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Exercício

Explique exatamente o significado da afirmação “derivação e integração são processos inversos”.


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Vamos relembrar o Teorema Fundamental do cálculo.

Suponha que é uma função contínua em . Então se pode afirmar:

Se ……(1)

……(2)

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Por (1), , que diz que se for integrada e depois for diferenciada, ou derivada, teremos

novamente a função original.

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Por (2), , que diz que se tomarmos a função , e aplicarmos a primeira derivada e,

depois disso, nós a integrarmos também obteremos a função original mas sob a forma .

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto as duas partes do Teorema Fundamental do Cálculo indicam que a integração e a diferenciação são

procesos inversos. Cada uma dessas operações desfaz matematicamente o que a outra fez.

Exercício

Seja , em que f é a função cujo gráfico é mostrado.


(a) Calcule g(x) para x = 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6.

(b) Estime g(7).

(c) Onde g tem um valor máximo? Onde possui um valor mínimo?

(d) Faça um esboço do gráfico de g.


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 18 keyboard_arrow_down

Considere a função f cujo gráfico é apresentado abaixo:

Passo 3 de 18 keyboard_arrow_down

(a)

Sabendo que , calcular os valores de g para os pontos pedidos.

Passo 4 de 18 keyboard_arrow_down

Para avaliar g(x) com x = 0, substituir o valor de x na equação da função:

Passo 5 de 18 keyboard_arrow_down

Para encontrar g(1), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 1, como mostrada na figura a seguir:

Passo 6 de 18 keyboard_arrow_down

Pela figura, percebemos que devemos calcular então a área de um triângulo retângulo com base 1 e altura 1:
Passo 7 de 18 keyboard_arrow_down

Para encontrar g(2), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 2, como mostrada na figura a seguir:

Passo 8 de 18 keyboard_arrow_down

Pela figura, percebemos que devemos calcular então a área de dois triângulos retângulos com base 1 e altura

1.

Entretanto, essas áreas possuirão sinais contrários, pois o triângulo azul está acima do eixo y e o triângulo

verde está abaixo.

Passo 9 de 18 keyboard_arrow_down
Para encontrar g(3), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 3, como mostrada na figura a seguir:
Passo 10 de 18 keyboard_arrow_down

Como podemos observar na figura acima, o valor de g(3) é o mesmo que g(2) menos a área de um triângulo

com base 1 e altura 1:

Passo 11 de 18 keyboard_arrow_down

Para encontrar g(4), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 4, como mostrada na figura a seguir:

Passo 12 de 18 keyboard_arrow_down

Como podemos observar na figura acima, o valor de g(4) é o mesmo que g(3) mais a área de um triângulo com

base 1 e altura 1:

Passo 13 de 18 keyboard_arrow_down

Para encontrar g(5), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 5, como mostrada na figura a seguir:
Passo 14 de 18 keyboard_arrow_down

Para calcular o valor de g(5), nós adicionamos à g(4) a área do trapezoide com lados paralelos de comprimento

1 e 2, e altura 1:

Passo 15 de 18 keyboard_arrow_down
Para encontrar g(6), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 6, como mostrada na figura a seguir:

Passo 16 de 18 keyboard_arrow_down

Para calcular o valor de g(6), nós adicionamos g(5) da área do trapezoide com lados paralelos de comprimento

2 e 3, e altura 1:
Passo 17 de 18 keyboard_arrow_down

(b)

Para encontrar g(7), calcular a área abaixo da função f(x) de x = 0 até x = 7, como mostrada na figura a seguir:

Passo 18 de 18 keyboard_arrow_down

Para calcular o valor de g(7), devemos adicionar a área abaixo de f(x) entre x = 6 e x = 7 à g(6):

Sabemos que , podemos estimar o valor de como a área de um triângulo com base 1 e

altura 3:
Passo 19 de 18 keyboard_arrow_down

(c)

Observando o gráfico de f(x), na letra (a), e os valores calculados nas letras anteriores, podemos concluir que a

função g(x) alcança seu valor máximo em x = 7 e o valor mínimo em x = 3.

(d)

Utilizando ferramenta gráfica e os pontos calculados, podemos esboçar o gráfico g(x) da seguinte forma:

xy
00

1 0,5

20

3 -0,5

40

5 1,5

64

7 5,5
Exercício

Seja , em que f é a função cujo gráfico é mostrado.


(a) Calcule g(0), g(1), g(2), g(3) e g(6).

(b) Em que intervalos g está crescendo?

(c) Onde g tem um valor máximo?

(d) Faça um esboço do gráfico de g.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 13 keyboard_arrow_down

(a)

Observando atentamente esse gráfico podemos perceber sem grande dificuldade que:
Passo 2 de 13 keyboard_arrow_down

Desta forma e sabendo que fica mais simples buscar a expressão de g(x). Aqui é importante,

para garantir a continuidade de g(x) fazermos os ajustes das constantes que surgem com o cálculo das

integrais.

Passo 3 de 13 keyboard_arrow_down

Com isso feito, vamos usar de início o mesmo que foi feito na questão anterior.

[área do retângulo com comprimentos dos lados 1 e 2]

Passo 5 de 13 keyboard_arrow_down

Agora, se usarmos a expressão de g(x), chegaremos a esses mesmos valores? Vamos realizar um teste:

Passo 6 de 13 keyboard_arrow_down
Passo 7 de 13 keyboard_arrow_down

Como podemos ver, tudo certo.

