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MINISTÉRIO DA DEFESA

EXÉRCITO BRASILEIRO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO
DIRETORIA DE OBRAS DE COOPERAÇÃO
( Sv O Fort Ex/1946 )

NORMAS
ADMINISTRATIVAS
RELATIVAS AO
MATERIAL DO ACERVO
DA DIRETORIA DE OBRAS
DE COOPERAÇÃO
(NARMADOC)
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 2

NOTA

Solicita-se aos usuários destas Normas a apresentação de sugestões que tenham


por objetivo aperfeiçoá-las ou que se destinem à supressão de eventuais
incorreções.
As observações apresentadas devem conter comentários apropriados para seu
entendimento ou sua justificação, mencionando-se a página, o artigo, o parágrafo e
a linha do texto a que se referem.
A correspondência deve ser enviada diretamente à DOC, de acordo com o Art
78 das IG 10-42.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 3

ÍNDICE Fl

RELAÇÃO DE ANEXOS..................................................................................................... 4

DOCUMENTAÇÃO BÁSICA ............................................................................................. 5

FINALIDADE ...................................................................................................................... 6

TÍTULO I CONCEITUAÇÕES ............................................................................ 7

TÍTULO II SUPRIMENTO .................................................................................... 9

CAPÍTULO I - Aquisição ............................................................................................. 9

CAPÍTULO II - Fornecimento ....................................................................................... 11

CAPÍTULO III - Recebimento, Inclusão em Carga e Relacionamento........................... 12

CAPITULO IV - Pintura, Identificação e Cadastramento............................................... 14

CAPÍTULO V - Descarga, Desrelacionamento e Descadastramento ............................ 15

CAPÍTULO VI - Alienação ............................................................................................. 19

CAPÍTULO VII - Transferência de Material .................................................................... 20

TÍTULO III MANUTENÇÃO ................................................................................. 21

TÍTULO IV CONTROLE ........................................................................................ 22

CAPÍTULO I - Generalidades ...................................................................................... 22

CAPÍTULO II - Instrumentos de Controle .................................................................... 23

TÍTULO V INDENIZAÇÕES ................................................................................ 25

TÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS ...................................................................... 26


Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 4

ANEXOS Fl

ANEXO “A”
RELAÇÃO DE MATERIAL CONTROLADO PELA DOC COM PREFIXOS ALFANUMÉRICOS...... 27

ANEXO “B”
SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO........................................................ 31

ANEXO “C”
TEXTO DA MENSAGEM ACUSANDO RECEBIMENTO DE MATERIAL............................. 33

ANEXO “D”
TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO ............................................................................. 34

ANEXO “E”
TERMO DE RECEBIMENTO E EXAME DE MATERIAL ........................................................ 35

ANEXO “F”
GUIA DE REMESSA..................................................................................................................... 38

ANEXO “G”
FICHA CADASTRO DE MATERIAL CONTROLADO ............................................................. 41

ANEXO “H”
TERMO DE EXAME E AVERIGUAÇÃO DE MATERIAL ....................................................... 42

ANEXO “I”
TERMO DE DOAÇÃO .................................................................................................................. 46

ANEXO “J”
INQUÉRITO TÉCNICO ................................................................................................................ 47

ANEXO “L”
MAPA DA SITUAÇÃO DE MATERIAL CONTROLADO ........................................................ 53

ANEXO “M”
RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS ......................................................................... 54

ANEXO “N”
CALENDÁRIO DE ENCARGOS ................................................................................................. 57
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DOCUMENTAÇÃO BÁSICA

1. INSTRUÇÕES GERAIS
a. Instruções Gerais para a Correspondência no Ministério do Exército (IG
10-42).
b. Instruções Gerais para a Gestão de Material lnservível do Ministério do
Exército (IG 10-67).
c. Instruções Gerais para Realização de Licitações no Ministério do Exército
(IG 12-02)
d. Instruções Gerais para Indenização de Danos Causados a Terceiros por Vtr
Pertencentes ao EB (IG 10-44).

2. MANUAIS
a. Manual de Campanha C 20-320 - Glossário de Termos e Expressões para
Uso no Exército, primeira Edição.
b. Manual Técnico T5-505 - Manutenção do Material de Engenharia.

3. REGULAMENTOS
a. Regulamento de Administração do Exército (R-3).

4. DIVERSOS
a. Informativos Técnicos da DOC.
b. Catálogos e Manuais Técnicos de Operação e Manutenção de Material de
Engenharia.
c. Normas para o Emprego do Material de Engenharia em Situações
Especiais.
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FINALIDADE
As presentes Normas têm a finalidade de padronizar, coordenar e simplificar
procedimentos e atribuições necessárias às atividades administrativas do material
do Acervo da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC).

OBSERVAÇÃO
A expressão Acervo advém da circunstância de não existir material da gestão
DOC em QDM, ou seja, a DOC, diferentemente das extintas DME, DMM, DAM,
DMI e outras Diretorias, não é Diretoria Provedora.
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TÍTULO I

CONCEITUAÇÕES
Art. 1º Dos conceitos básicos

1. Adaptação
É uma modificação no desenho ou na montagem de qualquer parte do equipamento para
aumentar sua segurança ou rendimento.

2. Autorização de Descarga
Ato de aprovação, pelo Comandante do Grupamento de Engenharia de Construção para as
suas OMDS, ou pelo Diretor de Obras de Cooperação no caso dos 9º, 10° e 11° BE Cnst, da
descarga do material controlado do Acervo da DOC.

3. Averiguação de Material
De acordo com o R-3 é o ato de verificação da causa dos estragos, dano, inutilização,
etc, afim de ser o prejuízo imputado aos detentores, usuários ou à União, conforme o caso.
Verificará ainda se houve ou não motivo de força maior de que trata o Art 147 do R-3.

4. Canal Técnico
É o canal através da qual o comandante de engenharia de cada escalão exerce uma ação de
coordenação e controle técnico, diretamente sobre a engenharia dos escalões subordinados. Para
efeito destas Normas, o canal técnico do Sistema de Obras de Cooperação é: DEC – DOC – Gpt
Eng Cnst – OM Eng Cnst (exceto os 9º, 10º e 11º B E Cnst, que estão tecnicamente subordinados
à DOC).

5. Exame de Material
De acordo com o R-3 é o ato de verificação do estado do material e, principalmente, se ele
é susceptível ou não de reparação ou recuperação.

6. Homologação de Descarga
Ato de confirmação, pelo:
- Diretor de Obras de Cooperação, da descarga do material:
a. controlado do Acervo da DOC para todas as OM E Cnst; e
b. não controlado do Acervo da DOC para os 9º, 10° e 11° BE Cnst.
- Comandante do Grupamento de Engenharia de Construção, da descarga do material não
controlado do Acervo da DOC relativo às suas OMDS.

7. Material
São todos os artigos necessários à utilização ou ao consumo para fins operacionais ou
administrativos.

8. Material do Acervo da DOC


Material adquirido por força de convênios, contratos, alienações, doações ou procedentes,
por transferência, do acervo de órgãos públicos. Para efeito destas Normas, o Material do Acervo
da DOC será grupado de acordo com o Anexo “A”.
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9. Material Controlado
Para efeito destas Normas são todos os materiais permanentes com valor de aquisição
superior a 15% do valor previsto para a dispensa de licitação tipificada no inciso II do Art 24 da
Lei 8.666/93, os altamente técnicos, os que apresentam periculosidade no manuseio e os que
exigem medidas especiais para a sua obtenção, produção, industrialização e comércio (materiais
estratégicos). Os principais materiais controlados, existentes nas OM E Cnst, estão relacionados
no Anexo “A”.

10. Material de 1ª Classe


Material sem uso e em bom estado.

11. Material de 2ª Classe


Material já usado, podendo ser reutilizado após as recuperações indispensáveis.

12. Material de 3ª Classe


Material inservível, cuja matéria-prima é aproveitável.

13. Material de 4ª Classe


Material inservível, cuja matéria-prima não é aproveitável.

14. Material de Consumo


É todo artigo que se destina à aplicação, transformação, utilização ou emprego imediato e,
quando utilizado, incorpora-se a outro bem.

15. Material Permanente


É todo artigo, equipamento, conjunto operacional ou administrativo, que tem durabilidade
prevista superior a dois anos e que, em razão do seu uso, não perde sua identidade física e, em
princípio, não se incorpora a outro bem.

16. Recebimento de Material


Ato de conferência dos artigos, segundo uma Guia de Remessa, Nota Fiscal ou
especificações contratuais do material adquirido ou fornecido, para levantar faltas quantitativas,
avarias, condições de conservação e de fornecimento.

17. Recuperação
Operação que consiste em colocar em estado de novo, quanto ao aspecto e funcionamento,
peças, conjuntos ou equipamentos completos. Compreende desmontagem completa, operações
de solda, rebitagem, ajustagem, alinhamento, balanceamento (equilíbrio), montagem, verificação
e testes.
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TÍTULO II

SUPRIMENTO

Capítulo I

Aquisição
Art. 2º Para aquisição de material controlado, com recursos oriundos de convênios e
contratos, a OM deverá solicitar autorização à DOC, seguindo o canal técnico, conforme
modelo constante do Anexo "B".
§ 1° Para a solicitação de autorização a OM deverá considerar que, em princípio, não será
autorizada a aquisição de:
1. automóveis de passeio tipo “veículo de representação” que destoem da sobriedade e
austeridade que uma OM E Cnst deve demostrar; e
2. viaturas, de qualidade não comprovada, custos de manutenção e aquisição elevados, que
requeiram pessoal e ferramental especializados e suprimento de peças de difícil obtenção.
§ 2° Para a aquisição de viaturas tipo automóvel de passeio e utilitário, a OM deverá
especificar somente na versão básica, com a finalidade de apoiar as obras, podendo conter
opcionais do tipo rádio toca-fita e direção hidráulica. Ar condicionado limitado aos veículos
comumente utilizados em grandes deslocamentos, pelo comando e seus assessores diretos.
§ 3° No processo de aquisição a OM deverá considerar, também, a:
1. padronização do seu material objetivando evitar imobilização de capital na estocagem de
suprimento procedente de vários fabricantes de um mesmo tipo de equipamento e facilitar o
sistema de manutenção;
2. especificação da linha diesel para as viaturas médias e pesadas;
3. especificação de equipamentos com opcionais de fabrica que melhorem as condições de
segurança e produtividade dos operadores;
4. substituição das viaturas leves destinadas ao transporte de pessoal nas sedes, por viaturas
médias, coletivas (micro-ônibus);
5. possibilidade de aquisição de viaturas, adotadas e/ou padronizadas pelo Exército
Brasileiro, conforme Portarias e Pareceres do Estado-Maior do Exército;
6. possibilidade de aquisição de equipamentos e viaturas usadas, em excelente estado de
conservação e com garantia; e
7. possibilidade de inclusão de contrato de manutenção preventivo e preditivo.
Art. 3º Quando o valor total da solicitação de aquisição de material controlado (Anexo
“B”), ultrapassar a 10% do valor total do Plano de Trabalho, a solicitação deverá ser
acompanhada de justificativa de como a OM pretende disponibilizar os recursos financeiros
necessários, com o Orçamento por Objeto de Gasto.
Art. 4º As aquisições de material controlado serão efetuadas em função da:
1. disponibilidade de recursos após assegurada a aquisição de todos os insumos necessários
à obra;
2. possibilidade de emprego do mesmo, de forma a amortizar sua aquisição;
3. existência de recursos; e
4. inexistência de similar disponível, ainda que em outra OM.
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Art. 5º Sempre que possível, as aquisições de material controlado serão realizadas de
maneira centralizada, buscando-se assim obter condições mais vantajosas em função do maior
volume da aquisição.
Art. 6º A informação do valor do material controlado, constante da solicitação de
aquisição, deverá ser coerente com o valor de mercado.
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Capítulo II
Fornecimento
Art. 7º Para o material adquirido de maneira centralizada deverá ser adotada a seguinte
sistemática:

