídos, nos quais pode ser feita a fragmentação de dados, que consiste em

(A) criptografar todas as tabelas do banco de dados utilizando uma chave pública.

(B) dividir as tabelas do banco de dados e armazenar cada parte em um local (site)
diferente.

(C) excluir os registros das tabelas que possuam atributos com valores nulos.

(D) excluir todas as tabelas que não possuam chave estrangeira.

(E) replicar todas as tabelas do banco de dados em todos os locais (sites).

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[58] É o modelo de dados que eliminou o conceito de hierarquia, permitindo que um


mesmo registro estivesse envolvido em várias associações. Os registros, organizados em
grafos, permitem o tipo de associação que define uma relação 1:N entre os tipos de
registros proprietário e membro. Assim, para dois relacionamentos 1:N entre os registros
A e D e entre os registros C e D é possível construir um relacionamento M:N entre A e D.
Trata-se do modelo

(A) em rede.

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Manoel Caetano

(B) relacional.

(C) hierárquico.

(D) orientado a objetos.

(E) distribuído.

Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de


dados), modelagem funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento.
Modelagem de Dados Relacional.

PREFEITURA DE MANAUS – SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (SEMSA) – 2012


(ESPECIALISTA EM SAÚDE – ANALISTA DE SISTEMAS)

[46] Assinale a alternativa que apresenta a representação adequada para uma entidade
forte no modelo E-R.

(A) Losango.

(B) Retângulo de borda dupla.

(C) Pequeno retângulo de cantos arredondados.

(D) Losango de borda dupla.

(E) Retângulo.

PREFEITURA DE MANAUS – IMPLURB – 2012 – ANALISTA MUNICIPAL – TECNOLOGIA DA


INFORMAÇÃO/ DESENVOLVEDOR

[41] Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta correspondente quanto aos
diagramas de entidade/relacionamento.

I. Entidades regulares.

II. Propriedades.

III. Relacionamentos.

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Manoel Caetano

IV. Entidades fracas.

(A) I. Retângulos/ II. elipses/ III. losangos/ IV. retângulos dobrados

(B) II. Losangos/ III. elipses/ IV. retângulos/ I. losangos dobrados

(C) I. Retângulos/ IV. losangos/ II. elipses/ III. retângulos dobrados

(D) III. Retângulos dobrados/ II. não são representadas/ IV. losangos/ I. retângulos

(E) IV. Retângulos/ III. não são representadas/ II. losangos/ I. retângulos dobrados

[42] Assinale a alternativa correta em relação à normalização de banco de dados.

(A) Uma restrição de chave é uma restrição pela qual valores de determinado atributo
são tomados em algum domínio restrito.

(B) A forma normal “restrição – união” considera a restrição de que certo conjunto de
atributos constitui uma chave candidata.

(C) Um banco de dados está na 4FN se e somente se as únicas dependências


multivaloradas não triviais são de fato dependências funcionais saindo de
superchaves.

(D) Um banco de dados em 5FN tem garantia de estar livre de todas as anomalias
possíveis.

(E) Por ser a última forma normal relativa à projeção e à junção, a 4FN também é
conhecida por forma normal de projeção-junção (FN/PJ).

[43] Assinale a alternativa que apresenta condição suficiente para garantir que um
banco de dados está na FBNC.

(A) Todo atributo não chave é dependente de forma não transitiva da chave primária.

(B) Cada determinante é uma chave candidata.

(C) Todo atributo não chave é irredutivelmente dependente da chave primária.

(D) Cada tupla contém exatamente um valor para cada atributo.

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Manoel Caetano

(E) Atributos não chaves são mutuamente independentes.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] Uma das formas de impor restrições em um banco de dados relacional é por meio das
chaves primárias, sobre as quais pode-se afirmar que

(A) não se aplicam para conjuntos de entidades com menos de 5 atributos.

(B) o tamanho mínimo de seus atributos deve ser de 10 caracteres.

(C) devem ser formadas por, no mínimo, 3 atributos.

