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Apresentação
O objetivo deste Manual do Professor - Digital é apoiar e aprimorar seu trabalho como docente,
reunindo propostas que contribuam para o desenvolvimento das competências e habilidades preco-
nizadas na terceira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Ele segue a proposta pedagógica da coleção, assim como a organização temática apresentada no
Livro do Aluno, além de dialogar com as orientações que você encontra no Manual do Professor
impresso. Essa relação, no entanto, não impossibilita que este material seja usado de forma paralela.
Por estar organizado de acordo com o desenvolvimento das habilidades propostas na BNCC, as
sugestões de encaminhamento e desenvolvimento aqui apresentadas podem ser implementadas
sem necessariamente o acompanhamento dos livros impressos.
Neste material, o professor encontrará:

Planos de desenvolvimento bimestral:


Primeiro bimestre
• Sequência 1 − A sala de aula é um lugar de convívio
• Sequência 2 − Os períodos do dia
• Sequência 3 − Indicando a posição de objetos e pessoas
• Propostas de acompanhamento da aprendizagem − Primeiro bimestre

Segundo bimestre
• Projeto integrador − Brincadeiras, jogos e brinquedos em diferentes tempos
• Sequência 1 − As brincadeiras variam ao longo do tempo e de acordo com a cultura
• Sequência 2 − As crianças brincam
• Sequência 3 − A convivência com os vizinhos
• Propostas de acompanhamento da aprendizagem − Segundo bimestre

Terceiro bimestre
• Sequência 1 − As moradias são diversas
• Sequência 2 − A moradia é nosso abrigo
• Sequência 3 − O que fazemos na escola
• Propostas de acompanhamento da aprendizagem − Terceiro bimestre

Quarto bimestre
• Sequência 1 − Os elementos do clima
• Sequência 2 − Guarda-roupa de verão e inverno
• Sequência 3 − A posição de elementos nas paisagens
• Propostas de acompanhamento da aprendizagem − Quarto bimestre

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Plano de desenvolvimento bimestral


Primeiro bimestre − Orientação e sucessão dia/noite

Objetivos de Objetos de
Sequências didáticas Habilidades
aprendizagem conhecimento

1. A sala de aula é um lugar 1. Elaborar, com os cole- Situações de convívio (EF01GE04) Discutir e ela-
de convívio gas, regras de convívio em diferentes lugares borar, coletivamente, re-
As regras de uso da sala de em sala de aula. gras de convívio em dife-
aula são um exercício de aná- rentes espaços (sala de
lise espacial muito impor- aula, escola etc.).
Livro do Aluno
tante, pois mobilizam concei-
⦁ Unidade 4.
tos essenciais, como lugar e
território, assim como possi-
bilitam pactuar com os alu-
nos um acordo pedagógico.

2. Os períodos do dia 2. Associar as ativida- Os ciclos naturais e a (EF01GE05) Observar e


A observação da posição des do cotidiano aos di- vida cotidiana descrever ritmos naturais
aparente do Sol no céu possi- ferentes períodos do (dia e noite, variação de
bilita reconhecer se é dia ou dia. temperatura e umidade
noite, assim como os perío- etc.) em diferentes esca-
dos da manhã e da tarde. Ao las espaciais e temporais,
Livro do Aluno
associar as atividades do dia comparando a sua reali-
⦁ Unidade 1. dade com outras.
a dia a esses períodos, pode-
-se estimular o desenvolvi-
mento da noção de tempo.
Atenção: no quarto bimestre,
é proposta uma sequência
didática que depende da ob-
servação e do registro da ilu-
minação solar ao longo de
todo o ano. Este é o mo-
mento adequado para iniciar
os registros e, assim, viabili-
zar as atividades no fim do
ano letivo.

3. Indicando a posição de 3. Apontar a posição re- Pontos de referência (EF01GE09) Elaborar e uti-
objetos e pessoas lativa de objetos e pes- lizar mapas simples para
Observar os espaços ao redor soas usando termos localizar elementos do lo-
e identificar a posição deles simples, como frente, cal de vivência, conside-
em relação ao próprio corpo atrás, esquerda e di- rando referenciais espaci-
é uma forma de ampliar a reita. ais (frente e atrás, es-
percepção do espaço e, con- querda e direita, em cima
sequentemente, a orientação e embaixo, dentro e fora)
Livro do Aluno
espacial. e tendo o corpo como re-
⦁ Unidade 1. ferência.

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Proposições didáticas
O ingresso das crianças no Ensino Fundamental representa um conjunto grande de mudanças
no cotidiano delas, pois a Educação Infantil tem regras e dinâmicas distintas do Ensino Fundamen-
tal. É importante escutar as demandas dos alunos mais do que impor comportamentos. Esta sequên-
cia didática proporciona criar oportunidade nas aulas para saber o que os alunos esperam das aulas
nesse novo ciclo da vida escolar.
A construção da noção de tempo está imbricada à observação dos ritmos da natureza, come-
çando pelos períodos do dia. Esse trabalho pode ser feito em conjunto com o componente curricular
Ciência, contribuindo para o desenvolvimento das habilidades a seguir.
• (EF01CI05) Identificar e nomear diferentes escalas de tempo: os períodos diários (manhã, tarde,
noite) e a sucessão dos dias, semanas, meses e anos.
• (EF01CI06) Selecionar exemplos de como a sucessão de dias e noites orienta o ritmo de ativi-
dades diárias de seres humanos e de outros seres vivos.
O desenvolvimento da noção de orientação relativa permeia todo o Ensino Fundamental I e,
nessa etapa, a criança parte da observação dos objetos com base em sua posição, estabelecendo rela-
ções de proximidade e distanciamento. Nas etapas seguintes, ela é incentivada a utilizar uma posi-
ção de observador externo para indicar onde está no espaço; isso só é possível se houver um trabalho
eficiente das relações topológicas mais básicas, como proposto nesta sequência didática.

Acompanhamento da aprendizagem
Caso a escola se localize em um terreno extenso, considere a possibilidade de realizar atividades
de observação dos espaços escolares ao ar livre para identificar as sombras dos elementos e, conse-
quentemente, o movimento aparente da luz do Sol. Essa observação também pode contribuir para a
abordagem da orientação relativa. Esse tipo de atividade favorece a avaliação, pois os alunos podem
receber atenção individual.
No fim do bimestre, você pode usar as questões das Propostas de acompanhamento da apren-
dizagem para mensurar se os alunos atingiram os objetivos traçados.

O que é essencial para avançar nos estudos?


Ao final do bimestre, os alunos devem ter alcançado, pelo menos parcialmente, as habilidades
que elencamos para este período. São elas:
• (EF01GE04) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala
de aula, escola etc.).
• (EF01GE05) Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umi-
dade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras.
• (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência,
considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, den-
tro e fora) e tendo o corpo como referência.

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Sequências didáticas
Sequência didática 1: A sala de aula é um lugar de convívio
Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

1. Elaborar, com os cole- Situações de convívio em diferentes (EF01GE04) Discutir e elaborar, coletiva-
gas, regras de convívio em lugares mente, regras de convívio em diferen-
sala de aula. tes espaços (sala de aula, escola etc.).

Objetivo e conteúdos de ensino


O tema principal desta sequência didática é regras de convívio. Para isso, o objetivo é fazer com
que o aluno compreenda determinadas regras existentes em casa e na escola e reflita sobre como elas
auxiliam na convivência diária entre os seres humanos.

Duração
4 aulas

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Comece a aula perguntando aos alunos se eles sabem o que são regras. Se achar conveniente,
faça uma roda de conversa na qual eles possam expor seus pontos de vista, conhecer o ponto de
vista dos colegas e aprender mais sobre eles.
Em seguida, exiba para a turma o vídeo Regras, da série “O que são as coisas?”, da TV Escola
(2013), disponível em: <https://tvescola.mec.gov.br/tve/video?idItem=11176> (acesso em: 4 dez.
2017).
Pergunte aos alunos como as regras são apresentadas no vídeo. Nesse momento é interessante
recontar a história, repassando com a turma as questões levantadas pelo personagem. Peça a eles
que relembrem a história e reflitam sobre como o personagem descobriu o que são regras. Se achar
necessário, repasse o vídeo fazendo pausas em momentos oportunos.
Em seguida, faça algumas perguntas aos alunos com o intuito de estimular a reflexão deles a
respeito da necessidade de haver regras em nossa sociedade, por exemplo:
• O que aconteceria se, na corrida de carros, não existisse a regra de começarem todos os compe-
tidores ao mesmo tempo?
• Pedir a autorização dos pais antes de ver televisão é uma regra importante? Por quê?
O questionamento sobre respeitar toda e qualquer regra pode ser lançado nessa discussão; para
isso, use o trecho final do vídeo e proponha:
• Imagine que uma pessoa fez algo errado e está fugindo. Na fuga, ela pisa em um canteiro de
flores, por onde é proibido transitar. Para alcançá-la e prendê-la, é preciso desrespeitar a regra
e pisar nas flores. O que fazer?
Observe como os alunos refletem e respondem, pois as respostas indicam como eles se sentem
em relação a regras cuja formulação não contou com a participação deles, o que ocorre também
na escola.

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3a aula
Inicie a aula conversando com os alunos sobre as regras da escola. Pergunte quais regras da
escola que eles reconhecem. Peça que expliquem como cada regra influencia a convivência entre as
pessoas da escola. Se possível, peça que relatem situações mais comuns de conflito que podem ser
evitadas pelo cumprimento das regras. Pergunte aos alunos como resolver essas situações e tornar
a convivência na escola mais saudável para todos.
Retome algumas das situações de conflito relatadas por eles e pergunte como poderiam ser evi-
tadas e o que deveria ser feito quando elas ocorressem. Se desta atividade não surgirem de forma
espontânea algumas regras de convívio, pergunte como seria se houvesse um combinado prévio do
que pode ou não ocorrer e do que se deve fazer quando há um conflito.

4a aula
Mude a escala de análise dos alunos desenvolvendo uma atividade direcionada às regras de
convívio em sala de aula. Para isso, organize a turma em grupos. Peça que desenhem (ou escrevam,
se já tiverem algum domínio da escrita) alguma regra que acreditam que pode ser usada para orga-
nizar, ou mesmo melhorar, o convívio em sala de aula.
Peça a eles que compartilhem com os colegas as regras que criaram. No final, discuta com eles
cada uma delas de forma a selecionar aquelas que poderão compor um quadro de regras da sala de
aula. As questões a seguir podem ajudar a organizar o debate.
• Para que serve essa regra que criamos?
• Ela pode ajudar a melhorar nossa convivência?
• Todos devem respeitá-la?
• Se eu não respeitar essa regra, quais podem ser as consequências?
Para terminar, os alunos podem registrar as regras combinadas em uma folha de papel kraft e
você pode fixá-la na parede ou no mural da sala de aula.
Atividade complementar
Proponha aos alunos uma rodada de brincadeira, como o esconde-esconde. Ao finalizarem a
rodada, peça que reflitam sobre as regras da brincadeira e pergunte:

1. SERIA POSSÍVEL FAZER ESSA BRINCADEIRA SEM SEGUIR


AS REGRAS?
Trabalhar as regras das brincadeiras é um importante exercício para aproximar os alunos das
regras de convivência social.

Como avaliar
As atividades a seguir podem ser utilizadas na avaliação individual dos alunos.

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1. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. EM SEGUIDA, MARQUE


COM UM X A AÇÃO QUE MOSTRA UMA BOA CONVIVÊNCIA
NA ESCOLA.
( ) ( )

ILUSTRAÇÕES: RAITAN OHI

( ) ( )

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2. QUAL DAS IMAGENS A SEGUIR MOSTRA UMA SITUAÇÃO EM


QUE AS REGRAS DE CONVIVÊNCIA FORAM SEGUIDAS?
( )

ILUSTRAÇÕES: RAITAN OHI

( )

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Autoavaliação
Proponha aos alunos uma autoavaliação a respeito de seu papel na convivência com os colegas.
Os próprios alunos podem elaborar em conjunto os itens da avaliação. Veja algumas sugestões
a seguir.

EU SOU UMA
EU TENTO EU FINJO QUE
DAS PESSOAS
RESOLVER A NÃO VI A
QUE CAUSA O
SITUAÇÃO SITUAÇÃO
PROBLEMA

QUANDO UM COLEGA É
RIDICULARIZADO POR
OUTROS ALUNOS

QUANDO OS COLEGAS ESTÃO


BAGUNÇANDO NO MOMENTO
DAS EXPLICAÇÕES DO
PROFESSOR

QUANDO ALGUÉM ESTÁ


DESTRUINDO OS OBJETOS
DA ESCOLA

Pode-se pedir que os alunos compartilhem suas respostas com os colegas de forma anônima ou
identificada. Proponha reflexões como: Se ninguém afirmou que causa o problema, por que deter-
minada situação ocorre? O que é possível fazer para resolvê-la? E em que momento um adulto de
confiança precisa ser chamado para resolver um conflito?
Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas deles.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos assinalem a segunda alternativa. Aproveite a correção dessa atividade
para instruí-los sobre a resolução dos conflitos das demais imagens: na primeira imagem, as
crianças não deveriam estar brigando, mas resolvendo suas diferenças de forma pacífica; na
terceira imagem, elas não deveriam estar rabiscando a parede da escola, mas mantendo o
ambiente limpo, assim como na última imagem, em que a criança deveria jogar o papel na
lixeira, em vez de jogá-lo no chão.
2. Espera-se que os alunos reconheçam que, na segunda imagem, não há conflito e as crianças
escutam atentamente a orientação da professora, diferentemente da primeira imagem, em que
uma das crianças não está dando atenção ao que a professora está dizendo. É importante que
os alunos identifiquem, nessa atividade, que o comportamento do aluno que não escuta a
professora é inadequado.

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Sequência didática 2: Os períodos do dia


Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

2. Associar as atividades Os ciclos naturais e a vida cotidiana (EF01GE05) Observar e descrever ritmos
do cotidiano aos diferentes naturais (dia e noite, variação de tem-
períodos do dia. peratura e umidade etc.) em diferentes
escalas espaciais e temporais, compa-
rando a sua realidade com outras.

Objetivo e conteúdos de ensino


Esta sequência didática propõe ao aluno o reconhecimento das diferentes atividades do cotidia-
no relacionando-as aos diferentes períodos do dia.

Duração
4 aulas

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Comece a aula perguntando aos alunos em que período do dia eles vão dormir e quando vão
para a escola. Leve-os a perceber que o dia é dividido em diferentes períodos; cada um deles está
relacionado a uma posição do Sol no céu e também à ausência ou presença de luz solar.
Pergunte a eles sobre as atividades que as pessoas fazem em cada momento do dia. Se achar
necessário, faça perguntas sobre a rotina familiar, por exemplo: A que horas você e seus responsáveis
costumam ir dormir? E a que horas acordam? Vocês costumam fazer as refeições sempre no mesmo
horário? Na lousa, as respostas podem ser organizadas em um quadro como o sugerido a seguir.

ATIVIDADES EM CADA PERÍODO DO DIA

MANHÃ

TARDE

NOITE

Explore as respostas perguntando aos alunos a respeito do papel da luz solar na realização das
atividades do cotidiano. Sugira aos alunos que reflitam sobre as atividades que fazem durante o dia
e durante a noite. Espera-se que eles reconheçam as relações entre as atividades cotidianas e a pre-
sença da luz solar, associando o sono à ausência de luz e desenvolvendo a ideia de sucessão de
atividades, como dormir, fazer o desjejum, movimentar-se, estudar, descansar, alimentar-se, brincar
e, por fim, dormir novamente.
Peça aos alunos que escolham uma atividade que gostam de fazer e a desenhem em uma folha
avulsa. Eles devem relacionar essa atividade a um período do dia.

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Para finalizar, organize os desenhos dos alunos em um quadro, semelhante ao da lousa, em folha
de papel kraft. Peça a eles que colem os desenhos de acordo com as escolhas que fizeram do período
do dia. Eles utilizarão esse registro na aula seguinte.

3a e 4a aulas
Organize os alunos em grupos e proponha a eles um jogo de mímica. Para jogar, cada grupo
deverá escolher uma das atividades que foi desenhada e colada no quadro da aula anterior. Eles
devem elaborar em conjunto as regras do jogo. A ideia do jogo é fazer com que os jogadores, por
meio de mímica, interpretem a atividade escolhida (e o horário em que sua realização foi indicada),
e os colegas deverão adivinhá-la. Se possível, faça essa atividade com o professor de Educação Física,
para que ele possa orientar os alunos na criação de regras que tornem o jogo de mímica mais inte-
ressante.
No fim da atividade, pergunte aos alunos como se sentiram, se tiveram dificuldade em interpre-
tar a atividade ou em resolvê-la etc. Aproveite a oportunidade para verificar se conseguiram associar
as atividades interpretadas aos períodos do dia e à sucessão de dias e noites.
Atividade complementar
Proponha aos alunos uma pesquisa sobre os profissionais que trabalham em período noturno.
Comente com eles que a maioria das pessoas trabalha durante o dia, porém há alguns profissionais
cujas atividades são realizadas à noite.
Eles podem pesquisar algumas profissões cuja atividade é realizada no período noturno. Com a
pesquisa em mãos, proponha uma conversa com eles sobre como deve ser a rotina desses profissio-
nais.

Como avaliar
A sucessão de dias e noites mobiliza habilidades complexas, por isso, é importante que, nessa
faixa etária, o aluno consiga fazer a associação entre a presença/ausência da luz solar e as atividades
humanas. Esse é um ponto de partida para as muitas situações de aprendizagem que os alunos de-
vem vivenciar no Ensino Fundamental.
As atividades a seguir podem ser utilizadas na avaliação individual dos alunos.

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1. UTILIZE OS ESPAÇOS ABAIXO PARA DESENHAR UMA


ATIVIDADE QUE VOCÊ FAZ DURANTE O DIA E OUTRA,
DURANTE A NOITE.

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2. NAS IMAGENS A SEGUIR, VOCÊ PODE OBSERVAR


ALGUMAS DAS ATIVIDADES REALIZADAS POR UMA
CRIANÇA. NOS ESPAÇOS EM BRANCO, INDIQUE COM A
LETRA D AS ATIVIDADES FEITAS DURANTE O DIA E COM A
LETRA N AS FEITAS DURANTE A NOITE.
( )

ILUSTRAÇÕES: JOSÉ WILSON MAGALHÃES

( )

( )

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos, peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

CONSEGUI IDENTIFICAR
ATIVIDADES QUE FAÇO
DURANTE O DIA?

CONSEGUI IDENTIFICAR
ATIVIDADES QUE FAÇO
DURANTE A NOITE?

CONSEGUI PERCEBER QUE


UM DIA PODE SER DIVIDIDO
EM DIFERENTES PERÍODOS?

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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades encontradas na realização das atividades. Verifique também
a coerência das respostas deles em relação ao que conseguiram desenvolver nas avaliações indivi-
duais.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos desenhem atividades como brincar ou ir para a escola durante o dia
e dormir ou conviver com os familiares durante a noite. Avalie se conseguiram associar cor-
retamente os períodos do dia às diferentes atividades que realizam no cotidiano.
2. Espera-se que os alunos assinalem apenas a imagem do meio com a letra N; as demais devem
ser assinaladas com a letra D. Avalie se eles conseguem associar as letras D e N aos diferentes
períodos do dia.

