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FREQUENCEDYNE

Treinamento

FREQUENCEDYNE

FREQUENCEDYNE – MCP5

Objetivo: Ensinar os conceitos básicos de um elevador microprocessado com inversos de


freqüência e tensão de Tecnologia SÜR, estes conceitos serão fundamentais para a
aprendizagem sobre o fundamento de outros comandos. Neste curso serão abordados
aspectos de funcionamento, manutenção e diagnóstico de falhas.

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Conteúdo FREQUENCEDYNE ....................................................................................................... 1


1 O QUE É O FREQUENCEDYNE (MCP5) ? .......................................................... 3
1-1 APLICAÇÃO ................................................................................................ 3
1-2 PAINEL DE COMANDO .............................................................................. 3
1-3 DESCRIÇÃO DO PAINEL DE COMANDO ................................................. 4
1-4 CUIDADOS ESPECIAIS ............................................................................. 6
1-4-1 CASA DE MÁQUINAS .................................................................... 6
1-4-2 PAINEL DE COMANDO ................................................................. 6
1-4-3 VISUALIZAÇÃO DA PLACA MCINV .............................................. 8
1-4-4 IDENTIFICAÇÃO DOS LEDS DA PLACA MCINV .......................... 9
1-4-5 COM O PAINEL DE COMANDO DESLIGADO ............................ 10
1-4-6 COM O PAINEL DE COMANDO LIGADO .................................... 10
1-5 CONCEITOS BÁSICOS DO VVVF ........................................................... 11
1-5-1 FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO .......................... 12
1-5-2 TRANSISTORES .......................................................................... 12
1-6 PRINCÍPIO BASÍCO DE FUNCIONAMENTO DO FREQUENCEDYNE ... 13
1-6-1 LÓGICA DE FUNCIONAMENTO ................................................. 13
1-6-2 SISTEMA VVVF ........................................................................... 14
1-7 SIMBOLOGIA ............................................................................................ 15
1-8 NOMECLATURA ....................................................................................... 16
1-9 RELÉ TÉRMICO ....................................................................................... 18
1-10 FUSÍVEIS .................................................................................................. 18
1-10-1 BANCOS DE RESISTORES DE FRENAGEM ............................. 19
1-10-2 CIRCUITO DO OPERADOR DE PORTA ..................................... 19
1-11 CHAVE SELETORA .................................................................................. 20
1-12 CIRCUITO DE SEGURANÇA FREQUENCEDYNE (MCP5) ..................... 21
1-13 DIAGRAMA DO CIRCUITO DE MANOBRA E PORTA ............................. 22
1-14 FECHAMENTO DE PORTA ...................................................................... 23
1-14-1 CHAMADA E PREPARAÇÃO DE PARTIDA (1o PAVIMENTO PORTA
AC OU AL FECHADA).................................................................. 24
1-14-2 SEQÜÊNCIA DE REDUÇÃO E PARADA .................................... 25
1-15 CONTROLE DE VELOCIDADE ................................................................ 26
1-16 PLACAS DE SINALIZAÇÃO E LIMITES ................................................... 27
1-17 CORREÇÃO DE NIVELAMENTO ............................................................. 27
2 AJUSTE DO ELEVADOR FREQUENCEDYNE (MCP5) ..................................... 28
2-1 VERIFICAÇÕES BÁSICAS ANTES DE AJUSTAR O ELEVADOR .......... 28
2-1-1 AJUSTE DO LINK DC .................................................................. 28
2-1-2 INICIALIZAÇÃO DO AJUSTE AC-VVVF FREQUENCEDYNE ..... 28
2-1-3 CONFIRMAÇÃO DO AJUSTE DE MANUTENÇÃO ..................... 29
2-1-4 AUTO – AJUSTE .......................................................................... 31
2-1-5 AJUSTE ANÁLOGICO.................................................................. 33
3 CÓDIGOS DE ESTADO E ERRO NA PLACA MCINV ....................................... 34
3-1 CÓDIGOS DE ESTADO ............................................................................ 34
3-1-1 CÓDIGOS DE ERRO ................................................................... 35
4 ESQUEMA DA PLACA MCINV ........................................................................... 36
5 ESQUEMA DA PLACA MCP5 ............................................................................. 37
6 MÓDULO DE SEGURANÇA ............................................................................... 38

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1 O QUE É O FREQUENCEDYNE (MCP5) ?

É um comando microprocessado para elevadores de corrente alternada (CA) com acionamento de


frequência e tensão variável (VVVF) .

1-1 APLICAÇÃO

Aplica-se a elevadores de passageiros, em edifícios em que o movimento principal é constituído por


tráfego intenso entre as garagens, térreo e os demais pavimentos. Portanto é um sistema ideal para edifícios
comerciais, também muito utilizado em edifício residenciais.

1-2 PAINEL DE COMANDO

FREQUENCEDYNE – MCP5

Módulo MCP5

Módulos MCINV 3
e MFINV

Contatoras de
freio

Botoeira de inspeção

Disjuntores
Térmico 20 CR

Contatoras de
porta

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1-3 DESCRIÇÃO DO PAINEL DE COMANDO

1 12

13
2

3 14

4 15

5 16

6 17

7 18

8 19

9 20

10
21
11

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1-3-1 IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES DO PAINEL


DE COMANDO

item componente descrição tensão corrente (A)


1 bateria da fonte de emergência alimenta luz de emergência e interfone 12 Vcc

2 módulo MCP-5 CPU


3 módulo ME-4 módulo de expansão da MCP-5
4 módulo MIT interface entre TLS (IHM), MCP-5 e
MCINV
220 Vca 10
disjuntor DJ31 alimenta toda parte eletrônica
5 380 Vca 6
disjuntor DJ21 alimenta contatora INV (IGBT) 110 Vca 4
chave contatora BK estabiliza a tensão do freio 110 Vcc
comanda o funcionamento da bobina
chave contatora B4 110 Vcc
6 de freio
confirmação de contato de porta de
chave contatora 41 110 Vcc
pavimento fechada
chamadas de cabina, de pavimento
220 / 380
disjuntor DJ32 indicador de posição, MCP-5, chaves 4
Vca
7 ópticas, comando do operador de porta
110 / 220
disjuntor DJ22 ventiladores da IGBT e TR11 (MCINV)
Vca
220 / 380
8 módulo NPR monitora falta ou inversão de fases
Vca
220 / 380
disjuntor DJ33 linha de segurança, limites e freio 4
Vca
disjuntor DJ12 chamadas de cabina 24 Vcc 6
disjuntor DJ13 chamadas de pavimento 24 Vcc 4
9 disjuntor DJ14 alimentação 24Vcc MCP-5 e ME-4 24 Vcc 10
fusível FA indicadores de posição 6,3 Vcc 10
fusível FB linha de segurança e freio 110 Vcc 5
linha de manutenção e portas de
fusível FC 110 Vcc 2
cabina e pavimento
chave contatora 21 abertura de porta de cabina 24 Vcc
10 chave contatora 22 fechamento de porta 24 Vcc
chave contatora FAP contatora auxiliar de porta 110 Vcc
alimenta as linhas de DJ12, DJ13, 220 /380
11 tranformador TR31
DJ14 e fusível FA Vca
12 banco de resistores de frenagem resistores de frenagem da IGBT
relé de proteção dos resistores de
13 relé térmico 50CR
frenagem
14 módulo MCINV-3 controla o módulo IGBT
15 módulo MFINV alimenta o módulo MCINV-3
16 módulo IGBT transistores de potência
17 dispositivo de manobra do elevador comando de manobra em manutenção
relé de proteção do enrolamento do
18 relé térmico 20CR
motor
19 FIA, FIB, FIC fusíveis principais
20 transformador TR30 alimenta a linha de DJ21 e fusível FB
caixa de plugação no quadro de plugs interligações entre caixa de
21
comando corrida e quadro de comando

