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ÍNDICE

HISTÓRIAS DAS FALANGES MISSIONÁRIAS

FALANGE
PÁGINA

ÍNDICE
01

CHAMADA OFICIAL DAS FALANGES MISSIONÁRIAS


02

NITYAMA E MAGOS
03 – 07

SAMARITANA
08 – 10

GREGA
11 – 12

MAYA E PRÍNCIPE MAYA


13 – 14

MAGO (CONTIDA NA HISTÓRIA DAS NITYAMAS)


03 – 07

PRÍNCIPE MAYA (CONTIDA NA HISTÓRIA DAS MAYAS)


13 – 14
YURICY
15

DHARMO-OXINTO
16 – 17

MURUAICY
18

JAÇANÃ
19
ARIANA
20 – 21
MADALENA
22
FRANCISCANA
23 – 24
NARAYAMA
25 – 26
ROCHANA
27
CAYÇARA
28 – 30

TUPINAMBÁ
31

CIGANA AGANARA
32 – 33

CIGANA TAGANA
34

AGULHA ISMÊNIA
35

NIATRA
36
CHAMADA OFICIAL DAS FALANGES MISSIONÁRIAS
Nº F A L A N G E PRIMEIRA ADJUNTO DE APOIO

1 NITYAMA ANA MARIA Adjunto Alácio – Mestre Moraes

2 SAMARITANA VERA LÚCIA Adj Trino Amuruã \ Adj Alácio


Mestre Décio \ Mestre Moraes
3 GREGA ABADIA Adjunto Trino Ravance
Mestre Antônio Pereira
4 MAYA NANCYARA Trino Maralto
Mestre Gilfran
5 MAGO JEFFERSON Adjunto Valejo
Mestre Jefferson
6 PRÍNCIPE MAYA JOÃO GONÇALVES Adj AMONO – Mestre João
Gonçalves
7 YURICY EDELVES Trino Regente Aratuzo
Mestre Valdeck
8 DHARMO-OXINTO DINAH Trino Triada Tumarã
Mestre José Carlos
9 MURUAICY CARMEN LÚCIA Trino Herdeiro Ypuara
Mestre Albuquerque
10 JAÇANÃ DULCE Adjunto Trino Tapuy
Mestre Ferreira
11 ARIANA MARIA AUGUSTA Adjunto Trino Prator
Mestre Valter
12 M A D A L E N A MARIA DUTRA Trino ODASAN
Mestre Cícero
13 FRANCISCANA NILZA Adjunto Trino OTALEVO
Mestre João do Vale
14 N A R A Y A M A MARIA DE LOURDES Adj Trino Págamo
Mestre Arnóbio
15 R O C H A N A MUNIQUE Comandante Adjunto Valeiro
Mestre Manoel Barbosa
16 C A Y Ç A R A ZULMIRA Comandante Adjunto Aramós
Mestre Wagner
17 TUPINAMBÁ IONE Adjunto Trino Muray
Mestre Ademar
18 CIGANA AGANARA NERCY Adjunto Trino PALÁRIO
Mestre Aboud
19 CIGANA TAGANA MARLETE Adjunto Trino ROLZO
Mestre Edmundo
20 AGULHA ISMÊNIA GENI Adjunto Trino ANÚZIO
Mestre João Duarte
21 NIATRA JORGELINA Adjunto Trino MURAY
Mestre Ademar
22 A P O N A R A NAIR ZELAYA -X-
HISTÓRIA DO MAGO E DA NITYAMA

Foi na Grécia, numa cidadezinha que, segundo a Tia Neiva, cha-


mava-se Nityama, muito árida e seca, a ponto de os homens partirem para a
caça e para as guerras, formando Legiões enormes, deixando a cidade por
canta das moças. Foi nessa cidade que as Nityamas receberam a primeira evo-
lução, depois que elas se evoluíram, já como sacerdotisas, foram para a Índia.

Acho também, dizia Tia Neiva, que foi um nome dado por um
mensageiro a uma profetisa, uma das pitonisas daquela aldeia, daquela tribo.

Naquele tempo não existiam os nomes Esparta, Grécia e Índia,


existiam apenas os lugares, mas pela tradição dos homens, de saírem em tro-
pas, deduz-se que eram espartanos ou gregos, só tinham diferença de nomes,
mas tudo era Planície Peloponense, onde fizemos muito.

A nossa vida foi toda ali na Macedônia, todos nós temos mesmo a
nossa origem grega, como Ciganos. Existe a falange de ciganos, mas naquele
tempo todo mundo era nômade, não se tinha uma origem, muitas vezes um
chegava perdido naquela aldeia.

A preocupação de DEUS era reunir os grupos familiares e incenti-


var o homem para as grandes conquistas na Terra, porque as lutas é que nos
trouxeram até aqui, as conquistas de novos mundos, novas terras e de novas
idéias.

Logo depois veio o sacerdócio na Índia das Nityamas, que já era


urna coisa mais purificada, porém desde aquele tempo longínquo da Grécia as
Nityamas sofriam saudades dos seus entes queridos, que partiam para a guerra
e muitas vezes não voltavam, outros voltavam às vezes corno prisioneiros, e
estes entravam naquela mesma origem.

A pitonisa que recebeu o nome de NITYAMA era uma mulher


muito formosa, que possuía muitos dons mediúnicos e foi MAGDALA o seu
nome verdadeiro, até hoje conhecido nos planos espirituais. Ela morava em
uma daquelas províncias muito antiga, perto da Índia, conhecia ervas, fazia
trabalhos, invocava espíritos, onde começou a desenvolver um grupo de mo-
ças que passaram a ser chamadas de NITYAMAS.

A força de Magdala era tão grande que começou a dar condições


aos homens de voltar e ela mudou completamente a natureza daquela cidade e
da região em que vivia.

O fato é que ela foi adquirindo evolução e tinha a Voz Direta do


Céu, como temos hoje aqui no Vale do Amanhecer, dizia Tia Neiva.

Ela foi crescendo e dali surgiram muitas princesas, muitas fidalgas,


vinham de longe para ser uma Filha de DEVAS.

A MAGDALA é a madrinha dos DEVAS e a MADRUXA, por


sua vez, é a madrinha das NITYAMAS.

Elas faziam fogueiras, invocavam espíritos, protegendo dos males


da guerra os maridos, os noivos e todos os homens daquela tribo. Invocavam a
ponto de fazerem mesmo eles voltarem, contudo, eles demoravam muito, cus-
tavam a voltar com suas tropas, era uma vida muito triste, mas o espírito que
elas tinham de Guardiãs era tão sincero e sublime que alimentava as suas vi-
das.

Na realidade elas eram solitárias mesmo, e quando os homens


voltavam, formavam brincadeiras, dançavam em volta da fogueira, cobrindo o
rosto com um véu e eles, deslumbrados com as danças e com a beleza daque-
las jovens, escolhiam entre elas a sua esposa e, no momento do pedido, o
soldado descobria o rosto da jovem Nityama e casavam-se, fazendo rituais,
sempre em volta de uma fogueira, onde residia a força delas.

