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MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Professor: FABIO

l-FORMAÇÃO
:('1
a) MAGMÁTICAS"OU íNEAS: Solidificação do magma vulcânico. Ex: Pedra Pomes, Pórfiro e Granlto.é/ /
b) SEDIMENTARES: São rochas provenientes da consolidação dos depósitos sedimentares. Ex: arenito
e calcá rio;
c) METAMÓRFICAS: São rochas provenientes da transformação de diferentes tipos de rochas, sobre a
--- ação de pressão e temperatura. Ex: mármore e guinai~6
r
I

t
11- CLASSIFiCAÇÃO DAS PEDRAS NATURAIS DE ACORDO COM A SUA TEI~M1NOLOG!A (TB-3)

• a) ROCHAS: São materiais provenientes da solidificação do magma vulcânico, da consolidação dos
depósitos sedimentares, ou ainda da transformaçãe dos diferentes tipos de rochas.
• BLOCO DE ROCHA: (Z)) 1m
• MATAÇÃO: 25cm ( 0::; 1m
• PEDRA: 7,6cm ( 0.'5: 25 em



b) SOLOS: São os materiais provenientes da não consolidação dos depósitos sedimentares ou ainda do
desagregamento de diferentes tipos de rochas.
• PEDREGULHO: 0,5 mm ( (Z)::: 76 rnrn
• ARGIA: 0,05 mm ( (2)s 0,5 mm
• SILTE: 0,005 mm s (li s 0,05 mm
• ARGILA: Ií\:::O,005 mm

li! - PROPRIEDADES

a) COR
b) DUREZA: Lei de Mohs - Escala de dureza feita por Mohs. Ex: 1 - Talco, 5-6 - granito, 10-
Diamante
c) POROSIDADE:
......
d) PERMEABILlDADE:!"" r.

e) DENSIDADE:
f) DESGASTE;
r g) FRATURA:
AGLOMERANTES
~l()nwrantes mater.ai geralmente culverulenros, que mistura ;1 agua, formam uma pasta

capazes de ligar os agregados, formando um COíQO do e coeso

DEFINiÇÃO - São os materiais ligantes que tem a função de unir os grãos dos agregados. São
resistentes a esforços mecânicos.

Exemplo: Cimento, gesso, cal, etc.

CLASSIFICAÇÃO DOS AGLOMERANTES

A) AÉREOS - São aglomerantes que realiza pega e endurecimento somente na presença


do ar. Exemplo: gesso, cal aéreo. Mesmo depois do endurecimento, quando estiver em
contato com a água, eles desagregam.
B) HIDRÁULICOS - São aglomerantes que realiza pega e endurecimento, tanto na
presença do ar, quanto da água. Exemplo: Cimento PORTLAND comum. São mais
resistentes que os aéreos.

Obs.: O gesso se permanecer dentro da água, jamais endurece, enquanto o cimento, após o
endurecimento, dentro da água não amolece .

.,.---.;11- PEGA E ENDURECIMENTO

PEGA - () tenlp :1
muito rapida. o precato Gil as ta ,1 coridi.Jonado d pequenos volume" rPcJuz nu' d

desperoicio de material Em gera! 0(, gessos nacional', tem Inicio ele rJP~;-' entr- .» e 16

y A pega é um processo químico ( não há mudança de estado);


y O tempo de pega inicia-se após a adição da água;
,. Durante o tempo (período) de pega ocorrem reações EXOTÉRMICAS (libera calor);
y O tempo de pega depende do tipo de aglomerante;
r r O poder adesivo do aglomerante depende do intervalo do tempo da pega(liga);
,. Para retardar a pega é necessário utilizar aditivos retardadores - exemplo: gesso
(aglomerante pega lenta);
)Y Para adiantar à pega é necessário utilizar aditivos aceleradores - exemplo: Cimento
PORTLAND (aglomerante pela rápida).

ENDURECIMENTO - l te': it<c\ ti' elE' d


de agua ou a absorcào pelo tijolo O outro é a recarbonataç;]() pe o (O;; cio dr Arnbos 0\

se tornando caeia vez


mais lerit os O endurecimento de uni reboco varia de 8 a 30 dias Pala se acelerar pode-se queimar
rY1PS (no

, O tempo de endurecimento é maior do que o da pega;


'r O endurecimento inicia-se próximo ao final do tempo de pega;
, O endurecimento é um processo físico-químico;
'r O tempo de endurecimento depende do tempo de pega;
'ir Ê durante o endurecimento que ocorre a formação de cristais;
y O único aditivo que pode retardar o endurecimento é a água;
,. PREZA = PEGA;
, Quanto maior o cristal formado, maior a resistência do aglomerante;

Obs 1.: Se os cristais formados forem pequenos, a resistência dos aglomerantes é menor.
Obs2.: Aglomerantes de pega lenta têm uma mf!tief resistência mecânica.
m{.rvofl.

111- PASTA
É a mistura do aglomerante com a água.

AGlOMERANTES AÉREOS

lia. como (' o CdSO da (di aerea


e do gesso.
•••• • r

\.

1- GESSO

° gesso de construção é um aglomerante aéreo, produzido a partir da calcinação do gipso, uma


rocha constituída essencialmente do mineral gipsita (CaS04 + 2H20), sulfato de cálcio diidratado. °
processo de fabricação do gesso compreende 3 Fases:

• britagem da rocha

• tritu ração

• calcinação (cozimento)

A calcinação da rocha a temperaturas entre 150 e 250°C, transforma o sulfato de cálcio


0
(

diidratado em hemidrato:

° material resultante da calcinação é moído, resultando um pó branco e fino, que é, então,


ensacado. Este gesso é conhecido como gesso calcinado ou gesso de estucador e, após misturado a
água, endurece em aproximadamente 20 minutos.

° hemidrato, uma vez misturado à água de amassamento, se dissolve regenerando diidratos


(CaS04 + 2H20), cuja cristalização apresenta forma de agulhas alongadas e é responsável pelo
endurecimento e resistência mecânica da pasta de gesso.
C"
Como a quantidade de água tem grande influência no tempo de endurecimento, freqüentemente
amassa-se o gesso com excesso de água (nunca acima de 80%) para que a pasta esteja trabalhável
por um maior tempo.

Obtenção: É obtido por um mineral chamado de GIPSITA (CaS04. 2H20) e ALABASTRO

A) Fabricação: É a parte do processo de cozimento.

B) TIPOS
• HEMI-HIDRATADO

>/ Gesso a menor temperatura, podendo ser utilizado em sancas, forros, etc.
>/ As dimensões das placas de gesso são de 60 x 60;

./ É o gesso de menor resistência mecânica;


./ Possui baixa resistência a umidade;
./ É considerado o gesso mais barato.

• GESSO ANIDRO

./ É o tipo de gesso mais resistente a umidade, serve para fazer paredes monolíticas, blocos de
gessos, rebocos no lugar da argamassa (é considerado melhor do que o reboco tradicional
porque em aproximadamente Ol(uma) hora está pronto, devido a sua rapidez na secagem.,
etc .
./ Com o aumento da temperatura temos o gesso ANIDRO;
./ É o gesso de maior resistência mecânica. Servem para fazer paredes de gesso, estas paredes
são paredes internas e não ESTRUTURAIS;
./ É um gesso de custo mais elevado;

• GESSO MORTO

./ É adquirido da folha do processo de cozimento acima de 1000ºC.

• GESSO CALCINADO

./ É a mistura do gesso HEMI-HIDRATADO com o gesso ANIDRO.

C) PROPRIEDADES

1. PRINCíPIO BÁSICO: O gesso é um pó fino, branco e amorfo (sem forma definida)


2. Não resiste a altas temperaturas - contato direto com a chama - sofrendo fissuras;
3. Adere mal à pedra e à madeira;
r-.. 4. É mal condutor de calor e som;
5. Oxida os metais - principalmente os metais ferrosos.

r----
.:. Arames: Galvanizado, Cobre e Revestidos.

