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PROGRAMADOR PARA CENTRAL SOLARA

V2
MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO DO SOFTWARE PARA
CONFIGURAÇÃO E PROGRAMAÇÃO DA CENTRAL SOLARA V2
INDICE

1 TERMO DE GARANTIA: .................................................................................................. 3


2 AVISOS AO TÉCNICO .................................................................................................... 4
3 ANTES DE COMEÇAR: .................................................................................................. 4
4 PROGRAMAÇÃO DE ETIQUETAS .................................................................................... 5
4.1 ACESSANDO O MODO PROGRAMAÇÃO: ................. Error! Bookmark not defined.
4.2 DEFININDO TOTAL DE PONTOS INSTALADOS: ....................................................... 8
4.3 PROGRAMAÇÃO DAS ETIQUETAS ALFANUMÉRICAS DOS PONTOS:..................10
4.4 PROGRAMAÇÃO DE SAÍDAS SETORIZADAS (REQUER SOLICITAÇÃO PRÉVIA):11
4.5 SAÍNDO DO MODO PROGRAMAÇÃO:......................................................................13
5 TEMPORIZAÇÃO DE SIRENES E SENHA ...................................................................... 14
5.1 TEMPORIZAÇÕES DA SAÍDA DE ALARME: .............................................................14
5.2 HABILITAR/DESABILITAR SENHA DO TECLADO: ...................................................14
5.3 VALIDANDO A PROGRAMAÇÃO DO DIP SWITCH:..................................................15
6 PARTIDA .................................................................................................................... 15
6.1 VERIFICAÇÃO DE CURTO CIRCUITO: .....................................................................15
6.2 LIGAÇÃO DOS CABOS: .............................................................................................15
6.3 POSSÍVEIS AVARIAS: ...............................................................................................17
6.4 LEDS DE INDICAÇÃO: ...............................................................................................18
6.5 TENSÕES DE REFERÊNCIA: ....................................................................................18
Tensões de referência dos principais pontos do sistema (Tensão contínua Vcc): .............18
7 VERIFICAÇÃO DO SISTEMA ........................................................................................ 19
7.1 LIGAÇÃO DAS BATERIAS: ........................................................................................19
7.2 TESTES DOS ELEMENTOS DE CAMPO:..................................................................19
7.3 TESTE DE SIRENES: .................................................................................................19
7.4 TESTE DE FALTA DE REDE A.C.: .............................................................................19
8 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS .................................................................................... 20
8.1 FONTE DE ALIMENTAÇÃO: ......................................................................................20
8.2 BATERIAS: .................................................................................................................20
8.3 LAÇO DE DETECÇÃO: ..............................................................................................20
8.4 PONTOS EM AVARIA: ...............................................................................................20
8.5 PONTOS EM FOGO: ..................................................................................................21

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1 TERMO DE GARANTIA:

A Chander Fire do Brasil Equip. Seg. Ltda. EPP


certifica e garante seus produtos contra defeitos de
fabricação por um período de 1 ano a contar a partir da
data da aquisição (comprovação mediante apresentação de
nota fiscal emitida pela Chander Fire do Brasil). Os serviços
de manutenção e garantia serão efetuados na sede da
Chander Fire do Brasil, situado na cidade de Ribeirão Preto-
SP, sendo que as despesas de frete, seguro e embalagem
são de responsabilidade do adquirente.

A tentativa de intervenção ou conserto por pessoas não


autorizadas, assim como a instalação fora das
recomendações e das exigências das Normas
NBR17240/2010 e NBR5410, e das orientações contidas
neste manual acarretará na perda automática da garantia.

Esta garantia é válida somente dentro do território brasileiro.

Ribeirão Preto - SP - Brasil - ww.chanderfiredobrasil.com.br


sac@chanderfiredobrasil.com.br - Tel.: 55(16)3972-3777

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2 AVISOS AO TÉCNICO

A central de alarme de incêndio endereçável da linha SOLARAV2 possui modo de


programação via painel, mas visando facilitar e flexibilizar o processo de programação
disponibilizamos a interface de programação via PC através de conexão USB.
Além de tornar a configuração mais ágil, a programação via PC permite armazenar as
informações de programação que podem ser reutilizadas em back-ups ou atualizações.