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Sequência didática 3: Indicando a posição de objetos


e pessoas
Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

3. Apontar a posição rela- Pontos de referência (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas


tiva de objetos e pessoas simples para localizar elementos do lo-
usando termos simples, cal de vivência, considerando referenci-
como frente, atrás, es- ais espaciais (frente e atrás, esquerda e
querda e direita. direita, em cima e embaixo, dentro e
fora) e tendo o corpo como referência.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é iniciar o trabalho com alfabetização cartográfica por meio
de atividades de orientação espacial utilizando o corpo como referência.

Duração
4 aulas

Onde realizar
Ambas as atividades podem ser desenvolvidas na sala de aula, porém, é recomendado utilizar
um espaço aberto para a atividade da primeira aula.

Material:
• uma venda, ou um tecido que possa ser usado para tapar os olhos dos alunos;
• uma bola.

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Converse antecipadamente com o professor de Educação Física para combinar a realização de
um jogo em que os alunos deverão explorar as direções: frente, atrás, direita, esquerda. Se possível,
utilize um dos espaços abertos da escola para fazer a atividade, como o pátio ou a quadra.
Explique antecipadamente para os alunos as regras do jogo:
• os alunos serão organizados em dois grupos;
• cada grupo deve escolher um aluno para ser vendado e um aluno para ser o ponto de chegada;
• os alunos selecionados para ser a chegada devem ficar em pontos opostos e distantes do ponto
de partida;
• os demais participantes dos grupos devem ficar posicionados em locais estratégicos e, de tem-
pos em tempos, devem indicar as direções para auxiliar o participante vendado a chegar a seu
destino;
• cada grupo deve dar uma ordem por vez, para não confundir os alunos vendados;
• o professor indicará a vez de cada grupo;
• ganha o grupo em que o aluno vendado chegar primeiro ao aluno de chegada.

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Se a atividade for realizada em um espaço como o pátio ou a quadra, delimite o local de partida
dos alunos vendados. Cada aluno deverá alcançar o outro colega do grupo, que representa a che-
gada, com base nas indicações dadas pelos demais participantes.
No fim do jogo, pergunte aos alunos como se sentiram e quais foram os momentos mais fáceis
e mais difíceis. Pergunte a respeito da expectativa de andar sempre em frente, na direção da linha
de chegada, e da modificação ou quebra dela ao girar o corpo para a direita ou para a esquerda –
compreender essas mudanças é um passo essencial para ler itinerários em mapas e, por isso, integra
a alfabetização cartográfica.

3a e 4a aulas
Em sala de aula, proponha uma atividade também relacionada aos usos das direções: frente,
atrás, direita e esquerda. Organize os alunos em fileiras e colunas, como a configuração convencio-
nal das carteiras em sala de aula.
Comece a atividade entregando uma bola para um aluno e pedindo a ele que diga para quem
vai enviar a bola por meio de indicação de carteiras e de direção – aqui vale combinar trajetórias,
por exemplo: duas carteiras para trás, ou três carteiras para a direita. Para facilitar, oriente o aluno
a ficar virado para frente e indicar as direções usando a si mesmo como referência.
Nessa atividade há a complexidade em relação às trajetórias de deslocamento da bola: no exem-
plo dado, ao deslocar duas casas para trás, o ponto de referência para usar a expressão atrás deve
ser o aluno portador da bola, o que se aplica também para a indicação da direita.
Outra sugestão para a realização dessa atividade é organizar os alunos em grupos para que eles
elaborem as indicações previamente. Nesse caso, você pode levá-los para o pátio e pedir que mar-
quem no chão a posição de cada aluno, formando a grade de pontos.
Atividade complementar
Aproveite a atividade realizada nas últimas aulas e peça aos alunos que elaborem um desenho
indicando o que há ao seu redor. Escreva na lousa o exemplo a seguir. Avalie se eles conseguem
identificar o que se pede e, se necessário, oriente-os.

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1. ESCREVA SEU NOME E O NOME DE QUEM ESTÁ PRÓXIMO


A VOCÊ CONFORME O ESQUEMA A SEGUIR.

O QUE ESTÁ
À MINHA FRENTE

O QUE ESTÁ O QUE ESTÁ


À MINHA MEU LUGAR À MINHA
DIREITA? ESQUERDA?

O QUE ESTÁ ATRÁS DE MIM?

Como avaliar
Durante as atividades práticas, verifique se os alunos têm dificuldade de indicar as direções. É
possível que muitos alunos fiquem em dúvida, ou façam confusão com as direções direita e es-
querda. Para ajudá-lo, oriente-os, quando necessário, a usar o próprio corpo como referência.
As atividades a seguir podem ser utilizadas na avaliação individual dos alunos.

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RESPONDA ÀS QUESTÕES 1 E 2 COM BASE NA IMAGEM A


SEGUIR.

REINALDO ROSA

1. CIRCULE:
A) O QUE ESTÁ ATRÁS DA PROFESSORA.
B) QUEM ESTÁ À FRENTE DA MENINA.
2. DESENHE NA IMAGEM UMA CRIANÇA E DESCREVA A
POSIÇÃO DELA UTILIZANDO OS TERMOS: À FRENTE DE,
ATRÁS DE, À ESQUERDA DE, À DIREITA DE.

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19

Autoavaliação

SIM NÃO

CONSIGO IDENTIFICAR
QUAL É O MEU LADO
DIREITO?

CONSIGO IDENTIFICAR
QUAL É O MEU LADO
ESQUERDO?

Gabarito
1. a) Os alunos devem circular o gira-gira.
b) Os alunos devem indicar o menino que está descendo pelo escorregador.
2. Os alunos podem indicar a posição da criança desenhada em relação a outra criança (como “à
frente da menina que espera sua vez de subir no escorregador”), mas espera-se que eles utili-
zem o escorregador como referência e informem que o menino está descendo pelo escorrega-
dor.

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20

Propostas de acompanhamento da
aprendizagem
PRIMEIRO BIMESTRE
NOME: ______________________________________________ TURMA: 1º ANO ________

PROFESSOR(A): ________________________________ DATA: ______/______/______

1. ASSINALE A SITUAÇÃO QUE CONTRIBUI DE FORMA


POSITIVA PARA A CONVIVÊNCIA EM SALA DE AULA.
( ) ALUNOS E PROFESSORES DEVEM ELABORAR REGRAS
DE CONVIVÊNCIA PARA A SALA DE AULA.
( ) CADA ALUNO PODE FAZER TUDO O QUE QUISER NA
SALA DE AULA.
( ) NINGUÉM PRECISA RESPEITAR AS REGRAS DA SALA
DE AULA.
( ) QUANDO UM COLEGA DESRESPEITA AS REGRAS,
PODEMOS SER AGRESSIVOS COM ELE.

2. QUAL REGRA VOCÊ CONSIDERA MAIS IMPORTANTE EM


SUA SALA DE AULA? POR QUÊ?

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21

3. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UMA ATITUDE QUE NÃO


AJUDA A MANTER A BOA CONVIVÊNCIA NA SALA DE AULA.

4. AGORA DESENHE A ATITUDE QUE, EM SUA OPINIÃO, É


MAIS IMPORTANTE PARA MANTER A BOA CONVIVÊNCIA
ENTRE OS COLEGAS E O PROFESSOR.

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5. OBSERVE A SEQUÊNCIA DE CENAS A SEGUIR.

ILUSTRAÇÕES: RAITAN OHI

NOTE QUE, NA ÚLTIMA CENA, A MENINA SE MACHUCOU


PORQUE SEU IRMÃO NÃO SEGUIU UMA REGRA DE SUA
CASA: A DE "GUARDAR OS BRINQUEDOS DEPOIS DE
BRINCAR". PARA EVITAR QUE ALGUÉM SE MACHUQUE
NOVAMENTE, O QUE PODE SER FEITO?
ASSINALE A ALTERNATIVA QUE MOSTRA A MELHOR OPÇÃO
PARA EVITAR ACIDENTES, COMO O DA MENINA, NA CASA EM
QUE AS CRIANÇAS VIVEM.
( ) AS CRIANÇAS NÃO BRINCAREM MAIS NA SALA.
( ) AS CRIANÇAS GUARDAREM OS BRINQUEDOS DEPOIS DE
BRINCAR.
( ) AS CRIANÇAS NÃO GANHAREM MAIS BRINQUEDOS.
( ) NÃO HAVER MAIS REGRAS NA CASA DAS CRIANÇAS.

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6. USANDO A LEGENDA A SEGUIR, INDIQUE O PERÍODO DO


DIA EM QUE OCORREM AS SITUAÇÕES.

DIA NOITE
DAWIDSON FRANÇA CAMILA DE GODOY

ALMOÇAR. DORMIR. BRINCAR.

ESTUDAR. LER.

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7. UMA DAS AFIRMAÇÕES A SEGUIR NÃO ESTÁ CORRETA.


ASSINALE-A.
( ) DURANTE A NOITE NÃO CONSEGUIMOS VER O SOL.
( ) A MAIORIA DAS PESSOAS UTILIZAM A NOITE PARA
DORMIR E DESCANSAR.
( ) DURANTE O DIA, NÃO CONSEGUIMOS FAZER MUITAS
ATIVIDADES.
( ) DURANTE O DIA, O SOL ESTÁ NO HORIZONTE.

8. DESENHE UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ FAZ EM CADA UM


DOS PERÍODOS INDICADOS ABAIXO.

MANHÃ

TARDE

NOITE

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9. ASSOCIE AS IMAGENS A SEGUIR AOS DIFERENTES


PERÍODOS DO DIA.

TARDE

ILUSTRAÇÕES: LEONARDO CONCEIÇÃO

NOITE

MANHÃ

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10. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.

FABIANA FAIALLO

ASSINALE A ALTERNATIVA QUE INDICA A POSIÇÃO


CORRETA DA BOLA NA IMAGEM.
( ) A BOLA ESTÁ À DIREITA DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ ATRÁS DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ À ESQUERDA DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ À FRENTE DA MENINA.

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11. SIGA AS PISTAS E ACRESCENTE NO DESENHO ABAIXO


OUTROS ELEMENTOS.

CLÁUDIO CHIYO

DESENHE:
• UMA BONECA À DIREITA DO URSINHO;
• UM CARRINHO À ESQUERDA DO URSINHO;
• UMA BOLA À FRENTE DO URSINHO.

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OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS


QUESTÕES 12 E 13.

JOSÉ WILSON MAGALHÃES

12. PINTE A PALAVRA QUE INDICA A POSIÇÃO DOS LIVROS EM


CIMA DA MESA EM RELAÇÃO À MENINA.

FRENTE DIREITA ESQUERDA ATRÁS

13. ASSOCIE A POSIÇÃO DOS ELEMENTOS EM RELAÇÃO À


MENINA. VEJA O EXEMPLO:

CADEIRA ATRÁS

CAMA EM FRENTE

JANELA À DIREITA

MESA À ESQUERDA

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OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS


QUESTÕES 14 E 15.

ILUSTRAÇÕES: REINALDO ROSA

14. QUEM ESTÁ À FRENTE DA MENINA QUE JOGA PETECA?

( ) ( )

( ) ( )

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15. O QUE ESTÁ ATRÁS DO BALANÇO?


( ) UMA ÁRVORE.
( ) GAROTOS JOGANDO BOLA.
( ) UM ESCORREGADOR.
( ) UM MENINO E UMA MENINA JOGANDO PETECA.

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Primeiro bimestre − Gabarito

Habilidade trabalhada nas atividades de 1 a 5

(EF01GE04) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola
etc.).

1. Espera-se que todos os alunos assinalem a primeira afirmativa. Explore as demais afirmativas
discutindo as dificuldades que essas atitudes podem causar à convivência dos alunos em sala
de aula.
2. Os alunos podem desenhar a regra escolhida e explicar oralmente para os colegas por que
fizeram essa escolha. Avalie a argumentação do aluno quanto à repercussão da regra no con-
vívio com os colegas.
3. É importante observar se o aluno indica os elementos mais representativos da atitude que
desenhou e se esses elementos estão presentes no contexto de sala de aula.
4. Esse é um momento de expressão dos alunos quanto ao que consideram mais significativo na
convivência em sala de aula. É essencial compreender como eles percebem as questões de
convivência.
5.
( ) As crianças não brincarem mais na sala.
( X ) As crianças guardarem os brinquedos depois de brincar.
( ) As crianças não ganharem mais brinquedos.
( ) Não haver mais regras na casa das crianças.
Espera-se que os alunos marquem a segunda alternativa. Aproveite o momento para comentar
com os alunos que ganhar brinquedos e brincar em diferentes lugares da casa não são o problema,
mas sim não respeitar as regras de guardar os brinquedos depois de brincar, pois, ao deixá-los es-
palhados, as pessoas podem se machucar.

Habilidade trabalhada nas atividades de 6 a 9

(EF01GE05) Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em di-
ferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras.

6. Espera-se que a maior parte dos alunos indique “dormir” como uma atividade noturna e as
demais, como diurnas, mas brincar e ler são atividades que podem ser classificadas por alguns
alunos como noturnas. Explore o uso dos símbolos do dia e da noite perguntando aos alunos
que elementos foram usados para representar cada período.

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7.
( ) DURANTE A NOITE NÃO CONSEGUIMOS VER O SOL.
( ) A MAIORIA DAS PESSOAS UTILIZA A NOITE PARA DORMIR E DESCANSAR.
( X ) DURANTE O DIA, NÃO CONSEGUIMOS FAZER MUITAS ATIVIDADES.
( ) DURANTE O DIA, O SOL ESTÁ NO HORIZONTE.
Espera-se que os alunos assinalem a terceira afirmação. Peça que corrijam oralmente a afir-
mação. Eles devem dizer que o dia costuma ser mais propício que a noite para se fazer as
atividades.
8. O objetivo principal deste exercício é o aluno associar a atividade com o período do dia. Veri-
fique a coerência das respostas deles. Essa atividade também pode servir para aproximá-los
uns dos outros, já que estão iniciando o ano letivo e, por meio dela, podem conhecer ativida-
des comuns também feitas pelos colegas.
9.

TARDE

NOITE

MANHÃ

Ilustrações: Leonardo Conceição

Avalie se o aluno consegue associar a posição do Sol no céu e a presença ou ausência de luz solar
nas imagens com os períodos do dia. Alguns alunos podem sentir dificuldade em relacionar as ima-
gens da manhã e da tarde. Para auxiliá-los, converse com eles sobre a posição do Sol no céu: como
as opções se limitam à manhã e à tarde, você pode associar a imagem do Sol a pino ao período da
tarde e, por eliminação, associar a imagem do Sol em posição mais baixa à manhã.

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Habilidade trabalhada nas atividades de 10 a 15

(EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando refe-
renciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como
referência.

10.
( X ) A BOLA ESTÁ À DIREITA DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ ATRÁS DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ À ESQUERDA DA MENINA.
( ) A BOLA ESTÁ À FRENTE DA MENINA.
Os alunos devem indicar que a bola está à direita da menina (primeira alternativa). A dificul-
dade de parte dos alunos pode ser causada pelo fato de estar de frente para a menina representada
na imagem e que, para responder, eles devem “espelhar” a perna que está mais próxima da bola
(direita). Pode-se observar a dificuldade dos alunos para fazer o espelhamento se eles marcarem a
terceira alternativa como resposta correta.
11.
Essa atividade também demanda que o aluno espelhe as referências, pois as indicações são re-
lativas ao ursinho, que está de frente para quem vê o desenho. Se necessário, use objetos para tornar
mais clara e concreta a posição do ursinho e dos demais objetos representados.
12.
Os alunos devem indicar que os livros estão à direita da menina. Ajude aqueles que sentem
dificuldade de se colocar na posição da menina e, portanto, de orientar-se em relação aos objetos à
direita e à esquerda.
13.

CADEIRA ATRÁS

CAMA EM FRENTE

JANELA À DIREITA

MESA À ESQUERDA

Os alunos devem perceber que a cama está à esquerda da menina; a janela, atrás dela; e a mesa,
à direita. Ajude aqueles que apresentam dificuldade de se colocar na posição da menina e, portanto,
de orientar-se em relação à posição dos objetos (à direita e à esquerda).

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14.

( ) ( )

Ilustrações: Reinaldo Rosa

( ) (x)

Para fazer adequadamente a tarefa, os alunos precisam imaginar-se na posição da menina, o que
não é uma ação simples. Por isso as simulações em sala de aula, com objetos, são necessárias. Assim,
eles poderão corrigir suas respostas. A menina está de frente para o menino com quem joga a peteca,
representado na última alternativa.

15.
( X ) Uma árvore.
( ) Garotos jogando bola.
( ) Um escorregador.
( ) Um menino e uma menina jogando peteca.
Espera-se que os alunos interpretem corretamente a imagem percebendo a perspectiva do dese-
nho. Eles devem indicar a árvore (primeira alternativa). Explique-lhes que, nessa questão, o ponto
de vista do observador é o do leitor da imagem.

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Plano de desenvolvimento bimestral


Segundo bimestre − Brincar e conviver nos espaços públicos

Objetivos de Objetos de
Sequências didáticas Habilidades
aprendizagem conhecimento

1. As brincadeiras variam ao 1. Identificar a diversi- O modo de vida das (EF01GE02) Identificar se-
longo do tempo e de acordo dade de brincadeiras crianças em diferentes melhanças e diferenças en-
com a cultura de diferentes povos e lugares tre jogos e brincadeiras de
Em comum com o compo- em diferentes épocas . diferentes épocas e lugares.
nente de História, esta sequên-
cia didática foi proposta tam- Livro do Aluno
bém no livro de História da
⦁ Unidade 2
coleção, com a intenção de
contribuir, ainda, para o de-
senvolvimento da seguinte ha-
bilidade prevista na BNCC:
(EF01HI05) Identificar seme-
lhanças e diferenças entre jo-
gos e brincadeiras atuais e
de outras épocas e lugares.

2. As crianças brincam 2. Conhecer brincadei- O modo de vida das (EF01GE02) Identificar se-
Em comum com o compo- ras, jogos e brinque- crianças em diferentes melhanças e diferenças en-
nente de História, esta sequên- dos diversos. lugares tre jogos e brincadeiras de
cia didática foi proposta tam- Situações de convívio diferentes épocas e lugares.
bém no livro de História da Livro do Aluno em diferentes lugares
coleção, com a intenção de (EF01GE03) Identificar e re-
⦁ Unidade 2
contribuir, ainda, para o de- latar semelhanças e dife-
senvolvimento da seguinte ha- renças de usos do espaço
bilidade prevista na BNCC: público (praças, parques)
(EF01HI05) Identificar seme- para o lazer e diferentes
lhanças e diferenças entre jo- manifestações.
gos e brincadeiras atuais e
de outras épocas e lugares.

