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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA
BAHIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM


METALURGIA

MODALIDADE: SUBSEQUENTE

SIMÕES FILHO

SETEMBRO/2017
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM
METALURGIA

CNPJ: 10764307/0006-27
Razão Social: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DA BAHIA - IFBA
CAMPUS: SIMÕES FILHO
Esfera Administrativa: FEDERAL
Endereço: Via Universitária, S/N, Pitanguinha
Cidade/UF/CEP: Simões Filho / BA CEP: 43.700-000
Telefone/Fax: (71) 3396-8400/ (71) 3396-9540
Site da Unidade: http://www.simoesfilho.ifba.edu.br/
E-mail de contato: coordmetal_sf@ifba.edu.br
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Modalidade: Subsequente
Habilitação, qualificações e especializações
1. Certificação Intermediária: Fresador Mecânico
2. Certificado: Qualificação Técnica em Metalurgia
3. Diploma: Técnico em Metalurgia
Carga Horária: 1200h
Estágio/TCC/PI: 240h
Carga horária total: 1440h
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia 3

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA
BAHIA

Reitor
Renato da Anunciação Filho

Diretor do Campus de Simões Filho


Rui Carlos de Sousa Mota

Diretoria de Ensino
Esly Cesar Marinho da Silva

Coordenador do Curso Técnico em Metalurgia


Luis Alberto Dantas Barbosa

Equipe de Elaboração
Prof. Esly Cesar Marinho da Silva, D.Sc., DOCENTE
Prof. Jefferson Caponero, D.Sc., DOCENTE
Prof. José Geraldo Ribeiro dos Santos, M.Sc., DOCENTE
Prof. José Jorge Mendes de Freitas, D.Sc., DOCENTE
Prof. Luis Alberto Dantas Barbosa, D.Sc., DOCENTE
Profa. Maria Cléa Soares de Albuquerque, D.Sc., DOCENTE

ÍNDICE

Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente


Campus: Simões Filho
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia 4

I – APRESENTAÇÃO DO CAMPUS........................................................................................................5
1.1 MISSÃO DO IFBA................................................................................................................................6
1.2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO..................................................................................................................7
1.3 JUSTIFICATIVA......................................................................................................................................7
1.4 OBJETIVOS.........................................................................................................................................12
1.5 CARACTERÍSTICAS DO CURSO...........................................................................................................13
II – REQUISITOS DE ACESSO..............................................................................................................14
2.1 PROCESSO DE SELEÇÃO.....................................................................................................................14
III – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO..............................................................................14
IV – DIRETRIZES CURRICULARES...................................................................................................15
4.1 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS.......................................................................................................16
4.2 PRÁTICA PROFISSIONAL INTRÍNSECA AO CURRÍCULO.......................................................................17
4.3 PRÁTICA PROFISSIONAL....................................................................................................................18
4.3.1 Estágio Curricular....................................................................................................................19
4.3.2 Trabalho de Conclusão de Curso.............................................................................................20
4.3.3 Projeto Integrador (Artigo + Protótipo)..................................................................................21
4.4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.............................................................................................................22
4.5 COMPONENTES CURRICULARES.........................................................................................................25
4.5.1 Matriz curricular......................................................................................................................25
4.5.2 Planejamento dos componentes curriculares de cada etapa....................................................27
V – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES...........................................................................................................................................50
VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO........................................................................................................54
6.1 CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO:.............................................................................................................54
6.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO...................................................................................................................55
VII – BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS.............................................................63
7.1 ACERVO DA BIBLIOTECA...................................................................................................................63
7.2 INSTALAÇÕES.....................................................................................................................................63
7.3 EQUIPAMENTOS..................................................................................................................................67
VIII – PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO......................75
IX –DIPLOMAS E CERTIFICADOS EMITIDOS................................................................................96
XI – ANEXOS.............................................................................................................................................99

I – APRESENTAÇÃO DO CAMPUS
No início da década de 1980 foi instalado no município de Simões Filho, no
bairro de Pitanguinha, em uma fazenda, onde se encontra uma das nascentes do rio

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Ipitanga (um dos principais abastecedores de água da região metropolitana), a Unidade


do Centro de Educação Tecnológica da Bahia (CENTEC), procedente de Salvador, mais
precisamente do bairro de Monte Serrat [1].

O CENTEC, criado na década de 1970 pela Lei nº 6.344/76, firmou-se como


importante centro de formação de Técnicos de Nível Superior, os Tecnólogos. Naquela
época, o Estado vivia um período de mudanças, reformas e desenvolvimento:
crescimento das atividades industriais, principalmente o Centro Industrial de Aratu
(CIA) e o Polo Industrial de Camaçari [1].

O CENTEC atuou por duas décadas formando profissionais em cursos de


graduação tecnológica em manutenção elétrica e mecânica, processos petroquímicos,
produção siderúrgica, telecomunicações e administração hoteleira. Durante esse
período, firmou-se como Instituição modelo pela qualidade de ensino, como também,
pelas excelentes instalações físicas de salas de aula e laboratórios, muitas vezes,
reconhecida e requisitada pelas indústrias para serviços de ensaios e análises químicas
[1].

Em 1993, por força da Lei nº 8.711, de 28 de setembro de 1993, o CENTEC e a


Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBA) fundiram-se para formar o Centro Federal de
Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA) [2]. A Unidade de Simões Filho passou a
funcionar como extensão da então Sede, situada no bairro do Barbalho, em Salvador,
sendo chamada de Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos
(CTDRH).

Em 2006, o Governo Federal, a partir do Plano de Expansão da Rede Federal de


Ensino Profissional, objetivando ampliar os espaços de formação profissional e elevar o
nível de escolaridade de um número cada vez maior de jovens e adultos, determinou ao
CEFET-BA a tarefa de implantar a 1ª etapa da expansão. Com isso, foram criados os
Campi de Simões Filho (nas instalações do antigo CENTEC), Santo Amaro, Porto
Seguro e Camaçari, tendo as duas primeiras iniciado as suas atividades em 2006 e as
duas últimas em 2007 [3].

Com a transformação do CEFET-BA no ano de 2008 em Instituto Federal de


Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), a Unidade de Simões Filho foi
transformada em Campus, através da Lei nº 11.892/2008, ganhando autonomia
administrativa e financeira [4]. Desde então, o campus encontra-se em fase de transição
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com a proposta de ofertar cursos de nível superior e Educação de Jovens e Adultos


(EJA), devido ao novo formato do IFBA com status de universidade. A importância
estratégica deste Campus para a região é de fundamental relevância por oferecer suporte
de recursos humanos com capacidade técnica reconhecida para a área industrial, cada
vez mais presente nos municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Ao herdar as instalações do antigo CENTEC, o Campus de Simões Filho se


destaca dos demais campi pela grande disponibilidade de espaço físico, com 340 mil m²,
sendo destes, 16 mil metros de área construída, o que lhe confere um potencial de
crescimento, limitado, obviamente, pela disponibilidade de recursos financeiros e
humanos [5].

Além da infraestrutura, o Campus conta com um quadro de pessoal técnico e


docente que se compromete com os objetivos institucionais e proporciona à comunidade
local um ensino profissional gratuito e de qualidade [1].

No quadro de pessoal técnico estão presentes profissionais de administração,


bibliotecários, técnicos de laboratórios, audiovisual, comunicação, serviço social,
pedagogia, psicologia, transporte, saúde, enfim um elenco de profissionais atuando
dentro de uma estrutura singular de uma instituição com capacidade de oferecer o
suporte necessário ao desenvolvimento das atividades acadêmicas.

Já o corpo docente, é composto de profissionais das áreas das ciências naturais,


humanas, linguagem, matemática, desenho e áreas técnicas, relacionadas aos cursos
Técnicos de Manutenção Mecânica Industrial, Metalurgia, Eletromecânica, Petróleo e
Gás e Licenciatura em Eletromecânica.

1.1 Missão do IFBA

Promover a formação do cidadão histórico-crítico, oferecendo ensino, pesquisa e


extensão com qualidade socialmente referenciada, objetivando o desenvolvimento
sustentável do país.

1.2 Identificação do Curso

O presente documento apresenta o projeto pedagógico do curso Técnico de Nível


Médio em Metalurgia, na modalidade subsequente. O curso é ofertado em consonância
à Resolução nº 03/2008 do Conselho Nacional de Educação (CNE) e organizado dentro

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do eixo tecnológico de Controle e Processos Industriais do Catálogo Nacional de Cursos


Técnicos [6, 7].

1.3 Justificativa

Localizado na região Nordeste do Brasil, o estado da Bahia possui uma área de


564.733,081 km2, sendo o quinto maior estado brasileiro em extensão e, segundo os
dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, tem uma população
estimada em 2015 de 15.203.934 habitantes. A capital, Salvador, de acordo com a
última atualização do Censo de 2010, tem aproximadamente 2.902.927 habitantes [8].

A Bahia está localizada na região do semiárido, sendo este o clima predominante


no interior do estado. No litoral e nos municípios com até 300 m de altitude, em relação
ao nível do mar, o clima é tropical.

O relevo do estado é composto principalmente por planaltos, mas também existem


planícies e depressões. Um dos grandes destaques do turismo baiano é a Chapada
Diamantina, em uma região de serras no centro do Estado. O rio mais importante da
Bahia é o São Francisco, que cruza o estado do sul para o norte. Outros rios importantes
são: o Paraguaçu, de Contas, Jequitinhonha, Pardo, Capivari e Grande [9].

A partir do ano 2000, o mercado de trabalho brasileiro voltou a aquecer, obtendo


crescimento econômico, redução das taxas de desemprego, aumento do emprego formal
e queda da informalidade. A partir do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais),
disponibilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as regiões Norte e
Nordeste obtiveram as maiores variações relativa de postos de trabalho entre os anos de
2002 e 2012, respectivamente, com crescimentos de 102,2% e 77,3%. Nestas duas
regiões, as unidades federativas da Bahia (2,3 milhões trabalhadores), Pernambuco (1,7
milhão), Ceará (1,4 milhão), Pará (1 milhão) merecem destaque do ponto de vista de
criação de empregos em 2012 [10].

Segundo, Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador do Instituto Brasileiro de


Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), o Nordeste é a região que vem
apresentando maior crescimento em termos de emprego e a que mais contribuiu para a
queda do desemprego [11].

A introdução de novos segmentos industriais na Bahia (automobilístico, papel e


celulose, calçadista, entre outros) e a expansão de outros setores, já existentes,

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permitiram uma maior diversificação na economia baiana, fortalecendo a estrutura


econômica do estado [12].

O aumento da produção e do emprego proporcionou o crescimento do PIB, como


mostrado na Tabela 1 abaixo.

Tabela 1 – Crescimento Anual do Produto Interno Bruto (PIB) no Estado da Bahia [13]

Ano Bahia Brasil


2010 6,60 7,50
2011 4,10 2,70
2012 3,90 0,90
2013 3,00 2,30

No terceiro trimestre de 2014, o Produto Interno Bruto (PIB) baiano registrou


expansão de 0,6%, na comparação com o mesmo período de 2013. Na comparação com
o trimestre imediatamente anterior, houve retração de 1,7%, desaceleração que é
habitual no ritmo de atividade entre o 2º e 3º trimestre.

O baixo crescimento do terceiro trimestre na Bahia foi determinado basicamente


pela redução no ritmo de expansão da agropecuária e pela retração no setor industrial, a
qual foi influenciada pela queda tanto na produção da indústria de transformação quanto
na construção civil.

Segundo o diretor da SEI, mesmo com essa desaceleração, enxerga-se uma


perspectiva positiva em médio prazo para a economia do Estado em face do processo de
maturação de projetos estruturantes nas áreas de infraestrutura, logística e atividades
industriais, a exemplo da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste), dos polos Acrílico e
Naval, mineração e energia eólica, a partir dos quais serão investidos na Bahia cerca de
R$ 50,7 bilhões entre 2014 e 2016 [14]. Estes investimentos contribuirão para melhorar
a estrutura produtiva do estado, como por exemplo, o segmento de energia eólica,
mineração, indústria naval e a consolidação do Polo Industrial de Camaçari.

Responsável por 26,6% da formação do PIB do estado da Bahia, a indústria é o


setor mais dinâmico da economia. O elevado grau de concentração geográfica é outra
característica marcante da atividade econômica do estado. Apenas duas regiões, a
Metropolitana de Salvador (RMS) e o Recôncavo Baiano, respondem por 60,4 % do
Valor Adicionado Bruto Industrial do estado [15].

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Integrado à Região Metropolitana de Salvador (RMS), o município de Simões


Filho ampliou sua participação na vida econômica e social da Bahia, tornando-se um
dos seus mais atraentes polos de investimentos. Situado geograficamente a uma altitude
de 52 metros do nível do mar, o município fica a 22 Km da capital do Estado numa área
de 192,163 Km2, que corresponde a quase 4% da área da RMS .

A cidade de Simões Filho conta com importantes cidades vizinhas como


Camaçari, Candeias, Lauro de Freitas, São Sebastião do Passé e São Francisco do
Conde, dentre outros municípios situados no Recôncavo Baiano. Registra, com data de
referência estimada em 01 de Julho 2014, uma população de 131.630 pessoas
residentes, conforme apresentada na Tabela 2 [16].

Tabela 2 – População Estimada da Região Metropolitana de Salvador (RMS) [16].

Municípios Área (Km2) População Estimada

Região Metropolitana de Salvador – RMS 4.056,92 3.884.435


Salvador 706,799 2.902.927
Camaçari 759,802 281.413
Lauro de Freitas 59,905 188.013
Simões Filho 192,163 131.630
Candeias 264,487 88.308

No contexto econômico, pode-se considerar o Centro Industrial de Aratu (CIA) e


o Complexo Petroquímico de Camaçari (COPEC) como sendo os dois marcos mais
importantes para a economia local.

O Centro Industrial de Aratu (CIA) é um complexo industrial multissetorial,


fundado em 1967 e localizado na Região Metropolitana de Salvador nos municípios de
Simões Filho e Candeias. Em sua área encontra-se em operação o Porto de Aratu, além
de empreendimentos dos segmentos químico, metal-mecânico, componentes para
calçados, alimentício, metalúrgico, moveleiro, de minerais não metálicos, plásticos,
fertilizantes, eletroeletrônicos, bebidas, logística, têxtil, serviços e comércio e mais
recentemente o segmento Termelétrico.

Situado às margens da BR 324, a 18 km da capital, 14 km do Aeroporto


Internacional Dep. Luís Eduardo Magalhães, 20 km da Refinaria Landulpho Alves e 25
km do Porto de Salvador, possui 150 km de vias internas pavimentadas e sinalizadas.

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Com 144 empresas, sendo 121 empresas em Simões Filho e 23 empresas em


Candeias, o Centro Industrial de Aratu gera, aproximadamente, 13.530 mão de obra
direta [17].

O Polo Industrial de Camaçari é o primeiro complexo petroquímico planejado do


País e o maior complexo industrial do Hemisfério Sul. Fundado em 1978, supera as
crises mercadológicas e apresenta características marcantes de expansão e
diversificação industrial. Mais de 90 empresas, dos mais variados ramos fazem parte do
complexo: automotivas, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, de bebidas, de serviços
e 34 empresas químicas e petroquímicas.

O Polo investe na sua modernização com a introdução de novas tecnologias sem


abrir mão dos profissionais locais. Desta forma, ele continua se posicionando como
âncora do desenvolvimento da Bahia, sendo responsável por 30% do PIB estadual
(podendo chegar a 50% se contada a Refinaria Landulpho Alves) e 35% das exportações
baianas, com capacidade instalada acima de 11,5 milhões de toneladas/ano de produtos
químicos e petroquímicos básicos, intermediários e finais e com faturamento anual em
torno de US$ 15 bilhões.

Alguns dos maiores empreendimentos implantados no estado, nos anos recentes,


estão localizados no Polo de Camaçari, sendo, parte deles, líderes no segmento em que
atuam: Braskem – maior empreendimento privado do Brasil; Ford – o maior
investimento da montadora no mundo com produção de 250 mil veículos/ano; Dow
Química - única produtora no país de TDI – diisocianato de tolueno; Continental –
primeira unidade no Brasil e Bridgestone/Firestone que juntas produzem 9 milhões de
pneus/ano; Paranapanema, antiga Caraíba Metais – principal produtor de cobre
eletrolítico do país, proveniente da mina Caraíba, no município de Jaguarari, no semi-
árido Baiano; Bahia Pulp – única indústria que produz celulose solúvel com alto teor de
pureza em toda a América Latina e Deten – única produtora no país de LAB, matéria
prima básica para a produção de detergentes biodegradáveis.

Em funcionamento desde 29 de junho de 1978, o Polo Petroquímico de Camaçari


chega hoje aos 37 anos vivendo um processo de crescimento voltado essencialmente
para a ponta das cadeias produtivas.

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Os novos empreendimentos, a exemplo do Polo Acrílico – liderados pela Basf, com


parceria da Braskem e participação da Kimberly-Clark, a montadora da JAC Motors e a
fábrica de cosméticos/central de distribuição de O Boticário, vão gerar mais de 17 mil
novos postos de trabalho, assim como uma demanda estimada de cinco mil profissionais
para reposição de mão de obra.

Para que essas oportunidades possam ser aproveitadas de forma plena, a educação
profissionalizante encontra-se descrita entre a série de condições, descritas na Política
Industrial do Estado [18].

É sob estes aspectos que, através do IFBA, o Campus de Simões Filho oferece, há
catorze anos, o Curso Técnico em Metalurgia, visando atender às necessidades do
Município de Simões Filho e da Região Metropolitana de Salvador no que se refere à
oferta de profissionais voltados não somente para o segmento industrial Metalúrgico (o
que inclui a Paranapanema, a Gerdau, a Vale Manganês SA, a Ferbasa, e outras tantas
de menor porte), além também de indústrias dos setores metal mecânico,
automobilístico, petrolífero, de tratamento de superfícies, de fundição, construção
mecânica e controle de qualidade, atuantes no Complexo Industrial de Aratu e no
Complexo Petroquímico de Camaçari (COPEC).

A designação do curso Técnico em Metalurgia está definida no catálogo Nacional


de Cursos Técnicos (CNCT), instituído pelo parecer CNE/CEB 11/2008, implantado
pela resolução n° 3 de 9 de julho de 2008. A forma de oferta do curso (integrada ao
Ensino Médio e subsequente a essa etapa da Educação Básica), está de acordo com os
Artigos 36-B e 36-C da Lei de Diretrizes e Bases N° 9.394 de 20 de dezembro de 1996
[6,7,19].

De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional [5]:

"As concepções dos currículos de cursos devem integrar a


formação geral com formação técnica/tecnológica, observando a
continuidade do ensino e a indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão para prover a formação do indivíduo com
conhecimentos técnicos bem como princípios éticos e de
responsabilidade, valorizando a cidadania, o respeito mútuo, a
solidariedade e o espírito coletivo, objetivando construir uma
sociedade mais justa. Os currículos devem, ainda, ter
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compromisso com as realidades locais dos campi, visando


atender as carências existentes e combater as desigualdades para
alcançar o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e
tecnológico regional. Portanto, buscar uma concepção de
currículo que aproxime mais o aluno das práticas de sua
profissão."

1.4 Objetivos

1.4.1 Geral
Capacitar profissionais para atuarem sob a realidade regional e nacional vigente,
em segmentos da Indústria metalúrgica, siderúrgica e metal/mecânica, com capacidade
para planejar e supervisionar a execução de atividades de caráter técnico e profissional,
aplicando métodos e processos apropriados em conformidade com as Normas Nacionais
e Internacionais de produção, qualidade e gestão.

1.4.2 Específicos
Formar técnicos em Metalurgia com uma base de conhecimentos instrumentais,
científicos e tecnológicos necessários a atender as constantes mudanças do mercado de
trabalho.

Capacitar profissionais para atuar no projeto e operação de sistemas industriais de


extração e beneficiamento de minérios, além também dos processos de obtenção e
transformação de materiais metálicos.

Capacitar profissionais a desempenhar funções relacionadas à supervisão e


controle dos processos industriais de preparação transformação de matérias-primas e
insumos;

Formar profissionais capazes de aplicar técnicas de medição e realizar ensaios


mecânicos para qualificação e seleção de materiais.

Capacitar profissionais para usar a metalografia, como ferramenta da metalurgia,


e, em particular, em todo o espectro dos produtos siderúrgicos.

Formar profissionais para atuar no setor de fundição, de conformação mecânica e


de tratamentos térmicos dos metais e suas ligas, com capacidade para exercer atividades
de orientação e de acompanhamento de todo o processo de produção, visando à

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racionalização do trabalho e o controle de qualidade do produto final, de acordo com


normas vigentes.

Capacitar profissionais para atuar em empresas nas quais os metais são utilizados
em seu processo produtivo, seja de forma manual ou automatizada, nas etapas de
laminação a quente, extrusão, trefilação, forjamento, entre outros.