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1-4 CUIDADOS ESPECIAIS


1-4-1 CASA DE MÁQUINAS
Verificar a rede de alimentação e aterramento, estes dois itens são de extrema importância e
obrigatório para um bom funcionamento do elevador.
Verificar e reapertar, se necessário, todas conexões dos cabos do motor, fusíveis de entrada de força,
fusível de entrada do quadro de comando Frequencedyne (FDN) e relé térmico de saída 20CR.
Verificar as ligações do taco gerador entre FDN, através do chicote MQ2 (cabo blindado), sem o taco
gerador o elevador não funciona. Ver o plug do conector MQ2 . conforme figura abaixo:

LIGAÇÃO DO CONTADOR DE PULSO.

A2+
1 D3
RABICHO T100
2 D5
MALHA DO
RABICHO STE
MQ2 3 D4
MQ2
T2+
4 D2

A2 = 110 Vcc
T100 = 0 (terra)
STE = 80 à 90 Vcc
T2+ = 24 Vcc (alimentação do circuito)

A2+ T100 STE T2+

PLUG MQ2.

U3 V3 W3

STE A2+ T100

T2+

TACO GERADOR

1-4-2 PAINEL DE COMANDO

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Cuidado ao abrir as portas internas do quadro de comando FDN, sempre abrir uma porta por vez:
1º - Porta superior do módulo MCINV, não abra sem desconectar o chicote do DRIVE.
2° - Porta inferior do módulo MCP5.

Chicote de ligação
entre MCINV e
IGBT
MCINV

MFINV

Módulo MCINV

Obs.:
Sempre desligar a chave geral quando for efetuar qualquer manutenção no DRIVE,
aguardar 5 minutos até que o led (LD1 na placa MCINV) esteja totalmente apagado.

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1-4-3 VISUALIZAÇÃO DA PLACA MCINV

K K7

1
EPROM
K2 D (BAMCOS)

IN + IS
P
L
REL CARGA A CONECTOR DO DRIVE
K3 Y MC
FRENAGEM
EPROM
(BAMCOS)

MICROCONTROLADOR
CONECTOR DO TECLADO

POT 1

EPROM
(BAMCO 1, 3, 4)

POT 4

REL VENT ZERO S REL SEG K13


POT 2
A1 + 2 VL DIRU START

K4 SEG INV POT 3


100 APROX MAN RED INIB

K5 K6 K8 K9 K11

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1-4-4 IDENTIFICAÇÃO DOS LEDS DA PLACA MCINV

LED POTENCIÔMETRO FUNÇÃO

IN + Indica existência de alta tensão no barramento DC (310 a 540 Vcc)


Acende quando houver a frenagem dinâmica (na desaceleração ou na
FRENAGEM
situação de contrapeso puxando a cabina)
Indica velocidade = 0
0S Apagado = parado
Aceso = viagem
Aceso = segurança OK
REL SEG
Apagado = falha na segurança
A1 + Não é utilizado
REL VENT Acende quando o ventilador do QC é acionado
SEG INV Não é utilizado
100 Não é utilizado
APROX Não é utilizado
Aceso quando for viagem de mais de dois pavimentos (usado
2 VL somente em elevadores que tenham mais de um nível de velocidade)
Em viagem curta permanece apagado
Direção de viagem
DIRU Aceso = subida
Apagado = descida
Aceso = manutenção
MAN
Apagado = normal
Redução
RED
Só permanece aceso durante a desaceleração
Início de viagem
Aceso = quando recebe o comando da MCP para inciar viagem e
START
durante a viagem
Apagado = quando está estacio
Aceso = situação normal
INIB
Apagado = não permite viagem
POT 1 Ajuste do Link DC
POT 2 Ajuste de parâmetro de corrente (tela 5 no TLS - IHM)
POT 3 Ajuste de leitura do sensor Hall
POT 4 Ajuste de carga amostrada (tela 6 do TLS - IHM)

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1-4-5 COM O PAINEL DE COMANDO DESLIGADO


Verificar os seguintes componemtes:
- Resistores de frenagem em cima do painel de comando, grade de proteção dos resistores.
- Drive, não esquecer de esperar os 5 minutos após desligar (led LD1 DC LINK totalmente apagado) e
desconectar o chicote no módulo MCINV.
- Fixação dos trilhos e unidade IGBT.
- Chicote entre o DRIVE e unidade IGBT.

Atenção !

Não esquecer de esperar os 5 minutos após desligar (led DC LINK totalmente


apagado) e desconectar o chicote no módulo MCINV.

Chicote de ligação
entre MCINV e
IGBT

Módulo IGBT

1-4-6 COM O PAINEL DE COMANDO LIGADO

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Cuidado com a unidade IGBT é uma fonte de corrente contínua que varia sua tensão entre 311 à 540
volts com o elevador parado.
Não abrir a porta interna do módulo MCINV.
A tensão do LINK DC está presente no módulo MCINV (lado esquerdo superior do módulo).

LED de
monitoramento
do LINK DC

Plug do
LINK DC

Módulo MCINV

1-5 CONCEITOS BÁSICOS DO VVVF

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1-5-1 FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO


Os motores elétricos convertem energia da rede de alimentação em energia mecânica, ele recebe
energia em seus enrolamentos (bobinas), esta energia alternada vai gerar um campo magnético giratório que
arrastará o rotor. Este rotor está acoplado ao eixo da máquina de tração que movimentará a cabina.
A velocidade síncrona dos motores é determinada pela quantidade de pólos existentes em seu estator,
e pela frequência aplicada pela rede.

f
N= x 120
p

Onde:
N = Rotação do motor (valor em RPM)
f = Frequência da rede (Hz)
p = Número de pares de pólos

Existem outras características nos motores em relação a velocidade do rotor que devará ser sempre
menor que a velocidade síncrona para que funcione como motor. Caso esta velocidade se torne maior que a
síncrona o motor se torna um gerador, devolvendo energia a rede elétrica.
Esta diferença entre a velocidade síncrona (estator) e assíncrona (rotor) é chamado de
escorregamento.
Portanto para controlarmos a velocidade do motor podemos reduzir a freqüência de alimentação,
alterando assim a velocidade síncrona ou reduzirmos a tensão aplicada aumentando o escorregamento.
Estes dois processos, quando aplicados separadamente, apresentam problemas no controle devido as
características do motor, podendo apresentar corrente muito alta que prejudicariam o bom funcionamento e
vida útil do motor.