3. A convivência com os vizi- 3. Apontar regras de


nhos convívio da vizi-
Brincar em espaços públicos nhança que valorizem
implica também conviver com o respeito e a colabo-
vizinhos e moradores do lugar ração.
em que se vive. Essa convivên-
cia pode ser enriquecedora se Livro do Aluno
as crianças observam as regras
⦁ Unidade 2
que organizam o uso de cada
espaço.

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Proposições didáticas
Diversas brincadeiras e jogos que entretêm as crianças atualmente têm origem antiga, pois
mesmo o que é antigo pode ser ajustado ou mesmo reinventado por elas no momento da brincadeira.
Existem também várias brincadeiras e jogos que são comuns a diversas culturas. Brincar é uma ati-
vidade muito dinâmica, o que implica grande diversidade.
Muitas escolas recuperam brincadeiras e jogos antigos em projetos como este, proposto para o
bimestre, articulando esse repertório à questão do excesso de consumo. Esse tipo de discussão é
importante na atualidade porque as crianças nessa faixa etária são muito pressionadas pelas estra-
tégias de comunicação da indústria para consumir brinquedos e outros objetos que medeiam a brin-
cadeira. Assim, brincar tem sido cada vez mais associado aos brinquedos, que são objetos de um
lucrativo negócio.
Trabalhar com os alunos diferentes brincadeiras e jogos é uma forma de aumentar o repertório
lúdico deles, contribuindo para que valorizem a interação com outras crianças, o que diminui o im-
pacto do consumo na infância.
Brincar é uma atividade própria da infância. Mexer-se, correr, inventar jogos e também criar
brinquedos são um direito de todas as crianças.
Por fim, já é comum associar a vida nas cidades a um esvaziamento da convivência com vizinhos.
É muito provável que essa associação surja nas conversas em sala de aula. Comente com os alunos
que, nas cidades, os conflitos entre vizinhos são cada vez mais comuns nos tribunais, portanto não
é adequado afirmar que a convivência entre vizinhos se esvaziou; na verdade, ela pode ter se empo-
brecido, pois a ausência de vínculos afetivos dificulta, em algumas situações, a conversa e o enten-
dimento. Os alunos devem ser incentivados a relatar na sala de aula suas experiências na vizinhança,
principalmente quando brincam em espaços coletivos.

Acompanhamento da aprendizagem
Brincar é um assunto que atravessa os objetivos de diversos componentes curriculares, como
Ciências, Educação Física e Arte. Na escola, o brincar é dirigido e atende ao propósito do brincar
espontâneo das crianças em outros ambientes; nela, pretende-se ampliar o repertório de brincadeiras
conhecidas, observar mudanças sociais por meio dessa atividade e, ainda, proporcionar aos alunos
a vivência de novas práticas corporais. A observação, parte da avaliação, deve, portanto, considerar
a realização desses propósitos em cada atividade sugerida.
No final do bimestre podem ser utilizadas as questões da seção Propostas de acompanhamento
da aprendizagem para mensurar se os alunos alcançaram os objetivos traçados.

O que é essencial para avançar nos estudos?


No final do bimestre, os alunos devem ter alcançado, pelo menos parcialmente, as habilidades
que elencamos para o período. São elas:
• (EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épo-
cas e lugares.
• (EF01GE03) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças,
parques) para o lazer e diferentes manifestações.

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Projeto integrador
Título: Brincadeiras, jogos e brinquedos em diferentes tempos.
Produto final: Proponha aos alunos a elaboração de livretos manuais com instruções visuais de
brincadeiras e jogos antigos.
Duração: 10 aulas.
Justificativa: Brinquedos, brincadeiras e jogos fazem parte do cotidiano de toda criança. Por
meio deles, é possível explorar as mais diversas formas de representação social, de forma lúdica e
divertida. Por esse motivo, propor aos alunos uma pesquisa com as pessoas de seu convívio possi-
bilita-lhes conhecer diferentes brincadeiras de antigamente que ainda permanecem atuais e, no caso
deles, na sociedade mais próxima, que é a família e a comunidade escolar. Esse pode ser um impor-
tante momento para relacionar a diversidade social às brincadeiras que fazem parte do cotidiano
deles.

Objetivos
1. Pesquisar brincadeiras e jogos antigos.
2. Informar, por meio de linguagem verbo-visual, como brincar e/ou construir brinquedos.
Competências gerais desenvolvidas
1. Utilizar conhecimentos das linguagens verbal (oral e escrita) e/ou verbo-visual (como Libras),
corporal, multimodal artística, matemática, científica, tecnológica e digital, para expressar-se
e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e, com eles,
produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
2. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e
experiências que possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer
escolhas alinhadas ao seu projeto de vida pessoal, profissional e social, com liberdade, auto-
nomia, consciência crítica e responsabilidade.

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Componente
Objetos de conhecimento Habilidade
curricular

A vida em casa, a vida na escola e (EF01HI05) Identificar semelhanças e diferenças


formas de representação social e es- entre jogos e brincadeiras atuais e de outras épo-
História
pacial: os jogos e brincadeiras como cas e lugares.
forma de interação social e espacial

(EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças


O modo de vida das crianças em dife-
Geografia entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e
rentes lugares
lugares.

(EF12EF01) Experimentar e fruir diferentes brin-


cadeiras e jogos da cultura popular presentes no
contexto comunitário e regional, reconhecendo e
respeitando as diferenças individuais de desem-
penho dos colegas.
(EF12EF02) Explicar, por meio de múltiplas lin-
guagens (corporal, visual, oral e escrita), as brin-
Brincadeiras e jogos da cultura popu- cadeiras e jogos populares do contexto comunitá-
Educação Física lar presentes no contexto comunitário rio e regional, reconhecendo e valorizando a im-
e regional portância desses jogos e brincadeiras para suas
culturas de origem.
(EF12EF04) Colaborar na proposição e na produ-
ção de alternativas para a prática, em outros mo-
mentos e espaços, de brincadeiras e jogos e de-
mais práticas corporais tematizadas na escola,
produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais)
para divulgá-las na escola e na comunidade.

(EF01LP19) Planejar, com a ajuda do professor, o


texto que será produzido, considerando a situa-
ção comunicativa, os interlocutores (quem es-
creve/para quem escreve); a finalidade ou o pro-
Língua Portuguesa Planejamento do texto
pósito (escrever para quê); a circulação (onde o
texto vai circular); o suporte (qual é o portador
do texto); a linguagem, organização, estrutura; o
tema e assunto do texto.

Leitura de tabelas e de gráficos de co-


lunas simples (EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em
gráficos de colunas simples.

Matemática Coleta e organização de informações (EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até


duas variáveis categóricas de seu interesse e uni-
verso de até 30 elementos, e organizar dados por
Registros pessoais para comunicação meio de representações pessoais.
de informações coletadas

Material:
• papel kraft;
• papel colorido;
• papel sulfite A3.

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Procedimentos
Primeira etapa – Pesquisa e tabulação de dados
Com os alunos, faça um levantamento das brincadeiras favoritas deles. Pergunte, por exemplo:
De que maneira vocês preferem brincar? Vocês brincam sozinhos ou em grupos? Onde vocês brin-
cam? Ao ar livre? Em locais fechados?
Peça aos alunos que entrevistem os adultos com quem convivem para saber quais eram as brin-
cadeiras favoritas deles. A quantidade ideal de entrevistados para a atividade é cerca de cinco adul-
tos, aos quais os alunos devem perguntar quais eram as brincadeiras preferidas deles e pedir que
expliquem como elas eram. Solicite aos alunos que levantem pelo menos duas brincadeiras por
adulto.
Marque uma data para que eles tragam as respostas.
Para que os alunos possam organizar os dados coletados nas entrevistas, organize com eles uma
tabela, como a do modelo a seguir.

NOME BRINCADEIRA FAVORITA

ENTREVISTADO 1

ENTREVISTADO 2

ENTREVISTADO 3

ENTREVISTADO 4

ENTREVISTADO 5

Oriente os alunos a escutar do entrevistado a explicação da brincadeira e, se possível, registrá-


-la. É possível que uma mesma brincadeira seja nomeada de forma diferente, dependendo da idade
e da origem geográfica do entrevistado.
Em sala de aula, organize a tabulação dos dados. Elabore em papel kraft uma tabela como a
sugerida a seguir.

NÚMERO DE VEZES QUE TOTAL (EM ALGARISMO


NOME DA BRINCADEIRA
ELA FOI CITADA ARÁBICO)

AMARELINHA 17

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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As explicações das brincadeiras registradas pelos alunos podem ser utilizadas no final, na reu-
nião dos resultados.
Com os dados tabulados, proponha aos alunos a construção de um gráfico de coluna. Para isso,
na folha de papel kraft cole pequenos pedaços de papel colorido cortados em quadrados – aproveite
o momento para conversar com os alunos sobre as características dessa forma geométrica. Os alunos
deverão escolher uma cor para representar cada brincadeira. Ao montar o gráfico, eles devem colar
na coluna da brincadeira o número de quadrados que corresponde à quantidade de vezes que a
brincadeira foi citada. No final da montagem, oriente-os a elaborar uma legenda colando um qua-
drado e escrevendo, à frente dele, o nome da brincadeira correspondente àquela cor. Sugerimos o
seguinte modelo:

Reinaldo Rosa

Segunda etapa
Proponha aos alunos que confeccionem livretos nos quais expliquem às pessoas as regras das
brincadeiras e jogos pesquisados por eles e também como construir os brinquedos necessários para
brincá-las. É conveniente que se organizem em grupos e que cada grupo fique responsável por uma
brincadeira/jogo e/ou brinquedo.
É fundamental que os alunos compreendam o que se espera deles nesse trabalho. O primeiro
passo é montar um livreto, de forma que eles conheçam o produto final. Assim, eles podem saber o
espaço disponível para elaborar as instruções de brincadeiras e jogos, assim como de construção de
brinquedos, se necessário.
Verifique o modelo da montagem de um livreto. Sugerimos que você traga para a sala de aula
os materiais necessários e distribua-o aos grupos, junto com as instruções de como montar o livreto.
Providencie também um livreto pronto para que os alunos possam verificar como fica o produto
final e possam acompanhar as instruções visuais de montagem do livreto em conjunto com as ori-
entações dadas em aula. Isso possibilitará que eles identifiquem o potencial das informações exclu-
sivamente visuais e as respectivas limitações dessa linguagem, que podem ser superadas pelo uso
de linguagem verbal.

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qualquer suporte ou formato. São permitidas a modificação, a adaptação e a criação para fins não comerciais, com a atribuição do devido crédito. Mudanças devem
ser indicadas, além de um link para a licença.
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Reinaldo Rosa

Fonte: TukiToku. How to maximise your used paper. Disponível em: <https://visual.ly/community/infographic/how/how-maximise-your-
used-paper>. Acesso em: 13 out. 2017.

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Terceira etapa
Relembre os alunos que cada grupo deve elaborar um livreto com instruções de uma brincadeira
ou jogo, explicando como brincar e/ou como construir o brinquedo. Eles devem necessariamente
escolher uma das brincadeiras ou jogos entre os mais citados pelos entrevistados.
Oriente os alunos a criar instruções visuais, com pouco texto verbal, como o exemplo a seguir.

DAE

Construção de um avião de papel usando a técnica do origami.

Esse exemplo pode servir como referência para que os alunos compreendam que as instruções
que eles farão devem contar com figuras como elemento central, ou seja, constituirão um texto não
verbal. Explore as instruções visuais para a confecção do avião de papel de forma que eles identifi-
quem o texto delas, contado por meio de recursos visuais. Eles podem, claro, usar algumas palavras
para apoiar as instruções visuais, por exemplo, uma legenda indicando o significado das linhas tra-
cejadas e contínuas.

Quarta etapa
Em grupos, os alunos devem planejar as tarefas a serem realizadas: retomar as regras das brin-
cadeiras e jogos indicados pelos entrevistados ou, se necessário, pesquisar as regras da brinca-
deira/jogo; elaborar os rascunhos dos desenhos que usarão para a explicação.
A essência da metodologia de projetos é a participação dos alunos no planejamento das tarefas,
por isso incentive que cada grupo crie o próprio itinerário. Assim, não deve ser imposto um modelo
de planejamento à turma.
No fim do planejamento, elabore com os alunos um cronograma das atividades a serem realiza-
das definindo o que será feito por eles na escola e o que será feito em casa.

Quinta etapa
Programe com os alunos um evento em que eles distribuam os livretos e ensinem outras pessoas
a brincar. Eles também podem organizar oficinas e utilizar o livreto como material didático. No dia

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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do evento, os adultos e crianças convidadas deverão conhecer o processo de trabalho dos alunos e o
livreto com as regras e também brincar com os alunos.

Avaliação
Peça aos alunos para guardar os protótipos montados e organizá-los na ordem cronológica. En-
tão, proponha que eles façam uma autoavaliação do respectivo grupo. Sugerimos, a seguir, um qua-
dro com perguntas que podem ajudá-los nessa tarefa.

O QUE VOCÊS PLANEJARAM NO INÍCIO DEU CERTO?

HOUVE GRANDES MUDANÇAS NOS PLANOS INICIAIS?

O QUE NÃO FUNCIONOU NO PRIMEIRO PROTÓTIPO?

COMO FORAM SOLUCIONADOS OS PROBLEMAS?

VOCÊS PEDIRAM A ALGUÉM PARA SEGUIR AS INSTRU-


ÇÕES DO LIVRETO E VERIFICAR SE ELAS FUNCIONAM?
QUAL FOI O RESULTADO?

Fazer protótipos e testar as instruções com os colegas são etapas essenciais da construção de um
objeto. Ao avaliar as diferenças entre o planejado inicialmente e o produto final, os alunos podem
aperfeiçoar cada etapa de elaboração do projeto desenvolvendo importantes habilidades.

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Sequências didáticas
Sequência didática 1: As brincadeiras variam ao longo do
tempo e de acordo com a cultura
Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

1. Identificar a diversidade de O modo de vida das crianças em dife- (EF01GE02) Identificar semelhan-
brincadeiras em diferentes po- rentes lugares ças e diferenças entre jogos e
vos e em diferentes tempos. brincadeiras de diferentes épocas
e lugares.

Objetivo e conteúdos de ensino


O tema principal desta sequência didática é a diversidade das brincadeiras ao redor do mundo.
Propõe-se, assim, aos alunos o contato com diferentes brincadeiras de diferentes locais e de diversos
povos, com o intuito de fazê-los perceber o quão dinâmica e variada é a sociedade humana.

Duração
6 aulas

Onde realizar
As etapas desta sequência didática podem ser desenvolvidas na sala de aula, em espaços amplos
ou ao ar livre para a vivência de brincadeiras e construção de brinquedos.
Nas etapas de pesquisa, pode ser usada a sala de informática, se houver. Caso a escola não ofe-
reça aos alunos acesso à internet, você pode imprimir os conteúdos on-line mais interessantes e trazer
para a sala de aula.

Material:
• material que seria descartado (sucatas, embalagens recicláveis etc);
• brinquedos antigos.
A atividade de vivência com brincadeiras antigas pode ser mais rica se os alunos tiverem contato
com brinquedos antigos. Você pode organizar, entre os responsáveis dos alunos e funcionários da
escola, uma coleta de brinquedos que eles possam ter guardado da infância deles.

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Converse com os alunos sobre os conhecimentos deles a respeito de brinquedos e brincadeiras.
Faça perguntas como: Por que brincar é uma das atividades preferidas das crianças? Vocês gostam
de brincar? Em quais lugares vocês costumam brincar com mais frequência? E qual é a brincadeira
preferida de cada um de vocês? Quais são as brincadeiras e os brinquedos preferidos da turma? As
crianças brincam do mesmo jeito em todos os lugares do mundo? Será que em outros lugares as
crianças brincam com os mesmos brinquedos?
Amplie a discussão sobre a cultura do brincar, trabalhando com o grupo uma das leituras suge-
ridas a seguir. Essas leituras auxiliarão os alunos a conhecer brincadeiras e brinquedos das crianças
de várias regiões do Brasil e do mundo.

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qualquer suporte ou formato. São permitidas a modificação, a adaptação e a criação para fins não comerciais, com a atribuição do devido crédito. Mudanças devem
ser indicadas, além de um link para a licença.
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• Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil, de Renata Meirelles (Terceiro
Nome, 1997).
• O jogo da onça e outras brincadeiras indígenas, de Maurício Lima e Antônio Barreto (Panda Books,
2005).
• Para conhecer mais brincadeiras de origem indígena, a turma poderá explorar, também, o site:
Povos Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em: <https://mirim.org/como-vivem/brincadei-
ras>. Acesso em: 18 out. 2017.
• Folclorices de Brincar, de Mércia Maria Leitão e Neide Duarte (Editora do Brasil, 2012).
É importante que as crianças percebam, durante essa atividade, que muitas brincadeiras do pas-
sado foram incorporadas à nossa atual cultura, por isso, são consideradas atemporais. Outras foram
desaparecendo aos poucos, por causa das transformações do modo de vida dos diferentes grupos
sociais. Atualmente, as crianças que moram em grandes centros urbanos, por exemplo, não brincam
mais na rua, realidade que contribuiu para o desaparecimento, neste contexto, de algumas brinca-
deiras do passado.
Conclua esse momento com as seguintes questões: Quantos brinquedos e brincadeiras diferen-
tes vocês conheceram com essa leitura? Vocês sabem diferenciar um brinquedo de uma brincadeira?
Existe brincadeira sem brinquedo? As brincadeiras e os brinquedos são iguais em todas as partes do
mundo? Por quê? O que é preciso para brincar?
É importante que os alunos percebam que brincar faz parte da história da humanidade, por isso,
está presente em todas as culturas. Porém, o espaço geográfico ocupado pelos diferentes grupos
sociais e as características sociais, econômicas e culturais de cada povo determinam as diferenças no
modo de brincar desses grupos.
Proponha à turma uma sistematização dos objetos de conhecimento estudados. Para isso, ela-
bore coletivamente alguns cartazes com listas de brinquedos e brincadeiras do lugar de vivência dos
alunos, além de outros lugares do Brasil e do mundo que foram indicados pela leitura. Veja a seguir
alguns critérios para a elaboração das listas e dos cartazes.
Critérios
• Para brincar ao ar livre
• Para brincar em grupos
• Para brincar sozinho
• Para mexer o corpo
• Faz de conta e imaginação
• Com brinquedos
• Sem brinquedos
• Brinquedos e jogos estruturados
• Brinquedos inventados
• Brinquedos tecnológicos

3a e 4a aulas
Convide os alunos para brincar. Para isso, organize a turma em grupos e peça que cada grupo
escolha, das listas elaboradas na aula anterior, as brincadeiras que gostariam de vivenciar e alguns
brinquedos que poderiam construir. Essa atividade pode ser feita com o professor de Educação
Física.