1. a OM responsável pelo processo licitatório de aquisição remete:


a. a 1ª via do empenho para o fornecedor; e
b. uma cópia do empenho para a OM destino do material.

2. o fornecedor remete para OM destino do material:


a. o material; e
b. duas vias da nota fiscal, sendo uma delas a 1ª via.

3. a OM de destino do material remete:


a. a 1ª via da nota fiscal para a OM responsável pelo processo licitatório de aquisição; e
b. no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis, a contar da data da entrega do material na OM,
enviar diretamente à OM responsável pelo processo licitatório de aquisição mensagem fax
acusando o seu recebimento (Anexo "C").
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Capítulo III
Recebimento, Inclusão em Carga e Relacionamento
Art. 8º O material do acervo da DOC será mantido na OM em uma das seguintes situações:

1. incluído em carga (material permanente); e

2. relacionado (material de consumo).

Art. 9º O recebimento, a inclusão em carga ou o relacionamento do material serão feitos de


acordo com os preceitos contidos nos Art 66 a 75, tudo do R-3.

§ 1º O material adquirido pela OM será recebido e examinado no prazo máximo de 10 (dez)


dias a contar da data de entrada na OM.

§ 2° A OM ao receber (ou ter informações que receberá) material adquirido por outra OM
(OM responsável pelo processo licitatório de aquisição) e entregue por fornecedor civil, deverá
adotar os seguintes procedimentos:

1. caso o material não seja entregue até a data prevista no Contrato, enviar à OM
responsável pelo processo licitatório de aquisição, no prazo máximo de 48 h, mensagem fax
(Anexo “C”) caracterizando o não recebimento;

2. caso o material seja entregue dentro do prazo previsto no contrato e apresente


alteração de vulto, recusar o material e enviar à OM responsável pelo processo licitatório de
aquisição, no prazo máximo de 48 h, mensagem fax (Anexo “C”) caracterizando a recusa; e

3. caso o material seja entregue dentro do prazo previsto no contrato e apresente-se


sem alteração visível ou com alteração de pequeno vulto, aceitar o mesmo e enviar à OM
responsável pelo processo licitatório de aquisição:

a. mensagem fax acusando o recebimento do material (Anexo “C”), no dia da entrega;

b. a 1ª via da nota fiscal atestando no verso o recebimento provisório (Anexo “D”), no


prazo de 48 horas a contar da data de entrega. Não colocar outras anotações na nota fiscal
(frente ou verso);

c. parte ou termo de recebimento e exame do material (Anexo “E”), no caso de o material ter
sido recebido sem alteração ou com alteração, respectivamente, observado o prazo previsto no
§ 1º; e

d. mensagem fax caracterizando o cumprimento das obrigações da contratada (fornecedor


civil), após a mesma ter sido acionada pela OM recebedora e sanadas as alterações constantes do
termo de recebimento e exame do material.

§ 3º A OM ao receber material de outra OM (no caso de transferência), deverá adotar os


seguintes procedimentos:
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1. enviar ao Gpt E Cnst e este à DOC (se material controlado), imediatamente, mensagem
fax (Anexo "C") citando o material recebido e fazendo referência ao documento que autorizou a
movimentação desse material;

2. as alterações, quando houver, deverão ser informadas à OM fornecedora no verso


da Guia de Remessa (Anexo "F"), ao Gpt E Cnst e este à DOC (se material controlado),
através da mensagem que acusa o recebimento do material, para as devidas providências; e

3. a OM contemplada deverá informar imediatamente ao Gpt E Cnst e este à DOC (se


material controlado), via mensagem fax, quando os problemas pendentes forem resolvidos.

§ 4º A inclusão em carga não deverá ultrapassar 10 (dez) dias, a contar da data do


recebimento e exame do material.

§ 5º A nomenclatura usada para inclusão em carga de equipamentos e viaturas de


engenharia de construção deverá ser feita conforme a relação de prefixos alfanuméricos
constantes do Anexo "A".

Art. 10. A autorização para o recebimento de material controlado entregue por doação é da
competência da DOC.

§ 1º A solicitação de autorização deverá seguir o canal técnico, acompanhada de um Termo


de Exame do Material (Anexo “H” com as devidas adaptações, ou seja, sem a averiguação),
tendo a finalidade de se levantar a situação real do estado do material a ser doado e,
principalmente, se é compensador o seu recebimento.

§ 2º Após a autorização, a OM contemplada deverá solicitar ao doador o preenchimento do


Termo de Doação (Anexo "I"), remetendo 01 (uma) via à DOC, seguindo o canal técnico, para
fins de homologação.
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Capítulo IV
Pintura, Identificação e Cadastramento

Art. 11. Todos os equipamentos e viaturas do Acervo da DOC deverão ser pintados, à
medida que necessitarem de nova pintura, de conformidade com as cores aprovadas pelas
Normas para Classificação, Registro e Identificação dos Veículos Oficiais no âmbito do Exército
Brasileiro (NORCRIVE).

§ 1º A repintura dos principais equipamentos já em uso nas OM E Cnst deve ser conciliada
com as Normas para Pintura de Materiais de Engenharia do Exército Brasileiro (Port Nº
028/DMB, de 22 Nov 00) que estabelecem um padrão de procedimentos e de cores para pintura
daqueles equipamentos.

§ 2º A repintura para equipamentos não previstos pelas Normas citadas no parágrafo anterior
(§ 1º) deverá ser nas cores utilizadas para “viaturas administrativas” estabelecidas pelas
NORCRIVE.

Art. 12. Todos os equipamentos e viaturas do Acervo da DOC deverão continuar sendo
identificados, internamente pela própria OM, de conformidade com os prefixos alfanuméricos
constantes do Anexo “A”, ou seja, não deve ser adotada a identificação prevista pelas
NORCRIVE.

§ 1° A numeração será crescente e consecutiva, de acordo com a ordem cronológica do


recebimento do material pela OM, não devendo ser preenchidos os números vagos decorrentes
de alienação.

§ 2° A pintura no próprio material deverá ser efetuada em local bem visível e em cor
contrastante com a do equipamento ou viatura.

Art. 13. O material controlado será implantado no banco de dados de cadastro, de acordo
com a Ficha Cadastro de Material Controlado (Anexo “G”), e remetido à DOC, por meio
eletrônico, no prazo de 08 (oito) dias a contar da data de inclusão em carga.
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Capítulo V

Descarga, Desrelacionamento e Descadastramento


Art. 14. As descargas e desrelacionamentos serão efetuadas de acordo com os preceitos
contidos nos Art 85 a 95 do R-3 e com as normas baixadas no presente Capítulo.

Art. 15. Um material é passível de descarga quando:

1. for considerado tecnicamente amortizado;

2. necessitar de uma recuperação cujo custo ultrapassasse o seu valor real como material
usado;

3. necessitar de uma recuperação cujo custo ultrapasse 70% (setenta por cento) do valor do
material novo;

4. um estudo mais apurado não indicar a conveniência de se dilatar a vida útil do material,
não restando condições, portanto, para se amortizar uma parcela ponderável da despesa corrente;

5. a taxa de amortização está tão elevada que não produz serviços a preço de mercado; e/ou

6. não for mais fabricado e não existir no mercado peças/conjuntos de reposição, ou essas
peças/conjuntos não puderem ser substituídas por similares, mediante adaptações satisfatórias.

Art. 16. O material permanente será descarregado por despacho publicado em BI, com
base em um ou mais dos seguintes documentos administrativos:
1. Termo de Exame e Averiguação de Material (Anexo "H"), que tem por finalidades:
a. indicar a conveniência de recuperação ou a descarga do material; e
b. esclarecer as causas de avarias no material, concluindo se as mesmas são provenientes de
uso normal ou não.
2. Parecer do Fiscal Administrativo da OM, exarado no documento em que o detentor
participa a avaria, de acordo com o Art 86 do R-3;
3. Ordem de Transferência, proveniente do Gpt E Cnst, no caso de material não
controlado, ou da DOC, no caso de material controlado;
4. Sindicância ou IPM, instaurados de acordo com o Art 88 do R-3; e
5. Inquérito Técnico (IT), instaurado para apurar as causas, efeitos e responsabilidades por
avarias em Eqp/Vtr, provocadas por acidentes (Anexo "J").
§ 1° Para o material controlado, a OM deverá providenciar o descadastramento após a
homologação de descarga.
§ 2° Nos casos em que for instaurado o IT, fica dispensada a abertura de Sindicância.
§ 3° Nos casos em que o TEAM concluir que as causas das avarias foram provenientes de
negligência, imprudência e/ou imperícia dos responsáveis pela operação, emprego, manutenção
e/ou guarda, deverá ser instaurada Sindicância para nomear o responsável (ou responsáveis)
com a finalidade de imputar os prejuízos.
§ 4º O IPM é o processo mais indicado, nos acidentes de trânsito, mesmo nos acidentes
sem vítimas, para resguardar a administração pública de futuras imputações de responsabilidade
cível e/ou criminal, advindas das possíveis infrações do Código de Trânsito Brasileiro. Neste
caso o IT passa a ser um anexo do IPM.
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Art. 17. A autorização para descarga do material controlado (Anexo "A") é dada pelo Gpt
E Cnst, para as suas OMDS, ou pela DOC , para os 9º, 10° e 11° BE Cnst.