Certa época começou uma epidemia, moléstia que se alastrou por


toda a região, causando temor a toda a população. A causa da epidemia não foi
descoberta pelos médicos da época, muito menos pelos curandeiros, que na-
quele tempo se faziam muito presentes.

Enquanto a doença se alastrava, dizimando famílias, os esforços


eram em vão. As vítimas nada podiam fazer, a não ser aguardar a hora da
morte. O pânico foi geral e a preocupação crescia a cada instante, até que um
raio de esperança surgiu trazendo a cura e o conforto aos desesperados.

A cura tão esperada estava nas mãos de uma das moças daquele
grupo de jovens, que com simplicidade usava os seus poderes, fazendo a cura
dos doentes.

Logo a população tomou conhecimento do fato e os enfermos for-


mavam grandes filas na busca de suas curas. Ela fazia tudo isso por caridade,
sem receber nada em troca. Tudo corria normalmente, até um certo momento.

Quando as autoridades médicas ficaram sabendo que havia uma


moça curando a citada moléstia, não admitiram de forma alguma. A partir
daquele momento ela passou a ser um obstáculo para a medicina local, os
médicos estavam perdendo os seus ganhos e o próprio prestigio como profis-
sionais. Precisavam recuperar e conservar a sua reputação.

Assim sendo, as autoridades competentes tomaram a decisão de


expulsá-la da cidade, e ela teve que obedecer e deixar aquela localidade, se
afastando da família e do grupo a que pertencia, porém, a união do grupo era
tão forte que algumas jovens a seguiram.

Elas se instalaram em tendas muito humildes, em uma cidade vi-


zinha, e os moradores da cidade chamavam-nas de NITYAMAS, pelo fato de
terem vindo de uma cidade com esse nome.

As Nityamas sozinhas enfrentaram a pobreza e, naquela época,


elas juntavam pedaços de tecido colorido e faziam as suas roupas, sendo a
razão pela qual, hoje, a Indumentária da Nityama é formada de nesgas colori-
das.

As Nityamas faziam coisas magníficas, teatros, festas, mas tudo


delas começava com a fogueira, uma atitude muito autêntica das ciganas, ali
elas liam as mãos, das pessoas e faziam previsões do futuro. As pessoas viaja-
vam distâncias muito grandes para verem as Nityamas.
As tropas que pertenciam a outras tribos, naquele mundo, passa-
vam por aquela região e tinham um medo enorme das Nityamas, porque elas
manipulavam os fenômenos meteorológicos, praguejavam e quando pediam
chuva, elas invocavam os Deuses da Natureza, fazendo chover.

Eram respeitadas, e ficaram conhecidas como Filhas dos DEVAS.


Nityama significa Filha dos Deuses, Filhas da natureza, elas controlavam o
Sol e a chuva, e eram temidas até pelos piratas.

Elas progrediram muito, e outras moças solitárias de outras cida-


dezinhas iam encontrar com aquele grupo de Nityamas, porque era comum em
todas as cidades ficarem somente as mulheres, e os homens saiam com as
tropas em busca de conquistas, eram mercenários.

As Nityamas eram fabulosas, mas é preciso ter um espírito de


Nityama para ser realmente uma Nityama.

Aqueles homens que saiam com as tropas e ficavam impossibili-


tados de lutar, voltavam para a cidade, para a aldeia, ficavam para tomar conta
e ajudar as Nityamas. Estes homens eram os MAGOS, eles ajudavam e profe-
tizavam. Tinham, também, faculdades mediúnicas, desenvolviam a sua
mediunidade, adivinhavam e possuíam uma doutrina. Eram também aqueles
jovens que atravessavam os mares, e traziam uma Doutrina, um esclarecimen-
to do que era a vida neste universo.

Assim como Magdala, os Magos tinham comunicação com DEUS,


com os Planos Espirituais, porém nossa civilização não falava em Planos Es-
pirituais, existia, para eles, apenas um DEUS e, somente depois de JESUS é
que foram formados os Planos Espirituais, como o Canal Vermelho e outros.

Os Magos faziam muitas coisas e, juntamente com as Nityamas,


realizavam uma festa que era o preparativo dos Mestres, onde as jovens cobri-
am o rosto com um véu e os homens que chegavam escolhiam entre elas as
suas noivas. Por isso é que a Nityama só poderá ser solteira, caso contrário,
poderá correr o risco de uma nova escolha.
Era um ritual muito bonito, e Tia Neiva deu graças a DEUS, na
ocasião em que contava esta história, porque na época as forças já favoreciam
o desenvolvimento destes rituais.

As Nityamas e os Magos fizeram a primeira obra do mestrado,


quando existiam as Zíngaras, que se juntavam para a realização dos rituais. As
Zíngaras eram as mesmas Nityamas que trocavam apenas de Indumentária,
porém podiam ser solteiras ou casadas.

Hoje as Nityamas e os Magos são os médiuns que vieram para


atender o mestrado, formar as Filas Magnéticas, fazer as Côrtes para os ritu-
ais, Imantrar os ambientes, abrir a “Chama da Vida”, receber as energias dos
mestres que descem da Estrela Candente, ocupar a Cassandra, fazer Côrte para
a abertura do Oráculo e Cruz do Caminho, atender os trabalhos realizados no
Turigano, na Estrela Sublimação, Sanday de Tronos, conforme as leis escritas
deste Amanhecer, servir aos “Adjuntos” quando convocados e ornamentar o
Templo onde estiverem, conduzindo a beleza nos trajes e no seu porte no Tem-
plo. As Nityamas e os Magos são responsáveis, também, pelas aulas do Pe-
queno Pajé.

Não é somente com o uniforme que a Nityama deve se portar como


Nityama. Nas incorporações nos Tronos, mesmo que ela não esteja de
Indumentária, deverá estar sempre com um véuzinho cobrindo o rosto para
incorporar, para entrar nas Filas. Mesmo que esteja com o uniforme de Jaguar
ou Branco, deve usar um “mantinho” para ser conhecida pelos DEVAS e pelo
povo.

Quando estiverem no Templo, devem ter o porte de uma moça, de


uma Missionária, usando a sua Indumentária com elegância, sendo muito pe-
rigosas as brincadeiras.