11- CAL

A) Obtenção: É obtido através de um mineral - CALCÁRIO. Para obtenção da Cal, a


temperatura pode chegar a 900ºC.

B) Fabricação: Através do cozimento - CAL VIVA - CAL VIRGEM.

Como os silicatos de cálcio são os principais constituintes do cimento PORTLAND, as matérias-


primas para sua produção devem fornecer cálcio e sílica em proporções adequadas. O cálcio é
obtido na natureza de fontes de carbonato de cálcio .. como a pedra calcaria. giz, mármore e
conchas do mar. A sílica é extraída preferivelmente de argilas e xistos argilosos, do que
quartzos e arenitos, porque d silica quartzitica não reage facilmente .

../ CAL VIVA serve para pintar portões;

r' ../A CAL VIVA não serve para construção civil enquanto CAL, porque a CAL VIVA dos
aglomerantes é o que possui maior calor de hidratação (CAL MORTA), não podendo ser
utilizada no reboco porque vai causar rachaduras nas paredes, devido à evaporação da
água.

Obsl.: O processo de extinção do CAL - É o processo que consiste em hidratar, assim a CAL baixa o
calor de hidratação para evitar que a água saia rapidamente e não cause fissuras no reboco.

C) UTILIDADE: Pintura na utilização para decomposição de corpos.


D) TIPOS:

1. CAL EXTINTAOU APAGADA - E a CALque sofre um processo de extinção na própria obra - O


processo de extinção é a colocação da CALem tanques.

2. CAL HIDRATADA - É a CAL que sofre o processo de extinção ou apagamento na Indústria.


Difere da CAL EXTINTA pela plasticidade (quanto maior o contato com a água). [J, ():,IT <t

chama-se cal hidr at ada. Cei; em po dq ela ;3pageJda com ;~1quantidade De dgUd e~)tr-itarnentt)
í\ rec,i',ténCIJ

E) PROPRIEDADES:

,f Da mesma forma do gesso, é um pó fino, branco e amorfo (sem forma definida);


,f Possuí baixa trabalhabilidade (facilidade de manusear);

../ Possui PEGAe ENDURECIMENTOlento;


../ Não sofre os efeitos da salinidade;
../ Boa Permeabilidade;
../ Possui baixa resistência mecânica (tendo como elemento de comparação o cimento
PORTLANDcomum).

AGLOMERANTES HIDRÁULICOS

São aqueles que fazem pegas até mesmo debaixo da água. São constituídos principalmente de
argila e cal.

r· POZOLANAS - Não é aglomerante hidráulico é considerado hidráulico (é uma mistura de


cal extinta com argila). ," r)\: ruientcy, CiLH' irwne', (1U;V: () "I ,i'.

adquirem propriedades dos aglornerantes rudraulicos quando em contato corn d Cd


!' tivo J() c j me n t o fJ{--~r ~J r-~p d a r
propriedades irnpermeabiliz ante s e resistencia. lvlelhorarn também a trabalhabiiidade.
,\ eXUclJ((30 e (PClUZenl o calor de hidrat ação.

../ Possuem boa impermeabilidade;

r-----
../ Boa trabalhabilidade ou seja boa plasticidade;
../ Boa resistência a salinidade e a produtos químicos;
../ Possuem bóia resistência mecânica em relação ao cimento PORTLAND comum.

1- CIMENTO PORTLAND - É a mistura do calcário com a argila.

1. CIMENTO PORTLAND COMUM - (P-I: Também chamado de COMUM (somente elemento do


cimento) todo cimento PORTLAND é cimento de PEGA LENTA. f'j,ío tem nenhuma
particularidade especial. Pode ter de 1 a de escor.a (E), pozolana(Z)ou flller(F)

Obs.: Todo cimento é pega lenta, porém durante o processo, adiciona gesso ou ácido
sulfúrico para formar a PEGA RÁPIDA.

2. CIMENTO PORTLAND COMPOSTO - (P-II: O Cimento PORTL/\I\JD Composto E' modificado,


Gera calor numa velocidade menor de que o gerado pelo Cimento PORTLP,ND Comum. Seu
uso, portanto, e mais indicado em lançamentos maciços de concreto, onde o grande volume
da concretagern e d '.uperfrcie relativamente pequena reduzem d capacidade de
resfriamento da massa, Este cimento também apresenta melhor resistência ao ataque dos
sulfatos contidos no solo, Recomendado para obras corrente: ch' engenharia Civil sob a
forma de argamassa, concreto simples. armado e protendido, elementos pre-rnoldado s p

arteTdtc)'. de cimento

,/ CP-II-Z (POZOLANA) - Cimento PORTLAND composto pozolânico - cimento com melhor


resistência a agentes químicos; E (0'%); P (6-14';';)) e F (0-10'%)

../ CP-II-E (ESCÓRIA) - Cimento PORTLAND composto de alto forno - possui certa composição
de resíduos ou sobras de altos fornos - melhora a resistência ao sulfato; [ (C)' ,I. P )e
F (O-1OrX,)

,/ CP-II-F (FILLER) - Cimento PORTLAND composto carbonato - possui CARBONO na sua


composição; [ (D'}.;); P ( ) p F (0,1 )

../ CP-II-32MPa - Resistência máxima alcançada aos 28 dias;

~-----
r:

~ CP-II-2-32

./ CP-II-24MPa

./ CP-II-40MPa

./ CP-III - Cimento PORTLAND de alto forno - RESISTÊNCIA AO SULFATO. Empregado em


meios sulfatados (mar e industrias) devido ao pouco hidróxido de cálcio. Também em
concreto massa devido a menor retração. Tem - E (35 -70%); P (0%) e F (0-5%)

./ CP-IV - Cimento PORTLAND pozolânico - Utilizado para aumentar a RESISTÊNCIA A


SALlNIDADE. PRODUTOS QUíMICOS, BOA TRABALHABILlDADE. Concretos sujeitos a
lixiviação de águas agressivas porque é mais impermeável. Concreto massa. Inicialmente
menos resistente. Após 90 dias mais resistentes. Poucas reações à baixa temperatura. Tem -
E (O%); P (5-50%) e F (0-5 %) .

./ CP-V ou ARI - Cimento PORTLAND de ALTA RESISTÊNCIA INICIAL. Resistência mecânica


elevada no inicio. 1 dia igual a 3 dias comum e 3 e 7 a 7 e 28 dias respectivamente.
Utilização em pré moldados e elevado calor de hidratação. Tem - E (0%); P (0%) e F (0-5 %) .

./ CIMENTO PORTLAND BRANCO:

o Cimento PORTLAND Branco se diferencia por coloração, e está classificado em dois


subtipos: estrutural e não estrutural. O estrutural é aplicado em concretos brancos para fins
arquitetônicos, com classes de resistência 25, 32 e 40, similares às dos demais tipos de
cimento. Já o não estrutural não tem indicações de classe e é aplicado, por exemplo, em
rejuntamento de azulejos e em aplicações não estruturais. Pode ser utilizado nas mesmas
aplicações do cimento cinza. A cor branca é obtida a partir de matérias-primas com baixos
teores de óxido de ferro e manganês, em condições especiais durante a fabricação, tais
corno resfriamento e moagem do produto e, principalmente, utilizando o caulim no lugar da
argila. O índice de brancura deve ser maior que 78%. Adequado aos projetos arquitetônicos
mais ousados, o cimento branco oferece a possibilidade de escolha de cores, urna vez que
pode ser associado a pigmentos coloridos .

•:. Não Estrutural- Possui no máximo 1% de estrutura de Óxido de Ferro .


•:. Para fechar a junta de assentamento.

r
e'

.:. Possui baixa impermeabilidade .