Art. 18. A homologação de descarga é feita:

1. pelo Gpt E Cnst, para o material não controlado de suas OMDS; e

2. pela DOC, para o material controlado de todas OM E Cnst, e para o material não
controlado dos 9º, 10° e 11° BE Cnst.

Parágrafo único. A autoridade que homologar a descarga determinará o destino do


material, observando-se as Instruções Gerais para a Gestão de Material Inservível do Exército
(IG 10-67) e Art 18 destas Normas.
Art. 19. O material poderá ser desmontado para aproveitamento de peças ou conjuntos,
como suprimento de 2ª classe.
Parágrafo único. Ao material aproveitável poderá ser dado o seguinte destino:
1. permanecer na OM; ou
2. ser transferido para outra OM, quando houver interesse.
Art. 20. Ao efetuar descarga de material com base no R/3, o Sistema de Obras de
Cooperação deverá observar a seqüência de procedimentos constantes do quadro abaixo:
MOTIVOS
CONDIÇÕES (Art 88) PROVIDÊNCIAS DOCUMENTOS
(Art 88)
- for de tempo de duração - o detentor participa ao
- Parte de Descarga
indeterminado ou tiver Fiscal
atingido o tempo mínimo de - o Fiscal dá parecer - parecer na Parte
duração previsto; e
- o Agente-Diretor - despacho na Parte
- for de valor atual inferior a manda descarregar com o Publique-se
0,25% do valor previsto no
inciso II do Art 24 da Lei - a OM remete ao Gpt a
- Ofício com
8.666/93; e Fl BI e a cópia da Parte
anexos.
- não for controlado de Descarga.
1. Inservibilidade - não atingiu o tempo - o detentor participa ao
(§ 1°) - Parte de Descarga
mínimo de duração; ou Fiscal
- for de valor atual superior a - o Fiscal dá parecer - parecer na Parte
0,25% do valor previsto no - o Agente-Diretor,
inciso II do Art 24 da Lei - despacho
conforme o caso:
8.666/93; ou a. nomeia Comissão de
- for controlado - TEAM
Exame e Averiguação
- indício de incúria ou b. abre Sindicância ou
- Relatório
imprevidência IT
- indício de crime c. abre IPM - Relatório
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MOTIVOS
CONDIÇÕES (Art 88) PROVIDÊNCIAS DOCUMENTOS
(Art 88)
- despacho (Termo)
ou solução
- o Agente-Diretor
(Sindicânia, IT ou
manda descarregar
IPM) com o
Publique-se.
1. Inservibilidade
(§ 1°) - a OM remete ao Gpt,
para autorização, e este à
DOC (se controlado), - Ofício com
para homologação, a Fl anexos
BI e cópia do Termo,
Sindicância, IT ou IPM.
- for de tempo de duração - o detentor participa ao - Parte escrita
indeterminado ou tiver Fiscal circunstanciada
atingido o tempo mínimo de - o Fiscal dá parecer - parecer
duração previsto; e
- o Agente-Diretor - despacho na Parte
- for de valor atual inferior a manda descarregar com o Publique-se
0,25% do valor previsto no
inciso II do Art 24 da Lei
8.666/93; e
- não for controlado, e
- haja indicação do - a OM remete ao Gpt a - Ofício com
responsável pelo Fl BI e a cópia da Parte. anexos.
ressarcimento do prejuízo ou
2. Perda ou a existência de causa que
extravio (§ 2º) justifique sua imputação a
União.
- o Agente-Diretor abre
- não atingiu o tempo Sindicância - Relatório
mínimo de duração; ou
- Solução da
- for de valor atual superior a - o Agente-Diretor
Sindicância com o
0,25% do valor previsto no manda descarregar Publique-se
inciso II do Art 24 da Lei
8.666/93; ou - a OM remete ao Gpt,
- for controlado, e para autorização, e este à
- não estiver caracterizado a DOC (se controlado), - Ofício com
responsabilidade pelo para homologação, a Fl anexos
ressarcimento do prejuízo. BI e cópia da
Sindicância.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 18

MOTIVOS
CONDIÇÕES (Art 88) PROVIDÊNCIAS DOCUMENTOS
(Art 88)
- o detentor participa ao
- Parte escrita
Fiscal
- o Fiscal dá parecer - parecer
- o Agente-Diretor abre
- Relatório
IPM
3. Furto ou roubo - Agente-Diretor manda - Solução o IPM
- Indício de crime
(§ 3º) descarregar com o Publique-se
- a OM remete ao Gpt,
para autorização, e este à - Ofício com
DOC (se controlado), anexos
para homologação, a Fl
BI e cópia do IPM.
- o detentor participa ao
- Parte de Descarga
Fiscal
- o Fiscal dá parecer - parecer
- autorização ou
4. Outros motivos
determinação pelo escalão - o Agente-Diretor - despacho na Parte
(transferências, manda descarregar com o Publique-se
superior para transferência,
etc) - a OM remete ao Gpt, e
alienação, etc.
esta a DOC, se - Ofício com
controlado, a Fl BI e anexos.
cópia da Parte.
§ 1° O prazo de validade dos documentos de origem que compõem o processo de descarga,
não deve ultrapassar 06 (seis) meses.

§ 2° Quando houver IT, IPM ou Sindicância, a OM detentora do material deverá remeter


somente a solução.
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Capítulo VI
Alienação
Art. 21. O material inservível será alienado observando-se os preceitos contidos nos Art 98 a
100 do R3, e os seguintes dispositivos:

1. Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei Nr 8.666, de 21 Jun 93, Capítulo I,


Seção VI);

2. Instruções Gerais para Realização de Licitações e Contratos no Exército (IG 12-02), em


vigor.; e

3. Instruções Gerais para a Gestão de Material Inservível do Exército (IG 10-67), em vigor.

§ 1º O prazo para alienação de material descarregado será de até 6 (seis) meses após a
homologação da descarga.

§ 2º Quando na primeira tentativa de alienação a OM não obtiver êxito, comunicará o fato à


DOC, seguindo canal técnico, e o prazo será prorrogado em mais 6 (seis) meses.

Art. 22. As receitas das OM, provenientes de alienações de bens móveis, terão as
destinações conforme estabelecidas nas Normas para a Administração das Receitas Geradas
pelas Unidades Gestoras do Exército (Port Nº 04-SEF, de 16 Jul 99).

Art. 23. Aos recursos provenientes de alienações de bens móveis, que permanecerem na
OM, serão dadas as seguintes destinações:

1. aquisição de suprimento e/ou serviço de manutenção de equipamentos/viaturas;

2. aquisição de ferramental e/ou acessório de oficina/laboratório de solos;

3. treinamento e aprimoramento de mão-de-obra especializada em proveito da atividade-fim


da OM; e

4. aquisição de materiais correlatos aos alienados para fins de reposição quando tratar-se de
mobiliário, equipamento e acessórios de escritório e de informática.

Art. 24. No prazo de 30 (trinta) dias úteis, a contar da data da alienação de bens móveis, a
OM informará à DOC, seguindo o canal técnico, o total arrecadado, as despesas realizadas, a
receita auferida e o destino dos recursos, observado o disposto no Art 23.

Art. 25. É considerado material inalienável:

1. o de valor histórico e cultural; e


2. aquele que, julgado inservível, possa trazer perigo à saúde pública ou revelar segredo
militar.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 20

Capítulo VII
Transferência de Material
Art. 26. A autorização de transferência de material permanente será concedida:

1. pela DOC, após parecer do Gpt E Cnst enquadrante, para o material controlado; e

2. pelo Gpt E Cnst enquadrante, para o material não controlado.

Parágrafo único. Para os 9º, 10º e 11º BE Cnst, a autorização será concedida pela DOC.

Art. 27. A efetivação da transferência ocorrerá quando:

1. para o material controlado - a ordem para transferência for publicada em BI da DOC; e

2. para o material não controlado - a ordem para transferência for publicada em BI do Gpt E
Cnst enquadrante.

Parágrafo único. Para os 9º, 10º e 11º BE Cnst, a efetivação de transferência de material
(controlado e não controlado), ocorrerá quando a ordem de transferência for publicada em BI da
DOC.

Art. 28. O material transferido deverá ser acompanhado de uma Guia de Remessa (Anexo
"F"), que será devolvida à OM de origem devidamente quitada.

§ 1° Quando se tratar de transferência entre OM do Sistema de Obras de Cooperação, deverá


ser observado o disposto no Art 26.

§ 2° Quando se tratar de transferência para OM que não seja do Sistema de Obras de


Cooperação, a solicitação de transferência, observado o disposto no Art 26, deverá ser
acompanhada de documento que manifesta o interesse da OM contemplada.

Art. 29. A inclusão em carga e a descarga de material transferido seguirão as instruções


contidas nos Capítulos III e V do Título II destas Normas.

Art. 30. Os custos para transferência de material ficarão por conta da OM contemplada.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 21

TÍTULO III

MANUTENÇÃO
Art. 31. O planejamento, a programação e o controle da manutenção do material do Acervo
da DOC, deverão ser regulados:

1. no âmbito do Sistema de Obras de Cooperação, por Diretrizes emitidas pelo Diretor de


Obras de Cooperação;

2. no âmbito do Gpt E Cnst, por Diretrizes emitidas pelo seu Comandante, com base nas
Diretrizes da DOC; e

3. no âmbito da OM E Cnst, por Diretrizes emitidas pelo seu Comandante, com base nas
Diretrizes do Gpt E Cnst.

Parágrafo único. As Diretrizes, com vistas a elevar os índices de disponibilidade e aumentar


a vida útil do material, deverão enfatizar a atividade de manutenção, destacando a (o):

1. manutenção com qualidade;

2. aumento da confiabilidade atuando prioritariamente na manutenção preditiva, na


solução de problemas crônicos, na eliminação de reserviços, na elaboração e utilização de
procedimentos e nas paradas de manutenção de mínimo prazo;

3. garantia dos prazos de execução de serviços, especialmente das paradas de manutenção


programadas;

4. elaboração dos planos de inspeção;

5. preservação da melhoria contínua da capacitação, da realização de programas de


treinamento e do desenvolvimento de novos métodos e procedimentos;

6. redução das interdependências dos serviços de manutenção, suprimento e inspeção;

7. orientação dos recursos próprios de supervisão para a gestão de atividades de manutenção,


de inspeção e de suprimento, análise preditiva e, para a fiscalização de serviços contratados;

8. contratação de empresas capacitadas técnica e gerencialmente; e

9. implementação de auditorias para verificação da aplicação das Diretrizes.