As Falanges de Nityamas e de Magos foram criadas em 1974, quan-


do foi preparada uma Côrte para a entrega do primeiro ritual de entrega de
“Diploma de Doutrinador”, no dia 1º de Maio e, logo em seguida, eles come-
çaram a receber as primeiras orientações e a preparação para o Mestrado.
HISTÓRIA DA SAMARITANA

No curso da Verdade proporcionada por nossa Doutrina, muitas


vozes dos Planos Superiores se uniram em torno do propósito de Pai Seta
Branca e de Mãe Yara, deixando através de nossa Mãe e Mentora Tia Neiva,
muitos esclarecimentos fundamentais, e a Clarividente sobre isso confirmou:
“Tudo que o homem possui é a sua própria alma, portanto, vamos
ilustrá-la...”.
Da mesma maneira que a nossa geração (Jaguares), está formando atra-
vés do Doutrinador e do Apará – Mestre Sol e Mestre Lua, o Oráculo do Ama-
nhecer ou Oráculo do Jaguar, assistidos do Plano Espiritual em sintonia mais
direta e próxima, por aqueles que conseguiram na Cachoeira do Jaguar, for-
mar o Adjunto de Jurema e se libertarem de seus Carmas... Aqueles entre nós
que conseguirem sucesso na jornada irão substituir o ciclo de funções hoje
ocupado por nossos Mentores e Guias, que irão para um outro ciclo...Aqueles
então, entre nós que conseguirem a graça da libertação, se unirão a outros
demais com a responsabilidade de assistirem os que na Terra ficarem.
Heranças conquistadas, manipuladas, transferidas...
No passado, funções desempenhadas por mulheres, de importância
fundamental em vários meios, sobretudo com reflexos sacerdotais, místicos,
etc. - Em cada tempo, continentes, nações, cidades (África, Índia, Tróia, Egito,
Grécia, Roma...), resultaram na formação de heranças, propósitos, afinidades
e responsabilidades, que se transportam no tempo facultando bases a novas
manifestações, resultando de maneira singular, na presença, aqui no Vale, das
nossas Falanges Missionárias.
Cada uma representando páginas do passado, atribuições específicas,
histórias únicas, regidas por aqueles e aquelas que um dia aqui estiveram, e já
conseguiram a reintegração à plena realidade espiritual, hoje assistindo aos
que ainda precisaram voltar, às margens do III Milênio, unificados neste Ama-
nhecer, nas Linhas do Amor e do Perdão do Grande MESTRE JESUS.
Nas linhas que se seguem, narramos o encontro de uma
SAMARITANA com JESUS, extraídas do Evangelho do Apóstolo João, que
consagrou no tempo, para a Eternidade do Espírito, entre outras situações que
resultaram no futuro, na formação da Herança que resultou na Falange de
SAMARITANAS.
JOÃO 4

“... E era necessário atravessar a província de Samaria. Chegou, pois, a


urna cidade Samaritana, chamada Sicar... Estava ali a Fonte de Jacó. Cansado
da viagem, assentara-se JESUS junto à fonte, por volta da hora sexta. Nisto
veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe JESUS:
– DÁ-ME DE BEBER. Pois seus discípulos tinham ido à cidade
para comprar alimentos. Então Lhe disse a mulher samaritana:
– COMO, SENDO TU JUDEU, PEDES DE BEBER A MIM
QUE SOU MULHER SAMARITANA (porque os Judeus
Não se davam com os samaritanos)? Replicou JESUS:
– SE CONHECERAS O DOM DE DEUS E QUEM É O QUE
TE PEDE: DAÍ-ME DE BEBER, TU LHE PEDIRIAS, E
ELE TE DARIA ÁGUA VIVA. Respondeu-Lhe ela:
– SENHOR? TU NÃO TENS COM QUE A TIRAR, E O
POÇO É FUNDO; ONDE, POIS, TENS A ÁGUA VIVA?...
Afirmou-lhe JESUS:
– QUEM BEBER DESTA ÁGUA VOLTARÁ A TER SEDE;
AQUELE, PORÉM, QUE BEBER DA ÁGUA QUE EU LHE
DER, NÃO MAIS TERÁ SEDE ETERNAMENTE; PELO
CONTRÁRIO, A ÁGUA QUE EU LHE DER SERÁ NELE
UMA FONTE A JORRAR PARA A VIDA ETERNA...

ABAXO OUTRO EPISÓSIO, NARRADO POR MÃE YARA,


NUMA REUNIÃO COM TIA NEIVA, JUSTAMENTE PARA
SAMARITANAS, NO PÁTIO DA LOJINHA, EM 24 DE AGOS-
TO DE 1980, ASSIM REGISTRADO EM FITA K7:
“... De forma que me dá um prazer muito grande, de ter essas Falanges tão
organizadas, e que enfrentaram as piores situações possíveis. Foi, foram as
Nityamas e as Samaritanas. Com todo respeito às outras Falanges, mas,
Nityamas, Magos e Samaritanas, foram que enfrentou mesmo este mestrado e,
toda a minha vida eu digo sempre isso. As Samaritanas, as Nityamas, no espa-
ço, são as Araganas que limpam os caminhos, que limpam os caminhos dos
Cavaleiros, entendeu?
...Entendeu? Elas são as Araganas que limpam os caminhos das
Legiões, dos Mestres; é uma Falange lindíssima...

As Samaritanas ficam em determinados lugares, porque aqueles


Cavaleiros vão penetrando naquelas cavernas, com aquelas redes magnéticas,
como vocês viram, e muitas vezes vai faltando energia, eles ficam sem ener-
gia, igual a um homem quando trabalha aqui, e elas, elas são que estão ali,
sempre com aqueles, aqueles... aquele aparelho que, coloca, que eles voltam
as forças, a energia; alimentação... a Água Viva. Elas estão sempre, porque
foram elas, foram elas que enfrentaram os soldados Romanos, entendeu? As
Samaritanas, elas enfrentaram os soldados Romanos. Já contei pra vocês, e
vou dizer mais uma vez:
Quando JESUS chegou no cais em Roma, Ele tinha muita sede e
pediu água a um cidadão que estava assim e, um soldado foi e bateu no cida-
dão e jogou a água fora.
E ai, Samaritanas estavam ali no poço, que vinham da Samaria,
algumas mulheres; elas não tiveram medo do Soldado. Encheram uma Ânfora
e deram a JESUS pra tomar...
JESUS então perguntou à Samaritana:
– ENTÃO MULHER, NÃO TENS MEDO DO SOLDADO
ROMANO? E ela Lhe disse:
– NÃO, SENHOR! ACREDITAMOS EM TI...

Salve Deus!
HISTÓRIA DA GREGA

Nossa Mãe Clarividente, numa Aula para as Gregas, nos relatou que
as Gregas eram as jovens daquele Mundo Grego, as cidades estados, que fo-
ram se agrupando na sintonia do Deus Apolo, no Oráculo de Delfos, onde
nossa Mãe Clarividente nessa época era Pítia a Pitonisa de Apolo.

Os Espartanos eram nessa época os maiores guerreiros do mundo,


com grandes especializações, e inovaram as artes de lutas e guerras, e eram
respeitadíssimos. Com poucos guerreiros os Espartanos conseguiam vencer
batalhas com um número bem superior de inimigos. Os Gregos Espartanos
ganharam tanta fama que alguns Reis alugavam Guerreiros para algumas ba-
talhas.
Porém, depois que passaram a acreditar em Pítia, ou seja, nos pode-
res daquele Oráculo, esses Guerreiros só partiam após serem ionizados pela
Pitonisa, e como venciam as batalhas, cada vez mais crescia a fama e a crença
nos poderes do Deus Apolo.

Pítia pedia àquelas jovens para recolherem as armas dos feridos ou


dos mortos para serem consagradas no Oráculo, pois acreditava que o Soldado
que estivesse sem a arma e essa arma não fosse consagrada, seu espírito não se
evoluía, ficava perdido e em pleno sofrimento.

