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USO APENAS PEDAGÓGICO


Ansiedade e Expectativas no Processo de Adoção

Ana Maria Ribeiro

Amanda Rocha Camargo

Milene Ariele

Nayra Andressa

Analise da demanda

A demanda para trabalhar o tema ansiedade e expectativas no processo de


adoção, se deu por conta do quanto este tema em especifico abrange vários
outros subtemas que podemos trabalhar com o grupo. Além de que este
realmente é um processo demorado que exige paciência, onde os pais podem
acabar desistindo ou criando expectativas muito altas que não condizem com a
realidade, temos como objetivo geral quebrar um pouco com estas expectativas
ilusórias e mostrar a realidade de pais que tiveram êxito na habilitação de
adoção, trazendo um pouco de conforto para os que ainda estão neste processo.

Enquadre

Grupo para pessoas em processo de adoção, onde participarão doze pessoas,


que para participar terão de colocar os nomes em uma lista que será deixada na
Vara da infância do município, a divulgação do grupo e da lista de inscrição será
feita por meio de cartazes que serão deixados na vara da infância e espalhados
pela cidade, serão ao todo 12 participantes e os encontros acontecerão em um
pequeno salão disponibilizado pelo município, tendo duração de uma hora e
meia, um encontro por semana, sendo no total sete encontros.
1º encontro: o que levou a querer adotar.

Objetivos: levantar os motivos que levaram estas pessoas a quererem adotar


com intuito de apresentação e vinculo entre os participantes.

Procedimentos:

A principio os coordenadores se apresentarão, expondo um pouco sobre a


psicologia, qual será o seu papel dentro do grupo, reforçando como o grupo irá
funcionar, sendo que para participar da oficina serão exigidos 75% de presença,
e serão tolerado dez minutos de atraso. O primeiro contato que o grupo terá entre
eles é por meio de uma dinâmica.

Primeira dinâmica.

Dinâmica- a teia do envolvimento

Objetivo: apresentar pessoas de um grupo, alunos na sala de aula ou


durante algum tipo de treinamento ou curso que seja necessário
apresentar os participantes.

Tempo exigido: quarenta minutos

Materiais: Um rolo de barbante.

Procedimento: O facilitador deverá procurar um local que comporte todos


os participantes e solicitar que façam um círculo que pode ser em pé,
sentados no chão ou em cadeiras.

1. O facilitador toma a iniciativa, pega o rolo de barbante, amarra a ponta


em seu dedo indicador e faz sua apresentação pessoal, dizendo seu nome,
com o que trabalha, um hobbie, ou algo que goste de fazer.

2. Logo em seguida o facilitador da brincadeira escolhe um participante e


joga com cuidado o rolo de barbante para que este o pegue.

3. Já com o rolo de barbante na mão o facilitador pede que a pessoa enrole


o barbante em seu dedo indicador e que da mesma maneira faça uma
apresentação pessoal, dizendo seu nome, sua formação, algo que goste
de fazer.
4. Feita a apresentação esta pessoa deverá manter o barbante preso em
seu dedo indicador e arremessar o rolo para outra pessoa. O jogo
prosseguirá nessa dinâmica, até que o ultimo jogador faça a sua
apresentação.

5. Assim que todos tenham se apresentado o facilitador pede que todos


olhem a teia que foi formada com o barbante e pede para que analisem para
ver se encontram alguma forma geométrica ou desenho que lembre
alguma coisa.

6. Agora o facilitador pede ao ultimo participante que desenrole o fio e


arremesse o rolo para a pessoa que jogou o rolo para ele, e esta pessoa,
que está arremessando o rolo deverá dizer o nome da pessoa que passou
para ele, praticamente repetir o que foi dito e assim por diante.

Oriente-o para que tente relembrar o mais fielmente possível o que o mesmo
havia dito. Em caso de esquecimento do nome do colega, será permitido olhar
para seu crachá. Caso não consiga relembrar com fidelidade, é permitido
qualquer tipo de ajuda por parte dos colegas.

