Você está na página 1de 9

DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NO TRATAMENTO DO FIBRO EDEMA

GELÓIDE: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Ana Laura Schwartzbach


(ana_s_laura@hotmail.com)
João Alberto Fioravante Tassinary
(tassinary@gmail.com)

Resumo
Introdução: A drenagem linfática manual é uma terapia utilizada no tratamento do fibro
edema gelóide. Este estudo tem como objetivo, analisar o efeito da drenagem linfática
manual no tratamento do fibro edema gelóide. Resultados e Discussão: Os fatores
que possivelmente desencadeiam o processo de formação do fibro edema gelóide,
são subdivididos em classes, como, fatores predisponentes, fatores condicionantes e
fatores determinantes. Consequentemente, a drenagem linfática manual bem feita é
capaz de alcançar diversos resultados, que vão de estéticos a anti-estresse. Ao
concluir e considerando as controvérsias na etiopatogenia do fibro edema gelóide,
este estudo nos permite sugerir que a drenagem linfática manual, por si só, não
apresenta evidencia científica que suporte a sua aplicação para o tratamento desta
afecção, sendo assim, necessária uma combinação de recursos de tratamento.

Abstract
Introduction: The Manual Lymphatic Drainage (MLD) is a therapy used in Fibro Edema
Geloid (FEG) treatment. Objective: analyse the DLM effect in FEG. Results and
Discussion: the factors that possibly unleash the formation processo f the FEG are
subdivised in classes, like predisposing factors, conditioning factors and determinant
factors. Hence, a well done MLD is able to reach a sort of results, from aesthetical to
anti-stress (welfare). Conclusion: Regarding the controversies etiopathogeny of FEG,
this study allows us to suggest that the MLD, by itself, does not present any scientific
evidence that supports the application to the treatment of it, therefore, a combination
of treatment resources is required.

Palavras-chave: Drenagem Linfática Manual, Fibro Edema Gelóide, Lipodistrofia,


Celulite.
1
Introdução
Durante a evolução da humanidade o padrão de beleza sofreu várias mutações,
onde, devido à grande massificação das comunicações, surgiu uma tendência de
padrão estético, no qual a adiposidade e a irregularidade da pele são pouco aceitas
pela sociedade. Atualmente, para alcançar o padrão de beleza, a mulher,
principalmente, submete-se a uma série de sacrifícios como dietas, medicamentos,
exercício exaustivos e, até mesmo, intervenções cirúrgicas, na tentativa de aprimorar
ou manter uma boa aparência estética. (PITANGUY, 1988; SOUZA PINTO et al.
1999).
Dentre os distúrbios estéticos recorrentes na prática clínica, o fibro edema
gelóide (FEG) é um dos tratamentos mais requisitados. (GÓES, MGC, 2005). Sabe-
se que os distúrbios hormonais são os principais causadores do FEG, sendo que o
estrógeno é o maior envolvido e é responsável pelo agravamento de tal afecção
(GUIRRO, GUIRRO, 2004).
Além disso, as alterações no contorno do FEG incluem depressões e áreas de
relevo. As depressões são causadas por retração da pele e por septos fibrosos
subcutâneos, enquanto as áreas elevadas são as projeções de gordura subcutânea e
estruturas na superfície da pele (HEXSEL, D.M., DAL’FORNO, T., HEXSEL, C.L.,
2009).
O prejuízo à microcirculação corporal traz ao corpo diversos malefícios, sendo
um deles, o FEG. Tal evento se dá especialmente devido ao acúmulo no interstício de
macromoléculas não drenadas pelos vasos linfáticos (GUIRRO, GUIRRO, 2002).
A drenagem linfática manual (DLM) é uma técnica específica aplicada através
de manobras manuais sobre as vias linfáticas e nos linfonodos que tem como
finalidade evacuar os subprodutos do metabolismo celular e drenar líquidos
excedentes que banham as células, mantendo o equilíbrio hídrico dos espaços
intersticiais (LEDUC, 2000).
Dentro das fundamentações gerais sobre a DLM, para a aplicação desse
recurso de maneira adequada, deve-se respeitar a anatomia e a fisiologia do sistema
linfático, além da integridade dos tecidos superficiais. Para tanto, a DLM precisa ser
2
realizada de forma suave, lenta e rítmica, sem causar dor, danos ou lesões aos tecidos
do paciente (TACANI, TACANI, 2008).
A DLM faz parte das técnicas utilizadas para favorecer a circulação dita “de
retorno”. Se somos levados, por dados laboratoriais e resultados clínicos, a mostrar a
legitimidade de nossas técnicas, é lógico acreditar que a DLM poderá encontrar um
campo de aplicação nas muitas áreas onde a circulação “de retorno” encontra-se
impedida ou alentecida (LEDUC, 2000).
Neste sentido, o objetivo deste trabalho é verificar a eficácia da DLM no FEG.

