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29/04/2009

BIOFILME BACTERIANO
EXAMES
LABORATORIAIS Principal Fator

EM 1. Severidade da doença
2. Tipo de doença

IMPLANTODONTIA Fatores
3. Progressão da doença

Fernando Oliveira
Sistêmicos

NOVO PARADIGMA DA DOENÇA PERIODONTAL Princípios Básicos dos Testes Laboratoriais


E PERIIMPLANTAR

Fatores de risco
adquiridos e ambientais
• Observar doença em pacientes assintomáticos;
Citocinas e
• Estabelecer ou excluir a presença de uma doença
anticorpos

em pacientes sintomáticos;
prostaglandinas
PMNs Metabolismo Sinais
Resposta
Ataque imunoinflamatória do tecido clínicos
microbiano antígenos
do hospedeiro conjuntivo
e
de iniciação
e progressão
• Assistir o clínico no manejo do paciente:
LPS Metalo-

Outros
proteinases
da matriz
ósseo de doença
avaliando a severidade da doença;
fatores de
virulência  monitorando a progressão da doença;
Fatores de risco genéticos  selecionar uma droga apropriada ao paciente etc..

Características Importantes dos Testes Laboratoriais


QUANDO SELECIONAR UM
1. Acurácia = avalia o valor que está em concordância com
TESTE LABORATORIAL
o atual ou quantidade verdadeira achado no paciente;
DEVEMOS LEVAR EM 2. Custo = quantitativo que pode afetar a aceitação por
CONSIDERAÇÃO: parte do paciente;
SUA UTILIDADE
 3. Fatores interferentes = endógenos (estado fisiológico
 SUA APROPRIAÇÃO anormal) ou exógeno (uso de drogas) – elementos que
podem alterar o resultado do teste;

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Características Importantes dos Testes Laboratoriais Características Importantes dos Testes Laboratoriais

4. Morbidade = desconforto associado a um determinado


teste, podendo afetar à cooperação por parte do paciente; 8. Especificidade = probabilidade que um paciente
5. Precisão = reprodutibilidade do teste; saudável tenha um teste negativo;
6. Extensão de referência = os limites do resultado do teste 9. Coleta da espécime = obter uma amostra de um paciente
representa o valor encontrado em 95% da população; Em um tempo apropriado.
7. Sensibilidade do teste = probabilidade que um paciente
com a doença tem um teste positivo;

Dependendo do teste, a amostra à coletar


Primeiro passo a considerar num requer técnicas ou abordagens muito
específicas:
teste laboratorial é a coleta da
Jejum = necessário
amostra do paciente Vibração = hemólise
Dor = repetição
Identificação = possíveis trocas (repetição)
Young, 1999

ACURÁCIA E PRECISÃO DE UM TESTE LABORATORIAL RESULTADOS ENCONTRADOS


EM TESTES DE ALGUNS PACIENTES
É DEPENDENTE:
1. Idade do paciente;
2. Peso do paciente;
3. Sexo do paciente;
4. Dieta do paciente;
(A) = INACURÁCIA E IMPRECISÃO; Precisão = reprodutibilidade do teste. 5. Atividade do paciente;
Acurácia = avalia o valor que está em
(B) = PRECISO MAS SEM ACURÁCIA;
concordância com o atual ou quantidade 6. Hora do dia da coleta;
(C) = PRECISO E ACURADO. verdadeira achado no paciente.
7. Postura do paciente.

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MENSURAR A PERFORMACE DO TESTE FATORES A CONSIDERAR NOS TESTES


LABORATORIAIS (TL)
1- Sensibilidade do teste;
2- Especificidade do teste; 1- O TL deverá ser solicitado como resultado de um
aspecto suspeito oral observado ou se o seu
tratamento pode afetar a saúde sistêmica do paciente;
2- Histórias (M/B) e exames físicos são instrumentos
úteis para diagnóstico mas algumas vezes os TL são
necessários para confirmar se o paciente tem ou não
uma doença sistêmica;
Schultz, 1999

FATORES A CONSIDERAR NOS TESTES


LABORATORIAIS (TL)

TESTES LABORATORIAIS
3- As fortalezas e as fraquezas dos TL deverão ser
APLICADO
conhecidos e os resultados com isto, interpretados
minuciosamente;
EM
4- O custo financeiro para o paciente e para a prática do IMPLANTODONTIA
solicitante deverá ser considerado cuidadosamente.

CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICO - CENO


I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA
TURMA 2005/2007
Coordenação: Prof. Dr. Fernando Oliveira

Para o (a) Sr.(a)..................................................................................................................................................................


End:.....................................................................................................................................................................................