1-5-2 TRANSISTORES
Podem ser utilizados para aplicar sinais de maneira linear ou como chaves eletrônicas.
É necessário que estejam ligados de maneira que a sua polarização permita a condução de corrente
através de seus terminais.
Ele necessita de um sinal em sua base (podendo ser por corrente ou nível de tensão), permitindo
assim que uma corrente proporcional aplicada circule entre os seus outros dois terminais o “emissor” e o
“coletor”.
Neste caso se o sinal da base for retirado, o transistor pára de conduzir, diferente do tiristor que
continua conduzindo.
coletor
emissor
+ 15 V

base
base

LIGADA DESLIGADA

emissor
coletor
Transistor NPN
Transistor PNP
+5V 0V

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1-6 PRINCÍPIO BASÍCO DE FUNCIONAMENTO DO


FREQUENCEDYNE

O sistema FREQUENCEDYNE não necessita do enrolamento de baixa velocidade, portanto as viagens


em manobra de manutenção serão realizadas com o inversor em fucionamento, não havendo possibilidade
alguma da máquina se movimentar sem o inversor.
Para que o inversor funcione perfeitamente, é necessário que a energia disponível do prédio seja
suficiente para movimentar o motor de tração. Outro aspecto importante é o aterramento do prédio junto ao
quadro de comando, pois isto pode ocasionar muitos problemas no funcionamento do elevador, podendo ainda
ser mais grave, como a queima de alguns componentes no quadro de comando, provocando a paralização total
do elevador.
Este tipo de equipamento já sai de fábrica pré ajustado para possibilitar o funcionamento do elevador,
deve-se porém, verificar o ajuste da frenagem antes de colocar em funcionamento o elevador. Este é um item
muito importante pois é a partir deste ajuste que o módulo controla a elevação de tensão sobre o LINK DC.
Para este tipo de elevador, o balanceamento da cabina tem que ser preciso, devendo ser respeitado
com muito rigor as exigências de projetos.
Outro detalhe muito importante é referente ao tempo de descarga do LINK DC. Este LINK demora
cerca de 5 minutos para ser descarregado após ser desligada a chave geral. Para se monitorar o LINK, existe o
LED LD1 na placa MCINV que sinalizará quando o LINK está totalmente descarregado.

1-6-1 LÓGICA DE FUNCIONAMENTO

O sistema FREQUENCEDYNE tem uma seqüência de funcionamento igual aos demais elevadores
com inversor de frequência.

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O sistema de operador de porta, circuito de segurança é praticamente o mesmo utilizado em toda linha
de elevadores.
Para melhor entendimento vamos verificar a sequência de funcionamento dos sinais de comunicação
da MCP5 e módulo MCINV, atráves dos leds.

MÓDULO MCINV
Nome LED ligado LED desligado FUNÇÃO
START Parte Parado Informa ao módulo inversor que o elevador está pronto
para partir.
RED Reduzir Alta Informa ao módulo inversor reduzir a velocidade do
elevador.
MAN Manutenção Automático Informa ao módulo inversor se o elevador está em
manutenção ou automático.
INIB Elevador OK. Elevador com problema Informa ao módulo inversor que deve permanecer
parado (segurança aberta)
2VL Viagem “2 vel”. Viagem “1 Vel”. Informa ao módulo inversor qual a velocidade do
levador (1 ou 2 velocidades).
DIRU Sobe Desce
Informa ao módulo inversor qual a direção do elevador.

Sinais do módulo MCINV para O módulo MCP5:

ponto da
sinal descrição tensão
MCP5
BDL ou
inversor informa que detectou algum problema 0 Volt 17
BUSY
SOS inversor informa velocidade zero e aciona relé OS 115 Volts 16
inversor libera abertura de porta em movimento
PRT (faltando aproximadamente 50 mm para 115 Volts 31
nivelamento)

1-6-2 SISTEMA VVVF


Ao ligar o quadro de comando a MCP5 e MCINV verificam as tensões de poço e segurança. Se for
detectado estado normal de funcionamento a MCINV ligará o relé SEG e em seguida habilita os relés 1E e
1EA que por sua vez colocarão os resistores no circuito do retificador trifásico de potência e assim começam a
carregar o LINK DC. Eles permanecem em carga até que o LINK DC atinja 70% de sua carga nominal, quando
isto ocorrer, a MCINV ligará o relé CDR e este liberará a contatora INV, curto-circuitando os resistores e
colocando as 3 fases de entrada direto no retificador trifásico.
A partir deste momento o sistema esta pronto para realizar suas viagens.

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1-7 SIMBOLOGIA
SÍMBOLO SIGNIFICADO SÍMBOLO SIGNIFICADO

GOV Contato sobre-


velocidade do limitador
Chave Trifásica
progressivo de
velocidade

Relé térmico
Contato de relé (elemento)
térmico

Motor de indução
U2 X2 U1 X1 (baixa velocidade)
Motor de indução Obs.: Não é
V2 Y2 V1 Y1
M (alta velocidade) M Q1 utilizado neste
Q2
W2 W1 Z1 tipo de elevador
Z2
FDN

Contato da porta
fusível
de inspeção

Transformador Transformador
3ø TR trifásico 1ø TR monofásico

Retificador Alto - Falante


Si Ret

Bulbo térmico Limite contato


fechado

Capacitor Botão de
emergência

6 3 Ponto de ligação
Chave eletrônica (caixa de plugação
2 e borne da MCC)