Metodologia
O estudo foi realizado a partir de uma revisão bibliográfica. Para tanto, foram
utilizados artigos científicos em idiomas português e inglês. Foram consultadas as
bases de dados Pubmed, Scielo, Medline, Google Acadêmico, utilizando-se das
palavras chaves: drenagem linfática, fibro edema gelóide, lipodristrofia, celulite.
Buscou-se referência entre 1998 a 2011.

Resultados e Discussão
Como critérios de inclusão dos artigos que foram selecionados, foram
revisados, aqueles com descrição de drenagem linfática manual, fibro edema gelóide
e celulite. Selecionou-se um total de 12 artigos.
A fisiopatologia exata do FEG ainda é uma questão de debate, mas a maioria
dos pesquisadores concordam sobre o envolvimento da microcirculação reduzida e
edema intersticial.
O sistema linfático está paralelo ao sanguíneo, e sua função pode ser resumida
em auxiliar o organismo a drenar o líquido intersticial e remover resíduos celulares
que o sistema sanguíneo não tem a capacidade de coletar (LEDUC, 2000).
O FEG inicia nas camadas intermediárias da pele (DALSASSO, 2007), na
chamada substância fundamental amorfa do tecido conjuntivo (FREDERICO et al.,
2006). É uma substância amorfa, de característica meio gelatinosa, que se localizam
as células de gordura, as fibras colágenas e elásticas, os vasos sanguíneos e os
fibroblastos. Embora tendo essa consistência gelatinosa, ela tende a endurecer
quando há uma desordem, como: acúmulo de água, sais minerais e resíduos na
região. Estes acúmulos impedem o funcionamento normal das células
3
na substância amorfa, prejudicando as trocas de vitaminas, sais minerais, água,
aminoácidos, radicais livres e, principalmente, oxigênio. Essa desordem torna a
substância gelatinosa menos fluida transformando-a em uma espécie de “esponja”
(GOLIK VERA, 1995).
Em relação a prevalência do FEG, observa-se na literatura científica que atinge
mais mulheres do que homens e que pode apresentar-se clinicamente em três graus:
Grau I, somente visível após a contração voluntária ou por meio de testes, como, de
preensão; Grau II, é visível para a inspeção e pode apresentar alterações de
sensibilidade; Grau III, apresenta nódulos palpáveis com alteração de sensibilidade
(MACHADO A.F.P., et al., 2009).
A classificação dos graus de severidade é facilitada quando se pinça com os
dedos e o polegar, suavemente, uma área a fim de acentuar as depressões. No caso
de áreas maiores, o pinçamento pode ser feito com as duas mãos, referindo-se ao
“fenômeno de colchão” em uma alusão a depressão formada, pelos colchões ao
serem pinçados (RAO, GOLD, GOLDMAN, 2005).
De maneira geral os fatores que possivelmente desencadeiam o processo de
formação do FEG são subdivididos em três classes: fatores predisponentes (genética,
idade, sexo, desequilíbrio hormonal), fatores condicionantes (dificuldade de
reabsorção da linfática, favorecimento da transudação linfática nos espaços
intersticiais) e, fatores determinantes (estresse, fumo, sedentarismo, perturbações
metabólicas, maus hábitos alimentares) (GUIRRO , GUIRRO, 2004).
Visando a redução do acúmulo de liquido no interstício, dentre os recursos
estéticos recomendados, está a DLM, como método de tratamento de edemas em
especial o linfedema (DE BARROS, 2001), ela drena os líquidos excedentes que
banham as células, mantendo, desta forma, o equilíbrio hídrico dos espaços
intersticiais. Também é responsável pela evacuação dos dejetos provenientes do
metabolismo celular (LEDUC, 2000).
Os principais efeitos das manobras de DLM estão fundamentados no aumento
circulatório provocado pela compressão externa dos tecidos (RIBEIRO, 2004). Uma
drenagem linfática bem sucedida é capaz de alcançar os mais diversos resultados que
vão de estéticos como cura anti-estresse, anti-celulite, anti-envelhecimento, pré e pós
parto a terapêuticos como otimização dos resultados pós-operatórios, tratamento e