7. O jogo prossegue nessa sistemática até que o rolo chegue às mãos do


coordenador. Portanto, ele deverá apresentar a turma à última pessoa.

Segunda dinâmica.

Dinâmica de apresentação- empatia.

Objetivo: estimular o relacionamento dos participantes focando em seus


objetivos em comum a adoção.

Materiais: papeis com o nome do casal ou da pessoa que pretende adotar.

Tempo exigido: cinquenta minutos

Procedimento: Colocam-se todos os papeis dos participantes num recipiente,


misturando-os.
Cada participante aproxima-se e pega um papel que não seja o seu.

Durante 15 minutos cada participante contará os motivos que o levaram a


adotar e como chegaram até ali para a pessoa que pegou o papel, e esta
pessoa contará a história de seu colega, e contará a sua história para quem
pegou o papel com seu nome.

Após as histórias serem contadas, cada um contará a história do seu colega,


promovendo empatia pelo outro.

O coordenador deve observar como se comunicam os participantes e se estão


se integrando.

2º encontro: temores e esperanças.

Objetivos: expor os temores e as esperanças do grupo, podendo colocar em


discussão posteriormente, os mitos e as realidades da adoção.

Procedimentos:

Dinâmica- temores e esperanças.

Objetivo: conscientizar o grupo, no inicio do curso em adoção, sobre suas


motivações, desejos e esperanças; suas angustias e temores.

Tempo exigido: trinta minutos, aproximadamente.

Material usado: uma folha em branco e caneta.

Ambiente físico: a) uma sala suficientemente ampla, com cadeiras, para


acomodar todos os participantes.

b) um quadro-negro ou uma folha de cartolina.

Processo: o animador inicia dizendo que seguramente todos tem diante do curso
temores e esperanças. No exercício que irão fazer, todos poderão expressar
esses temores e esperanças. Para isso:

I. Formará dois grupos de seis membros cada.


II. A seguir distribuirá um folha em branco para cada grupo que indicará
um secretário para anotar os temores e as esperanças da equipe.
III. Em prosseguimento, o animador pedirá que cada grupo expresse os
seus temores e esperanças do curso na folha que foi entregue,
levando para isso uns sete minutos.
IV. Decorrido o tempo, forma-se novamente o grupo maior, para que cada
grupo possa relatar o que foi anotado.
V. O animador fará um resumo, ou no quadro-negro ou numa cartolina e
observará que provavelmente os temores e as esperanças dos grupos
são idênticos e se resumem a dois ou três.
VI. O exercício pode prosseguir através do seguinte: o animador pede que
se formem novamente os grupos, e cada um irá estudar mais em
profundidade um dos temores ou uma das esperanças do grupo, suas
características, suas manifestações, etc. No final, novamente no
grupo grande, um dos membros de cada subgrupo deverá personalizar
ou temor ou a esperança que ficou estudado no subgrupo. Em outros
termos, deverá vivenciar e fazer sentir aos demais esse temor ou essa
esperança.

Apresentação da curta “Adoção”, duração de doze minutos que conta a história


de Zoe, filha de pai agressivo, foi retirada de casa junto com seu irmão mais novo
e entregue a um lar adotivo. Os traumas, a dificuldade de adaptação, alguns
maus tratos por lares que passou, fez com que ela perdesse a confiança nas
pessoas e tivesse que se mudar várias vezes e mesmo onde ela foi amada,
demorou muito para perceber e também para confiar na sua mãe adotiva.

Com base na curta, continuaremos a discussão sobre os temores e as


esperanças mostrando um pouco da realidade que as crianças podem ter
passado, onde o vídeo mostra também os seu temores e esperanças.

https://www.youtube.com/watch?v=DGl6XTN9r-o
3º encontro: conscientização da população em adotar crianças mais velhas
e crianças com conflitos.

