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Analista Fiscal
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Analista Fiscal TECNOPONTA

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urgência atenda o aparelho fora da sala de aula;
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A Empresa

A Tecnoponta Treinamentos possui uma tradição de mercado. Fundada em


1994, a partir de um sonho do proprietário Rogério Lacerda, certificado pela SUN,
Microsoft e Borland, que em 1981 foi premiado pela revista Microsistemas com o
prêmio Shareware (TP-Park), sem dúvida foi e é ainda o primeiro centro de
treinamentos da Baixada Santista a obter a maior cartela de cursos especializados
e exclusivos, além de ser o único centro autorizado da VUE e Prometric na cidade.
No ano de 1994 a Tecnoponta Treinamentos inaugurou o primeiro centro de
treinamentos, que antes era um pequeno negócio sem endereço fixo, agora com
salas equipadas e uma grande equipe de instrutores que foram crescendo a
medida que a empresa estendia a qualidade e o grau de aprofundamento de seus
treinamentos.
A empresa passou a atender alunos de todas as partes do Brasil,
necessitando de uma unidade na grande Metrópole: São Paulo. Foi então no ano
de 2006 que a cidade de São Paulo ganhava uma unidade Tecnoponta, mantendo
a mesma estrutura e padrão ligado nas últimas tendências do mundo tecnológico.
Todos os profissionais presentes na grade de instrutores da Tecnoponta
Treinamentos são atuantes no mercado, fazendo dos cursos, uma experiência
única e real do mercado de trabalho.
Hoje a cartela de treinamentos da empresa vai de cursos de programação,
design, webdesign, hardware, mídias eletrônicas, gestão de negócios e uma série
de outros treinamentos envolvidos em Tecnologia da Informação.

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TECNOPONTA – UNIDADE SÃO PAULO


Rua Pedro de Toledo, 130 – 11° Andar (Metrô Santa Cruz) • São Paulo/SP
fone: (11) 2678.7000 • sp@tecnoponta.com.br

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TECNOPONTA – UNIDADE SANTOS


Av. Conselheiro Nébias, 532 – 7° Andar • Santos/SP
fone: (13) 2104.4777 • santos@tecnoponta.com.br

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Índice
Índice .............................................................................................................................................. 6
1-SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL ........................................................................................... 8
1.1. TIPOS DE TRIBUTOS INSERIDOS NO STN: .................................................................... 11
1.2 CLASSIFICAÇÕES DE IMPOSTOS .................................................................................... 12
1.2.1Diretos ............................................................................................................................ 12
1.2.2 Indiretos......................................................................................................................... 12
1.3 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA ................................................................................................ 13
2- ICMS ........................................................................................................................................ 14
2.1 CONTRIBUINTE:................................................................................................................. 14
2.2 CARACTERISTICAS: .......................................................................................................... 14
2.3 FATO GERADOR DO ICMS ................................................................................................ 15
2.4 BASE DE CÁLCULO ........................................................................................................... 16
2.5 VEDAÇÃO DE CRÉDITO .................................................................................................... 16
2.6 ESTORNO DE CRÉDITO .................................................................................................... 17
2.7 PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO .............................................................................................. 17
2.8 BENEFICIOS FISCAIS DO ICMS ....................................................................................... 18
2.9 ALÍQUOTAS ........................................................................................................................ 18
2.9.1 Tabelas de Operações Interestaduais ........................................................................... 18
2.9.2 FORMAS DE RECOLHIMENTO.................................................................................... 19
2.10 DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA .......................................................................................... 21
2.11 DIFERENCIAL DE ALIQUOTAS – EMENDA CONSTITUCIONAL 87/2015 ....................... 21
2.11.1 Fundo de Combate à Pobreza ..................................................................................... 23
2.12 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA .......................................................................................... 24
2.12.1 Modalidades Da Substituição Tributária....................................................................... 25
2.12.2 Substituição Tributária Nas Operações Internas ......................................................... 25
2.12.3 Substituição Tributária Nas Operações Interestaduais ................................................ 25
2.12.4 Cálculo Da Substituição Tributária Em Operações Com Redução De Base Cálculo.... 26
2.12.5 Calculo ........................................................................................................................ 27
2.13 REMETENTE OPTANTES DO SIMPLES .......................................................................... 30
2.14 RECOLHIMENTO .............................................................................................................. 31
2.15 LIVROS DO ICMS ............................................................................................................. 31
2.15.1 Livro Registro De Entradas.......................................................................................... 31
2.15.2 Livro De Registro De Saídas ....................................................................................... 34
2.15.3 Livro De Apuração do ICMS ........................................................................................ 37
2.15.4 Livro De Inventário....................................................................................................... 37
2.15.5 Livro De Registro De Termos E Ocorrências ............................................................... 40
2.16 CFOP – CODIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES ....................................... 41
2.17 CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA DE ICMS - CST ................................................... 43
2.17.1 Tabela A – Códigos relativos á origem ........................................................................ 43
2.17.2 TABELA B – Códigos relativos ao ICMS...................................................................... 44
2.17.3 Tabela B – Código de Situação da Operação no Simples Nacional – CSOSN ........... 45
2.18 CÓDIGO ESPECIFICADOR DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA – CEST .......................... 45
2.19 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS........................................................................................... 46
2.20 SPED FISCAL ................................................................................................................... 47
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO: ..................................................................................................... 49
3. PIS E COFINS .......................................................................................................................... 52
3.1 CARACTERÍSTICAS ........................................................................................................... 52
3.2 CALCÚLO............................................................................................................................ 52
3.2.1 PIS SOBRE A FOLHA ................................................................................................... 52
3.2.2 PIS e COFINS CUMULATIVOS..................................................................................... 53
3.2.3 PIS E COFINS NÃO CUMULATIVO .............................................................................. 53

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3.3 CARACTERÍSTICAS ........................................................................................................... 54


3.4 EXCLUSÕES DA BASE DE CÁLCULO ............................................................................... 54
4. IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA E CSLL – CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO
LIQUIDO ....................................................................................................................................... 55
4.1 REGIMES TRIBUTÁRIOS: LUCRO PRESUMIDO, LUCRO REAL, LUCRO ARBITRADO E
SIMPLES NACIONAL ................................................................................................................ 56
4.1.1.LUCRO PRESUMIDO ................................................................................................... 56
4.1.2 PERCENTUAIS DE PRESUNÇÃO ................................................................................ 57
4.1.3 BASE DE CÁLCULO ..................................................................................................... 58
4.1.4 ALÍQUOTAS .................................................................................................................. 58
4.2 TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO REAL .................................................................... 58
4.2.1 APURAÇÃO DO LUCRO............................................................................................... 61
4.3 ADICIONAL DO IMPOSTO DE RENDA............................................................................... 62
4.4 LUCRO ARBITRADO .......................................................................................................... 63
4.4.1 CONCEITO.................................................................................................................... 63
4.4.2 HIPÓTESES DE ADOÇÃO DO LUCRO ARBITRADO................................................... 63
4.4.3 APURAÇÃO DO LUCRO ARBITRADO ......................................................................... 64
4.5 SIMPLES NACIONAL .......................................................................................................... 65
4.6 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS............................................................................................. 74
4.6.1DCTF – DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS ........................................ 74
4.6.2 ESTÃO DISPENSADAS DA ENTREGA NA DCTF: ....................................................... 75
4.6.3 CARACTERISTICAS ..................................................................................................... 76
4.7 EFD CONTRIBUIÇÕES ....................................................................................................... 76
5 - RETENÇÕES NA FONTE........................................................................................................ 78
5.1 CARACTERISTICAS .......................................................................................................... 79
5.2 DISPENSA DAS RETENÇÕES ........................................................................................... 80
6 - IR NA FONTE .......................................................................................................................... 81
6.1SERVIÇOS SUJEITOS À RETENÇÃO DO IR PELA ALÍQUOTA DE 1,0 %:......................... 82
6.2 SERVIÇOS SUJEITOS A ALÍQUOTA DE 1,5%................................................................... 82
6.3 OBRIGAÇÕES ACESSORIAS............................................................................................. 84
6.3.1 DIRF.............................................................................................................................. 84
6.3.2 OBRIGATORIEDADE Estarão obrigadas a apresentar a Dirf 2016 as seguintes pessoas
jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido
retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda que em um único mês do
ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros:.................................................. 85
EXERCICIOS DE FIXAÇÃO ...................................................................................................... 86
ANEXO II – CFOP ........................................................................................................................ 88
DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS, BENS OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ....................... 103
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ............................................................................................ 125

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1-SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL


A vida social é disciplinada pelo Estado (Poder Público) que nos impõe
condutas através de mandamentos, normas ou regras, enfim, preceitos jurídicos
que recebem o nome de lei.

Portanto, no nosso sistema tributário (art. 59 da CF de 1988), de acordo com


a hierarquia das normas, a pirâmide compõe-se dos seguintes degraus:

CONSTITUIÇÃO; Lei fundamental e suprema do país, a Constituição da


República Federativa do Brasil, foi promulgada em 5 de outubro de 1988. Isto é, a
Assembleia Constituinte, formado por deputados e senadores eleitos, escreveu e
aprovou uma nova Constituição, que também pode ser chamada de Carta
constitucional.

EMENDA CONSTITUCIONAL; é a modificação imposta ao texto da Constituição


Federal após sua promulgação. É o processo que garante que a Constituição de
um país seja modificada em partes, para se adaptar e permanecer atualizada
diante de relevantes mudanças sociais.

LEIS ORDINÁRIAS; são as leis típicas, ou as mais comuns, aprovadas pela


maioria dos parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal
presentes durante a votação.

LEIS COMPLEMENTARES; diferem das Leis Ordinárias por exigirem o voto da maioria
dos parlamentares que compõe a Câmara dos Deputados e o Senado Federal para serem
aprovadas. Devem ser adotadas para regulamentar assuntos específicos, quando
expressamente determinado na Constituição da República.

Importante: Só é preciso elaborar uma Lei Complementar quando a Constituição


prevê que esse tipo de lei é necessária para regulamentar uma certa matéria.

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CONTRIBUINTE

LEIS DELEGADAS; editadas pelo Presidente da República, nos limites da


autorização conferida pelo Congresso Nacional por Resolução.

MEDIDAS PROVISÓRIAS; editadas pelo Presidente da República em casos de


relevância e urgência, têm força de lei e vigência imediata. Perdem a eficácia se
não convertidas em lei pelo Congresso Nacional em até sessenta dias,
prorrogáveis por igual período.

DECRETOS; editados pelo Presidente da República, regulamentam as leis e


dispõem sobre a organização da administração pública.

NORMAS COMPLEMENTARES

Exemplo: portarias CAT; são as determinações baixadas por agentes


administrativos. No estado de São Paulo, as portarias CAT disciplinam as normas
estabelecidas em regulamento.

Exemplo: instruções normativas; normas de caráter geral, uniforme,


endereçadas a todos os órgãos que tenham a mesma condição, tendo caráter
obrigatório apenas para os subordinados a uma autoridade.

Exemplo: resoluções do senado; através das resoluções, os secretários de


governo regulam pontos necessários, mas não criam impostos nem os aumentam
ou diminuem.

Exemplo: comunicados CAT; equivalem a esclarecimento adicional sobre aquilo


que ainda não ficou claro na legislação.

PORTANTO, CONCLUI-SE QUE A REGRA BÁSICA CONSISTE NO SEGUINTE:

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“TODA NORMA QUE CONTRARIAR


OUTRA, DEVE SE FUNDAMENTAR
NUMA NORMA
HIERARQUICAMENTE SUPERIOR E
POR COONSEGUINTE, A NORMA
INFERIOR SERÁ SEMPRE
INVALIDADA”

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1.1. TIPOS DE TRIBUTOS INSERIDOS NO STN:


IMPOSTOS

ü Estão todos definidos na CONSTITUIÇÃO FEDERAL;


ü Destinam-se às despesas gerais da União, Estados, Municípios, e não a
qualquer atividade estatal específica (art. 16 do CTN);
ü Podem ser diretos ou indiretos;
ü Quanto ao objeto de incidência, podem ser: reais ou pessoais;
ü Quanto a alíquota, podem ser: progressivos, proporcionais ou fixos.

TAXAS

ü Podem ser consequentes do exercício do poder de polícia administrativo,


proveniente da fiscalização.
ü Podem ser consequentes da utilização ou não dos serviços públicos –
específicos e divisíveis,sendo:

–serviço efetivamente prestado ao contribuinte;

–serviço potencial posto à disposição do contribuinte

Exemplo: Taxa de Coleta de Lixo, Taxa de Combate a Incêndios;

CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIAS

ü Provém do custeio de obra pública que deveria ser função do governo;


ü Tem que dispor das seguintes condições ao contribuinte na sua realização,
de maneira simultânea:

–tem que ser perfeitamente divisível;

–tem que trazer um acréscimo patrimonial.

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Exemplo: pavimentação e calçamento.

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS

ü Contribuição social: assegurar a saúde, previdência e assistência social;


ü Contribuição previdenciária: sistemas de previdência e assistência social dos
Estados e Municípios;
ü Contribuição de serviço e sindical: exigida para serviço social e sistema
sindical;
ü Contribuição interventiva: intervenção da União no domínio econômico;

ü Contribuição corporativa: interesse das categorias profissionais (instituída


pela União).

1.2 CLASSIFICAÇÕES DE IMPOSTOS


1.2.1Diretos

Incidem sobre o patrimônio e a renda.

Considerados tributos de responsabilidade pessoal.

Exemplo: IRPF, IRPJ, IPTU, ITR, IPVA, etc.

1.2.2 Indiretos

São aqueles em que a carga financeira decorrente da obrigação tributária é


transferida para terceiros, ficando o sujeito passivo obrigado a recolher o
respectivo valor, mas o ônus fica transferido para outrem.

Aqueles que incidem sobre a produção e a circulação de bens e serviços e


são repassados para o preço pelo produtor, vendedor ou prestador de serviço.

Exemplo: IPI, ICMS, ISS.

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1.3 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA


1.3.1Elementos da obrigação tributária:

Lei – cria a situação de ocorrer incidência tributária sobre o ato, fato ou negócio
jurídico.

Fato Gerador – é a situação definida em lei, o fato gerador do tributo é o evento


fático-material que concretiza a hipótese de incidência e que faz nascer a
obrigação tributária. Em outras palavras, o fato gerador é a ocorrência concreta do
evento descrito na norma tributária, a partir do qual a obrigação tributára se origina.
Como exemplos de fatos geradores, pode-se citar, a propriedade de veículo
automotor (IPVA), a efetivação de operação financeira (IOF), a aquisição de
propriedade imóvel urbana (IPTU) e o ingresso, em território nacional, de
mercadoria importada do exterior (imposto de importação).

Sujeito Ativo – é o poder tributante (governo).

Sujeito Passivo – é o contribuinte, aquele que realmente paga o tributo.

Objeto – é o pagamento do tributo ou a penalidade pecuniária. O ato mais


importante da legislação tributária é a sua publicação, pois só assim ela entra em
vigor. A lei só pode entrar em vigor na data determinada, prazo determinado ou na
data da sua publicação uma lei não retroage.

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2- ICMS
ICMS é a sigla que identifica o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de
Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal
e de Comunicação. É um imposto que cada um dos Estados e o Distrito Federal podem
instituir como determina a Constituição Federal de 1988.

O ICMS é regulamentado pela seguinte legislação:

Art. 155, II e § 2ª da CF/1988 (Constituição Federal)

b) Lei Complementar nº 87 de 1996 (complementa os dispositivos constitucionais e


traz regras gerais para a cobrança do ICMS, válido para todos os Estados).

c) Lei nº 6.374/89 (instituidora do imposto no Estado de São Paulo)

d) Decreto 45.490/200 0(Aprova o Regulamento do ICMS no Estado de São Paulo


– RICMS/SP)

2.1 CONTRIBUINTE:
É a pessoa jurídica que pratica de forma habitual à circulação de mercadoria, bem como a
prestação de serviços de transportes interestadual, intermunicipal e de comunicação

2.2 CARACTERISTICAS:
Não-cumulatividade – tributo que gera crédito tributário compensando-se o que for devido
em cada operação.

Essencialidade – quanto mais supérfluo for o produto maior a tributação.

Não segue o principio da anterioridade – sofre alteração diária nos seus procedimentos.

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2.3 FATO GERADOR DO ICMS


Em resumo, considera-se fato gerador, saída de mercadoria do estabelecimento
comercial ou industrial a qualquer titulo. No que tange o artigo 2º do RICMS/SP o fato
gerado do ICMS é o seguinte:

I - na saída de mercadoria, a qualquer título, de estabelecimento de contribuinte, ainda


que para outro estabelecimento do mesmo titular;

II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer


estabelecimento, incluídas os serviços que lhe sejam inerentes;

III – no fornecimento de mercadoria com prestação de serviços

IV - no desembaraço aduaneiro de mercadoria ou bem importados do exterior;

V - na aquisição, em licitação promovida pelo Poder Público, de mercadoria ou bem


importados do exterior e apreendidos ou abandonados;

VI - na entrada, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria oriunda de outro


Estado destinada a uso ou consumo ou ao ativo permanente;

VII - na entrada, no território paulista, de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos


derivados de petróleo e de energia elétrica oriundos de outro Estado, quando não
destinados à comercialização ou à industrialização;

VIII - na transmissão de propriedade de mercadoria ou de título que a represente, quando


esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente;

IX - na transmissão de propriedade de mercadoria depositada em armazém geral ou em


depósito fechado;

X - no início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por


qualquer via;

XI - no ato final do transporte iniciado no exterior;

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XII - na prestação onerosa de serviços de comunicação feita por qualquer meio, inclusive
na geração, emissão, recepção, transmissão, retransmissão, repetição e ampliação de
comunicação de qualquer natureza;

XIII - no recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado ou iniciado no exterior;

XIV - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro
Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente alcançada pela
incidência do imposto;

XV - por ocasião da venda do bem arrendado, na operação de arrendamento mercantil.

