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O DRAGÃO DE FOGO

De Cássio Pires
Encenação de Marcelo Lazzaratto
Com Eduardo Okamoto, Esio Magalhães e Luciana Mizutani

Sinopse reduzida
Shun Li, um menino desenhista, enfrenta um dragão que, desperto de seu sono
de séculos, ameaça destruir a sua aldeia. Ou: um garoto é sorteado entre todos
os homens da aldeia para enfrentar uma terrível ameaça, preservando-se,
assim, uma tradição: todos a qualquer momento têm de estar prontos. Isso é
tudo.
Mas não é só. Ou não é solitário: haverá ainda seus pais, o primeiro amor, a
esperança de aldeães, um rato encontrado furtivamente na morada do perigo.
Haverá sempre a possibilidade do desenho e aquilo que ele pode revelar: a
coisa mais forte do mundo!

Sinopse expandida
"O Dragão de Fogo" conta a história do menino Shun Li, lançado ao desafio de
salvar sua aldeia, surpreendida por um grande incêndio provocado por um
dragão, que desperta de um sono imposto pelos antigos heróis locais e que se
prolongava já há muitas gerações.
Tão logo o vilarejo é reduzido a cinzas, os seus líderes reúnem-se para discutir
uma forma de enfrentar o dragão. Muitos guerreiros se dispõem a combatê-lo,
mas um velho sábio lembra aos homens que os costumes locais ditavam a
necessidade da realização de um sorteio, em que apenas um dentre todos os
habitantes deveria ser escolhido para enfrentar o dragão. Segundo a tradição,
todo e qualquer aldeão deveria estar pronto para enfrentar os seus desafios.
Para preocupação de todos, o pequeno Shun Li, de sete anos de idade, é o
sorteado. Não bastasse o fato de ainda ser um menino, pesa ainda contra ele o
fato de demonstrar apenas vocações artísticas, ao invés de guerreiras. Desde
muito pequeno, Shun Li demonstra uma rara habilidade em desenhar, sendo,
inclusive, protegido por todos os trabalhadores da aldeia, que sempre separam
uma pequena parcela do arroz que cultivam para confeccionarem folhas de
papel para que o pequeno artista desenhe o lugar e as pessoas que ali vivem.
Sem poder renegar seus costumes, os habitantes da aldeia destruída veem o
pequeno Shun Li subir a montanha em direção à cova onde vive o Dragão.
Quando lá chega, conhece um rato que se tornará seu amigo e lhe dará pistas de
como avisar o Dragão de sua chegada. Quando, enfim, é recebido por seu
antagonista, pede a ele que pare de atacar a aldeia e volte a dormir, mas recebe
como resposta um desafio sob a forma de uma questão: qual é a mais útil das
coisas?
Surpreendendo o Dragão com uma resposta aparentemente tola, Shun Li
responde que a mais útil das coisas é o papel. A partir da resposta do menino,
submete-o a solucionar três grandes enigmas. Primeiro, ele deverá trazer o fogo
embrulhado no papel, já que ele é a coisa mais útil que há. Depois de muito
pensar, Shun Li faz uma dobradura de papel e inventa uma lanterna de fogo.
Resolvido o primeiro enigma, inicia-se o segundo. Shun Li, agora, deve fazer
com que o papel possa controlar o vento. O pequeno artista, então, faz uma
nova dobradura e inventa o leque. Finalmente, no terceiro e maior enigma,
Shun Li é desafiado a trazer, envolta no papel, a coisa mais forte e poderosa do
mundo. Neste momento, o Dragão recolhe-se, para que Shun Li tenha tempo
para tentar solucionar o difícil enigma.
Shun Li passa muitas horas em busca de uma solução, sem encontrar resposta.
Cansado, desanima, desiste e começa a desenhar seus familiares e amigos, como
que a se despedir deles, certo da destruição definitiva de sua aldeia. Quando o
Dragão sai da cova e pede a resposta do enigma a Shun Li, o menino diz não tê-
la encontrado. No entanto, o Dragão percebe os desenhos, encanta-se com eles
e diz que, mesmo sem saber, Shun Li havia lhe dado a resposta que ele queria: o
Dragão via nos desenhos o amor, o que há de mais forte e poderoso. Assim, dá-
se por vencido e anuncia que voltará a dormir por mais alguns séculos. Agora,
Shun Li pode descer a montanha, para que sua aldeia seja reconstruída.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Cássio Pires
Encenação e Iluminação: Marcelo Lazzaratto
Atuação: Eduardo Okamoto, Esio Magalhães, Luciana Mizutani
Preparação em Kung Fu e desenho de movimento: Luciana Miziutani
Criação e Direção Músical:: Marcelo Onofri
Músicos: Henrique Cantalogo (flautas, percussão marimba), Eduardo
Guimarães (sanfona e percussão) e Marcelo Onofri (piano)
Captação, mixagem e masterização: Mario Porto
Cenografia: Alan Chu
Figurinos: Fause Haten
Assistente de Figurino: Ana Paula Abe
Adereços: Silvana Marcondes
Fotografia: Fernando Stankuns
Programação Visual: Estúdio Claraboia
Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves
Produção Executiva: Mariella Siqueira
Direção de Produção: Daniele Sampaio | SIM! Cultura
Duração: 50 minutos.