Passo 8 de 13 keyboard_arrow_down

Vamos usar somente a expressão de g(x) vara os outros cálculos:

Passo 9 de 13 keyboard_arrow_down

(b)

Passo 10 de 13 keyboard_arrow_down

Para esta pregunta podemos usar duas estratégias:

Passo 11 de 13 keyboard_arrow_down

1 – Usando o teorema fundamental do cálculo

Passo 12 de 13 keyboard_arrow_down

concluímos que g(x) está crescendo, enquanto f (x) for positivo. Isso ocorre no intervalo (0,3). Isso claramente

pode ser visto no gráfico de f(x).

2 – Chegaríamos à mesma conclusão observando os valores de g(x)calculados no item (a).

Passo 13 de 13 keyboard_arrow_down
(c)

g(x) tem um valor máximo positivo em , visto que o sinal de f (x) muda de positivo para negativo.

Passo 14 de 13 keyboard_arrow_down

(d)

Um esboço do gráfico de g(x), está abaixo:


Exercício

Seja , em que f é a função cujo gráfico é mostrado.


(a) Calcule g(0) e g(6).

(b) Estime g(x) para x = 1, 2, 3, 4, e 5.

(c) Em que intervalo g está crescendo?

(d) Onde g tem um valor máximo?

(e) Faça um esboço do gráfico de g.


(f) Use o gráfico da parte (e) para esboçar o gráfico de g(x). Compare com o gráfico de f.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 15 keyboard_arrow_down

O gráfico a seguir representa a função f

Passo 2 de 15 keyboard_arrow_down

Seja a função g:

Utilize as funções f e g para responder as próximas questões.

Passo 3 de 15 keyboard_arrow_down

(a) Encontre o valor de g (0) e g (6).

Função g é definida como uma integral da função f . Lembre-se que a aplicação gráfica na integral é o que

representa a área entre a curva e o eixo x. Calcule g (0) da forma a seguir:

Seja

x=0
Se os limites inferiores e superiores da integral forem iguais, isso representa a área 0.

Então,

Passo 4 de 15 keyboard_arrow_down

Calcule g (6) substituindo 6 por x

Seja

x=6

A integral é representada pela área e pelo eixo x, conforme mostrado abaixo.

Essa integral aparece para representar duas regiões. A parte entre está acima do eixo x e representa

uma área positiva. A parte entre está abaixo do eixo x e representa uma área negativa. Além disso, o

tamanho parece idéntico na região entre . Ao adicionar o valor a e seu oposto - a , a soma é igual a 0.

Então, o valor de g (6) é g (6) = 0 .

Passo 5 de 15 keyboard_arrow_down

(b)

Calcule os seguintes valores: g (1), g (2), g (3), g (4), g (5).


A integral a seguir representa g (1):

Essa integral pode ser representada no graficamente de acordo com a imagem a seguir:

Você pode calcular o valor de g (1) utilizando as grades para ajudar a determinar a área da região sombreada.

Os ícones sombreados parecem ser 2,8 unidades de quadrados.

Então, g (1) = 2,8.

Passo 6 de 15 keyboard_arrow_down

A integral a seguir representa g (2):

Essa integral pode ser representada no graficamente de acordo com a imagem a seguir:

Pode-se estimar o valor de g (2) utilizando as grades para determinar a área da região sombreada. Dentro da

área sombreada, tem 3 unidades de quadrado. A área da porção triangular aparentemente pode distribuir os
dois quadrados incompletos em duas unidades de quadrados. No total, a área sombreada ocupa

aparentemente 5 unidades de quadrados.

Então,

g (2) = 5 .

Passo 7 de 15 keyboard_arrow_down

A integral a seguir representa g (3):

Essa integral pode ser representada no graficamente de acordo com a imagem a seguir:

Pode-se estimar o valor de g (3) utilizando as grades para ajudar a determinar a área da região sombreada. A

área abaixo da curva até é de 5. A área entre e aparenta ser menor que uma unidade de

quadrado, talvez ¾ de uma unidade. Você pode estimar o total da área estimada como 5,7 unidades de

quadrado.

Então, g (3) = 5,7 .

Passo 8 de 15 keyboard_arrow_down

A integral a seguir representa g (4):

Essa integral pode ser representada no graficamente de acordo com a imagem a seguir:

Passo 9 de 15 keyboard_arrow_down
Pode-se estimar o valor de g (4) utilizando as grades para ajudar a determinar a área da região sombreada. A

área entre a curva de até representa uma área negativa. Visto que f aparentemente tem ponto

simétrico no ponto (3, 0), pode-se supor que essa área é igual à área entre e . Se você subtrair

essa área de g (3), o resultado é igual a g (2). Então g (4) é igual a g (2).

Então, g (4) = 5 .

Passo 10 de 15 keyboard_arrow_down

A integral a seguir representa g (5):

Essa integral pode ser representada no graficamente de acordo com a imagem a seguir:

Pode-se estimar o valor de g (5) utilizando as grades para ajudar a determinar a área da região sombreada. A

área entre a curva e o eixo x de e representa uma área negativa. Visto que faparentemente temu

m ponto simétrico em (3, 0), pode-se supor que essa área é igual à área entre e . Se você subtrair

essa área de g (3), o resultado é igual a g (1), então, g (5) é igual a g (1) .

Então, g (5) = 2.8

Passo 11 de 15 keyboard_arrow_down

A tabela a seguir resume os valores de g (x) das partes (a) e (b)

01 23 45 6
x
0 2,8 5 5,7 5 2,8 0
g (x)
Passo 12 de 15 keyboard_arrow_down

(c)

Determine o intervalo em que g está crescendo.

Observando a tabela do passo anterior, pode-se ver que os valores de g (x) estão crescendo para x-valores de

0 até 3.

01 23 45 6
x
0 2,8 5 5,7 5 2,8 0
g (x)
Função g está crescendo no intervalo [0, 3]

Passo 13 de 15 keyboard_arrow_down

(d)

Em que valor de x g alcança seu máximo?