Objetivo: Conscientizar o grupo sobre a importância de se adotar


crianças/jovens mais velhos e com conflitos. Visto que é possível opinar sobre o
sexo de preferencia, a etnia e a idade da criança que se deseja adotar, entre
outras questões importantes, como as relativas à saúde. Quanto mais restrito é
o perfil escolhido pelos candidatos à adoção, mais difícil e demorado tende a ser
o processo. O filme apresentado tem a intenção de acabar com o preconceito de
se adotar crianças/jovens mais velhos e mostrar que estes também precisam de
uma família e são capazes de amar os pais adotivos, assim como uma criança
que cresceu ao lado de seus pais.

Procedimento:

1- exibição do filme “Um sonho possível”, que retrata a vida de um jovem de


17 anos, um garoto pobre, sem casa, filho de uma mãe viciada em drogas,
pai ausente, que sofreu e presenciou atos de violência e sem um futuro
promissor. que é adotado por uma família após ver que ele se encontrava
numa situação de fragilidade e abandono. Ele tinha tudo para se tornar um
adulto violento e envolvido com a criminalidade, mas, após ser adotado,
mesmo com todo o sofrimento vivido, se tornou um jovem cheio de ternura,
bondade e com um extinto de proteção para com aqueles que amava.
2- Após a exibição do filme, deverá ser iniciada uma discussão enfocando
os temas apresentados no filme, como traumas sofridos na infância ou
pelo desprezo, preconceito do outro para consigo, abandono ocorrido pela
indiferença da sociedade para com ele e inclusão social. Enfocando na
importância de se eliminar o preconceito que existe em relação à adoção
de crianças mais velhas ou com conflitos, visto que a maioria dos pais
desejam adotar recém-nascidos com receio dos traumas que os mais
velhos trazem, o filme mostra como a família passou a amar o jovem
mesmo ele não tendo crescido ao lado deles e foi esse amor que o tirou
do caminho do crime e das drogas.
4º encontro: preconceito e Exclusão.

Objetivo: Trabalhar temas como: Preconceito, exclusão social, “Booling”


(atitudes de chacota, piadinhas e agressões entre os indivíduos, principalmente
observada nas escolas e nas relações de trabalho), reforçar a auto-estima,
percepção, de padrões energéticos pessoais. A dinâmica faz com que os pais se
coloquem na posição de discriminados e assim elaborem uma reflexão acerca
de como se sentem as pessoas discriminadas. Dessa forma esse encontro da
continuidade à conscientização em adotar crianças mais velhas, com
necessidades especiais e de diferentes etnias, mostrando que não se deve
rotular e que se deve tratar todas as pessoas igualmente, independe de cor, raça
e classe social.

Tempo: 40‟

Material: Etiquetas autocolantes com frases como:

SOU CRIATIVO: OUÇA-ME

SOU INFERIOR: IGNORE-ME

SOU PREPOTENTE: TENHA MEDO

SOU SURDO(A): GRITE

SOU PODEROSO(A): RESPEITE

SOU ENGRAÇADO(A): RIA

SOU SABIO(A): ADMIRE-ME

SOU ANTIPÁTICO(A): EVITE-ME

SOU TÍMIDO(A): AJUDE-ME

SOU MENTIROSO(A): DESCONFIE

SOU MUITO PODEROSO(A): BAJULE-ME

APERTE MINHA MÃO

ABRACE-ME

ME ISOLE

PISQUE PARA MIM


ME CONVIDE PARA DANÇAR

AFASTE-SE DE MIM

IGNORE-ME

SEGURE MINHA MÃO

DIGA-ME OLÁ

ME FAÇA UM ELOGIO

ME DESEJE PARABÉNS

ME FAÇA UM CARINHO

Descrição: O facilitador explica ao grupo que farão uma atividade onde serão
coladas etiquetas na testa de cada um e que ninguém pode ver o que está escrito
em sua testa, nem os poderá falar o que está escrito na testa dos outros.