•:. Mistura de calcário e caulim .
•:. Alta temperatura de cozimento torna-o mais caro .
•:. Existe o estrutural e não estrutural.
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11- ELEMENTOS CONSTITUINTES: vAO/9f t'/Uf.JYo~f 6 ~/,~~;97t/~/}J.

1. Material Calcário;
2. Materiais Argilosos - Ex. Principalmente o Oxido de Ferro;
3. Impurezas - Ex. Magnésio, Feudspato, Dolomita.
4. Materiais de Correção - Ex. Gesso, Ácido Sulfúrico.
Obs.: Usamos os materiais de correção para tornar o processo de pega rápida em pega lenta.

ARGAMASSAS

Chama-se argamassa a mistura feita com peio menos LHTl agiorl}erar:!J:, agri"gados miúdos e água.

possa ser utilizado ° 12-º-J1f__.l2.i"c!ra. ~~ormaimente! a argamassa e utilizada em 9Ivenª.ria e em

As argamassas mais comuns são constituídas porQ,G:lf'nto, arelª_ e água. Em alguns casos, costuma-

propriedades especiais

/\ ss i rn C om o o ;~.:::'
__ -'-_C.;-'-C':;_.:_ as argamassas também se aoresr-ntarn em estado olastico nas primeiras
horas de confecção, e endurecem com ° tempo! ganhando elevada resisténcia e durabilidade. São
empregadas com dS seguintes finalidades:

• Assentar tiJolos e blocos, azulS-IOS,ladrilhos, cerâmicas e tacos de madeira;


• lmoermeabiliz ar superfícies:

• Regularizar (tapar buracos, eliminar ondulações! nivelar- e aprurnar) paredes, pisos e tetos;
• Dar acabamento Sl.merfiCiEH, (iic,o, aspero. rugoso, texturizado, etc.).
'.

Para a obtenção de uma argamassa de boa qualidade, deve-se levar em conta:

• O cimento, um pó fino que, em contato com a água, tem a propriedade de unir firmemente,
como uma cola, diversos tipos de materiais de construção.
• A areia, que deve apresentar grãos duros e limpeza, livre de torrões de barro, galhos, folhas
e raízes antes de ser usada (areia lavada).
• A água, que também deve ser limpa, livre de barro, óleo, galhos, folhas e raízes.

Quanto maior a plasticidade das argamassas na hora do uso, maior será a sua aderência, o que é
uma grande vantagem em certas aplicações. Para aumentar a plasticidade é adicionado um quarto
componente à mistura, que pode ser cal, saibro, barro, caulim ou outros, dependendo da
fiisponibilidade e uso na região.

De todos esses materiais, chamados de plastificantes, o mais recomendado é a cal, também


conhecida como cal hidratada, cuja fabricação e uso, modernamente são regidos por Normas
Técnicas em cada país.

Atualmente está sendo cada vez mais comum o uso de argamassas industrializadas, ou seja, a
mistura dos componentes secos é realizada em uma planta industrial. Assim, na obra, apenas deve
ser acrescentada água à mistura prévia.

1- DEFINiÇÃO: É uma mistura íntima e homogênea entre o(s) agregado(s) miúdo(s) e


o(s) aglomerante(s).

11- TRAÇO: É a proporção entre os elementos constituintes de uma argamassa ou de um


concreto, com exceção da água. Chama-se traço a proporção em volume entre os
componentes das argamassas (usualmente cimento, cal hidratada e areia). Os
traços variam de acordo com a utilização que vai ser dada à argamassa

1. TRAÇO VISUAL VOLUME 1:2 - Correto medir o traço p/ Kg lOOkg p/ 200kg.

2. PADIOLA - Elemento mais utilizado para medir a quantidade de material.

3. TIPOS DE TRAÇO:

a) SIMPLES - Possui apenas um aglomerante


b) COMPOSTO - Possui dois ou mais aglomerantes
c) EMPíRICO- É o traço utilizado pela experiência (cotidiano)
d) RACIONAL- A partir de ensaios utiliza-se corretamente.

111- CLASSIFICAÇÃO DAS ARGAMASSAS:

1. De acordo com a natureza do aglomerante - Pode ser aérea, hidráulica ou mista;


2. De acordo com o número de aglomerantes - Argamassa simples e composta;
3. De acordo com o aglomerante - É em função do nome do aglomerante que esta
sendo utilizado;

.. ...
-:.-
IV- FABRICAÇÃO - A água deverá ser o último elemento a ser adicionado:

1. Não fazer argamassa diretamente no solo, pois a mesma pode misturar-se a outros
elementos e perder a água para o solo;
2. Fazer a argamassa em uma base chamada de MASSEIRA;
3. Utilizar a BETONEIRA ou a ARGAMASSADEIRA.

V- INFLUÊNCIAS:

A) DO AGLOMERANTE - Atribui o nome a argamassa. Ex. Cal hidratada - argamassa cal


hidratada (O mesmo conceito para aglomerante e para concreto).
• Resistência;
• Pega e Endurecimento:
• Trabalhabilidade;
• Impermeabilidade;
• Qualidade.

B) DO AGREGADO
• Utilização da argamassa;
• Resistência mecânica;
• Trabalhabilidade;
• Qualidade;
• Consumo de Aglomerante (se a granulometria for variada, menos consumo de
aglomerantes);
• Textura.
.•
lo

C) ÁGUA
• Trabalhabilidade;
• Resistência;
• Tempo de Endurecimento;
• Utilização;
• Influência no traço.

D) TRAÇO
• Resistência;
• Utilização.

VI- UTILIZAÇÃO DAS ARGAMASSAS

A) FUNDAÇÃO

•• ••
VIGA DE
r==:> BALDRAME

~ Scm de concreto
~ MAGRO LASTRO

Terra

r ALVENARIA DE PEDRA OU ALICERCE DE PEDRA: Sempre usar areia GROSSA por que é mais
resistente a compressão. Se o agregado não tiver liga, pode-se aumentar o volume do aglomerante
ou usar liga química.

OBSERVAÇÃO: Viga de BALDRAME é diferente de RADIER.

•:. Barra a passagem de água de capilaridade

r==:> RADIER
B) ALVENARIAS

.:. Assentamento de blocos e tijolos. Espessura máxima de 2 a 2,5 cm. Usar areia MÉDIA ou
GROSSA.

C) CHAPISCO

• Dar sustentação as etapas seguintes;


• Fazer sempre e somente com areia GROSSA.

.•. FORMAS DE APLICAÇÃO:


• CHAPISCO CONVENCIONAL - Com a colher de pedreiro diretamente na parede;
• CONVENCIONAL COM PENEIRA - Chapisco com peneira;
• CHAPISCO ROLADO - Com rolo de textura além de colocar mais água, deve-se colocar um
adesivo (cola química) para melhor aderência;
• CHAPISCO PROJETADO - Com a máquina ARGAMASSADURA.

D) EMBOÇO

• Conhecido como ARGAMASSA DE REGULARIZAÇÃO DE PAREDE;


• É recomendado o uso de areia MÉDIA;
• O emboço deve medir aproximadamente 2 cm;
• Para emboços acima de 7 cm de espessura, é recomendado a utilização de uma TELA DE
r>. ESTUQUE (TELA DE ARAME), um tipo de malha metálica;
• É uma etapa de transição para outras etapas, como o reboco, por isso o emboço deve
possuir uma superfície áspera, para aderência.

OBSERVAÇÃO: A parede liA PRUMO" é aquela onde o ângulo formado pelo prumo é de 90º,
perpendicular ao chão.
E) REBOCO

• É uma camada de no máximo 01 cm, que serve para dar acabamento, por isso a areia
deverá ser FINA;

F) MASSA ÚNICA OU REBOCO PAULISTA

• São as duas etapas (emboço e reboco) em uma única. É utilizado areia MÉDIA oeneirada.