Capacitar profissionais para disseminar as boas práticas de gestão da qualidade


integradas com a preocupação com a segurança dos trabalhadores e a preservação
ambiental;

Capacitar profissionais para identificar e prevenir situações potencialmente


propícias aos processos de corrosão, tanto em equipamentos quanto em outros produtos,
a partir do conhecimento dos meios, formas e mecanismos relacionados à corrosão e de
sua relação com os materiais metálicos e não metálicos, ferrosos e não ferrosos;

Capacitar profissionais a conhecer os métodos de tratamento dos minerais que dão


origem aos metais não ferrosos, tais como o cobre, o alumínio e o zinco, as suas
propriedades, aplicações e os processos metalúrgicos extrativos que lhes são aplicados.

Formar profissionais capazes de executar operações de soldagem, serralheria,


ferraria e reparos de estruturas metálicas.

Contribuir na formação humanística do futuro técnico em metalurgia, com vistas


nas responsabilidades socioambiental e de gestão;

Capacitar profissionais para atender a legislação profissional com atribuições


condizentes às Resoluções relativas a atribuições profissionais do CONFEA – Conselho
Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e CREA – Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

1.5 Características do Curso

Nível: Educação Profissional Técnica de Nível Médio na modalidade Subsequente


Forma de oferta: Presencial
Tempo de duração do curso: 2 anos
Turno de oferta: Noturno
Horário de oferta do curso: 18h10 as 21h30
Carga horária total: 1200h
Carga horária de Estágio, TCC ou Projeto Integrador (PI): 240h
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Tipo de matricula: por Módulo


Regime: Modular

II – REQUISITOS DE ACESSO

2.1 Processo de Seleção

Número máximo de vagas do curso: 40 (quarenta) alunos por turma.

Ano de criação do curso: 2006, de acordo com a resolução nº 16 de 27 de


setembro de 2006 [21].

Requisitos de acesso ao Curso: O acesso regular ao curso Técnico em Metalurgia


é realizado através de processo de seleção e obedece aos trâmites de todos os cursos
técnicos do IFBA. Segundo critérios institucionais, consta de uma prova com caráter
interdisciplinar, objetivando avaliar competências e habilidades básicas das áreas de
Linguagens, Ciências da Natureza e Matemática, além de uma redação.

A escolaridade requerida para ingresso ao curso é o ensino médio concluído.

III – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

Este projeto apresenta uma proposta de um novo modelo de organização


curricular de nível técnico, a qual privilegia as exigências de um mercado de trabalho
cada vez mais competitivo e dinâmico, no sentido de oferecer à sociedade uma
formação profissional de bom nível, com duração compatível com os ciclos
tecnológicos e, principalmente, mais relacionada com a atualidade dos requisitos
profissionais.

A princípio, o Técnico em Metalurgia poderá assumir responsabilidades inerentes


à execução de atividades relativas à sua área de formação, sob a supervisão de um
profissional mais experiente, o qual determinará sua autonomia com base no nível de
complexidade da tarefa a ser realizada. Vale ressaltar que o aumento de sua
responsabilidade e de sua autonomia na execução dessas atividades profissionais
dependerão da consolidação de sua formação profissional, a qual só poderá ser
conseguida através da experiência prática no desenvolvimento de atividades relativas à
sua formação.

No campo de atuação, o Técnico em Metalurgia poderá exercer atividades na área


da produção metalúrgica, siderúrgica e metal/mecânica sob a supervisão de um
Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente
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engenheiro, podendo assumir a coordenação de grupos de trabalho, nos seguintes ramos


da atividade industrial: Indústrias metalmecânica, siderúrgica, automobilística, naval,
petrolífera, de extração e beneficiamento de minérios, de tratamento de superfícies e de
fundição [6].

IV – DIRETRIZES CURRICULARES

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional


Técnica de Nível Médio [19], os currículos dos cursos de Educação Profissional
Técnica de Nível Médio devem proporcionar aos estudantes:

I - Diálogo com diversos campos do trabalho, da ciência, da tecnologia e da


cultura como referências fundamentais de sua formação;

II - Elementos para compreender e discutir as relações sociais de produção e de


trabalho, bem como as especificidades históricas nas sociedades contemporâneas;

III - Recursos para exercer sua profissão com competência, idoneidade intelectual
e tecnológica, autonomia e responsabilidade, orientados por princípios éticos, estéticos e
políticos, bem como compromissos com a construção de uma sociedade democrática;

IV - Domínio intelectual das tecnologias pertinentes ao eixo tecnológico do curso,


de modo a permitir progressivo desenvolvimento profissional e capacidade de construir
novos conhecimentos e desenvolver novas competências profissionais com autonomia
intelectual;

V - Instrumentais de cada habilitação, por meio da vivência de diferentes


situações práticas de estudo e de trabalho;

VI - Fundamentos de empreendedorismo, cooperativismo, tecnologia da


informação, legislação trabalhista, ética profissional, gestão ambiental, segurança do
trabalho, gestão da inovação e iniciação científica, gestão de pessoas e gestão da
qualidade social e ambiental do trabalho.

Nesse sentido, a organização curricular deve aproximar mais o aluno das práticas
de sua profissão, tendo o trabalho como princípio educativo, sua integração com a
ciência, a tecnologia e a cultura, mantendo a indissociabilidade entre teoria e prática no
processo de ensino – aprendizagem.

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4.1 Orientações Metodológicas

Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio têm como finalidade


a formação do estudante com base em conhecimentos, saberes e competências
profissionais necessários ao exercício profissional e da cidadania com base nos
fundamentos científico-tecnológicos, sócio-históricos e culturais. Nesse sentido, um
conjunto de procedimentos e estratégias deve ser adotado para atingir esse objetivo,
visando superar o modelo de aulas puramente expositivas, no qual o professor é
transmissor do conhecimento e único detentor do saber.

A superação da fragmentação de conhecimentos, a interdisciplinaridade, a


contextualização e a flexibilidade devem ser utilizadas com estratégias educacionais
favoráveis à compreensão de significados envolvendo múltiplas dimensões do eixo
tecnológico do curso e das ciências e tecnologias a ele vinculadas.

Além disso, é fundamental considerar as características e necessidades dos


estudantes, seus interesses, condições de vida e trabalho, seus conhecimentos e
experiências prévios e o perfil profissional do curso na definição dos procedimentos
didático-metodológicos, diversificando as estratégias de ensino, tendo como
pressupostos:

• Aproximar o estudante do cotidiano e de situações reais através de atividades


práticas e do estágio;

• Propiciar o acesso a atividades que contribuam para a formação artística, cultural


e ética e para o desenvolvimento do senso crítico, da cidadania e da responsabilidade
social;

• Estimular o espírito investigativo para a realização de atividades de pesquisa e


produção de tecnologias sociais e de inovações tecnológicas.

Os novos processos sociais e de trabalho exigem uma nova pedagogia e uma nova
epistemologia. Com isso, a prática de ensino deve ser desenvolvida como um processo
de permanente investigação, que o educando é o sujeito de seu conhecimento e que sua
aprendizagem está associada a um processo constante de pesquisa. Ou seja, a adoção de
estratégias de ensino que ativem a participação do estudante, tornando-o mais envolvido
e motivado com a própria aprendizagem é o desafio.

Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente


Campus: Simões Filho
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia 17

Assim, as práticas na educação profissional compreendem diferentes situações de


vivência, aprendizagem e trabalho, como estágio, atividades de laboratório, oficinas,
tarefas em grupo, trabalhos em equipe dentro e fora do ambiente escolar, visitas técnicas
e desenvolvimento de projetos são exemplos que podem ser utilizados para promover o
envolvimento do aluno no processo de aprendizagem nessa perspectiva.

4.2 Prática Profissional Intrínseca ao Currículo

A prática profissional no curso Técnico em Eletromecânica do IFBA campus


Simões Filho, foi planejada seguindo as orientações constantes na Resolução CNE/CEB
nº6/2012.

“Art. 21º. A prática profissional, prevista na organização curricular do curso,


deve estar continuamente relacionada aos seus fundamentos científicos e
tecnológicos, orientada pela pesquisa como princípio pedagógico que
possibilita ao educando enfrentar o desafio do desenvolvimento da
aprendizagem permanente, integra as cargas horárias mínimas de cada
habilitação profissional de técnico e correspondentes etapas de qualificação e
de especialização profissional técnica de nível médio.
§ 1º A prática na Educação Profissional compreende diferentes situações de
vivência, aprendizagem e trabalho, como experimentos e atividades
específicas em ambientes especiais, tais como laboratórios, oficinas,
empresas pedagógicas, ateliês e outros, bem como investigação sobre
atividades profissionais, projetos de pesquisa e/ou intervenção, visitas
técnicas, simulações, observações e outras.
§ 2º A prática profissional supervisionada, caracterizada como prática
profissional em situação real de trabalho, configura-se como atividade de
estágio profissional supervisionado, assumido como ato educativo da
instituição educacional.
§ 3º O estágio profissional supervisionado, quando necessário em função da
natureza do itinerário formativo, ou exigido pela natureza da ocupação, pode
ser incluído no plano de curso como obrigatório ou voluntário, sendo
realizado em empresas e outras organizações públicas e privadas, à luz da Lei
nº 11.788/2008 e conforme Diretrizes específicas editadas pelo Conselho
Nacional de Educação.
§ 4º O plano de realização do estágio profissional supervisionado deve ser
explicitado na organização curricular e no plano de curso, uma vez que é ato
educativo de responsabilidade da instituição educacional, conforme previsto
no inciso V do art. 20 desta Resolução.
§ 5º A carga horária destinada à realização de atividades de estágio
profissional supervisionado deve ser adicionada à carga horária mínima
estabelecida pelo Conselho Nacional de Educação ou prevista no Catálogo
Nacional de Cursos Técnicos para a duração do respectivo curso técnico de
nível médio ou correspondente qualificação ou especialização profissional.”
(Resolução CNE/CEB nº6, 2012.)

Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente


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4.3 Prática Profissional

A prática profissional é um procedimento didático-pedagógico que contextualiza


os saberes apreendidos, relacionando teoria e prática, viabilizando ações que conduzam
ao aperfeiçoamento técnico-científico-cultural e de relacionamento humano.

É obrigatória a todos os estudantes do curso técnico em Eletromecânica,


modalidade Subsequente no IFBA, Campus Simões Filho, sendo condição para o direito
ao diploma de conclusão do curso.

O desenvolvimento da prática profissional deverá ter obrigatoriamente


documentos de registro e orientação de um servidor do IFBA.

Os servidores orientadores deverão possuir titulação acadêmica de nível superior


e com formação na área da prática profissional, sendo responsáveis pelo controle da
carga horária desenvolvida na atividade e pela avaliação do documento final de registro.

No caso de realização de estágio, o orientador somente poderá ser um professor.


As Modalidades de Práticas Profissionais são:

 Estágio Curricular;
 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);
 Projeto Integrador (Protótipo + Artigo).

O mecanismo de planejamento, acompanhamento e avaliação da prática profissional


deverá conter os seguintes itens:

 Elaboração de um plano de atividades, aprovado pelo orientador;


 Reuniões periódicas do estudante com o orientador;
 A apresentação ou defesa pública do trabalho.

Somente poderão ser contabilizadas as atividades que forem realizadas no


decorrer do período em que o estudante estiver vinculado ao curso.

O limite para a conclusão da prática profissional e para a entrega dos


documentos de registro é de 04 (quatro) semestres após a integralização das disciplinas
previstas na matriz curricular.

No caso de estágio ou de protótipo com artigo, o estudante terá um prazo


máximo de 90 dias, para apresentar ao orientador o relatório das atividades
desenvolvidas.

Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente


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Os relatórios finais deverão ser escritos de acordo com as normas da ABNT


estabelecidas para a redação de trabalhos técnicos e científicos, e farão parte do acervo
bibliográfico da instituição na forma impressa e digital.

A prática profissional terá uma nota final entre 0 e 100 e o estudante será
aprovado com, no mínimo, 60 pontos. Caso o estudante não alcance a nota mínima de
aprovação na prática profissional, deverá ser reorientado com o fim de realizar as
necessárias adequações/correções e submeter novamente o trabalho à aprovação.

Caso a prática profissional não seja finalizada até o cumprimento das disciplinas
do curso, o estudante deverá renovar a matrícula nos períodos seguintes (04 semestres
após a integralização das disciplinas previstas na matriz curricular), até o cumprimento
da entrega e aprovação dos respectivos documentos de registro.

A Prática Profissional segue regulamentação própria estabelecida pelo IFBA –


Campus Simões Filho, além de regulamento complementar específico às necessidades
do Curso.

4.3.1 Estágio Curricular

O Estágio profissional, previsto na organização curricular do curso, deve estar


continuamente relacionado aos seus fundamentos científicos e tecnológicos.
Apresentando-se como ato educativo em situação real de trabalho é integrante da carga
horária mínima obrigatória da habilitação profissional de técnico sendo, portanto,
supervisionado por um professor da área específica do curso.

A formação do aluno será complementada com sua integração no mundo do


trabalho, através de Estágio Curricular Supervisionado, o qual se realizará em caráter
obrigatório devendo ocorrer após a conclusão dos três primeiros módulos de ensino e
contemplar comprovadamente atividades relacionadas ao Curso Técnico em
Eletromecânica. A carga horária mínima de Estágio Curricular Supervisionado é 240
horas, sendo permitido ao aluno realizar estágio em mais de uma empresa, desde que
sua realização ocorra no período letivo dentro do semestre imediatamente seguinte ao
terceiro módulo de ensino concluído pelo aluno e respeite a carga horária mínima para
cada estágio. O aluno será avaliado pelo professor orientador através de entrevistas
periódicas para verificação do andamento do estágio, conforme modelo (Anexo A) e
pelo profissional representante da empresa conveniada, através de ficha própria
fornecida pelo IFBA, conforme modelo (Anexo A).
Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente
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Ao final do estágio curricular, o aluno deverá apresentar ao professor orientador


do estágio um relatório com a descrição de todas as atividades realizadas durante o
estágio, o qual deverá estar devidamente assinado pelo seu supervisor na empresa
conveniada. Somente após a avaliação e aceitação do relatório por parte do professor
orientador de estágio e a habilitação em todos os módulos didáticos, é que será
concedido ao aluno o diploma referente à conclusão do curso.

O aluno poderá realizar estágio extracurricular em qualquer período do curso


desde que tal estágio não venha interferir no andamento do curso, sendo vetada a
transferência de turma para viabilizar realização de estágio extracurricular.

Dentre outras fundamentações legais, a lei 11.788, de 25 de Setembro de 2008 e


legislação vigente sobre estágio, conduzirão os procedimentos legais para realização
desse itinerário formativo.

4.3.2 Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) visa oportunizar ao aluno a integração


de todas as competências e habilidades desenvolvidas durante o curso por meio da
realização do projeto de um equipamento ou sistema eletroeletrônico/eletromecânico.

Ainda, favorece o reforço de competências como empreendedorismo, inovação,


gestão de projetos, além de apresentar ao aluno uma possibilidade de carreira acadêmica
a partir da pesquisa científica.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma pesquisa realizada pelo


discente e orientada por um docente do IFBA e versa sobre um tema pertinente ao Curso
Técnico em Eletromecânica podendo englobar atividades práticas e/ou teóricas,
permitindo ao estudante a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, aplicando a metodologia científica na execução deste
trabalho. Ao final do curso espera-se que o discente já defina a sua opção em realizar o
TCC, um tema sobre o qual versará a sua pesquisa e escolha um professor orientador
para dar início à construção deste trabalho. Este trabalho será formalizado seguindo um
programa de atividades, acompanhamento e avaliação. Deverão ser observadas as
seguintes normas para o TCC:

i. A pesquisa deverá ser escrita em língua portuguesa.

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ii. A escolha do orientador da pesquisa para cada aluno deverá ser feita em comum
acordo entre o aluno e o orientador escolhido.
iii. A pesquisa deverá ser entregue em três vias, em data estabelecida no final do
curso pelo estudante com a ciência do orientador.
iv. As pesquisas deverão versar sobre um tema pertinente ao Curso de
Eletromecânica.
v. A verificação da pertinência do tema ficará a critério do professor orientador.
vi. As pesquisas serão corrigidas por uma banca examinadora composta pelo
professor orientador e mais dois professores convidado pelo professor-orientador.
vii. Haverá a apresentação da pesquisa pelo aluno frente à banca examinadora.
viii. Cada membro da banca examinadora emitirá uma nota que segue uma escala de
0 a 10 pontos. A nota final da pesquisa será obtida da média aritmética simples das notas
emitidas pelos membros da banca.
ix. Além da nota, a banca examinadora deverá emitir um parecer circunstanciado
sobre a pesquisa, indicando, se for o caso, as correções que devem ser feitas no trabalho
apresentado.
x. No caso das pesquisas não aprovadas, média inferior a 6,0 (seis), a banca
examinadora decidirá sobre a possibilidade de reapresentação ou não do trabalho, em
prazo estabelecido pela própria banca.
xi. Caso a banca decida por conceder um prazo para reapresentação, haverá apenas
uma nova correção da pesquisa, após a qual o aluno será aprovado ou reprovado.
xii. Caso o trabalho apresentado seja reprovado, o estudante poderá optar em
realizar outra pesquisa ou realizar o Estágio Curricular Supervisionado ou ainda realizar
o Projeto Integrador (Artigo + Protótipo) afim de obter o Diploma de Técnico de Nível
Médio em Eletromecânica.
xiii. No caso dos trabalhos aprovados após as eventuais correções indicadas pela
banca examinadora serem implementadas, o aluno deverá entregar um exemplar
encadernados da pesquisa, juntamente com um arquivo eletrônico do texto, em um
prazo de trinta dias.
xiv. O exemplar definitivo ficará no acervo da biblioteca, bem como sua versão
eletrônica.
xv. Poderá ser escolhido, de comum acordo entre o aluno e o professor orientador
escolhido, um co-orientador que atue em uma ou mais das grandes áreas de afinidades
da Eletromecânica.
Tanto o Estágio Supervisionado quanto o TCC seguem regulamentação própria
estabelecida pelo IFBA – Campus Simões Filho, além de regulamento complementar
específico às necessidades do Curso.

4.3.3 Projeto Integrador (Artigo + Protótipo)

Entende-se como Projeto Integrador a atividade curricular que tem o objetivo de


desenvolver as competências que estão sendo adquiridas no período letivo. O projeto
Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente
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culmina com a apresentação de um trabalho interdisciplinar (Artigo + Protótipo) e


deverá ser entregue em forma de documento impresso à banca examinadora, atendendo
as regras de formatação definida pelo IFBA Campus Simões Filho e defendido em
apresentação pública em sala de aula ou auditório.

O objetivo precípuo do Projeto Integrador é orientar o discente quanto à inter-


relação das competências que estão sendo adquiridas no percurso formativo, sua
utilização e importância para a aquisição de novas competências, contempladas nos
módulos subsequentes, que contribuirão para a aplicabilidade no contexto da área
tecnológica. Para tanto, o docente poderá recorrer a problemas específicos relacionados
à pesquisa na Instituição ou casos em empresas parceiras e/ou estudos de autores
renomados, disponibilizando-os para análise dos discentes, fazendo a desconstrução
pedagógica dos mesmos e identificando os conhecimentos necessários à construção do
trabalho. Além disso, poderá ser aproveitado as atividades de iniciação científica e
tecnológica, segundo os programas de PIBIC Técnico e PIBIC Jr.

Neste sentido, a prática profissional obrigatória poderá ser realizada após a


conclusão de 75% da carga horária total do curso. Em tal contexto, as atividades de
iniciação científica e tecnológica poderão ser desenvolvidas na própria Instituição ou
em outra instituição de pesquisa ou Universidade. O Projeto Integrador (Artigo +
Protótipo) será formalizado seguindo as normas de formatação de acordo com a ABNT
e normas supracitadas no item 4.4.1.

Tanto o Estágio Supervisionado, o TCC quanto o Projeto Integrador (Artigo +


Protótipo) seguem regulamentação própria estabelecida pelo IFBA – Campus Simões
Filho, além de regulamento complementar específico às necessidades do Curso
conforme a Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de
Nível Médio do CEFET-BA, aprovado pelo Conselho Diretor em 16/12/2008.

4.4 Organização curricular

Neste projeto, a Organização Curricular foi estruturada em quatro módulos, além


da Prática Profissional.

O primeiro módulo visa construir as competências introdutórias. Os dois módulos


seguintes visam trabalhar as competências chaves e o quarto módulo busca consolidar
as competências específicas.
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Após a conclusão do terceiro módulo o estudante terá concluído conteúdo


suficiente, em conformidade com as normas ABNT e outras, para torná-lo apto a
receber o Certificado de Fresador Mecânico, como previsto no Catálogo Nacional dos
Cursos Técnicos.

Com a realização integral dos quatro módulos, mesmo sem o Estágio


Supervisionado, TCC ou TI, o estudante terá direito ao Certificado de Qualificação
Técnica em Metalurgia.

Apenas após ter realizado o Estágio Supervisionado, TCC ou TI, o estudante


estará apto a receber o Diploma de Técnico em Metalurgia.