Borne da MCP Campainha de


BZ
alarme

Lâmpada Tomada

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1-8 NOMECLATURA

Componente
Descrição
SUR Schindler Atlas
1 SR-U / URU2 S Chave contatora de subida
2 SR-D / URU1 D Chave contatora de descida
4 SH1 / URJ A Chave contatora de alta velocidade
21 ST-O / URTA PA Contatora de abertura de porta
22 ST-S / URTF PF Contatora de fechamento de porta
41 URSK Contatora de confirmação de porta de cabina e pavimento fechada
1E - 29 Relé de segurança
1RAU / 1RAD JS2 / JS1 LS3 / LD3 Chave de indução de redução de 1 velocidade de subida / descida
Chave de indução de redução de 2, 3 e 4 velocidades de subida e descida (a
1RBU / 1RBD - LS4 / LD4
partir de 75 m/min)
2 OCR URFT RT Relé térmico do motor de alta velocidade
2IR3 KUET IS / ID Chave de Indução de detecção da zona de nivelamento
2IRU / 2IRD - - Chave de indução de correção de nivelamento de subida e descida
Chave de indução de inibição de duas velocidades de subida / descida
3IRU / 3IRD - -
(penúltimos pavimentos)
4 OCR UFTMVE - Relé térmico do ventilador do motor de tração
4SWA / 4SWB KL - V HW Contato elétrico do dispositivo de lotado (80%)
4WCA / 4WCB KL - X WN Contato elétrico de excesso de carga (110%)
AP DT - O PO Botão de abrir porta
AUTO - TC Chave de cabineiro
BK - - Contatora de informação de acionamento da máquina de tração
BOMB JBF / JBR DEI Chave de bombeiro
BT1/2 - - Contato do Bulbo térmico
Contato da primeira redução de velocidade do motor do operador no fechamento
C1C - -
(caixa de cames)
Contato da segunda redução de velocidade do motor do operador no
C2C - -
fechamento (caixa de cames)
CFE - - Contato elétrico da fotocélula
CPF - - Contato de proteção do flange
CPS KNA / KN PEM Contato de porta de emergência
CRA - - Contato de redução de velocidade do motor do operador na abertura
CRF - - Contato de redução de velocidade do motor do operador na fechamento
D DJU1 / DREC-D DESCE Botão desce
DS 1KV CT Contato de trinco
EFP JHSG / JE1 PAP Emergência no fundo do poço
EL - - Relé de fonte para luz de emergência
EM JHC BEM Botão de emergência dentro da cabina
FAP - - Contatora de abertura e fechamento de porta
FAPA - - Contatora auxiliar de abertura e fechamento de porta
FDL KNE / JSN1 LCD Limite final de descida
FM MGH - Freio magnético do operador de porta
FP DT - S PF Botão de fechar porta
FUL JSN2 / KNE LCS Limite final de subida
GCE JHC SEG Chave geral em cima da cabina

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Componente
Descrição
SUR Schindler Atlas
GOV KBV RG Contato elétrico do limitador de velocidade
GRS KJ / KF / KF1 GW Contato elétrico do aparelho de segurança
GS KTC PC Contato de porta de cabina
KS KTS / KS PP Contato de porta de pavimento
L LOTADO NP Botão Lotado
MAN 1JU / JREC AUT / MAN Chave seletora de manutenção / automático
NPR URKU FF / RPI Relé de reversão de fase
Contato da primeira redução de velocidade do motor do operador na abertura
O1C - -
(caixa de cames)
Contato da segunda redução de velocidade do motor do operador na abertura
O2C - -
(caixa de cames)
Contato de redução de velocidade na abertura da rampa articulada (caixa de
OMC - -
cames)
OS - - Relé detector de velocidade 0 (TDC)
OTL KET-O LPA Contato fim de curso da abertura de porta (caixa de cames)
RM - - Bobina de redução magnética do motor do operador de porta
S DJU2 / DRC-U SOBE Botão sobe
SD1U / SD1D JS2 / JS1 LS3 / LD3 Limite de redução de subida / descida
Limite de redução de duas velocidades de subida / descida (a partir de 75
SD2U / SD2D - LS4 / LD4
m/min)
SDE RPHT - KTL RMC Contato elétrico da régua de segurança
SDLU / SDLD JE4 / JE3 LS1 / LD1 Limite de parada na subida / descida
SWA JTHS DJ1 Chave geral no quadro de comando

TD1 - - Sensor térmico da unidade semicondutora em série com o circuito de segurança

TD2 - - Sensor térmico do ventilador da unidade semicondutora

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1-9 RELÉ TÉRMICO

Sua função é garantir que o circuito não aqueça acima do permissível quando houver sobrecorrente.
Neste caso, suas lâminas bimetálicas irão aquecer curvando-se e impedindo assim o funcionamento do
elevador interrompendo a linha de segurança (contatora 1E).
O ajuste de atuação do relé térmico é feito através do trimpot.

Atenção !

Verificar e corrigir causas que provocaram o superaquecimento do motor.

1-10 FUSÍVEIS

Tem a função de proteger os circuitos elétricos em caso de sobrecorrente. Portanto devem estar em
perfeitas condições, sem adulterações e com o valor de acordo com o especificado. Neste tipo de equipamento
só serão utilizados fusíveis de vidro e NH.

fusível quantidade corrente (A) tensão circuito


FA 1 10 24 Vcc indicadores de posição e botões de chamada
FB 1 5 110 Vcc linha de segurança e circuito de freio
FC 1 2 110 Vcc curicuitos de manobra em inspeção e portas
FIA 1 * 220/380Vca circuito principal (IGBT)
FIB 2 * 220/380Vca circuito principal (IGBT)
FIC 2 * 220/380Vca circuito principal (IGBT)

Obs.:

- Os valores dos fusíveis FIA, FIB e FIC dependem da característica do elevador


(potência do motor).

- Verificar e corrigir qualquer adulterações com os fusíveis.

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1-10-1 BANCOS DE RESISTORES DE FRENAGEM

Estes resistores estão localizados na parte superior do quadro e tem como objetivo suavizar a frenagem
até que o elevador pare com um nivelamemto perfeito.

Banco de resistores de frenagem

1-10-2 CIRCUITO DO OPERADOR DE PORTA

24 Vcc ME-4
21
OTL #22 #21 #20
CM3-4 106
P24 21 22 a b 70

#21 #22
AD2-2 109 72 #20
21 22 a b AD2-3
71
T100

107 #DT

66
A2+
65
CTL
CM17-3 CTL
78

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1-11 CHAVE SELETORA

As chaves seletoras têm como função controlar o movimento do elevador através de chapas metálicas
(aletas) instaladas pela caixa de corrida. Podem ser do tipo magnética ou ópticas (utilizado na tecnologia
Thyssen).
O conjunto de chaves seletoras é formado por 3 chaves: no Frequencedyne não existem aletas de
redução de velocidade sendo feito seu controle através da contagem de pulsos do encoder instalado no eixo do
motor. As aletas de parada (zona de porta) tem 400 mm de comprimento. As outras duas chaves seletoras são
para as reduções de velocidade nos extremos (uma subida e outra descida). Estas aletas tem comprimentos
variáveis que dependem da velocidade do elevador e são “perfuradas” para contagem de pulsos e localização
da parada extrema.

2IR3 3IRU 3IRD

CHAVES MAGNÉTICA

Obs.:
Verificar o alinhamento e posicionamento das chaves magnéticas.

2IR3 – chave de parada descendo (115 Vcc)


3IRU – chave de redução subindo (115 Vcc)
3IRD – chave de redução descendo (115 Vcc)

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1-12 CIRCUITO DE SEGURANÇA FREQUENCEDYNE


(MCP5)

115 Vcc
P28 MCP relé 41
FC DS
P27
A+

GS
GOV
P26 MCP
P1D
KS
bulbo térmico alta A3+

MAN

bulbo térmico baixa


A2+
P1C
FD
CPF
A1+
P1
2 OCR
FUL

1 OCR
FDL

P5 P7

cabina
EFP
geral

P3

GRS
GCE

CPS

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1-13 DIAGRAMA DO CIRCUITO DE MANOBRA E PORTA

T100 QC#
8 P14A
B A MANUTENÇÃO QC
5
DQ
ME-4 FC (2A)
16 P34A MAN - QC
7 CAB 6
SQ A2+ A
P34 17 14 P33A
27 SOQ 2 9

P14 6
14

CM2-5
P33B
P33 13 12 MANUT-5 QC
28
A2+ B
P34B CM2-6
18 MANUT-4 SO 10 9
A3+ B
CM5-4
P14B
T100 CAB# 5 MANUT-2 CM5-8 CM5-7
MANUT-1
B A MANUTENÇÃO CABINA

3 11
4

15

P26 P26 A4+ A3+


19
REG-2 AD1-5
MQ5-5
GS KST KSI E CM5-2
REG-16
CM3-6 CM3-5 PV1-1 PV-1 CM5-3
AD2-1 REG-1 MQ5-6

DSI DST
PV1-3 P27

P28
13
T100 41

B A S
P15 AUTO
P33B
CM2-5
D

P34B
CM2-6
(25)
P15
CM2-2

BOTOEIRA DE MANOBRA

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FREQUENCEDYNE
Treinamento

Isto é
fundamental!