Observando a tabela dos valores de g (x), a função chega em seu máximo no valor 5,7. Esse valor ocorre

em . Função g alcança seu máximo em .

Passo 14 de 15 keyboard_arrow_down

(e)

Utilize suas respostas em (a) e (b) para esboçar um gráfico de g .

Ao aplicar os valores da tabela de g (x), você pode conectar os pontos para esboçar um gráfico de g. Seu

esboço deve parecer com o seguinte.

Passo 15 de 15 keyboard_arrow_down

(f)
Utilize seu gráfico da parte (e) para esboçar um gráfico . Como esse gráfico se compara com f ?

Onde a função g (x) alcança seu máximo, a derivada irá cruzar o eixo x. Note que a partir de ,a

função está crescendo. Isso significa que a derivada irá pegar valores acima do eixo x. No

intervalo , a função cai. Isso significa que a derivada irá pegar valores negativos. O gráfico

abaixo mostra uma estimativa de .

A área de sugere que

Exercício

Esboce a área representada por g(x). A seguir, encontre g′(x) de duas formas: (a) utilizando a
Parte 1 do Teorema Fundamental e (b) calculando a integral usando a Parte 2 e, então,
derivando.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

(A)

Considere o seguinte gráfico:


A área sombreada é representada por

Use o teorema fundamental de Cálculo, parte 1

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Use o teorema fundamental de Cálculo, parte 2

Integre em função de t

Derive em função de x

Exercício

Esboce a área representada por g(x). A seguir, encontre g′(x) de duas formas: (a) utilizando a
Parte 1 do Teorema Fundamental e (b) calculando a integral usando a Parte 2 e, então,
derivando.

Parte 1 do Teorema Fundamental


Parte 2

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Considere a função

Encontre utilizando o teorema fundamental de duas partes

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo parte 1, que

Se então …. (1)

A partir de (1), se então

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo parte 2, que

Se f é constante F é anti derivada de f então

…..(2)

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Então

Anti derivada de é

A partir de (2)

Então,
Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Gráfico de é mostrado a seguir

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do cálculo para encontrar a derivada de g(x):

Seja f(t) contínua em [a;b], então a função:


,

é contínua em [a;b] e derivável em (a,b) e .

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Comparando a função,

com a função dada no resultado, então:

Para aplicar o teorema fundamental do cálculo, parte, conferimos se a função f (t) é contínua em

Examinando mais atentamente a função:

Essa função é definida para todo número real, exceto o número t que torna .

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Resolvendo a equação para t

Sendo assim, o dominio da função é

Como é uma função polinomial.

Logo, a função:

Não é derivável em , a função é contínua no seu domínio, .

Logo, a função f (t) é contínua em .


Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Logo, a função:

Satisfaz as condições da parte 1 do teorema fundamental do cálculo, isto é a função f (x) é contínua em .

Pelo teorema fundamental do cálculo, a função g(x) é contínua em e derivável em .

Além disso, a derivada da função g(x) é f (x), isto é .

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Então, a derivada da função é

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, para encontrar a derivada da função g (x):

Seja f contínua em [a;b] , então a função:

é contínua em [a;b] e derivável em (a;b) e .

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Comparando a função:
,

com a função dada no resultado, então:

Para aplicar o teorema fundamental do cálculo, parte 1, confira se a função f(t) é contínua em

Como a função exponencial é derivada em qualquer ponto, então o domínio da

função é .

A função exponencial é contínua no domínio .

Então, a função f (x) também é contínua em

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

A função

satisfaz às condições do teorema fundamental do cálculo, isto é a função f (x) é contínua em .

Pela parte 1 do teorema fundamental do cálculo, a função g(x) é contínua em e derivável em .

Além disso, a derivada da função g(x) é f (x), isto é .

Sendo assim, a derivada da função é

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo
Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Nós sabemos que, pelo teorema fundamental do Cálculo, se então

……….. (1)

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

A partir de (1), se então

Obviamente isso é verdade se, e somente se, for contínua para um dado intervalo de ou para inteiro.

Se olharmos com cuidado, veremos que está definida para todo valor real de t, portanto, contínua.

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Neste exercício, deve-se encontrar a derivada da função abaixo, utilizando para isso a Parte 1 do Teorema

Fundamental do Cálculo:

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

A Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo é:


Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Aplicando em nossa função:

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto, temos:

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

O teorema fundamental do Cálculo afirma que:

Se f é constante em [a;b] , então a função g é definida por

Se é constante em [a;b] e derivável em (a;b) e

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down
Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, nós encontramos a derivada da função

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Tomaremos o cuidado de definir em qual, ou em quais intervalos, a função é definida. O motivo é claro, buscar

o intervalo de continuidade da função.

Lembrando que:

Vemos claramente que quando:

Essa função não é definida.

Porém, a mesma é definida para qualquer outro valor dentro de .

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Visto que

é contínua, o teorema fundamental do cálculo conclui que, desde que:

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.


Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

A parte 1 do teorema fundamental do Cálculo diz que

Se a função f é constante em [a;b] , então a função g é definida por

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Se a função f é contínua em [a;b] e derivável em (a;b) e

Utilizando a parte 1 do teorema fundamental do cálculo, nós encontramos a derivada da função

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Note que houve uma troca de posição nos limites de integração. Essa troca é motivada pelo teorema que

determina que a variável x tem que estar dentro dos limites do intervalo em que a função f (t) é contínua.

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Imagine uma função f (t) contínua em [0,2; 1]. Note que para aplicarmos o teorema poderíamos estabelecer o

0,2 como limite inferior e o x como limite superior de uma porção [0,2; x] do intervalo de continuidade [0,2; 1]. A

figura abaixo representa graficamente essa situação.


Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Visto que é contínua, dentro dos limites de integração dessa questão (observe que a restrição

estaria para t < 0), a parte 1 do teorema conclui que:

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down
Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo, que

Se então …. (1)

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

A partir de (1),

Se então

Logo,

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo, que


Se

então …. (1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

A partir de (1),

Se

então

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Logo,

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

A parte 1 do teorema fundamental do Cálculo afirma que


Se f é constante em [a,b] , então a função g é definida por

Se é constante em [a,b] e derivável em (a,b) e

Utilizando a parte 1 do teorema fundamental do Cálculo, nós encontramos a derivada de

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Então

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Logo,

[Pela regra da cadeia]

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo, que

Se então …. (1)

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

A partir de (1),

Se

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Logo,

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

Considere:

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

Utilize a regra da cadeia

Seja , então

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down

Utilizando a propriedade

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

[regra da cadeia]

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

Visto que é uma função constante, então, pela parte 1 do teorema fundamental do Cálculo,
Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Essa é a derivada de y

Exercício

Use a Parte 1 do Teorema Fundamental do Cálculo para encontrar a derivada da função.

Parte 1 do Teorema Fundamental

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Utilizando o teorema fundamental do Cálculo, temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Nós sabemos, pelo teorema fundamental do Cálculo, que

Se então …. (1)

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

A partir de (1),

Se
Então

Logo,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do Cálculo que

Se f é constante e F é uma anti derivada de f então

……. (1)

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Temos que calcular a integral

Então

Anti derivada de

A partir de (1),
Logo,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do Cálculo que

Se f é constante e F é uma anti derivada de f então

……. (1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Então

Anti derivada de f (x) é

A partir de (1),
Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Logo,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral , nós temos

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down
Para avaliar a integral , nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo

Se é contínuo e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de é

A partir de (1)
Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo

Se é contínuo e F é a anti derivada de então

............. (1)

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down

Aqui

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

Anti derivada de
é

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

A partir de (1)

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Portanto

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo

Se é contínuo e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down
Aqui

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

Anti derivada de

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

A partir de (1)

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Portanto

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Para resolvermos a integral usaremos o teorema fundamental do calculo:

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down
Assim temos,

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral , nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down
Para resolvermos a integral usaremos o teorema fundamental do calculo:

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Assim temos,

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral

, nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down
Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral , nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Exercício

Calcule a integral.
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Avalie

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

é contínua além do intervalo

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Use o teorema fundamental do cálculo,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós temos que avaliar a integral

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down
Aqui

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Anti derivada de

A partir de (1),

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral , nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down
Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a aiti derivada de então

(1)

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Aqui

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Anti derivada de é

A partir de (1)
Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de

é
Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

A partir de (1)

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de
é

A partir de (1)

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considerando a integral

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de é

A partir de (1)
Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Para avaliar

Primeiro devemos encontrar uma anti derivada genérica usando as regras de anti derivadas.

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Portanto, a anti derivada de é

Então, usando o teorema fundamental do cálculo, nós podemos dizer:

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Então,
Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Neste exercício, temos que resolver a seguinte integral:

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Primeiramente, vamos colcoar a constante fora da integral:

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

É sabido, por tabela, que: . Dessa forma:

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Por relações trigonométricas, tem-se:

Logo:
Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Portanto, temos:

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considere a integral

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a anti derivada de então

(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de é

A partir de (1)

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down
Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Avalie

Sendo , então

Quando ,e

A anti derivada de é

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Visto que é contínua, use o teorema fundamental do cálculo,

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down
Considere a integral

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Nós sabemos pelo teorema fundamental do cálculo:

Se é contínua e F é a aiti derivada de então

......(1)

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Aqui

Anti derivada de é

A partir de (1)

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Consequentemente

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down
Para avaliar a integral

Onde

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Substituindo a função na integral, temos:

Exercício

Calcule a integral.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Para avaliar a integral

Onde , nós temos

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Substituindo a função na integral, temos:


Exercício

O que está errado na equação?

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Considerando a equação

Nós percebemos que esse cálculo deve estar errado porque a resposta é negativa. Mas

e a propriedade da integral diz que quando .

O teorema fundamental do cálculo se aplica para funções contínuas.

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Isso não é aplicável aqui porque não é contínua em . De fato, tem uma descontinuidade infinita

em , então não existe.


Exercício

O que está errado na equação?

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 1 keyboard_arrow_down

Considere a equação

Notamos que este cálculo pode estar errado porque o Teorema Fundamental do Cálculo aplica-se a funções

continuas.

Não pode ser aplicado aquí porque não é continua em . De fato, tem uma infinita discontinuidade

em não existe.

Exercício

O que está errado na equação?

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Considere a equação:

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Teorema Fundamental do cálculo, Parte 2:

Se é continua em , em seguida
Quando é alguma antiderivada de , isto é, uma função tal que

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

O gráfico da função

Exercício

O que está errado na equação?

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Considere a equação
Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Notamos que este cálculo pode estar errado porque o Teorema Fundamental do Cálculo aplica-se a funções

continuas.

Não pode ser aplicado aquí porque não é continua em .

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

De fato, tem uma infinita discontinuidade em não existe.

Exercício

Use um gráfico para dar uma estimativa grosseira da área da região que fica abaixo da curva
dada. Encontre a seguir a área exata.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

A curva é

Pelo gráfico, a área da região delimitada é aproximadamente

Da área do retângulo com lados 3 e 27.