Na Tabela 3 são apresentados os grupos de competências para cada módulo. O


grupo de competências é representado como uma sigla (GCXX) com a respectiva carga
horária. As disciplinas com seus conteúdos são detalhadas no item 4.5.2.

Tabela 3 - Distribuição de Competências em cada módulo da grade curricular

Prática
MÓDULO 1 MÓDULO 2 MÓDULO 3 MÓDULO 4
Profissional
GC CH(h) GC CH(h) GC CH(h) GC CH(h)
GC11 60 GC21 60 GC31 30 GC41 60 Estágio,
TCC ou
GC12 60 GC22 60 GC32 30 GC42 60
Projeto
GC13 60 GC23 60 GC33 60 GC43 60 Integrador
GC14 60 GC24 60 GC34 60 GC44 60
GC15 60 GC25 60 GC35 60 GC45 60

Subtotais: 300 300 300 300 240

CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 1440

LEGENDA: GC = GRUPO DE COMPETÊNCIAS / CH = CARGA HORÁRIA

O acompanhamento aos alunos se dará de forma contínua e processual e aquele


que não for habilitado em um ou mais Grupo de Competências de um determinado
módulo, deverá repetir o mesmo fazendo a recomposição somente das competências nas
quais não foi habilitado, obtendo dispensa das demais.

O fluxograma seguinte, Figura 1, apresenta a estrutura simplificada dos quatro


módulos do curso, desde o ingresso do aluno até a sua formação. Logo adiante são
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mostradas duas tabelas, a primeira, Tabela 4, mostra as disciplinas através dos módulo
com a carga horária em hora-aula e a segunda, Tabela 5, uma planilha mais detalhada
mostrando as disciplinas divididas por núcleos e detalhando melhor a carga horária.

ENTRADA
EXAME DE SELEÇÃO

1° MÓDULO
300 horas

2° MÓDULO
300 horas

CERTIFICAÇÃO
3° MÓDULO INTERMEDIÁRIA:
300 horas FRESADOR
MECÂNICO

CERTIFICADO:
4° MÓDULO
300 horas QUALIFICAÇÃO
TÉCNICA EM
METALURGIA

PRÁTICA PROFISSIONAL
Estágio, TCC ou PI

DIPLOMA:
TÉCNICO EM
METALURGIA

Figura 1 - Fluxograma da estrutura curricular do curso técnico em Metalurgia.

4.5 Componentes Curriculares

4.5.1 Matriz curricular


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Tabela 4 - CURSO SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO


MATRIZ COM A CARGA HORÁRIA EM HORA-AULA

CARGA
CARGA
HORÁRIA
HORÁRIA
DISCIPLINAS SEMESTRAL
SEMANAL
(h.a.)
(h.a.)
GC11 DESENHO TÉCNICO 4 60
GC12 ELETROTÉCNICA 4 60
GC13 METROLOGIA E ELEMENTOS DE MÁQUINAS 4 60
MÓDULO I GC14 ORGANIZAÇÃO, NORMAS E QUALIDADE (ONQ) 4 60
GC15 SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) 4 60
SUBTOTAL 20 300h

GC21 ENSAIOS DOS MATERIAIS 4 60


GC22 FUNDIÇÃO 4 60
GC23 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO 4 60
MÓDULO II
GC24 TECNOLOGIA DOS MATERIAIS 4 60
GC25 USINAGEM 4 60
SUBTOTAL 20 300h

GC31 DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR 4 60


GC32 METALOGRAFIA 4 60
MÓDULO III GC33 SIDERURGIA I 4 60
GC34 SOCIOLOGIA DO TRABALHO 4 60
GC35 TRATAMENTOS TÉRMICOS 4 60
SUBTOTAL 300h

GC41 CORROSÃO 4 60
MÓDUL GC42 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAL 4 60
O IV GC43 METALURGIA DOS METAIS NÃO-FERROSOS 4 60
GC44 SIDERURGIA II 4 60
GC45 SOLDAGEM 4 60
Subtotal 20 300h

Prática Profissional:
Estágio, TCC ou Projeto integrador (PI) 240h
Total 1440h

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Campus: Simões Filho
Tabela 5 - CURSO SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO
MATRIZ COM A CARGA HORÁRIA DETALHADA
4.5.2 Planejamento dos componentes curriculares de cada etapa

MÓDULO I
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC11 –Desenho Técnico Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 horas - 20 horas (teórica) e 40 horas (prática) Semanais: 04

HABILIDADES CONHECIMENTOS
 Percepção espacial; • Conceitos de desenho técnico e aplicação na Indústria;
 Desenvolver a percepção visual; • Materiais e instrumentos utilizados;
 Adquirir a linguagem gráfica; • Nomenclatura e tamanhos de formatos padronizados de
 Analisar graficamente peças e componentes papel;
mecânicos; • Geometria Euclidiana (plana)
 Visão plana bidimensional; • Figuras planas, sólidos, perímetro, área, volumes
 Visão plana tridimensional; • Caligrafia Técnica
 Utilizar a metrologia linear e angular; • Projeção Ortogonal
• Escalas
 Desenvolvimento psicomotor;
• Leitura e Interpretação de Desenho Projetivo
 Ler e interpretar o desenho técnico, em particular o
o Aplicação de linhas – NBR 8403
desenho mecânico e elétrico;
o Perspectiva
 Aplicar normas técnicas relativas ao desenho
o Vistas Técnicas
técnico;
• 1º Diedro
 Aplicar normas técnicas relativas ao desenho
o Supressão de vistas
técnico mecânico e elétrico;
o Cortes e Seções; omissão de corte;
 Elaborar Desenhos técnicos utilizando
instrumentos; o Linhas e cotagem;
 Elaborar croquis à mão livre; o Encurtamento;
o Hachuras
 Conhecer as tolerâncias geométricas.
o Aplicação da NBR 10126 - Cotagem
o Croquis
• Representação gráfica de elementos de máquinas
• Tolerância Dimensional
o Tolerância geométrica - interpretação de simbologia
de tolerâncias geométricas.
• Indicação do estado de superfície - rugosidade superficial
• Esquemas elétricos prediais e industriais
o Unifilar
o Multifilar
Os conteúdos acima estão em conformidade com as normas
ABNT e outras, em especial as seguintes: ABNT NBR: 6409 /
8196 / 10067 / 10582 / 14646; ABNT NBR ISO: 2768-1.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aula expositiva. Atividades práticas. Exercícios Processual Qualitativa e Quantitativa. Formativa. Em no mínimo
individuais. Estudo dirigido. Pesquisa. três momentos distintos no processo, cujo peso será de 4-3-3.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 6. ed. São Paulo: Editora Globo,
1999.
2. SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
3. STRAUHS, F. do R. Desenho técnico. 1. ed. Curitiba: Base Editora, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. JUNGHANS, Daniel. Eletromecânica aplicada ao desenho técnico. Curitiba: Base Editorial, 2010.
2. SCHNEIDER, W. Desenho técnico industrial. 1. ed. São Paulo: Hemus, 2008.
3. MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 1. São Paulo: Hemus, 2004.
4. MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 2. São Paulo: Hemus, 2004.
5. MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 3. São Paulo: Hemus, 2004.
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC12 – Eletrotécnica Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 horas- 40 horas (teórica) e 20 horas (prática) Semanais: 04

HABILIDADES CONHECIMENTOS
 Análise de circuitos CC e CA. 1. Circuito CC: Leis de Ohm, Potência e Energia.
 Aplicar as leis de Kirchhoff em circuitos elétricos. 2. Circuito CA: Parâmetros de Tensão Alternada; Análise de
 Analisar circuitos elétricos, efetuando cálculos de Componentes em CA (Resistor, Capacitor e Indutor).
corrente e tensão em seus elementos. 3. Impedância: Significado; Formas de Representação;
 Executar cálculos de rendimento em circuitos Triângulo de Impedância.
elétricos. 4. Análise de Circuitos Monofásicos em CA: Potências Ativa,
 Determinar a potência e a energia consumida em Reativa e Aparente; Triângulo de Potência; Correção de
circuitos elétricos. Fator de Potência.
 Analisar o comportamento de capacitores e 5. Circuito Trifásico em CA: Significado; Representação;
indutores. Sequência de Fase; Ligação Estrela; Ligação Triângulo;
Tensão e Corrente de Fase e de Linha; Potência em Circuitos
Trifásicos.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula (quadro Desenvolvimento de pesquisa prévia sobre o conteúdo das aulas,
branco e pincel, slides e projetor). com apresentação no caderno.
Aulas práticas expositivas acompanhadas de Avaliação escrita individual.
montagens experimentais ou observação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SILVA FILHO, Matheus Teodoro da. Fundamentos de eletricidade. Rio de Janeiro: LTC, c2007. xii, 151 p.
2. Markus, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada, teoria e exercícios. 8. ed. São Paulo: Erica,
2008. 288 p. Bibliografia: p. [287].
3. Say, M. G. Eletricidade geral: eletrotécnica. São Paulo: Hemus, 2004. 0000 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Albuquerque, Rômulo Oliveira. Rômulo Oliveira Albuquerque. Análise de circuitos em corrente alternada. 2. ed.. São
Paulo: Érica, 2007. 236p p. Bibliografia: p. 235.
2. Capuano, Francisco G; Marino, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 22 ed. Sao Paulo:
Erica, 1988. 309 p. Bibliografia: p. [309].
3. Boylestad, Robert L. Introdução à análise de circuitos. Tradução: José Lucimar do Nascimento. 10. ed. São Paulo:
Pearson, c2004. 828 p.
4. Nahvi, Mahmood; Edminister, Joseph. Tradução: Guilherme Moutinho Ribeiro.Teoria e problemas de circuitos
elétricos. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 478 p. (Coleção Schaum).
5. Aiub, Jose Eduardo; Filoni, Enio. Eletrônica: eletricidade corrente contínua. 15. ed. São Paulo: Érica, 2007. 190 p.
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC13 – Metrologia e Elementos de Máquinas Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 horas totais - 40 horas (teórica) e 20 horas (prática) Semanais: 04

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Metrologia: Habilitar os alunos a identificar e Metrologia:
comparar unidades dimensionais mais utilizados em • Conceito de medição, histórico das unidades básicas de
processos de fabricação industriais com relação a medidas e métodos diretos e indiretos de medição;
peças, componentes, acessórios e detalhamento de • Conceitos fundamentais e terminologias empregadas na
projetos mecânicos com a utilização de instrumentos metrologia dimensional; unidades dimensionais (conceitos);
atualizados para medições lineares e angulares. • Conversão de unidades; milímetros; polegada milesimal e
Elementos de Máquinas: Identificar elementos fracionária e prefixos gregos e latinos para classificar os
mecânicos de máquinas; Conhecer detalhes múltiplos e submúltiplos do metro;
construtivos, tipos, função, materiais de fabricação e • Sistema internacional de unidades e sistema métrico e inglês;
nomenclatura dos elementos de máquinas; Conhecer • Cuidados básicos no manuseio de instrumentos de medidas;
normas e procedimentos de seleção dos elementos de • Manutenção dos instrumentos;
máquinas; Especificar corretamente os elementos de • Normas aplicadas ao controle ambiental dos instrumentos;
máquinas. • Aferição periódica dos instrumentos; acondicionamento
Identificar os esforços a que estão submetidos os quando fora de uso; características;
elementos de máquinas. • Instrumentos de medição - Tipos, características, aplicações e
conservação;
• Tipos de técnicas aplicadas aos instrumentos de medição
como régua graduada, Esquadros, trena graduada,
paquímetro, micrômetro, goniômetro, relógios comparadores
e blocos padrões; Calibradores: Folga, rosca, raio, passa não
passa; Calibre de Solda e Hi-lo;
• Transformação de medidas (polegadas e milímetros);
Elementos de Máquinas: Elementos de fixação; Chavetas;
Elementos de apoio; Molas; Elementos de transmissão; Eixos e
árvores; Cames; Cabo de aço; Acoplamentos e Elementos de
vedação.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
AULAS TEÓRICAS - Lousa; aulas expositivas para Teórica por assuntos relacionados, conversões de unidades e
fixação dos conhecimentos. simulação com desenhos de instrumentos e escalas.
AULAS PRÁTICAS - Aulas em laboratório Prática por instrumentos e técnicas de medição.
climatizado com aplicação prática de medições de
peças diversas com os seguintes instrumentos:
 Régua graduada: Leitura e manuseio
 Paquímetro: leitura e manuseio
 Micrômetro: Leitura, tipos e manuseio
 Relógio comparador: acessórios, leitura e
manuseio.
 Goniômetro: Leitura e manuseio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTAZZI, Armando; SOUSA, André Roberto de. Fundamentos de metrologia científica e industrial. Barueri, SP:
Manole, 2008. 408 p.
2. UNHA, Lauro Salles; CRAVENCO, Marcelo Padovani. Manual prático do mecânico. Curitiba: Hemus, 2007. 584 p.
(Contendo todas as tabelas técnicas).
3. MELCONIAN, S. Elementos de máquinas. 9. ed. rev. São Paulo: Érica, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. INMETRO INST. NAC. DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL. Quadro geral de
unidades de medida: resolução do CONMETRO N.º 12/1988. 2. ed. Brasília: INMETRO, 2000.
2. LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. 7.ed. São Paulo: Érica, 2009. 248 p.
3. Apostila Metrologia IFBA
4. SHIGLEI, Joseph Edward. Elementos de Máquinas. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1984.
5. JUVINALL, R. C. e Marshek, K. M., Projeto de Componentes de Máquinas, LTC, Rio de Janeiro, 2008.
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC14 – Organização, Normas e Qualidade (ONQ) Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 horas- 40 horas (teórica) e 20 horas (prática) Semanais: 04

HABILIDADES CONHECIMENTOS
 Compreender a relação entre a empresa e o sistema  Introdução
econômico. 1. Fatores de produção e geração de riqueza
 Identificar os fatores do sistema econômico. 1. Evolução dos modos de produção e da
 Associar o sistema econômico à empresa. apropriação da riqueza.
 Compreender os fundamentos da gestão das 2. Empresa
empresas e sua visão sistêmica. 1. Classificação econômica, fiscal e jurídica das
 Identificar empresas dos vários segmentos empresas.
econômicos e suas dinâmicas internas a partir de 3. Teoria clássica da administração e modelos de
uma visão sistêmica. operações
 Conhecer ferramentas de qualidade, administrativas 1. Abordagem clássica da administração – taylor
e de gestão. 2. Produção em massa (fordismo)
 Identificar problemas e utilizar ferramentas da 3. Abordagem clássica da administração – fayol
qualidade para detectar, conhecer e resolver os 1. Funções da administração
mesmos. 4. Produção enxuta (toyotismo)
 Administração de operações
1. Abordagem sistêmica da administração
2. Entradas, processamentos e saídas de sistemas.
3. Operações da produção: volume, variedade, variação
e contato com o consumidor;
4. Desempenho da produção: qualidade, rapidez,
confiabilidade, flexibilidade e custo.
 Empreendedorismo
1. Limites e possibilidades do empreendedorismo no
contexto atual
2. Construção de ideias de negócios
 Organograma
1. Tipos de organização e seus respectivos
organogramas
 Gestão da qualidade
1. Histórico da gestão da qualidade
2. Modelos da qualidade
1. Modelo do 5s
2. Modelo 5s + 3
3. Modelo da iso série 9.000
4. Modelo da qualidade total
5. Modelo da reengenharia
6. Novos modelos de gestão
3. Ferramentas administrativas, estatísticas e da
qualidade.
1. Organograma
2. Fluxograma
3. Lista de verificação
4. Brainstorming
5. Diagrama de pareto
6. Diagrama de causa e efeito
7. Estratificação
8. Histograma
9. Diagrama de dispersão
10. Gráficos de controle
11. Ciclo pdca
12. 5W1H
4. Normatização e padronização
Conteúdos em conformidade com as normas ABNT. ABNT NBR
ISO: 9001 / 14001.

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas, dinâmicas em grupo e recursos Aspectos a serem avaliados
audiovisuais.  Competência número 1
 Competência número 2
 Competência número 3
Instrumentos/procedimentos utilizados
1. Vídeo e atividade em grupo.
2. Trabalho em grupo associando a teoria sobre a visão
sistêmica da administração e um exemplo prático de um
local de trabalho
3. Uma avaliação individual e uma em grupo envolvendo as
ferramentas e os modelos da qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
 SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2009. 703 p.
 BULGACOV,Sergio (Org.). Manual de gestão empresarial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 380 p.
 MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revulução digital. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2010. 491 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABRANTES, José. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
2. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista – A degradação do trabalho no século XX. 3ª
edição. São Paulo: LTC, 1987.
3. CAMPOS, Vicenti Falconi. Qualidade Total – padronização de empresas. Belo Horizonte: INDG,2002.
4. GOUNET, Fordismo e Toyotismo – na civilização do automóvel. 1ª edição. São Paulo: Boitempo
Editorial. 1999.
5. LUIZ, Sinclayr. Organização e Técnica Comercial – Introdução à Administração. 21ª edição. São
Paulo: Saraiva. 1999.
6. OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização & Métodos uma abordagem gerencial.
13ª edição. São Paulo: Atlas, 2002
7. TAYLOR, FREDERICK W. Princípios de Administração Científica. 8ª edição. São Paulo: Atlas, 2010.
8. TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. NOGUEIRA, Edemilson. Desenvolvimento de novos
empreendimentos. São Carlos: EdUFScar, 2001.
9. VIEIRA, Sônia. Estatística para a qualidade: como avaliar com precisão a qualidade em produtos e
serviços. 1ª edição. São Paulo: Elsevier, 1999.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC15 – Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 horas Semanais: 04
HABILIDADES CONHECIMENTOS
Identificar, avaliar e controlar os riscos ambientais, a  Higiene e Segurança do Trabalho, NR´s 05, 06, 07, 09, 10,
fim de evitar acidentes, doenças e de prevenir 12, 15, 16, 17, 23, 33 e 35;
impactos ambientais negativos, principalmente no  Conscientização sobre o uso de EPI’s;
ambiente de trabalho.  Acidentes do trabalho, investigação de acidente;
 Inspeção de segurança, mapa de risco;
 Noções de legislação relativas à segurança e saúde
organizacional;
 Legislação previdenciária, noções de primeiros socorros;
 Prevenção e combate a incêndio e a desastres:
 A importância da gestão ambiental;
 Principais doenças ocupacionais;
 Meio ambiente, resíduos, fontes de energia, impactos
ambientais (ar, água e solo);
 Desenvolvimento sustentável.

Conteúdos em conformidade com as normas ABNT e OHSAS:


18001.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aula expositiva com discussão participativa. Trabalhos, pesquisas, seminários e prova.
Filmes, visitas técnicas, palestras com convidados e
estudos dirigidos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
 BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Higiene e Segurança do
Trabalho. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 49p., 2006.
 BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Inspeção de Segurança.
PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 12p., 2006.
 BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Prevenção e Combate a
Incêndios. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 20p., 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
 SCHNEIDER, Magda Maronice Machado. Supervisor Técnico de SMS – Primeiros Socorros. PETROBRAS, CEFET-
RS e PROMINP: Pelotas, 49p., 2006.
 Segurança e Medicina do Trabalho. Atlas: São Paulo, 51ª ed., 700p., 2002.
 ZOCCHIO, Álvaro. Prática da Prevenção de Acidentes – ABC da Segurança do Trabalho. Atlas: São Paulo, 7ª ed.,
278p., 2002.
 SALIBA, Tuffi Messias. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 4a Edição. Editora LTC, 2013.
 ZOCCHIO, Álvaro. Prática da Prevenção de Acidentes – ABC da Segurança do Trabalho. Atlas: São Paulo, 7ª ed.,
278p., 2002.
 LEI Nº 13.425/2017 – “Diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres.” Disponível
em: www.planalto.gov.br. Acessado em: 26 de Julho de 2017.
 Sites:
www.areaseg.com
www.fundacentro.gov.br
www.mte.gov.br
www.segurancaetrabalho.com.br
www.sobes.org.br
www.protecao.com.br

MÓDULO II
Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC21 – Ensaios dos Materiais Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer os princípios teóricos e práticos dos principais Importância dos ensaios de materiais. Princípios Básicos,
ensaios destrutivos e não destrutivos aplicados aos materiais Critérios de Aceitação, Normas, Calibração e Aferição de
Equipamentos.
Classificação dos ensaios de materiais.
Ensaios mecânicos destrutivos: ensaios mecânico de tração,
dureza – Brinell, Rockwell, Vickers, Shore e Microdureza,
fluência, fadiga, tenacidade ao impacto, tenacidade a
fratura,
Ensaios não-destrutivos: inspeção visual. íquidos
penetrantes, partículas magnéticas, ultrassom e raios-x.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). grupo. A participação nas atividades e em sala de aula
Aulas práticas em laboratório servirá também como forma de avaliação do conteúdo
trabalhado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos, Fundamentos Teóricos e Práticos. 5. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
GARCIA, A.; SPIM, J. A.; DOS SANTOS, C. A. Ensaios dos Materiais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 816 p.
NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: E. Blucher, 1989.
ANDREUCCI, R. Líquidos Penetrantes. Edição: Fevereiro de 2014. Disponível em: <http://www.abende.org.br>. Acesso
em 05 de Novembro de 2015.
ANDREUCCI, R. Partículas Magnéticas. Edição: Outubro de 2014. Disponível em: <http://www.abende.org.br>. Acesso
em 05 de Novembro de 2015.
ANDREUCCI, R. Ensaio por Ultra-som. Edição: Maio de 2014. Disponível em: <http://www.abende.org.br>. Acesso em
05 de Novembro de 2015.
ANDREUCCI, R. Radiologia Industrial. Edição: Julho de 2014. Disponível em: <http://www.abende.org.br>. Acesso em
05 de Novembro de 2015.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC22 - Fundição Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h
HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer os aspectos metalúrgicos da fundição; Histórico da fundição;
Conhecer os principais processos de fundição; Aspectos metalúrgicos da fundição;
Compreender o efeito e características da moldagem e da Principais processos de fundição;
confecção de machos; Modelagem em areia;
Compreender e executar as atividades de moldagem, Vazamento de peças fundidas;
desmoldagem para peças fundidas em areia; Desmoldagem e recuperação da areia;
Compreender e executar o vazamento de peças fundidas; Acabamento e tratamentos de peças fundidas;
Compreender o processo de controle de qualidade e Controle de qualidade e defeitos de fundição.
defeitos de peças fundidas.