Processos:

1- Colocar as etiquetas na testa de cada um. Reforçando que não poderão


saber o que está escrito e que nem um participante pode contar ao outo
o que está escrito.
2- Após todos estarem devidamente “rotulados”, pedir para que andem pela
e sala e interajam uns com os outros de acordo com o que está escrito na
testa de cada um. Isto é, se comportando de acordo com oq eu está
escrito na testa de cada um dos participantes.
3- Deixar que interajam por volta de 5 minutos.
4- O facilitador deve observar atentamente as reações e clima gerado pelo
exercício para que tenha subsídios para fomentar a discussão posterior.
5- Após esse período cessar a atividade e pedir para que sentem. Mas, não
tirem a etiqueta. Vale a norma de não saber o que estava escrito em sua
testa nem comentar o que está escrito na testa dos outros participantes.
6- Perguntar a cada participante individualmente:
Que sentimentos teve durante a atividade? Sentiu-se bem?
Pressionado? Deslocado? Confortável?
Como os outros participantes reagiram com você? Como se sentiu em
relação a eles?
O que acha que está escrito em sua testa?
Pedir para que tire sua etiqueta e olhe o que está escrito.
Era isso que esperava que estivesse escrito? A atitude que tiveram com
você foi justa? Agora que sabe o que estava escrito, seu sentimento em
relação a como lhe trataram mudou?
7- Ao término de todos os depoimentos, perguntar:
O que podem extrair dessa experiência?
O que acarreta esse tipo de situação: Preconceitos? O hábito que temos
de rotular as pessoas? A própria pessoa não ter autoconfiança e
autoestima e irradiar essa energia para os outros?
O que ocorreu durante a atividade, pode acontecer em nosso dia a dia?
As pessoas que foram discriminadas como se sentiram? O que
poderiam fazer para não se sentirem assim?
As pessoas que se sentiram desconfortáveis. O que poderiam fazer para
se sentirem melhor?

Nota: O facilitador precisa se preparar para discutir os conceitos de: O


que são preconceitos, porque ocorrem. O que podemos fazer a respeito?
O que é um rótulo? Porque tendemos a rotular as pessoas? O que isso
acarreta nas relações.
Como nossas energias e pensamentos podem influenciar a nós mesmos
e as reações dos outros?

5º encontro: filho ideal e filho real

Objetivo: Colocar em discussão o tema filho ideal e filho real, para mostrar que
idealizar um filho pode muitas vezes não passar de uma ilusão, mostrando ao
grupo que devem enxergar as crianças com as suas individualidades e não a
partir do que sempre sonharam que seria o seu filho, levando em consideração
que a busca é de „‟famílias para as crianças e não crianças para as famílias‟‟.
Procedimentos:

1- O coordenador do grupo pedirá que se faça um circulo com todos os


participantes
2- Logo após ter feito o circulo, o coordenador entregará a cada participante
um papel e uma caneta.
3- O coordenador pedirá para cada um responder a seguinte pergunta:
„‟Qual seria o filho ideal para você?‟‟ explicando que o que eles
escreverem não será revelado.
4- Após todos terminarem de escrever, o coordenador fará uma reflexão
sobre o assunto, discutindo as questões de filho ideal e filho real.
Apontando que os pais às vezes não percebem o quanto a imagem do
filho ideal impede que os pais enxerguem o filho real com suas
características e dificuldades, seus limites e suas potencialidades, suas
demandas e necessidades.

6° encontro: Candidatos que obtiveram êxito na habilitação de adoção


relatam as vivências que constituíram a experiência

Objetivo: Seis candidatos que tiveram êxito na adoção relatarão as vivências


que constituíram as experiências do processo de adoção, respondendo
perguntas elaboradas pelos pais em processo de adoção, tais como: quais foram
seus medos e angústias durante o processo? As dificuldades? Quando
conseguiu a adoção? Como está sendo o processo de adaptação da criança com
a família? Relatando experiências positivas com o intuito de motivar as pessoas
que estão nesse processo para não desistirem ou desanimarem.