2.4 BASE DE CÁLCULO


A base de cálculo é o valor atribuído pela legislação, em que será aplicado à
alíquota correspondente ao produto, como regra geral, a base de cálculo do ICMS é o
valor da operação.

O benefício da redução da base de cálculo é


apresentado no artigo 51 e no Anexo II do RICMS.
EXEMPLO: ICMS = R$ 5.000,00 x 12% = R$ 600,00
Base de cálculo reduzida em 20% = R$ 4.000,00
ICMS = R$ 4.000,00 x 12% = R$ 480,00

2.5 VEDAÇÃO DE CRÉDITO


Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços
resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas, ou que se refiram a
mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. Salvo prova em

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contrário, presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte


pessoal.

É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a


prestação de serviços a ele feita:

I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural,


quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto,
exceto se tratar-se de saída para o exterior;

II – para comercialização ou prestação de serviço, quando a saída ou a prestação


subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto, exceto as destinadas
ao exterior.

2.6 ESTORNO DE CRÉDITO


O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado
sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento:

I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta, sendo esta
circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço;

II – for integrada ou consumida em processo de industrialização, quando a saída do


produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto;

III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento;

IV – vier a perecer, deteriorar-se ou extraviar-se.

Não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto
de operações ou prestações destinadas ao exterior.

2.7 PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO


O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados
da data de emissão do documento (parágrafo único do art. 23 da LC 87/96).

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2.8 BENEFICIOS FISCAIS DO ICMS


Redução da base de cálculo – é um beneficio fiscal que visa reduzir a carga
tributária do imposto incidente em determinada operações/prestações. As
operações/prestações beneficiadas com redução da base do ICMS estão
relacionadas no Anexo II do RICMS/SP.

Isenção – é a dispensa legal do pagamento do imposto e estão relacionadas no


Anexo I do RICMS/SP, são concedidos por prazos determinados ou indeterminado
e dependem da celebração de acordo entre os Estados (Convênios).

Suspensão – a suspensão do lançamento do imposto pode ser procedida como a


prorrogação do pagamento do imposto para um momento futuro, pelo mesmo
contribuinte (ex: produtos destinados a cirurgias, mercadoria em demonstração,
etc.)

Diferimento – definido como a prorrogação do pagamento do imposto para o


momento futuro, por outro contribuinte.

Substituição tributária – antecipação tributária.

2.9 ALÍQUOTAS
7%, 12%, 18% ou 25% - alíquotas internas;

- nas operações ou prestações interestaduais que destinarem mercadorias ou


serviços a contribuintes localizados nos Estados das regiões Norte, Nordeste e
Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo, 7% (sete por cento);

- nas operações ou prestações interestaduais que destinarem mercadorias ou


serviços a contribuintes localizados nos Estados das regiões Sul e Sudeste, 12%
(doze por cento);

2.9.1 Tabelas de Operações Interestaduais

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2.9.2 FORMAS DE RECOLHIMENTO

O ICMS é recolhido por meio da guia de arrecadação estadual - GARE

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O recolhimento do imposto será efetuado segundo o Código de Prazo de


Recolhimento (CPR) atribuído pela Secretaria da Fazenda que será definido conforme os
seguintes critérios: em regra, (i) de acordo com o código de Classificação Nacional de
Atividades Econômicas (CNAE) em que estiver enquadrado o contribuinte (CNAE
principal); ou, alternativamente, (ii) o seu regime de tributação do imposto; ou ainda (iii)
pelo seu porte econômico (artigo 114 e artigo 3º do Anexo IV do RICMS/2000).

I- A data de recolhimento do imposto só será alterada quando a Secretaria da


Fazenda modificar o Código de Prazo de Recolhimento (CPR) no cadastro do
contribuinte.

O Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais GNRE é um documento


para operações que são realizadas fora do estado de origem do produto.

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2.10 DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA

Nos termos do art. 2º, VI, XIV, do RICMS-SP para o contribuinte RPA – Regime
Periódico de Apuração , o diferencial de alíquotas tem como fato gerador:

a)a entrada, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria oriunda de outro


Estado, destinada a uso ou consumo ou ao ativo permanente;

b)a utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em


outro Estado e não esteja vinculada à operação ou prestação subseqüente,
alcançada pela incidência do imposto.

Empresas do Simples Nacional


localizada no estado de São Paulo
que receber mercadoria de outro
estado destinada a comercialização,
industrialização ,material de uso ou
consumo ou bem do ativo
permanente não incluídas no sistema
de substituição tributária no estado ,
deverá apurar o imposto referente ao

2.11 DIFERENCIAL DE ALIQUOTAS – EMENDA


CONSTITUCIONAL 87/2015
A Emenda Constitucional 87/2015 teve como principal mote, perante o poder
constituinte derivado (Câmara Federal dos Deputados e Senado Federal), corrigir
uma distorção decorrente, especialmente, das operações não presenciais, ou seja,

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aquelas operações em que o adquirente não comparece fisicamente ao


estabelecimento vendedor.

Nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor


final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, adotar-se-á a
alíquota interestadual e caberá ao Estado de localização do destinatário o imposto
correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a
alíquota interestadual

A responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença


entre a alíquota interna e a interestadual, será atribuída:

a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto;


b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto;

Qual o critério para se definir se uma operação


destinada a não contribuinte é interestadual?

Uma operação destinada a não contribuinte é interestadual quando a


entrega da mercadoria for feita em outra UF pelo estabelecimento remetente ou
por sua conta e ordem. (RICMS, artigo 2º, § 8º e artigo 52, § 3º). Caberá a unidade
federada de destino da mercadoria o valor referente ao diferencial de alíquota.
Assim para calcular o DIFAL é necessário consultar a alíquota interna do ICMS
exigida no Estado de destino.

A partilha do diferencial de alíquota entre as unidades federadas de origem e


de destino terá inicio em 2016 e será encerrada em dezembro/2018.

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Ano UF Origem UF destino

2016 60% 40%

2017 40% 60%

2018 20% 80%

A partir de 2019 – 100%

2.11.1 Fundo de Combate à Pobreza

Em algumas Unidades da Federação, é cobrado um adicional de até dois pontos


percentuais na alíquota de ICMS em relação a determinadas mercadorias, com
destinação específica para o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza, conforme
autorizado pelo artigo 82, § 1°, do ADCT da Constituição Federal.

Em tais casos, deverá ser considerado o adicional para fins do cálculo do imposto
a recolher em favor da Unidade da Federação de destino.

Em São Paulo a parcela do produto da arrecadação correspondente ao adicional


de 2% (dois por cento) na alíquota do ICMS, ou do imposto que vier a substituí-lo,
incidente sobre as seguintes mercadorias:

a) bebidas alcoólicas classificadas na posição 22.03;

b) fumo e seus sucedâneos manufaturados, classificados no capítulo 24;

II - doações, auxílios, subvenções e legados, de qualquer natureza, de pessoas físicas ou


jurídicas do País ou do exterior;

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III - receitas decorrentes da aplicação dos seus recursos;

IV - outras receitas que venham a ser destinadas ao Fundo.

2.12 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA


A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 150, dispõe que a Lei poderá
atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo
pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente.

Quanto ao ICMS, a Lei Complementar Nº 87 de 13/09/1996, outorga aos Estados a


dispor sobre o regime jurídico de recolhimento do imposto por substituição tributária,
hipótese em que é atribuída a contribuinte ou a depositário a qualquer título, na
condição de substituto tributário, a responsabilidade pelo pagamento do imposto
incidente sobre uma ou mais operações ou prestações antecedentes, concomitantes
ou subsequentes, inclusive ao valor decorrente do diferencial de alíquotas.

A substituição tributária no ICMS, assim como em outros tributos, quais sejam IR,
ISS, entre outros. Fundamenta-se na transferência, feita com base em expressa
previsão normativa, da responsabilidade pelo recolhimento do imposto incidente sobre
um ou mais fatos geradores passados, presentes ou futuros, da pessoa ou das
pessoas que diretamente promovem tais operações de circulação de mercadorias e
bens, ou prestações de serviço abrangidas pelo regime, para um terceiro que, embora
vinculado a tais eventos, não lhes tenham pessoalmente dado causa.

A responsabilidade pelo recolhimento do imposto incidente sobre o fato gerador


futuro é atribuída ao remetente/vendedor, normalmente ao fabricante ou ao importador
da mercadoria, que além de recolher o ICMS Próprio, recolherá também o ICMS da
operação que será realizada pelos revendedores da mercadoria.

Evidentemente que o regime é consequência direta do interesse dos Estados e do


Distrito Federal, onde o principal objetivo é a diminuição da Evasão Fiscal e a
facilitação do trabalho da fiscalização diante de natureza dúbia.

Em São Paulo o ICMS-ST esta regulamentado pelo Artigo 8º da Lei 6.374/89.

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• SUBSTITUTO: É O RESPONSÁVEL PELO RECOLHIMENTO.


• SUBSTITUIDO: É QUEM ADQUIRE A MERCADORIA, COM TAL
BENEFÍCIO.

2.12.1 Modalidades Da Substituição Tributária


Podemos entender que há três tipos de substituição tributária:

a) para trás, onde o legislador atribui a determinado contribuinte a


responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores.
Nessa espécie, encontra-se o DIFERIMENTO.

b) concomitante, que caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo


pagamento do ICMS a outro contribuinte, e não àquele que esteja realizando a
operação/prestação, concomitante à ocorrência do fato gerador. Nessa espécie,
encontra-se a substituição tributária dos Serviços de Transportes;

c) para frente, na qual o sujeito passivo recolhe os dois impostos: o devido pelas
operações próprias e o devido pelas operações subseqüentes anteriores à
ocorrência do fato gerador.

2.12.2 Substituição Tributária Nas Operações Internas


Para que se possa atribuir a responsabilidade como substituto a um contribuinte do
próprio Estado, basta que a legislação estadual determine essa condição, ou seja, estará
disposto na legislação estadual em quais ocasiões será atribuída ao contribuinte paulista
o recolhimento do ICMS/ST.

No entanto para aplicação da substituição tributaria deve ser levada em


consideração a descrição da mercadoria juntamente com a NCM, conforme dispõe a
Decisão Normativa CAT 012/2009..

2.12.3 Substituição Tributária Nas Operações Interestaduais


Em operações interestaduais, a aplicação do regime de substituição tributária
dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados, através de
Convênio ICMS ou Protocolo ICMS.

ü Convênios são atos celebrados pelo CONFAZ (Conselho Nacional de Política


Fazendária), assinados pelos representantes de todos os Estados e do Distrito

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Federal, que deliberam sobre a concessão de benefícios, incentivos fiscais e


regimes de tributação, que terão aplicação nas operações internas e
interestaduais.
ü Protocolos são atos celebrados no âmbito do CONFAZ, assinados apenas por
alguns dos Estados, para determinar a aplicação de benefícios, incentivos fiscais e
regimes de tributação, nas operações e prestações internas e interestaduais.

Diante disso, um determinado Estado, por exemplo, Minas Gerais, poderá designar um
industrial de ferramentas de São Paulo como responsável pelas operações, com essas
mercadorias , que acontecerão no Estado de Minas Gerais , porque há acordo entre
esses Estados.

2.12.4 Cálculo Da Substituição Tributária Em Operações Com


Redução De Base Cálculo

Em regra geral, não há nenhuma indicação em legislação que impeça o


contribuinte de utilizar benefício fiscal de redução na base de cálculo em operações com
mercadorias sujeitas a substituição tributária. Nesta situação, o contribuinte deverá
verificar na legislação se o dispositivo que trata sobre a aplicação do benefício não
restringe sua utilização (ex. o benefício da redução na base de cálculo não se aplica se o
destinatário for optante pelo Simples Nacional; o benefício da redução na base de cálculo
se aplica apenas nas saídas realizadas por estabelecimento fabricante; etc.).

O Artigo 51, parágrafo único, item 2 do RICMS/SP prevê que a redução de base de
cálculo prevista para as operações ou prestações internas aplica-se, também, no cálculo
do valor do imposto a ser recolhido a título de substituição tributária, quando a redução da
base de cálculo for aplicável nas sucessivas operações ou prestações até o consumidor
ou usuário final. Vale dizer que a base de cálculo da substituição tributária só poderá ser
reduzida se o artigo que dispor sobre a utilização do benefício permitir sua aplicação a
todos os contribuintes (fabricante, distribuidor, atacadista e varejista).

Quando o contribuinte substituto for realizar uma operação em que o primeiro


contribuinte substituído seja optante pelo Simples Nacional não será possível a aplicação
da redução na base de cálculo da substituição tributária, uma vez que a legislação
paulista não permite que as empresas optantes por esse regime utilizem esse incentivo
fiscal;

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2.12.5 Calculo

Seu cálculo é baseado em uma estimativa do Governo do Estado, que


presume UM ÍNDICE DE VALOR AGREGADO (IVA), onde após aplicação de tal
fórmula, apura-se o imposto devido

IVA = VA . (1 + IVAST ) . ALQ –IC

IVA = É o imposto a ser recolhido por antecipação

VA = É o valor constante no documento fiscal relativo a entrada,


acrescido dos valores correspondentes a fretes e seguros

IVA ST = é o índice de valor adicionado divulgado pelo Estado por meio


de ato legal especifico

ALQ = é a alíquota interna aplicável

IC = é o imposto cobrado na operação anterior

Não, apenas os listados no art. 313 A ao 313 Z20 DO RICMS .

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QUEM ESTÁ DISPENSADO DO RECOLHIMENTO DO ICMS ST?

a)Integração ou consumo em processo de industrialização; nas hipóteses em


que o contribuinte substituto tributário destinar mercadorias a empresa que irá
integrá-la ou consumi-la em processo de industrial não será devida a aplicação da
substituição, pois nesta situação a mercadoria perde a sua individualidade,
passando a fazer parte de outro produto, de maneira que se torna impossível nova
saída dessa mercadoria.

b) Estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição


passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria
enquadrada na mesma modalidade de substituição;

c)Estabelecimento paulista pertencente ao mesmo titular do estabelecimento


remetente, hipótese na qual a responsabilidade pela retenção será do
estabelecimento destinatário, que deverá observar as demais norma relativas ao
regime de substituição no Regulamento do ICMS, se:

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A1) esse estabelecimento não for varejista

B1) a mercadoria entrada tiver sido fabricada, ou importada, e nesse caso


quando apreendida por qualquer estabelecimento do titular

IVA AJUSTADO, quando utilizar?

Deverá ser aplicado o índice de valor ajustado quando a mercadoria for


adquirida de outro Estado, onde a saída interna seja tributada com alíquota
superior a 12%.

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1

2.13 REMETENTE OPTANTES DO SIMPLES


O Convênio ICMS 35/2011 estabelece que, nas operações
interestaduais em que o remetente seja optante pelo Simples Nacional, para fins
de cálculos da substituição tributária, deve-se utilizar, para fins de cálculo do
imposto, o IVA-ST original definido pelo estado de destino, e não o IVA-ST
ajustado.

Esta regra vale independentemente do regime de tributação do


destinatário da operação, ou de quem é o responsável pelo recolhimento do
ICMS devido por substituição tributária.

Ressalta-se que embora a empresa do Simples Nacional recolha o ICMS


próprio de acordo com as alíquotas próprias do regime Simples Nacional,
previstas na Lei Complementar nº 123/2006, para efeito da dedução do ICMS
próprio no cálculo da substituição tributária, será efetuado o cálculo como se
fosse uma empresa sujeita à tributação normal, no que tange à alíquota e à base
de cálculo.

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2.14 RECOLHIMENTO
O imposto devido deverá ser recolhido por meio de GARE ou GNRE, conforme
previsto na Portaria CAT 16/2008, em se tratando de:

- recolhimento antecipado previsto no artigo 426-A do R ICMS, por meio de Guia de


Arrecadação Estadual - GARE-ICMS, com a indicação do código de receita 063-2 (outros
recolhimentos especiais) e, no campo "Informações Complementares", do número da
Nota Fiscal a que se refere o recolhimento e do CNPJ do estabelecimento remetente;

- contribuinte sujeito às normas do Regime Simples Nacional e não sendo aplicável a


antecipação de recolhimento prevista no "caput" do artigo 426-A do RICMS-SP, por meio
de Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS, com a indicação do código de receita
063-2 (outros recolhimentos especiais).

Tratando-se de imposto a ser recolhido por antecipação, conforme previsto no


artigo 426-A do RICMS-SP, admitir-se-á também o seu recolhimento em momento
anterior ao da entrada da mercadoria em território paulista, ainda que por meio de Guia
Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, com a indicação:

1 - do código de receita 10008-0 (recolhimentos especiais);

2 - do CNPJ e demais dados cadastrais do estabelecimento do contribuinte destinatário


paulista;

2 - no campo "Informações Complementares", do número da Nota Fiscal a que se


refere o recolhimento e do CNPJ do estabelecimento remetente.

2.15 LIVROS DO ICMS


2.15.1 Livro Registro De Entradas

Artigo 214 do RICMS/SP - O livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A,


destina-se à escrituração da entrada, a qualquer título, de mercadoria no
estabelecimento ou de serviço por este tomado (Lei 6.374/89, art. 67, § 1º, e

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Convênio de 15-12-70 - SINIEF, art. 70, com alteração dos Ajustes SINIEF-1/80,
cláusula segunda, SINIEF-1/82, cláusula primeira, SINIEF-16/89, cláusula primeira,
V, SINIEF-3/94, cláusula primeira, XIII, e SINIEF-6/95, cláusula primeira, I).

§ 1º - Serão também escriturados os documentos fiscais relativos a aquisição de


mercadoria que não transitar pelo estabelecimento adquirente.

§ 2º - Os registros serão feitos por operação ou prestação, em ordem cronológica das


entradas efetivas de mercadoria no estabelecimento ou, na hipótese do parágrafo
anterior, de sua aquisição ou desembaraço aduaneiro ou, ainda, dos serviços tomados.