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

A área exata é :
Exercício

Use um gráfico para dar uma estimativa grosseira da área da região que fica abaixo da curva
dada. Encontre a seguir a área exata.
y = x−4, 1 ≤ x ≤ 6
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Observe o gráfico:

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

A figura 1 ilustra a curva sobre o intervalo

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Ache a área que está sombreada, embaixo da curva no intervalo com respeito ao .
A área

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

é continua no intervalo . E a anti derivada de é

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Use o teorema fundamental do cálculo, parte 2:

Exercício

Use um gráfico para dar uma estimativa grosseira da área da região que fica abaixo da curva
dada. Encontre a seguir a área exata.
y = sen x, 0 ≤ x ≤ π
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Neste exercício, deve-se encontrar a área da seguinte curva:

, sendo

Essa área debe ser calculada tanto de forma aproximada por um gráfico quanto analíticamente.

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Temos o seguinte esboço para essa curva:


Logo, pelo gráfico pode-se estimar que a área é aproximadamente algo em torno de 2.

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Resolvendo analíticamente, temos:

Portanto, a área é .

Exercício

Use um gráfico para dar uma estimativa grosseira da área da região que fica abaixo da curva
dada. Encontre a seguir a área exata.
y = sen2 x, 0 ≤ x ≤ π/3
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

A equação da curva é

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Para a figura,

area a área do retângulo com lados

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

A área exata é
Exercício

Calcule a integral e interprete-a como uma diferença de áreas. Ilustre com um esboço.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Avaliar

é uma função continua

A anti derivada de é

Use o teorema fundamental do cálculo, parte 2

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Esboço da curva

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down
A curva dentro do intervalo inclui algunas áreas abaixo do eixo e algumas áreas acima do

eixo . Seja a área da região acima do eixo e a área da região abaixo do eixo .

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

A área é representada por

Exercício

Calcule a integral e interprete-a como uma diferença de áreas. Ilustre com um esboço.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Considere a integral como diferença entre áreas

O gráfico está mostrado abaixo

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down

Nós podemos escrever


Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Encontre a derivada da função.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

Neste exercício, debe-se encontrar a primeira derivada da seguinte função:

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

Temos a seguinte propriedade:

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down

Primeiramente, vamos reescrever essa expressão, utilizando a propriedade exposta acima:


Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

Famos fazer a seguinte substituição de variáveis:

Assim, nossa expressão fica:

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

Usando o Teorema Fundamental do Cálculo:

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Substituindo os valores conhecidos para e :

Substituindo agora os valores para e :

Exercício

Encontre a derivada da função.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Usando o teorema fundamental do cálculo nós temos que encontrar a derivada da função
Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos que se portanto

…(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

De (1)

Se então

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Encontre a derivada da função.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Usando o teorema fundamental do cálculo nós temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos que se portanto

…(1)
Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

De (1)

Se então

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Encontre a derivada da função.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Usando o teorema fundamental do cálculo nós temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos que se portanto

…(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

De (1)

Se então
Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Encontre a derivada da função.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Usando o teorema fundamental do cálculo nós temos que encontrar a derivada da função

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Nós sabemos que se portanto

…(1)

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

De (1)

Se então

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,
Exercício

Se , em qual interval f é crescente?


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 5 keyboard_arrow_down

Neste exercício, deve-se encontrar o intervalo no qual a seguinte função é crescente:

Passo 2 de 5 keyboard_arrow_down

Para saber o comportamento da função, deve-se analisar sua derivada:

Passo 3 de 5 keyboard_arrow_down

Vamos dividir essa função em dois termos para serem analisados:

Passo 4 de 5 keyboard_arrow_down

Para :

quando ou

Para :

É sempre positivo, independente do valor de .

Passo 5 de 5 keyboard_arrow_down

Portanto, a função é crescente quando

Exercício

Em qual intervalo a curva


é côncava para baixo?
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Dado

Nós temos que encontrar o intervalo no qual a curva dada tem concavidade para baixo.

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Dado

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Nós temos

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto, a curva dada é cóncava para baixo no intervalo

Exercício

Se , encontre g″(π/6).
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down
Dado ,e

Nós temos encontra

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Dado

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Dado

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto,

Exercício

Se f(1) = 12, f′ é contínua e , qual é o valor de f(4)?


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Calcule:
Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Use o teorema fundamental do calculo

xercício

A função erro dada por

é muito usada em probabilidade, estatística e engenharia.

(a) Mostre que .

(b) Mostre que a função y = ex2 erf(x)satisfaz a equação diferencial .


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 8 keyboard_arrow_down

Deve-se resolver dois itens relativos à seguinte função erro dada por:

Passo 2 de 8 keyboard_arrow_down

(a)

Neste item, deve-se provar que:

Passo 3 de 8 keyboard_arrow_down

Sabe-se que . Logo, temos:

e
Passo 4 de 8 keyboard_arrow_down

Fazendo :

Passo 5 de 8 keyboard_arrow_down

Portanto: , de onde se tira que:

Passo 6 de 8 keyboard_arrow_down

(b)

Nesta segunda parte do exercício, deve-se provar que a função é uma das soluções da seguinte

equação diferencial:

Passo 7 de 8 keyboard_arrow_down

Vamos considerar a função dada: . Usando a regra do produto para derivadas:

Pelo Teorema Fundamental do Cálculo, temos:

Passo 8 de 8 keyboard_arrow_down

Portanto, substituindo:
Assim, satisfaz a equação diferencial

Exercício

A função de Fresnel S foi definida no Exemplo 3, e seus gráficos estão nas Figuras 7 e 8.
(a) Em que valores de x essa função tem valores máximos locais?

(b) Em que intervalos a função é côncava para cima?

(c) Use um gráfico para resolver a seguinte equação, com precisão de duas casas decimais:

EXEMPLO 3
Figura 7

Figura 8 A função de Fresnel

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 9 keyboard_arrow_down

(a)

A função Fresnel é definida pela integral:

Para achar os valores de máximo local, primeiro temos que encontrar os pontos críticos.