Foram grandes missões executadas pelas jovens Gregas no socorro


daqueles Guerreiros feridos, bem como no recolher suas armas. Estas jovens,
durante consagrações, ficavam nos portões de honra e guarda, enquanto outras
faziam aquelas filas, levando para o Oráculo aquelas armas dos Guerreiros.

Nos diz nossa Mãe Clarividente que esta é a origem das Gregas, que
vem dessa época junto a Pítia e também a origem da Lança dessa Falange
Missionária de Gregas.

Essa Indumentária também tem origem na época de Pítia. Hoje pode-


mos entender porque nossa Mão Clarividente, sempre quando ouvia uma Gre-
ga fazer a Emissão e o seu Canto, ela chorava e ficava muito emocionada, pois
essa herança realmente foi marcante na bagagem espiritual de nossa querida
Mãe em Cristo JESUS.

Salve Deus!

Uma Grega Missionária, quando ouvir o Canto das Gregas, deverá


ficar de pé, pois o Canto representa o Hino da Falange. Deverá ser feita a
Emissão e a seguir o Canto, numa posição elegante, com a voz alta, firme e
pausada.

Salve Deus!

PRINCESA KALI
A Guia Missionária Abariana Verde é a Guia da Individualidade da
Ninfa Ana Júlia, e é também a Guia Missionária da Falange de Gregas.

Esta Guia Missionária é também chamada por nossa Mãe Clarividen-


te de PRINCESA KALI, e tem um Albergue nos Planos Espirituais. Têm mui-
tas Ninfas que a acompanham nas Jornadas Espirituais, que também são cha-
madas de Povo de Kalis. Saem nas relvas e nos pântanos à procura de Espíri-
tos perdidos ou agarrados nos verdes pântanos, e com a ajuda dos Cavaleiros
de Oxosse, esses são levados para os Albergues e Hospitais para seus trata-
mentos.

As Kalis são respeitadíssimas nos Planos Espirituais, porque carre-


gam suas Lanças Etéricas e até mesmo Bandidos do Espaço as respeitam nos
seus trabalhos de socorro a espíritos necessitados.

Quando elas se manifestam neste Plano Físico trazem as Forças dos


grandes mares, o aroma das brisas marítimas, com a junção das forças dos
ventos – Tanoaês.

Uma outra característica das Kalis no Plano Espiritual, além de sua


Lança Etérica, é a sua altura, as Kalis são Espíritos de grande estatura e cau-
sam grande impacto àqueles espíritos sofredores que as vêem, e quando é
algum espírito que as querem enfrentar, imediatamente aquele espírito é cer-
cado por Lanças Etéricas, formando uma verdadeira barreira magnética para
aquele espírito que fica sem ação, e assim são transportados pelos Cavaleiros
de Oxosse a seus destinos.

Salve Deus!

HISTÓRIA DA MAYA E DO PRÍNCIPE MAYA

A civilização Maya foi uma de nossas ricas e tristes reencarna-


ções, na península de Yucatan, no México, onde tínhamos um desenvolvimen-
to material e científico superior ao de hoje, com amplo controle da energia
atômica. Havia o Homem-Pássaro, que voava por todas as direções com um
macacão especial, cheio de tubinhos energéticos.

Entre os Mayas, grandes sábios recebiam instruções diretamente


de Capela, tinham a Voz Direta e realizavam grandes fenômenos. Em sua
ambição, pretenderam capturar uma das amacês que passavam em vôo razante,
projetando a energia de Capela para aquele povo, mantinham aquelas áreas
livres de certos animais que aterrorizavam o Homem, traziam instruções, po-
rém sempre sem atravessar o neutrom.

Só que aprisionaram uma amacê errada, que produziu a desinte-


gração de toda aquela civilização.

“Uma certa tribo que habitava todo o continente americano, que


se espalhava em uma enorme civilização – povo que hoje denominamos Mayas
de Yucatã – cresceu a sua ciência a ponto de desafiar a sua própria natureza,
esquecendo dos poderes de Deus e da sua Natureza. Deus em seu reino, em
seu plexo, porque o Homem reconhece que foi anunciado o dilúvio! Porque o
Homem tem certeza de que, naquela era distante, o Sol se escondeu, arreben-
tou a trovoada e as águas, caindo do Céu, arrastaram para o oceano toda a
imundície daquela incomparável substân-cia em valores para o etérico.

Eram deuses querendo transformar sua própria natureza. Deus, sim,


em sua figura perfeita hieroglífica. Deus no Homem, porém, não existe, e não
existirá Homem-Deus! A sua sabedoria não tem limites, porém há um limite
para os seus poderes. Este limite está na precária condição de sua própria na-
tureza.

Desta vez, em Yucatã: por toda sua terra, aquela inteligência, que
mesmo nos labirintos eternos deixou seus rastros, foi sucumbindo o Homem e
subindo os deuses. Desta vez foi água, água que transbordou, levando a fortu-
na inigualável. Quando vale a Vida na mente de cada um dos seres humanos
que vivem e viveram em todas as épocas? Todo conhecimento é aproveitado.
Nada se perde, tudo se transforma.
Porém, quis a vontade de Deus ficarem seus rastros no labirinto
real deste caminho. Toda inteligência deixa um alicerce de sua unidade, como
deixaram os deuses Yucatãs quando foram recolhidos pela água. É preciso
amar Deus. Os deuses da imortalidade, sem este amor, muito pouco podem
fazer.

Por conseguinte, deixaram os deuses Yucatãs as suas fortalezas,


ficando bem clara a separação dos três plexos de nossa natureza. Porém, vol-
taram! Voltaram mais uma vez, insistindo em sua pequena e rude civilização:
pedra – mais uma vez, pedra – era só o que aprendia o seu coração, também de
pedra.

Sim, agora eram os Mayas! Mayas da infeliz experiência de Yucatã.


Força e Poder! O Sol e a Lua! Desta vez, o vento era seu condutor, feliz e
infeliz.

Sim, filho, depois do aprendizado é preciso retornar ao campo de


batalha da vida terrena, é preciso renascer e reconquistar, melhorando o teu
caminho cármico, obtendo novas conquistas, novos conhecimentos, para teres
a oportunidade de te conheceres a ti mesmo, porque somente a dádiva imortal
satisfaz os nossos desejos.

Muitas vezes, quando não conhecemos a nós mesmos, pensamos


que os nossos juízes são cruéis. Saibas que a libertação não está nas ruínas.
Voltamos tantas vezes quantas seja preciso. Voltamos pelas nossas ruínas, vol-
tamos em teu benefício. Seja qual for a provação das cicatrizes que assinala o
teu caminho, sofras amando e agradeças a Deus pela oportunidade que te fez
voltar.”“.

(Tia Neiva, 12.12.78).


HISTÓRIA DA YURICY

A história das YURICYS está relacionada com a história de


PÍTIA, vejamos o seu início:

“Pítia, a Profetisa, era uma mulher simples e tendente a viver


afastada do luxo e das ilusões materiais, dedicando-se mais ao mundo real
dos valores, do amor ao próximo, da justiça e da caridade, do que ao mundo
ilusório dos fatos.