G) ASSENTAMENTO DE REVESTIMENTO

1. ARGAMASSA CONVENCIONAL:
• Foram as primeiras a serem utilizadas para assentamento;
• É a argamassa que se compra e prepara-se na própria Obra;
• DESVANTAGENS: Não tem uniformidade de resistência e não saber a quantidade de água
ideal, deixando a argamassa fora dos padrões para assentamento.

2. ARGAMASSAS INDUSTRIALIZADAS (COLANTES)


• Possui uniformidade na resistência;
• A não preocupação da quantidade de água;
• Existem argamassas industrializadas para superfícies específicas e para materiais
específicos; ~
• Exemplo: Argamassa para piscina, fachadas, mármores, porcelanatos, etc.

AC - ARGAMASSA COLANTE

AC-I- Argamassa colante para interiores (ambientes internos) - argamassa rígida (não possuem
dilatação superficial, da superfície da cerâmica, etc).

AC-II - Argamassa para ambientes externos - bem mais caro que o AC-1. É uma argamassa flexível.
A Área da peça cerâmica deve ser maior que 0,40m2, pois a argamassa deve ser aplicada tanto no
TARDOZ da peça, quanto na PAREDE.

I
10,90
I
0,60
"

:SSERVACÂO:
-EMPO DE ABERTURA - Eo temoo aue vai desde a adição da água à argamassa, até o instante em
que a mesma ainda possui poder adesivo (liga) - Aderência.

AC-III - Argamassa para uso específico.

H) REJUNTE

• E a argamassa utilizada no fechamento de juntas de assentamento;


• O fabricante do revestimento deve indicar a distância da junta;

--
,


O rejunte tem quer ser flexível;
O rejunte pode ser encontrado já pigmentado (colorido);
• Algum rejunte já vem com componentes ANTI-MORFO;
• O melhor rejunte hoje utilizado é o EPOXI,possui maior coeficiente de elasticidade (bem
mais caro).

I) (ONTRAPI50
É composto por duas camadas:
• Concreto: Podendo ser simples (MAGRO) ou ARMADO
• Argamassa de Regularização de Piso. CONTRAPISO

o Solo tem que estar:


1, ~
,.

Aproximadamente 4 CONCRETO
em de argamassa de
Regularização de Piso- - Simples (MAGRO)

AREIA GROSSA (quanto


maior o grão maior a
compressão.

-- ~.
e •••-- _.:.;.
--- _.:.
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,- --_.- -. ,.....-
--1""~""--l-r---
SOLO ....•

VII- FABRICAÇÃO

o correto seria o concreto ou argamassa serem feitas em BETONEIRAS ..


. -----'
VANTAGENS:
r ·Homogeneidade {mistura dos aglomerantes e agregados com o adicionamento da
água no final- para conseguir a homogeneidade correta};
DESVANTAGENS:
• Custo elevado com a BETONEIRA.

VIII- JUNTAS DE DILATAÇÃO

1- JUNTAS DE ASSENTAMENTO - É o espaço entre uma peça e outra para a dilatação. O


fabricante deve indicar a distância da junta. No caso do mármore e granito o ideal é
deixar cerca de 1 a 2 mm de distância.

2- JUNTAS DE BASE DE ASSENTAMENTO - Dependendo da área, a junta de dilatação não


é suficiente para a dilatação. Serve para absorver a dilatação da base. Se for em
parede a dilatação do EMBOÇO e no piso, na ARGAMASSA DE REGULARIZAÇÃO DO
PISO. No máximo em piso pode-se chegar a 35m2 {colocação das juntas}.

,-----,11 ' --] r-I--'--,1 '"I ---,~

--~~ CONCRETO
------------------------
·/'-.

/f JUNTAS DE DILATAÇÃO ESTRUTURAL - Deve acontecer no máximo a cada 28m de


distância, para se colocar as juntas. Caso ultrapasse 28m, o aconselhado é colocar
uma nova coluna para não comprometer a obra, deixando assim uma junta de
dilatação estrutural.
9 9 . 9m x5 = 45m, ultrapassa
28m. Portanto deverá ser
colocado urn.a nova coluna

~--- .•• NOVA COLUNA

JUNTA ESTRUTURAL

r
,;

CONCRETO

1- DEFINiÇÃO - É a mistura de agregados miúdos e graúdos (formando uma mistura


homogênea);

11- TRAÇO
• EMPíRICO - É um traço feito através da experiência do profissional. Correndo o
risco de fazer um traço inadequado para determinada obra;
- n/\ "''-'"".11\,'
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pm laboratórios
("J,. (), ••

ili- PRii\lCPí\IS -~iPOS:

1- CONCRETO SIMPLES (MAGRO) - É o concreto sem ferragens (Exemplo: até


certo diâmetro as manilhas podem ser de concreto simples), algumas peças pré-
moldados para piso, caixas de gorduras, etc.
2- CONCRETO ARIVIADO - É o concreto que possuem em seu interior ferragens.
3- CONCRETO LE'I/E - É o concreto que você substitui o agregado graúdo (pesado)
pela argila expandida (substituição da brita tradicional pela argila expandida -
agregado menos denso).
4- CONCRETO PESADO - Agregado mais denso. Quando se quer reter mais
radiação. Exemplo: Centro radiológico de Clínicas. O concreto deve possuir
materiais que retenham a radiação, como a BARITA na mistura, por ser mais
r
• >

barata. Antes se utilizava CHUMBO, bem mais caro (CUSTO). Outro agregado -
HEMATITA.
5- CONCRETO PROTENDIDO CP- Depois da estrutura pronta, na cabeceira coloca
uma trava e na outra extremidade um macaco hidráulico, sofrendo assim uma
tensão. O aço utilizado é a MALHA CORDOALHA, diferenciando assim do concreto
armado. A armadura do Concreto PROTENDIDO é estendido-tensionada,
conseguindo VÃOS MAIORES COM VIGAS MENORES (Vantagem).

IV- LANÇAMENTO - Colocação do Concreto.

\}- V!BHAMENTO - Quando o concreto for lançado, o ideal é fazer o VIBRAMENTO, para
evitar que fiquem espaços vazios.

VI- CURA DO CONCRETO - É uma série de cuidados que devem ter com o concreto, até
que ele alcance a sua resistência mínima ideal.

• CUIDADOS:

.,. Não subrnetê-los a grandes esforços;

:Y Saída de água - molha-se o concreto para não perder água antes do tempo (para
não haver rachaduras).

VII- ENSAIOS DE CONCRETO

DEPOIS DA AVALIAÇÃO
· .".

TINTAS
24.05.2007

1- DEFINiÇÃO

São materiais que podem ser aplicados sob os mais diferentes tipos de superfícies com a

função de proteger e em algumas situações atribuir características estéticas.

11- ELEMENTOSCONSTITUíNTES

a) VEíCULO: Transportar e fixar os demais elementos constituintes na superfície. Ex. Tinta


f)'t6()
óleo" Secatlvo.Ov Ot60 '(6~Nlfi

b) DllUENTES: Irá determinar a diluição da tinta (consistência). Ex. ÁGUA RAZ - DILUENTE

MAIS CONHECIDO; EXISTEM TINTAS ONDE A ÁGUA É O DILUENTE, ASSIM COMO A

-A CETONATAMBÉM PODESERDILUENTE.

c) PIGMENTOS: Responsável pela cot.tJIIIII(/-'9ji "Ar nA/T79'>

d) ACESSÓRIOS:Substâncias que adicionados a tinta, melhoram a qualidade das tintas. Ex.

Tinta anti-morfo; anti-chamas; tintas magnéticas; existem tintas que adicionado a uma

determinada temperatura melhora sua qualidade; tintas anti pichação.