Shun-Li - do chinês, “a razão suave”


O “Dragão de Fogo” é um espetáculo com indicação etária livre que efabula um
menino desenhista enfrentando perigos de vida e morte. Aprendamos com a
história – sem didatismos, porém.
Uma narrativa, é verdade, pode construir valores edificantes. Mas também
pode, além de aconselhar a nossa construção moral, abrir debates sobre a Ética
e as dificuldades de convívio; sobre a capacidade humana de conferir sentidos
às experiências; sobre o valor da arte no socorro às nossas crises.
Com estas premissas, lançamo-nos a uma aventura. Tal qual o menino Shun Li,
procuramos, um a um, decifrar os enigmas diversos que se abriam diante de
nós. Tentamos, o tanto quanto pudemos, evitar facilitações, fugir de
estereótipos, colorir o que, em nossas vidas, dói. Procuramos, sobretudo, não
desdenhar da competência inventiva de nosso espectador – capaz, sem dúvida,
de criar sentidos para a peça e saídas amorosas para os riscos do existir.
Muitas vezes, claro, trememos ante a proximidade de um desconhecido e
terrível monstro. Manejamos os instrumentos de que dispúnhamos, o “fazer” do
ofício da cena, procurando calor, respiro, força. As labaredas jamais deixam de
ser cuspidas pelo dragão quando desperto de seu sono secular. E, nós,
humanos, não cessaremos jamais de inventar respostas (palavras, nomes,
desenhos, ações) para se opor àquilo que fere e mata. Estejamos acordados: o
dragão está despertando. Silêncio. A aventura está sempre começando!
Proposta de Encenação
A encenação de "O Dragão de Fogo" sustenta-se numa tríade: corpo, espaço e
palavra. Isso significa economia de recursos exteriores ao corpo dos atuantes,
em favor da emissão da palavra do texto de Cássio Pires e da dramaturgia física
dos atores. A referência primordial para a orquestração destes diferentes
materiais é a Ópera de Pequim – tradicional estilo chinês de espetáculo
teatral.
Como fundamento primeiro de composição, toma-se a ação dos atores como
mote para a abertura de um jogo convencional (o teatro como divertimento e
conjunto de regras diverso daquele que rege o comportamento cotidiano do
homem). Estas ações estão fundadas em treinamento de Kung Fu, tal qual se vê
na Ópera de Pequim, liderado por Luciana Mizutani - atriz e vice-campeã
paulista e vice-campeã brasileira em diversas modalidades do esporte. As ações
baseadas em movimento de Kung Fu não apenas ilustram o discurso
dramatúrgico, mas criam, eles mesmos, novos discursos: dramaturgia de ator. A
orquestração de dramaturgias (a ficção de Cássio Pires com as ações dos
atores) funda a escrita cênica.
Do ponto de vista cenográfico, a encenação apoia-se na construção de um
“espaço vazio”. Apoiando-se na arquitetura minimalista de Alan Chu, que prima
pelo uso criativo de materiais simples, bem como pelo uso ostensivo de linhas
retas, procura uma certa economia de recursos, destacando justamente os
fundamentos de significação acima enunciados: corpo e palavras em ação.
Este espaço minimalista igualmente valoriza os adereços que, por sua vez,
dilatam as dramaturgias físicas construídas pelos atores. Além disto, estes
adereços ajudam a construir os diferentes lugares ficcionais (uma plantação de
arroz, uma casa, uma montanha, a caverna onde vivem dragão e rato etc.). Ou
seja, o próprio uso do espaço o define como lugar.
A música original de Marcelo Onofri acompanha a ocupação deste “vazio”.
Assim, tanto quanto enfatizar as ações (como acontece na Ópera de Pequim
chinesa), constrói geografias. Neste sentido, a música desempenha função
narrativa e se afasta da ilustração de emoções e sentimentos dos personagens.
A música cria imagens, metaforicamente “nos faz ver”.
A orquestração (esta palavra, aqui, é escolhida remetendo a Serguei M.
Eisesntein e a sua apropriação do teatro oriental) destes materiais todos
resulta na construção de um teatro de convenção para crianças. Ou, dizendo de
outro modo, num espaço vazio, atuações verdadeiras (ações reais modeladas
pela luta) constroem realidades alegóricas. A teatralidade como impulso para
um debate ético (o que, diga-se, ultrapassa a moralidade): a arte e a sua
potência no fortalecimento do homem como indivíduo e como parte de uma
coletividade.