Mas Pítia embora Divina, também era humana. Com o tempo, e


devido ao excesso de profecias que lhe exigiam um jejum de vários dias,
Pítia, após cada Oráculo, desfalecia, e sua recuperação requeria vários dias
de repouso.

Daí a razão pela qual ela escolher jovens, cujos maridos estavam na
guerra, para auxiliá-la na sua missão. Essas jovens, as YURICYS, que quer
dizer “FLOR DOS CAMPOS” na linguagem indígena, percorriam as Planíci-
es Gregas e Macedônicas, socorrendo, sob a sua inspiração, os Soldados feri-
dos em combate, famílias desgarradas de suas tribos, etc.

Uma delas, a Primeira YURICY, Indígena do Espaço, enviada de


outros Planos, era a Mestre da Ordem das YURICYS. Como elas não incorpo-
ravam e nem profetizavam, PÍTIA, pressentindo a morte física, determinou
que elas moldassem as MURUAICYS e as JAÇANÃS, que eram moças fugidas
das tribos mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias do Templo,
através de PÍTIA.
Hoje, a nossa missão já não é socorrer os soldados feridos fisica-
mente nos campos de batalha, de famílias desgarradas, mas de auxiliar junta-
mente com os Soldados do Exército de PAI SETA BRANCA a humanidade
que se encontra perdida e ferida espiritualmente numa batalha inglória pela
posse das coisas materiais.”“.

Esta é a nossa história...

HISTÓRIA DA DHARMO-OXINTO

A origem das Dharman Oxinto se perde na história das antigas


civilizações. Conforme o significado de seu nome – “A CAMINHO DE DEUS”
– essas Missionárias sempre estiveram ligadas aos rituais e à ajuda aos neces-
sitados, trabalhando com amor, bondade e dedicação, dando o exemplo vivo
do amor incondicional.

Não existe uma história completa da Falange Missionária de


Dharman Oxinto, mas pequenas passagens, talvez aquelas que foram mais
marcantes, e que nos foram reveladas por nossa Mãe Clarividente.
Uma época, no Antigo Egito, elas eram Sacerdotisas de Hórus,
filho de Ísis e Osíris, e compunha o Trino poderoso que regia o Egito. Era o
Deus Falcão, com o poder das Forças Celestiais regidas por Saturno. Sua re-
presentação se encontra nas pinturas da época conforme o desenho ao lado.
Essas Sacerdotisas eram guardiãs de poderosos segredos, e em seus rituais
manipulavam fortíssimas energias, principalmente curadoras.

No Peloponeso, as Dharman Oxinto, juntamente com as Yuricys e


as Jaçanãs, prestavam ajuda aos combatentes, tratando os feridos, minorando
o sofrimento dos moribundos e cuidando dos velhos e crianças envolvidos
pelas batalhas. Destacaram-se as Dharman Oxinto pelo trabalho com a Cruz
do Caminho, que, naquela época, havia sido instalada pelos Reis exilados do
Turigano. Eles se dedicaram ao auxílio de necessitados, em um castelo situa-
do num lugar ermo. Para marcar a entrada daquela trilha que levava ao castelo,
colocaram uma cruz. Assim nasceu a denominação de “Cruz do Caminho”, e,
pela ajuda que deram, as Dharman Oxinto hoje têm lugar de destaque no ritual
da Cruz do Caminho, ficando de honra e guarda a Mãe Yemanjá.

Há quase 600 anos, essa Falange encarnou como Freiras, na Euro-


pa, em um lugar perto de Paris, na França. Era uma fase de muitas guerras e
perseguições, com os senhores das terras lutando entre si, escravizando e ma-
tando sem piedade. O Convento daquelas Freiras se tornou famoso pelo auxí-
lio que prestava aos necessitados. Os doentes, feridos, fugitivos, enfim, todos
os que precisavam de abrigo e alimento, sabiam que as Freiras os receberiam.
E esse farol de amor despertou o ódio daqueles poderosos senhores, que com-
binaram arrasar o Convento.

Guiadas pelas Dharman Oxinto do Espaço, as Freiras fugiram para


uma enorme floresta, onde se refugiaram nas ruínas de um velho castelo, esca-
pando do massacre. Ali continuaram seus trabalhos, ajudadas pelos modestos
serviçais de castelos próximos. Esses serviçais tiravam, às escondidas, ali-
mentos e vestuário de seus senhores, e entregavam tudo às Freiras, para servi-
rem a quem precisava de ajuda. Ficaram conhecidas como as “Fadas da Flo-
resta”.

Assim foi sempre a Falange: marcada pela elevada posição nos


rituais e pela dedicação ao trabalho na Lei de Auxílio.

No Limiar do Terceiro Milênio, mais uma vez reunidas, as Dharman


Oxinto seguem sua gloriosa jornada, com missão específica em diversos ritu-
ais de elevada precisão, tais como a Iniciação, o Oráculo, a Autorização, a
Estrela Sublimação e a Cruz do Caminho. Trazendo a bagagem imensa, acu-
mulada em sua marcha através dos séculos, é preciso que, unidas pelo amor e
pela consciência de sua sublime missão, as Dharman Oxinto se lancem às
conquistas finais, amparando os caídos, confortando os desesperados, e dando
toda a assistência aos rituais. Jornada para a Luz – A Caminho de Deus...

A projeção das Dharman Oxinto do Espaço, sob a regência de


nossa querida Princesa ALINE, está cada vez mais forte. O conjunto de forças
de que dispõe uma Missionária está completo. Assim, temos tudo quanto pre-
cisamos para cumprirmos nossa missão.

Com harmonia, com amor, com equilíbrio, vamos unir nossas for-
ças e nossos corações não somente dentro de nossa Falange, mas com todos os
filhos de PAI SETA BRANCA, que estão conosco nesta luta. Irmanarmo-nos
com as outras Missionárias, buscar a sintonia com os Comandantes, suprir
cada trabalho com nossa presença, é o mínimo que podemos fazer para seguir-
mos, sob as bênçãos de nosso Pai, nossa caminhada.
HISTÓRIA DA MURUAICY

Nossa jornada iniciou-se em Delfos, quando Pítia, Nossa Mãe,


nos entregou esta missão que prossegue até hoje no Vale do Amanhecer.

Pítia sempre escolhera jovens, cujos maridos estavam em guer-


ra, para auxiliá-la na sua missão. Essas Jovens, as Yuricys, que quer dizer
“Flor do Campo” na linguagem indígena, percorriam as Planícies Gregas e
Macedônicas socorrendo os Soldados feridos em combate.

Uma delas, a Primeira Yuricy, Indígena do Espaço, enviada de


outros Planos, era a Mestre da Ordem das Yuricys.

Como elas não incorporavam nem profetizavam, Pítia, pres-


sentindo a sua morte física, determinou que elas preparassem as Muruaicys e
as Jaçanãs, moças fugidas de Tribos Mercenárias, que teriam a missão de fa-
zer as profecias no Templo.