Para encontrar usaremos o Teorema Fundamental do Cálculo. Relembrando:


Se é uma função contínua em , então a função definida por é contínua

em e derivável em ,e .

Então, a partir disso:

Passo 2 de 9 keyboard_arrow_down

Para achar os pontos críticos, fazemos .

A função Fresnel tem máximo local em e muda do positivo para o negativo. Sabemos

que .

Portanto, todos os máximos ou mínimos locais ocorrem quando para qualquer inteiro.

Passo 3 de 9 keyboard_arrow_down

Para determinar quais são os máximos de , olharemos para o gráfico de


Para , vemos que muda do positivo para o negativo no primeiro, terceiro, quinto e cada cruzamento

sucessivo do eixo .

Portanto, quando , o máximo de ocorre se para qualquer inteiro positivo na

formula .

Passo 4 de 9 keyboard_arrow_down

Para , vemos que muda do positivo para o negativo no segundo, quarto, sexto e cada sucessivo

cruzamento do eixo (partindo da origem). Portanto, quando , o máximo de ocorre se para

qualquer k inteiro positivo na fórmula :

Passo 5 de 9 keyboard_arrow_down
Portanto, se , tem máximo e se , tem máximo em .

Passo 6 de 9 keyboard_arrow_down

(b)

A função Fresnel é côncava para cima onde a segunda derivada de é positiva.

Passo 7 de 9 keyboard_arrow_down

Relembrando que para qualquer inteiro.

Considerando o caso em que sempre que .

Portanto,

Passo 8 de 9 keyboard_arrow_down

Para a inequação fazer sentido, não pode ser negativo. Para , o lado esquerdo da

inequação não existe, mas o lado direito é igual a 1. Portanto, estabelecemos que se e

, é côncava para cima no intervalo e se é qualquer número natural, é côncava no

intervalo .
Considere o caso quando , então sempre que .

Relembrando que

Portanto,

Como , quando fizermos a raiz quadrada da inequação, teríamos que mudar o lado do sinal da

inequação.

Portanto, estabelecendo como qualquer inteiro positivo e , então é côncava para cima no

intervalo

Passo 9 de 9 keyboard_arrow_down
(c)

Esboçando o gráfico da função . Então usamos um programa para calcular a área

abaixo da curva, partimos de até chegar em um valor de no qual a área seja igual a 0,2. Escolhendo

duas casas decimais de , estabelecemos que a equação será resolvida quando .


Exercício

A função seno integral


é importante em engenharia elétrica. [O integrando f(t) = (sen t)/t não está definido quando t = 0,
mas sabemos que seu limite é 1 quando t → 0. Logo, definimos f(0) = 1 e isso faz de f uma
função contínua em toda parte.]
(a) Trace o gráfico de Si.

(b) Em que valores de x essa função tem valores máximos locais?

(c) Encontre as coordenadas do primeiro ponto de inflexão à direita da origem.

(d) Essa função tem assíntotas horizontais?

(e) Resolva a seguinte equação com precisão de uma casa decimal:


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 10 keyboard_arrow_down

(a)
Considere a função seno integral

Note que pois desde que os limites sejam iguais.

Portanto a função seno integral passa por .

Para esboçar a função, use o maple:

Passo 2 de 10 keyboard_arrow_down

(b)

O número é o valor do máximo local da função seno integral, se , quando

. Estar perto de , significa que c encontra-se em algum intervalo aberto, portanto não é o ponto final da

função .

Estes locais extremos ocorrem quando se mantém derivável em .

Para encontrar a expressão para usaremos o Teorema Fundamental do Cálculo:

Se é uma função contínua em , então a função definida por é

uma antiderivada de , isso é,

Portanto, para a função seno integral temos: .

Passo 3 de 10 keyboard_arrow_down
A função seno integral tem máximo local onde muda de positivo para negativo. Relembrando

que para qualquer inteiro.

Portanto,

Logo, todos os máximos ou mínimos locais ocorrem quando para qualquer número inteiro diferente de

zero.

Passo 4 de 10 keyboard_arrow_down

Para determinar quais valores são máximos de , examinaremos o gráfico de

Para muda do positivo para o negativo no primeiro, terceiro, quinto e cada cruzamento sucessivo do

eixo . Portanto, quando , o máximo de ocorre se , para qualquer inteiro positivo na

fórmula .
Passo 5 de 10 keyboard_arrow_down

Para muda do positivo para o negativo no segundo, quarto, sexto e cada cruzamento sucessivo do

eixo (partindo da origem).

Portanto, quando , o máximo da função ocorre se , para qualquer inteiro positivo na

fórmula .

Passo 6 de 10 keyboard_arrow_down

Para então para qualquer inteiro , o máximo da ocorre em . Logo, se , tem

máximo em e se , tem máximo em

Passo 7 de 10 keyboard_arrow_down

(c)

Visto que a função integral tem pontos de inflexão em .

Achando

Portanto, o ponto de inflexão da ocorre em .

Passo 8 de 10 keyboard_arrow_down

Esboçando o gráfico da segunda derivada da função e encontrando o primeiro local onde a curva
intercepta o eixo para determinar o menor positivo quando a segunda derivada se igualar a zero.
Utilizando o gráfico, vemos que o primeiro ponto de inflexão à direita da origem tem como

coordenada . A coordenada pode ser encontrada, fazendo .

Para calcular , use o maple:

Ou seja, .

Portanto, o primeiro ponto de inflexão ao lado direito da origem ocorre em:

Passo 9 de 10 keyboard_arrow_down

(d)

Fazendo o novamente o gráfico de , mas dessa vez analisaremos no intervalo mais largo,

em
O gráfico parece abordar assíntotas em cada direção. Usando um software (CAS ou maple), temos que as

assíntotas ocorrem em .