Antes de acessar e viajar no topo da cabina, proceda todo


o teste e atividade descrita nas instruções de Acesso e
Viagem no Topo da Cabina.

Isto é
muito
importante!
Antes de acessar o poço, proceda todos os testes e
atividades descritas na instrução I.A.013 - Trabalhos no
fundo do poço.

1-14 FECHAMENTO DE PORTA

MCP ANALISA AS TENSÕES CORRETAS

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P24 = o V P26 = 115 Vcc

P14 = o V opcionais

APÓS 1º ou 2º TEMPO

20, DT 

22  FAP  FM 

APLICA TENSÃO NO MOTOR OPERADOR

RM  C1C  (1ª REDUÇÃO)

RM  C2C  (2ª REDUÇÃO)

GS, OMC 

DS 

APÓS 1 SEG. P28 = 115 VCC # 41 

DT 

RM  22  FAP  FM 

MOPC 

1-14-1 CHAMADA E PREPARAÇÃO DE PARTIDA (1o


PAVIMENTO PORTA AC OU AL FECHADA)

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P28, # 41 

CHAMADA 3C 

MCP HABILITA

2VL, DIRU, START e 36  MCINV GERA PULSOS

OS  (MCINV)

B4  FAN

TENSÃO NO FREIO 

CONTATO BK ABRE

# BK 

BKF = O Vcc MCP (RECEBE INFORMAÇÃO DO FREIO)

Atenção !

A placa MCINV gera os pulsos no sentido de subida, aumentando a tensão e


a freqüência até atingir a velocidade nominal, 380 Volts, 60 Hz.

1-14-2 SEQÜÊNCIA DE REDUÇÃO E PARADA

REDUÇÃO
MCP CONTA PLACAS DE PARADAS ATRAVÉS DA CONTAGEM DE PULSOS

MCP ENCONTRA O PONTO DE REDUÇÃO

MCP LIGA O LED (RED)


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MCINV COMEÇA A REDUZIR FREQUÊNCIA APLICADA
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PARADA

2IR3  (P23 = O V)

FM  FAP  # 21  PO , 20 

200 mm PARA NIVELAR

ENERGIZA MOPC

ATINGE A VELOCIDADE DE APROXIMAÇÃO

OMC  RM 

MCINV COMEÇA A CONTAGEM DE PULSO

GS

APÓS DETERMINADO NÚMEROS DE PULSOS

OMC  RM 
QUANDO ATINGE Nº
MCP PRT  DE PULSOS SETADOS
(AJUSTE)
O1C 
RRM

MCINV APLICA DC NO
O2C  MOTOR
RRM

OTL  OS 

RM  #21  B4, PO 

FAP 
BOBINA DO FREIO 

FM 
1-15 RRM
CONTROLE DE VELOCIDADE CONTATO BK, #BK

O Frequencedyne na aceleração aumenta gradativamente a frequência aplicada no motor, e
conseqüentemente a tensão, mantendo a relação V/F constante e igual a 6,33 (torque). 6
Para reduzir a velocidade, diminui-se a tensão e freqüência aplicada, porém nesta situação o motor se
K
torna um gerador, pois seu rotor gira mais rápido que o campo magnético giratório do estator, devolvendo esta
energia acumulada para o banco de capacitores.

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Este fato acarreta uma elevação na tensão do LINK DC, que deve ser contida através de descarga de
energia pelo resistor e transistor de frenagem. Isto se faz necessário para impedir que se danifique os
componentes de potência localizados no LINK DC.
Quando próximo da parada o motor se encontra com uma frequência bem baixa (1,5 Hz),
conseqüentemente com uma velocidade reduzida. Ao chegar no ponto de parada, após ter contado os pulsos
setados no LA VIRTUAL, o sistema aplica uma corrente DC no motor fazendo com que o motor fique parado,
dando tempo para o sistema acionar o freio.

1-16 PLACAS DE SINALIZAÇÃO E LIMITES


No sistema VVVF – FREQUENCEDYNE, utilizamos a MCP5 e portanto não utilizamos as placas de
sinalizações de redução de velocidade. Assim a distância de redução é definida pele distânca do limite de
redução, é utilizada a contagem de pulsos para mapear as aletas de parada no poço e informar os pontos
virtuais de redução.
A distância que os limites devem ter é a mesma que possuem as atuais aletas de redução, sem
descontar os 20 mm que até então eram usuais.
Já as placas de parada permanecem com 400 mm, para as correções executadas pelo LA Virtual
existente no programa.
As chaves de sinalização de indução ou eletrônica, ficam resumidas a chave 2IR3, não possuindo as
demais chaves.

1-17 CORREÇÃO DE NIVELAMENTO

No sistema FREQUENCEDYNE a correção é feita pelo número de pulsos a partir da entrada na placa
de parada, ou seja, informa quantos pulsos devem ser contados para que a cabina atinja o nivelamento zero.
Ao entrar na placa ela conta os pulsos, já em velocidade de aproximação, e quando chegar no número
especificado no aprendizado (rebitagem) ela aplica o freio DC parando o elevador.

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2 AJUSTE DO ELEVADOR FREQUENCEDYNE (MCP5)


2-1 VERIFICAÇÕES BÁSICAS ANTES DE AJUSTAR O
ELEVADOR
Verificações das tensões de alimentação e aterramento do quadro de comando:
A energia do prédio deve suportar a potência requerida pelo elevador durante seu funcionamento,
também o aterramento deve estar em perfeitas condições, caso contrário poderá provocar a queima de
componentes do quadro de comando.
Certificar-se de que todas as conexões do motor, os parafusos da unidade semi-condutora e das
conexões de potência estejam apertados.

2-1-1 AJUSTE DO LINK DC


Colocar o elevador em manutenção através da chave MAN localizada na parte superior do dispositivo
de manobra do elevador pelo quadro de comando (17).
Ajustar na placa MCINV o potenciômetro POT1, no sentido horário, até que acenda o led LD2 (IN+),
logo voltar o potenciômetro POT1, no sentido anti-horário, até que o mesmo apague. Após apagado girar mais
duas voltas no sentido anti-horário, para certificar que o led LD2 (IN+) não voltará a acender.

Atenção !