4
preparação para todas as cirurgias estéticas, retenção de líquido e má circulação
(LACERDA, 2007).
Apesar de haver modalidade terapêuticas para o controle do FEG, não há
evidencias de que qualquer tratamento proveja resultados clínicos satisfatórios e
definitivos. No geral, estudos clínicos que avaliam tratamento para a celulite não são
randomizados nem controlados, e a estimativa de eficácia é subjetiva, baseada na
opinião de pacientes e não na comparação de fotografias, que nem sempre são
tomadas de forma padronizada (WANNER, AVRAM, 2008).
Considerando a etiopatogenia multifatorial do FEG e a escassez de estudos
com boa metodologia, os resultados desse estudo permitem sugerir que o
manuseamento dessa condição de pele requer uma combinação de tratamentos
(FINK, et al., 2006).
Desde que a etiopatogenia do FEG envolve diversos fatores, particularmente
aqueles que de natureza anatômica, técnicas isoladas não são capazes de agir em
todas as mudanças promovidas pela celulite (MANUSKIATTI, WACHIRAKAPHAN,
LEKTRAKUL, 2009).
Mesmo que a maioria dos estudos enfatizem que apenas a combinação de
tratamentos pode controlar o FEG, sendo que a sua completa resolução não pareça
ser possível, há uma necessidade de estudos com modalidade isoladas para avaliar
a real contribuição de cada uma delas, quando combinadas com outras. Uma vez que
a DLM é um método muito popular, de baixo custo e que recebeu relatos satisfatórios
de mulheres que o utilizaram, este estudo propôs que fosse avaliado o uso desta
técnica, de uma maneira protocolizada. A fidelidade dos pacientes é crucial no
tratamento da celulite, que normalmente é longo e não provê resultados compatíveis
com as expectativas do paciente. Outros fatores, como uma dieta inadequada, falta
de controle de peso, fumo, tipo de vestimenta, uso de contraceptivos hormonais,
exposição excessiva ao sol, entre outros, podem influenciar negativamente os
resultados do tratamento (KHAN et al., 2010).
Ainda há alguns tratamentos para o FEG descritos na literatura médica mundial
onde estão os não invasivos como a massagem/endermologia: diversos métodos de
massagens são descritos, sendo o mais disseminado a DLM, devido à teoria de que
alterações na drenagem linfática fisiológica estariam envolvidas na etiopatogenia do
FEG. Essas massagens podem ser realizadas manualmente ou por dispositivos