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Proponha aos alunos que discutam as regras da brincadeira escolhida e que se organizem para
brincá-la. Os alunos que optarem pela construção de brinquedos devem ter à disposição materiais
diversificados para a atividade, como barbante, papel, caixas, garrafas PET, pedras, galhos, pedaços
de madeira, bolinhas de gude, lã, tecidos, cola etc.
Depois da atividade, converse com a turma sobre como se sentiram durante as brincadeiras. O
que aprenderam ao brincar? E durante a construção dos brinquedos? Para brincar, é preciso ter brin-
quedos? Esses brinquedos precisam ser brinquedos comprados?
Atividade complementar
Proponha aos alunos uma conversa sobre o consumo de brinquedos industriais. Pergunte:

1. ESSA É UMA SITUAÇÃO COMUM EM SEU DIA A DIA?


2. COMO VOCÊ CUIDA DE SEUS BRINQUEDOS?
3. O QUE FAZ COM OS BRINQUEDOS COM OS QUAIS NÃO
BRINCA MAIS?
4. QUE TAL ORGANIZAR UMA FEIRA DE TROCA DE
BRINQUEDOS?
Eles podem organizar uma feira na escola nas semanas que antecedem o Dia da Criança, por
exemplo.

5a e 6a aulas
Traga para sala de aula alguns brinquedos, como pião, bolinhas de gude, peteca, corda e outros
brinquedos antigos. Proponha aos alunos que brinquem com eles.
Se possível, deixe que eles experimentem os brinquedos e tentem descobrir como funcionam.
Permita aos alunos que conheçam os brinquedos para compartilhar seu conhecimento com os cole-
gas. Pergunte a eles por que alguns desses brinquedos são ainda hoje amplamente conhecidos e
outros não.
Leituras complementares
Proponha aos alunos a leitura do livro A história do brinquedo, de Cristina Von (Alegro, 2001). O
livro conta a origem e a história dos brinquedos que marcaram a infância de muitas gerações. Conta
também a história de doze fábricas brasileiras de brinquedos.
Outras leituras interessantes que tratam de brinquedos do passado são:
• Crianças do Brasil: suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos, de Renato Kaufmann (Peirópolis,
2010).
• As crianças na História: modos de vida de diferentes épocas e lugares, de Chris e Melaine Rice (São
Paulo: Ática, 1998).
Na sala de informática, você pode propor a montagem de um museu virtual com imagens de
brincadeiras e brinquedos de diferentes épocas, lugares e culturas.

Como avaliar
Para uma avaliação individual, sugerimos as atividades a seguir.

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qualquer suporte ou formato. São permitidas a modificação, a adaptação e a criação para fins não comerciais, com a atribuição do devido crédito. Mudanças devem
ser indicadas, além de um link para a licença.
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1. CIRCULE O NOME DAS BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS DO


PASSADO QUE AINDA FAZEM PARTE DA INFÂNCIA. DEPOIS,
PINTE COM UM LÁPIS COLORIDO OS BRINQUEDOS E AS
BRINCADEIRAS DA ATUALIDADE.

PULAR ESCONDE-
CIRANDA VIDEO GAME
CORDA -ESCONDE

BONECA BOLINHA DE
PIÃO AMARELINHA
FALANTE GUDE

CARRINHO DE CABO DE
CONTROLE REMOTO ROBÔS
GUERRA

2. MARQUE COM UM X A BRINCADEIRA QUE SE PODE


BRINCAR SOZINHO.
( ) QUEIMADA
( ) BAMBOLÊ
( ) CIRANDA
( ) CABRA-CEGA

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos, peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

CONHECI BRINCADEIRAS DE
DIFERENTES LUGARES?

CONHECI BRINCADEIRAS DE
DIFERENTES TEMPOS?

BRINQUEI COM DIFERENTES


BRINCADEIRAS?

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas deles em relação ao que conseguiram desenvolver nas avaliações
individuais.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos circulem as seguintes palavras: ciranda, pular corda, esconde-esconde,
pião, amarelinha, bolinha de gude, cabo de guerra. Os itens que devem ser pintados são: video
game, boneca falante, carrinho de controle remoto e robô.
2. Espera-se que os alunos assinalem a segunda alternativa; o bambolê até pode ser disputado
em grupo, mas apenas uma criança por vez pode brincar com ele. As demais brincadeiras
precisam de um grupo maior de crianças para acontecerem.

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Sequência didática 2: As crianças brincam


Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

2. Conhecer brincadeiras, jo- O modo de vida das crianças em diferentes (EF01GE02) Identificar seme-
gos e brinquedos diversos. lugares lhanças e diferenças entre jo-
Situações de convívio em diferentes lugares gos e brincadeiras de dife-
rentes épocas e lugares.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo dessa sequência didática é dar continuidade ao trabalho desenvolvido na sequência
anterior, apresentando às crianças a diversidade da brincadeira.

Duração
3 aulas

Material:
• papel quadriculado;
• papel colorido.

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Inicie a aula perguntando aos alunos: Que atividades fazem parte de sua rotina diária? Dessas
atividades, quais são suas preferidas? Por quê?
As respostas a essas perguntas podem variar de acordo com os hábitos e costumes dos alunos.
Espera-se que “brincar” seja a resposta dada pela maioria. Continue a conversa: Você gosta de brin-
car? Por quê? E por que brincar é uma das atividades preferidas das crianças?
Faça coletivamente uma pesquisa para saber como e onde eles costumam brincar, e quais são
suas brincadeiras e brinquedos preferidos. Sugerimos algumas perguntas a seguir.

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1. ONDE VOCÊ COSTUMA BRINCAR?


( ) NA ESCOLA.
( ) EM CASA.
( ) NO PARQUE.
( ) NA RUA.
( ) NA CASA DOS COLEGAS.
( ) EM OUTRO LUGAR: _________________________________________

2. QUAL É SUA BRINCADEIRA FAVORITA?

3. E QUAL É SEU BRINQUEDO FAVORITO?

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Os alunos podem responder às questões uma a uma, ou você pode pedir que respondam a esse
questionário em casa. O passo seguinte é contar as respostas da questão 1, em que foram oferecidas
alternativas, e reunir as respostas semelhantes das questões abertas. Sugerimos fazer essa contagem
na lousa, para que todos os alunos possam contar juntos.

3a aula
Com os dados organizados, proponha à turma a elaboração de gráficos de barras, que são textos
visuais construídos com base nos dados estatísticos.
Para essa atividade, traga para a sala de aula folhas de papel quadriculado. Os alunos podem
usar esse papel para pintar o gráfico. Combine com eles que cada quadradinho vale 1 resposta, assim
eles terão de pintar uma coluna de quadradinhos com base nas respostas apresentadas, por exemplo,
se 4 alunos indicaram que preferem brincar na escola, eles deverão escolher uma cor de lápis, pintar
com ela uma coluna de 4 quadradinhos e escrever, no final da coluna, o nome "escola".
Após a elaboração dos gráficos, convide os alunos a interpretar os resultados obtidos. Peça que
observem quais as colunas com mais quadradinhos pintados e qual categoria elas representam. Im-
portante que eles percebam, por meio da observação do gráfico, quais são os locais com maior e
menor preferência dos alunos.
Atividade complementar
Com o objetivo de ampliar o repertório dos alunos em relação à cultura do brincar, sugerimos a
leitura a seguir.
Você não vem brincar?, de Ilan Brenman (Brinque Book, 2016). A obra conta a história de Pedro,
um menino que fica distraído com seus brinquedos eletrônicos e acaba se esquecendo que existem
outras formas de brincar. Esse livro retrata um problema atual vivenciado por muitas crianças. As
ilustrações do livro também são uma excelente oportunidade de reflexão.

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Após a leitura, converse com os alunos sobre a realidade de Pedro, comparando-a com os hábi-
tos e costumes dos alunos:

1. PARA PEDRO, O QUE É BRINCAR?


2. E PARA VOCÊS, O QUE É BRINCAR?
3. A REALIDADE DE PEDRO É SEMELHANTE À DA NOSSA
TURMA?
4. NO QUE É SEMELHANTE?
5. E DIFERENTE?
6. QUAL É O BRINQUEDO PREFERIDO DE PEDRO?
7. E QUAIS SÃO OS BRINQUEDOS PREFERIDOS DE NOSSA
TURMA?
8. QUAL É A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS NA VIDA DE
UMA CRIANÇA?
Como avaliar
Para uma avaliação individual, sugerimos as atividades a seguir.

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1. ORGANIZE AS PALAVRAS ABAIXO DENTRO DA TABELA,


CLASSIFICANDO-AS EM BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS.
VEJA O EXEMPLO:

AMARELINHA BOLA BONECA


ESCONDE-ESCONDE PASSA-ANEL CABRA-CEGA
CARRINHO BOLINHA DE GUDE CABO DE GUERRA
PIÃO PIPA SKATE
TELEFONE SEM FIO QUEIMADA MORTO-VIVO

BRINCADEIRA BRINQUEDOS

AMARELINHA BOLA

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2. DESENHE NO ESPAÇO ABAIXO SUA BRINCADEIRA


FAVORITA E O LOCAL EM QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE
BRINCAR.

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos, peça a eles que identifiquem se atingiram os objetos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

PARTICIPEI DE UMA
PESQUISA?

ORGANIZEI DADOS EM UMA


TABELA?

CONSEGUI ELABORAR UM
GRÁFICO DE COLUNAS?

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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas deles em relação ao que conseguiram desenvolver nas avaliações
individuais.

Gabarito
1. Na coluna de brincadeira, os alunos devem responder: amarelinha, esconde-esconde, passa-
-anel, cabra-cega, cabo de guerra, telefone sem fio, queimada, morto-vivo. Na coluna de brin-
quedos, os alunos devem responder: bola, boneca, carrinho, bolinha de gude, pião, pipa, skate.
2. Avalie se os alunos conseguiram, por meio do desenho, representar o local da brincadeira e a
brincadeira que mais gosta de brincar.

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Sequência didática 3: A convivência com os vizinhos


Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

3. Apontar regras de convívio Situações de convívio em diferentes (EF01GE03) Identificar e relatar


da vizinhança que valorizem o lugares semelhanças e diferenças de usos
respeito e a colaboração. do espaço público (praças, par-
ques) para o lazer e diferentes
manifestações.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é iniciar o trabalho com alfabetização cartográfica por meio
de atividades de orientação espacial que utiliza o corpo como referência.

Duração
4 aulas

Material:
• livro Vizinho, vizinha, de Roger Mello (São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002).

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Organize os alunos em uma roda e proponha a leitura do livro Vizinho, vizinha, de Roger Mello
(São Paulo, Companhia das Letrinhas, 2002). Nessa história, dois vizinhos vivem no mesmo andar
de um prédio e não se conhecem bem; ao longo da história, eles vivem situações que os aproximam.
Ainda em roda, promova uma conversa sobre o livro e aproveite para fazer o levantamento de
alguns assuntos sobre a convivência com a vizinhança. Indague os alunos sobre as razões para que
dois vizinhos, tão próximos como os do livro, não convivam muito nem se conheçam bem. Incentive-
-os a compartilhar situações de sua vizinhança, como algum vizinho que saia muito cedo para tra-
balhar e retorne já de noite, ou ainda alguém que trabalhe viajando, como os caminhoneiros, e per-
maneça poucos meses em casa. Se possível, avance para explicações mais complexas, como o modo
de vida nos grandes centros urbanos, que não favorece a convivência entre vizinhos.

3a e 4a aulas
Trabalhe com os alunos o gênero textual história em quadrinhos. Explique brevemente que se
trata de um gênero textual em que a história é dividida em quadros, cada um com uma cena; para
representar a fala dos personagens, os autores usam balões. Se possível, traga algumas histórias em
quadrinhos para a sala de aula ou organize uma visita à biblioteca. Pergunte se eles conhecem e
gostam de histórias em quadrinhos e peça que compartilhem as histórias de que mais gostam.
Em seguida, promova o seguinte trabalho: divida os alunos em grupos e proponha a eles que
criem uma história em quadrinhos sobre a convivência entre vizinhos. Pode-se sugerir que recontem
a história do livro, lido nas aulas anteriores, ou, ainda, oferecer uma problemática para a criação de
uma história nova, cuja temática seja a vizinhança. Uma sugestão de problemática é indicar a criação
de dois personagens que vivem brigando e que precisam da ajuda da vizinhança para solucionar o
conflito.
Ao fim da atividade, peça que os grupos compartilhem sua produção com os colegas e contem
como elaboraram suas histórias.

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Atividade complementar
Aproveite a atividade realizada nas últimas aulas e peça aos alunos que elaborem um desenho
indicando quem são seus vizinhos. Escreva na lousa o exemplo a seguir. Avalie se eles conseguem
identificar o que se pede e, se necessário, oriente-os.

1. COMPLETE O ESQUEMA ABAIXO COM O NOME DE SEUS


VIZINHOS.

QUEM É MEU VIZINHO


DA RUA DE TRÁS OU DO
ANDAR DE CIMA?

__________________________________

QUEM É MEU QUEM É MEU


VIZINHO DA CASA VIZINHO DA CASA
À DIREITA? MINHA À ESQUERDA?
CASA
_________________________ __________________________

QUEM É MEU VIZINHO


DA RUA DA FRENTE OU
DO ANDAR DE BAIXO?

__________________________________

Como avaliar
O livro sugerido traz uma abordagem muito delicada da convivência entre vizinhos, destacando
a solidão de muitas vizinhanças nas grandes cidades. Avalie se na produção dos quadrinhos os alu-
nos expressam uma compreensão do papel da convivência com a vizinhança e da solução de confli-
tos entre vizinhos.
As atividades a seguir podem ser utilizadas na avaliação individual dos alunos.

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60

1. ASSINALE COM UM X AS IMAGENS QUE MOSTRAM


SITUAÇÕES QUE FAVORECEM A CONVIVÊNCIA
ENTRE VIZINHOS.

( )

ILUSTRAÇÕES: RICARDO DANTAS

( )

( )

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61

2. NO ESPAÇO ABAIXO ESCREVA, OU DESENHE, UMA REGRA


DE CONVIVÊNCIA PARA SUA VIZINHANÇA.

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62

Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos, peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

EU APRENDI O QUE É
VIZINHANÇA?

EU APRENDI ATITUDES DE
CONVIVÊNCIA COM A
VIZINHANÇA?

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63

Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas em relação ao que conseguiram desenvolver nas avaliações indi-
viduais.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos assinalem a primeira e a última imagem, que mostram vizinhos com-
partilhando gestos de gentileza. A imagem do meio mostra uma situação em que um busca
vantagem, ao varrer seu lixo para a casa de outro vizinho. Explique que essa não é uma situ-
ação de boa convivência, mas sim de uma atitude de falta de respeito com a vizinhança.
2. Incentive os alunos a desenhar as regras e, em seguida, escrever pelo menos uma palavra que
indique a regra desenhada. Se for conveniente, organize-os em duplas para eles se ajudarem
na hora da escrita.

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Propostas de acompanhamento da
aprendizagem
SEGUNDO BIMESTRE
NOME: ______________________________________________ TURMA: 1º ANO ________

PROFESSOR(A): ________________________________ DATA: ______/______/______

OBSERVE AS IMAGENS DE BRINQUEDOS A SEGUIR PARA


RESPONDER ÀS QUESTÕES 1, 2 E 3.

STUDIO ALIJN/FLICKR.COM
PXHERE.COM

PIÃO.
CARRINHO.

KISUK98/PIXABAY.COM PREFEITURA DE PAULÍNIA/FLICKR.COM

PETECA. CARRINHO DE ROLIMÃ.

ÁRNI DAGUR/WIKIPEDIA.ORG

HAND SPINNER (PIÃO DE DEDO).

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1. QUAL DOS BRINQUEDOS MOSTRADOS É O MAIS


RECENTE?
( ) TODOS OS BRINQUEDOS.
( ) NENHUM DOS BRINQUEDOS.
( ) O PRIMEIRO BRINQUEDO.
( ) O ÚLTIMO BRINQUEDO.

2. E QUAL DOS BRINQUEDOS É DE ORIGEM INDÍGENA?


( ) O CARRINHO.
( ) O PIÃO.
( ) A PETECA.
( ) O CARRINHO DE ROLIMÃ.
( ) HAND SPINNER (PIÃO DE DEDO)

3. VOCÊ COSTUMA BRINCAR COM ALGUM DOS BRINQUEDOS


MOSTRADOS? SE SIM, ESCREVA O NOME DO BRINQUEDO
E DESENHE UMA BRINCADEIRA QUE VOCÊ FAZ COM ELE.
SE NÃO, DESENHE UM BRINQUEDO COM O QUAL VOCÊ
GOSTA DE BRINCAR.

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4. OBSERVE AS PALAVRAS ABAIXO E:


A) PINTE DE AZUL UMA BRINCADEIRA RECENTE;
B) PINTE DE VERMELHO DUAS BRINCADEIRAS EM QUE
USAMOS CORDA;
C) PINTE DE VERDE UMA BRINCADEIRA EM QUE USAMOS
BOLA.

VIDEO PULAR ESCONDE-


CIRANDA QUEIMADA
GAME CORDA -ESCONDE

MÃE DA CABO DE PASSA- CABRA-


AMARELINHA
RUA GUERRA -ANEL -CEGA

TELEFONE MORTO- PULAR


SEM FIO -VIVO SELA

5. PREENCHA A FICHA ABAIXO COM UMA BRINCADEIRA QUE


É MUITO POPULAR NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE.

NOME DA BRINCADEIRA

ORIGEM

ONDE BRINCAR

MATERIAIS NECESSÁRIOS

COMO BRINCAR

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OBSERVE AS IMAGENS ABAIXO PARA RESPONDER ÀS


QUESTÕES 6, 7 E 8.

1 2

REINALDO VIGNATI

MARCO CORTEZ

3 4

VANESSA ALEXANDRE
REINALDO ROSA

6. QUAIS IMAGENS MOSTRAM BRINQUEDOS?


( ) AS IMAGENS 2, 3 E 4.
( ) TODAS AS IMAGENS.
( ) AS IMAGENS 1 E 2.
( ) AS IMAGENS 3 E 4.

7. A IMAGEM NÚMERO 3 MOSTRA CRIANÇAS BRINCANDO.


QUAL É A BRINCADEIRA QUE ELAS ESTÃO FAZENDO?
( ) PULA-SELA.
( ) TELEFONE SEM FIO.
( ) ESCONDE-ESCONDE.
( ) ALERTA.
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8. ESCREVA, NO ESPAÇO ABAIXO, AS REGRAS DA


BRINCADEIRA MOSTRADA NA IMAGEM 3.

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9. FAÇA UM DESENHO OU ESCREVA O NOME DE UM OU DOIS


DOS SEUS BRINQUEDOS PREFERIDOS.

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10. DESCUBRA QUAL É A BRINCADEIRA E ESCREVA O NOME


DELAS NOS ESPAÇOS A SEGUIR.

EM UM GRUPO, UMA PESSOA É ESCOLHIDA PARA


PASSAR O ANEL ENTRE AS DEMAIS, ENQUANTO OUTRA
É ESCOLHIDA PARA ADIVINHAR COM QUEM O ANEL
ESTÁ.

É ESCOLHIDO UM MESTRE PARA COMANDAR A


BRINCADEIRA. O MESTRE DIZ “ELEFANTE COLORIDO”
E AS OUTRAS CRIANÇAS RESPONDEM: “QUE COR?”.
O MESTRE, ENTÃO, FALA UMA COR, E O GRUPO DEVE
PEGAR ALGUM OBJETO QUE TENHA A COR
DETERMINADA PELO MESTRE.