Material: envelopes, papel, caneta, uma urna contendo 12 números e outra


contendo 6 números e 6 crachás

Desenvolvimento:

1- Cada participante receberá um papel, uma caneta e um envelope


numerado de 1 ao 12.
2- Cada pessoa que obteve êxito na adoção recebe um crachá numerado de
1 ao 6.
3- Em seguida é solicitado que cada participante escreva uma pergunta
direcionadas aos pais que obtiveram êxito no processo de adoção em
relação às suas vivências durante e após o processo de adoção.
4- Logo após o coordenador sorteia um número na urna de 1 ao 12 que
corresponde à pergunta que será feita e um número na urna de 1 ao 6
que corresponde ao candidato que responderá a pergunta.
5- Respondida todas as perguntas, abre-se uma discussão sobre quais
foram as dúvidas mais frequentes e uma reflexão acerca dos maiores
medos e angustias dos pais em processo de adoção
6- Ao final cada candidato que obteve êxito deixa uma mensagem de
motivação aos pais que estão no processo.

7º encontro: encerramento.

Balão na Roda

Objetivos: Encerrar atividades; refletir sobre o trabalho realizado durante os


encontros; avaliar o grau de importância dos encontros para a vida pessoal e
para a chegada dos filhos adotivos e refletir acerca dos obstáculos que se
apresentam durante o processo de adoção.

Material: Balões coloridos, papéis cortados em tamanho pequeno em número


maior que o dos componentes do grupo, canetas ou lápis, aparelho de som,
música animada e música suave.

Duração: 30 minutos.

Desenvolvimento:

1. Distribuir um pedaço pequeno de papel e uma caneta ou lápis para cada


componente do grupo, solicitando que os mesmos possam escrever uma
mensagem sobre o que aprendeu nos encontros anteriores no papel,
dobrando-o depois em tamanho pequeno.
2. Oferecer um balão colorido para cada um (deixando que os mesmos
possam escolher a cor), pedindo que seja colocada dentro do balão
a pequena mensagem dobrada.
3. Solicitar que os participantes encham o balão e que seja dado um nó
na ponta.
4. Pedir que todos os balões sejam jogados para cima, ao som da
música, de maneira que todo o grupo possa tocá-los, avisando-os de
que nenhum balão poderá cair no chão. Se isso ocorrer, o facilitador
deverá estimular o grupo a jogá-lo para cima.
5. Encerrar a brincadeira, solicitando que cada pessoa pegue um balão
de cor diferente da sua.
6. Trocar a música, colocando uma música relaxante.
7. Dispor o grupo de pé, em círculo, pedindo que seja feito um exercício
respiratório para descansar.
8. Solicitar que o balão seja estourado e que cada um pegue a
mensagem de dentro. A mesma deverá ser lida em conjunto para
todos, ao som da música suave, promovendo uma reflexão no grupo.
9. Trocar a música e pedir para que o grupo a ouça de olhos fechados,
incentivando nesse momento uma breve avaliação, ou mesmo pedir
para que deixem uma mensagem para o grupo.
10. Encerrar a técnica, falando o quanto foi importante o trabalho com o
grupo em questão, motivando os mesmos para seguirem em frente
na luta por seus objetivos, com perseverança nas dificuldades.

Referencias

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (Brasília). Aben


Nacional. Dinâmicas de encerramento e avaliação. Disponível em:
<http://www.abennacional.org.br/revista/cap6.8.html>. Acesso em: 02 nov. 2017.

LILIAN. Dinâmica Passo A Passo. Dinâmica para trabalhar


preconceito e exclusão. 2011. Disponível em:
<http://www.dinamicaspassoapasso.com.br/2011/02/dinamica-para-
trabalhar- preconceito-e.html>. Acesso em: 02 nov. 2017.