Público Alvo
Ainda que não apresente restrição de público quanto à temática ou forma da
sua apresentação, o espetáculo foi concebido tendo como público preferencial
crianças entre seis e onze anos.
A excelência da sua equipe de criação (já reconhecida por crítica especializada e
público no teatro adulto), bem como o estudo da Ópera de Pequim como
fundamento da composição de cenas, deverá viabilizar um processo artístico de
qualidade possível de ser fruído por públicos de diferentes faixas etárias,
condições socioeconômicas etc.

Breve currículo dos principais artistas envolvidos


Cássio Pires (dramaturgia)
Nasceu em São Paulo, em 1976. Bacharel em Letras e Mestre em Artes Cênicas
pela USP. Entre textos originais e releituras de obras literárias para teatro,
escreveu aproximadamente 20 peças, encenadas por diversos coletivos teatrais
brasileiros, mostras de novas dramaturgias e em festivais internacionais.
Escreveu a adaptação de “O Rouxinol”, peça para crianças, dirigida por Kleber
Montanheiro, com produção da Cia. da Revista, que realizou mais de 200
apresentações entre os anos de 2002 e 2006, nos Teatro Alfa, Promon, Sérgio
Cardoso, nas unidades do SESC do interior do estado de São Paulo e nos CEUs
da cidade de São Paulo. Entre seus mais recentes trabalhos estão “O Deus da
Cidade”, escrito para a Cia Os Fofos Encenam, sob direção de Fernando Neves;
“OE”, solo escrito para o ator Eduardo Okamoto, sob direção de Marcio Aurelio;
“A Força da Imaginação”, escrito para Cia Livre, sob direção de Cibele Forjaz
(em 2016, o texto volta a ser encenado, agora em espanhol, no Festival Europa
Mais America, de Buenos Aires, sob direção de Cecilia Meijide); “O Capote”,
releitura de Gogol, realizada em colaboração com Drauzio Varella, sob direção
de Yara de Novaes; “Vigília”, texto que serviu a um experimento cênico de 12
horas de duração apresentado na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Antes
disso, o texto, escrito em 2007, foi encenado no Intercity Festival do Teatro
della Limonaia (Florença, Itália); “Ifigênia”, encenado pela Cia Elevador de
Teatro Panorâmico, sob direção de Marcelo Lazzaratto, indicado ao Prêmio CPT
2012 de melhor texto; “A Sonata Kreutzer”, releitura de Tolstoi, dirigida por
Marcello Airoldi, espetáculo que integrou a programação do Festival Escena
Mazatlan, no México.

Marcelo Lazzaratto (encenação e iluminação)


Ator e diretor formado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP,
Marcelo Lazzaratto é Prof. Doutor em Interpretação e Direção Teatral e Chefe
do Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP. Em 2000 cria a Cia. Elevador
de Teatro Panorâmico, na qual exerce a função de diretor artístico, tendo
realizado, entre outros, os espetáculos: “A Ilha Desconhecida”, adaptação da
obra de José Saramago, “Peça de Elevador”, de Cássio Pires indicada ao Prêmio
Shell 2006 por Melhor Figurino; “Do Jeito que Você Gosta”, de William
Shakespeare, indicada ao Prêmio Shell – 2011 e “Ifigênia”, de Cássio Pires,
adaptação do original de Eurípedes, indicada ao Prêmio Shell - 2012 como
melhor iluminação e vencedora do Prêmio Myriam Muniz – Circulação 2013.
Em 2014 “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov indicada ao Prêmio
Aplauso Brasil como Melhor Espetáculo de Grupo, Melhor Direção, Melhor
Cenografia, Melhor Figurino, Melhor Ator Coadjuvante. Durante dez anos
integrou a Cia. Razões Inversas sob direção de Marcio Aurélio onde participou
como ator, entre outros, dos espetáculos: “A Bilha Quebrada”, de Kleist,
“Senhorita Else”, de Schnitzler, “Maligno Baal o Associal”, de Brecht e “A Arte de
Comédia”, de Eduardo de Filippo. E agora em 2015, em “Filoctetes”, de Heiner
Müller.