§ 3º - Os registros serão feitos documento por documento, desdobrados em tantas linhas


quantas forem as alíquotas do imposto e as naturezas das operações ou prestações,
segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações, nas colunas próprias, conforme
segue:

1 - coluna "Data da Entrada": a data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento


ou a data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do § 1º, ou, ainda,
a data da utilização do serviço;

2 - colunas sob o título "Documento Fiscal": a espécie, a série e subsérie, o número de


ordem e a data da emissão do documento fiscal correspondente à operação ou prestação,
bem como o nome do emitente e seus números de inscrição, estadual e no CNPJ; em se
tratando de Nota Fiscal emitida em decorrência de entrada de mercadoria, serão
indicados, em lugar dos dados do emitente, os do remetente;

3 - coluna "Procedência": sigla do outro Estado onde estiver localizado o estabelecimento


emitente;

4 - coluna "Valor Contábil": o valor total constante no documento fiscal;

5 - colunas sob o título "Codificação":

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a) coluna "Código Contábil": o mesmo código que o contribuinte, eventualmente, utilizar


no seu plano de contas contábil;

b) coluna "Código Fiscal": o Código Fiscal de Operações e Prestações;

6 - colunas sob os títulos "ICMS - Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações com


Crédito de Imposto":

a) coluna "Base de Cálculo": o valor sobre o qual incidir o imposto;

b) coluna "Alíquota": a alíquota do imposto aplicada sobre a base de cálculo referida na


alínea anterior;

c) coluna "Imposto Creditado": o valor do imposto creditado;

7 - colunas sob os títulos "ICMS - Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações sem


Crédito do Imposto":

a) coluna "Isenta ou Não Tributada": o valor da operação ou prestação, deduzida a


parcela do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, se consignada no documento
fiscal, quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tiver sido
beneficiada com isenção ou estiver amparada por não-incidência, bem como, ocorrendo a
hipótese, o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo;

b) coluna "Outras": o valor da operação ou prestação, deduzida a parcela do IPI, se


consignada no documento fiscal, quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço
tomado que não confira ao estabelecimento destinatário ou ao tomador do serviço crédito
do imposto, ou quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço tomado sem
lançamento do imposto por ocasião da respectiva saída ou prestação, por ter sido
atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento;

8 - colunas sob os títulos "IPI - Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto":

a) coluna "Base de Cálculo": o valor sobre o qual incidir o IPI;

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b) coluna "Imposto Creditado": o valor do imposto creditado;

9 - colunas sob os títulos "IPI - Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto":

a) coluna "Isenta ou Não Tributada": o valor da operação, quando se tratar de entrada de


mercadoria cuja saída do estabelecimento remetente tiver sido beneficiada com isenção
do IPI ou estiver amparada por não-incidência, bem como o valor da parcela
correspondente à redução da base de cálculo, quando for o caso;

b) coluna "Outras": o valor da operação, deduzida a parcela do IPI, se consignada no


documento fiscal, quando se tratar de entrada de mercadoria que não confira ao
estabelecimento destinatário crédito do IPI ou quando se tratar de entrada de mercadoria
cuja saída do estabelecimento remetente tiver sido beneficiada com suspensão do
recolhimento do IPI;

10 - coluna "Observações": informações diversas.

2.15.2 Livro De Registro De Saídas

Artigo 215 do RICMS/SP- O livro Registro de Saídas, modelo 2 ou 2-A,


destina-se à escrituração da saída de mercadoria, a qualquer título, ou da
prestação de serviço (Lei 6.374/89, art. 67, § 1º, e Convênio 15-12-70 - SINIEF, art.
71, com alteração do Ajuste SINIEF-6/95, cláusula primeira, II).

§ 1º - Será também escriturado o documento fiscal relativo à transmissão de


propriedade de mercadoria que não transitar pelo estabelecimento.

§ 2º - Os registros serão feitos em ordem cronológica, segundo as datas de


emissão dos documentos fiscais, pelos totais diários, com desdobramento em
tantas linhas quantas forem as alíquotas aplicadas às operações ou prestações de
mesma natureza, de acordo com o Código Fiscal de Operações e Prestações,
sendo permitido o registro conjunto dos documentos de numeração seguida da
mesma série e subsérie.

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§ 3º - Os registros serão feitos nas colunas próprias, conforme segue:

1 - colunas sob o título "Documento Fiscal": a espécie, a série e subsérie, os


números de ordem, inicial e final, e a data da emissão dos documentos fiscais;

2 - coluna "Valor Contábil": o valor total constante nos documentos fiscais;

3 - colunas sob o título "Codificação":

a) coluna "Código Contábil": o mesmo código que o contribuinte, eventualmente,


utilizar no seu plano de contas contábil;

b) coluna "Código Fiscal": o Código Fiscal de Operações e Prestações;

4 - colunas sob os títulos "ICMS - Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações


com Débito do Imposto":

a) coluna "Base de Cálculo": o valor sobre o qual incidir o imposto;

b) coluna "Alíquota": a alíquota do imposto aplicada sobre a base de cálculo


referida na alínea anterior;

c) coluna "Imposto Debitado": o valor do imposto debitado;

5 - colunas sob os títulos "ICMS - Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações


sem Débito do Imposto":

a) coluna "Isenta ou Não Tributada": o valor da operação ou prestação, deduzida a


parcela do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, se consignada no
documento fiscal, quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou
prestação tiver sido beneficiada com isenção ou amparada por não-incidência,
bem como, ocorrendo a hipótese, o valor da parcela correspondente à redução da
base de cálculo;

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b) coluna "Outras": o valor da operação ou prestação, deduzida a parcela do IPI,


se consignada no documento fiscal, quando se tratar de mercadoria ou serviço
cuja saída ou prestação tiver sido efetivada sem lançamento do imposto, por ter
sido atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento;

6 - colunas sob os títulos "IPI - Valores Fiscais" e "Operações com Débito do


Imposto":

a) coluna "Base de Cálculo": o valor sobre o qual incidir o IPI;

b) coluna "Imposto Debitado": o valor do imposto debitado;

7 - colunas sob os títulos "IPI - Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do


Imposto":

a) coluna "Isenta ou Não Tributada": o valor da operação, quando se tratar de


mercadoria cuja saída tiver sido beneficiada com isenção do IPI ou amparada por
imunidade ou não-incidência, bem como, ocorrendo a hipótese, o valor da parcela
correspondente à redução da base de cálculo;

b) coluna "Outras": o valor da operação, deduzida a parcela do IPI, se consignada


no documento fiscal, quando se tratar de mercadoria cuja saída do
estabelecimento tiver sido beneficiada com suspensão do recolhimento daquele
imposto;

8 - coluna "Observações": informações diversas.

§ 4º - Na hipótese do inciso III ou IV do artigo 182, a ocorrência deverá ser


indicada na coluna "Observações", nas linhas correspondentes aos registros do
documento fiscal original e do complementar.

§ 5º - A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia do período de


apuração; inexistindo documento a escriturar, essa circunstância será mencionada.

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§ 6º - Após a escrituração de que trata o parágrafo anterior, deverá o


estabelecimento, em relação às operações e prestações interestaduais realizadas
no período, elaborar demonstrativo, separando as realizadas com contribuintes
daquelas com não-contribuintes, por Estado de destino da mercadoria ou da
prestação do serviço, contendo os totais dos valores escriturados nas colunas
"valor contábil", "base de cálculo", e o valor do imposto cobrado por substituição
tributária, indicado na coluna "observações".

§ 7º - Os prestadores de serviço de transporte de passageiro, possuidores de


inscrição única abrangendo mais de um estabelecimento, emitirão, como auxiliar
de escrituração do livro Registro de Saídas, em relação a cada estabelecimento, o
Resumo de Movimento Diário - RMD, modelo 18, previsto no artigo 174.

2.15.3 Livro De Apuração do ICMS

Artigo 223 do RICMS/SP - O livro Registro de Apuração do ICMS, modelo


9, destina-se a anotar os totais dos valores contábeis e os dos valores fiscais,
relativos ao imposto, das operações de entrada e de saída e das prestações
recebidas e realizadas, extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o
Código Fiscal de Operações e Prestações (Lei 6.374/89, art. 67, § 1º, e Convênio
de 15-12-70 - SINIEF, art. 78).

§ 1º - No livro a que se refere este artigo serão registrados, também, os débitos e


os créditos fiscais, a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de
informação e às guias de recolhimento do imposto.

§ 2º - A escrituração do livro será feita no final do período de apuração do imposto.

2.15.4 Livro De Inventário

Artigo 221 do RICMS/SP - O livro Registro de Inventário, modelo 7, destina-


se a arrolar, pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita

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identificação, mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, materiais de


embalagem, produtos manufaturados e produtos em fabricação, existentes no
estabelecimento na época do balanço (Lei 6.374/89, art. 67, § 1º, e Convênio de
15-12-70 - SINIEF, art. 76).

§ 1º - No livro referido neste artigo serão também arrolados, separadamente:

1 - mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, materiais de


embalagem e produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento, em poder
de terceiros;

2 - mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, materiais de


embalagem, produtos manufaturados e produtos em fabricação, de terceiros, em
poder do estabelecimento.

§ 2º - O arrolamento em cada grupo deverá ser feito:

1 - segundo a ordenação da tabela prevista na legislação do Imposto sobre


Produtos Industrializados - IPI;

2 - de acordo com a situação tributária da mercadoria, tal como tributada, não


tributada, isenta.

§ 3º - Os registros serão feitos nas colunas próprias, conforme segue:

1 - coluna "Classificação Fiscal": a indicação relacionada com o código da


Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH;

2 - coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação da


mercadoria - espécie, marca, tipo, modelo;

3 - coluna "Quantidade": a quantidade em estoque na data do balanço;

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4 - coluna "Unidade": a especificação da unidade, tal como quilograma, metro, litro


ou dúzia, de acordo com a legislação do IPI;

5 - colunas sob o título "Valor":

a) coluna "Unitário": o valor de cada unidade de mercadoria, pelo custo de


aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente de mercado ou de bolsa,
prevalecendo o critério de valoração pelo preço corrente, quando este for inferior
ao preço de custo; no caso de matérias-primas ou produto em fabricação, o valor
será o de seu preço de custo;

b) coluna "Parcial": o valor correspondente ao resultado da multiplicação da


quantidade pelo valor unitário;

c) coluna "Total": o valor correspondente ao somatório dos valores parciais


constantes no mesmo código referido no item 1;

6 - coluna "Observações": informações diversas.

§ 4º - Após o arrolamento, deverá ser consignado o valor total de cada grupo


mencionado no "caput" e no § 1º e, ainda, o total geral do estoque existente.

§ 5º - O disposto no item 1 do § 2º e no item 1 do § 3º não se aplica a


estabelecimento comercial não equiparado a industrial.

§ 6º - Se a empresa não mantiver escrita contábil, o inventário será levantado em


cada estabelecimento no último dia do ano calendário.

§ 7º - A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias, contados


da data do balanço referido no "caput" ou, no caso do parágrafo anterior, do último
dia do ano civil.

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§ 8º - Inexistindo estoque, o contribuinte mencionará esse fato na primeira linha,


após preencher o cabeçalho da página.

2.15.5 Livro De Registro De Termos E Ocorrências

Artigo 220 do RICMS/SP - O livro Registro de Utilização de Documentos


Fiscais e Termos de Ocorrências, modelo 6, destina-se à escrituração da entrada
de impressos de documentos fiscais previstos no artigo 124, confeccionados por
estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário, bem como à
lavratura de termos de ocorrências (Lei 6.374/89, art. 67, § 1º, e Convênio de 15-
12-70 - SINIEF, art. 75).

§ 1º - Os registros serão feitos operação a operação, em ordem cronológica de


aquisição ou confecção própria, devendo ser utilizada uma folha para cada
espécie, série e subsérie do impresso de documento fiscal.

§ 2º - Os registros serão feitos nos quadros e colunas próprios, conforme segue:

1 - quadro "Espécie": a espécie do impresso de documento fiscal;

2 - quadro "Série e Subsérie": a série e subsérie do impresso de documento fiscal;

3 - quadro "Tipo": o tipo do impresso de documento fiscal confeccionado, tal como


bloco, folha solta, formulário contínuo;

4 - quadro "Finalidade da Utilização": o fim a que se destina o impresso de


documento fiscal, tal como vendas a contribuintes, vendas a não-contribuintes,
vendas a contribuintes de outros Estados;

5 - coluna "Autorização de Impressão": o número da Autorização de Impressão de


Documentos Fiscais, quando exigida;

6 - coluna "Impressos - Numeração": os números de ordem dos impressos de


documentos fiscais confeccionados; no caso de impressão sem numeração

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tipográfica sob regime especial, essa circunstância deverá constar na coluna


"Observações";

7 - colunas sob o título "Fornecedor":

a) coluna "Nome": o nome do contribuinte que tiver confeccionado os impressos de


documentos fiscais;

b) coluna "Endereço": o local do estabelecimento impressor;

c) coluna "Inscrição": os números de inscrição, estadual e no CNPJ, do


estabelecimento impressor;

8 - colunas sob o título "Recebimento":

a) coluna "Data": o dia, o mês e o ano do efetivo recebimento dos impressos de


documentos fiscais confeccionados;

b) coluna "Nota Fiscal": a série e o número da Nota Fiscal emitida pelo


estabelecimento impressor por ocasião da saída dos impressos de documentos
fiscais confeccionados;

9 - coluna "Observações": informações diversas, incluindo referências a:

a) extravio, perda ou inutilização de impressos de documentos fiscais;

b) supressão da série ou subsérie;

c) entrega de impressos de documentos fiscais à repartição para inutilização.

§ 3º - Do total de folhas deste livro, 50% (cinqüenta por cento), no mínimo, serão
destinadas à lavratura, pelo fisco, de termos de ocorrências, as quais, devidamente
numeradas, deverão ser impressas no final do livro, de acordo com o modelo
contido no Anexo/Modelos.

2.16 CFOP – CODIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E


PRESTAÇÕES
O CFOP – (Código Fiscal de operações e prestações), são decodificações que serão
utilizados de acordo com as operações:

Nas operações de entradas : será utilizado de acordo com finalidade do adquirente;

Nas operações de saídas: será utilizado de acordo com o objeto social do


Estabelecimento do Contribuinte Remetente;

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Nas operações de Entradas:

- iniciados com “1.000” (nas operações internas).

ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o
1.000
estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da
Federação do destinatário

- iniciado com “2.000” (operações interestaduais).

ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o
2.000
estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação
diversa daquela do destinatário

- iniciado com “3” (exterior) quando se tratar de operações de entradas de mercadorias


provenientes do Exterior:

ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIOR


Classificam-se, neste grupo, as entradas de mercadorias oriundas de outro
3.000 país, inclusive as decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência
ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo poder público, e os
serviços iniciados no exterior

Nas operações de Saídas:

- iniciado com “5.000” (operações internas).

SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o
5.000
estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da
Federação do destinatário

- iniciado com “6.000” (operações interestaduais)

SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o
6.000
estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação
diversa daquela do destinatário

- iniciadas “7.000” (operações com exterior)

SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR


7.000 Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o
destinatário esteja localizado em outro país

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2.17 CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA DE ICMS - CST


A CST (Código da Situação Tributária) serão preenchidos de acordo com a
operação e com a tributação da mercadoria que esta sendo circulada.

2.17.1 Tabela A – Códigos relativos á origem

Código Descrição

0 Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3, 4, 5 e 8

Estrangeira - Importação direta, exceto a indicada no


1
código 6
Estrangeira - Adquirida no mercado interno, exceto a
2
indicada no código 7
Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de
3 Importação superior a 40% (quarenta por cento) e
inferior ou igual a 70% (setenta por cento)
Nacional, cuja produção tenha sido feita em
conformidade com os processos produtivos básicos de
4
que tratam o Decreto-Lei nº 288/67, e as Leis nºs
8.248/91, 8.387/91, 10.176/01 e 11.484/07
Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de
5
Importação inferior ou igual a 40% (quarenta por cento)
Estrangeira - Importação direta, sem similar nacional,
6
constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural
Estrangeira - Adquirida no mercado interno, sem similar
7 nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás
natural
Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de
8
Importação superior a 70% (setenta por cento)

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2.17.2 TABELA B – Códigos relativos ao ICMS

Código Descrição
00 Tributada integralmente

Tributada e com cobrança do ICMS por substituição


10
tributária

20 Com redução de base de cálculo

Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por


30
substituição tributária

40 Isenta
41 Não tributada
50 Suspensão
51 Diferimento

60 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária

Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS


70
por substituição tributária

90 Outras

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2.17.3 Tabela B – Código de Situação da Operação no Simples


Nacional – CSOSN

101 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito


102 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito

Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita


103
bruta
Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito
201
e com cobrança do ICMS por substituição tributária
Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito
202
e com cobrança do ICMS por substituição tributária

Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita


203
bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária

300 Imune
400 Não tributada pelo Simples Nacional

ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária


500
(substituído) ou por antecipação
900 Outros

2.18 CÓDIGO ESPECIFICADOR DE SUBSTITUIÇÃO


TRIBUTÁRIA – CEST
O Convênio ICMS 92/2015, estabeleceu sistemática de uniformização e
identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de
substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o
encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes.

A partir de 1º de outubro de 2016, nas operações com mercadorias ou bens


listados nos Anexos II a XXIX do Convênio ICMS 146/2015, o contribuinte deverá
mencionar o respectivo CEST no documento fiscal.

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2.19 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS


GIA : guia de informação e apuração do ICMS

Periocidade: mensal

Objetivo: controlar a arrecadação do ICMS

1.1 Ilustração das telas da GIA ( FONTE: PFE)

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2.20 SPED FISCAL


A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um
conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse
dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem
como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações
praticadas pelo contribuinte.