3 REQUISITOS MÍNIMOS NECESSÁRIOS:

1- Módulo USB incorporado a central SolaraV2:

As centrais Solara V2 capacitadas a serem


programadas via PC saem de fábrica com o módulo de
interface USB já incorporado.

Não é possível realizar a programação via


PC/Software sem a interface USB.

As centrais de versões anteriores, sem a


interface USB, podem ser programadas via
teclado frontal. Consulte o Manual de
Programação.

2- Computador:

- Windows 7 (32 e 64 bits) ou superior.


(Sistemas operacionais anteriores, XP e Vista, necessitam do componente Microsoft NET
Framework 4).

- Processador de 1 GHz ou superior


- Resolução de 1024x768 ou superior
- 2 GB de RAM ou superior
- 5 MB de espaço livre em disco
- Porta USB 2.0 ou superior

3- Cabo USB / MINI-USB:

Cabo USB 2.0 macho x Mini USB 5 vias,


comprimento inferior a 1,5m.

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4 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE
Com o cabo USB desligado realize as etapas para instalação:

1- Execute o programa de instalação Instalador_Programador_Solarav2.exe.

2- Dependendo das configurações de


segurança, o Windows solicitará a
confirmação para executar o software não
assinado pela Microsoft. Clique em Sim.

3- Escolha se deseja criar ícones na


Área de Trabalho e Barra de iniciar.
Clique em Avançar.

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4- Confirme as opções, clique em Instalar e aguarde completar a instalação.

5- O instalador irá solicitar a instalação dos drivers, na janela pop-up que abrir clique em Avançar,
na janela seguinte, selecione “Eu aceito este contrato” e depois clique em Avançar.

6- Confirme se os drivers foram corretamente instalados verificando se Status está “Pronto para
usar”. Clique em Concluir para a instalação dos drivers e clique em Concluir na janela seguinte
para completar a instalação.

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7- Conecte o cabo USB no PC e na central, o LED do módulo USB deve acender vermelho.

No Windows, no caminho Painel de Controle, Hardware e Sons, Dispositivos e Impressoras


deve aparecer em Não Especificado o dispositivo FT232 USB UART.

As informações descritas podem variar conforme a versão de Windows utilizada e a


configuração da segurança.

A instalação conforme descrito transcorre bem na maioria das configurações, porém,


pode acontecer que alguns antivírus mais antigos indiquem, de forma falsa, que o
programa oferece ameaça ao sistema, neste caso, desabilite temporariamente o
Antivírus e proceda conforme descrito.

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Toda programação de número de pontos e etiquetas é feita através
das teclas de navegação. As demais teclas permanecem desabilitadas.

4.2 DEFININDO TOTAL DE PONTOS INSTALADOS:

A central SOLARA V2 suporta entre 2 e 125 pontos de entrada endereçáveis, a quantidade


máxima de pontos instalados deve ser definida através deste modo de programação:

O Cursor do display permanece no primeiro caractere da primeira linha.

Para modificar o número de pontos, pressione uma das teclas de navegação horizontal.

O Cursor se move para o número total de pontos:

Com o cursor nessa posição, pressione as teclas de navegação vertical . O número de pontos
irá incrementar ou decrementar.

Definido o número total de pontos, volte a pressionar uma das teclas de navegação horizontal
fazendo o cursor retornar ao primeiro caractere da primeira linha.

No exemplo da figura acima o numero de total de pontos foi modificado para 30 pontos. Neste caso,
os pontos instalados devem ser endereçados entre 1 e 30.

Se forem definidos mais pontos do que a quantidade realmente instalada, o


excedente será interpretado pela central como pontos em avaria. Endereços acima
do máximo de pontos definido, mesmo que instalados, não serão reconhecidos pela
central. 8
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4.3 PROGRAMAÇÃO DAS ETIQUETAS ALFANUMÉRICAS DOS PONTOS:

Cada um dos pontos de entrada do sistema pode ser associado a uma etiqueta
alfanumérica de 16 caracteres. Procure descrever de forma resumida e clara o local do ponto
instalado.