Art. 32. Aos equipamentos e viaturas do Acervo da DOC que se encontrarem na situação de
indisponíveis, devem ser observadas rigorosamente as normas de manutenção estabelecidas pelo
Boletim Técnico Nr 02/90, de 28 de dezembro de 1990, da Diretoria de Motomecanização.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 22

TÍTULO IV
CONTROLE

Capítulo I

Generalidades
Art. 33. O controle do material visa levantar os dados que servirão de base ao planejamento
das atividades de manutenção e de suprimento.

§ 1º - O controle tem por finalidade, ainda, assegurar a manutenção adequada e o correto


emprego dos equipamentos pelas OM detentoras, com vistas à preservação de sua
operacionalidade.

§ 2º - As OM devem estar permanentemente em condições de informar à DOC a Situação


do Material Controlado (Anexo "L").

Art. 34. O material adquirido com outros recursos que não forem de convênios, contratos,
alienações, doações ou procedentes, por transferência, do acervo de órgãos públicos, ou seja,
material que não for do Acervo da DOC, é administrado pelas Normas da Diretoria Gestora.

§ 1º Os Eqp e Vtr enquadrados no presente Art, ainda que não sejam do Acervo da DOC,
serão cadastrados conforme o Anexo “G”.

§ 2º A manutenção desses materiais deve ser realizada a conta da verba de convênio.


Eventualmente, a Diretoria Gestora poderá suplementar tais recursos, de acordo com suas
disponibilidades.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 23

Capítulo II

Instrumentos de Controle
Art. 35. Os documentos utilizados para o controle do suprimento são os seguintes:

1. Guia de Remessa (Anexo "F");

2. Termo de Recebimento e Exame de Material (Anexo "E");

3. Inquérito Técnico (Anexo "J");

4. Termo de Exame e Averiguação de Material (Anexo "H");

5. Ficha Cadastro de Material Controlado (Anexo "G");

6. Instrução de Avaliação do Sup e Mnt dos Eqp e Vtr E Cnst;

7. Relatório de Conferência Semestral do Suprimento em Estoque nos Depósitos para


Aplicação em Eqp/Vtr E Cnst; e

8. outros previstos no R/3 (RAE).

Parágrafo único. O material estocado nos depósitos para aplicação em Eqp/Vtr E Cnst,
deverá ser conferido:

1. periodicamente, ao fim de cada semestre, por uma comissão nomeada em boletim interno
da OM, para fins de gerenciamento do suprimento;

2. sempre que for substituído o responsável pelo acervo em depósito;

3. quando houver extinção do depósito; e

4. sempre que o Comandante julgar necessário.

Art. 36. Os documentos utilizados para o controle da manutenção do material do


Acervo da DOC, são os seguintes:

1. Livro-registro de Eqp / Vtr E Cnst (modelo no T5-505);

2. Ficha Cadastro de Material Controlado (Anexo "G");

3. Etiqueta de Lubrificação (modelo no T5-505);

4. Carta-guia de Lubrificação;

5. Instrução de Avaliação do Sup e Mnt dos Eqp e Vtr E Cnst (Instrução Nr 010
ADM/DOC); e
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 24
6. Instrução sobre os Indicadores do Gerenciamento das Frotas de Eqp E Vtr Eng Cnst
(Instrução Nr 012 ADM/DOC).

Art. 37. Os documentos utilizados para o controle do emprego do material do Acervo da


DOC, são os seguintes:

1. Livro-registro de Eqp/Vtr E Cnst (T5-505); e

2. Relatório de Informações Técnicas – RIT (Anexo “M”)

§ 1° O emprego em situações especiais de material que não seja do Acervo da DOC deve
observar a legislação da Diretoria Gestora pertinente ao assunto.

§ 2° O RIT deve ser elaborado pela OM usuária, para apresentar dados de natureza técnica
sobre o desempenho do material, destacando aspectos positivos e negativos, bem como
sugestões, com vistas a fornecer subsídios para possíveis aperfeiçoamentos.
Contç das NARMADOC...........................................................................................................Fl 25

TÍTULO V

INDENIZAÇÕES
Art. 38. A indenização do material deverá ser feita de acordo com os Art 146 a l50 do R-3.

§ 1º Para fins de indenização, o valor do material será aquele que permita sua reposição por
outro idêntico. Não havendo idêntico, o valor será o que permita sua reposição por outro similar.

§ 2º Quando se tratar de material controlado, o valor atualizado do material poderá ser obtido
por intermédio de pesquisa de preço de pelo menos 02 (duas) empresas do ramo cadastradas no
SICAF.

§ 3º Sempre que for possível, será exigido do responsável a reposição do material danificado
ou extraviado.

§ 4º Nas indenizações e procedimentos da OM, relativos ao ressarcimento dos prejuízos á


Fazenda Nacional, aplica-se a Portaria Ministerial Nr 1.250, de 26 Nov 81(IG 10-44), por tratar-
se de viaturas do Exército, as viaturas e equipamentos do Acervo da DOC.
Contç das NARMADOC..........................................................................................................Fl 26

TÍTULO VI

DISPOSlÇÕES FINAIS

Art. 39. O material controlado não pode ser transformado ou adaptado, sem autorização
prévia da DOC.

Parágrafo único. A solicitação de modificações do material deverá conter o RIT, elaborado


por Engenheiro Mecânico, e o orçamento.

Art. 40. Estas Normas poderão ser modificadas, sempre que necessário, a fim de aperfeiçoar
o sistema de suprimento, manutenção e controle do material do Acervo da DOC.

Art. 41. Os Anexos a estas Normas, que já possuem no canto superior direito um espaço
destinado à remessa, dispensam ofício para encaminhamento.

Art. 42. Em caso de dúvida a respeito de interpretação destas Normas os interessados


poderão consultar diretamente a DOC.

Art. 43. Os casos omissos serão solucionados pela DOC.

Art.44. Ficam revogadas as Instruções Nr 006 SEM/DOC, de 19 Set 99, e Nr 007


SEM/DOC, de 31 Ago 00.
Contç das NARMADOC..........................................................................................................Fl 27
ANEXO “A”
RELAÇÃO DE MATERIAL CONTROLADO PELA DOC COM PREFIXOS
ALFANUMÉRICOS
1. GRUPO 1 (Equipamentos de Construção, Autopropulsados, Rebocados ou Estacionários)
NOMENCLATURA PREFIXO
Bate estacas BE
Betoneira BT
Bitoladeira para dormentes BD
Britador BR
Caldeira de asfalto CF
Compactador de pneu, autopropulsado KP-1
Compactador de pneu, autopropulsado de pressão variável KP-2
Compactador de pneu, rebocado KP-3
Compactador de solo (manual) KS-M
Compactador de solo (vibratório) KS-V
Compactador liso, estático, autopropulsado KL-1
Compactador liso, estático, rebocado KL-2
Compactador liso, vibratório, autopropulsado KL-3
Compactador liso, vibratório, rebocado KL-4
Compactador pé-de-carneiro, estático, autopropulsado KC-1
Compactador pé-de-carneiro, estático, rebocado KC-2
Compactador pé-de-carneiro, vibratório, autopropulsado KC-3
Compactador pé-de-carneiro, vibratório, rebocado KC-4
Compressor de ar CA
Demarcador de faixas DF
Distribuidor ou espalhador de agregados (autopropulsado) EA-A
Distribuidor ou espalhador de agregados (rebocável) EA-R
Dosador de agregados ou dosador de material DM
Enxada rotativa ER
Escarificador EC
Escavadeira ES
Escavo-transportador ou raspo-transportado ET
Extrusora EX
Fábrica de tubos FT
Grade de discos GD
Grupo gerador GE
Guincho GC
Guindaste GT
Máquina para fazer meio-fio MEC
Máquina para solda a arco voltáico SV
Martelete pneumático MP
Mesa vibratória MV
Moto-escavo-transportador ou moto-raspo-transportador MT
Motoniveladora MN
Niveladora, puxadora e socadora de lastro ferroviário NL
Pavimentadora ou vibroacabadora de asfalto PV
Contç do An “A” das NARMADOC........................................................................................Fl 28

Perfuratriz de percussão PF-P


Perfuratriz montada sobre esteiras PE
Perfuratriz montada sobre rodas (Wagon drill) PR
Perfuratriz roto-pneumática PF-R
Pulvimisturador PM
Regulador de lastro ferroviário RL
Retroescavadeira RE
Rotavator RV
Socadora de lastro ferroviário SL
Tanque estocador de asfalto TEA
Trator agrícola ou trator de pneus TA
Trator de esteiras, D4 (ou similar) TE-4
Trator de esteiras, D5 (ou similar) TE-5
Trator de esteiras, D6 (ou similar) TE-6
Trator de esteiras, D7 (ou similar) TE-7
Trator de esteiras, D8 (ou similar) TE-8
Trator escavo-carregador de esteira ou carregadeira de esteira CE
Trator escavo-carregador de rodas ou carregadeira de rodas CR
Trator polivalente (tipo bob cat) BC
Usina de asfalto (fixa) UA-F
Usina de asfalto (móvel) UA-M
Usina de britagem (fixa) UB-F
Usina de britagem (móvel) UB-M
Usina de concreto UC
Usina de lama asfáltica ULA
Usina misturadora de solo US
Valeteadeira VL
Vassoura mecânica VM
Vibrador de imersão VB
Outros equipamentos similares (*)
2. GRUPO 2 (Viaturas)
NOMENCLATURA PREFIXO
Ambulância AM
Auto de linha e automotriz AL
Automóvel (de passageiros) AU
Caminhão (tipo QT) QT
Caminhão basculante CB
Caminhão betoneira CX
Caminhão comercial CC-G
Caminhão comercial ( tipo micro) CC-P
Caminhão comercial guincho (tipo munck) CC-M
Caminhão multi-caçamba (Dumpster) MC
Caminhão-fora-de-estrada (Dumptor) FE
Camioneta de passageiros CN
Camioneta pick - up CP
Carro frigorífico CF
Carro hospital CH
Contç do An “A” das NARMADOC........................................................................................Fl 29