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo.
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco); A participação nas atividades e em sala de aula servirá
Aulas práticas de moldagem, desmoldagem, vazamento e também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.
acabamento. (Fundição em areia)
As atividades práticas também serão pontuadas através da
observação e de um relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALDAM, R. L & VIEIRA, E. A., Fundição: Processos e Tecnologias Correlatas. 1ª edição. São Paulo. Editora Erica.
2013.
TORRE, J. Manual prático de fundição e elementos de prevenção da corrosão. Editora Hemus. 2004.
SANTOS, Adalberto Bierrenbach de Souza; BRANCO, Carlos Haydt Castello. Metalurgia dos ferros fundidos cinzentos e
nodulares. São Paulo: IPT, 1991. 199 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASKELAND, D. R.; Phulé, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: Cencage Learning, 2008. 594 p.
CAMPOS FILHO, Maurício Prates de; DAVIES, Graeme John. Solidificação e fundição de metais e suas ligas. São Paulo:
USP, 1978. 244 p.
ASHBY, M. F., JONES, D.R.H. Engenharia de Materiais: Uma introdução a Propriedades, Aplicações e Projeto, Volume
I, Trad. da 3ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2007. 371p.
CHRISTIENSEN, J. Gregorich. Manual de fundição. São Paulo: Egéria, 1978. 237 p.
CALLISTER JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia de materiais, 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2002. 589 p.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC23 - Processos de Fabricação Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Classificar os processos de fabricação mecanica, inclusive os Processos de Fabricação partindo do metal sólido:
métodos de fabricação de pós metálicos; mistura dos pós; Laminação, forjamento, extrusão, trefilação,
compactação dos pós; sinterização; dupla compactação; conformação de chapas, hidroconformação. Processo da
tratamentos posteriores à sinterização. metalurgia do pó.
Identificar as bases fundamentais da conformação mecânica
em materiais metálicos;
Identificar os principais tipos de processos de conformação
mecânica;
Identificar as várias zonas de uma junta soldada;
Identificar os vários tipos de defeitos dos principais
processos de conformação;

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas Processual e contínua utilizando as verificações de
Consulta a catálogos de fabricante aprendizagem: Testes, Provas e apresentações de
Trabalhos em equipes seminários;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KIMINAMI, Claudio Shyinti; CASTRO, Walman Benicio de; OLIVEIRA, Marcelo Falcão de. Introdução aos processos
de fabricação de produtos metálicos. São Paulo: Blucher, 2013. 235 p. ISBN 9788521206828.
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1986. 266 p. ISBN 9780074500897.
HELMAN, Horacio; CETLIN, Paulo Roberto. Fundamentos da conformação: mecânica dos metais. 2. ed. São Paulo:
Artliber, 2005. 260 p. ISBN 8588098288 (broch.).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Lauro Salles; CRAVENCO, Marcelo Padovani. Manual prático do mecânico. São Paulo: Hemus, 2006. 584 p.
ISBN 8528905063.
MARCOS, F. de. Corte e dobragem de chapas: tecnologia prática: com 181 figuras e 12 tabelas. São Paulo: Hemus, 2007.
151 p. ISBN 9788528905816.
SCHAEFFER, Lirio. Conformação mecânica. 2. ed. Porto Alegre: Imprensa Livre, 2004. 167 p. ISBN 8586647136.
CHAEFFER, Lirio. Forjamento: introdução ao processo. 2 ed. Porto Alegre: Imprensa Livre, 2006. 202 p ISBN
8576970414.
HELMAN, Horacio; CETLIN, Paulo Roberto. Fundamentos da conformação: mecânica dos metais. 2. ed. São Paulo:
Artliber, 2005. 260 p. ISBN 8588098288.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC24 - Tecnologia dos Materiais Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer os tipos de materiais e como as suas respectivas  Classificação dos materiais da ciência e engenharia;
estruturas influenciam as suas propriedades;  Estruturas dos materiais;
Identificar as principais imperfeições dos materiais e como Imperfeições nos sólidos;
estas influenciam o seu comportamento mecânico;  Propriedades mecânicas dos materiais;
Compreender como as propriedades mecânicas são medidas  Mecanismos de deformação e aumento da resistência
e o que representam; mecânica;
Compreender os mecanismos que estão por trás das técnicas
usadas para aumentar a resistência dos materiais;  Tecnologia dos Materiais Metálicos:
Identificar a natureza das discordâncias e o seu papel no • Aços e Ferros-Fundidos: obtenção,
processo de deformação plástica; classificação, propriedades e composição;
• Não Ferrosos: cobre, bronze, latão e alumínio;
 Tecnologia dos Materiais Plásticos:
• PVC, polipropileno, teflon e nylon
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). grupo. A participação nas atividades e em sala de aula
Exibição práticas de diversos materiais metálicos e plásticos servirá também como forma de avaliação do conteúdo
para diferenciação entre eles. trabalhado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 816 p.
CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Abordagem Integrada, 2ª ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p.
SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASKELAND, D. R.; Phulé, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: Cencage Learning, 2008. 594 p.
ASHBY, M. F., JONES, D.R.H. Engenharia de Materiais: Uma introdução a Propriedades, Aplicações e Projeto, Volume
I, Trad. da 3ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2007. 371p.
ASHBY, Michael; JONES, David R. H. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e projeto. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2007. v.2. 436 p.
VAN VLACK L. H. Principios de Ciencia e Tecnologia dos Materiais. Sao Paulo : Edgar Blucher, 2002. 427 p
CALLISTER JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia de materiais, 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2002. 589 p.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC25 - Usinagem Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Identificar as bases fundamentais da usinagem. • Processos de usinagem: Torneamento;
Identificar os principais processos de usinagem. aplainamento; fresamento; brochamento;
Realizar cálculos necessários à usinagem. serramento; furação por abrasão e métodos não
Identificar as ferramentas de corte para os principais tradicionais de usinagem.
processos de usinagem. • Experiências e trabalhos práticos relativos aos
Utilizar tabelas para realizar cálculos. processos de fabricação mecânicos e respectivos a
máquinas: torno, plaina, fresadora, furadeira,
retífica.
• Cálculo e ajustes dos parâmetros pertinentes aos
vários processos estudados.
• Fresadoras – generalidades;
• Tipos de fresagem;
• Fluido de Corte;
• Parâmetros de corte;
 Aparelho divisor:
• Cálculos;
• Divisão direta, indireta e diferencial;
Operações:
 Usinar Cremalheira;
• Usinar superfícies planas, paralelas e em ângulos;
• Usinar ranhuras;
• Usinar rasgo de chaveta;
• Fresar rodas dentadas de dentes retos;
• Fresar rodas dentadas de dentes helicoidais.

Os conteúdos acima estão em conformidade com as normas


ABNT e outras, em especial as seguintes: ABNT NBR NM:
172; ABNT NBR NM ISO: 4948-1.

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas Processual e contínua utilizando as verificações de
Consulta a catálogos de fabricante aprendizagem: provas, apresentações de seminários e
Trabalhos em equipes relatório sobre a prática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROSSI, Mario. Máquinas operatrizes modernas: comandos óleo dinâmicos, métodos de usinagem,
utensílios, tempos de produção. Rio de Janeiro: Hoepli, c1970. 562 p.
DINIZ, Anselmo Eduardo et al. Tecnologia da usinagem dos materiais. 5 ed. São Paulo: Artliber,
2006. 255 p. ISBN 8587296019.
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo: Edgard
Blücher, 1970. 751 p. ISBN 9788521202578.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica. Processos de Fabricação e Tratamento, V. III. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill Ltda,
1986. 315p.
CUNHA, Lauro Salles. Manual prático do mecânico: torneiro, ajustador, fresador, ferramenteiro, controlador de qualidade,
controlador de tempo, afiador de ferramentas, supervisor, técnico em máquinas operatrizes, supervisor de produção,
desenhista e técnico. São Paulo: Hemus, 1972. 552 p.
MACHADO, Alisson Rocha et al. Teoria da usinagem dos materiais. 1.ed. São Paulo: Blucher, 2009. 371 p. ISBN 978-85-
212-0452-7.
USINAGEM de ultra precisão. 5 ed. São Carlos: Rima, FAPESP, 2004. 276 p. ISBN 8586552798
CASILLAS, A. L. Máquinas: formulário técnico. São Paulo: Mestre Jou, [ca 1999]. 634 p. ISBN 8587068032.
MÓDULO III

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC31 – Desenho Assistido por Computador Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Utilizar desenhos e outros documentos em meio Software de CAD
eletrônicos elaborados através de programas de CADs e
Sistemas de coordenadas bidimensionais; comandos básicos
SOLIDWORKS.
e avançados de edição de desenho;
Conhecer e aplicar programa de CAD.
Execução e edição de textos em desenho técnico;
Conhecer a aplicar programa Solidworks.
Comandos para geração de cotas; utilização e geração de
Elaborar desenhos e croquis através de programas de camadas;
CADs.
Utilização de comandos de visualização e plotagem de
Elaborar desenhos utilizando o solidworks – modelagem
sólida, paramétrica.
desenhos;
Desenhos de elementos de máquinas em 2D/3D.
Software Solidworks
Modelagem sólida, paramétrica

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aula expositiva. Atividades práticas. Exercícios Processual Qualitativa e Quantitativa. Formativa. Em no
individuais. Estudo dirigido. Pesquisa. mínimo três momentos distintos no processo, cujo peso será
Utilização da computação gráfica associando aos de 4-3-3.
princípios e fundamentos do desenho técnico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIALHO, A. B. Solidworks Premium. Teoria e Prática no desenvolvimento de Produtos Industriais. São Paulo: Erica,
2012.
LIMA, CLAUDIA CAMPOS. Estudo Dirigido de Autocad 2009. São Paulo: Ed. Érica, 2008.
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual
Books, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HETEM, Jr. A. Computação Gráfica. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2006.
SILVEIRA NETO, Walter Dutra; COUTO, Rita Maria de S.; ROSA Silvana Bernardes; A aplicação do tutorial no ensino
de software gráfico, direcionado ao método de Educação a Distância. In: Anais P&D 2008. São Paulo, SP: AEND, 2008.
POLLONI, Enrico Giulio Franco. FEDELI, Ricardo Daniel. Introdução a ciência da Computação. São Paulo – SP:
Pioneira Thomson Learning, 2003.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC32 – Metalografia Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer as principais ligas binárias existentes e seus Aços e Ferros fundidos: Estrutura cristalina, Caracterização
diagramas de fase, bem como a microestrutura formada e Composição Química.
durante as várias etapas do seu resfriamento; Diagramas de Fases: Fases, Mistura de Fases, Solução
Relacionar composição química e estrutura metalúrgica às Sólida, Diagramas de Fase em condições de equilíbrio,
propriedades físicas e mecânicas dos materiais metálicos Sistemas Isomorfos e Microestrutura, Diagrama de Fases Fe-
Conhecer as principais técnicas de preparação de amostra C, Microestruturas, ligas hipoeutetóides e hipereutetóides,
para análises metalográficas, no escopo da macrografia e Determinação das fases, composição e quantidades das
micrografia; fases;
Introdução à Metalografia: Definição de Metalografia,
Técnicas de Análise metalográfica: Macrografia e
Micrografia
Macrografia: Preparação, exame e interpretação dos
resultados
Micrografia: Preparação, exame e interpretação dos
resultados
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo.
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). A participação nas atividades e em sala de aula servirá
Aulas práticas em laboratório também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 652p.
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAZANO, C.A.T.V. A Prática Metalográfica. São Paulo: Hemus, 1980. 453p.
CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 816 p.
CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Abordagem Integrada, 2ª ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p.
SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC33 - Siderurgia I Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 Semanais: 4

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer os processos de produção de coque e as Conhecer a forma de beneficiamento dos minérios usados
principais características do coque produzido e seu uso na nos processos siderúrgicos.
siderurgia Conhecer aspectos da combustão aplicados â siderurgia;
Conhecer o processo de produção de carvão vegetal e as Matérias Primas Usadas na Siderurgia, Minérios, Coque e
principais características do carvão produzido e seu uso na Carvão Vegetal.
siderurgia Sinterização de Minério de Ferro
Conhecer o processo de sinterização e os tipos de Pelotização de Minério de Ferro
maquinas de sinterizar. Mecanismos de operação do Alto Forno.
Conhecer o processo de sinterização e os tipos de Mecanismos de Operação do processo HyL e Midrex,.
maquinas de pelotizar. Mecanismos de produção de aço via forno elétrico a arco,
LD e AOD.
Conhecer a aplicar métodos de redução de minério de
Mecanismo de operação de uma maquina de lingotamento.
ferro.
Mecanismo de produção de ferro ligas. Aplicação das ligas
Conhecer o processo de produção de gusa liquido.
na produção de aço.
Conhecer o processo de produção de ferro esponja e seu
uso na siderurgia. Executar operações em baterias de coquerias, fornos de
produção a carvão vegetal e de craqueamento de gás.
Conhecer e aplicar métodos de produção de redutores Executar as operações das máquinas de sinterização e
sólidos e gasosos, visando a obtenção de metal bruto. pelotização.
Conhecer e aplicar métodos de aglomeração do minério de Executar operações dos fornos de redução direta e alto forno
ferro. para obter ferro esponja e gusa.

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aula expositiva com a participação dos alunos Atividade em classe.
Exibição de filme para fixar o assunto. Avaliação escrita.
Divisão da turma em grupos, para fazer atividade sobre o Trabalho de pesquisa bibliográfica.
tema.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Araujo, L. A. Siderurgia. São Paulo: F.T.D, 1967.
Bradaschia, C. Garcia do Ó, A.M.P Curso de Siderurgia Geral Com Ênfase aos Processo Utililizados no Brasil. São Paulo:
Associação Brasileira de Metais.
Aquecimento Elétrico Industrial – Eletrotermia. Oficinas gráficas da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP
Pena, J.C. et al. Aglomeração de Minérios de Ferro. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.
Herskovic, J. Elaboração do Aço: Fusão e Refino. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.
Formação de eletrodos, curso da Elkem.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Site das Siderúrgicas Brasileiras e Estrangeiras.

Revistas ABM – Metalurgia e Brasil Mineral.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC34 - Sociologia do Trabalho Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Exercer a cidadania nos seus diferentes âmbitos Origem da palavra trabalho. A percepção do trabalho em
(movimentos sociais, sindicatos, comunidade...). diferentes períodos da história e sua conexão com o sistema
Compreender a realidade nas suas dimensões social, econômico. A contribuição de E. Durkheim, K. Marx e M.
política e econômica e suas interações com o mundo do Weber sobre o mundo do trabalho. Modos de controle do
trabalho. trabalho: Taylorismo, Fordismo. Toyotismo. Liberalismo
econômico, neoliberalismo e keynesianismo. Consenso de
Washington. Precarização. Tercerização. Características do
trabalho no Brasil. Tendências atuais no mundo do trabalho.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas - interativas abertas para discussão. Os Serão avaliados os diferentes trabalhos realizados ao longo
alunos realizarão trabalhos individuais / grupo e do semestre. Presença e participação na sala de aula são
seminários para incentivar a pesquisa e solidificar a elementos de ponderação.
capacidade de leitura, compreensão, raciocínio e
aprofundamento dos conteúdos das leituras indicadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRYM, R.J. ...(et al.) Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Thompson Learning, 2006.
GIDDENS, Anthony. SOCIOLOGIA. 4ª ed. Artmed. Porto Alegre, páginas23 até 36.
GOUNET, TH. Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. Boitempo Editorial 1 ª Edição out. 1999 São Paulo

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho Ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 6ª ed. São Paulo: Boitempo,
2002.
ANTUNES, R. O caracol sua concha, ensaios sobre a morfologia do trabalho. 1ª edição julho 2005. São Paulo: Boitempo
Editorial.
DIAS, R. Introdução à Sociologia Editora Pearson, 5ª reimpressão, São Paulo 2007.
GOUNET, TH. Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. Boitempo Editorial 1 ª Edição out. 1999 São Paulo
VASAPOLLO, L. O trabalho atípico e a precariedade. 1ª edição jul. 2005, São Paulo: Expressão Popular

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC35 – Tratamentos Térmicos Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Interpretar curvas de resfriamento isotérmico (TTT) de Ligas Ferro-carbono (Diagrama Fe-C, transformação na
ligas de aço; interpretar curvas de resfriamento contínuo faixa dos aços e dos ferros fundidos);
(TRC) de ligas de aço; reconhecer os diferentes Transformação Isotérmica (Curvas em C ou TTT,
microconstituintes e as microestruturas de ligas de aço microconstituintes, fatores que afetam a posição das curvas
resultantes de resfriamento a partir da fase austenita; em C, Temperabilidade, fatores que afetam e faixas de
temperabilidade);
Distinguir os processos de recozimento, normalização,
Tratamentos Térmicos dos aços (Recozimento,
têmpera e revenido de ligas ferrosas em termos de
Normalização, Têmpera e Revenido)
objetivos e procedimentos; definir temperabilidade;
Tratamentos Isotérmicos (Martêmpera e Austêmpera);
descrever como ocorre o endurecimento por precipitação
Tratamentos Termoquímicos (Cementação, Nitretação,
de metais a partir de um diagrama de fases.
Cianetação e Carbonitretação);
Citar e descrever os tratamentos térmicos e termoquímicos Tratamentos térmicos dos Ferros Fundidos;
que se aplicam às ligas ferrosas e principais ligas não Tratamentos Térmicos de Metais Não Ferrosos e suas ligas
ferrosas; (Al, Cu, Mg, Ni, Ti);
Relacionar os tratamentos térmicos e termoquímicos com
as possíveis mudanças nas propriedades mecânicas dos
aços e ferros fundidos
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo.
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). A participação nas atividades e em sala de aula servirá
Aulas práticas em laboratório também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 816 p.
CHIAVERINI, V. Tratamento Térmico das Ligas Metálicas. São Paulo: Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais,
2008. 272p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 652p.
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p.
CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Abordagem Integrada, 2ª
ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p.
FAZANO, C.A.T.V. A Prática Metalográfica. São Paulo: Hemus, 1980. 453p.
SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

MÓDULO 4

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC41 - Corrosão Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Identificar e prevenir situações potencialmente propícias Conhecer a importância da corrosão para a economia do
aos processos de corrosão em metais, tanto em país;
equipamentos quanto em produtos metálicos. Conhecer a relação entre corrosão, meio ambiente e energia;
Identificar e caracterizar um meio corrosivo; Conhecer todos os meios corrosivos e sua relação com os
Modificar um meio corrosivo; materiais;
Classificar a forma de um processo corrosivo; Conhecer as formas de corrosão;
Identificar mecanismos de processos corrosivos; Conhecer os mecanismos de corrosão;
Propor tipos de revestimentos anticorrosivos; Conhecer todos os métodos de proteção contra corrosão.
Preparar superfícies para revestimentos anticorrosivos;
Medir as taxas de corrosão;
Selecionar metais destinados à proteção catódica;
Montar um sistema de proteção catódica.

METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas e exercícios de fixação; Listas de Avaliação processual; Provas escritas e orais; Atividades em
Exercícios; Apresentações com Data show; Vídeos sala de aula pontuadas; Relatórios de demonstrações
didáticos; Demonstrações práticas. práticas; Relatórios de visitas técnicas; Seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Gentil, V. Corrosão. 6ª edição (e anteriores). Rio de janeiro: LTC, 2011;
Jambo, H.C.M.; Fófano, S. Corrosão - Fundamentos , Monitoração e Controle. Edição revisada. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2009;
Callister Jr., W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais - Uma Introdução - 8ª Ed. (e anteriores). Rio de Janeiro, LTC,
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Ramanathan ,L.V. Corrosão e seu controle; Brasil: Hemus, 1994;
Van Vlack, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Ed. Blucher, 1998;
Bockris, J.O’M.; Reddy, A.K.N. Modern electrochemistry. 2ª edição. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers,
1998;
Dutra, A.D.; Nunes, L.P.. Proteção catódica: técnica de combate à corrosão. 4ª edição. Rio de Janeiro: Editora
Interciência, 2006;
Fontana, M.G., Greene, N.D., Corrosion Engineering. 2ªEd. New York: McGraw Hill, 1978.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC42- Instrumentação e Controle Industrial Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Ler e interpretar fluxogramas de instrumentação. Conceitos gerais sobre instrumentação industrial;
Diferenciar os sensores, seus princípios de Simbologia da instrumentação;
funcionamento e aplicações. Instrumentos para medição de pressão;
Identificar os instrumentos para medição das variáveis Instrumentos para medição de nível;
industriais. Instrumentos para medição de vazão;
Entender processos de medição de variáveis. Instrumentos para medição de temperatura;
Elementos finais de controle.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas, aulas práticas, exercícios sobre a Teste teórico;
aplicação do conteúdo apresentado e avaliação da Práticas em equipe;
aprendizagem. Prova individual

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BEGA,EgídioAlberto (Org.). Instrumentação Industrial. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. 583 p.
2. FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação industrial: conceitos, aplicações e análises. 3 ed. São Paulo: Érica,
2005. 276 p.
3. SOISSON, Harold E. Instrumentação industrial. São Paulo: Hemus, 2002. 687 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FRANCHI, Claiton Moro. Controle de processos industriais: princípios e aplicações. São Paulo: Érica, 2011. 255 p.
2. SANTOS NETO, Miguel Pereira. Automação e controle de processos industriais. Simões Filho: Autor, 2012. 130 p.
3. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
201 p.
4. BORTONI, Edson da Costa. Instrumentação e controle: apostila simplificada. Rio de Janeiro: Eletrobrás, [ca 2005].
83 p. (Programa de eficientização industrial; Procel).
5. IEEE TRANSACTIONS ON INDUSTRIAL ELECTRONICS. New York: IEEE PRESS,. Mensal.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC43 - Metais não-Ferrosos Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Classificar os metais entre ferrosos e não ferrosos; Conhecer os métodos de tratamento dos minerais que dão
Acompanhar industrialmente os processos metalúrgicos origem aos metais não ferrosos;
extrativos dos seguintes metais: cobre, alumínio e zinco. Conhecer propriedades e aplicações dos metais não ferrosos
Aplicar revestimentos de metais não ferrosos (Zn e Cu) por e suas ligas;
eletrólise. Conhecer a metalurgia dos óxidos e sulfetos;
Conhecer os processos metalúrgicos extrativos aplicados aos
metais não ferrosos.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas expositivas e exercícios de fixação; Listas de Avaliação processual; Provas escritas e orais; Atividades em
Exercícios; Apresentações com Data show; Vídeos sala de aula pontuadas; Relatórios de demonstrações
didáticos; Demonstrações práticas. práticas; Relatórios de visitas técnicas; Seminários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Gill, C. B. Nonferrous extractive metallurgy . New York: John Wiley & Sons, 1988;
F. Habashi. Handbook of Extractive Metallurgy, Wiley-VCH, 1997;
Coutinho, C. Bottrel. Materiais metálicos para engenharia. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Callister Jr., W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais - Uma Introdução - 8ª Ed. (e anteriores). Rio de Janeiro, LTC,
2012;
Habashi, F. Textbook of Pyrometallurgy. Univ. Laval. Québec: 2002;
Habashi, F. Principles of Extractive Metallurgy –Vol. 1, 2 e 3 – Pyrometallurgy.Gordon & Breach.1986;
Rosenqvist, T. Principles of extractive metallurgy. London: McGraw-Hill, 1983;
ASM Metals Handbooks. Properties and selections: non ferrous alloys and pure metals; 2000.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC44 - Siderurgia II Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60 Semanais: 4

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Dominar os processos de produção de aço e suas
Métodos de transformação de ferro esponja e gusa em aço.
aplicações.
Dominar a operação da maquina de lingotamento, Métodos de refino secundário de aços.
distinguir as diversas formas do aço lingotado e suas
Processos de solidificação dos aços.
aplicações.
Dominar os processos de ligas de Si, Mn, Cr , Ni; Métodos de obtenção de ferro liga.
Operações dos fornos de aciaria elétrica e a oxigênio.
Elaborar relatórios de produção.
Operações em fornos de refino secundário.
Conhecer os diversos tipos de fornos.
Operações das máquinas de lingotamento convencional e
contínuo dos aços. Elaborar relatórios de controle estatístico de processo.

Operações de fornos elétricos a arco submerso.


METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aula expositiva com a participação dos alunos Atividade em classe.
Exibição de filme para fixar o assunto. Avaliação escrita.
Divisão da turma em grupos, para fazer atividade sobre o Trabalho de pesquisa bibliográfica.
tema.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Araujo, L. A. Siderurgia. São Paulo: F.T.D, 1967.
Bradaschia, C. Garcia do Ó, A.M.P Curso de Siderurgia Geral Com Ênfase aos Processo Utililizados no Brasil. São Paulo:
Associação Brasileira de Metais.
Aquecimento Elétrico Industrial – Eletrotermia. Oficinas gráficas da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP
Pena, J.C. et al. Aglomeração de Minérios de Ferro. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.
Herskovic, J. Elaboração do Aço: Fusão e Refino. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.
Formação de eletrodos, curso da Elkem.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Site das Siderúrgicas Brasileiras e Estrangeiras.

Revistas ABM – Metalurgia e Brasil Mineral.

Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais


Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
Disciplina: GC45 - Soldagem Período Letivo: A partir de 2018.1
Carga-Horária: 60h Semanais: 4h

HABILIDADES CONHECIMENTOS
Conhecer tecnicamente os principais processos de Introdução à soldagem: Método de união dos metais;
soldagem a Arco Elétrico Classificação dos processos de soldagem: por pressão e por
Selecionar entre os processos de soldagem a arco o melhor fusão; Definição de soldagem; Processos de soldagem;
para uma dada aplicação Comparação com outros métodos de fabricação.
Relacionar os conhecimentos relativos aos processos à Terminologia e simbologia de soldagem: Formação de
metalurgia física da soldagem; uma junta soldada; Terminologia de Soldagem; Simbologia
Identificar a estrutura macroscópica de uma junta soldada de soldagem.
e a importância de cada uma dentro do escopo de Qualificação em Soldagem: Definição de EPS, objetivo,
soldagem procedimentos, testes e modelo de EPS; Definição de RQPS,
modelo de RQPS e Qualificação do Soldador.
O arco Elétrico de Soldagem: Soldagem elétrica a arco
voltaico; o arco voltaico, características elétricas e térmicas;
Princípios de segurança em soldagem: Riscos, causas e
normas de segurança.
Fundamentos da metalurgia da soldagem: Metalurgia física
dos aços; Fluxo de calor; Macroestrutura de soldas por
fusão; Características da zona fundida; Características da
zona termicamente afetada.
Processos de soldagem: Fundamentos, equipamentos,
consumíveis, técnica e aplicações dos processos de
soldagem a arco com Eletrodo Revestido, TIG, MIG/MAG e
Arco Submerso.
METODOLOGIA AVALIAÇÃO
Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo.
recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco); A participação nas atividades e em sala de aula servirá
Aulas práticas também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARQUES, P.V; MODENESI, P.J; BRACARENSE, A. Q. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. 2ª Edição Revisada e
Ampliada. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 362p.
WAINER, E.;Brandi, S.D; Melo, V.O. Soldagem – Processos e Metalurgia. São Paulo: Edgard Blucher, 1992, 504p.
QUITES, A.M. Introdução à Soldagem a Arco Voltaico. Florianópolis: Soldasoft, 2002, 352p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MESSLER JR, Robert W. Joining Materials and Strucutures – from Pragmatic Process to Enabling Technology.
Burlington, MA: Elsevier, 2004. 790p.
MACHADO, I.G. Soldagem e Técnicas Conexas: Processos. Porto Alegre: UFRGS, 1996.
MARQUES, P.V; Tecnologia da Soldagem. Belo Horizonte: O lutador, 1991. 352p. 470p.
COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 589p.

V – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E


EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Nos cursos subsequentes, o aproveitamento de estudos anteriores compreende a
possibilidade de aproveitamento de componentes curriculares de outros cursos e deverá
ser solicitado pelo estudante.

O pedido de aproveitamento de estudos deve ser avaliado por Comissão de


Análise composta de professores da área de conhecimento, mediante a adoção de
critérios: correspondência entre ementas, os programas e a carga horária (CH) cursados
na outra instituição e a do curso pretendido no IFBA; a CH cursada não deverá ser
inferior a 75% daquela indicada pelo componente curricular no respectivo curso no
IFBA; além da correspondência entre os componentes curriculares, o processo de
aproveitamento de estudos poderá envolver avaliação teórica e/ou prática acerca do
conhecimento a ser aproveitado.

Os critérios de aproveitamento de competências e experiências anteriores seguirão


as determinações do Capítulo X da Organização Didática dos Cursos da Educação
Profissional Técnica de Nível Médio do IFBA [22], conforme transcritos nos artigos 58
a 67, a seguir:

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDO
Art. 58. Entende-se por aproveitamento de estudos, o processo
de reconhecimento de disciplinas, competências ou etapas
cursadas com aprovação em cursos da EPTNM ou no Ensino
Médio, desde que diretamente relacionados com o perfil
profissional de conclusão da respectiva qualificação ou
habilitação profissional, cursados em uma habilitação específica,
com aprovação no IFBA ou em outras Instituições de Ensino da
EPTNM, credenciadas pelo Ministério da Educação, bem como
Instituições Estrangeiras, para a obtenção de habilitação diversa,
conforme estabelece o Art. 11 da Resolução CNE/CEB nº 04/99.
Parágrafo Único: Não poderá ser concedido o aproveitamento
de estudos do ensino médio para os cursos da EPTNM
integrados ao Ensino Médio, conforme determina o Parecer
CNE/CEB nº 39/2004.

Art. 59. O estudante solicitará o aproveitamento de estudos no


prazo fixado no Calendário Acadêmico.

Art. 60. A solicitação para aproveitamento de estudos será


encaminhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de
parecer e deverá seguir os seguintes passos:
I- Quando se tratar de disciplina(s) ou competência(s):
a) preencher, no protocolo, formulário próprio, especificando
a(s) disciplina(s) ou competência(s) pretendida(s);
b) anexar os seguintes documentos devidamente autenticados e
assinados pela Instituição de origem:
1. histórico escolar;
2. plano do curso da EPTNM, no qual está inserida a
qualificação, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de
ensino conforme estabelecido pelo Art. 13 da Resolução
CNE/CEB Nº 04/99 ou programa das disciplinas cursadas com
aprovação, com registro de carga horária total das aulas teóricas
e práticas.
II- Quando se tratar de etapa(s) do curso:
a) preencher no protocolo formulário próprio, especificando a(s)
etapa(s) pretendida(s);
b) anexar os seguintes documentos, devidamente autenticados e
assinados pela Instituição de origem:
1. certificado de qualificação profissional técnica de nível médio
com o histórico escolar, conforme estabelece o Art. 14 da
Resolução CNE/CEB Nº 04/99, ou documento comprobatório de
habilitação na(s) etapa(s) cursada(s);
2. plano de curso da EPTNM, aprovado pelos órgãos
competentes do sistema de ensino conforme o que estabelece o
Art. 13 da Resolução CNE/CEB Nº 04/99, onde está inserida a
qualificação ou as etapas cursadas com aprovação.
§ 1º Quando se tratar de documentos oriundos de instituições
estrangeiras, os mesmos deverão ter traduções oficiais, e o curso
deverá ter sua equivalência, com os inseridos no Cadastro
Nacional de Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível
Médio, aprovada por instituição autorizada pelo Ministério da
Educação para tal fim.
§ 2º Tratando-se de aproveitamento de estudos realizados no
próprio IFBA o requerente ficará dispensado do cumprimento da
exigência referida na alínea b dos incisos I e II deste artigo.

Art. 61. O estudo da equivalência da(s) disciplina(s),


competência(s) ou etapa(s) será feito pelo Conselho de Curso
observando a compatibilidade de carga horária, conteúdo
programático ou competências e habilidades, e o tempo
decorrido, de no máximo 5 (cinco) anos, da conclusão da(s)
disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) e a solicitação
pretendida.

Art. 62. Após emissão do parecer do Conselho de Curso os


processos, serão encaminhados à A GRA, na Sede, ou a CORES,
nas UE.
§ 1º A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a
dispensa do estudante, quando houver, face ao aproveitamento.

DO APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES

Art. 63. Entende-se por aproveitamento de experiências


anteriores o processo de reconhecimento de competências
adquiridas pelo estudante, no trabalho ou por outros meios
informais, mediante um sistema avaliativo.

Art. 64. O estudante matriculado solicitará, em prazo


estabelecido no Calendário Acadêmico, a dispensa de
disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) tendo como base o
aproveitamento de experiências anteriores, de acordo com o que
estabelece o Art. 11 da Resolução CNE/CEB no 04/99.

Art. 65. A solicitação do estudante para o aproveitamento de


experiências anteriores será encaminhada ao Conselho de Curso
para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes
passos:
I- preencher, no protocolo, formulário próprio especificando a(s)
disciplina(s), competência(s) ou módulo(s) em que deseja a
dispensa;
II- anexar justificativa para a pretensão;
III- anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s)
da(s) experiência(s) anterior(es).

Art. 66. O Conselho de Curso analisando a justificativa e o(s)


documento(s) comprobatório(s), quando houver e julgando
procedente, designará uma comissão para realizar o processo
avaliativo.
§ 1º A comissão de avaliação, referida no caput deste artigo, será
composta por, no mínimo, três professores, abrangendo as áreas
de conhecimento da(s) disciplina(s), competência(s) ou
módulo(s) que o estudante solicita dispensa.
§ 2º A comissão de avaliação emitirá parecer contendo contexto
de realização, critérios de avaliação da(s) competência(s) e o
resultado da avaliação.
§ 3º O Conselho de Curso informará ao estudante a data, local e
o horário do processo avaliativo.
§ 4º O Conselho de Curso emitirá parecer objetivo sobre o
processo avaliativo.

Art. 67. O processo de solicitação com o parecer do Conselho


de Curso referente à avaliação do desempenho das competências
requeridas será encaminhado à GRA na Sede, ou a CORES, nas
UE.
§ 1º A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a
dispensa do estudante, quando houver, face ao aproveitamento.

VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
6.1 Concepção de avaliação:

A avaliação da aprendizagem dos estudantes é um processo de caráter formativo e


permanente e visa a sua progressão para o alcance do perfil profissional de conclusão,
sendo contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos, bem como dos resultados ao longo do processo sobre os de eventuais
provas finais.

A prática da avaliação dialógica e formativa que possibilita a promoção e o


desenvolvimento não apenas dos estudantes, bem como do professor e da instituição
como um todo deve provocar a reflexão sobre: a identificação do que vai ser avaliado; a
constituição, negociação e estabelecimento de padrões avaliativos; a construção de
instrumentos de medida; o procedimento da medida avaliativa; a análise dos resultados;
e a tomada de decisão quanto aos passos seguintes no processo de ensino –
aprendizagem.
Nesse processo, a avaliação deverá assumir as funções diagnóstica, formativa e
somativa de forma integrada ao processo ensino-aprendizagem. A avaliação diagnóstica,
realizada no início, permitirá verificar se o aluno possui as aprendizagens anteriores
necessárias e também quais os conhecimentos que possui na área do saber em questão; a
avaliação formativa irá verificar o que o aluno aprende ao longo do processo e como vai
reestruturando seu conhecimento por meio das atividades que executa; e a avaliação
somativa irá analisar o grau de domínio do aluno em uma área do conhecimento ao final
de um período letivo e fornecerá um balanço de resultados ao final de uma etapa longa
de ensino.

Vale ressaltar que há necessidade de adequação curricular e adoção de estratégias,


recursos e procedimentos diferenciados, para a avaliação da aprendizagem dos alunos
com Necessidades Educacionais Específicas.

Além disso, a avaliação deve ser sistemática e compartilhada em cada etapa


educativa, com o diagnóstico das dificuldades e retroalimentação, para verificar se
houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. Diante das
dificuldades diagnosticadas, estudos de recuperação deverão ser realizados para
promover os avanços na aprendizagem dos alunos. Estes estudos devem ocorrer durante
o processo pedagógico, incluindo o horário de atendimento ao estudante, definido no
horário do professor e estar contemplados no plano de disciplina e de aula, conforme o
disposto na Organização Didática vigente.

6.2 Sistema de Avaliação

A avaliação da aprendizagem, acima referida, deverá seguir, ainda, às


determinações do Capítulo IX da Organização Didática dos Cursos da Educação
Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA [22], conforme transcritos nos
artigos 45 a 67, a seguir:

DA AVALIAÇÃO

Art. 45. O processo de avaliação da aprendizagem deve ser


amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo
todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do
educando, conforme prescreve a Lei no 9.394/96.
Art. 46. A avaliação compreendida como uma prática de
investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa,
sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com
diagnóstico das dificuldades e retroalimentação, se destina a
verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o
processo educativo.
Parágrafo Único O professor, no decorrer do processo educativo,
promoverá meios para a recuperação da aprendizagem dos
estudantes.

Art. 47. A verificação do desempenho acadêmico será feita de


forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a
peculiaridade de cada processo educativo, contendo entre
outros:
I- atividades individuais e em grupo, como: pesquisa
bibliográfica, demonstração prática e seminários;
II- pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos;
III- provas escritas e/ou orais: individual ou em equipe;
IV- produção científica, artística ou cultural.
Parágrafo Único Ao professor compete divulgar, aos seus
alunos, o resultado de cada avaliação antes da avaliação
seguinte.

Art. 48. O estudante terá direito à revisão da avaliação, através


de requerimento à Coordenação do Curso, no prazo de 48
(quarenta e oito) horas após a divulgação do resultado.
§ 1º Para análise do pedido deverá ser criada uma comissão com
a seguinte composição:
a) Coordenador (a) do Curso;
b) professor da disciplina ou competência;
c) outro professor da área de conhecimento da referida disciplina
ou competência.
§ 2º Após a emissão do parecer, a Coordenação do Curso
encaminhará o processo à GRA, na Sede, ou à CORES, nas UE,
para dar ciência ao requerente.

Art. 49. A frequência às aulas e às demais atividades


acadêmicas, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória e é
vedado o abono de faltas.

Art. 50. Ao estudante que faltar a qualquer das verificações de


aprendizagem ou deixar de executar trabalho escolar, será
facultado o direito à segunda chamada se esse estudante a
requerer, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas úteis após o
término do prazo de afastamento, desde que comprove através
de documentos uma das seguintes situações:
I- problema de saúde;
II- obrigações com o Serviço Militar;
III- pelo exercício do voto (um dia anterior e um dia posterior à
data da eleição se coincidentes com a realização da prova);
IV- convocação pelo Poder Judiciário ou pela Justiça Eleitoral;
V- cumprimento extraordinário de horário de trabalho
devidamente comprovado através de documento oficial da
empresa;
VI- viagem, autorizada pela Instituição, para representá-la em
atividades desportivas, culturais, de ensino ou pesquisa;
VII- acompanhamento de parentes (cônjuge, pai, mãe e filho)
em caso de defesa da saúde;
VIII- falecimento de parente (cônjuge e parentes de primeiro
grau), desde que a avaliação se realize num período de até oito
dias corridos após a ocorrência.
§ 1° Em se tratando dos impedimentos apresentados nos incisos
I e VII deste artigo, o(s) atestado(s) e/ou relatório(s) médico(s)
deverão ser encaminhados ao Serviço Médico-Odontológico do
IFBA para homologação.
§ 2° Caberá à Coordenação do Curso emitir parecer acerca do
direito do estudante à segunda chamada, enquadrado nas
situações estabelecidas nos incisos de I a VIII.
§ 3º Em casos de força maior, caberá à Coordenação do Curso e
à Coordenação Técnico-pedagógica avaliar e emitir parecer
acerca do direito do estudante à segunda chamada.
§ 4° Após emissão do parecer, a Coordenação do Curso deverá
encaminhar o processo à GRA, na Sede, ou à CORES, nas UE,
para dar ciência ao requerente.
§ 5° No caso do pedido ser deferido, caberá à GRA, na Sede, ou
a CORES, nas UE, comunicar o(s) professore(s) e a
Coordenação de Curso do direito do estudante em realizar a
segunda chamada das verificações de aprendizagem.

Art. 51. Ao estudante que tiver que se ausentar das aulas por
uma das situações apresentadas no Art. 50 do Capitulo IX desta
Norma Acadêmica é facultado o direito de apresentar
justificativa de falta, devidamente comprovada, no prazo
máximo de 48 (quarenta e oito) horas após a(s) falta(s).
§ 1º Caberá à GRA, na Sede, ou à Cores, nas UE, encaminhar
documento aos professores comunicando sobre a justificativa de
falta do estudante.
§ 2º O professor deverá fazer o registro da justificativa de falta
no Diário de Classe.