5
desenvolvidos para, em tese, obter maior rapidez e consistência, método denominado
endermologia. Há discordâncias na literatura quanto à eficácia desse tratamento, já
que alguns estudos comparativos demonstram melhora e outros não detectam essa
diferença. Ainda dentro dos não invasivos, são pouquíssimos os produtos disponíveis
no mercado para tratamento da celulite que dispõem de estudos bem desenhados,
controlados, com eficácia e segurança comprovadas. Os que apresentam melhores
resultados, ainda que discretos, são os retinoides. A Centella asiática, como exemplo,
é propagada como eficaz, apesar dos restritos estudos (WANNER, AVRAM, 2008).
Um dos métodos mais antigos no tratamento do FEG é a estimulação mecânica
do tecido. Isso envolve a drenagem linfática da pele, que é performada manualmente
ou com aparelho assistido. Uma modalidade baseada em aparelhos entrega pressão
positiva para a pele e tecido subcutâneo, via dobramento e desdobramento rítmico,
assim como pressão negativa através de aspiração (GÜLEC, 2009). Presume-se que
essa estimulação mecânica cause dano às células de gordura subcutâneas.
Enquanto todas as células de gordura danificadas curam-se, elas parecem se
reconstruir com uma distribuição melhorada que nivela o contorno da pele (CHANG et
al., 1998). A estimulação mecânica manual da pele tem mais probabilidade de
estimular a microcirculação bem como a DLM para melhorar o linfedema, que pode
melhorar mais ainda a aparência da celulite (GODOY, 2011).
A eficácia dos tratamentos foi principalmente aferida por avaliações clínicas e
mensuramento de circunferência. Um estudo usou uma pinça digital para determinar
a espessura de gordura (BAYRAKCY et al., 2010). A massagem de tecido profundo
baseada em aparelho foi estimada em dois estudos não controlados (GODOY,2011).
Estudos encontram um melhoramento significante na severidade do FEG e
redução da circunferência quando comparados com a linha de base. Três estudos,
com um total de 39 sujeitos, aferiram a estimulação manual do tecido e encontraram
uma redução significante na circunferência da coxa depois de dez tratamentos. No
entanto, o melhoramento clínico na aparência não foi visto. O único estudo controlado
randomizado, comparou a efetividade de diversos tipos de técnicas de massagem:
massagem manual, drenagem linfática manual e manipulação de tecido conectivo
(BAYRAKCY et al., 2010).
Os resultados de 50 pacientes tratados relataram uma diminuição significante
na circunferência das coxas e espessura de gordura medidas por uma pinça dobrável

6
em cada um dos métodos de tratamento. A eficácia da estimulação mecânica do
tecido não é clara. Apesar de uma melhora na classificação do FEG e redução da
circunferência das coxas ter sido observada após a massagem do tecido profundo
baseada em aparelho maioria dos estudos, nenhum destes, comparou a estimulação
mecânica do tecido com um placebo ou um controle não tratado.
As opções de tratamento para o FEG são variadas e numerosas. O objetivo
final destes tratamentos é melhorar a aparência do FEG e manter a sua resposta
durante período de tempo. Enquanto muitos tratamentos afirmam ser capazes de
melhorar a aparência da celulite, essa condição permanece evasiva ao tratamento.
Na verdade, nenhum tratamento é completamente bem sucedido, já que nenhum é
mais do que leve e temporariamente eficaz. Apesar da falta de evidencia para apoiar
a eficácia, as opções de tratamento continuam a proliferar (WANNER, 2008).

Conclusão
Apesar dos benefícios apresentados na pesquisa realizada, foi possível
perceber que não existe um protocolo específico para o tratamento do FEG. O
aparecimento dessa afecção tem se tornado um fato preocupante, visto que é
consequência de diversos fatores. Por se tratar de uma afecção multifatorial, para que
o seu tratamento obtenha bons resultados é necessário uma avaliação detalhada e
uma atuação multicêntrica. A drenagem linfática manual é efetiva no que se propõe.
Porém, observa-se que esta técnica deve ser associada a um conjunto de adaptações
de hábitos de vida objetivando um melhor prognóstico da celulite. Assim como a
necessidade de mais estudos randomizados, onde o único objetivo seja verificar a
eficácia da drenagem linfática manual no tratamento do fibro edema gelóide com
classificação pelos graus de evolução.

Referências
BAYRAKCI TUNAY V, AKBAYAK T, BAKAR Y, KAYIHAN H, ERGUN N. Effects of mechanical
massage, manual lymphatic drainage and connective tissue manipulation techniques on fat
mass in omen with cellulite. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2010.

CHANG P, WISEMAN J, JACOBY T, SALISBURY AV, ERSEK RA. Noninvasive mechanical body
contouring: (endermologie) a one-year clinical outcome study update. Aesthetic Plast Surg.
1998.

DALSASSO, J. C. FEG: Um estudo comparativo dos efeitos terapêuticos, utilizando ultra som e
endermovac, em mulheres não praticantes de exercícios físicos. 2007.