Eduardo Okamoto (atuação)


É ator, Bacharel em Artes Cênicas, Mestre e Doutor em Artes pela Universidade
Estadual de Campinas – UNICAMP, onde atualmente é docente. Estuda as
relações entre o potencial expressivo do corpo e as suas relações com a
produção dramatúrgica: dramaturgia de ator. Esses estudos dialogam com a
realidade social, histórica e cultural do Brasil. Assim, formula teoricamente suas
práticas criativas como dramaturgia de ator na intracultura. Esses trabalhos
são desenvolvidos em diálogo com diversos pesquisadores, entre eles: Newton
de Souza, Suzi Frankl Sperber e Lume Teatro, Verônica Fabrini, Marcelo
Lazzaratto. Apresentou espetáculos e diversas atividades formativas em
diversos estados brasileiros e no exterior: Espanha, Suíça, Alemanha, Marrocos,
Kosovo, Escócia e Polônia. É autor do livro “Hora de Nossa Hora: o menino de
rua e o brinquedo circense” (Editora Hucitec, 2007). Em 2009, Eduardo
Okamoto foi indicado ao Prêmio Shell 2009 na categoria de Melhor Ator sua
atuação em “ELDORADO. Em 2012, foi indicado novamente ao Prêmio Shell de
Melhor Ator por sua atuação no espetáculo “RECUSA”. No mesmo ano, foi
contemplado com o Prêmio APCA de Melhor Ator por sua atuação neste
espetáculo. Em 2015, estreia seu novo espetáculo solo, “OE”, baseado na obra
do escritor japonês Kenzaburo Oe, com dramaturgia de Cássio Pires e
encenação de Marcio Aurelio. Já foi professor dos cursos de formação de atores
da Universidade Federal de Santa Maria e da Escola Superior de Artes Célia
Helena.

Esio Magalhães (atuação)


Ator e diretor, formado pela Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP. Cursou
Teatro Popular com Antônio Nóbrega e Commedia dell’Arte com Tiche Vianna.
Integrou o Doutores da Alegria. Atuou com o palhaço Leris Colombaioni, no
espetáculo “Um giro nel cielo” e no ”Circo Ercolino” e participou da XII Sessão
Da Universidade Do Teatro Eurasiano, sob coordenação de Eugenio Barba, na
Itália. Ministra cursos de formação linguagens de máscara, palhaço e teatro de
rua.
Fez a preparação dos atores em “Hoje É Dia de Maria”, microssérie da Rede
Globo, em parceria com Tiche Vianna. Atuou no curta “Curra Urbana” de Thiago
Mata Machado.
É um dos sócios fundadores do Barracão Teatro, atuando nos
espetáculos: “Encruzilhados entre a barbárie e o sonho” e “Diário Baldio), sob
direção de Tiche Vianna; “O Pintor”, “Circo do Só Eu”, “WWW para Freedom”, “A
Marvada Caloimbina” e “Amor te Espero” e “Zabobrim, o rei vagabundo”, onde
também faz a dramaturgia e direção; e “A Julieta e o Romeu”, com direção de
Naomi Silman. Dirigiu diversos espetáculos, entre os quais: “Caramba quanta
Bobagem” (Circo Teatro Caramba) e e “Procedimento Padrão” (Los Circolos).
Realizou, juntamente com Teófanes Silveira, dramaturgia e direção do
espetáculo “Lembranças de Presente”. Dirigiu o grupo Flautins Matuá em “Fuá
na Cidade”. Recebeu três indicações ao Prêmio Shell (como ator por “A Julieta e
o Romeu” e “Encruzilhados, entre a Barbárie e o Sonho” e, conjuntamente com o
Barracão Teatro, pela pesquisa e criação de “Diário Baldio”), uma indicação ao
Prêmio Quem (“A Julieta e o Romeu”) e uma indicação ao Prêmio APCA (“WWW
para Freedom”).