(s'/Ii tI,t G/~AP{2f ,oflM 4~/6vlyoif eKaiJ/J' A n/Vm)

111- PRINCIPAISTIPOS DETINTAS

1. TINTAS A BASEDECAL:

A caiação consiste na aplicação de hidróxido de cálcio sobre a superfície. A secagem do


hidróxido de cálcio não se dá pela evaporação da água mas sim pela carbonatação do
hidróxido que no contato com o gás carbônico do meio ambiente vai formar uma película
muito resistente de carbonato de cálcio.

Parede caiada ou de caiação (chamada), é a tinta que tem seu principal componente a
CAL.
- ,J

• São utilizadas geralmente em superfícies de alvenarias;

• Não possuem veículo;

• Seu diluente é a água;


• Para fixar a tinta a base de CAL, coloca-se um FIXADOR QUíMICO, que tem o poder

de dar maior durabilidade da tinta. (ffXIIIKJA& fllM t//}{,)

2. TINTA PVA-LATEX:

As tintas à base de PVA (acetato de polivinila) vulgarmente denominadas LÁTEX,

possuem um ligante sintético que forma uma película muito dura e resistente e que pode

ser lavada com freqüência.

, VG(WW # PV!J-lA-T6X
• É aplicada em alvenarias;

• Seu diluente é a água;


• São tintas foscas (TODAS);

• São tintas RíGIDAS;

• Não são LAVÁVEIS (não significando que não resistem á água, e sim quando se

esfrega a tinta e solta); (l"ttD P6(/~fJJ ~tro)


• Não são IMPERMEÁVEIS (a permeabilidade - capacidade de absorver água - É

MENOR DO QUE A TINTA A BASE DE CAL); (B~I KIJ P6'<~(~IlIIJIJOC

• Podem ser utilizadas tanto em ambientes internos quanto externos;

3. TINTA ACRíUCA:

As tintas acrílicas são muito parecidas com o latex mas são muito mais resistentes inclusive

às intempéries (sol e chuva) e são recomendadas para a pintura de partes externas e fachadas

de prédios.
• o veículo é a RESINA ACRíUCA;

• O diluente é a ÁGUA;

• É aplicado em ALVENARIAS (portas, paredes, tetos, etc);

• Tem acabamento FOSCO, ACETINADO e SEMI-BRILHO;

• São tintas LAVÁVEIS;

• São IMPERMEÁVEIS;

• Podem ser utilizadas tanto em áreas internas como externas (tem a vantagem em

pinturas interiores em virtude da LIMPEZA);

• São ELÁSTICAS (ALGUMAS) - se dilatam.

4. TINTA ÓLEO:

A tinta a óleo possui um ligante do tipo oleoso (óleos vegetais, minerais, essência de
terebintina, etc.) que dá um acabamento brilhante e muito bonito. É utilizada em pinturas
que requerem grande beleza como móvel, janelas e portas. O óleo confere uma grande
impermeabilidade à penetração de água, sendo portanto um protetor muito bom para
materiais como madeiras.

• O veículo é o ÓLEO SECATIVO' I


#fJ out? J'GUJ/V'r6'

• É aplicado em madeiras e metais;

• O diluente é à base de ÁGUA RAZ;


. v-t- J6 J)6..r(!./I.rc~
• Não deve ser aplicada em ALVENARIAS; pf)llt)

• Ou é ALTO-BRILHO ou BRILHANTE;

• São LAVÁVEIS;

• São IMPERMEÁVEIS;

• São ELÁSTICAS;

• Tem Secagem LENTA;

• Tem ODOR FORTE;

• Geralmente a película da tinta óleo é mais espessa do que a tinta com esmalte sintético,

dando MAIOR DURABILIDADE.


5. TINTA ESMALTE SINTÉTICO:

A tinta esmalte possui um ligante que fica extremamente duro e resistente e é indicada para
superfícies que ficam expostas ao tempo como grades de ferro, gradil de jardins e portões de
aço.

• Seu diluente é à ÁGUA RAZ;

• Seu veículo é RESINA SINTÉTICA;

• São aplicados em MADEIRAS e METAIS;

• São LAVÁVEIS;

• São ELÁSTICAS;

• São IMPERMEÁVEIS;

• Existem as FOSCAS, ACETINADAS e BRILHANTES;

• Tem a secagem MUITO MAIS RÁPIDA (algumas tintas podem chegar até 2 horas de

secagem);

• O ODOR é BEM MENOS INTENSO do que as tintas à óleo, mas já existem tintas esmalte
sintético que produz componentes que faz com que o ODOR DIMINUA.

6. TINTAS AUTOMOTIVAS:

r>
(
• Usadas em ESTRUTURAS METÁLICAS;

• São usadas quando se precisa de uma MAIOR RESISTÊNCIA AO RISCO; (til r7J J)vAG;ZI'J)

• CATEGORIAS:

';r DUCO - Depois de pintar, aplicam-se muitas camadas de verniz;

,. P.U - Quando se aplica não se percebe o brilho, devendo após a secura da

tinta, aplicar uma massa dar o POLIMENTO, ficando assim BRILHANTE.

7. TINTAS RETARDADORAS DE COMBUSTÃO:

• Tinta com o poder de retardar a propagação da chama;

• RESINAS RETARDADORAS DE COMBUSTÃO.

Lu
8. TINTAS LUMINESCENTES: IU)!9,vtxJ liA A~nll1

>- FOSFORESCENTES - São tintas que armazenam luminosidade e ••• 5'b".:e~


lJ6 f,-f/z 6-t-/If . .
.1111&""'3 _, continuam lummos"s por algum tempo;

., FLUORESCENTES - Apenas reflete no instante a luminosidade que recebem.

9. VERNIZ:

• Existem vernizes para todos os tipos de SUPERFíCIES;

• Existem vernizes com diferentes tipos de DILUENTES - a água (MAIS ATUAL), acetonas,

álcool; etc.
,-
• Existem vernizes FOSCOS e BRILHANTES

10. RESINA:

• A diferença está na COMPOSiÇÃO QUíMICA;

• É aplicada em A'~~ateriais cerâmicostl'6DMS" tVl971/~!>','


(/f/ aI/E

• AS RESINAS A BASE DE ÁGUA TEM MENOR RESISTÊNCIA lis RESINAS A BASE DE

SOLVENTES SISTÉTICOS.

11. LACAS:

• É outra categoria de tinta;

• São utilizadas em MADEIRAS;


,r
• São tintas de GRANDE DUREZA.

12: TINTAS EPOXI:

As tintas epóxi possuem um ligante baseado em 2 componentes que são vendidos em


separado. Ao sere,. juntados, esses componentes reagem em algumas horas formando
uma película extremamente resistente inclusive ao desgaste mecânico.

• Tintas para serem utilizadas em locais com BAIXíSSIMA ou NENHUMA POROSIDADE.

Ex. azulejos, cerâmicas, etc.


IV- PROBLEMAS TÉCNICOS COM AS TINTAS:

1. SEDIMENTAÇÃO: Quando as partículas sólidas (sedimentares), mesmo depois de misturar a tinta,

ela permanece no mesmo lugar (fundo do recipiente), ocorreu ai a SEDIMENTAÇÃO;

2. SEPARAÇÃO: A partícula sólida fica em SUSPENSÃO (consegue visualizar o que é sólido e o que é
líquido);

3. GELATINIZAÇÃO: Quando a tinta cria coágulos após a mistura;


1I1)(T,FIVO
4. ADERÊNCIA =
VISCOSIDADE: A tinta perde o poder ~.,.a;
5. COR: Problema de Pigmentação.