Art. 52. O desempenho acadêmico do estudante será expresso


no Diário de Classe.
§ 1º O Diário de Classe é um instrumento que compreende o
registro do desempenho dos estudantes na realização dos
trabalhos, em cada disciplina ou competência, durante a etapa do
curso.
§ 2º A avaliação do desempenho acadêmico deverá tomar como
referência os parâmetros orientadores de práticas avaliativas
qualitativas, a saber:
a) Domínio cognitivo – capacidade de relacionar o novo
conhecimento com o conhecimento já adquirido;
b) Cumprimento e qualidade das tarefas – execução de tarefas
com requisitos previamente estabelecidos no prazo determinado
com propriedade, empenho, iniciativa, disposição e interesse;
c) Capacidade de produzir em equipe – aporte pessoal com
disposição, organização, liderança, cooperação e interação na
atividade grupal no desenvolvimento de habilidades, hábitos,
conhecimentos e valores;
d) Autonomia – capacidade de tomar decisões e propor
alternativas para solução de problemas, iniciativa e compreensão
do seu desenvolvimento.
§ 3º Em cada instrumento de avaliação, os parâmetros
orientadores de práticas avaliativas qualitativas deverão ser
considerados em conjunto, quando aplicáveis, na composição da
nota.
§ 4º O desempenho do estudante em cada unidade didática será
registrado através de nota, compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0
(dez), e resultante de pelo menos três instrumentos de avaliação
de naturezas diferentes.
§ 5º Ao estudante que não realizar a(s) atividade(s) de
verificação da aprendizagem será registrado o código NA – Não
Avaliado, que corresponderá à nota 0,0 (zero).
§ 6º Para o regime anual, a nota final do estudante na disciplina
ou competência será a média aritmética das notas nas unidades
didáticas.
§ 7º Para o regime semestral e modular, a nota final do estudante
na disciplina ou competência corresponderá à nota da unidade
didática.
§ 8º O histórico escolar deverá conter a nota final obtida pelo
estudante em cada disciplina ou competência do curso.
§ 9º Será vetado o direito de realizar as avaliações ao estudante
que, sem justificativa legal, tiver frequência inferior a 75% no
período letivo (unidade/semestre/módulo) em que os conteúdos
a serem avaliados forem trabalhados.

Art 53. O estudante que obtiver nota que represente menos de


60% do valor das atividades avaliativas terá direito à
recuperação da aprendizagem correspondente ao(s)
componente(s) curricular(es) avaliado(s), durante o processo de
aprendizagem.
§ 1º Para registro das recuperações da aprendizagem o professor
deverá realizar, no mínimo, uma avaliação até o fechamento da
unidade.
§ 2º Para a definição da nota do estudante na unidade didática
deverá prevalecer a maior nota obtida entre a(s) avaliação(ões)
regular(es) e a(s) avaliação(ões) da recuperação da
aprendizagem.
§ 3º Os estudos de recuperação da aprendizagem serão
realizados durante o processo pedagógico, incluindo o horário
de atendimento ao estudante definido no horário do professor.
§ 4º Não terá direito à avaliação de recuperação da
aprendizagem o estudante que não realizou as atividades
avaliativas, de que trata o caput deste artigo, ou que tenha
frequência inferior a 75% no período em que os conteúdos
avaliados forem trabalhados.
§ 5º O docente realizará atividades orientadas à(s) dificuldade(s)
do estudante ou grupo de estudantes, de acordo com a
peculiaridade de cada disciplina, contendo entre outros:
a) atividades individuais e/ou em grupo, como: pesquisa
bibliográfica, demonstração prática, seminários, relatório,
portfólio, provas escritas ou orais, pesquisa de campo, produção
de textos, entre outros;
b) produção científica, artística ou cultural;
c) Oficinas.
§ 6º Todos os professores deverão desenvolver atividades para
recuperação da aprendizagem.
§ 7º A recuperação da aprendizagem deverá estar contemplada
no plano de disciplina e de aula.

Art. 54. No regime anual, o professor deverá entregar, na GRA,


na Sede, ou na CORES, nas UE, a nota final dos estudantes na
disciplina ou competência, ao final de cada unidade, conforme
estabelecido no Calendário Acadêmico.
§ 1º A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UE, deverá emitir
relatório com as notas dos estudantes em cada disciplina ou
competência e encaminhar ao professor para verificação e
retificação, quando necessária.
§ 2º Após verificação, o professor deverá devolver o relatório à
GRA, na Sede, ou à CORES, nas UE, no período máximo de 2
(dois) dias úteis.
§ 3º Após a devolução do relatório, é vedada a alteração da nota
final da unidade, salvo justificativa com amparo legal.
§ 4º Nos Conselhos de Classe o professor deverá estar com o(s)
Diário(s) de Classe devidamente preenchido(s).

Art. 55. Nos regimes semestral e modular, o professor deverá


entregar o(s) Diário(s) de Classe, devidamente preenchido(s)
com a nota final dos estudantes na disciplina ou competência à
Coordenação do Curso para a realização do Conselho de Classe
Final.

Art. 56. No Conselho de Classe Final será confeccionada a Ata


contendo a Planilha de Resultados Finais com a carga horária
total desenvolvida no período letivo, a nota final dos estudantes
em cada disciplina ou competência, o percentual de frequência e
a respectiva condição de competência obtida no período letivo,
assim definida:
a) Aprovado (AP);
b) Reprovado (RP);
c) Aprovado pelo Conselho (AC);
d) Reprovado por falta (RF);
e) Abandono (AB);
f) Evasão (EV);
g) Trancamento (TR).
§ 1º Será considerado aprovado na etapa do curso o estudante
que tiver nota igual ou superior a 6,0 (seis) em todas as
disciplinas ou competências e possuir frequência igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas
desenvolvidas na etapa do curso.
§ 2º O Conselho de Classe Final, após análise e discussão,
também poderá aprovar o estudante que possuir frequência igual
ou superior a 75,0% (setenta e cinco por cento) do total de horas
desenvolvidas na etapa do curso e tiver, no mínimo:
a) média igual ou superior a 5,0 (cinco) em no máximo 02
disciplinas e frequência mínima de 75,0% (setenta e cinco por
cento) na(s) disciplina(s) em questão;
b) média igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas 01
disciplina e frequência mínima de 75,0% (setenta e cinco por
cento) na disciplina em questão.
c) Qualquer caso extraordinário a estes critérios deverá ser
avaliado pelo Conselho de Classe, considerando a anuência de
2/3 (dois terços) dos conselheiros e conselheiras presentes.
§ 3º Em caso de aprovação do estudante pelo Conselho de
Classe Final, conforme o parágrafo anterior deste artigo, a GRA,
na Sede, ou a CORES, nas UE, deverá registrar, no sistema
acadêmico, a nota 6,0 (seis) na(s) disciplina(s) aprovada(s) pelo
Conselho.
§ 4º Será reprovado por falta o estudante que tiver frequência
inferior a 75,0% (setenta e cinco por cento) e superior a 50,0%
(cinquenta por cento).
§ 5º Será considerado abandono quando o estudante tiver
frequência de 25,1% (vinte e cinco vírgula um por cento) a
50,0% (cinquenta por cento).
§ 6º Será considerada evasão quando o estudante tiver
frequência de 0,0% (zero por cento) a 25,0% (vinte e cinco por
cento).

Art. 57. Os registros do desempenho e da frequência do


estudante, no Diário de Classe, são de responsabilidade do
professor e seu controle, para efeito dos registros escolares será
feito pela GRA, na Sede, ou pela CORES, nas UE, tomando-se
como base as Planilhas de Resultados Finais dos Conselhos de
Classes Finais e os Diários de Classe.

VII – BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS


7.1 Acervo da Biblioteca

A Biblioteca Damário Dacruz possui um acervo de qualidade, composto por


edições atuais e em excelente estado de conservação. Destaca-se como a mais
significativa fonte de informação disponível para o estudo e subsidia os processos
educacionais desta Instituição. Ademais, é o lastro que ampara os usuários em seu
processo de formação e em sua busca de conhecimento, cultura e lazer.

O acervo é composto por 2.335 títulos e 9.557 exemplares de todas as áreas do


conhecimento, distribuídos nos seguintes tipos de materiais, conforme Tabela 6:

Tabela 6 – Composição da Biblioteca

Tipo de Material Títulos Exemplares

Apostilhas 7 13

CD/DVD 30 116
Livro 2089 7752
Manuscrito 1 1

Relatórios 2 5
Vídeos 85 85
7.2 Instalações

O campus Simões Filho tem uma área total de 340.000 m 2, com 16.000 m2 de
área construída e 800 m2 de área desportiva. As instalações físicas do campus foram
idealizadas pelo arquiteto Pasqualino Magnavita. Todo o espaço restante comporta um
verdadeiro tesouro de recursos animais, vegetais e minerais da Mata Atlântica. É a única
instituição de ensino integrante do poder público situada em um dos municípios da APA
Joanes-Ipitanga.

7.2.1 – Auditório/Sala de Conferência


A Instituição possui 3 auditórios, sendo dois no pavilhão acadêmico com
capacidade para 80 pessoas cada um. No pavilhão administrativo, encontra-se um
auditório para 150 pessoas. Todos os espaços são adequados em dimensão, acústica,
iluminação, refrigeração, limpeza, mobiliário e equipamentos de multimídia.

7.2.2 – Biblioteca
A Biblioteca Damário Dacruz está localizada no pavilhão administrativo, andar
térreo, sendo de fácil acesso para seus usuários (discentes, docentes e técnicos
administrativos) e para a comunidade em geral.

O espaço físico compreende uma área de 233 m 2, divididos entre dois salões de
leitura, área do acervo bibliográfico, balcão de atendimento, sala de processamento
técnico e sala de convivência dos funcionários. O espaço foi pensado para oferecer aos
usuários um ambiente amplo, climatizado e tranquilo, propício ao estudo e a reflexão.

A mobília para acomodação compreende 21 baias de estudo individual, 62


cadeiras e 15 mesas para quatro ocupantes.

O horário de funcionamento é de Segunda à Sexta, das 8h às 20h e aos Sábados


das 8h às 12h, exceto aos feriados e pontos facultativos. Em períodos de recesso
acadêmico, de Segunda à Sexta, das 08 às 17h (apenas para devolução e consulta).

A biblioteca disponibiliza alguns serviços pertinentes à sua comunidade interna e


externa:

a) atendimento ao público, onde desenvolve um contato direto com o usuário, atuando


de maneira a tirar suas dúvidas, orientando-o sobre o correto manuseio dos materiais
que compõem o acervo e auxiliando-o na utilização dos serviços e localização física dos
materiais;

b) circulação, através da qual disponibiliza, aos clientes internos, materiais do acervo da


biblioteca para empréstimo e consultas registradas, bem como reservas, devoluções e
renovações;
c) empréstimo entre bibliotecas dentro da rede IFBA;

d) comutação bibliográfica, por meio da qual viabiliza a possibilidade de obter cópias de


artigos publicados em periódicos, teses e anais de congresso pertencentes a outras
instituições;

É utilizado o software PHL 8.2, versão livre monousuário, para gestão dos
serviços prestados pela biblioteca. As rotinas de atendimento são realizadas in loco.

7.2.3 – Instalações para Docentes


Nas instalações do Campus Simões Filho (IFBA) existem, conforme apresentado
na Tabela 7, salas de professores, salas para atendimento individual, sala de reunião sala
de convivência e uma copa cozinha. Os espaços são adequados, iluminados, ventilados
e/ou refrigerados e sem problemas acústicos, além de serem constantemente limpos.

Tabela 7 – Instalações para Docentes

Instalações Area (m2) Capacidade


Sala dos professores 169,32 50 pessoas
Atendimento Individual 6,00 6 pessoas
Sala de Convivência 20,64 10 pessoas
Copa 6,00 6 pessoas
A sala dos professores conta ainda com 05 computadores para acesso, além de
rede sem fio com acesso à internet. Todos os docentes também possuem armário
próprio, além de tablet e pen drive para auxiliar nas atividades docentes. Além dos
computadores instalados na sala dos professores, é disponibilizado para todos os
coordenadores de curso, um notebook.

Com relação a áreas de trabalhos, nas instalações do Campus Simões Filho


(IFBA), existem 02 salas para atendimento individual ou estudos do professor. Uma
junto à sala da coordenação, de 11,75 m 2 com capacidade para 6 pessoas, e a outra
próxima à sala dos professores com 6 m2 com capacidade para 6 pessoas.

Por ser uma instituição que se ocupa de ensino Superior e Médio, os professores,
normalmente, compartilham os espaços físicos para organizarem suas atividades
acadêmicas e trocarem experiências. Ademais, os laboratórios da instituição
(informática, física, química, mecânica, etc.) são utilizados como espaço de trabalho e
pesquisa do professor. Os referidos espaços são também iluminados e ventilados e
permanentemente limpos.
7.2.4 – Salas para Discentes
As salas de aula destinadas aos diversos cursos são amplas, considerando-se o
número de alunos matriculados nas turmas correspondentes. Todas se encontram bem
conservadas e constantemente limpas. O mobiliário existente, em cada uma delas, é
adequado e suficiente para as atividades nelas desenvolvidas, além de não oferecerem
interferências significativas resultantes de poeira, etc.

Quanto aos recursos didáticos, as salas dispõem de quadro branco para pincel,
além de equipamentos de data shows fixados ao teto. Caso seja necessário o uso de
retroprojetores ou outro tipo de apoio, existe no pavilhão acadêmico a sala de
multimídia.

As salas possuem carteiras individuais projetadas de modo a proporcionar o


conforto ao discente. Todo o mobiliário foi adquirido recentemente, portanto,
encontram-se em excelente estado de conservação. As salas e os mobiliários são limpos
na mudança de cada turno, proporcionando aos alunos e professores um ambiente
agradável e confortável.

7.2.5 – Instalação para a Coordenação do Curso


As instalações para a coordenação do curso Técnico de Nível Médio em
Metalurgia se encontram no térreo do pavilhão acadêmico.

Todas as instalações, conforme apresentada na Tabela 8, são adequadas para


atendimento ao aluno, o mobiliário é adequado e há um computador disponível, com
acesso a internet, atendendo à necessidade do curso.

Tabela 8 – Coordenação de curso

Instalações Área (m2) Capacidade


Sala da Coordenação 11,75 4
Recepção 12,00 6
Atendimento Individual 11,75 6

7.2.6 – Laboratórios de Informática


O campus de Simões Filho possui três laboratórios de informática, sendo dois
localizados no pavilhão acadêmico e o terceiro laboratório localizado no pavilhão
administrativo. Possui acesso à internet, com velocidade de comunicação de 4 Mbps,
que também está disponível em todo o campus, além de diversos softwares e aplicativos
existentes, tais como: Libre Office (editor de texto, planilha de cálculo etc.).
7.2.7 – Sala de Desenho
Os estudantes do Curso de Metalurgia têm uma sala de desenho disponível para o
desenvolvimento de atividades relativas à disciplina Desenho técnico. Esta sala está
equipada com 22 (vinte e duas) pranchetas específicas para desenho, cada qual com
duas banquetas e uma régua T.

7.2.8 – Recursos Audiovisuais

O campus de Simões Filho possui um setor responsável para o apoio docente. O


setor de recursos audiovisuais fica no pavilhão de aulas, em uma área de 50 m 2. Três
funcionários trabalham neste setor, sendo um servidor para cada turno de aulas. Os
principais equipamentos disponíveis para o corpo docente estão apresentados na Tabela
9 abaixo.

Tabela 9 – Recursos Físicos

Equipamentos Quantidade

Câmera Fotográfica 1

Aparelho DVD 7
Mesa de som 1
Microsystem 2
Microfone 9
Navegador GPS 20
Projetor Multimídia 7
Retroprojetor 4
Tela de Projeção 4
Televisor 16
Video cassete 5

7.3 Equipamentos

Atualmente, o campus de Simões Filho, além dos laboratórios de informática,


dispõe de mais 15 laboratórios que atendem aos cursos oferecidos pela instituição e ao
ensino superior. À exceção dos laboratórios de informática, que se encontram
localizados no pavilhão de aulas, os espaços destinados aos demais laboratórios estão
distribuídos em dois pavilhões de oficinas. A Tabela 10, a seguir, apresenta a disposição
dos laboratórios:
Tabela 10 – Laboratórios do Campus de Simões Filho
Laboratórios Pavilhão
1 Laboratório de Automação I
2 Laboratório de Metrologia I
3 Laboratório de Usinagem I
4 Laboratório de Eletrônica I
5 Laboratório de Eletrotécnica e Instalações Elétricas I
6 Laboratórios de Informática Pavilhão de Aulas
7 Laboratório de Soldagem I
8 Laboratório de Ensaios Mecânicos I
9 Laboratório de Metalografia I
10 Laboratórios de Equipamentos Industriais I
11 Planta de Biodiesel I
12 Laboratório de Física II
13 Laboratório de Química II
14 Laboratório de Petróleo e Gás II
15 Laboratório de Metalurgia Extrativa II
16 Laboratório de Corrosão II

Os laboratórios são amplos e compatíveis com os tamanhos das turmas e


encontram-se implantados com equipamentos e materiais de consumo utilizados no
desenvolvimento das atividades práticas.
A seguir são descritos os equipamentos presentes nos laboratórios que fazem parte
do Curso de Metalurgia.

7.3.1 Laboratório de Automação


Além de material didático, mesas, o laboratório de automação possui os seguintes
equipamentos, apresentados na Tabela 11:

Tabela 11 – Equipamentos do Laboratório de Automação

Item Qte. Equipamento


1 1 Multímetro
2 1 Calibrador de manômetro
3 5 Válvulas
4 1 Kit didático de problemas de pneumática
5 1 Kit didático de problemas de hidráulica
6 6 Bancadas de eletropneumática/ eletrohidráulica
7.3.2 – Laboratório de Metrologia
Além de bancadas, cadeiras, bancos e armários, o Laboratório Metrologia possui
os seguintes equipamentos, apresentados na Tabela 12:

Tabela 12 – Equipamentos do Laboratório de Metrologia

Item Qte. Equipamento


1 1 Régua com fio 300 mm
2 4 Base magnética para relógio comparador
3 3 Jogos de blocos padrões
4 1 Jogos de paralelos ópticos
5 1 Comparador de diâmetros internos 76 a 132 mm
6 56 Escalas de aço
7 1 Jogo de esquadros combinados
8 4 Relógios comparadores
9 1 Dispositivo calibrador com relógio
10 2 Tacômetro mecânico
11 1 Jogo de calibres telescópios
12 2 Cantoneiras de precisão
13 1 Nível de precisão
14 1 Calibradores traçadores de altura Pantec
15 2 Calibradores de raios
16 2 Calibrador de folga CSF
17 8 Verificadores de ângulo
18 40 Paquímetros universais
19 2 Paquímetros de profundidade
20 1 Paquímetro com bicos extralongos
21 4 Goniômetros
22 8 Transferidores simples
23 30 Micrômetros externos
24 5 Micrômetros internos
25 1 Desempeno de granito 1000 X 630 mm
26 1 Dispositivo de centragem entre pontas
27 1 Rugosímetros
28 2 Suportes para micrômetro externo

7.3.3 – Laboratório de Usinagem


O laboratório usinagem possui, além de material didático e mesas, os seguintes
equipamentos, apresentados na Tabela 13.
Tabela 13 – Equipamentos do Laboratório de Usinagem

Item Qte. Equipamento


1 4 Torno universal (IMOR 5-400 – II)
2 5 Torno universal (ROMI 5-20 A)
3 1 Torno universal (ROMI S-20A )
4 1 Torno copiador (NARDINI 350)
5 1 Torno universal Claric COL -36)
6 1 Esmeril Bambozzi
7 4 Compressores (140 LBF/POL²)
8 2 Fresadora universal (natal)
9 1 Torno CNC (ROMI CENTUR 30 D)
10 1 Centro de usinagem (ROMI D 600)
11 1 Retifica afiadora (REBOLO DIAMANTADO)
12 1 Retifica (60 VI)
13 1 Retifica plana (mesa magnética)
14 1 Retifica horizontal (eixos)
15 4 Furadeiras de coluna
16 2 Aplainadora ZOCCA
17 2 Aplainadora ZOCCA – 450
18 1 Prensa Hidráulica (SIWA – 100 T)
19 1 Furadeira radial
20 1 Serra fita
21 1 Esmeril (motomil MMI – 50)

7.3.4 – Laboratório de Eletrônica


Além de material didático e mesas, o laboratório de eletrônica possui os seguintes
equipamentos, apresentados na Tabela 14:

Tabela 14 – Equipamentos do Laboratório de Eletrônica

Item Qte. Equipamento


Geradores de função (02 Dawer, 09 Eletronic Instruments, 01
1 13
Instruterm, 01 Labo)
2 9 Fontes de alimentação (Instruterm)
3 8 Osciloscópios (04 Icel, 01 Precision, 03 Mit)
4 Kits didáticos (05 Datapool, 01 DeLorenzo) - placa de protoboard com
6
conexões e módulos auxiliares)
5 Mapoteca de componentes eletrônicos (resistores, capacitores,
1
indutores, diodos, e outros componentes)
6 29 Multitestes (15 Icel, 08 Instrutemp, 06 Minipa)
7 3 Kits de protoboard e fonte
8 1 Wattímetro
9 37 Transformadores (22 de +12/-12, 15 de +18/-18)
10 4 Fontes não regulada 12 Vdc
11 5 Alicates de bico
12 1 Chave fenda
13 1 Chave Philips

7.3.5 – Laboratório de Informática


O campus de Simões Filho possui dois laboratórios de informática, localizados no
pavilhão acadêmico. Possui acesso à internet, com velocidade de comunicação de 4
Mbps, que também está disponível em todo o campus, além de diversos softwares e
aplicativos existentes, tais como: Libre Office (editor de texto, planilha de cálculo etc.).