- Para que o elevador funcione corretamente em manutenção operado pela casa


de máquinas, obrigatoriamente a chave MAN em cima da cabina deve estar na
posição automática e no quadro de comando em manutenção.
- O led LD2 não deverá ficar aceso quando o elevador estiver parado.
- No sentido horário o led acende e no sentido anti-horário ele apaga.

2-1-2 INICIALIZAÇÃO DO AJUSTE AC-VVVF


FREQUENCEDYNE
Atenção !

Os procedimentos a seguir só serão possíveis com o auxílio de um TLS (Teclado


Local SUR) – interface Homem-Maquina conectado através da MIT à MCINV.

Carregar os parâmetros de fábrica do banco 5, conforme procedimento a seguir:


Entrar no menu E2PROM, após entrar no sub-menu INICIALIZAR, e pressionar a tecla [5].
Desligar e ligar o quadro de comando.

Inicializar e salvar os dados de fábrica em outro banco;


Entrar no menu E2PROM-INICIALIZAR em um dos bancos [2], [3] ou [4] através das teclas
correspondentes ao banco [2], [3] ou [4].
Ainda no menu E2PROM, entrar no sub-menu SALVAR e pressionar o número do banco escolhido
(inicializado anteriormente).

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Atenção !

Sempre que alterar alguns dados de ajuste devemos salvá-los no banco escolhido
(inicializado).

2-1-3 CONFIRMAÇÃO DO AJUSTE DE MANUTENÇÃO


Verificação da velocidade nominal:
No MENU PID verificar a velocidade nominal, o escorregamento mínimo e máximo – SUB_MENU Vel
Nominal, “esc. Min” e “esc. Max”.
Para se obter o valor do escorregamento mínimo deve-se calcular a diferença entre a velocidade
nominal e a velocidade síncrona do motor em ajuste, conforme exemplo:
Obs.: A velocidade nominal a ser ajustada corresponde ao RPM do motor. Este valor está fixado na placa de
características do motor.

Menu PID

Vel Nominal

Esc. Min.

Esc. Máx.

Seqüência de menus no TLS

Exemplo:
Para Máquina EM-33 a velocidade síncrona é de 1800 RPM e a velocidade nominal 1719 RPM.

Escor MIN = (1800 – 1719)x 1,5 = [121]


Escor MAX = (1800 – 1719)x 2 = [162]

Para Máquina EM-62 a velocidade síncrona é de 1200 RPM e a velocidade nominal 1160 RPM.
Escor MIN = (1200 – 1160)x 1,5 = [60]
Escor MAX = (1200 – 1160)x 2 = [80]

Para Máquina M3( motor Eberle) a velocidade síncrona é de 1200 RPM e a velocidade nominal 1000
RPM.
Escor MIN = (1200 – 1000)x 1,5 = [300]
Escor MAX = (1200 – 1000 2 = [400]

Verificação da frequência Real (manutenção):

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Com o elevador em manutenção “sem carga”, fazer viagem de subida e descida e verificar no diplay do
módulo TLS (teclado), a freqüência Real (TELA2).
Nesta tela deve-se obter valores entre 14 e 16 Hz, tanto subindo como descendo, sendo que na
descida quando o motor estiver tracionando o contra-peso, este valor deverá ser um pouco mais baixo, ou seja
com a cabina descendo sem carga a velocidade será mais baixa.

Atenção !

Caso não se confirme os valores especificados na Frequência Real, ou seja, a


frequência de descida esteja menor que 14 Hz significa que o motor está sendo
forçando excessivamente, então deve-se fazer as seguintes verificações:
- Balaceamento entre cabina e contra-peso;
- Tensão e potência do motor;
- Tensão da rede;
- Ligações entre quadro de comando e motor;
- Disco do contador (120 pulsos) e ligação do contador de pulsos;
- Valor da velocidade nominal do motor ajustado através do teclado.
Se após estas verificações, o valor da Freqüência Real continuar baixo,
então deve-se verificar no MENU MAN se o parâmetro VOLT MAN está
ajustado para 20 V.
Em condições normais, este parâmetro deverá estar ajustado para 20 V, somente
quando o elevador estiver em fase inicial de montagem, podendo utrapassar um
pouco mais, em função da tensão provisória e o desequilíbrio de cargas entre cabi-
na e contra-peso (VOLT MAN máximo 45 V).

TABELA COM PARÂMETROS INICIAIS.


MENUS DE AJUSTE
parâmetro valor parâmetro valor parâmetro valor parâmetro valor
1V
tp acel 1V 2.7 s tp des 1V 20 fr niv 1V 2.0 Hz fr max 1V 35 Hz
2V
tp acel 2V 3.0 s tp des 2V 20 fr niv 2V 1.5 Hz fr max 2V 60 Hz
VCT
volt. ini 4.0 V Nom. V/F 100% G_ ganvot 50 Min.nive 8V
GAN
G_ ganred 30
DC
min.fr DC 15 V max.fr DC 20 V Temp. DC 0.8 s Posi.LA 200
MAN
volt.man 20 V Man. V/F 100%
PID
ganho kd 0 ganho kdf 0 ganho kp 80 ganho acel 90
ganho desacel 30 filtro real 27 Hz filtro padrão 27 Hz filtro control 27 Hz

Obs.:
Estes valores dependem da velocidade e do tipo de máquina utilizada no elevador.

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2-1-4 AUTO – AJUSTE

Colocar o elevador em automático (cabina sem carga) e aguardar até que o mesmo realize seu auto
ajuste (rebitagem). Em elevadores com velocidade de 45 e 60 m/min o auto-ajuste se realiza em duas
velocidades, nas demais o auto-ajuste se realiza em uma velocidade.

Obs.: Elevadores de 45 e 60 m/min estão programados para deslocar-se em duas velocidades.


Quando o elevador estiver realizando o auto-ajuste poderão surgir os seguintes problemas:

- Na partida (descendo), se o elevador demorar a partir, deve-se ajustar o reforço de tensão na partida,
(VOLT INI no menu VCT).

- Se o elevador não consegue andar em velocidade de nivelamento, aumentar o reforço de tensão no


MENU VCT (MIN.NIVE ou G_ ganvolt).
Na redução se o elevador andar muito tempo em velocidade de nivelamento, aumentar o tempo de
desaceleração em uma ou duas velocidades no MENU 1 VEL (tp des 1V), MENU 2 VEL (tp des 2 V)
conforme velocidade do elevador.

Obs.:
Na redução se o elevador estiver com o tempo de desaceleração muito alto (1 Vel
ou 2 Vel) irá desligar por falha de RED, pois estará no meio da redução e aciona
P23.

- Na redução se o elevador andar pouco tempo em velocidade de nivelamento, ou seja reduzir muito em
cima da parada, diminuir o tempo de desaceleração em uma ou duas velocidades no MENU 1 VEL
(tp des 1V) MENU 2 VEL (tp des 2 V) conforme velocidade do elevador.

Obs.:
O elevador deve andar aproximadamente 50 mm em velocidade de nivelamento na
subida.