4.3.1 Após definir o total de pontos, com o cursor no primeiro caractere da primeira linha,
pressione a tecla de navegação vertical para cima:

Enquanto o cursor permanecer no primeiro caractere da primeira linha, as teclas de


navegação vertical mostrarão as etiquetas assignadas para cada ponto endereçável.

4.3.2 Para editar a etiqueta de um ponto, navegue até seu endereço numérico e
pressione a tecla de navegação horizontal para direita , o cursor piscante irá para o primeiro caractere
da segunda linha indicando a edição do caractere

4.3.3 Com o cursor sobre o caractere, selecione a letra através das teclas de navegação vertical

Após a seleção da primeira letra, mova o cursor para o caractere seguinte através da tecla de
navegação horizontal para direita

Para selecionar a letra do segundo caractere, repita o procedimento descrito no parágrafo 4.3.3 e
assim sucessivamente até o 16º caractere.

Obs: O mapa de caracteres está disposto em ordem alfabética. Para avançar grandes
intervalos rapidamente basta manter o botão de navegação vertical pressionado para velocidade
de navegação aumentar progressivamente.

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Após escrever os 16 caracteres da etiqueta alfanumérica do ponto 1 retorne o cursor até o primeiro
caractere da primeira linha através da tecla de navegação horizontal para direita.

Para editar a etiqueta do segundo ponto, repita o procedimento descrito no item 4.3.1.

4.4 PROGRAMAÇÃO DE SAÍDAS SETORIZADAS (REQUER SOLICITAÇÃO PRÉVIA):


Caso a função de setorização seja solicitada pelo cliente, a central SOLARA V2 pode
comandar setores de saída onde cada um dos pontos de entrada do sistema pode ser associado
a 4 saídas de forma que, quando for atuado, acione as 4 saídas associadas a ele.
As saídas que podem ser associadas a um ponto de entrada são:
- Módulos de saída N.2 V2 e N.5 V2.
- Módulos de pressurização (comando liga) N.3 V2.
- Acionadores manuais CD-213A V2(saída incorporada).*
- Dectores endereçáveis CD-180 AP V2(buzzer interno).*
- Fonte auxiliar (Saída incorporada)*
* As saídas incorporadas a esses pontos só estarão
habilitadas para atuarem se a chave 8 do Dip Switch de
programação de cada um deles pontos estiver na posição ON .
Dip Switch do ponto endereçável.

Para maiores detalhes sobre programação do dip switch dos pontos endereçáveis
consulte o MANUAL DE INSTALAÇÃO, seção 9.2.

As saídas associadas aos setores (alarme setorial) podem ser temporizadas com tempo
distinto do alarme geral. Consulte a seção 5.1 sobre configuerações de temporizações.

4.4.1 Através das teclas de navegação horizontal posicione o cursor no primeiro


caractere. Depois mantenha pressionada a tecla de navegação vertical para cima .

Depois de mostrar o último ponto habilitado o display deve mudar para cor AZUL CLARO e
indicar a setorização do ponto 001.

Se após este procedimento o Display não entrar na configuração de setorização e


retornar para a etiqueta do ponto 001, indica que a central não foi fornecida com a
função de saídas setorizadas.

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4.4.2 Na condição inicial, o espaço para o preenchimento das 4 saídas do setor indicam 000.
Através das teclas de navegação horizontal para a direita posicione o cursor na primeira
saída do setor. Depois mantenha pressionada a tecla de navegação vertical para cima .
até chegar ao número da saída que se deseja ativar quando o ponto indicado acionado.

cursor na primeira saída do setor. 20 x saída 020 será atuada quando o ponto1 for acionado.

Se desejar acionar mais saídas no mesmo setor, repita o procedimento para os demais
espaços, depois, retorne o cursor para o primeiro caractere da primeira linha .

Na programação acima, as saídas dos pontos 020, 010, 005 e 100 serão atuadas quando o
ponto 001 for acionado.

Um ponto de entrada com saída incorporada (Acionador Manual CD-213A v2 e


Detector CD-180AP v2) pode ser programado para acionar sua própria saída
incorporada além das saída de outros pontos, basta repetir o número do ponto de
entrada em uma das 4 saídas do setor.

Repita o procedimento descrito em 4.4.1 caso deseje outros setores em outros pontos
do sistema e no fim da programação, retorne o cursor para posição inicial ( primeira
linha, primeiro caractere).