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Periocidade: mensal

Objetivo: controlar a arrecadação do ICMS

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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO:
1) O que são Convênios:
a) Acordos firmados com representantes de todos os Estados brasileiros e o Distrito
Federal
b) Acordos firmados com alguns representantes de alguns estados
c) Acordos firmados com o Estado de Minas Gerais e São Paulo
d) Nenhuma das alternativas anteriores

2) Quais são as variáveis que compõem a base de cálculo do ICMS em uma


mercadoria adquirida para revenda:
a) o valor da mercadoria
b) o valor do serviço
c) o total dos produtos, mais as despesas acessórias, tais como seguros e frete
d) o valor da mercadoria e o serviço

3) Quais são as obrigações acessórias do ICMS;


a) GIA, SINTEGRA E SPED FISCAL
b) SINTEGRA E DACON
c) DACON E DCTF
d) GIA E DACON

4) Quem está obrigado a entregar o SINTEGRA;


a) Apenas as empresas notificadas
b) Apenas as empresas que possuem operações interestaduais
c) As empresas notificadas e as que possuem operações interestaduais
d) Não sei

5) Quais são os livros obrigatórios do ICMS


a) livros contábeis
b) livros de entrada, livro de saída, livro de inventário, livro de registro de empregados
c) livros de entrada e livro de saída

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d) livros de entrada, livros de saída, livro de inventário, livro de registro de termos e


ocorrências

6) O que são Protocolos;


a)Acordos firmados com representantes de todas os Estados brasileiros e o Distrito
Federal
b)Acordos firmados com alguns representantes de alguns estados e o Distrito Federal
c)Acordos firmados com o Estado de Minas Gerais e São Paulo
d)Nenhuma das alternativas anteriores

7) A farmácia “ Saúde Boa” comprou medicamentos para revenda em 15/08/2012,


foram 100 frascos de dipirona a R$ 1,50 cada a alíquota do ICMS é 18% , além de R$
20,00 de seguro da mercadoria, R$ 150,00 de frete. Quanto gerou de crédito nesta
operação?
As vendas na farmácia foram boas no mês de agosto e foram vendidos todos os
remédios adquiridos em 15/08/2012 no dia 17/08/2012 ao preço de venda de R$ 7,00
cada, alíquota de 18% , apure o saldo do ICMS a pagar.

8) A Boutique Roupa Nova comprou peças de roupa para revenda em 15/09/2012,


foram 10 peças a R$ 15,00 cada, a alíquota do ICMS é 18%.
A Boutique Roupa Nova vendeu apenas 5 peças a R$ 30,00 cada em 30/09/2012
alíquota de 18% , e apure o saldo do ICMS a pagar.

9) Quais são as variáveis que compõem a base de cálculo do ICMS em uma


mercadoria adquirida para uso e consumo e/ ou ativo imobilizado:
a)o valor da mercadoria
b)o valor do serviço
c)o total dos produtos, mais as despesas acessórias, tais como seguros e frete
d)o total dos produtos, o valor do IPI, mais as despesas acessórias, tais como seguros
e frete

10) Quais são as empresas que deverão recolher o Diferencial de alíquota:

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a)Todas as empresas, exceto as optantes do Simples Nacional


b)Somente as optantes do Simples Nacional, quando a mercadoria for destinada para
ativo imobilizado
c)Apenas as empresa que adquirem mercadoria para comercialização ou
industrialização
d)Todas as empresas sendo que as optantes do Simples Nacional recolhe em todas as
operações e as demais apenas quando a mercadoria for destinada a uso e consumo e/ou
ativo imobilizado.

11)Aquisição para revenda de mercadorias no valor total dos produtos de R$ 980,00,


total de despesas acessórias de R$ 250,00 e IPI no valor de R$ 300,00, apure o
crédito do ICMS.( alíquota 18%).Venda de mercadorias no valor de R$ 2.700,00,
apure o débito do ICMS ( alíquota 18%)

12)Aquisição de mercadorias destinadas a uso e consumo no Estado do Paraná


(alíquota 12%) no valor total da nota de R$ 3.000,00, sendo que este produto não esta
incluso em nenhum beneficio fiscal e a alíquota interna é de 18% Calcule o imposto de
ICMS desta operação.

13)Aquisição para revenda de produtos de perfumaria dentro do Estado de São Paulo


no valor total da nota de R$ 130,00, tal mercadoria, esta inclusa no beneficio de
substituição tributária, alíquota interna do produto 18%. Os produtos foram todos
vendidos no valor total de R$ 300,00, apure o ICMS A RECOLHER.

14)Aquisição para revenda, de brinquedos no valor total da nota de R$ 330,00 do


Estado da Paraná (alíquota interestadual 12%), valor do ICMS destacado na nota R$
39,60 e IVA 57,68 %. A alíquota interna do produto é de 12%, qual o valor do icms st?

15)Aquisição para revenda, de matérias de construção no valor total da nota de R$


850,00 do Estado da Paraná (alíquota interestadual 12%), valor do ICMS destacado na
nota R$ 69,43 E IVA 89,67%. A alíquota interna do produto é de 18%, qual o valor do
icms st?

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3. PIS E COFINS
O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (PIS), foi instituído pela
Lei Complementar nº 07/1970, quando criado sua destinação era promover a
integração do empregado e o desenvolvimento das empresas.

Foi à partir da Constituição Federal de 1.988 que ela passou a


financiar ao programa do seguro desemprego e o abono salarial.

CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE


SOCIAL (COFINS), o termo seguridade social abrange a previdência social,
a saúde e a assistência social.

3.1 CARACTERÍSTICAS
São considerados uma contribuição.

Pode ter incidência tanto na receita bruta, quanto na folha de pagamento.

Pode ser cumulativo ou não cumulativo

3.2 CALCÚLO
3.2.1 PIS SOBRE A FOLHA

São calculados o PIS sobre a Folha nos seguintes casos;

a) templos de qualquer culto;

b) partidos políticos;

c) instituições de educação e de assistência social que preencham as


condições e requisitos do art. 12 da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de
1997;

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d) instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural, científico e as


associações, que preencham as condições e requisitos do art. 15 da Lei nº
9.532, de 1997;

e) sindicatos, federações e confederações;

f) serviços sociais autônomos, criados ou autorizados por lei;

g) conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas;

h) fundações de direito privado;

i) fundações públicas instituídas ou mantidas pelo Poder Público;

j) condomínios de proprietários de imóveis residenciais ou comerciais; e

k) a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB);

l) as Organizações Estaduais de Cooperativas;

Nessas entidades é aplicado 1% sobre a folha de pagamento.

3.2.2 PIS e COFINS CUMULATIVOS

Sua base de cálculo é o faturamento bruto mensal

É recolhido através da DARF com o código 8109 e 2172 respectivamente, e


o seu recolhimento é até último dia do vigésimo quinto dia do mês
subsequente.

A alíquota aplicada é 0,65% para o PIS e 3% para o COFINS

3.2.3 PIS E COFINS NÃO CUMULATIVO

Sua base de cálculo é o faturamento bruto mensal

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É recolhido através da DARF com o código 6912 e 5856 respectivamente, e


o seu recolhimento é o até vigésimo quinto dia do mês subsequente.

A alíquota aplicada é 1,65% para o PIS e 7,60%para o COFINS

A apuração e o recolhimento é feito pelo estabelecimento da matriz

3.3 CARACTERÍSTICAS
As exclusões são as mesmas aplicadas ao regime cumulativo.

Nesse regime é aplicada o desconto de crédito nas seguintes hipóteses:

1) das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês;

2) das aquisições, efetuadas no mês, de bens e serviços utilizados como


insumos na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de
serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes;

3)Despesas tais como aluguéis de máquinas, prédios, aluguel do


estabelecimento, etc.

4) Dos encargos de depreciação e amortização, incorridas no mês.

3.4 EXCLUSÕES DA BASE DE CÁLCULO


a)das receitas isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou
sujeitas à alíquota 0 (zero);

b)das vendas canceladas;

c)dos descontos incondicionais concedidos;

d)do ICMS, quando destacado em nota fiscal e cobrado pelo vendedor dos
bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário;

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A apuração e o recolhimento é feito pelo estabelecimento da matriz

3.5 OUTRAS MODALIDADES DE APURAÇÃO DO PIS E COFINS

1) Alíquota zero; quando o governo deseja incentivar o consumo.


2) Monofásica; alíquotas diferenciadas no fabricante e importador.
3) Substituição tributária; tributa-se na origem pelo fabricante e importador.
4) Isenção/Suspensão; não estão sujeitos as contribuições do PIS e COFINS.

4. IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA E


CSLL – CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO
LIQUIDO
O Art. 43 do Código Tributário Nacional determina que o fato gerador do
Imposto de Renda (IR) é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica da
renda ou proventos de qualquer natureza. A ocorrência do fato gerador é verificada
pela obtenção de resultados positivos (lucros) em suas operações industriais,
mercantis ou de prestação de serviços, além de acréscimos patrimoniais decorrentes
de ganhos de capital.

Estão sujeitas ao pagamento da CSLL as pessoas jurídicas e as pessoas


físicas a elas equiparadas, domiciliadas no País. A alíquota da CSLL é de 9% (nove
por cento) para as pessoas jurídicas em geral, e de 15% (quinze por cento), no caso
das pessoas jurídicas consideradas instituições financeiras, de seguros privados e de
capitalização. A apuração da CSLL deve acompanhar a forma de tributação do lucro
adotada para o IRPJ. Aplicam-se à CSLL no que couberem, as disposições da
legislação do imposto sobre a renda referentes à administração, ao lançamento, à
consulta, à cobrança, às penalidades, às garantias e ao processo administrativo,
mantidas a base de cálculo e as alíquotas previstas na legislação da referida
contribuição ( Lei nº 7.689, de 1988, art. 6º , e Lei nº 8.981, de 1995, art. 57 ).

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4.1 REGIMES TRIBUTÁRIOS: LUCRO PRESUMIDO, LUCRO


REAL, LUCRO ARBITRADO E SIMPLES NACIONAL
4.1.1.LUCRO PRESUMIDO

As empresas que não são obrigadas a apurar seus lucros pelo sistema de lucro real
podem se valer da opção pelo lucro presumido. Devem, para tanto, preencher dois
requisitos básicos:

ü O limite de faturamento anual (R$ 78.000.000,00, ou proporcionalmente R$


6.500.000,00 multiplicado pelo numero de meses do período, quando inferior a 12
meses) e
ü não se enquadrar em atividades impedidas (art. 14 da Lei nº 9.718/1998,
com a redação dada pelo art. 46 da Lei nº10.637/2002.).

A opção pelo sistema é feita no ato de pagamento da primeira parcela do imposto


de renda pessoa jurídica apurado no primeiro trimestre no ano calendário, ou, em
caso de início de atividade, no primeiro trimestre de atividade.

Para uma opção segura, o empresário deve prever o percentual de lucro que
espera ter em relação ao faturamento bruto, visto ser este à base para o cálculo do
imposto.

Será recolhido pelo estabelecimento matriz

Seu código de recolhimento na DARF é 2089 para o IRPJ e 2372 para a CSLL.

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4.1.2 PERCENTUAIS DE PRESUNÇÃO

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4.1.3 BASE DE CÁLCULO

Deverão ser adicionados, os ganhos de capital na alienação de bens do


ativo permanente e demais receitas ou resultados, percebidos no trimestre, não
componentes da receita bruta mensal de vendas e prestação de serviços,
inclusive os rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e ganhos
líquidos de renda variável, variações monetárias ativas, alugueis recebidos, etc.

4.1.4 ALÍQUOTAS

IRPJ 15% ( adicional 10%)

CSLL 9%

4.2 TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO REAL


Conforme art. 247 do RIR/99 Lucro real é o lucro líquido do período de
apuração ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas e
autorizadas pela legislação vigente.

A determinação do lucro real será precedida da apuração do lucro líquido de


cada período de apuração com observância das disposições das leis comerciais
(Lei 8.981/95,art. 37, § 1º).

Importante Nem sempre o lucro fiscal será igual ao lucro contábil.

QUAIS SÃO AS ADIÇÕES, EXCLUSÕES E COMPENSAÇÕES?

ü ADIÇÕES;

a) custos, despesas, encargos, perdas, provisões, participações e quaisquer


outros valores deduzidos na apuração do lucro líquido e que, de acordo com
a legislação do Imposto de Renda, não sejam dedutíveis na determinação do
lucro real;

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b) resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores não incluídos


na apuração do lucro líquido e que, de acordo com a legislação do Imposto
de Renda, devam ser computados na determinação do lucro real.

Principais Adições: CSLL; Alimentação de sócios, acionistas e


administradores; Brindes; Multas por infrações fiscais; Provisões (exceto as
de férias, 13º salários e seus encargos sociais e as provisões técnicas
estabelecidas pela Susep); Ajustes de RTT; e Outras adições.

Despesas e Custos Dedutíveis: De acordo com o art. 299 do RIR/99:


São operacionais as despesas não computadas nos custos, necessárias à
atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora;

São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização


das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa; As
despesas operacionais admitidas são as usuais ou normais no tipo de
transações, operações ou atividades da empresa. Assim, despesa
operacional dedutível é toda aquela que é necessária, normal ou usual.
Basicamente, são dois os requisitos que habilitam um determinado gasto a
ser considerado como despesa operacional dedutível. É necessário que o
gasto seja incorrido, ou seja, é indispensável que a empresa já tenha
usufruído dos bens e serviços adquiridos. O gasto deve ser necessário para
a manutenção da atividade da empresa e, além disso, deve ser normal e
usual ou relacionado com a atividade explorada; e

ü EXCLUSÕES; a) Resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros


valores incluídos na apuração do lucro líquido e que, de acordo com a
legislação do Imposto de Renda, não sejam computados no lucro real; b)
Valores cuja dedução seja autorizada pela legislação do Imposto de Renda e
que, pela sua natureza exclusivamente fiscal, não tenham sido computados
na apuração do lucro líquido. - Principais Exclusões: Lucros ou dividendos

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recebidos, de investimento avaliado pelo custo de aquisição; Reversão de


provisões não dedutíveis; Ajustes de RTT; e Outras exclusões. III

ü COMPENSAÇÕES; Compensação de prejuízos fiscais de períodos de


apuração anteriores, respeitado o limite de 30% do lucro ajustado.

OBS: Somente poderá ser realizada a compensação, as pessoas


jurídicas que mantiverem em boa ordem os livros e registros que
comprovem tal prejuízo.

Para se apurar o lucro real é necessário manter escrituração comercial


regular, incluindo o Livro de Apuração do lucro. Os impostos são calculados
com base no lucro real da empresa apurado, considerando-se todas as
receitas, menos todos os custos e despesas da empresa, de acordo com o
regulamento do imposto de renda.

O Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) é um livro fiscal exigido


pela legislação do imposto de renda (art. 262 do RIR/99). Conforme o
modelo aprovado pela IN SRF nº 28/78, o LALUR, é dividido em duas partes
distintas (cada uma delas deve conter 50% das folhas) reunidas em um só
volume encadernado, a saber:

• Parte A, destinada aos lançamentos de ajustes do lucro líquido do período


de apuração e à transcrição da demonstração do lucro real. Nessa parte é
que apuramos a base de cálculo do imposto.

• Parte B (cuja numeração é seqüencial à da Parte A), destinada ao controle


dos valores que foram ajustados na Parte A que devam influenciar a
determinação do lucro real de períodos de apuração futuros e não constem
da escrituração comercial.

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Estão obrigadas à escrituração do LALUR todas as pessoas jurídicas


contribuintes do Imposto de Renda com base no lucro real. O LALUR não
precisa ser autenticado por qualquer órgão oficial.

4.2.1 APURAÇÃO DO LUCRO

A apuração do balanço pode ser trimestral: com o pagamento das


quotas, com vencimento no último dia do mês subsequente.

Ou anualmente, onde o pagamento deverá ser feito mensalmente por


estimativa.

A base de cálculo do imposto sobre a renda é o resultado (lucro ou prejuízo)


apurado nos períodos trimestrais encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de
setembro e 31 de dezembro, com observância da legislação comercial, antes da provisão
para o pagamento do imposto de renda ajustado extra-contabilmente pelas adições,
exclusões e compensações autorizadas pela legislação.

Estará sujeito ao adicional de imposto de renda de 10% da parcela do lucro real


que exceder o valor da multiplicação de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) pelo número de
meses do respectivo período de apuração (R$ 60.000,00 no trimestre).

Nenhuma quota poderá ser inferior a R$ 1.000,00 e quando o imposto for inferior a
R$ 2.000,00, este deverá ser pago em quota única.

As quotas sofrerão os seguintes acréscimos:

a) Primeira quota - valor original;

b) Segunda quota - valor original, acrescido de 1%;

c) Terceira quota - valor original, acrescido da taxa SELIC do mês anterior + 1% referente
ao mês do pagamento.

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O adicional, sem nenhuma dedução, será pago juntamente com o imposto devido, nos
mesmos prazos e código.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - TRIMESTRAL

Receita Operacional Bruta 1.000.000,00

(-) Impostos sobre a Receita Operacional 105.000,00

(=) Receita Operacional Líquida 895.000,00

(-) Custo da Receita Operacional 173.850,00

(=) Lucro Operacional Bruto 721.150,00

(-) Despesas Operacionais 45.674,00

(=) Lucro Operacional Líquido 675.476,00

(-) Outras Despesas 10.559,40

(=) Lucro líquido do Exercício antes do IRPJ e a CSLL 664.916,60

(-) Provisão para o IRPJ e para a CSLL 220.071,64

(=) Lucro Líquido do Exercício 444.844,96

4.3 ADICIONAL DO IMPOSTO DE RENDA


A parcela do lucro real que exceder ao resultado da multiplicação de
R$20.000,00 (vinte mil reais) pelo número dos meses do respectivo período de
apuração sujeita-se à incidência do adicional, à alíquota de 10% (dez por cento).
Também se encontra sujeita ao adicional a parcela da base de cálculo
estimada mensal, no caso das pessoas jurídicas que optaram pela apuração do
imposto de renda sobre o lucro real anual, presumido ou arbitrado, que exceder a
R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

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Em relação às pessoas jurídicas que optarem pela apuração do lucro presumido ou


arbitrado, o adicional incide sobre a parcela que exceder o valor resultante da
multiplicação de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) pelo número de meses do respectivo
período de apuração.
A alíquota do adicional é única para todas as pessoas jurídicas, inclusive
instituições financeiras, sociedades seguradoras e assemelhadas.
O adicional incide, inclusive, sobre os resultados tributáveis de pessoa jurídica que
explore atividade rural (Lei nº 9.249, de 1995, art. 3º, § 3º). No caso de atividades mistas,
a base de cálculo do adicional será a soma do lucro real apurado nas atividades em geral
com o lucro real apurado na atividade rural.