Portanto, viemos das Planícies Macedônicas e passamos pelos


Andes, Esparta, Egito, Grécia, Roma, e compartilhamos nossos destinos
cármicos nessa jornada a mais de três mil anos.
Nossa missão já não é socorrer os Soldados feridos nos campos
de batalha, pois, portando a “Chama da Vida” e do Amor Incondicional auxi-
liaremos, junto aos valorosos Guerreiros de nosso PAI SETA BRANCA a
Humanidade que se encontra perdida e ferida espiritualmente numa batalha
inglória pela posse das coisas materiais.

Partiremos seguras para o III Milênio, na Força e no Amor de


nossa Mãe Clarividente, seguindo sempre o seu exemplo, tendo consciência
da nossa Missão.

Salve Deus!

HISTÓRIA DA JAÇANÃ

Quando em Delfos, Pítia escolhia jovens, cujos maridos esta-


vam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do
Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônicas e
peloponense. Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pítia reco-
mendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do
assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no
Templo de Apolo. Assim surgiram as Missionárias Jaçanãs, que na Linha
Dharman Oxinto, trabalham nas Iniciações, preparando os Mestres que vão
para os salões iniciáticos, e na Cruz do Caminho, colocando as morsas nos
Mestres e Ninfas Sol. A Primeira Jaçanã, Ninfa Lua Dulce, considera como
missão maior estar no Turigano todos os domingos, a serviço do Oráculo de
Yemanjá, dizendo que “a própria existência da falange está ligada à grandeza
e ao objetivo deste trabalho”.

“As Jaçanãs também acompanhavam Pítia, pelo mesmo desti-


no das Yuricys, porém com outra especialidade. Caminhavam mais longe e
eram cheias de estratégias, sempre para o bem. Faziam lindos trabalhos, acu-
diam aquela gente... Porém, como as Yuricys, se empolgavam naqueles reina-
dos e muitas vezes perdiam suas missões!” (Tia Neiva).
HISTÓRIA DA ARIANA

As Arianas invocavam a Estrela Testemunha, Estrela do Espaço,


testemunha do Povo que se encontra hoje neste Ciclo do Jaguar.

Todas as conquistas e realizações desta Doutrina foram registradas


pela Estrela Testemunha, da qual faz parte, dentre outros Povos, a Falange de
Arianas.

Nos Mundos Espirituais, as Arianas, como um dos membros da


Estrela Testemunha, tiveram a sua participação nas principais realizações des-
ta Doutrina, trazidas por nossa Mãe Clarividente, dentre as quais a Corrente
Mestra, o Mestrado, as Falanges Missionárias, os Trabalhos Iniciáticos, os
Sandays e os Rituais.

Hoje, no Plano Físico, as Arianas, através de seu Canto na Indivi-


dualidade, invocam o Poder dos Faraós e do Rico Vale dos Reis em busca de
suas heranças e de suas origens, que partem dos Grandes Oráculos (Ramsés,
Akhenaton e Amon-Rá), onde elas têm um grande compromisso.

A chamada dos Cavaleiros da LANÇA REINO CENTRAL, LAN-


ÇA VERMELHA, LANÇA LILÁS, LANÇA RÓSEA e CAVALEIROS DE
OXOSSE, pedindo sempre a sintonia com a Divina Estrela do Céu, traduz,
também, o compromisso das Arianas com os Trabalhos Iniciáticos.

As Arianas viveram na Cruz do Caminho, e um dos seus trabalhos


era ir em busca dos perdidos, na época das grandes conquistas, porque tinham
o poder de se comunicarem por telepatia.

Naquela época já se fazia presente o poder da Conquista Univer-


sal, o Poder Cabalístico. As Arianas saiam pregando o Evangelho Vivo de
Nosso Senhor JESUS CRISTO, fazendo os doentes adormecerem, amenizan-
do e curando a sua dor. Seu trabalho era com os encarnados.

Pelos fenômenos que produziam, principalmente na cura da men-


te humana, elas devolviam a Fé aos homens. Atuaram na Pérsia, Grécia, etc.,
onde eram muito perseguidas e enfrentaram muitas dificuldades.

As Arianas ostentam em sua Indumentária, na altura do Plexo, um


Brazão com sete raios coloridos. O Brazão representa a Mesa Evangélica e os
sete Raios a Força do Jaguar.
HISTÓRIA DA MADALENA

A Falange Madalena de Cássia tem como Guia Missionária


Madalena de Cássia que, segundo Tia Neiva, é a Missionária mais próxima de
Jesus. A sua Falange, no plano superior, trabalha nas filas magnéticas em prol
de todos os necessitados.

A Primeira Madalena é a Ninfa Lua Maria Dutra Barreto, tendo


como função especifica a participação no Turigano e nos casamentos, traba-
lhando sob a projeção das Missionárias do Espaço que formam a Falange da
Guia Missionária Madalena de Cássia, a Missionária mais próxima de Jesus,
para ajuda nas filas magnéticas àqueles que necessitam das energias curadoras
e desobsessivas. Essa Falange surgiu na Europa, na Idade Média, como freiras
que, nos conventos, auxiliavam aquelas fidalgas que buscavam proteção con-
tra a prepotência de seus preceptores, fugindo de casamentos não desejados ou
de alianças desastrosas.

Essa Falange tem como função específica a participação nos tra-


balhos de Turigano e Casamentos, porém ela pode ser solicitada pelos mestres
comandantes para participar de vários outros trabalhos, tais como: Cruz do
Caminho; Abatá da Missionária; Leito Magnético; Estrela Sublimação; Estre-
la da Missionária. Estrela da Falange Madalena de Cássia, juntamente com o
Adjunto Cayrã – Mestre Antônio Carlos – e realizada no último domingo de
cada mês.

O adjunto de Apoio da Falange é Adjunto Arqueiro o querido


Mestre Vladimir que dá todo apoio a mesma, com a força e luz que recebe do
grandioso Ministro Arqueiro, que nos rege nessa longa caminhada.

A primeira Madalena Ninfa Lua Maria Dutra Barreto é a coorde-


nadora da Falange. Ela recebeu essa missão das mãos de Tia Neiva com a
indicação de Pai Seta Branca, e procura cumpri-la com muito amor e dedica-
ção.

A segunda Madalena Ninfa Lua Idália Dias Custódio também foi escolhida
por Tia Neiva para essa missão. É uma missionária muito atuante e está sem-
pre pronta para colaborar com a Falange. Ambas, juntamente com todas as
outras missionárias da Falange. Procuram, com trabalho, amor incondicional
e dedicação, dar o melhor de si em prol da evolução espiritual de todos que
dessa Falange necessitar.

HISTÓRIA DA FRANCISCANA

Fomos tribos de Guerreiras, não conhecíamos civilização, mas


éramos unidas e lutávamos pela sobrevivência e sempre em proteção aos mais
fracos, ou seja, de tribos menores.

Quando uma tribo lutava contra outra, tinha sempre o cuidado de


enterrar os derrotados, quer estivessem vivos ou mortos. Então nós, as Guer-
reiras, saíamos à noite e, com as mãos, desenterrávamos e retirávamos os vi-
vos para curá-los.