ATENÇÃO:

Setorizações acionadas por pontos exclusivos de saída (módulos N.2 e N.5) não
terão efeito, já que módulos exclusivos de saída não são acionados. Para esses
módulos, a setorização deve estar com 000 em todos os 4 campos.

Pontos exclusivos de entrada (módulos N.1 e N.4) não devem ser assignados em
nenhum dos 4 campos de setor. Como não possuem saída incorporada, esses
módulos não podem ser atuados pelo acionamento de pontos de entrada.

A programação de setorização deve ser realizada com critério e atenção, seguindo


as orientações deste manual.

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4.5 SAÍNDO DO MODO PROGRAMAÇÃO:

Após completar a programação de pontos e etiquetas, use as teclas de navegação para


voltar o cursor ao primeiro caractere da primeira linha (em qualquer tela).

1º Coloque a chave 8 do
Dip Switch na posição ON.

2º Com a chave 8 na
posição ON, pressione
e solte o botão RESET.

Parte interna da porta da central

A central irá reiniciar no modo de funcionamento normal.

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5 TEMPORIZAÇÃO DE SIRENES E SENHA

5.1 TEMPORIZAÇÕES DA SAÍDA DE ALARME:

Os sinalizadores de alarme podem operar em 3 modos na central SOLARA V2:


Imediato: Um evento de fogo aciona as saídas correspondentes Imediatamente.

Temporizado: Um evento de fogo aciona as sinalizações do painel, mas as saídas correspondentes


só serão acionadas após um tempo pré-ajustado entre 1 e 6 minutos em passos de um minuto.

Manual: Um evento de fogo aciona as sinalizações do painel, mas NÃO aciona as saídas
correspondentes, que só poderão ser acionadas manualmente pelo operador do painel.

Esses modos de operação da saída “SIR” (saída principal) e saídas do campo (saídas nos
acionadores manuais) são programados através do dip switch localizado na placa atrás da porta:

ALARME
GERAL SETORIAL*
ON ON

Imediato Imediato
1 2 3 4 5
ON ON

1 minuto 1 minuto
1 2 3 4 5
ON ON

2 minutos 2 minutos
1 2 3 4 5
ON ON

3 minutos manual
1 2 3 4 5
ON

4 minutos
1 2 3 Os Dips 1,2 e 3 corres-
ON
pondem a temporização do
5 minutos alarme geral e podem
1 2 3 programar um retardo de tempo
ON
de até 6 minutos.
6 minutos
Dip-Switch localizado na placa atrás 1 2 3 Os Dips, 4 e 5 corres-
ON
da porta da central. pondem a temporização do
Manual alarme setoral*.
1 2 3

Caso não existam setores programados na central, as temporizações setoriais serão ignoradas.

* Veja na seção 4.4 sobre programação de Setores.

- Se o alarme geral for definido com tempo menor que o alarme setoral, o acionamento do
alarme geral sobrepõe e suprime a temporização do alarme setorial.
- O Dip 6 deve permanecer em posição desligada, só deve ser modificado se orientado
pelo técnico.
- Recomendamos que, durante a partida e programação, deixar as sirenes no modo
“MANUAL” a fim de evitar disparos acidentais.

5.2 HABILITAR/DESABILITAR SENHA DO TECLADO:

A chave 7 do Dip-Switch na posição ON desabilita a senha de teclado. Nesta condição, o teclado


permanece constantemente habilitado.

Os detalhes sobre senha de teclado estão descritos no MANUAL DE OPERAÇÃO seção 1.2.

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5.3 VALIDANDO A PROGRAMAÇÃO DO DIP SWITCH:

Qualquer modificação nas programações do dip switch só terão


efeito após o RESET do microcontrolador através do botão localizado na
placa de controle.

Após pressionar brevemente o botão RESET a central irá reiniciar e


operará conforme a programação atual dos Dip Switch.