Carro oficina CO
Carro socorro (tipo guincho) CS
Carro tanque para água CTA
Carro tanque para combustível CTC
Carroção alojamento VRP
Cavalo mecânico CM
Comboio de lubrificação CL
Distribuidor de asfalto DA
Jipe JP
Locomotiva (qualquer tipo) LC
Motocicleta MO
Ônibus ON-G
Ônibus (tipo micro) ON-P
Plataforma pantográfica PP
Prancha leito-alto PA
Prancha leito-baixo PB
Reboque RQ
Reboque agrícola RA
Reboque de lubrificação RL
Reboque dormitório RD
Reboque pessoal RP
Reboque tanque RT
Reboque tanque (água) RTA
Reboque tanque (combustível) RTC
Reboque-prancha (Tip-Top) TT
Semi - reboque SR
Semi - reboque basculante RB
Vagão bombeiro VB
Vagão carga (fechado) VF
Vagão carga (transporte geral ou animais) VA
Vagão comando VC
Vagão de passageiros (metálico) WP
Vagão gôndola VG
Vagão oficina VO
Vagão prancha (plataforma) VP
Vagão refeitório VR
Vagão tanque VT
Vagonete VN
Outras viaturas similares (*)
3. GRUPO 3 ( Equipamentos de Navegação Fluvial )
NOMENCLATURA PREFIXO
Embarcação patrulha de esquadra EPE
Embarcação de manobra E Man
Embarcação empurrador E Emp
Embarcação flutuante (balsas) E Flu
Embarcação transporte de pessoal (barco / motor) ET Pes
Embarcação transporte e empurrador ETE
Contç do An “A” das NARMADOC........................................................................................Fl 30

Motor de popa M Pop


Outros similares (*)

4. GRUPO 4 (Equipamentos Topográficos)


NOMENCLATURA PREFIXO
Estação total E Tot
Nível topográfico (laser) NT-L
Nível topográfico (ótico) NT-O
Sistema de navegação por satélite GPS
Teodolito topográfico T Top
Outros equipamentos similares (*)

5. GRUPO 5 (Equipamentos Diversos)


NOMENCLATURA PREFIXO
Máquinas de Usinagem
Implementos Pneumáticos
Implementos Agrícolas
(*)
Grandes Componentes para Usinas e Fábricas
Caldeiras Aquecedoras
Outros similares

(*) Observação: O prefixo será definido pela DOC, mediante proposta.


Contç das NARMADOC............................................................................................................. 31
ANEXO ”B”

SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE MATERIAL


CONTROLADO
(MODELO)
MSG NR _____ / __________, DE ____/_____/ _____
DO: CMT (OM)
PARA: SR DIRT OBRAS COOP
ASSUNTO: AQUISIÇÃO DE MATERIAL NR PAG:
RFR: ART 2º DA NARMADOC
AN: (JUSTIFICATIVA E ORÇAMENTO POR OBJETO DE GASTO - Se for o
caso)
NR FAX DSTN:
FAX E-MAIL
1. SOLICITAÇÃO DA OM
a. Solicito a V Exa autorizar a aquisição do seguinte material:
PREFIXO CARACTERIZAÇÃO QUANT PREÇO UNIT VALOR TOTAL Percentual do Pl
Trab

SOMA

b. Os recursos para aquisição são oriundos do Convênio (ou Contrato) Nr: __________, TA Nr
______ , Pl Trab Nr _________, no valor de R$ _________.
c. A solicitação acima justifica-se pelo fato de que os materiais similares existentes na OM
encontram-se na seguinte situação:
MARCA ANO Nr HORAS LOCAL MÉDIA EMPREGO
PREFIXO
MODELO FABR ou KM EMPREGO EMPREGO PREVISTO

________________
Cmt OM E Cnst
2. ANÁLISE E PARECER DO GPT
a. Existe Mat similar ocioso em outra OM, ECD ser empregado? Sim Não
Qual OM? _________________________
b. Existe possibilidade de emprego do Mat a ser adquirido, em OMDS, nos Sim Não
próximos 3 anos?
c. Existe Mat similar para locação? Sim Não
Onde? _____________________________
d. Existe possibilidade de alugar para terceiros o Mat a ser adquirido? Sim Não
e. Parecer quanto a conveniência da aquisição:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
________________
Cmt Gpt E Cnst
3. DECISÃO DO DIRT OBRAS COOP
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
____________________________
Dirt Obras Coop
Contç do An” B” das NARMADOC........................................................................................Fl 32

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO


PARA AQUISIÇÃO DE MATERIAL CONTROLADO

1. OM ENCARREGADA DO PREENCHIMENTO
- OM interessada na aquisição de Mat.

2. NÚMERO DE VIAS E DESTINATÁRIOS


- 1 (uma) via à DOC, por intermédio do Gpt para as suas OMDS.

3. CABEÇALHO
- Anexar a justificativa e orçamento por objeto de gasto quando o total da solicitação da
aquisição ultrapassar a 10% do valor total do Pl Trab (Art 3º da NARMADOC).

4. TEXTO

a. Prefixo - Empregar os prefixos do Anexo “A”. Exemplo: PF-2 para perfuratriz roto-
pneumática.
b. Caracterização - Tipo do material para aquisição. Exemplo: Rotativo-pneumática,
hidráulica, capacidade nominal de perfuração de 150 m.
c. Preço Unitário e Valor Total - em reais (R$)
d. % Pl Trab – Percentual que representa o valor total da solicitação em relação ao valor total
do Pl Trab.
e. Nr horas ou km - Quantidade de horas trabalhadas ou quilômetros rodados.
f. Local emprego - Local onde está sendo empregado.
g. Média emprego - Média em horas de trabalho ou quilômetros rodados dos últimos três
anos.
h. Emprego previsto - Horas de trabalho ou quilômetros rodados previstos para o ano.
Contç das NARMADOC .........................................................................................................Fl 33

ANEXO “C”

TEXTO DA MENSAGEM ACUSANDO RECEBIMENTO DE MATERIAL

1. MATERIAL NÃO ENTREGUE ATÉ A DATA PREVISTA NO CONTRATO .

OM RESPONSÁVEL PELO PROCESSO LICITATÓRIO DE AQUISIÇÃO "URGENTE


REFERENTE AO CONTRATO DE AQUISIÇÃO DO(A) (citar o material), INFORMO A V
EX QUE O(A) (nome da firma fornecedora) NÃO ENTREGOU O MATERIAL OBJETO DO
CONTRATO DENTRO DO PRAZO PREVISTO. CMT OM

2. MATERIAL ENTREGUE DENTRO DO PRAZO PREVISTO NO CONTRATO E


APRESENTANDO ALTERAÇÕES DE VULTO .

OM RESPONSÁVEL PELO PROCESSO LICITATÓRIO DE AQUISIÇÃO "URGENTE


REFERENTE AO CONTRATO DE AQUISIÇÃO DO(A) (citar o material), INFORMO A V
EX QUE ESTA OM RECUSOU, EM (data), ENTREGA DO MATERIAL OBJETO DO
CONTRATO, TENDO EM VISTA TER SIDO ENCONTRADO ALTERAÇÕES DE VULTO.
CMT OM

3. MATERIAL ENTREGUE DENTRO DO PRAZO PREVISTO NO CONTRATO SEM


ALTERAÇÃO VISÍVEL E/OU COM ALTERAÇÃO DE PEQUENO VULTO .

OM RESPONSÁVEL PELO PROCESSO LICITATÓRIO DE AQUISIÇÃO


INFORMO A V EX QUE O(A) (nome da firma fornecedora) ENTREGOU EM (data de
entrega), NESTA OM, MATERIAL CONSTANTE DO(A) (Nota de Empenho e/ou Contrato
e/ou Nota Fiscal), ANEXA, SEM ALTERAÇÃO (ou com as seguintes alterações). CMT OM

4. MATERIAL RECEBIDO POR TRANSFERÊNCIA

GPT E CNST
INFORMO A V EX QUE ESTA OM RECEBEU NESTA DATA O MATERIAL
TRANSFERIDO PELO BI (citar o BI que transferiu o material). CMT OM
Contç das NARMADOC..........................................................................................................Fl 34

ANEXO “D”

TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO


(Para ser colocado no verso da Nota Fiscal que acompanha o Material)

(MODELO)
ORGANIZAÇÃO MILITAR

O material descrito nesta Nota Fiscal foi ENTREGUE em ...../....../ ....... e RECEBIDO
PROVISÓRIAMENTE na data abaixo.

Quartel em (Guarnição), ......./...../......


(Assinatura, Nome Completo, Posto, Função e Nr Idt de cada integrante da COMISSÃO DE
RECEBIMENTO).
Contç das NARMADOC.................................................................................................Fl 35

ANEXO “E”
TERMO DE RECEBIMENTO E EXAME DE MATERIAL
(MODELO)
MINISTÉRIO DA DEFESA Em _____/ _____/ _____
EXÉRCITO BRASILEIRO Do
C Mil A________________ Ao
GPT ___________________ ________________________
OM ____________________ Cmt OM

TERMO DE RECEBIMENTO E EXAME DE MATERIAL Nr ____________


Nr de Fl __________
1. NOMEAÇÃO DA COMISSÃO: BI Nr _________, de ______/______/ _____

2. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL :

3. PROCEDÊNCIA DO MATERIAL:
a. Contrato de Aquisição: Nr _______________
b. Nota de Empenho: Nr ________, de ____/_____/______
c. Nota Fiscal: Nr __________ , de ____/_____/ ______ do (fornecedor)
d. Guia de Remessa: Nr _____ , de ____/___/ _____ da (OM)

4. ALTERAÇÕES
a. Estado de Conservação
b. Condições de Funcionamento

5. OBSERVAÇÕES:

Quartel em _______________, ______/ _____/ _______

__________________________
Presidente
_________________________
Membro
__________________________
Membro
Contç do An “E” das NARMADOC...............................................................................Fl 36

EXEMPLO DE DESPACHO DO TERMO DE RECEBIMENTO


E EXAME DE MATERIAL

(No verso da última folha)


DESPACHO:
1. À Fisc Adm para as seguintes providências:
a. incluir em carga, de acordo com o Art 75 do R3, observado o prazo previsto pelo §
4° do Art 9° das NARMADOC;
b. providenciar a correção das alterações (se for o caso);
c. remeta-se cópia do presente TREM à ______ (se for o caso previsto pelo § 2º do
Art 9º das NARMADOC); e
d. remeta-se o cadastro do material (se for o caso previsto pelo Art 13 das
NARMADOC).
2. Publicar o presente despacho no Bol lnt da OM.