Fazíamos sapatos de nossas vestes para colocarmos nos pés feri-


dos dos doentes.

Fazíamos túneis que chegavam até os depósitos de mantimentos


dos castelos (com a ajuda dos serviçais dos mesmos), e de lá roubávamos o
que podíamos para as tribos necessitadas. Muitas vezes levávamos tanto, que
morríamos carregando os fardos tão pesados.

Mas, quando entrávamos em luta éramos ferozes, exigentes


conosco mesmas e em obediência a quem nos comandava. Sempre unidas,
sem pedir nada em troca.

Convivíamos pacificamente com um povo também guerreiro, que


levava doentes para serem tratados por nós. Este Povo era chamado de
“FADINHAS”, e vivia nas matas sempre ajudando aos que precisavam.

Fomos enfermeiras incansáveis, nas guerras, sempre tentando sal-


var vidas. Fomos senhoras de engenho, fazendeiras (principalmente na época
do Angical).

Muitas foram Rainhas, Princesas, Aias, Prostitutas, Ciganas, Se-


nhoras de Centuriões, de Gladiadores, de Lacaios, de Carrascos, de Ladrões,
de Andarilhos, de pobres e de ricos por várias encarnações.

Depois dessas encarnações, tornamos a nos encontrar como


CLARRISSAS, em 1181 em Assis, e novamente em 1981 como
FRANCISCANAS no Vale do Amanhecer.

Nós Franciscanas temos como modelo CLARA DE ASSIS, que


em situação histórica, verdadeira e semelhante a FRANCISCO DE ASSIS,
rompeu radicalmente sem usar violência, com todas as convenções do seu
tempo.

Nossa história como CLARISSAS (uma de nossas encarnações


mais marcantes), começou no ano de 1181 e 1182.

CLARA DE ASSIS ou CLARA DE OFFEDUCCIO conheceu


FRANCISCO DE ASSIS na Igreja de São Rufino, e deste encontro surgiu
uma imensa simpatia e amizade.

CLARA ansiava participar do Movimento Cristão que FRANCIS-


CO DE ASSIS comandava, e com este conhecimento esperava ela que a oca-
sião seria esta.
HISTÓRIA DA NARAYAMA

O que é a Falange de Narayama?

Aqui no Plano Físico, sabemos que somos regidas pela força de


Koatay 108, e que conduzimos uma Força Universal do Apará e do Doutrinador.

Quando Tia Neiva trouxe esta Falange, ela colocou Koatay 108,
no livro que chamas de brasão, devido a Cruz do Doutrinador que mostrava as
duas forças. Por isso não temos missão especial aqui no Plano Físico. Emana-
mos com todos os trabalhos e nós, componentes, nos escalamos com amor.

Nos Planos Espirituais a Falange de Narayama tem uma Missão


Especial trazida por nossa Mãe Clarividente, de sermos apresentadas como
“Mulheres de Bênção”.

Mas nem por isso somos uma Falange diferente. Procuramos nos
irmanar com todas as Falanges e com amor, para que possamos chegar naquilo
que Koatay 108 sempre desejou.

Somos poucas, porém unidas. Não procuramos dividir, e sim mul-


tiplicar esta rica e feliz oportunidade que Koatay 108 nos deixou, para o com-
plemento de nossa missão.

A nossa Indumentária se compõe de um Vestido Preto com Gola


redonda, 2 (duas) Capas, uma Preta e outra Rosa Pink de organza, 3 (três)
voltas de corrente de um lado e do outro, Pente com tules preto, rosa e branco
brocal e liso por baixo, e as Luvas de Renda Preta.

Nossas Armas são o Brasão, a Lua com 4 (quatro) Estrelas. A


Ninfa Sol conduz o Brasão igual à Ninfa Lua.

A nossa Gola é Preta, bordada com 5 (cinco) carreiras de


lantejoulas, sendo 1 (uma) Rosa Choque, 1 (uma) Prateada, 1 (uma) Verme-
lha, outra Prateada e outra Rosa Choque. No meio da Gola traz a inscrição – 0
– 0 –, prateada para a Ninfa Lua e dourada para a Ninfa Sol.

Conduzimos também a Lança, mas somente nos trabalhos de


Imantração, Estrela de Nerú, Leito Magnético e na Consagração de 1º de Maio.

A Falange de Narayamas é apresentada pela Primeira Narayama


MARIA DE LOURDES e seu esposo, Mestre Arnóbio, que conduz a força do
Ministro PÁGAMO.

Também somos regidas pelo nosso Adjunto de Apoio que conduz


a força do Ministro ODALASSA. Nos reunimos sempre no 2º domingo de
cada mês, para ouvir as palavras da Primeira e das demais que pertencem a
essa CÔRTE DE NARAYAMAS.
HISTÓRIA DA ROCHANA

A História da Rochana aconteceu na Grécia antiga. Naquela épo-


ca, as guerras eram muito freqüentes e os povos se desentendiam por qualquer
motivo.

Num desses conflitos, todos os homens de uma certa região


tiveram de partir, deixando indefesas suas mulheres. As mulheres dessas ilhas
eram bonitas, lindas e sedutoras.

Foi quando o Rei se apaixonou perdidamente por uma de suas


súditas, cujo marido tinha partido, tentando subjugá-la com seu amor.

Começou, então, uma caçada sem trégua em que a Rainha não


admitia ser derrotada.

Foi então que Rochana apresentou seu lado lutador e guerreiro,


reunindo todas as mulheres que fugiam de seus lares, para confundir os perse-
guidores, e foram se esconder nas grutas e rochas que pontilhavam as ilhas
gregas.

Organizadas, as mulheres conseguiram escapar a todas as buscas


empreendidas, pois se deslocavam com muita agilidade pelas praias rochosas
das ilhas, levando uma vida árdua, mas muito saudável e livre.

Elas proviam seu sustento com caça e pesca. Vestiam confortáveis


túnicas brancas, muito despojadas, e enfeitavam-se de conchas, numa vida
simples junto à natureza.

Unidas em tudo, Rochana e suas companheiras fizeram sempre


face à odiosa vingança da Rainha que, afinal, não conseguiu realizá-la.

HISTÓRIA DA CAYÇARA

Salve Deus!

A Princesa Cayçara quando encarnada neste Plano Físico era uma


Cabocla que vivia na mata selvagem, e comandava um grande povo, razão
essa de ser o seu nome de origem indígena “CAYÇARA”.

Naquela época havia tribos de índios guerreiros que, por sua natu-
reza, eram rivais da Cayçara e de seu Povo, eles os perseguiam na tentativa de
exterminá-los.

Um dia a Cayçara teve uma visão, e por intuição começou a es-


conder seu Povo nas matas, prevendo a chegada daqueles selvagens guerrei-
ros.

Não tardou muito quando surgiram os rivais de sua tribo, sedentos


de ódio, de maldade, de destruição, que a pegaram, pois a Cabocla Cayçara já
sabia o seu destino, e por esse motivo ficou à mercê daqueles sanguinários
para salvar o seu povo. Eles a maltrataram, fazendo-lhe muitas crueldades,
terminando por sacrificá-la em uma roda de fogo.