6 PARTIDA

6.1 VERIFICAÇÃO DE CURTO CIRCUITO:

Antes de religar os cabos de confira o procedimento de verificação de curto circuito:

- Com o multímetro para medir resistência

- Medir entre os fios:

Vermelho e Branco Banco e Preto Preto e vermelho


- Medir entre o dreno e os fios:

Dreno e Branco Dreno e Vermelho Dreno e Preto

Nenhuma das medições deve indicar baixa resistência (inferior a 100R). Caso
exista um curto circuito entre qualquer um dos condutores este deve ser localizado e
corrigido antes de dar continuidade ao procedimento de partida.
6.2 LIGAÇÃO DOS CABOS:

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Os bornes de alimentação (REDE e BATERIA) são destacáveis.
Recomendamos conferir o cabeamento, ligações e polaridade das
baterias, mas manter os bornes desconectados. Os procedimentos
de conexão de REDE e BATERIA serão descritos na seção 7.1.

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6.3 POSSÍVEIS AVARIAS:

Energize a central através da rede A.C. e verifique a mensagem do display. Caso o sistema entre
em modo de avaria, identifique estas avarias para proceder a sua correção:

PRIMEIRA LINHA DO DISPLAY

1- Indica curto circuito entre os cabos ( + c - ) do laço de


detecção.
Caso esta seja a primeira indicação da central ao ser energizada,
desligue imediatamente a central e realize os procedimentos
descritos na seção 8.3.
2- Indica curto-circuito entre o potencial terra (malha do cabo
ou tubulação metálica) e um dos 3 condutores ( + c - ).
O sistema deve ser desligado, e deve-se repetir o procedimento
da seção 6.1.
3- Sinaliza falha no circuito de supervisão da saída de sirene
proveniente de um curto-circuito, ou circuito aberto ou ainda a
ausência do resistor de fim de linha 4K7.
4- Indica falta de alimentação (110/220VCA) ou fonte
danificada.
Confira a chave seletora de tensão A.C. da fonte e verifique a
tensão da fonte na seção 8.1.
5- Indica ausência de bateria ou bateria descarregada (<
20Vcc).
Esta indicação é normal com a bateria desligada, após os
procedimentos da seção 8.2 a bateria será ligada e o sistema deve
normalizar após 1 minuto.
6- Avaria nos endereços.
Indica que a central não consegue se comunicar com o endereço
descrito. Caso exista avaria de “LACO DE DET” todos os pontos
indicarão avaria. Caso não haja avaria no laço, realize os
procedimentos na seção 8.4.
7- Tensão de alimentação abaixo do mínimo permitido.
Indica que tanto a fonte quanto a bateria (se ligada os sistema)
apresentam tensões muito baixas ou inexistentes.
Confira a chave seletora de tensão A.C. da fonte e verifique a
tensão da fonte na seção 8.1 e 8.2.
Verifique se existem acionadores com vidro quebrado ou mal
8- Pontos em fogo: encaixados e rearme o sistema, se o problema persistir, desconecte
os pontos em fogo, isole os cabos, e resolva primeiro as eventuais
avarias, depois, confira o procedimento na seção 8.5.
9- Sirenes acionadas Se ao ligar o sistema perceber que uma ou mais sirenes estão
e com som baixo instantaneamente disparadas, verifique a polaridade dos cabos
dessas sirenes.

A central pode indicar mais de uma avaria, mesmo assim, proceda o reparo das
avarias conforme a prioridade descrita na tabela acima. A resolução de uma
das avarias pode sanar as demais.

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6.4 LEDS DE INDICAÇÃO:

A central SOLARA V2 possui LEDs


de indicação que auxiliam na visualização
do estado do sistema:

Fonte Ok: Led verde dentro da


fonte que, quando aceso, indica que esta
funciona normalmente e apresenta tensão
de alimentação adequada.

Bateria invertida: Led amarelo que,


quando aceso, indica que a polaridade das
baterias foi invertida e, possivelmente,
danificou o circuito de carga de bateria.
Desligue os cabos de bateria
imediatamente!

Sinal de comunicação: Led verde que pisca rapidamente indicando que a central está
emitindo sinal de comunicação digital. Se aceso fixo ou apagado, indica falha na comunicação por um
curto circuito no cabo, elemento de campo defeituoso ou ainda circuito de comunicação da central
danificado.