Passo 10 de 10 keyboard_arrow_down

(e)

Considere a equação

A equação pode ser escrita dessa forma:

Para resolver a equação, use um software (CAS ou maple):

Portanto, a solução da equação é .

Exercício
Seja , em que f é a função cujo gráfico é mostrado.
(a) Em que valores de x ocorrem os valores máximos e mínimos locais em g?

(b) Onde g atinge seu valor máximo absoluto?

(c) Em que intervalos g é côncavo para baixo?

(d) Esboce o gráfico de g.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 10 keyboard_arrow_down

(a)

Dado o gráfico:

Passo 2 de 10 keyboard_arrow_down

A figura ilustra o gráfico de :

Passo 3 de 10 keyboard_arrow_down
Pelo gráfico, é uma função contínua. Use o teorema fundamental do cálculo, parte 1

. O gráfico dado de é também o gráfico de . Encontre os resultados abaixo usando o

gráfico de .

Passo 4 de 10 keyboard_arrow_down

Visto que muda de sinal de positivo para negativo em 1 e 5,

tem máximo local em .

Passo 5 de 10 keyboard_arrow_down

Visto que também muda de sinal de negativo para positivo em 3 e 7,

tem minimo local em .

Passo 6 de 10 keyboard_arrow_down

(b)

Pelo gráfico , tem o valor máximo positivo em . Em , o valor de é 0. Isso significa que

em , tem máxima inclinação positiva, e em , tem uma tangente horizontal.

Passo 7 de 10 keyboard_arrow_down

Portanto, nós podemos concluir que tem .

Passo 8 de 10 keyboard_arrow_down

(c)

tem concavidade para baixo nos intervalos que tem inclinação negativa ou onde é decrescente. Isso

porque onde decresce, . Na figura, está decrscendo nos intervalos (0,5,2), (4,6), e (8,9).

Passo 9 de 10 keyboard_arrow_down

Portanto, tem concavidade para baixo em .

Passo 10 de 10 keyboard_arrow_down

(d)

Com as informações da parte (a), (b), e (c), esboce a curva :


Exercício

(a) Em que valores de x ocorrem os valores máximos e mínimos locais em g?

(b) Onde g atinge seu valor máximo absoluto?

(c) Em que intervalos g é côncavo para baixo?

(d) Esboce o gráfico de g.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 11 keyboard_arrow_down

(a)

Dado o gráfico:
Passo 2 de 11 keyboard_arrow_down

A figura ilustra o gráfico de .

Passo 3 de 11 keyboard_arrow_down

Pelo gráfico, é uma função contínua. Use o teorema fundamental do cálculo, parte 1

Passo 4 de 11 keyboard_arrow_down

O gráfico dado de é também o gráfico de . Portanto, os resultados do gráfico de podem ser

aplicados no gráfico de .

Passo 5 de 11 keyboard_arrow_down

Visto que muda de sinal de positivo para negativo em 2 e 6,

tem máximo local em .

Passo 6 de 11 keyboard_arrow_down

Visto que também muda de sinal de negativo para positivo em 4 e 8,

tem minimo local em .

Passo 7 de 11 keyboard_arrow_down

(b)
Pelo gráfico , tem o valor máximo positivo em . Em , o valor de é 0. Isso significa que

em , tem máxima inclinação positiva, e em , tem uma tangente horizontal.

Passo 8 de 11 keyboard_arrow_down

Portanto, nós podemos concluir que tem .

Passo 9 de 11 keyboard_arrow_down

(c)

tem concavidade para baixo nos intervalos que tem inclinação negativa ou onde é decrescente. Isso

porque onde decresce, . Na figura, está decrscendo nos intervalos (1,3), (5,7), e (9,10).

Passo 10 de 11 keyboard_arrow_down

Portanto, tem concavidade para baixo em .

Passo 11 de 11 keyboard_arrow_down

(d)

Com as informações da parte (a), (b), e (c), esboce a curva :

Exercício

Calcule o limite, reconhecendo primeiro a soma como uma soma de Riemann para uma função
definida em [0, 1].
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Considere o limite:

......(1)

Portanto, nós temos o intervalo a largura do sub intervalo é os pontos da extremidade do

sub intervalo são:

A soma de Riemann é

......(2)

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Comparando a equação (1) e (2), a Soma de Riemann é e .

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Pela definição de integral indefinida,

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Use o teorema fundamental do cálculo, parte 2


Exercício

Calcule o limite, reconhecendo primeiro a soma como uma soma de Riemann para uma função
definida em [0, 1].

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Escreva

Comparando com

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Pela definição da integral definida


Exercício

Justifique para o caso h < 0.


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

Assuma que . Porque é continua no intervalo , pelo teorema dos extremos, existem

número e em tal que e .

Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

Aqui, são valores de mínimo e máximo absolutos de no intervalo .

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Pela propriedade da integral definida,


…… (1)

Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down

Visto que , dividindo a inequação (1) por :

Exercício

Se f é contínua e g e h são funções deriváveis, encontre uma fórmula para

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 10 keyboard_arrow_down

Ache , quando é contínua e e são funções diferenciáveis.

Passo 2 de 10 keyboard_arrow_down

Use a propriedade
Passo 3 de 10 keyboard_arrow_down

Encontre:

Passo 4 de 10 keyboard_arrow_down

Seja , então . Então:

Passo 5 de 10 keyboard_arrow_down

Seja contínua, pelo teorema fundamental do cálculo, parte 1:

Passo 6 de 10 keyboard_arrow_down

Então:

Passo 7 de 10 keyboard_arrow_down

Encontre , seja , então .