V- PREPARO DAS SUPERFíCIES:

1. ALVENARIAS

1.1. PINTURA EM ALVENARIAS (NOVAS):

19. - Aguardar a CURA do REBOCO, em média 28 dias;

29. - Lixa o REBOCO;

39. - Limpa toda superfície com ÁGUA RAZ (evapora muito rapidamente, o mais aconselhável);

49. - Aplica-se o SELADOR ACRíLICO para fechar os poros dos REBOCOS;

59. - Emassamento, que podem ser: A) PVA-LATEX = MASSA CORRIDA (exclusivo para ambientes

INTERNOS) ou MASSA ACRíLlCA (para ambientes EXTERNOS);

69. - Lixar a MASSA (Iixamento);

79. - Se limpa novamente com ÁGUA RAZ;

89. - Passa-se novamente o SELADOR ACRíLICO sobre o emassamento;

99. - PINTA-SE.
r:

1.2. PINTURAS EM ALVENARIAS (REPINTURA):

A. BOM ESTADO:

1º - Lixa com LIXA FINA, SOMENTE A SUPERFíCIE DA TINTA;


~/fI1P1 "J'v~é~r(~/~
2º - REPINTA.

B. MAU ESTADO:

1- TINTA DESCASCANDO

1º - Com a espátula metálica, retira-se a tinta;

2º - Lixa a IMPERFEiÇÃO;

3º - Limpa com ÁGUA RAZ;

4º - Passa o SELADOR;

5º - EMASSA~ENTO;

6º - Lixa NOVAMENTE;

7º - Limpa com ÁGUA RAZ;

8º - Passa SELADOR;

9º REPINTA.

C. SUPERFíCIE COM PINTURA A BASE DE CAL:

1º - Retira toda CAL com ESCOVA DE AÇO e ÁGUA;


(.
2º - Espera SECAR;

3º - Passa um FUNDO PREPARADOR DE PAREDE;

4º - EMASSAMENTO;

5º -lixa com LIXA FINA;

6º - Limpa com ÁGUA RAZ;

7º - REPINTA.

L
r

2. MOFO E BOLOR:

12 - Lavar a superfície com ÁGUA e ÁGUA SANITÁRIA com a proporção de 1:1 (se utilizar Cloro, a

proporção é de 1:10);

22 - Espera secar por 2 a 3 dias;

32 - Lixa com LIXA FINA;

42 - Limpa com ÁGUA RAZ;

52 - REPINTA.

3. MANCHAS DE GORDURA E NICOTINA:

/' 12 - Lavar a superfície


.H:fh..
com DETERGENTE e ÁGUA, proporção de 1:1; "'''0 L!t:CiAAgpç4l~
22 - Espera Secar por 2 a 3 dias;

32 - Lixa com LIXA FINA;

42 - Limpa com ÁGUA RAZ;

52 - REPINTA.

4, REBOCO DANIFICADO:

12 - Refazer o REBOCO;

22 - REPETiÇÃO DE TODAS AS ETAPAS DA ALVENARIA NOVA.

OBSERVAÇÃO: Se além da tinta, a massa estiver soltando, chegando no reboco, deve-se usar o

FUNDO PREPARADOR DE PAREDE no lugar do SELADOR, pois o SELADOR é somente para

ALVENARIAS NOVAS, e o FUNDO REPARADOR É SOMENTE SOBRE O REBOCO.

2. CONCRETO

2.1- CONCRETO NOVO - RESINA FOSCA (durabilidade).


12 - Lixa todo o Concreto (LlXADEIRA);

22 - Limpeza com ÁGUA RAZ;

32 - RESINA FOSCA (DURABILIDADE).


2.2 - PINTURA COM TINTA LATEXOU ACRíUCA:
1Q - Lixa todo o CONCRETO;

2Q - Limpeza com ÁGUA RAZ:

3Q - puNDO PREPARADOR DE PAREDE ou SELADOR ACRíLICO;

4Q - REPETiÇÃO DE TODAS AS ETAPAS DAS ALVENARIAS NOVAS (a partir do EMASSAMENTO).

31.05.2007

2.3 - REPINTURA - BOM ESTADO


/-
1Q - Lixa o concreto;

2Q Limpeza com ÁGUA RAZ;

3Q Repinta.

2.4 - REPINTURA - MAU ESTADO

2.4.1- TINTA DESCASCANDO


1Q - Retira com uma ESPÁTULA METÁLICA;

2Q - Lixa com LIXA FINA;

3Q - Limpeza com ÁGUA RAZ;

4Q - REPINTA

2.4.2 - MOFO E BOLOR

1Q - Lavar a superfície com ÁGUA e ÁGUA SANITÁRIA com a proporção de 1:1 (se utilizar Cloro, a

proporção é de 1:10);
2Q - Espera secar por 2 a 3 dias;

3Q - Lixa com LIXA FINA;

4Q - Limpa com ÁGUA RAZ;

SQ- REPINTA.

2.4.3 - MANCHAS DE GORDURA E NICOTINA

1Q - Lavar a superfície com DETERGENTE e ÁGUA, proporção de 1:1;

2Q - Espera Secar por 2 a 3 dias;

3Q - Lixa com LIXA FINA;


4º - Limpa com ÁGUA RAZ;

Sº - REPINTA.

2.4.4 - CONCRETO DANIFICADO

1º - Refaz o Concreto; /

2º - Todas as etapas do CONCRETO NOVO. ~

3. GESSO
/
3.1- GESSO - NOVO

1º - Espera a CURA (Secagem). Em condições normais, o gesso seca entre 03 a 04 SEMANAS.

Uma forma de saber se o GESSO está seco é passando em sua superfície uma LIXA FINA, para ver
se já produz pó.

2º - Lixa com LIXA FINA;

3º - Limpa com ÁGUA RAZ;

4º - Passa o SELADOR ACRíLICO ou FUNDO PREPARADOR;

5º - PINTA

OBS 1. EM ALGUNS CASOS, ENCONTRAM-SE TINTAS ONDE SUA COMPOSiÇÃO JÁ POSSUI SELADOR,

SENDO DESNECESSÁRIA A APLICAÇÃO DO PRÓPRIO SELADOR, PASSANDO DA ETAPA 3~ PARA A S~.


7,1 " j.

~...r - '. '.. ..

3.2 - REPINTURA - BOM ESTADO

1º - Lixa com LIXA FINA;

2º - Limpeza com ÁGUA RAZ;

3º - PINTA
3.3 - REPINTURA - MAU ESTADO

3.3.1 - GESSO DESCASCANDO

1º - Retira com uma ESPÁTULA METÁLICA;

2º - Lixa com LIXA FINA;

3º - Limpeza com ÁGUA RAZ;

4º - REPINTA

3.3.2 - MOFO OU BOLOR

1º - Lavar a superfície com ÁGUA e ÁGUA SANITÁRIA com a proporção de 1:1 (se utilizar Cloro, a

proporção é de 1:10);
2º - Espera secar por 2 a 3 dias;

3º - Lixa com LIXA FINA;

4º - Limpa com ÁGUA RAZ;

5º - REPINTA.

3.3.3 - MANCHAS DE GORDURA OU NICOTINA

1º - Lavar a superfície com DETERGENTE e ÁGUA, proporção de 1:1;

2º - Espera Secar por 2 a 3 dias;

3º - Lixa com LIXA FINA;

4º - Limpa com ÁGUA RAZ;

5º - REPINTA.

3.3.4 - GESSO DANIFICADO

1º - Refaz o GESSO;

2º - Tratar como nas etapas de um GESSO NOVO.

4. METAIS

4.1- METAIS FERROSOS - NOVOS


1º - Lixa o metal com LIXA FINA (para retirada de todos os pontos de oxidação);

2º - Limpa o metal com ÁGUA RAZ;

3º - Passa o FUNDO ANTI-CORROSIVO (OBS. Desde o surgimento do HAMERITE, que é uma


marca de tinta que dispensa o anti-corrosivo, pois em sua composição já possui tal composto);
4º - PINTA O METAL.

4.2 - REPINTURA DE METAIS FERROSOS - BOM ESTADO

1º - Lixa o metal com LIXA FINA;

2º - Limpeza com ÁGUA RAZ;

3º - PINTA.