Sirene acionada: Led vermelho que quando aceso fixo, indica que a saída de sirene foi
acionada e que existe tensão de 24V nos bornes. Caso a sirene seja acionada via teclado e o led
permaneça apagado indica falha no relé de acionamento da sirene, curto circuito ou circuito aberto na
linha de sirenes.

6.5 TENSÕES DE REFERÊNCIA:

Tensões de referência dos


principais pontos do sistema (Tensão
contínua Vcc):

-V1: Tensão da fonte de


alimentação. Deve estar regulada
entre 28,5V e 29V.

-V2: Tensão de carga para as


baterias.
Com as baterias desligadas,
deve estar entre 27V e 27,5V.

-V3: Tensão de alimentação


dos laços, entre 25V e 27,4V.

-V4: Tensão do sinal de


comunicação (entre C e -) tensão oscilante entre 15v e 21V, indica que a central está enviando o sinal de
comunicação.

-V5: Tensão de supervisão do circuito de sirenes. Com a sirene silenciada e com resistor de fim
de linha apresenta tensão entre -21V e -22,5V inversa em relação a indicada no borne.

As tensões pode apresentar pequenas variações para multímetros diferentes.


Caso as tensões estejam diferentes das referenciais, verifique imediatamente a
seção 8 deste manual.

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7 VERIFICAÇÃO DO SISTEMA

O teste do sistema prevê o acionamento do sistema de sirenes e outros comandos.


O acionamento de sirenes deve ser previamente avisado aos ocupantes da
edificação para evitar pânico. Caso existam comandos que não podem ser
acionados durante os testes, os mesmos devem ser desabilitados e fisicamente
desligados.

7.1 LIGAÇÃO DAS BATERIAS:

Caso o sistema esteja indicando apenas AVARIA DE BATERIA, ligue o conjunto de baterias e
aguarde 1 minuto, é o tempo do ciclo de testes de baterias. Após este tempo, a central deve retornar ao
modo de operação normal, sem indicações de avarias ou fogo.

7.2 TESTES DOS ELEMENTOS DE CAMPO:

- Com auxílio da chave de testes, faça acionamentos aleatórios de


acionadores manuais e confirme se a central indica o acionamento dos
elementos bem como realiza os acionamentos de sirenes conforme temporização
programada.

- Utilizando Spray para testes adequado, acione aleatoriamente detectores


de fumaça e confirme se a central indica o acionamento dos elementos bem como
realiza os acionamentos de sirenes conforme temporização programada.

CHAVE DE TESTES

- Verifique se os LEDs de indicação dos elementos correspondem ao estado deste elemento:


Pulsando verde para funcionamento normal ou vermelho fixo para alarmado.

Pressione o botão “SILENCIAR SIRENES” para silenciar todos acionamentos sonoros.


Pressione o botão “REARMAR SISTEMA” por 3 segundos para que a central reinicie e restitua os
pontos em fogo a condição normal.

7.3 TESTE DE SIRENES:

Pressione o botão “ATIVAR SIRENES” por 3 segundos. O LED “ALARME ATIVADO” é aceso, nesta
situação, observe se as sirenes foram ativadas.

Pressione o botão “SILENCIAR SIRENES” para silenciar todos acionamentos sonoros.

7.4 TESTE DE FALTA DE REDE A.C.:

Com as baterias carregadas e conectadas, desligar a alimentação da REDE A.C.


Verificar se a central permanece operando e se o display indica “AVARIA REDE A.C.”.
Retorne a ligar a alimentação A.C.

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8 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

8.1 FONTE DE ALIMENTAÇÃO:

8.1.1- A fonte apresenta tensão inferior a especificada, cooler roda normalmente:


- Os elementos de proteção podem estar atuados, Desligue a fonte e a bateria, aguarde alguns 5
minutos, e religue o sistema. Se o erro persistir, contate o departamento técnico.

8.1.2- A fonte não apresenta tensão de saída e o cooler não roda:

- Desligue imediatamente a central, desconecte o borne de bateria, laço e sirene mantendo apenas
a alimentação de REDE A.C.

- Ligue a central apenas na REDE A.C. Se a fonte operar normalmente, verifique se a ligação das
baterias está correta. Meça as tensões individuais de cada bateria desconectadas da central, se estiverem
menor que 10Vcc, substitua o conjunto de baterias, estão impróprias para uso devendo ser substituído.