Passo 8 de 10 keyboard_arrow_down
Então, pela regra da cadeia:

Passo 9 de 10 keyboard_arrow_down

Visto que é contínua, então, pelo teorema fundamental do cálculo parte 1:

Passo 10 de 10 keyboard_arrow_down

Ou seja,

Exercício

(a) Mostre que para x ≥ 0.

(b) Mostre que .


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

(a)

Neste exercício, deve-se demonstrar que:


, para

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

É sabido que: , desde que . Isso é válido para qualquer valor de x não negativo. Assim, por

consequência:

Dessa forma, prova-se a primeira parte da desigualdade.

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down

Além disso, se , então: . Portanto:

Logo, prova-se a segunda parte da desigualdade.

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

(b)

Nessa parte do exercício, deve-se provar que:

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

Temos a seguinte propriedade para integrais definidas:

Se , então:

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Da primeira parte do exercício, temos: . Assim, aplicando a propriedade acima:


Exercício

(a) Mostre que cos(x2) ≥ cos x para 0 ≤ x ≤ 1.

(b) Deduza que .


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 2 keyboard_arrow_down

Mostre que

Considere

Multiplique por x

Visto que cos x é a função decrescente no intervalo

Passo 2 de 2 keyboard_arrow_down

Aplique o limite
Portanto, esta é a inequação requerida.

Exercício

Mostre que
comparando o integrando a uma função mais simples.
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 7 keyboard_arrow_down

Mostre que

Passo 2 de 7 keyboard_arrow_down

Sabemos que se para então

Passo 3 de 7 keyboard_arrow_down

Usando a afirmação acima, verifique a inequação


Passo 4 de 7 keyboard_arrow_down

Considere

Passo 5 de 7 keyboard_arrow_down

Visto que é uma função decrescente, e o mìnimo absoluto em é

Passo 6 de 7 keyboard_arrow_down

E o máximo absoluto em é

Passo 7 de 7 keyboard_arrow_down

Portanto concluimos que

Exercício

Considere

(a) Ache uma expressão para g(x) similar àquela para f(x).
(b) Esboce os gráficos de f e g.

(c) Onde f é derivável? Onde g é derivável?


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

a)

Seja

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down
Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

b)

Gráfico de e

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down
O gráfico de tem concavidade em . não é diferenciável nestes pontos.

Passo 7 de 6 keyboard_arrow_down

Portanto, é diferenciável nos intervalos

Visto que a função é contínua e não tem concavidades, a função é diferenciável em

Exercício

Encontre uma função f e um número a tais que

para todo x > 0


Solução passo-a-passo

Passo 1 de 3 keyboard_arrow_down

Usando o Teorema Fundamental do Cálculo I, derivamos ambos membros da igualdade. Teremos que:

Passo 2 de 3 keyboard_arrow_down
Pelo TFCI podemos substituir na igualdade dada. Teremos que:

Passo 3 de 3 keyboard_arrow_down

Portanto, encontramos que: e .

Exercício

A área marcada B é três vezes a área marcada A.Expresse b em termos de a.

Solução passo-a-passo

Passo 1 de 1 keyboard_arrow_down

(3 x a área marcada A)= (a área marcada B)


Exercício

Uma empresa possui uma máquina que se deprecia a uma taxa contínua f = f(t), onde t é o tempo
medido em meses desde seu último recondicionamento. Como a cada vez em que a máquina é
recondicionada incorre-se em um custo fixo A, a empresa deseja determinar o tempo ideal T (em
meses) entre os recondicio-namentos.

(a) Explique por que representa a perda do valor da máquina sobre o período de
tempo tdesde o último recondicionamento.

(b) Seja C = C(t) dado por O que representa C e por que a empresa quer
minimizar C?

(c) Mostre que C tem um valor mínimo nos números t = T onde C(T) = f(T).
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 6 keyboard_arrow_down

(a)

Seja a anti-derivada de , então, pelo Teorema Fundamental do Cálculo I, temos que a taxa de

depreciação é dada por:

Então, representa a perda de valor ao longo do intervalo .

Passo 2 de 6 keyboard_arrow_down

(b)

O custo médio por unidade de durante o intervalo é dado por:

Passo 3 de 6 keyboard_arrow_down
Portanto a empresa quer minimizar para diminuir a despesa.

Passo 4 de 6 keyboard_arrow_down

(c)

Utilizando o TFCI, temos que:

Passo 5 de 6 keyboard_arrow_down

Para achar o ponto mínimo fazemos quando:

Então,

Passo 6 de 6 keyboard_arrow_down

Portanto temu m mínimo quando .

Exercício

Uma empresa de tecnologia compra um novo sistema de computação cujo valor inicial é V. O
sistema depreciará a uma taxa f = f(t) e acumulará custos de manutenção a uma taxa g = g(t),
onde t é o tempo medido em meses. A companhia quer determinar o tempo ótimo para substituir
o sistema.
(a) Seja

Mostre que os números críticos de C ocorrem nos números t nos quais C(t) f(t) + g(t).
(b) Suponha que

Determine o período de tempo T para que a depreciação total seja igual ao valor
inicial V.

(c) Determine o mínimo absoluto de C em (0, T].

(d) Esboce os gráficos de C e f + g no mesmo sistema de coordenadas e verifique o resultado da


parte (a) nesse caso.
Solução passo-a-passo

Passo 1 de 4 keyboard_arrow_down

a)

Pelo teorema fundamental do cálculo e pela regra do produto

Para os valores críticos

Resolva para

Visto que

Portanto os valores críticos ocorrem em


Passo 2 de 4 keyboard_arrow_down

b)

Entao,

Resolvendo para t

Passo 3 de 4 keyboard_arrow_down

Portanto, o período de tempo é


Passo 4 de 4 keyboard_arrow_down
Visto que 21,5 é o valor de que nós obtemos como número de no par , nós temos que verificar o

resultado da parte neste caso