Tempo de Coagulação
TESTES
LABORATORIAIS
Tempo de Sangramento
Hemograma
Proteína C Reativa (Alta sensibilidade)-Ultra-sensível
Fosfatase Alcalina
Fibrinogênio
Colesterol Total
LDL – Colesterol
HDL – Colesterol
Triglicérides
Imunoglobulina G (Staphilococus aureus)*
Imunoglobulina M (Staphilococus aureus)*
Anti – HIV (Elisa)
Glicemia
GLICEMIA
Hemoglobina Glicosilada

Salvador (Ba), ___________/_____________________________/ 2004

_____________________ ___________________
Profissional Solicitante Visto do Professor

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DIABETES MELITO:
DIABETES MELITO:
 Hormônios que elevam o nível de glicose
sanguínea:
• Doença crônica caracterizado por uma 1- Glicocorticoides – Cortisol;
2- Glucagon;
desordem na produção de insulina ou
3- Hormônio Adrenocorticotrófico - ACTH;
resistência à insulina que resulta em 4- Catecolaminas - Adrenalina;
alterações no metabolismo de 5- Hormônios da tireóide.
carboidratos, gorduras e proteínas.  Hormônios que reduzem o nível de glicose
sanguínea:
1- Insulina

TESTES GLICÊMICOS

1- Glicose em Jejum;

2- Teste de tolerância à glicose;

3- Hemoglobina glicosilada.

Estudos Hematológicos - Anemias:


As anemias são distinguidas por reduzidos níveis de
TESTES hemoglobina;
Características comuns que levam a Hb:
LABORATORIAIS - Defeitos congênitos e adquiridos que causam
supressão da eritropoiese;
- Drogas, toxinas, anormalidades metabólicas,
deficiência de vitaminas, perda sanguínea
ANEMIAS excessiva, células sanguíneas defeituosas e
proliferação de elementos celulares da medula
óssea.

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TESTES PARA DETECÇÃO DAS ANEMIAS TESTES LABORATORIAIS (Anemias)


1- FERRITINA;
FERRITINA FERRITINA
 Auxiliar no diagnóstico diferencial das anemias e
2- ÁCIDO FÓLICO;
FÓLICO
no acompanhamento das alterações de armazenamento

3- HEMATÓCRITO; de ferro.
 Eleva-se inespecificamente nos processos
4- HEMOGLOBINA; inflamatórios.
 Material/Amostra = Soro (plasma inadequado)
5- FERRO;
 Preparo do paciente = jejum de 4 horas.
6- CONTAGEM DE CÉLULAS VERMELHAS.

TESTES LABORATORIAIS (Anemias) TESTES LABORATORIAIS (Anemias)


ÁCIDO FÓLICO FERRO
 Certificar se o paciente tem anemia megaloblástica  Teste útil na avaliação das anemias hipocrômicas
ou avaliar o estado nutricional de alcoólatras. microcíticas e metabolismo do ferro.
HEMATÓCRITO
 Uma mensuração rápida e indireta do volume e número CONTAGEM DE CÉLULAS VERMELHAS
de células vermelhas sanguíneas  Uma mensuração rápida e direta do número de
células vermelhas sanguíneas
HEMOGLOBINA (avalia se o paciente é anêmico).
 Mensura a contagem de células vermelhas sanguíneas

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TESTES LAB.(DESORDENS DA COAGULAÇÃO)

TESTES
LABORATORIAIS

DESORDENS DA COAGULAÇÃO

TESTES LAB.(DESORDENS DA COAGULAÇÃO) TESTES LAB.(DESORDENS DA COAGULAÇÃO)

TESTES LABORATORIAIS

TESTES DOS

LABORATORIAIS REAGENTES DE FASE AGUDA

1- Proteína C reativa (Hs);

REAGENTES DE FASE AGUDA 2- Albumina;

3- Haptoglobina;

4- Fibrinogênio.

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PERIODONTAL INFECTIONS CONTRIBUTE TO ELEVATED


 PROTEÍNA C R EATI VA SYSTEMIC C-REACTIVE PROTEIN LEVEL
Noack et al., 2001
 Método – Imunonefelométrico

Origem da amostra Valor normal

Soro Inferior a 0,8 mg/dL

PRINCIPAL PROTEÍNA DE FASE AGUDA, AUMENTA NOS PROCESSOS


INFECCIOSOS, INFLAMATÓRIOS, INFARTO DO MIOCÁRDIO, NEOPLASIAS E
NAS DOENÇAS PERIODONTAIS.

 ALBUMINA  HAPTOGLOBINA
 Método – Colorimétrico – Química seca  Método – Imunonefelométrico

Valor normal Origem da amostra Valor normal


Origem da amostra

Soro Soro 16 a 200 mg/dL


4 a 5,3 g/L

AVALIA O ESTADO NUTRICIONAL, CAPACIDADE DE SÍNTESE HEPÁTICA,  TESTE ÚTIL NO DIAGNÓSTICO DE EPISÓDIOS DE HEMÓLISE,
VALORES REDUZIDOS NOS PROCESOS INFECCIOSOS, APRESENTA NÍVEIS DIMINUÍDOS NAS ANEMIAS MEGALOBLÁSTICAS,
REAGENTE DE FASE AGUDA NEGATIVO E AUMENTADOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS.