7
DE BARROS, M. H. Fisioterapia: Drenagem Linfática Manual. São Paulo: Robe, 2001.

De GODOY JMP, de GODOY M de FG. Treatment of cellulite based on the hypothesis of a novel
physiopathology. Clin Cosmet Investig Dermatol 2011.

FINK JS, MERMELSTEIN H, THOMAS A, TROW R. Use of intense pulsed light and a retinylbased
cream as a potential treatment for cellulite: a pilot study. J Cosmet Dermatol. 2006.

FREDERICO, M. R.; GOMES, S. V. C.; MELO, V. C.; MARTINS, R. B.; LAURIA M. C.; MOURA, R. L.
et al. Tratamentos de celulite (Paniculopatia Edemato Fibroesclerótica) utilizando fonoforese
com substância acoplante à base de hera, centella asiática e castanha da índia. Fisioterapia Ser.
2006.

GUIRRO, E. C. O.; GUIRRO, R. R. J. Fisioterapia Dermato-Funcional: Fundamentos, Recursos e


Patologias. 3. ed. Rev. e ampliada. Barueri, SP: Ed. Manole, 2004.

GUIRRO, E. C. O.; GUIRRO, R. R. J. Fisioterapia Dermato-Funcional: Fundamentos, Recursos e


Patologias. 3. ed. São Paulo, SP: Manole. 2002.

GOES, M. G. C. Carboxiterapia: uma experiência surpreendente. Trabalho Monográfico


apresentado ao 1° Capítulo Brasileiro de Medicine e Cirurgia Estética, curso de pós-graduação em
medicina e cirurgia estética, como requisito parcial para a obtenção do grau de pós-graduação em
medicina estética. Salvador, 2005.

GOLIK, Vera. Tudo que você precisa saber para vencer a CELULITE e ficar de bem com seu
corpo. Editora Senac, 1995.

GÜLEC¸ AT. Treatment of cellulite with LPG endermologie. Int J Dermatol. 2009.

HEXSEL, D. M.; DAL’FORNO, T.; HEXSEL, C. L. A validated photonumeric cellulite severity


scale. JEADV. 2009.

KHAN MH, VICTOR F, RAO B, SADICK NS. Treatment of cellulite. Part I Pathophysiology. J Am
Acad Dermatol. 2010.

LEDUC, A.; LEDUC, O. Drenagem linfática teoria e prática 2. ed. São Paulo: Manole, 2000.

MACHADO A.F.P., TACANI R.E., SCHWARTZ J., LIEBANO R.E., RAMOS J.L.A., FRARE T.
Incidência de fibro edema gelóide em mulheres caucasianas jovens . Arq Brasil
Ciência Saúde. 2009.

MANUSKIATTI W, WACHIRAKAPHAN C, LEKTRAKUL N, VAROTHAI S. Circumference reduction


and cellulite treatment with a TriPollar radiofrequency device: a pilot study. J Eur Acad Dermatol
Venereol. 2009.

PITANGUY, I. Aspectos filosóficos e psicossociais da cirurgia plástica. In: MELLO FILHO, J.


Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artes médicas. 1988.

QUATRESOOZ P, XHAUFLAIRE-UHODA E, PIÉRARD-FRANCHIMONT C, PIÉRARD GE. Cellulite


histopathology and related mechanobiology. Int J Cosmet Sci. 2006.

RAO, J.; GOLD, M. H.; GOLDMAN, M. P. A two-center, double-blinded, randomized trial testing
the tolerability and efficacy of a novel therapeutic agente for cellulite reduction. Journal of
Cosmetic Dermatology, 2005

8
SOUZA PINTO, E. B.; REYES, M. F. C.; JR, W. N. M.; MARTINEZ, Y.P. Os Pioneiros e a Evolução.
In: SOUZA PINTO, E. B. Lipoaspiração superficial. Rio de Janeiro, RJ: Revinter. 1999.

TACANI, R. E.; TACANI, P. M.; LIEBANO, R. E. Intervenção fisioterapêutica nas sequelas de


drenagem linfática manual iatrogênica: relato de caso. Fisioter. Pesq. 2011.

WANNER M, AVRAM M. An evidence-based assessment of treatments for cellulite. J Drugs


Dermatol. 2008.

Você também pode gostar