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QUEIMADURAS

QUÍMICAS
UM NOVO PARADIGMA NO
TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR

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ÁGUA NÃO BASTA

DIPHOTERINE®

VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA QUÍMICA E


DESCONTAMINAÇÃO HUMANA

REFERÊNCIAS
QUEIMADURAS QUÍMICAS
QUEIMADURAS QUÍMICAS
MORTALIDADE

Produtos químicos estão presentes Essas lesões, comumente chamadas de


ÁCIDOS E ÁLCALIS em nossa rotina, diariamente. Existem queimaduras químicas foram classificadas
milhares e são utilizados em numerosos em três níveis de profundidade:
ÁGUA NÃO BASTA processos industriais, na agricultura, no lar, • 1º grau (de espessura superficial, na
nos tratamentos médicos, dentre outros, epiderme apenas);
sendo alta a possibilidade de exposição • 2º grau (de espessura
DIPHOTERINE®
às substâncias químicas perigosas. Essa parcial, com lesão
exposição pode ocasionar acidentes (a curto dérmica);
VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA
prazo) e doenças (a longo prazo). • 3º grau (de
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO
HUMANA
espessura total,
Alguns desses produtos, dito cáusticos, atingindo o tecido
podem causar sérias lesões se entrarem em subcutâneo).
REFERÊNCIAS
contato com a pele, olhos, trato digestivo
ou respiratório. É o caso dos ácidos e álcalis
(bases) fortes, por exemplo.
NÍVEL DE MORTALIDADE
CONSIDERAVELMENTE ALTO

As queimaduras químicas ocorrem


QUEIMADURAS QUÍMICAS predominantemente no ambiente de
trabalho, acometendo principalmente
MORTALIDADE
adultos jovens e causam sérios transtornos
à sociedade como deformidades, cegueiras,
mutilações, incapacidades temporárias ou 63,4%
ÁCIDOS E ÁLCALIS
permanentes, distúrbios comportamentais,
passivos trabalhistas e etc.
ÁGUA NÃO BASTA

Segundo estatísticas brasileiras de um


DIPHOTERINE® centro médico para outro, a incidência de
36,6%
queimaduras químicas varia entre de 1 a 4%
VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA do total de queimaduras de outras causas,
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO mas seu índice de mortalidade pode chegar
O índice de mortalidade por lesões
HUMANA a até 36% (incluindo-se as lesões do trato
químicas (incluindo-se as lesões no trato
gastrointestinal por ingestão).
gastrointestinal) pode chegar a até 36,6%.
REFERÊNCIAS
Neste cenário, os ácidos são os que
apresentam maior ocorrência de acidentes,
seguidos pelos álcalis.
OS ÁCIDOS E ÁLCALIS
QUEIMADURAS QUÍMICAS
PROVOCAM DANOS EM
TECIDOS – PELE E OLHOS-
MORTALIDADE
DE MANEIRAS DISTINTAS
ÁCIDOS E ÁLCALIS

ÁGUA NÃO BASTA


As queimaduras por ácidos apresentam seus Inicialmente, as queimaduras por álcalis
efeitos quase que instantaneamente após parecem menos graves, visto que seus
o contato, são altamente destrutivas e seu efeitos demoram um pouco mais para se
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processo de dano é por necrose de coagulação apresentar, mas sua reação causa necrose
(morte das células por coagulação). Deste de liquefação (morte das células por
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modo, a sua própria reação cria uma escara liquefação), progredindo seriamente por
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO
protetora, que bloqueia a sua penetração extensão direta. Isto é, as bases tendem a
HUMANA
em camadas mais profundas. Os ácidos, penetrar mais profundamente nos tecidos, o
pelo seu mecanismo de ação nos tecidos, que torna a lesão mais difícil de tratar, sendo
REFERÊNCIAS
tendem a cessar o processo de queimadura comum a necessidade de várias remoções
cerca de 48 a 72 horas após o acidente, de tecido afetado. Outra problemática é
quando em geral os pacientes deixam de se que, o meio alcalino que estabelece torna a
queixar de dor. lesão mais suscetível as infecções.
ÁGUA NÃO BASTA - A PROBLEMÁTICA
DA DESCONTAMINAÇÃO COM ÁGUA
QUEIMADURAS QUÍMICAS
Um dos fatores mais importantes na A água também promove o arraste da
descontaminação de um acidentado com substância para outras áreas do corpo
MORTALIDADE produtos químicos é o tempo de exposição que não tinham sido atingidas. Afinal,
ao agente. Neste quesito, o atendimento como a água não neutraliza a substância,
ÁCIDOS E ÁLCALIS pré-hospitalar tem papel fundamental para seu resíduo é perigoso, gerando risco de
a obtenção dos melhores resultados. contaminação a outras pessoas e podendo
agravar a extensão da lesão.
ÁGUA NÃO BASTA No Brasil, a prática mais adotada no
atendimento pré-hospitalar é a lavagem Outro aspecto muito importante é que a
DIPHOTERINE® abundante com água. A finalidade é remover água pura (“água doce”) contém poucos
mecanicamente e diminuir a concentração sais dissolvidos (chamada hipotônica) isso
do agente. Contudo, o que muitas pessoas faz com que ela penetre mais facilmente
VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA desconhecem é que há prejuízos nessa por osmose nas células dos tecidos da pele
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO prática. e dos olhos que contêm sais (são chamadas
HUMANA isotônicas), arrastando consigo a substância
A água pode reagir com ácidos e álcalis química e favorecendo a lesão química mais
concentrados, produzindo reação profundamente.
REFERÊNCIAS
exotérmica (liberação de calor) o que
Portanto, ainda que a água minimize a lesão,
potencializa a lesão química (ou seja,
não é a solução mais eficaz no atendimento
aumenta a ação de corrosão) e também
pré-hospitalar de acidentados com produtos
causa queimadura térmica.
químicos.
SOLUÇÃO DIPHOTERINE® - DESCONTAMINAÇÃO ATIVA E POLIVALENTE