______________________________
Agente Diretor

Publicado no Adt ao BI Nr _________ , de ____/_____/ ______

______________________________
Fisc Adm
Contç do An “E” das NARMADOC...............................................................................Fl 37

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO TERMO DE RECEBIMENTO E


EXAME DE MATERIAL CONTROLADO

1. NOMEAÇÃO DA COMISSÃO
- Fazer referência ao BI.

2. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL
Nomenclatura completa, tipo, marca, modelo, fabricante, conjunto, ano de
fabricação e Nr de série ou de chassi, potência em KVA ou HP, tipo de combustível, marca
e modelo de gerador, marca e tipo do alternador e outros dados que compõem a ficha
cadastro de material.

3. PROCEDÊNCIA DO MATERIAL
a. Preencher observando os dados pedidos.
b. Preencher a letra “d” somente quando o material for remetido por outra OM.

4. ALTERAÇÕES
a. Estado de Conservação - Citar as avarias e/ou faltas quantitativas, inclusive
indícios de violação na embalagem.
b. Condições de funcionamento - Citar os defeitos constatados durante os testes, no
recebimento do material.

5. OBSERVAÇÕES
- Informar o Nr e data da Mensagem que solicitou a aquisição;
- Preencher com outros esclarecimentos, quando necessário.

6. INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES
a. Cabeçalho
1) Campo à esquerda - Enquadramento da OM;
2) Campo central - Nr do TREM e Nr de folhas; e
3) Campo à direita - Data, OM expedidora, OM destinatária e rubrica do Cmt.
b. Destinatários (vias)
- lª via– OM responsável pelo processo licitatório de aquisição;
- 2ª via– arquivo da OM expedidora
c. Despacho
- Verso da última folha.
d. A OM não deverá retardar a remessa do TREM, em razão de alterações
encontradas, durante o recebimento do material.
e. A OM deverá informar à OM responsável pelo processo licitatório de aquisição,
pelo canal técnico, logo após as alterações supracitadas terem sido solucionadas pela
empresa.
Contç das NARMADOC.......................................................................................................................................................................................Fl 38

ANEXO “F”

GUIA DE REMESSA
(MODELO)
GUIA DE REMESSA Nr: __________________ Em ____/ _____/ _____
MINISTÉRIO DA DEFESA
Nr DE Fl: __________________ Do
C Mil A
Ao
Gpt E Cnst
_________________
UA
Rfr: Cmt OM
Nr de Ano PREÇO (R$)
ESPECIFICAÇÃO QUANT OBSERVAÇÕES
Ordem FAB Unitário Total

Nr de volume (s): Peso: Recebi o material com as alterações RESTITUIÇÃO DA 2ª VIA


________________ consignadas no verso
Cubagem: Trnp por: Em ____/ _____/ _____ Em ____/ _____/ ______
________________
Conhecimento: Embarque: Em _____/ ____/ _____ __________________________ _________________________
________________ Almox Almox
Contç do An “F” das NARMADOC......................................................................................................................................................................Fl 39

GUIA DE REMESSA
(VERSO)
Nr de
ALTERAÇÕES
ORDEM

O recebimento do material foi publicado no Adt ao BI Nr ______ de ______/ _______/ ________

___________________________
Fiscal Administrativo
Contç do An “F” das NARMADOC......................................................................................................................................................................Fl 40

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA GUIA DE REMESSA

1. OM ENCARREGADA DO PREENCHIMENTO.
- OM que remeter o material.

2. NÚMERO DE VIAS E DESTINATÁRIOS.


- 1ª via - OM de destino (acompanha o material);
- 2ª via - OM de destino (devendo retornar à OM expedidora, após quitada);
- 3ª via - Gpt E Cnst (DOC para 9º, 10º e 11º BE Cnst); e
- 4ª via - Arquivo da OM expedidora.

3. CABEÇALHO.
a. Campo à esquerda - Enquadramento da UA expedidora;
b. Campo central - Número da guia, número de folhas do Doc e documento que autorizou a remessa (Rfr); e
c. Campo à direita - Data, OM expedidora destinatária e rubrica do Cmt, Ch ou Dir.

4. TEXTO.
a. Preencher observando os dados pedidos.
b. Na coluna "PREÇO" lançar o valor do documento que lhe deu origem e referido a época de sua aquisição.

5 . RODAPÉ
a. Campos à esquerda - Dados sobre a embalagem do material e despacho;
b. Campo central direito - 1ª via - Recibo do responsável pelo transporte do material, no ato do recebimento; e
c. Campo à direita - lª e 2ª vias - Data da restituição da 2ª via e rubrica do Almoxarife.

6. VERSO.
a. Apenas nas 1ª e 2ª vias deverão constar as alterações, defeitos, avarias e/ou faltas levantadas pelo elemento recebedor, referindo-se ao
material do anverso através do Nr de ordem.
b. Adt ao BI que publicou o recebimento do material. O responsável pelo lançamento deverá rubricar a Guia.
Contç das NARMADOC.................................................................................................Fl 41

ANEXO “G”
Contç das NARMADOC..................................................................................................Fl 42

ANEXO “H”
TERMO DE EXAME E AVERIGUAÇÃO DE MATERIAL
(MODELO)

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
C Mil A __________________
GPT _____________________
UA ______________________
TERMO DE EXAME E AVERIGUAÇÃO DE MATERIAL
Nr / (ANO)
1. NOMEAÇÃO DE COMISSÃO: BI Nr ________ , de ____/____/ ____
2. MATERIAL (CONTROLADO OU NÃO CONTROLADO) PERTENCENTE À
CARGA DO (A): (UA) .
3. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL
Nomenclatura, quantidade, tipo, marca, modelo, ano de fabricação, Nr de série e de
chassi, fornecedor, valor de inclusão em carga, data de inclusão, horas de funcionamento
e/ou quilometragem.
4. EXAME DO MATERIAL
Examinar o estado geral do material, descrevendo de forma precisa e concisa as
avarias de todos os componentes do material (motor, sistema de lubrificação, embreagem,
sistema de alimentação, sistema de escapamento, sistema de arrefecimento, sistema elétrico,
sistema de inflamação, caixa de mudança, caixa de transmissão múltipla, transmissão
articulada, eixo dianteiro, eixo traseiro, eixo intermediário, sistema de freios, roda ou trem
de rolamento, sistema de direção, quadro, suspensão, carroceira, guincho, pára-choque,
sistema hidráulico, acessórios e ferramentas, etc)
(Evitar expressões genéricas, tais como: em mau estado, inservível, imprestável ou
avariado).
5. AVERIGUAÇÃO DO MATERIAL
Descrever as causas técnicas e/ou pessoais, com base na averiguação e exame
detalhados, esclarecendo como e/ou porque o material está em mau estado, inservível,
imprestável ou avariado.
6. AVALIAÇÃO DE CUSTOS E PARECER
a. Análise de custos
1) Preço atual do material novo.
2) Valor de mercado do material usado.
3) Custos de recuperação do material.
b. Parecer (opinar quanto):
1) à recuperação: se é compensadora ou não;
2) à conveniência de desmontagem para aproveitamento de peças e conjuntos para
suprimento de 2ª classe;
3) à alienação como equipamento ou viatura, ou seja, com as principais peças e
conjuntos (mais próximo do estado em que se encontra);
4) à alienação como sucata, ou seja, sem as principais peças e conjuntos; e
5) à imputação dos prejuízos (terceiros ou União).
Contç do An “H” das NARMADOC................................................................................Fl 43

7. CONCLUSÃO
a. Quanto ao exame
A comissão indicará:
1) a conveniência da recuperação; e
2) a destinação do material, no caso de inservibilidade.

b. Quanto à averiguação
A comissão indicará:
1) a causa dos estragos, dano, inutilização, etc;
2) se o prejuízo será imputado aos detentores, usuários ou à União, conforme o
caso; e
3) se houve ou não motivo de força maior que trata o Art 147 do R3.

Quartel em _________________, ___/____/ _____


__________________________
Presidente
__________________________
Membro
__________________________
Membro
Contç do An “H” das NARMADOC................................................................................Fl 44

EXEMPLOS DE DESPACHO DE DESCARGA


(Devem constar no verso da última folha do documento de origem do processo de descarga)
1. 1º EXEMPLO (MATERIAL CONTROLADO OU NÃO CONTROLADO, NA
OPÇÃO PELA RECUPERAÇÃO)
DESPACHO:
Pelas conclusões a que chegou a Comissão encarregada de lavrar o TEAM (número e
data), relativo ao/à (identificação do material), resolvo:
a. Seja o material recuperado, imputando-se os prejuízos aos detentores, usuários ou à
União, conforme o caso.
b. Seja instaurado Sindicância para apurar o responsável pelo ressarcimento do
prejuízo.
c. Publique-se este Despacho.
Em ____/____/ _____
___________________________________
Agente Diretor
Publicado no Adt ao BI Nr ____________ / _________/ ______
__________________________________
Fisc Adm
2. 2º EXEMPLO (MATERIAL CONTROLADO, NA OPÇÃO PELA DESCARGA)
DESPACHO:
Pelas conclusões a que chegou a Comissão encarregada de lavrar o TEAM (número e
data), relativo ao/à (identificação do material), resolvo:
a. Seja eliminado da carga geral do material permanente desta Unidade, o material
especificado no item 3 do presente Termo, imputando-se os prejuízos aos detentores,
usuários ou à União, conforme o caso.
b. Seja instaurado Sindicância (no caso de indício de incúria ou imprevidência e não
estiver caraterizada a responsabilidade pelo ressarcimento do prejuízo).
c. Seja o presente Termo encaminhado à homologação de descarga à DOC, seguindo
o canal técnico, sugerindo, com base na análise dos itens 5 e 6 do TEAM, que o referido
material tenha a seguinte destinação: (sugerir a destinação);
d. Seja o referido material enviado ao Almoxarifado devidamente etiquetado para
aguardar a homologação e destino; e
e. Publique-se este Despacho.
3. 3º EXEMPLO (MATERIAL NÃO CONTROLADO, NA OPÇÃO PELA
DESCARGA)
DESPACHO:
Pelas conclusões a que chegou a Comissão encarregada de lavrar o TEAM (número e
data), relativo ao/à (identificação do material), resolvo:
a. Seja eliminado da carga geral do material permanente desta Unidade, o material
especificado no item 3 do presente Termo, imputando-se os prejuízos aos detentores,
usuários ou à União, conforme o caso.
b. Seja instaurado Sindicância (no caso de indício de incúria ou imprevidência e não
estiver caraterizada a responsabilidade pelo ressarcimento do prejuízo).
c. Seja o referido material enviado ao Almoxarifado devidamente etiquetado para
aguardar homologação e destino;
d. Seja o presente Termo encaminhado à homologação de descarga ao Gpt
enquadrante (DOC no caso dos 9º, 10º e 11º BE Cnst); e
e. Publique-se este Despacho.
Contç do An “H” das NARMADOC................................................................................Fl 45

INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES PARA EXAME E AVERIGUAÇÃO DE


MATERIAL

1. Para o material controlado (Anexo “A”) deverá ser elaborado um Termo para cada
material.
2. Na averiguação considerar como:
a. Causas Técnicas
Apenas as inerentes a defeitos do material, alheias à responsabilidade do
operador, ou do pessoal encarregado da manutenção, tais como:
1) defeitos de fabricação em peças, conjuntos ou órgãos que não tenham sido
constatados anteriormente;
2) defeitos de natureza imprevisível ou inevitável em peças, conjuntos ou
órgãos; e
3) ruptura, quebra, afrouxamento ou perda de qualquer parte, quando
imprevisível.
b. Causas Pessoais
1) imperícia, imprudência ou negligência de operação e/ou manutenção;
2) emprego de qualquer equipamento sem as necessárias inspeções previstas nos
manuais e boletins técnicos; e
3) falta de habilitação específica para operar equipamentos.
3. Considerar o material recuperável quando:
a. o custo de recuperação não ultrapassar o percentual de 70% do valor do material
novo;
b. o custo de recuperação for inferior ao seu valor real como material usado;
c. a taxa de amortização ainda permite a produção de serviços a preço de mercado; e
d. o material não tiver atingido a obsolescência.
4. Considerar a recuperação antieconômica quando:
a. não atender às condições citadas em 2.a. ou 2.b. ou 2.c., acima;
b. as peças de reposição saírem da linha de produção, mediante comprovação do
fornecedor.
5. Os membros da comissão de exame devem ser criteriosamente escolhidos; seus
integrantes devem possuir experiência e conhecimento técnico.
6. Para o caso da opção pela descarga e posterior alienação, considerar as seguintes
situações do material:
- sem ser desmontado para aproveitamento de peças e conjuntos, ou seja, alienar no
estado em que se encontra como equipamento ou viatura;
- parcialmente desmontado para o aproveitamento de algumas peças e conjuntos; e
- totalmente desmontado para o aproveitamento de peças e conjuntos, e alienado
como sucata.
7. Os Termos mal elaborados ou realizados com desídia serão devolvidos, com vistas à
correção das falhas existentes.
Contç das NARMADOC..........................................................................................................Fl 46

ANEXO “I”

TERMO DE DOAÇÃO
1. Conforme orientação da Secretaria de Economia e Finanças, este é o modelo de Termo
de Doação que deve ser adotado em possíveis doações de material permanente. O mesmo poderá
ser dispensado quando o material doado já vier acompanhado do termo de doação em modelo
próprio do órgão ou entidade doadora, sendo considerado documento indispensável ao processo
de inclusão em carga, qualquer que seja o caso.

2. Modelo do Termo de Doação:

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
(ESCALÃO SUPERIOR DA OM)
(OM RECEPTORA)

TERMO DE DOAÇÃO
1. Pelo presente termo dôo à União e Exército Brasileiro, representado neste instrumento na
pessoa do Sr ____________________________________ (Cmt) do(a):
________________________________, Cd UG ______________ o(s) seguintes material(is):

NR DE VALORES
ESPECIFICAÇÃO
ORDEM UNITÁRIO TOTAL

SOMA TOTAL........................................................................................................

2. Importa a presente doação na importância de R$ ___________________________

____________________, ______/______/_____
(Local) (Data)

_________________________________
Assinatura do Doador

CPF/CGC: _______________________

Publicado em BI nº _____, de _____/ _____/_____


Contç das NARMADOC..........................................................................................................Fl 47

ANEXO “J”

INQUÉRITO TÉCNICO
(MODELO DOS DOCUMENTOS QUE COMPÕEM O PROCESSO)

PORTARIA DE INSTAURAÇÃO

(Local e data)
PORTARIA Nr ........
Do
Ao Sr
Assunto: Instauração de Inquérito Técnico (IT)
Anexo: a. Cópia da parte que motivou o IT;
b. Ficha de Acidente (ou cópia, se for o caso);
c. Ficha de Serviço (ou cópia, se for o caso).

Tendo chegado ao meu conhecimento que ocorreu um acidente com o/a (material -
características), do/a (OM a que pertence) determino que seja, com a possível urgência,
instaurado o devido Inquérito Técnico (IT), delegando-vos, para esse fim, as atribuições policiais
que me competem.

_______________________
Cmt

INQUÉRITO TÉCNICO

1. TERMO DE ABERTURA
Aos ........ dias do mês de ................... do ano de ......................... iniciando o IT,
determinado pela Portaria Nr ............., de ................ do Sr ............................, verifiquei a cópia
da parte (ou outro documento) que acompanhou a citada Portaria, para adoção das providências
decorrentes.
2. INSPEÇÃO
Aos .......... dias compareci ao .................. (local onde se encontra o equipamento)
acompanhado pelo operador/responsável do/pelo (Eqp), a fim de proceder à inspeção.
3. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL
Nomenclatura, tipo, marca, modelo, ano de fabricação, Nr de série ou de chassi,
fornecedor, valor de inclusão em carga, data, horas de funcionamento e/ou quilometragem.
4. AVARIAS
Descrever sucintamente cada uma das avarias observadas.
5. CUSTOS DE MANUTENÇÃO
Avalio os danos causados em R$ e sou de parecer que a recuperação pode ser procedida
pelo (citar o local do conserto).
6. DECLARAÇÕES
Do operador:
Aos ........ dias do mês de .................. do ano de ......., foi por mim ouvido o Sr ..............
operador do equipamento anteriormente citado, habilitado a operá-lo de acordo (documento
comprobatório), fornecido por (entidade que forneceu), o qual disse: ............................................
Das Testemunhas (em princípio três):
Contç do An “J” das NARMADOC.........................................................................................Fl 48

Aos ........ dias do mês de ..................... do ano de ........, foi por mim ouvida a primeira
testemunha do ocorrido, (nome da testemunha) identidade ......................... expedida por
(entidade que expediu), a qual disse: ..........................................................................................
(Idem para as demais testemunhas)
7. RECONSTITUIÇÃO
Aos ...... dias do mês de .................. do ano de .........., compareci ao local do acidente,
onde procedi ao exame do local e do material, tendo confrontado os documentos anexos com as
declarações do operador/ responsável e das testemunhas, realizei a reconstituição da ocorrência,
a qual passo a relatar: ......................................................................................................................
8. CAUSA(S) DA(S) AVARIA(S)
a. Causa pessoal (discriminar a imprudência, negligência ou imperícia do operador, se for
o caso).
b. Causa técnica (discriminar, quando for o caso).
9. CONCLUSÃO
Pelo exposto, sou de parecer que as avarias foram determinadas por causas pessoais, com
exclusiva responsabilidade do (operador e/ou outros) e/ou foram determinadas por causas
técnicas e, nada mais havendo a constar, encerro o presente IT, o qual será remetido ao
(autoridade que o determinou) para que se produzam os efeitos

Quartel em ................. de ........................... de .........

___________________________
Oficial Encarregado do IT

OFÍCIO DE REMESSA DE IT
(Local e data)
Do
Ao Sr (autoridade que houver determinado o IT)
Assunto: Remessa de IT
Anexo: Processo com FI.
Rfr: Portaria Nr .........
Remeto-vos para fins de solução, o Inquérito Técnico anexo, a que procedi, conforme
determinação constante na referida Portaria.

___________________________
Oficial Encarregado do IT
Contç do An “J” das NARMADOC.........................................................................................Fl 49

SOLUÇÃO DE IT

SOLUÇÃO DE INQUÉRITO TÉCNICO


Pelas conclusões a que chegou o encarregado do Inquérito Técnico, instaurado para apurar as
causas e efeitos das avarias sofridas pelo/a (identificação do material), verifica-se que o acidente
foi ocasionado por causas pessoais, cabendo a responsabilidade ao operador e/ou outros (ou foi
ocasionado por causas técnicas), pelo que resolvo:
a. seja o material reparado/recuperado na OM ( ou outro estabelecimento comercial ou
descarregado);
b. imputar os prejuízos no valor de R$ ............... (...........................................) ao (terceiros
ou à União);
c. remeter o IT ao Gpt enquadrante para homologação (quando a causa do acidente for
classificada como pessoal ou de força maior e o Eqp/Vtr for recuperável);
d. remeter o IT à DOC, via Gpt enquadrante, para homologação (sempre que a causa do
acidente for classificada como técnica, ou quando o Eqp/Vtr for julgado irrecuperável); e
e. publicar a presente solução em Boletim Interno.

________________________________
Cmt, Ch ou Dir

Publicado no Adt ao BI Nr _______, de ____/____/ ______

_________________________
Fisc Adm
Contç do An “J” das NARMADOC.........................................................................................Fl 50

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO INQUÉRITO TÉCNICO

1. O IT é um processo sumário, instaurado por ordem do Cmt OM a que pertencer o


material, ou “ex-offício” por autoridade superior àquela , para apurar as causas, efeitos e
responsabilidades de avarias em Eqp/Vtr ocasionados por acidente de trânsito.

2. A homologação do IT é da competência dos seguintes escalões:

a. do Gpt E Cnst enquadrante - quando a causa do acidente for classificada como


pessoal ou de força maior e o Eqp/Vtr for recuperável; e

b. da DOC – sempre que a causa do acidente for classificada como técnica, ou quando
o Eqp/Vtr for julgado irrecuperável.

3. A nomeação de escrivão não é impositiva.

4. As folhas do processo serão colocadas em ordem cronológica, numeradas e rubricadas.

5. São documentos básicos para instauração e início do IT:


a. Portaria da nomeação para proceder ao IT;
b. Cópia do documento que o motivou;
c. Ficha de Acidente e Laudos Periciais; e
d. Ficha de Serviço, se for o caso.
Obs.: Quaisquer informações ou documentos julgados úteis poderão ser solicitados e
juntados ao IT.