11. QUE ATITUDES SÃO POSITIVAS PARA A CONVIVÊNCIA EN-


TRE VIZINHOS?
( ) NÃO CUMPRIMENTAR O VIZINHO QUANDO O
ENCONTRA NA RUA OU NO CORREDOR DO PRÉDIO.
( ) TOMAR CONTA DO CACHORRO DO VIZINHO QUANDO
ELE VIAJA.
( ) VARRER A SUJEIRA DA CALÇADA PARA A CALÇADA
DO VIZINHO.
( ) ESCUTAR MÚSICA EM ALTO VOLUME.

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12. ASSINALE A IMAGEM QUE MOSTRA UMA BOA CONVIVÊNCIA


ENTRE VIZINHOS.

( ) ( )

RICARDO DANTAS EDUARDO BELMIRO

( ) ( )

RICARDO DANTAS RICARDO DANTAS

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13. VOCÊ TEM UM BOM CONVÍVIO COM SEUS VIZINHOS? FAÇA


UM DESENHO QUE MOSTRE UMA SITUAÇÃO DE BOA CON-
VIVÊNCIA ENTRE VOCÊS.

14. LEIA O RELATO ABAIXO. NELE UMA CRIANÇA CONTA UM


POUCO SOBRE A CONVIVÊNCIA EM SUA VIZINHANÇA.

EU ME MUDEI PARA ESSE BAIRRO HÁ DOIS MESES E ATÉ


HOJE NÃO CONSEGUI CONHECER MEUS VIZINHOS.
NUNCA TEM NINGUÉM NA RUA: AS CRIANÇAS BRINCAM
NAS SUAS CASAS. COMO EU POSSO CONHECER OS VIZI-
NHOS ASSIM?
TEXTO DOS AUTORES.

PROPONHA SOLUÇÕES PARA QUE ESSA CRIANÇA POSSA


CONHECER SEUS VIZINHOS.
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15. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.

EDUARDO BELMIRO

AGORA CRIE UMA HISTÓRIA SOBRE ESSES DOIS


VIZINHOS E CONTE-A PARA OS COLEGAS.

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Segundo bimestre − Gabarito

Habilidade trabalhada nas atividades de 1 a 5

(EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares.

1.
( ) TODOS OS BRINQUEDOS.
( ) NENHUM DOS BRINQUEDOS.
( ) O PRIMEIRO BRINQUEDO.
( X ) O ÚLTIMO BRINQUEDO.
Espera-se que os alunos identifiquem o último brinquedo, o hand spinner, que é uma variação
do pião inventada há pouco tempo. Todos os demais brinquedos foram inventados há mais tempo
e seguem presentes no cotidiano das crianças.
2.
( ) O CARRINHO.
( ) O PIÃO.
( X ) A PETECA.
( ) O CARRINHO DE ROLIMÃ.
( ) HAND SPINNER (PIÃO DE DEDO)
Espera-se que os alunos identifiquem a peteca como o brinquedo de origem indígena.
3. Avalie se os alunos conseguem expressar, por meio do desenho, uma brincadeira relacionada
ao brinquedo escolhido por eles. Para a correção, proponha que compartilhem as respostas de
forma que possam perceber algumas mudanças e permanências relacionadas à cultura do
brincar.
4. Os alunos devem pintar da seguinte maneira: azul (video game); vermelho (pular corda e cabo
de guerra); verde (queimada). Caso eles não tenham lápis de cor, ou não tenham as cores
indicadas, instrua-os a usar outros métodos, como: circular, fazer risquinhos, marcar com as-
teriscos etc. Para os alunos que apresentarem dificuldade em identificar as brincadeiras, faça
uma correção retomando os estudos de brincadeiras realizados nas aulas anteriores.
5. A atividade pode ser feita oralmente, em uma roda de conversa, ou ainda por meio de dese-
nhos, nos quais os alunos mostrem o que está sendo perguntado sobre a brincadeira.

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Habilidades trabalhadas nas atividades de 6 a 10

(EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares.
(EF01GE03) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques) para o
lazer e diferentes manifestações.

6.
( ) AS IMAGENS 2, 3 E 4.
( ) TODAS AS IMAGENS.
( X ) AS IMAGENS 1 E 2.
( ) AS IMAGENS 3 E 4.
Espera-se que os alunos identifiquem como brinquedos a pipa (imagem 1) e a peteca (imagem
2). A resposta correta é, portanto, a terceira alternativa. Pula-sela e esconde-esconde são brincadeiras.
7.
( ) PULA-SELA.
( ) TELEFONE SEM FIO.
( X ) ESCONDE-ESCONDE.
( ) ALERTA.
Espera-se que os alunos identifiquem a brincadeira como esconde-esconde (terceira alternativa).
A brincadeira de pula-sela é a mostrada na imagem 4; as demais não estão incluídas nas imagens.
8. Explore as regras do esconde-esconde: de olhos fechados, uma criança conta até um número
combinado com o grupo, em local escolhido para ser o pique, enquanto as demais se escon-
dem. Ao terminar a contagem, a criança deve sair e procurar as outras e, se encontrar uma
delas, deve retornar rapidamente para bater a mão no pique e dizer alto o nome dessa pessoa.
Se uma das crianças escondidas chegar antes ao pique e bater a mão nele, está a salvo de ser
o próximo pegador.
9. Avalie se os alunos conseguem diferenciar brinquedos de brincadeiras. Observe a dependên-
cia deles no que se refere a brinquedos industrializados e promova uma roda de conversa
para partilhar as respostas e conversar sobre a publicidade relacionada aos brinquedos.
10. Espera-se que os alunos respondam: passa-anel e elefante colorido, respectivamente. Pode
ser interessante substituir as brincadeiras sugeridas por outras típicas da região onde a escola
se localiza.

Habilidade trabalhada nas atividades de 10 a 15

(EF01GE03) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques) para o
lazer e diferentes manifestações.

11.
( ) Não cumprimentar o vizinho quando o encontra na rua ou no corredor do prédio.
( X ) Tomar conta do cachorro do vizinho quando ele viaja.
( ) Varrer a sujeira da calçada para a calçada do vizinho.
( ) Escutar música em alto volume.

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Espera-se que os alunos assinalem a segunda alternativa. Peça aos alunos que indiquem outras
atitudes que também influenciam positivamente a convivência na vizinhança.
12. Espera-se que os alunos reconheçam a imagem da última alternativa como exemplo de ação
positiva para a convivência entre vizinhos. Escutar música em alto volume (primeira alterna-
tiva), discutir com o vizinho (segunda alternativa) ou vandalizar a casa dos vizinhos (terceira
alternativa) não são atitudes positivas de convivência. Converse com os alunos sobre isso.
13. Proponha aos alunos que compartilhem seus desenhos com os colegas e expliquem como a
convivência foi representada. O desenho pode revelar uma ausência de sociabilidade com
vizinhos; converse com a turma a respeito dos conflitos que ocorrem quando vizinhos não
convivem e o que pode ser feito para modificar isso.
14. Se possível, divida os alunos em grupos e peça a eles que listem inciativas que a criança pode
tomar para conhecer seus vizinhos e, assim, ter com quem brincar. Ao fim, peça-lhes que com-
partilhem suas respostas e conversem sobre a situação dessa criança, indicando razões para
que as crianças brinquem sempre dentro de casa.
15. Oriente os alunos na criação das histórias, que podem ser elaboradas em duplas ou em gru-
pos, propondo algumas questões: O que os homens estão fazendo? Eles parecem felizes ou
aparentam estar em conflito?

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Plano de desenvolvimento bimestral


Terceiro bimestre − Os lugares de vivência

Objetivos de Objetos de
Sequências didáticas Habilidades
aprendizagem conhecimento

1. As moradias são diversas 1. Caracterizar as mora- Diferentes tipos de (EF01GE06) Descrever e


A diversidade é uma abordagem dias quanto a sua confi- trabalho existentes comparar diferentes ti-
recorrente nos componentes curri- guração física. no seu dia a dia pos de moradia ou ob-
culares de ciências humanas. jetos de uso cotidiano
Nesta sequência, a moradia é (brinquedos, roupas,
Livro do Aluno
apresentada em três diferentes mobiliários), conside-
⦁ Unidade 3 rando técnicas e materi-
formatos: a casa térrea, o sobrado
e os edifícios de apartamentos. ais utilizados em sua
Trata-se de um primeiro passo produção.
para a construção da ideia de di-
versidade cultural.

2. A moradia é nosso abrigo 2. Reconhecer as fun- Diferentes tipos de (EF01GE01) Descrever


Em grande parte das sociedades, ções da moradia para os trabalho existentes características observa-
a moradia é um objeto técnico de seres humanos e com- no seu dia a dia das de seus lugares de
relativa complexidade cuja cons- pará-las com as funções vivência (moradia, es-
trução fica a cargo de alguns indi- que a moradia tem para cola etc.) e identificar
O modo de vida
víduos. Isso distancia nosso olhar os outros animais. semelhanças e diferen-
das crianças em di-
a respeito da moradia, que tem ças entre esses lugares.
ferentes lugares
como função essencial abrigar os Livro do Aluno
indivíduos das intempéries e
⦁ Unidade 3
conta com exemplos diversos na
natureza.

3. O que fazemos na escola 3. Apontar a função O modo de vida


Apresentar a escola passa, muitas da escola e caracterizar das crianças em di-
vezes, por diversas prescrições: os espaços de aprendi- ferentes lugares
“você deve seguir as regras”, zado.
“precisa prestar atenção” etc. E se
perguntássemos às crianças sobre Livro do Aluno
a experiência que vivem na es-
⦁ Unidade 3
cola? Com o avanço da Educação
Infantil, muitas são as crianças
que chegam ao Ensino Funda-
mental com um repertório interes-
sante de práticas escolares; é im-
portante escutá-los e colocá-los
em acordo a respeito das vivên-
cias escolares que compartilham
na escola.

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Proposições didáticas
O episódio Humanos, da série O que são as coisas?, pode ajudar os alunos a raciocinar a respeito
das moradias do ponto de vista de nossa espécie, que tem necessidades semelhantes e distintas de
outros animais.
• Humanos. França, Planetnemo, 2013. (Série O que são as coisas?). Disponível em: <https://tves
cola.mec.gov.br/tve/video/o-que-sao-as-coisas-humanos>. Acesso em: 1o nov. 2017.
A moradia é um objeto cultural para os seres humanos, um dos motivos que, claro, nos difere
dos demais animais. Há, no entanto, um conjunto amplo de funções que assemelham as moradias
humanas às de outros animais.
Ao abordar diferentes espaços e atividades escolares como fontes de aprendizado, como brincar
e conviver, abre-se caminho para discutir o aprendizado também fora da escola, tanto em institui-
ções que promovem a educação não formal, como centros culturais e esportivos, quanto em espaços
coletivos municipais.

Acompanhamento da aprendizagem
A leitura do livro A Rua do Marcelo proporciona aos alunos um contato com a descrição e a re-
presentação, por meio de ilustrações, de diferentes tipos de moradia, possibilitando que comecem a
criar uma concepção de diversidade cultural e compreendam que as moradias das pessoas não são
iguais. Verifique se conseguem perceber a real função de uma moradia, independentemente do for-
mato e das características que elas podem vir a apresentar.
Os vídeos da série O que são as coisas? indicados na sequência didática trazem para a sala de aula
uma forma diferente de pensar assuntos do cotidiano por meio de várias perguntas cujo objetivo
não é buscar respostas, mas sim propor reflexões. A avaliação deve acompanhar essa perspectiva,
privilegiando a formulação de questões e o debate entre os alunos.
No fim do bimestre, você pode usar as questões das Propostas de acompanhamento da apren-
dizagem para mensurar se os alunos atingiram os objetivos traçados.

O que é essencial para avançar nos estudos?


Ao final do 3o bimestre, os alunos devem ter alcançado, ao menos parcialmente, as habilidades
que elencamos para o período. São elas:
• (EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola
etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares.
• (EF01GE06) Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano
(brinquedos, roupas, mobiliários), considerando técnicas e materiais utilizados em sua
produção.

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Sequências didáticas
Sequência didática 1: As moradias são diversas
Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

1. Caracterizar as moradias Diferentes tipos de trabalho existen- (EF01GE06) Descrever e comparar dife-
quanto a sua configuração tes no seu dia a dia rentes tipos de moradia ou objetos de
física. uso cotidiano (brinquedos, roupas,
mobiliários), considerando técnicas e
materiais utilizados em sua produção.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é levar os alunos a refletir sobre a função da moradia. Além
disso, promove atividades que lhes possibilita identificar diferentes tipos de construção, apren-
dendo a classificá-las, e compreender que as moradias, apesar de terem a mesma função, são dife-
rentes umas das outras.

Duração
4 aulas

Material:
• poema A Casa, de Vinicius de Moraes;
• livro A Rua do Marcelo, de Ruth Rocha (São Paulo: Moderna, 2011);
• materiais reutilizáveis para a montagem de maquetes: caixas, latas, garrafas PET, tampinhas,
papéis coloridos etc.

Como encaminhar
1a aula
Organize uma roda com os alunos e leia para eles o poema A Casa, de Vinicius de Moraes. Esse
poema é encontrado em livros como os indicados a seguir.
• A Arca de Noé, de Vinicius de Moraes (São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1991).
• Encontre-o também publicado no site oficial do poeta. Disponível em: <www.viniciusdemo
raes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/casa>. Acesso em: 3 nov. 2017.
Após a leitura do poema, converse com os alunos a respeito do texto: Sobre o que o texto fala?
Como é a casa do poema? Qual é a importância da casa para a vida das pessoas? Todo mundo tem,
ou deveria ter, uma casa? Por que algumas pessoas não têm casa? Apenas os seres humanos têm
casa? A sua casa é parecida com a casa descrita no poema? Por quê?
Em seguida, proponha aos alunos uma atividade prática: cada um deverá desenhar a própria
casa, do jeito que ela é quando observada de frente. Peça que os alunos pensem na imagem da casa
deles observada do lado oposto da rua em que ela está localizada. Eles deverão incluir no desenho
diversos detalhes, como a cor da fachada, portas, janelas e características do telhado etc.

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Para finalizar a aula, proponha que os desenhos das casas de todos sejam socializados. Após o
compartilhamento dos desenhos, converse com a turma sobre suas moradias: As casas em que vocês
moram são iguais umas das outras? São parecidas ou diferentes? Considerando as características
das casas onde vocês moram, é possível classificá-las em grupos diferentes? Quais critérios podem
ser utilizados para classificar as casas: térrea, sobrado, prédio de apartamentos, sítios etc. Incentive
os alunos a comparar as características físicas de suas casas para classificá-las.

2a aula
Inicie a aula conversando com os alunos sobre as descobertas da aula anterior: O que é uma
casa? Por que temos uma casa? As casas são todas iguais? No que são iguais, no que são diferentes?
Em seguida, proponha à turma a leitura do livro A Rua do Marcelo, de Ruth Rocha (São Paulo:
Moderna, 2011). Na história, Marcelo, o personagem principal do livro, faz comentários sobre os
tipos de casa de sua rua: casas térreas, sobrados, casas construídas em cima de um estabelecimento
comercial, prédios de apartamentos, casas que ficam bem junto da calçada, casas mais afastadas da
calçada, com jardim na frente etc.
Convide os alunos para um exercício de comparação entre as características físicas das casas
onde moram e as das casas da rua de Marcelo: As casas que vocês desenharam são parecidas com
as casas da rua de Marcelo? Quais características são comuns entre as duas? Dependendo da região
do país onde a escola está localizada, outros tipos de casa poderão aparecer nas discussões, como as
palafitas, por exemplo. Após a conversa e o exercício de comparação entre as características das
moradias, proponha ao grupo a montagem de um mural com os desenhos das casas dos alunos,
classificando-as em categorias. Sugerimos alguns critérios a seguir; proponha que os alunos indi-
quem outros.

CASA TÉRREA SOBRADO PRÉDIO DE APARTAMENTOS

Como atividade para casa, peça que os alunos pesquisem em jornais, revistas e sites imagens de
casas bem diferentes de suas moradias. Além das imagens, devem trazer também materiais reutili-
záveis para a montagem de maquetes das casas onde moram: caixas, latas, garrafas PET, tampinhas,
papéis coloridos etc.

3a e 4a aulas
Inicie a aula propondo a cada aluno apresentar ao grupo a imagem da moradia pesquisada por
ele. Incentive-os a rever, no mural que confeccionaram na aula anterior, a classificação das moradias
considerando as pesquisas que fizeram: Como as casas pesquisadas podem ser classificadas? Propo-
nha que eles completem o mural com as imagens pesquisadas. Se possível, contribua para o mural
com imagens de moradias indígenas, de povos ribeirinhos, quilombolas etc.
Em seguida, divida a turma em grupos e proponha a cada grupo confeccionar uma maquete de
casa que reúna características considerando as classificações que propuseram no mural. Eles podem
criar casas cujas características misturem elementos observados nas moradias pesquisadas.
Cada grupo deve apresentar sua maquete pronta à turma.
É importante que os alunos compreendam que chamamos de casa ou moradia o local construído
pelo ser humano com a função de proteger, dar conforto e segurança ao indivíduo e à família.

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qualquer suporte ou formato. São permitidas a modificação, a adaptação e a criação para fins não comerciais, com a atribuição do devido crédito. Mudanças devem
ser indicadas, além de um link para a licença.
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Atividades complementares
Proponha à turma a exploração do site Povos Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em:
<https://mirim.org/como-vivem/casas>. Acesso em: 3 nov. 2017. Por meio da pesquisa, terão a
oportunidade de conhecer as principais características de moradias indígenas e algumas diferenças
entre elas, de acordo com os costumes de cada povo.
Convide a turma para explorar as imagens do livro Wonderful Houses Around The World, de
Yoshio Komatsu (Califórnia: Shelter Publications, 2004). A obra apresenta fotografias e desenhos de
aspectos externos e internos de moradias de grupos sociais de diversos países do mundo, como
Bolívia, Senegal, Togo, Tunísia, Espanha, Romênia, Índia, Mongólia, China e Indonésia. As fotos,
imagens e textos possibilitam ao leitor ampliar seus conhecimentos sobre as características das
moradias, estabelecendo relações entre o espaço geográfico que ocupam e os materiais utilizados
nas construções, bem como compreender as relações entre as formas de organização das moradias e
os costumes e necessidades dos grupos sociais que ocupam as regiões onde as casas se localizam.

Como avaliar
A sequência didática é composta de diversas atividades que propiciam observar de que forma
os alunos identificam as características das moradias; essa observação é o principal recurso de ava-
liação desta sequência didática.
Para uma avaliação individual, sugerimos as seguintes atividades:

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1. NO ESPAÇO ABAIXO, FAÇA UM DESENHO DE SUA CASA.


IDENTIFIQUE AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DELA.