(D) os valores de seus atributos devem ser distintos para cada entidade de um conjunto de
entidades.

(E) não podem conter atributos do tipo alfanumérico.

[36] Em um banco de dados relacional, a atividade de normalizar suas tabelas tem como
objetivo

(A) gerar os triggers especificados para o banco de dados.

(B) eliminar, ou pelo menos diminuir redundâncias de dados desnecessárias nessas


tabelas.

(C) impedir o acesso ao banco de dados, por parte de usuários desconhecidos.

(D) compilar todas as funções inseridas no banco de dados.

(E) preparar todas as tabelas do banco de dados para um backup completo.

[37] Considere a seguinte definição sobre um banco de dados relacional: "Uma relação R
encontra-se nessa forma normal se todo atributo não primário (não for membro de
alguma chave candidata) de R apresenta dependência funcional total da chave primária de
R." Tal definição corresponde à

(A) primeira forma normal.

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Manoel Caetano

(B) quarta forma normal.

(C) terceira forma normal.

(D) segunda forma normal.

(E) forma normal de boyce-codd.

TJ – RJ – 2012 (ESPECIALIDADE ANALISTA DE SISTEMAS)

[54] Considere um Banco de Dados com as relações R1, R2 e R3 abaixo, onde


VALOR_PAGO é o valor pago de imposto de renda no ano e atributos sublinhados formam
a chave.

R1 = {CPF, NOME, CPF_CONJUGE, NOME_CONJUGE}

R2 = {CPF, NOME, CIDADE, NUMERO_DEPENDENTES}

R3 = {CPF, ANO, NOME, VALOR_PAGO}

R1, R2 e R3 estão, respectivamente, na

(A) primeira, terceira e segunda forma normal.

(B) primeira, segunda e terceira forma normal.

(C) segunda, terceira e primeira forma normal.

(D) segunda, primeira e terceira forma normal.

(E) terceira, primeira e segunda forma normal.

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[43] É correto que uma relação está na

(A) 2FN se, e somente se, todos os domínios básicos contiverem mais de um valor discreto
periódico.

(B) 2FN se, e somente se, estiver na primeira e todos os atributos não chave forem
totalmente dependentes da totalidade da chave primária.

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Manoel Caetano

(C) 2FN se, e somente se, estiver na primeira e todos os atributos não chave forem
dependentes não transitivos da chave primária.

(D) 3FN se, e somente se, ela estiver na segunda e todos os atributos não chave
contiverem mais de um valor discreto periódico.

(E) 3FN se, e somente se, todos os domínios básicos forem multivalorados.

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[32] Considere um conjunto de entidades A e um relacionamento recursivo com um


conjunto de relacionamentos R na modelagem de um banco de dados relacional. O
diagrama Entidade-Relacionamento que representa essa modelagem é:

[33] Considere o seguinte diagrama Entidade-Relacionamento, resultante da modelagem


de um banco de dados relacional:

A partir desse diagrama, pode-se afirmar que

(A) uma loja não possui todos os produtos.

(B) uma loja possui um número par de departamentos.

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Manoel Caetano

(C) cada departamento pode possuir vários produtos.

(D) um mesmo produto não pode estar em mais de uma loja.

(E) o número de lojas é impar.

[49] No projeto de bancos de dados relacionais é comum ocorrer a necessidade de


modelar conjuntos de entidades fracas, cuja principal característica é

(A) não possuir atributos que possam assumir a função de chave primária.

(B) aceitar a inserção apenas de valores numéricos.

(C) ter apenas uma chave candidata.

(D) não aceitar atributos de tamanho variável.

(E) ter, no máximo, três atributos.

[51] Quando do projeto de um banco de dados relacional, pode haver a indicação de que
um conjunto de entidades tem participação total em um conjunto de relacionamentos,
isto significa que

(A) cada entidade do conjunto de entidades participa em todos os relacionamentos do


conjunto de relacionamentos.