PARADO

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ACEL. VEL . DESACEL
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GRÁFICO DA CURVA DE UMA VELOCIDADE

GRÁFICO DA CURVA DE DUAS VELOCIDADE

Ao ajustar a velocidade de alta, não


esquecer de fazer sempre
chamadas nos pavimentos
intermediários.

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2-1-5 AJUSTE ANÁLOGICO

Selecionar tela [5], pressionando a tecla [5]. Realizar viagem de extremo a extremo, nos sentidos de
subida e descida.
Observar, na partida (aceleração), o valor do parâmetro de corrente registrado na tela [5]. Este valor
deve ficar depois de ajustado entre 45 e 50 (contra a carga, isto é, tracionando) e um valor menor que 45 (a
favor da carga).
No Po t2, varía-se o valor do parâmetro de corrente amostrado.
No sentido horário diminui o valor amostrado. No sentido anti-horário aumenta o valor.

Atenção !

Tomar cuidado quando ajustar o potenciômetro Pot 2, pois o mesmo é muito


sensível, com pequenos movimentos se obtém grandes variações no ajuste.

Selecionar tela [6], pressionamdo tecla [6]. Realizar viagem de extremo a extremo, nos sentido de
subida e descida.
Observar o valor da carga amostrada registrado na tela [6]. Este valor deve ficar depois de ajustado,
entre 40 (contra a carga, isto é, tracionando) e 20 (a favor da carga).
No potenciômetro Pot 4, varía-se o ganho, do valor da Carga Amostrada.
No sentido horário diminui o ganho sobre o valor amostrado.
No sentido anti-horário aumenta o ganho.

Atenção !

Para ajustar o potenciômetro Pot 4, ao contrário do Pot 2, devemos movimentá-lo


bastante pois este possui resposta lenta, com grandes movimentos se obtém pe-
quenas variações no ajuste.

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3 CÓDIGOS DE ESTADO E ERRO NA PLACA MCINV


No display da placa MVINV são verificados o estado em que se encontra o elevador e os códigos de
erro que ele pode vir a aprensentar.

3-1 CÓDIGOS DE ESTADO

código descrição

02 Elevador parado
07 Frenagem
08 Elevador em manutenção
09 Viagem em manutenção
0A Desaceleração em manutenção
A3 Aceleração em viagem curta (1 vel)
A4 Nominal em viagem curta (1 vel)
A5 Redução em viagem curta (1 vel)
A6 Nivelamento em viagem curta (1 vel)
B3 Aceleração em viagem média (2 vel)
B4 Nominal em viagem média (2 vel)
B5 Redução em viagem média (2 vel)
B6 Nivelamento em viagem média (2 vel)
C3 Aceleração em viagem longa (3 vel)
C4 Nominal em viagem longa (3 vel)
C5 Redução em viagem longa (3 vel)
C6 Nivelamento em viagem longa (3 vel)
D3 Aceleração em viagem muito longa (3 vel)
D4 Nominal em viagem muito longa (3 vel)
D5 Redução em viagem muito longa (3 vel)
D6 Nivelamento em viagem muito longa (3 vel)

Atenção !

Caso ocorra algum erro no sistema, o VVVF tomará as seguintes providências:


- Desliga # RELSEG;
- Desliga # 0S (em movimento);
- Mostra no display MCINV (a falha detectada);
- Desliga BDL, depois de 4 segundos;
- Liga Seg;
- Liga BDL.
O VVVF só não ligará a segurança novamente se a falha não desaparecer.

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3-1-1 CÓDIGOS DE ERRO

falha descrição solução


- Verificar ligação do motor
E0 Falta de fase (U) no motor
- Verificar transistores da IGBT
- Verificar ligação do motor
E1 Falta de fase (V) no motor
- Verificar transistores da IGBT
- Verificar ligação do motor
E2 Falta de fase (W) no motor
- Verificar transistores da IGBT
E3 Falta de fase na entrada - Verificar fusíveis e tensões de entrada
E4 Falha de carga - Verificar CHINV
- Verificar nível de tensão de entrada
E5 Subtensão no Link DC
- Retificadores de potência
- Falha na unidade de frenagem
E6 Sobre tensão no Link DC
(resistores no topo do Painel de comando)
E7 Falha no transistor de frenagem - Verificar IGBT de frenagem
Incompatibilidade entre os sinais de
EA entrada (START, RED, DIRU, MAN, 1VEL, - Verificar linhas mencionadas
2VEL, P26, P28, SOS, BKF)
EC Falha na segurança de poço (P7 = 0) - Regularizar segurança do poço
Erro de operação do TLS Elevador em
- Desconectar TLS -
ED movimento e TLS ativo em menu
Sair do menu atual
impróprio
- Verificar relés térmicos
Segurança aberta no Painel de comando
EE - Sensores de temperatura no quadro
A1+ = 0
(20CR, TD1, 50CR)
- Falhas no encoder
- Má isolação no cabo de ligação do
EF Desvio de velocidade encoder -
Problemas mecânicos -
Falta de torque no motor
- Sensor ou IGBT com defeito
F1 Falha no sensor de corrente Hall (fase U) - Verificar se realmente existe corrente
pela fase
- Sensor ou IGBT com defeito
F2 Falha no sensor de corrente Hall (fase V) - Verificar se realmente existe corrente
pela fase
- Sensor ou IGBT com defeito
F3 Falha no sensor de corrente Hall (fase W) - Verificar se realmente existe corrente
pela fase
- Verificar IGBT
F4 Falha durante a frenagem dinâmica
- Verificar resistores de frenagem

Obs.:
O VVVF só não ligará a segurança novamente se a falha não desaparecer.

Página 35 - 39 -
-
T100 10
15

+15V 1
TOP1 1

OOO
OOO

STE
???
PA
PA
PB
PB
+15V
T100

T100
-15V

-15V
BOT1
TOP2

BOT2
TOP3

BOT3

K15
+15V

HW
T100
T100

HU
HV
K14

EW
EU

EV

49
50
51
52
53
54
55
15 T100
T100
+V1N
VDD

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VDD

K13
V+
V+ 15 T100 1 DUD
-15V T100 2 PRT
-15V +V1N 3 BDL
+15V VDD 4
+15V VDD
+5V V+
+5V V+ T100 1
+5VM -15V RES
1 +5VM -15V 3VL
+15V 2VL
K11
4 ESQUEMA DA PLACA MCINV

+15V 1VL
1 L20

K1
+5V D1RU
+5V 2 T100 MAN
15 -15V 3 L18
+5VM RED
+15V 1 +5VM 4 L14

MFINV
START
MCINV-2

T100 5 T100 10
REAL K2 6 L15
padrão
7 L21

K10
8 L22
AD7 K3 5 T2+
AD6 6
AD5 7
AD4 8 103
AD3 9
10 T100
AD2 10 P7
AD1 9 11
L16 P23
IN-
AD0 10
1 IN-
11 A1+
+5VS
K7 12 L17 BKF
+5VS
+15VS
K4 P40
10
+15VS P39 / P39A
P42
VEE
IN-
1 P41 / P41A
VEE
FREQUENCEDYNE