Além de mesas e cadeiras, os laboratórios de informática possuem os seguintes


equipamentos, apresentados na Tabela 15:

Tabela 15 – Equipamentos dos Laboratórios de Informática

Laboratório I
Item Qte. Equipamento
1 21 Microcomputador com visor, teclado, almofada e mouse
2 17 Estabilizador
3 21 Teclado
4 1 Projetor multimídia
5 21 Monitor 19”
Laboratório II
Item Qte Equipamento
1 20 Microcomputador com visor, teclado, almofada e mouse
2 20 Estabilizador
3 20 Teclado
4 1 Projetor multimídia
5 20 Monitor 21,5”

7.3.6 – Laboratório de Eletrotécnica e Instalações Elétricas


O laboratório de eletrotécnica e instalações elétricas possui, além de material
didático e mesas, os seguintes equipamentos, apresentados na Tabela 16:

Tabela 16 – Equipamentos do Laboratório de Eletrotécnica e Instalações Elétricas

Item Qte. Equipamento


Kits didáticos de eletricidade industrial duas bancadas com duas faces
1 4
cada e módulos para execução de diversas práticas
2 Kits de inversores de frequência (bancada com motor trifásico e
2
inversor)
3 1 CLP
4 1 Gerador a diesel
5 24 Kits Didáticos Eletrotécnica
6 1 Fontes de alimentação
7 2 Transformadores
8 Multitestes (04 Mesco, 04 Icel, 10 Instruterm, 02 Minipa Et-3001, 05
26
ICEL AD-9901A, 01 Vonder)
9 3 Sequencímetros (02 Hemis e 01 Sew)
10 2 Megôhmetros Instruterm
11 3 Estações de solda
12 10 Relés fotoelétricos

7.3.7 – Laboratório de Soldagem


O laboratório de Soldagem dispõe de mesas e dos seguintes equipamentos,
apresentados na Tabela 17:

Tabela 17 – Equipamentos do Laboratório de Soldagem

Item Qte. Equipamento


1 5 Máquina de solda (MERKLE BALMER 400)
2 6 Máquina solda (ESAB ORIGO 400)
3 2 Máquina (ESAB SUPER BAUTAM 400)
4 2 Máquina de solda (BAMBO ZZI 300)
5 1 Máquina de solda (PRODELEC 300)
6 1 Máquina de solda MIG (ELETROMEG 250)
7 2 Máquina de solda (TIG 200 P)
8 1 Máquina Policorte (FERRARI)
9 1 Furadeira de bancada (FERRARI)
10 1 Esmeril (MOTOMIL MMI - 50)
11 6 Lixadeira (ESMERILHADORA PROFISSIONAL BOSCH)
12 1 Serra Tico – Tico (DWT STS 400 NS)
13 1 Furadeira Portátil (BOSCH)

7.3.8 – Laboratório de Ensaios Mecânicos

Este laboratório possui material didático, mesas e os seguintes equipamentos,


apresentados na Tabela 18:

Tabela 18 – Equipamentos do Laboratório de Ensaios Mecânicos

Item Qte. Equipamento


1 1 Máquina de ensaio de tração (10 TON)
2 1 Máquina de ensaio de tração (STON)
3 1 Máquina de ensaio de torção (1500 NM)
4 1 Equipamentos de ensaio de CHARPY (1505/300J)
5 2 Fornos Murfla (1200 C)
6 1 Forno Murfla
7 1 Máquina de ensaio de compressão (CP Concreto)
8 1 Máquina de ensaio de flexão (CP Concreto)
9 1 Equipamento Gardner (teste de impacto)
10 1 Máquina universal de tração (20 kn)
11 1 Durometro Pantec (HR – 150A)
12 5 Microscópio (TOPCON)
13 1 Microscópio (KONTROL)
14 1 Microscópio (PANAMBRA CARLZGISS)
15 1 Instrumento para (teste JUNGDO)
16 1 Instrumento para (teste CROSS – CUT)

7.3.9 – Laboratório de Metalografia

O laboratório de Metalografia possui os seguintes equipamentos, apresentados na


Tabela 19:

Tabela 19 – Equipamentos do Laboratório de Metalografia

Item Qte. Equipamento


1 1 Policorte CUT – OFF máquina de corte
2 5 Politriz eletrônica
3 8 Lixadeiras manuais
4 1 Máquina de embutimento
5 5 Microscópios

7.3.10 - Laboratório de Metalurgia Extrativa

Além de material didático, mesas, o laboratório de Metalurgia Extrativa possui os


seguintes equipamentos, apresentados na Tabela 20:

Tabela 20 – Equipamentos do Laboratório de Metalurgia Extrativa

Item Qte. Equipamento


1 1 Capela
2 1 Forno mufla
3 1 Estufa

7.3.11 - Laboratório de Corrosão

Além de material didático, mesas, o laboratório de Corrosão possui os seguintes


equipamentos, apresentados na Tabela 21:

Tabela 21 – Equipamentos do Laboratório de Corrosão

Item Qte. Equipamento


1 1 Potenciostato Autolab-Metrohm - Modelo 302 N
2 4 Placas de aquecimento formato circular
3 1 Capela
4 1 Microscopio
5 1 Discoton para corte metalografico (corte de eletrodos)
6 1 Embutidor metalográfico
7 2 Placas de aquecimento formato plano
8 1 Banho maria sem circulação
9 1 Lixadeira mecânica de bancada
10 1 Phmetro portátil
11 1 Paquímetro 150 mm
12 1 Multeste Universal
13 1 Paquímetro de Altura
14 1 Computadores
74

VIII – PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO

8.1 Formação do Corpo Docente

Formação acadêmica (Curso/IES/Ano) Experiência profissional (anos)


Temp
o de Regime
Disciplina
Docente Ensino Ensino Empres serviç de
ministrada
Pós- superior Fundame a o no Trabalho
Graduação Especialização Mestrado Doutorado IFBA
Doutorado ntal e
médio

Especialização
Adilson Graduação Em Física. Mestrado em Não Não possui Introdução a 8 18 4 7 DE
Carlos em Especialização Física possui Física
Hermes Licenciatu em
ra Em Radioproteção
Física e Dosimetria.

Alessandro Licenciatu Estudos Literatura e Não Não possui Comunicação e 5 14 7 3 DE


Barbosa ra de Literários - Diversidade possui Informação;
Correia duração 2006 Cultural - Metodologia da
plena em 2008 Pesquisa
Letras
Vernáculas
75

Alex Engenheir Engenharia de Não possui Mestrando Não possui Elementos de


Anderson de o Soldagem em Máquina
Andrade Mecânico Engenhari
a de
Estrutura
UFBA

Ana Rita Pedagogia Especialização Educação: Educação: Não possui Psicologia da 10 8 1 4 DE


Silva em Psicologia da Psicologia Educação
Almeida Desenvolvime Educação/19 da
Chiara nto de 94 Educação/ Didática
Recursos 1999
Humanos

Especialização Ciên. Tec. e


Aron José Graduação em Mestrado em Não Não possui 4 14 2 9 DE
Sociedade
Britto de em Psicopedagogi Ensino, possui
Miranda Licenciatu a Escolar Filosofia e Eletricidade
ra em Especialização História das Básica
Eletricidad em Educação Ciências
e. Ciência e
Contemporane
idade

Azly Santos Licenciatu Especialista Mestrado em Doutorado Não possui Matemática


Amorim de ra em em Matemática. em
Santana Matemátic Matemática Matemátic
76

a a

1. Metodologia Desenho técnico


Carlos Desenho do Ensino da Não possui Não Não possui 9 30 7 5 DE
Alberto Matemáica; possui
Gonzaga de 2.Metodologia
Sá do Ensino,
Pesquisa e
Extensão em
Educação;
3.Planejament
o e Gestão em
Educação

Cainan Licenciatu Não possui Mestrado em Doutorado Não possui Filosofia


Freitas de ra em Filosofia em
Jesus Filosofia Filosofia
em
andamento

Elementos de
Cauby de Graduação Não possui Mestrado Não Não possui Máquinas 9 14 14 13 DE
Souza Filho em profisssionali possui Soldagem
Engenhari zante em
a desenvolvime Usinagem
Mecânica nto Humano
e
responsabilid
77

ade social

Camila Enga Não possui Enga Enga Não possui Química


Ribeiro de Química Química Química 6 1 6 DE
Oliveira em
Felix andamento

Cláudia Pedagogia Especialização Doutorado História da


Cunha UCSAL em em Educação; 8 7 2 3 DE
Torres da Conclusão Psicopedagogi Educação Avaliação da
Silva : 1990 a escolar e UDELMA aprendizagem;
clinica - R – Chile Educação
(Faculdades 2013 Inclusiva;
Integradas Organização da
Olga Mettig) Educação
Conclusão - Brasileira;
1997 Psicologia da
Educação;
Didática
Dalton Tecnólogo Especialista Mestrando Não Informática
Andrade em em Análise de em possui Aplicada
Paixão Processam Sistemas em Modelagem
ento de Web. 2. Computacion
Dados Especialista al
em
Metodologia e
Didática do
Ensino
Superior.
78

3.Especialista
em PROEJA.

Edmundo Licenciatu Mestrando Doutorado Não possui Química


Itamar ra Plena em Ensino, em Ensino
Nonato de em Filosofia e e História
Jesus Quimica História das das
Aplicada Ciências Ciêncas
em
andamento
Elba Gomes Engenhari Especialização Doutorado UNIFACS/F Metodologia da
dos Santos a química em formação Mestrado em em APESB pesquisa 2 8 8 DE
– UFPB do educador engenharia engenharia Adsorção
Conclusão em química de de óleos e
Conclusão 2001 UFPB processos graxas por
1996 Conclusão biomassa
Especialização 2000 Conclusão
em educação e 2005 Conclusão
gestão 2008
ambiental
Conclusão
2004
Segurança, Meio
Eliana Maria Engenhari Engenharia de Não possui Não Não possui Ambiente e 02 2 34 2 DE
da Silva a Química Segurança do possui Saúde (SMS); superior
Pugas Trabalho Desenvolviment e 18 em
Administr o pós-
ação de Sustentável graduaçã
79

Empresas o

Informática na Mestrado em
Elieser Graduação Educação Energia Metrologia
Parcero de em
Oliveira Agronomi
a
Não possui
Esly César Engenhari Engenharia de Engenharia Engenhari Resistência dos 3 5 1 6 DE
Marinho da a Produção Mecânica a Materiais;
Silva Mecânica 2004 2005 Mecânica Ensaios dos
2001 2011 Materiais;
Ciências dos
Materiais;
Fundição

Fabiana Licenciatu Não possui Sociologia Não Não possui Sociologia 1 4 0 3 DE


Freitas ra em UFBA/2009 possui
Costa Ciências
Sociais:

UFBA –
2006

Fábio Pena Não possui Não possui 2 11 0 7 DE


Licenciatu Mestrado em Doutorado Circuitos
ra em Ensino, Ensino,
80

Filosofia e
Física Filosofia e
História
(UFBA) História das
das
Ciências
Ciências Elétricos (sup)
Tecnologia (UFBA/UEF
(UFBA/U
Elétrica S)
EFS)
(CEFE-
BA).

Mestre em
Fabrício dos Licenciatu Estudos Não
Não possui Não possui História
Santos Mota ra História Etnicos e possui
Africanos

Gilcelia de Licenciatu Design de Mestranda Não Não possui Desenho Básico 2 3 2 DE


Jesus Santos ra em produto: em Arte, possui e
Desenho e UNEB-2007 Educação e Desenho
Plástica: Gestão Técnico
UFBA- Cultural:
2007 IEBE/UIMP
Bacharela Doutorado
Giovana S.
do Artes Artes Educação e
Dantas da Não possui Não possui Não possui 14 4 0 6 DE
Plásticas- Cênicas- Criatividade
Silva
UFBA UFBA
Graziela Lic em Especialista Mestrado em Não Não possui Educação Física 0 11 0 5 DE
Silva Educação em Exercicio Dança possui
Ferreira Física Físico
Aplicado a
81

Reabilitação
Cardiaca e a
Grupos
Especiais.
Guatamonzi Licenciado Não possui Não possui Não Não possui Geografia
Menezes em possui
Barbosa Geografia
Ildo Licenciatu Metodologia Mestrado em Doutorado Não possui Geografia
Rodrigues ra em do Ensino de curso de em
Oliveira Geografia Geografia E Geografia andamento
em
Geografia
Ivo Falcão Licenciatu Doutorado 1 4 2 3 DE
da Silva ra e Não possui Mestrado em em Não possui Comunicação e
Bacharela Literatura e andamento Informação
do - em Cultura em
Letras Programa
Vernáculas de Pós-
Graduação
em
Literatura
e Cultura
Jamille Licenciada Não possui Mestrado em doutorado Não possui Português
Maria em Letras Literatura e em
Nascimento Cultura/ andamento
Assis
Jaqueline Letras Não possui Mestrado Não Não possui Inglês Técnico
Gil Brito com Inglês Profissional possui
em
Administraçã
82

o em curso.

Jefferson Engenhari Formação Engenharia Engenhari Controle da Tratamentos 13 5 5 3 DE


Caponero a Docente do Metalúrgica e a Poluição Térmicos;
Metalúrgic Ensino de Materiais Metalúrgic & Ciência dos
a Superior a e de Gestão do Materiais;
Formação Materiais Conhecime Tecnologia dos
Pedagógic nto Materiais;
a Para Ambienta Metalografia;
Formadore Ensaios dos
s da Materiais
Educação
Profission
al
Joelito da Superior Especialização Não possui Não Não possui Maq. e Equi. 3 7 0 7 40h
Cruz Santos de em possui Mecânicos;
Tecnologia Gerenciamento Elementos de
Mecânica de Projetos. Máquinas
Joelma Silva Licenciatu Especialização Mestrado em Não Não possui
Santos ra em em Ensino de Estudo de possui Inglês técnico 10 11 7 8 DE
Letras Língua Linguagens
Vernácula Inglesa (UNEB)
com (UNIFACS)
Língua Conclusão:
Estrangeir 2011
a Moderna
(UFBA)

Conclusão
83

: 2003

José Jorge Eng. Fontes Eng. Ciencia y Não possui Soldagem, 2 16 2 16 DE


Mendes de Mecânica/ Alternativas de Mecânica/UF Tecnlogía Usinagem,
Freitas UFPB/198 Energia/UFLA PB/1998 de Conformação
9 /2000 Materiales Mecânica,
USC/2010 Ciência dos
Materiais

Juanice Licenciatu Especialização Não possui


Helena de Mestrado em doutorado
ra em em
Andrade Engenharia em Matemática
Matemátic Planejamento
Mecânica/ andamento
a Educacional

Luis Alberto Engenhari Não possui Mestrado em


Doutorado Corrosão,
Dantas a de Minas Engenhariaem Conformação
Barbosa e Metalurgica e
Engenhari Mecânica,
Metalurgia de Materiais
a Metais Não
Metalurgic ferrosos
a e de
Materiais
Luis Bacharel Especialização Mestrado em doutorado Não possui ONQ 4 9 7 9 DE
Augusto em em Ciências em
Lopes Administr Planejamento Sociais/ andamento
ação Estratégico e em
Sistemas de Ciências
Informação Sociais
84

Luiz José da Lic em Computação Matemática – Não Não possui Introd. 18 30 3 6 DE


Silva Matemátic cientifica – Prof mat – possui Matemática
a Fac. Cairú UFBA Cálculo Dif e
UFBA- 2013 Integral
1990
Manuel J.V. Licenciatu Mestrado em Sociologia 9 7 7 7 DE
Carrau ra em Especialização Ciências
Sociologia em Direito Sociais/UFB
1994 Civil, Negocial A 2003
Universida e Imobiliário.
de Anhanguera-
Alicante- Uniderp 2013
Espanha Advogado,OA
Bacharel B/40993
em Direito
2011/IES.
Unyahna

Marcelo Engenhari Não possui Não possui Não Não possui Equipamentos 4 4 10 1 20h
Miguel da a possui Industriais e
Silva Mecânica Manutenção
Mecânica

Marcio Graduado Não possui Não possui Não Não possui


Diego em possui
Almeida dos Engenhari
Santos a
85

Industrial
Elétrica

Marcio Tecnólogo Especialização Mestre em Não Não possui Instrumentação


Rodrigues em em Engenharia possui Industrial
Gomes Manutençã Automação, Mecanica
o Controle e
Mecânica Robótica

Marcus Bacharela Não possui Mestrado em Não Física Aplicada 14 11 4 8 DE


Cincinato do em Física/ UFBa/ possui /
Brzeski Física/ 1998 em
Andrade AuburnUn andamento
iversity, .
AL,
EUA/1991

Maria Cléa Engenhari Não possui Mestrado em Doutorado Não possui Tecnologia dos 10 7 0 7 DE
Soares de a dos Engenharia em Materiais I,
Albuquerque Materiais Mecânica Engenhari Tecnologia dos
a de Materiais II,
Processos Ciência dos
Materiais,
Metalografia,
86

Tratamentos
Térmicos,
Ensaios dos
Materiais

Maria
Helena Del Bacharela Especialização Mestrado em Doutorado Não possui SMS
Grande do em em Engenharia Tec. Limpas. em
Engenhari de Segurança Engenhari
a Química a de
Processos
em
andamento

Maria
Teresinha Ciências Especialização Mestrado em Difusão do Não possui Informática 1 14 2 14 DE
Tamanini da em redes de redes de Conhecim aplicada à
Andrade Computaç computadores computadores ento: educação,
ão: UFSC – Unifacs- – Unifacs- UFBA –
– 1995 2003. 2005 2013 Informática
Aplicada
Especialização
em
Metodologia
de Ensino: FIA
– 2001
Marilena Bacharela Não possui Química/UF Química/ Capes- Química,
Meira do em BA/2003 UFBA/20 UFBA- Fisicoquímica
Química:
87

UFBA- 08 PNPD-2011 5 10 7 3 DE
1983

Licenciatu
ra em
Química:
UFBA-
1996

Miguel Licenciatu Especialização Mestrando Não Não possui Circuitos


Pereira ra em Engenharia de em possui Elétricos, 2 15 3 5 DE
Santos Neto eletricidad Construção e Engenharia Instrumentos e
e (UNEB). Montagem Elétrica Medidas
Conclusão (UFBA). (UFBA). Elétricas,
: 2003 Conclusão: Instrumentação
2008 Industrial
Engenhari
a Civil
(UFBA)
Conclusão
: 2007

Siderurgia,
Moacyr Conformação
Batista Filho Mecânica

Eng. Engenharia Regulação da Não Não possui Eficiência 6 5 5 5 DE


Elétrica/U Clínica/UFPB/ Indústria de possui
88

Monica
Silveira Energia/UNIF
FBA/1991 1998 Energética
ACS/2002

Núbia Costa
Nascimento Doutorand Não possui
Mestrado em a em
Lic. em Biologia Ensino,
Ciências Ecologia e Filosofia e Biologia
Biologia Biomonitora História
mento. das
Ciências

Paulo
Roberto dos Especialização
Engenhari Não Não possui
Santos em Engenharia Não possui
a Química possui
de petróleo
Paulo Mestrando
Vicente Licenciatu em ensino, Não Não possui
Moreira dos ra em Não possui filosofia e possui
Santos Física história das
ciências
Priscilla
Souza Neves Engenhari Engenharia
Não possui
a Elétrica Elétrica
Railda Pedagogia Coordenação Educação Organização da
Pedagógica Não Não possui Educação 05 anos 02 anos 1 ano 6 DE
possui Brasileira meses
Avaliação da
89

Aprendizagem
Regina Célia
P. Lambiase Bacharela Não possui Regulação da Não Não possui Organização 2 7 5 7 DE
do em Indústria de possui Industrial, SMS
Ciências Energia
Econômic
as

Ricardo Engenheir Especialista Em Equipamentos, 6 31 6 40h


Leite Maciel o em andamento Soldagem,
Mecânico Administração Elementos de
Especialista Máquinas
em
Condicioname
nto e
Comissioname
nto

Ricardo Engenheir Não possui Em Não Não possui SMS - 8 8 anos 2 anos DE
Guilherme o andamento possui
Kuentzer Agrônomo

Rodrigo Bacharela Não possui Filosofia Não Não possui Filosofia da 10 6 1 4 DE


Oliveira do em /UFBA/2006 possui educação
Araújo Filosofia:
UCSAL-
90

2002

Rui Carlos Tecnólogo Especialista Mestrado em Doutorado Não possui Soldagem


de Souza Tecnologia em Materiais Engenharia em DE
Mota Mecânica Mecânica/ andamento
Solange História Não possui Mestrado em Não Não possui História
Dias História possui 10 3 10 3 DE
Santana
Alves
Tailson MatemáticEspecialização Mestre em Não Não possui Matemática
Jefferson a em matemática possui
Paim dos Matemática 2007
Santos com ênfase em
Informática
aplicada na
Educação
Taiza de Licenciatu Especialização Mestrado em Não Não possui Avaliação da
Sousa ra em em Educação possui aprendizagem 1 3 1 0 40h
Ferreira Pedagogia Metodologia (UEFS) Estágio I
(UEFS) do Ensino Metodologia e
Superior – Conclusão: Prática de
Conclusão (Faculdades 2013 Ensino em
: 2008. Integradas Eletromecânica
Olga Mettig) I
Metodologia e
Conclusão – Prática de
2010. Ensino em
91

Eletromecânica
Especialização II
em Gênero e
Sexualidade
(UERJ)

Conclusão:
2012.
Valter Dias Licenciatu Especialização Estudo de Doutorado Não possui Português
de Carvalho ra em em Estudos Linguagem/ em
Letras Linguísticos e Língua e andamento
Português Literários Cultura/
/ Inglês/
Espanhol
92

8.2 Corpo Técnico Administrativo

Os profissionais que compõem o corpo técnico administrativo do campus Simões Filho possuem
formação profissional adequada e compatível às funções que exercem na instituição e a experiência
profissional é compatível à função exercida. O quadro a seguir representa o perfil dos técnicos
administrativos atuantes no Campus Simões Filho.