Luciana Mizutani (atuação, preparação em Kung Fu e desenho de


movimento)
Atriz e diretora, Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de
Campinas – UNICAMP, em 2005. Atuou em diversas montagens: “Peças Curtas
de Harold Pinter” (direção de Marcelo Lazzaratto), “Catleia, Um ensaio sobre o
Amor e o Erotismo”, baseada na obra de Octávio Paz (direção de Dir.Veronica
Fabrini”, “O Doente Imaginário” (direção de Marcio Tadeu), “Alcateia” e “O
Despertador” (ambos dirigidos por Dirceu de Carvalho), “Big Big Bang Boom” e
“Animaflex” (direção de Carlos Palma).
Em TV, atuou em "Negócio da China", na R. Globo, e no Projeto "Paula Souza",
da Cultura.
É integrante e co-fundadora do Teatro do Bardo, participando dos espetáculos:
"Chulo Miráculo" (diretora) e "A Roupa Nova do Imperador" (atriz) e do Grupo
Cantando História, onde atua em "Os Saltimbancos" e “Cantando Histórias para
Brincar”. Desde 2000, é praticante de Kung Fu Tradicional, estilo Shen She
Chuen (Punho da Serpente Sagrada) com o Prof. Ronaldo Schols, na Associação
de Kung Fu Tradicional da Família Hu, do Mestre Dani Hu. Foi vice-campeã
paulista do esporte, em 2007, na categoria armas longas, e campeã nas
categorias mãos do sul e armas curtas. Foi vice-campeã brasileira nas
categorias armas longas e armas curtas e terceiro lugar na categoria mãos do
sul. Prepara atores para lutas cênicas e atua como designer de ação como nos
espetáculos: “Via Crucis de Santa Bárbara d’ Oeste” (direção de Otávio
Delaneza); “Cala Boca Já Morreu” (direção de Marcelo Porqueres); “Titus Fúria”
(direção de Verônica Fabrini).

Marcelo Onofri (música original)


Pianista, cantor, compositor, arranjador. Estudou na Escola de Música de
Brasília, no Conservatório Carlos Gomes (Campinas/SP) e Composição e
Regência na Unicamp, criando, ali, o primeiro Coral Cênico da cidade: “Coral
Latex”.
Viveu 15 anos em Viena (Áustria). Ingressou no curso de Regência Orquestral
na Escola Superior de Música de Viena e realizou inúmeros trabalhos, entre
eles: Grupo Brasileiro “Mato Grosso” (participando como arranjador,
compositor e cantor) e “Libertango Trio” (relendo, como pianista, de releituras
da obra de Astor Piazzolla). Regeu o Coral Cênico “JedwederKüchenChor”;
trabalhou como compositor na cena de dança contemporânea; assinou a
direção musical do teatro “Serapions Theater” (Odeon) e atuou como
arranjador e instrumentista com o músico brasileiro Alegre Corrêa. Como ator
esteve em diversos espetáculos teatrais no “Studio-BühneVillach”. Gravou os
CDs Mar e Bele Hein com a cantora Izabel Padovani, vencedora do 8º Prêmio
Visa edição vocal.
De volta ao Brasil, lecionou Teoria Musical, Piano e Canto no Conservatório
Musical Carlos Gomes em Campinas/SP. Gravou dois novos CDs: Dança (2003)
e Temporâneo (2007). Foi selecionado para o 9º Prêmio Visa edição
compositor.
Participou de uma turnê pela Áustria e Alemanha como pianista e arranjador do
grupo “Izabel Padovani Quartet”. Idealizou o “Marcelo Onofri Quarteto”,
chamando a atenção de críticos, como Zuza Homem de Melo.
Trabalha com o Lume Teatro e Barracão Teatro, como compositor, orientador e
diretor musical e é professor do Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP.

Alan Chu (cenografia)


Arquiteto e Urbanista formado em 2001 pela Universidade Presbiteriana
Mackenzie. Foi sócio do escritório Chu&Kato Arquitetos de 2004 a 2010 quando
passou a integrar a equipe de criação do escritório de Isay Weinfeld.
Além de colaborar com Weinfeld, Chu desenvolve outros projetos e parcerias,
com obras reconhecidas e premiadas no Brasil e no exterior. Para ver um
portfólio de seus trabalhos, basta acessar:
<http://www.chu.arq.br>.

Contatos
Daniele Sampaio - Diretora de Produção
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Mariella Siqueira - Produtora Executiva


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