6. O Encarregado do IT deverá apresentar suas conclusões no prazo de 30 (trinta) dias


corridos, prorrogável uma única vez, pela autoridade que determinou sua instauração, por mais
10 (dez) dias corridos.

7. Concluído o IT, o Encarregado o encaminhará, por meio de ofício, à autoridade que


determinou sua instauração. Esta autoridade, dentro do prazo de 08 (oito) dias, a contar da data
de recebimento dos autos, lavrará a solução, remetendo-os, em seguida, ao escalão competente,
para homologação.

8. Os prejuízos somente serão imputados à União nos seguintes casos:


a. quando plenamente configurada a falha técnica ou motivo de força maior de acordo
com o Art 147 do R-3;
b. quando o responsável e/ou operador agir dentro das prescrições dos manuais técnicos
do material; e
c. quando houver o falecimento do responsável pelo acidente.

9. O Encarregado do IT poderá abrir qualquer órgão do material para exame pericial,


podendo solicitar a cooperação de firmas especializadas, se for o caso.
Contç do An “J” das NARMADOC.........................................................................................Fl 51

l0. Para a conclusão do IT, as causas dos acidentes devem ser classificadas como técnicas
ou pessoais.

a. Causas Técnicas
Como causas técnicas de acidente devem ser consideradas apenas as inerentes a
defeitos do material, alheias à responsabilidade do operador, ou do pessoal encarregado da
manutenção, tais como:
1) defeitos de fabricação em peças, conjuntos ou órgãos que não tenham sido
constatados anteriormente;
2) defeitos de natureza imprevisível ou inevitável em peças, conjuntos ou órgãos; e
3) ruptura, quebra, afrouxamento ou perda de qualquer parte, quando imprevisível.

b. Causas Pessoais
Como causas pessoais, considerar as seguintes:
1) deficiência de manutenção de qualquer escalão;
2) imperícia, imprudência ou negligência;
3) emprego de qualquer equipamento sem as necessárias inspeções previstas nos
manuais e boletins técnicos;
4) falta de habilitação específica para operar equipamentos; e
5) responsabilidade de terceiros no acidente.

l1. As causas técnicas devidamente comprovadas eximirão de culpa, ao passo que as


causas pessoais implicarão em culpa por parte do responsável ou responsáveis.
Obs.: Não eximirão de culpa circunstâncias eventuais como condições atmosféricas,
ambientais e outras, caso fique comprovado que o responsável agiu com imperícia, imprudência
ou negligência.

12. O Encarregado do IT deverá ser Oficial e, em princípio da Arma de Engenharia, com o


curso de especialização em equipamento de engenharia ou motomecanização.

13. Caso o veículo (ou bem) particular envolvido no acidente pertença a uma firma
(pessoa jurídica), os eventuais prejuízos/indenizações deverão ser imputados/efetuados à
empresa proprietária do mesmo. (Título VII – DAS OBRIGAÇÕES POR ATOS ILÍCITOS - do
Livro III, Parte Especial do Código Civil Brasileiro – Lei Nr 3.071, de 01 Jan 16).

14. Caso a responsabilidade pelo acidente seja atribuída a militar (es), deverá ser anexado
ao Ofício de remessa do IT para homologação “uma declaração assinada pelo(s) responsável(eis)
reconhecendo o valor dos prejuízos que lhe(s) foram imputados e autorizando o desconto desse
valor em folha de vencimento”, de acordo com o modelo contido no anexo “D” da Port Min Nr
1.250, de 26 Nov 81 (IG 10-44).

15. Para maiores esclarecimento a respeito de indenização e procedimentos da OM


relativos ao ressarcimento dos prejuízos à Fazenda Nacional, recomenda-se consultar a Port Min
Nr 1.250/81, tendo em vista que as Vtr/Eqp do Acervo da DOC são consideradas também Vtr do
Exército.
Contç do An “J” das NARMADOC.........................................................................................Fl 52

16. Ressalte-se que a Port Min Nr 1.250/81 refere-se à “indenização de prejuízos causados
a terceiros, resultantes de acidentes de trânsito envolvendo viaturas pertencentes ao Exército e a
particulares ” portanto, e conforme informação da SEF, o “F Ex só indeniza danos causados a
viaturas particulares” e, no caso de danos a outros bens de terceiros, o “interessado deverá
solicitar, por intermédio do Procurador Geral da Justiça no Estado, o ressarcimento dos danos
causados, se for o caso, por via judicial.” (Rd Nr 034 F Ex/2, de 02 Jun 93, do Sr Sub Sec Eco
Fin)

17. Caso o proprietário do veículo civil assuma a responsabilidade pelo acidente e o


mesmo esteja “segurado”, o Comandante da Organização Militar deve, através de acordo
amigável, tentar recuperar a viatura às expensas do “seguro”
Contç das NARMADOC.........................................................................................................................Fl 53

ANEXO ”L”

MAPA DE SITUAÇÃO DE MATERIAL CONTROLADO DA (OM E CNST)


(Atualizado em: ...........)

PRE- ANO DATA ORIGEM CPCD


MARCA MODELO OBS
FIXO FAB INCL CG RECURSO CARGA

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO

1. OM ENCARREGADA DO PREENCHIMENTO.
- Todas as OM E Cnst que possuem material controlado.

2. DESTINATÁRIOS
- Gpt enquadrante e DOC, remetidos por meio de mensagem fax.

3. CABEÇALHO
Campo Central - enquadramento da OM expedidora.

4. TEXTO
a. Preencher observando os dados pedidos.
b. Na coluna "PREFIXO" lançar conforme o Anexo "A"
c. Na coluna "MARCA" lançar no caso das embarcações, também, o nome de batismo.
d. Na coluna "DATA INCL CG" lançar a data de inclusão em carga do material.
e. Na coluna "ORIGEM RECURSO" lançar o nome do órgão convenente que custeou os recursos para
a aquisição. No caso de aquisição com recursos de Operações de Crédito Externo, lançar OCE Nr ......
f. Na coluna "CPCD CARGA" lançar no caso das embarcações empurradoras a capacidade em HP do
motor, ou a soma quando possuir mais de um motor.
g. Na coluna "OBS", lançar; manuscrito:
- “D” para o material que estiver disponível;
- “EM” para o material que estiver em manutenção;
- “EPD” para o material que estiver em processo de descarga;
- “EPH” para o material descarregado aguardando homologação;
- “EPA” para o material que estiver em processo de alienação; e
- “I” para o material que estiver indisponível e sem previsão de emprego no Pl Trab.
Contç das NARMADOC...............................................................................................................Fl 54

ANEXO “M”

RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS

(MODELO)

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO VISTO: _______________
C Mil A__________________ Cmt OM
GPT ____________________
UA _____________________

RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS


Nr / (ANO)

1. MATERIAL AVALIADO

Deverá conter a nomenclatura do material.


Deve ser confeccionado um relatório para cada material. Se houver modelos diferentes para um
mesmo tipo de material, um relatório para cada modelo deverá ser confeccionado.

2. EMPREGO DO MATERIAL

Como e em que situações foi empregado o material.


Se possível, acrescentar ilustrações, fotografias, fitas de vídeo, etc.
Deve-se evitar comentários de natureza não técnica como: características gerais, quantidade de
material recebido, etc.

3. ASPECTOS AVALIADOS

De acordo om as observações obtidas durante o emprego do material, enumerar os aspectos


avaliados, classificando-os como MUITO BOM, BOM, REGULAR, RUIM, ou PÉSSIMO.
No caso da classificação não ser MUITO BOM, justificar.

Exemplo: (Material: Trator BOB CAT MOD 853)


3.1. Facilidade de operação : MUITO BOM
3.2. Mobilidade: MUITO BOM
3.3. Facilidade de manutenção: BOM (alguns pontos de manutenção são de difícil acesso,
vveja fotos 01 e 02)
3.4. Trafegabilidade: REGULAR (trafega somente em terrenos firmes e com inclinação
inferior a 60 %.
Contç do An “M” das NARMADOC............................................................................................Fl 55

4. SUGESTÕES

Neste campo deverão ser colocadas sugestões como:


a. ”Macetes” de emprego do material que possam ser repassados a outras OM;
b. Modificações e melhoria de manuais ou documentações técnicas;
c. Propostas de adaptações, melhorias ou modernização; e
d. Qualquer outro tipo de sugestão que seja julgada necessária.

5. CONCLUSÃO

Na conclusão deverá constar se o material em questão atende ou não ao emprego a que se destina
e se deve ou não ser adotado, ou continuar sendo adotado, ou se pode ser adaptado.

Local e Data

_________________________
Posto/ Grad – Nome do Autor
Função
Contç do An “M” das NARMADOC............................................................................................Fl 56

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO


RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS

1. ENCARREGADO DO PREENCHIMENTO

- Em princípio pelo usuário do material, orientado pelo seu Comandante imediato.


- No caso de adaptação o encarregado do preenchimento deve ser Engenheiro Mecânico.

2. ENCAMINHAMENTO

- À DOC, seguindo o canal técnico, através de ofício do Comandante da OM para o material


controlado.
- Ao Gpt E Cnst enquadrante, para o material não controlado.

3. PREENCHIMENTO DO TEXTO

- Os RIT deverão ter, obrigatoriamente, os itens enumerados no modelo de relatório.


- Abaixo seguem algumas orientações sobre o preenchimento de cada item do texto.

4. FREQUÊNCIA DE ELABORAÇÃO

- A elaboração do RIT deverá ocorrer nas seguintes situações:

a. No menor prazo após o emprego do material novo (1ª classe) remetido à OM;
b. Em qualquer época, a critério do Comandante da OM, a pedido da DOC ou do Gpt E Cnst.
c. Após a utilização, que permita a avaliação do desempenho do material, e que na visão do
Comandante de qualquer escalão, seja propício a informação ao Escalão Superior; e
d. após o emprego do material para exploração econômica ou em situação de calamidade
pública.
Contç das NARMADOC.......................................................................................................................................................................................Fl 57

ANEXO “N”

CALENDÁRIO DE ENCARGOS

ANEXOS FREQÜÊNCIA
DE
DATA DE ENTRADA NA DOC
LETRA DESCRIÇÃO ELABORAÇÃO /
ATUALIZAÇÃO
Até 8 dias após a inclusão em carga do
G Ficha Cadastro de Material Controlado Eventual
material na OM
L Mapa de Situação de Material Controlado Mensal Até o dia 15 de cada mês

OBS: O Mapa de Situação de Material Controlado deverá ser remetido por meio de mensagem fax.