Assim desencarnou a Cabocla Cayçara, sem que os seus coman-


dados (seu povo), sofresse o mesmo destino, ela desencarnou para salvá-los.

O povo da Cabocla Cayçara, sem a sua liderança, se perdeu, e hoje


no Plano Espiritual, ela na roupagem de Princesa Cayçara, está a reuni-los
nesta missão, neste sacerdócio.

A Falange das Cayçaras tem missão específica no trabalho de Es-


trela, razão pela qual trazemos em nossa Indumentária a miniatura da Estrela
Candente.

Somos as Caçadoras no Mundo dos Espíritos menos esclarecidos,


e trabalhamos juntamente com as Falanges das Madalenas, das Muruaicys e
com os Cavaleiros da Falange de Ypuena.

A missão no Mundo Espiritual é muito bonita, importante e sofri-


da.

As Caçadoras do Espaço vão aos Vales das Sombras, às Cavernas


e, onde estiver uma Cayçara, com sua rede magnética, estará ao seu lado um
Cavaleiro da Falange de Ypuena.

As Muruaicys seguem sempre na frente abrindo os portões mag-


néticos desses lugares (Vales das Sombras e Cavernas), onde encontram aque-
les Espíritos que “por sua força e ferocidade, são Espíritos de tal forma defor-
mados pelo ódio, por sua vibração negativa, que apresentam formas
animalizadas e até monstruosas”.

As Muruaicys se aproximam dos portões magnéticos, jogam seu


charme e vem cantando mantras muito bonitos e toda luz para aqueles Espíri-
tos, que estão do lado de dentro dos portões que separam o mundo evoluído,
dos negros abismos, das chamas ardentes, dos vales negros da incompreensão.

Os Espíritos ficam admirando aquela beleza e, como que hipnoti-


zados, são atraídos por aquele encanto, deixando-se levar e vão se aproximan-
do dos portões e, quando pensam em se afastar, aparecem as Guias Madalenas
que fazem no etérico, em frente aos portões, um poço de lama.

É uma lama pegajosa, de cor escura, repelente, onde elas


(Madalenas) se jogam, transformando-se, mudando sua roupagem e ficando
irreconhecíveis, semelhantes a esses Espíritos que as confundem e, na tentati-
va de agarrá-las, pensando serem elas da mesma condensação, são surpreendi-
dos e aprisionados pelas redes magnéticas lançadas pelas Guias Cayçaras, não
escapando nenhum.

Todos aqueles que ultrapassarem as barreiras dos portões de en-


trada são levados, pois os Cavaleiros da Falange de Ipuena, de honra e guarda
das Cayçaras as protegem com seus escudos.

As Guias Cayçaras clamam pela presença e a Força do Cavaleiro


da Lança Vermelha, do Poder da Cura Desobsessiva dos cegos, dos mudos e
dos incompreendidos, para ajudá-las a transportar esses Espíritos até a Estrela
Candente.

Eles recebem no trabalho de Estrela Candente a Energia


Ectoplasmática extraída do Plexo Iniciático dos Doutrinadores, deixada nos
esquifes, recebendo a Doutrina como complemento e o lenitivo para sua dor,
se energizando para que possam alcançar os Mundos Encantados de Deus Pai
Todo Poderoso.

Nossa Mãe Clarividente nos pedia sempre em reuniões, que lutás-


semos juntas, unidas, com as mentes elevadas a JESUS Divino e Amado Mes-
tre, para que em hipótese alguma viéssemos a magoar, ferir ou muito menos
decepcionar a nossa Princesa Cayçara, uma vez que ela já sofreu muito tentan-
do nos unir.

Salve Deus!

Zulmira Marciano Evangelista


1ª Cayçara

HISTÓRIA DA TUPINAMBÁ

NÃO DISPONÍVEL – Verificar com a 1ª Tupinambá – Yone.

HISTÓRIA DA CIGANA AGANARA

As Ciganas Aganaras representam o Espírito Nômade, o Jaguar,


conforme declara nossa Mãe Clarividente na Lei dos Prisioneiros. Recordam
as Ciganas a Tribo Katshimoshy, na velha Rússia, quando sua Capital era Le-
ningrado.

Ali encarnou esta Tribo trazendo o Misticismo e o seu Plexo com


a Força Bruxa, que propiciava a leitura da buenadicha, ou seja, a previsão do
futuro nas mãos e nas cartas.
Tínhamos também a capacidade de lidar com as plantas e as raízes
para curar. Estas eram vendidas e muitas das vezes as pessoas compravam
para fugir das nossas pragas, que ficaram famosas pelos seus efeitos.

Os homens da Tribo tocavam violão, violino, banjo e pandeiro, e


também faziam jóias de ouro e prata, e tachos de cobre para comerciar. Vendi-
am cavalos e galinhas, sendo que muitas vezes o cavalo era pintado conforme
a vontade daquele que o encomendava, e o resultado quase sempre era drásti-
co, pois ao lavarem o animal a tinta saia.

As festas eram lindas, as mulheres dançavam, os homens toca-


vam, e não faltavam as fogueiras para aquecer e afastar as feras, entre outras
os lobos. Até hoje nenhum Espírito Cigano, encarnado, suporta ouvir o uivo
de um cão, pois se lembra dos lobos famintos que comeram muitos de nós.

Deslocamo-nos da Rússia para a Espanha. Na viagem muitos pe-


receram (morreram) de fome, de frio, ou comidos pelos lobos. Somente os que
tinham fé sobreviveram, levando o Talismã Katshimoshy.

De acordo com os escritos de Nossa Mãe Clarividente, as Velhas


Ciganas são hoje as Primeiras de Falange, as quais ela enumera, dando inclu-
sive seus nomes ciganos. Espíritos muito preparados, pois a sabedoria passava
de uma para outra, não importando se quem recebia era sua filha de sangue, o
importante é que todos eram unidos pelo sentimento igualitário, como se to-
dos fossem pais e filhos uns dos outros.

Este sentimento de fraternidade e amor de nosso Povo, ainda per-


durou no exemplo de nossa Mãe Clarividente (Natacha), que não fazia distin-
ção entre nós, todos éramos iguais para ela, todos eram seus filhos e os filhos
destes seus netos.

Graças a Deus posso dizer que amamos o nosso Povo, porque te-
nho presenciado grandes provas disto, não somos melhores nem piores, somos
diferentes, palavras de nossa Mãe Tia Neiva.
Nercy Aboud
1ª Cigana Aganara

HISTÓRIA DA CIGANA TAGANA

NÃO DISPONÍVEL – Verificar com a 1ª Cigana Tagana – Marlete.

HISTÓRIA DA AGULHAS ISMÊNIAS

NÃO DISPONÍVEL – Verificar com a 1ª Agulha Ismênia – Geny.

HISTÓRIA DA NIATRA

NÃO DISPONÍVEL – Verificar com a 1ª Niatra – Jorgelina.

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