4.4 LUCRO ARBITRADO


4.4.1 CONCEITO
O arbitramento de lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do imposto
de renda utilizada pela autoridade tributária ou pelo contribuinte.

Ocorridas quaisquer das hipóteses que ensejam o arbitramento de lucro,


previstas na legislação fiscal, poderá o arbitramento:

- ser aplicado pela autoridade fiscal, em qualquer dos casos previstos a legislação do
imposto de renda;

- ser adotado pelo próprio contribuinte, quando conhecida a sua receita bruta.

4.4.2 HIPÓTESES DE ADOÇÃO DO LUCRO ARBITRADO

O imposto, devido trimestralmente, no decorrer do ano-calendário, será


determinado com base nos critérios do lucro arbitrado, quando :

I - o contribuinte, obrigado à tributação com base no lucro real, não mantiver escrituração
na forma das leis comerciais e fiscais, ou deixar de elaborar as demonstrações financeiras
exigidas pela legislação fiscal;

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II - a escrituração a que estiver obrigado o contribuinte revelar evidentes indícios de


fraudes ou contiver vícios, erros ou deficiências que a tornem imprestável para:

a) identificar a efetiva movimentação financeira, inclusive bancária; ou

b) determinar o lucro real;

III - o contribuinte deixar de apresentar à autoridade tributária os livros e documentos da


escrituração comercial e fiscal, ou o Livro Caixa, na hipótese do parágrafo único do art.
527 do RIR/99;

IV - o contribuinte optar indevidamente pela tributação com base no lucro presumido;

V - o comissário ou representante da pessoa jurídica estrangeira deixar de escriturar e


apurar o lucro da sua atividade separadamente do lucro do comitente residente ou
domiciliado no exterior (art. 398);

VI - o contribuinte não mantiver, em boa ordem e segundo as normas contábeis


recomendadas, Livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar, por conta ou
subconta, os lançamentos efetuados no Diário.

4.4.3 APURAÇÃO DO LUCRO ARBITRADO

O lucro arbitrado será apurado mediante a aplicação de percentuais:

a) sobre a receita bruta quando conhecida, segundo a natureza da atividade econômica e


xplorada;

b)quando desconhecida à receita bruta, sobre valores (bases) expressamente


fixados pela legislação fiscal.

O Imposto de Renda da Pessoa Jurídica no Lucro arbitrado será recolhido até o


último dia útil do mês subseqüente ao do trimestre de apuração.

O Darf será recolhido sob o código 5625.

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4.5 SIMPLES NACIONAL


O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e
fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte,
previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 atualizado pela
Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016.

Abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito


Federal e Municípios).

É administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro


da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), dois dos Estados e do Distrito
Federal e dois dos Municípios.

Para o ingresso no Simples Nacional é necessário o cumprimento das


seguintes condições:

ü enquadrar-se na definição de microempresa ou de empresa de pequeno


porte;
ü cumprir os requisitos previstos na legislação; e
ü formalizar a opção pelo Simples Nacional.

Características principais do Regime do Simples Nacional:

ü ser facultativo;
ü ser irretratável para todo o ano-calendário;
ü abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS
e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a
cargo da pessoa jurídica (CPP);
ü recolhimento dos tributos abrangidos mediante documento único de
arrecadação - DAS;
ü apresentação de declaração única e simplificada de informações
socioeconômicas e fiscais;

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ü prazo para recolhimento do DAS até o dia 20 do mês subsequente àquele em


que houver sido auferida a receita bruta;

ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR No 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE


2006

(Redação dada pela Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016)

(Vigência: a partir de 01/01/2018)

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Comércio

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ANEXO II DA LEI COMPLEMENTAR No 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE


2006

(Redação dada pela Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016)

(Vigência: a partir de 01/01/2018)

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Indústria

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ANEXO III DA LEI COMPLEMENTAR No 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE


2006

(Redação dada pela Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016)

(Vigência: a partir de 01/01/2018)

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas de locação de bens


móveis e de prestação de serviços não relacionados no § 5o-C do art. 18
desta Lei Complementar

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ANEXO IV DA LEI COMPLEMENTAR No 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE


2006

(Redação dada pela Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016)

(Vigência: a partir de 01/01/2018)

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas decorrentes da


prestação de serviços relacionados no § 5o-C do art. 18 desta Lei
Complementar

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ANEXO V DA LEI COMPLEMENTAR No 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE


2006

(Redação dada pela Lei Complementar nº 155, de 27 de outubro de 2016)

(Vigência: a partir de 01/01/2018)

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da


prestação de serviços relacionados no § 5o-I do art. 18 desta Lei
Complementar

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4) A partilha das receitas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP


arrecadadas na forma deste Anexo será realizada com base nos parâmetros
definidos na Tabela V-B, onde:
(I) = pontos percentuais da partilha destinada à CPP;
(J) = pontos percentuais da partilha destinada ao IRPJ, calculados após o
resultado do fator (I);
(K) = pontos percentuais da partilha destinada à CSLL, calculados após o
resultado dos fatores (I) e (J);
(L) = pontos percentuais da partilha destinada à Cofins, calculados após o
resultado dos fatores (I), (J) e (K);
(M) = pontos percentuais da partilha destinada à contribuição para o
PIS/Pasep, calculados após os resultados dos fatores (I), (J), (K) e (L);
(I) + (J) + (K) + (L) + (M) = 100
(N) = relação (r) dividida por 0,004, limitando-se o resultado a 100;
(P) = 0,1 dividido pela relação (r), limitando-se o resultado a 1.

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TABELA V-B
Receita Bruta em 12 meses (em
CPP IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP
R$)

I J K L M

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
Até 180.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,9 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 180.000,01 a 360.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,875 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 360.000,01 a 540.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,85 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 540.000,01 a 720.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,825 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 720.000,01 a 900.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,8 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 900.000,01 a 1.080.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,775 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,75 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,725 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,7 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,675 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,65 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,625 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,6 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,575 (100 - I - J - K)
XP XP

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0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,55 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,525 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,5 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,475 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,45 (100 - I - J - K)
XP XP

0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 (100 - I) (100 - I) 100 - I - J - K - L
0,425 (100 - I - J - K)
XP XP

4.6 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS


4.6.1DCTF – DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS

A DCTF deve ser apresentada por contribuinte pessoa jurídica (PJ) ou


a ela equiparada, na forma da legislação pertinente, para prestar
informações relativas aos valores devidos dos seguintes tributos e
contribuições federais (débitos), e os respectivos valores utilizados para sua
quitação (créditos):

I - Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ);

II - Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF);

III - Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

IV - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a


Títulos ou

Valores Mobiliários (IOF);

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V - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

VI - Contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de


Formação do

Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);

VII - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);

VIII - Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e


de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF);

IX - Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-Combustível)


incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados,
gás natural e seus derivados e álcool etílico combustível;

4.6.2 ESTÃO DISPENSADAS DA ENTREGA NA DCTF:

a) o consórcio constituído na forma dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de


15 de dezembro de 1976;

b) a pessoa física que, individualmente, preste serviço profissional, mesmo


quando possua estabelecimento em que desenvolva suas atividades e
empregue auxiliares;

c) a pessoa física que explore, individualmente, contratos de empreitada


unicamente de mão-de-obra, sem o concurso de profissionais qualificados
ou especializados;

d) a pessoa física que, individualmente, seja receptora de apostas da Loteria


Esportiva

e) os fundos em condomínio e clubes de investimento, exceto o fundo de


investimento imobiliário de que trata o art. 2º da Lei nº. 9.779, de 1999.

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f)as empresas optantes do simples nacional estão dispensadas, EXCETO


as que apuram a contribuição previdenciária pela desoneração da folha

4.6.3 CARACTERISTICAS

Deve ser entrega até o 15º dia útil do 2º mês subsequente ao fato gerador.

As empresas optantes do simples nacional estão dispensadas, EXCETO as


que apuram a contribuição previdenciária pela desoneração da folha

No caso de extinção, incorporação, fusão ou cisão, a DCTF Mensal deverá


ser apresentada pela pessoa jurídica extinta, incorporada, incorporadora,
fusionada até o décimo quinto dia útil do segundo mês subsequente ao da
realização do evento.

4.7 EFD CONTRIBUIÇÕES


A EFD-Contribuições é a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o
PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita. Trata-se de arquivo
digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital – SPED, a ser
utilizado pelas pessoas jurídicas de direito privado na escrituração da
Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-
cumulativo e/ou cumulativo, com base no conjunto de documentos e operações
representativos das receitas auferidas, bem como dos custos, despesas,
encargos e aquisições geradores de créditos da não-cumulatividade. Com o
advento da Lei nº 12.546/2011, arts. 7º e 8º, a EFD-Contribuições passou a
contemplar também a escrituração digital da Contribuição Previdenciária sobre
a Receita Bruta, incidente nos setores de serviços e industrias, no auferimento
de receitas referentes aos serviços e produtos nela relacionados. Os
documentos e operações da escrituração representativos de receitas auferidas
e de aquisições, custos, despesas e encargos incorridos, serão relacionadas

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no arquivo da EFD- Contribuições em relação a cada estabelecimento da


pessoa jurídica.

A escrituração das contribuições sociais e dos créditos, bem como da


Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta, será efetuada de forma
centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica. O arquivo da
EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido,
via Internet, ao ambiente Sped.

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5 - RETENÇÕES NA FONTE
Os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoas
jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza,
conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores e
locação de mão-de-obra, pela prestação de serviços de assessoria creditícia,
mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a
pagar e a receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais,
estão sujeitos a retenção na fonte da Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido - CSLL, da COFINS e da contribuição para o PIS/PASEP. (Vide
Medida Provisória nº 232, 2004).
§ 1o O disposto neste artigo aplica-se inclusive aos pagamentos
efetuados por:
I - associações, inclusive entidades sindicais, federações, confederações,
centrais sindicais e serviços sociais autônomos;

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II - sociedades simples, inclusive sociedades cooperativas;


III - fundações de direito privado; ou
IV - condomínios edilícios.
§ 2o Não estão obrigadas a efetuar a retenção a que se refere o caput as
pessoas jurídicas optantes pelo SIMPLES.
§ 3o As retenções de que trata o caput serão efetuadas sem prejuízo da
retenção do imposto de renda na fonte das pessoas jurídicas sujeitas a
alíquotas específicas previstas na legislação do imposto de renda.

Art. 31. O valor da CSLL, da COFINS e da contribuição para o PIS/PASEP,


de que trata o art. 30, será determinado mediante a aplicação, sobre o
montante a ser pago, do percentual de 4,65% (quatro inteiros e sessenta e
cinco centésimos por cento), correspondente à soma das alíquotas de 1% (um
por cento), 3% (três por cento) e 0,65% (sessenta e cinco centésimos por
cento), respectivamente.
§ 1o As alíquotas de 0,65% (sessenta e cinco centésimos por cento) e 3%
(três por cento) aplicam-se inclusive na hipótese de a prestadora do serviço
enquadrar-se no regime de não-cumulatividade na cobrança da contribuição
para o PIS/PASEP e da COFINS.
§ 2o No caso de pessoa jurídica beneficiária de isenção, na forma da
legislação específica, de uma ou mais das contribuições de que trata este
artigo, a retenção dar-se-á mediante a aplicação da alíquota específica
correspondente às contribuições não alcançadas pela isenção.

5.1 CARACTERISTICAS
O fato gerador do PCC é o pagamento e não a emissão da nota.

Fica dispensada apenas a retenção de valor igual ou inferior a R$


10,00 (dez reais), exceto na hipótese de Documento de Arrecadação de
Receitas Federais - DARF .

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Somente é aplicado a pessoas jurídicas

Recolhimento era quinzenal, agora mensal, até o último dia útil do


segundo decêndio do mês subsequente àquele mês em que tiver ocorrido o
pagamento à pessoa jurídica prestadora do serviço.

O código de recolhimento da Darf será 5952

Caso haja isenção de algum tributo deverá recolher em separado com


os seguintes códigos: 5987 CSLL, 5960 COFINS E 5979 PIS PASEP

Os valores retidos deverão ser recolhidos pelo estabelecimento da


matriz

Deverá ser informada na DIRF as retenções efetuadas.

Deverá ser informada na DCTF as retenções efetuadas.

5.2 DISPENSA DAS RETENÇÕES


ü os pagamento dos serviços de engenharia relativos a contratos de
empreitada que abrangem a execução de obras de construção civil,
com o fornecimento de materiais e mão-de-obra ("empreitada
total/global") (solução de consulta nº 103/2005 - 10ª Região Fiscal)
ü os pagamentos referentes à comissão pela representação comercial (
solução de consulta nº 358/2004 - 9ª Região Fiscal)
ü os pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas
jurídicas de direito privado pela prestação de serviços de
agenciamento de carga ou pagamento de fretes( solução de consulta
nº 177/2006 - 8ª Região Fiscal)
ü os pagamentos de serviços de transporte de pessoas (solução de
consulta nº 190/2005 - 6ª Região Fiscal)

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ü os pagamentos pela prestação de serviços de remoção de resíduos


industriais coletados em empresas (solução de consulta nº 25/2005 -
6ª Região Fiscal)
ü as receitas obtidas pelas operadoras de planos de assistência à
saúde, decorrentes de contratos de plano privado de assistência à
saúde (solução de consulta nº 211/2005 - 6ª Região Fiscal)

IMPORTANTE: Empresas optantes do Simples Nacional seja na


condição de prestador dos serviços listado não efetuaram nem
sofrerão a retenção do PCC.

6 - IR NA FONTE
São os serviços listados no RIR, que além do PCC 4,65% estão
também sujeitos à retenção IR .

Suas alíquotas podem variam de 1% a 1,5%

Apenas haverá retenção se forem serviços prestados de PJ para PJ.

Não é obrigado estar destacado na nota

A responsabilidade do recolhimento é do tomador

O fato gerador do IRRF para retenção são as importâncias/


rendimentos pagos ou creditados.

As pessoas jurídicas imunes ou isentas, e as optantes pelo Simples


Nacional não estão sujeitas a retenção.

Não é cumulativo.

Não recolhe caso o valor a ser retido seja inferior a R$ 10,00.

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Seu recolhimento é mensal.

6.1SERVIÇOS SUJEITOS À RETENÇÃO DO IR PELA


ALÍQUOTA DE 1,0 %:
1. limpeza
2.conservação
3.segurança
4. vigilância
5. locação de mão-de-obra

6.2 SERVIÇOS SUJEITOS A ALÍQUOTA DE 1,5%


1. administração de bens ou negócios em geral (exceto consórcios ou fundos
mútuos para aquisição de bens)

2. advocacia

3. análise clínica laboratorial

4. análises técnicas

5. arquitetura

6. assessoria e consultoria técnica (exceto serviço de assistência técnica


prestado a terceiros e concernente a ramo de indústria ou comércio explorado
pelo prestador do serviço.

7. assistência social

8. auditoria

9. avaliação e perícia

10. biologia e biomedicina

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11. cálculo em geral

12. consultoria

13. contabilidade

14. desenho técnico

15. economia

16. elaboração de projetos

17. engenharia (exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras


assemelhadas)

18. ensino e treinamento

19. estatística

20. fisioterapia

21. fonoaudiologia

22. geologia

23. leilão

24. medicina (exceto a prestada por ambulatório, banco de sangue, casa de


saúde, casa de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospital e
pronto-socorro

25. nutricionismo e dietética

26. odontologia

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27. organização de feiras de amostras, congressos seminários, simpósios e


congêneres

28. pesquisa em geral

29. planejamento

30. programação

31. prótese

32. psicologia e psicanálise

33. química

34. radiologia e radioterapia

35. relações públicas

36. serviço de despachante

37. terapêutica ocupacional

38. tradução ou interpretação comercial

39. urbanismo

40. veterinária

6.3 OBRIGAÇÕES ACESSORIAS


6.3.1 DIRF

A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - Dirf é a


declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à
Secretaria da Receita Federal do Brasil:

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- Os rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no País;

- O valor do imposto sobre a renda e contribuições retidos na fonte, dos


rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários;

- O pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou


domiciliados no exterior;

- Os pagamentos a plano de assistência à saúde – coletivo empresarial.

6.3.2 OBRIGATORIEDADE

Estarão obrigadas a apresentar a Dirf 2016 as seguintes pessoas jurídicas e físicas


que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do
Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda que em um único mês do ano-
calendário, por si ou como representantes de terceiros:

I – estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no


Brasil, inclusive as imunes ou isentas;

II – pessoas jurídicas de direito público, inclusive os fundos públicos de que trata o art. 71
da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964;

III – filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;

IV – empresas individuais;

V – caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores;

VI – titulares de serviços notariais e de registro;

VII – condomínios edilícios;

VIII – pessoas físicas;

IX – instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de


investimentos;

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X – órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário;

XI – candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes; e

XII – comitês financeiros dos partidos políticos.

EXERCICIOS DE FIXAÇÃO
1)A Empresa Vende Tudo Ltda adquiriu R$ 135.000,00 de mercadorias para revenda, do
total dessas compras R$ 35.000,00 foram adquiridas do Rio Grande do Sul, onde a
alíquota é 12%, R$ 15.000,00 foram dentro do estado de São Paulo com benefício de
substituição tributária e R$ 85.000,00 adquiridos também no mercado interno com
alíquotas de 18%. No final do mês tudo que foi adquirido foi vendido pelo valor total de R$
295.000,00, sendo R$ 45.000,00 substituição e R$ 250.000,00 alíquota de 18% Apure o
ICMS a recolher.
Apure o PIS e COFINS do mês.
Sabendo que ela é optante do Lucro presumido e o seu faturamento no trimestre foi de R$
550.000,00 apure o IRPJ e a CSLL.