4.3 - REPINTURA DE METAIS FERROSOS - MAU ESTADO

4.3.1 - TINTA DESCASCANDO


/::
;
1º - Retira a tinta com uma ESPÁTULA METÁLICA, e em alguns casos necessita do auxilio de um

REMOVEDOR DE TINTA (Produto químico que tem o poder de reagir com a tinta, fazendo-a se

desprender com mais facilidade com a ajuda da ESPÁTULA METÁLICA);

OB51. QUANDO SE USA O REMOVEDOR, LIMPA O METAL COM UM DESENGORDURANTE

(DETERGENTE).

. .. ;.,

OB53. SE A SUPEHFíCIE METÁLICA ESTIVER COM IMPERFEiÇÕES. DEVE-SE CORRfGIR COM UMA

MASSA PlASTICA. ElA E APLICADA SOBRE O FUNDO ANTI-CORROSIVO E NUNCA DIRETAMENTE

NO METAL

OB54. SOBRE ?\ rvll~SSA DEVE·SE APLICAR UM PRlf •••


1ER (TEM A FUNÇÃO DE

SUSTHH ABllIDM)[ t.

DEPOIS DE TODAS AS OBSERVAÇÕES - REPINTA


4.3.2 - METAL OXIDADO
1º - Lixa a área oxidada até a retirada por completo de todos os pontos de oxidação;

2º - Limpeza com a ÁGUA RAZ;

3º - Passa o FUNDO ANTI-CORROSIVO;

4º - REPINTA.

4.3.3 - METAL CORROíDO


1º - refaz o meta I

2º - Tratar como um METAL NOVO:

4.4 - METAIS NÃO FERROSOS


4.2.1 - METAIS NÃO FERROSOS - NOVOS
1º - Não pode ser lixado, podendo DANIFICAR a SUPERFíCIE do METAL - o correto é LAVAR

COM UM DESENGORDURANTE (DETERGENTE);

2º - Espera SECAR;

3º - Aplica-se o PRIMER (ESPECíFICOS PARA METAIS FERROSOS);

4º - PINTA.

4.2.2- REPINTURA DE METAIS NÃO FERROSOS - MAU ESTADO


1º - Retira a tinta com uma ESPÁTULA PLÁSTICA, e se necessário pode-se usar juntamente

com a espátula um REMOVEDOR;

2º - Lava-se o metal com um DESENGORDURANTE (D·ETERGENTE);

3º - Espera a SECAGEM;

4º - Aplica-se o PRIMER;

5º - REPINTA.

4.2.3- REPINTURA DE METAIS NÃO FERROSOS - OXIDADO


1º - Lixa a área oxidada até a retirada por completo de todos os pontos de oxidação;

2º - Limpeza com a ÁGUA RAZ;

3º - Passa o FUNDO ANTI-CORROSIVO;

4º - REPINTA.
4.2.4- REPINTURA DE METAIS DANIFICADOS

1º - Refaz o metal ou substitui.

2º - No caso de Refazer o metal, deve-se passar por TODOS OS PROCESSOS;

2" .. No caso de substituir, o metai deve ser tratado como METAL NOVO.

5. MADEIRAS
5.1- MADEIRA NOVA

r>. A- DEIXANDO A MADEIRA COM A COR NATURAL


1º - Lixa toda madeira
2º - Limpeza
3º - No caso de haver alguma imperfeição FECHA-SE COM PÓ DE SERRA e COLA
BRANCA;
4º - Lixa com LIXA FINA;
5º - Aplica-se o VERNIZ DA COR DA MEDEIRA ou ANTES DE APlICÁ-lO, PASSA-SE UM
SELADOR PARA MADEIRA PARA DEPOIS APLICAR O VERNIZ.

B- PINTURA COM TINTA A ÓLEO OU ESMALTE


1º - Lixa toda madeira;
2º - Limpeza;
3º - Corrigir as imperfeições com PÓ DE SERRA e COLA ou MASSA A ÓLEO;
4º - Lixa novamente com LIXA FINA;
5º - Limpeza novamente;
6º - Aplica-se um FUNDO SINTÉTICO NIVELADOR:
7º - PINTA

5.2 - MADEIRA - REPINTURA (BOM ESTADO - VERNIZ ou TINTA)

OBSERVAÇÃO 1. DE VERNIZ PARA TINTA:


lº-Lixa
2º - Limpa
3º - Aplica o FUNDO SINTÉTICO NIVELADOR
42 - REPINTA
OBSERVAÇÃO 2. DE TINTA PARA VERNIZ
Não é compensatório em virtude dos gastos e das imperfeições que podem ficar.

5.3. REPINTURA (MAU ESTADO)


5.3.1. TINTA OU VERNIZ DESCASCANDO

1º - Retirar a tinta com ESPÁTULA METÁLICA, se necessário, recorrer a um


REMOVEDOR DE TNTA junto com a ESPÁTULA;
2º - Lixa com LIXA FINA (LIXAR BEM PARA NÃO FICAR COM RESQuíSIOS DE
REMOVEDOR, QUE PODE DANIFICAR A MADEIRA;
3º - Limpeza
4º - Aplica o FUNDO SINTÉTICO NIVELADOR para TINTA ou SELADOR para MADEIRA
(VERNIZ);
Sº - REPINTA

5.3.2. MOFO OU BOLOR


1º - Lava-se com ÁGUA e ÁGUA SANITÁRIA (1:1);
2º - Espera-se SECAR
3º - Lixa com LIXA FINA para NÃO DANIFICAR;
4º -limpa
Sº - REPINTA

5.3.3. MANCHAS DE GORDURA OU NICOTINA


1º - Lavar com DETERGENTE (DESENGORDURANTE);
2º - Esperar SECAR;
3º- Lixa com LIXA FINA
4º -limpa
Sº - REPINTA

5.3.4. MADEIRA DANIFICADA


1º - Substituir a madeira danificada;
2º - Tratá-Ia como MADEIRA NOVA

6. MATERIAIS CERÂMICOS (POUQUlssíMA POROSIDADE)


1º - Lavar toda superfície com DESENGORDURANTE;
2º - Espera SECAR;

oss; fltf\11 ()..fJlJ&~df<.t~1 (;/~ Il~ /tIIJÔ 1'05$(// 1J06~,.fJ ~/{/f1IAZ4LJII fl/Brmpe;;g
" 6fJ5t f)6- GI'O'f.{
3º - Aplica-se a TINTA EPOXI (CUSTO MAIS ELEVADO, APESAR DE SER MAIS PRÁTICO).
Tecnicamente passa-se um FUNDO EPOXI. Sobre o FUNDO EPOXI pode-se passar as
tintas: ESM'!.LTE, PVA-LATEX~ ACRíLlCAPt;< TI tV77J t!?uo.
SlflITé n ca
6.1. EMASSAR PARA DEIXAR LISO ( fl.1ffj~00 se 1J6.f~t/,9 a ~ /J 1';9 ~~ rl/!{,JE TOf"Y!t....•
lº - Lavar com DESENGORDURANTE; M.&IV7lF brlf8 /11~JAO CPI'1 -(9 ~ ~7?~?lO1

2º - Espera SECAR;
3º - Aplica-se o FUNDO EPOXI;
4º - Passa a MASSA ACRíLlCA
Sº - Lixa com LIXA FINA;
6º - Limpa;
7º - PINTA (PVA-LATEX ou ACRíLlCA).

6.2. REPINTAR (BOM ESTADO)


lº - Lavar com DESENGORDURANTE;
2º - Lixa com LIXA FINA;
3º - Limpa;
4º - REPINTA.

6.3. MOFO OU BOLOR


lº (- Lavar com ÁGUA RAZ e ÁGUA SANITÁRIA (1:1) - Usa-se a água RAZ para
limpeza porque evapora rapidamente, não dando tempo para que a superfície
absorva a água (SECA RÁPIDO) - Tecnicamente.
2º - Espera SECAR;
3º- Aplica-se o FUNDO EPOXI;
4º - Lixa com LIXA FINA;
Sº - Limpa com ÁGUA RAZ;
6º - REPINTA.