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2. VOCÊ MORA EM:


( ) CASA TÉRREA.
( ) SOBRADO.
( ) PRÉDIO DE APARTAMENTOS.
( ) CASA EM CIMA DE UM ESTABELECIMENTO COMERCIAL.

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

CONSEGUI CLASSIFICAR
UMA CASA PELO SEU TIPO
DE CONSTRUÇÃO?

APRENDI A IMPORTÂNCIA DE
TER UMA CASA?

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ser indicadas, além de um link para a licença.
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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas dadas por eles em relação ao que conseguiram desenvolver nas
avaliações individuais.

Gabarito
1. Incentive os alunos a desenharem a própria moradia com o maior número de detalhes possí-
vel. Ao fim, proponha que eles compartilhem sua produção com os colegas de turma para que
os conceitos aprendidos sobre os diferentes tipos de moradia sejam revisados e sistematiza-
dos.
2. Assim como na primeira atividade, promova uma roda de conversa após o trabalho individual
para que os alunos expliquem aos colegas por que classificaram suas moradias de acordo com
um dos critérios citados anteriormente. Faça perguntas a respeito de suas respostas: Por que
a moradia onde moram é classificada como casa térrea? O que é uma casa térrea? Amplie a
conversa para que seja possível citar outros tipos de moradia, como as casas de palafita.

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Sequência didática 2: A moradia é nosso abrigo


Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

2. Reconhecer as funções da O modo de vida das crianças em dife- (EF01GE01) Descrever características
moradia para os seres hu- rentes lugares observadas de seus lugares de vivên-
manos e compará-las com cia (moradia, escola etc.) e identificar
as funções que a moradia semelhanças e diferenças entre esses
tem para os outros animais. lugares.

Objetivo e conteúdos de ensino


Esta sequência didática propõe uma reflexão sobre a importância da moradia tanto para nós,
humanos, quanto para os demais animais. Além disso, apresenta aos alunos algumas das funções
da moradia, levando-os a compreender que os seres humanos lhe deram um sentido cultural.

Duração
3 aulas

Material:
• livro Cada casa casa com cada um, de Ellen Pestili (São Paulo: Editora do Brasil, 2013);
• exibição de vídeos indicados disponíveis on-line.

Onde realizar
Um passeio pelas áreas internas e externas da escola é indicado na sequência didática com o
objetivo de propor aos alunos uma investigação sobre os abrigos de animais encontrados nos espa-
ços explorados pelo grupo.

Como encaminhar
1a aula
Inicie a aula em uma roda de conversa, propondo aos alunos os seguintes questionamentos:
Apenas os seres humanos têm moradias? Para que servem as moradias? Por que os animais cons-
troem abrigos? Seres humanos e outros animais constroem suas casas pelos mesmos motivos? O que
diferencia os animais dos seres humanos nesse aspecto? Neste momento, é importante que os alunos
comecem a perceber que, embora seres humanos e outros animais busquem proteção e segurança
na construção de suas moradias, ao longo do tempo, outros motivos passaram a fazer parte das
intenções dos seres humanos em construí-las, como expressar por meio delas a cultura da sociedade
em que estão inseridos.
Em seguida, convide a turma para conhecer algumas curiosidades sobre as casas de diferentes
animais: características físicas, função de cada uma e o trabalho dos animais na construção de seus
abrigos. Sugerimos alguns materiais para enriquecer as discussões e o estudo do assunto:
• O livro Cada casa casa com cada um, de Ellen Pestili (São Paulo: Editora do Brasil, 2013). Com
texto simples e ricas ilustrações, a obra convida o leitor a conhecer as diferenças entre as casas
de alguns animais e como cada uma está relacionada ao funcionamento da natureza.
• O livro Baltazar e a casa dos animais, de Emma Kelly e Marie Place (São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2005). O livro conta a história de Baltazar, um menino que decide cuidar de alguns
animais que vivem em sua casa, dessa forma ele aprende muitas coisas a respeito dos elementos
da natureza.

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Proponha, como atividade para ser realizada em casa, que os alunos desenhem o lugar de suas
casas de que mais gostam.
Atividade complementar
Proponha ao grupo um passeio pela escola para tentar encontrar abrigos de animais. Percorram
áreas externas e internas, observando com cuidado cada local. Se possível, durante o passeio, foto-
grafe esses abrigos para complementar o mural de moradias proposto na sequência didática ante-
rior. Após o passeio, converse com os alunos sobre o que encontraram.

2a e 3a aulas
Exiba aos alunos o vídeo sugerido a seguir para que compreendam melhor as diferenças entre
o trabalho dos animais e o dos humanos na construção de abrigos, considerando que os processos
naturais são determinantes no trabalho realizado pelos animais e os aspectos culturais são inerentes
à ação humana no mundo.
• Humanos. Planetnemo, França, 2013. (Série O que são as Coisas?). Disponível em: <https://tves
cola.mec.gov.br/tve/video/o-que-sao-as-coisas-humanos>. Acesso em: 3 nov. 2017.
Converse com os alunos sobre os assuntos abordados no vídeo. Proponha ao grupo os seguintes
questionamentos: O que nos faz humanos? O que nos diferencia de outros animais? Por que animais
e humanos constroem suas moradias? O que diferencia os humanos dos animais neste aspecto?
Em seguida, exiba mais um episódio da série.
• Lar. Planetnemo, França, 2013. (Série O que são as Coisas?). Disponível em: <https://tves
cola.mec.gov.br/tve/video?idItem=11289>. Acesso em: 3 nov. 2017.
O episódio amplia o conceito de moradia, atribuindo significado afetivo a esse lugar: um lar.
Essa atribuição é um recurso significativo para enriquecer as discussões com as crianças sobre as
semelhanças e diferenças no trabalho de humanos e outros animais ao construírem suas moradias.
Proponha aos alunos que apresentem os desenhos que fizeram do lugar de suas casas de que
mais gostam e que expliquem o porquê dessa preferência – estabeleça relação com os problemas
apresentados no segundo vídeo. É importante que eles reflitam sobre a dimensão afetiva dessa es-
colha e como preferências, gostos e costumes influenciam os humanos na construção e organização
de suas casas. Se achar conveniente, construa um mural com esses desenhos.
Leitura complementar
Convide a turma para explorar os livros da coleção Cantos do Mundo. O livro As panquecas de
Mama Panya, de Mary e Rich Chamberlin (São Paulo: Edições SM, 2005), por exemplo, convida o
leitor a conhecer o dia a dia de uma aldeia no Quênia, como o grupo social daquela região se orga-
niza, incluindo como são suas moradias, que tipo de trabalho realizam, como se relacionam etc.

Como avaliar
Para uma avaliação individual, sugerimos as seguintes atividades:

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1. DESENHE, NO ESPAÇO ABAIXO, UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ


FAZ EM SUA MORADIA.

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2. PINTE OS QUADROS COM AS INFORMAÇÕES CORRETAS.


OS ANIMAIS CONSTROEM CASAS PARA:

PROTEGER-SE DE
PROTEGER E
OUTROS ANIMAIS
CRIAR SEUS FAZER FESTAS.
E DE FENÔMENOS
FILHOTES.
NATURAIS.

TRABALHAR E GUARDAR DESCANSAR E SE


BRINCAR. ALIMENTOS. ALIMENTAR.

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

CONHECI DIFERENTES TIPOS


DE MORADIAS DOS ANIMAIS?

COMPREENDI QUE OS
ANIMAIS, ASSIM COMO OS
HUMANOS, TAMBÉM
CONSTROEM MORADIAS?

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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas dadas pelos alunos em relação ao que conseguiram desenvolver
nas avaliações individuais.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos desenhem ações cotidianas, bem como algumas preferências sobre o
que gostam de fazer em suas casas. Incentive-os a estabelecer relações entre a função de uma
moradia e as atividades realizadas em suas casas.
2. Espera-se que os alunos assinalem as informações: "Proteger e criar seus filhotes", "Protege-
rem-se de outros animais e de fenômenos naturais", "Guardar alimentos" e "Descansar e se
alimentar". Se achar interessante, promova, no momento da correção, uma conversa sobre as
diferentes necessidades dos seres humanos e dos outros animais em relação à moradia.

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Sequência didática 3: O que fazemos na escola


Objetivo de
Objeto de conhecimento Habilidade
aprendizagem

3. Apontar a função da es- Organização escolar, aprendizado, pro- (EF01GE01) Descrever características
cola e caracterizar os espa- fissionais da escola observadas de seus lugares de vi-
ços de aprendizado. vência (moradia, escola etc.) e identi-
ficar semelhanças e diferenças entre
esses lugares.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é levar os alunos a compreender a função da escola e sua
importância na vida da criança.

Duração
4 aulas

Material:
• livro A escola do Marcelo, de Ruth Rocha (São Paulo: Salamandra, 2001);
• exibição de vídeos sugeridos;
• cartolina, papel, tesoura sem ponta, cola.

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Em uma roda de conversa, proponha aos alunos a leitura do livro A escola do Marcelo, de Ruth
Rocha (São Paulo: Salamandra, 2001). Após a leitura, proponha as seguintes questões à turma: Como
é a escola do Marcelo? A escola dele é parecida com a nossa escola? Quais são as semelhanças e as
diferenças entre a escola do Marcelo e a nossa escola? O Marcelo gosta da escola que ele frequenta?
Como é a rotina do Marcelo na escola? E vocês, gostam da escola? Frequentar uma escola é impor-
tante? Para que serve uma escola?
Organize os alunos em grupos e proponha a eles que elaborem um relato sobre a escola em que
estudam utilizando a estrutura do livro de Ruth Rocha. Eles podem fazer desenhos, que contem um
pouco a respeito da escola.
Peça aos alunos que compartilhem com os colegas sua história. Proponha uma discussão sobre
a importância, na vida das crianças, da escola e dos diferentes espaços de aprendizagem que existem
dentro dela.
Atividade complementar
Proponha à turma a leitura e exploração do livro Escolas como a sua: um passeio pelas escolas ao
redor do mundo, de Zahavit Shalev e Penny Smith (São Paulo, Editora Ática, 2008). A obra reúne
relatos de crianças de mais de 30 países, compondo um significativo panorama do ambiente escolar
ao redor do mundo. Temas importantes, como tecnologia e desigualdades sociais, são apresentados
à medida que as crianças relatam sua rotina escolar.

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3a aula
Inicie a aula propondo aos alunos um passeio pela escola. Explique a eles que, durante o passeio,
devem fazer desenhos dos principais espaços de aprendizagem da escola e, se for possível, proponha
que eles fotografem esses espaços. Sugira também que, durante o passeio, eles conversem com ou-
tros alunos e com funcionários a respeito da rotina de cada um no contexto escolar. As perguntas a
seguir podem ser usadas nessa conversa, no formato de entrevista.
Sugestões de perguntas para a entrevista com os alunos:
1. Quais espaços da escola costuma frequentar? O que faz e aprende em cada um deles?
2. Qual espaço da escola é o seu preferido? Por quê?
3. Em sua opinião, o que pode ser melhorado na escola?
Sugestões de perguntas para a entrevista com os funcionários:
1. Qual trabalho realiza na escola?
2. Qual é a importância de seu trabalho para o bom funcionamento da escola?
3. Em sua opinião, o que pode ser melhorado na escola?
Se possível, grave as entrevistas realizadas, produzindo arquivos de áudio e/ou vídeo, ou faça
anotações que podem ser compartilhadas, posteriormente, em sala de aula.

4a aula
Nesta aula, a turma deve organizar e analisar as informações coletadas durante o passeio na
escola. Para isso, proponha a elaboração de cartazes com os desenhos, ou fotografias, dos espaços
de aprendizagem visitados, relacionando-os às experiências dos alunos nesses locais: o que apren-
dem no pátio da escola, por exemplo; e nas quadras; e na sala de aula. Eles também poderão fazer
pequenos textos relacionando as informações coletadas nas entrevistas com os profissionais que tra-
balham na escola e as funções que desempenham.
É fundamental que os alunos, em grupos, decidam como organizar essa comunicação, pois isso
desenvolve a autonomia deles. Ainda que o resultado final não seja satisfatório, o principal é que
eles planejem as atividades que vão realizar.

Como avaliar
Organize uma roda de conversa propondo questões como: O que é uma escola? Por que as es-
colas são importantes? As escolas são iguais? Por que são diferentes? Quais são os espaços de apren-
dizagem em uma escola? O que se faz e se aprende em cada espaço? Uma sugestão é usar uma bola
para marcar o tempo individual de expressão dos alunos: eles podem passar a bola um para o outro
e, como na brincadeira da batata-quente, em seu sinal, param o movimento da bola; quem ficou com
ela nas mãos deve contar aos colegas o que pensa sobre as questões.
Para uma avaliação individual, sugerimos as seguintes atividades:

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1. DESENHE, ABAIXO, O ESPAÇO DE APRENDIZAGEM DE SUA


ESCOLA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.

• O QUE VOCÊ COSTUMA FAZER NESSE ESPAÇO?


• O QUE VOCÊ APRENDE COM AS EXPERIÊNCIAS VIVIDAS
NESSE ESPAÇO?

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2. PINTE AS PALAVRAS QUE PODEM SER USADAS PARA


COMPLETAR A FRASE:

NA ESCOLA APRENDEMOS MUITAS COISAS, POR


EXEMPLO, A...

FALAR TER HIGIENE DANÇAR FAZER AMIGOS

LER CANTAR ESCOVAR OS DENTES OUVIR

CONTAR GRITAR PRATICAR ESPORTES

PINTAR CORRER ESCREVER BRINCAR

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Autoavaliação
Para a autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das ques-
tões a seguir.

SIM NÃO

CONHECI DIFERENTES
ESCOLAS?

ENTENDI O QUE SÃO OS


ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM
DA ESCOLA?

COMPREENDI A
IMPORTÂNCIA DA ESCOLA
NA VIDA DAS CRIANÇAS?

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Avalie a quantidade de respostas positivas dadas pelos alunos. Em caso de respostas negativas,
converse com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique
também a coerência das respostas dadas pelos alunos em relação ao que conseguiram desenvolver
nas avaliações individuais.

Gabarito
1. Espera-se que os alunos estabeleçam relações entre as características físicas de cada espaço, as
atividades realizadas em cada um e as aprendizagens que resultam das experiências vividas.
2. Os alunos devem indicar aprendizagens diversas, de acordo com as experiências que tiveram
no contexto escolar. Exemplos: ler, escrever, desenhar, brincar, dançar etc.

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Propostas de acompanhamento da
aprendizagem
TERCEIRO BIMESTRE
NOME: ______________________________________________ TURMA: 1º ANO ________

PROFESSOR(A): ________________________________ DATA: ______/______/______

OBSERVE A IMAGEM ABAIXO PARA RESPONDER ÀS


QUESTÕES 1, 2 E 3:

JOSÉ WILSON MAGALHÃES

1. LEIA A DICA ABAIXO.

MEU NOME É CARLA, MORO NUMA CASA DE DOIS AN-


DARES E UTILIZO A ESCADA PARA TRANSITAR DE UM AN-
DAR PARA O OUTRO.
TEXTO DOS AUTORES.

AGORA CIRCULE A OPÇÃO CORRETA QUE INDICA O


NÚMERO DA CASA EM QUE CARLA MORA:

NÚMERO 1 NÚMERO 2

NÚMERO 3

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99

2. OS MORADORES DA CONSTRUÇÃO DE NÚMERO 3 VIVEM


EM:
( ) UM SOBRADO.
( ) UMA CASA TÉRREA.
( ) UM APARTAMENTO DE UM PRÉDIO.
( ) UMA TENDA.

3. COMPLETE AS FRASES:

MINHA MORADIA É PARECIDA COM A CONSTRUÇÃO DE

NÚMERO __________. PORTANTO, EU MORO EM

_________________________.

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LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 4


E 5. NESSE TEXTO, PEDRO DESCREVE COMO É A CASA
DELE.

MORO NUMA CASA DE UM ANDAR, COM DUAS PORTAS E


QUATRO JANELAS.
TEXTO DOS AUTORES.

4. DESENHE A CASA DE PEDRO.

5. A CASA DE PEDRO É:
( ) UM SOBRADO.
( ) UMA CASA TÉRREA.
( ) UM APARTAMENTO DE UM PRÉDIO.
( ) UMA TENDA.

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6. ASSINALE COM UM X A MORADIA DE ANIMAL QUE NÃO FOI


CONSTRUÍDA.
( ) ( )

ILUSTRAÇÕES: VAGNER COELHO

( ) ( )

7. COMPLETE A FRASE COM AS PALAVRAS DO QUADRO.

ARMAZENAR ALIMENTOS SE PROTEGER BRINCAR

CRIAR SEUS FILHOTES FAZER SUA HIGIENTE

CONVIDAR OS AMIGOS SE ALIMENTAR DORMIR

ESTUDAR CONVIVER EM FAMÍLIA

OS ANIMAIS CONSTROEM AS SUAS CASAS PARA

_______________________ E _______________________.

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8. ASSINALE A ALTERNATIVA QUE CORRESPONDE A UMA


CARACTERÍSTICA COMUM ENTRE ANIMAIS E SERES
HUMANOS NA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS.
( ) BUSCA DE ABRIGO.
( ) NECESSIDADE DE CONFORTO.
( ) PROMOÇÃO DE EVENTOS.
( ) CONVIVÊNCIA COM AMIGOS.

9. QUAIS ATIVIDADES SÃO REALIZADAS PELOS


MORADORES NAS IMAGENS A SEGUIR?
1 2

ILUSTRAÇÕES: JOSÉ WILSON MAGALHÃES

10. O QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE FAZER EM SUA CASA?

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11. QUAL DAS ALTERNATIVAS NÃO É UMA ATIVIDADE REALI-


ZADA PELOS ALUNOS NA ESCOLA?
( ) APRENDER.
( ) TRABALHAR.
( ) CONVIVER.
( ) ESTUDAR.

12. CIRCULE AS PALAVRAS QUE INDICAM QUAL É O ESPAÇO


DE APRENDIZAGEM REPRESENTADO NA IMAGEM.

REINALDO ROSA

PÁTIO REFEITÓRIO DIRETORIA SALA DE AULA

SECRETARIA QUADRA DE ESPORTE BIBLIOTECA

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13. A BIBLIOTECA É UM ESPAÇO DE APRENDIZAGEM?


NELA TEMOS OS MESMOS ELEMENTOS QUE
COMPÕEM AS SALAS DE AULA? QUAIS AS
SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE ESSES
DOIS TIPOS DE ESPAÇO?

14. OBSERVE A IMAGEM ABAIXO. DEPOIS RESPONDA.

RICARDO DANTAS

QUE ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM OCORRE NESSE


ESPAÇO?
( ) ESTUDO. ( ) AULA.
( ) CONVIVÊNCIA. ( ) LEITURA DE LIVROS.

15. COMPLETE O QUADRO ABAIXO COM AS INFORMAÇÕES


QUE FALTAM.