2)A Empresa Vende Tudo Ltda realizou a aquisição de materiais para uso e consumo no
Estado da Bahia, quando recebeu a nota, a analista fiscal consultou no RICMS que tal
produto é tributado no Estado de São Paulo com a alíquota de 18% e não está incluso em
nenhum beneficio fiscal. Sabendo que o total da nota foi R$ 5.800,00 no que tange o
RICMS qual procedimento da analista?

3)A Ganha Mais S/A apurou no seu último trimestre um lucro liquido de R$ 750.000,00.
Apure o IRPJ e a CSLL.

4)A Empresa OHX revende mercadorias ela fez aquisições no Rio Grande Do Sul, após a
análise do CFOP, do CST e do NCM no portal do PFE , foi constatado que tais produtos
estão inclusos no beneficio de substituição tributária no Estado de São Paulo, não há
protocolo, nem convênio desse produto entres os Estados.
Ressaltando que a fornecedor desta mercadoria não é optante do Simples Nacional e tal
produto no mercado interno é tributado com alíquota de 18%, calcule o icms st .
Sabendo que o total dos produtos é R$ 10.500,00, o icms destacado na nota é R$
1.260,00, alíquota interestadual 12% e o IVA 63,67%.
Caso o fornecedor acima fosse optante do simples nacional a apuração seria da mesma
forma?

5) A empresa Tudo Pode Ltda solicitou ao depto fiscal que realizasse a apuração do PIS e
Cofins(regime é o não cumulativo).
Para tanto informou que no mês a despesa com aluguel foi R$ 10.000,00, a depreciação
do seu ativo totalizou R$ 1.500,00 e suas compras R$ 197.000,00. Foram vendidas todas
mercadorias adquirida pelo valor total de R$ 349.000,00.

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Após o fechamento do trimestre foi apurado um Lucro liquido de R$ 780.000,00, sabendo


que não houve adições, compensações e exclusões apure o IRPJ e a CSLL, sabendo que
ela é optante pelo Lucro real.

6) Enquadramento: Lucro Presumido


Atividade: Prestadora de Serviço Transporte Interestadual
Federal:________________________________________________________
Estadual:______________________________________________________
Municipal:_____________________________________________________
7)Enquadramento: Simples Nacional
Atividade: Comercio.
Federal:________________________________________________________
Estadual:______________________________________________________
Municipal:_____________________________________________________
8)Enquadramento: Lucro presumido
Atividade: Comercio e Serviço de manutenção elétrica
Federal:_____________________________________________________
Estadual:____________________________________________________
Municipal:___________________________________________________

9 Enquadramento: Lucro Real


Atividade: Prestadora de serviços
Federal______________________________________________________
Estadual____________________________________________________
Municipal___________________________________________________

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ANEXO II – CFOP

1.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja
localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.

1.100 COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

1.101 Compra para industrialização


Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.
Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial de
cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.
1.102 Compra para comercialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão
classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa
recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.
1.111 Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, recebidas anteriormente a título de consignação industrial.
1.113 Compra para comercialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de
consignação mercantil.
1.116 Compra para industrialização originada de encomenda para recebimento futuro
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização,
quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no código “1.922 - Lançamento
efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”.
1.117 Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, quando da entrada real da
mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no código “1.922 - Lançamento efetuado a título de
simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”.
1.118 Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor
remetente ao destinatário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas, que, sem transitar pelo
estabelecimento do adquirente originário, sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao
destinatário, em operação de venda à ordem, cuja venda seja classificada, pelo adquirente originário, no
código “5.120 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo
vendedor remetente, em venda à ordem”.
1.120 Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização,
em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente, por ordem do adquirente originário.
1.121 Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, em vendas à ordem, já
recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário.
1.122 Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao
industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização,
remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha transitado pelo
estabelecimento do adquirente.
1.124 Industrialização efetuada por outra empresa
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros, compreendendo os
valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador
empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado
ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser
classificada nos códigos “1.551 - Compra de bem para o ativo imobilizado” ou “1.556 - Compra de material
para uso ou consumo”.
1.125 Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para utilização no
processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento adquirente da mercadoria
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas, em que as
mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não transitaram pelo estabelecimento
do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das
mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a
industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do
estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada nos códigos “1.551 - Compra de bem para
o ativo imobilizado” ou “1.556 - Compra de material para uso ou consumo”.

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1.126 Compra para utilização na prestação de serviço


Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços.

1.150 TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

1.151 Transferência para industrialização


Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento
da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização.
1.152 Transferência para comercialização
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento
da mesma empresa, para serem comercializadas.
1.153 Transferência de energia elétrica para distribuição
Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para distribuição.
1.154 Transferência para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento
da mesma empresa, para serem utilizadas nas prestações de serviços.

1.200 DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE VALORES

1.201 Devolução de venda de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento,
cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento”.
1.202 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas
como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”.
1.203 Devolução de venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou
Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento,
cujas saídas foram classificadas no código “5.109 - Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona
Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.
1.204 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca
de Manaus ou Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
cujas saídas foram classificadas no código “5.110 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros,
destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.
1.205 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes
de prestações de serviços de comunicação.
1.206 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes
de prestações de serviços de transporte.
1.207 Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes
de venda de energia elétrica.
1.208 Devolução de produção do estabelecimento, remetida em transferência
Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento, transferidos
para outros estabelecimentos da mesma empresa.
1.209 Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida em transferência
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, transferidas
para outros estabelecimentos da mesma empresa.

1.250 COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA

1.251 Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização


Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou
comercialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas
para distribuição aos seus cooperados.
1.252 Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de industrialização.
Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento
industrial de cooperativa.
1.253 Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial. Também

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serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial de
cooperativa.
1.254 Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de
serviços de transporte.
1.255 Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de
serviços de comunicação.
1.256 Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento de produtor rural.
1.257 Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que
prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.

1.300 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

1.301 Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços
da mesma natureza.
1.302 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento
industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento industrial de cooperativa.
1.303 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento
comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento comercial de cooperativa.
1.304 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento
prestador de serviço de transporte.
1.305 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de
energia elétrica
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de
geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
1.306 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de
produtor rural.

1.350 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

1.351 Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da
mesma natureza.
1.352 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial.
Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento industrial de cooperativa.
1.353 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial.
Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento comercial de cooperativa.
1.354 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador
de serviços de comunicação.
1.355 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de
energia elétrica
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de
geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
1.356 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de
produtor rural.

1.400 ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

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1.401 Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização,
decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão
classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial de cooperativa de mercadorias sujeitas
ao regime de substituição tributária.
1.403 Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações
com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as
compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de
cooperativa.
1.406 Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento, em
operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
1.407 Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento,
em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
1.408 Transferência para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma
empresa, para serem industrializadas no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao
regime de substituição tributária.
1.409 Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma
empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição
tributária.
1.410 Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime
de substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados e vendidos pelo estabelecimento,
cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento em operação com
produto sujeito ao regime de substituição tributária”.
1.411 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com
mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em
operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.
1.414 Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do estabelecimento em
operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados pelo estabelecimento,
remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos
sujeitos ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.
1.415 Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora do
estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros
remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com
mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.

1.450 SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO

1.451 Retorno de animal do estabelecimento produtor


Classificam-se neste código as entradas referentes ao retorno de animais criados pelo produtor no sistema
integrado.
1.452 Retorno de insumo não utilizado na produção
Classificam-se neste código o retorno de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo
1.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

1.551 Compra de bem para o ativo imobilizado


Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do
estabelecimento.
1.552 Transferência de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.
1.553 Devolução de venda de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado, cujas saídas
tenham sido classificadas no código “5.551 - Venda de bem do ativo imobilizado”.

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1.554 Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para
uso fora do estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.554 - Remessa
de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento”.
1.555 Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros, remetidos para
uso no estabelecimento.
1.556 Compra de material para uso ou consumo
Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento.
1.557 Transferência de material para uso ou consumo
Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.

1.600 CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS

1.601 Recebimento, por transferência, de crédito de ICMS


Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de créditos de ICMS, recebidos
por transferência de outras empresas.
1.602 Recebimento, por transferência, de saldo credor de ICMS de outro estabelecimento da mesma
empresa, para compensação de saldo devedor de ICMS
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos
credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa, destinados à
compensação do saldo devedor do estabelecimento, inclusive no caso de apuração centralizada
do imposto.
1.603 Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS
retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte
substituto, ou, ainda, quando o ressarcimento for apropriado pelo próprio contribuinte
substituído, nas hipóteses previstas na legislação aplicável.
1.604 Lançamento do crédito relativo à compra de bem para o ativo imobilizado
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da apropriação de crédito de
bens do ativo imobilizado.

1.605 Recebimento, por transferência, de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma
empresa.
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo
devedor de ICMS recebido de outro estabelecimento da mesma empresa, para efetivação da
apuração centralizada do imposto.

1.650 ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

1.651 Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente


Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em
processo de industrialização do próprio produto.
1.652 Compra de combustível ou lubrificante para comercialização
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem
comercializados.
1.653 Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em
processo de industrialização de outros produtos, na prestação de serviços ou por usuário final.
1.658 Transferência de combustível e lubrificante para industrialização
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo de
industrialização do próprio produto.
1.659 Transferência de combustível e lubrificante para comercialização
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados.
1.660 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustível ou lubrificante destinado à
industrialização subseqüente”.
1.661 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes para

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comercialização”.

1.662 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final


Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor
ou usuário final”.
1.663 Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem.
1.664 Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem
Classificam-se neste código as entradas, ainda que simbólicas, por retorno de combustíveis ou
lubrificantes, remetidos para armazenagem.

1.900 OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS

1.901 Entrada para industrialização por encomenda


Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por
encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa.
1.902 Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda
Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por
encomenda, incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador.
1.903 Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido processo
Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para
industrialização e não aplicados no referido processo.
1.904 Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora do
estabelecimento, inclusive por meio de veículos, e não comercializadas.
1.905 Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito
fechado ou armazém geral.
1.906 Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em
depósito fechado ou armazém geral.
1.907 Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para
depósito em depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham
sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento
depositante.
1.908 Entrada de bem por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de
comodato.
1.909 Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o
contrato de comodato.
1.910 Entrada de bonificação, doação ou brinde
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação, doação
ou brinde.
1.911 Entrada de amostra grátis
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis.
1.912 Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.
1.913 Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
demonstração.
1.914 Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
exposição ou feira.
1.915 Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou
reparo.
1.916 Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
conserto ou reparo.
1.917 Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação
mercantil ou industrial.
1.918 Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente a

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Analista Fiscal TECNOPONTA

título de consignação mercantil ou industrial.

1.919 Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, remetida


anteriormente em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou
utilizadas em processo industrial, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou
industrial.
1.920 Entrada de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria.
1.921 Retorno de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria.
1.922 Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento
futuro
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de
compra para recebimento futuro.
1.923 Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente, em venda à ordem
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente, em
vendas à ordem, cuja compra do adquirente originário, foi classificada nos códigos “1.120 -
Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente” ou “1.121
- Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente”.
1.924 Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não
transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por
conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo
estabelecimento do adquirente dos mesmos.
1.925 Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do adquirente da
mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente,
para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador, nas
hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.
1.926 Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou
de sua desagregação
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de
formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação.
1.931 Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de
retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de
transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da
Federação onde iniciado o serviço.
Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço
de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade
da Federação, onde iniciado o serviço, quando a responsabilidade pela retenção do imposto for
atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.
1.932 Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela onde
inscrito o prestador.
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados em
unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.
1.933 Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN
Classificam-se neste código as aquisições de serviços, de competência municipal, desde que
informados em documentos autorizados pelo Estado.
1.949 Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada
Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não
tenham sido especificadas nos códigos anteriores.
2.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS
Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente
esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.

2.100 COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE


SERVIÇOS
2.101 Compra para industrialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em
estabelecimento industrial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento
de outra cooperativa.
2.102 Compra para comercialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão
classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de
cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.

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2.111 Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação


industrial
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo
de industrialização, recebidas anteriormente a título de consignação industrial.
2.113 Compra para comercialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação
mercantil
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título
de consignação mercantil.
2.116 Compra para industrialização originada de encomenda para recebimento futuro
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no
código “2.922 - Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra
para recebimento futuro”.
2.117 Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, quando da
entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no código “2.922 -
Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento
futuro”.
2.118 Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo
vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas, que, sem transitar
pelo estabelecimento do adquirente originário, sejam entregues pelo vendedor remetente
diretamente ao destinatário, em operação de venda à ordem, cuja venda seja classificada, pelo
adquirente originário, no código “6.120 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de
terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem”.
2.120 Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente, por ordem do
adquirente originário.
2.121 Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, em vendas à
ordem, já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário.
2.122 Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao
industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha
transitado pelo estabelecimento do adquirente.
2.124 Industrialização efetuada por outra empresa
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros,
compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de
propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a industrialização
efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do
estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada nos códigos “2.551 - Compra
de bem para o ativo imobilizado” ou “2.556 - Compra de material para uso ou consumo”.
2.125 Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para
utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento
adquirente da mercadoria
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas,
em que as mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não
transitaram pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores
referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador
empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo
imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a
entrada deverá ser classificada nos códigos “2.551 - Compra de bem para o ativo imobilizado”
ou “2.556 - Compra de material para uso ou consumo”.
2.126 Compra para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de
serviços.

2.150 TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE


SERVIÇOS
2.151 Transferência para industrialização
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização.
2.152 Transferência para comercialização
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas.

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2.153 Transferência de energia elétrica para distribuição


Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para distribuição.
2.154 Transferência para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas nas prestações de serviços.

2.200 DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE


VALORES
2.201 Devolução de venda de produção do estabelecimento
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo
estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do
estabelecimento”.
2.202 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas
tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”.
2.203 Devolução de venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de
Manaus ou Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo
estabelecimento, cujas saídas foram classificadas no código “6.109 - Venda de produção do
estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.
2.204 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à
Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, cujas saídas foram classificadas no código “6.110 - Venda de mercadoria adquirida ou
recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.
2.205 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de prestações de serviços de comunicação.
2.206 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de prestações de serviços de transporte.
2.207 Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de venda de energia elétrica.
2.208 Devolução de produção do estabelecimento, remetida em transferência
Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento,
transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa.
2.209 Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida em
transferência
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa.

2.250 COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA

2.251 Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização


Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição
ou comercialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por
cooperativas para distribuição aos seus cooperados.
2.252 Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de
industrialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica
utilizada por estabelecimento industrial de cooperativa.
2.253 Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento
comercial. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por
estabelecimento comercial de cooperativa.
2.254 Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento
prestador de serviços de transporte.
2.255 Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento
prestador de serviços de comunicação.
2.256 Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento de

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produtor rural.

2.257 Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada


Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda
contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.

2.300 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

2.301 Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações
de serviços da mesma natureza.
2.302 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.
2.303 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.
2.304 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de
transporte
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizado por
estabelecimento prestador de serviço de transporte.
2.305 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de
distribuidora de energia elétrica
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
2.306 Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por
estabelecimento de produtor rural.
2.350 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

2.351 Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de
serviços da mesma natureza.
2.352 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.
2.353 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.
2.354 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de
comunicação
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento prestador de serviços de comunicação.
2.355 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de
distribuidora de energia elétrica
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
2.356 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento de produtor rural.
2.400 ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

2.401 Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de


substituição tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição
tributária. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial
de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
2.403 Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes
de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão
classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição

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tributária em estabelecimento comercial de cooperativa.

2.406 Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do
estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
2.407 Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime
de substituição tributária
Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
2.408 Transferência para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem industrializadas no estabelecimento, em
operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
2.409 Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações
sujeitas ao regime de substituição tributária.
2.410 Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto
sujeito ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados e vendidos pelo
estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do
estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária”.
2.411 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação
com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou
recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.
2.414 Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do
estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados pelo
estabelecimento, remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de
veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, e não
comercializadas.
2.415 Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora
do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em
operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.

2.500 ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E


EVENTUAIS DEVOLUÇÕES
2.501 Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de “trading
company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim
específico de exportação.
2.503 Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de
exportação, de produção do estabelecimento
Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento,
remetidos a “trading company”, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento
do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no
código “6.501 - Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação”.
2.504 Entrada decorrente de devolução de mercadoria remetida com fim específico de
exportação, adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros
remetidas a “trading company”, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento
do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no
código “6.502 - Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico
de exportação”.
2.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU
CONSUMO
2.551 Compra de bem para o ativo imobilizado
Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do
estabelecimento.

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2.552 Transferência de bem do ativo imobilizado


Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.
2.553 Devolução de venda de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado, cujas saídas
tenham sido classificadas no código “6.551 - Venda de bem do ativo imobilizado”.
2.554 Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para
uso fora do estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas no código “6.554 - Remessa
de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento”.
2.555 Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no
estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros, remetidos
para uso no estabelecimento.
2.556 Compra de material para uso ou consumo
Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento.
2.557 Transferência de material para uso ou consumo
Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.

2.600 CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS

2.603 Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária


Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS
retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto,
nas hipóteses previstas na legislação aplicável.

2.650 ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

2.651 Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente


Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em
processo de industrialização do próprio produto.
2.652 Compra de combustível ou lubrificante para comercialização
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem
comercializados.
2.653 Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em
processo de industrialização de outros produtos, na prestação de serviços ou por usuário final.
2.658 Transferência de combustível e lubrificante para industrialização
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo
de industrialização do próprio produto.
2.659 Transferência de combustível e lubrificante para comercialização
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em
transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados.
2.660 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustível ou lubrificante destinado à
industrialização subseqüente”.
2.661 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes para
comercialização”.
2.662 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas
saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor
ou usuário final”.
2.663 Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem
Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem.
2.664 Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem
Classificam-se neste código as entradas, ainda que simbólicas, por retorno de combustíveis ou
lubrificantes, remetidos para armazenagem.