QUEIMADURAS QUÍMICAS
A solução Diphoterine® acumula múltiplas A solução Diphoterine® muito supera as
funções ativas na descontaminação recomendações usuais (o uso de água) e
emergencial de pele e olhos atingidos por é o método efetivo mais avançado para
MORTALIDADE agentes químicos agressivos, como ácidos os primeiros socorros e atendimento pré-
e bases. hospitalar para projeções químicas na pele
e nos olhos de acidentados.
ÁCIDOS E ÁLCALIS Além de remover mecanicamente o
agressor da superfície da pele, força a Utilizada conforme protocolo, previne ou
ÁGUA NÃO BASTA
saída do agente que já penetrou no tecido minimiza a queimadura química. Ainda que
(devido à sua hipertonicidade, pois contém utilizada tardiamente, apresenta benefícios,
mais sais dissolvidos), e, principalmente, interrompendo a reação agressiva e
DIPHOTERINE® atrai e captura o agressivo por meio de impedindo o progresso da queimadura. Tem
um fenômeno denominado quelação, sua eficácia reduzida apenas para o ácido
tornando-o inofensivo tal como numa fluorídrico e derivados fluorados, devido
VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA neutralização. Desta forma, interrompe à dupla ação corrosiva e tóxica destes
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO a agressão aos tecidos, o que gera alívio agressivos. Para eles, recomenda-se o uso
HUMANA rápido da dor sem anestesia. A solução do Hexafluorine®.
Diphoterine® não é tóxica, não é irritante e
não reage com produtos concentrados. A solução Diphoterine® foi criada pelo
REFERÊNCIAS
laboratório francês Prevor e está presente
É um produto que age tanto em ácidos em mais de 30 países. No Brasil, é distribuído
quanto em bases (chamado anfótero) e pela Globaltek e mais de 600 empresas já
foi testado em mais de 1.400 substâncias
químicas representativas das seis classes utilizam como medida de proteção química
gerais: ácidos, bases, oxidantes, redutores, para seus colaboradores.
quelantes e solventes.
VÍDEO AULAS - EMERGÊNCIA QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO HUMANA

QUEIMADURAS QUÍMICAS

01 - Risco Químico, agressividade, 02 - Desenvolvimento das lesões / 03 - Lesões provocadas por ácidos e por
MORTALIDADE acidentes e consequências queimaduras químicas bases

ÁCIDOS E ÁLCALIS

ÁGUA NÃO BASTA

DIPHOTERINE®

04 - O que determinará a gravidade da 05 - Como interromper o desenvolvimento 06 - O ácido fluorídrico (hidrofluorídrico)


VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA lesão e quais fatores de controle da lesão química
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO
HUMANA

REFERÊNCIAS

07 - As eficiências e características do 08 - O quelante Diphoterine® e Hexafluorine® 09 - Água VS Diphoterine® e Hexafluorine®


Diphoterine® VS Água; Gluconato de cálcio; e o pF
REFERÊNCIAS

Gomes DR, Serra MCVF, Macieira Jr L.


QUEIMADURAS QUÍMICAS
Condutas atuais em queimaduras. 1ª ed.
Rio de Janeiro: Revinter; 2001.
MORTALIDADE
Cardoso L, Orgaes FS, Gonella HA. Estudo
ÁCIDOS E ÁLCALIS
epidemiológico das queimaduras químicas
dos últimos 10 anos do CTQ-Sorocaba/SP.
Rev Bras Queimaduras 2012;11(2):74-79
ÁGUA NÃO BASTA

Yoshimura CA. A importância do atendimento


DIPHOTERINE® pré-hospitalar nas queimaduras químicas no
Brasil. Rev Bras Queimaduras 2012;11(4):259-
VÍDEO AULA - EMERGÊNCIA
262
QUÍMICA E DESCONTAMINAÇÃO
HUMANA Yoshimura CA, Monteiro, MGK. Queimaduras
Químicas - Descontaminação ativa x passiva,
2007. Disponível em <http://www.globaltek.
REFERÊNCIAS
com.br/artigo.php?not=112>