ATIVIDADES REALIZADAS OS ELEMENTOS QUE FAZEM


ESPAÇO DE APRENDIZAGEM
NESSE ESPAÇO PARTE DO ESPAÇO

SALA DE AULA

BRINCAR
PÁTIO PRATICAR
ESPORTES

ESTANTES DE
LER
LIVROS
OUVIR HISTÓRIAS
MESAS

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Terceiro bimestre − Gabarito


Habilidade trabalhada nas atividades de 1 a 5

(EF01GE06) Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano (brinquedos, rou-
pas, mobiliário), considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção.

1. Os alunos devem indicar o número 2, que corresponde à representação de um sobrado. O


texto traz a indicação de se tratar de uma moradia de dois andares. Auxilie-os a identificar a
moradia indicada no texto.
2.
( ) UM SOBRADO.
( ) UMA CASA TÉRREA.
( X ) UM APARTAMENTO DE UM PRÉDIO.
( ) UMA TENDA.
Espera-se que os alunos sejam capazes de relacionar os tipos de moradia a suas características e
indiquem o prédio de apartamentos (terceira alternativa) como a moradia identificada com o nú-
mero 3.
3. Verifique a coerência das respostas dadas pelos alunos. O tipo de casa que eles descreveram
na primeira linha deve corresponder à classificação dada na segunda. Se achar conveniente,
no momento da correção, peça aos alunos que compartilhem entre si as respostas e que am-
pliem a descrição de suas moradias indicando algumas características físicas delas.
4. Peça aos alunos que, em grupos, comparem os desenhos que realizaram. Pergunte a respeito
das diferenças: Todos desenharam a mesma moradia? Como pode haver diferenças entre os
desenhos se a descrição indica ser uma casa térrea com determinado número de portas e ja-
nelas? Espera-se que os alunos percebam que a descrição não é completa a ponto de todos
desenharem a mesma moradia, o que explica as diferenças observadas.
5.
( ) UM SOBRADO.
( X ) UMA CASA TÉRREA.
( ) UM APARTAMENTO DE UM PRÉDIO.
( ) UMA TENDA.
Espera-se que os alunos assinalem a segunda alternativa, correspondente à casa térrea. Eles de-
vem se atentar à descrição que informa ter a casa apenas um andar.

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106

Habilidade trabalhada nas atividades de 6 a 15

(EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.) e identificar
semelhanças e diferenças entre esses lugares.

6.

( ) (X)

Ilustrações: Vagner Coelho

( ) ( )

Espera-se que os alunos assinalem a segunda alternativa, que mostra a imagem de lobos-guará,
cujas moradias são pequenas cavernas e abrigos de pedras.
7. Espera-se que, entre as palavras do quadro, os alunos indiquem: SE ALIMENTAR, SE PRO-
TEGER, DORMIR, CRIAR SEUS FILHOTES, ARMAZENAR ALIMENTOS. As demais finali-
dades apresentadas no quadro têm características culturais que remetem a finalidades huma-
nas de moradia.
8.
( X ) BUSCA DE ABRIGO.
( ) NECESSIDADE DE CONFORTO.
( ) PROMOÇÃO DE EVENTOS.
( ) CONVIVÊNCIA COM AMIGOS.
Espera-se que os alunos assinalem a primeira alternativa, que corresponde à busca de abrigo.
De modo geral, esse é o principal ponto em comum entre humanos e animais na construção de mo-
radias.
9. Espera-se que os alunos indiquem que as crianças representadas na imagem 1 estão vendo
TV, e que a família representada na imagem 2 está reunida para jantar.
10. Proporcionar ao grupo um espaço para que contem aos colegas o que mais gostam de fazer
em suas moradias, relacionando essas atividades à importância das moradias para os seres
humanos.

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107

11. Os alunos devem assinalar a segunda alternativa, pois, apesar de os alunos realizarem di-
versas atividades na escola, é um direito da criança não trabalhar, e sim estudar.
12. Espera-se que os alunos reconheçam a representação de uma sala de aula. Explore a forma
de organização das carteiras e a posição do professor na sala de aula, estabelecendo relação
com as atividades que ocorrem ali.
13. Peça que os alunos compartilhem suas respostas e, em uma roda de conversa, discuta com
eles o tipo de atividade que ocorre na biblioteca e como se pode aprender ali. Proponha uma
comparação com a organização da sala de aula, seu mobiliário e regras de uso, de forma que
eles estabeleçam relação entre a disposição física e a atividade realizada no espaço.
14.
( ) Estudo.
( X ) Convivência.
( ) Aula.
( ) Leitura de livros.
Os alunos devem assinalar a segunda alternativa, que indica que o pátio de uma escola serve
para convivência. É importante que eles percebam que nesse espaço podem aprender brincando com
os colegas.
15. Os alunos são estimulados a caracterizar a sala de aula e o pátio e identificar a biblioteca com
base em sua caracterização. Após o trabalho individual, promova uma conversa entre eles
sobre as principais informações que utilizaram no preenchimento do quadro.

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Plano de desenvolvimento bimestral


Quarto bimestre − O tempo e o cotidiano

Objetivos de Objetos de
Sequências didáticas Habilidades
aprendizagem conhecimento

1. As variações dos elementos 1. Caracterizar o lugar Condições de vida nos (EF01GE10) Descrever ca-
do clima em que vive de lugares de vivência racterísticas de seus luga-
Esta sequência depende da or- acordo com o tipo res de vivência relaciona-
ganização dos alunos, no co- de clima do local ao das aos ritmos da natureza
meço do ano letivo, para fazer longo do ano. (chuva, vento, calor etc.).
registros semanais/mensais da 
paisagem que veem da janela Livro do Aluno
da escola durante o ano. As-
⦁ Unidade 4
sim, no fim do ano, eles terão
observado o tempo atmosfé-
rico nas quatro estações.

2. Guarda-roupa de verão e 2. Identificar peças do Condições de vida nos (EF01GE11) Associar mu-
inverno vestuário de acordo lugares de vivência danças de vestuário e hábi-
Nosso corpo pode perder com as característi- tos alimentares em sua co-
muito calor se a temperatura cas do tempo. munidade ao longo do ano,
externa está muito mais baixa  decorrentes da variação de
do que a interna. Isso leva à temperatura e umidade no
Livro do Aluno
sensação de frio. Quando faz ambiente.
⦁ Unidade 4
muito calor, o corpo transpira
bastante para equilibrar a tem-
peratura interna. O vestuário
está muito relacionado a esses
processos − ele pode evitar
perda de calor no inverno e fa-
cilitar a transpiração no verão.

3. A posição de elementos nas 3. Projetar e posicio- Pontos de referência (EF01GE09) Elaborar e utili-
paisagens nar elementos em zar mapas simples para lo-
Esta sequência didática é uma representações utili- calizar elementos do local
ampliação da sequência pro- zando referências de vivência, considerando
posta no primeiro bimestre, espaciais simples, referenciais espaciais
em que os alunos foram incen- como frente, atrás, (frente e atrás, esquerda e
tivados a apontar elementos entre, à direita de e direita, em cima e embaixo,
de seu entorno usando refe- à esquerda de. dentro e fora) e tendo o
rências espaciais simples.  corpo como referência.
Aqui, os alunos já não contam Livro do Aluno
com a representação de um
⦁ Unidade 4
corpo humano em torno do
qual se situam objetos; eles de-
vem trabalhar representações
cartográficas e indicar posi-
ções em relação aos elementos
representados.

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Proposições didáticas
A desigualdade da incidência dos raios solares na superfície da Terra ao longo do ano tem di-
versas implicações no clima, originadas da alternância entre períodos de maior e menor insolação.
Em regiões de médias latitudes, há uma enorme amplitude térmica entre verão e inverno; nas baixas
latitudes, as temperaturas são geralmente elevadas durante todo o ano, mas o regime de chuvas
pode se alternar no decorrer dele. O que se espera é que os alunos comecem a notar essas variações
de temperatura e pluviosidade e que reconheçam seu caráter cíclico.
Essas sequências dão início à abordagem das estações do ano. Ainda que a intenção não seja
explicar o fenômeno, é possível que alguns alunos levantem questões sobre a sucessão de estações.
Na sequência, os alunos são convidados a inventar uma história. Em conjunto com o professor
de Arte, incentive os alunos a confeccionar cenários e/ou maquetes para apresentar a narrativa que
criaram. As seguintes habilidades da BNCC para o componente de Arte podem ser desenvolvidas
nessa atividade:
• (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem,
quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso
sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.
• (EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em improvisações teatrais
e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das
ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.

Acompanhamento da aprendizagem
Tempo e clima são temas de estudo que perpassam toda a educação básica. Neste bimestre são
propostos objetivos iniciais nesse longo itinerário que os alunos irão trilhar em sua formação. Os
objetivos estão assentados na observação da luminosidade desigual e seus efeitos durante todo o
ano realizada por meio de uma atividade de recorrência semanal/mensal. Por isso, a avaliação pre-
cisa considerar o comprometimento deles nesse período, e não apenas na elaboração do produto
final.
Podem ser utilizadas as questões da seção Propostas de acompanhamento da aprendizagem
para mensurar, no fim do bimestre, se os alunos alcançaram os objetivos traçados.

O que é essencial para avançar nos estudos?


No final do bimestre, os alunos devem ter alcançado, pelo menos parcialmente, as habilidades
que elencamos para este período. São elas:
• (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência,
considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, den-
tro e fora) e tendo o corpo como referência.
• (EF01GE10) Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da
natureza (chuva, vento, calor etc.).
• (EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao
longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente.

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Sequências didáticas
Sequência didática 1: Os elementos do clima
Objeto de
Objetivo de aprendizagem Habilidade
conhecimento

1. Caracterizar o lugar em que vive Condições de vida (EF01GE10) Descrever características de seus
de acordo com o tipo de clima do nos lugares de vi- lugares de vivência relacionadas aos ritmos
local ao longo do ano. vência da natureza (chuva, vento, calor etc.).

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo da sequência é fazer o aluno perceber que a paisagem de um lugar pode sofrer alte-
rações em decorrência do clima.

Duração
2 aulas

Material:
• máquina fotográfica;
• cópia de esquema visual sugerido.

Como encaminhar
No início do ano letivo, combine com os alunos a produção de registros fotográficos da paisa-
gem do entorno da escola. Esses registros devem ser feitos uma vez por semana/mês e de uma janela
da sala de aula (ou de outro espaço da escola). A atividade, recorrente ao longo do ano letivo, deve
ser planejada pelos alunos. Eles devem decidir em conjunto algumas questões, como:
• a posição na janela – ela deve ser a mesma em todos os registros, por isso recomendamos que
seja marcada com fita crepe a posição exata da câmera em um móvel, como um armário, ou
ainda no parapeito da janela;
• a periodicidade do registro (uma vez por semana, uma vez por mês) e a data exata (a cada sexta-
-feira, na primeira segunda-feira do mês etc.) – a regularidade é importante para que as imagens
mostrem mudanças contínuas na paisagem. Se possível, inclua datas nas fotografias para orga-
nizá-las posteriormente;
• o encarregado, a cada mês, de lembrar a data da fotografia, trazer/obter o equipamento e fazer
o registro. Os alunos devem se revezar nessa função.

1a e 2a aulas
No dia escolhido para a realização desta sequência, traga para a sala de aula as fotografias tira-
das ao longo do ano. Se achar conveniente, prepare um mural ordenando as fotografias na sequência
em que foram tiradas.
Mostre as fotografias aos alunos e, em seguida, converse sobre as impressões deles a respeito
das imagens. Pergunte, por exemplo: O que aconteceu com a paisagem fotografada ao longo do ano?
O que mudou na paisagem? Por que ocorreram essas mudanças?

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111

Proponha aos alunos que desenhem a paisagem fotografada da janela ao longo do ano letivo
com base nas fotografias. Se possível, distribua a eles uma folha com o período em que as fotografias
foram tiradas; por exemplo, se elas foram tiradas uma vez por mês, escreva na folha os meses em
que ocorreram os registros.

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MARÇO JUNHO

SETEMBRO DEZEMBRO

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113

Indague os alunos a respeito das características da paisagem, retratadas nas imagens ao longo
dos meses. Liste na lousa as características levantadas por eles com base na observação dos dese-
nhos. Retorne ao mural de imagens, se necessário, para esclarecer possíveis dúvidas.
Proponha aos alunos produzir um flipbook (livreto formado por um conjunto de imagens se-
quenciais que variam gradualmente, de página para página, e que, quando folheadas rapidamente,
parecem se movimentar) com os desenhos que eles fizeram das fotografias. Esse recurso é interes-
sante para que possam perceber que a paisagem é dinâmica e passa por transformações a todo mo-
mento.
Atividade complementar
Proponha aos alunos a leitura do livro Um ano inteiro passa ligeiro, de Rodolfo Gutilla (Lazuli,
2010). Nele, as estações do ano são caracterizadas por meio de poemas curtos, os chamados haicais.
A entrevista com o autor contém algumas explicações sobre essa forma de poesia, de origem japo-
nesa, que pode favorecer o trabalho de elaboração de poemas em sala de aula pelos alunos.

Como avaliar
Distribua novamente o esquema com espaço para desenhar um mesmo local nos meses de
março, junho, setembro e dezembro, e oriente os alunos a representar ali uma paisagem do lugar
onde vivem, destacando as mudanças ao longo do ano relacionadas a variações de temperatura e
quantidade de chuvas.
As atividades a seguir podem ser úteis na avaliação individual dos alunos.

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ser indicadas, além de um link para a licença.
114

NIDAN/PIXABAY.COM

1. QUE FATOR CLIMÁTICO CAUSOU AS MUDANÇAS DESSE LU-


GAR, MOSTRADAS NAS FOTOGRAFIAS?
( ) A VARIAÇÃO DE TEMPERATURA.
( ) A QUANTIDADE DE CHUVA.
( ) A OCORRÊNCIA DE FURACÕES.

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2. NO LUGAR EM QUE VOCÊ VIVE, TAMBÉM OCORREM ESSAS


MUDANÇAS AO LONGO DO ANO? COMO ELAS PODEM SER
NOTADAS PELAS PESSOAS?

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Autoavaliação
Na autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das questões
a seguir.

SIM NÃO

CONSEGUI OBSERVAR
MUDANÇAS NA PAISAGEM?

CONSEGUI PERCEBER QUE A


PAISAGEM MUDA AO LONGO
DO ANO?

CONSEGUI IDENTIFICAR
MUDANÇAS NA
TEMPERATURA AO LONGO
DO ANO POR MEIO DA
OBSERVAÇÃO DA PAISAGEM?

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Avalie a quantidade de respostas positivas dos alunos. Em caso de respostas negativas, converse
com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique também a
coerência das respostas deles em relação ao que desenvolveram nas avaliações individuais.

Gabarito
1. Os alunos devem indicar que a mudança de temperatura ou a quantidade de chuvas causaram
a mudança na paisagem. Avalie se eles conseguem relacionar as mudanças da paisagem com as
diferentes épocas do ano.
2. Peça aos alunos que compartilhem suas respostas com os colegas e explore as possíveis dis-
crepâncias nas caracterizações feitas por eles.

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118

Sequência didática 2: Guarda-roupa de verão e inverno


Objetivo de Objeto de
Habilidade
aprendizagem conhecimento

2. Identificar peças do vestuário Condições de vida nos (EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e
de acordo com as características lugares de vivência hábitos alimentares em sua comunidade ao
do tempo. longo do ano, decorrentes da variação de
temperatura e umidade no ambiente.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é levar o aluno a reconhecer as mudanças no tempo atmos-
férico, e as oscilações do clima ao longo do ano, por meio da observação do vestuário usado.

Duração
3 aulas

Onde realizar
Sugere-se o uso da sala de informática para pesquisar sobre peças do vestuário; caso a escola
não conte com esse espaço, há orientação de como seguir a sequência didática sem esse recurso.

Material:
• cartolina;
• cópia das ilustrações sugeridas;
• papel kraft.

Como encaminhar
1a aula
Peça aos alunos que pensem nos períodos do ano em que eles sentem mais calor e mais frio, ou
que eles percebem que há maior ocorrência de chuva e de seca. Dessa forma, eles serão levados a
caracterizar o tempo nas diferentes estações do ano de acordo com o que vivenciam no cotidiano.
Pergunte, então, a respeito das roupas que vestiriam em cada período: O que pode acontecer a al-
guém se sair para correr em um dia muito quente com um casaco de mangas compridas? Como você
se sente quando esquece a blusa de frio, em um dia de muito frio, e precisa caminhar uma longa
distância com roupas leves?
Organize os alunos em grupos. Cada grupo deve ter à disposição uma folha de cartolina. Peça a
eles que tracem uma linha no meio da cartolina, dividindo-a em duas colunas: uma para os dias
quentes, e outra para os dias frios, como no exemplo a seguir. Adapte a atividade às características
do lugar: se onde a escola estiver inserida não houver dias quentes e frios, considere dias secos e
dias chuvosos, por exemplo.

DIAS QUENTES DIAS FRIOS

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119

Então, distribua aos grupos cópias das imagens a seguir, que trazem diversos exemplos de peças
de vestuário para diferentes períodos do ano.

ILUSTRAÇÕES: REINALDO ROSA

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120

Peça aos alunos que recortem as peças do vestuário e colem na cartolina de acordo com o período
do ano em que a peça deve ser utilizada.
Como correção da atividade, proponha que os alunos comparem as produções dos grupos e
identifiquem possíveis discrepâncias – eles podem argumentar defendendo suas escolhas.

2a e 3a aulas
Retome o quadro ilustrado elaborado na aula anterior. Indague os alunos sobre peças do ves-
tuário que eles consideram símbolo de determinado tempo atmosférico: Que roupa representa os
dias frios? E os dias chuvosos? Se vocês precisassem escolher uma peça do vestuário para represen-
tar os dias de calor, qual seria?
Se possível, leve os alunos à sala de informática e peça que eles pesquisem imagens de peças do
vestuário que simbolizem determinadas características do tempo, como chuva, calor, frio etc. Caso
a escola não disponha desse recurso, oriente os alunos a pesquisar as imagens em revistas e jornais.
Em seguida, proponha que eles desenhem (ou imprimam as imagens pesquisadas na internet)
peças do vestuário que podem ser utilizadas como símbolos dos dias em que o tempo apresenta as
seguintes características:
• chuvoso
• muito quente
• com neve
• frio
• nublado
• com ventania
Peça aos alunos que montem um mural utilizando papel kraft para organizar as imagens – deixe
que eles decidam se devem escolher um único símbolo que represente cada condição atmosférica ou
se devem compor um quadro com muitos símbolos para cada item.
Para finalizar a aula, organize uma roda de conversa para que eles compartilhem como chega-
ram à definição da peça do vestuário que indica certa condição atmosférica. Se houver grande di-
versidade de peças escolhidas para um dos itens, pergunte aos alunos as razões que poderiam ex-
plicar essa variedade.
Atividade complementar
Para aprofundar o assunto estudado nessa sequência didática, proponha aos alunos a atividade
a seguir.
Organize-os em grupos e proponha a montagem de uma mala de roupas, como se cada grupo
fosse fazer uma viagem para um lugar diferente.
Sorteie entre os grupos os locais de destino. Em seguida, distribua para eles as fichas a seguir,
que trazem características dos locais para onde os alunos devem viajar. Se necessário, auxilie os
grupos na leitura das fichas.