IN-
+5VS K1
NBKON
+5VS FDN / RDN
+15VS
+15VS
Treinamento

VEE
1 VEE
K6

48
47
46
45
44
43
42

41
40
39
38

37
36
35
34
33
32
31

30
29
28
27

26
25
24
23
22
21
20
OOO
OOO
OOO
OOO
OOO
11G

A2+
L40
IN+

TG
RE
GF

TE

SE
LR
IN-

IN-
K1

K2

K3

K4

K5
FREQUENCEDYNE
Treinamento

5 ESQUEMA DA PLACA MCP5

TDM 7A

TDQ 10A

TDG 21A
TDH 4A

TDN 8A

TDC 17A
TDD 18A
TDK 5A

TDP 9A

TDA 15A
TDB 16A

TDE 19A
TDL 6A

TDF 20A
T3+ 1A
T3+ 2A
T3+ 3A

INT 22A
00
ST-49 ACSD ACSD

11A
12A
13A
14A

23A
MCP-5 até 32 até 16
24A 1HC 1C 1C
3Y.0275.CY.1 JUMPER Sem expansão com expansão 25A 2HC 2C 2C
ND:02 DA ACS ACSD ACS ACSD J7 26A 3HC 3C 3C
MCP5 ATÉ 16 ATÉ 32 ATÉ 32 ATÉ 32
T30 84 27A 4HC 4C 4C
T5+ 83 SU 28A 5HC 5C 5C
82 29A 6HC 6C 6C
T40 81 30A 7HC 7C 7C
T5+ 80 SD 31A 8HC 8C 8C
79 32A 9HC 9C 9C
B4B 78 33A 10HC 10C 10C
B4A 77 36 34A 11HC 11C 11C
76 35A 12HC 12C 12C
36A

P41A 41

P39A 45
75 13HC 13C 13C

P43 43
P44 44

P36 47
P37 48
FDNG
A2+ 74 1VL 25D 40 37A 14HC 14C 14C
26D 39 38A

42

46
73 15HC 15C 15C
103 72 27D 38 39A 16HC 16C 16C
T100 71 20 28D 37 40A 17HC 17C 17C
70 29D 36 41A 18HC 18C 18C
B4C 69 30D 35 J1 42A 19HC 19C 19C
B4B 68 PO 31D 34 43A 20HC 20C 20C
67 32D 33 44A 21HC 21C 21C
49 17U
SERIAL
QUANDO COM ST-49
UTILIZAR LINHAS HC

107 66 33D 32 45A 22HC 22C 22C


50 18U
A2+ 65 Dt 34D 31 46A 23HC 23C 23C
51 19U
64 35D 30 47A 24HC 24C 24C
52 20U
ACS ACIMA DE 16 PARADAS
CH 63 36D 29 SOMENTE PARA ELEVADOR 48A 1D 1D
GON
ÇÃO

53
OP-

21U
GO

RX 62 CH 37D 28 49A 2D 2D
54 22U
61 38D 27 50A 3D 3D
55 23U
BZ 60 39D 26 51A 4D 4D

USAR LINHAS HC QUANDO COM


56 24U
020 59 BZ 40D 25 52A 5D 5D
57 25U
58 25C 25HC 24 53A 6D 6D
58 26U
STTD 57 26C 26HC 23 54A 7D 7D
ST-49 SERIAL
OPÇÃO

59 27U
ME-4
ST-

A2+ 56 NBK 27C 27HC 22 55A 8D 8D


60 28U
55 28C 28HC 21 56A 9D 9D
3X.0591.NM.1 61 29U
103A 54 29C 29HC 20 57A 10D 10D
DUPLA OPOSTA

62 30U
OPÇÃO PORTA

T100 53 20A 30C 30HC 19 58A 11D 11D


63 31U
105A 52 31C 31HC 18
64 32U
107A 51 32C 32HC 17
90909 65 33U
A2+ 50 DtA 33C 33HC 16
66 34U
49 34C 34HC 15 69A 22D 22D
90909 67 35U
start 48 35C 35HC 14 70A 23D 23D
68 36U
RED 47 36C 36HC 13 71A 24D 24D
69 37U
MAN 46 37C 37HC 12 MIT 72A 25HC 25C 1U
000

70 38U
1VL 45 38C 38HC 11 73A 26HC 26C 2U
71 39U
2VL 44 39C 39HC 10 90909 74A 27HC 27C 3U
72 40U
D1RU 43 40C 40HC 9 75A 28HC 28C 4U
T2+ 42 3VL 8 J1 76A 29HC 29C 5U
T2+ 41 2VL 7 77A 30HC 30C 6U
T2+ 40 1VL 6 78A 31HC 31C 7U
RES 5 79A
RDN

T100 39 32HC 32C 8U


T100 38 D1RU 4 J2 80A 25D 9U
T100 37 MAN 3 81A 26D 10U
RRA 36 RED 2 82A 27D 11U
START 1
80 FDNG

75 FDNG DUD

RRB 35 83A 28D 12U


TTA 34 84A 29D 13U
88
87
86
85
84
83
82
81

79
78 CTL
77 CTLA
76 P21A

74 CHP
73 NBKON

TTB 33 85A 30D 14U


DUD REDU 32 86A 31D 15U
T100
PRT
T2+
T2+

P23 REDU 31 87A 32D 16U


RDN
000

STE STE 30
PRT P23 29
28
27
26
25
24
23
22
21
20
19
18
17
16
15
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
P23A

BOMB

GND
SOS
FOT

BOL
BKF
P33
P34
P56
P15

P31
P24

P26
P35

P14
P28

P10
P40
P42
P39
P41
P17
P18
T2+
T2+
+5V
P9

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FREQUENCEDYNE
Treinamento

6 MÓDULO DE SEGURANÇA

 Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave geral esteja
desligada e que a entrada de energia esteja no lado oposto dos fusíveis .

 Aplique o procedimento I.A. 020 - Bloqueio Elétrico.

 Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel, mantenha a chave


geral desligada conforme NR 10.

 Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

 Não ligue manualmente contatoras e chaves de potência e nem relés que você não
conheça a sua função.

 Nunca calce relés de segurança.

 Não movimente o elevador com o circuito de segurança curto - circuitado.

 Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

 Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

 Nunca utilize jumper nos fusíveis.

 Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque elétrico. Não se


aproxime das partes elétricas energizadas nestas condições.

 Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

 Realizar as atividades da NR-10 para desligar a chave geral.

Fique atento

Não esqueçam de preencher a avaliação de retenção


Recursos Humanos e Qualidade
Desenvolvimento de Recursos Humanos

Avaliação de Treinamento Técnico


Curso Data
Instrutor Regional

Nossos treinamentos são feitos pensando em você.


A Avaliação de Treinamento é uma ferramenta, através da qual você pode participar do desenvolvimento dos nossos cursos, fazendo críticas e
propondo melhorias, por isso SUA OPINIÃO é muito importante.
Colabore! Participe! Conte-nos o que você achou do Treinamento!

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Superou minhas Atendeu minhas Não atendeu minhas
expectativas expectativas expectativas
1) De um modo geral o treinamento
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