SYSTEMIC ACUTE-PHASE REACTANTS, C-REACTIVE PROTEIN AND


SYSTEMIC ACUTE-PHASE REACTANTS, C-REACTIVE PROTEIN AND
HAPTOGLOBIN, IN ADULT PERIODONTITIS
HAPTOGLOBIN, IN ADULT PERIODONTITIS
Ebersole et al., Clin Exp Immunol 1997
Ebersole et al., Clin Exp Immunol 1997

BASELINE
CRP (AP) 9.12 ± 1.61 mg/l versus (NS) 2.17 ± 0.41mg/l (P<0.001); CONCLUSION
Hp (AP) 3.68 ± 0.37 g/l versus (NS) 1.12 ± 0.78g/l (P<0.001). The conclusions are that either these molecules are
formed locally and distributed to the serum, or these
TREATMENT
CRP levels declined by 35-40% after 1-2 years of treatment with the
presumably localized infections impact upon the systemic
drug + SRP (P<0.05). components of the host protective responses.
Hp levels showed a significant decrease following SRP 3.68 versus
2.38 g/l (P<0.01);

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 FIBRINOGÊNIO DENTAL DISEASE, FIBRINOGEN AND WHITE CELL COUNT;


 Método – de Clauss – Tempo de Trombina Modificado LINKS WITH MYOCARDIAL INFARCTION?
Kweider et al., 1993

Controls Patients
Origem da amostra Valor normal n 50 50
Males 30 38
Sangue c/ citrato 200 a 400 mg/dL Non-smo 37 13
Smo <25 c/dia 10 19
Smo >25 c/dia 01 12
Ex-smo 02 03
 EXAME ÚTIL NO DIAGNÓSTICO DAS COAGULOPATIAS, Age 33 36
DISFIBRINOGENEMIA E AFIBRINOGENEMIA e CONTROLE DA FIBRINÓLISE, PI 40 87*
RELACIONADO COM A VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO. CPITN 1 3*
Fibrinogen g/L 2.32 3.00*
*P < 0.01

TESTES LABORATORIAIS

TESTES DO

LABORATORIAIS PERFIL LIPÍDICO

1- Colesterol;

PERFIL LIPÍDICO 2- Triglicérides;

3- LDL-colesterol;

4- HDL-colesterol.

 C O LE S TE R O L TO TAL  TRIGLICÉRIDES
 Método – Colorimétrico  Método – Colorimétrico

Origem da amostra Origem da amostra


Valor normal Valor normal

Soro ou Plasma Soro

Desejável < 200 mg/dL Desejável < 150 mg/dL


Limítrofe Limítrofe 150 a 199 mg/dL
200 a 239 mg/dL
Elevado Elevado 200 a 499 mg/dL
≥ 240 mg/dL
Muito Elevado ≥ 500 mg/dL
 TESTE ÚTIL NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA ATEROSCLERÓTICA, SENDO
UM ESTEROL ENCONTRADO EM TODOS OS TECIDOS ANIMAIS, ATUA  AUXILIAR NA AVALIAÇÃO DO METABOLISMO LIPÍDICO, CALCULA RISCO

NA SÍNTESE DOS ÁCIDOS BILIARES, HORMÔNIOS ESTERÓIDES E DE PANCREATITE;

ENCONTRADO NAS MEMBRANAS CELULARES VARIA NA DIETA, NA ATIVIDADE FÍSICA, NO USO DE BEB. ALCOÓLICAS.

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 Lipoproteína de Alta Densidade - HDL  Lipoproteína de Baixa Densidade - LDL


 Método – Enzimático  Método – Enzimático
Origem da amostra
Soro Valor normal

Origem da amostra Desejável < 100 mg/dL


Valor normal Próximo do desejável 100 a 129 mg/dL
Soro
Limítrofe do elevado 130 a 159 mg/dL
Baixo < 40 mg/dL Elevado 160 a 189 mg/dL
Alto ≥ 60 mg/dL Muito Elevado
≥ 190 mg/dL

 AVALIA RISCO DE DOENÇA ATEROSCLERÓTICA  PROTEÍNA DE TRANSPORTE DO COLESTEROL – AVALIA RISCO


 DUAS FRAÇÕES – ALFA (Protetora) e BETA (Associada à lesão) CORONARIANO – NÍVEIS ELEVADOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS
 A FRAÇÃO ALFA ENCONTRA-SE REDUZIDA NOS PROCESSOS INFECCIOSOS  SOLICITADO QDO OS NÍVEIS DE TRIGLICÉRIDES < 400 mg/dL

Perguntas ?