- Verifique se não existem curtos-circuitos entre + e – do cabo de laço.

8.2 BATERIAS:

8.2.1- A central indica Avaria de bateria:


- Meça a tensão das baterias desconectadas individualmente, se estiverem menor que 10Vcc
estão impróprias para o uso e devem ser substituídas. Se as bateria estiverem acima de 10Vcc, religue-as
no sistema e aguarde até que a central efetue a carga completa. Quando estiverem carregadas, a
indicação de avaria de baterias desaparecerá.

8.3 LAÇO DE DETECÇÃO:

- Desligue a central e remova os cabos do laço. Com um multímetro em escala de resistência


(Ohms) verificar se não existe curtos-circuitos entre os condutores (seção 6.1)

- Ligue a central com os cabos de laço ainda desconectados, e com um multímetro em escala de
Tensão D.C. (V.c.c.) verifique as tensões V3 e V4 da seção 6.5.

- Caso as tensões com os cabos desligados esteja normal, religue os cabos do laço e repita as
medições.

- Se a tensão entre “C” e “-” estiver próximo de 0V ou acima de 23V, e não existirem curtos lo laço,
pode existir um ou mais elementos de campo ligados de forma errada ou danificados. Se for este o caso,
desligue parte do sistema e verifique se com menos elementos a tensão no laço normaliza. Caso não
normalize, ligue apenas um ou dois elementos novos e em bom estado endereçados com os primeiros
endereços (001 e 002). Verifique o comportamento da central, se os elementos são reconhecidos e se o
sistema responde ao seu acionamento. Caso sejam corretamente reconhecidos, vá religando o laço em
partes menores, e verificando quando as tensões ficam fora dos limites normais. Quando isso ocorrer,
verifique ponto a ponto do trecho até encontrar o elemento ligado errado ou danificado.

- Repita o processo até que todo laço esteja ligado. Corrigindo eventuais erros de instalação e
substituindo elementos danificados.

8.4 PONTOS EM AVARIA:

- Se pós 15 segundos da central ligada ou reiniciada, existirem pontos em avaria sem a


ocorrência de avaria no laço de detecção e se ao menos parte do sistema esteja operando normalmente,
realize o procedimento abaixo.

- Identificar o local de instalação dos pontos avariados e, com auxílio do multímetro em escala de
Tensão contínua, verificar se existe tensão nos cabos que chegam a este ponto. Verificar se o elemento
está corretamente instalado e fixado conforme orientações do manual de instalação. Verificar se está
corretamente endereçado. Verificar se são necessários elementos de fim de linha e se os mesmos estão
instalados nos locais adequados e com os valores corretos.

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8.5 PONTOS EM FOGO:

- Se ao ligar o sistema um ou mais pontos entrarem instantaneamente em fogo, mesmo sem


terem sido propositalmente acionados, procure identificar quais são esses pontos. Se forem acionadores
manuais, verifique o estado e encaixe do vidro.

- Se o ponto em fogo for um detector, desative-o pela central e observe o comportamento dos LEDS
de indicação de estado. Se Estiverem pulsando rapidamente (menos de 1 segundo) na cor vermelha o
detector está na iminência de disparo. Possivelmente está descalibrado, com a câmara suja, ou sofrendo
interferência eletromagnéticas de luminárias ou reatores. Se estiverem em ambiente de obras, com grande
emissão de poeira, devem estar protegidos pela capa de proteção.

- Corrija as falhas encontradas e rearme a central para resetar os pontos em fogo. Se for
necessário, reposicione o detector para longe de luminárias ou substitua detectores muito empoeirados
encaminhando-os para limpeza e aferimento.

Se após os procedimentos descritos nesta seção o sistema continuar em


funcionamento anormal, contate nosso departamento técnico.

O departamento técnico só efetuará atendimentos a profissionais especializados,


munidos de multímetro e que estejam no local da instalação do sistema.

Jamais remova os lacres das placas, fonte e microcontrolador sob condição da


perca automática da garantia de fabricação.

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Ribeirão Preto - SP - Brasil - ww.chanderfiredobrasil.com.br
sac@chanderfiredobrasil.com.br - Tel.: 55(16)3972-3777

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