7. PLÁSTICOS (Idem a materiais cerâmicos)

1º - Lavar toda superfície com DESENGORDURANTE;


2º - Espera SECAR;
3º - Aplica-se a TINTA EPOXI (CUSTO MAIS ELEVADO, APESAR DE SER MAIS PRÁTICO).
Tecnicamente passa-se um FUNDO EPOXI. Sobre o FUNDO EPOXI pode-se passar as
tintas: ESMALTE, PVA-LATEX ou ACRíLlCA.
7.1. EMASSAR PARA DEIXAR LISO
1º - Lavar com DESENGORDURANTE;
2º - Espera SECAR;
3º - Aplica-se o FUNDO EPOXI;
4º - Passa a MASSA ACRíLlCA
5º - Lixa com LIXA FINA;
6º - Limpa;
7º - PINTA (PVA-LATEX ou ACRíLlCA).

7.2. REPINTAR (BOM ESTADO)


1º - Lavar com DESENGORDURANTE;
2º - Lixa com LIXA FINA;
3º - Limpa;
4º - REPINTA.

7.3. MOFO OU BOLOR


1º (- Lavar com ÁGUA RAZ e ÁGUA SANITÁRIA (1:1) - Usa-se a água RAZ para
limpeza porque evapora rapidamente, não dando tempo para que a superfície
absorva a água (SECA RÁPIDO) - Tecnicamente.
2º - Espera SECAR;
3º- Aplica-se o FUNDO EPOXI;
4º - Lixa com LIXA FINA;
5º - Limpa com ÁGUA RAZ;
6Q - REPINTA.

VI - PROBLEMAS TÉCNICOS COM A PINTURA

A. ADERÊNCIA: A tinta não tem aderência


1- Tinta incompatível com a superfície. Exemplo: Pintar vidro com tinta de parede;
2- Superfície suja (excesso de pó, lavou e não limpou), etc.
3- Não aguardou a CURA (SECAGEM);
4- Não aguardou o tempo de SECAGEM entre as demão ( o fabricante recomenda o
tempo mínimo da demão).

B. ALASTRAMENTO: Dificuldade em espalhar a tinta na superfície.


1- Sujeira na superfície;
2- Tinta incompatível com a superfície;
~1;1/ÇIlI/ /Jlf o cs-o
3- Material de aplicação incompatível com a tinta. Exemplo: Troca de rolo de espuma na
aplicação de tinta látex; (tl@\.%' ll.I?s'!J ~ f?!;{.,O tJ-lF Lil}
4- Não aguardou a SECAGEM das DEMÃOS;
5- Excesso ou Escassez de diluição.

C. CRATERAS: Conhecido como OLHO DE PEIXE. Quando vai pintar a superfície, tem
manchas de óleo ou gordura, e a tinta não pega, ficando o espaço sem tinta (NÃO
CONSEGUI ADERIR) ..
D6W "J~f} P-('IfJ
D. CALCINAÇÃO: Quando a tinta sofre o desbotamento ~Ue. Não foi colocado sobre a
MASSA o SELADOR, que serve como minimizador, fechando os poros.

E. DESCASCAMENTO: Quando a tinta ou a tinta com a massa se solta da superfície.


1- Não aguardou o tempo de secagem entre as DEMÃOS;
2- Tinta incompatível com a superfície;
3- Sujeira na superfície;
4- Camada muito espessa de tinta;
5- Tinta rígida em superfícies que dilatam;
6- Não aguardou a CURA da superfície.

F. DESAGREGAMENTO: Quando cai a tinta, a massa e parte do reboco.


1- Reboco mal executado;
2- Não esperou o tempo de CURA;
3- Infiltrações;
4- Salinidade.

G- BOLHAS: Umidade
1- Infiltração;
2- Não aguardou o tempo de SECAGEM da DEMÃO;
3- Não aguardou o tempo de CURA.

H- CASCA DE LARANJA: Má regulagem da PíSTOLA ou quando o SPRAY está acabando.

1- CALCIFICAÇÃO: Quando aparece uma mancha esbranquiçada, devido o ÓXIDO DE


CÁLCIO.
1- Infiltração;
2- Não esperou o tempo de CURA.
J- EFLORESCÊNCIAou SAPONIFICAÇÃO: Manchas esbranquiçadas no início, depois podendo
ficar mais escura, trazendo para a superfície o ÓXIDO DE CÁLCIO + SALlNIDADE.
1- Não aguardou a CURA
2- Infiltração

L- PERDA DE BRILHO:
1- Salinidade;
2- MONÓXIDO DE CARBONO

M- RACHADURAS:

r-
1- Tinta ~ rígida em superfície que dilata;
I -

2- Camada espessa de tinta.

N- FERVURA: Quando se mexe a tinta com rapidez, criando pequenas bolhinhas estouradas.

0- MORFO E BOLOlr:-
1- Infiltração;
2- Má circulaçã6 de ar.

P- COBERTURA: Dificuldade de cobrir bem a parte de baixo


1- Excesso de diluição;
2- Tinta incompatível com a Superfície.

Q- (MANCHAS DE CHUVA: Quando as gotas de água com IMPUREZAS caem na superfície,


danificando a tinta) A água de chuva só acontece às manchas, quando a pintura for nova.

R- DESUNIFORMIDADE FOSCA NO FILME:


1- Só acontece em tintas com brilho, por falta de SELADOR.

S- PONTOS OU GRÃOS NO FILME (pElíCULA): Partículas que ficam na superfície.


1- Sujeira.

T- ENRUGAMENTO:
1- Pintura sobre superfícies QUENTES, durante a pintura;
2- Excesso de tinta em superfície HORIZONTAL.

r-,
U- ESCORRIMENTO: Tinta com excesso de DILUiÇÃO em superfícies VERTICAIS.
1- Tinta com excesso de diluição; {).j €t.~rç,IJ&f/r.J'rIJ
2- Não esperou o tempo de SECAGEM das DEMÃOS;
3- Tinta incompatível com a superfície.

V. SECAGEM:
1- Falta de Circulação de Ar;
2 Diluente incompatível com a tinta. Exemplo: Colocar gasolina ou querosene em tinta
esmalte.e~ r1c%l

/
VII- PROPRIEDADES DAS TINTAS

A. ESTABILIDADE: Quando se abre a lata e verifica que ela está em perfeito estado para uso,
após a HOMOGENEIDADE. Não apresenta problemas técnicos com a tinta.
~

B. RENDIMENTO: É a quantidade de tinta gasta para aplicar uma DEMÃO sobre a superfície.
Exemplo:
PAREDE A PAREDE B

Tinta 1{i demão}


I -
Tinta 2 udemão)
Gasta - 5 litros Gasta - 4 litros

R$ 1,00 o LITRO R$ 0,80 o LITRO

TODA PAREDE PRECISA DE 2 DEMAÕS PARA L Ta DA PAREDE PRECISA DE 4 DEMAÕS PARA


I

CHEGAR A COR CERTA CHEGAR A COR CERTA

C. PODER DE COBERTURA: DIFERE UMA TINTA BOA. É a capacidade que a tinta possui de
cobrir bem uma superfície.

D. DURABILIDADE: capacidade que a tinta possui para resistir ao tempo.

E. CHEIRO: Capacidade que a tinta possui para emitir ODOR;

F. LAVABILlDADE: Capacidade que ALGUMAS TINTAS possuem de serem LAVÁVEIS.

[-------
~
J

G. APLlCABILlDADE:
1- PINTABIUDADE:É a facilidade de aplicação da tinta;
2- NIVELAMENTO: É a facilidade que a tinta possui de nivelar a superfície -
AUTONIVELAR-SE.
3- SECAGEM:É a capacidade que a tinta possui de SECARmais rapidamente.