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2.900 OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS

2.901 Entrada para industrialização por encomenda


Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por
encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa.
2.902 Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda
Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por
encomenda, incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador.
2.903 Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido
processo
Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para
industrialização e não aplicados no referido processo.
2.904 Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora
do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, e não comercializadas.
2.905 Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito
fechado ou armazém geral.
2.906 Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em
depósito fechado ou armazém geral.
2.907 Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para
depósito em depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham
sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento
depositante.
2.908 Entrada de bem por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de
comodato.
2.909 Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o
contrato de comodato.
2.910 Entrada de bonificação, doação ou brinde
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação, doação
ou brinde.
2.911 Entrada de amostra grátis
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis.
2.912 Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.
2.913 Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
demonstração.
2.914 Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
exposição ou feira.
2.915 Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou
reparo.
2.916 Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para
conserto ou reparo.
2.917 Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação
mercantil ou industrial.
2.918 Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente
a título de consignação mercantil ou industrial.
2.919 Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial,
remetida anteriormente em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou
utilizadas em processo industrial, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou
industrial.
2.920 Entrada de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria.
2.921 Retorno de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria.

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2.922 Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para


recebimento futuro
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de
compra para recebimento futuro.
2.923 Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente, em venda à ordem
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente, em
vendas à ordem, cuja compra do adquirente originário, foi classificada nos códigos “2.120 -
Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente” ou “2.121
- Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente”.
2.924 Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando
esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por
conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo
estabelecimento do adquirente dos mesmos.
2.925 Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do
adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do
adquirente
Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente,
para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador, nas
hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.
2.931 Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a
responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da
mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por
transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço.
Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço
de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na
unidade da Federação, onde iniciado o serviço, quando a responsabilidade pela retenção do
imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.
2.932 Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela
onde inscrito o prestador.
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados
em unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.
2.933 Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN
Classificam-se neste código as aquisições de serviços, de competência municipal, desde que
informados em documentos autorizados pelo Estado.
2.949 Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que
não tenham sido especificados nos códigos anteriores.

3.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIOR


Classificam-se, neste grupo, as entradas de mercadorias oriundas de outro país, inclusive as
decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência ou qualquer outra forma de alienação
promovida pelo poder público, e os serviços iniciados no exterior.

3.100 COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE


SERVIÇOS
3.101 Compra para industrialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em
estabelecimento industrial de cooperativa.
3.102 Compra para comercialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão
classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de
cooperativa.
3.126 Compra para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de
serviços.
3.127 Compra para industrialização sob o regime de “drawback”
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização e posterior exportação do produto resultante, cujas vendas serão classificadas
no código “7.127 - Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback””.

3.200 DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE


VALORES
3.201 Devolução de venda de produção do estabelecimento
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo

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estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do


estabelecimento”.
3.202 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas
tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”.
3.205 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de prestações de serviços de comunicação.
3.206 Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de prestações de serviços de transporte.
3.207 Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes de venda de energia elétrica.
3.211 Devolução de venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo
estabelecimento sob o regime de “drawback”.

3.250 COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA

3.251 Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização


Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição
ou comercialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por
cooperativas para distribuição aos seus cooperados.

3.300 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

3.301 Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações
de serviços da mesma natureza.

3.350 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

3.351 Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de
serviços da mesma natureza.
3.352 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.
3.353 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços
de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.
3.354 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de
comunicação
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento prestador de serviços de comunicação.
3.355 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de
distribuidora de energia elétrica
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
3.356 Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por
estabelecimento de produtor rural.
3.500 ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS
DEVOLUÇÕES
3.503 Devolução de mercadoria exportada que tenha sido recebida com fim específico de
exportação
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias exportadas por “trading company”,
empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, recebidas com fim específico
de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código “7.501 - Exportação de mercadorias
recebidas com fim específico de exportação”.

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3.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

3.551 Compra de bem para o ativo imobilizado


Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento.
3.553 Devolução de venda de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado, cujas saídas
tenham sido classificadas no código “7.551 - Venda de bem do ativo imobilizado”.
3.556 Compra de material para uso ou consumo
Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento.

3.650 ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

3.651 Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente


Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em
processo de industrialização do próprio produto.
3.652 Compra de combustível ou lubrificante para comercialização
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados.
3.653 Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em
processo de industrialização de outros produtos, na prestação de serviços ou por usuário final.

3.900 OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS

3.930 Lançamento efetuado a título de entrada de bem sob amparo de regime especial aduaneiro
de admissão temporária
Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de entrada de bens amparada por
regime especial aduaneiro de admissão temporária.
3.949 Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não
tenham sido especificados nos códigos anteriores.

DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS, BENS OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

5.000 SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja
localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.
5.100 VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

5.101 Venda de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. Também serão
classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de cooperativa
destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.
5.102 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no
estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento
comercial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.
5.103 Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de
produtos industrializados no estabelecimento.
5.104 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, efetuada fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de
mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham

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sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.

5.105 Venda de produção do estabelecimento que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em
depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.
5.106 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não
tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao
estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias
importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o
desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento
do importador.
5.109 Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre
Comércio
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, destinados à Zona
Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio, desde que alcançados pelos benefícios fiscais de que tratam o
Decreto-lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, o Convênio ICM 65/88, de 6 de dezembro de 1988, o
Convênio ICMS 36/97, de 23 de maio de 1997 e o Convênio ICMS 37/97, de 23 de maio de 1997.
5.110 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou
Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas à
Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio, desde que alcançadas pelos benefícios fiscais de que
tratam o Decreto-lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, o Convênio ICM 65/88, de 6 de dezembro de 1988,
o Convênio ICMS 36/97, de 23 de maio de 1997 e o Convênio ICMS 37/97, de 23 de maio de 1997.
5.111 Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial
Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos
anteriormente a título de consignação industrial.
5.112 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação
industrial
Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não
tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de
consignação industrial.
5.113 Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil
Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos
anteriormente a título de consignação mercantil.
5.114 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação
mercantil
Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não
tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de
consignação mercantil.
5.115 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, recebida anteriormente em consignação
mercantil
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas
anteriormente a título de consignação mercantil.
5.116 Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, quando da saída
real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado no código “5.922 - Lançamento efetuado a título de
simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.117 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega
futura
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham
sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, quando da saída real da mercadoria, cujo
faturamento tenha sido classificado no código “5.922 - Lançamento efetuado a título de simples faturamento
decorrente de venda para entrega futura”.
5.118 Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente
originário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo estabelecimento, entregues
ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.
5.119 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e
ordem do adquirente originário, em venda à ordem

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Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não
tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues ao destinatário por conta
e ordem do adquirente originário.
5.120 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor
remetente, em venda à ordem
Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não
tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues pelo vendedor remetente
ao destinatário, cuja compra seja classificada, pelo adquirente originário, no código “1.118 - Compra de
mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao
destinatário, em venda à ordem”.
5.122 Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do
adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, remetidos para
serem industrializados em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que os produtos
tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.
5.123 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização, por conta
e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham
sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas para serem industrializadas em
outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que as mercadorias tenham transitado pelo
estabelecimento do adquirente.
5.124 Industrialização efetuada para outra empresa
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros, compreendendo os
valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador
empregadas no processo industrial.
5.125 Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no
processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para outras empresas, em que as
mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham transitado pelo
estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços
prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.

5.150 TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

5.151 Transferência de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro
estabelecimento da mesma empresa.
5.152 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização,
comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham sido objeto de qualquer
processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa.
5.153 Transferência de energia elétrica
Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da mesma
empresa, para distribuição.
5.155 Transferência de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de produtos
industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral, depósito fechado ou
outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.
5.156 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de
mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham
sido objeto de qualquer processo industrial, remetidas para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem
que haja retorno ao estabelecimento depositante.
5.200 DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES

5.201 Devolução de compra para industrialização


Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de
industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização”.
5.202 Devolução de compra para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas

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entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.

5.205 Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação


Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes
das aquisições de serviços de comunicação.
5.206 Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes
das aquisições de serviços de transporte.
5.207 Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes da
compra de energia elétrica.
5.208 Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros
estabelecimentos da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização.
5.209 Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas.
5.210 Devolução de compra para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de
serviços, cujas entradas tenham sido classificadas no código “1.126 - Compra para utilização na prestação de
serviço”.

5.250 VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA

5.251 Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização


Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização.
Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a cooperativas para
distribuição aos seus cooperados.
5.252 Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento industrial.
Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento
industrial de cooperativa.
5.253 Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento comercial.
Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento
comercial de cooperativa.
5.254 Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de
serviços de transporte.
5.255 Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de
serviços de comunicação.
5.256 Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de produtor
rural.
5.257 Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que
prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.
5.258 Venda de energia elétrica a não-contribuinte
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não
indicadas nos códigos anteriores.

5.300 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

5.301 Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços
da mesma natureza.
5.302 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial. Também

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serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de


cooperativa.
5.303 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial. Também
serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de
cooperativa.
5.304 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de
serviço de transporte.
5.305 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de
energia elétrica
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de
distribuidora de energia elétrica.
5.306 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural.
5.307 Prestação de serviço de comunicação a não-contribuinte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas
jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

5.350 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

5.351 Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de serviços da
mesma natureza.
5.352 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial. Também
serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento industrial de
cooperativa.
5.353 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial. Também
serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento comercial de
cooperativa.
5.354 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador de serviços
de comunicação.
5.355 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia
elétrica
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de geradora ou de
distribuidora de energia elétrica.
5.356 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de produtor rural.
5.357 Prestação de serviço de transporte a não-contribuinte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas
não indicadas nos códigos anteriores.
5.359 Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria
transportada está dispensada de emissão de nota fiscal.
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não contribuintes,
exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para a mercadoria
transportada.

5.400 SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

5.401 Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de


substituição tributária, na condição de contribuinte substituto
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento em operações com
produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto. Também serão
classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial de
cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto.

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5.402 Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária,


em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto
Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária
industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto.
5.403 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao
regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de
contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
5.405 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao
regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com
mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído.
5.408 Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro
estabelecimento da mesma empresa, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição
tributária.
5.409 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria
sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de
mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial
no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
5.410 Devolução de compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de
industrialização cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização em operação
com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.
5.411 Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas
entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita
ao regime de substituição tributária”.
5.412 Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária
Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “1.406 - Compra de bem para o ativo
imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.
5.413 Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “1.407 - Compra de mercadoria para uso ou
consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.
5.414 Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com
produto sujeito ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados pelo estabelecimento para serem
vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao
regime de substituição tributária.
5.415 Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento,
em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem
vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao
regime de substituição tributária.

5.450 SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO

5.451 Remessa de animal e de insumo para estabelecimento produtor


Classificam-se neste código as saídas referentes à remessa de animais e de insumos para criação de animais
no sistema integrado, tais como: pintos, leitões, rações e medicamentos.

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5.500 REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES

5.501 Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação


Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados pelo estabelecimento, remetidos com fim
específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do
remetente.
5.502 Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportação
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas com
fim específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento
do remetente.
5.503 Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação
Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por “trading company”, empresa comercial exportadora
ou outro estabelecimento do destinatário, de mercadorias recebidas com fim específico de exportação, cujas
entradas tenham sido classificadas no código “1.501 - Entrada de mercadoria recebida com fim específico de
exportação”.
5.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

5.551 Venda de bem do ativo imobilizado


Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do
estabelecimento.
5.552 Transferência de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código os bens do ativo imobilizado transferidos para outro estabelecimento
da mesma empresa.
5.553 Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do
estabelecimento, cuja entrada foi classificada no código “1.551 - Compra de bem para o ativo
imobilizado”.
5.554 Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de bens do ativo imobilizado para uso fora do
estabelecimento.
5.555 Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro, recebido para uso no estabelecimento
Classificam-se neste código as saídas em devolução, de bens do ativo imobilizado de terceiros,
recebidos para uso no estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “1.555 -
Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no estabelecimento”.
5.556 Devolução de compra de material de uso ou consumo
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “1.556 - Compra de material para
uso ou consumo”.
5.557 Transferência de material de uso ou consumo
Classificam-se neste código os materiais para uso ou consumo transferidos para outro
estabelecimento da mesma empresa.

5.600 CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS

5.601 Transferência de crédito de ICMS acumulado


Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de créditos de
ICMS para outras empresas.
5.602 Transferência de saldo credor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa, destinado
à compensação de saldo devedor de ICMS
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos
credores de ICMS para outros estabelecimentos da mesma empresa, destinados à compensação
do saldo devedor do estabelecimento, inclusive no caso de apuração centralizada do imposto.
5.603 Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS
retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto,
nas hipóteses previstas na legislação aplicável.
5.605 Transferência de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa.
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo
devedor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa, para efetivação da apuração
centralizada do imposto.

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5.606 Utilização de saldo credor de ICMS para extinção por compensação de débitos fiscais.
Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de utilização de saldo credor
de ICMS em conta gráfica para extinção por compensação de débitos fiscais desvinculados de
conta gráfica.
5.650 SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

5.651 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à


industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes
de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 –
“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.652 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à
comercialização
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.653 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou
usuário final
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à
prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.654 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à
industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes de
encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 –
“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.655 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à
comercialização
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.656 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor
ou usuário final
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à
prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
5.657 Remessa de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros para venda fora do
estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de combustíveis ou lubrificante, adquiridos ou recebidos
de terceiros para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos.
5.658 Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento
Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, industrializados
no estabelecimento, para outro estabelecimento da mesma empresa.
5.659 Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro
Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, adquiridos ou
recebidos de terceiros, para outro estabelecimento da mesma empresa.
5.660 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para industrialização do próprio produto, cujas entradas tenham sido classificadas
como “Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente”.
5.661 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para comercialização, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de

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combustível ou lubrificante para comercialização”.

5.662 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos, na prestação de
serviços ou por usuário final, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de
combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final”.
5.663 Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante
Classificam-se neste código as remessas para armazenagem de combustíveis ou lubrificantes.
5.664 Retorno de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem
Classificam-se neste código as remessas em devolução de combustíveis ou lubrificantes,
recebidos para armazenagem.
5.665 Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem
Classificam-se neste código os retornos simbólicos de combustíveis ou lubrificantes recebidos
para armazenagem, quando as mercadorias armazenadas tenham sido objeto de saída a qualquer
título e não devam retornar ao estabelecimento depositante.
5.666 Remessa por conta e ordem de terceiros de combustível ou lubrificante recebido para
armazenagem
Classificam-se neste código as saídas por conta e ordem de terceiros, de combustíveis ou
lubrificantes, recebidos anteriormente para armazenagem.
5.900 OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

5.901 Remessa para industrialização por encomenda


Classificam-se neste código as remessas de insumos remetidos para industrialização por
encomenda, a ser realizada em outra empresa ou em outro estabelecimento da mesma empresa.
5.902 Retorno de mercadoria utilizada na industrialização por encomenda
Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos
recebidos para industrialização e incorporados ao produto final, por encomenda de outra empresa
ou de outro estabelecimento da mesma empresa. O valor dos insumos nesta operação deverá ser
igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização.
5.903 Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo
Classificam-se neste código as remessas em devolução de insumos recebidos para
industrialização e não aplicados no referido processo.
5.904 Remessa para venda fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento,
inclusive por meio de veículos.
5.905 Remessa para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para depósito em depósito fechado ou
armazém geral.
5.906 Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código os retornos de mercadorias depositadas em depósito fechado ou
armazém geral ao estabelecimento depositante.
5.907 Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código os retornos simbólicos de mercadorias recebidas para depósito em
depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de
saída a qualquer título e que não devam retornar ao estabelecimento depositante.
5.908 Remessa de bem por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as remessas de bens para o cumprimento de contrato de comodato.
5.909 Retorno de bem recebido por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as remessas de bens em devolução após cumprido o contrato de
comodato.
5.910 Remessa em bonificação, doação ou brinde
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de bonificação, doação ou brinde.
5.911 Remessa de amostra grátis
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de amostra grátis.
5.912 Remessa de mercadoria ou bem para demonstração
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para demonstração.
5.913 Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração
Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para
demonstração.

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5.914 Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira


Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para exposição ou feira.
5.915 Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para conserto ou reparo.
5.916 Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para
conserto ou reparo.
5.917 Remessa de mercadoria em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de consignação mercantil ou
industrial.
5.918 Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas anteriormente a título de
consignação mercantil ou industrial.
5.919 Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, recebida
anteriormente em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias vendidas ou utilizadas em
processo industrial, que tenham sido recebidas anteriormente a título de consignação mercantil
ou industrial.
5.920 Remessa de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as remessas de vasilhame ou sacaria.
5.921 Devolução de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria.
5.922 Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de
venda para entrega futura.
5.923 Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros, em venda à ordem
Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e
ordem de terceiros, em vendas à ordem, cuja venda ao adquirente originário, foi classificada nos
códigos “5.118 - Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e
ordem do adquirente originário, em venda à ordem” ou “5.119 - Venda de mercadoria adquirida
ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em
venda à ordem”.
5.924 Remessa para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não
transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as saídas de insumos com destino a estabelecimento industrializador,
para serem industrializados por conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos
não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos.
5.925 Retorno de mercadoria recebida para industrialização por conta e ordem do adquirente da
mercadoria, quando aquela não transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos
recebidos, por conta e ordem do adquirente, para industrialização e incorporados ao produto
final, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do
adquirente. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos
para industrialização.
5.926 Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou
de sua desagregação
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de
formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação.
5.927 Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente de perda, roubo ou deterioração
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente de
perda, roubo ou deterioração das mercadorias.
5.928 Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente do encerramento da atividade da
empresa
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente do
encerramento das atividades da empresa.
5.929 Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou
prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF
Classificam-se neste código os registros relativos aos documentos fiscais emitidos em operações
ou prestações que também tenham sido registradas em equipamento Emissor de Cupom Fiscal -
ECF.