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121

LOCAL 1: URUPEMA, SANTA CATARINA. ESSA CIDADE É


CONSIDERADA A MAIS FRIA DE NOSSO PAÍS. NELA, AS
TEMPERATURAS SÃO BEM BAIXAS.

LOCAL 2: SOBRAL, CEARÁ. NESSA CIDADE COSTUMA


FAZER MUITO CALOR. LÁ, CHOVE E VENTA POUCO,
MAS, EM COMPENSAÇÃO, O SOL BRILHA A MAIOR
PARTE DO TEMPO.

LOCAL 3: CALÇOENE, AMAPÁ. ESSA CIDADE ESTÁ


LOCALIZADA PERTINHO DO MAR. NELA, FAZ CALOR O
ANO TODO. NA MAIORIA DOS DIAS, CHOVE BEM
FORTE, ÀS VEZES, MAIS DE UMA VEZ POR DIA.

LOCAL 4: CAETITÉ, BAHIA. NESSA CIDADE NÃO FAZ NEM


MUITO CALOR, NEM MUITO FRIO. AS TEMPERATURAS
SÃO BEM AGRADÁVEIS. MAS, SE VOCÊ DESEJA ANDAR
DE CHAPÉU POR LÁ, É MELHOR PRENDÊ-LO BEM FIRME
NA CABEÇA, POIS ESSA É UMA DAS CIDADES EM QUE
MAIS VENTA NO BRASIL.

Oriente-os a fazer uma pesquisa de imagens de vestuário, ou a desenhar peças de roupas, ade-
quadas para serem usadas no lugar sorteado pelo grupo. Depois que pesquisarem as imagens, peça-
-lhes que montem um painel, simulando a mala de viagem. No final, cada grupo deverá apresentar
seu painel para o restante da turma.

Como avaliar
A roda de conversa proposta no fim da sequência é uma oportunidade essencial para observar
os alunos refletindo sobre os assuntos da sequência didática.
As atividades a seguir podem ser utilizadas na avaliação individual dos alunos.

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1. VOCÊ USA O MESMO TIPO DE VESTUÁRIO PARA IR À


ESCOLA DURANTE TODO O ANO? DESENHE NOS ESPAÇOS
A SEGUIR O QUE VESTE NOS DIAS COM AS
CARACTERÍSTICAS INDICADAS.

DIA QUENTE

DIA FRIO

DIA DE CHUVA

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2. VEJA AS DUAS CRIANÇAS ABAIXO. ELAS ESTÃO


CONTANDO COMO É O TEMPO, EM DIFERENTES
PERÍODOS DO ANO, NO LUGAR EM QUE VIVEM.

ILUSTRAÇÕES: ALEX CÓI

DESENHE UMA PEÇA DE VESTUÁRIO QUE NÃO PODE FALTAR


AOS MORADORES DE RIO BRANCO NO VERÃO E UMA QUE
NÃO PODE FALTAR AOS MORADORES DE FOZ DO IGUAÇU NO
INVERNO.

RIO BRANCO FOZ DO IGUAÇU

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124

Autoavaliação
Na autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetivos das questões
a seguir.

SIM NÃO

CONSEGUI ESCOLHER PEÇAS


DE VESTUÁRIO PARA DIAS
FRIOS?

CONSEGUI ESCOLHER PEÇAS


DE VESTUÁRIO PARA DIAS
QUENTES?

CONSEGUI ESCOLHER PEÇAS


DE VESTUÁRIO PARA DIAS
CHUVOSOS?

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125

Avalie a quantidade de respostas positivas dos alunos. Em caso de respostas negativas, converse
com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique também a
coerência das respostas deles em relação ao que desenvolveram nas avaliações individuais.

Gabarito
1. Caso a escola tenha uniforme de verão e inverno, explore as características das peças que
compõem o uniforme, associando-as com o período do ano em que são mais utilizadas: Qual peça
foi mais usada neste ano? Por quê?
2. Espera-se que os alunos indiquem, para os moradores de Rio Branco, objetos de proteção da
chuva, como guarda-chuva, capa de chuva e bota de borracha (galocha); já os moradores de Foz do
Iguaçu precisam de agasalhos contra o frio.

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126

Sequência didática 3: A posição de elementos nas paisagens


Objeto de
Objetivo de aprendizagem Habilidade
conhecimento

3. Projetar e posicionar elementos (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas


em representações utilizando refe- simples para localizar elementos do lo-
rências espaciais simples, como cal de vivência, considerando referen-
Pontos de referência
frente, atrás, entre, à direita de e à ciais espaciais (frente e atrás, esquerda
esquerda de. e direita, em cima e embaixo, dentro e
fora) e tendo o corpo como referência.

Objetivo e conteúdos de ensino


O objetivo desta sequência didática é iniciar o trabalho de alfabetização cartográfica por meio
de atividades de orientação espacial que pedem para localizar objetos em diferentes paisagens.

Duração
2 aulas

Material:
• cópia do mapa do tesouro.

Como encaminhar
1a e 2a aulas
Traga para a sala de aula cópias da representação de um mapa do tesouro, como o sugerido a
seguir.

DAWIDSON FRANÇA

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127

Organize os alunos em grupos e peça a eles que criem, utilizando a representação como roteiro,
uma história narrando a trajetória de alguns personagens em busca do tesouro. Eles devem neces-
sariamente indicar referências espaciais do trajeto empregando termos como frente, atrás, entre, à
direita de e à esquerda de. Sugira aos alunos que desenhem a história, como uma história em qua-
drinhos, para que não precisem escrever texto verbal com períodos longos.
Terminada a história, proponha que a apresentem aos colegas. Eles podem expor os desenhos e
os quadrinhos ou fazer uma dramatização da história.
Atividade complementar
Proponha aos alunos a brincadeira do mapa do tesouro. Para isso, organize-os em grupos. Peça
a cada grupo que escolha um objeto para esconder na sala de aula. Em seguida, eles deverão elaborar
um desenho, similar ao mapa do tesouro trabalhado em sala de aula, indicando a localização do
objeto. Finalizado o mapa, peça aos grupos que troquem os mapas entre si e comecem a brincadeira.

Como avaliar
Desenvolver um projeto com o professor de Arte é uma forma de avaliação muito adequada à
sequência didática, pois criar cenários e pequenas encenações a respeito da trajetória possibilita aos
alunos recriar, em três dimensões, os elementos do espaço que os alunos conheceram em represen-
tação bidimensional. E assim você poderá observar se eles usam adequadamente as referências es-
paciais básicas abordadas nesta sequência didática.
As atividades a seguir podem ser úteis na avaliação individual dos alunos.

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1. DESENHE O CAMINHO DESCRITO POR MARINA.

EU ESTAVA ATRAVESSANDO A PONTE DE BICICLETA,


QUANDO REPAREI QUE, DO OUTRO LADO DO RIO, BEM EM
FRENTE À PONTE, TEM UMA ÁRVORE COM UMA CASA NO
ALTO DE SUA COPA. AS CRIANÇAS QUE LÁ BRINCAVAM ACE-
NARAM PARA MIM.

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2. DESENHE UMA ÁRVORE ENTRE A CASA DE TELHADO


VERMELHO E A DE FACHADA AZUL.

REINALDO ROSA

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130

Autoavaliação
Na autoavaliação dos alunos peça a eles que identifiquem se atingiram os objetos das questões
a seguir.

SIM NÃO

CONSEGUI LER E SEGUIR UM


PERCURSO E CHEGAR AO
OBJETIVO?

CONSEGUI NARRAR UMA


HISTÓRIA FICTÍCIA?

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131

Avalie a quantidade de respostas positivas dos alunos. Em caso de respostas negativas, converse
com eles sobre as dificuldades que encontraram na realização das atividades. Verifique também a
coerência das respostas deles em relação ao que desenvolveram nas avaliações individuais.

Gabarito
1. Oriente os alunos a tomar, como observador, a menina que está atravessando a ponte e vê a
casa na árvore no sentido em que ela estava seguindo. O desenho pode ser da paisagem que a me-
nina avista do local onde está (no meio da ponte, olhando para a casa na árvore) ou ainda de outro
observador, externo, que vê a menina, o rio, a ponte e a casa da árvore (nesse caso, observe se a
menina está olhando na direção da casa na árvore).
2. Verifique se todos os alunos posicionam a árvore no fundo das casas, aparecendo atrás delas:
esta é a primeira referência espacial a ser observada por eles. A segunda é a localização mais exata
da árvore, entre as duas casas da esquerda (de quem observa o desenho).

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Propostas de acompanhamento da
aprendizagem
QUARTO BIMESTRE
NOME: ______________________________________________ TURMA: 1º ANO ________

PROFESSOR(A): ________________________________ DATA: ______/______/______

1. QUAL DAS IMAGENS MOSTRA UMA PAISAGEM QUE


PODERIA SER DO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE NO MÊS DE
JULHO?
•( ) •( )

ZÉ CARLOS BARRETTA/FLICKR.COM CKIRNER/PIXABAY.COM

•( ) •( )

DERWIKI/PIXABAY.COM
MAURICIO MERCER/WIKIMEDIA.ORG

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133

2. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UMA PAISAGEM DO


MUNICÍPIO ONDE VOCÊ VIVE NO MÊS DE JANEIRO.

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134

OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. NELAS, DUAS CRIANÇAS


ESTÃO CONTANDO COMO, EM DETERMINADOS PERÍODOS
DO ANO, É A PAISAGEM ONDE VIVEM.
UTILIZE AS IMAGENS PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 3, 4,
5 E 6.

ILUSTRAÇÕES: REINALDO ROSA

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135

3. EM PORTO VELHO, EM RONDÔNIA, QUAIS SÃO AS


CARACTERÍSTICAS DO CLIMA NO INÍCIO DO ANO?
• ( ) É QUENTE E CHOVE MUITO.
• ( ) É QUENTE E SECO.
• ( ) É QUENTE E CHUVOSO, COMO OCORRE NO ANO
TODO.
• ( ) É FRIO E CHOVE POUCO.

4. EM PORTO VELHO E EM ERECHIM FAZ CALOR O ANO


TODO? ESSAS CIDADES TÊM UM CLIMA PARECIDO COM
O DO LUGAR EM QUE VOCÊ VIVE?

5. COMO VOCÊ IMAGINA A PAISAGEM DE ERECHIM NO MEIO


DO ANO? DESENHE NO ESPAÇO ABAIXO.

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6. É O MOMENTO DE VOCÊ CONTAR A OUTRAS PESSOAS


COMO É O TEMPO EM UM PERÍODO DO ANO NO LUGAR
ONDE VIVE. FORME UMA DUPLA E, JUNTOS, PREENCHAM
O ESPAÇO A SEGUIR.

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7. QUAIS PEÇAS DE VESTUÁRIO NÃO SÃO UTILIZADAS PELAS


PESSOAS EM UM DIA DE CALOR?
•( ) •( )

ILUSTRAÇÕES: CLÁUDIO CHIYO

•( ) •( )

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8. COMPLETE O QUADRO COM AS CARACTERÍSTICAS DO DIA


DE ACORDO COM AS PEÇAS DO VESTUÁRIO USADAS
PELAS PESSOAS.

ILUSTRAÇÕES: CLÁUDIO CHIYO

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139

9. CAMILA CIRCULA DE BICICLETA PELA CIDADE. EM UM DIA


DE VENTO FRIO, QUE PEÇAS DO VESTUÁRIO ELA DEVERIA
USAR?
•( ) •( )

ILUSTRAÇÕES: CLÁUDIO CHIYO

•( ) •( )

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140

10. CIRCULE OS PERSONAGENS A SEGUIR COM A COR COR-


RESPONDENTE AO TEMPO DO LUGAR EM QUE SE ENCON-
TRAM.

DIA QUENTE DIA FRIO

ILUSTRAÇÕES: RICARDO DANTAS

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11. DESENHE AS PEÇAS DE VESTUÁRIO DE QUE VOCÊ MAIS


GOSTA E INDIQUE AS CARACTERÍSTICAS DO TEMPO QUE
SÃO APROPRIADAS PARA USÁ-LAS.

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12. QUAL É A POSIÇÃO DA ÁRVORE EM RELAÇÃO À BANCA DE


JORNAIS?

REINALDO ROSA

• ( ) AO LADO.
• ( ) AO FUNDO.
• ( ) EM CIMA.
• ( ) EM FRENTE À PORTA.

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13. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR, DEPOIS RESPONDA À


QUESTÃO.

REINALDO ROSA

IMAGINE QUE VOCÊ ESTÁ SAINDO PELA PORTA DA ESCOLA E


QUER CHEGAR AO PARQUINHO. QUE TRAJETO VOCÊ DEVE
SEGUIR?

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144

OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS


QUESTÕES 14 E 15.

DANILLO SOUZA

14. O QUE ESTÁ À ESQUERDA DA CASA, NO CENTRO DA IMA-


GEM?
• ( ) A CAIXA-D'ÁGUA.
• ( ) A RUA.
• ( ) A ÁRVORE.
• ( ) A CASA COR-DE-ROSA.

15. DESENHE NA IMAGEM UM AUTOMÓVEL PASSANDO EM


FRENTE À CASA AMARELA.

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Quarto bimestre - Gabarito


Habilidade trabalhada nas atividades de 1 a 6

(EF01GE10) Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva,
vento, calor etc.).

1. As imagens mostram quatro situações distintas: um tempo ensolarado e de céu limpo; um dia
nublado e chuvoso; uma geada; um local com neve. Discuta com os alunos que características do
inverno no município onde vivem estão representadas nas imagens.
2. Espera-se que os alunos incluam no desenho elementos que indiquem como são as tempera-
turas no verão e também como se comporta o regime de chuvas em seu município. Organize uma
roda de conversa para que eles compartilhem o que sabem das características do clima do município,
destacando os dados do tempo em janeiro.
3.
( X ) É quente e chove muito.
( ) É quente e seco.
( ) É quente e chuvoso, como ocorre no ano todo.
( ) É frio e chove pouco.
Espera-se que os alunos interpretem corretamente a caracterização da personagem e indiquem
que, no início do ano, que abrange o mês de janeiro, é quente e chuvoso (primeira alternativa). Um
dos desafios da questão é relacionar o mês de janeiro ao verão, que não está explícito no texto; caso
algum aluno tenha dificuldade em fazer essa relação, retome os registros deles na sequência didática.
Caso algum aluno assinale que, durante todo o ano, o tempo em Porto Velho é quente e chuvoso,
retome o texto, pois é provável que ele esteja com dificuldade de interpretação de texto.
4. Espera-se que os alunos indiquem que, em Porto Velho, faz muito calor durante todo o ano,
mas, em Erechim, faz frio no inverno. Essas duas características climáticas dividem nosso país: em
uma extensa porção do Brasil, na faixa próxima ao Equador, há pouca diferença de média térmica
entre a máxima e a mínima do ano; já na porção mais meridional, próxima ao trópico, há áreas com
grande amplitude térmica, pois faz calor no verão e frio no inverno.
5. Espera-se que os alunos utilizem elementos para representar o frio e o tempo seco. Se for
conveniente, proponha a atividade em grupos e, no final, peça que criem um símbolo para repre-
sentar o tempo em Porto Velho, no início do ano, e outro para representar o tempo em Erechim, no
meio do ano. Eles podem consultar os símbolos criados por meteorologistas para os mapas de pre-
visão do tempo em telejornais e jornais impressos.
6. Os alunos devem apoiar-se na escrita para conseguir caracterizar o tempo em um curto período
do ano. Se necessário, defina com a turma um mês do ano do qual todos devem tratar e discuta com
eles quais as características de temperatura e pluviosidade nesse mês, além de indicar a estação do ano
correspondente. Liste o vocabulário na lousa para que os alunos possam consultá-lo durante a ativi-
dade.

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Habilidade trabalhada nas atividades de 7 a 11

(EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, de-
correntes da variação de temperatura e umidade no ambiente.

7. Espera-se que os alunos assinalem o casaco de inverno como um item não utilizado em dia de
calor. Pergunte aos alunos se o casaco seria usado caso nesse mesmo dia chovesse, já que tem um
capuz. Converse com eles sobre a combinação de calor e chuva e a dificuldade que uma pessoa teria
de transpirar se colocasse esse casaco em um dia quente.
8. Os alunos devem reconhecer peças do vestuário de proteção contra o frio (luva, cachecol,
touca e bota), assim como de proteção contra a chuva (guarda-chuva, capa de chuva, galocha e calça
de tecido impermeável). Proponha a eles que elaborem outros conjuntos de peças de vestuário para
que os colegas adivinhem as condições do tempo a elas relacionadas – eles podem criar um jogo de
adivinhação.
9. Espera-se que todos os alunos assinalem o casaco corta-vento como um item indispensável
em dia de vento frio; alguns também podem indicar os óculos, pois eles protegem os olhos de partí-
culas que podem ser transportadas pelo vento e atingi-los. Caso algum aluno indique as blusas sem
manga, retome o enunciado para que ele possa interpretá-lo adequadamente, reconhecendo que se
trata de peças que podem ajudar na situação enfrentada.
10. Os alunos devem circular de azul o homem de camisa de manga comprida e o senhor de
casaco; os demais personagens estão com roupas apropriadas a dias quentes e devem ser circulados
de vermelho.
11. Proponha aos alunos que compartilhem com os colegas suas indicações e expliquem por que
gostam daquela peça do vestuário. Explore, se possível, peças do vestuário que podem ser usadas o
ano todo.

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Habilidade trabalhada nas atividades de 12 a 15

(EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando refe-
renciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como
referência.

12.
( X ) Ao lado.
( ) Ao fundo.
( ) Em cima.
( ) Em frente à porta.
É provável que muitos alunos assinalem que a árvore está no fundo da banca, pois a perspectiva
do leitor da ilustração revela a árvore atrás da banca. Peça aos alunos que imaginem como veriam a
banca se estivessem embaixo da árvore. A posição da porta também contribui para desfazer o en-
gano, pois os fundos corresponderiam à face oposta à da porta. Espera-se que, assim, os alunos che-
guem à resposta correta: “Ao lado” (primeira alternativa), pois a árvore está próxima de uma das
laterais da banca de jornais.
13. Para alguém que está saindo da porta da escola, de frente para a rua, o parquinho está à
direita. Caso algum aluno tenha dificuldades com o espelhamento, proponha que ele utilize a porta
da sala de aula como referência para montar um cenário parecido com o da ilustração, posicionando
todos os elementos com ajuda de objetos.
14.
( X ) A caixa-d’água.
( ) A rua.
( ) A árvore.
( ) A casa cor-de-rosa.
Espera-se que os alunos reconheçam a caixa-d’água à esquerda (primeira alternativa). A casa
cor-de-rosa está à direita da casa. A árvore está atrás da casa. E a casa amarela está à frente da casa.
15. Os alunos podem desenhar o automóvel passando na rua. Ainda que não seja objeto da ava-
liação, observe se eles desenham o capô do carro ou sua visão lateral; isso possibilita saber se eles
compreenderam qual é a visão representada na imagem.

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