REGIME
TITULAÇÃO/
NOME DE GRADUAÇÃO
APERFEIÇOAMENTO
TRABALHO
Bacharelado em
Especialização em Gestão de
Adilton Silva Gomes 40 Ciências
Instituição Pública de Ensino
Econômicas
Alessandra Angélica Queiroz
20 Medicina Especialista em Oftalmologia
Araújo
Aloísio de Santana Neves 40 2º Grau completo ***
Ana Edna Sacramento dos Bacharelado em Formação em Dependência
40
Santos Serviço Social Química
Licenciatura em
Ana Maria Dias Galvão 40 Mestre em Educação
Pedagogia
André dos Santos Almeida 40 2º Grau completo ***
Licenciatura em
Pedagogia com Especialista em EJA-
Ângela Oliveira do Nascimento 40 Habilitação em Educação Básica de Jovens e
Orientação Adultos
Educacional
1-Especialista em Gestão de
Bacharelado em Pessoas; 2-Pós-Graduação
Brites Delane Gomes dos Santos 40
Psicóloga em Terapia Analítico
Comportamental
Carlos Antônio Souza da Cruz 40 2° grau completo ***

Daniel dos Santos Brandão Bacharelado em


40 ***
Junior Ciências Contábeis
Daniela Ribeiro de Cerqueira Bacharelado em
40 ***
Silva Administração
Bacharelado em
Deusdedite Cerqueira Peixoto Pós em Rede de
40 Ciência da
Junior Computadores
Computação
Bacharel em
Dimas Barros da Silva Júnior 40 ***
Direito
Ensino
Edvaldo Rodrigues de Santana 40 ***
Fundamental
Bacharel em
Fábio São Pedro Santana 40 ***
Ciências Contábeis
93

Especialização em
Bacharelado em
Engenharia e Gestão do
Geocivany Lima Cardoso 40 Biblioteconomia e
Conhecimento e Inteligência
Documentação
Empresarial
Hélio Henrique Bastos Farias Bacharel em
40 ***
Rocha Jornalismo
Bacharelado em Especialista em Gestão da
Isabel Cristina de O. Souza 40 Biblioteconomia e Informação e do
Documentação Conhecimento
Bacharel em
Jackson Lessa dos Santos 40 ***
Ciências Contábeis
Joaquim Monteiro de Souza Lira Especialização em Medicina
20 Medicina
Jr. do Trabalho
Joilson Moreira de Oliveira 40 2° grau completo ***
Tec em
Manutenção Mec
Josimar Torres de Oliveira Industrial.
40 ***
Machado Graduando em
Engenharia
Mecânica
Bacharelado em
Mestrado em Ciência da
Jovenice Ferreira dos Santos 40 Biblioteconomia e
Informação
Documentação
MBA Profissional
Kleber dos Santos Oliveira 40 em Sistemas de ***
Informação
Larissa Milena de M. Maia Técnica em
40 ***
Senna Enfermagem
Ass. de
Leonardo Ferreira de Abreu 40 ***
Laboratório
Livia Cristina Cunha de Planejamento e Prática do
40 Pedagogia
Carvalho Ensino Superior
Lucian Mendes de Melo 40 2° grau completo ***
Bacharelado em
Pós-Graduação em Gestão
Luciano Novaes Souza 40 Biblioteconomia e
Escolar
Documentação
Tec. em Áudio
Luciano Sales dos Santos 40 Engenharia Ambiental
Visual
Licenciatura em
Luis Carlos Santos Pedreira 40 ***
Letras
Técnico em
Marcos de Oliveira Silva 40 Enfermagem do ***
trabalho
Ensino
fundamental
Maria de Lourdes de Jesus
40 incompleto / ***
Oliveira
Projeto Coração de
Estudante
Maria Eunice Paranhos
40 Superior completo ***
Gonçalves de Santana
94

Técnico em
Maurício Roque Souza Santos 40 ***
Eletrônica
Especialização em
Bacharel em
Milenna de Araújo e Silva 40 Fisioterapia Aplicada à
Fisioterapeuta
Ortopedia e Traumatologia
Téc. Em
Nadson Santos Soares 40 ***
audiovisual
Bacharelado em Pós-graduação em Gestão de
Pasqualino Parla Consiglio 40
Ciências Contábeis Recursos Humanos
Ensino
fundamental
Rita de Cássia dos Santos 40 incompleto ***
/Projeto Coração
de Estudante
Especialização em Família:
Relações Familiares e
Bacharelado em
Rosane Pereira de Santana 40 Contextos Sociais e
Psicologia
Formação em Terapia
Cognitiva
Técnica em
Samuel Azevedo dos Santos 40 ***
Enfermagem
Licenciatura em
Shirlei Pereira de Souza 40 ***
Letras
Bacharel em
MBA em Gestão Estratégica
Sidinalva Brito dos Santos 40 Secretariado
em Recursos Humanos
Executivo
Especialização em
Licenciatura Plena
Sueli de Souza Alves Gabriel 40 Literaturas de Expressão em
em Letras
Língua Portuguesa
Bach em Serviço
Valdeluce Nascimento Santos 40 ***
Social
95

IX –DIPLOMAS E CERTIFICADOS EMITIDOS

Será conferido Diploma de Técnico de Nível Médio em Metalurgia, Área Profissional da


Indústria, ao estudante que:
 Tiver concluído o Ensino Médio ou equivalente, cursar e for habilitado em todos os Grupos de
Competências nos quatro Módulos, com frequência mínima prevista nas Normas Acadêmicas
da Instituição, cumprindo a carga horária total de 1200 horas;
 Concluir Estágio Curricular Supervisionado realizado em empresas ou instituições públicas ou
privadas, devidamente conveniadas com o IFBA e que apresentem condições de propiciar
experiência prática na área de formação do aluno, TCC ou TI, com o mínimo de 240 horas.

Terá direito a Certificado de Qualificação Técnica em Metalurgia, Área Profissional da Indústria,


o estudante que:
 Tiver concluído o Ensino Médio ou equivalente, cursar e for habilitado em todos os Grupos de
Competências nos quatro Módulos, com frequência mínima prevista nas Normas Acadêmicas
da Instituição, cumprindo a carga horária total de 1200 horas, sem concluir o estágio.

Terá direito a Certificado de Fresador Mecânico, Área Profissional da Indústria, o estudante


que:
 Tiver concluído o Ensino Médio ou equivalente, cursar e for habilitado em todos os Grupos de
Competências dos três primeiros Módulos, com frequência mínima prevista nas Normas
Acadêmicas da Instituição, cumprindo a carga horária total de 900 horas.

Os certificados e diplomas expedidos serão processados pela GRA (Gerência de Registros


Acadêmicos), respeitado o artigo 13 § 1º, 2º, 3º e 4º da Resolução CNE/CEB 04/99, explicitando as
competências, habilidades e bases tecnológicas certificadas.
96

X – REFERÊNCIAS

[1 ] BRASIL/MEC/IFBA. Plano de desenvolvimento institucional - PDI do IFBA (2009-2013) -


Campus Simões filho. Aprovado pelo Conselho Superior do IFBA 2009-2013. 70p.

[2] BRASIL - Lei nº 8.711, de 28 de setembro de 1993. Diário Oficial da União, 29/09/1993, p.
14533.
[3] BRASIL/MEC/IFBA. Plano de desenvolvimento institucional - PDI do IFBA (2009-2013) -
Campus Simões filho. Aprovado pelo Conselho Superior do IFBA 2009-2013. 79p.
[4] BRASIL - Lei nº 11.892/2008. Diário Oficial da União, 30/12/2008, p.1.
[5] BRASIL/MEC/IFBA Projeto Pedagógico Institucional do IFBA – PPI do IFBA. Aprovado pelo
Conselho Superior do IFBA. Salvador, 2013, 149p., 2013.
[6] BRASIL - Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Disponível em
<http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_controle_processos_industriais/t_metalurgia.php> Acesso em
25/10/2015.
[7] BRASIL-Resolução CNE/CEB Nº 03/2008. Diário Oficial da União, 10/07/2008. Disponível em
<http://www.profdomingos.com.br/federal_resolucao_cne_ceb_03_2008.html > Acesso em
25/10/2015.
[8]BRASIL – IBGE. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=ba> Acesso
em 25/10/2015.
[9] Geografia da Bahia. Disponível em <http://www.infoescola.com/geografia/geografia-da-bahia>
Acesso em 25/10/2015.
[10] Fundação Perseu Abramo. A Dinâmica Recente do Mercado de Trabalho Brasileiro: O
Emprego. São Paulo, março de 2014. p.5
[11] TOMAZELLI, IDIANA. Intenção de consumo no Nordeste é maior do que em 2013.
Exame.com. Disponível em <http://exame.abril.com.br/economia/noticias/intencao-de-consumo-no-
nordeste-e-maior-do-que-em-2013> Acesso em 25/10/2015.
[12] LACERDA, F.C.C.; PESSOTI, G.C., JESUS, J.A. Transformações Estruturais,
(Des)Concentração Espacial e Inserção Internacional: Uma Análise para a Economia Baiana
com Base na Teoria da Base Produtiva. In: X ENCONTRO DE ECONOMIA BAIANA.Set. 2014.
[13] BAHIA - Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais do Estado (SEI). Disponível em
< http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1334&Itemid=363>
Acesso em 25/10/2015.
[14] O Expresso. SEI estima crescimento de 1,5% para o PIB da Bahia em 2014. No terceiro
trimestre, expansão da economia baiana foi de 0,6%. Nov. 2014. Disponível em
<https://jornaloexpresso.wordpress.com/2014/11/28/sei-estima-crescimento-de-15-para-o-pib-da-
97

bahia-em-2014-no-terceiro-trimestre-expansao-da-economia-baiana-foi-de-06> Acesso em
25/10/2015.
[15] Plano estratégico Sistema FIEB (2015-2018). Disponível em <
http://www.fieb.org.br/download/presidencia/PlanoEstrategico20152018ePlanodeAcaoCIEB.pdf/>
Acesso em 25/10/2015.
[16] Estimativas da população residente no brasil e unidades da federação com data de
referência em 1º de julho de 2014. Disponível em <
ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2014/estimativas_2014_TCU.pdf/>
Acesso em 25/10/2015.
[17] Superintendência de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia. Disponível em <
http://www.sde.ba.gov.br/pagina.aspx?pagina=centroindustrialdearatu> Acesso em 25/10/2015.
[18] Plano Diretor – Polo Industrial de Camaçari 2013. Disponível em <
http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/imagens/revista-pdf-5770.pdf> Acesso em 25/10/2015.
[19] BRASIL/MEC - Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. 2013. Disponível em
< http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15548-d-c-n-
educacao-basica-nova-pdf&Itemid=30192 > Acesso em 25/10/2015.

[20] BRASIL/MEC. Resolução CNE/CEB Nº 06/2012. Disponível em


<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=11663-rceb006-12-
pdf&category_slug=setembro-2012-pdf&Itemid=30192> Acesso em 25/10/2015.
[21] BRASIL/MEC/IFBA. Resolução nº 16 de 27 de setembro de 2006. Disponível em
<http://www.ifba.edu.br/informativo/resolucoes/RE_16_de_270906.pdf> Acesso em 25/10/2015.
[22] BRASIL/MEC/IFBA. Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de
Nível Médio do CEFET-BA, aprovado pelo Conselho Diretor em 16/12/2008.
XI – ANEXOS

ANEXO A

 Plano de Estágio;
 1° Entrevista;
 2° Entrevista;
 3° Entrevista;
 Ficha de Avaliação de Desempenho do Estágio pela Empresa;
 Ficha de Avaliação de Desempenho de Estágio pela Escola;
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Filho – Ba - Cep: 43.700–000
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Inscrição: nº 70.244.376

INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA


Departamento de Relações Empresariais / Gerência de Integração Escola-Comunidade
Coordenação de Estágios e Egressos

PLANO DE ESTÁGIO
I. OBJETIVOS:

II. NOME DO ALUNO ESTAGIÁRIO:

III. CURSO:

IV. NOME DA EMPRESA:

V. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS PELOS ESTAGIÁRIOS:


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VI. DESCRIÇÃO DAS ÁREAS OPERACIONAIS ONDE DEVERÁ DESENVOLVER SUAS


ATIVIDADES:

OBSERVAÇÕES:
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1ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O ALUNO DEVERÁ DEVOLVER ESTA FOLHA PREENCHIDA APÓS


COMPLETAR 1/3 (UM TERÇO) DO SEU PERÍODO DE ESTÁGIO CURRICULAR.

1.Listagem das atividades desenvolvidas:

2.Recebeu treinamento? Especifique:

SIM NÃO

3.Está sentindo dificuldade de adaptação? Quais:

SIM NÃO

4.Que tipo de acompanhamento você recebe por parte da empresa?


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5.Você se sente inseguro com relação a execução dos trabalhos solicitados? Que inseguranças?

SIM NÃO

6.Comentários do estagiário:

7.Avaliação do professor orientador:

______________________________, _______de _____________________de __________

Assinaturas:__________________________ _________________________________
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2ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O ALUNO DEVERÁ DEVOLVER ESTA FOLHA PREENCHIDA APÓS COMPLETAR


2/3 (DOIS TERÇOS) DO SEU PERÍODO DE ESTÁGIO CURRICULAR.

1.Listagem das atividades desenvolvidas

2.Recebeu treinamento entre a 1ª e a 2ª entrevista? Qual (is)

SIM NÃO

3.Caso tenha havido dificuldades na 1ª etapa do estágio, elas já foram superadas?

4.Surgiram outras dificuldades: Quais?

SIM NÃO

5.Continua recebendo o mesmo tipo de acompanhamento por parte da empresa?


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SIM NÃO

6.Qual (is) a (s) disciplina (s) do curso que está (ao) mais relacionada (s) com as atividades executadas
durante o estágio?

7.Comentários do estágio:

8.Avaliação do professor orientador:

_____________________________, _______de ______________________de __________

Assinaturas:__________________________ _______________________________
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3ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O ALUNO DEVERÁ DEVOLVER ESTA FOLHA PREENCHIDA NA ÚLTIMA


SEMANA DO SEU ESTÁGIO CURRICULAR

Classifique as questões de 1 a 6 segundo a tabela abaixo:

F = Fraco R = Regular B = Bom O = Ótimo

1.Conhecimento teórico em sua área de formação que o IFBA lhe forneceu __________
2.Habilidades práticas proporcionadas pelo IFBA __________
3.Nível de aproveitamento no estágio das habilidades adquiridas nas aulas práticas __________
4.Participação do IFBA no processo de encaminhamento do seu estágio __________
5.Acompanhamento do IFBA do seu estágio curricular __________
6.Relacionamento com o Supervisor de Estágio __________

7. Descreva os tipos de métodos, práticas, tabelas e manuais que você utilizou na execução de suas
atividades, assinalando aqueles que você não tenha aprendido durante o curso:

8. Relacione os equipamentos utilizados na execução de suas tarefas e assinale aqueles que você
desconhecia:

____________________________, ________ de ______________________ de ________.

Assinaturas:__________________________ _______________________________
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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ESTÁGIO PELA EMPRESA

Estagiário:_______________________________E-mail _____________________________________
Curso:_________________________________________ Grau:_______________________________
Nome da Empresa:___________________________________________________________________
Endereço:____________________________________________________________________________
___________________________________________________Tel :___________________________
Área/Setor de Estágio:_________________________________________________________________
Período de Estágio: de_______/_______/_______ a ________/_______/_______ Horas____________

INSTRUÇÕES:
a)O estagiário deverá ser avaliado na sua atuação durante o estágio;
b)Assinale com um X o conceito de cada aspecto que melhor avalie o estagiário em questão;

GRUPO I Conceito
ASPECTOS PROFISSIONAIS
INSA REG BOM MUI EXCE
TISFA ULA TO LENT
T. R BOM E
1 2 3 4 5
1º - Qualidades do trabalho (organização, segurança,
dedicação e apresentação do trabalho)
2º - Criatividade (capacidade de encontrar novas e melhores
formas no desempenho das tarefas estabelecidas)
3º - Conhecimentos (nível de conhecimentos demonstrados
no desenvolvimento das atividades).
4º - Cumprimento das tarefas (capacidade de executar tarefas
de acordo com as metas e prazos estabelecidos)
5º - Espírito inquisitivo (disposição demonstrada na
aprendizagem de novos conhecimentos).
6ª – Iniciativa (autonomia no desempenho de suas
atividades).
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________________________________________________
ASSINATURA E CARIMBO DO CHEFE IMEDIATO
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GRUPO II Conceito
RECURSOS HUMANOS
INSAT REG BOM MUI EXCE
ISFAT. ULA TO LENT
R BOM E
1 2 3 4 5
1º - Assiduidade (presença constante no local de trabalho).
2º - Cooperação (disposição para contribuir espontaneamente
no trabalho de equipe para atingir os objetivos).
3º - Responsabilidade (zelo pelo material, equipamentos,
bens da empresa e empenho no andamento dos trabalhos).
4º - Sociabilidade (facilidade de se integrar com os colegas
de em ambiente de trabalho).
5º - Disciplina (observância das normas e regulamentos da
empresa).
6ª – Autocrítica (capacidade de reconhecer seus próprios
erros e limitações).

OBSERVAÇÕES:____________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
_________________________________________________

AVALIADOR:
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NOME: _____________________________________________________________________________

CARGO OU FUNÇÃO: ________________________________________________________________

DATA: _______/_______/_______

_______________________________________________________
ASSINATURA E CARIMBO DA EMPRESA
(No carimbo tem que constar CNPJ e Endereço)
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PARA USO DA ESCOLA


RESULTADO DO GRUPO I CONCEITOS DO ESTAGIÁRIO
EM PONTOS  EXCELENTE DE 55 a 60
RESULTADO DO GRUPO II
 MUITO BOM DE 45 a 54
EM PONTOS
 BOM DE 35 a 44
 REGULAR DE 22 a 34
 INSUFICIENTE: abaixo de 22
TOTAL
PARECER DO PROFESSOR ORIENTADOR: pontos

___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
__________________________________________
AVALIAÇÃO: I. 2º GRAU II. 3º GRAU

I. II.
EMPRESA _____X(0,5)_____ EMPRESA _____X(0,3)______

ORIENTAÇÃO _____X(0,3)_____ ORIENTAÇÃO _____X(0,3)_____

RELATÓRIO _____X(0,2)_____ RELATÓRIO _____X(0,4)_____

TOTAL __________ TOTAL __________


NOTA NOTA

__________________________________ __________________________________
VISTO DO PROFESSOR ORIENTADOR VISTO DO PROFESSOR
ORIENTADOR
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ANEXO B

 Ficha de Caracterização de Experiência.


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FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DE EXPERIÊNCIA


NOME: IDADE:

ENDEREÇO RESIDENCIAL: TELEFONE: (obrigatório)

E-MAIL(obrigatório):

CURSO:

NOME DA EMPRESA:

ENDEREÇO:

CARGO QUE DESEMPENHA ATUALMENTE

DEPARTAMENTO/DIVISÃO OU SETOR TEMPO DE EXPERIÊNCIA NO CARGO/


HORAS
DESCRIÇÂO DAS ATIVIDADES

DEPEN – Departamento de Ensino e Coordenação de Estágios-Tel. (71) 3396-8400 E-mail: depen_sf@ifba.edu.br