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5.931 Lançamento efetuado em decorrência da responsabilidade de retenção do imposto por


substituição tributária, atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de
transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da
Federação onde iniciado o serviço
Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo remetente ou
alienante da mercadoria quando lhe for atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do
imposto devido pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por
transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço.
5.932 Prestação de serviço de transporte iniciada em unidade da Federação diversa daquela onde
inscrito o prestador
Classificam-se neste código as prestações de serviço de transporte que tenham sido iniciadas em
unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.
5.933 Prestação de serviço tributado pelo ISSQN
Classificam-se neste código as prestações de serviços, de competência municipal, desde que
informados em documentos autorizados pelo Estado.
5.949 Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não
tenham sido especificados nos códigos anteriores.

6.000 SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente
esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.

6.100 VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

6.101 Venda de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. Também
serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de
cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.
6.102 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial
no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por
estabelecimento comercial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de
outra cooperativa.
6.103 Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de
veículo, de produtos industrializados no estabelecimento.
6.104 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, efetuada fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de
veículo, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou
comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.
6.105 Venda de produção do estabelecimento que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento,
armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao
estabelecimento depositante.
6.106 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro,
que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja
retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de
mercadorias importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária
onde se processou o desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem
transitar pelo estabelecimento do importador.
6.107 Venda de produção do estabelecimento, destinada a não-contribuinte
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento,
destinadas a não-contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a não-contribuintes
deverão ser classificadas neste código.

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6.108 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada a não-contribuinte


Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial
no estabelecimento, destinadas a não-contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a
não-contribuintes deverão ser classificadas neste código.
6.109 Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre
Comércio
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento,
destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio, desde que alcançados pelos
benefícios fiscais de que tratam o Decreto-lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, o Convênio ICM
65/88, de 6 de dezembro de 1988, o Convênio ICMS 36/97, de 23 de maio de 1997 e o Convênio
ICMS 37/97, de 23 de maio de 1997.
6.110 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou
Áreas de Livre Comércio
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
destinadas à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio, desde que alcançadas pelos
benefícios fiscais de que tratam o Decreto-lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, o Convênio ICM
65/88, de 6 de dezembro de 1988, o Convênio ICMS 36/97, de 23 de maio de 1997 e o Convênio
ICMS 37/97, de 23 de maio de 1997.
6.111 Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial
Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento
remetidos anteriormente a título de consignação industrial.
6.112 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação
industrial
Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento,
remetidas anteriormente a título de consignação industrial.
6.113 Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil
Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento
remetidos anteriormente a título de consignação mercantil.
6.114 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação
mercantil
Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento,
remetidas anteriormente a título de consignação mercantil.
6.115 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, recebida anteriormente em consignação
mercantil
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
recebidas anteriormente a título de consignação mercantil.
6.116 Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, quando
da saída real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado no código “6.922 - Lançamento
efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.117 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega
futura
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que
não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, quando da saída real
da mercadoria, cujo faturamento tenha sido classificado no código “6.922 - Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.118 Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente
originário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo
estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.
6.119 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e
ordem do adquirente originário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de
terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento,
entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.
6.120 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor
remetente, em venda à ordem
Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de

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terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento,
entregues pelo vendedor remetente ao destinatário, cuja compra seja classificada, pelo
adquirente originário, no código “2.118 - Compra de mercadoria para comercialização pelo
adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem”.
6.122 Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do
adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento,
remetidos para serem industrializados em outro estabelecimento, por conta e ordem do
adquirente, sem que os produtos tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.
6.123 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização, por conta
e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que
não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas para
serem industrializadas em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que as
mercadorias tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.
6.124 Industrialização efetuada para outra empresa
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros,
compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de
propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.
6.125 Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no
processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para outras empresas, em
que as mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham
transitado pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores
referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador
empregadas no processo industrial.
6.150 TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

6.151 Transferência de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para
outro estabelecimento da mesma empresa.
6.152 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros
Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização, comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham
sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro
estabelecimento da mesma empresa.
6.153 Transferência de energia elétrica
Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da
mesma empresa, para distribuição.
6.155 Transferência de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de
produtos industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral,
depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.
6.156 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de
mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que
não tenham sido objeto de qualquer processo industrial, remetidas para armazém geral, depósito
fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.

6.200 DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE


VALORES
6.201 Devolução de compra para industrialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em
processo de industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para
industrialização”.
6.202 Devolução de compra para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem
comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.
6.205 Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,

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decorrentes das aquisições de serviços de comunicação.

6.206 Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte


Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes das aquisições de serviços de transporte.
6.207 Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes da compra de energia elétrica.
6.208 Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros
estabelecimentos da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização.
6.209 Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro
estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas.
6.210 Devolução de compra para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação
de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas no código “2.126 - Compra para utilização
na prestação de serviço”.

6.250 VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA

6.251 Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização


Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou
comercialização. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica
destinada a cooperativas para distribuição aos seus cooperados.
6.252 Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento
industrial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a
estabelecimento industrial de cooperativa.
6.253 Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento
comercial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a
estabelecimento comercial de cooperativa.
6.254 Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de
prestador de serviços de transporte.
6.255 Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de
prestador de serviços de comunicação.
6.256 Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de
produtor rural.
6.257 Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada,
que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.
6.258 Venda de energia elétrica a não-contribuinte
Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas
não indicadas nos códigos anteriores.

6.300 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

6.301 Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações
de serviços da mesma natureza.
6.302 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento
industrial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a
estabelecimento industrial de cooperativa.

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6.303 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial


Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento
comercial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a
estabelecimento comercial de cooperativa.
6.304 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento
prestador de serviço de transporte.
6.305 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de
energia elétrica
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de
geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
6.306 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de
produtor rural.
6.307 Prestação de serviço de comunicação a não-contribuinte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a
pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

6.350 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

6.351 Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de
serviços da mesma natureza.
6.352 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial.
Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento
industrial de cooperativa.
6.353 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial.
Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento
comercial de cooperativa.
6.354 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador
de serviços de comunicação.
6.355 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia
elétrica
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de
geradora ou de distribuidora de energia elétrica.
6.356 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de
produtor rural.
6.357 Prestação de serviço de transporte a não-contribuinte
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a
pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.
6.359 Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria
transportada está dispensada de emissão de nota fiscal.
Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não
contribuintes, exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para
a mercadoria transportada.

6.400 SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

6.401 Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de


substituição tributária, na condição de contribuinte substituto
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento em
operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de
contribuinte substituto. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos
industrializados por estabelecimento industrial de cooperativa sujeitos ao regime de substituição
tributária, na condição de contribuinte substituto.

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6.402 Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária,


em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto
Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária
industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo
produto.
6.403 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao
regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na
condição de contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de
substituição tributária.
6.404 Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido
retido anteriormente
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição
tributária, na condição de substituto tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto
já tenha sido retido anteriormente.
6.408 Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para
outro estabelecimento da mesma empresa, em operações com produtos sujeitos ao regime de
substituição tributária.
6.409 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria
sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de
mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer
processo industrial no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de
substituição tributária.
6.410 Devolução de compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em
processo de industrialização cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para
industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.
6.411 Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem
comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização
em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.
6.412 Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “2.406 - Compra de bem para o
ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.
6.413 Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao
regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “2.407 - Compra de mercadoria
para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.
6.414 Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com
produto sujeito ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados pelo estabelecimento para
serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com
produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.
6.415 Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento,
em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros
para serem vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com
mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

6.500 REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES

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6.501 Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação


Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados pelo estabelecimento,
remetidos com fim específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora
ou outro estabelecimento do remetente.
6.502 Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportação
Classificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros,
remetidas com fim específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora
ou outro estabelecimento do remetente.
6.503 Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação
Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por “trading company”, empresa comercial
exportadora ou outro estabelecimento do destinatário, de mercadorias recebidas com fim
específico de exportação, cujas entradas tenham sido classificadas no código “2.501 - Entrada de
mercadoria recebida com fim específico de exportação”.
6.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

6.551 Venda de bem do ativo imobilizado


Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do
estabelecimento.
6.552 Transferência de bem do ativo imobilizado
Classificam-se neste código os bens do ativo imobilizado transferidos para outro estabelecimento
da mesma empresa.
6.553 Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do
estabelecimento, cuja entrada foi classificada no código “2.551 - Compra de bem para o ativo
imobilizado”.
6.554 Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de bens do ativo imobilizado para uso fora do
estabelecimento.
6.555 Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro, recebido para uso no estabelecimento
Classificam-se neste código as saídas em devolução, de bens do ativo imobilizado de terceiros,
recebidos para uso no estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “2.555 -
Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no estabelecimento”.
6.556 Devolução de compra de material de uso ou consumo
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “2.556 - Compra de material para
uso ou consumo”.
6.557 Transferência de material de uso ou consumo
Classificam-se neste código os materiais de uso ou consumo transferidos para outro
estabelecimento da mesma empresa.
6.600 CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS

6.603 Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária


Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS
retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto,
nas hipóteses previstas na legislação aplicável.
6.650 SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

6.651 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à


industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes
de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 6.922 –
“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.652 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à
comercialização
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 6.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.653 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou
usuário final

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Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no


estabelecimento destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à
prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 6.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.654 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à
industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes de
encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 –
“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.655 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à
comercialização
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.656 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor
ou usuário final
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à
prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para
entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 – “Lançamento efetuado
a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.
6.657 Remessa de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros para venda fora do
estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de combustíveis ou lubrificante, adquiridos ou recebidos
de terceiros para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos.
6.658 Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento
Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, industrializados
no estabelecimento, para outro estabelecimento da mesma empresa.
6.659 Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro
Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, adquiridos ou
recebidos de terceiros, para outro estabelecimento da mesma empresa.
6.660 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para industrialização subseqüente
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para industrialização do próprio produto, cujas entradas tenham sido classificadas
como “Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente”.
6.661 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para comercialização, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de
combustível ou lubrificante para comercialização”.
6.662 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final
Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes
adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos, na prestação de
serviços ou por usuário final, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de
combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final”.
6.663 Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante
Classificam-se neste código as remessas para armazenagem de combustíveis ou lubrificantes.
6.664 Retorno de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem
Classificam-se neste código as remessas em devolução de combustíveis ou lubrificantes,
recebidos para armazenagem.
6.665 Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem
Classificam-se neste código os retornos simbólicos de combustíveis ou lubrificantes recebidos
para armazenagem, quando as mercadorias armazenadas tenham sido objeto de saída a qualquer
título e não devam retornar ao estabelecimento depositante.
6.666 Remessa por conta e ordem de terceiros de combustível ou lubrificante recebido para
armazenagem
Classificam-se neste código as saídas por conta e ordem de terceiros, de combustíveis ou
lubrificantes, recebidos anteriormente para armazenagem.

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6.900 OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

6.901 Remessa para industrialização por encomenda


Classificam-se neste código as remessas de insumos remetidos para industrialização por
encomenda, a ser realizada em outra empresa ou em outro estabelecimento da mesma empresa.
6.902 Retorno de mercadoria utilizada na industrialização por encomenda
Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos
recebidos para industrialização e incorporados ao produto final, por encomenda de outra empresa
ou de outro estabelecimento da mesma empresa. O valor dos insumos nesta operação deverá ser
igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização.
6.903 Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo
Classificam-se neste código as remessas em devolução de insumos recebidos para
industrialização e não aplicados no referido processo.
6.904 Remessa para venda fora do estabelecimento
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento,
inclusive por meio de veículos.
6.905 Remessa para depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para depósito em depósito fechado ou
armazém geral.
6.906 Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código os retornos de mercadorias depositadas em depósito fechado ou
armazém geral ao estabelecimento depositante.
6.907 Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral
Classificam-se neste código os retornos simbólicos de mercadorias recebidas para depósito em
depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de
saída a qualquer título e que não devam retornar ao estabelecimento depositante.
6.908 Remessa de bem por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as remessas de bens para o cumprimento de contrato de comodato.
6.909 Retorno de bem recebido por conta de contrato de comodato
Classificam-se neste código as remessas de bens em devolução após cumprido o contrato de
comodato.
6.910 Remessa em bonificação, doação ou brinde
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de bonificação, doação ou brinde.
6.911 Remessa de amostra grátis
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de amostra grátis.
6.912 Remessa de mercadoria ou bem para demonstração
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para demonstração.
6.913 Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração
Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para
demonstração.
6.914 Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para exposição ou feira.
6.915 Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para conserto ou reparo.
6.916 Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo
Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para
conserto ou reparo.
6.917 Remessa de mercadoria em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de consignação mercantil ou
industrial.
6.918 Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas anteriormente a título de
consignação mercantil ou industrial.
6.919 Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, recebida
anteriormente em consignação mercantil ou industrial
Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias vendidas ou utilizadas em
processo industrial, que tenham sido recebidas anteriormente a título de consignação mercantil
ou industrial.
6.920 Remessa de vasilhame ou sacaria
Classificam-se neste código as remessas de vasilhame ou sacaria.

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6.921 Devolução de vasilhame ou sacaria


Classificam-se neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria.
6.922 Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura
Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de
venda para entrega futura.
6.923 Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros, em venda à ordem
Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e
ordem de terceiros, em vendas à ordem, cuja venda ao adquirente originário, foi classificada nos
códigos “6.118 - Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e
ordem do adquirente originário, em venda à ordem” ou “6.119 - Venda de mercadoria adquirida
ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em
venda à ordem”.
6.924 Remessa para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não
transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as saídas de insumos com destino a estabelecimento industrializador,
para serem industrializados por conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos
não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos.
6.925 Retorno de mercadoria recebida para industrialização por conta e ordem do adquirente da
mercadoria, quando aquela não transitar pelo estabelecimento do adquirente
Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos
recebidos, por conta e ordem do adquirente, para industrialização e incorporados ao produto
final, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do
adquirente. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos
para industrialização.
6.929 Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou
prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF
Classificam-se neste código os registros relativos aos documentos fiscais emitidos em operações
ou prestações que também tenham sido registradas em equipamento Emissor de Cupom Fiscal -
ECF.
6.931 Lançamento efetuado em decorrência da responsabilidade de retenção do imposto por
substituição tributária, atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de
transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da
Federação onde iniciado o serviço
Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo remetente ou
alienante da mercadoria quando lhe for atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do
imposto devido pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por
transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço.
6.932 Prestação de serviço de transporte iniciada em unidade da Federação diversa daquela onde
inscrito o prestador
Classificam-se neste código as prestações de serviço de transporte que tenham sido iniciadas em
unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.
6.933 Prestação de serviço tributado pelo ISSQN
Classificam-se neste código as prestações de serviços, de competência municipal, desde que
informados em documentos autorizados pelo Estado.”
6.949 Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não
tenham sido especificados nos códigos anteriores.

7.000 SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR


Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o destinatário esteja localizado
em outro país.

7.100 VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

7.101 Venda de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. Também
serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de
cooperativa.

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7.102 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros


Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial
no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por
estabelecimento comercial de cooperativa.
7.105 Venda de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento,
armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao
estabelecimento depositante.
7.106 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar
Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para
industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro,
que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja
retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de
mercadorias importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária
onde se processou o desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem
transitar pelo estabelecimento do importador.
7.127 Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”
Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento sob o
regime de “drawback”, cujas compras foram classificadas no código “3.127 - Compra para
industrialização sob o regime de “drawback””.

7.200 DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE


VALORES
7.201 Devolução de compra para industrialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em
processo de industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para
industrialização”.
7.202 Devolução de compra para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem
comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.
7.205 Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de comunicação
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes das aquisições de serviços de comunicação.
7.206 Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes das aquisições de serviços de transporte.
7.207 Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica
Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente,
decorrentes da compra de energia elétrica.
7.210 Devolução de compra para utilização na prestação de serviço
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação
de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas no código “3.126 - Compra para utilização
na prestação de serviço”.
7.211 Devolução de compras para industrialização sob o regime de “drawback”
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em
processo de industrialização sob o regime de “drawback” e não utilizadas no referido processo,
cujas entradas tenham sido classificadas no código “3.127 - Compra para industrialização sob o
regime de “drawback””.

7.250 VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA

7.251 Venda de energia elétrica para o exterior


Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para o exterior.

7.300 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

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7.301 Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza


Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações
de serviços da mesma natureza.

7.350 PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE TRANSPORTE

7.358 Prestação de serviço de transporte


Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinado a estabelecimento
no exterior.

7.500 EXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS RECEBIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO

7.501 Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação


Classificam-se neste código as exportações das mercadorias recebidas anteriormente com
finalidade específica de exportação, cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos “1.501 -
Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação” ou “2.501 - Entrada de
mercadoria recebida com fim específico de exportação”.

7.550 OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

7.551 Venda de bem do ativo imobilizado


Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do
estabelecimento.
7.553 Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado
Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do
estabelecimento, cuja entrada foi classificada no código “3.551 - Compra de bem para o ativo
imobilizado”.
7.556 Devolução de compra de material de uso ou consumo
Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do
estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada no código “3.556 - Compra de material para
uso ou consumo”.
7.650 SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

7.651 Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento


Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no
estabelecimento destinados ao exterior.
7.654 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros
Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos
de terceiros destinados ao exterior.

7.900 OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

7.930 Lançamento efetuado a título de devolução de bem cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de
regime especial aduaneiro de admissão temporária
Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de saída em devolução de bens
cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária.
7.949 Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado
Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não
tenham sido especificados nos códigos anteriores.

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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
WWW.PFE.FAZENDA.SP.GOV.BR

WWW.RECEITA.FAZENDA.GOV.BR

WWW.ECONET.COM.BR

WWW.COSIF.COM.BR

WWW.DIREITOSELEIS.COM.BR

WWW.BRASILGOVERNO.GOV.BR

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