(B) há, no mínimo, metade das entidades do conjunto de entidades que participam em
pelo menos um relacionamento do conjunto de relacionamentos.

(C) as entidades do conjunto de entidades não possuem atributos do tipo booleano ou do


tipo data.

(D) cada entidade do conjunto de entidades participa em pelo menos um relacionamento


do conjunto de relacionamentos.

(E) todos os atributos do conjunto de entidades são indexados com a técnica de árvores
binárias.

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Manoel Caetano

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[59] Considere:

É correto afirmar que o Diagrama Entidade-Relacionamento acima, apresenta:

(A) 4 atributos chaves.

(B) 4 atributos compostos.

(C) 2 atributos multivalorados.

(D) 2 atributos derivados.

(E) 6 atributos derivados.

TRE – CE – 2012 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP - ESP ANÁLISE DE SISTEMAS)

[38] Medicamento (Med) e Perfumaria (Per) são duas entidades que representam uma
tipificação da entidade Produto (Pro). Portanto, Med e Per em relação a Pro representam

(A) generalizações.

(B) composições.

(C) agregações.

(D) especializações.

(E) dependências.

[39] Relacionamentos que são resultado da combinação de outros relacionamentos, entre


as mesmas entidades, são denominados

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(A) entidades fracas.

(B) relacionamentos redundantes.

(C) entidades associativas.

(D) relacionamentos ternários.

(E) autorrelacionamentos.

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[44] Em uma certa visão governamental, os órgãos são identificados sequenciamente a


partir do número um, dentro de cada ministério. No projeto da base de dados é
necessário que tal fato seja levado em consideração por questão de unicidade da chave
primária da tabela de órgãos. Este enunciado remete ao princípio que norteia,
especificamente, no MER, a formação de

(A) entidade fraca.

(B) entidade associativa.

(C) relacionamento ternário.

(D) auto-relacionamento.

(E) visibilidade.

6. Gabarito.

Conceitos básicos; Fundamentos: finalidades, níveis de abstração.

DPE – SP 2013 (Agente de Defensoria Pública – Administrador de Banco de Dados)

[57] – E

TCE – AM 2012 (ANALISTA TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO - TÉCNICO DA

INFORMAÇÃO)

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[71] – E

Assembleia Legislativa – SP – 2010 (AGENTE TEC. LEG. ADMIN. DE BD E ARQUIT. DE


DADOS)

[46] – B

[51] – E

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] – D

DPE – SP 2009 (Agente de Defensoria – Administrador de Banco de Dados)

[59] – A

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[31] – B

[47] – C

[48] – B

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[58] – A

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Projeto de bancos de dados (normalização, modelagem lógica e física de


dados), modelagem funcional e diagrama ER – Entidade Relacionamento.
Modelagem de Dados Relacional.

PREFEITURA DE MANAUS – SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (SEMSA) – 2012


(ESPECIALISTA EM SAÚDE – ANALISTA DE SISTEMAS)

[46] – E

PREFEITURA DE MANAUS – IMPLURB – 2012 – ANALISTA MUNICIPAL – TECNOLOGIA DA


INFORMAÇÃO/ DESENVOLVEDOR

[41] – A

[42] – C

[43] – B

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

[35] – D

[36] – B

[37] – D

TJ – RJ – 2012 (ESPECIALIDADE ANALISTA DE SISTEMAS)

[54] – C

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[43] – B

MPE – MA – 2013 (ANALISTA MINISTERIAL - BANCO DE DADOS)

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Exercícios
Manoel Caetano

[32] – E

[33] – C

[49] – A

[51] – D

TRE – SP 2013 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP -ESPEC ANÁLISE DE SISTEMAS)

[59] – A

TRE – CE – 2012 (AN JUD - ÁREA APOIO ESP - ESP ANÁLISE DE SISTEMAS)

[38] – D

[39] – B

TJ – PE – 2012 (ANALISTA JUD - APJ - ANALISTA DE SISTEMAS)

[44] – A

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